NORMA ISO TS PADRONIZAÇÃO E GARANTIA DE QUALIDADE NO PROCESSO. Resumo

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1 1 NORMA ISO TS PADRONIZAÇÃO E GARANTIA DE QUALIDADE NO PROCESSO Ana Cláudia Valini da SILVA 1 Fábio Alves de SOUZA 1 José Antônio CATELANI 1 Joseane Soares BARBOSA 1 Márcia Moreno Quilis da CRUZ 1 Renato Francisco Saldanha da SILVA 2 Magali Rodrigues MALDONADO² Resumo Esse artigo científico vem mostrar a importância e os benefícios de uma certificação à Norma ISO TS e seus requisitos, assim como, demonstrar sua aplicação, origem e evolução dentro das organizações fornecedoras do segmento automotivo. É dado foco especial para o processo de auditoria e suas etapas como: programação, execução e resultados, desde a reunião de abertura, que é o início, até a reunião de fechamento, que compreende a finalização de todo o processo. Palavras-Chave: ISO TS Auditoria.Automotivo. Norma Abstract This scientific articlecomes show the importance and benefits of ISO TS Certification and her requirements, as well, show the application, origin and evolution whitenthe organizations suppliers the automotive segment. Special focus is given to the audit process and its stages as: programming, implementation and results from the opening meeting, which is the beginning, until the closing meeting, which includes the completion of the entire audit process. Keywords: ISO TS Audit. Automotive. Standard 1 Graduandos CEUNSP, curso Gestão da Qualidade, Turma Professor(a) CEUNSP, Itu/SP. Orientador(a) TCC.

2 2 INTRODUÇÃO A Norma ISO TS surgiu em meados de 2002, criada pelo grupo International Automotive Task Force (IATF), substituindo a já existente QS Atualmente já está em sua terceira edição As empresas pioneiras a utilizarem a ISO TS foram GM, Ford e Chrysler (ISO TS 16949:2010). É uma Especificação Técnica (TS - Technical Specification) e sua abordagem é por processo e não por produto. Essa abordagem é representada conforme o PDCA. Éconsiderada uma evolução da Norma ISO 9001, porém com requisitos específicos para atender às montadoras de automóveis. É dividida em partes que trazem as especificações de forma detalhada para atingir toda e qualquer operação que envolva a manufatura de itens que façam parte desse segmento da indústria. A conformidade a essa norma, ou seja, o atendimento de todos os seus requisitos, determina se uma empresa é apta ounão a fornecer direta ou indiretamente para fabricantes do ramo automotivo. 1 ESCOPO A Norma ISO TS 16949:2010 é utilizada quando uma organização necessita demonstrar sua capacidade para fornecer produtos que atendam de forma consistente os requisitos do cliente, requisitos estatuários e regulamentares aplicáveis e que aumentem a satisfação do cliente no processo de melhoria continua do sistema, centros de distribuição que fazem parte da auditoria da planta, mas não podem obter especificação separada para esta especificação técnica. Nessa norma os itens são genéricos e aplicados em todas as organizações independentemente do seu tipo, porte ou dos produtos que fornecem, quando não podem ser aplicados, podem ser considerados exclusos. 2 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Tem como requisitos gerais: estabelecer, documentar, implantar, manter um sistema de gestão da qualidade e melhorar sua eficácia de acordo com os requisitos da norma. A organização deve: determinar, sequenciar e inteirar os processos e assegurar que a operação e o controle sejam eficazes, ainda, assegurar a disponibilidade de recursos. A empresa deve estabelecer e manter um manual da qualidade que inclua o escopo do sistema, procedimentos

