E- book Gratuito CeluloseOnline Copyright all rights reserved

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "E- book Gratuito CeluloseOnline Copyright all rights reserved"

Transcrição

1 1

2 2 Eu vou plantar uns eucaliptos que é pra ver se eu fico rico... Já ouviu essa música? Pois bem, temos certeza de que, se você é um produtor rural ou conhece o setor, sabe que a melodia é bonita apenas na teoria. Na prática, não é bem assim. Nas páginas seguintes vamos mostrar uma situação inversa à que o mercado florestal está acostumado: são produtores que investiram em eucaliptos e agora não sabem o que fazer com o produto. Para isso, listamos algumas soluções. Bem como, entrevistamos especialistas para comentar o porquê de estar acontecendo esse fenômeno. À vocês, produtores, saibam que nem tudo está perdido!

3 3 Glossário Nota do Editor... 3 O que aconteceu...4 Celulose & Papel...5 Siderurgia...5 Energia...6 Bioenergia...7 Móveis...8 Construção Civil...9 Pallets...10 Luz no Fim do Túnel...11 Incentivos...12 Considerações Finais...12 Nota do editor: Para começar o texto devo, como editor da matéria, informar que estamos há dias buscando informações e contatos para a produção dessa pauta. E cabe dizer que esse Abacaxi Florestal é bastante

4 4 genérico, já que não levamos em conta o volume total da área de eucaliptos plantados de cada produtor. A ideia é basicamente sugerir ideias novas e aplicações para estas madeiras que estão sem fins. Toda essa madeira é encontrada principalmente no sul de minas, mas também no Rio Grande do Sul e Vale do Paraíba (SP). Ao mesmo tempo não queremos confrontar as consultorias e gestoras que existem no mercado florestal, ao contrário disso, vamos indicar luzes no fim do túnel, muitas vezes baseando em casos de sucesso de outros produtores. A pauta é uma resultante de eventos que participamos e sugestão de leitores e parceiros. Deixamos aqui nosso agradecimento à todos. Ao fim dessa introdução, cabe fomentar ainda que essa é uma problemática resultante da falta de planejamento dos produtores como afirmado por todos especialistas que entrevistamos. Nas palavras de Dito Mário, da Reflores (MS): É preciso evidenciar que a problemática esta no planejamento, se o produtor tivesse planejado antes de plantar talvez agora não estaria incorrendo nos erros de mercado. Muitos plantaram e não tinham o consumidor sequer no raio econômico de sua propriedade, então agora está com dificuldades de colocar sua madeira no mercado. Erro de planejamento. O que aconteceu? A história de Karey Bianquini vai ser contada aqui em poucas palavras. (E temos certeza que muitos produtores vão se identificar). Ele tem

5 5 uma floresta de eucaliptos plantados de 50 hectares na cidade de Carvalhos, em Minas Gerais. E está há mais de um ano tentando comercializar a madeira. Por quê? Porque há oito anos o mercado de madeira estava em alta, as grandes indústrias de celulose, carvão e lenha estavam com ótimos preços e técnicos da Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais) estavam otimistas a ponto de incentivar os produtores com o plantio. Quando se fazia as contas pelos preços da época, o lucro era animador, conta. E agora? Bem, agora esse produtor não sabe o que fazer com o eucalipto. A solução está sendo manter as árvores em pé e esperar o preço melhorar um pouco. Nossa região é afastada do grande centro de celulose e temos que pagar o frete. Como o preço está baixo, não compensa. Isso aconteceu, por exemplo, quando oferecemos lenha para as indústrias alimentícias, que o usa o produto em suas caldeiras. Mas o preço está baixo e com o deslocamento da nossa região para os centros industriais (como Pouso Alegre e Juiz de Fora), o lucro ficaria no caminho, explica o produtor. Literalmente, o lucro ficaria no caminho. Temos as indústrias de carvão em Minas Gerais, mas estão saturadas e comprando a preços baixos, também, lamenta o produtor. Essa é uma história triste. Comum. Real. Vem lá de Minas Gerais e se espalha por todo território nacional. Ainda sem final feliz. E por isso, com o intuito de auxiliar esses produtores, selecionamos algumas opções para uso do eucalipto. Celulose e Papel: O mercado de Celulose e Papel dificilmente irá comprar a madeira desses produtores, pois os projetos são avaliados e implantados depois das florestas plantadas, a frase é do nosso leitor e parceiro Sinesio Carvalho. E ele tem razão. As fábricas de celulose são altamente projetadas e não saem do papel para depois correr atrás do produto base. Fora isso, elas possuem plantações próprias ou de terceiros já há muito tempo negociadas.

6 6 No caso da Fibria existe até o Poupança Florestal, um programa de incentivo à plantação de eucalipto para agricultores que possuem propriedades rurais próximas às áreas de plantio da Fibria, ou seja, locais regionais na Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Rio Grande do Sul. A Fibria mantém o Programa Poupança Florestal, que estimula produtores rurais localizados nas áreas de atuação próximas de suas fábricas de celulose a plantar eucalipto, contribuindo para diversificar as fontes de renda e a produção agrícola. Pelo programa, a companhia e o produtor assinam um contrato em troca do fornecimento de madeira. Atualmente, são mais de fomentados da Fibria no país, informou a produtora de celulose, em nota. Ainda assim, como comentado em uma palestra de Sebastião Valverde, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), existem raras exceções, na qual, produtores do Sul de Minas Gerais estão transportando madeira para fábricas há mais de 500 km. Muitos diriam que é loucura, outros que é necessidade e falta de atração de mercado. Mas, o que todos concordam é que não é o mais viável. Uma simples questão de logística, neste caso. Tentamos contato direto com a Eldorado, Fibria e Klabin, mas até o presente momento de publicação desse ebook, não tivemos êxito. Siderurgia (Carvão): A siderurgia está muito ruim assim como todo o país, o mercado de madeira para carvão está pequeno no momento. É o que comenta Dito Mário. Opinião essa que é única na fala dos produtores entrevistados. Energia (Biomassa e Lenha): Mercado de energia em alta e biomassa escassa. Essa, sem sombras de dúvidas, é

