An Infrastructure for Managing Residential Devices through the Declarative Environment of the Brazilian idtv Middleware

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "An Infrastructure for Managing Residential Devices through the Declarative Environment of the Brazilian idtv Middleware"

Transcrição

1 An Infrastructure for Managing Residential Devices through the Declarative Environment of the Brazilian idtv Middleware O. B. Maia, N. S. Viana, Student, IEEE, W. S. da Silva Jr., V. F. de Lucena Jr., Member, IEEE Abstract This paper presents a proposal for communication between consumer electronic devices and interactive applications based on the Brazilian standard for Digital TV. The integration process among the involved technologies as well as the role of each element in the proposed infrastructure is described in details. The main goal of this infrastructure is to join together, in the same environment, software technologies such as the Digital TV middleware (Ginga-NCL), a framework for the management of Home Networks (OSGi), and communication technologies that are more appropriated to the Brazilian interactive Digital TV market. In order to validate this infrastructure, some scenarios involving wireless communication technologies and Set-Top Boxes are created. The use of this infrastructure proved to be appropriated to provide new applications and services used on Digital TV to the users. possibilitou-se uma integração interessante entre aparelho de televisão e plataformas para redes domésticas [2]. Com o progresso da TVDI ao redor do mundo, os Set-Top Boxes (STBs), cujo objetivo primário era permitir que as televisões analógicas pudessem receber os sinais digitais, ganharam algumas melhorias no hardware, tais como maior poder de processamento e aumento da memória interna, e novas funcionalidades, como a execução de aplicativos interativos [3]. Keywords Digital TV, Ginga-NCL, Home Networking, Infrastructure, OSGi. I. INTRODUÇÃO MAIORIA dos dispositivos eletrônicos modernos Aresidenciais, pessoais ou móveis possui alguma tecnologia de comunicação embarcada que possibilita trocar informações entre si. Essa tendência é decorrente do crescimento da quantidade de tecnologias de comunicação de dados como Bluetooth, Universal Serial Bus (USB) e Firewire, dentre outras. Com isso, diversas aplicações podem ser propostas, como, por exemplo, um celular que se comunica com uma geladeira solicitando informações sobre a quantidade de caixas de leite existente. Essa integração fica mais fácil se introduzirmos um novo dispositivo denominado Gateway Residencial que integrado às redes domésticas possibilita: criar um elo comum de comunicação entre vários dispositivos domésticos usando diferentes tipos de tecnologias de comunicação e acessar serviços em outras redes domésticas (ver Fig. 1) [1]. Entre os dispositivos eletrônicos mais comuns nas residências (especificamente no Brasil), que podem ser integrados a uma rede doméstica, está a televisão. De fato, com o surgimento da TV Digital Interativa (TVDI), O. B. Maia, Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Manaus, Amazonas, Brasil, N. S. Viana, Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Manaus, Amazonas, Brasil, W. S. da Silva Jr., Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Manaus, Amazonas, Brasil, V. F. de Lucena Jr., Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Manaus, Amazonas, Brasil, Figura 1. Exemplo de um Gateway Residencial. Além disso, acredita-se que a médio e longo prazo os STBs acumularão características de um Gateway Residencial popular [4]. No caso do Brasil, que está em fase de implantação da TVDI, existe um plano para substituir as TVs analógicas por TVs digitais até Enquanto isso não acontece, os STBs terão uma notável posição no mercado e nas residências dos brasileiros. Com isso, um STB pode ser usado para criar um ambiente apropriado de colaboração entre aplicativos interativos da TVDI e os serviços disponibilizados pelos dispositivos domésticos, promovendo um ambiente de entretenimento bem como oferecendo novos serviços aos usuários, como, por exemplo, gerenciar o consumo de energia da residência, monitorar a temperatura de uma sala ou mesmo monitorar os batimentos cardíacos de um paciente, entre outros. No entanto, existem algumas dificuldades a serem vencidas para assegurar uma colaboração entre TVDI e redes domésticas. Seria interessante, por exemplo, dispor de um Gateway Residencial compatível com a grande variedade de tecnologias de comunicação disponíveis em eletrônicos de consumo [5]. Além disso, não foi prevista uma camada física ou camada de rede na arquitetura nos STBs que possibilite uma comunicação padronizada entre TVDI e dispositivos domésticos [6].

2 Este trabalho contribui com a proposição, construção e validação de uma infraestrutura de comunicação entre um STB adequado ao modelo brasileiro de TVDI e dispositivos domésticos em um sistema de automação residencial. Essa infraestrutura possibilitará novos tipos de aplicações e cenários promovendo assim ao telespectador uma nova experiência com o gerenciamento da sua residência interconectada ao seu receptor de TV. Uma análise de algumas abordagens de integração entre Redes Domésticas e TVDI é mostrada na Seção 2 e na Seção 3 é apresentada a infraestrutura proposta entre o middleware brasileiro de TVDI e Redes Domésticas. O processo de desenvolvimento do ambiente e a implementação de um estudo de caso para validar a infraestrutura são descritos nas Seções 4 e 5. Algumas considerações sobre o Ginga são descritas na Seção 6. Por fim, na Seção 7 são apresentadas algumas conclusões e perspectivas de trabalhos futuros. II. INTEGRAÇÃO ENTRE REDES DOMÉSTICAS E TV DIGITAL Neste trabalho, foram analisadas algumas abordagens de integração entre dispositivos eletrônicos localizados em uma rede doméstica sob três aspectos: (1) formas de comunicação entre dispositivos eletrônicos; (2) gerenciamento de dispositivos através de um Gateway Residencial; e (3) utilização da TV/STB como um Gateway Residencial. Com relação ao aspecto (1) pode-se citar o trabalho de [7], que propôs um sistema de controle de dispositivos domésticos através de um celular via Bluetooth. Devido ao fato de que alguns dispositivos domésticos não possuem interfaces de comunicação integradas a eles, foram desenvolvidos adaptadores com Bluetooth conectados a esses dispositivos através da porta serial (RS 232). Uma desvantagem dessa abordagem é a necessidade de se criar novos adaptadores e integrá-los aos dispositivos domésticos para que esses possam encontrar outros dispositivos na casa. Considerando o tema (2) podem-se citar os trabalhos descritos em [8] e [9] que utilizaram o Open Services Gateway Initiative (OSGi) no Gateway Residencial. O OSGi especifica uma plataforma de software que define componentes que permitem a conexão da rede residencial com o mundo externo, tendo como base um modelo orientado a serviços. O modelo é construído sob conceitos de modularidade e componentes de software. O framework também provê um mecanismo para o gerenciamento de serviços através de unidades de aplicações conhecidas como bundles [10]. Com o uso do OSGi, possibilitou-se o uso de tecnologias de comunicação de baixo custo, como Bluetooth, ZigBee e WiFi, e o acesso de conteúdos e serviços localizados localmente (através dos dispositivos eletrônicos) ou remotamente (através de provedores de serviços). Já em [11], os dispositivos são gerenciados remotamente através de uma página Web disponível pelo Gateway Residencial o qual utiliza a especificação Universal Plug and Play (UPnP) e a tecnologia de comunicação ZigBee. O principal foco desses trabalhos foi o uso de recursos limitados, como a baixa taxa de transmissão de dados e o baixo consumo de energia. Os trabalhos relacionados ao aspecto (3) exploram a idéia de integração entre TV/STB e Gateway Residencial. Uma das primeiras idéias de se utilizar a TV para gerenciar dispositivos domésticos foi a criação de uma camada de protocolo denominada Home Audio Video interoperability (HAVi) [12]. O HAVi oferece suporte a dispositivos multimídias (áudio e vídeo) e a comunicação entre esses dispositivos é realizada através do padrão IEEE Sua principal desvantagem está relacionada ao gerenciamento exclusivo entre dispositivos multimídias e à necessidade de criar uma Application Programming Interface (API) para se comunicar com outras tecnologias de comunicação, como Bluetooth, WiFi, dentre outros [13]. No trabalho descrito em [2], a conexão entre um aplicativo interativo da TVDI e um dispositivo que administra remotamente os dispositivos eletrônicos é realizada através de comandos usando redes Transmission Control Protocol / Internet Protocol (TCP/IP). Em [14] é apresentado um framework denominado Digital TV Home Network Framework (DTV-HNF) que gerencia solicitações originadas das aplicações da TVDI para acessar serviços de um dispositivo conectado à rede doméstica através do uso de services plugins, os quais provêm uma interface aos aplicativos da TVDI para acessar os serviços dos dispositivos localizados na rede doméstica. Uma desvantagem encontrada nesses trabalhos é que eles não oferecem suporte a uma comunicação bidirecional. Ou seja, somente os aplicativos interativos da TVDI podem acessar os serviços dos dispositivos eletrônicos localizados em uma rede doméstica. Para suprir essa dificuldade, os trabalhos propostos em [15]-[17] descrevem uma integração entre TVDI e Gateway Residencial em um mesmo ambiente. Ou seja, em um mesmo dispositivo (STB, por exemplo) estão presentes características tanto de uma TVDI quanto de um Gateway Residencial. Nesses trabalhos, tanto um aplicativo da TVDI pode acessar os serviços de um dispositivo eletrônico, quanto os dispositivos eletrônicos podem interagir com um aplicativo da TVDI. Em nenhum dos trabalhos analisados foi proposto um modelo de colaboração entre um aplicativo declarativo (como o Ginga-NCL) e um Gateway Residencial. Além disso, não existe uma infraestrutura de comunicação que permita a comunicação entre um STB baseado no modelo brasileiro de TVDI e um Gateway Residencial. O trabalho apresentado neste artigo propõe um modelo de colaboração que preenche as lacunas descritas anteriormente, principalmente àquelas relacionadas ao modelo brasileiro de TVDI. III. INFRAESTRUTURA DE COMUNICAÇÃO GINGANCL-OSGI O desenvolvimento da infraestrutura de comunicação entre STB do modelo brasileiro de TVDI e dispositivos domésticos gerenciados por um Gateway Residencial levou em conta: as tecnologias de comunicação; a especificação utilizada pelo Gateway Residencial para o gerenciamento dos dispositivos eletrônicos; e a criação de um mecanismo de comunicação

