Classificação e Codificação de Materiais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Classificação e Codificação de Materiais"

Transcrição

1 Localização e Classificação de Estoque Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 26/09/2011 Classificação e Codificação de Materiais Estabelecer uma padronização através da identificação, da catalogação, da codificação e do cadastramento de todos os materiais da empresa, atuando, portanto, como uma função-meio destinada ao apoio das demais atividades de suprimento. 1

2 Padronização Diminuir o número de itens no estoque; Simplificação dos materiais; Reduzir a quantidade de itens estocados; Adquirir materiais com maior rapidez; Evitar a diversificação de materiais de mesma aplicação; Obter maior uniformidade dos itens em estoque. Partes Intercambiáveis: permite atender a diversos produtos a partir de uma base reduzida de suprimentos. Identificação Primeiro e mais importante passo para a classificação do material. Análise e registro dos principais dados individualizadores, que caracterizam e particularizam um item em relação ao universo de outros materiais existentes na empresa. Conseqüências da identificação incorreta ou incompleta: *** duplicidade no estoque; *** divergências de saldos físicos; *** controle duplos; *** estatísticas de consumo falhas. 2

3 Catalogação e Codificação Catalogação: especificação das principais características do item. Codificação: atribuição de um código representativo dos elementos identificadores do item; simboliza a identidade do material. Exemplo: XX XXX XXXXX GRUPO CLASSE SUB GRUPO SUB CLASSE SEQUENCIAL CONTROLE Classificação e Codificação de Materiais M ATE R IAL M ECANICA R O L AM E N T O S M AN C AIS E ACESSÓRIO S SEQ UENCIAL C O N T R O L E Codificação e descrição: Rolamento de Esferas ZZ contra-recuo rotação direcional 3

4 Localização de Estoques Forma de endereçamento dos itens estocados para fácil localização no almoxarifado. AA.B.C.D.E AA Código do Almoxarifado ou Área de Estocagem B Número da Rua C Número da Prateleira ou Estante D Posição Vertical E Posição Horizontal dentro da posição vertical. Classificação ABC Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 26/09/

5 Classificação / Curva ABC CLASSIFICAÇÃO/CURVA ABC Processo de divisão de itens em três classes, de acordo com a quantia demandada e a utilização de capital. É obtida através da ordenação dos itens conforme sua importância relativa. Classificação / Curva ABC Cerca de 20% dos itens vendidos somam cerca de 80% do volume anual de consumo da empresa (consumo X preço). Os demais 80% dos itens consumidos somam apenas 20% do volume anual. 5

6 Definição das Classes Classe A: representam cerca de 20% dos itens vendidos ou mantidos em estoque e 80% do faturamento. Portanto, poucos produtos, se bem administrados, têm potencial de redução nos riscos associados à demanda. Grupo prioritário Modelo individualmente para cada produto Revisão e atualização constante do modelo. Definição das Classes Classe B: representam cerca de 30% dos itens vendidos ou mantidos em estoque e 15% do faturamento. Modelos individuais de estoques, mas investigação detalhada dos itens neste grupo tende a não se pagar. Classe C: representam cerca de 50% dos itens vendidos ou mantidos em estoque e 5% do faturamento. Modelos agregados de estoques. Justificam menos atenção por parte da administração. 6

7 Representação dos valores para classificação 100% Volume anual consumido Itens Estocados / consumidos 100% Informações para elaboração de uma classificação ABC Material Preço Unitário Consumo Anual (un) A R$ 2, B R$ 14, C R$ 45, D R$ 23, E R$ 7, F R$ 900,00 30 G R$ 42, H R$ 12, I R$ 8, J R$ 58,

8 Cálculo do Valor do Consumo Material Preço Unitário Consumo Anual (un) Valor Consumo (R$/ano) A R$ 2, R$ ,00 B R$ 14, R$ ,00 C R$ 45, R$ ,00 D R$ 23, R$ ,00 E R$ 7, R$ ,00 F R$ 900,00 30 R$ ,00 G R$ 42, R$ ,00 H R$ 12, R$ ,00 I R$ 8, R$ 8.000,00 J R$ 58, R$ 8.700,00 Cálculo do % para classificação Material Valor Consumo (R$/ano) Valor consumo acumulado % sobre Valor Total B R$ ,00 R$ ,00 47,93% D R$ ,00 R$ ,00 67,61% E R$ ,00 R$ ,00 79,60% F R$ ,00 R$ ,00 84,22% C R$ ,00 R$ ,00 88,07% G R$ ,00 R$ ,00 91,66% A R$ ,00 R$ ,00 95,09% H R$ ,00 R$ ,00 97,14% J R$ 8.700,00 R$ ,00 98,63% I R$ 8.000,00 R$ ,00 100,00% 8

9 Classificação ABC Material % sobre Valor Total % Classificação Classificação B 47,93% AA D 67,61% 80,00% A E 79,60% A F 84,22% B C 88,07% B 15,00% G 91,66% B A 95,09% B H 97,14% C J 98,63% 5,00% C I 100,00% C Exercício Exercício: Você tem a tarefa de elaborar uma política de estoques, para tanto está inicialmente classificando os materiais através de uma Classificação ABC. Defina a classe dos materiais, com base nas seguintes informações coletadas do sistema de informações da empresa. Item Demanda Média Anual Custo R$ 156, R$ 55, R$ 314, R$ 30, R$ 1, R$ 19, R$ 25, R$ 19, R$ 1, R$ 25, R$ 0, R$ 1, R$ 5, R$ 0, R$ 2, R$ 0,06 9

