NOÇÕES DE GESTÃO PÚBLICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOÇÕES DE GESTÃO PÚBLICA"

Transcrição

1 NOÇÕES DE GESTÃO PÚBLICA Resolução de exercícios Prof. Marcelo Adriano

2 EDITAL 1. Planejamento estratégico no Judiciário Brasileiro: Resolução nº 70/2009 do Conselho Nacional de Justiça. 2. Orçamento Público: Conceito. Princípios orçamentários. Receitas e despesas extraorçamentárias. 3. Orçamento-programa: conceitos e objetivos. 4. Orçamento na Constituição Federal. 5. Competência interpessoal. 6. Administração de Recursos Materiais. 7. Ciclo PDCA: planejar, fazer, verificar, agir.

3 Relações Humanas As relações humanas ocorrem em decorrência do processo de interação. 1. Contexto familiar Relações conjugais Relações pais-filhos Relações entre irmãos 2. Contexto escolar 3. Contexto de trabalho

4 Contexto de trabalho Paradigmas originados da teoria das Relações humanas: Integração social como determinante da produção, ou seja, quanto maior sua integração social no grupo maior será sua vontade de produzir, ao contrário do que dizia a Escola Clássica, que coloca fatores físicos como determinantes. Comportamento do empregado é baseado no comportamento dos grupos e organizações informais, cada empregado não age isoladamente.

5 As necessidades psicológicas e sociais e a atenção para novas formas de recompensa e sanções nãomateriais. O despertar para as relações humanas dentro das organizações. A ênfase nos aspectos emocionais e não-racionais do comportamento das pessoas. A importância do conteúdo dos cargos e tarefas para as pessoas.

6 Relações Humanas no trabalho Envolve: Competência técnica Competência interpessoal (ênfase a partir do surgimento da Teoria das Relações Humanas, ou Escola das Relações Humanas)

7 NOVO CONTEXTO Novas COMPETÊNCIAS começam a ser exigidas pelas organizações. Novas formas de trabalho e de resolução de conflitos. Novos paradigmas de relações das organizações com fornecedores, clientes e colaboradores. Relações humanas no ambiente de trabalho como foco da atenção dos gestores.

8 DEFINIÇÃO DE COMPETÊNCIA A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL envolve o C.H.A nas relações interpessoais. Integração e a coordenação de um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes (C.H.A.) que na sua manifestação produzem uma atuação diferenciada. C conhecimento - SABER H habilidade SABER FAZER A - atitude - QUERER FAZER A COMPETÊNCIA TÉCNICA envolve o C.H.A em áreas técnicas específicas.

9 Hierarquia de competências segundo Robert L. Katz

10 Competências Técnicas: se relacionam com a especialidade do gerente. Competências Humanas: abrangem a capacidade de entender as pessoas, suas atitudes e necessidades. A capacidade de liderar, comunicar e relacionar-se são expressões das competências humanas do gerente. É requerida em todos os níveis. Competências conceituais ou Gerenciais: envolvem a capacidade de entender e lidar com a complexidade das organizações e envolvem a criatividade, a capacidade de planejar e o raciocínio abstrato.

11 COMPETÊNCIA INTERPESSOAL Comunicação Organizacional; Gestão de Conflitos; Habilidades de Negociação; Delegação; Motivação; Liderança.

12 COMPETÊNCIA INTERPESSOAL A capacidade de trabalhar com eficácia como membro de uma equipe e de conseguir esforços cooperativos nessa equipe na direção dos objetivos estabelecidos. Definição Saber e querer fazer comportamentos de relacionamento onde prevalecem o respeito e o entendimento entre as partes (Celso de Souza e Souza). Habilidade de lidar eficazmente com outras pessoas de forma adequada às necessidades de cada uma e à exigência da situação (Moscovici, 1997).

13 COMPETÊNCIA INTERPESSOAL Definição (Argyris ) Habilidade de lidar eficazmente com relações de acordo com três critérios: a) Percepção acurada da situação interpessoal, de suas variáveis relevantes e respectiva inter-relação. b) Habilidade de resolver realmente os problemas, de tal modo que não haja regressões. c) Soluções alcançadas de tal forma que as pessoas envolvidas continuem trabalhando juntas tão eficientemente, pelo menos, como quando começaram a resolver seus problemas (convergência).

14 COMPETÊNCIA INTERPESSOAL Pré-requisitos de possibilidades de percepção (longo processo de crescimento pessoal ): auto-percepção; auto-conscientização; auto-aceitação. flexibilidade perceptiva e comportamental

15 FEEDBACK Dar e receber feedback constitui uma das habilidades interpessoais imprescindíveis ao funcionamento produtivo de um grupo humano em qualquer contexto. Todo o comportamento dirigido para um fim requer feedback. Para alcançar um objetivo, alguns sinais do objetivo são absolutamente necessários, em algum momento, para orientar o comportamento.

16 FEEDBACK processo de ajuda para mudança de comportamento. se eficaz ajuda o indivíduo (ou grupo) a melhorar seu desempenho e assim alcançar seus objetivos. Precisa ser: Descritivo ao invés de avaliativo. Específico ao invés de geral. Compatível com as necessidades.

17 FEEDBACK Precisa ser: Dirigido para comportamentos que o receptor possa modificar. Solicitado ao invés de imposto. Oportuno (logo após o comportamento). Esclarecido para assegurar comunicação precisa.

18 CONFLITO

19 Conflito Sua origem é a divergências de percepção e idéias; São componentes inevitáveis e necessários da vida grupal. O conflito em si não é patológico nem destrutivo. Pode ter conseqüências positivas: Previne a estagnação decorrente do equilíbrio constante da concordância; Estimula o interesse e a curiosidade pelo desafio da oposição;

20 Descobre os problemas e demanda a sua resolução; Funciona como a raiz de mudanças pessoais, grupais e sociais. Aumenta a probabilidade de surgirem soluções inovadoras e incrementa a qualidade das decisões. Fortalece as relações quando é resolvido criativamente. Cada pessoa pode compreender melhor a sua própria posição, pois o conflito força a articular os pontos de vista próprios e a descobrir os argumentos que os apóiem. Motiva as pessoas dos dois lados da barricada a compreenderem melhor as posições da contraparte.

21 Aumenta a coesão, a lealdade, a motivação e a performance dentro dos grupos envolvidos na contenda. Permite libertar tensões. Permite testar os méritos das diferentes propostas, ideias e argumentos.

22 Pode ter conseqüências negativas: Aprofunda as diferenças, e polariza os indivíduos e grupos, tornando difíceis a comunicação, cooperação e interajuda. Suscita comportamentos irresponsáveis. Pode levar á destruição do grupo. Gera desgaste emocional e sentimentos de dor, antagonismo e hostilidade. Se algum membro do grupo sugere que a posição da outra parte tem algum mérito, pode ser considerado como traidor.

23 Pode romper relacionamentos. Permite reconhecer problemas ignorados. Pode afetar negativamente a cooperação entre pessoas e grupos. Afasta a atenção e as energias das tarefas maiores e dos objetivos organizacionais chave. Pode levar os lideres a passarem de estilos participativos para autoritários.

24 Cria ambientes de trabalho desagradáveis. Pode levar a suspeições descabidas sobre os motivos, atitudes e intenções da outra parte. Gera, em cada lado da barricada estereótipos negativos acerca do outro.

25 Condições necessárias para o desencadeamento de um conflito Percepção da incompatibilidade de ideias ou objetivos Percepção da oportunidade de interferência

26 TIPOS DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS Resolução ganhar/perder conflito Continuidade do Resolução perder/perder conflito Continuidade do Resolução ganhar/ganhar: As partes conseguem identificar soluções bem sucedidas para seus problemas, permitindo que ambas atinjam os objetivos desejados. Obs: Na resolução ganhar/ganhar o ciclo de continuidade do conflito é interrompido.

27 Passos para Resolução de Conflitos Identificar o problema (diagnose do conflito) Resolvê-lo (discussão aberta) Minimizar diferenças entre as partes conflitantes Enfatizar os interesses comuns

28 ESTILOS DE ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS Estilo de Evitação Postura nem assertiva e nem cooperativa, na pretensão de evitar ou fugir ao conflito. Usado: Problema é trivial, Não há chance de ganhar; Requer tempo para obter informações ou um desacordo pode ser oneroso ou perigoso. Pode criar um conflito do tipo perder/perder

29 Estilo de acomodação Na prática a suavização pode ignorar a essência real do conflito. Alto grau de cooperação e pouca assertividade para suavizar as coisas e manter a harmonia. Consiste em resolver os pontos menores de discordância e deixar os problemas maiores para frente. Usado: Se pretende construir créditos sociais, Manter a harmonia é o mais importante.

30 Estilo Competitivo Muita assertividade e pouca cooperação. Comando autoritário que reflete forte assertividade para impor o seu próprio interesse. Utilizado quando uma ação decisiva deve ser rapidamente imposta em situações importantes. É uma atitude de confronto e dominação. Tende a criar um conflito do tipo ganhar/perder. Uma das partes ganha à custa da outra.