7 7 a alternativa mais viável, mesmo com suas dificuldades. E começamos então pela dificuldade maior que é a logística, juntamente com a falta de incentivos. Para Sinesio Carvalho, o custo da implantação da matriz e equipamentos energéticos ainda é alto no Brasil. Já na visão de Sebastião Renato Valverde os produtores podem avaliar a viabilidade de se implantar um sistema de picagem da madeira ou transportá-la na forma de toretes. Não resta dúvida de que a geração de energia térmica e elétrica a biomassa florestal é a mais competitiva de todas as fontes. Obviamente que após a hidroenergia. Porém como esta última já está se saturando, a saída para o país passa sem dúvida pela biomassa florestal, afirma o especialista. Quer saber mais? O Paraná tem aproximadamente 15 tipos de resíduos agroindustriais que geram biomassa. O estado é um dos principais produtores de agronegócio no país, conta com uma das maiores florestas de pinus e eucalipto e poderia aproveitar tudo isso para gerar a biomassa e utilizar tanto internamente como exportando. Hoje, se toda a biomassa produzida no Paraná fosse utilizada, geraria energia suficiente para praticamente todos os municípios do estado, revela o consultor de projetos de produção de biomassa, Celso Oliveira, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Biomassa e Energia Renovável (ABIB). Ele afirma que a biomassa poderia substituir o carvão, gás e óleo diesel na geração de energia e que temos tecnologia adequada (e até mais barata do que em outros países) para a sua produção. Temos tecnologias que podem ser aproveitadas na torreficação, gaseificação, pirólise, na produção de produtos industriais como na área de pellets, entre outras. Nós temos todas essas condições, assegura. O Brasil, assim como o Paraná, poderia ainda exportar a biomassa. Existe uma grande demanda internacional de energia. A Europa tem uma necessidade muito grande, o Japão quer modificar seu setor energético nuclear por biomassa, a China está substituindo suas indústrias de carvão por biomassa.

8 8 Nós temos o produto para atender toda essa demanda internacional. Inclusive, não tem crise nem nacional ou mundial que possa atrapalhar essa questão energética, garante. Não é a toa que o eucalipto para fins da biomassa é chamado de Ouro Verde, claro que iniciado pela sua infindável responsabilidade ambiental, totalmente inverso aos combustíveis que ainda geram energia no dia a dia, tais como o petróleo.

9 9 Biodiesel: Faculdades renomadas e importantes para o setor estão trabalhando arduamente nessa solução. Sabemos que pesquisas estão sendo feitas e logo aparecerão no mercado. Para exemplo disso, vamos usar uma palestra de Carlos Alberto Labate, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Durante o discurso o Labate afirmou que a biomassa do eucalipto pode ser tão boa ou melhor do que a de bagaço de cana-deaçúcar para a produção de biocombustíveis como o etanol. Trata-se de uma nova revolução da química verde. Ele afirmou também que atualmente existem poucas empresas no mundo capazes de produzir etanol a partir da celulose da madeira, entre elas, uma do Canadá. O potencial do eucalipto existe, mas ele precisa ser melhorado, comenta o especialista. A PUC de Minas Gerais (MG) também está estudando o assunto. "A produção da casca é mais barata e vantajosa e pode ser muito mais barata se for feita em escala industrial", avaliou um dos estudantes. Ele lembrou que a casca de eucalipto não concorre com a indústria alimentícia, não passa por períodos de entressafra e não é usada para a produção de celulose. Móveis: Ivan Sbrana é um estudioso do assunto, formou-se na Itália e trabalhou com restauração de móveis de madeira. Ele afirma que o Brasil é um dos países que menos utiliza essa madeira para fins moveleiros ficando atrás principalmente de países como Austrália e outros do continente europeu. Isso acontece porque grande parte do maquinário é usado para a produção de celulose, mas é justo, se levarmos em consideração que foi essa indústria que levou o eucalipto ao patamar onde se encontra hoje, comenta o especialista. Perguntado se há motivos para testar uma nova experiência do eucalipto, para o uso de móveis, ele não titubeia e afirma que sim! Usa o exemplo do Horto de Rio Claro (SP), no único Museu do Eucalipto, onde há demonstrações de

10 10 Edmundo Navarro, que fez esse uso para mostrar que o eucalipto é uma madeira diversificada. Eu acho que vale a pena investir nessa área, justamente por dar oportunidade a médios e pequenos produtores, já que uma parte da produção poderia continuar mantendo a indústria da celulose e outra poderia ser direcionada para fabricação de peças e móveis. E, além disso, o mercado interessado seria as cidades onde estão localizadas os produtores, não tendo custo logísticos, afirmou Sbrana. O mundo todo busca móveis com designer original e único. Pequenas peças para casa, escritório ou obras de arte podem ser feitas com eucalipto. Em quaisquer cidades as pessoas precisam de mesas, cadeiras, janelas... Por isso seria uma alternativa para grandes ou pequenas cidades. O uso de eucaliptos para fins moveleiros também é uma alternativa, sem dúvidas. Porém, é necessário muito estudo e cautela sobre este mercado, porque ele ainda carece de organização e há uma concorrência desleal com a madeira que vem da região amazônica, segundo informações de Sebastião Valverde. Construção Civil: Paulo Pupo é superintendente executivo da Abimci (Associação Brasileira da Industria de Madeira Processada Mecanicamente) conversamos com ele para falar a respeito do uso do eucalipto nas construções civis. O uso da madeira de forma geral na construção civil é uma das bandeiras defendidas pelo segmento de floresta plantada. Com o avanço do desenvolvimento técnico de vários produtos madeireiros processados mecanicamente, através de seus programas de certificação, que os capacita a serem especificados e utilizados nesse tipo de construção, esse se torna um importante nicho de mercado para o segmento. Com a popularização do

11 11 sistema wood frame certamente haverá mais demanda por madeira de floresta plantada, afirma Pupo. Então, porque esse mercado ainda não está em alta? São vários fatores e cenários. O que Pupo destaca é que de uma certa maneira, esse setor também enfrenta ainda uma questão cultural devido ao baixo conhecimento por boa parte da população das vantagens desse sistema wood frame quando comparado com outros sistemas tradicionais da construção civil. Temos ainda dentro das próprias universidades que formam os profissionais de engenharia e arquitetura, uma predominância dos ensinamentos do uso e aplicabilidade de outros materiais que não a madeira, mas já estamos percebemos um avanço importante nesse cenário. Com a disseminação do sistema e a garantia da qualidade e desempenho dos produtos e de seus componentes acreditamos que será possível aumentar a participação desse modelo construtivo no Brasil como já acontece nos principais países desenvolvidos do mundo. Pela resposta do superintendente nota-se um otimismo quanto ao mercado da construção civil e por que não para os produtores de eucalipto. Essa pode ser uma boa alternativa...

