UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ BIANCA DA SILVA. Trabalho de Estágio CONTROLE DE ESTOQUE PARA A EMPRESA CLAUDIA SCHEIFELE M.E

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ BIANCA DA SILVA Trabalho de Estágio CONTROLE DE ESTOQUE PARA A EMPRESA CLAUDIA SCHEIFELE M.E ITAJAÍ 2014

2 2 BIANCA DA SILVA Trabalho de Estágio CONTROLE DE ESTOQUE PARA A EMPRESA CLAUDIA SCHEIFELE M.E Trabalho de Estágio desenvolvido para o Estágio Supervisionado do Curso de Administração do Centro de Ciências Sociais Aplicadas Gestão da Universidade do Vale do Itajaí. Orientador: Guido Renato Miranda ITAJAÍ 2014

3 3 Agradeço primeiramente a Deus, em especial minha família, pela ajuda e compreensão em todos os momentos, e a todos que de alguma maneira contríbuiram para a realização desta etapa em minha vida.

4 Ninguém é tão grande que não possa aprender, e ninguém é tão pequeno que não possa ensinar. (Augusto Cury)

5 5 EQUIPE TÉCNICA a) Nome do estagiário Bianca da Silva b) Área de estágio Administração de Materiais c) Orientador de conteúdo Prof. Guido Renato Miranda d) Supervisor de campo João Batista da Silva e) Responsável pelo Estágio Prof. Eduardo Krieger da Silva

6 6 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO a) Razão Social Claudia Scheifele M.E b) Endereço Rua Adolfo Batschauer, nº 916, Dom Bosco, Itajaí - SC c) Setor de Desenvolvimento do Estágio Administrativo e Financeiro d) Duração do estágio 240 horas e) Nome e cargo do supervisor de campo João Batista da Silva, gerente. f) Carimbo e visto da organização

7 7 RESUMO O mercado com o passar dos anos vêm demonstrando um crescimento notável no setor de gás (GLP) e água, mas para atender essa demanda as distribuidoras precisam estar frequentemente atualizadas com os ambientes internos de suas empresas, para que sejam capazes de suprir a demanda. Para competir no mercado e adquirir mais clientes, os processos de atendimento, lucratividade e agilidade são extremamente relevantes. Este trabalho teve como objetivo geral propor um sistema para o controle de estoque da empresa de forma a prevenir e reduzir os custos na área. Já os objetivos específicos propostos foram: descrição dos processos do setor de materiais; revisão da área de estocagem; revisão do custo de transporte e propor melhorias para a empresa nos processos que foram identificadas falhas, que é importante para a organização. Para alcançar esses objetivos, foram feitas entrevistas não estruturadas, abertas e análise de documentos da empresa. A pesquisa realizada demonstrou que os controles organizacionais são simples e regulares, atendendo a necessidade daquele momento, mas que existem melhorias a fazer que exige tempo para estas realizações, precisando também de maior comprometimento na prática destas melhorias. A proposta de controle de estoque sugerida através de inventário, romaneio, entre outros, demonstrou ser viável à empresa em médio ou longo prazo torna-se até necessário para mais bem desenvolver a empresa. Com um controle adequado a empresa terá menores perdas nos produtos e conseguirá oferecer melhor atendimento aos clientes. Palavras-chave: Controle de estoque. Produtos. Melhorias.

8 8 LISTAS DE TABELAS Tabela 1 Questões para diagnóstico preliminar da gestão de materiais 17 Tabela 2 Método do custo médio 21 Tabela 3 Movimento de estoque e valorização de custo médio pelo método FIFO 36 Tabela 4 Classificação das áreas de armazenamento 38 Tabela 5 Empilhamento de recipientes transportáveis de GLP 39 Tabela 6 Distâncias mínimas de segurança 40 Tabela 7 Extintores e capacidades 41 Tabela 8 Estoque de segurança 45 Tabela 9 Giro de estoque 48 Tabela 10 Estoque médio 48 Tabela 11 Avaliação de estoque método FIFO Maio/2014 P Tabela 12 Avaliação de estoque método FIFO Junho/2014 P Tabela 13 Avaliação de estoque método FIFO Maio/2014 P Tabela 14 Avaliação de estoque método FIFO Junho/2014 P Tabela 15 Avaliação de estoque método FIFO Maio/2014 P Tabela 16 Avaliação de estoque método FIFO Junho/2014 P Tabela 17 Avaliação de estoque método FIFO Maio/2014 Imperatriz 77 Tabela 18 Avaliação de estoque método FIFO Junho/2014 Imperatriz 78 Tabela 19 Avaliação de estoque método FIFO Maio/2014 Rio D Ouro 80 Tabela 20 Avaliação de estoque método FIFO Junho/2014 Rio D Ouro 82 Tabela 21 Avaliação de estoque método FIFO Maio/ litros 83 Tabela 22 Avaliação de estoque método FIFO junho/ litros 84

9 9 LISTAS DE FIGURAS Figura 1 Organograma da seção de compras 19 Figura 2 Inventário Físico 25 Figura 3 Estoque de segurança 44 Figura 4 Tempo de reposição 46 Figura 5 Estrutura organizacional 55 Figura 6 Romaneio de expedição 60 Figura 7 Inventário físico 61 Figura 8 Inventário físico águas 62 Figura 9 Fluxograma padronização recebimento água mineral 64 Figura 10 Fluxograma padronização recebimento gás 65 Figura 11 Fluxograma padronização da expedição 67 Figura 12 Layout organizacional 86 Figura 13 Sugestão layout organizacional 88 Figura 14 Sugestão fluxograma de expedição 102

10 10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Objetivo geral Objetivos específicos Justificativa da realização do estudo FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Diagnostico do setor de Materiais Gestão de Compras Recebimento de materiais Expedição de materiais Romaneio Packing List Inventário físico Custo de Transporte Administração de Materiais Padronização Controle de estoque Custo de Armazenagem Armazenagem Normas e Regras de Segurança em Armazenagem Layout Lote Econômico de Compra Estoque de Segurança Tempo de Reposição Ponto de Pedido Estoque Máximo Giro de Estoques Cobertura de Estoque ASPECTOS METODOLÓGICOS Delineamento da pesquisa Técnicas de coleta e análise de dados CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO Histórico Ramo de atividade Estrutura organizacional Produtos Mercados RESULTADOS DA PESQUISA Diagnóstico Setor de Materiais Gestão de Compras Recebimento de Materiais Expedição Romaneio Packing List Inventário Físico Custo de Armazenagem Sugestão padronização de recebimento Sugestão Padronização da Expedição Lote Econômico de Compra... 68