31 Estilo de compromisso Combinação de ambas as características de assertividade e de cooperação. Utilizado quando uma parte aceita soluções razoáveis para a outra e cada parte aceita ganhos e perdas na solução. Ambos têm igual poder e querem reduzir as diferenças. Tende a criar um conflito do tipo ganhar/perder. Ocorre quando cada parte dá algo e ganha algo de valor.

32 Estilo de colaboração É o estilo mais eficaz de administração de conflitos. É a forma GANHAR/GANHAR. Também chamado de solução de problemas. Reflete elevado grau de assertividade e de cooperação. Habilita ambas as partes a ganhar. Utilizado quando os interesses de ambos os lados são importantes e quando o equilíbrio requer bom senso. Tende a reconciliar diferenças entre as partes.

33 ESTILOS DE ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS

34 COMPETÊNCIA INTERPESSOAL 1. (FCC - Analista Judiciário - Administrativa 2009 TRT 3ª) 46. Competência interpessoal é a habilidade de (A) utilizar o poder do conhecimento para fazer as pessoas se comportarem de acordo com os seus objetivos. (B) separar claramente os aspectos emocionais dos procurando neutralizar os primeiros e ressaltar os aspectos técnicos nos conflitos interpessoais, segundos.

35 (C) resolver os conflitos de percepção interpessoais utilizando técnicas de brainstorming. (D) envolver todos no processo de decisão por meio de processos de gestão participativa. (E) desenvolver acurada percepção da situação, de suas variáveis relevantes e suas respectivas interrelações

36 COMPETÊNCIA INTERPESSOAL Definição (Argyris ) Habilidade de lidar eficazmente com relações de acordo com três critérios: a) Percepção acurada da situação interpessoal, de suas variáveis relevantes e respectiva inter-relação. b) Habilidade de resolver realmente os problemas, de tal modo que não haja regressões. c) Soluções alcançadas de tal forma que as pessoas envolvidas continuem trabalhando juntas tão eficientemente, pelo menos, como quando começaram a resolver seus problemas (convergência).

37 2. ( FCC AL-SP - Agente Legislativo de Serviços Técnicos e Administrativos) A capacidade de trabalhar com eficácia como membro de uma equipe e de conseguir esforços cooperativos nessa equipe na direção dos objetivos estabelecidos denomina-se habilidade a) conceitual ou de visão sistêmica. b) técnica. c) de relação interpessoal ou humana d) de resolução de conflitos. e) de alocação de recursos.

38 3. ( FCC DPE - SP - Agente de Defensoria - Administrador) Com relação à importância do feedback no processo de comunicação interpessoal nas organizações, considere as afirmativas abaixo. I. Para ser efetivo o feedback dever ser descritivo ao contrário de ser um processo de avaliação II. O feedback é mais útil quando solicitado e oportuno, isto é, quando feito no momento do comportamento ou do fato em questão III. Deve ser compatível com as motivações e objetivos do emissor, mesmo que seja expresso na forma de um desabafo.

39 IV. Deve ser direcionado às características pessoais, idiossincrasias, limitações de raciocínio e outras manifestações individuais que podem ser apontadas como falhas. V. Deve ser específico ao contrário de verbalizar uma generalização Está correto o que se afirma APENAS em a) II e V. b) I, III e V. c) I, II e V d) III, IV e V. e) II, III, IV e V.

40 FEEDBACK Precisa ser: Dirigido para comportamentos que o receptor possa modificar. Solicitado ao invés de imposto. Oportuno (logo após o comportamento). Esclarecido para assegurar comunicação precisa.

41 4. ( FCC DNOCS - Administrador / Gestão de Pessoas ) Robert L. Katz define que, à medida que se sobe na hierarquia organizacional, torna-se mais necessária a habilidade conceitual. A respeito de habilidade conceitual, é correto afirmar que a) se relaciona com conhecimentos, métodos e equipamentos necessários para a realização das tarefas. b) envolve a capacidade de compreender e lidar com estratégias, raciocíonio abstrato, entendimento do contexto e criatividade

42 c) abrange a compreensão das pessoas e suas necessidades, interesses e atitudes. d) envolve a habilidade interpessoal de arbitrar conflitos e de ser tolerante a tensões. e) implica desenvolvimento de habilidades de comunicações e construção de redes informais.

43 Hierarquia de competências segundo Robert L. Katz

44 Competências Técnicas: se relacionam com a especialidade do gerente. Competências Humanas: abrangem a capacidade de entender as pessoas, suas atitudes e necessidades. A capacidade de liderar, comunicar e relacionar-se são expressões das competências humanas do gerente. É requerida em todos os níveis. Competências conceituais ou Gerenciais: envolvem a capacidade de entender e lidar com a complexidade das organizações e envolvem a criatividade, a capacidade de planejar e o raciocínio abstrato.

45 Segundo Chiavenato (2000, p. 3): "Habilidade conceitual: Consiste na capacidade de compreender a complexidade da organização com um todo e o ajustamento do comportamento de suas partes. Essa habilidade permite que a pessoa se comporte de acordo com os objetivos da organização total e não apenas de acordo com os objetivos e as necessidades de seu departamento ou grupo imediato.

46 5. (FCC TCE-GO - Analista de Controle Externo - Gestão de Pessoas ) Em relação ao conceito de competências essenciais. I. As competências essenciais são competências organizacionais que dependem de uma hierarquia de competências funcionais, gerenciais e pessoais II. As competências essenciais constituem um arranjo sistêmico e integrado de várias competências pessoais e grupais; são o resultado da sinergia do sistema III. As competências essenciais dão a base e a sustentação das quais dependem as competências organizacionais.

47 IV. Em certos casos, a competência essencial está embasada em uma só pessoa ou em uma única equipe; caracterizando as empresas mais criativas e dinâmicas. V. São competências essenciais aquelas requeridas de qualquer profissional, independentemente da função ou área de atuação, mas cujo nível de exigência ou necessidade difere de função para função ou entre as distintas áreas de atuação.

48 a) Estão corretas APENAS as afirmativas I e II b) Estão corretas APENAS as afirmativas I, II e V. c) Estão corretas APENAS as afirmativas I, III e V. d) Estão corretas APENAS as afirmativas II, III eiv. e) Estão corretas APENAS as afirmativas II, III, IVe V.

49 Competências essenciais: são as competências básicas e fundamentais para o sucesso da organização em relação aos clientes, à sociedade aos concorrente. Correspondem àquilo que cada organização sabe fazer melhor. Cada organização precisa identificas e localizar as competências essências capazes de levá-la ao sucesso. As competências são fundamentais para a eficácia organizacional.

50 Competências organizacionais: são as competências relacionadas com a vida íntima da organização. Correspondem ao modus vivendi da organização, à sua cultura corporativa, como a organização se estrutura e organiza para realizar o trabalho organizacional. Referem-se ao aparato interno por meio do qual a organização se articula e se integra para poder funcionar. Competências pessoais: são as competências que cada indivíduo aprende e desenvolve em suas atividades pessoais na organização.

51 6. (FCC - Agente Legislativo de Serviços - Técnicos e Administrativos) 60. A influência exercida pelo líder em virtude da afeição e do respeito que as pessoas têm por ele denomina-se poder (A) situacional. (B) legítimo. (C) do saber. (D) circunstancial. (E) referente

52 PODER Poder é a base da autoridade, sem a qual as organizações não existem. Poder pode ser: Interativo (há troca de mensagem) e Não-Interativo (não há troca de mensagens). O PODER pode ser definido como sendo a capacidade individual ou coletiva de afetar os pensamentos, emoções ou atitudes de uma ou mais pessoas.

53

54 3. O nível de prontidão ("maturidade" como é desempenho de uma tarefa, função ou objetivo chamada pelos autores) dos subordinados no específico. Teoria da Liderança Situacional de Hersey e Blanchard (1977). Estilo do comportamento do líder. Liderança Situacional baseia-se numa inter-relação entre: 1. A quantidade de orientação e direção comportamento de tarefa) que o líder oferece; 2. A quantidade de apoio sócio-emocional (comportamento de relacionamento) dado pelo líder;

55 liderança situacional consiste da relação entre estilo do líder, maturidade do liderado e situação encontrada. O modelo de liderança define o comportamento da tarefa, sendo o líder encarregado de dirigir as pessoas, ditando suas funções e objetivos a serem alcançados. A liderança situacional mostra uma relação entre liderança, motivação e poder.

56 A liderança situacional busca conciliar a tarefa a ser executada, concedendo orientação e direção do líder aos colaboradores, o apoio emocional através de um relacionamento adequado e o nível de maturidade dos colaboradores.