3 entre o middleware do modelo brasileiro de TVDI e a especificação utilizada pelo Gateway Residencial escolhida anteriormente. Dentre uma grande variedade de tecnologias de comunicação que podem ser encontradas no mercado, optouse nesse trabalho pelo uso das redes sem fios baseadas em Bluetooth, WiFi e ZigBee, considerando: a não utilização de cabos para conectar os dispositivos eletrônicos, o que é fundamental para trabalhar com dispositivos móveis em uma residência; que essas tecnologias são suportadas por vários dispositivos, como telefones celulares, impressoras, máquinas fotográficas digitais, televisores, etc; que todas elas são de fácil utilização; e que a distância típica entre os dispositivos domésticos é pequena, não sendo necessário o uso de tecnologias que tenham um grande alcance de sinal. Como plataforma de software que permitirá que os aplicativos da TVDI gerenciem dispositivos localizados na Rede Doméstica, optou-se pelo OSGi pelas seguintes razões: os serviços dos dispositivos são gerenciados localmente pelo framework OSGi não necessitando realizar uma busca na rede para conhecer os dispositivos existentes na residência; a identificação dos dispositivos é representada por uma interface Java o que aumenta sua compatibilidade com outros dispositivos programáveis; a descoberta de serviços é realizada por meio de uma busca no registro de serviços e não pelo envio de mensagem remotas; e além de oferecer suporte ao gerenciamento de vários dispositivos (de várias tecnologias de comunicação), o OSGi tem suporte a outras especificações para Redes Domésticas, como o UPnP e Jini possibilitando expansões futuras. Por fim, para descrever o mecanismo de comunicação entre o middleware brasileiro de TVDI (Ginga) e a especificação utilizada pelo Gateway Residencial (OSGi), apresentaremos algumas características do Ginga. O Ginga é o middleware do Internacional Standard for Digital Television (ISDTV) baseado nas especificações J.200, J.201 e J.202 [18]. Ele é constituído basicamente de quatro estruturas: (1) ambiente declarativo denominado Ginga-NCL, representado pela Nested Context Language (NCL); (2) ambiente procedural denominado Ginga-J, representado pelos aplicativos desenvolvidos em Java; (3) um núcleo comum denominado Ginga Common Core; e (4) uma ponte de comunicação entre Ginga-NCL e Ginga-J [18]-[19]. O Ginga-J é uma máquina de execução que provê um ambiente para o desenvolvimento de aplicações baseada em Java denominada xlet. Já o Ginga-NCL possui uma máquina de apresentação responsável pelo processamento e interpretação de documentos NCL. O Ginga Common Core é responsável pelo processamento de conteúdos comuns ao Ginga-NCL e Ginga-J, como JPEG, MPEG, MP3, HTML e assim por diante, através de Adapters. Um Adapter é um componente que prepara uma região da tela da TV baseada nas informações contidas no documento NCL e cria um Player para executar a mídia desejada. Finalmente, a ponte entre o Ginga-NCL e o Ginga-J fornece um mecanismo de comunicação entre os aplicativos do Ginga-NCL com os aplicativos do Ginga-J e vice-versa. Para representar a TVDI na infraestrutura de comunicação proposta neste trabalho, escolheu-se o Ginga-NCL. Destaca-se que o Ginga-NCL será o primeiro a ser implantado nos STBs brasileiros. Além disso, pode-se explorar algumas de suas características, como a sincronização temporal-espacial entre mídias (áudio, vídeo, textos, imagens) e dispositivos eletrônicos. Um cenário utilizando essa característica do Ginga-NCL em ambientes domésticos seria, por exemplo, em um determinado momento de um filme de terror, ser acionado um mecanismo de busca de dispositivos eletrônicos que podem ser ligados/desligados ou fazer algum tipo de barulho para tornar o ambiente adequado à cena do filme. Com base nas análises realizadas nessa seção, o presente trabalho contribui para a comunidade científica com a proposição, construção e validação de uma infraestrutura de comunicação, doravante denominada GingaNCL-OSGi, que possibilita a interação entre o middleware brasileiro Ginga- NCL e o framework OSGi. Uma visão geral da infraestrutura GingaNCL-OSGi é ilustrada na Fig. 2. Nessa figura são mostrados os componentes criados na camada de software que possibilitam a comunicação entre Ginga-NCL e OSGi, as tecnologias de comunicação escolhidas e alguns exemplos de dispositivos eletrônicos e seus respectivos serviços. Além desses componentes, foram criados dois novos Adapters que trabalham como uma ponte de comunicação entre esses componentes. Os componentes que fazem parte do GingaNCL-OSGi são: DeviceBundle: representa um dispositivo eletrônico localizado na Rede Doméstica. Ele possui um arquivo do tipo Manifesf no qual são descritas informações padrões sobre o dispositivo, como o nome do provedor, a versão do dispositivo, o identificador do dispositivo no ambiente do OSGi, etc. Além disso, para oferecer ao telespectador informações mais detalhadas sobre os serviços desse dispositivo, criou-se outro arquivo do tipo Property para representar o nome usual do dispositivo, o nome dos serviços disponíveis e a descrição de cada serviço.

4 Figura 2. Infraestrutura GingaNCL-OSGi. ListenerServerBundle esse componente possui três papéis. O primeiro está relacionado ao registro de serviços no Service Registry. Ele possui um serviço denominado ListenerService, o qual aguarda que alguma ação aconteça no Servive Registry (como registro, modificação ou desinstalação de algum serviço). No instante que um DeviceBundle registra os seus serviços no Service Registry, o ListenerServerBundle obtém informações contidas nos arquivos Manifest e Property em formato extensible Markup Language (XML). O seu segundo papel é informar os serviços disponíveis no Service Registry a um aplicativo do Ginga-NCL quando solicitado, possibilitando que o telespectador tenha acesso aos dispositivos localizados em sua residência. E o seu terceiro papel é invocar o serviço desejado pelo telespectador através do aplicativo interativo. CommunicationBridge ele é composto por duas classes Java denominadas BundleContextBridge e GingaNCLContextBridge. Essas classes têm como papel armazenar o contexto de um bundle e o objeto de um aplicativo Ginga-NCL, respectivamente. Além disso, no GingaNCLContextBridge é informado o nome da funcionalidade do aplicativo interativo que o identificará no ambiente do OSGi. ExporterBundle para que um aplicativo interativo possa acessar algum serviço do DeviceBundle, é necessário conhecer a sua referência no Service Registry. Com esse intuito, esse componente exporta o seu contexto no BundleContextBridge o qual permite ao aplicativo interativo solicitar ao ListenerServerBundle os serviços registrados no Service Register através do OSGiAdapter. GingaNCLBundle para que um bundle OSGi possa ter acesso a algum aplicativo interativo, é necessário registrar esse aplicativo como um serviço no ambiente do OSGi. Para isso, o aplicativo interativo armazena o objeto que o representa no GingaNCLContextBridge através do GingaNCLAdapter. Além disso, criou-se um listener, denominado GingaNCLAdapterListener, com o objetivo de gerenciar as solicitações de criação ou exclusão de serviços que representam o aplicativo interativo no ambiente do OSGi. Assim, qualquer DeviceBundle pode acessar os serviços oferecidos por um aplicativo interativo após a busca de sua referência no Service Registry. ExtendedAdapters para garantir a integridade do Ginga Common Core, dois novos Adapters denominados OSGiAdapter e GingaNCLAdapter foram desenvolvidos. O OSGiAdapter é responsável por recuperar o contexto de um bundle armazenado no BundleContextBridge e solicitar ao ListenerServerBundle os serviços registrados no Service Registry. Após isso, OSGiAdapter pode acessar algum DeviceBundle e usufruir de seus serviços. Já o GingaNCLAdapter armazena um objeto Ginga-NCL para GingaNCLContextBridge, possibilitando que o GingaNCLBundle o registre como um serviço no Service Registry. Com isso, o DeviceBundle pode acessar esse serviço e se comunicar com um aplicativo interativo. Com o uso desses componentes, as características tanto do Ginga-NCL quanto do OSGi não foram modificadas, ou seja, os aplicativos interativos são acessados pelos bundles através de um serviço que os representa no ambiente do OSGi e os serviços OSGi são acessados pelos aplicativos interativos após a sua descoberta no Service Registry. Nas subseções a seguir, são descritos os mecanismos de comunicação entre aplicativos Ginga-NCL e serviços OSGi.

