COMO GERENCIAR A PRÁTICA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMO GERENCIAR A PRÁTICA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES"

Transcrição

1 COMO GERENCIAR A PRÁTICA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES AUTORA: ELOISA PIO DE SANTANA RESUMO Há muito se sabe da importância do conhecimento e do talento humano como diferencial competitivo entre as empresas. No âmbito das organizações, essa nova realidade é refletida na crescente preocupação com a construção de espaços de produção mais flexíveis e direcionados à valorização do ser humano na sua totalidade. Partindo dessa perspectiva, este artigo apresenta alguns passos para o gerenciamento da prática da Gestão do Conhecimento, mostrando a necessidade e a importância dessa prática para o sucesso e motivação de qualquer organização. A gestão do Conhecimento pode se constituir numa metodologia adequada à preservação e à boa utilização desse conhecimento em prol da sobrevivência das organizações no mercado competitivo. Palavras-Chave: Conhecimento, Capital Intelectual, Motivação.

2 2 1- INTRODUÇÃO É notória a importância do conhecimento e do talento humano como diferencial competitivo entre as empresas. A gestão do conhecimento passa, essencialmente, pelo compartilhamento dos conhecimentos individuais para a formação do conhecimento organizacional. Sendo assim, a pessoa que detém o conhecimento é quem decide se o compartilha ou não, depende, portanto, do quanto está motivada para isso. Motivação é, dessa forma, uma questão-chave para uma bem sucedida Gestão do conhecimento. O conhecimento tácito é sutil e pessoal, fica armazenado no cérebro humano aguardando o contexto adequado para se tornar explícito. Não depende de repetição da experiência. Pode ressurgir num evento totalmente distinto da experiência que o originou, criando uma experiência totalmente nova. O ambiente psicossocial da organização passa a ser um fator determinante para uma bem sucedida gestão do conhecimento. O outro fator está dentro da pessoa: sua motivação. Assim como a organização, por um lado, busca racionalmente aumentar os seus lucros, por outro, seu empregado também busca obter resultados positivos a partir de seu esforço. A motivação depende de duas condições básicas: Até que ponto as expectativas das pessoas sobre a organização lhes dará e o que eles devem dar à organização em troca coincidirem com as expectativas da organização em relação ao que ela irá dar e receber; e, supondo que haja acordo entre os dois conjuntos de expectativas, a natureza do que é efetivamente intercambiado (por exemplo, dinheiro em troca de tempo no serviço, satisfação pessoal e segurança no emprego em troca de trabalho duro e lealdade, oportunidades de crescimento e desenvolvimento em troca de trabalho de alta qualidade e esforços criativos, ou combinação variadas dessas coisas.( SERAFIM FILHO,1999,P. 7) Na organização do conhecimento, portanto, o principal ativo é o capital intelectual. O trabalhador do conhecimento é, essencialmente, a fonte básica da formação do conhecimento na organização do conhecimento. Numa composição de seu cérebro (inteligência e talento) mais a tecnologia da informação a seu dispor, temos o perfil deste novo trabalhador. A Gestão do Conhecimento refere-se a todo o esforço sistemático realizado pela organização para criar, utilizar, reter e medir o seu conhecimento. Daí torna-se importante a necessidade de se montar uma equipe multidisciplinar para criar e disseminar o conhecimento na empresa. Mas, como fazer isso? Primeiramente, seria verificar quais são os passos para gerir esse conhecimento.

3 3 2- A NECESSIDADE DA GESTÃO DO CONHECIMENTO Nosso mundo acelerado É inegável que as empresas de hoje vem experimentado mudanças evolucionárias, com mais rapidez, e revolucionárias, com mais freqüência. Isto tornou imperativo que as empresas gerenciem ativamente seu conhecimento. Num ambiente comercial relativamente estável, as pessoas tendem a tornarem-se naturalmente mais proficientes com o passar do tempo. De forma implícita, o conhecimento é absorvido e socializado dentro da companhia. Num ambiente deste, é seguro afirmar que há capacidade e conhecimento suficientes na empresa, ou que o aprendizado incremental acontece na velocidade certa para se lidar com as contingências. O tempo, a lógica e a experiência resolvem a maioria dos problemas. Atualmente, mudanças rápidas e freqüentes implicam na obsolescência mais rápida do conhecimento também, e a necessidade de conseguir curvas de aprendizado muito acelerado pelas limitações de tempo. Numa empresa típica, toda nova semana traz novidades de algum mercado emergente, de alguma tecnologia de ponta, de alguma forma inesperada de competição várias oportunidades, se a empresa tiver a base de conhecimento necessária para lidar com elas. Novas estratégias, novos processos, novas ferramentas tudo isso cria a necessidade que muitas pessoas aprendam coisas novas de uma só vez. Produtos e serviços espertos e soluções integradas A necessidade de gerir conhecimento parece mais evidente quando o seu produto é o próprio conhecimento. Este vem se tornando o caso da maioria das empresas, porque a composição dos produtos atuais, bem como a maneira com que são fornecidos aos clientes, incorporam uma bagagem de conhecimentos sem precedentes. A intensidade de conhecimento nos produtos também é resultado de uma tendência a customização de massa, que vem introduzindo um conhecimento cada vez maior das necessidades particulares do cliente, naquilo que antes costumava ser um produto padrão. Desafios da globalização A integração global da economia leva mais e mais as empresas a terem que produzir mais bens para cada dólar de lucro.em resposta às necessidades atuais do mercado, as organizações estão, com freqüência, optando por não se concentrar apenas nas suas competências distintivas, mas tornando-se empresas altamente diversificadas e verticalmente integradas. Esta variedade de negócios e tipos de operação reduz as chances que o conhecimento importante simplesmente permeia pela empresa de maneira informal e natural e, conseqüentemente, eleva a necessidade de Gestão do Conhecimento. A transitoriedade das pessoas A mobilidade da mão-de-obra é um fato da vida moderna e a erosão da base do conhecimento da empresa ocorre a cada reposição. Usando a gestão do conhecimento para representar o que as pessoas sabem e fazê-lo acessível, a empresa transforma conhecimento individual em ativo transferível.

