NAPE. Núcleo de Apoio PsicoEducativo. Divisão de Assuntos Sociais
|
|
|
- Denílson Brandt Coelho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NAPE Núcleo de Apoio PsicoEducativo Divisão de Assuntos Sociais
2 Missão A missão do NAPE centra-se no combate ao insucesso e abandono escolar com intervenção dirigida preferencialmente aos alunos do pré-escolar e do 1º ciclo. Centramos a intervenção nesta fase do desenvolvimento porque acreditamos na eficácia a médio e longo prazo da intervenção primária e de carácter preventivo. O NAPE rege-se pela convicção de que só a criação de espaços terapêuticos que perspetivem o desenvolvimento global das crianças, pode garantir, não só o respeito humano e técnico que estas merecem, como uma intervenção séria e rigorosa. Assim, e de forma a dar uma resposta precisa e adequada às necessidades das crianças, a Equipa do NAPE é constituída por Psicólogos e Técnicos de Educação, oferecendo uma resposta diferenciada de intervenção psicopedagógica e psicológica na área da educação. Página 2 de 6
3 Fluxograma da intervenção Referenciação Escola Iniciativa de alunos e/ou Encarregados de Educação Outras Entidades Reunião da Equipa NAPE Análise da Ficha de Referenciação Análise do carácter Prioritário da Intervenção Avaliação da Situação Entrevistas de Triagem e Avaliação Contactos com a Escola, Encarregados de Educação e Aluno Reunião da Equipa NAPE Encaminhamento para a resposta mais adequada a cada caso específico Informação Feedback à Escola, Encarregado de Educação e/ou Aluno, da decisão tomada Intervenção Consoante a necessidade e adequada às respostas disponíveis Informação Feedback à Escola/ Envio de Relatório Página 3 de 6
4 Atividades do NAPE 1. Acompanhamento Psicológico 2. Acompanhamento Psicopedagógico 3. Grupos Psicopedagógicos 4. Oficinas de Competências Pessoais e Sociais 5. Grupos de Pais Descrição Sumária 1.Acompanhamento Psicológico O acompanhamento psicológico tem como objetivo promover o bem-estar afetivo e o desenvolvimento cognitivo. A necessidade de apoio psicológico, para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou problemas de comportamento, resulta da evidente relação entre fatores afetivos e cognitivos, bem como na influência determinante que estes fatores têm na capacidade de aquisição de conteúdos escolares. Neste âmbito, lembramos as palavras do Dr. João dos Santos quando refere que as crianças com dificuldades de aprendizagem e/ou problemas de comportamento apresentam problemas de ordem emocional que se traduzem, geralmente, num bloqueio da capacidade de comunicar, imaginar, pensar ou num agir constante que não lhes permite enfrentar as exigências escolares e que quase todas estas crianças são instáveis ou bloqueadas, havendo sempre por detrás uma depressão acentuada, mais ou menos disfarçada por sintomas comportamentais diversos. Posto isto, o acompanhamento psicológico procura, através da relação humana (estudados os seus aspetos técnicos), ser um dinamizador da vida psíquica no sentido de um crescimento saudável. 2. Acompanhamento Psicopedagógico O apoio psicopedagógico tem como principal finalidade avaliar e intervir nas dificuldades singulares de cada criança, diretamente relacionadas com o insucesso e/ou dificuldades de aprendizagem. Página 4 de 6
5 Os planos de intervenção podem contemplar, consoante a necessidade de cada criança: 1) treino neurocognitivo; 2) promoção da autoestima, autoconceito e autonomia (necessárias à autorregulação no e do processo de ensino-aprendizagem); 3) promoção da consciência fonológica; 4) promoção da motivação e 5) métodos e técnicas de estudo. Em suma, esta intervenção pretende ser um apoio no processo de desenvolvimento da criança, tendo em vista a integração em âmbito escolar bem como em todas as dimensões e contextos em que se encontra inserida (i.e., cognitivo, afetivo e social). 3.Grupos Psicopedagógicos Os Grupos Psicopedagógicos são dirigidos à população escolar, com problemas de comportamento e/ou dificuldades de aprendizagem (e.g., aquisição da leitura e/ou escrita). Este tipo de intervenção pressupõe que exista referenciação por parte dos professores ao NAPE, conhecimento e consentimento dos Encarregados de Educação. A intervenção vai de encontro aos interesses, saberes e vivências das crianças, procurando encontrar um sentido para a necessidade de aprender, valorizando e desenvolvendo capacidades, ao mesmo tempo que se tenta compreender o que está na origem das dificuldades. Não se efetua uma avaliação dos conhecimentos académicos, mas sim do contexto relacional adequado ao desenvolvimento afetivo, tendo por objetivo uma melhoria do funcionamento cognitivo, e consequente melhoria dos resultados escolares. A metodologia utilizada é inspirada na Pedagogia Terapêutica de João dos Santos e assenta nas atividades de livre expressão oral, escrita, desenhada e dramatizada, como forma de fazer emergir os sentires, os saberes, as experiências e motivações das crianças. 