3 3 documentados estabelecidos e descrição da interação entre os processos do sistema de gestão da qualidade. Os documentos devem ser controlados e um procedimento documentado deve ser estabelecido para definir os controles necessários. Antes da emissão, analisar criticamente, atualizar quando necessário e que a distribuição seja controlada, evitando o seu uso não pretendido. A organização deve ter um processo para análise de documentos de forma crítica, sendo o mais rápido possível, não excedendo duas semanas úteis. Os registros devem ser estabelecidos e mantidos para se ter evidências, ser legíveis prontamente identificáveis e recuperáveis. Para se ter um controle necessário para identificação, armazenamento, proteção, recuperação tempo de retenção e descarte dos registros, deve-se estabelecer um procedimento documentado. 3 RESPONSABILIDADES DA ALTA DIREÇÃO A alta direção deve manter-se comprometida com o desenvolvimento, implementação e com a melhoria do sistema de qualidade através de uma política que tenha seus objetivos analisados criticamente e que deve ser comunicada e atendida por toda a organização. Deve indicar um representante da organização, com autoridade para assegurar que os processos sejam estabelecidos, implementados e mantidos. O representante do cliente está designado a assegurar que os requisitos do cliente tenham um direcionamento correto. Incluindo ações corretivas e preventivas, projeto e desenvolvimento do produto. Uma análise das falhas de campo reais e potenciais e seu impacto devem ser inclusa nas entradas da analise crítica. Com a saída da análise crítica devemos incluir quaisquer decisões e ações relacionadas à melhoria da eficácia do sistema. 4 GESTÃO DE RECURSOS Devem ser determinados, pela empresa, recursos para que se tenha um sistema de gestão da qualidade eficaz, obtendo-se assim a satisfação do cliente. A organização deve promover o pessoal com treinamentos ou ações, para que se execute um trabalho com competência, atendendo os requisitos do produto. A organização deve ter um processo para motivar os funcionários para que eles atinjam os objetivos da qualidade e criem um ambiente de inovação. A organização deve ter um processo para medir o quanto seu pessoal está consciente quanto à importância de suas atividades.

4 4 As operações devem ser avaliadas e monitoradas. Deve-se ter um plano de contingência, caso ocorra algum tipo de emergência, como por exemplo, a quebra de algum equipamento chave. A organização deve promover um ambiente de trabalho confortável. Ela tem a responsabilidade de direcionar a segurança necessária para os empregados e manter suas instalações em devida ordem, organização e limpeza, para que se tenha um excelente processo de produção. 5 REALIZAÇÃO DO PRODUTO As organizações devem planejar e desenvolver os processos necessários para a realização do produto. Os requisitos do cliente e referências têm suas especificações técnicas que devem ser incluídas no planejamento e realização do produto como um componente do plano da qualidade. O Critério de aceitação da organização deve ser requerido e aprovado pelo cliente. Para amostragem de dados por atributo, o nível de aceitação deve ser zero defeito. A organização deve assegurar a confidencialidade de produtos e projetos contratados pelo cliente. A empresa tem que atender ao requisito estabelecido para uma análise crítica formal. Deve ter foco na prevenção de erro ao invés da detecção. Deve gerenciar planejar e controlar o desenvolvimento do projeto e do produto, assim determinar os estágios do projeto e seu desenvolvimento. As empresas devem determinar e incluir requisito de funcionamento e desenvolvimento estruturais e regulamentares aplicáveis, identificar, documentar e analisar criticamente os requisitos de entrada de projeto do produto, projeto e processo de produção. O projeto e o desenvolvimento devem atender o requisito e sua entrada no planejamento. A organização deve garantir que os produtos adquiridos estejam conforme os requisitos especificados de acordo com aquisição, com o controle aplicado ao fornecedor e ao produto. A organização deve analisar e selecionar fornecedores e os critérios utilizados na seleção e avaliação devem ser estabelecidos e devem ser mantidos resultados de registros e avaliações de quaisquer ações necessárias. Os requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis devem ser atendidos por todos os produtos adquiridos ou materiais usados no produto. Os fornecedores da organização devem ser certificados conforme ISO 9001: 2008 por organismo certificador acreditado. O uso de fontes designadas pelo cliente não isenta que a organização seja responsabilizada em assegurar a qualidade dos produtos adquiridos.