57 Este modo de liderança pode ser dividido em quatro estilos: Direção: o colaborador necessita aprender a tarefa a ser executada. Orientação: o colaborador necessita conhecer a tarefa e conquistar um estímulo para execução dela. Apoio: O líder presta apoio, porém supervisiona pouco. Delegação: os colaboradores possuem maior autonomia e liberdade, tendo conhecimento e segurança com as tarefas.

58

59

60 7.(FCC - Analista Judiciário - Administrativa 2009 TJ/AP) 25. No intuito de melhorar a comunicação interpessoal e intergrupal numa organização de grande porte deve-se (A) aperfeiçoar os fluxos descendentes e formais de comunicação escrita para melhorar a imagem da direção. (B) centralizar os fluxos ascendentes e informais de comunicação oral visando elevar o controle gerencial. (C) estimular os fluxos horizontais de comunicação informal e oral entre todos os funcionários em torno de metas e projetos

61 (D) incentivar a comunicação formal e escrita entre os altos dirigentes dos setores de marketing e RH. (E) reduzir os fluxos laterais de comunicação formal e informal para impedir as chamadas centrais de boatos.

62 Comunicação formal X informal Formal Segue uma hierarquia; Respeita a administração, valores e objetivos. Preocupação com os interlocutores. ênfase em organizações centralizadas. Atividade rotineira com tarefas simples

63 Informal (rádio peão ou rádio corredor) Não possui regra alguma. Não respeita níveis de autoridade. Transmissão de satisfação ou insatisfação. Processo não estruturado. Envolve todos os níveis. Não se restringe a questões profissionais.

64 Ênfase em organizações ou setores descentralizados. Tarefas não rotineiras e de alta complexidade.

65 8. (FCC- Agente Administrativo 2010 DNOCS) 44. Qualquer que seja o estado emocional dos clientes, é importante para eles que se compreenda o que estão tentando dizer e como se sentem em relação ao atendimento que desejam. Quando se reage às emoções deles, é bom distinguir entre empatia e solidariedade. Ambas têm a ver com o modo como se lida com as emoções das pessoas. A respeito de empatia, analise: I. empatia significa reconhecer e afirmar o estado emocional do outro II. empatia envolve identificação e até mesmo envolvimento com as emoções do outro.

66 III. reagindo com empatia, preserva-se a calma e o autocontrole para ajudar o cliente a suprir suas necessidades e a resolver o problema (E) II e IV. IV. responder aos clientes com empatia é indignar-se tanto quanto eles diante do problema. É correto o que consta APENAS em (A) I, II e IV. (B) I, II e III. (C) II e III. (D) I e III

67 9. (FCC- Agente Administrativo 2010 DNOCS) 45. Uma equipe de trabalho gera sinergia mediante o esforço coordenado. A respeito da sinergia, é correto afirmar que os esforços individuais resultam em um nível de desempenho (A) neutro. (B) que é menor do que a soma das combinações individuais. (C) que é igual à soma das combinações individuais. (D) às vezes negativo. (E) que é maior do que a soma das combinações individuais

68 10. (FCC- Agente Administrativo 2010 DNOCS) 48. No trabalho em equipe, tratar as pessoas como objetos ou números, distanciar-se dos problemas, não considerar as idiossincrasias de determinadas pessoas ou o impacto dos eventos sobre elas, são características de um comportamento defensivo denominado (A) bode expiatório. (B) transferência de responsabilidade. (C) despersonalização (D) protelação. (E) formalização.

69 Comportamentos defensivos As pessoas freqüentemente demonstram comportamentos reativos ou defensivos para evitar ações ou culpabilidade. Meios de evitar a ação: superconformação: interpretação estrita de suas responsabilidades; transferência de responsabilidade: transfere-se a outra pessoa a responsabilidade pela execução de uma tarefa ou tomada de decisão;

70 fazer-se de bobo: evitar uma tarefa indesejada fingindo ignorância ou incapacidade; despersonalização: você passa a tratar as pessoas como objetos ou números, distanciando-se dos problemas e evitando considerar as particularidades de determinadas pessoas ou o impacto dos eventos sobre elas; esticar e suavizar: prática de prolongar uma tarefa para você sempre parecer ocupado; protelação: requer que você pareça razoavelmente apoiador em público, enquanto não faz nada ou quase nada particularmente.

71 Meios de evitar a culpa: formalização: refere-se à prática de documentar rigorosamente as atividades para projetar uma imagem de competência de seriedade; segurança: evadir-se de situações que possam ter reflexos desfavoráveis; justificativas: inclui explicações que reduzam sua responsabilidade por um resultado negativo; bode expiatório: colocar a culpa por um resultado negativo em fatores externos, que nem sempre estão envolvidos;

72 embelezamento, fraude, apresentação seletiva ou falsificação de imagem: manipulação de informações por meio de distorções, ofuscação.

73 11. (FCC- Agente Administrativo 2010 DNOCS) 49. No processo de comunicação organizacional existe, na parte da decodificação da mensagem, a percepção seletiva do receptor. A respeito da percepção seletiva do receptor da mensagem, analise: I. refere-se à manipulação da informação pelo emissor, para que ela seja vista de maneira mais favorável pelo receptor. II. à medida que as informações são passadas para a cúpula da empresa, elas precisam ser condensadas e sintetizadas.

74 III. o receptor, no processo de comunicação, vê e escuta com base em suas necessidades, motivações e experiências IV. o receptor também projeta seus interesses e expectativas quando decodifica as mensagens V. o emissor tende a assumir que as palavras e termos usados por ele na transmissão da mensagem têm o mesmo significado para o receptor. É correto o que consta APENAS em (A) I, II e III. (B) III e IV (C) III e V. (D) II, III e IV. (E) I, II, e V.

75 Chama-se "percepção seletiva", a tendência que as pessoas têm ver e ouvir somente os fatos que apóiam suas crenças e os seus referenciais socioculturais.

76 MATERIAIS Toda em presa necessita de recursos Recursos empresariais. Os principais recursos empresariais são: Recursos Materiais; Recursos Financeiros; Recursos Humanos; Recursos Mercadológicos; e Recursos Administrativos

77 MATERIAIS Definoções conjunto de atividades desenvolvidas dentro de uma empresa, de forma centralizada ou não, destinadas a suprir as diversas unidades, com os materiais necessários ao desempenho normal das respectivas atribuições. Tais atividades abrangem desde o circuito de reaprovisionamento, inclusive compras, o recebimento, a armazenagem dos materiais, o fornecimento dos mesmos aos órgãos requisitantes, até as operações gerais de controle de estoques etc.

78 1. ( FCC METRÔ-SP - Analista Treinee - Administração de Empresas) Nos anos de 2006 e de 2007, respectivamente, a empresa AlfaMetro obteve os seguintes resultados de produção:

79 Analisando os dados da AlfaMetro, a produtividade de a) 2006 é 50% menor que a de b) 2006 é 50% maior que a de c) 2006 é menor que a de d) 2006 é maior que a de e) 2006 é igual a de 2007

80 Produtividade: é basicamente a relação entre a produção e os fatores de produção utilizados. Produção: são os bens produzidos(quantidade de produtos produzidos). Fatores de produção: são os recursos utilizados na produção de bens (pessoas, máquinas, materiais e outros) Quanto maior for a relação entre a quantidade produzida por fatores utilizados maior é a produtividade.

81 2. (FCC METRÔ-SP - Analista Treinee - Administração de Empresas) No processo de gestão de materiais, a classificação ABC é uma ordenação dos itens consumidos em função de um valor financeiro. São considerados classe A os itens de estoque com as características de a) muitos itens em estoque e baixo valor de consumo acumulado. b) poucos itens em estoque e baixo valor de consumo acumulado. c) muitos itens em estoque e alto valor de consumo acumulado. d) poucos itens em estoque e alto valor de consumo acumulado e) número médio de itens em estoque e alto valor acumulado.

82 Baseia-se no raciocínio do diagrama de pareto desenvolvido pelo economista italiano Vilfredo Pareto. Determinar o grau de importância dos itens, permitindo assim diferentes níveis de controle com base na importância relativa do item.

83

84 3. (FCC METRÔ-SP - Analista Treinee - Administração de Empresas) Demanda primária (demanda pela classe do produto) e demanda secundária (demanda por uma determinada marca) são manifestadas, respectivamente, durante os estágios do ciclo de vida do produto denominados a) crescimento e maturidade. b) introdução e declínio. c) introdução e crescimento d) maturidade e declínio. e) crescimento e declínio.

85 CICLO DE VIDA História completa do produto através de suas fases de concepção, definição, produção, operação e obsolescência. 1. Lançamento Apresentação ao mercado. Período de crescimento lento das vendas. É preciso visão a longo prazo. Grandes despesas de lançamento. Mkt dá ênfase na construção da demanda primária

86 2. Crescimento Rápida aceitação de mercado, e melhoria significativa no lucro. Abertura à expansão que deve ser explorada. Vendas crescentes. Início da concorrência. As ações de marketing buscam sustentação e as repetições de compra do consumidor. Concorrência faz com que profissionais de mkt enfatizem a demanda secundária (baixando preços e melhorando a imagem de marca)

87 3. Maturidade Redução no crescimento das vendas, Produto pela maioria dos consumidores potenciais. Alguns concorrentes começam a deixar o mercado Volume de vendas se estabiliza. O lucro estabiliza-se até entrar em declínio. Consumidores fiéis repetem suas compras.