11 5.7 Armazenagem Layout Sugestão layout Estoque Segurança Tempo de reposição Ponto de pedido Estoque máximo Giro de Estoque Giro de Estoque produto P-13 GLP Giro de Estoque produto P-20 GLP Giro de Estoque produto P-45 GLP Giro de Estoque Água mineral 20 litros Imperatriz Giro de Estoque Água mineral 20 litros Rio D Ouro Giro de Estoque Água mineral 10 litros Cobertura de Estoque Custo de Transporte Sugestões aos Processos Sugestões de armazenagem no recebimento de materiais Sugestões para Expedição Sugestões para Inventário Físico Sugestões para Método FIFO SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICES APÊNDICE A - Relação das entradas e saídas dos botijões GLP no mês Maio/ APÊNDICE B - Relação das entradas e saídas dos botijões GLP no mês Junho/ APÊNDICE C - Relação das entradas e saídas das águas minerais no mês Maio/ APÊNDICE D - Relação das entradas e saídas das águas minerais no mês Junho/ APÊNDICE E Entrevista setor Compras APÊNDICE F Entrevista setor de Expedição APÊNDICE G Entrevista Recebimento de materiais APÊNDICE H Entrevista Armazenagem de materiais APÊNDICE I Entrevista Custo de transporte APÊNDICE J Entrevista Estrutura Organizacional ASSINATURA DOS RESPONSÁVEIS

12 12 1 INTRODUÇÃO A ANP (Agência Nacional do Petróleo) divulgou pela Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo) um estudo que mostra que Santa Catarina vendeu botijões de gás no período de Janeiro a Julho de Atualmente as representantes são seis: Companhia Ultragáz S.A, Copagás Distribuidora de gás S.A, Nacional Gás Butano Distribuidora Ltda., Servgás Distribuidora de Gás S.A, Supergásbrás Energia Ltda., Liquigás Distribuidora S.A. Em 2010, a venda de gás era de botijões, que totalizam a média semestral de botijões de gás, o que demonstra que no primeiro período de 2013 já houve um aumento nas vendas, se comparado ao primeiro semestre de Devido a essa grande procura, as distribuidoras regionais vem se tornando mais comuns nas ruas do estado. O intuito dessas empresas é oferecer gás legalmente e garantir a segurança dos seus produtos aos catarinenses. Para fidelizar o cliente muitas empresas buscam oferecer também a venda de água mineral, que se torna um atrativo secundário aos clientes. A área de Administração de materiais ajudará essas organizações a controlar seus estoques, bem como lucrar mais ou onde deve estar a maior despesa no setor. O foco também é voltado para a venda: se a organização mantiver um controle de materiais correto estará oferecendo a qualidade e a confiança aos seus clientes. O trabalho foi desenvolvido na Distribuidora de gás e água Claudia Scheifele M.E, que está localizada no município de Itajaí, em Santa Catarina, onde trabalham nove funcionários. Seu foco é a revenda de gás P-13, que também é seu ponto forte. É uma empresa pequena e familiar que está no mercado há oito anos e procura trabalhar sempre para seus clientes, fazendo as entregas de forma estratégica: seus funcionários trabalham com caminhonetes e ficam nos bairros para conseguir diminuir o tempo na entrega e manter o cliente pela agilidade apresentada. A cada ano o consumo de gás P-13 vem subindo na região, e com elas as distribuidoras. Existe espaço no mercado para muitas delas, mas como reter o cliente e fazer com que ele não compre de seu concorrente vem se tornando um

13 13 desafio, já que as empresas buscam clientes novos, mas não procuram valorizar os antigos. O diferencial que a Administração de materiais quer trazer para esta empresa é saber como controlar o estoque e assim saber quais estratégias utilizar nas vendas. Reduzir os custos, verificar a lucratividade e a rotina do estoque será abordado nesse trabalho com o intuito de ajudar a empresa, e para a partir daí a empresa conseguir definir e verificar outras áreas que precisam ser modificadas para melhorias. 1.1 Objetivo geral A área deste trabalho é Administração de Materiais com enfoque no setor de estoque. Objetivos gerais segundo Richardson (2007, p.62): definem, de modo geral, o que se pretende alcançar com a realização da pesquisa. O objetivo geral deste trabalho é propor um sistema para o controle de estoque da empresa Distribuidora de gás e água Claudia Scheifele, de forma a prevenir e reduzir os custos na área. 1.2 Objetivos específicos Para a realização deste trabalho, serão abordados alguns passos para chegar ao objetivo geral. Estes servirão como base para chegar ao resultado desejado do controle de estoque. Richardson (2007, p. 63) define objetivos específicos como: etapas que devem ser cumpridas para alcançar o objetivo geral. Otimizar os processos do setor de materiais; Revisar a Área de Estocagem; Revisar o Custo de Transporte;

14 14 Sugerir melhorias no estoque. 1.3 Justificativa da realização do estudo Por meio de fundamentos teóricos e práticos pode-se dizer que o controle de estoque é um sistema utilizado para melhorar a gestão financeira e econômica da organização. A venda dos produtos é o meio pelo qual a organização espera obter lucros e dessa forma um controle adequado e eficaz desde seu armazenamento trará uma segurança maior quanto à rentabilidade e lucratividade da empresa. Pelo fato da empresa ser de pequeno porte e familiar, os controles são feitos sempre de forma básica, o que causa defeitos na visualização dos problemas organizacionais. Como exemplo, pode ser citado o próprio estoque da empresa, que se feito em grande quantidade e a demanda diminuir, a empresa terá grandes custos com seus produtos e talvez, não saberá identificar a causa ou até mesmo quanto do ítem manter em estoque no período. Pretende-se com o controle de estoque resolver um dos defeitos da organização e a partir daí poder oferecer a visibilidade de outras áreas da organização que precisem de atenção. Durante o projeto de estágio os custos de realização serão com impressão e tempo de elaboração, porém depois de aplicado poderá reduzir os custos no estoque, tornando perceptível o aumento da lucratividade. O trabalho têm como objetivo controlar o estoque, e assim disponibilizar recursos para que a organização possa controlar outras àreas como a de recursos humanos, ou até mesmo, melhorando a função e qualidade de vida de seus funcionarios. As companhias que efetuam os abastecimentos dos produtos terão um tempo e quantia definidos para efetuar a entrega, aumentando a confiabilidade entre os parceiros. Além da confiança, estas também elaboram campanhas socioambientais, no qual a empresa poderá participar. Esse trabalho estará contribuindo para a acadêmica, através de fontes teóricas e orientações dos professores. Com a conclusão do trabalho esse conhecimento será passado a outros alunos da universidade.