5 5 A organização deve ter um processo para assegurar a qualidade do produto adquirido através de: inspeção de recebimento, avaliações ou auditorias de segunda ou terceira parte, avaliação da peça por laboratório designado. Deve monitorar seus fornecedores e seu desempenho. Planos de controle, com relação a sistema, subsistema, componente e/ou material para o produto fornecido, incluindo para processos de produção de material a granel assim como peças, devem ser desenvolvidos pela organização. Preparações para o trabalho (set-up) devem ser verificadas sempre que executadas. A organização deve identificar os equipamentos chaves do processo. Quando as deficiências dos processos só ficarem aparentes depois que o produto esteja em uso ou o serviço tenha sido entregue, a organização deve validar quaisquer processos de produção e fornecimento de serviço onde a saída resultante não possa ser verificada por monitoramento ou medição subsequente. Ferramentas de propriedade do cliente devem ser permanentemente marcadas de forma que a propriedade de cada item seja visível e possa ser determinada, tais como equipamento e ferramental de inspeção, ensaios e produção. Durante o processamento interno e a entrega no destino pretendido a fim de manter a conformidade com os requisitos a organização deve preservar o produto, a preservação deve incluir identificação, manuseio, embalagem, armazenamento e proteção. A preservação também deve ser aplicada às partes integrantes de um produto. A condição do produto em estoque deve ser avaliada em intervalos planejados apropriados a fim de detectar deterioração. Um sistema de gerenciamento de inventário, para otimizar os giros de estoque ao longo do tempo e assegurar rotatividade de estoque, deve ser usado pela organização, tal como Primeiro Entra Primeiro Sai(PEPS) / First In First Out (FIFO). Produto obsoleto deve ser controlado de maneira similar ao produto não conforme. As medições a serem realizadas e os dispositivos de medição são necessários para evidenciar a conformidade do produto com os requisitos determinados. Devem ser estabelecidos pela organização processos para assegurar que medição e monitoramento sejam realizados e executados de uma maneira coerente com os requisitos de medição e monitoramento. Quando esse padrão não existir, a base usada para calibração ou verificação deve ser registrada, ajustado ou reajustado, quando necessário, ter identificação para determinar sua situação de calibração, protegido contra ajustes que possam invalidar o resultado da medição, e protegido de danos e deterioração durante o manuseio, manutenção e armazenamento. Para fornecer evidência da conformidade do produto aos requisitos, devem existir registros de calibração/verificação para todos os dispositivos e equipamentos de medição e

6 6 teste necessários Devem incluir: identificação do equipamento, incluindo padrão de medição contra o qual o equipamento está calibrado, revisões após alterações de engenharia, quaisquer leituras fora do especificado como recebido para calibração/verificação, uma avaliação do impacto da condição fora de especificação, declaração de conformidade com a especificação após calibração/verificação e notificação ao cliente se produto ou material suspeito foi expedido. A organização deve ter um escopo definido que inclua sua capacidade de executar os serviços requeridos de inspeção, teste ou calibração nas instalações de laboratório interno. O escopo do laboratório deve ser incluído na documentação do sistema de gestão da qualidade. Serviços de inspeção, ensaio e calibração realizados em instalações de laboratório externo/comercial/independente, usados pela organização devem ter um escopo de laboratório definido que inclua a capacidade de executar a inspeção, ensaio ou calibração requeridos, e também deve existir evidência de que o laboratório externo é aceitável pelo cliente, ou o laboratório deve ser credenciado conforme ISO/IEC ou norma equivalente nacional. 6 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIA A empresa deve fazer o planejamento e implementação dos processos de monitoramento, medição, análise e melhoria para demonstrar conformidade aos requisitos do produto. Assegurar a conformidade do sistema de gestão da qualidade e para melhor continuamente a sua eficácia, determinando os métodos aplicáveis, as técnicas estatísticas, e a extensão de seu uso. Deve também, determinar ferramentas estatísticas apropriadas para cada processo no planejamento avançado da qualidade e incluir no plano de controle e, ainda, compreender e utilizar os conceitos estatísticos básicos, como por exemplo, variação, controle (estabilidade), capabilidade de processo e supercontrole. Medições de desempenho do sistema de gestão da qualidade através do monitoramento da percepção do cliente no que diz respeito ao atendimento dos requisitos desse. Monitorar a percepção do cliente (interno/externo) pode incluir: dados de entrada de fontes, como pesquisas de satisfação do cliente, qualidade da entrega dos produtos, opinião dos usuários, estudo de perda de negócios, elogios, reivindicações de garantia e relatórios de revendedor. Monitorar a satisfação do cliente por avaliação contínua do desempenho dos processos.