88 4. Declínio Forte queda nas vendas e no lucro. Competição feroz. Condições econômicas desfavorecidas. Mudanças nas tendências ou outros fatos. Momento de desaceleração. Eliminação ou revitalização.

89 CICLO DE VIDA

90 4. (FCC MPE-RS - Assessor - Área Administração) Considera-se uma gestão de materiais bem sucedida aquela que consegue estabelecer um equilíbrio entre a) acesso a crédito e qualidade de serviço. b) taxa de lucro esperada e nível de estoque. c) capacidade de endividamento e demanda efetiva. d) necessidade de financiamento e nível de oferta. e) disponibilidade de capital de giro e nível de serviço

91 5. (FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Administração ) Os materiais que devem permanecer em estoque, o volume de estoque que será necessário para um determinado período e quando os estoques devem ser reabastecidos são pressupostos que fundamentam a) o sistema de produção contínua. b) o dimensionamento de estoques c) a classificação de materiais. d) o arranjo físico. e) o sistema de produção em lotes.

92 Dimensionamento de estoque Determinar as dimensões do estoque (quantidade de cada iten), de forma que se possa alcançar o máximo disponibilidade de capital de giro e nível de serviço para a organização.

93 (ARNOLD, 2006) o dimensionamento de estoques é fundamentado nos seguintes pressupostos: - O que: quais os materiais que devem permanecer em estoque, isto é, quais os itens de estoque? - Quanto: qual o volume de estoque que será necessário para um determinado período, isto é, qual o nível de estoque para cada item? - Reposição: quanto os estoques devem ser reabastecidos, isto é, qual periodicidade das compras e o giro dos estoques?

94 6. (FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Administração) O levantamento físico dos materiais e patrimônio existentes na organização para efeito de confrontação periódica com os dados indicados nos fichários ou banco de dados de estoque e controle patrimonial denomina-se a) ponto de pedido. b) follow-up físico. c) curva ABC. d) inventário físico e) média móvel patrimonial.

95 7. ( FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Administração) A etapa em que o órgão de compras assegura-se de que a entrega do material será feita dentro dos prazos estabelecidos e na quantidade e qualidade negociadas denomina- se a) análise das requisições. b) análise de valor. c) recebimento de materiais. d) pesquisa e seleção de fornecedores. e) seguimento de pedidos

96 Etapas do processo de compras de materiais tradicional 8 Aprovar a fatura para pagamento do fornecedor TEÓFILO NETO (2000) 1 Receber as requisições de compra 2 Analisar as requisições de compra 3 Selecionar fornecedores 4 Negociar o preço 5 Emitir pedidos de compra 6 Fazer um acompanhamento 7 Receber e aceitar as mercadorias

97 ÍNDICE DE ROTATIVIDADE DE ESTOQUE Indica quantas vezes o estoque foi renovado no ano, calculado pelo quociente entre o somatório dos consumos e o estoque médio no período considerado.

98 Rotatividade = Custo médio do periodo estoque médio R = 6000 unid/ano = 10 vezes/ano 600 unid. R = CMV. estoque médio

99 8. FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Administração) O estoque médio mensal de um determinado item é de unidades. São consumidas mensalmente unidades. A taxa de cobertura desse item é igual a a) 3 b) 9,33. c) 6,33. d) 6. e) 0,33.

100 Taxa de cobertura ou antigiro - Indica quantos meses de consumo equivale ao estoque médio. Antigiro = estoque médio Rotação Antigiro = =

101 09. ( FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Administração) Na administração de materiais e patrimônio, o princípio que se baseia no fundamento de que a maior parte do investimento está concentrada em um pequeno número de itens denomina-se a) estoque máximo. b) estoque mínimo. c) supplychain. d) reposição periódica. e) classificação ABC

102 estoque máximo = estoque mínimo + lote de reposição. estoque mínimo = venda ou consumo médio x tempo de reposição. lote de reposição = consumo médio mensal frequência de compra. O Supply Chain Management (SCM) (Shapiro, 2001, p. 4): É a gestão da cadeia de fornecimento. Permite aos executivos avaliar pontos fortes e pontos fracos na sua cadeia de fornecimento.

103 Reposição periódica: refere-se ao método de adição de necessidades para re-aprovisionar em quantidades variáveis em Intervalos de tempo regulares, mais do que quantidades iguais em intervalos de tempo variáveis.

104 10. ( FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Administração)A técnica de programação de materiais e patrimônio que permite entregá-los na quantidade certa, no tempo certo e no ponto certo denomina-se a) just-in-time b) estoque mínimo. c) estoque de segurança. d) kaizen. e) qualidade total.

105 JUST-IN-TIME (JIT) Melhoria da posição competitiva no que se referem os fatores com a velocidade, a qualidade e o preço dos produtos. Just in Time surgiu no Japão, no princípio dos anos 50; Método para gestão da produção; Proposta de reorganização do ambiente produtivo; Visa eliminação de desperdícios; Visa o melhoramento contínuo dos processos de produção;

106 Filosofia Just in Time: Eliminação de estoques; Eliminação de desperdícios; Manufatura de fluxo contínuo; Produção puxada a partir da demanda; Esforço contínuo na resolução de problemas; Melhoria contínua dos processos.

107 KAIZEN "Kai"significa Mudar e "Zen" significa Para Melhor Palavra de origem japonesa com o significado de melhoria contínua, gradual, na vida em geral (pessoal, familiar, social e no trabalho). Gerar um ambiente de comprometimento com as metas proposta de melhoria contínua criando um forte clima motivacional em realizar os trabalhos, valorizando o esforço da equipe, todos em prol do mesmo objetivo. (HIRATA, 1993).

108 11. ( FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Administração) A organização Alfa tem os seguintes dados de administração de materiais: Material Estoque reserva Consumo médio do material Cartucho de tinta para impressora 10 unidades Tempo de espera médio, em dias, para reposição do 7 dias material Lote de compra 10 unidades por dia 200 unidades

109 O estoque mínimo a ser mantido, em unidades, para o material especificado é a) 280. b) 270. c) 140. d) 80 e) 70.

110 Modelos de cálculo para estoque mínimo Fórmula simples E. min = C x K C - consumo médio mensal K - fator de seguranca arbitrário com o qual se deseja garantia contra risco de ruptura.

111 Modelos de cálculo para estoque mínimo Estoque Mínimo com Variação E.min = T1 x (C2 - C1) + C2 x T4 Onde : T1 = Tempo para o consumo. C1 = Consumo normal mensal C2 = Consumo mensal maior que o normal T4 = Atraso no tempo de reposição

112 Cálculo para estoque mínimo E. min = C x K E. min = 10 x E. min = 80

113 12. ( FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Administração) A organização Alfa tem os seguintes dados de administração de materiais: Material Cartucho de tinta para impressora Estoque reserva Consumo médio do material 10 unidades 10 unidades por dia Tempo de espera médio, em dias, para reposição do 7 dias material Lote de compra 200 unidades

114 O estoque máximo ideal a ser mantido, em unidades, para o material especificado é a) 900. b) 700. c) 280 d) 270. e) 170.

115 ESTOQUE MÁXIMO Estoque máximo = Estoque mínimo + Lote de Compra E. min = C x K E. min = 10 x E. min = 80 Estoque máximo = Estoque máximo = 280

116 13. ( FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Administração) No processo de avaliação de estoque, quando a saída do estoque é feita pelo preço do último lote a entrar no almoxarifado o método de avaliação utilizado denomina-se a) custo ajustado. b) UEPS ou LIFO c) PEPS ou FIFO. d) custo médio. e) custo de reposição.

117 CONCEITO DE ESTOQUE O termo "estoque" designa o "conjunto" dos itens materiais de propriedade da empresa que: São mantidos para venda futura; Encontra-se em processo de produção; ou São correntemente consumidos no processo de produção de produtos ou serviços a serem vendidos.

118 CUSTEIO DOS ESTOQUE Determinação do valor do estoque existente em determinada data. OBJETIVOS Determinação de custos adequados às vendas, de forma que o lucro apropriado seja calculado. Determinação do valor do patrimônio da organização. Determinação do capital empregado, imobilizado.

119 MÉTODO DE CUSTEIO DE ESTOQUE Critério utilizado para determinação de valor dos itens do estoque. Existem em função a variação dos preços de aquisição. Fatores que influenciam as decisões relativas à seleção dos métodos de custeio de estoque. Aceitação do método pelas autoridades do Imposto de Renda; A parte prática da determinação do custo; Objetividade do método; Utilidade do método para decisões gerenciais.