4.Oficinas de Competências Pessoais e Sociais As crianças são, logo desde o primeiro momento, motivadas a tornarem-se agentes de mudança, explicando-lhes os objetivos da Oficina, envolvendo-as e responsabilizando-as relativamente à avaliação, funcionamento da ação e concretização quanto à aquisição de competências pessoais e sociais e consequente melhoria do percurso académico. Pretende-se ainda desenvolver nas crianças a capacidade para procurar diversas soluções e reconhecer a mais correta para a resolução do seu problema, tornando-as mais autónomas a nível social. As dinâmicas apresentadas serão definidas em função das especificidades de cada grupo. Importa ainda assinalar que as ações estão sujeitas a uma contínua avaliação, pelo que poderão ser alvo de reajustamento. Pretende-se ainda, com os momentos de reflexão, fazer a Página 5 de 6
6 avaliação da atividade proposta, colocar questões, formular hipóteses sobre a resolução de problemas e refletir acerca das competências pessoais e sociais e aprendizagens adquiridas. Os dinamizadores do NAPE têm um papel importante a desempenhar com os alunos nos momentos de partilha, na medida em que são agentes facilitadores de uma maior consciencialização sobre o que há de mais positivo nas atitudes e comportamentos que as crianças assumem pessoalmente ou em grupo. 5.Grupo de Pais O objetivo da atividade é: ajudar os pais a encontrarem alternativas educativas mais adequadas às necessidades do seu educando e dinâmica familiar, por forma a promover o bem-estar da criança e da família. Esta resposta é dirigida aos encarregados de educação cujos educandos estão em acompanhamento no NAPE e funcionará com periodicidade quinzenal. Página 6 de 6
1.º Objectivo. 2.º Pré-requisitos de acesso
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA E ESTUDOS HUMANÍSTICOS Licenciatura em Psicologia Ramo Clínica/Plano pré-bolonha REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM PSICOLOGIA CLÍNICA (Documento aprovado em reunião do dia
PLANO DE AÇÃO - EQUIPE PEDAGÓGICA
PLANO DE AÇÃO - EQUIPE PEDAGÓGICA JUSTIFICATIVA O ato de planejar faz parte da história do ser humano, pois o desejo de transformar sonhos em realidade objetiva é uma preocupação marcante de toda pessoa.
A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Silvia Helena Vieira Cruz
A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Silvia Helena Vieira Cruz INTRODUÇÃO Os ganhos decorrentes das experiências vividas pelas crianças em creches e pré-escolas dependem diretamente
ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR
ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR 1º PERÍODO Lamego, 14 de janeiro de 2013 INTRODUÇÃO Para uma eficaz monitorização das competências esperadas para cada criança, no final
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo 2015-2016
INTRODUÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO LOURENÇO VALONGO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo 2015-2016 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador
SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MÜLLER DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO OUTUBRO DE 2013 SUMÁRIO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO... 1 1. Núcleo de Informações
Metodologia de Investigação Educacional I
Metodologia de Investigação Educacional I Desenhos de Investigação Isabel Chagas Investigação I - 2004/05 Desenhos de Investigação Surveys (sondagens) Estudos Experimentais Estudos Interpretativos Estudos
Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e. saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto
I Descrição do Projecto Introdução Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto como meio que as rodeia. Cabe à escola valorizar,
Plano de Promoção. e Proteção dos Direitos da Criança. do Concelho de Marvão
Plano de Promoção e Proteção dos Direitos da Criança do Concelho de Marvão 1 Índice Introdução I. Fundamentação A - Estratégias 1 Estudo e análise da realidade concelhia. 2 Promoção dos Direitos da Criança...
