Benefícios do uso de Tecnologia da Informação para o Desempenho Empresarial e Estratégias de Negócios Envolvendo Organizações de Saúde

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1 Benefícios do uso de Tecnologia da Informação para o Desempenho Empresarial e Estratégias de Negócios Envolvendo Organizações de Saúde Bruno Henrique de Lima MBA Governança nas Tecnologias de Informação Instituto de Pós-Graduação e Graduação IPOG Goiânia, GO, 25 de março de Resumo Este artigo aborda os benefícios do uso de Tecnologia da Informação para o desempenho empresarial e para estratégias de negócios envolvendo Organizações de Saúde. Neste estudo são apontadas as principais tendências e vantangens da informatização na área hospitalar, principalmente no que diz respeito à utilização de Sistemas de Gestão Integrados, do inglês Enterprise Resource Planning (ERP). O constante e exponencial crescimento dos dados e informações a serem gerenciadas, assim como as novas tecnolgias disponíveis no mercado, deram origem a esta pesquisa, a qual foi baseada em projetos reais de implantação de novas tecnologias em Instituições de Sáude. Os resultados obtidos demonstram que a utilização e a correta escolha de ferramentas de Tecnologias de Informação, tornam a Gestão Hospitalar cada vez mais competitiva e sustentável no mercado atual. Em pouco tempo, sua importância e utilização será inquestionável para àquelas Instituições que almejam o desempenho empresarial e buscam novas estratégias de negócios. Palavras-chave: Tecnologia da Informação. Sistemas de Gestão em Saúde. Gestão Hospitalar. 1. Introdução A utilização de Tecnologia da Informação é cada vez mais visível em todos os setores e segmentos de negócios da sociedade, como Instituições Financeiras, Hotéis, Instituições de Ensino, de Contabilidade, de Vendas, de Recursos Humanos, entre outros. Neste contexto estão inseridas também as Instituições de Saúde, onde o avanço tecnológico é crescente a cada dia. Um Hospital é uma empresa que engloba diversas outras empresas. Por exemplo, dentro de um hospital tem o setor hoteleiro, que é responsável pela gestão dos leitos disponíveis, pela higienização destes leitos, pelo controle dos visitantes, entre outros. Há o setor de compras que é responsável por todo o ressuprimento e distribuição de materiais, medicamentos e bens de consumo da Instituição. O setor contábil responsável por toda a contabilidade, controladoria e prestação de contas. O setor financeiro responsável por todos os recebimentos

2 e pagamentos da Instituição. O setor assistencial, responsável por todos os atendimentos e geração de informações referentes aos dados de pacientes na Instituição, englobando médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, entre outros. Há o setor de arquivo e estatística, também conhecido como SAME, responsável pelo arquivo e movimentação de todas as informações que formam o Prontuário do Paciente. Com tantos setores, ou seja, empresas dentro de uma única empresa consegue-se imaginar a complexidade de realizar todo este gerenciamento de forma eficaz sem a utilização de ferramentas de Tecnologia da Informação. Na maior parte dos casos, a administração de um hospital de grande porte sem a utilização de recursos informatizados tornou-se inviável. Grandes empresas que insistem em práticas não informatizadas certamente terão seu desempenho e suas estratégias de negócio aquém do esperado, e em pouco tempo o fato de não ter a informação certa na hora certa fará toda a diferença. Veja que há mais de uma década Thomas já levantava esta questão: Não há dúvidas de que as tecnologias de informação e comunicação estão nos conduzindo a uma nova era, à medida que nos aproximamos do final do século XX; contudo não podemos deixar de nos preocupar com os limites da difusão dessas tecnologias, sobretudo na área de saúde: será que todos se beneficiarão do aumento das disponibilidades de recursos de saúde online, ou estamos caminhando para uma sociedade dos que têm e dos que não têm informações? (Thomas et al., 1998). No decorrer deste artigo serão demonstrados os principais motivos, vantagens e benefícios pelos quais os Recursos Tecnológicos, em especial os Sistemas de Gestão em Saúde, estão se tornando indispensáveis para estas Instituições. As tendências caminham para instituições livres de papéis, com aplicativos voltados para telemedicina, telemonitoração e telediagnósticos. Para isso, será preciso criar plataformas quem permitam a troca de dados, convergência e integração de diversos dispositivos. Para o assessor de marketing da IMFTC, Flávio De Martin, a classe médica já está acostumada a utilizar, e acompanhar, as novas tecnologias com a aquisição de celulares mais avançados, netbooks, tablets e demais dispositivos. É um caminho sem volta, diz. (Fórum Hospitalar, 2012). Como objeto deste estudo, serão apresentados os benefícios, vantagens e melhorias da correta utilização de sistemas integrados de gestão, em conjunto às práticas convencionais de Tecnologia da Informação utilizadas e recomendadas por grandes empresas do ramo. Trata-se de relatos e experiências obtidos em projetos de implantação de Sistemas Integrados de Gestão realizados em grandes Instituições de Saúde, por uma equipe de consultoria especializada. 2. Ambiente tecnológico alinhado ao desempenho e às estratégias de negócio São características básicas da segurança da informação: confidencialidade, integridade, disponibilidade e autenticidade. Logo, todas estas caraterísticas tem que estar presentes no ambiente hospitalar depois de informatizado (Dias, 2000).