10 Curva ABC - Criticidade Uma análise da Curva ABC exclusivamente em relação a valores podem apresentar distorções perigosas, pois ela não considera a importância do bem para o processo produtivo da empresa. Um simples parafuso da curva C pode interromper a produção de um equipamento ou instalação essencial à produção dos bens e serviços. Pode ser usado o conceito de criticidade dos itens de estoque. Criticidade é a avaliação dos itens quanto ao impacto que ele causará a sua falta na operação da empresa, podendo ocasionar altos custos na sua imagem. A falta provoca parada na produção B não provoca efeitos a curto prazo C demais itens. Avaliação de Estoque Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 26/09/

11 Avaliação do Estoque A Avaliação de estoque influi no custo dos bens vendidos ou das matérias-primas usadas na produção. Avaliação feita com base nos preços dos itens existentes no estoque. Métodos: Custo Médio, PEPS (FIFO) e UEPS (LIFO). Avaliação do Estoque Fatores que justificam a avaliação de estoques: Assegurar que o capital imobilizado em estoques seja o mínimo possível; assegurar que estejam de acordo com a política da empresa; valor desse capital seja uma ferramenta de tomada de decisão; evitar desperdícios como obsolescência, roubos, extravios,... 11

12 Método do Custo Médio Tem como base a fixação do preço médio entre as entradas e as saídas. Exemplo: Peça XX teve no mês de março de 2006 a seguinte movimentação: Entradas Saídas Saldos Data Histórico Qtdade Preço Unitário Total ($) Qtdade Preço Unitário Total ($) Qtade Preço Médio Total 02/mar Est. Inicial 10 R$ 12,00 R$ 120, R$ 12,00 R$ 120,00 05/mar Venda R$ 12,00 R$ 60,00 5 R$ 12,00 R$ 60,00 08/mar Compra 10 R$ 15,00 R$ 150, R$ 14,00 R$ 210,00 10/mar Venda R$ 14,00 R$ 140,00 5 R$ 14,00 R$ 70,00 10/mar Compra 20 R$ 18,00 R$ 360, R$ 17,20 R$ 430,00 15/mar Venda R$ 17,20 R$ 258,00 10 R$ 17,20 R$ 172,00 20/mar Compra 10 R$ 21,00 R$ 210, R$ 19,10 R$ 382,00 28/mar Venda R$ 19,10 R$ 286,50 5 R$ 19,10 R$ 95,50 Método PEPS/FIFO PEPS (Primeiro a entrar, primeiro a sair) FIFO (First In, First Out) Avaliação é feita pela ordem cronológica das entradas e das saídas. Sai o material que primeiro integrou o estoque, sendo substituído pela mesma ordem cronológica em que foi recebido. 12

13 Método PEPS/FIFO Exemplo: Peça XX teve no mês de março de 2011 a seguinte movimentação: Entradas Saídas Saldos Data Histórico Qtdade Preço Unitário Total ($) Qtdade Preço Unitário Total ($) Qtade Preço Total 02/mar Est.inicial 10 R$ 12,00 R$ 120, R$ 12,00 R$ 120,00 05/mar Venda R$ 12,00 R$ 60,00 5 R$ 12,00 R$ 60,00 08/mar Compra 10 R$ 15,00 R$ 150, R$ 12,00 R$ 60,00 10 R$ 15,00 R$ 150,00 10/mar Venda R$ 12,00 R$ 60,00 5 R$ 15,00 R$ 75,00 5 R$ 15,00 R$ 75,00 10/mar Compra 20 R$ 18,00 R$ 360, R$ 15,00 R$ 75,00 20 R$ 18,00 R$ 360,00 15/mar Venda R$ 15,00 R$ 75,00 10 R$ 18,00 R$ 180,00 10 R$ 18,00 R$ 180,00 20/mar Compra 10 R$ 21,00 R$ 210, R$ 18,00 R$ 180,00 10 R$ 21,00 R$ 210,00 28/mar Venda R$ 18,00 R$ 180,00 5 R$ 21,00 R$ 105,00 5 R$ 21,00 R$ 105,00 Método UEPS/LIFO UEPS (Último a entrar, primeiro a sair) LIFO (Last In, First Out) Saem as últimas unidades que deram entrada no estoque. Saldo avaliado ao preço das últimas entradas. 13

14 Método UEPS/LIFO Exemplo: Peça XX teve no mês de março de 2011 a seguinte movimentação: Entradas Saídas Saldos Data Preço Histórico Qtdade Unitário Total ($) Qtdade Preço Unitário Total ($) Qtade Preço Total 02/mar Est.inicial 10 R$ 12,00 R$ 120, R$ 12,00 R$ 120,00 05/mar Venda R$ 12,00 R$ 60,00 5 R$ 12,00 R$ 60,00 08/mar Compra 10 R$ 15,00 R$ 150, R$ 12,00 R$ 60,00 10 R$ 15,00 R$ 150,00 10/mar Venda R$ 15,00 R$ 150,00 5 R$ 12,00 R$ 60,00 10/mar Compra 20 R$ 18,00 R$ 360, R$ 12,00 R$ 60,00 20 R$ 18,00 R$ 360,00 15/mar Venda R$ 18,00 R$ 270,00 5 R$ 12,00 R$ 60,00 5 R$ 18,00 R$ 90,00 5 R$ 12,00 R$ 60,00 20/mar Compra 10 R$ 21,00 R$ 210, R$ 18,00 R$ 90,00 10 R$ 21,00 R$ 210,00 28/mar Venda R$ 21,00 R$ 210,00 5 R$ 18,00 R$ 90,00 5 R$ 12,00 R$ 60,00 Comparativo entre os métodos Resultados - Saldo Final (mês março) Custo Médio R$ 95,50 PEPS R$ 105,00 UEPS R$ 60,00 Melhor resultado é pelo UEPS/LIFO apresentando um imobilizado em estoques menor. PORÉM, a legislação brasileira não permite a utilização do método UEPS para fins de apuração do resultado. 14