12 12 Briquetes e Pallets: Essa solução foi oportunamente sugerida pelo nosso leitor e químico Hans J. Kleine. Ele considerou que por todas as incógnitas já descritas e os elevados preços de energia da época em que vivemos, uma saída (que pode ou não ser uma solução viável dependendo do cálculo de rentabilidade) seria o mercado de Briquetes e de Pellets. Depois de conversar com outros especialistas, nós chegamos ao mesmo ponto de vista de Hans. Se for rentável, é sem duvidas uma boa saída. Justamente porque esse mercado atenderia à uma região próxima aos produtores de eucaliptos, entre eles, padarias, hospitais, secadores de grãos. Significa transformar a madeira em um produto de maior valor agregado e de fácil aceitação pelos usuários, como diz Hans. Luz no Fim do Túnel: Para o especialista em assuntos florestais Sebastião Renato Valverde: Com certeza o uso da madeira para geração de energia térmica e elétrica é a mais viável, mas, infelizmente, assim como as demais alternativas, nenhuma delas compra madeira em escala quanto as siderúrgicas e as indústrias de celulose. De qualquer forma, a proliferação das usinas termoelétricas estão gradativamente resolvendo o problema de mercado da madeira de reflorestamento no Brasil.

13 13 O que o produtor deve, então, fazer? Ter cautela e canja de galinha. Esperar enquanto pode até que o mercado melhore (o que vai acontecer). Como a madeira fica mais densa com a idade, minha sugestão é ele vender a madeira num preço diferenciado em função da quantidade de massa que a madeira terá e com isso maior quantidade de energia. Ou seja, se no futuro ele conseguir vender a madeira na forma de carvão, ele deve priorizar a venda em massa (gravimétrica) e não em volume. A dica é de Sebastião Valverde. Durante a produção dessa matéria recebemos muitos contatos, inclusive do exterior. Ricardo Eirea, do Uruguai, se diz interessado nessa madeira. Mas precisaria saber volume, área, toneladas disponíveis. A viabilidade não é das melhores, temos o custo e a dificuldade da logística. Se formos falar de Brasil, o Gustavo, nosso leitor, também apresentou interesse nos eucaliptos. Mas afirmou: O fornecimento tem que ser sustentável: os proprietários teriam que continuar reflorestando porque temos um consumo garantido. E vindo de um lugar tão longe, ou mesmo aqui do lado, o que sobra para nós produtores é a esperança de dias melhores. Dias melhores esses que já podemos anunciar de antemão: Uma empresa nacional tem projeto de expansão na região da grande Belo Horizonte e necessitará de Biomassa de Eucalipto, para viabilizar. A intensão é dar sustentabilidade ao negócio, produzindo energia térmica (vapor) e energia elétrica limpa e renovável, afirmou uma fonte. Neste sentido deverá assinar contratos de fornecimento de biomassa de longo prazo. Incentivos? Antonio Alkmim é engenheiro florestal, com experiência na Florestal Brasil e Eucalipto Brasil, além de ser um dos nossos leitores e a opinião dele vale ser citada por ser muito intuitiva. É preciso criar alternativas de consumo para essa madeira, através do fomento de indústrias que utilizem essa matéria prima, seja para celulose ou outros fins. Para isso, é necessário o envolvimento do Governo do Estado, para criar condições de instalações dessas indústrias e comercialização dos produtos. É de suma importância revitalizar o setor em Minas Gerais, para amenizar a situação crítica de

14 14 desemprego e falta de opções em muitas regiões do Estado. Acreditamos que essa seja uma questão não apenas de Minas Gerais, mas todo Brasil. São necessário incentivos. Considerações Finais: Citamos acima várias soluções. Pode ser que alguma dê certo. Ou não. De qualquer forma, tentamos ajudar baseado em outras experiências e contatos de produtores e especialistas. Ainda assim, esperamos que todos os produtores tenham sucesso. E também fica a lição de que não se deve confiar em qualquer especulação na hora de plantar eucaliptos, é preciso estar em contato com consultorias e gestores, mesmo porque é difícil imaginar uma solução igualmente satisfatória para todos.

Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94

Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94 Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94 Apesar de pouco explorada, a biomassa florestal pode ser uma das alternativas para a diversificação da matriz energética Por

Leia mais

Indústria brasileira de pellets. Texto publicado na Revista da Madeira Edição n 133 de Dezembro/2012. As Indústrias de Pellets no Brasil 01/10/2012

Indústria brasileira de pellets. Texto publicado na Revista da Madeira Edição n 133 de Dezembro/2012. As Indústrias de Pellets no Brasil 01/10/2012 Prof. MSc. Dorival Pinheiro Garcia Diretor de Pesquisa da ABIPEL Engenheiro Industrial Madeireiro Especialista em pellets de madeira pelletsdemadeira@gmail.com 01/10/2012 Texto publicado na Revista da

Leia mais

ELOBiomass.com. Como Comprar a Energia da Biomassa Lignocelulósica!