7 7 Realizar auditorias interna sem períodos planejados e programa de auditoria dos processos e áreas auditadas. Definir critérios da auditoria, escopo, frequência e métodos e assegurar objetividade e imparcialidade. O sistema de gestão da qualidade da organização deve ser auditado. Cada processo produtivo da organização deve ser auditado para que sua eficácia seja determinada. Todos os produtos devem ser auditados em suas várias fases de produção até que seja entregue, a fim de que seja verificada a conformidade com todos os requisitos especificados, como por exemplo: dimensões, funcionalidade, embalagem e identificação do produto, numa periodicidade definida. A frequência das auditorias internas deve ser aumentada quando ocorrerem não conformidades internas/externas ou reclamações e, a auditoria deve ser feita por auditores internos da organização qualificados quanto aos requisitos dessa Especificação Técnica. Os processos do sistema de gestão da qualidade devem ser monitorados e medidos por métodos adequados, a fim de evidenciar o alcance dos resultados planejados. Se esses não forem alcançados, devem-se efetuar correções através de planos de ações corretivas. Efetuar estudos em todos os processos, e os resultados desses estudos devem ser documentados. O plano de controle e o diagrama do fluxo de processo devem ser implementados. As características do produto devem ser medidas e monitoradas. A(s) pessoa(s) autorizada(s) a liberar o produto deve(m) ser indicada(s) nos registros. Deve ser efetuada inspeção de layout(rehomologação) e verificação funcional conforme normas aplicáveis de engenharia do cliente de material e de desempenho para cada produto conforme especificado no plano de controle. Devem estar disponíveis para análise crítica do cliente os resultados obtidos. Deve-se estabelecer e documentar um procedimento para definir controles, responsabilidades e autoridade relacionada para manusear produto não conforme. Os produtos não identificados ou suspeitos devem ser classificados como produtos não conformes. Quando o produto ou processo produtivo for diferente do atualmente aprovado, a organização deve obter concessão ou permissão de desvio do cliente antes de processamento posterior. A organização deve continuamente melhorar a eficácia do sistema de gestão da qualidade. A melhoria do processo de produção deve focar no controle e redução da variação. As causas de não conformidades devem ser eliminadas através de ações corretivas que evitem a recorrência. Deve ser estabelecido procedimento documentado para definir os requisitos para analisar criticamente as não conformidades. Deve ser definido um processo para solução