CURSO VOCACIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO DE AQUICULTURA COMUNICAR EM INGLÊS 11º 13 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. SABER Interpretação e Produção de Texto
CURSO VOCACIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO DE AQUICULTURA COMUNICAR EM INGLÊS 11º 13 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOMÍNIOS CRITÉRIOS INDICADORES INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Eficácia na aquisição e aplicação
PLANO DE MELHORIA. [Agrupamento de escolas de Padrão da Légua] [2014/15]
PLANO DE MELHORIA [Agrupamento de escolas de Padrão da Légua] [2014/15] 1. INTRODUÇÃO Embora seja já vasto o campo de indagação que sustenta este projeto, a sua dimensão principal é, inquestionavelmente,
Encontros Regionais de Educação
Encontros Regionais de Educação Princípios e regulamentação da avaliação Ensino básico Abril de 2016 Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril (terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho)
Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena. Malveira. Carta de Missão
Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena Malveira Carta de Missão A Carta de Missão do Diretor do Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena, fundamenta-se nos princípios da Missão do
Plano de Melhoria do Agrupamento 2015 2019
Plano de Melhoria do Agrupamento 2015 2019 Introdução O Plano de Melhoria do Agrupamento de Escola Gaia Nascente para o quadriénio 2015 2019 tem como objetivo a consolidação e/ou mudança de algumas práticas.
Serviço de Psicologia. Proposta de Parceria
Serviço de Psicologia Proposta de Parceria Gabinete de Psicologia Liliana Rocha dos Santos Consultas de Psicologia Prestar serviços de qualidade, diversificados e complementares a crianças, adolescentes,
PCN - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS
PCN - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS 01. O que são os Parâmetros Curriculares Nacionais? (A) Um documento com leis educacionais. (B) Um livro didático para ser aplicado em sala. (C) Um referencial para
Eixo VI _ Assistência Técnica. VI.1. Gestão Operacional e Monitorização Estratégica
_ Assistência Técnica CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data Descrição N. de Página 1ª 2008.05.15 5 Pág. 1 de 5 Objectivo Assegurar as condições adequadas para a gestão, acompanhamento, avaliação, monitorização
1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS.
Formulação de Objetivos Educacionais 1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS. A prática educativa atua no desenvolvimento individual e social dos indivíduos, proporcionando-lhes os meios de apropriação
A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos
A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos Organizadoras: Francisca Izabel Pereira Maciel Mônica Correia Baptista Sara Mourão Monteiro Estrutura da exposição 1. O contexto
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS:
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS: Treinamento É o conjunto de métodos usados para transmitir aos funcionários novos e antigos as habilidades necessárias para o desempenho do trabalho. Referências: CHIAVENATO
Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2014/2015 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar
REGULAMENTO DA RÁDIO/TV ESCOLA
REGULAMENTO DA RÁDIO/TV ESCOLA 2015/2016 1. INTRODUÇÃO Este regulamento tem como objetivo assegurar o bom funcionamento das emissões produzidas na Rádio/TV Escola, na Escola Secundária do Agrupamento de
INTEGRAR ESCOLA E MATEMÁTICA
INTEGRAR ESCOLA E MATEMÁTICA BONFIM, Isabela Prado 1 NETTO, Geisson Fernandes 2 SILVA, Élida Alves da 3 CUNHA, Juliana Bernardes Borges da 4 PALAVRAS-CHAVE: Educação, Matemática, Oficinas, Laboratório.