4 4 A redução do capital humano (competência dos funcionários) causa problemas ainda maiores para empresas que não operam com necessidades estáveis de conhecimento. Elas devem, de forma contínua e rápida, ganhar novos conhecimentos. Parece inconcebível que, sem gestão ativa do conhecimento, que mesmas possam suprir suas necessidades de conhecimento. Firmas virtuais Qualquer estrutura organizacional que extrapola as bases geográficas aumenta sua necessidade de gestão do conhecimento. Onde antes bastavam redes locais e casuais, hoje, redes intencionais e inter-regionais devem ser estabelecidas. Estas podem ser simplesmente implementadas e disponibilizadas para que se auto-organizem. Por exemplo, comunicações informais podem ser realçadas pelo uso criativo das tecnologias da multimídia. A chave está em reconhecer o que já existia em mecanismos partilha de conhecimento, mesmo que informalmente, e precisava ser substituído e adaptado para um mundo novo, muito mais interligado. O verdadeiro desafio é usar a tecnologia da maneira mais criativa possível, para gerar a mais ampla e ágil mídia da comunicação. Conhecimentos e informações tornam-se o meio em que ocorrem os problemas de negócios. Assim, gerir conhecimento representa uma excelente oportunidade para alcançar economias substanciais, significativas melhorias na performance humana e vantagem competitiva. 3-GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES Em geral, o conhecimento e seus processos correlatos têm sido percebidos como atividades individuais humanas, e, como tal, o desafio de gerenciá-lo tem sido pensado como um tipo de problema ingerenciável, até então impossível de ser tratado com métodos e tecnologia tradicionais. É preciso reconhecer que conhecimento é poder e que a natureza dos negócios mudou em, pelo menos, dois aspectos importantes. Em primeiro lugar, o trabalho intelectual é fundamentalmente diferente do trabalho físico. Num segundo plano, quem lida com conhecimento está quase que totalmente imerso num ambiente de informática; uma realidade que altera bastante os métodos de gerenciamento, aprendizado, representação do conhecimento, integração, solução de problemas e ação. Não é possível obter-se vantagem competitiva simplesmente jogando mais informação para as pessoas se virarem. Com certeza, problemas com base em conhecimento não podem ser tratados com as mesmas abordagens emprestadas da economia, orientadas para produtos e documentadas em papel. Estas abordagens irão resultar em soluções reativas e não apropriadas. Utilizações equivocadas de tecnologia também não serão adequadas, mas a atual informatização do ambiente de negócios traz novas oportunidades e métodos para se representar o conhecimento e elevar seu valor. Portanto, encontrar o ambiente de computação e a interface correta é apenas uma parte da questão, até porque tanto teóricos como práticos ainda estão longe do consenso em definir, de maneira clara e abrangente, quais são as características fundamentais do conhecimento no ambiente da informática. Independentemente dos sistemas e ferramentas de Gestão do Conhecimento e dos recursos

5 105 5 de tecnologia da informação que tenha à disposição, há algumas etapas que, de acordo com os especialistas, não podem ser esquecidas. Podemos sintetizar os pilares para a gestão de conhecimento conforme a seguir: Identificar que ativos de conhecimento a empresa tem, respondendo especificamente os seguintes itens: Onde está o ativo de conhecimento? No que ele consiste? Qual o seu uso? Em que forma se apresenta? O quão acessível ele é? Analisar como o conhecimento pode agregar valor, examinando os aspectos a seguir: Quais são as oportunidades de uso do ativo de conhecimento? Quais seriam os efeitos deste uso? Quais os atuais obstáculos a este uso? Como o valor da empresa seria aumentado? Especificar que ações são necessárias para atingir melhor utilização e agregação de valor, o que significa: Como planejar as ações para usar o ativo de conhecimento? Como deslanchar as ações? Como monitorá-las? Revisar o uso do conhecimento para assegurar a agregação de valor, monitorando os resultados, desta forma: Este uso produziu agregação de valor desejado? Como o ativo de conhecimento pode ser mantido para este uso? O uso desse ativo criou novas oportunidades? Essas bases constituem a linha comum que deve estar presente em qualquer aplicação da Gestão do Conhecimento a uma empresa. 4- DELINEAMENTO DA PRÁTICA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES De acordo com SERAFIM FILHO (1999, P.5),é preciso seguir alguns passos para delinear a prática da Gestão do Conhecimento nas organizações: a. Criação do conhecimento: Consiste, basicamente, em transformar o conhecimento tácito em conhecimento explícito, ou seja, Transformar os conhecimentos individuais em conhecimento coletivo, organizacional. Esforços neste sentido podem incluir a criação de fóruns de discussão de temas de interesse. É um trabalho de grupo voltado para a solução de problemas, para estudos dirigidos e estudos de temas abertos. O objetivo maior é provocar uma postura de reflexão sobre questões cotidianas ou não. O resultado final é a criação de novos modelos conceituais a serem usados imediatamente ou em oportunidades posteriores. b. Utilização do conhecimento: Neste aspecto a Tecnologia da Informação faz, efetivamente, a diferença. De nada adianta investirmos na criação do conhecimento se não houver, na organização, uma cultura de pesquisa voltada para o aproveitamento desse conhecimento. Imaginemos quantos recursos já foram despendidos na realização de seminários internos e, que fora o aspecto motivacional louvável, não se transformam numa base de conhecimentos a ser utilizada em experiências posteriores. Por outro lado, ainda que haja uma vocação organizacional para a pesquisa, ainda necessitaremos de facilidades para tal. Em suma, se toda vez que um projeto for iniciado, as equipes necessitarem