ELOBiomass.com. Como Comprar a Energia da Biomassa Lignocelulósica! ELOBiomass.com Como Comprar a Energia da Biomassa Lignocelulósica! ÍNDICE Introdução... I Biomassa Lignocelulósica Energética... 1 Energia de Fonte Renovável... 2 Nova Matriz Energética Mundial... 3 Geração

Leia mais

POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL

POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL - VIII Congresso Internacional de Compensado e Madeira Tropical - Marcus Vinicius da Silva Alves, Ph.D. Chefe do Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal

Leia mais

USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA. Lisandra C. Kaminski

USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA. Lisandra C. Kaminski USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA Lisandra C. Kaminski Casca de café Estudo realizado em 2008, pelo agrônomo Luiz Vicente Gentil, da UnB. Pode ser uma excelente opção como substituição

Leia mais

Estudos da Universidade Federal de Alagoas com Biomassa para o Aproveitamento Energético

Estudos da Universidade Federal de Alagoas com Biomassa para o Aproveitamento Energético Seminar Energies from Biomass Maceió, Alagoas, Brazil, 21-23 November, 2012 Estudos da Universidade Federal de Alagoas com Biomassa para o Aproveitamento Energético Aline da Silva Ramos (CTEC/UFAL, aline@lccv.ufal.br)

Leia mais

USO DE BIOMASSA NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE

USO DE BIOMASSA NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE USO DE BIOMASSA NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE 1 Wanderlei David Pereira, 2 João Lages Neto 1 Gerente de Recuperação e Utilidades Fibria Unidade Aracruz. 2 Especialista de Meio

Leia mais

UMA EMPRESA DEDICADA À SUSTENTABILIDADE

UMA EMPRESA DEDICADA À SUSTENTABILIDADE UMA EMPRESA DEDICADA À SUSTENTABILIDADE Ricardo Blandy Vice - Presidente Nexsteppe Sementes do Brasil Novembro 2015 Nexsteppe Sede mundial em São Franscisco, CA Empresa de comercialização de SEMENTES DE

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL. Sebastião Renato Valverde 1

CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL. Sebastião Renato Valverde 1 CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL Sebastião Renato Valverde 1 A economia do setor florestal brasileiro até o ano de 1965 era pouco expressiva, tanto que as atividades de

Leia mais

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer A demanda crescente nos mercados interno e externo por combustíveis renováveis, especialmente o álcool, atrai novos investimentos para a formação

Leia mais

Conversão de Energia Térmica em Elétrica a partir da Biomassa

Conversão de Energia Térmica em Elétrica a partir da Biomassa Conversão de Energia Térmica em Elétrica a partir da Biomassa TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS www.basesolidaenergia.com.br +55 41 3667 9014 Curitiba PR Objetivo O Objetivo desta apresentação é informar quais os

Leia mais

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com. 1 Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.br e baixe todas as cartilhas, ou retire no seu Sindicato Rural. E

Leia mais

FORNECEMOS EQUIPAMENTOS E LINHAS COMPLETAS PARA FABRICAÇÃO DE PELLET S PELLETS DE MADEIRA O COMBUSTIVEL DE AMANHÃ

FORNECEMOS EQUIPAMENTOS E LINHAS COMPLETAS PARA FABRICAÇÃO DE PELLET S PELLETS DE MADEIRA O COMBUSTIVEL DE AMANHÃ FORNECEMOS EQUIPAMENTOS E LINHAS COMPLETAS PARA FABRICAÇÃO DE PELLET S PELLETS DE MADEIRA O COMBUSTIVEL DE AMANHÃ Os Pellets são um combustível ideal, limpo e de CO2 neutro. Podem ser produzidos através

Leia mais

Biodiesel e Bio-óleo: Alternativas Energéticas Limpas

Biodiesel e Bio-óleo: Alternativas Energéticas Limpas A1 XII Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica 22 a 26 de agosto de 2005 - Ilha Solteira - SP Biodiesel e Bio-óleo: Alternativas Energéticas Limpas José Dilcio Rocha NIPE/UNICAMP BIOWARE

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DO MERCADO CAPIXABA DE PRODUTOS FLORESTAIS MADEIRÁVEIS

DIMENSIONAMENTO DO MERCADO CAPIXABA DE PRODUTOS FLORESTAIS MADEIRÁVEIS Documento Síntese DIMENSIONAMENTO DO MERCADO CAPIXABA DE PRODUTOS FLORESTAIS MADEIRÁVEIS REFLORESTAMENTO Sistema Silvipastoril Vitória ES Novembro/2011 1 COORDENAÇÃO EXECUÇÃO APOIO INSTITUCIONAL 2 DIMENSIONAMENTO

Leia mais

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural Engenharia Florestal Desenvolvimento Rural 2/05/2010 Trabalho realizado por : Ruben Araújo Samuel Reis José Rocha Diogo Silva 1 Índice Introdução 3 Biomassa 4 Neutralidade do carbono da biomassa 8 Biomassa

Leia mais

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017)

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017) Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017) PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA JANEIRO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017)

Leia mais

OS BIOCOMBUSTÍVEIS E A

OS BIOCOMBUSTÍVEIS E A OS BIOCOMBUSTÍVEIS E A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO Ricardo de Gusmão Dornelles Diretor do Departamento de Combustíveis Renováveis Jun/2009 MATRIZ ENERGÉTICA MUNDIAL E NACIONAL - 2008 54,9 45,1 Brasil (2008)

Leia mais

4º Congresso Internacional de Bioenergia e 1º Congresso Brasileiro de GD e ER

4º Congresso Internacional de Bioenergia e 1º Congresso Brasileiro de GD e ER 4º Congresso Internacional de Bioenergia e 1º Congresso Brasileiro de GD e ER Painel II BIOMASSA: Disponibilidade Energética para uma Civilização Sustentável Departamento de Desenvolvimento Energético

Leia mais

Tecnologia & Engenharia Desafio Prático. Temporada 2014. Tecnologia & Engenharia. Desafio Prático. Torneio Brasil de Robótica

Tecnologia & Engenharia Desafio Prático. Temporada 2014. Tecnologia & Engenharia. Desafio Prático. Torneio Brasil de Robótica Temporada 2014 Tecnologia & Engenharia Desafio Prático Tecnologia & Engenharia Desafio Prático 7 3 1 4 5 6 2 1. Agroenergia: Descrição: trata-se da fabricação e uso dos diversos tipos de biocombustíveis

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581 Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas Trabalho final: Projeto de adequação

Leia mais

Clipping, Quarta-feira, 25 de Junho de 2008 Rede Energia Blog - (12/06/08) - Online. Cerona fecha contrato com a ENGEVIX