15 15 A universidade além de um campo de aprendizado que é transmitido pelos professores é também um campo de conhecimento pelas diversas culturas que ali se cruzam, podendo no dia a dia contribuir para a prática profissional de cada acadêmico. É dessa forma que se espera uma geração mais competente nas organizações, e que estes indivíduos estejam capazes para suprir as necessidades da sociedade e das organizações. A empresa está vendendo e lucrando, mas devido a uma falta de controle correta, faz com que a organização não administre bem sua renda. Os dados de compra e venda desse produto ainda é feita de forma singular, são anotações diárias da venda de cada produto e controle pelas notas que são emitidas na compra do produto. Desta forma, o trabalho irá fornecer a pesquisa necessária para que os gestores possam começar a controlar o financeiro da empresa, e consigam trazer os resultados almejados.

16 16 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Fundamentação teórica é uma pesquisa realizada para apontar os estudos sobre determinados temas já realizados por outros autores e servir de base para o pesquisador oferecendo a consistência à pesquisa. Segundo Pereira (2012, p.82) a pesquisa da literatura irá contribuir para: obter informações sobre a situação atual do tema ou problema pesquisado; conhecer publicações existentes sobre o tema e os aspectos que já foram abordados; verificar as opiniões similares e diferentes a respeito do tema; conhecer aspectos relacionados ao tema ou ao problema de pesquisa. Assim como Pereira (2012), Vergara (2005) também indica a fundamentação teórica como a base que busca concretizar e verificar o tema estudado, oferecendo o conhecimento e abrindo caminho para a continuidade da pesquisa. 2.1 Diagnostico do setor de Materiais Para dar continuidade a qualquer trabalho é preciso coletar dados organizacionais e dependendo da organização da empresa isso se tornará dificultoso. Para Cornachione (2001) o diagnóstico é uma fase de reconhecimento e identificação de um ou vários problemas, que envolvem detalhes operacionais e físicos da empresa. O diagnóstico é geralmente elaborado por meio de questionários ou entrevistas visando todo o contexto da organização. O questionário de aplicação na empresa será definido pelo modelo de Gasnier (2002, p. 19) auxiliando o diagnóstico da empresa no setor de materiais.

17 17 Tabela 1 - Questões para diagnóstico preliminar da gestão de materiais. Análise crítica do processo de gestão de materiais A PLANEJAMENTO (Plan) Sim Não 1 A organização possui um esquema ilustrativo de sua malha logística? 2 Os itens estão sendo bem identificados, de maneira inequívoca? Explique de que forma isto é realizado. 3 Existe uma política para materiais? Descreva-a 4 A política de materiais sugere tratamento diferenciado para as diferentes categorias de itens? 5 Está definido um índice de atendimento ou uma tolerância em termos de faltas? 6 Os estoques estão sendo estrategicamente posicionados? 7 Como está sendo determinado o estoque de segurança e o ponto de pedido? Existe alguma forma dinâmica de avaliação, revisão e ajuste destes parâmetros? 8 As quantidades nos lotes de reposições são determinadas de forma adequada? 9 Existe algum processo de análise de riscos e planos de contingência para itens faltantes? Como é realizado este processo? 10 Existem indicadores gerenciais e metas de desempenho? Quais são? 11 Existe um processo de comunicação efetivo entre os envolvidos? B EXECUÇÃO (Do) Sim Não 12 Os softwares de gestão de materiais atendem as necessidades dos diversos envolvidos e interessados? 13 Existe plena visibilidade das informações para subsídio ao entendimento e participação? 14 A administração está aplicando o conceito da classificação ABC? Detalhe os critérios e parâmetros. 15 Como é ativada a reposição de materiais: projeção, ponto de pedido ou sob demanda? É uma forma adequada às necessidades? C CONTROLE (Check) Sim Não 16 Você sabe quanto representa o capital de giro em estoques? Por grupos? 17 Ocorrem frequentes faltas de materiais necessários? O índice de atendimento esta sendo acompanhado? 18 O atendimento aos clientes (externos ou internos) está adequado ou comprometido? 19 Os erros ou desvios na projeção da demanda provocam faltas críticas de materiais? 20 O estoque de segurança esta protegendo o atendimento dentro da tolerância? 21 Os tempos de atendimento chegam a comprometer o prazo de entrega ao cliente? 22 O giro e a cobertura dos itens estão sendo continuamente acompanhados? 23 Os saldos indicados no sistema informatizado são confiáveis? Existe necessidade de frequentes ajustes de saldo? 24 As causas das divergências são identificadas e as medidas corretivas e preventivas estão sendo implementadas? D AÇÕES CORRETIVAS (Action) Sim Não 25 Da forma como está, a gestão de materiais atende e satisfaz os objetivos da organização? 26 Existe um programa de melhoria da gestão de materiais? 27 Quais foram as mudanças significativas implementadas nos últimos dois anos? 28 Quais serão os próximos projetos de melhoria? 29 Estes projetos asseguram o sucesso da gestão de materiais? 30 Sintetizando, como lhe parece o quadro geral? É adequado? Qual seria sua nota de avaliação? Fonte: GASNIER, (2002, p.19).