6 6 mergulhar em montanhas de papéis e registros, é melhor esperar que ninguém o fará, preferindo desconsiderar as experiências já adquiridas em outras oportunidades. c. Retenção do conhecimento: Reter, neste caso pode assumir dois sentidos: o de assimilar ou o de preservar o conhecimento. No sentido de assimilar, a criação de modelos conceituais, é particularmente válida como metodologia. Isto porque os modelos possibilitam um melhor compartilhamento e armazenamento do conhecimento gerado para posteriores aplicações. No sentido de preservar, a consideração mais importante na gestão moderna é a de que o conhecimento gerado constitui patrimônio, podendo, portanto, transformar-se em dinheiro. Um exemplo destacado dessa administração é transformar a carteira de patentes da organização em possibilidades de alavancagem da sua própria tecnologia, ou de possibilidades comerciais a partir da venda dessas patentes a interessados. d. Medição do conhecimento: De uma forma simplista (e monetarista), podemos dizer que a quantidade de conhecimento de uma organização é a diferença entre o seu valor de mercado e o seu valor patrimonial. Medir o conhecimento organizacional parece-nos, a princípio, viável no nível do conhecimento explícito. O mercado, por sua vez, avalia o conhecimento explícito da organização e especula sobre o tácito. De qualquer forma, o conhecimento tácito é a "possibilidade" que valoriza a organização do conhecimento. A gestão do conhecimento é particularmente importante para qualquer organização que valorize o conhecimento como seu capital intelectual. A informação e o conhecimento são as armas mais poderosas de nossa era. Num mercado cada vez mais competitivo, o sucesso nos negócios depende basicamente da qualidade do conhecimento que cada organização aplica nos se

7 7 Segundo TEIXEIRA FILHO: Gestão do conhecimento é uma certa forma de olhar a organização, em busca de pontos dos processos de negócio em que o conhecimento possa ser usado como vantagem competitiva. Conhecimento útil, oriundo da experiência, da análise, da pesquisa, do estudo, da inovação, da criatividade, enfim, conhecimento sobre o mercado, a concorrência, os clientes, os processos de negócio, a tecnologia e tudo mais que possa trazer vantagem competitiva para a organização(...). Gestão do conhecimento não é tecnologia, mas, pode se beneficiar, e muito, das novas tecnologias de informação e de comunicação. Gestão do conhecimento não é criatividade e inovação, mas tem a ver com usar, de forma sistemática, as inovações geradas na empresa para um melhor posicionamento de mercado. Gestão do conhecimento não é qualidade, mas usa técnicas e ferramentas que já foram muito usadas na modelagem de processos, nos círculos de qualidade e na abordagem de melhoria contínua. Gestão do conhecimento não é marketing, mas pode ajudar muito na inteligência competitiva da empresa. Gestão do conhecimento não é documentação, mas tem tudo a ver com uma memória organizacional coletiva, dinâmica e compartilhada. Gestão do Conhecimento também não é gestão de recursos humanos, mas só se realiza com as pessoas da organização.(teixeira FILHO, 2002,p.1-2). As principais atividades relacionadas à Gestão do Conhecimento são: compartilhar o conhecimento internamente; atualizar o conhecimento; processar e aplicar o conhecimento para algum benefício organizacional; encontrar o conhecimento internamente, adquirir conhecimento externamente; re-utilizar conhecimento; criar novos conhecimentos e compartilhá-lo na organização. Isso somente se consegue pela valorização do capital intelectual, ou seja, valorizar o capital humano da organização. O capital humano é constituído das pessoas que fazem parte de uma organização. Capital humano significa talentos que precisam ser mantidos e desenvolvidos, mais do que isso, capital humano significa capital intelectual. Um capital invisível composto de ativos intangíveis. A contabilidade tradicional, preocupada unicamente com ativos tangíveis e físicos, está às voltas com um fenômeno inesperado, o valor de mercado das organizações não depende mais apenas do seu valor patrimonial físico, mas principalmente do seu capital intelectual.(chiavenato, 2002,p.1). Na era do conhecimento, existe uma forma de capital mais valiosa do que o capital financeiro ou o capital imobilizado, trata-se daquele capital que existe na cabeça das pessoas ou é proveniente do trabalho e da criação do intelecto. O capital intelectual é a soma do conhecimento de todos em uma empresa, o que lhe proporciona vantagem competitiva.