Clipping, Quarta-feira, 25 de Junho de 2008 Rede Energia Blog - (12/06/08) - Online. Cerona fecha contrato com a ENGEVIX Rede Energia Blog - (12/06/08) - Online Cerona fecha contrato com a ENGEVIX A Cerona - Companhia de Energia Renovável acaba de anunciar a escolha da ENGEVIX como gestora de todo o processo de instalação

Leia mais

A EXTENSÃO, A FLORESTA E A SUSTENTABILIDADE DA PROPRIEDADE RURAL

A EXTENSÃO, A FLORESTA E A SUSTENTABILIDADE DA PROPRIEDADE RURAL A EXTENSÃO, A FLORESTA E A SUSTENTABILIDADE DA PROPRIEDADE RURAL A questão da PRODUÇÃO florestal madeireira nos Sistemas tradicionais de exploração de Propriedades Rurais Paranaenses. Importância: crescente

Leia mais

ETENE. Energias Renováveis

ETENE. Energias Renováveis Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste ETENE Fonte: http://www.noticiasagronegocios.com.br/portal/outros/1390-america-latina-reforca-lideranca-mundial-em-energias-renovaveis- 1. Conceito

Leia mais

Orgânicos e desenvolvimento sustentável

Orgânicos e desenvolvimento sustentável Orgânicos e desenvolvimento sustentável SÉRGIO ANGHEBEN Gestor do Programa Desenvolvimento Rural Sustentável da Itaipu Binacional A princípio, gostaria de chamar atenção no quadro 1 para a área plantada

Leia mais

1. A biomassa como energia complementar à hidroeletricidade

1. A biomassa como energia complementar à hidroeletricidade Artigo por: Suani T Coelho, Javier Escobar Como implementar a Biomassa na Matriz Energética Brasileira? 1. A biomassa como energia complementar à hidroeletricidade O tema das energias renováveis na matriz

Leia mais

3 Biomassa na Geração de Energia

3 Biomassa na Geração de Energia 3 Biomassa na Geração de Energia A escassez de combustíveis fósseis aliada ao crescimento do consumo de energia e à necessidade por fontes renováveis têm estimulado a busca pelo aproveitamento de outros

Leia mais

O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira

O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira Clusters para exportação sustentável nas cadeias produtivas da carne bovina e soja Eng Agrônomo Lucas Galvan Diretor

Leia mais

ESTRUTURA. Matriz ESCRITÓRIO SEDE CURITIBA, PR. www.stcp.com.br

ESTRUTURA. Matriz ESCRITÓRIO SEDE CURITIBA, PR. www.stcp.com.br ESTRUTURA ESCRITÓRIO SEDE CURITIBA, PR. Matriz ATUAÇÃO GLOBAL REINO UNIDO CANADÁ ESTADOS UNIDOS HONDURAS PANAMÁ COLÔMBIA EQUADOR PERÚ BOLÍVIA CHILE EL SALVADOR CONGO ARGENTINA URUGUAI PARAGUAI BRASIL GUIANA

Leia mais

Política Energética Brasileira Panorama da Biomassa

Política Energética Brasileira Panorama da Biomassa Política Energética Brasileira Panorama da Biomassa MME Secretaria de Planejamento Energético Brasília Março de 2010 Roteiro 1. Cenário da Expansão 2. Características 3. Políticas Energéticas 4. Leilões

Leia mais

Fonte: MAPA e RFA/USA. Elaboração: INTL FCStone

Fonte: MAPA e RFA/USA. Elaboração: INTL FCStone Commodity Insight Agosto de 2013 Analistas Thadeu Silva Diretor de Inteligência de Mercado Thadeu.silva@intlfcstone.com Pedro Verges Analista de Mercado Pedro.verges@intlfcstone.com Natália Orlovicin Analista

Leia mais

SEBRAE. Reunião da Câmara Técnica T. da Silvicultura MAPA 20/08/2013

SEBRAE. Reunião da Câmara Técnica T. da Silvicultura MAPA 20/08/2013 SEBRAE Reunião da Câmara Técnica T da Silvicultura MAPA 20/08/2013 SEBRAE Análise do Ambiente Externo Demanda crises econômicas sucessivas; Legislação ambiental necessidade do CV ser proveniente de floresta

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa Universidade Federal do Ceará Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Universidade Federal do Ceará Biomassa Professora: Ruth Pastôra Saraiva

Leia mais

Densificação da Madeira

Densificação da Madeira Densificação da Madeira Carlos Fraza Diretor da Ipaussu Briquetes MADEN 2008-1º Seminário Madeira Energética 02 e 03 de Setembro de 2008 - Rio de Janeiro - RJ Histórico 1983 Montagem da primeira marcenaria

Leia mais

BNDES Financiamento à Indústria de Base Florestal Plantada. Outubro de 2014

BNDES Financiamento à Indústria de Base Florestal Plantada. Outubro de 2014 BNDES Financiamento à Indústria de Base Florestal Plantada Outubro de 2014 Agenda 1. Aspectos Institucionais 2. Formas de Atuação 3. Indústria de Base Florestal Plantada 1. Aspectos Institucionais Linha

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS 3º trimestre 2012

PLANO DE ESTUDOS 3º trimestre 2012 PLANO DE ESTUDOS 3º trimestre 2012 ano: 9º disciplina: geografia professor: Meus caros (as) alunos (as): Durante o 2º trimestre, você estudou as principais características das cidades globais e das megacidades

Leia mais

Roteiro de visita a campo

Roteiro de visita a campo Roteiro de visita a campo 4Fs Brasil - The Forest Dialogue (TFD) 11-14 Novembro 2012, Capão Bonito, Brasil Dia 1 Domingo, 11 de Novembro 8:00 Saída dos hotéis 8:30 Chegada ao IDEAS e informações sobre

Leia mais

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal Richard Respondovesk ESALQ - 20/08/2014 Tópicos A Empresa Áreas de atuação Cadeia produtiva florestal Planejamento e mercado Uso de tecnologias