3 Visando o alinhamento junto às estratégias e ao negócio da Instituição, e comprometendo em manter os princípios citados no parágrafo acima, os benefícios listados no decorrer deste artigo se baseiam em um ambiente composto por: um Sistema Integrado de Gestão (ERP), um Banco de Dados de alto desempenho e uma Infraestrutura de redes, servidores e internet adequada. Faremos uma breve explicação sobre estas três ferramentas e funcionalidades, assim como sua importância quando o assunto é Tecnologia da Informação voltada para área hospitalar. 2.1 ERP Os Sistemas de Gestão Empresarial ou ERP (Enterprise Resource Planning), em uma tradução simples, são sistemas informatizados que integram todos os principais dados e processos de uma organização em uma única base de dados (Pinochet, 2011). Os sistemas ERP, em geral, disponibilizam um conjunto de pacotes de aplicações funcionais que contemplam as diversas áreas da Instituição. Estes pacotes de aplicações são conhecidos como módulos do sistema. Figura 1 Modelo conceitual de integração entre os módulos de um Sistema ERP (Adaptado do modelo conceitual do sistema SAP R/3 Client/Server ABAP/4)

4 Fonte: Muller, 2012 Observe na figura acima que o sistema ERP é composto por diversos módulos que vão desde a parte administrativa, operacional, assistencial, contemplando até mesmo o nível estratégico. Dessa forma, um único sistema é capaz de estar presente em toda a Organização, unificando e disponibilizando as informações em tempo real e com o desempenho e qualidade desejados. Estes módulos integrados geram as informações e orientam processos de uma forma cada vez mais eficaz, contribuindo em diversos aspectos para o desempenho empresarial. Em um grande Hospital, imagine que exista um software para lidar com o RH (folhas de pagamento, contratações, férias, entre outros), um para agendamento médico, um para controle do centro cirúrgico, um para prontuário, uma para geração de indicadores e estatíticas, entre outros necessários para o negócio em questão. O ERP entra exatamente neste ponto, ao invés de existir diferentes softwares isolados no hospital, a proposta do ERP é que todos sejam controlados por um único, que mantenha todas as informações em uma única base de dados, otimizando o fluxo e a qualidade dos processos, eliminando a redudância das atividades, reduzindo o tempo gasto e incorporando em todo o Hospital métodos diferenciados e de alta performace para a gestão prática e eficaz. Abaixo, pode-se observar que desde a década de 70, a utilização de sistemas para o desempenho empresarial já empregava técnicas que viriam com o decorrer do tempo torna-se sistemas integrados de gestão (ERP). TABELA 1 EVOLUÇÃO DO ERP Período Tecnologia Funcionalidade 1) Década de 70 Surgimento dos MPR (Material Requirement Planning ou planejamento das requisições de materiais), antecessores dos sistemas ERP. Planejamento do uso dos insumos e administração das mais diversas etapas dos processos produtivos. 2) Década de 80 O MRP se transformou em MRP II (que significava Manufacturing Resource Planning ou planejamento dos recursos de manufatura). Agora também controlava outras atividades como mão-deobra e maquinário.