18 Gestão de Compras A função de compra tem por finalidade suprir as necessidades de produtos ou serviços, planejar a quantia essencial e satisfazê-las no momento certo com as quantidades corretas. Para manter um bom volume de vendas, ser competitivo e gerar lucros efetivos, a minimização dos custos deve ser constantemente alcançada principalmente aos materiais utilizados nos processos da organização, já que representam uma parcela significativa no custo total. O departamento de compra possui basicamente quatro objetivos básicos, que são: Adquirir uma série contínua de suprimentos com a finalidade de atender a programação de produção; Administrar essa série de forma que seja utilizado um mínimo de investimento que afete as operações da empresa; Obter materiais e insumos aos menores preços, respeitando os padrões de quantidade e qualidade; Buscar sempre uma negociação justa e honrada às melhores condições para a empresa, principalmente as de pagamento. Saber como comprar é fundamental na hora que a organização pretende reduzir custos. DIAS (2006, p. 236) cita: Comprar bem é um dos meios que devem usar para reduzir custos. Para alcançar esse objetivo devem-se seguir alguns princípios que definem como comprar bem, como: verificação dos preços, prazos, qualidade e volume. Manter um bom relacionamento com o mercado fornecedor também é essencial para evitar futuros problemas. Os princípios básicos da organização neste setor são considerados pelas seguintes normas fundamentais, ainda, como declara DIAS (2006, p.237): autoridade para compra; registro de compras; registro de preços; registro de estoques e consumo; registro de fornecedores; arquivos e especificações; arquivos de catálogos.

19 19 Podem ser consideradas atividades típicas da Seção de compras: Pesquisa (Estudo de materiais, do mercado, dos fornecedores, de materiais alternativos); Aquisição (análise das cotações, compras por contrato ou mercado aberto, efetuar as encomendas, acompanhamento no recebimento de materiais); Administração (manutenção de estoques, evitar excesso de produto ou sua obsolescência de estoque, transição de materiais); Diversos (elaborar previsão de custos, cuidar das relações comerciais...). Além dessas atividades dentro do setor outras podem ser compartilhadas e necessárias com outras áreas da organização como: determinar o se deve produzir ou comprar, selecionar equipamentos de produção, programas de produção dependentes, entre outras. A principal tarefa da pesquisa de compras é compor de informações e orientações os demais departamentos interessados. Figura 1: Organograma da seção de compras. Gerente de Materiais Chefia de Compras Secretária Comprador Diverso Comprador Técnico Comprador de Matéria-prima Auxiliar de Compras Follow-up Motorista Fonte: DIAS (2006, p.239).

20 Recebimento de materiais Os produtos adquiridos na empresa devem ser recebidos de forma eficiente, visando desobstruir estes materiais. As entradas das mercadorias devem responder à quantidade solicitada, no momento certo e com o preço e qualidade discutidas no período de negociação com o fornecedor. O recebimento de materiais pode ser definido por cinco elementos conforme Martins e Alt (2009): equipamento de carga e descarga, pessoas, espaço físico, recursos de informática e procedimentos normalizados. No espaço físico caracteriza-se pelo local para separação e conferência dos produtos, acesso livre para o estoque e para a fábrica, plataformas compensadoras de alturas e espaço para fila de veículos. Nos recursos de informática são utilizadas ferramentas de apoio, como: terminal EDI e leitura ótica do código de barras, controle da produção e programas de comunicação com fornecedores e planejamento. Em cargas e descarga são necessários produtos que facilitem este processo, como paletes, empilhadeiras ou esteira de distribuição. No recebimento dos produtos o indivíduo que confere a carga deve estar apto a inserir dados no sistema, determinar o destino desta carga e até mesmo transportá-la para o local se solicitado. Desta forma, é essencial que esta pessoa seja treinada e qualificada para a função. E em normalização de procedimentos é o que deve ser feito em caso de exceções, e até que ponto o funcionário tem autonomia nessa decisão. O recebimento de materiais intermedia compra e pagamento ao fornecedor, sendo de responsabilidade da empresa a sua conferência. Para Viana (2002, p. 281) as atribuições básicas são: a. coordenar e controlar as atividades de recebimento e devolução de materiais; b. analisar a documentação recebida, verificando se a compra está autorizada; c. confrontar os volumes declarados na Nota Fiscal e no Manifesto de Transporte com os volumes a serem efetivamente recebidos; d. proceder a conferência visual, verificando condições de embalagem quanto a possíveis avarias na carga transportada e, se for o caso, apontando as ressalvas de praxe nos respectivos documentos; e proceder a conferência quantitativa e qualitativa dos materiais recebidos; f. decidir pela recusa, aceite ou devolução, conforme o caso; g. providenciar a

21 regularização da recusa, devolução ou da liberação de pagamento ao fornecedor; h. liberar o material desembaraçado para estoque no Almoxarifado. Os materiais comprados são calculados pelo preço de custo individual, tendo dois métodos a constatar: o que considera a totalidade das despesas (impostos, frete, seguro) sendo seguro e frete ocorridos por conta do comprador. E o que considera somente o custo de compra, no caso, livre das despesas citadas acima. Deve-se considerar o IPI, quando indústrias usam materiais para fabricação dos produtos à venda. Em comércio o IPI passa a ser um componente do custo. Uma ferramenta bem comum que auxilia entrada e saída de materiais do estoque é o Método do Custo Médio, o qual é feito o lançamento da saída e entrada do material, baseando-se na média ponderada do saldo anterior. Tabela 2: Método do custo médio. 2/1 Data 31/1 31/3 31/5 Histórico Estoque Inicial Venda Compra Venda Entrada Saídas Saldos Qtde. Unit. ($) Total ($) Qtde. Unit. ($) Total ($) Qtde. Unit. ($) Total ($) 20 10,00 200, ,00 200, ,00 100, ,00 100, ,00 260, ,00 360, ,00 240, ,00 120,00 30/6 Compra 40 17,00 680, ,00 800,00 31/8 Venda ,00 480, ,00 320,00 31/10 Compra 20 20,00 400, ,00 720,00 30/11 Venda ,00 540, ,00 180,00 31/12 Mov. Do ano , , ,00 180,00 Fonte: SANTÂNGELO et al. (2011, p. 76). Em cada entrada na tabela é ajustado o valor médio individual, através do cálculo da média ponderada e só não irá acontecer mudança no valor médio unitário se o valor unitário da nova compra for igual ao último valor médio unitário. As saídas de estoques sempre ocorrem pelo último valor médio unitário calculado. Assim, desta forma Santângelo et al (2011, p. 76) explica: Assim começa-se o ano (lançamento de 02/01) informando o estoque inicial (estoque final do ano anterior). Em 31/01 aconteceu o lançamento de uma saída de 10 unidades, utilizando o último valor médio unitário ($ 10,00), resultando num valor total de $ 100,00, com a atualização respectiva na coluna de saldos. Em seguida, um lançamento de entrada (31/03) de 20 unidades, a um valor unitário de $13,00, resultando num valor total de $260,00. Na coluna saldos, adicionam-se, respectivamente, 20 unidades às 21