15 Referências Martins, P. G. e Alt, P.R.C. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais. São Paulo: Saraiva, Bertaglia, P. R. Logística e o Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. São Paulo: Saraiva, Brand, F. C. Notas de Aulas da Disciplina de Administração de Recursos Materiais. Disponível no site da UFRGS,

Análise dos Estoques Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais Martins & Alt Editora Saraiva

Análise dos Estoques Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais Martins & Alt Editora Saraiva CAPÍTULO Análise dos Estoques 1 Gestão de Estoques Série de ações que permitem ao administrador verificar se os estoques estão sendo bem utilizados, bem localizados em relação aos setores que deles se

Leia mais

IPEP - Custos e Orçamentos 45 Prof. Tamanaha ---------------------------------------------------------------------------

IPEP - Custos e Orçamentos 45 Prof. Tamanaha --------------------------------------------------------------------------- IPEP - Custos e Orçamentos 45 CUSTO DE MATERIAIS MATÉRIA PRIMA : DT Metalúrgica mantém um sistema de requisição de material do almoxarifado de tal forma que possibilita a determinação de o quanto de material

Leia mais

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Marília

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Marília Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Marília Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES AVALIAÇÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES AVALIAÇÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES AVALIAÇÃO DE ESTOQUE Gestão Pública Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 6 Prof. Rafael Roesler Sumário Avaliação de estoques Métodos para avaliação de estoques Introdução

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS GESTÃO

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS GESTÃO GESTÃO DE ESTOQUES (Parte 2) DEMANDA & CONSUMO Definição de Demanda: Demanda representa a vontade do consumidor em comprar ou requisitar um produto necessário na fabricação de um outro componente. Essa

Leia mais

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Avaliação de Estoques

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Avaliação de Estoques CONTABILIDADE DE CUSTOS Avaliação de Estoques IMPORTÂNCIA DO ESTUDO Importância do estudo dos critérios de avaliação dos estoques se justifica: a aquisição de um mesmo material em datas diferentes, com

Leia mais

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver

Leia mais

Custos Industriais. Custo de aquisição. Custo de aquisição. Métodos de avaliação dos estoques

Custos Industriais. Custo de aquisição. Custo de aquisição. Métodos de avaliação dos estoques s Industriais Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 de aquisição O custo das mercadorias e materiais adquiridos deve incluir todos os gastos necessários para que a mercadoria ou material

Leia mais

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO CONTROLE DE QUALIDADE NA AVALIAÇÃO DE UM ESTOQUE Andre Luis de Souza Neto 1 RESUMO O presente trabalho justifica-se pela discussão do grande papel da avaliação e controle da qualidade de um estoque em

Leia mais

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. Operações Terminais Armazéns AULA 3 PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. A Gestão de Estoques Definição» Os estoques são acúmulos de matériasprimas,

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

FICHA DE CONTROLE DE ESTOQUE CRITÉRIO PEPS ENTRADA SAÍDA SALDO DATA Quanti Valor Total. Total ade Unitário

FICHA DE CONTROLE DE ESTOQUE CRITÉRIO PEPS ENTRADA SAÍDA SALDO DATA Quanti Valor Total. Total ade Unitário CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERAL PROFESSOR: JÚLIO CÉSAR PEREIRA MARTINS 1. AVALIAÇÃO DE ESTOQUES 1.1 INVENTÁRIO PERMANENTE É um sistema de controle de estoque onde controlamos

Leia mais

A gestão de estoque no contexto da logística

A gestão de estoque no contexto da logística A gestão de estoque no contexto da logística Beranice Maria de Lima Torquato (Instituição Toledo de Ensino) beranice@terra.com.br Resumo Esse artigo visa avaliar a gestão do estoque dentro da logística.

Leia mais

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO Nos dias atuais, uma das áreas que mais se desenvolvem dentro das organizações sem dúvida é a Gestão dos Estoques,

Leia mais

AULA 9 - OPERAÇÕES COM MERCADORIAS

AULA 9 - OPERAÇÕES COM MERCADORIAS AS EMPRESAS COMERCIAIS SÃO AQUELAS CUJO OBJETO SOCIAL É A COMPRA E A REVENDA DE COM OBJETIVO DE LUCRO. O LUCRO OU PREJUÍZO OBTIDO NESSAS OPERAÇÕES É DENOMINADO RESULTADO COM. 21/11/2009 PROF. PAULO VICECONTI

Leia mais

Apostilas OBJETIVA Ano X - Concurso Público 2015. Conteúdo

Apostilas OBJETIVA Ano X - Concurso Público 2015. Conteúdo Conteúdo 1 Classificação de materiais. 1.1 Atributos para classificação de materiais. 1.2 Tipos de classificação. 2 Gestão de estoques. 3 Compras. 3.1 Organização do setor de compras. 3.2 Etapas do processo.