Perturbações do Desenvolvimento
Curso Intensivo de verão Duração da Formação Destinatários 27,5 horas presenciais Estudantes e profissionais da área da saúde e da educação Local Auditório do CADIn Datas 4, 5, 6, 7 e 8 de julho 2016 (9h30m
1ª Reunião de trabalho 6º Anos. Encontro com Professores Coordenadores DERMGC
1ª Reunião de trabalho 6º Anos Encontro com Professores Coordenadores DERMGC LEITURA INICIAL Cuecas I. Antônio Prata PAUTA OBJETIVOS: Apresentar a caracterização dos alunos do ciclo intermediário e refletir
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS:
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS: Treinamento É o conjunto de métodos usados para transmitir aos funcionários novos e antigos as habilidades necessárias para o desempenho do trabalho. Treinamento Custo ou investimento?
PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010
PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Didática II Carga Horária Semestral: 40 horas Semestre do Curso: 5º 1 - Ementa (sumário, resumo) Compreensão dos conceitos de competências
AVISO OFERTA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS 5ª EDIÇÃO DO PEPAL
AVISO OFERTA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS 5ª EDIÇÃO DO PEPAL Torna-se público que o Município de Gouveia, nos termos do artigo 3º da Portaria nº 254/14 de 9 de Dezembro, vai promover estágios no âmbito do
Anexo A Estrutura de intervenção
Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016
Proposta de Intervenção Formação Pedagógica Inicial de Formadores
Proposta de Intervenção Formação Pedagógica Inicial de Formadores Mafalda Sales Gomes Objetivos gerais Reconhecer uma unidade de formação; Compreender a necessidade de reflectir e analisar de forma contínua
PROCESSO N 553/2008 PROTOCOLO N.º 9.992.907-3 PARECER N.º 786/08 APROVADO EM 05/11/08 INTERESSADO: SENAI NÚCLEO DE ASSESSORIA ÀS EMPRESAS DE CIANORTE
PROTOCOLO N.º 9.992.907-3 PARECER N.º 786/08 APROVADO EM 05/11/08 CÂMARA DE PLANEJAMENTO INTERESSADO: SENAI NÚCLEO DE ASSESSORIA ÀS EMPRESAS DE CIANORTE MUNICÍPIO: CIANORTE ASSUNTO: Pedido de Renovação
Público Alvo: Empresas de micro e pequeno porte do setor de Tecnologia da Informação.
GESTÃO COMERCIAL Entidade Proponente: IEL/NR Minas Gerais e SEBRAE Minas Público Alvo: Empresas de micro e pequeno porte do setor de Tecnologia da Informação. OBJETIVOS Geral: Apresentar abordagens integradas
EAJA/PROEJA-FIC/PRONATEC
Eixos temáticos Os Eixos Temáticos são o agrupamento de temas que auxiliam na orientação e no planejamento do trabalho, suscitando questões relacionadas à um determinado assunto e o articulando com outros
PROCEDIMENTO GERAL Melhoria contínua
Página 1 de 6 I ÂMBITO Aplicável em toda a estrutura funcional da ESEP. II OBJETIVOS Definir a metodologia, as responsabilidades e a documentação necessárias à implementação do controlo de não conformidades
METODOLOGIAS CRIATIVAS
METODOLOGIAS CRIATIVAS Andressa Piontkowski de Souza Silva 1 Aparecida Rodrigues da Silva¹ Célia Jordan 2 RESUMO O presente estudo retrata, através da revisão da literatura, a realidade e o questionamento
l Seminário SUSEP de Educação Financeira 19 de Maio Hotel Prodigy SDU
l Seminário SUSEP de Educação Financeira 19 de Maio Hotel Prodigy SDU 1 Quem Somos? 2 Players Iniciativa Realização Patrocínio Parceria Execução Ministério do Trabalho e Previdência Social Ministério do
Projeto de Lecionação da Expressão e Educação Físico Motora no 1º Ciclo do Ensino Básico
Universidade Técnica de Lisboa - Faculdade de Motricidade Humana Mestrado em Ensino da Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário Núcleo de Estágio de Educação Física Agrupamento de Escolas de Alfornelos
