Índice IV CONGRESSO DA DISTRIBUIÇÃO MODERNA GANHAR O FUTURO, 17 E 18 DE JANEIRO DE 2012 VI NOVO CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS APED/CIP/CAP

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2 Índice I - MENSAGEM DA DIRECÇÃO II ENQUADRAMENTO ECONÓMICO / SECTORIAL III APED EM NÚMEROS IV CONGRESSO DA DISTRIBUIÇÃO MODERNA GANHAR O FUTURO, 17 E 18 DE JANEIRO DE 2012 V PARTICIPAÇÃO DA APED NO EUROCOMMERCE VI NOVO CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS APED/CIP/CAP VII PORTUGAL SOU EU INICIATIVA DO GOVERNO, MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO E MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO MAR, DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO VIII PARCA, PLATAFORMA DE ACOMPANHAMENTO DAS RELAÇÕES NA CADEIA ALIMENTAR IX NOVO SACO VERDE APED X PPEC, PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉCTRICA XI NOVO S.I.G.R.E. NOVO VERDE XII - APOIO JURÍDICO ASSOCIADOS XIII NEGOCIAÇÃO CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO APED XIV QUESTÕES DE NATUREZA CONCORRENCIAL XV NOVOS PROTOCOLOS AEP APA ACATS MOVIMENTO ECO XVI DINAMIZAÇÃO DE PROTOCOLOS CAP MAI XVII SEMINÁRIOS 2

3 Marcas da Distribuição Uma Aposta Ganha Fileiras Alimentares. Alavanca da Economia regional Marcação CE- A sua Importância para o Mercado Interno Consumo Sustentável A Resposta da Distribuição Moderna XVIII ESTUDOS XIX NOVOS ASSOCIADOS XX MUDANÇA DE SEDE XXI ACTIVIDADE DAS COMISSÕES TÉCNICAS Comissão de Ambiente Comissão de Produtos Alimentares e Segurança Alimentar Comissão de Produtos de Saúde e Bem-Estar Comissão de Recursos Humanos Comissão de Segurança no Ponto de venda XXII NOVAS COMISSÕES TÉCNICAS AD-HOC Comissão Novo Verde Comissão Cartões de Pagamento Comissão CBPC Código das Boas Práticas Comerciais Comissão para os Assuntos Energéticos Comissão para o Sector do Leite XXIII COMUNICAÇÃO APED XXIV LANÇAMENTO DA REVISTA STORE XXV CONCLUSÕES FINAIS E PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS 3

4 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES APED 2011 I - MENSAGEM DA DIRECÇÃO O ano de 2011 já se previa como um ano de grandes dificuldades e de contracção da actividade económica, no seguimento dos acontecimentos vividos já desde o final de 2008 e os consequentes reflexos na economia mundial, europeia e nacional. A disseminação dos efeitos sistémicos da crise da dívida soberana da Área do Euro e o agudizar do clima de aversão ao risco continuaram assim a condicionar a economia mundial e em particular a economia europeia. A juntar à conjuntura projectada e aos problemas estruturais do país, dois grandes acontecimentos marcaram a vida política e económica nacional - o pedido de ajuda financeira internacional que o País se viu na circunstância de solicitar e a realização de eleições legislativas em Junho, que vieram dar início a um novo ciclo político em Portugal. O pedido de ajuda financeira materializado no programa de ajustamento económico assinado com o FMI, BCE e EU implicou um conjunto de medidas tomadas pelo Governo, nomeadamente em matéria fiscal, com efeitos muito negativos no rendimento disponível das empresas e das famílias. Este condicionante foi fortemente agudizado pela enorme pressão sobre as condições de financiamento de toda a economia nacional, afectando a vertente empresarial e a vertente das famílias. Este cenário de profunda crise económica, com consequências óbvias nos mercados de produtos de grande consumo, alimentares e não alimentares, veio exigir das empresas associadas da APED, estratégias de ajustamento à conjuntura e às alterações de comportamento dos consumidores, obrigando a esforços redobrados para manter os seus níveis de operação, de eficiência e de contínua transferência de valor para os consumidores. Mesmo assim, registamos fortes quebras no volume de negócios do sector não alimentar, com o alimentar a resistir melhor, mas adivinhando-se já fortes impactos decorrentes da grande degradação do poder de compra dos consumidores. Não obstante este esforço, para os associados da APED, o ano de 2011 ficou marcado como sendo um ano de sérias dificuldades, com a consequente perda de vendas e encerramento de lojas. 4

5 Dois eixos estratégicos foram evidenciados o primeiro consistiu na continuação da política de acrescentar valor às suas actividades e continuar a prestar um serviço profissional de excelência aos seus clientes e consumidores: o segundo, o assumir de um cada vez maior sentido de responsabilidade do sector para encontrar respostas que contribuam efectivamente para a recuperação da economia, sobressaindo aqui a aposta na produção nacional e na celebração de parcerias que promovam a modernização de sectores fornecedores e da sua competitividade. No entanto, perspectivamos para 2012 um forte abrandamento da actividade do sector. De facto, em 2011 pudemos assistir a um grande esforço resiliente dos associados da APED, procurando sobretudo minimizar os efeitos da crise económica sobre o consumo, num conjunto de abordagens diversificadas dos seus associados, mas todas contribuindo para que o sector da moderna distribuição pudesse acrescentar para a difícil situação em que o país está mergulhado. Registamos com satisfação que em 2011 um conjunto de 22 empresas se tenham tornado associadas da APED, um crescimento acima das expectativas e que reforça a convicção desta Direcção de que uma associação abrangente, activa e interventiva melhor contribui para a defesa dos interesses comuns de todos. Não podemos, contudo, deixar de lamentar o encerramento de 10 empresas associadas da APED, um evidente reflexo das dificuldades porque muitos associados estão a passar. Também no decurso do ano de 2011 a APED alargou o seu espectro de intervenção pública, com um crescimento expressivo do seu share of voice nos meios de comunicação social, como se pode verificar nos dados evidenciados neste relatório. No plano interno, foram criados mais cinco grupos de trabalho, focados nas áreas da energia, leite, cartões de pagamento, boas práticas comerciais e nova sociedade gestora de resíduos, a par da intensa actividade desenvolvida pelas comissões técnicas especializadas. Realça-se a muito activa colaboração dos quadros técnicos das empresas associadas neste grupos e comissões para além da equipa permanente da APED, trabalharam regularmente connosco mais de 50 colaboradores foi também o ano em que demos corpo a uma ambição já antiga a participação no lançamento da CSP - Confederação de Empregadores dos Serviços 5