8 8 É preciso propiciar às pessoas novas formas de crescimento profissional e pessoal. As organizações bem sucessivas serão aquelas mais experientes em atrair, desenvolver e reter indivíduos com competências para agregar valor ao negócio. Antes do profissional e do produto, até mesmo da própria empresa, está a pessoa humana em todos os níveis, quem se descuida da pessoa, perde o profissional. A pessoa e o profissional são inseparáveis (SILVA, 2004, p.1-2). Segundo BOLGAR: O que faz as organizações funcionarem é o conhecimento. O conhecimento não é algo novo. Novo é o reconhecer o conhecimento como um ativo corporativo e entender a necessidade de geri-lo e cercá-lo do mesmo cuidado dedicado à obtenção de valor de outros ativos mais tangíveis (...) Hoje as empresas precisam aprender a gerenciar o conhecimento.(bolgar, 2002,p.1). É preciso reconhecer que o capital intelectual constitui o ativo que mais traz retornos à organização e é o principal motor que garante o sucesso organizacional. Segundo CHIAVENATO: O capital intelectual é algo que não se vê, que não é físico nem ocupa lugar, não é contabilizado pelas tradicionais partidas dobradas nem equacionado em números quantificáveis, mas que está transformando o mundo dos negócios. Isto significa que ter as pessoas certas e saber aplicá-las, mantê-las, remunerá-las, desenvolvê-las e monitorá-las é vital para as organizações de hoje e de amanhã.(chiavenato, 1999, p. 419). O principal produto da área de Gestão de Pessoas é garantir que a empresa possua um conjunto de talentos humanos plenamente identificados com a missão e a visão da organização e, conseqüentemente, disposto a ajudá-la a atingir seus objetivos. O esforço interno para que isso aconteça depende de vários fatores, tais como: tarefas estimulantes e ambiente de trabalho motivador. À medida que as organizações utilizam o conhecimento, tornam-se mais aptas a concorrer no mercado competitivo. São as pessoas que trazem valor às organizações através de sua competência e interação mútua, por isso, não devem ser consideradas como custos operacionais e sim, como fonte de receita.

9 9 5- CONSIDERAÇÕES FINAIS Quando as organizações são bem sucedidas, elas tendem a crescer ou, no mínimo, sobreviver. O crescimento acarreta maior complexidade dos recursos necessários às suas operações. Além disso, o aumento do capital incrementado de tecnologia, atividades de apoio, provoca o aumento do número de pessoas, bem como a necessidade de se intensificar a aplicação de seus conhecimentos, habilidades indispensáveis à manutenção e competitividade do negócio. Com tudo isso, se assegura que os recursos materiais, financeiros e tecnológicos devem ser utilizados com eficiência e eficácia. Sendo assim, as pessoas passam a significar o diferencial competitivo que mantém e promove o sucesso organizacional. Elas passam a constituir a competência básica da organização, a sua principal vantagem competitiva em um mundo globalizado, instável, mutável e fortemente competitivo. As organizações estão mudando os seus conceitos e alterando as suas práticas gerenciais. Ao invés de investirem diretamente nos produtos e serviços, elas estão investindo nas pessoas que os entendem e que sabem como criá-los, desenvolvê-los, produzi-los e melhorá-los. Ao invés de investirem diretamente nos clientes externos, elas estão investindo nas pessoas que os atendem e que sabem como satisfazê-los e encantá-los. As pessoas passam a constituir o elemento básico do sucesso em qualquer organização. Para que uma organização seja competitiva é necessário que ela esteja preparada para atrair, manter, desenvolver e gerenciar pessoas. Além de transmitir uma imagem de credibilidade, inovação e excelente relacionamento com os funcionários, é necessário conhecer o perfil das pessoas que a organização necessita para superar desafios, ser cada vez mais competitiva e oferecer para estas pessoas um excelente local para trabalharem, desenvolverem e crescerem, possibilitando a aquisição de novos conhecimentos, desafios constantes e melhor qualidade de vida. As pessoas serão sem dúvida nenhuma, o grande diferencial competitivo nas organizações que quiserem sobreviver num mercado cada vez mais complexo, veloz, globalizado e exigente. A área de gestão de pessoas desempenha nessa perspectiva, um papel preponderante na sobrevivência, consolidação e desenvolvimento das empresas. As organizações devem mobilizar esforços e habilidades dos profissionais não só para atender aos interesses da mesma, mas também criando oportunidades de aprendizagem, elevando a auto-estima e proporcionando o reforço positivo, ou seja, elogiando seu trabalho. Segundo BOOG (2002) A área de gestão de pessoas é aquela que dissemina tecnologias para que os líderes possam exercer melhor seu papel. As pessoas são fundamentais, tanto na execução correta de seu trabalho, quanto na qualificação, criatividade, inovação e parceria efetiva na perenidade do negócio. Pessoas não comprometidas com o negócio podem gerar, num mercado extremamente competitivo a descontinuidade do negócio. É preciso investir fortemente na área de gestão de pessoas, para que a mesma possa preparar pessoas para a busca constante por resultados, como única forma capaz de desenvolver e manter o negócio. É isso que as organizações necessitam com urgência, para permanecerem vivas. É por isso que o investimento em pessoas será vital para uma próspera e saudável condução dos negócios.é preciso entender e compreender que o resultado acontecerá somente através das

10 10 pessoas, elas serão os grandes diferenciais entre o sucesso ou insucesso de uma organização. Diante do foi exposto, percebemos que o segredo de uma empresa competitiva está na equipe, na sua estrutura de Recursos Humanos, responsável por selecionar, treinar e manter a empresa como uma grande equipe, criativa e motivada. Hoje, indo muito além da tradicional administração de benefícios e folhas de pagamento, o Departamento de Recursos Humanos funciona mais como um facilitador do processo produtivo, investindo não só em recursos para o homem, recursos de que a empresa dispõe, mas, principalmente, nos recursos do homem, recursos de que somente ele pode dispor. O que podemos constatar é que as empresas que estão se destacando no mercado são aquelas que estão colocando a sua força de Recursos Humanos como uma vantagem competitiva. O trabalhador de hoje é o mesmo cidadão que exige uma melhor qualidade vida no trabalho.