8 8 de problemas que conduza à identificação e elimine a causa raiz; Métodos à prova de erro devem ser usados pela organização. Os itens rejeitados na produção, engenharia e distribuidores do cliente devem ser analisados pela organização. Devem ser definidas ações preventivas para sanar as causas de não conformidades importantes de maneira a evitar sua ocorrência. As ações preventivas devem ser adequadas aos efeitos dos problemas potenciais. 7 APLICAÇÃO DA NORMA NBR ISO/TS 16949:2010 NA EMPRESA MAHLE METAL LEVE MIBA SINTERIZADOS LT DA O trabalho realizado na empresa MAHLE METAL LEVE MIBA SINTERIZADOS LT DA, unidade de Indaiatuba São Paulo, que produz e comercializa peças sinter7.1izadas. São produzidas peças como: componentes para motores, rotores de bombas d água, garfos de acionamento, polias dentadas e engrenagens de correntes do eixo comando da válvula, pistões, bielas, capa de mancal e placas de válvulas. A MAHLE foi fundada em 1920 na Alemanha, na cidade de em Stuttgart, pelos irmãos Hermann e Ernest Mahle, e produziam, em série, os primeiros pistões em liga leve. Em 1951, um dos irmãos, Hernest Mahle, vem para o Brasil e torna-se sócio fundador da empresa Metal Leve, estabelecendo parceria e fornecendo tecnologia para o início das atividades. Em 1978, a Mahle compra a empresa Cima Componentes Automotivos S.A. e inicia a construção da fábrica em Mogi-Guaçu (SP), que entrou em operação em 1981 e, a partir de 1989, alterou sua razão social para Mahle Indústria e Comércio LT DA. A MAHLE está presente nos principais mercados do mundo. São colaboradores que trabalham em mais de 100 plantas produtivas e, em sete centros de pesquisa e desenvolvimento, localizados em várias cidades do mundo inclusive e Jundiaí, São Paulo. Cerca de engenheiros e técnicos de desenvolvimento estão trabalhando em conceitos, produtos e sistemas inovadores para o desenvolvimento contínuo do trem de força dos veículos. Atualmente, a MAHLE Miba é líder no MERCOSUL na fabricação de componentes sinterizados com aplicação em motores, transmissões e outros sistemas automotivos, sendo fornecedor para os principais fabricantes de veículos. Também é um dos maiores fornecedores mundiais de componentes sinterizados para compressores herméticos de refrigeração. Possui tecnologia de ponta e, uma linha completa de equipamentos e está estruturada para atender às necessidades dos clientes, estabelecendo, mundialmente, parcerias em

9 9 pesquisa e desenvolvimento, para oferecer soluções make-to-order (fabricação conforme pedidos). Os produtos em aço sinterizado são fabricados a partir de pós metálicos compactados em matrizes fechadas, que conferem a forma e a geometria ao produto (compactação). Após, a sinterização, que acontece em forno sob temperaturas acima de 1100ºC, confere a resistência mecânica especificada pelo produto, ou seja, sinterização é o processo pelo qual peças verdes (apenas compactadas e ainda frágeis) passam por determinada temperatura e adquire, assim, as especificações desejadas. Esse processo gera produtos de geometrias específicas e com alta precisão dimensional, descartando operações de usinagem necessárias em produtos fundidos e forjados. Por consequência, o produto sinterizado ganha em competitividade do fundido e forjado, o que tem gerado constante crescimento do seu mercado. Aços com diversas composições e propriedades são utilizados para a manufatura, dependendo da aplicação das peças. Vários tratamentos térmicos e superficiais foram desenvolvidos para garantir características especiais aos produtos. 8 PROCESSO DE AUDITORIA CONFORME NORMA ISO TS 16949:2010 O processo de auditoria inicia-se com o contato da instituição auditada junto à empresa auditorano mínimo 30 dias antes da reunião de abertura. As partes definirão os critérios de auditoria, tanto o auditado quanto o auditor (conforme plano / agenda da auditoria). Após a reunião de abertura, começa a auditoria junto à alta direção, analisando dados sobre o que foi feito no último ano e o que será feito nos próximos 12 meses, incluindo recursos, procedimentos, responsabilidades e os objetivos a serem alcançados como ampliações, compras de novos equipamentos, conforme itens 5.1 / 5.2 / 5.3 da Norma ISO TS Após auditar a alta direção, segue o andamento da auditoria na documentação comercial, verificando os gerenciamentos de contratos de vendas, conforme item 7.2 da Norma ISO TS E seguida, a documentação de qualidade é checada, para verificar a gestão de documentos conforme item 4.1 e 4.2 da Norma ISO TS Na sequência são vistos os documentos de engenharia de produto e de processo a fim de se verificar o desenvolvimento de produto, processo e da eficácia de ações corretivas, conforme itens 7.1 / 7.3 / 6.3 / 6.4 / da Norma ISO TS O último requisito de documentação, antes do Plant Tour, é o da assistência técnica, fazendo-se a checagem com a verificação do