Leia mais

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais QUESTÕES DE CONCURSOS Acerca de planejamento e controle da produção, e gestão da cadeia de suprimentos, julgue os seguintes itens. 01. A importância do planejamento da produção decorre principalmente da

Leia mais

ATIVO Notas 2009 2008

ATIVO Notas 2009 2008 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE ATIVO Notas 2009 2008 CIRCULANTE Caixa e bancos 20.723 188.196 Contas a receber 4 903.098 806.697 Outras contas a receber 5 121.908 115.578 Estoques 11.805 7.673

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B 2 INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B GERÊNCIAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUE Guilherme Demo Limeira SP 2005 3 GUILHERME DEMO GERÊNCIAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUE Projeto científico

Leia mais

Recursos Materiais 1

Recursos Materiais 1 Recursos Materiais 1 FCC - 2008 No processo de gestão de materiais, a classificação ABC é uma ordenação dos itens consumidos em função de um valor financeiro. São considerados classe A os itens de estoque

Leia mais

Curva ABC. Cada uma destas curvas nos retorna informações preciosas a respeito de nossos produtos

Curva ABC. Cada uma destas curvas nos retorna informações preciosas a respeito de nossos produtos Curva ABC A curva ABC tem por finalidade determinar o comportamento dos produtos ou dos clientes. Podemos desenvolver diversos tipos de curvas ABC contendo os seguintes parâmetros: 1. Produto X Demanda

Leia mais

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com Estoque é capital investido, com liquidez duvidosa e altos custos de manutenção. Por isso, quanto menor for o investimento em estoque, melhor. Para as empresas, o ideal seria efetuar as aquisições de estoques

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO. Eng. Liane Freitas

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO. Eng. Liane Freitas PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Eng. Liane Freitas O que será visto hoje? PCP: definição e objetivos Funções do PCP Programação da Produção Plano Mestre de Produção Programação para Volumes Intermediários

Leia mais

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque.

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. RAZÕES PARA MANTER ESTOQUES A armazenagem de mercadorias prevendo seu uso futuro exige investimento por parte da organização. O ideal seria

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE MATERIAIS 1

MANUAL DE GESTÃO DE MATERIAIS 1 É a uniformidade de procedimentos na aquisição, controle, armazenamento, fornecimento e identificação de materiais, com objetivo de controlar despesas, apurar o estoque ideal, visando à otimização dos

Leia mais

Previsão da demanda e estocagem de materiais em drogarias de João Monlevade-MG

Previsão da demanda e estocagem de materiais em drogarias de João Monlevade-MG Previsão da demanda e estocagem de materiais em drogarias de João Monlevade-MG Resumo Fernanda Aparecida Soares (FUNCESI/FACCI) Tancredo Augusto vieira (FUNCESI/FACCI) Fabiana de Oliveira Andrade (FUNCESI/FACCI)

Leia mais

Estudo de caso no estoque de uma loja de materiais para construção

Estudo de caso no estoque de uma loja de materiais para construção Estudo de caso no estoque de uma loja de materiais para construção Camila Cristina Prati Passarini (Unioeste) camila10prati@hotmail.com Rayssa Proença Loiola (Unioeste) rayssaproenca@gmail.com Riquianderson

Leia mais

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES Frente Almoxarifado Belo Horizonte, setembro de 2011 Agenda Projeto Gestão de Estoques Cartilhas Agendamento de Recebimentos e de Expedições Recebimento Armazenagem Carregamento

Leia mais

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS. rfsouza@fatecinternacional.com.br

LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS. rfsouza@fatecinternacional.com.br LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS PROF. RODRIGO FREITAS DE SOUZA REVISÃO rfsouza@fatecinternacional.com.br Objetivo da Logística Fazer chegar a quantidade certa das mercadorias certas ao local certo, no

Leia mais

ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE MATERIAIS DE HIGIENE E LIMPEZA LOCALIZADA EM CRICIÚMA - SANTA CATARINA

ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE MATERIAIS DE HIGIENE E LIMPEZA LOCALIZADA EM CRICIÚMA - SANTA CATARINA ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE MATERIAIS DE HIGIENE E LIMPEZA LOCALIZADA EM CRICIÚMA - SANTA CATARINA Daiane Milioli Dagostin 1 Wagner Blauth 2 RESUMO Atualmente as empresas

Leia mais

MPU. Atualizada 10/08/2010 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 16

MPU. Atualizada 10/08/2010 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 16 Questões de Concursos 1. BACEN/ESAF 2010. O departamento de administração de materiais de uma empresa recebeu 5.000 requisições no ano de 2009, sendo que cada requisição teve uma média de 1,8 itens. Sabendo

Leia mais

Controle de Estoques

Controle de Estoques Controle de Estoques Valores em torno de um Negócio Forma Produção Marketing Posse Negócio Tempo Lugar Logística Atividades Primárias da Logística Transportes Estoques Processamento dos pedidos. Sumário

Leia mais

MÓDULO 3 Cadastros básicos

MÓDULO 3 Cadastros básicos MÓDULO 3 Cadastros básicos Agora que você já conhece o SCAWEB, demonstraremos como realizar os cadastros básicos do HÓRUS. Inicialmente, você precisará acessar o HÓRUS com o email e senha cadastrados no

Leia mais

13. Operações com mercadoria

13. Operações com mercadoria MATERIAL DE APOIO - ENVIADO PELO PROFESSOR 13. Operações com mercadoria Na comercialização de mercadoria (principal objeto de empresa comercial) existirão os tributos; entre eles o ICMS que será estudado