22 10 unidades existentes (30 unidades) e o valor total de $ 260,00 aos $ 100,00 existentes ($ 360,00). Dividindo-se os $ 360,00 pelas 30 unidades tem-se o novo valor médio individual (custo médio), cujo resultado é de $ 12,00. Nos demais lançamentos de entrada e saída, os critérios adotados são os mesmos... É essecial destacar que tanto na quantidade como no valor total da tabela a soma das saídas com a soma do saldo é igual a soma do estoque inicial com as entradas Expedição de materiais Expedição segundo Bertaglia (2009) tem como finalidade separar os itens estocados em determinados locais e transportá-los para outros, visando atender a uma demanda específica, podendo ser a emissão de documentos e liberação do veículo para entrega, como até mesmo o envio do produto ao cliente, de forma a agregar valor para o item. A expedição consiste desde o momento da chegada do material em estoque até a saída deste produto. Para Bowersox, Closs e Cooper (2006) este tópico fundamenta-se basicamente na verificação dos materiais após os pedidos e em seu carregamento nos veículos responsáveis pelo transporte. É a fase na qual produtos são, por exemplo, transportados por esteiras transportadoras ou empilhadeiras Romaneio Packing List O romaneio ou Packing List é um documento que detalha as mercadorias de embarque ou desembarque. Segundo a Receita Federal o objetivo deste documento

23 23 é descrever detalhadamente como está o produto embarcado buscando facilitar a localização e identificação destes produtos. Este documento além para auxiliar a exportação de produtos, serve para auxiliar o mercado interno com a mesma finalidade. Para Suzuki et al (1995), romaneio descreve as mercadorias embarcadas, detalhando o número de volumes, unidades em cada volume, o peso, tamanho, cor e outras características. Visa facilitar o desembaraçado tanto no embarque quanto no desembarque do produto no momento do recebimento. O Manual de exportação (2002) coloca que é uma relação dos volumes e de seus conteúdos a serem exportados, e que deve conter os seguintes itens: numeração; nome e endereço de ambas partes envolvidas no produto; data de emissão do documento; descriminação do produto e quantidade; local de embarque e desembarque. 2.2 Inventário físico O inventário físico para Martins e Alt (2009) é basicamente a contagem física dos itens em estoque. O intuito dessa ferramenta é oferecer controle dos itens e auxiliar o fluxo de caixa. Já para Viana (2002), o inventário físico estabelece uma auditoria de estoques que ocorre pelo almoxarifado, com o objetivo de garantir confiabilidade e a exatidão de registros contábeis e físicos. A época para realizar o inventário depende de cada empresa, que deve avaliar essa necessidade e verificar a quantia de vezes que os produtos entram e saem de estoque. Para os produtos que são repostos mais vezes é recomendável efetuar o inventário físico rotativo e os que são menos recolocados devem abordar o inventário físico anual. O inventário rotativo tem como princípio garantir permanente relação entre controle de estoque e estoque físico e neste caso são utilizados os recursos de

24 24 informática e segundo Viana (2002), pode ser classificado em três tipos: Inventário automático; Inventário programado e Inventário a pedido. No inventário automático, solicita-se em sistema item a item para o inventário, mediante a ocorrência de um dos seguintes itens: o saldo chega a zero; a requisição de material efetuada não foi atendida; transferência de localização, etc. No inventário programado ocorre a solicitação por sistema para o inventário de amostragem de itens em períodos que devem ser estabelecidos, podendo ser mensal, bimestral, trimestral, semestral ou anual. A realização do inventário a pedido ocorre por um terceiro, podendo ser da auditoria, do almoxarife ou do gestor. As falhas em estoque e outros motivos também pode levar a solicitação de inventário. A seguir exemplo de Inventário físico, segundo Viana (2002, p. 386).

25 25 Figura 2: Inventário Físico Requisição de Inventário Causa RI Número Especificação do material Código Unidade Data de Emissão Localizações Quantidade Localizações Quantidade QUANTIDADE CONTADA TOTAL SEM CONDIÇÕES DE CONTAGEM Necessidade de 1 Material sem identificação 3 empilhadeira 2 Materiais diferentes no mesmo código 4 Inventariante Assinatura Registro Data INFORMAÇÕES ADICIONAIS PARA ANÁLISE DE DIVERGÊNCIAS Modelo de Ressuprimento Classificação de Importância Último Ajuste de Estoque Data Número Tipo de Ajuste Quantidade Documentos de estoque em processamento RM n Quantidade DM n Quantidade CR n Quantidade Saldo em estoque Data Recontagem Data RESULTADO DA ANÁLISE SEM DIVERGÊNCIA Tipo ajuste (+) N de ajuste Data da transação Diferença a ser ajustada COM DIVERGÊNCIA Preço Unitário Valor Total do ajuste Justificativa da diferença Preparado por Aprovado por Processado por Fonte: VIANA, (2002, p. 386)

26 Custo de Transporte O transporte rodoviário no país segundo Figueiredo, Fleury e Wanke (2003) representa 10 % do PIB e possui 800 mil transportadores autônomos, 40 mil empresas transportadoras e 50 mil transportadores de carga própria. Para analisar o custeio de transporte deve-se levar em conta os custos fixos e os custos variáveis e possíveis oportunidades de reduzi-los. Os custos fixos existiram naquele valor independente da produção, das vendas ou no caso de transporte, da quilometragem rodada. E os custos variáveis são os que dependem dos itens acima, como por exemplo, a distância percorrida. Essas definições para os custos de transporte devem ser consideradas em curto prazo, pois em longo prazo a capacidade pode se tornar uma variável, como por exemplo, vender um ativo, efetuar novas contratações ou demissões, alterando então a estrutura dos custos fixos. Há uma segunda observação a ser considerada nos custos que é o custo variável. Este pode, também, tornar-se fixo. Quando uma empresa se compromete a efetuar determinados números de viagens todos os custos variáveis irão se tornar fixos, como por exemplo, o combustível. Ainda para Figueiredo, Fleury e Wanke (2003, p. 258) as etapas de custeio podem ser dividido em quatro partes: 1- definição dos itens de custos; 2- classificação dos itens de custos em fixos e variáveis; 3- cálculo do custo de cada item; 4- custeio das rotas de entrega/coleta. Os principais itens de custos de transporte rodoviário segundo Figueiredo, Fleury e Wanke (2003) são: - Depreciação: será igual à diferença entre o valor de aquisição do bem e seu valor residual, dividido pela sua vida útil; - Remuneração de capital: não se trata de uma despesa, mais sim de um custo de oportunidade. Ao adquirir um veículo, por exemplo, a empresa estará abrindo mão de aplicar esse valor de outra forma. No cálculo deste item basta multiplicar o valor de aquisição do veículo pela taxa de oportunidade mensal, que geralmente varia entre 12% à 20% a.a e que no cálculo deve ser apresentado mensalmente.