santa maria da feira espaço público, espaço de liberdade regulamento
regulamento teatro dança música circo performance 2 5 regulamento 1. Âmbito O Mais Imaginarius visa incentivar os artistas a encontrar representações contemporâneas que sejam capazes de confrontar e integrar
[Digite aqui] GUIA PARA OS CMDCAS A RESPEITO DA RESOLUÇÃO 164/2014
GUIA PARA OS CMDCAS A RESPEITO DA RESOLUÇÃO 164/2014 O que os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente CMDCA precisam saber a respeito do Registro da Entidade e a Inscrição dos Programas
Boas situações de Aprendizagens. Atividades. Livro Didático. Currículo oficial de São Paulo
Atividades Boas situações de Aprendizagens Livro Didático Currículo oficial de São Paulo LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES Enfoque fragmentado, centrado na transmissão
Direção. CONTRATAÇÃO DE ESCOLA Art.º 39.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho TÉCNICOS ESPECIALIZADOS CONTRATAÇÃO DE UM PSICÓLOGO (A)
Direção CONTRATAÇÃO DE ESCOLA Art.º 39.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho TÉCNICOS ESPECIALIZADOS CONTRATAÇÃO DE UM PSICÓLOGO (A) Nos termos e para os efeitos previstos nos números 1 a e 11
PROGRAMA DO CURSO. - Formação Pedagógica Inicial De Formadores B-learning. (Curso homologado pelo IEFP / Acesso ao CCP)
PROGRAMA DO CURSO - Formação Pedagógica Inicial De Formadores B-learning (Curso homologado pelo IEFP / Acesso ao CCP) Em parceria com: Índice 1. Destinatários Pág. 3 2. Objectivo Geral Pág. 3 3. Objectivo
Instituto de Educação
Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Doutoramento em Educação Especialização: Administração e Política Educacional (Regime Intensivo) 16 17 Edição Instituto de Educação
EDUCAÇÃO INFANTIL QUAL REALIDADE? QUAIS POSSIBILIDADES? QUAIS DESAFIOS? Material elaborado por Instituto Abaporu de Educação e Cultura
EDUCAÇÃO INFANTIL QUAL REALIDADE? QUAIS POSSIBILIDADES? QUAIS DESAFIOS? Material elaborado por Instituto Abaporu de Educação e Cultura Mudança da concepção da função da EI ao longo dos tempos. Há influência
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL: INVESTIGAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA.
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL: INVESTIGAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA. Francisca Maísa Maciel Gomes; Kesia Allane Duarte da Silva; Fagner Gonçalves Bezerra, Moyra Alexandre de Oliveira e Fernanda Lúcia Pereira Costa.
REGIMENTO DA TUTORIA
REGIMENTO DA TUTORIA O Decreto-lei n.º 75/2008 de 22 de Abril enquadra no seu artigo 44 a figura do professor tutor, remetendo para o Regulamento Interno dos Estabelecimentos de Ensino a definição de outras
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO (2)
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO (2) Conceção, Implementação e Avaliação dos Planos de Recuperação EQUIPA AUTOAVALIAÇÃO Fevereiro de 2012 a avaliação é um processo que consiste em recolher um conjunto de informações
SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO PRIMARIA À SAÚDE NO BRASIL. Dr Alexandre de Araújo Pereira
SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO PRIMARIA À SAÚDE NO BRASIL Dr Alexandre de Araújo Pereira Atenção primária no Brasil e no Mundo 1978 - Conferência de Alma Ata (priorização da atenção primária como eixo de organização
O PAPEL DA ESCOLA NO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO INFANTIL
O PAPEL DA ESCOLA NO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO INFANTIL (2007) Juliane Callegaro Borsa Psicóloga. Mestranda em Psicologia Clínica, PUCRS, Rio Grande do Sul, Brasil. Pesquisadora Bolsista do CNPq Email:
Agrupamento de Escolas Martim de Freitas AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS PLANO DE MELHORIA ANO LETIVO 2015/2016