5 3) Década de 90 A nomenclatura ERP surge e ganha força devido à evolução das redes de comunicação, arquitetura cliente/servidor e preços mais competitivos. Controle e gestão de todos os setores corporativos. 4) Década de 00 até a década atual Os ERP tornam-se mundialmente conhecidos e sua expansão é cada vez maior. Para a maior parte de empresas de grande porte, a utilização de um ERP tornou-se essencial. Controle e gestão de todos os setores corporativos. Base única de dados. Segurança. Processos. Suporte à tomada de decisões. Tabela 1- Evolução do ERP Fonte: O Autor Em seguida, é apresentada a tabela demonstrando a evolução dos Sistemas ERP voltados para área da Saúde. Observe que estamos em uma fase bastante evoluída, a qual tende a se expandir ainda mais.

6 Tabela 2 - Evolução dos ERPs voltados para área da Saúde Adaptado de MV Sistemas em Saúde Fonte: Pinochet, Banco de Dados A utilização de um Banco de Dados é essencial para toda e qualquer estrutura hospitalar informatizada, haja vista a quantidade de atendimentos, prontuários, pacientes, usuários, internações, e diversos outros dados a serem armazenados. Conceitualmente, um sistema de Banco de Dados consiste em uma coleção de dados interrelacionados (que se relacionam entre si) e que através de um sistema gerenciador possibilita um ambiente adequado e eficiente para utilização, recuperação e armazenamento de informações. Um banco de dados deve ser construído para atender às exigências das organizações que demandam por segurança, robustez e confiabilidade de um grande volume de informações. A escolha ideal do Banco de Dados é fundamental para o sucesso de projetos de informatização na área da saúde. Para esta escolha deve ser levado em consideração o ERP e também toda a estrutura da Organização. Dentre os principais bancos de dados existentes no mercado, destacam-se os apresentados no gráfico a seguir, pois são os mais utilizados atualmente pelas grandes empresas de desenvolvimento de software e consequentemente de ERPs. Pela figura observa-se que o Oracle é o mais utilizado, uma tendência que deve durar ainda várias décadas. Contudo, todos eles têm seu exponencial, e, essa escolha deve ir de encontro ao ERP e à estrutura da organização.

7 Figura 2 Bancos de Dados nos quais os Softwares de grandes empresas possuem suporte Fonte: ASSESPRO, Infraestrutura, Redes e Internet Buscando o significado da palavra Infraestrutura em um dicionário da língua portuguesa, obtemos os resultados abaixo: i. O suporte ou parte inferior de uma estrutura; ii. A base e condições indispensáveis de uma sociedade ou organização. Referente à Infraestrutura de TI podemos descrever como: recursos computacionais para suporte e correto funcionamento das atividades operacionais, envolvendo arquitetura de redes, equipamentos e processos (Kurose, 2005). As redes de computadores, a internet e consequentemente toda a infraestrutura envolvida, têm um papel significativo na evolução tecnológica e na comunicação entre pessoas e empresas, provendo grandes transformações e automatizando tarefas e processos. Logo, a infraestrutura será a parte que irá prover todo o acesso ao banco de dados e ao ERP citados anteriormente. Dessa forma, uma infraestrutura adequada é também fundamental para a informatização de toda e qualquer organização. Em um ambiente hospitalar, podemos destacar como infraestrutura básica recomendada:

8 Internet de alta velocidade para tráfego de dados e informações em tempo real; Dispositivos de alta qualidade e desempenho; Servidores; Computadores; Impressoras; Firewall; Roteadores; Switches; Segurança da informação; Entre outros. A combinação dos pontos acima é também essencial para um projeto de sucesso envolvendo informatização hospitalar. A quantidade de servidores, computadores, entre outros, irá depender do porte da Instituição, da quantidade de usuários e dos demais pontos relacionados à infraestrutura e redes, o que difere em cada Organização. A seguir, o exemplo básico de uma infraestrutura de redes de uma instituição de médio porte, na qual podemos destacar os servidores de banco de dados, os servidores de acesso, as estações de trabalho, os switches, o firewall (parte responsável pela segurança da rede), entre outros componentes essenciais para uma infraestrutura de qualidade.

9 Figura 4 Infraestrutura básica de redes para uma empresa de médio porte Adaptado de Kurose, 2005 Vale ressaltar que a infraestrutura deve ser considerada e desenvolvida de acordo com as estratégias de negócio e objetivos da Instituição, o que irá variar em cada caso. Isto é, deve haver uma conformidade entre as estratégias e objetivos da Instituição, considerando a infraestrutura e os processos de TI que serão disponibilizados. A figura a seguir demonstra claramente como deve ser tal alinhamento.