6 de Portugal, nova confederação que a APED integra, e que congrega um conjunto de entidades representantes de uma importante parcela da economia nacional, cerca de 20% do PIB, empregando mais de trabalhadores e que se constitui como um novo parceiro para o diálogo social. Perspectivando agora o ano de 2012, a APED procurará continuar a corresponder, nas suas actividades e serviços prestados, às expectativas dos associados, num contexto de cada vez maiores exigências que a conjuntura de crise económica internacional e nacional provocou e provocará a todos, sem excepção. Continuaremos em 2012 a combater todos os condicionalismos que ainda afectam a actividade económica do nosso sector e continuaremos a trabalhar para que os interesses de todos os Associados da APED encontrem respaldo nos resultados decorrentes da actividade que diariamente a Direcção e a sua equipa prosseguem. A Direcção da APED II -ENQUADRAMENTO ECONÓMICO Internacional A nível mundial registou-se uma desaceleração do crescimento económico no ano de Este abrandamento foi particularmente vincado nas economias mais avançadas que têm sido directamente afectadas pela turbulência dos mercados financeiros e pelo deteriorar dos termos da crise da dívida soberana dos países da zona Euro. Numa primeira fase acentuaram se as preocupações com a situação da Grécia, contudo estas propagaram se à situação das finanças públicas de outros estados da periferia europeia, designadamente de países como a Irlanda ou Portugal. Em 2011, acentuou-se o cepticismo dos mercados sobre a capacidade de alguns países europeus estabilizarem a sua dívida pública. Este cepticismo levou a uma intensificação do clima de aversão ao risco por parte dos participantes nos mercados financeiros, com os bancos mantendo os níveis de liquidez e restringindo o crédito. Na área do euro, esta fragilidade do sistema bancário e existência de sérios riscos de contágio traduziu-se na elevada volatilidade dos mercados financeiros e cambiais e numa diminuição dos índices bolsistas, verificando-se uma diminuição 6

7 generalizada do nível de confiança dos agentes económicos, especialmente dos consumidores e das empresas industriais. Em relação à economia norte-americana continuam a existir desequilíbrios macroeconómicos (défices público e externo e dívida pública) o que associado a uma fragilidade do mercado de habitação e a um mercado de trabalho algo anémico tem originado um crescimento moderado da economia, que beneficiou, sobretudo nos últimos meses do ano, de um ligeiro impulso no consumo privado. Apesar disso, esta tendência de desaceleração verificada nas economias dos países mais desenvolvidos é atenuada pelo crescimento robusto verificado nas economias emergentes como a China, Índia, Brasil e Rússia. Crescimento económico mundial (taxa real de crescimento) Produto Mundial 5,2% 3,8% EUA 3,0% 1,8% Japão 4,4% -0,9% Zona Euro 1,9% 1,6% Rússia 4,0% 4,1% China 10,4% 9,2% India 9,9% 7,4% Brasil 7,5% 2,9% Fonte: FMI Portugal Relativamente ao cenário macroeconómico de Portugal em 2011 foi particularmente negativo tendo sido marcado pela forte austeridade e contenção. Os dados divulgados recentemente pelo INE relativos ao Produto Interno Bruto (PIB) apontam para uma diminuição de 1,6% em volume, após o aumento de 1,4% observado no ano anterior. A aceleração do decréscimo do PIB ao longo do ano de 2011 com particular incidência no 4º trimestre correspondeu a um significativo aumento do contributo negativo da Procura Interna (diminuição de -5,7% em 2011), associado particularmente às diminuições mais expressivas do Investimento e das Despesas 7

8 de Consumo final das Famílias. Esta diminuição reflectiu por um lado o aumento esperado dos preços por via fiscal (aumento de impostos indirectos), e por outro lado a redução do rendimento disponível das famílias (efeito de procura). Em relação ao investimento, esta contracção verificou-se quer do lado da componente pública (associada ao processo de consolidação orçamental), quer do lado da componente privada (reflectindo a deterioração das expectativas da evolução da procura e as condições restritivas de financiamento). O contexto de incerteza dos mercados financeiros internacionais, conjugado com os desequilíbrios existentes da economia portuguesa, contribuíram para a perda de acesso do sector público e do sector bancário a financiamento de mercado em condições regulares tendo o Governo de Portugal durante o ano de 2011 solicitado assistência financeira junto da União Europeia e do FMI que se traduziu no Programa de Assistência Económica e Financeira. Com este Programa, o Governo de Portugal comprometeu-se a adoptar medidas de ajustamento dos desequilíbrios macroeconómicos nomeadamente de consolidação orçamental acentuando o carácter recessivo da economia nacional. Em relação à taxa de desemprego após se ter situado nos 10,8% em 2010 aumentou para 12,7% em Este crescimento da taxa de desemprego está associado à contracção significativa da actividade económica. A inflação em Portugal que registou uma variação em 2011 de 3,7% foi justificada em larga medida pelo aumento dos preços do petróleo e de outras matérias-primas nos mercados internacionais. Indicadores macroeconómicos - Portugal PIB a preços de mercado na óptica da despesa - dados encadeados em volume (ano -2,9% 1,4% -1,6% de referência=2006), Taxa de variação anual Desemprego (taxa de desemprego média anual) 9,5% 10,8% 12,7% Inflação -0,8% 1,4% 3,7% Fonte: INE 8