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS PLANO DE MELHORIA ANO LETIVO 2015/ 7 Plano de Melhoria 2015/ INDÍCE 1. - Introdução 3 2. - Contextualização 4 3. Áreas e Ações de Melhoria 6 4. - Conclusão 10
PROGRAMA DA FORMAÇÃO EU E OS OUTROS
PROGRAMA DA FORMAÇÃO EU E OS OUTROS FUNDAMENTAÇÃO As orientações do ME para o Programa de Promoção e Educação para a Saúde em Meio Escolar requerem do professor o domínio de áreas tão díspares quanto o
PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010
PLANO DE ENSINO Curso: Pedagogia PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Disciplina: Estrutura e Funcionamento da Educação Básica II Carga Horária Semestral: 40 horas Semestre do Curso: 4º 1 - Ementa (sumário, resumo)
CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO 2016/2017
CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO 2016/2017 Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino e da aprendizagem, que orienta o percurso escolar dos alunos e certifica as aprendizagens
NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Madalena Mota Margarida Roque (Escola Secundária de Pinhal Novo)
A INTERDISCIPLINARIDADE DOS SIG NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Madalena Mota Margarida Roque (Escola Secundária de Pinhal Novo) SUMÁRIO 1-Os SIG no ensino 1.1-Vantagens dos SIG no ensino e a formação dos professores
Oficina: Jogar para gostar e aprender matemática. Profa. Dra. Adriana M. Corder Molinari [email protected]
Oficina: Jogar para gostar e aprender matemática Profa. Dra. Adriana M. Corder Molinari [email protected] 1 Implicações do Jogo Quatro Cores: Para jogar bem, é preciso economia de cores e consideração
PLANO FORMAÇÃO. Neste sentido, a Alzheimer Portugal tem vindo a realizar cursos de formação para cuidadores profissionais e cuidadores informais.
PLANO FORMAÇÃO 2014 Um dos objetivos primordiais da Alzheimer Portugal consiste em promover a preparação de todos os que prestam cuidados às Pessoas com Demência. Pretende-se, assim, contribuir para que
Chamada para Multiplicadores Eurodesk Portugal
Braga, 01 de Julho de 2016 Chamada para Multiplicadores Eurodesk Portugal Eurodesk, o que é? A Agência Erasmus + Juventude em Ação cumpre, para além da sua missão cumprir as responsabilidades delegadas
REGULAMENTO DO PRÉMIO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º
REGULAMENTO DO PRÉMIO CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º 1.A Fundação Ilídio Pinho, o Ministério da Educação e Ciência e o Ministério da Economia celebraram um Protocolo com vista à instituição de
Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Santa Maria Sintra
Sabia que Nunca é tarde para aprender? Aprende ao longo da vida e em diversos contextos? O que aprende fora da escola também é válido para a obtenção de uma qualificação? Num Centro Novas Oportunidades
Decreto-Lei n.º 240/2001 de 30 de Agosto
Decreto-Lei n.º 240/2001 de 30 de Agosto O regime de qualificação para a docência na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário encontra o seu enquadramento jurídico estabelecido no artigo
Projeto de Inclusão Social
-,:;. Projeto de Inclusão Social RELATÓRIO APRESENTADO PARA CONCORRER AO 2 PRÊMIO INOVAR BH, CONFORME EDITAL SMARH N 01/201. BELO HORIZONTE 2014. Projeto de Inclusão Social Maria Antonieta Ferreira Introdução
CRAS Centro de Referência de Assistência Social. Coordenadores, Assistentes Sociais, Técnicos. (Organização)
2 ANÁLISE AMBIENTAL 2.1 A organização, Centro Referência e Assistência Social (CRAS) senvolveu um plano ação, o qual tem como base três serviços que são fundamentais para a existência da instituição; Serviço