Leia mais

MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE

MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Sustentabilidade significa permanecer vivo. Somos mais de 7 bilhões de habitantes e chegaremos a 9 bilhões em 2050, segundo a ONU. O ambiente tem limites e é preciso fazer

Leia mais

Capítulo 1 Introdução ao Guia de Ferramentas

Capítulo 1 Introdução ao Guia de Ferramentas Capítulo 1 Introdução ao Guia de Ferramentas 1. OBJETIVO DO GUIA DE FERRAMENTAS Então você está pensando em começar ou expandir um negócio de energia limpa? Este é um guia passo a passo para que seu negócio

Leia mais

C ELULOS E & P A P E L

C ELULOS E & P A P E L ELULOSE C & P A P E L C ELULOSE & P A P E L APRESENTAÇÃO A Revista CELULOSE & PAPEL surge no segmento para oferecer aos seus leitores uma nova oportunidade na busca da melhor informação do mercado e novos

Leia mais

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro - 2º Congresso Florestal do Tocantins - André Luiz Campos de Andrade, Me. Gerente Executivo de Economia e Mercados do Serviço Florestal

Leia mais

Disponibilização e consumo de energia: implicações sobre o meio ambiente

Disponibilização e consumo de energia: implicações sobre o meio ambiente Disponibilização e consumo de energia: implicações sobre o meio ambiente Ipea Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Gesmar Rosa dos Santos Antenor Lopes Conteúdo Características gerais da Oferta Interna

Leia mais

ENTREVISTA COM ADMILSON MONTEIRO GARCIA, DIRETOR EXECUTIVO DO BANCO DO BRASIL

ENTREVISTA COM ADMILSON MONTEIRO GARCIA, DIRETOR EXECUTIVO DO BANCO DO BRASIL ENTREVISTA COM ADMILSON MONTEIRO GARCIA, DIRETOR EXECUTIVO DO BANCO DO BRASIL Por Cláudio Fristchak e André Soares QUEM É O BANCO DO BRASIL O Banco do Brasil foi o primeiro banco a operar no Brasil e,

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2020 PLANO DE NEGÓCIOS 2009-13

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2020 PLANO DE NEGÓCIOS 2009-13 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2020 PLANO DE NEGÓCIOS 2009-13 PETROBRAS BIOCOMBUSTÍVEL S/A COMISSÃO ESPECIAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS ABRIL DE 2009 1 Agenda Planejamento Estratégico da Petrobras Biocombustível

Leia mais

Parte A - Questões Múltipla Escolha

Parte A - Questões Múltipla Escolha Matriz Energética Professor: Marcio Luiz Magri Kimpara Parte A - Questões Múltipla Escolha LISTA DE EXERCÍCIOS 1 1) Uso de fontes renováveis de energia no mundo. Fonte: Rio de Janeiro: IBGE, 21 O uso de

Leia mais

ENERGIA Fontes e formas de energia Impactos ambientais. Prof. Dra. Carmen Luisa Barbosa Guedes

ENERGIA Fontes e formas de energia Impactos ambientais. Prof. Dra. Carmen Luisa Barbosa Guedes ENERGIA Fontes e formas de energia Impactos ambientais Prof. Dra. Carmen Luisa Barbosa Guedes Disciplina: - 2014 A energia esta envolvida em todas as ações que ocorrem no UNIVERSO FONTES DE ENERGIA FONTES

Leia mais

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa)

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aymoré de Castro Alvim Filho Eng. Eletricista, Dr. Especialista em Regulação, SRG/ANEEL 10/02/2009 Cartagena de Indias, Colombia Caracterização

Leia mais

Bases Para Uma Indústria Florestal Competitiva no Mato Grosso

Bases Para Uma Indústria Florestal Competitiva no Mato Grosso Bases Para Uma Indústria Florestal Competitiva no Mato Grosso Histórico O Grupo Floresteca foi fundada em 1994 tendo como objetivo o desenvolvimento de plantações de teca no Brasil de maneira sustentável

Leia mais

Maria Paula Martins Diretora Geral

Maria Paula Martins Diretora Geral Maria Paula Martins Diretora Geral Evolução da Matriz Energética Brasileira 1970 2010 2030 38% 48% 14% 18% 7% 29% 35% Petróleo Carvão Hidráulica Cana Gás Urânio Lenha Outras renováveis 6% 12% 46% 2000

Leia mais

GraalBio anuncia primeira planta de etanol celulósico do Hemisfério Sul

GraalBio anuncia primeira planta de etanol celulósico do Hemisfério Sul GraalBio anuncia primeira planta de etanol celulósico do Hemisfério Sul Precursora da produção do biocombustível de segunda geração no Hemisfério Sul, com planta em Alagoas, GraalBio quer se tornar referência

Leia mais

ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS

ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS O que é biomassa? - É toda matéria orgânica proveniente das plantas e animais. Como se forma a biomassa? - A biomassa é obtida através da fotossíntese realizada pelas plantas.

Leia mais

SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR PLANO MINEIRO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO 2007-2023

SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR PLANO MINEIRO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO 2007-2023 PLANO MINEIRO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO 2007-2023 VISÃO DE FUTURO A visão de longo prazo que nos inspira é tornar Minas Gerais o melhor Estado para se viver. Este será o objetivo final de todo o esforço

Leia mais

Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura

Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura Camila Soares Braga Assessora Técnica Bem estar humano F ood F resh water F uel F iber A gente não

Leia mais

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL GESEL / SINERGIA / EDF A OPÇÃO NUCLEAR PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL Altino Ventura Filho Secretário de Planejamento

Leia mais

Cooperação entre Brasil e EUA para a produção de etanol

Cooperação entre Brasil e EUA para a produção de etanol Cooperação entre Brasil e EUA para a produção de etanol Resenha Desenvolvimento / Economia e Comércio Raphael Rezende Esteves 22 de março de 2007 1 Cooperação entre Brasil e EUA para a produção de etanol

Leia mais

Linha Economia Verde

Linha Economia Verde Linha Economia Verde QUEM SOMOS Instituição Financeira do Estado de São Paulo, regulada pelo Banco Central, com inicio de atividades em Março/2009 Instrumento institucional de apoio àexecução de políticas

Leia mais

CURSO ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSA

CURSO ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSA CURSO ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSA JULIETA BARBOSA MONTEIRO, Dra julieta@lepten.ufsc.br 2011-1 DISPONIBILIDADE DE RECURSOS ANEEL Potencial Instalado (MW) PROCESSOS DE CONVERSÃO DA BIOMASSA PNE 2030

Leia mais

Papel do setor sucroenergético na mitigação das mudanças climáticas

Papel do setor sucroenergético na mitigação das mudanças climáticas Ethanol Summit Painel: Biocombustíveis e a Mitigação das Mudanças Climáticas Papel do setor sucroenergético na mitigação das mudanças climáticas Géraldine Kutas International Advisor, Brazilian Sugarcane

Leia mais

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis Biocombustíveis Também chamados de agrocombustíveis Biomassa É o combustível obtido a partir da biomassa: material orgânico vegetal ou animal Uso tradicional: lenha, excrementos Etanol: álcool combustível.

Leia mais

A costa da África pode ser um foco da indústria no futuro próximo;

A costa da África pode ser um foco da indústria no futuro próximo; Fleury Pissaia * Entre 2011 e 2015, investimento previsto no setor industrial é de R$ 600 bilhões. Desse montante, indústria do petróleo representa 62%. No mesmo período, R$ 750 bilhões serão alocados

Leia mais

Pensamento estratégico Percepções/Visão

Pensamento estratégico Percepções/Visão UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL - LAPEM 36.570-000 VIÇOSA MG - BRASIL (Texto oferecido ao CGEE em 20/5/2014 pela profa. Angélica de Cássia

Leia mais

GERAÇÃO POR BIOMASSA SORGO BIOMASSA COMO OPÇÃO DE MATÉRIA-PRIMA PARA BIOENERGIA

GERAÇÃO POR BIOMASSA SORGO BIOMASSA COMO OPÇÃO DE MATÉRIA-PRIMA PARA BIOENERGIA GERAÇÃO POR BIOMASSA SORGO BIOMASSA COMO OPÇÃO DE MATÉRIA-PRIMA PARA BIOENERGIA Ricardo Blandy Vice Presidente de Desenvolvimento de Mercado Nexsteppe Sementes do Brasil rblandy@nexsteppe.com 19 3324-5007

Leia mais

BIODIESEL. O NOVO COMBUSTÍVEL DO BRASIL.

BIODIESEL. O NOVO COMBUSTÍVEL DO BRASIL. Folder final 12/4/04 2:45 AM Page 1 BIODIESEL. O NOVO COMBUSTÍVEL DO BRASIL. PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DO BIODIESEL Folder final 12/4/04 2:45 AM Page 2 BIODIESEL. A ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

O BRIQUETE COMO COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO PARA A PRODUÇÃO DE ENERGIA

O BRIQUETE COMO COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO PARA A PRODUÇÃO DE ENERGIA O BRIQUETE COMO COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO PARA A PRODUÇÃO ENERGIA Arícia Pessoa Dantas Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. Estudante de Controle Ambiental no curso técnico integrado e bolsista

Leia mais

OS RECURSOS ENERGETICOS

OS RECURSOS ENERGETICOS OS RECURSOS ENERGETICOS Recursos energéticos Recursos energéticos são tudo o que o Homem pode retirar da Natureza onde se obtém energia. Os recursos energéticos dividem-se em dois grupos: Energéticos renováveis

Leia mais

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico 3.2 Madeira e Móveis Diagnóstico Durante a década de 90, a cadeia produtiva de madeira e móveis sofreu grandes transformações em todo o mundo com conseqüentes ganhos de produtividade, a partir da introdução

Leia mais

O Carvão Mineral e sua Importância Estratégica para o Estado do Rio Grande do Sul. Ivan De Pellegrin

O Carvão Mineral e sua Importância Estratégica para o Estado do Rio Grande do Sul. Ivan De Pellegrin O Carvão Mineral e sua Importância Estratégica para o Estado do Rio Grande do Sul Ivan De Pellegrin Comparação dos Recursos e Reservas Energéticas Brasileiras Não Renováveis em 2012 4% 12% 19% 65% Fonte

Leia mais

Geração de Energia a partir de Cavaco de Madeira (Biomassa) Author: Michael Vahrenkamp / Marcio Teixeira Date: 25/11/13

Geração de Energia a partir de Cavaco de Madeira (Biomassa) Author: Michael Vahrenkamp / Marcio Teixeira Date: 25/11/13 Geração de Energia a partir de Cavaco de Madeira (Biomassa) Author: Michael Vahrenkamp / Marcio Teixeira Date: 25/11/13 Geração de Energia a partir de Cavaco de Madeira (Biomassa) Necessidade de projetos

Leia mais

Fique ligado na energia!

Fique ligado na energia! A U A UL LA 3 Fique ligado na energia! Todos os processos vitais do planeta - circulação das águas e dos ventos, a fotossíntese, entre outros - dependem de energia. A principal fonte de energia na Terra

Leia mais

OS ARRENDAMENTOS DE TERRA PARA A PRODUÇÃO DE CANA- DE- AÇÚCAR

OS ARRENDAMENTOS DE TERRA PARA A PRODUÇÃO DE CANA- DE- AÇÚCAR Tamires Silva Gama Acadêmica do Curso de Geografia da UEM. Bolsista do CNPq Tamires_gama@hotmail.com OS ARRENDAMENTOS DE TERRA PARA A PRODUÇÃO DE CANA- DE- AÇÚCAR INTRODUÇÃO Frente os avanços da modernização

Leia mais

Fortaleza, junho de 2015

Fortaleza, junho de 2015 Fortaleza, junho de 2015 All About Energy 2015 Política de Energia e Mudança Climática Luiz Pinguelli Rosa Diretor da COPPE UFRJ * Secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas Membro da Academia

Leia mais

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL APRESENTAÇÃO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL AGROICONE JULHO 2015 TEMA CÓDIGO FLORESTAL PROJETO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE BIOENERGIA

Leia mais

Estado de Mato Grosso Assembleia Legislativa

Estado de Mato Grosso Assembleia Legislativa Projeto de lei - 1o15299h Estado de Mato Grosso Assembleia Legislativa Despacho NP: 1o15299h SECRETARIA DE SERVIÇOS LEGISLATIVOS 17/10/2013 Projeto de lei nº 372/2013 Protocolo nº 6443/2013 Processo nº

Leia mais

Valorização dos resíduos de biomassa. Produção de energia renovável (elétrica e térmica).