9 Sectorial Segundo os dados agregados das empresas de estudos de mercado AC Nielsen, GfK e Kantar o volume de vendas total do comércio a retalho alimentar e não alimentar em 2011 foi de 21 mil milhões de Euros o que face ao ano anterior representou uma ligeira diminuição de -0,2%, pese embora o aumento de impostos verificados no período e a inflação de 3,7%. O comércio a retalho em Portugal sofreu em 2011 o forte impacto causado pelo contexto macroeconómico negativo. Este impacto foi mais evidente no sector não alimentar em que se registou uma diminuição do volume de vendas de -7,6%, excluindo combustíveis. Desagregando o sector não alimentar verificou-se que a diminuição de vendas foi superior em Bens de Equipamento (-9,6%) e Entretenimento+Papelaria (-10,1%). Em relação ao sector alimentar, apresentou um crescimento de 1% no ano de Constatou-se no entanto a desaceleração do crescimento que tinha sido de 2,8% no ano anterior. O preço médio do mercado alimentar com base nos dados da Kantar sofreu neste ano uma inversão da tendência negativa verificada nos dois anos anteriores, tendo aumentado +1,5%. Volume de Vendas Milhões Euros Jan10-Dez10 Jan11-Dez11 Var Ano 2011 vs Ano 2010 Total Alimentar+Não Alimentar ,2% Total Alimentar+Não Alimentar (excepto combustíveis) ,6% Total Alimentar ,0% FMCG ,5% Perecíveis ,5% Total Não Alimentar ,0% Total Não Alimentar (excepto combustíveis) ,6% Bens de equipamento ,6% 9

10 Entretenimento+Papelaria ,1% MNSRM ,5% Vestuário ,2% Combustíveis ,5% Fonte: AC Nielsen, GfK e Kantar Notas: Bens de equipamento corresponde à soma dos mercados de Electrónica de Consumo, Linha Branca, Pequenos Domésticos, Informática e Telecomunicações. Entretenimento inclui livros, consolas e seus acessórios, software e filmes dvd/vhs. MNSRM - Medicamentos não Sujeitos a Receita Médica Combustíveis inclui consumo de particulares A informação apresentada com excepção de Perecíveis inclui o comércio moderno e tradicional. Perecíveis apenas inclui o comércio moderno. Nível de cobertura da informação relativamente ao total nacional (valor médio estimado): FMCG - 95% Perecíveis - 57% Bens de Equipamento e Entretenimento+Papelaria - 84% MNSRM 95% Vestuário 65% III- APED EM NÚMEROS A APED no final de 2011 era constituída por 121 empresas associadas. Estas empresas detinham no final de 2011, 3150 lojas que correspondiam a 2,8 milhões de m2 de área de venda. Face ao ano anterior, não incluindo o aumento do número de lojas de novos associados que entraram na APED em 2011, abriram 85 novas lojas dos associados APED. O volume de vendas agregado das empresas associados APED estimado para o ano de 2011 deverá ser de 16 mil milhões euros o que corresponde a 9% do PIB gerado em Portugal. Em relação ao número de empresas por sector de actividade, constata-se que 33% dos associados APED eram retalhistas de têxtil/calçado, 28% do alimentar, 9% de mobiliário/diy, 5% de electrónica de consumo, 5% de desporto e os restantes 20% de outras categorias. Se se utilizar como critério de segmentação dos associados APED o volume de negócios constata-se que 71% provém de associados do sector alimentar e 29% do não alimentar. 10

11 Do universo de colaboradores dos associados APED, 69% eram do sector alimentar e 31% do não alimentar. Analisando os anos mais recentes verifica-se que tem aumentado o peso dos colaboradores do sector não alimentar face ao alimentar, o que em parte está relacionado com o aumento do número de associados da APED de formato não alimentar. Registamos aqui a nossa preocupação quanto aos dados do emprego, pois este sector não sairá incólume da actual crise financeira, que atinge já fortemente os nossos associados, sendo de esperar uma inversão na tendência de criação de emprego sentida até ao ano de Em termos de tipo de contrato, regista-se a estabilidade do vínculo laboral dos colaboradores dos associados APED. No ano de 2010, 69% dos colaboradores tinham vínculo de efectivo, tendo este indicador estabilizado nos últimos anos. Empresas associadas APED Número de empresas APED Volume de Negócios APED 9% 20% 33% 5% 7% 4% 10% 3% 5% 5% 28% Têxtil/Calçado Alimentar Desporto Electrónica de Consumo Mobiliário/DYI Outros 71% 11

12 IV - CONGRESSO DA DISTRIBUIÇÃO MODERNA GANHAR O FUTURO, 17 E 18 DE JANEIRO DE 2012 O Congresso da APED sempre foi uma iniciativa mobilizadora para a sociedade e economia portuguesa. Prova disso foi a presença, em sessões anteriores, de oradores de grande prestígio como o Prémio Nobel Al Gore e o ex-primeiro-ministro espanhol José Maria Aznar. Nos dias 17 e 18 de Janeiro de 2012 irá realizar-se o IV Congresso da Distribuição Moderna. Este congresso irá suscitar o debate sobre os temas mais relevantes para o País, num contexto de crise económica. Oradores de interesse e relevância nacional e internacional vão partilhar ideias e pensamentos estratégicos sobre as várias vertentes deste momento de viragem em termos políticos, económicos e sociais, e as alternativas para construir um futuro sustentável. Com este evento pretende-se também determinar os principais desafios que se colocam ao sector da distribuição moderna, evidenciando o seu papel enquanto agente indutor de inovação na economia e na sociedade. A ampla cobertura mediática que já é habitual neste sector é levada ao expoente máximo com os oradores relevantes que irão participar no congresso. A edição deste ano contará com 5 oradores internacionais, entre os quais se destacam: Joseph Stiglitz Economista de renome internacional. Nobel da Economia em Ocupou cargos como vice-presidente e economista chefe do Banco Mundial. Foi coordenador, nas Nações Unidas, da comissão da reforma do sistema monetário e financeiro internacional. Docente universitário e presidente da International Economic Association. Lidewij Edelkoort Pioneira mundial de tendências globais. Apresentará as tendências para o futuro no consumo e no retalho. 12

13 V- PARTICIPAÇÃO DA APED NO EUROCOMMERCE Fundado em 1993, o EuroCommerce representa os sectores do comércio a retalho, grossista e internacional na Europa. A sua composição inclui federações de comércio de 31 países, as associações europeias e nacionais representantes de sectores específicos do comércio e empresas individuais. A sua missão é: promover a visibilidade e defender os interesses do comércio nas instituições europeias, assegurando que são entendidas e levadas em conta as preocupações e realidades do sector em todo o processo de tomada de decisão; sensibilizar os decisores da UE da importância do comércio na economia europeia; melhorar a qualidade da legislação, de modo a reduzir os custos e incertezas para as empresas; manter os seus membros informados dos desenvolvimentos na UE que tenham impacto sobre suas actividades diárias. Emprego UE27 (224 milhões) Ano 2010 Nº empresas UE27 (20,8 milhões) Ano 2010 Valor Acrescentado Bruto UE27 Ano % 6% 11% 31% 25% 55% 11% 58% 20% 67% Agricultura Serviços Indústria Comércio Fonte : EuroCommerce Desde Janeiro de 2011 que a APED, em representação de Portugal, integra o Board e o Steering Committe do EuroCommerce. Para além de integrarmos os grupos de trabalho da área do ambiente e logística, área alimentar e saúde pública, acompanhamos com particular proximidade todos os temas da agenda europeia, contribuindo activamente com informações relativas à realidade nacional. 13