120 MOVIMENTAÇÃO

121 MÉTODOS MAIS COMUNS 1. Custo médio baseia-se na aplicação dos custos médios em lugar dos custos efetivos. é aceito pelo Fisco e usado amplamente. Exemplo: uma empresa, no início do mês de março, possua um estoque (inicial) de 20 unidades de certa mercadoria avaliada a R$ 20 cada uma, ou seja, um total de R$ 400 de Estoque Inicial.

122

123 2. Primeiro a entrar, primeiro a sair (PEPS) ou (FIFO); o primeiro que entra é o primeiro que sai. o estoque é representado pelos mais recentes preços pagos. com a adoção desse método, o efeito da flutuação dos preços sobre os resultados é significativo. condição necessária para o controle dos materiais, quando estes estão sujeitos a deterioração, decomposição, mudança de qualidade, etc.

124

125 3. Último a entrar, primeiro a sair (UEPS). o estoque final consiste nas unidades mais antigas e é avaliado ao custo destas unidades.

126

127 RESULTADO EM UMA ECONOMIA INFLACIONÁRIA MÉTODO ESTOQUE CMV LUCRO CM INTERMEDIÁRIO INTERMEDIÁRIO INTERMEDIÁRIO PEPS MAIOR MENOR MAIOR UEPS MENOR MAIOR MENOR

128 RESULTADO EM UMA ECONOMIA DEFLACIONÁRIA MÉTODO ESTOQUE CMV LUCRO CM INTERMEDIÁRIO INTERMEDIÁRIO INTERMEDIÁRIO PEPS MENOR MAIOR MENOR UEPS MAIOR MENOR MAIOR

129 14. (FCC - Almoxarife 2010 METRÔ) 31. Numa organização, em geral, o almoxarifado deve (A) possuir instalações adequadas e recursos de movimentação e distribuição suficientes a um atendimento rápido e eficiente (B) assegurar que o material solicitado esteja disponível, mesmo que a quantidade seja insuficiente, desde que no local certo ou nas proximidades deste. (C) assegurar que as divergências apontadas em inventário não signifiquem perdas de natureza financeira.

130 (D) preservar a qualidade do sistema e dos itens disponíveis e zelar para que o controle das quantidades em cada item, de forma geral, não ultrapassem a 2% de desvio, se comparado com os dados de registro. (E) garantir que a produção de bens duráveis seja realizada conforme ficha de produção, em cumprimento à programação divulgada pela diretoria industrial.

131 O termo Almoxarifado é derivado de um vocábulo árabe que significa " depositar". Conceituação: local destinado à guarda e conservação de materiais, em recinto coberto ou não, adequado à sua natureza. Unidade administrativa responsável pelo controle e pela movimentação dos bens de consumo, que são registrados de acordo com as normas vigentes.(audin, 2006).

132 O almoxarifado deverá: assegurar que o material adequado esteja, na quantidade devida, no local certo, quando necessário; impedir que haja divergências de inventário e perdas de qualquer natureza; preservar a qualidade e as quantidades exatas; possuir instalações adequadas e recursos de movimentação e distribuição suficientes a um atendimento rápido e eficiente - Viana (2000).

133 15. (FCC - Almoxarife 2010 METRÔ) 33. A função de recebimento de materiais é, em geral, módulo de um sistema global integrado com as áreas de (A) laboratório, pesquisa de mercado e financeiro. (B) produção, inspeção e análise de sistemas. (C) financeiro, compras e segurança patrimonial. (D) contabilidade, compras e transportes (E) recursos humanos, programação da produção e expedição.

134 Componentes da estrutura funcional do almoxarifado Interface entre o atendimento do pedido pelo fornecedor e os estoques físico e contábil. CONTROLE : Deve fazer parte do conjunto de atribuições de cada setor envolvido, qual seja, recebimento, armazenagem e distribuição. RECEBIMENTO Abrangem desde a recepção do material na entrega pelo fornecedor até a entrada nos estoques. Integrado com as áreas de contabilidade, compras e transportes.

135 Compreende quatro fases : 1a fase : Entrada de materiais; 2a fase : Conferência quantitativa; 3a fase : Conferência qualitativa; 4a fase : Regularização ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO

136 16. (FCC - Almoxarife 2010 METRÔ) 34. Na administração e controle dos paletes, existem formas de identificá-los, para que não se misturem no mercado com os de outras empresas proprietárias. As formas mais habituais de identificação destes equipamentos são por meio de: (A) processo de fabricação, nome e crachá. (B) nome do proprietário, gênero e máquina para construção. (C) cores, formato e tipo de encaixe para sobreposição. (D) numeração, cores e plaqueta de identificação (E) tamanho, material e etiqueta adesiva.

137 Palete Um estrado de madeira, metal ou plástico, com a finalidade de servir na movimentação de cargas como elemento de otimização logística. Vantagens (Fernandes, 1981, p. 113): Redução do custo homem/hora; Menores custos de manutenção do inventário bem como melhor controle do mesmo; Rapidez na estocagem e movimentação das cargas. Racionalização do espaço de armazenagem, com melhor aproveitamento vertical da área de estocagem;

138 Diminuição das operações de movimentação; Redução de acidentes pessoais; Diminuição de danos aos produtos; Melhor aproveitamento dos equipamentos de movimentação; Uniformização do local de estocagem.

139 Desvantagens: Espaços perdidos dentro da unidade de carga; Investimentos na aquisição de paletes, acessórios para a fixação da mercadoria à plataforma e equipamentos para a movimentação das unidades de carga; O peso do palete e o seu volume podem aumentar o valor do frete;

140 Tipos Pallets descartaveis (one way) Pallets retornáveis Pallets movimentação (estocagem) Pallets duas entradas Pallets quatro entradas utilizados nos casos em que necessitam maiores resistências a peso. Pallets quatro entradas

141 Pallets PBR Utilizado em toda cadeia produtiva no Brasil Têm medidas padronizadas de 1000mm x 1200mm Suas características permitem que haja troca entre empresas que utilizam Pallets EURO Medidas padronizadas de 800x1200mm Adotado pela comunidade Européia Pallets CP Modelos que vão de CP1 a CP9; Projetados especificamente para uso na indústria química

142

143 17. (FCC - Almoxarife 2010 METRÔ) 35. A atividade de recebimento é caracterizada como uma interface entre o atendimento do pedido pelo fornecedor e os estoques físico e contábil, compreendendo quatro fases, que são: (E) remessa, verificação, conferência e disposição no depósito. (A) solicitação de compra, especificação, entrega e armazenamento. (B) entrada de materiais, conferência quantitativa, conferência qualitativa e regularização (C) relacionamento de itens, cotação, quadro de apuração e remessa. (D) especificação, cotação, compra e conferência.

144 Componentes da estrutura funcional do almoxarifado Interface entre o atendimento do pedido pelo fornecedor e os estoques físico e contábil. CONTROLE : Deve fazer parte do conjunto de atribuições de cada setor envolvido, qual seja, recebimento, armazenagem e distribuição. RECEBIMENTO Abrangem desde a recepção do material na entrega pelo fornecedor até a entrada nos estoques. Integrado com as áreas de contabilidade, compras e transportes.

145 Compreende quatro fases : 1a fase : Entrada de materiais; 2a fase : Conferência quantitativa; 3a fase : Conferência qualitativa; 4a fase : Regularização ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO

146 18. (FCC - Almoxarife 2010 METRÔ) 39. Sobre a distribuição dos itens no almoxarifado, tendo como metodologia a curva ABC, analise: I. Deve-se iniciar o processo relacionando todos os itens do estoque II. A demanda, neste caso, não tem importância, pois o conhecimento do consumo por período deve ser descartado. III. Deve-se levantar o custo unitário dos itens para que se possa conhecer a demanda valorizada

147 IV. Deve-se relacionar os itens em ordem decrescente ou crescente de demanda valorizada V. Deve-se verificar o valor total de demanda valorizada e o percentual que cada item representa na relação total Está correto o que consta APENAS em (A) III e IV. (B) I, II e III. (C) II, III e IV. (D) I, III, IV e V (E) IV e V.

148 19. (FCC - Almoxarife 2010 METRÔ) 40. São documentos a serem utilizados nas atividades da rotina de um almoxarifado: (A) comunicação de irregularidades e descrição de operação. (B) ficha de localização e controle de atraso. (C) ficha de controle de estoque e requisição de material (D) relatório técnico de inspeção e estudo de caso. (E) devolução de material e prova de controle financeiro.