11 11 6- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AZEVEDO, Jovane Medina. Gestão do Conhecimento. Pós-Graduação em Administração de Recursos Humanos. Instituto Cambury BOLGAR, Paulo Henrique.

12 12 SERAFIM, Pedro Filho. A Gestão do Conhecimento e a Motivação nas Organizações. Disponível em: <http: //www. perspectivas. com.br/leitura/g8.htm> Acesso em:05 mar SILVA, João Bezerra. Capital Intelectual - Gestão do Conhecimento. Disponível em: <http: //www. rh. com.br. Acesso em: 04 Out SVEIBY, Karl Erik. A Nova Riqueza das Organizações. Rio de Janeiro. Editora Campus, 1998.

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

Utilização de ferramentas de colaboração para Gestão do Conhecimento

Utilização de ferramentas de colaboração para Gestão do Conhecimento Utilização de ferramentas de colaboração para Gestão do Conhecimento Carlos Roberto de Souza Tavares 1 Carlos Mário Dal Col Zeve 2 RESUMO Um dos maiores problemas que as empresas atuais enfrentam refere-se

Leia mais

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA SUMÁRIO DE PROJETOS WORKFLOW... 03 ALINHAMENTO ESTRATÉGICO... 04 IDENTIDADE CORPORATIVA... 04 GESTÃO DE COMPETÊNCIAS... 05 TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO... 05 REMUNERAÇÃO...

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO: PRÁTICAS QUE CRIAM VALOR

GESTÃO DO CONHECIMENTO: PRÁTICAS QUE CRIAM VALOR GESTÃO DO CONHECIMENTO: PRÁTICAS QUE CRIAM VALOR Área: ADMINISTRAÇÃO Categoria: EXTENSÃO Francielle Cwikla Fundação Getulio Vargas, Rua Canafistula 96 Vila B, francwikla@gmail.com Resumo A gestão do conhecimento

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

VANTAGEM ESTRATÉGICA. Assunto: Administração do Conhecimento

VANTAGEM ESTRATÉGICA. Assunto: Administração do Conhecimento 1 VANTAGEM ESTRATÉGICA Assunto: Administração do Conhecimento Objetivos do capítulo: 1. Explicar como os sistemas de administração do conhecimento podem ajudar na iniciativa de construir uma empresa geradora

Leia mais

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercício 1: Leia o texto abaixo e identifique o seguinte: 2 frases com ações estratégicas (dê o nome de cada ação) 2 frases com características

Leia mais

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Objetivos da aula: Estudar a remuneração por habilidades; Sistematizar habilidades e contrato de desenvolvimento contínuo.

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Resende, J.M.; Nascimento Filho, W.G.; Costa S.R.R. INEAGRO/UFRuralRJ INTRODUÇÃO O patrimônio de uma empresa é formado por ativos tangíveis

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Plano de Desenvolvimento Relação Ergonomia e Moda e Educação Corporativa Ilca Maria Moya de Oliveira Segundo Dutra (2004), a preparação para o futuro exige investimentos simultâneos: um na modernização

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Divulgação Portal - METROCAMP. Você não quer exercer a profissão mais importante do futuro (Bill Gates)?

Divulgação Portal - METROCAMP. Você não quer exercer a profissão mais importante do futuro (Bill Gates)? Divulgação Portal - METROCAMP Você não quer exercer a profissão mais importante do futuro (Bill Gates)? Torne se um Trabalhador de Conhecimento (Kowledge Worker) de Werner Kugelmeier WWW.wkprisma.com.br

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

O objetivo empresarial das organizações modernas é atingir excelência operacional no uso de seus recursos estratégicos: pessoas e conhecimento.

O objetivo empresarial das organizações modernas é atingir excelência operacional no uso de seus recursos estratégicos: pessoas e conhecimento. A gestão do conhecimento nos escritórios de advocacia Lara Cristina de Alencar Selem (*) O objetivo empresarial das organizações modernas é atingir excelência operacional no uso de seus recursos estratégicos:

Leia mais

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 Apresentação Doutora e Mestre em Ciências da Comunicação / Bibliotecária (ECA/USP); Docente do curso de

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA

Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA UNIVERSIDADE COOPERATIVA Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA Educação Empresarial - Treinamento

Leia mais

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Comunicação empresarial eficiente: Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Sumário 01 Introdução 02 02 03 A comunicação dentro das empresas nos dias de hoje Como garantir uma comunicação

Leia mais

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015. Big Data Analytics:

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015. Big Data Analytics: Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015 Big Data Analytics: Como melhorar a experiência do seu cliente Anderson Adriano de Freitas RESUMO