14 Os temas que temos seguido mais de perto são: - relações contratuais B2B - relações ao longo do suplly chain do sector agro-aliementar - cartões de pagamento - quadro regulatório das relações comerciais, discussões no Parlamento Europeu e actividade da Comissão, conhecimento de práticas de outros países europeus - barreiras à livre circulação de mercadorias e bens no mercado interno - legislação de protecção do consumidor - assuntos de direito da Concorrência - outra legislação em discussão que abranja o sector dos retalhistas. Esta participação tem sido fértil em oportunidades de troca de conhecimentos, partilha de informações muito relevantes em termos da formação do processo legislativo do Parlamento e Comissão Europeia, e tem permitido à APED obter argumentos e aceder a estudos que fundamentam a defesa integrada do sector retalhista na Europa. A presença da APED no EuroCommerce resulta de acordo com a CCP, sendo a representação nacional assegurada em mandatos alternados por estas duas organizações. VI -NOVO CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS APED/CIP/CAP Conscientes da cada vez maior importância de estabelecer uma plataforma de entendimento entre os principais actores do mercado, a então designada Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) e a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) celebraram, em 17 de Julho de 1997, um Código 14

15 de Boas Práticas Comerciais que estabeleceu um conjunto de princípios, regras e procedimentos aplicáveis no relacionamento entre os respectivos associados. Não obstante o importante caminho percorrido ao longo dos últimos 14 anos, persistem ainda dificuldades no relacionamento entre fornecedores e distribuidores que mereceram, aliás, a análise da Autoridade da Concorrência no seu Relatório Final sobre Relações Comerciais entre a Distribuição Alimentar e os seus Fornecedores, de Outubro de 2010, e a elaboração de um conjunto de recomendações destinadas a proporcionar um quadro mais eficaz de resolução das principais dificuldades identificadas Reconhecendo a necessidade de aprofundar um relacionamento aberto e concorrencialmente saudável, as Partes Subscritoras do Código consideram que é do seu interesse, bem como dos respectivos associados, pugnar pelo reforço do quadro de relacionamento comercial entre a produção e a distribuição, fundamental para assegurar um desejável equilíbrio e cooperação, que é não apenas do seu interesse, mas também do interesse dos consumidores. A Confederação dos Agricultores Portugueses (CAP) manifestou expressamente junto da CIP e da APED a vontade de aderir ao Código de Boas Práticas Comerciais, facto que se considera da maior importância no processo de aprofundamento do desejável equilíbrio e cooperação no relacionamento entre fornecedores e distribuidores; Na linha das recomendações formuladas pela Autoridade da Concorrência no já referido Relatório Final sobre Relações Comerciais entre a Distribuição Alimentar e os seus Fornecedores, foi considerado pelas partes que o reforço do quadro de relacionamento comercial entre a produção e a distribuição e a resolução dos problemas que persistem nesse relacionamento deve assentar sobretudo num modelo de auto-regulação; Decorreram ao longo do ano de 2011 um conjunto de reuniões tripartidas de modo a consensualizar um novo Código de Boas Práticas Comerciais que testemunhe a vontade reforçada de promover o desejável equilíbrio e cooperação no relacionamento entre fornecedores e distribuidores. Aguarda-se que em 2012 se acorde na versão final e assinatura do mesmo. 15

16 VII - PORTUGAL SOU EU - INICIATIVA DO GOVERNO, MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO E MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO MAR, DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO O Conselho de Ministros aprovou a iniciativa Portugal Sou Eu no âmbito dos objectivos considerados prioritários pelo Governo nomeadamente, a reestruturação e a renovação do tecido empresarial nacional e o aumento da competitividade da economia portuguesa. A iniciativa «Portugal Sou Eu» assenta em quatro vectores fundamentais, com o objectivo de mobilizar o país para o desígnio do crescimento económico, evidenciando a importância social e económica do consumo e da produção de produtos e de serviços com relevante contributo para a economia nacional, como meio de fomento da competitividade das empresas e do emprego. A iniciativa «Portugal Sou Eu», assenta nos seguintes princípios orientadores: a) Apoiar a competitividade das empresas nacionais; b) Fomentar a produção nacional de bens e de serviços com acrescida incorporação de valor; c) Estimular a mudança de atitude dos consumidores e das empresas, no sentido de reconhecerem a qualidade intrínseca dos produtos e dos serviços nacionais; d) Dinamizar a procura dos produtos e dos serviços que mais contribuem para a criação de valor em Portugal. Neste contexto, pretende-se entre outros disponibilizar aos agentes económicos nacionais uma ferramenta que permita determinar o valor de incorporação nacional nos seus produtos, quer do sector industrial, quer do sector agrícola/pescas, que suporte a evidência desta incorporação junto dos seus clientes e consumidores finais. Foi assim, criada uma Comissão Técnica de Normalização ad hoc, presidida pelo Instituto Português da Qualidade e da qual a APED foi membro permanente. O intuito da CTA ad hoc (CTA27) era promover a discussão entre as partes consideradas especialistas e interessadas no assunto, tendo em vista a elaboração de um documento e a sua aprovação como Especificação Técnica. A APED esteve presente em todas as reuniões da CTA27 da qual, após consulta pública, resultou o Documento Normativo Português DNP TS Este documento especifica a estrutura de cálculo dos custos directos dos produtos, individualmente ou por famílias de produtos, com identificação para cada 16