10 Figura 3 Modelo de alinhamento estratégico entre negócio e TI proposto por Henderson e Vankatraman (1993) Fonte: Pereira, Prontuário Eletrônico Paciente Neste capítulo serão apresentadas as principais vantagens e benefícios da implantação de um módulo de Prontuário Eletrônico proveniente de um Sistema de Gestão em Saúde Integrado. O Prontuário do Paciente é o documento que contém toda a atividade assistencial do paciente. Através dele é realizada toda a comunicação entre os vários setores do Hospital e entre todos os médicos, enfermeiros e demais envolvidos no atendimento do paciente. Um prontuário contém um conjunto grande e rico de informações assistenciais do paciente. Segundo, a Resolução 1638/02 do Conselho Federal de Medicina: O prontuário é um documento valioso para o paciente, para o médico que o assiste e para as instituições de saúde, bem como para o ensino, a pesquisa e os serviços públicos de saúde, além de defesa legal (CFM, 2002). O Conselho Federal de Medicina define ainda o Prontuário como: O prontuário médico é documento único, constituído por informações, sinais e imagens registrados a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada, com caráter legal, sigiloso e científico, utilizado para possibilitar tanto a comunicação entre os membros de uma equipe multiprofissional como a continuidade da assistência prestada ao indivíduo (CFM, 2002). Diversas outras legislações incidem sobre o prontuário, como, armazenamento, legibilidade, informações essenciais, entre outras. Nosso objetivo será então demonstrar o quanto a informatização deste ponto pode trazer vantagens à Instituição.

11 O Prontuário Médico foi criado, em princípio, para documentar as informações da doença do paciente e, com o advento da tecnologia da informação, transformou-se em instrumento complexo, incorporando inúmeras funções e uma base de informações que auxiliam os diferentes profissionais de saúde na correta e eficiente tomada de decisão, elevando a qualidade da assistência à saúde ao paciente. Assim, o Prontuário Eletrônico do Paciente não é apenas uma proposta de substituição do prontuário em papel, mas um poderoso instrumento que apoia a decisão médica, evita o retrabalho e a repetição de exames, possibilita maior segurança e confidencialidade dos dados, além de garantir o melhor gerenciamento dos recursos e melhoria de processos administrativos e financeiros da instituição. Evoluções clínicas, exames físicos, resultados de exames complementares, prescrições, entre outros dados, são armazenados e podem ser compartilhados e recuperados a qualquer momento, em qualquer lugar, dentro e fora da instituição. Além disso, auxilia na execução dos exames diagnósticos disponibilizando os resultados de forma ágil e segura, incluindo imagens, laudos, anexos e outros em um só lugar. O prontuário eletrônico permite ao profissional da saúde acessar, a qualquer momento, todo o histórico do paciente, eliminando todo o tempo que seria gasto no fluxo de papéis, já que todas as informações referentes ao paciente encontram-se registradas eletronicamente em uma única base. Os erros de intepretação, escrita e ilegibilidade também são contemplados com a utilização das prescrições de forma eletrônica. A assinatura digital por sua vez, pode ainda evitar as impressões e o desperdício de inúmeros papéis, além é claro de prover toda a segurança e certificação necessária para o processo informatizado. Percebe-se que são inúmeros os benefícios do Prontuário Eletrônico, mas vale ressaltar um ponto extremamente estratégico e de valor inestimável para todos os que contribuem com tal Prontuário: Por melhor que seja o Prontuário Eletrônico, este não funcionará conforme o esperado sem alimentação correta dos dados. 4. Agendamento Eletrônico O agendamento de pacientes é também uma das atividades que ocorrem com mais rotina em grandes hospitais. Em uma instituição de saúde pode-se agendar consultas, exames, serviços, cirurgias, entre outros. Na maior parte das Instituições existem todas estas formas de agendamento sendo executadas em paralelo. Realizar todo este controle e gerenciamento de forma manual ficaria inviável. Até por este motivo existem no mercado diversos softwares para agendamento eletrônico, inclusive os bons ERP da área que são objeto deste estudo também disponibilizam esta funcionalidade. A seguir estão as principais vantagens que o agendamento eletrônico de um ERP pode propiciar para a organização.

12 Com o agendamento eletrônico, pode-se gerenciar a disponibilidade de várias especialidades e/ou profissionais a partir de uma única tela, não necessitando para isto diversas agendas para preenchimento manual, o que comprovadamente é muito mais prático, rápido e vantajoso para estes fins. A confirmação e o cancelamento dos agendamentos também podem ser registrados com um clique, proporcionando indicadores importantes referentes a pacientes que cancelam suas consultas, motivos de cancelamento, confirmações, reagendamentos, entre outros. A geração manual de indicadores como estes levaria um grande tempo, podendo ainda divergir das informações reais. Como benefício para a organização, estas informações geradas por um ERP possibilitam ainda avaliar paciente e médico que cancelem ou transferem horários com frequência, o que pode acarretar em prejuízos para a Organização. As transferências de datas e horários de agendamento ficam todas registradas eletronicamente, dispensando assim as rasuras que teriam de ser feitas manualmente. Outra grande vantagem é o agendamento via internet, uma vez que a Internet hoje assumiu um patamar de alto acesso entre a maior parte da população. Para a Instituição também traz diversos benefícios, por exemplo: uma vez o paciente registrando seu próprio agendamento através da internet, os funcionários que realizariam esta atividade poderão ocupar seu tempo com outros afazeres dentro da Instituição. Uma das premissas mais observadas atualmente nos Hospitais é o tempo de espera entre o agendamento e o início de fato da consulta médica, exame ou procedimento em questão. A utilização de um ERP pode também controlar todas estas etapas, desde o horário da chegada do paciente, o tempo de espera, o tempo de consulta, entre outros. Dados estes indispensáveis para administração hospitalar moderna. A consulta dos agendamentos passados e futuros do paciente são realizados em tempo real através do ERP, listando dados importantes provenientes da integração de todo o sistema como pagamentos, débitos, retornos, internações, cirurgias, médicos responsáveis, orientações médicas, entre outros. Informações estas que auxiliam de fato no desempenho da Instituição. Vale observar ainda a segurança envolvida nos processos de agendamento e nas informações registradas, que estão sempre disponíveis para consultas e estatísticas. Enfim, os agendamentos eletrônicos através de um bom ERP também têm muito a contribuir com o desenvolvimento empresarial e com as estratégias de negócios da Instituição, haja vista as informações geradas e armazenadas, assim como os indicadores e os retornos alcançados. 5. Controle de Estoque e Dispensação Informatizado A gestão de estoques em grandes empresas é uma área específica cuja uma das principais finalidades é prezar pelo princípio: O material certo, para a necessidade certa, no momento

13 certo e no custo certo. Para isto é importante, planejar, controlar e organizar todas as necessidades, gerando e gerenciando informações confiáveis. Tratando-se de Instituições de Saúde, este controle deve ser ainda maior, pois a falta de materiais adequados no tempo certo pode colocar em risco vidas humanas. O valor de estoques hospitalares é ainda muito elevado e perecível, sendo que muitos materiais e medicamentos tem tempo de estabilidade, devem ser corretamente armazenados, unitarizados, dispensados, consumidos corretamente dentro do prazo de validade, entre outros. A falta ou o excesso pode se tornar pontos críticos para Instituição. Para efetivar toda esta gestão e controle de estoque são utilizados ferramentas e funcionalidades de um bom ERP, as quais permitem que a administração de todos estes processos ocorra de forma eficiente e confiável, dentro dos padrões estabelecidos por grandes Hospitais. Seguem abaixo as principais vantagens observadas na implantação de um módulo para controle de estoque em Instituições de Saúde. i. Através do sistema ERP em questão, podemos realizar a padronização dos materiais e medicamentos, de forma que a compra e a dispensação ocorram sem imprevistos; ii. iii. iv. A opção por gerenciar kits de materiais e medicamentos também é disponibilizada e amplamente utilizada, o que facilitada todo o processo de armazenamento e dispensação; O controle de estoque pode ser feito para cada material, a partir do princípio ativo, do nome genérico, da marca e/ou do nome comercial; Dessa forma a consulta do estoque é efetivada em tempo real, assim como informações extremamente importantes para a Instituição, como, custo médio, valor em estoque, consumo mensal, ponto de pedido, entre outros; A rastreabilidade, que atualmente é um dos fatores mais importantes nas grandes instituições, é totalmente disponibilizada, sendo que todo armazenamento e dispensação pode ocorrer através dos respectivos lotes e códigos de barras; v. O controle de validade é bastante eficaz, sendo que um bom ERP não permite a dispensação de medicamentos vencidos e informa com antecedência dos futuros vencimentos, obrigando ainda a utilização dos lotes mais antigos; Esta funcionalidade aumenta a segurança do paciente e de todos os envolvidos nos processos de dispensação e administração de medicamentos; vi. O ressuprimento automático é um ponto de alto controle, onde através de indicadores, um sistema ERP possibilita que a reposição ocorra automaticamente, através de informações como estoque mínimo, estoque máximo e ponto de pedido; Estas informações podem ser específicas para cada medicamento o que torna o controle ainda mais eficaz;

14 vii. A gestão e o controle manual, que muitas vezes é demorado e burocrático, podem ser substituídos pela utilização de ferramentas eficazes de gestão; Relatórios e indicadores podem ser disponibilizados em tempo real, conforme necessário, facilitando a identificação das divergências, pois permite completa rastreabilidade de todas as movimentações de estoque. Enfim, o módulo de estoque de um ERP permite que o gestor, através da utilização das ferramentas citadas acima, garanta a quantidade adequada de materiais e medicamentos, evitando a falta de produtos, sem, no entanto, onerar financeiramente a empresa com produtos em demasia. Além de prover e primar pela segurança do paciente em todos os momentos, mantendo o princípio O material certo, para a necessidade certa, no momento certo e no custo certo. 6. SAME Serviço de Arquivo Médico e Estatística O SAME é responsável pelo gerenciamento de todos os prontuários da Instituição e deve garantir total controle sobre sua disponibilização e movimentações, permitindo sua rastreabilidade sempre que necessário. O Serviço de Arquivos Médicos e Estatísticos SAME tem por finalidade a manutenção de integridade do conjunto de prontuários pertencentes ao hospital, por meio de atividades desenvolvidas segundo critérios especiais de guarda, classificação, codificação e controle da circulação dos prontuários, bem como necessário sigilo no que se refere ao conteúdo dos mesmos. (...) Está diretamente subordinado à Diretoria Administrativa e suas áreas de coordenação abrangem os seguintes Setores: Registro Geral, Arquivo Médico e Estatística. (PROAHSA, 1978). Para grandes hospitais, mesmo com o advento do prontuário eletrônico, ainda existem diversos processos onde ocorre o arquivo físico. Para estes casos é indispensável o serviço de arquivo médico e estatística nos padrões e moldes recomendados. A utilização do ERP no SAME permite criar um arquivo amplamente organizado, onde o paciente recebe um único número de prontuário ao ingressar na instituição, mantendo este sempre que regressar. Dessa forma todas as informações do paciente estão disponíveis para os respectivos setores do hospital, mantendo assim a rastreabilidade e a integridade necessária. Neste prontuário serão registrados todos os atendimentos e histórico do paciente. Através do sistema ERP é realizado o registro de todas as entradas e saídas de documentos, assim como os respectivos responsáveis por cada movimentação, minimizando drasticamente casos de extravio e perda de documentos. O controle da numeração e locais de armazenamento também pode ser informatizado, uma vez que a quantidade de informações contidas em cada prontuário é extensa. Com isso basta o gestor acessar o sistema para localizar todo e qualquer prontuário, mesmo que num universo

15 de diversos documentos e arquivos. Neste ponto, bons sistemas vão de encontro às técnicas de arquivologia, obedecendo todos os princípios destas. O registro de documentos que foram filmados e microfilmados também pode ser realizado, agilizando assim os acessos aos mesmos. A segurança em todos estes casos é consideravelmente maior do que em processos manuais, o que permite ainda a consulta em tempo real de estatísticas como ocupação hospitalar, censo, entradas, saída, taxas de mortalidade, entre outros. 7. Conclusão A gestão de organizações que prestam serviços de saúde, pela quantidade e complexidade de setores e de processos, cada vez mais estará no cenário da Tecnologia da Informação, com objetivos fundamentais de simplificar processos, elevar resultados financeiros e ajudar a melhorar e a salvar vidas. A informatização hospitalar é uma realidade, da qual grandes instituições da área já fazem ou farão parte muito em breve. Essa modernização das práticas de gestão auxilia a vida dos profissionais em seu dia a dia. E hoje, mais do que em qualquer outra época, a tecnologia é o caminho para a gestão eficiente e para a boa direção dos negócios na área da saúde. Pela sua complexidade e variabilidade de processos, os hospitais necessitam de um sistema de gestão que possa facilitar o fluxo de informações entre todos os setores da empresa e integrar pessoas, processos e informações, provendo assim confiabilidade, garantia, segurança e rastreabilidade de todas estas informações. O que poderá subsidiar a tomada de decisões em todos os níveis gerais e estratégicos da Organização. Um dos maiores desafios para o administrador hospitalar, que preze pelo desempenho estratégico, está em atender adequadamente todas as necessidades da instituição. Como atender logisticamente serviços diversos de apoio, como hotelaria, higienização, nutrição e dietética, lavanderia, manutenção. E outros, que são a essência do negócio do prestador de serviço de saúde como atendimento ao cliente, serviços auxiliares de diagnósticos, centro cirúrgico, banco de sangue, especialidades médicas e tantos outros importantes. Para alcançar estes resultados, os processos devem ser executados com agilidade, de forma que a utilização de bons sistemas ERP auxilia consideravelmente em todas estas etapas. Além do primordial aumento na qualidade e segurança ao paciente, a melhoria nos resultados financeiros também é visível, uma vez que o sistema integrado (ERP) é difundido em todos os setores da Instituição, diversos além dos que citamos neste artigo, como Contas a Pagar, Contas a Receber, Faturamento, Centro Cirúrgico, Compras, Logística, entre outros. O controle e administração nestes e nos demais setores torna-se amplamente visível e eficiente. Nesse contexto, os sistemas de gestão de saúde têm potencial para melhorar a qualidade da saúde da população ao disponibilizar ferramentas que desencadearão um processo de melhoria para todos os envolvidos: organizações de saúde, profissionais e pacientes.

16 Referências Assespro Associação das Empresas de Tecnologia da Informação-região São Paulo. As 50 Maiores Empresas de Software do Brasil. Disponível em <http://www.mbi.com.br/mbi/ biblioteca/relatorios/200706top50swhbr/200706%20as%2050%20maiores%20empresas%20 de%20software%20do%20brasil.pdf> Acesso em 22 abr DIAS,Claudia. Segurança e auditoria da tecnologia da informação. Rio de Janeiro: Axcel Books, CAMPAGNOLLI, Paula Regina. Sistema de Arquivos Médicos e Estatísticos: Um estudo descritivo como referência básica à implantação e à operalização. Rondônia, CFM Conselho Federal de Medicina. Resolução 1638 de Fórum Hospitalar. Tecnologia da Informação: o braço direito da Saúde Disponível em <http://www.hospitalar.com/index.php?http://www.hospitalar.com/noticias/not5093. html.> Acesso em 20 abr KUROSE, F. James; ROSS, Keith W. Redes de Computadores e a Internet: Uma Abordagem Top-Down. São Paulo: Pearson Education do Brasil LTDA MULLER, Ivan Felipe. Integração de Sistemas SAP/R3 e Cooperate Mobile Através de Sistemas Mediadores (Middleware) Caso: Cotrisoja PACHOAL, Maria Lúcia Habib; CASTILHO, Valéria. Implementação do sistema de gestão de materiais informatizados do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo. In: Revista da Escola de Enfermagem da USP, Vol. 44, N. 4, São Paulo, PROAHSA. Manual de organização e procedimentos hospitalares. São Paulo, FGV/EAESP/HC/FMSP, PEREIRA, Carlos Diego Cavalcanti. A Estratégia da Tecnologia da Informação: Uma Análise Sobre Modelos de Integração com o Negócio. Dissertação Programa de Pós- Graduação em Ciência da Computação, Universidade Federal de Pernambuco, PINOCHET, Luis Hernan Contreras. Tendências de Tecnologia de Informação na Gestão da Saúde. O Mundo da Saúde, São Paulo, REZENDE, Denis Alcides. ABREU, Aline França de. Tecnologia da Informação aplicada a Sistemas de Informação Empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de informação nas empresas. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.

17 Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Manual de Requisitos de Segurança, Conteúdo e Funcionalidades para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde. Disponível em: < Acesso em 22 abr TANENBAUM, Andrew S. Redes de computadores. Rio de Janeiro: Campus THOMAS, R.; MAXFIELD, Andrew; PATRICK, Kevin; DEERING, Mary Jo; RATZAN, Scott C.; GUSTAFSON, David H. Access to health information and support : a public highway or a private road? Journal of the American Medical Association, v. 280, n. 15, p , VERZUH, Eric. MBA Compacto: Gestão de Projetos. São Paulo: Campus

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