Leia mais

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS Ensinar para administrar. Administrar para ensinar. E crescermos juntos! www.chiavenato.com GESTÃO E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS Para Onde Estamos Indo? Idalberto Chiavenato Algumas empresas são movidas

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

Facilitando a Criação de Conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua. Parte 1

Facilitando a Criação de Conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua. Parte 1 Facilitando a Criação de Conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua. Parte 1 Georg von Krogh, Kazuo Ichijo e Ikujiro Nonaka RESUMO Por Gilson Yukio Sato Capitulo 1 - Gestão do

Leia mais

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO: RECURSOS HUMANOS DESENVOLVENDO O CAPITAL HUMANO CONSCRIPTION AND SELECTION: HUMAN RESOURCES DEVELOPING THE HUMAN CAPITAL

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO: RECURSOS HUMANOS DESENVOLVENDO O CAPITAL HUMANO CONSCRIPTION AND SELECTION: HUMAN RESOURCES DEVELOPING THE HUMAN CAPITAL RECRUTAMENTO E SELEÇÃO: RECURSOS HUMANOS DESENVOLVENDO O CAPITAL HUMANO CONSCRIPTION AND SELECTION: HUMAN RESOURCES DEVELOPING THE HUMAN CAPITAL Fabiana Custódio e Silva * Murilo Sérgio Vieira Silva **

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

O que é ser um RH estratégico

O que é ser um RH estratégico O que é ser um RH estratégico O RH é estratégico quando percebido como essencial nas decisões estratégicas para a empresa. Enquanto a área de tecnologia das empresas concentra seus investimentos em sistemas

Leia mais

práticas recomendadas Cinco maneiras de manter os recrutadores à frente da curva social

práticas recomendadas Cinco maneiras de manter os recrutadores à frente da curva social práticas recomendadas Cinco maneiras de manter os recrutadores à frente da curva social Não há dúvidas de que as tecnologias sociais têm um impacto substancial no modo como as empresas funcionam atualmente.

Leia mais

Você está fornecendo valor a seus clientes para ajudálos a superar a Paralisação virtual e acelerar a maturidade virtual?

Você está fornecendo valor a seus clientes para ajudálos a superar a Paralisação virtual e acelerar a maturidade virtual? RESUMO DO PARCEIRO: CA VIRTUAL FOUNDATION SUITE Você está fornecendo valor a seus clientes para ajudálos a superar a Paralisação virtual e acelerar a maturidade virtual? O CA Virtual Foundation Suite permite

Leia mais

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI GUIA PARA MELHORAR O SEU Principais Práticas para a Proteção de PI PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI 2013 Centro para Empreendimento e Comércio Responsáveis TABELA DE CONTEÚDO CAPÍTULO 1: Introdução à Proteção

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL - MODELO DE GESTÃO OU NOVA DOMINAÇÃO?

CULTURA ORGANIZACIONAL - MODELO DE GESTÃO OU NOVA DOMINAÇÃO? CULTURA ORGANIZACIONAL - MODELO DE GESTÃO OU NOVA DOMINAÇÃO? Artigo apresentado à universidade Estácio de Sá como requisito para avaliação de conclusão do curso de pós-graduação em gestão estratégica de

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Gestão do Conhecimento

Gestão do Conhecimento Pós-Graduação Gestão Estratégica de Empresas e Negócios Gestão do Conhecimento Trabalho desenvolvido pelos alunos da turma GEEN 0535, do curso de Gestão Estratégica de Empresas e Negócios, para a disciplina

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA. drivanmelo@yahoo.com.br

FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA. drivanmelo@yahoo.com.br FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA drivanmelo@yahoo.com.br ADMINISTRAÇÃO AD Prefixo latino = Junto de AD MINISTRAÇÃO MINISTER Radical = Obediência, Subordinação Significa aquele que realiza uma função

Leia mais

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com Quem somos? A BEATRIZ DEHTEAR KM apresenta a seus clientes uma proposta totalmente inovadora para implementar a Gestão do Conhecimento Organizacional. Nosso objetivo

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO NA INDÚSTRIA QUÍMICA

GESTÃO DO CONHECIMENTO NA INDÚSTRIA QUÍMICA GESTÃO DO CONHECIMENTO NA INDÚSTRIA QUÍMICA Maria de Fátima Soares Ribeiro Monografia apresentada para a conclusão do Curso de Gestão Empresarial para a Indústria Química GETIQ pela Escola de Química da

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: SISTEMAS DA INFORMAÇÃO MISSÃO DO CURSO Os avanços da ciência, a melhoria dos processos produtivos e a abertura de mercado, são exemplos de fatores que contribuíram

Leia mais

A importâ nciâ dâ tecnologiâ dâ informâçâ o nâs empresâs

A importâ nciâ dâ tecnologiâ dâ informâçâ o nâs empresâs A importâ nciâ dâ tecnologiâ dâ informâçâ o nâs empresâs RESUMO O presente artigo visa apresentar a importância das Tecnologias de Informação no gerenciamento das empresas de forma ágil e eficaz, demonstrando

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÕES: UMA ABORDAGEM CONCEITUAL 1

GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÕES: UMA ABORDAGEM CONCEITUAL 1 GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÕES: UMA ABORDAGEM CONCEITUAL 1 Heide Miranda da SILVA 2 RESUMO As exigências do mercado atual somadas aos avanços das tecnologias de informação

Leia mais

REFERENCIAIS DE IMPLANTAÇÃO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MODELO IPEA