17 componente da percentagem da incorporação nacional, permitindo a determinação do valor total dessa incorporação. O IAPMEI tem vindo a testar a estrutura de cálculo junto dos operadores económicos nomeadamente junto de alguns dos associados da APED. VIII PARCA, PLATAFORMA DE ACOMPANHAMENTO DAS RELAÇÕES NA CADEIA ALIMENTAR O Programa do XIX Governo constitucional elenca nas suas prioridades o aumento da competitividade da economia portuguesa, nomeadamente através da valorização da produção nacional como contributo para o aumento da produção e competitividade das empresas portuguesas e para o emprego, neste âmbito é criada a PARCA- Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Alimentar. Perante a necessidade de garantir a transparência nas relações da produção, transformação e distribuição da cadeia agro-alimentar e promover a criação e dinamização de mercados de proximidade torna-se fundamental a promoção de um diálogo organizado, próximo e regular entre os representantes dos diferentes sectores. Neste contexto, a PARCA tem por missão promover a análise das relações entre os sectores de produção, transformação e distribuição de produtos agro-alimentares, com vista ao fomento da equidade e do equilíbrio na cadeia alimentar. A APED enquanto elemento constituinte da PARCA tem assumido os seus compromissos e desempenhado um papel activo a nível das reuniões plenárias, bem como das subcomissões e grupos de trabalho temáticos desenvolvidos no seio da PARCA. IX - NOVO SACO VERDE APED A APED lançou em Janeiro 2011 o seu novo saco reutilizável, constituído em 99% por PET reciclado. Este saco distingue-se do anterior modelo pelo facto de apresentar maior resistência, capacidade e durabilidade, para além da composição. O lançamento deste novo Saco Verde traduz o sentido de responsabilidade da APED relativamente ao Ambiente e à Prevenção de resíduos, contribuindo para o consumo sustentável dos recursos naturais e para a promoção do eco-consumo. 17

18 No ano de lançamento do novo saco foram vendidas unidades, o que vem demonstrar a grande adesão dos consumidores a esta solução ambientalmente mais adequada. X - PPEC, PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉCRICA Em 2011 decorreu a fase final de implementação do PPEC Programa de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica, gerido pela APED com o apoio técnico da E.Value, o parceiro no projecto. O PPEC é um programa de apoio aos consumidores de electricidade, gerido pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, ERSE. O seu objectivo é, através de medidas compensatórias, colmatar falhas de mercado com a promoção de técnicas eficientes de utilização de energia eléctrica, garantindo a redução sustentada dos consumos de electricidade. O programa da APED prevê duas medidas distintas de promoção da eficiência energética nas lojas dos seus associados: substituição de lâmpadas de halogéneo por LED e substituição de fluorescentes (móveis de frio) por LED. A actividade decorrida ao longo do ano contemplou um reforço das acções de promoção e divulgação do programa junto dos associados, o contacto com fornecedores e outros stakeholders e a gestão de todo o processo até à concretização dos investimentos, destacando-se a avaliação da componente técnica das candidaturas e a determinação dos montantes de comparticipação respectivos. O investimento em equipamento LED totalizou ,76, correspondendo a um apoio no âmbito do PPEC de ,56. Com este programa a APED assegurou o cumprimento dos objectivos de poupança energética previstos, para além promover junto dos associados a poupança de 36,1% sobre os custos de investimento. XI - NOVO S.I.G.R.E. NOVO VERDE A nova sociedade gestora de resíduos de embalagens - NOVO VERDE - terá por missão assegurar a implementação de um sistema integrado de gestão de resíduos de embalagens, baseado num modelo concorrencial e sustentável, garantindo a 18

19 gestão dos resíduos de embalagens em conformidade com os princípios e normas aplicáveis nesta matéria. Com a criação de uma nova entidade gestora para este fluxo de resíduos pretendese eliminar o actual monopólio da Sociedade Ponto Verde, para além de promover a diminuição de custos e proporcionar a regulação do mercado. Em 2011 foi constituída a comissão técnica Novo Verde, com a finalidade de avaliar e consolidar a componente financeira e técnica do projecto, no âmbito da qual se verificaram diversos desenvolvimentos, nomeadamente ao nível do modelo de negócio e dos trabalhos preparatórios para a constituição da sociedade. As actividades da Novo Verde foram desenvolvidas em estreita colaboração com a ERP Portugal, o parceiro da APED no projecto. A sociedade terá a forma de uma S.A., sendo o seu capital social distribuído do seguinte modo: APED 49% ERP SAS 49% Empresas associadas APED e ERP 2% A NOVO VERDE será gerida por um Conselho de Administração e terá um Director- Geral contratado pela sociedade. Aguarda-se a decisão das entidades competentes sobre o pedido de licenciamento para o caderno de encargos apresentado. XII - APOIO JURÍDICO ASSOCIADOS Um dos serviços prestados pela APED aos seus associados com maior prevalência é o apoio jurídico nomeadamente em matéria de direito laboral. Contando com a assessoria de um especialista em direito laboral, foram prestados no ano de 2011, 85 esclarecimentos a questões colocadas pelos associados. Este serviço é prestado de forma gratuita às empresas associadas da APED, sendo que desempenha uma mais-valia para os associados permitindo esclarecer questões de interpretação do Contrato Colectivo de Trabalho da APED, dúvidas sobre nova legislação laboral ou outras matérias relevantes. 19

20 XIII - NEGOCIAÇÃO CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO APED Durante o ano de 2011 ocorreram as negociações no âmbito do CCT em vigor para o sector, com a FESTE, CESP e Sindicato das Carnes, não tendo sido possível estabelecer acordo entre as partes quanto a alterações a introduzir, quer de natureza pecuniária, quer de revisão do clausulado actual. A negociação directa entre as partes ocorreu durante 5 reuniões, tendo prosseguido a mediação sob a égide do Ministério do Trabalho. Não tendo sido celebrado acordo, o processo foi suspenso e deverá ser retomado em XIV - QUESTÕES DE NATUREZA CONCORRENCIAL Durante o ano de 2011, a APED manteve um diálogo institucional com a Autoridade da Concorrência, quer no âmbito de prestação de informações respondendo a questões colocadas pela Autoridade nos sectores, quer no que diz respeito à queixa apresentada em 2003 relativa ao tema cartões de pagamento. Já no final do ano, a APED tomou duas iniciativas: - Apresentação de posição e sugestões no âmbito da revisão da Lei da Concorrência, aquando da consulta pública efectuada pelo governo; - Pronunciação sobre o processo de concentração sob análise da AdC, relativo à aquisição da Renoldy pela Lactogal, prevendo-se a conclusão deste processo para o 2º semestre de XV - NOVOS PROTOCOLOS AEP No âmbito do programa "Compro o que é nosso", a APED e a Associação Empresarial de Portugal (AEP), assinaram um protocolo de parceria, no dia 13 de Junho de Através desta parceria, a APED e a AEP unem esforços com vista a potenciar a valorização da produção nacional, através de uma divulgação abrangente e de acções de sensibilização junto das empresas associadas da APED. 20