5 Figura 3. Acessando os serviços OSGi através dos aplicativos Ginga-NCL. Figura 4. Acessando os aplicativos Ginga-NCl através dos bundles OSGi. A. Acessando os serviços OSGi através dos aplicativos interativos Ginga-NCL Na Fig. 3, é mostrado o processo de comunicação dos aplicativos interativos Ginga-NCL com os serviços localizados no ambiente do OSGi. Os componentes utilizados nesse processo são: ListenerServerBundle, DeviceBundle, ExporterBundle, OSGiAdapter e BundleContextBridge (pertencente ao CommunicationBridge). No momento em que o GingaNCL-OSGi é iniciado, o ListenerServerBundle registra os seus serviços no Service Registry (passo 1 da Fig. 3). Uma de suas responsabilidades é armazenar a descrição dos serviços que são registrados no Service Registry e prover uma lista destes em formato XML. Para isso, o ListenerServerBundle fica aguardando por algum registro de novos serviços no Service Registry através de um listener denominado ServiceListener. Quando um DeviceBundle registra os seus serviços, o ListenerServerBundle lê algumas informações contidas nos arquivos Manifest e Property desse bundle (passo 2), essas informações ajudarão na escolha dos serviços pelo telespectador. Para garantir que esses serviços descritos em formato XML pelo ListenerServerBundle sejam recuperados pelo aplicativo interativo, outro bundle, denominado ExporterBundle, é utilizado para armazenar o seu contexto no BundleContextBridge (passo 3). Em seguida, o OSGiAdapter recupera o contexto do ExporterBundle armazenado no BundleContextBridge (passo 4) e utiliza esse contexto para solicitar ao ListenerServerBundle os serviços registrados no Service Registry (passo 5). Após isso, os serviços dos dispositivos localizados na residência são mostrados na tela da televisão através do OSGiAdapter (passo 6). Por fim, o OSGiAdapter solicita ao ListenerServerBundle invocar o serviço escolhido pelo telespectador (passo 7). B. Acessando os aplicativos interativos Ginga-NCL através dos bundles OSGi Na Fig. 4 é ilustrado o acesso dos bundles OSGi aos aplicativos interativos Ginga-NCL. Nesse processo, são usados os componentes: DeviceBundle, GingaNCLAdapter, GingaNCLBundle, e GingaNCLContextBridge (pertencente ao CommunicationBridge). Quando um Player do GingaNCLAdapter executa uma mídia que esteja sincronizada a um serviço que disponibilizará o acesso a esse aplicativo interativo, o GingaNCLAdapter armazena um objeto GingaNCL no GingaNCLContextBridge e informa o nome da funcionalidade que o identificará no Service Registry (passo 1 da Fig. 4). No momento que esse objeto é armazenado, o GingaNCLBundle é informado através do GingaNCLAdapterListener que existe uma solicitação para registrar uma funcionalidade de um aplicativo interativo no ambiente do OSGi. Com isso, o GingaNCLBundle recupera esse objeto e o nome que o identificará no ambiente do OSGi (passo 2) e o registra no Service Registry como um serviço (passo 3). Finalmente, quando algum DeviceBundle necessitar se comunicar com esse aplicativo interativo, ele realizará uma busca no Service Registry e recuperará a referência do serviço que representa esse aplicativo interativo (passo 4). Dessa maneira, o DeviceBundle pode acessar os serviços correspondentes ao GingaNCLAdapter (enviar uma mensagem de alerta de incêndio, por exemplo) que estão relacionados a uma região descrita no documento NCL (passo 5). IV. IMPLEMENTAÇÃO DO GINGANCL-OSGI Para que a concepção do GingaNCL-OSGi fosse implementada e testada, uma plataforma baseada em um PC foi utilizada para emular a TVDI (Ginga-NCL) e o Gateway Residencial (OSGi). A plataforma é caracterizada por um computador com processador Intel Pentium 4.3 GHz, 1 GByte

6 de memória RAM. O sistema operacional utilizado foi o Ubuntu 8.04, versão do kernel Para representar o middleware declarativo Ginga-NCL e o framework OSGi, foram utilizados o Ginga-NCL Emulator versão e o Knopflerfish versão 1.3.4, respectivamente. A plataforma GingaNCL-OSGi é a união do middleware declarativo Ginga-NCL com o framework OSGi. Foi necessário integrar o Ginga-NCL Emulator e Knopflerfish em uma mesma Java Virtual Machine (JVM), ou seja, no instante que a JVM é inicializada, tanto o Ginga-NCL Emulator quanto o Knopflerfish são executados. Para isso, modificou-se o código fonte do Ginga-NCL Emulator definindo um ClassLoader específico para carregar as classes do Ginga- NCL Emulator e do Knopflerfish. Dessa maneira, os Adapters do Ginga-NCL passam a ter acesso aos serviços localizados no ambiente do OSGi assim como os bundles OSGi podem usufruir das funcionalidades dos Adapters do Ginga-NCL. A implementação dos componentes que formam a infraestrutura GingaNCL-OSGi foi dividida em três grupos: (1) componentes gerais: são aqueles que tem uma participação comum entre Ginga-NCL e OSGi (DeviceBundle e CommunicationBridge); (2) componentes da interação do Ginga-NCL para o OSGi: são aqueles que participam da comunicação entre os aplicativos interativos com os serviços dos dispositivos gerenciados pelo OSGi (ExporterBundle, ListenerServerBundle e OSGiAdapter); e (3) componentes da interação do OSGi para o Ginga-NCL: são aqueles que participam da comunicação entre os dispositivos domésticos com os aplicativos interativos (GingaNCLAdapter e GingaNCLBundle). Por fim, para que tanto o OSGiAdapter quanto o GingaNCLAdapter possam ser utilizados na plataforma GingaNCL-OSGi, dois arquivos do Ginga-NCL Emulator foram configurados: mimedefs.ini e ctrldelfs.ini. No primeiro, foram criados novos alias do tipo application/x-osgi-service, que quando executados possibilitam que um aplicativo interativo possa ter acesso aos serviços localizados na Rede Doméstica, e application/x-ginga-create-service, que quando solicitados registram uma funcionalidade do aplicativo interativo em forma de serviço no ambiente do OSGi. Já no arquivo ctrldelfs.ini, deve-se informar a localização desses novos Adapters. V. EXPERIMENTOS E RESULTADOS A fim de verificar o funcionamento da plataforma GingaNCL-OSGi desenvolvida, criou-se uma aplicação de gerenciamento de um sistema de temperatura e ventilação. Para isso, um bundle denominado ZigBeeFanBundle foi desenvolvido para representar um sensor de temperatura e um ventilador. Ele tem o papel de gerenciar as solicitações originadas de um telespectador através do aplicativo interativo, enviar os comandos (ligar ou desligar) ao ventilador, e ler o valor do sensor de temperatura. Essa troca de informações é realizada via ZigBee. Além disso, o ZigBeeFanBundle também envia mensagens ao aplicativo interativo informando à resposta referente a solicitação. O ZigBeeFanBundle é representado fisicamente por uma placa constituída de um sensor de temperatura, um sensor de luminosidade, uma interface para o módulo XBee-Pro e um microcontrolador da Artmega8. Também foi integrada outra placa formada por quatro relés onde um deles foi utilizado para ligar/desligar o ventilador. Depois do desenvolvimento dos métodos que representam os serviços do ZigBeeFanBundle, este foi instalado e executado na plataforma GingaNCL-OSGi. Uma vez inicializado, o ZigBeeFanBundle fica aguardando alguma solicitação para ligar/desligar o ventilador ou ler o valor do sensor de temperatura por parte do aplicativo interativo. Para isso, ele utiliza o ListenerServerBundle que coleta algumas informações contidas nos arquivos Manifest e Property do ZigBeeFanBundle após o registro dos seus serviços no Service Registry. Depois disso, essas informações são armazenadas e disponibilizadas pelos serviços do ListenerServerBundle. O próximo passo é habilitar a comunicação entre o aplicativo interativo com o ZigBeeFanBundle. Para isso, utilizou-se o ExporterBundle para armazenar o seu contexto no BundleContextBridge e permitir que o OSGiAdapter tenha acesso ao ListenerServerBundle. Feito isso, o OSGiAdapter solicita ao ListenerServerBundle o nome usual, a descrição e os serviços do ZigBeeFanBundle. Em seguida, no arquivo NCL são definidas novas mídias do tipo application/x-osgiservice que representarão as informações do ZigBeeFanBundle. Para que o telespectador possa saber se a sua solicitação foi realizada com sucesso, foram criados o MessengerAdapter e o MessengerPlayer. Também foi criado um novo alias denominado application/x-ginga-messenger nos arquivos mimedefs.ini e ctrldelfs.ini para que este novo Adapter possa ser executado. Quando uma mídia do tipo application/x-ginga-messenger é inicializada pelo vídeo apresentado na tela da TV, o MessengerPlayer exporta um objeto Ginga-NCL para o GingaNCLContextBridge informando que precisa registrar um novo serviço denominado SendMessageToGingaNCL. Nesse instante, o GingaNCLBundle fica sabendo da solicitação através de seu listener GingaNCLAdapterListener e o registra no Service Registry. No exemplo aqui descrito, é inicializado o processo de gerenciamento do ventilador e monitoramento do sensor de temperatura através de um aplicativo interativo. Primeiramente é apresentada uma informação na tela da TV mostrando que o telespectador deverá apertar o botão vermelho de seu controle remoto para saber quais dispositivos domésticos estão localizados em sua casa. Em seguida, o MessengerAdapter é inicializado e solicita ao GingaNCLBundle que registre um serviço denominado SendMessageToGingaNCL. Além disso, o OSGiAdapter solicita ao ListenerServerBundle os dispositivos registrados no Service Registry e então os dispositivos são mostrados na tela da TV (ver Fig. 5).

