Assunto: 16ª Reunião Ordinária do Comitê Temático Desoneração e Desburocratização

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1 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Fórum Permanente de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte MEMÓRIA: 16 a Reunião Ordinária do Comitê Temático Desoneração e Desburocratização Assunto: 16ª Reunião Ordinária do Comitê Temático Desoneração e Desburocratização Data / Horário / Local: 27/09/ h00 às 17h00 - sala 18º andar da CNC Condução: Fábio Santos Pereira Silva, Coordenador Suplente da área de Governo MDIC, Marcos Tavares Leite, Coordenador da Iniciativa Privada ASSIMPI 1. Dando início aos trabalhos do Comitê, o Sr. Fábio Pereira Silva, Coordenador Suplente da área de Governo no Comitê de Desoneração e Desburocratização MDIC, pediu como de costume para que todos os presentes fizessem uma breve apresentação, nome e entidade a qual representa. 2. Na sequencia, com a palavra o Sr. Marcos Tavares Leite, Coordenador da Iniciativa Privada do Comitê, agradeceu a presença de todos e em seguida iniciou os trabalhos com a ordem do dia, colocando em votação a aprovação da memória da 15ª Reunião Ordinária, não havendo manifestação alguma a mesma foi aprovada. 3. Marcos Leite então passou a palavra para a Consultora do Fórum, Rosangela Bastos, que deu início à apresentação do Plano de Ação do Comitê, o 5W2H; 4. Antes do início da apresentação anunciada, o Sr. Armando Lira, representante da MONAMPE Movimento Nacional Pequena Micro e Pequenas Empresas, fez uma solicitação de que o rodízio das apresentações dos Comitês fosse realmente feito, para evitar que um mesmo comitê seja sempre o último a se apresentar; 5. Iniciando as apresentações, a Consultora Rosangela Bastos lembra que será muito breve e que das ações apresentadas, três terão participação especial de convidados para se pronunciarem sobre o tema, além das ações que são apenas de acompanhamento legislativo; 6. Ação 1 Desburocratização e Simplificação do Acesso das MPEs à Justiça (ACT-MDIC/MJ) a consultora informou que questionário já está na forma de link e que será enviado às entidades para sua aplicação nas próximas semanas. 7. A seguinte, Ação 2 Fiscalização Orientadora (contemplando aspectos Trabalhistas, Ambientais, Metrológicos) A cartilha já existente será complementada com os aspectos ambientais e metrológicos, após conclusão de trabalho que vem sendo realizado pelo IRB Instituto Recupera Brasil; 8. Ação 3 Contabilidade Simplificada para MPEs (Resolução CFC 1.255/2009). A ação em andamento,

2 com Audiência Pública do CFC encerrada em 20 de agosto, mas não tendo ainda nenhuma medida tomada por parte daquele órgão, pelo que aguardam todos; 9. Sobre a Ação 4 Adequação da Legislação Trabalhista à Lei Geral (Port e Port. 373 Ponto Eletrônico), a consultora apenas mencionou que a mesma encontra-se em pleno vigor, desta vez para todas as empresas, mas que haverá maior abordagem do assunto na apresentação a ser realizada naquele dia; 10. Na Ação 5 - Atualização da Lei de Licitações Lei 8.666/93, o Comitê está fazendo o acompanhamento do projeto de alteração; 11. Com relação à Ação 6 Revogação do Artigo 977 do Código Civil que discrimina os cônjuges casados em comunhão universal de bens, impedindo-os de constituir sociedade empresária entre si, também apenas acompanhamento. 12. Sobre a Ação 7 Integração dos dados Cadastrais do DNRC pelo INPI e Juntas Comerciais, foi relatado que, segundo o DNRC a questão já foi ajustada, não havendo mais entraves na integração dos dados; 13. Por fim a Ação 8 Desconsideração da Personalidade Jurídica Penhora Online Projeto de Lei n 3.401/08, o Comitê está somente acompanhando seu andamento; 14. Ação 9 SPED Sistema Público de Contabilidade Digital, onde se coloca como um dos objetivos a discussão das formas de implementação deste modelo junto às MPE s, a consultora também não se alongou nas colocações, pois também haveria uma apresentação para melhor exposição do tema naquele dia; 15. A Ação 10 Certificação Digital vem tratar dos aspectos que envolvem a exigência desta para as PME, sua forma de implementação e as dificuldades enfrentadas pela MPE, a consultora informou que sobre o assunto haveria da mesma, uma apresentação do tema aos presentes; 16. A Ação 11 Desburocratização na Exportação de Serviços, que visa trabalhar as dificuldades da MPE para a questão dos serviços, onde pretende identificar os principais gargalos, juntamente com o Comitê de Comércio Exterior; 17. Dando sequencia aos trabalhos, foram iniciadas as apresentações do dia com a Sra. Lucienne Couto, Representante do Segmento de Fabricantes de Equipamentos de Ponto Eletrônico, naquele momento representando o FOPEMIMPE Fórum Permanente de Minas Gerais; 18. Lucienne Couto inicia então fazendo algumas colocações preliminares para alinhar o conhecimento e entendimento de todos, falando sobre os impactos da Portaria 1.510/MTe, que mudou as regras de fabricação dos equipamentos de ponto, criando um novo equipamento denominado REP Relógio Eletrônico de Ponto. Mencionou que na verdade ocorreu com a portaria, não foi a criação de um equipamento, que já existe há mais de 30 anos, mas uma intervenção do ministério nas regras de fabricação deste equipamento. 