27 27 - Custo de pessoal: Aqui deve ser considerado gastos com mão de obra, como: salário, horas extras, encargos e benefícios. - IPVA/seguro obrigatório e seguro do veículo: são despesas anuais, que devem ser divididas por 12 para serem calculadas mensalmente. - Custos administrativos: são custos indiretos em relação ao veículo, dessa forma, precisam ser rateados. O rateio mais simples a ser feito é dividir o custo administrativo mensal pelo números de veículos, que na maioria das vezes é um fórmula bastante justa. Esse item deve ser calculado R$/Km. Abaixo, os cálculos detalhados. Custos Fixos Depreciação V aquisição V residual Cdep nº de meses Remuneração do capital Cr. cap V aquisição x 1 taxaanual 12 1 Custo administrativo Custo admtotal Cadm nº de veículos IPVA/Seguro obrigatório Valor anual Cseg. ipva 12 Pessoal Salários + encargos e benefícios

28 28 Custos Variáveis Pneu Npneu x p1 nrecap. x p2 Cpneu vidaútil do pneu com recapagem P1= preço unitário do pneu novo; P2 = preço da recapagem. Óleo preço x capacidade Cóleo int ervalo entre trocas Lavagem/lubrificação custo delub rificação C lub r. int ervaloentre trocas Combustível Ccom. = preço por litro ren dim ento Manutenção Custo estimado por quilômetro Pedágio

29 29 Custo de acordo com a rota 2.4 Administração de Materiais A administração de materiais é a cadeia de suprimentos da empresa, que se for observado tem início no contato com o fornecedor que oferece a matéria prima para a venda ou constituição do produto e termina na ponta de consumo, ou venda. Gonçalves (2004, p. 2) define: [...] a administração de materiais tem o objetivo de conciliar os interesses entre as necessidades de suprimentos e a otimização dos recursos financeiros e operacionais das empresas. Conforme o autor cita, a administração de materiais tem o intuito de reduzir os custos na produção e venda e por eles adquirir maiores retornos financeiros. Para Gonçalves (2004), essa área da administração pode ser definida juntamente com outras três áreas: gestão de compras, gestão de estoques e gestão de distribuição. Gestão de Compras: Visa garantir os suprimentos para as áreas das empresas suprir necessidades. Nessa gestão, procuram-se os fornecedores que possam cumprir os prazos estabelecidos, oferecer produtos de boa qualidade e garantir as entregas dentro das especificações. Gestão de Estoques: Visa garantir os suprimentos necessários para oferecer um bom funcionamento à empresa, satisfazendo os clientes, evitando faltas nos produtos ou eventuais paralizações na produção. Gestão de Distribuição: É principalmente um conjunto dos tópicos anteriores. Visa receber o material do setor de compras e administrá-lo pelo setor de estoque, para atender aos usuários desses produtos em todos os setores da empresa, oferecendo o produto na quantia e tempo certo. Gonçalves (2004), também ressalta que a administração de materiais bem estruturada cria a vantagem competitiva por reduzir custos, investimentos em estoques, melhorias nas condições de compras pelos resultados das negociações com os fornecedores e a satisfação dos clientes e consumidores pela qualidade dos produtos oferecidos pelas empresas.

30 Padronização Padronização é o gerenciamento da rotina em determinada área, é definir o passo a passo que deve ser abordado durante o processo de algo, como por exemplo, as etapas que deve ser seguidas na fabricação de um produto. A padronização traz facilidade, organização e agilidade. Com o processo definido, o funcionário terá de forma escrita e visual quais procedimentos ele deverá seguir para pôr em prática sua função, e quando houver novos funcionários nessas áreas ele saberá o que e como desenvolver sua função. Tornar padrão se verifica e simplifica para o ganho das pessoas, e outra vantagem da padronização é que ele pode ser alterado e aperfeiçoado. Campos (1992) cita algumas observações importantes acerca da padronização: - Padronização não é obrigatória, as empresas que adotam essa medida buscam melhores resultados; - A padronização é o meio adotado e o objetivo é almejar melhores resultados; - O fato de ser padronizado não significa que é fixo. Ele deve ser alterado em busca de melhores resultados sempre que necessário; - O método definido deve ser registrado (em papel ou em tecnologia), para assim garantir a extensão e entendimento a todos os envolvidos; Ainda segundo Campos (1992, p. 2) a padronização deve ser vista pelas empresas da seguinte forma: [...] como algo que trará melhorias em qualidade, custo, cumprimento de prazo, segurança, etc.

31 Controle de estoque Uma das principais funções da administração de materiais é o estoque, por ser uma área que afeta de maneira visível os resultados das empresas deve-se levar a lógica e racionalidade como critérios para obter o seu controle de forma adequada. Há uma necessidade crescente de medir ou estipular os materiais estocados nas empresas, isso decorre dos custos associados tanto ao processo de mantê-lo como de estocá-lo. Esses materiais podem ser desde matéria prima até o material para escritório. O objetivo do controle de estoque é aproveitar de maneira eficiente os recursos envolvidos na logística da empresa. Sua principal função é manter uma quantia de materiais e produtos em estoque para atender a demanda do mercado, evitar custos excessivos ou não controlados, evitar atrasos na entrega do produto, insatisfação do cliente ou até sua perda. Na prática organizacional Pozo (2008, p. 39) cita a fácil percepção da falta de controle de estoque: A importância da correta administração de materiais pode ser mais facilmente percebida quando os bens necessários não estão disponíveis no momento exato e correto para atender às necessidades de mercado. Quando a empresa possui um número elevado de materiais em estoque e sua média de demanda começa a diminuir, ela irá de forma automática aumentar os custos daquele estoque, como o de armazenamento, produtos que se deterioram por prazo de validade. E da mesma forma, ocorrerá se a empresa mantiver poucos produtos e materiais em estoque e sua demanda aumentar, pois não haverá produtos suficientes para atender ao mercado e podendo levar até a perda de clientes. O controle de estoque preocupa-se com problemas financeiros e quantitativos dos materiais, sejam eles de matéria prima até o produto pronto para a venda, ou produtos acabados. A seguir uma lista usual e simplificada dos objetivos do planejamento e controle de estoque. assegurar o suprimento adequado de matéria prima, material auxiliar peças e insumos ao processo de fabricação; manter o estoque o mais baixo