Registo Escrito de Avaliação. Tema: Perturbação de Ansiedade de Separação
CENTRO DE FORMAÇÃO DO SINDICATO DOS PROFESSORES DA MADEIRA Registo Escrito de Avaliação Tema: Perturbação de Ansiedade de Separação Processos atípicos de desenvolvimento: conhecer, compreender, avaliar
PLANO ANUAL AUDITORIA. Serviço de. Auditoria Interna. Aprovado na reunião n.º 54/2015 do Conselho de Administração, realizada a 30 de dezembro
PLANO ANUAL DE AUDITORIA Serviço de Auditoria Interna Aprovado na reunião n.º 54/2015 do Conselho de Administração, realizada a 30 de dezembro PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA Introdução O presente Plano
INSTRUMENTO DE REGISTO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
INSTRUMENTO DE REGISTO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Educação Especial Nome do(a) avaliado(a): Categoria Profissional: Departamento Curricular: Anos Escolares: 27/28 e 28/29 Escalão: 27/28 28/29 Grupos/alunos:
ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EM CONSONÂNCIA AO EDITAL Nº 01/2015
ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EM CONSONÂNCIA AO EDITAL Nº 01/2015 NOME DO PROJETO: ORGANIZAÇÃO PROPONENTE: DATA : / / ÍNDICE DO PROJETO ASSUNTO PÁG. I - CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO - TÍTULO
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA Este documento contempla as linhas gerais de orientação, para uniformização
Agrupamento de Escolas de Azeitão
Agrupamento de Escolas de Azeitão Avaliação Educação Pré-Escolar 2015-2016 1º Período Departamento Pré-Escolar INTRODUÇÃO Após a avaliação das 118 crianças, que integram os dois jardins de infância da
ENRIQUECIMENTO ESCOLAR
ENRIQUECIMENTO ESCOLAR Cristina Delou, Psicóloga; Doutora em Educação Professora Associado da Faculdade de Educação da UFF Presidente do ConBraSD Conselho Brasileiro para Superdotação By PresenterMedia.com
Plano de Aula Integrado com Hipermídia
Plano de Aula Integrado com Hipermídia Sumário Estrutura Curricular Dados da Aula Duração das atividades Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Estratégias e recursos da aula Recursos
OET Engenharia da Segurança
Helder Pinheiro Pita Vice-Presidente OET Engenharia da Segurança 4 de Julho 2013 Campus do Lumiar - Lisboa A OET A Ordem dos Engenheiros Técnicos «é a associação pública representativa dos titulares de
GUIÃO DO INQUÉRITO POR ENTREVISTA AOS ESTUDANTES
GUIÃO DO INQUÉRITO POR ENTREVISTA AOS ESTUDANTES Objetivos do inquérito por entrevista: Este inquérito por entrevista visa recolher informações sobre as perceções que as crianças detiveram no decorrer
EDUCAÇÃO, PEDAGOGOS E PEDAGOGIA questões conceituais. Maria Madselva Ferreira Feiges Profª DEPLAE/EDUCAÇÃO/UFPR
EDUCAÇÃO, PEDAGOGOS E PEDAGOGIA questões conceituais Maria Madselva Ferreira Feiges Profª DEPLAE/EDUCAÇÃO/UFPR EDUCAÇÃO prática social NÃO-ESCOLAR - fábrica - igreja - mídia - partido político - ONGs -
RESOLUÇÃO CGRAD 020/08, DE 16 DE JULHO DE 2008
RESOLUÇÃO CGRAD 020/08, DE 16 DE JULHO DE 2008 Aprova o Regulamento Geral dos Estágios Curriculares dos Cursos de Graduação do CEFET-MG A PRESIDENTE DO DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS
Plano de Trabalho Docente 2012. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2012 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio em Marketing
Construção da Identidade Docente
Construção da Identidade Docente Dra. Maria Saleti Ferraz Dias Ferreira [email protected] O cenário da formação dos professores universitários De quem é a incumbência de formar o professor universitário?
REGULAMENTO DO ESPAÇO SANTA CASA DA DIREÇÃO DE AÇÃO SOCIAL E SAUDE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. (Fins do Espaço Santa Casa) Artigo 2.