149 Ficha de controle de estoque (para empresas ainda não informatizadas): Ficha de Localização (também para empresas ainda não informatizadas; Comunicação de Irregularidades: utilizado para esclarecer ao fornecedor os motivos da devolução, quanto os aspectos qualitativo e quantitativo; Relatório técnico de inspeção : documento utilizado para definir, sob o aspecto qualitativo, o aceite ou a recusa do material comprado do fornecedor;

150 Requisição de material : documento utilizado para a retirada de materiais do almoxarifado; Devolução de material : documento utilizado para devolver ao estoque do almoxarifado as quantidades de material porventura requisitadas além do necessário;

151 20. (FCC - Almoxarife 2010 METRÔ) 42. Considerando-se a organização do arranjo físico do depósito, deve-se dar preferência de disposição nas imediações de entrada e ou saída para os materiais (E) embalados em papelão, que usam tintas corrosivas e ou que temem unidade. (A) de cores escuras, metálicos e ou com embalagens transparentes. (B) de maior valor econômico, voláteis e ou frágeis. (C) perecíveis, delicados e ou com maior volume de operações. (D) de grande peso, grande volume e ou de maior giro

152 21 (Analista Trainee - Administração de Empresas 2010 METRÔ) 40. O sistema de produção que tem como princípio a recolocação dos estoques no tempo certo, eliminando os gastos com estoques à espera para serem processados, é o (A) Kaizen. (B) Kanban. (C) FIFO -first in, first out. (D) LIFO - last in, first out. (E) Just-in-time

153 Kanban Palavra japonesa que significa literalmente registro ou placa visível. Em Administração da produção significa um cartão de sinalização; Controla os fluxos de produção ou transportes em uma indústria; O cartão pode ser substituído por outro sistema de sinalização, como luzes, caixas vazias e até locais vazios demarcados.

154 22. (FCC TRE-PI - Analista Judiciário - Área Administrativa) O método que classifica os itens de estoque por ordem decrescente de importância é o a) LEC. b) MRP. c) JIP. d) ABC e) IFO.

155 23. ( FCC DNOCS - Administrador) Os estoques precisam ser gerenciados e monitorados em termos de valor e necessidade. O ordenamento dos itens em estoque, de acordo com o seu valor durante determinado período, é uma característica da ferramenta de gestão de materiais denominada a) prazo de renovação. b) curva ABC ou Curva de Pareto c) prazo de abastecimento. d) MRP-Manufacturing Resources Planning. e) sistema de revisão periódica.

156 24.( FCC TRF - 4ª REGIÃO - Técnico Judiciário - Contabilidade) Se uma mercadoria vendida por uma empresa comercial apresentar constantemente elevação de seu preço de custo, é correto afirmar que, em relação aos métodos de avaliação de estoques, o a) lucro bruto obtido em sua venda será maior se ela utilizar o método UEPS em vez do PEPS. b) custo da mercadoria vendida, se adotado o critério do custo médio ponderado, será maior do que se fosse adotado o método PEPS

157 c) estoque final, se adotado o método PEPS, será menor do que o obtido adotando-se o critério do custo médio ponderado. d) lucro obtido em sua venda será maior se ela utilizar o método do custo médio ponderado em vez do PEPS. e) valor do estoque final, se adotado o método UEPS, será maior do que se fossem adotados o método PEPS ou o método do custo médio ponderado.

158 RESULTADO EM UMA ECONOMIA INFLACIONÁRIA MÉTODO ESTOQUE CMV LUCRO CM INTERMEDIÁRIO INTERMEDIÁRIO INTERMEDIÁRIO PEPS MAIOR MENOR MAIOR UEPS MENOR MAIOR MENOR

159 25. ( FCC MPE-SE - Analista do Ministério Público Especialidade Contabilidade) Os bens do almoxarifado, de acordo com o artigo 106 da Lei nº 4.320/64, serão avaliados pelo a) custo histórico. b) preço médio ponderado das compras c) sistema PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai). d) sistema UEPS (Ultimo que entra, Primeira que Sai). e) valor de mercado.

160 Art A avaliação dos elementos patrimoniais obedecerá as normas seguintes: I - os débitos e créditos, bem como os títulos de renda, pelo seu valor nominal, feita a conversão, quando em moeda estrangeira, à taxa de câmbio vigente na data do balanço; II - os bens móveis e imóveis, pelo valor de aquisição ou pelo custo de produção ou de construção; III - os bens de almoxarifado, pelo preço médio ponderado das compras.

161 26. ( FCC SEFAZ-SP - Agente Fiscal de Rendas/Contabilidade Geral) A empresa Giroauto S.A. pretende controlar seus estoques de mercadorias, para fins de gestão, de forma que estejam o mais próximos do que ela desembolsaria para os repor. Considerando que o mercado em que a empresa atua tem um comportamento estável de preços e que seus fornecedores administram seus preços sempre reajustando-os para preços maiores, o critério de custeio que melhor atenderia a empresa para alcançar esse objetivo seria a) qualquer um dos métodos, por não apresentarem diferenças ao preço de reposição.

162 b) o método do preço médio ponderado. c) o método PEPS, que apresenta o custo mais próximo do preço de mercado d) o método do preço médio comparado ao preço de venda. e) o método UEPS, que apresenta o custo de reposição do produto.

163 27. ( FCC TRE-PI - Técnico Judiciário - Contabilidade) e) Passivo circulante. Suponha um período de aumento de preços. Se uma empresa usar o método PEPS como critério de avaliação de estoques, em vez de Média Ponderada Móvel, apresentará menor a) valor de mercadorias em estoque. b) custo dos produtos vendidos c) receita líquida. d) fluxo de caixa nas operações.

164 Ciclo PDCA A(act: agir, atuar corretivamente). É um ciclo de desenvolvimento que tem foco na melhoria contínua. Conjunto de ações seqüenciadas utilizado como uma ferramenta de gerenciamento de uma atividade. Também conhecido com Ciclo de Shewharte ou Deming. Resume-se em: P(plan: planejar). D (do: fazer, executar). C(check: verificar, controlar) e

165 Ferramenta oficiai para alcance da qualidade no Setor Público. Regulamentado pelo antigo MARE - Ministério da Administração e Reforma do Estado.

166

167 Ciclo PDCA É um método para controle de processo e uma ferramenta de melhoria contínua; Tornar mais claros e ágeis os processos envolvidos na execução da gestão;

Recursos Materiais 1

Recursos Materiais 1 Recursos Materiais 1 FCC - 2008 No processo de gestão de materiais, a classificação ABC é uma ordenação dos itens consumidos em função de um valor financeiro. São considerados classe A os itens de estoque

Leia mais

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais QUESTÕES DE CONCURSOS Acerca de planejamento e controle da produção, e gestão da cadeia de suprimentos, julgue os seguintes itens. 01. A importância do planejamento da produção decorre principalmente da

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe - Exercício Gestão Pública Keyvila Menezes

ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe - Exercício Gestão Pública Keyvila Menezes ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe - Exercício Gestão Pública Keyvila Menezes 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. EXERCÍCIOS: Trabalho em

Leia mais

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL PROF.: JANILSON EXERCÍCIOS CESPE 1) (TJ-DF Técnico)

Leia mais

Gestão de Estoques - Premissas. Pleno atendimento Máxima eficiência Menor custo Maior giro possível para o capital investido

Gestão de Estoques - Premissas. Pleno atendimento Máxima eficiência Menor custo Maior giro possível para o capital investido Gestão de Estoques - Premissas Pleno atendimento Máxima eficiência Menor custo Maior giro possível para o capital investido EQUILÍBRIO ENTRE ESTOQUE E CONSUMO Paulo Gadas JUNHO-14 1 Gestão de Estoques

Leia mais

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais.

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais. MÓDULO II Qualificação Técnica de Nível Médio ASSISTENTE DE LOGÍSTICA II.1 Gestão de Recursos e Materiais Função: Operação da Cadeia de materiais 1. Contextualizar a importância da Administração de materiais

Leia mais

Administração de Materiais

Administração de Materiais Administração de Materiais vanessa2010.araujo@gmail.com EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Subsistemas Adm. Materiais 1) (CESPE-SGA/AC 2008) A Administração de materiais busca coordenar os estoques e a movimentação

Leia mais

Coletânea de questões para BACEN CESPE PARTE 2 RECURSOS MATERIAIS. Prof. Gilberto Porto

Coletânea de questões para BACEN CESPE PARTE 2 RECURSOS MATERIAIS. Prof. Gilberto Porto Coletânea de questões para BACEN CESPE PARTE 2 RECURSOS MATERIAIS Prof. Gilberto Porto Recursos Materiais Prova: CESPE - 2013 - MPU - Técnico AdministraMvo Na figura, a curva ABC representa uma situação

Leia mais

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver

Leia mais

Cobertura de Estoques-Antigiro (Prazo médio de Rotação)

Cobertura de Estoques-Antigiro (Prazo médio de Rotação) Aula 3 Adm. de Materiais-TRE- ALEX DINIZ INDICADORES Giro de estoques Rotação de Estoques GIRO é a média de entrada e saída de um item em estoque, A unidade que este vem expresso é o inverso da unidade

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística

Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística - TLO 2005/1 Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística 1 DADOS LEGAIS: Reconhecido pela Portaria MEC 134 de

Leia mais

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém Estoque é um ativo que ninguém deseja, mas que toda empresa deve ter. O santo padroeiro do gerenciamento

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES Leider Simões, Unisalesiano de Lins e-mail: leidersimoes16@hotmail.com Profª M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro, Unisalesiano Lins e-mail: maris@unisalesiano.edu.br

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. Operações Terminais Armazéns AULA 3 PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. A Gestão de Estoques Definição» Os estoques são acúmulos de matériasprimas,

Leia mais

Gestão Empresarial para Logística, com duração de 220 horas.