32 32 possível para atendimento compatível às necessidades vendidas; identificar os itens obsoletos e defeituosos em estoque, para eliminá-los; não permitir condições de falta ou excesso em relação à demanda de vendas; prevenirse contra perdas, danos, extravios ou mau uso; manter as quantidades em relação às necessidades e aos registros; fornecer bases concretas para a elaboração de dados ao planejamento de curto, médio e longo prazos, das necessidades de estoque; manter os custos nos níveis mais baixos possíveis, levando em conta os volumes de vendas, prazos, recursos e seu efeito sobre o custo de venda do produto. (POZO; 2008, p. 40, 41) Esse setor da empresa deve controlar a quantidade, custo, tempo de reposição e local de produção. Tudo no momento certo para visar os objetivos organizacionais no menor custo possível e proporcionar uma maior qualidade. 2.7 Custo de Armazenagem Até alguns anos atrás a preocupação das empresas era minimizar os custos com a fabricação, possibilitando o aumento da produção. O que dava resultado na fabricação, que devido ao aumento da produção tinham seus custos de produção diluídos. Por consequência houve aumento no consumo dos materiais, o que potencializou defeitos e problemas na área de estocagem. Como o foco era na produção, o custo de armazenagem passava despercebido ou tinha pouca importância. Porém, como Dias (2006) mostra, esse custo tem uma grande importância devido a sua parcela significativa no custo total da empresa. Para calcular o custo de armazenamento, pode ser utilizada a expressão: Custo de Armazenagem= Q 2 xtxpxi Sendo: Q= Quantidade de material em estoque; P= Preço unitário do produto;

33 33 I= Taxa de armazenamento, que pode ser expressa em porcentagem do custo unitário ou em valor unitário; T= Tempo de armazenamento. Devem ser levadas em conta duas hipóteses como Dias (2006) coloca: 1) O custo de armazenagem será proporcional ao estoque médio, ou seja, quando o estoque é máximo seu custo de armazenamento também será, e quando o estoque for baixo ou zero, o custo é mínimo. 2) O preço unitário deve ser constante no período, se não for, deve-se atribuir um valor médio. parcelas: O valor de I taxa de armazenagem é obtida pela soma de diversas A) Taxa de retorno de capital lucro Ia 100x valor doestoque B) Taxa de armazenamento físico SxA Ib 100x CxP Sendo: S= área ocupada pelo estoque; A= custo anual de m² em armazenamento; C= consumo anual; P= preço unitário. C) Taxa de seguro custo anual do seguro Ic 100 x valor doestoque edifícios D) Taxa de movimentação, manuseio e distribuição depreciação anual doequipamento Id 100x valor doestoque E) Taxa de obsolescencia perdas anuais por obsolescencia Ie 100x valor doestoque F) Outras taxas Como: agua, luz etc.

34 34 despesas anuais If 100x valor doestoque Então, a taxa de armazenamento é: I Ia Ib Ic Id Ie If Para Dias (2006, p. 46): [ ] valor da taxa de armazenagem devem-se levar em conta os tipos de materiais estocados. Em certas empresas, algumas parcelas de I têm um peso tão grande, que torna desnecessário o cálculo da outra Este custo então é a soma de: Custo de Armazenagem = Mas: I Ia Ib Ic Id Ie If Q 2 xtxpxi Resultando em: Custo de armazenagem: (Q/2 x C x Ia) x T + (Q/2 x C x Ib) x T+ (Q/2 x C x Ic) x T + (Q/2 x C x Id) x T + (Q/2 x C x Ie) x T + (Q/2 x C x If) xt Sendo o custo de armazenagem a soma de todos os custos que a envolvem. 2.8 Armazenagem A principal função da armazenagem é a estocagem de produtos. Porém, tem a importante obrigação de suprir de forma efetiva a cadeia de abastecimento,

35 35 mantendo esses itens em instalações adequadas e oferecendo o melhor atendimento prestado aos clientes. A localização dos itens é um fator que mal administrado pode levar a organização ao prejuízo, principalmente pela falta de higiene, de localização inadequada de produtos em relação à utilização dos mesmos. Santângelo et al (2011) cita algumas importâncias: a) favorecer o acesso dos fornecedores para a entrega dos produtos; b) localizar-se o mais perto dos pontos de utilização dos itens; c) acondicionar os itens em locais adequados, que auxiliem a climatização e higiene do ambiente. Mantê-los afastados de caldeiras e depósitos de lixos; d) garantir a distância adequada da recepção; e) assegurar que os locais de circulação do almoxarifado não seja utilizado por funcionários que não sejam do setor responsável. Um método eficaz para a avaliação do estoque é o método FIFO (First In, First Out) ou Peps (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair). Este método é baseado na cronologia das entradas e saídas. O primeiro produto que entrou será o primeiro produto que irá sair. Para melhor visualização, Pozo (2008, p. 89) exemplifica:

36 36 Tabela 3: Movimento de estoque e valorização de custo médio pelo método FIFO. Avaliação de estoque - Método Peps (Fifo) Entradas Saídas Saldos Valor Valor Valor Valor Valor Data Documento Quant. Quant. Quant. Unitário Total unitário total Total 3 NF , , ,00 8 NF , , ,00 10 OF , , ,00 15 NF , , ,00 20 OF (50) 15,00 750, ,00 (120) 16, , ,00 (10) 20,00 200, ,00 22 OF , , ,00 28 NF , , , F ,00 600, ,00 Total final 9.420, , ,00 Fonte: POZO (2008, p.89). O método Peps (Fifo), pode ser uma ferramenta de controle aos produtos em estoque. A tabela demonstrada busca obter informações de entradas e saídas dos produtos, assim como os saldos de produtos que irá manter em estoque. O método também visa atender outras informações, como: data, número de documento que fiscalize o recebimento, o valor unitário dos produtos e o valor total no período Normas e Regras de Segurança em Armazenagem Tanto normas quanto regras de segurança têm como objetivo o adequado funcionamento de determinada área e prevenção de prejuízos ou acidentes. Normas para Colenghi (2007) surgem sobre problemas existentes e são criadas com prescrições destinadas à utilização comum e resolução destes problemas, com obtenção de satisfação de ordem em um dado momento. Por se tratar de produtos inflamáveis e perigosos deve virar hábito a revisão e precaução contínua destes itens, e tomadas as providências necessárias para a segurança dos indivíduos que convivem no local.