21 APA Decorreu o primeiro ano de implementação do protocolo de colaboração no âmbito da Prevenção estabelecido com a Agência Portuguesa do Ambiente, assinado em finais de Como compromissos estabelecidos para a APED neste protocolo salientam-se o desenvolvimento de acções de sensibilização e divulgação, o apoio a projectos de investigação e desenvolvimento, e o desenvolvimento de objectivo anuais direccionados para a Prevenção. Dando cumprimento ao protocolo, a APED desenvolveu em 2011 um conjunto de iniciativas enquadráveis nos compromissos assumidos, entre as quais o lançamento de um novo saco reutilizável, a promoção de um estudo de investigação & desenvolvimento (ID) no domínio dos óleos alimentares usados e a realização de um seminário para divulgação de boas-práticas da Distribuição sobre consumo sustentável. Este protocolo constitui mais uma iniciativa que vem demonstrar o sentido de responsabilidade da APED e empresas associadas relativamente à promoção do desenvolvimento sustentável e reforçar o seu posicionamento na implementação de estratégias e políticas ambientais. 21

22 ACATS A APED e a Associação Catarinense de Supermercados (ACATS) do Brasil assinaram um protocolo de cooperação institucional que visa a troca de experiências e cooperação técnica, com o objectivo de atingir as melhores práticas na área da distribuição. O protocolo estabelecido incide, sobretudo, em questões relacionadas com a utilização e redução do consumo de sacos de plástico no retalho, prevenção de quebras nos produtos, relações laborais e de recursos humanos e sustentabilidade. Está também prevista cooperação a nível jurídico e tributário no sector, intercâmbios comerciais, culturais e técnicos. Neste protocolo são salvaguardadas as especificidades legais de cada país, podendo ainda ser estendido a outras áreas de interesse de ambas as partes MOVIMENTO ECO A APED assinou o Protocolo "Movimento ECO - Empresas contra os Fogos", manifestando uma importante disponibilidade no sentido de contribuir para o esforço suplementar necessário para a campanha nacional de prevenção e ataque inicial dos incêndios florestais. O Movimento ECO é um movimento da sociedade civil, que nasceu com o propósito de congregar vontades políticas, empresariais e sociais na prevenção e combate aos incêndios florestais, que todos os anos atingem o nosso país. Presidido pelo Dr. Murteira Nabo, corporiza a parceria entre empresas, o Ministério da Administração Interna e o Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas. 22

23 O seu objectivo principal é o de accionar a responsabilidade social das empresas e instituições no sentido da prevenção e do combate aos incêndios florestais, potencializando capacidades de disseminação aos cidadãos de mensagens de prevenção de comportamentos de risco. XVI -DINAMIZAÇÃO DE PROTOCOLOS CAP O Protocolo APED- CAP celebrado em 1995 tem como objectivos fundamentais a orientação efectiva da produção agrícola para o mercado e o fomento do consumo de produtos agro-alimentares. Constitui uma plataforma de diálogo directo entre a produção e a distribuição com o objectivo de determinar um núcleo de áreas de interesse mútuo, a aplicar preferencialmente aos sectores dos hortofrutícolas, do vinho e das carnes. Dando cumprimento ao protocolo, a APED e a CAP desenvolveram em 2011 as seguintes iniciativas, Queijos DOP: ARCOLSA (Associação Regional dos Criadores de Ovinos da Serra da Arrábida) visitas às queijarias e agrupamento (produção de leite, produção de queijo, controlo e certificação, apresentação, manuseamento conservação; painel de provadores e prova dirigida); Vinho: Fundação Eugénio de Almeida- Acção de formação sobre vinho Identificação e caracterização de castas; prova; visita ao produtor; Festival do Vinho e Queijos /Feira Nacional de Agricultura: Prova comentada dos vinhos do Concurso Nacional de Vinhos 2011 com medalhas Prestígio ; Visita guiada pelos expositores do 6º Festival Nacional do Vinho (apresentação e prova); Prova harmonizada e comentada de queijos medalhados no 1º Concurso Nacional de queijos tradicionais com nomes qualificados; Azeite, Enchidos e Mel/ Feira Nacional de Agricultura: Prova comentada dos azeites com medalhas de ouro atribuídas pelo Concurso Nacional de Azeite Virgem Extra 2011; Prova harmonizada e comentada de enchidos 23

24 medalhados no 1º Concurso Nacional de enchidos, ensacados e presuntos tradicionais portugueses com nomes qualificados; Prova comentada de méis medalhados no Concurso Nacional de Mel; Visita guiada pelas ilhas de azeite (apresentação e prova); Seminário O MERCADO DO VINHO - Tendências da produção e da comercialização. MAI O Protocolo assinado em Maio de 2010 entre a APED e o MAI tem-se revelado bastante frutífero para os associados APED. Um dos grandes eixos do Protocolo foi a facilitação do contacto entre os responsáveis de segurança das unidades comerciais e os agentes de autoridade locais permitindo maior rapidez no tratamento dos eventos que colocam em causa a segurança dos pontos de venda. Denotou-se neste processo o interesse e dedicação evidenciado por grande parte dos agentes locais nomeados no âmbito do protocolo e a agilidade que manifestaram na troca de informação entre as forças de segurança e os associados APED. Outra das iniciativas emanadas desta maior interligação entre as forças de segurança e os responsáveis de segurança dos associados APED foi o procedimento adoptado pelo Comando Metropolitano da PSP do Porto com o formulário manual de auto sumário de entrega que tornou desnecessária a deslocação do representante legal da superfície comercial a uma Esquadra da PSP para apresentar a respectiva denúncia. As duas acções de formação realizadas no ano de 2011 ministradas pelas forças de segurança, em Lisboa e no Porto também foram consideradas pelos associados APED como bastante úteis e esclarecedoras, contando com a participação de mais de 60 colaboradores das empresas associadas da APED. Finalmente, no âmbito do Protocolo, referência à coordenação e articulação entre a APED, empresas associadas e gabinete de gestão de crise do MAI durante a greve dos camionistas verificada em Março de