Gestão Empresarial para Logística, com duração de 220 horas. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO O presente curso é composto de quatro módulos, a saber: MÓDULO I MÓDULO II MÓDULO III MÓDULO IV Gestão de Pessoas para Logística, com duração de 220 horas. Gestão Empresarial

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Operação do Sistema Logístico

Operação do Sistema Logístico Operação do Sistema Logístico Prof. Ph.D. Cláudio F. Rossoni Engenharia Logística II Objetivo Entender que, possuir um excelente planejamento para disponibilizar produtos e serviços para os clientes não

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE RESUMO

GESTÃO DE ESTOQUE RESUMO GESTÃO DE ESTOQUE - 1 - Jéssica Taiani do Amaral - jessicataiani@hotmail.com Laurinda Oliveira Dourado - RESUMO A gestão de estoques é um assunto vital e, freqüentemente, absorve parte substancial do orçamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Gestão de Conflitos Organizacionais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Gestão de Conflitos Organizacionais UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Gestão de Conflitos Organizacionais Jefferson Menezes de Oliveira Santa Maria, dezembro de 2006 INTRODUÇÃO

Leia mais

Operações com Mercadorias Sem Impostos

Operações com Mercadorias Sem Impostos Contabilidade Empresarial Operações com Mercadorias Sem Impostos Profa. Vanda Aparecida Oliveira Dalfior Vanda.oliveira@pitagoras.com.br Curso de Ciências Contábeis - 2º. Período (2º. Semestre/2012) Operações

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

Logística e gestão de Redes de Surprimentos ADM 068. Professor Marcos Gilberto Dos-Santos Faculdade Anísio Teixeira

Logística e gestão de Redes de Surprimentos ADM 068. Professor Marcos Gilberto Dos-Santos Faculdade Anísio Teixeira Logística e gestão de Redes de Surprimentos ADM 068 Professor Marcos Gilberto Dos-Santos Faculdade Anísio Teixeira Programa da Disciplina I Unidade II Unidade Logística Visão geral e funções Suprimentos

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Aula 3 Contextualização

Aula 3 Contextualização Custos Industriais Aula 3 Contextualização Profa. Me. Marinei Abreu Mattos Custos Industriais Uma vez compreendida a terminologia de custos e suas fases durante o processo produtivo, iremos delimitar os

Leia mais

Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br

Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br 01.A ocorrência de custos de armazenagem depende da existência de materiais em estoque e do tempo de permanência desses materiais

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Negócios Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Negócios Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Estratégica de Negócios tem por objetivo desenvolver a

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO SUPERIOR DE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2014 Atualizado em 6 de junho de 2014 pela Assessoria de

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO SUPERIOR DE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2014 Atualizado em 6 de junho de 2014 pela Assessoria

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC.

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC. Código: MAP-DILOG-004 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Bens e Materiais Aprovado por: Diretoria de Logística 1 OBJETIVO Definir os procedimentos para gestão dos bens e

Leia mais

Universidade Presidente Antônio Carlos Faculdade de Ciências Humanas e Exatas Curso de Administração Campus VI

Universidade Presidente Antônio Carlos Faculdade de Ciências Humanas e Exatas Curso de Administração Campus VI A) Área de Administração Geral ÁREAS E ATIVIDADES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO O estagiário desta área de interesse deverá participar de atividades essenciais de uma empresa, tais como: marketing, produção,

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler Sumário Introdução O Almoxarifado conceito Organização do Almoxarifado: Recebimento Armazenagem

Leia mais

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751 Objetivos Nosso Objetivo é Colocar a disposição das empresas, toda nossa Experiência Profissional e metodologia moderna, dinâmica e participativa, para detectar as causas sintomáticas e seus efeitos. Realizar

Leia mais

Planejamento Econômico-Financeiro

Planejamento Econômico-Financeiro Planejamento Econômico-Financeiro São Paulo, Junho de 2011 Esse documento é de autoria da E Cunha Consultoria. A reprodução deste documento é permitida desde que citadas as fontes e a autoria do estudo.

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.1 - CONCEITUAÇÃO, OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO A Contabilidade Pública aplica, no processo gerador de informações, os princípios

Leia mais

LIDERANÇA DA NOVA ERA

LIDERANÇA DA NOVA ERA LIDERANÇA DA NOVA ERA Liderança da Nova Era Liderança é a realização de metas por meio da direção de colaboradores. A liderança ocorre quando há lideres que induzem seguidores a realizar certos objetivos

Leia mais

RESOLUÇÃO. Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições contrárias. Campinas, 16 de novembro de 2004.

RESOLUÇÃO. Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições contrárias. Campinas, 16 de novembro de 2004. RESOLUÇÃO CONSEAcc CPS 3 /2004 APROVA AS EMENTAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO, DO CÂMPUS DE CAMPINAS, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho Acadêmico por Câmpus CONSEAcc, do câmpus de Campinas,

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2010-2 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2010-2 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2010.2 A BRUSQUE (SC) 2014 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INFORMÁTICA APLICADA À... 4 02 MATEMÁTICA APLICADA À I... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA... 4 04 PSICOLOGIA... 5 05

Leia mais

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Componentes de uma empresa Objetivos Organizacionais X Processos de negócios Gerenciamento integrado

Leia mais

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver

Leia mais

DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL

DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL É examinar a situação de uma empresa e determinar seus pontos fortes e fracos em relação a: sua organização; sua capacidade gerencial; seu know-how tecnológico; sua capacidade

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert

SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert Vamos abordar os tópicos para a implantação da contabilidade moderna nas empresas. A contabilidade é legalmente utilizada nas empresas para atender aos enfoques legal

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

ROTEIRO DE LEVANTAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES PARA UM DIAGNÓSTICO INTEGRADO DE PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA

ROTEIRO DE LEVANTAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES PARA UM DIAGNÓSTICO INTEGRADO DE PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES. Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler

GESTÃO DE ESTOQUES. Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler GESTÃO DE ESTOQUES Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler Sumário Gestão de estoque Conceito de estoque Funções do estoque Estoque de segurança

Leia mais

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO Nos dias atuais, uma das áreas que mais se desenvolvem dentro das organizações sem dúvida é a Gestão dos Estoques,

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Questões sobre o tópico Administração de Materiais. Olá Pessoal, Hoje veremos um tema muito solicitado para esse concurso do MPU! Administração de Materiais.

Leia mais

MBA em Logística e Operações

MBA em Logística e Operações MBA em Logística e Operações Apresentação CAMPUS STIEP Inscrições em Breve Turma 07 --> - *Alunos matriculados após o início das aulas poderão cursar as disciplinas já realizadas, em outras turmas que

Leia mais

Professor Márcio Micheli. Administração de Recursos Materiais. Questões CESPE

Professor Márcio Micheli. Administração de Recursos Materiais. Questões CESPE 1. A ocorrência de custos de armazenagem depende da existência de materiais em estoque e do tempo de permanência desses materiais no estoque. 2. Materiais que requerem cuidados especiais na armazenagem

Leia mais

Sumário. Capítulo 1: Evolução das Teorias Administrativas

Sumário. Capítulo 1: Evolução das Teorias Administrativas Sumário Capítulo 1: Evolução das Teorias Administrativas 1.1. A Administração Científica 1.2. A Teoria Clássica 1.3. Teoria das Relações Humanas 1.4. Burocracia 1.5. Teoria Estruturalista 1.6. Teoria dos

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº.

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. Disciplina Contabilidade e Sistemas de Custos CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 5º CCN Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. 01 Introdução

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: ADM. DE REC. MATERIAIS E PATRIMONIAIS Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: Turma: 5 ADN FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, F.

Leia mais

Cód. Doc. TAB-RHU-003

Cód. Doc. TAB-RHU-003 1 de 27 ÁREA: SUPERINTENDÊNCIA CARGO: Diretor Superintendente Garantir o correto funcionamento dos sistemas de informação utilizados pela empresa; Aprovar projetos de melhorias nos equipamentos e sistemas

Leia mais

AULA 9 - OPERAÇÕES COM MERCADORIAS

AULA 9 - OPERAÇÕES COM MERCADORIAS AS EMPRESAS COMERCIAIS SÃO AQUELAS CUJO OBJETO SOCIAL É A COMPRA E A REVENDA DE COM OBJETIVO DE LUCRO. O LUCRO OU PREJUÍZO OBTIDO NESSAS OPERAÇÕES É DENOMINADO RESULTADO COM. 21/11/2009 PROF. PAULO VICECONTI

Leia mais

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Hélio José Reis Aguiar arthouse@hotmail.com Faculdade de Guaçuí Simone de Souza simones@ifes.edu.br IFES Guarapari Flávio

Leia mais

INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL

INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL Idalberto Chiavenato INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO Elsevier/Campus www.elsevier.com.br www.chiavenato.com Capítulo 17 Teoria de Sistemas (Ampliando as Fronteiras da Empresa) As Origens da

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: ADM. DE REC. MATERIAIS E PATRIMONIAIS Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: Turma: 5 ADN FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, F.