Leia mais

Aula 3 Contextualização

Aula 3 Contextualização Custos Industriais Aula 3 Contextualização Profa. Me. Marinei Abreu Mattos Custos Industriais Uma vez compreendida a terminologia de custos e suas fases durante o processo produtivo, iremos delimitar os

Leia mais

Análise da acuracidade de estoques: um estudo da aplicação do método do inventário rotativo na empresa Alfa

Análise da acuracidade de estoques: um estudo da aplicação do método do inventário rotativo na empresa Alfa Análise da acuracidade de estoques: um estudo da aplicação do método do inventário rotativo na empresa Alfa Izadora Pereira (UNIFEBE) Izadorapereira@unifebe.edu.br André Luís Almeida Bastos (UNIFEBE/FURB/ESNT)

Leia mais

Impacto Financeiro do Desperdício de Materiais em Hemodinâmica. Cátia Simoni Teixeira Porto Alegre RS

Impacto Financeiro do Desperdício de Materiais em Hemodinâmica. Cátia Simoni Teixeira Porto Alegre RS Impacto Financeiro do Desperdício de Materiais em Hemodinâmica Cátia Simoni Teixeira Porto Alegre RS Serviço de Hemodinâmica Serviço de Hemodinâmica Apresenta alta rotatividade de pacientes Conjuga procedimentos

Leia mais

REDUÇÃO DE CUSTOS E A GESTÃO DE ESTOQUE VIA JUST-IN-TIME RESUMO

REDUÇÃO DE CUSTOS E A GESTÃO DE ESTOQUE VIA JUST-IN-TIME RESUMO 1 REDUÇÃO DE CUSTOS E A GESTÃO DE ESTOQUE VIA JUST-IN-TIME Altieres da Silva Ribeiro* Erick Rôso Huber** RESUMO O presente artigo tem como foco discutir a administração de estoques, demonstrando sua importância

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES No inventário periódico, o controle é feito de períodos em períodos, no momento da apuração do resultado do exercício. Esse intervalo de tempo pode ser semanal, quinzenal,

Leia mais

e a definição dos procedimentos. Sistema informatizado adequado à metodologia utilizada. Manual de procedimentos elaborado/atualizado.

e a definição dos procedimentos. Sistema informatizado adequado à metodologia utilizada. Manual de procedimentos elaborado/atualizado. ANEXO I CRONOGRAMA DE AÇÕES PARA IMPLEMENT AÇÃO DA CONT ABILIDADE APLICADA AO SET OR PÚBLICO PORTARIA STN n.º 753, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2012 I - Reconhecimento,

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS PROF. FRANCISCO GONÇALVES QUILES DEPARTAMENTO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CARLOS HENRIQUE KLIPEL

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS PROF. FRANCISCO GONÇALVES QUILES DEPARTAMENTO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CARLOS HENRIQUE KLIPEL FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS PROF. FRANCISCO GONÇALVES QUILES DEPARTAMENTO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CARLOS HENRIQUE KLIPEL A GESTÃO DE ESTOQUE NO SETOR DE ALMOXARIFADO DO FRIGORIFICO

Leia mais

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE RESUMO

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE RESUMO Carla Milanesi de Oliveira Carla_mila_lala@hotmail.com CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE RESUMO Nos dias atuais, uma das áreas que mais se desenvolvem dentro das organizações sem dúvida é a Gestão dos Estoques,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011. 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011. Disciplina o recebimento, a armazenagem, a estocagem e a distribuição de materiais pelos almoxarifados da UDESC. O Pró-Reitor de Administração

Leia mais

O Produto O QUE É O PRODUTO LOGÍSTICO?

O Produto O QUE É O PRODUTO LOGÍSTICO? O Produto Quando um refrigerador não é um refrigerador? Quando ele está em Pittsburgh no momento em que é desejado em Houston. J.L. Heskett NA. Glaskowsky R.M.lvie Toda a logística gira em torno do produto.

Leia mais

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém Estoque é um ativo que ninguém deseja, mas que toda empresa deve ter. O santo padroeiro do gerenciamento

Leia mais

Sistemas de Armazenagem de Materiais

Sistemas de Armazenagem de Materiais Sistemas de Armazenagem de Materiais Características e conceitos para utilização de Sistemas de armazenagem de materiais Objetivos Destacar a importância dos equipamentos de armazenagem de materiais na

Leia mais

Administração de Materiais

Administração de Materiais Administração de Materiais vanessa2010.araujo@gmail.com EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Subsistemas Adm. Materiais 1) (CESPE-SGA/AC 2008) A Administração de materiais busca coordenar os estoques e a movimentação

Leia mais

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidade II 2 TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS 2.1 Gestão de compras 1 A gestão de compras assume papel estratégico na Era da competição global, devido ao volume de recursos envolvidos no processo,

Leia mais

Gestão de Estoques. Motivos para surgimento de estoques ! " # ) % & $ % & ' (

Gestão de Estoques. Motivos para surgimento de estoques !  # ) % & $ % & ' ( Gestão de Estoques Motivos para surgimento de estoques % &! $ % & " # " ) % & * $ % & ' ( 1 Decisões sobre volumes. TV() = Total annual variable costs and * + $, - " 2 Custos totais de um sistema simplificado

Leia mais

1 Regime de Inventário Permanente

1 Regime de Inventário Permanente 1 Regime de Inventário Permanente... 1 1.1 Primeiro que entra primeiro que sai (PEPS FIFO)... 5 1.2 Média ponderada móvel (Média)... 6 1.3 Último que entra último que sai (UEPS LIFO)... 9 1 Regime de Inventário

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

Palavras-Chave: Controle de Estoque, Análise ABC e Gestão de Estoque.