10 10 atendimento ao cliente e a gestão de reclamações, conforme itens / da Norma ISO TS A equipe de auditoria deve passar por todos os turnos do processo produtivo começando pela produção no 1º, 2º e 3º turno para verificação de processamento de pedidos e sub processo de logística, conforme itens 6.3 / 6.4 / 7.5 / 7.6 / / / 8.3 da Norma ISO TS Tendo finalizada a verificação do setor de produção, segue-se para a expedição para auditar a entrega do produto/faturamento, de acordo com item 7.5 da Norma ISO TS Na sequência, a equipe dirige-se para o setor da qualidade para avaliar os documentos internos de auditoria e de melhoria contínua de acordo com os itens / / 8.5.3/ Norma ISO TS Após término da auditoria no setor de qualidade seguem para o setor da manutenção para verificação da gestão de infraestrutura/manutenção de acordo com item da Norma ISO TS Seguindo com o Plant Tour, dirigem-se para o setor de recursos humanos a fim de avaliar competências e desenvolvimento dos funcionários, verificação da eficácia da ação corretiva e dos planos de ações, conforme itens 6.2 e da Norma ISO TS Por fim, o setor de laboratório é auditado, para averiguação da gestão dos meios de medição conforme item 7.6 da norma ISO TS Finalizado o processo de auditoria, os auditores e auditados discutem em comum acordo as pendências e, se preparam para a reunião de encerramento na qual indicarão os pontos de melhorias e as não conformidades, se assim existir, dando a instituição o tempo de vinte dias para que possam desenvolver o plano de ação para sanar as pendências em seu processo. Se a ação não for desenvolvida dentro deste período, corre-se o risco de perder o direito de continuar com a certificação podendo perder os clientes por falta de conformidade com a Norma ISO TS Se tudo for aprovado, ou seja, comprovada a conformidade com a Norma em questão, a empresa é recomendada a recertificação e o certificado é emitido pelo órgão auditor, com a validade de três anos e, assim encerra-se por completo o processo de auditoria. CONSIDERAÇÕES FINAIS A Norma ISO TS 16949:2010 é de aplicação específica para a indústria automotiva e todos os envolvidos em sua cadeia de suprimentos, incluindo desde o fabricante da matériaprima básica, até as empresas responsáveis por embalagens e distribuição de itens mais variados possíveis. Assim sendo, pode-se afirmar que a aplicabilidade da norma é de vital importância para a economia brasileira e mundial, já que a indústria de manufatura e

11 11 montagem de automóveis só vem crescendo e contribuindo com a atual situação de prosperidade do país. Existe uma forte tendência de empresas de outros segmentos, que não do ramo de autopeças, a serem forçadas a passarem a atender também a essa especificação, já que a mesma é voltada a um controle por processos, possui requisitos mais exigentes e claros. Outra vantagem é que a ISO TS obriga as organizações a manterem registros e evidências de toda e qualquer atividade voltada ao processo, projeto e produto. REFERÊNCIAS ABRANTES, José. Gestão da Qualidade. Rio de janeiro: Interciência, ESPECIFICAÇÃO Técnica NBR ISO TS Edição de 07/12/2010. SELEME, Robson; STADLER, Humberto. Controle da Qualidade Ferramentas Essenciais. Curitiba: IBPEX, 2008.

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