REGULAMENTO DO ESPAÇO SANTA CASA DA DIREÇÃO DE AÇÃO SOCIAL E SAUDE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Fins do Espaço Santa Casa) Enquadrado pelos fins estatutários da Santa Casa da Misericórdia
Edgard Pedreira de Cerqueira Neto, PhD, PMP
Bem-vindo ao nosso trabalho inteiramente gratuito de coaching! O tema desta sessão é: O Método 5A de coaching desenvolvido por Edgard Pedreira de Cerqueira Neto Edgard Pedreira de Cerqueira Neto, PhD,
Recursos Humanos 2007. Recursos Humanos 2007
Recursos Humanos 2007 Descritivo completo Optimize a selecção e recrutamento, proceda à correcta descrição de funções, execute as avaliações de desempenho e avalie as acções de formação. Tenha uma gestão
REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20
AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 7 Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)
CURSO VOCACIONAL DE ARTE E PUBLICIDADE
CURSO VOCACIONAL DE ARTE E PUBLICIDADE Planificação Anual - 2015-2016 Ensino Básico 9º Ano 2º Ano - Atividade Vocacional FOTOGRAFIA DIGITAL MATRIZ DE CONTEÚDOS E DE PROCEDIMENTOS Conteúdos Procedimentos
PROGRAMA da Certificação Internacional em Integração Sensorial
PROGRAMA da Certificação Internacional em Integração Sensorial A University of Southern California Divisão de Ciência Ocupacional e Terapia Ocupacional, juntamente com a Western Psychological Services
Programa de Tutorado. Qualidade em Estabelecimentos do Ensino Superior Exemplos de Boas Práticas. IPQ, 15 de Novembro de 2007
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Universidade Técnica de Lisboa Qualidade em Estabelecimentos do Ensino Superior Exemplos de Boas Práticas IPQ, 15 de Novembro de 2007 Programa de Tutorado IST, 3/26/2008 Marta
GESTÃO DE EXCELÊNCIA 2 Gestão: um conjunto de tarefas que procuram garantir a afectação eficaz de todos os recursos disponibilizados pela organização,
LIDERANÇA E PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DAS IPSS Cuidamos do Futuro do Envelhecimento em Portugal GESTÃO DE EXCELÊNCIA 2 Gestão: um conjunto de tarefas que procuram garantir a afectação eficaz de todos os
ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI
ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI NORMAS REGULAMENTARES DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE LICENCIADO EM EDUCAÇÃO BÁSICA Artº1 Dos objectivos e âmbito das presentes normas regulamentares
REUNIÃO PAIS. COLÉGIO VALPARAISO REDE PITÁGORAS Adolfo Eduardo Marini e Souza
REUNIÃO PAIS COLÉGIO VALPARAISO REDE PITÁGORAS Adolfo Eduardo Marini e Souza [email protected] Conversando O QUE ESPERAMOS DA ESCOLA DE NOSSOS FILHOS? EM QUE NOS BASEAMOS PARA ESTABELECERMOS
Necessidades Especiais de Educação. O Psicólogo do CRI em Contexto Escolar
Ficha Técnica Título Necessidades Especiais de Educação Editor DGE Direção-Geral da Educação Direção de Serviços de Educação Especial e de Apoios Socioeducativos Autoria CRPG - Centro de Reabilitação Profissional
PRÁTICAS CURRICULARES MATEMÁTICA
MANUAL DO PROJETO PEDAGÓGICO PRÁTICAS CURRICULARES MATEMÁTICA PRÁTICAS CURRICULARES MATEMÁTICA LICENCIATURA Ribeirão Pires Missão da FIRP Alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, possibilitando
8 SINAIS QUE ESTÁ NA HORA DE MUDAR A FORMA COMO VOCÊ GERENCIA SEUS PROCESSOS DE MENTORING
8 SINAIS QUE ESTÁ NA HORA DE MUDAR A FORMA COMO VOCÊ GERENCIA SEUS PROCESSOS DE MENTORING CONTEÚDO DO E-BOOK Neste material, iremos mostrar 8 sinais que está na hora de você mudar a forma como você gerencia
ipea PERSPECTIVA DE GÊNERO E RAÇA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS*
PERSPECTIVA DE GÊNERO E RAÇA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS* Laís Abramo** O tema deste ensaio é a dimensão de raça nas políticas públicas. A primeira pergunta que deve ser feita é: Por que é importante falar
Plano de melhoria (2013/14)
Plano de melhoria (2013/14) Introdução Agrupamento Vertical de Portel Escola EB 2,3 de D. João de Portel A ação, os resultados e o impacto da biblioteca escolar na prestação de serviços, no desenvolvimento
REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO
REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO INTRODUÇÃO A cultura comunitária é a expressão concreta de tentar proporcionar aqueles que mais precisam a ajuda necessária para começar de novo a viver. O Centro
Procedimento de Gestão. Resolução/ Remediação de Situações de Trabalho de Menores
1. OBJECTIVO Este procedimento estabelece a metodologia de definição, implementação e controlo de acções a desenvolver no caso de ser detectada a utilização de trabalho de menores, de forma a assegurar