Palavras-Chave: Controle de Estoque, Análise ABC e Gestão de Estoque. IMPLANTAÇÃO DE FERRAMENTAS PARA CONTROLE DE ESTOQUE Estudo de caso em uma Fábrica de Ração Wemerson de Freitas Borges 1 Prof. Ms. Jordânia Louse Silva Alves 2 RESUMO No Brasil, a gestão de estoques é um

Leia mais

GESTÃO DE MATERIAIS ALMOXARIFADO

GESTÃO DE MATERIAIS ALMOXARIFADO GESTÃO DE MATERIAIS ALMOXARIFADO INTRODUÇÃO Raríssimas empresas trabalham sem estoques, sejam eles de matéria-prima ou insumos, usados na fabricação ou produtos acabados para seus clientes. As organizações

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Qualificação: Assistente de Logística

Plano de Trabalho Docente 2014. Qualificação: Assistente de Logística Plano de Trabalho Docente 2014 ETEC Paulino Botelho (Extensão Esterina Placco) Ensino Técnico Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE: OS DESAFIOS DOS ITENS DE MRO E A IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES DE PERFORMANCE

GESTÃO DE ESTOQUE: OS DESAFIOS DOS ITENS DE MRO E A IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES DE PERFORMANCE GESTÃO DE ESTOQUE: OS DESAFIOS DOS ITENS DE MRO E A IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES DE PERFORMANCE Barbara Batista Povoa (UFES ) barbara_povoa@hotmail.com A gestão de estoques vem ganhando cada vez mais espaço

Leia mais

Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br

Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br 01.A ocorrência de custos de armazenagem depende da existência de materiais em estoque e do tempo de permanência desses materiais

Leia mais

Sistemas de Gestão de Estoques

Sistemas de Gestão de Estoques CONCEITOS BÁSICOSB Prof. João Carlos Gabriel - Aula 3 1 CONCEITOS BÁSICOSB PP = Ponto de pedido ou ponto de ressuprimento ou ponto de reposição é o instante (a quantidade) no qual se faz um pedido de compra

Leia mais

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE FERRAMENTAS PARA REDUÇÃO DOS CUSTOS EM ESTOQUE DE ALIMENTOS NAS ORGANIZAÇÕES HOSPITALARES. Por: Sueli Almeida dos Santos Orientador

Leia mais

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Hélio José Reis Aguiar arthouse@hotmail.com Faculdade de Guaçuí Simone de Souza simones@ifes.edu.br IFES Guarapari Flávio

Leia mais

Coletânea de questões para BACEN CESPE PARTE 2 RECURSOS MATERIAIS. Prof. Gilberto Porto

Coletânea de questões para BACEN CESPE PARTE 2 RECURSOS MATERIAIS. Prof. Gilberto Porto Coletânea de questões para BACEN CESPE PARTE 2 RECURSOS MATERIAIS Prof. Gilberto Porto Recursos Materiais Prova: CESPE - 2013 - MPU - Técnico AdministraMvo Na figura, a curva ABC representa uma situação

Leia mais

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES Leider Simões, Unisalesiano de Lins e-mail: leidersimoes16@hotmail.com Profª M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro, Unisalesiano Lins e-mail: maris@unisalesiano.edu.br

Leia mais

EAD Fila. - algumas operações realizam-se na frente/cabeça e outras na cauda da Fila

EAD Fila. - algumas operações realizam-se na frente/cabeça e outras na cauda da Fila EAD Fila - os seus elementos são processados por ordem de chegada: - o primeiro elemento a entrar na Fila é o primeiro a sair - FIFO ( First In First Out ). - algumas operações realizam-se na frente/cabeça

Leia mais

ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL NO ALMOXARIFADO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO SAAE

ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL NO ALMOXARIFADO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO SAAE 1/6 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pela autarquia SAAE; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e

Leia mais

Cobertura de Estoques-Antigiro (Prazo médio de Rotação)

Cobertura de Estoques-Antigiro (Prazo médio de Rotação) Aula 3 Adm. de Materiais-TRE- ALEX DINIZ INDICADORES Giro de estoques Rotação de Estoques GIRO é a média de entrada e saída de um item em estoque, A unidade que este vem expresso é o inverso da unidade

Leia mais

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE: UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA JBS S.A.

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE: UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA JBS S.A. MARCIO REIS - R.A 1039892 MICHELE CRISTINE RODRIGUES DE OLIVEIRA R.A 1039074 RENATA COSTA DA SILVA SIMIÃO R.A 1039444 Ciências Contábeis CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE: UM ESTUDO DE CASO

Leia mais

Câmara Municipal dos Barreiros

Câmara Municipal dos Barreiros Barreiros, 30 de Abril de 2010 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Ofício nº 006/2010 SCI EXMO. SR. JOSÉ GERALDO DE SOUZA LEÃO M.D. Presidente da Câmara de Vereadores dos Barreiros NESTA O Coordenador do Sistema

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: ADM. DE REC. MATERIAIS E PATRIMONIAIS Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: Turma: 5 ADN FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, F.

Leia mais

PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA QUESTÕES SIMULADAS

PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA QUESTÕES SIMULADAS PRIAD - Adm. Materiais e Logística Prof. Célio 1 PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA QUESTÕES SIMULADAS QUESTÃO 1. Aponte a alternativa que não corresponde aos objetivos da Logística Empresarial

Leia mais

LOGÍSTICA INTERNA PROPOSTA DE ESTUDO PARA A MELHORIA DO SETOR DE RECEBIMENTO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS DA PLASSON DE CRICIÚMA SC.