REFERENCIAIS DE IMPLANTAÇÃO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MODELO IPEA REFERENCIAIS DE IMPLANTAÇÃO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MODELO IPEA VALIDAÇÃO DO MODELO CONCEITUAL DE GC DOS CORREIOS POR MEIO DO PROCESSO PILOTO CEP Alceu Roque Rech CORREIOS 17.06.13

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH. Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011)

TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH. Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011) TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011) 1 ERA DOS TALENTOS SEGUNDO PETER DRUCKER, O PAI DA ADMINISTRAÇÃO MODERNA, ESTAMOS NO INÍCIO DA ERA DOS TALENTOS. FORÇA FÍSICA,

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos. Professora Mestranda Elaine Araújo

Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos. Professora Mestranda Elaine Araújo Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Professora Mestranda Elaine Araújo E o profissional de RH... Como deve mergulhar na abordagem da Gestão do Conhecimento? Qual sua contribuição

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

SEMIPRESENCIAL 2013.1

SEMIPRESENCIAL 2013.1 SEMIPRESENCIAL 2013.1 MATERIAL COMPLEMENTAR II DISCIPLINA: GESTÃO DE CARREIRA PROFESSORA: MONICA ROCHA LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO Liderança e Motivação são fundamentais para qualquer empresa que deseja vencer

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços)

FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços) FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços) 1. MÉTODO MENTOR - Modelagem Estratégica Totalmente Orientada para Resultados Figura 1: Método MENTOR da Intellectum. Fonte: autor, 2007 O método MENTOR (vide o texto

Leia mais

Balanced Scorecard. Da estratégia às ações do dia-a-dia

Balanced Scorecard. Da estratégia às ações do dia-a-dia Balanced Scorecard Da estratégia às ações do dia-a-dia Perspectivas Em se tratando de gerenciamento de desempenho, perspectivas são os grandes vetores debaixo dos quais são agrupados objetivos, indicadores

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

O comprometimento dos colaboradores é a chave para o sucesso das organizações

O comprometimento dos colaboradores é a chave para o sucesso das organizações O comprometimento dos colaboradores é a chave para o sucesso das organizações Jean C. de Lara (Faculdade SECAL) jean@smagon.com.br Maria Elisa Camargo (Faculdade SECAL) elisa@aguiaflorestal.com.br Enir

Leia mais

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Cassia Uhler FOLTRAN 1 RGM: 079313 Helen C. Alves LOURENÇO¹ RGM: 085342 Jêissi Sabta GAVIOLLI¹ RGM: 079312 Rogério Bueno ROSA¹ RGM:

Leia mais

Fusão & Aquisição para uma Vantagem Competitiva Melhores Práticas

Fusão & Aquisição para uma Vantagem Competitiva Melhores Práticas Competitiva Melhores Práticas A consolidação e a convergência estão intensificando a concretização de operações de - FA (tradicionalmente conhecidas como MA mergers and acquisitions) considerada uma das

Leia mais

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade...

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade... Entrevista com PEDRO MANDELLI Consultor na área de mudança organizacional, Pedro Mandelli é um dos maiores especialistas em desenho e condução de processos de mudança em organizações. É professor da Fundação

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO

18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO 18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO Autor(es) ALINE MOREIRA Orientador(es) ARSÊNIO FIRMINO DE NOVAES NETTO Apoio

Leia mais

Gestão do conhecimento Wikipédia, a enciclopédia livre

Gestão do conhecimento Wikipédia, a enciclopédia livre Página 1 de 5 Gestão do conhecimento Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Gestão do Conhecimento, do inglês KM - Knowledge Management, é uma disciplina que tem suscitado cada vez mais atenção nas

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA Elaine Schweitzer Graduanda do Curso de Hotelaria Faculdades Integradas ASSESC RESUMO Em tempos de globalização, a troca de informações

Leia mais

A confluência dos vídeos e a Internet

A confluência dos vídeos e a Internet WHITEPAPER A confluência dos vídeos e a Internet Por que sua empresa deveria investir em vídeos em 2013 e como a Construção Civil pode utilizar os vídeos como diferencial competitivo. 1 Saiba como os vídeos

Leia mais

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado.

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. TECNICAS E TECNOLOGIAS DE APOIO CRM Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. Empresas já não podem confiar em mercados já conquistados. Fusões e aquisições

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

www.jrsantiago.com.br

www.jrsantiago.com.br www.jrsantiago.com.br Gestão do Conhecimento em Projetos José Renato Santiago Cenário Corporativo Muitas empresas gastam parte significativa de seu tempo no planejamento e desenvolvimento de atividades,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS. Aula 12

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS. Aula 12 FACULDADE CAMÕES PORTARIA 4.059 PROGRAMA DE ADAPTAÇÃO DE DISCIPLINAS AO AMBIENTE ON-LINE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL DOCENTE: ANTONIO SIEMSEN MUNHOZ, MSC. ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: FEVEREIRO DE 2007. Gestão

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO

GESTÃO DO CONHECIMENTO GESTÃO DO CONHECIMENTO OconceitodeGestãodoConhecimentosurgiunoinício da década de 90 e, segundo SVEIBY (1998, p. 3), a Gestão do Conhecimento não é mais uma moda de eficiência operacional. Faz parte da