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING Historico / Conceito Lean : década de 80 James Womack (MIT) Projeto de pesquisa: fabricantes de motores automotivos; ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II Lean Production é um programa corporativo composto por

Leia mais

LEAN-CURSOS E WORKSHOPS Cursos otimizados para as necessidades do Cliente Cursos Padrão Workshops de Capacitação

LEAN-CURSOS E WORKSHOPS Cursos otimizados para as necessidades do Cliente Cursos Padrão Workshops de Capacitação LEAN-CURSOS E WORKSHOPS Cursos otimizados para as necessidades do Cliente Cursos Padrão Workshops de Capacitação Serviços : Cursos e workshops especialmente criados para capacitar a sua organização no

Leia mais

Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística

Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística - TLO 2006/1 Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística 1 DADOS LEGAIS: Reconhecido pela Portaria MEC 134 de

Leia mais

Administração de Materiais e Logística. , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento. Completem o DHF. Melhoria Continua e Teste

Administração de Materiais e Logística. , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento. Completem o DHF. Melhoria Continua e Teste , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento Completem o DHF Melhoria Continua e Teste As Organizações como Sistemas Abertos As organizações estão em um constante estado de fluxo. AMBIENTE Estagio de

Leia mais

Ciências Contábeis. Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04

Ciências Contábeis. Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04 01 - ADMINISTRAÇÃO Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04 Introdução à Administração. Antecedentes históricos da Administração. Escolas de Administração. Administração e suas perspectivas. Variáveis

Leia mais

GLEISON CORTINA BENASSI OBJETIVOS PROFISSIONAIS. Áreas: Gestão Empresarial; Gestão Administrativo-Financeira; Comercial; Nível Hierárquico: Gerente

GLEISON CORTINA BENASSI OBJETIVOS PROFISSIONAIS. Áreas: Gestão Empresarial; Gestão Administrativo-Financeira; Comercial; Nível Hierárquico: Gerente GLEISON CORTINA BENASSI Estado Civil Casado, com filhos. Telefone (62) 8141-9485 - (62) 9693-2773 Natural Erechim - RS E-mail benassirs@gmail.com Redes Sociais Facebook: Gleison Benassi Linkedin: Gleison

Leia mais

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO 1º P TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA Técnicas de leitura, interpretação e produção de textos, expressão oral e apresentação de trabalhos acadêmicos, argumentação científica.

Leia mais

LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS. rfsouza@fatecinternacional.com.br

LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS. rfsouza@fatecinternacional.com.br LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS PROF. RODRIGO FREITAS DE SOUZA REVISÃO rfsouza@fatecinternacional.com.br Objetivo da Logística Fazer chegar a quantidade certa das mercadorias certas ao local certo, no

Leia mais

PERÍODO DISCIPLINAS CH MÓDULO I - FORMAÇÃO BÁSICA GERENCIAL Fundamentos da Administração 80 horas. 120 horas Economia e Mercado

PERÍODO DISCIPLINAS CH MÓDULO I - FORMAÇÃO BÁSICA GERENCIAL Fundamentos da Administração 80 horas. 120 horas Economia e Mercado ESTRUTURA CURRICULAR PERÍODO DISCIPLINAS CH MÓDULO I - FORMAÇÃO BÁSICA GERENCIAL Fundamentos da Administração Comunicação e Expressão 1º Contabilidade Gerencial 120 Economia e Mercado Matemática Financeira

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br Prof. Elias Garcia Bacharel em Ciências Contábeis 1988 Especialização em Contabilidade

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011. 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011. Disciplina o recebimento, a armazenagem, a estocagem e a distribuição de materiais pelos almoxarifados da UDESC. O Pró-Reitor de Administração

Leia mais

Modelo de Questionário de Desligamento

Modelo de Questionário de Desligamento RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Planejamento Recrutamento Seleção Integração 1ª Etapa Surgimento de uma vaga - Dispensas do empregador (demissões); - Pedidos de demissão (saídas voluntárias demissionários); - Mortes;

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MODELOS

ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MODELOS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MODELOS Djair Picchiai Revisado em 05/04/2010 1 MODELOS DE ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS As organizações têm sido estruturadas de acordo com as funções exercidas pelos seus respectivos

Leia mais

Ementário e Bibliografia do curso de. Ciências Contábeis. Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04

Ementário e Bibliografia do curso de. Ciências Contábeis. Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04 01 - ADMINISTRAÇÃO Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04 Introdução à Administração. Antecedentes históricos da Administração. Escolas de Administração. Administração e suas perspectivas. Variáveis

Leia mais

PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA QUESTÕES SIMULADAS

PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA QUESTÕES SIMULADAS PRIAD - Adm. Materiais e Logística Prof. Célio 1 PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA QUESTÕES SIMULADAS QUESTÃO 1. Aponte a alternativa que não corresponde aos objetivos da Logística Empresarial

Leia mais

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida)

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) Liderança é inata? Abordagem Genética - Antigamente acreditava-se que o indivíduo nascia com características, aptidões e valores próprios de um líder. Na moderna

Leia mais

Modelo de Plano de Negócios

Modelo de Plano de Negócios Modelo de Plano de Negócios COLEÇÃO DEBATES EM ADMINISTRAÇÃO Empreendedorismo Modelo de Plano de Negócios Elaboração Marcelo Marinho Aidar Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP) F U N

Leia mais

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque.

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. RAZÕES PARA MANTER ESTOQUES A armazenagem de mercadorias prevendo seu uso futuro exige investimento por parte da organização. O ideal seria

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

CESPE - 2009 Julgue os próximos itens, a respeito do comportamento humano nas organizações, das teorias de motivação e do comprometimento e da

CESPE - 2009 Julgue os próximos itens, a respeito do comportamento humano nas organizações, das teorias de motivação e do comprometimento e da Gestão de Pessoas 1 CESPE - 2009 Julgue os próximos itens, a respeito do comportamento humano nas organizações, das teorias de motivação e do comprometimento e da satisfação com o trabalho. O administrador

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

Recursos Materiais e Patrimoniais

Recursos Materiais e Patrimoniais Recursos Materiais e Patrimoniais Professor conteudista: Jean Carlos Cavaleiro Sumário Recursos Materiais e Patrimoniais Unidade I 1 OS RECURSOS...2 1.1 Administração de materiais...6 1.1.1 Medida de desempenho...6

Leia mais

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Muitas empresas se deparam com situações nas tarefas de previsões de vendas e tem como origem

Leia mais

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa Controle de estoques Capítulo 6 Sumário Conceito de estoque Tipos Sistemas de controle de estoques Fichas de estoque Classificação de estoque Dimensionamento de estoque Logística e Cadeia de suprimentos

Leia mais

Gerenciamento de Inventários - Automação de Estoque

Gerenciamento de Inventários - Automação de Estoque Gerenciamento de Inventários - Automação de Estoque A Globaw analisa a situação atual do cliente e apresenta soluções sob medida de automação de estoque (Almoxarifados, armazéns e CDs) matéria prima, materiais

Leia mais

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados.

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados. 17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo 1 A Missão da R-Dias Colaborar para que o varejo obtenha melhores resultados. 2 Conheça nossas Unidades de Negócios 3 17 Anos Gerando Soluções

Leia mais

Análise dos Estoques Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais Martins & Alt Editora Saraiva

Análise dos Estoques Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais Martins & Alt Editora Saraiva CAPÍTULO Análise dos Estoques 1 Gestão de Estoques Série de ações que permitem ao administrador verificar se os estoques estão sendo bem utilizados, bem localizados em relação aos setores que deles se

Leia mais

MANUAL DO ALMOXARIFADO

MANUAL DO ALMOXARIFADO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO CAMPUS BOM JESUS DA LAPA BR 349 - Km 14 Zona Rural - Caixa Postal 34

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Noções de Administração - Prof. Claudiney Silvestre. Questões Comentadas:

Noções de Administração - Prof. Claudiney Silvestre. Questões Comentadas: Noções de Administração - Prof. Claudiney Silvestre Questões Comentadas: 1 - Q120630 ( Prova: FUNRIO - 2010 - FURP-SP - Assistente Financeiro / Administração Geral / Planejamento; ) De acordo com autor

Leia mais

Emanuel Gomes Marques, MSc

Emanuel Gomes Marques, MSc Emanuel Gomes Marques, MSc Roteiro da Apresentação Organizações Organizações foram criadas para servir pessoas Processo administrativo Diferenças de pessoal Eficiência e eficácia Características das empresas

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais