Capítulo 3 Implementação de Modelos de Simulação

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1 33 Capítulo 3 Implementação de Modelos de Simulação A simulação é uma ferramenta disponibilizada pela área de pesquisa operacional que possibilita: orientar o processo de tomada de decisão, proceder análises e avaliações de sistemas e propor soluções para a melhoria de desempenho. Sendo que estas ações podem ser realizadas tomando parâmetros técnicos e, ou, econômicos. Com os avanços na área de informática, modernos equipamentos e novas linguagens de programação e de simulação têm permitido emprego da técnica de simulação nas diversas áreas do conhecimento humano. Como exemplos podem ser citadas: (a) projeto e análise sistemas industriais, (b) avaliação de performance de hardware e software em sistemas de computação, (c) análise desempenho de armas e estratégias militares, (d) determinação de freqüência de pedidos de compra para recomposição de estoques, (e) projeto e administração de sistemas de transportes como: portos e aeroportos, e (f) configuração de sistemas de atendimento em hospitais, supermercados e bancos. No caso específico das engenharias, a adoção da técnica de simulação tem trazido benefícios, tais como: (a) previsão de resultados na execução de uma determinada ação, (b) redução de riscos na tomada decisão, (c) identificação de problemas antes mesmo de suas ocorrências, (d) eliminação de procedimentos em arranjos industriais que não agregam valor, (e) realização de análises de sensibilidade, (f) redução de custos com o emprego de recursos (mão-de-obra, energia, água e estrutura física), e (g) revelação da integridade e viabilidade de um determinado projeto em termos técnicos e econômicos. Para o uso da técnica de simulação é necessário a implementação de um modelo. Este trata da descrição lógica de como um sistema funciona. Para a implementação dos modelos em computadores ser utilizadas: (a) linguagens de programação, como: FORTRAN, Visual Basic, C e PASCAL, ou (b) linguagens de simulação, como: SLAM, GPSS, GASP, POWERSIM, ARENA e EXTEND. 3.1 O software EXTEND TM O EXTEND TM é um a linguagem de simulação do tipo orientada objeto. O que trás grande apelo visual para o entendimento do funcionamento de sistemas. A linguagem foi desenvolvida pela empresa Imagine That Inc (http://www.imaginethatinc.com) e pode ser utilizada para implementar modelos discretos ou contínuos. O usuário pode empregar o EXTEND TM em três diferentes formas: (i) utilizando modelos implementados, (ii) criando seus próprios modelos a partir de blocos padrões disponibilizados pelo EXTEND TM e (iii) programando novos blocos ou modificando os códigos dos blocos existentes na implementação de seus modelos (Rivera, 1997; Krahl, 2000). Os modelos são implementados utilizando blocos armazenados em bibliotecas específicas. Cada biblioteca possui uma determinada aplicação, por exemplo: (i) Discrete Event - é utilizada na estruturação de modelos discretos, (ii) Generic é empregada para implementação de modelos contínuos, (iii) Manufacturing reúne blocos para simular máquinas comuns dos ambientes industriais, (iv) Plotter contem blocos para elaboração de gráficos, (v) Business Process Reengineering (BPR) disponibiliza blocos para modelar ambientes financeiros. Os blocos, Figura 1, podem estar programados para simular um processo, proceder cálculos, enviar informações e criar gráficos. Sendo uma linguagem de simulação do tipo

2 34 orientada objeto, o objeto bloco é composto de: (i) um ícone que refere a aparência do bloco na tela do computador, (ii) janelas de dialogo para que o usuário entre com dados e acesse os resultados, (iii) conectores que permitem a conexão dos blocos, por onde são repassadas informações. Conector de entrada de itens Linha de conexão para passagem de itens Conector de saída de itens Conector de saída de valores Conector de entrada de valores Linha de conexão para passagem de valores Figura 1 - Exemplo de um modelo com dois blocos Os blocos podem ser classificados como blocos código e blocos hierárquicos. Os blocos código são programados utilizando ModL, uma linguagem de programação interna do EXTEND TM. Os blocos hierárquicos são construídos a partir de um conjunto de blocos. Assim, por meio dos blocos hierárquicos é permitido dividir o modelo em submodelos que podem representar elementos ou setor de um sistema. Além disto, estes blocos podem ser empregados para documentar o modelo, pois estes permitem armazenar textos e gráficos. Para construir um modelo, os blocos necessitam ser selecionados de uma das bibliotecas e posicionados na tela de acordo com o layout do sistema real. Em seguida, os blocos devem ser conectados conforme a lógica do sistema. Por meio das conexões dois tipos de informações podem ser repassadas. A primeira, conforme a Figura 1, é realizada por meio da Linha de Conexão de Passagem de Valores (a linha fina). Por esta são repassados valores numéricos, que podem ser de uma variável ou uma matriz. A segunda ocorre por meio da Linha de Conexão Para Passagem de Itens e é exclusiva dos modelos discretos. Os itens ou entidades representam objetos que translocam entre os elementos do sistema. Os itens podem ser, por exemplo: um veículo, um produto, uma caixa, uma correspondência, uma pessoa, ou um animal. Assim por cada elemento do sistema que o item passar este poderá ter suas características modificadas. As características dos itens são definidas por seus atributos e prioridades. Os atributos são variáveis que descrevem as propriedades do item interessantes de serem tratadas na simulação. O valor de cada atributo pode ser modificado durante a simulação. Quanto a prioridade define a importância de cada item. Isto é útil na modelagem de filas. Em termos de programação o conjunto de itens corresponde a uma matriz. Cada linha da matriz corresponde as características de um item. Além das trocas de informações por meio das conexões, os blocos também podem trocar informações entre eles por meio dos vetores globais (global array) e das variáveis globais (global variables) que armazenam informações. E estas podem ser acessadas por