37 37 Algumas regras de segurança no armazenamento são citadas por Moura (2005, p.395): 1- inspeção periódica das áreas de estocagem quanto à existência de detritos ou agentes que possam causar perigo de incêndio; 2- estocagem de materiais de fácil combustão ao fundo das instalações e de forma a permitir rápido isolamento em caso de incêndio. 3- identificação correta de locais, equipamentos e instalações existentes em áreas de estocagem; 4- utilização adequada de avisos de segurança; 5- as instalações de armazenagens deverão ser dotadas de sistemas de combate a incêndio implantados de acordo com a orientação técnica dos especialistas em segurança; 6- os locais proibidos ao uso do fumo deverão possuir dísticos informativos, posicionados em locais de fácil visualização; os corredores e escadas, bem como as saídas de emergência, deverão possuir sinalização de advertência de fácil visualização e leitura; 15- os equipamentos de proteção contra incêndio deverão ser inspecionados periodicamente para teste de sua eficiência. Existem cinco tipos de recipientes transportáveis de GLP: Novos: Quando não receberam nenhuma carga de GLP; Cheios: Quando contêm quantidade de GLP igual à massa líquida; Parcialmente utilizados: Quando contém uma quantidade de GLP abaixo da massa líquida; Em Uso: Quando apresentam em sua válvula de saída qualquer conexão diferente do lacre da distribuidora; Vazios: Quando os recipientes depois de utilizados não contém mais GLP. As áreas de armazenamento são classificadas pela capacidade de armazenamento, em quilogramas de GLP, conforme representa a tabela a seguir.

38 38 Tabela 4: Classificação das áreas de armazenamento. Classe Capacidade de Armazenamento Kg de GLP Capacidade de armazenamento (equivalente a botijões cheios com 13 kg de GLP)* I Até 520 Até 40 II Até Até 120 III Até Até 480 IV Até Até 960 V Até Até VI Até Até VII Até Até Especial Mais de Mais de *Apenas para referência. A capacidade de armazenamento deve sempre ser medida em quilogramas de GLP. Fonte: Gás liquefeito de petróleo (GLP) parte 2 área de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP destinados ou não à comercialização critérios de segurança (GLP), Norma Técnica n.28/2008. No caso de armazenamento desses recipientes em imóvel também utilizado como moradia ou residência particular irá ser permitido as instalações apenas se houver: separação física em alvenaria entre estes e acessos independentes, com rotas de fuga distintas em caso de acidente e sendo respeitadas as distâncias mínimas de segurança estabelecidas. Os botijões devem ser armazenados em piso plano e nivelados, concretado ou pavimentado, para suprir a necessidade de carga e descarga, em local ventilado, ao ar livre, dependedo do caso a área pode ser encoberta. Quando armazenados em cobertura, deve ter no mínimo 2,60m de pé direito e possuir um espaço livre, de no mínimo 1,20m entre o topo da pilha de botijões cheios e a cobertura. Quando estiverem armazenados sobre plataforma elevada, esta deve ser construída com materiais resiste ao fogo, possuir ventilação natural. A delimitação da área de armazenamento deve ser feita por pintura no piso ou por meio de tela metálica. Para áreas de armazenamento superiores a classe III, também deve demarcar com pintura no piso o local para os lotes de recipientes. É exigida pela legislação a balança, material para teste de vazamento, extintores e placas nos depósitos de armazenamento. Os botijões cheios devem ser armazenados dentro da área de armazenagem, mas separados dos recipientes parcialmente utilizados ou vazios. As áreas de armazenamento de classe quando não delimitadas por cerca de tela ou qualquer outro material resistem ao fogo, devem ser situado em imóveis cercados de

39 39 muros ou qualquer outro tipo de cercamento. O imóvel deve ter no mínimo uma abertura, com dimensões mínimas de 2,10m de altura e 1,20m de largura, abrindo de dentro para fora, para permitir a saída de pessoas em caso de acidentes. O imóvel pode possuir também outros tipos de aberturas, com passagens totalmente desobstruídas. Somente é permitido o empilhamento dos recipientes com massa líquida igual ou inferior a 13kg de GLP, devendo obdecer aos critérios da tabela abaixo, e os recipientes com massa líquida acima de 13kg devem de forma obrigatória ser armazenados na posição vertical, e não podendo ser empilhados. Tabela 5: Empilhamento de recipientes transportáveis de GLP Massa Líquida dos Recipientes Recipientes Cheios Recipientes vazios ou parcialmente utilizados Inferior a 5 kg Altura Máxima da Pilha = 1,5m Altura Máxima da pilha = 1,5m Igual ou Superior a 5 kg até inferior a 13 kg Até cinco recipientes Até cinco recipientes Igual a 13 kg Até quatro recipientes Até cinco recipientes Fonte: Gás liquefeito de petróleo (GLP) parte 2 área de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP destinados ou não à comercialização critérios de segurança (GLP), Norma Técnica n.28/2008. Entre os lotes dos botijões cheios e os dos vazios deve haver corredores de circulação com no mínimo 1,00m de largura. Na entrada do imóvel, deve haver placas visíveis, a uma altura de 1, 80 m, medida do piso acabado à base da placa, distribuída (s) ao longo do perímetro com os seguintes dados conforme ainda como a Norma Técnica n. 28/2008: a) Classes I e II uma placa; b) Classes III e superiores duas placas. As placas devem estar numa distância de 3,00m até onde seja de fácil visualização, e devem estar distanciadas entre si no máximo de 15m. As seguintes tabelas irão conter as distâncias mínimas de segurança e a quantidade exigida de extintores no local de armazenamento.

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