25 XVII -SEMINÁRIOS Marcas da Distribuição Uma Aposta Ganha A APED organizou no âmbito do dia APED na Alimentaria & Horexpo, o seminário Marcas da Distribuição - Uma Aposta Ganha que teve lugar na manhã do dia 28 de Março de 2011 no auditório III da FIL - Parque das Nações. Face ao crescimento que as marcas da distribuição têm vindo a registar no cabaz de compras dos consumidores em Portugal, pretendeu-se promover um olhar crítico para as razões que justificam o sucesso desta aposta e, ao mesmo tempo, perceber qual o panorama e tendência a nível europeu. O seminário contou com a participação dos seguintes oradores: António Almeida, Managing Director da AC Nielsen; Reinder Van Dijk, Managing Consultant da Oxera Consulting; Jorge Morgado, Secretário-Geral da DECO; Raquel Silva, Gestora de Produto da SGS ICS; Xavier Durieu, CEO do Eurocommerce. Esta iniciativa revelou-se um sucesso, contando com a presença de 112 participantes, diversos órgãos de comunicação social e tendo na sessão de encerramento o Secretário de Estado do Comércio. 25

26 Fileiras alimentares. Alavanca da Economia Regional. Em Março, integrado no dia APED na Alimentaria & Horexpo foi promovido o Seminário Fileiras Alimentares. Alavanca da Economia Regional. Este seminário constituiu uma oportunidade de divulgar as parcerias entre a distribuição e a produção que resultam no fomento do desenvolvimento regional, criação de emprego, mitigação da desertificação das regiões agrícolas e constituem indiscutível valia económica e social. Marcação CE A sua importância para o Mercado Interno Em Junho foi promovido, em parceria com o Instituto Português da Qualidade, o Seminário Marcação CE A sua importância para o mercado interno. Este seminário visou sensibilizar e esclarecer os associados da APED, sobre o que é a Marcação CE, como e quando se aplica, o seu contributo para um mercado 26

27 seguro, como é feita a fiscalização do mercado e a sua importância e o papel que desempenha no desenvolvimento do Mercado Interno. Consumo Sustentável A Resposta da Distribuição Moderna Em Setembro foi realizado o Seminário da APED Consumo Sustentável a resposta da Distribuição Moderna, no âmbito das actividades do GreenFest, o principal Fórum nacional na área da Sustentabilidade. Este evento constituiu mais uma oportunidade para divulgar as iniciativas, produtos e serviços sustentáveis adoptados pelas empresas associadas da APED e para promover a partilha do conhecimento na área do consumo sustentável. XVIII - ESTUDOS A APED no ano de 2011 realizou 10 estudos de conteúdo bastante relevante para as empresas associadas. Um dos estudos de referência do sector do comércio moderno é o Ranking APED. Neste documento são apresentados os principais indicadores das empresas associadas da APED nomeadamente Volume de Negócios, Lojas, Área de Venda Colaboradores e Produtividade. Este estudo continua a ser um instrumento insubstituível e sempre muito aguardado de monitorização anual do sector. Outro estudo realizado foi o Balanço de Recursos Humanos. A realização deste documento assentou em dois objectivos principais: por um lado apresentar de forma clara e transparente os resultados em matéria de recursos humanos dos associados APED perante os seus diferentes stakeholders e por outro lado servir de benchmarking para as empresas associadas compararem os seus indicadores com a média global do sector. Esta edição foi dividida em oito secções: Contribuição para o emprego; Caracterização; Contribuição para a actividade económica; Estabilidade e valorização no emprego; Absentismo; Acidentes de trabalho; Formação profissional; Acções de responsabilidade social dirigidas aos colaboradores das empresas associadas APED. Ao longo do documento são efectuadas comparações com outros países europeus e também com outras actividades económicas a nível 27

28 nacional contribuindo para a contextualização da realidade observada nos associados APED e no sector do comércio. Numa base trimestral no ano de 2011 foi também realizado o Barómetro de Vendas APED que permite dar uma visão global sobre os diferentes mercados onde os associados APED operam. Com recurso à informação das empresas de estudos de mercado especialistas nas diferentes áreas de negócio do retalho alimentar e não alimentar foram apresentadas a evolução das vendas, quotas de mercado, preço médio, entre outras variáveis. Outra informação relevante apresentada neste documento foi a abertura de lojas dos associados APED permitindo monitorizar de forma constante este indicador. Neste ano, e com uma periodicidade trimestral foram também disponibilizados aos associados os estudos sobre os mercados de Têxtil e Combustíveis. Estes estudos realizados pela Kantar Worldpanel permitem monitorizar as tendências de consumo e as quotas de mercado, e vão de encontro às necessidades dos associados em termos de informação relevante para o desempenho da sua actividade. Foi também realizado o estudo de Concentração da Distribuição e da Produção. Através de uma análise realizada pela AC Nielsen com base nas vendas em valor das 31 categorias com maior volume de negócios e que representam 62,2% do total de FMCG evidenciou-se que os fabricantes detêm actualmente uma maior concentração de mercado do que os retalhistas. O Survey Salarial APED 2011 foi outro dos estudos efectuados e consiste no diagnóstico da gestão de recursos humanos não quadros, avaliando o esforço despendido no plano social, em termos de massa salarial bem como aferindo a posição de cada empresa face aos outros associados do mesmo sector de actividade, contribuindo assim para uma correcta definição e melhor controlo. Este estudo apresenta de forma segmentada, consoante a dimensão de cada loja e por cada categoria profissional dos trabalhadores não quadros, o salário mínimo mensal, mediano mensal, máximo mensal, dispersão do leque salarial, salário anual e o número de trabalhadores equivalente ao regime de tempo completo (FTE S) quer para os segmentos da distribuição alimentar, quer para o da distribuição não alimentar. No âmbito das actividades da Comissão de Ambiente foi promovida a realização de um estudo de ID sobre óleos alimentares usados. Com a realização deste estudo a APED presta um serviço aos associados considerados Produtores de óleos 28