3 35 qualquer bloco presente no modelo. O usuário pode criar os vetores globais, enquanto as variáveis globais já são predefinidas pelo EXTEND TM. 3.2 Comandos básicos do EXTEND TM Antes de passar a discussão como construir um modelo é interessante informar ao usuário sobre a barra de comandos e de ferramentas Figura 2. Na barra de comandos são apresentadas as seguintes opções: - File: permite a realização das operações com arquivos, tais como: abrir, salvar, salvar como, e importar. Os arquivos do EXTEND são salvados com a extensão.mox. É recomendado salvar os arquivos do usuário em uma pasta diferente da utilizada pelo Extend. Isto visa preservar as características de instalação do software. - Edit: oferece opções de edição, tais como: copiar, colar, desfazer, e a definição de preferências quanto a configuração e apresentação. - Library: oferece opções para manipular as bibliotecas existentes ou para criar novas, como também apresenta o nome das bibliotecas em uso. As principais opções são: criar nova biblioteca, abrir ou fechar uma determinada biblioteca. As bibliotecas são arquivos gravados com a extensão.lix; exemplos de bibliotecas: Discret Event (DE.Lix), Generic (Generic.Lix), Plotter (Plotter.Lix). É recomendado, quanto procedido a modificação de um bloco original do EXTEND, que este seja gravado com outro nome e em uma nova biblioteca. Isto é para preservar as bibliotecas originais do EXTEND. Pois, se um bloco original for modificado, este apresentará modificado em todos os modelos que fazem uso dele. - Model: disponibiliza opções para o manuseio dos blocos, tais como: definir os tipos de linhas para conexões (Connection Lines), reduzir ou ampliar a tela, localizar blocos, abrir o bloco de notas (Open Notebook), e criar blocos hierárquicos (New Hierarchical Block). - Text: é utilizado para definir características dos textos informativos colocados no modelo. As opções referem a tamanho e cor de letra, alinhamento do texto, tipos de caixas de texto (Border or Tranparent), formato das letras negrito, itálico e sublinhado. - Define: é basicamente empregado no desenvolvimento de novos blocos de código, ou da remodelagem de blocos. - Run: é empregado para rodar o programa desenvolvido como definir detalhes para a realização da simulação, exemplo: tipos de relatórios, e apresentar animação durante a simulação. Na opção Simulation Setup o usuário deve definir:

4 36 (i) o tempo de simulação, (ii) a unidade da variável tempo, e (iii) o número de simulações a serem executadas. - Window: apresenta a relação das janelas abertas e possibilita acessa-las. - Help: possibilita acessar o help na forma de tópicos. Este é o help geral do EXTEND TM. Além desta opção, cada bloco tem o seu help, que é acionado por um botão no canto inferior das janelas de dialogo dos blocos. Roda modelo ativo Abre o bloco de notas do Extend Desfaz a última ação Cola Faz cópia Recorta Imprime modelo ativo Salva um novo modelo Abri um modelo gravado Cria um novo modelo

5 37 Comandos para elaboração de desenhos Editor de textos Paleta de rachurados Paleta de cores Cursor para movimentação de blocos ou desenhos Cursor para clonar Cursor para desenhar Cursor principal Figura 2 - Barra de ferramentas do EXTEND TM Durante a simulação é apresentado na parte inferior da tela a barra de estado do processo de simulação, Figura 3. Figura 3 - Barra de estado da simulação Em primeiro, do lado esquerdo é apresentada ao próximo a ampulheta o tempo estimado para o término da simulação. Ao lado do relógio é informado o tempo corrente da simulação. A unidade irá depender do que foi definido pelo usuário na opção Simulation Setup do comando RUN. Steps (passos) corresponde ao número de eventos que ocorreram. Run corresponde ao número da simulação em execução. A contagem inicia com o número zero. Em Simulation Setup o usuário deve definir quantas simulações pretende executar Na barra de estado são apresentados quatro botões: (i) Stop aborta a execução da simulação, (ii) Pause interrompe a execução da simulação por um período de tempo até que o usuário decida continuar, (iii) Faster acelera a execução, e (iv) Slower desacelera a execução. Estas duas últimas opções são utilizadas principalmente quando é desejado acelerar ou desacelerar a apresentação da animação. 3.3 Exemplo de um modelo do EXTEND TM Para demonstrar o uso EXTEND TM é apresentado na Figura 3 o modelo para a simulação de fila em um banco. O modelo BankLine.mox está gravado na pasta do Tutorial que acompanha o software. O modelo é constituído por nove blocos, e o objetivo é simular a ocorrência de fila única em um banco, onde trabalham três caixas (Tellers). Na Tabela 1 é