7 Figura 5. Visualizando os dispositivos eletrônicos localizados na residência. Caso o telespectador escolha, por exemplo, o ventilador, uma lista de serviços deste dispositivo é mostrada na tela da TV. Quando o telespectador escolher a opção Turn On Fan, o OSGiAdapter solicita ao ListenerServerBundle que execute o método turnonfan do ZigBeeFanBundle. Na sequência o ZigBeeFanBundle envia a mensagem para a placa microcontroladora que por sua vez liga o ventilador através do relé. Neste momento, a placa envia a mensagem Fan Turned On ao ZigBeeFanBundle, que por sua vez invoca o método SendMessageToGingaNCL do MessengerPlayer passando como parâmetro a mensagem. Por fim, a mensagem é mostrada na tela da TV do telespectador (ver Fig. 6). Figura 6. Ligando o ventilador através do aplicativo interativo. Caso o telespectador escolha a opção Get Local Temperature, o OSGiAdapter solicita ao ListenerServerBundle que execute o método gettemperature do ZigBeeFanBundle. Em seguida, o ZigBeeFanBundle envia uma mensagem para a placa microcontroladora que, por sua vez, lê o valor do sensor de temperatura. Após isso, o valor da temperatura é enviado ao ZigBeeFanBundle que se comunica com o MessengerPlayer através de seu método SendMessageToGingaNCL, passando como parâmetro a mensagem Local Temperature 27 C, por exemplo. Finalmente, a mensagem é exibida na tela da TV do telespectador, conforme ilustrada na Fig. 7. Figura 7. Exibindo o valor do sensor de temperatura através de um aplicativo interativo. VI. CONSIDERAÇÕES SOBRE O GINGA O desenvolvimento de aplicações para a TV Digital é uma área muito promissora no Brasil. De forma semelhante, aplicações e serviços disponibilizados em redes domésticas ainda são pouco estudados e a maioria dos trabalhos encontrados sobre o assunto é de âmbito internacional. Ao investigar essas novas áreas, este trabalho enfrentou alguns desafios: fornecer à comunidade uma visão do estado da arte; coletar referências adequadas; buscar especificações abertas; compreender novos modelos e arquiteturas; e contribuir para a consolidação do padrão brasileiro de TVDI. Com relação ao Ginga, em específico ao Ginga-NCL, demonstrou-se que é possível adicionar novos componentes de forma a criar um ambiente de integração entre o modelo brasileiro de TVDI e dispositivos localizados em uma rede doméstica sem alterar as peculiaridades de ambos os ambientes. Além disso, quando a ponte de comunicação entre Ginga-J e Ginga-NCL estiver operacional, será possível que os aplicativos desenvolvidos e executados no ambiente Java acessem dispositivos localizados em uma rede doméstica através dos componentes criados para o Ginga-NCL. Além disso, outros cenários podem ser explorados. Por exemplo, quando uma pessoa chega em casa, ela é reconhecida pela televisão através de seu telefone celular e em seguida um aplicativo interativo recomenda uma lista de programas que ela poderia assistir baseado no seu perfil. VII. CONCLUSÕES E PERSPECTIVAS O principal objetivo deste trabalho foi a proposição, construção e validação de uma infraestrutura de comunicação entre dispositivos domésticos e um STB baseado no modelo brasileiro de TVDI. Para isso, foi criada a plataforma GingaNCL-OSGi, permitindo a interação entre aplicativos do Ginga-NCL e dispositivos domésticos gerenciados pelo OSGi. Nesta infraestrutura, algumas das principais tecnologias de comunicação foram avaliadas de modo a escolher as mais adequadas aos lares brasileiros. Estratégias de comunicação entre TV e dispositivos domésticos considerando o modelo brasileiro de TVDI foram estudadas. Ao final, foram criados

8 cenários para validar essa infraestrutura. As características peculiares tanto do Ginga-NCL quanto do OSGi não foram alteradas. Ou seja, um aplicativo interativo acessa os serviços disponíveis na rede doméstica e um bundle acessa um aplicativo Ginga-NCL através de um serviço que o representa no ambiente do OSGi. A próxima atividade deste trabalho será desenvolver uma ferramenta de autoria para facilitar a criação de novos Adapters de forma que possam ser utilizados tanto na solicitação de algum serviço de um dispositivo gerenciado pelo OSGi quanto no registro de funcionalidades de um aplicativo interativo que serão executadas pelos dispositivos domésticos. AGRADECIMENTOS Os autores gostariam de agradecer a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e ao Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia Eletrônica e da Informação (CETELI) pelo suporte para a implementação desse trabalho. REFERÊNCIAS [1] R. P. D. Redondo, A. F. Vilas, M. R. Cabrer, and J. J. P. Arias, Exploiting osgi capabilities from mhp applications, Journal of Virtual Reality and Broadcasting, vol. 4, no. 16, July [2] D. Tkachenko, N. Kornet, and A. Kaplan, Convergence of idtv and home network platforms, First IEEE Consumer Communications and Networking Conference, pp , 5-8 Jan [3] S. Morris, and A. Smith-Chaigneau. Interactive TV Standards: A Guide to MHP, OCAP and JavaTV. Burlington: Focal Press, 2005, p [4] F. T. H. den Hartog, M. Balm, C. M. de Jong, and J. J. B. Kwaaitaai, Convergence of residential gateway technology, IEEE Communications Magazine, vol.42, no. 5, pp , May [5] L. Gong, A software architecture for open service gateways, IEEE Internet Computing, vol.5, no. 1, pp , Jan/Feb [6] F. M. Matsubara, S. Miura, S. Imai, and S. Akatsu, DTV architecture design for multimedia network environments, International Conference on Consumer Electronics, pp , 8-12 Jan [7] H. Kanma, N. Wakabayashi, R. Kanazawa, and H. Ito, Home appliance control system over bluetooth with a cellular phone, IEEE Transactions on Consumer Electronics, vol. 49, no. 4, pp , Nov [8] B. Rose, Home networks: a standards perspective, IEEE Communications Magazine, vol. 39, no. 12, pp , Dec [9] K. Hofrichter, The residential gateway as service platform, International Conference on Consumer Electronics, vol. 1, pp , June [10] A. L. Tavares, and M. T. Valente, A gentle introduction to OSGi, SIGSOFT Softw. Eng. Notes vol. 33, no. 5, pp. 1 5, Aug [11] K. Kim, C. Park, K. Seo, I. Chung, and J. Lee, Zigbee and the upnp expansion for home network electrical appliance control on the internet, The 9th International Conference on Advanced Communication Technology, vol. 3, pp , Feb [12] P. Marshall, Home networking: a tv perspective, Electronics and Communication Engineering Journal, vol. 13, no. 5, pp , Oct [13] Specification of the Home Audio/Video Interoperability (HAVi) Architecture. HAVi, Inc. Version 1.1, May [14] D. Tkachenko, N. Kornet, A. Dodson, L. Li and R. Khandelwal, A framework supporting interaction of idtv applications and ce devices in home network, Second IEEE Consumer Communications and Networking Conference, vol. 1, pp , Jan [15] M. R. Cabrer, R. P. D. Redondo, A. F. Vilas, J. J. P. Arias, and J. G. Duque, Controlling the smart home from tv, IEEE Transactions on Consumer Electronics, vol. 52, no. 2, p , May [16] M. Yang, N. Sheng, B. Huang, and J. Tu, Collaboration of set-top box and residential gateway platforms, IEEE Transactions on Consumer Electronics, vol. 53, no. 3, pp , Aug [17] C. Lin, P. Wang, and T. Hou, A wrapper and broker model for collaboration between a set-top box and home service gateway, IEEE Transactions on Consumer Electronics, vol. 54, no. 3, pp , Aug [18] G. L. Souza Filho, L. E. C. Leite, and C. E. C. F. Batista, Ginga-j: The procedural middleware for the brazilian digital tv system, Journal of the Brazilian Computer Society, vol. 13, no. 1, pp , Mar [19] L. F. G. Soares, R. F. Rodrigues, and M. F. Moreno, Ginga-ncl: The declarative environment of the brazilian digital tv system, Journal of the Brazilian Computer Society, vol. 13, no. 1, pp , Mar Orlewilson Bentes Maia concluiu a graduação em Ciência da Computação (Bacharel) pelo Centro de Ensino Superior FUCAPI (CESF) em Obteve o título de Mestre em Engenharia Elétrica na área de Controle e Automação de Sistemas pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) em É aluno do doutorado do programa de pósgraduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente desenvolve pesquisas na área de TV Digital, IPTV e Redes Domésticas. Nairon Saraiva Viana concluiu a graduação em Sistemas de Informação (Bacharel) pelo Instituto Federal do Piauí (IFPI) em Obteve o título de Mestre em Engenharia Elétrica na área de Controle e Automação de Sistemas pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) em É aluno do doutorado do programa de pós-graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente desenvolve pesquisas na área de Engenharia de Software, Sistemas de Automação e Redes Domésticas. Waldir Sabino da Silva Jr. concluiu a graduação em Engenharia Elétrica (Bacharel) pela UFAM em Obteve o título de Mestre e Doutor pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2004 e Desde 2006 é membro do Departamento de Engenharia Elétrica da UFAM. Atualmente desenvolve pesquisas na área de Telecomunicações, Compressão de Sinais, Morfologia Matemática e Processamento de Sinais. Vicente Ferreira de Lucena Jr. obteve o título de Doutor (Dr.-Ing) pela Universidade de Stuttgart em Desde 1990 é membro do Departamento de Engenharia Elétrica na Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Desde 2003 possui um grupo de pesquisas localizado no CETELI. Atualmente desenvolve pesquisas na área de Desenvolvimento de Software Baseado em Componentes, Sistemas de Automação Industrial, Técnicas de Reuso de Software e Desenvolvimento de Sistemas para TVDI.

B ringing Al l U sers to the Television

B ringing Al l U sers to the Television PUC Minas Campus de Poços de Caldas Departamento de Ciência da Computação Laboratório de Televisão Digital Interativa B ringing Al l U sers to the Television Prof. Dr. João Benedito dos Santos Junior Coordenador

Leia mais

Bringing All Users to the Television

Bringing All Users to the Television PUC Minas Campus de Poços de Caldas Departamento de Ciência da Computação Laboratório de Televisão Digital Interativa Bringing All Users to the Television Guia de Instalação, Configuração e Desenvolvimento

Leia mais

Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos

Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos PUC-Rio - Departamento de Informática Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos Rafael Diniz Matrícula: 1312398 5 de agosto de 2014 Sumário 1 Introdução 2 1.1 Propósito...........................................

Leia mais

1 Introdução. 1.1. Motivação

1 Introdução. 1.1. Motivação 1 Introdução A adoção do Ginga-NCL como middleware declarativo do SBTVD (Sistema Brasileiro de Televisão Digital) estabeleceu um marco no desenvolvimento de aplicações interativas para TV Digital terrestre

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

PESPECTVIAS DO PROJETO DE PESQUISA DESENVOLVIMENTO DE MIDDLEWARE PARA DIVULGAÇÃO DE SABERES POPULARES NO CANAL DE INTERATIVIDADE DA TV DIGITAL *

PESPECTVIAS DO PROJETO DE PESQUISA DESENVOLVIMENTO DE MIDDLEWARE PARA DIVULGAÇÃO DE SABERES POPULARES NO CANAL DE INTERATIVIDADE DA TV DIGITAL * PESPECTVIAS DO PROJETO DE PESQUISA DESENVOLVIMENTO DE MIDDLEWARE PARA DIVULGAÇÃO DE SABERES POPULARES NO CANAL DE INTERATIVIDADE DA TV DIGITAL * Wellington Garcia PEREIRA 1 ; Hudson Henrique de Sousa LOPES

Leia mais

NCL e Java. Aquiles Burlamaqui

NCL e Java. Aquiles Burlamaqui Construindo programas de TV Digital Interativa usando NCL e Java Aquiles Burlamaqui Sumário Introdução Middleware Aplicações de TVDI Ginga NCL Ginga J Conclusões Introdução TV Digital Interativa O que

Leia mais

Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado

Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado Bruno de Sousa Monteiro Orientação: Prof. Dr. Fernando da Fonseca de Souza Prof. Dr. Alex Sandro Gomes 1 Roteiro

Leia mais

1.1. Aplicações de TVD dinâmicas

1.1. Aplicações de TVD dinâmicas 1 Introdução Uma aplicação de TV Digital (TVD) comumente é composta por um vídeo principal associado a outros objetos (aplicações, imagens, vídeos, textos etc.), que são transmitidos em conjunto possibilitando

Leia mais

Metodologia de Integração entre Aplicações Web e Aplicações para TV Digital

Metodologia de Integração entre Aplicações Web e Aplicações para TV Digital 1 Metodologia de Integração entre Aplicações Web e Aplicações para TV Digital Eduardo Barrére Universidade Federal de Juiz de Fora eduardo.barrere@ice.ufjf.br Paula Marin Leite Universidade Federal de

Leia mais

Protocolo de Aplicação para Jogos de Tabuleiro para Ambiente de TV Digital

Protocolo de Aplicação para Jogos de Tabuleiro para Ambiente de TV Digital Protocolo de Aplicação para Jogos de Tabuleiro para Ambiente de TV Digital Felipe Martins de Lima Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense (UFF) Rua Passo da Pátria, 156 São Domingos Niterói

Leia mais

Serviço de Controle e Programação para Dispositivos Remotos para Aplicações Interativas e Imersivas na TV Digital

Serviço de Controle e Programação para Dispositivos Remotos para Aplicações Interativas e Imersivas na TV Digital Serviço de Controle e Programação para Dispositivos Remotos para Aplicações Interativas e Imersivas na TV Digital Eduardo Agostinho¹, Victor Nogueira³, Samuel Azevedo³, Luiz Marcos Gonçalves³, Anelisa

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA DE MONITORAMENTO DE SENSORES UTILIZANDO O PROTOCOLO ZIGBEE PARA COMUNICAÇÃO SEM FIO

TÍTULO: SISTEMA DE MONITORAMENTO DE SENSORES UTILIZANDO O PROTOCOLO ZIGBEE PARA COMUNICAÇÃO SEM FIO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SISTEMA DE MONITORAMENTO DE SENSORES UTILIZANDO O PROTOCOLO ZIGBEE PARA COMUNICAÇÃO SEM FIO

Leia mais

Um framework para o desenvolvimento de aplicações interativas para a Televisão Digital

Um framework para o desenvolvimento de aplicações interativas para a Televisão Digital Um framework para o desenvolvimento de aplicações interativas para a Televisão Digital Adriano Simioni, Valter Roesler Departamento de Informática Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Av. Unisinos,

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital. Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves

Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital. Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves Objetivo Apresentar os conceitos básicos para o desenvolvimento de sistemas para TV Digital.

Leia mais

Desenvolvendo Aplicações para TV Digital Interativa

Desenvolvendo Aplicações para TV Digital Interativa Desenvolvendo Aplicações para TV Digital Interativa Sávio Luiz de Oliveira Almeida 1, Frederico Coelho 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) Barbacena MG Brasil 2 Departamento de Ciência

Leia mais

PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL

PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL Rafael V. Coelho Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Rio Grande - RS rafaelvc2@gmail.com Resumo. Este trabalho discute os tipos de Middleware usados

Leia mais

MSc. Antonio Gomes de Araujo Laboratório de Eletrônica Industrial, Escola SENAI Anchieta São Paulo. Escola SENAI Anchieta - DR São Paulo

MSc. Antonio Gomes de Araujo Laboratório de Eletrônica Industrial, Escola SENAI Anchieta São Paulo. Escola SENAI Anchieta - DR São Paulo MSc. Antonio Gomes de Araujo Laboratório de Eletrônica Industrial, Escola SENAI Anchieta São Paulo Controle de Processo pela Internet INTRODUÇÃO: Rede Mundial de Computadores WWW World Wide Web Influência

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CUIDADOS COM A SAÚDE (HEALTHCARE), INTEGRADOS EM UM GATEWAY COMPATÍVEL COM O MODELO BRASILEIRO DE TV DIGITAL

IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CUIDADOS COM A SAÚDE (HEALTHCARE), INTEGRADOS EM UM GATEWAY COMPATÍVEL COM O MODELO BRASILEIRO DE TV DIGITAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CUIDADOS COM A SAÚDE (HEALTHCARE), INTEGRADOS EM UM GATEWAY

Leia mais

APLICAÇÃO PARA A TV DIGITAL INTERATIVA UTILIZANDO A API JAVATV Eli CANDIDO JUNIOR 1 Francisco Assis da SILVA 2

APLICAÇÃO PARA A TV DIGITAL INTERATIVA UTILIZANDO A API JAVATV Eli CANDIDO JUNIOR 1 Francisco Assis da SILVA 2 APLICAÇÃO PARA A TV DIGITAL INTERATIVA UTILIZANDO A API JAVATV Eli CANDIDO JUNIOR 1 Francisco Assis da SILVA 2 RESUMO: A televisão é uma das principais fontes de informação, entretenimento e cultura. A

Leia mais

GINGA - Software Livre para TV Digital Brasileira

GINGA - Software Livre para TV Digital Brasileira 1 of 6 23/6/2010 22:40 GINGA - Software Livre para TV Digital Brasileira Autor: Paulo Roberto Junior - WoLF Data: 13/04/2009 O que é GINGA Posso falar com minhas próprias indagações

Leia mais

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVOS EM WINDOWS MOBILE. PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO Aluno:

Leia mais

A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA. Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel

A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA. Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel Universidade Cruzeiro do Sul/CETEC, Av. Ussiel Cirilo, 225 São Paulo Resumo A TV é um importante

Leia mais

PROTÓTIPO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR AUTOMATIZADO: HOME CARE DE BAIXO CUSTO

PROTÓTIPO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR AUTOMATIZADO: HOME CARE DE BAIXO CUSTO PROTÓTIPO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR AUTOMATIZADO: HOME CARE DE BAIXO CUSTO Wilker Luiz Machado Barros¹, Wyllian Fressatti¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil wilkermachado1@hotmail.com,

Leia mais

Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital. Desenvolvimento de Aplicações Interativas. Trabalhos em andamento

Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital. Desenvolvimento de Aplicações Interativas. Trabalhos em andamento Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital Middleware GINGA Desenvolvimento de Aplicações Interativas Linguagem NCL (Nested Context Language) Trabalhos em andamento 1 2 3 4 Maior resolução de imagem Melhor

Leia mais

TV Digital no Brasil e o Middleware Ginga. Luiz Eduardo Cunha Leite

TV Digital no Brasil e o Middleware Ginga. Luiz Eduardo Cunha Leite TV Digital no Brasil e o Middleware Ginga Luiz Eduardo Cunha Leite 1 Sistema de TV Digital no Brasil 3G 1 Seg 2 PTSN, Internet, etc. Nível de Transporte TCP / IP -SI -Carrossel de Dados e Objetos -MPE

Leia mais

TV DIGITAL INTERATIVA: UM RECURSO DIDÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

TV DIGITAL INTERATIVA: UM RECURSO DIDÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA SET Congresso 2012 TV DIGITAL INTERATIVA: UM RECURSO DIDÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Pricila de Souza, Hálison Maia, Marlos Rodrigues, Samir Batalha,

Leia mais

APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS

APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS RESUMO Alessandro Lumertz Garcia 1 Anderson Yanzer Cabral 2 Este artigo apresenta tipos de aplicações que podem existir nas casas inteligentes,

Leia mais

A plataforma Android: Uma Introdução

A plataforma Android: Uma Introdução A plataforma Android: Uma Introdução Android Iniciativa da Google de prover uma plataforma aberta para Web móvel Open Handset Alliance Associação de um grupo bastante heterogêneo de empresas (operadoras,

Leia mais

Motorola Phone Tools. Início Rápido

Motorola Phone Tools. Início Rápido Motorola Phone Tools Início Rápido Conteúdo Requisitos mínimos... 2 Antes da instalação Motorola Phone Tools... 3 Instalar Motorola Phone Tools... 4 Instalação e configuração do dispositivo móvel... 5

Leia mais

OSGi Um Sistema Dinâmico de Módulos para Java

OSGi Um Sistema Dinâmico de Módulos para Java OSGi Um Sistema Dinâmico de Módulos para Java Raoni Kulesza raoni@larc.usp.br MAC-5863 Sistemas de Middleware Avançados 2006/2 Prof. Dr. Francisco Reverbel IME-USP, 28/11/2006 Agenda Introdução Arquitetura

Leia mais

Entretenimento e Interatividade para TV Digital

Entretenimento e Interatividade para TV Digital Entretenimento e Interatividade para TV Digital Desenvolvimento de Aplicativos para TV Digital Interativa Rodrigo Cascão Araújo Diretor Comercial Apresentação da Empresa A EITV desenvolve software e provê

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Faculdade de Matemática, Física e Tecnologia

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Faculdade de Matemática, Física e Tecnologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Faculdade de Matemática, Física e Tecnologia 1.00.00.00-3 - CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA 1.03.00.00-7 - CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

Leia mais

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação Controle de Acesso Automático de Veículos Este trabalho tem como objetivo desenvolver uma solução tecnológica que permita o controle dos portões automáticos remotamente através da internet. Aplicando-se

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Profª. Kelly Hannel Novas tecnologias de informação 2 HDTV WiMAX Wi-Fi GPS 3G VoIP Bluetooth 1 HDTV 3 High-definition television (também conhecido por sua abreviação HDTV):

Leia mais

Explorando a interatividade com entrada de dados textuais em ambiente de TV Digital

Explorando a interatividade com entrada de dados textuais em ambiente de TV Digital Explorando a interatividade com entrada de dados textuais em ambiente de TV Digital Herlon Silva Santos¹, Samuel Azevedo², Aquiles Medeiros Filgueira Burlamaqui¹, Luiz Marcos Garcia Gonçalves², Luiz Eduardo

Leia mais

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA:

Leia mais

Automação Residencial

Automação Residencial Automação Residencial F. A. Dias G. M. de Paula L. S. de Oliveira G.F. Vieira 1 CEFET-MG, Brasil Contexto Social e Profissional, 2009 Graduação em Engenharia Mecatrônica Motivação Questão fundamental O

Leia mais

Infra estrutura da Tecnologia da Informação

Infra estrutura da Tecnologia da Informação Infra estrutura da Tecnologia da Informação Capítulo 3 Adaptado do material de apoio ao Livro Sistemas de Informação Gerenciais, 7ª ed., de K. Laudon e J. Laudon, Prentice Hall, 2005 CEA460 Gestão da Informação

Leia mais

Visão Geral das Tecnologias Envolvidas no Desenvolvimento de Aplicações Interativas para o Sistema Brasileiro de TV

Visão Geral das Tecnologias Envolvidas no Desenvolvimento de Aplicações Interativas para o Sistema Brasileiro de TV Visão Geral das Tecnologias Envolvidas no Desenvolvimento de Aplicações Interativas para o Sistema Brasileiro de TV Felipe S. PEREIRA 1, Danielle COSTA 2 1 aluno do curso de Análise e Desenvolvimento de

Leia mais

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof.

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof. Aula 04 Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados Sistema Operacional Um conjunto de programas que se situa entre os softwares aplicativos e o hardware:

Leia mais

Manual do Usuário Android Neocontrol

Manual do Usuário Android Neocontrol Manual do Usuário Android Neocontrol Sumário 1.Licença e Direitos Autorais...3 2.Sobre o produto...4 3. Instalando, Atualizando e executando o Android Neocontrol em seu aparelho...5 3.1. Instalando o aplicativo...5

Leia mais

Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP

Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Paulo Fernando da Silva psilva@senior.com.br Sérgio Stringari stringari@furb.br Resumo. Este artigo apresenta o desenvolvimento de um driver NDIS 1 para

Leia mais

A interatividade como complemento ao conteúdo telejornalístico na TV Digital

A interatividade como complemento ao conteúdo telejornalístico na TV Digital A interatividade como complemento ao conteúdo telejornalístico na TV Digital Giovana Sanches, Tadeu Araújo, Tiago Porangaba, Eduardo Morgado Laboratório de Tecnologia da Informação Aplicada Universidade

Leia mais

V O C Ê N O C O N T R O L E.

V O C Ê N O C O N T R O L E. VOCÊ NO CONTROLE. VOCÊ NO CONTROLE. O que é o Frota Fácil? A Iveco sempre coloca o desejo de seus clientes à frente quando oferece ao mercado novas soluções em transportes. Pensando nisso, foi desenvolvido

Leia mais

Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra

Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Departamento de Engenharia Informática Arquitectura de Computadores 2 João Eurico Rosa Pinto jepinto@student.dei.uc.pt Filipe Duarte da Silva

Leia mais

Informações sobre a tecnologia ADSL. Seleção de protocolo e de driver. Índice. visão geral. instalação do modem ECI USB ADSL

Informações sobre a tecnologia ADSL. Seleção de protocolo e de driver. Índice. visão geral. instalação do modem ECI USB ADSL um cap tulo capítulo visão geral 3 5 6 14 Índice visão geral informações sobre a tecnologia ADSL seleção de protocolo e de driver recursos instalação do modem ECI USB ADSL instalação do drive ADSL USB

Leia mais

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos)

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Guia do Usuário Copyright 2006 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft e Windows são marcas registradas da Microsoft Corporation nos

Leia mais

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Um framework para prover comunicação segura em aplicativos de TV Digital

Um framework para prover comunicação segura em aplicativos de TV Digital Um framework para prover comunicação segura em aplicativos de TV Digital Alexandro Bordignon, Valter Roesler Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). São

Leia mais

Manual. Roteador - 3G Portátil

Manual. Roteador - 3G Portátil Manual Roteador - 3G Portátil Conteúdo da Embalagem 1. 1 x Produto 2. 1 x Guia de Instalação Rápida 3. 1 x Carregador USB Visão Geral (3) Recarregando o Power Bank: Conecte a ponta Micro USB à porta de

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. O que é a nova infra-estrutura informação (TI) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura

Leia mais

TECNOLOGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES EDUCACIONAIS PARA TV DIGITAL

TECNOLOGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES EDUCACIONAIS PARA TV DIGITAL TECNOLOGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES EDUCACIONAIS PARA TV DIGITAL Lady Daiana O. PINTO (1,2), José P. QUEIROZ-NETO (1), Kátia Cilene N. SILVA (2). (1) Centro Federal de Educação Tecnológica

Leia mais

SDN-WISE: Design, prototyping and experimentation of a stateful SDN solution for WIreless SEnsor networks

SDN-WISE: Design, prototyping and experimentation of a stateful SDN solution for WIreless SEnsor networks SDN-WISE: Design, prototyping and experimentation of a stateful SDN solution for WIreless SEnsor networks Universidade Federal Fluminense - UFF Instituto de Computação - IC Disciplina: Engenharia de Redes

Leia mais

o Não tente usar WQV Link 2.0 com uma câmera CASIO WQV-1 ou WQV-2. Use o WQV Link 1.0 (WQV-1, WQV-2) apropriado.

o Não tente usar WQV Link 2.0 com uma câmera CASIO WQV-1 ou WQV-2. Use o WQV Link 1.0 (WQV-1, WQV-2) apropriado. Leia isto primeiro! Usuários de Microsoft Windows 98/98SE o Você pode encontrar o guia do usuário para WQV Link 2.0 no CD-ROM. Consulte o guia do usuário para maiores informações sobre os procedimentos

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Capítulo 4 Infra-Estrutura de TI: Hardware e Software 2 1 OBJETIVOS

Leia mais

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA PROJETO SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO ALUNO RICARDO CARDOSO TERZELLA

Leia mais

Segurança e Escalabilidade em WebLab no Domínio de Redes de Computadores

Segurança e Escalabilidade em WebLab no Domínio de Redes de Computadores Segurança e Escalabilidade em WebLab no Domínio de Redes de Computadores Autor: Daniel Vieira de Souza 1, Orientador: Luís Fernando Faina 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1 Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTRODUÇÃO Atualmente empresas de diversos portes estão encontrando nos web services soluções para seus

Leia mais

Foz do Iguaçu PR Brasil luiz.baltazar@gmail.com, joao@barbosa.net.br, jorgeaikes@gmail.com

Foz do Iguaçu PR Brasil luiz.baltazar@gmail.com, joao@barbosa.net.br, jorgeaikes@gmail.com Análise de Desempenho e Viabilidade do Raspberry Pi como um Thin Client utilizando o Protocolo SPICE Luiz Alberto Alves Baltazar 1, João Paulo de Lima Barbosa 1, Jorge Aikes Junior 1 1 Curso de Ciência

Leia mais

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS Prof. Roberto A. Dias, Dr. Eng CEFET-SC Igor Thiago Marques Mendonça Reginaldo

Leia mais

Proposta de uma técnica de controle para o Monitoramento Remoto de Sinais vitais em sistemas embarcados

Proposta de uma técnica de controle para o Monitoramento Remoto de Sinais vitais em sistemas embarcados 317 - Encontro Anual de Tecnologia da Informação Proposta de uma técnica de controle para o Monitoramento Remoto de Sinais vitais em sistemas embarcados Poliana Francibele de Oliveira Pereira, Alexandre

Leia mais

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133 Capítulo 5 Conclusões 133 CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES Neste capítulo são abordadas as conclusões traçadas no desenvolvimento e validação do SMD, e indicação de estudos futuros. Ressalta-se o atendimento aos

Leia mais

Comm5 Tecnologia Manual de utilização da família MI. Manual de Utilização. Família MI

Comm5 Tecnologia Manual de utilização da família MI. Manual de Utilização. Família MI Manual de Utilização Família MI ÍNDICE 1.0 COMO LIGAR O MÓDULO... pág 03 e 04 2.0 OBJETIVO... pág 05 3.0 COMO CONFIGURAR O MÓDULO MI... pág 06, 07, 08 e 09 4.0 COMO TESTAR A REDE... pág 10 5.0 COMO CONFIGURAR

Leia mais

Este dispositivo está em conformidade com a Parte 15 das regras da FCC (Comissão Federal de Comunicações). Sua operação está sujeita às duas

Este dispositivo está em conformidade com a Parte 15 das regras da FCC (Comissão Federal de Comunicações). Sua operação está sujeita às duas MANUAL DO USUÁRIO Este dispositivo está em conformidade com a Parte 15 das regras da FCC (Comissão Federal de Comunicações). Sua operação está sujeita às duas seguintes condições: (1) este dispositivo

Leia mais

GUIA DE RECURSOS SMART

GUIA DE RECURSOS SMART GUIA DE RECURSOS SMART Características dos aplicativos da SMART TV 1.Android 4.2 dual-core smart TV 2.Conexão de rede (com fio/sem fio/pppoe/wlan HP) 3. Sync-View (opcional) 4. Multi-screen Interativa

Leia mais

MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 RESIDENTIAL MONITORING USING ZABBIX AND IEEE 802.15.

MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 RESIDENTIAL MONITORING USING ZABBIX AND IEEE 802.15. MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 W. ROMEIRO * e F. COSTA Instituto Federal de Ciências e Tecnologias do Rio Grande do Norte wr.romeiro@gmail.com * Artigo submetido

Leia mais

Análise de Interação e Audiência em Sistemas de Tv Digital Interativa

Análise de Interação e Audiência em Sistemas de Tv Digital Interativa Análise de Interação e Audiência em Sistemas de Tv Digital Interativa Samuel da Costa Alves Basilio, Marcelo Ferreira Moreno, Eduardo Barrére 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal

Leia mais

ANÁLISE DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES PARA TV DIGITAL INTERATIVA EM UM CENÁRIO DE T-COMMERCE

ANÁLISE DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES PARA TV DIGITAL INTERATIVA EM UM CENÁRIO DE T-COMMERCE III Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte Nordeste de Educação Tecnológica ANÁLISE DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES PARA TV DIGITAL INTERATIVA EM UM CENÁRIO DE T-COMMERCE Nairon S.