LOGÍSTICA INTERNA PROPOSTA DE ESTUDO PARA A MELHORIA DO SETOR DE RECEBIMENTO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS DA PLASSON DE CRICIÚMA SC. UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS JACKSON ROBERTO WOLTER LOGÍSTICA INTERNA PROPOSTA DE ESTUDO PARA A MELHORIA

Leia mais

Logistica Empresarial 7/11/2013

Logistica Empresarial 7/11/2013 Logística mpresarial Apresentação Professor: Luiz Mottim Graduação: Ciências Contábeis 1.999 Pós Graduação: Gestão Logística 2.004 (3G) Pós Graduação: Gestão Industrial 2.007 Atividade profissional: 27

Leia mais

MODELO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE ENDEREÇAMENTO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO DE ESTOQUES: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DO COMERCIO ATACADISTA RESUMO

MODELO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE ENDEREÇAMENTO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO DE ESTOQUES: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DO COMERCIO ATACADISTA RESUMO MODELO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE ENDEREÇAMENTO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO DE ESTOQUES: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DO COMERCIO ATACADISTA BENEDITO MARQUES CAMPOS 1 GISELE APARECIDA DA SILVA 2 JOSÉ

Leia mais

Manual do Sistema de Almoxarifado P á g i n a 2. Manual do Sistema de Almoxarifado Geral. Núcleo de Tecnologia da Informação

Manual do Sistema de Almoxarifado P á g i n a 2. Manual do Sistema de Almoxarifado Geral. Núcleo de Tecnologia da Informação Divisão de Almoxarifado DIAX/CGM/PRAD Manual do Sistema de Almoxarifado Geral Versão On-Line Núcleo de Tecnologia da Informação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Manual do Sistema de Almoxarifado

Leia mais

T D P. Escrita Contábil ALUNO PROFESSOR TURMA

T D P. Escrita Contábil ALUNO PROFESSOR TURMA T D P Escrita Contábil ALUNO TURMA PROFESSOR 1 1) Com base no dia-a-dia da empresa abaixo, responda as questões que seguem: Rômulo e Arnaldo são sócios da empresa TUDO ERRADO LTDA. A loja exerce suas atividades

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos (SP) Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de Auxiliar

Leia mais

MODELOS QUANTITATIVOS NA GESTÃO DE ESTOQUE: UM ESTUDO EM UMA EMPRESA DO SEGMENTO ATACADISTA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

MODELOS QUANTITATIVOS NA GESTÃO DE ESTOQUE: UM ESTUDO EM UMA EMPRESA DO SEGMENTO ATACADISTA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUCIANA CARDOSO MODELOS QUANTITATIVOS NA GESTÃO DE ESTOQUE: UM ESTUDO EM UMA EMPRESA DO SEGMENTO ATACADISTA DE MATERIAIS

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES EXERCÍCIOS

GESTÃO DE ESTOQUES EXERCÍCIOS GESTÃO DE ESTOQUES EXERCÍCIOS GIRO DE ESTOQUE GIRO DE ESTOQUE Indica quantas vezes o estoque é utilizado em determinado período. ROTATIVIDADE/GIRO = ((CONSUMO) / (ESTOQUE MÉDIO)) Ex01 - Um pequeno especialista

Leia mais

17/08/2010 PORQUE EXISTE ESTOQUE? se o fornecimento ocorresse exatamente quando fosse demandado, um item nunca seria estocado.

17/08/2010 PORQUE EXISTE ESTOQUE? se o fornecimento ocorresse exatamente quando fosse demandado, um item nunca seria estocado. Administração de Materiais: Estoques PORQUE EXISTE ESTOQUE? AULA 05 Gestão de Estoques se o fornecimento ocorresse exatamente quando fosse demandado, um item nunca seria estocado. 2 DEFINIÇÃO DE ESTOQUE

Leia mais

20/03/2012 PORQUE EXISTE ESTOQUE? se o fornecimento ocorresse exatamente quando fosse demandado, um item nunca seria estocado.

20/03/2012 PORQUE EXISTE ESTOQUE? se o fornecimento ocorresse exatamente quando fosse demandado, um item nunca seria estocado. PORQUE EXISTE ESTOQUE? AULA 04 Movimentação e Armazenagem de Materiais Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves se o fornecimento ocorresse exatamente quando fosse demandado, um item nunca seria estocado. 2

Leia mais

Ações para Melhorar o Espaço Físico do Almoxarifado da Secretaria de Finanças da Prefeitura de Belo Horizonte. 1 RESUMO

Ações para Melhorar o Espaço Físico do Almoxarifado da Secretaria de Finanças da Prefeitura de Belo Horizonte. 1 RESUMO Ações para Melhorar o Espaço Físico do Almoxarifado da Secretaria de Finanças da Prefeitura de Belo Horizonte. 1 Nanci. Vaz dos Santos 2 Ana Maria Passos Collares. 3 RESUMO Segundo S lack, C hambers e

Leia mais

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL PROF.: JANILSON EXERCÍCIOS CESPE 1) (TJ-DF Técnico)

Leia mais

Professor conteudista: Hildebrando Oliveira

Professor conteudista: Hildebrando Oliveira Contabilidade Professor conteudista: Hildebrando Oliveira Sumário CONTABILIDADE Unidade I 1 CONCEITO DE CONTABILIDADE...1 2 OBJETO DA CONTABILIDADE...2 3 O BALANÇO PATRIMONIAL...3 4 A CONTA...4 O RESULTADO...6

Leia mais

ASSUNTO: CONTROLE PATRIMONIAL DE BENS MÓVEIS

ASSUNTO: CONTROLE PATRIMONIAL DE BENS MÓVEIS PREFEITURA MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS UNIDADE CENTRAL DE CONTROLE INTERNO NORMA INTERNA SPA N.º 01/2008 DATA VIGÊNCIA 01/10/2008 Versão II Atualizada em 10/03/2014 ASSUNTO: CONTROLE PATRIMONIAL DE BENS

Leia mais

CONTROLE E CUSTOS DE ESTOQUES EM EMPRESA COMERCIAL: UM ESTUDO DE CASO DE EMPRESA COMERCIAL VAREJISTA IMPORTADORA

CONTROLE E CUSTOS DE ESTOQUES EM EMPRESA COMERCIAL: UM ESTUDO DE CASO DE EMPRESA COMERCIAL VAREJISTA IMPORTADORA CONTROLE E CUSTOS DE ESTOQUES EM EMPRESA COMERCIAL: UM ESTUDO DE CASO DE EMPRESA COMERCIAL VAREJISTA IMPORTADORA DANIELE COMANDOLI KOXNE Darclê Costa Silva Haussmann Ilse Maria Beuren Resumo: As empresas

Leia mais

Operações com Mercadorias Sem Impostos

Operações com Mercadorias Sem Impostos Contabilidade Empresarial Operações com Mercadorias Sem Impostos Profa. Vanda Aparecida Oliveira Dalfior Vanda.oliveira@pitagoras.com.br Curso de Ciências Contábeis - 2º. Período (2º. Semestre/2012) Operações

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES UNIFICAÇÃO DO CADASTRO DE MATERIAIS INVENTORY MANAGEMENT REGISTRATION OF UNIFICATION OF MATERIALS RESUMO

GESTÃO DE ESTOQUES UNIFICAÇÃO DO CADASTRO DE MATERIAIS INVENTORY MANAGEMENT REGISTRATION OF UNIFICATION OF MATERIALS RESUMO GESTÃO DE ESTOQUES UNIFICAÇÃO DO CADASTRO DE MATERIAIS INVENTORY MANAGEMENT REGISTRATION OF UNIFICATION OF MATERIALS Edgar Luis de Souza Bomfim - elbomfim@hotmail.com Marcelo Augusto da Silva - marcelosilva_adm@yahoo.com.br

Leia mais

AULA 04 Movimentação e Armazenagem de Materiais. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

AULA 04 Movimentação e Armazenagem de Materiais. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves AULA 04 Movimentação e Armazenagem de Materiais Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves PORQUE EXISTE ESTOQUE? se o fornecimento ocorresse exatamente quando fosse demandado, um item nunca seria estocado. 2

Leia mais

CONTABILIDADE COMERCIAL

CONTABILIDADE COMERCIAL Parte I INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE COMERCIAL 1. Noções de Comércio e Instituições Comerciais 2. Sociedades Comerciais 3. Esquema Básico da Escrituração Contábil Uma Revisão 4. Plano de Contas 5. Constituição

Leia mais

ATA Assistente Técnico Administrativo Gestão de Materiais Questões Giovanna Carranza

ATA Assistente Técnico Administrativo Gestão de Materiais Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ATA Assistente Técnico Administrativo Gestão de Materiais Questões Giovanna Carranza GESTÃO DE MATERIAIS Acerca de planejamento

Leia mais

Curso Online Contabilidade Concurso do BDMG Teoria e Exercícios Prof. Jaildo Lima

Curso Online Contabilidade Concurso do BDMG Teoria e Exercícios Prof. Jaildo Lima AULA 10 Contabilidade de Custos Parte 2 1. Introdução Nessa aula, estudaremos os critérios de avaliação de estoque, identificando o reflexo que tais critérios tem na apuração dos resultados das empresas.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO CREA-SP DESPACHO:

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO CREA-SP DESPACHO: DESPACHO: Considerando o disposto na Instrução nº 2501, de 09 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre procedimentos relativos à responsabilidade e ao inventário físico-financeiro dos bens permanentes do

Leia mais

ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe - Exercício Gestão Pública Keyvila Menezes

ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe - Exercício Gestão Pública Keyvila Menezes ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe - Exercício Gestão Pública Keyvila Menezes 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. EXERCÍCIOS: Trabalho em

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa Controle de estoques Capítulo 6 Sumário Conceito de estoque Tipos Sistemas de controle de estoques Fichas de estoque Classificação de estoque Dimensionamento de estoque Logística e Cadeia de suprimentos

Leia mais

FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI

FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO - GESTÃO DE ESTOQUE COM ESTUDO DE CASO SOBRE A EMPRESA QUIBAO & BRESSIANI LTDA Ângelo Rosivaldo Stenico Carlos Alberto Quibáo Capivari,

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 015 Etec Paulino Botelho Código: 091-6 Município: São Carlos - SP EE: Arlindo Bittencourt Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios

Leia mais

Análise dos custos logísticos na ótica do fornecedor supermercadista.

Análise dos custos logísticos na ótica do fornecedor supermercadista. Análise dos custos logísticos na ótica do fornecedor supermercadista. Romão del Cura Lopéz (OPET) romao_dcl@ig.com.br Rodrigo Perez Guerra (OPET) rodrigoguerra@softall.com.br Mari Regina Anastácio (PUCPR)

Leia mais