6 38 apresentada a descrição da função de cada bloco. As linhas de maior espessura corresponde a passagem de itens, e as mais finas representam a passagem de valores. Figura 3 - Modelo EXTEND TM para simular fila única em um banco Tabela 1 - Descrição da função dos blocos do modelo apresentado na Figura 3. Executive (DE 1 ) - este é o principal bloco da biblioteca Discret Event (DE). Ele deve estar presente em todos os modelos do tipo discreto.a função dele é estabelecer e gerenciar a ordem de execução de eventos em cada um dos blocos que constituem o modelo. Generator (DE 1 ) este bloco tem por função gerar itens nos modelos discretos. Itens são objetos trocados entre os blocos que constituem o modelo. Neste exemplo, os itens são os clientes. Por isto o bloco foi nomeado como Customers. A geração dos itens é feita segundo uma freqüência estabelecida pelo usuário, o que pode ser feito utilizando um tipo de distribuição de probabilidade ou um valor constante. Conforme a Figura 4, que trás a janela de dialogo deste bloco, o usuário poderá definir o tipo de distribuição desejado, o desenho a ser utilizado na animação, a definição de alguns paramentos econômicos, e a adição de comentários. Observe que no canto inferior esquerdo existe o botão para acessar o Help. E ao lado deste botão um espaço para nomear o bloco, sendo permitido no máximo quinze caracteres. Queue FIFO (DE) bloco utilizado para simular uma fila do tipo PEPS (primeiro entrar primeiro sair) (FIFO - first one, first out). A janela de diálogo permite fixar o número máximo permitido de usuários na fila e trás os relatórios do processo de formação da fila. Os conectores L e W na parte inferior do bloco reportam o número

7 39 de itens na fila e o tempo de espera médio, respectivamente. Activity Delay (DE) representa uma estação de trabalho em que o item será retido por um determinado período de tempo para a execução de uma tarefa. O tempo de retenção pode ser definido pela janela de dialogo, ou então pela entrada de um dado pelo conector D. Por exemplo, pode ser conectado do bloco Input Random Number da biblioteca Generic para introduzir o tempo de retenção (delay) como sendo uma variável aleatória. Exit (4) (DE) este bloco (saída) deve estar presente nos modelos discretos. Ele caracteriza como ponto terminal do item gerado no modelo. O Exit (4) está programado para proceder quatro saídas. Pela janela de dialogo é possível de acompanhar quantos itens saíram por cada uma das saídas. Os conectores do lado direito e superior reportam os valores apresentados na janela de dialogo. Assim esta informação pode ser repassada para outros blocos. Plotter DE (Plotter 2 ) é utilizado para apresentar os resultados de simulações tipo discreta por meio de tabelas e gráficos. O bloco possui quatro conectores de entrada de valores. Assim o gráfico pode conter até quatro curvas. O usuário pode definir características do gráfico como tipo e cor das linhas e escala. Help (GE 3 ) é um dos métodos utilizados pelo Extend para introduzir informações ao usuário 1 Bloco da biblioteca Discret Event (DE.Lix); 2 Bloco da biblioteca Plotter (PLOTTER.Lix); 2 Bloco da biblioteca Generic (GE.Lix) Figura 4 Janela de dialogo do bloco Generator

8 Comentário sobre modelo O modelo apresentado na Figura 3 contem nove blocos. Todos eles estão disponíveis nas bibliotecas que acompanham o EXTEND TM. O bloco Generator gera os itens conforme a freqüência estabelecida pelo usuário. Neste exemplo os itens são os clientes. Após a geração os itens são repassados ao bloco Queue FIFO, onde ficam retidos até que um dos blocos Activity Delay estejam livres. Nos blocos Activity Delay os itens ficarão retidos por um período de tempo estabelecido pelo usuário. Este tempo refere ao necessário para a execução de uma determinada tarefa. Em seqüência os itens são repassados ao bloco Exit (4). Neste ponto os itens gerados no bloco Generator deixam existir. Durante a simulação, a partir dos blocos Queue FIFO e Exit (4), o bloco Plotter DE, coleta as informações (a) número de pessoas na fila e (b) número de pessoas atendidas, respectivamente. Isto para elaboração de um gráfico e uma tabela. A tabela pode ser colada, por exemplo, no Excel.

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