29 alimentares, na medida em que assegura o cumprimento de uma obrigação legal em representação dessas empresas. O estudo foi adjudicado à Unidade de Bioenergia do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) e tem como objectivo principal a avaliação do potencial de óleos alimentares para a produção de biodiesel. No âmbito das actividades da Comissão de Produtos de Saúde e Bem Estar foi promovido o estudo Quantitative Switch Assessment o objectivo principal do estudo é identificar as combinações molécula-dosagem-formulação que em Portugal sejam ainda sujeitas a prescrição médica, ao contrário do observado em outros países europeus. As conclusões do estudo servem de suporte à pretensão da APED no que concerne ao alargamento da lista nacional de situações passíveis de automedicação e, consequentemente, da lista de medicamentos não sujeitos a receita médica. Foi dada continuidade ao estudo Price Trend Overview: Cabaz Top 10 IMS. Os resultados do estudo têm por objectivo alimentar a comunicação da APED junto das autoridades e do consumidor no sentido de contribuir para o alargamento da lista nacional de situações passíveis de automedicação e, consequentemente, da lista de medicamentos não sujeitos a receita médica. XIX -NOVOS ASSOCIADOS Um dos objectivos prioritários da APED em 2011 era reforçar a sua representatividade, atraindo o maior número possível de empresas do sector em Portugal. A APED desenvolveu esforços nesse sentido, sendo que neste ano registou-se a maior entrada de novos associados desde o ano de No ano de 2011, filiaram-se na APED 22 novas empresas sendo o formato destes associados 29

30 bastante diversificado abrangendo desde o comércio a retalho alimentar, telecomunicações, vestuário, calçado, desporto, ourivesaria e joalharia, perfumaria e cosmética. Na tabela em baixo apresentamos em detalhe os novos associados APED em 2011: EMPRESA INSÍGNIA Nº LOJAS ÁREA VENDA M 2 DE ALEXICA MINIMERCADOS, LDA MINIPREÇO BI-JOY-DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS REPRESENTADOS, S.A. JOY CACIFO - COMÉRCIO DE ARTIGOS DE DESPORTO, SA SPORTSDIRECT.COM CALZEDONIA PORTUGAL, LDA CALZEDONIA, INTIMISSIMI, TEZENIS DEICHMANN CALÇADOS - UNIPESSOAL, DA DEICHMANN DIBEL SOC. IMPORTADORA DE PRODUTOS DE BELEZA, SA THE BODY SHOP ENSITEL - LOJAS DE COMUNICAÇÕES, SA ENSITEL FÁBRICA DE CALÇADO CAMPEÃO PORTUGUÊS, SA CAMPORT, SPORTS STYLE, VISUAL SPORTS FPS FERNANDES PIRES - SUPERMERCADOS, LDA MINIPREÇO ILUSTRETREVO - UNIPESSOAL, LDA MINIPREÇO JOSÉ BRÁS SUPERMERCADO UNIPESSOAL, LDA MERCADOS BRÁS LUÍS EMANUEL TAVEIRA ABREU MINIPREÇO MINIPAIVA SUPERMERCADOS, LDª MINIPREÇO MIROGLIO PORTUGAL - COMÉRCIO DE PRONTO A VESTIR, LDª ELENA MIRÓ, CARACTERE MOALCARNES - SOCIEDADE COMERCIAL DE TALHO, LDA MINIPREÇO POSITIVORIGEM, LDA MINIPREÇO STATION ARRIFANA - CENTRO DE MANUTENÇÃO DE VEÍCULOS, LDA ROADY

31 STATION CARVALHOS - CENTRO DE MANUTENÇÃO DE VEÍCULOS, LDA ROADY STATION GÂNDARA - CENTRO DE MANUTENÇÃO DE VEÍCULOS, LDA ROADY TRIUNFO DA LUA, LDA MINIPREÇO VISÃO DO TEMPO II - DISTRIBUIÇÃO, SA PANDORA WORLD STORES - COMÉRCIO INTERNACIONAL, LDA BEAUTY STORES XX -MUDANÇA DE SEDE Em Março de 2011 a APED mudou a sua sede para o edifício Classique, situado na Rua Alexandre Herculano, passando a dispor de instalações mais adequadas à sua actividade, permitindo desenvolver um conjunto de encontros na sede, deixando de alugar espaços externos para a realização de conferências de imprensa, pequenas conferências, realização de fóruns temáticos, etc. 31

32 XXI -ACTIVIDADE DAS COMISSÕES TÉCNICAS Comissão de Ambiente Ao longo do ano 2011 a Comissão do Ambiente procurou dar continuidade às actividades em torno da melhoria contínua do desempenho ambiental do sector e do cumprimento da legislação aplicável. As principais acções desenvolvidas centraram-se nas vertentes da prevenção de resíduos e promoção do consumo sustentável, seguindo, assim, as tendências da política comunitária e nacional em matéria de resíduos. Foi ainda acompanhada em grande proximidade a actividade das comissões adhoc Novo Verde e as subcomissões Subprodutos de origem animal (SPOA) e Medicamentos, entretanto criadas, para além de alguns diplomas em preparação/revisão. O ano 2011 ficou marcado pela realização do seminário Consumo sustentável a resposta a Distribuição Moderna, no âmbito das actividades do Green Festival. Este seminário teve como principal objectivo dar a conhecer as boas práticas ambientais das empresas da Distribuição, a par da melhoria da imagem do sector e do reforço da proximidade com diferentes stakeholders. O novo saco reutilizável da APED marcou também o ano 2011, cujo lançamento ocorreu em Janeiro desse ano. O projecto novo Saco Verde foi desenvolvido pela Comissão de Ambiente no ano anterior, a qual acompanhou em 2011 o seu lançamento e monitorizou as vendas. Em 2011 foi mantida a participação da APED na Comissão de Acompanhamento do Programa de Prevenção de Resíduos Urbanos, em funcionamento na Agência Portuguesa do Ambiente. No contexto das obrigações legais para os Produtores de óleos alimentares, foi delineado um estudo de ID no domínio da prevenção e valorização dos óleos alimentares usados. A Comissão de Ambiente desenvolveu os objectivos e âmbito do estudo Avaliação do potencial de óleos alimentares/azeites usados para a produção de biodiesel e das emissões de GEE resultantes dessa produção, cujo desenvolvimento ficou a cargo do LNEG. A legislação referente aos subprodutos de origem animal, a revisão da Directiva sobre Resíduos de Equipamentos Electrónicos e Electrónicos (REEE) e o diploma que transpõe a Directiva Quadro dos Resíduos mereceram também o envolvimento da Comissão de Ambiente. Foram identificadas as implicações para o sector da Distribuição e, em alguns casos, enviados os respectivos comentários às entidades oficiais e Eurocommerce. 32

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