19. Segundo Lucienne Couto, a justificativa do ministério era fazer a padronização dos equipamentos, para evitar fraudes e possibilitando ao empregado obter um comprovante do que foi registrado a cada momento de utilização do equipamento, além de colocar um dispositivo para facilitar o acesso aos dados por parte da fiscalização do trabalho. A portaria se aplica a todas as empresas que precisam ou querem ter um registro eletrônico de ponto, sendo uma importante ferramenta de controle e que para tal precisam adquirir o equipamento de acordo com a Portaria 1.510, sendo que até as empresas desobrigadas com menos de 10 empregados, caso queiram ter o equipamento, este necessariamente terá que atender à exigências da portaria. 20. Mencionou ainda que, após cinco adiamentos, a portaria esta agora em pleno vigor para todas as empresas, sendo que para as micro e pequenas ainda terão estas mais noventa dias para não aplicação de multa, sendo feita apenas fiscalização orientadora; 21. Quanto à obrigatoriedade, Lucienne Couto disse que muitos têm a dúvida e segundo ela a portaria não é obrigatória e traz algumas alternativas, pois a portaria não interferiu em duas possibilidades existentes, os registro mecânicos e os manuais, tal como o livro de ponto e o relógio mecânico, estes

3 continuam sendo permitidos; 22. Lucienne Couto afirmou que existem empresas isentas do REP, tais como órgãos públicos que não contratam pelo regime CLT, aquelas que utilizam os modelos manuais e mecânicos, e as empresas que fizerem acordo sindical. Contudo, os maiores problemas enfrentados estão justamente para aquelas que já tinham seus próprios sistemas de controle, tais como sistemas em computador nas empresas de Call Center, catracas eletrônicas nas médias e grandes empresas, tudo isso não pode mais ser utilizado como registro de ponto pelas empresas, ficando estas obrigadas a adquirir o REP; Em reação ao REP, as empresas que no geral em apenas 20% delas utilizava o Relógio Mecânico de Ponto, após a portaria passaram a ser 70%, sendo que em matéria de controle de pessoal representou um verdadeiro retrocesso. 23. Destacou ainda um exemplo de uma padaria que inicia às sete horas da manhã e funciona até as vinte e duas horas da noite e tem apenas um registro de ponto em forma de Livro, impossibilitando ao gestor o controle real de entrada e saída de seus funcionários, 24. A última alternativa é o REP, que é somente um relógio eletrônico com emissão de comprovante, mas na verdade a portaria alterou toda a sua operacionalidade, uma vez que foram retiradas as funções de gestão que as empresas tinham, sendo que os equipamentos agora apenas meros registradores que emitem um comprovante, que possuem uma porta de acesso aos fiscais e possuem uma memória acumulativa de dados; São além de tudo ineficazes, pois não atendem sequer á normativa, eles foram criados pela portaria e eles não a atendem; 25. Lucienne destacou que nenhum equipamento REP atende à portaria 1.510, apesar de homologados, pois nenhuma homologação tem valor técnico; Que estas discussões já são do conhecimento do MTe e já vem sendo tratadas há três anos, com várias proposições e até hoje não há nenhuma reação por parte do ministério do porque que isto vem ocorrendo e o ministério não esclarece nada disso, 26. Segundo Lucienne, falou ainda das exigências técnicas do REP, primeiro com relação á porta fiscal onde o Auditor possuiu uma entrada para colocação de um pendrive e por meio deste obter o conteúdo gravado no equipamento; Na prática isso não ocorre, não se faz a leitura de forma tão instantânea quanto se esperava, pois com o acumulo a memória do equipamento vai ficando cheia e extrair os dados pode levar vários dias para se concluir; Também destaca que qualquer pessoa pode ter acesso aos dados do equipamento, pois a porta fiscal pode ser acessada livremente, provocando um sério risco de vazamento de informações que podem implicar na segurança das empresas; 27. Quanto à impressora acoplada, Lucienne destacou que a emissão do ticket que deve ser de forma instantânea, não havendo possibilidade de obtenção de segunda via. A impressão não dura os cinco anos exigidos pela portaria, pois se trata de um papel químico que tem sua impressão feita por um processo de queima, na prática com as variações de clima e demais condições locais sua duração pode ser de apenas um dia ou no máximo trinta, mas em sua maioria não duram mais que um ano. Muitas vezes o papel sequer imprime, pois a queima já ocorre dentro do equipamento ou nos armários onde são guardadas suas bobinas, sendo que nestes casos o papel sai em branco para os empregados; 28. Lucienne falou também sobre a Memória Permanente, que é ela que será o alvo da fiscalização e deverá estar sempre à disposição, não podendo sofrer nenhum tipo de perda ou falha; Qualquer dano ao equipamento implica na perda de dados para comprovação e defesa da empresa; 29. Quanto ao Atestado técnico, Lucienne mencionou que existe uma teia de responsabilidades criadas pelo Ministério, onde estabelece quem são os atores e suas responsabilidades e quando chega a vez do fabricante, este deve dar ao adquirente do equipamento um atestado técnico dizendo que o REP atende integralmente a portaria 1.510; Que o MT criou internamente a norma e editou a portaria 1.510, sem colocar o assunto em discussão com a sociedade, sem estabelecer critérios técnicos para suas funcionalidades, não há regras estabelecidas pela ABNT, que sequer foi chamada para criar uma norma, e o INMETRO não tem os parâmetros técnicos para fiscalizar os equipamentos fabricados; Desta forma não há normas técnicas até hoje e existem mais de 172 modelos de REP homologados e

4 mais de 200 mil equipamentos vendidos, sem normas técnicas; que o certificado é de conformidade com portaria 1.510, e nenhum deles fez testes que garantam a conformidade, porque não existem normas e não existe nenhuma prática conjunta para que estes testes sejam válidos. Que desde que o INMETRO entrou na discussão e criou a portaria 580, ele diz que precisa de um prazo de vinte quatro e trinta e seis meses, que ele irá rever as normas, ou seja, irá fazer tudo novamente, que as atuais certificações irão perder sua validade em dezembro de 2012; Quem comprou o REP nas atuais condições, que estão à venda, terão que adquirir novos equipamentos; 30. Lucienne colocou que os impactos para Micro e Pequenas Empresas MPE são muito grandes, assim como para os fabricantes e que espera que com mais informação possa haver mais possibilidade de defesa aos empresários, a MPE precisa ter tem sua representatividade mais ativa dentro do Ministério, sendo que a CNC é que vem atuando neste assunto, o Fórum não tem estado presente e precisa atuar; 31. A Sra. Lucienne encerrou então sua apresentação agradecendo a todos pela oportunidade concedida; 32. Marcos Leite agradeceu à Sra. Lucienne Couto pela apresentação e mencionou que, no que diz respeito ao Acordo Sindical, esta seria a alternativa, mas não muito fácil, pois quando se pedir um acordo coletivo para o REP, junto virão muitos outros pleitos; 33. A Sra. Sueli Morares, representante do Sindicato da Micro e Pequena Indústria AM, mencionou que o Fórum deve insistir e trazer o INMETRO e o MTe, para explicações a respeito do tema numa forma de verdadeira acariação, pois o assunto é grave e insultante; 34. Por sugestão do Sr. Marcos Leite e outros presentes, foi pedido ainda o monitoramento dos projetos de lei PDL 2.839/2010 (Câmara) e do PDS 593/2010, assim como encaminhar solicitação à Frente Parlamentar que envie um representante para a próxima reunião ordinária do Comitê; 35. A segunda apresentação do dia, Marcos Leite passa então a palavra ao Sr. Leonardo Gonçalves, representante da Certisign, para fazer sua palestra sobre Certificação Digital para ME e EPP; 36. O Sr. Leonardo iniciou agradecendo a todos e dizendo que a ideia da apresentação é falar de Certificação Digital para as MPE - Micro e Pequenas Empresas, que fala em nome de toda a indústria de certificação digital por conta de um Grupo de Trabalho que foi criado é e responsável pela disseminação do uso da certificação digital e este tem consciência de que a MPE vai acabar de alguma forma tendo que possuir um certificado; O grupo vem sendo coordenado pela FENACON e tem como integrantes as principais empresas certificadoras do país, o ITI Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, o SEBRAE, a empresa de Correios, a Caixa Econômica Federal, o Comitê Gestor do Simples Nacional, além da participação de representante do Comitê de Desoneração e Desburocratização do Fórum Permanente; 37. Segundo Leonardo os dois temas que mais foram discutidos foi a questão do preço do certificado e da logística e burocracia de atendimento por parte das certificadoras, sendo que hoje praticamente todas as empresas já possuem um produto específico para a MPE e que ainda há margem para redução de preço; Ele acredita que explicar os benefícios e usos da Certificação Digital é a melhor forma que orientar e ajudar os empresários; 38. Leonardo seguiu então fez sua apresentação divulgando material recentemente editado, que é a cartinha de Benefícios e Aplicações da Certificação Digital, colocando a todos os detalhes técnicos e mencionado que o material aborda assuntos tais como que é a certificação digital, suas aplicações ou onde utilizá-la, como obter um certificado digital, além de algumas dicas e curiosidades sobre o assunto. Que o material traz ainda a indicação de toda a rede de atendimento que engloba todas as empresas de certificação digital do país; Que este material está disponível em um hotsite e que o material pode ser baixado da internet em diversas formas de apresentação; 39. Também mencionou que no mesmo site onde está a cartilha, será criado um mapa do Brasil contendo todos os pontos de atendimento das autoridades de registro existentes; Concluiu então sua apresentação agradecendo a todos. 40. Marcos Leite então, após a apresentação do Sr. Leonardo colocou que de fato o uso do certificado

5 digital representa um ganho real, representado pela agilidade e confiabilidade da informação que proporciona; 41. Na sequencia Marcos Leite passou a palavra ao Sr. Sr. Eduardo Nistal, representante da TI Educacional, para fazer sua palestra sobre o SPED Sistema Público de Escrituração Digital; 42. O Sr. Eduardo fez sua breve apresentação pessoal e dentre seus trabalhos tem atuado nos processos de automação de empresas de contabilidade e demais empresas, 43. Colocou que na década de 90 o governo iniciou o processo de envio digital de informações, com base na Instrução Normativa 68 da Receita Federal do Brasil, de pois veio da IN 86 e começaram a surgir uma série de obrigações acessórias, tais como a DCTF, DACON, Nota Fiscal Eletrônica, os Livros Fiscais Eletrônicos, o Sintegra, a GFIP, enfim o governo começou a exigir estes procedimentos visando maior eficiência em sua fiscalização e fazendo com que as empresas fossem em busca de sistemas que pudessem processar toda esta quantidade de informações sem gerar risco ou erros na sua transmissão; 44. Falou que os sistemas ERP, conhecidos por serem integrados na empresa e atuando em todos os processos, seja ele logístico, administrativo, financeiro ou de pessoal, vem sendo amplamente utilizado pelas grandes e médias empresas, mas atualmente também tem sido procurado e requerido pela MPE; 45. O SPED vem a ser uma espécie de coroamento de todo este processo de criação de sistemas e formas eletrônicas de transmissão de dados e promete ser a grande ferramenta do fisco; Já existe o SPED FISCAL ICMS/IPI, SPED Contribuições e projeto para um SPED Social; 46. Fez ainda uma série de colocações técnicas a respeito do tema, esclarecendo sobre quem já é obrigado e também sobre os planos do governo neste assunto e que o SPED promete acabar com a sonegação no país; O trabalho de implementação não será fácil, em virtude da grande diversidade do Brasil, suas peculiaridades e outros aspectos mais; 47. Na sequencia, Marcos Tavares Leite, com relação aos informes do REDESIM, informou a todos que, por motivos de viagem das duas representantes do SEBRAE no REDESIM, não houve a apresentação dos andamentos como de costume e que os presentes teriam apenas mais quinze minutos para perguntas; 48. Marcos Leite, antes de passar a palavra aos presentes coloca que o SPED é um fato e que as ME e EPP terão que se preparar para ele, e diante desta realidade, mesmo sendo uma forte ferramenta para o fisco, o SPED sem dúvida permite que a MPE tenha uma visão gerencial de seus negócios, podendo assim atuar com mais informações para uma melhor gestão de sua empresa; Que o Comitê precisa colher informações, críticas e sugestões para que se possa trabalhar a simplificação destes processos para a ME e EPP; 49. Lançada a palavra, alguns presentes pediram pela isenção da MPE no uso do SPED, que este público não tem condições de arcar com estes custos e que hoje é o contador que vem carregando este ônus; Outros colocaram que o importante antes de implementar é capacitar e qualificar os empresários; 50. Por fim o Sr. Eduardo respondeu ao Sr. Marcos Leite que o custo do sistema ERP que ele representa custa hoje em tornode R$ 590,00; 51. Antes de encerrar o Sr. Marcos Leite mencionou que, para a próxima reunião ordinária, irá convidar o Sr. Silas Santiago do CGSN Comitê Gestor do Simples Nacional e que um Grupo de Trabalho será criado para tratar do assunto; 52. Marcos Tavares Leite, agradeceu a presença de todos e declarou encerrados os trabalhos do dia. Memória elaborada por: Rosangela de Fátima Silva Bastos

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