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO)

SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO) SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO) Há vários tipos de sistemas de gravações digitais. Os mais baratos consistem de uma placa para captura de vídeo, que

Leia mais

Utilizando o framework AppTV no desenvolvimento de aplicações para TV Digital Interativa

Utilizando o framework AppTV no desenvolvimento de aplicações para TV Digital Interativa Utilizando o framework AppTV no desenvolvimento de aplicações para TV Digital Interativa Lile Palma Hattori 1, Sylvio Siqueira Silva 1,Tatiana Aires Tavares 1, Manoel Carvalho Marques Neto 1, Celso Saibel

Leia mais

Conexão Sem Fio Guia do Usuário

Conexão Sem Fio Guia do Usuário Conexão Sem Fio Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows é uma marca registrada da Microsoft Corporation nos Estados Unidos. Bluetooth é marca comercial dos respectivos

Leia mais

Seminário Repositórios, Objetos e Recursos Educacionais Digitais

Seminário Repositórios, Objetos e Recursos Educacionais Digitais Seminário Repositórios, Objetos e Recursos Educacionais Digitais CANAL DE WEB TV: ARQUITETURA DE DISTRIBUIÇÃO DE VÍDEO PARA PORTAIS DIGITAIS Autores: Luiz Felippe Lazzarin (Bolsista) Carina Girelli (Bolsista)

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE E COMPUTAÇÃO EM NUVEM COMO SERVIÇO

ENGENHARIA DE SOFTWARE E COMPUTAÇÃO EM NUVEM COMO SERVIÇO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2015.2 ENGENHARIA DE SOFTWARE E COMPUTAÇÃO EM NUVEM COMO SERVIÇO Aluna: Marcela Pereira de Oliveira Orientador:

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. para tv TV101

MANUAL DO USUÁRIO. para tv TV101 MANUAL DO USUÁRIO adaptador android para tv TV101 Índice Exibição do Produto 03 Instruções para Uso 03 Menu Principal 04 Configurações de Wi-Fi 04 Navegando por Arquivo ou Pasta 05 Conexão USB 06 Instalando/

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1 9 OBJETIVOS OBJETIVOS A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO O que é a nova infra-estrutura de tecnologia de informação

Leia mais

5 Sistema Experimental

5 Sistema Experimental 5 Sistema Experimental Este capitulo apresenta o sistema experimental utilizado e é composto das seguintes seções: - 5.1 Robô ER1: Descreve o robô utilizado. É dividida nas seguintes subseções: - 5.1.1

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda.

Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda. Manual do equipamento Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda. +55 41 3661-0100 Rua Rio Piquiri, 400 - Jardim Weissópolis - Pinhais/PR - Brasil CEP: 83322-010 CNPJ: 01.245.055/0001-24 Inscrição

Leia mais

Evolução na Comunicação de

Evolução na Comunicação de Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem

Leia mais

Application Note FBEE Comunicação Serial Wireless REV01. - 1 - Rev01

Application Note FBEE Comunicação Serial Wireless REV01. - 1 - Rev01 Application Note FBEE Comunicação Serial Wireless REV01-1 - Rev01 1. INTRODUÇÃO Aplicações com redes sem fio vêm se tornando bastante comuns. De aplicações industriais a projetos específicos, criou-se

Leia mais

MONITORAMENTO REMOTO DO CONSUMO DE ÁGUA UTILIZANDO SOFTWARE DE INTERFACE HOMEM-MÁQUINA - HIDROAER

MONITORAMENTO REMOTO DO CONSUMO DE ÁGUA UTILIZANDO SOFTWARE DE INTERFACE HOMEM-MÁQUINA - HIDROAER MONITORAMENTO REMOTO DO CONSUMO DE ÁGUA UTILIZANDO SOFTWARE DE INTERFACE HOMEM-MÁQUINA - HIDROAER Alex Lage de Morais 1 ; Wilson Cabral de Sousa Jr. 2 ;Elaine Nolasco Ribeiro 3 RESUMO - Uma parte do projeto

Leia mais

7 Utilização do Mobile Social Gateway

7 Utilização do Mobile Social Gateway 7 Utilização do Mobile Social Gateway Existem três atores envolvidos na arquitetura do Mobile Social Gateway: desenvolvedor do framework MoSoGw: é o responsável pelo desenvolvimento de novas features,

Leia mais

Televisão Digital Interativa se faz com Ginga. Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB

Televisão Digital Interativa se faz com Ginga. Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB Televisão Digital Interativa se faz com Ginga Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB Instituições Selecionadas para Elaborar Propostas de Alternativas Tecnológicas Requisitos básicos b do SBTVD Robustez

Leia mais

Wireless. Crescimento da Rede Wireless. Sistemas de Informação Rui Silva. Rui Silva. Jan 08

Wireless. Crescimento da Rede Wireless. Sistemas de Informação Rui Silva. Rui Silva. Jan 08 Wireless Sistemas de Informação Crescimento da Rede Wireless 1 Caso de Estudo: Intel, etc. Tempo dispendido por ligação em média m 5 minutos para cada nova ligação; Independência do local de trabalho dentro

Leia mais

Mecanismo para Armazenamento das Interações dos Usuários de Set-top Box em uma Ferramenta para Análise de Interação

Mecanismo para Armazenamento das Interações dos Usuários de Set-top Box em uma Ferramenta para Análise de Interação Mecanismo para Armazenamento das Interações dos Usuários de Set-top Box em uma Ferramenta para Análise de Interação BASÍLIO, Samuel da Costa Alves BARRÈRE, Eduardo RESUMO O Sistema Brasileiro de Televisão

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES 1 Conteúdo 1. LogWeb... 3 2. Instalação... 4 3. Início... 6 3.1 Painel Geral... 6 3.2 Salvar e Restaurar... 7 3.3 Manuais... 8 3.4 Sobre... 8 4. Monitoração... 9 4.1 Painel Sinóptico...

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

Interface DICOM para Captura e Transmissão de Imagens Médicas

Interface DICOM para Captura e Transmissão de Imagens Médicas Interface DICOM para Captura e Transmissão de Imagens Médicas Diego Ferreira dos Santos 1, Eduardo Tavares Costa 2, Marco Antônio Gutierrez 3 1,2 Departamento de Engenharia Biomédica (DEB),Faculdade de

Leia mais

MANUAL GDS TOUCH. Versão: 1.0 Direitos reservados.

MANUAL GDS TOUCH. Versão: 1.0 Direitos reservados. MANUAL GDS TOUCH Versão: 1.0 Direitos reservados. GDS TOUCH PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO O GDS Touch é um painel wireless touch-screen de controle residencial, com design totalmente

Leia mais

Convergência tecnológica em sistemas de informação

Convergência tecnológica em sistemas de informação OUT. NOV. DEZ. l 2006 l ANO XII, Nº 47 l 333-338 INTEGRAÇÃO 333 Convergência tecnológica em sistemas de informação ANA PAULA GONÇALVES SERRA* Resumo l Atualmente vivemos em uma sociedade na qual o foco

Leia mais

OSGi distribuído: deployment local e execução remota

OSGi distribuído: deployment local e execução remota OSGi distribuído: deployment local e execução remota Marcelo Malcher Monografia de Seminários de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Pontifícia Universidade Católica do Rio de marcelom@inf.puc-rio.br

Leia mais

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 2007 2012 FileMaker Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados.

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados. Bem Vindo GDS TOUCH Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO O GDS Touch é um painel wireless touchscreen de controle residencial, com design totalmente 3D, interativo

Leia mais

Um Agente de Software Orientado à Monitoração de Traços de Protocolos

Um Agente de Software Orientado à Monitoração de Traços de Protocolos Um Agente de Software Orientado à Monitoração de Traços de Protocolos Ricardo Nabinger Sanchez Ciência da Computação - bolsista renovado Pibic/CNPq Luciano Paschoal Gaspary Orientador Universidade do Vale

Leia mais

Lady Daiana O. Pinto ; José P. Queiroz-Neto e Kátia Cilene N. Silva (1) (2) Centro Federal de Educação Tecnológica do Amazonas CEFET

Lady Daiana O. Pinto ; José P. Queiroz-Neto e Kátia Cilene N. Silva (1) (2) Centro Federal de Educação Tecnológica do Amazonas CEFET DESENVOLVIMENTO DE JOGOS EDUCACIONAIS PARA TV DIGITAL 1 2 3 Lady Daiana O. Pinto ; José P. Queiroz-Neto e Kátia Cilene N. Silva (1) (2) Centro Federal de Educação Tecnológica do Amazonas CEFET (1) ladypinheiro@cefetam.edu.br

Leia mais

DroidLar - Automação residencial através de um celular Android

DroidLar - Automação residencial através de um celular Android DroidLar - Automação residencial através de um celular Android Michel Vinicius de Melo Euzébio Sistemas de Telecomunicações, Instituto Federal de Santa Catarina michel.euzebio@gmail.com Emerson Ribeiro

Leia mais