Leia mais

Formar LÍDERES e equipes. Atrair e reter TALENTOS. www.grupovalure.com.br

Formar LÍDERES e equipes. Atrair e reter TALENTOS. www.grupovalure.com.br Formar LÍDERES e equipes. Atrair e reter TALENTOS. www.grupovalure.com.br www.grupovalure.com.br Estes são alguns dos grandes desafios da atualidade no mundo profissional e o nosso objetivo é contribuir

Leia mais

Capital Intelectual. www.celso-foelkel.com.br

Capital Intelectual. www.celso-foelkel.com.br Capital Intelectual www.celso-foelkel.com.br O que dá valor a uma empresa? Ativos fixos + Capital Capital Intelectual (Mente, Inteligências e Espírito) + Imagem Financeiro Tipos de Capital Capital financeiro

Leia mais

Position Paper. As Melhores Práticas Globais no Desenvolvimento de Trainees e Jovens Talentos. Edição Nº1. www.ipledu.com +55 11 2364 9355

Position Paper. As Melhores Práticas Globais no Desenvolvimento de Trainees e Jovens Talentos. Edição Nº1. www.ipledu.com +55 11 2364 9355 Position Paper Edição Nº As Melhores Práticas Globais no Desenvolvimento de Trainees e Jovens Talentos www.ipledu.com +55 64 955 O ipl Institute of Performance and Leadership é uma empresa especializada

Leia mais

Criando Oportunidades

Criando Oportunidades Criando Oportunidades Clima, Energia & Recursos Naturais Agricultura & Desenvolvimento Rural Mercados de Trabalho & Sector Privado e Desenvolvimento Sistemas Financeiros Comércio & Integração Regional

Leia mais

Informação estratégica

Informação estratégica IVENS CONSULT Informação estratégica Ivan Leão diretor da Ivens Consult Introdução A revolução em andamento é que a manufatura ou produção não é mais principal centro de lucro e sim a logística, os sistemas

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Questão em foco: Colaboração de produto 2.0. Uso de técnicas de computação social para criar redes sociais corporativas

Questão em foco: Colaboração de produto 2.0. Uso de técnicas de computação social para criar redes sociais corporativas Questão em foco: Colaboração de produto 2.0 Uso de técnicas de computação social para criar redes sociais corporativas Tech-Clarity, Inc. 2009 Sumário Sumário... 2 Introdução à questão... 3 O futuro da

Leia mais

Terceirização de Serviços de TI

Terceirização de Serviços de TI Terceirização de Serviços de TI A visão do Cliente PACS Quality Informática Ltda. 1 Agenda Terceirização: Perspectivas históricas A Terceirização como ferramenta estratégica Terceirização: O caso específico

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO

PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO 1 Paulo Bastos Tigre Professor titular Instituto de Economia da UFRJ Seminário Implementando uma cultura de inovação em P&D. São Paulo, 8 julho 2010 PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO Conceitos de inovação

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS

GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS Ana Carolina Freitas Teixeira¹ RESUMO O gerenciamento de projetos continua crescendo e cada

Leia mais

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução Gestão do Conteúdo 1. Introdução Ser capaz de fornecer informações a qualquer momento, lugar ou através de qualquer método e ser capaz de fazê-lo de uma forma econômica e rápida está se tornando uma exigência

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF.

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF 2011 Os direitos autorais desta publicação pertencem ao editor e seu conteúdo não pode ser reproduzido (mesmo em parte) sem uma permissão por escrito.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO

A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO 2009 Renata Araújo Volpe Estudante do curso de Engenharia de Produção (Brasil) Docente orientadora Carla Bittencourt Lorusso Email: revolpe@pop.com.br

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc. FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

Adapte. Envolva. Capacite.

Adapte. Envolva. Capacite. Adapte. Envolva. Capacite. Ganhe produtividade em um Ambiente de trabalho digital #DigitalMeetsWork Os benefícios de um ambiente de trabalho digital têm impacto na competitividade do negócio. Empresas

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

Paul Persuader. Descrição Individual e Estratégias de Sucesso do Programa de Perfil Pessoal. Dimensões do Comportamento

Paul Persuader. Descrição Individual e Estratégias de Sucesso do Programa de Perfil Pessoal. Dimensões do Comportamento Perfil Comportamental DiSC de: Paul Persuader Descrição Individual e Estratégias de Sucesso do Programa de Perfil Pessoal Estratégias para Gerenciar em Vendas Dimensões do Comportamento 16/07/07 W2.0.0.5

Leia mais

Apresentação da Empresa

Apresentação da Empresa Apresentação da Empresa Somos uma empresa especializada em desenvolver e implementar soluções de alto impacto na gestão e competitividade empresarial. Nossa missão é agregar valor aos negócios de nossos

Leia mais

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I 1 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I Administração é a maneira de governar organizações ou parte delas. É o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos

Leia mais

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br C1 Introdução Este guia traz noções essenciais sobre inovação e foi baseado no Manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a.

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia

Leia mais

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Modelos,

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

1 SEPAGE Seminário i Paulista de Gestão em Enfermagem. Liderança Coaching e Desenvolvimento de Pessoas

1 SEPAGE Seminário i Paulista de Gestão em Enfermagem. Liderança Coaching e Desenvolvimento de Pessoas 1 SEPAGE Seminário i Paulista de Gestão em Enfermagem Liderança Coaching e Desenvolvimento de Pessoas Maria Lúcia Alves Pereira Cardoso GEPAG UNIFESP abril / 2009 CONTEXTO Características do Trabalho no

Leia mais