Valorização dos resíduos de biomassa. Produção de energia renovável (elétrica e térmica). Valorização dos resíduos de biomassa. Produção de energia renovável (elétrica e térmica). 1 Biomassa é uma substância orgânica, produzida pelo processo de acumulação de energia solar. O seu maior potencial

Leia mais

Articles about fuel switch portfolio Brazil

Articles about fuel switch portfolio Brazil Articles about fuel switch portfolio Brazil DIÁRIO DE CUIABÁ : Empresa holandesa vai financiar projetos de energia alternativa. O financiamento se dará com a venda de créditos de carbono a partir do aproveitamento

Leia mais

CAPÍTULO 10 ENERGIAS RENOVÁVEIS FONTES ALTERNATIVAS

CAPÍTULO 10 ENERGIAS RENOVÁVEIS FONTES ALTERNATIVAS CAPÍTULO 10 ENERGIAS RENOVÁVEIS FONTES ALTERNATIVAS. O Sol, o vento, os mares...fontes naturais de energia que não agridem o meio ambiente. Será viável utilizá-las? A Energia renovável é aquela que é obtida

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD)

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL RAQUEL ALVES DA SILVA CRUZ Rio de Janeiro, 15 de abril de 2008. TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL TERMOELÉTRICAS

Leia mais

Índice. 3 Resultados da pesquisa. 17 Conclusão. 19 Questionário utilizado na pesquisa

Índice. 3 Resultados da pesquisa. 17 Conclusão. 19 Questionário utilizado na pesquisa Índice 3 Resultados da pesquisa 17 Conclusão 19 Questionário utilizado na pesquisa Esta pesquisa é uma das ações previstas no Plano de Sustentabilidade para a Competitividade da Indústria Catarinense,

Leia mais

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares Ciências Militares no Século XXI Situação Atual e Desafios Futuros Geopolítica dos Recursos Naturais Fontes Alternativas

Leia mais

CREEM 2005. Energia de Biomassa. I C Macedo NIPE/UNICAMP. UNESP, Ilha Solteira 22/26 Agosto 2005

CREEM 2005. Energia de Biomassa. I C Macedo NIPE/UNICAMP. UNESP, Ilha Solteira 22/26 Agosto 2005 CREEM 2005 Energia de Biomassa I C Macedo NIPE/UNICAMP UNESP, Ilha Solteira 22/26 Agosto 2005 Energia de biomassa no mundo 45±10 EJ/ano (~16 comercial; 7 moderna ); em ~400 EJ Pode crescer para 100-300

Leia mais

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011 282 ARTIGOS COMPLETOS... 283

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011 282 ARTIGOS COMPLETOS... 283 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011 282 ARTIGOS COMPLETOS... 283 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP.

TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP. TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP. Dioceli Gabriela de Carvalho¹; Francisco Claudio Tavares² Estudante do

Leia mais

Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida.

Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida. Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida. Plástico é Energia Esta cidade que você está vendo aí de cima tem uma população aproximada de 70.000 mil habitantes e

Leia mais

Matriz energética e emissão de gases de efeito estufa Fatos sobre o Brasil

Matriz energética e emissão de gases de efeito estufa Fatos sobre o Brasil Confederação Nacional da Indústria Matriz energética e emissão de gases de efeito estufa Fatos sobre o Brasil Edição revisada Brasília, 2008 Nota técnica Os gráficos desta cartilha foram elaborados a partir

Leia mais

DINHEIRO DÁ EM ÁRVORE SIM!

DINHEIRO DÁ EM ÁRVORE SIM! ESPECIAL DINHEIRO DÁ EM ÁRVORE SIM! INVESTIMENTOS EM EMPREENDIMENTOS FLORESTAIS SÃO SEGUROS E COM BOA RENTABILIDADE, MAS É PRECISO SABER O QUE ESTÁ FAZENDO 58 www.referenciaflorestal.com.br C olocar dinheiro

Leia mais

d) Faz parte de Grupo empresarial:

d) Faz parte de Grupo empresarial: IDÉIA DE PROJETO PROGRAMA IBEROEKA Projetos em colaboração com empresas dos seguintes países: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras,

Leia mais

DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos.

DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos. R O C H A DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos. O petróleo e seus derivados têm a maior participação na

Leia mais

Perfil das empresas. Porte da Empresa. Tipo de indústria. (NA) (%) Média 84 55 De 100 a 499 funcionários Grande 69 45 500 ou mais funcionários

Perfil das empresas. Porte da Empresa. Tipo de indústria. (NA) (%) Média 84 55 De 100 a 499 funcionários Grande 69 45 500 ou mais funcionários Perfil das empresas Porte da Empresa (NA) Média 84 De 00 a 499 funcionários Grande 69 4 00 ou mais funcionários 3 00 Tipo de indústria (NA) Indústria/agência de embalagens 33 Usuária de embalagens 02 67

Leia mais

Tecnologia 100% Nacional Transformação e Recuperação Energética de Resíduos Orgânicos

Tecnologia 100% Nacional Transformação e Recuperação Energética de Resíduos Orgânicos Tecnologia 100% Nacional Transformação e Recuperação Energética de Resíduos Orgânicos Pirólise Convencional (400 C x 60 minutos x pressão atmosférica) Quantidade ano 2011 (1.000 t) Motivação (exemplo)

Leia mais

As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo

As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo INTRODUÇÃO: Desde a pré-história o homem vem se utilizando de diversas fortes e formas de energia, para suprir suas necessidades energéticas, por isso,

Leia mais

Empresas de diversos setores necessitam de produzir águas quentes no âmbito das suas atividades, como por exemplo:

Empresas de diversos setores necessitam de produzir águas quentes no âmbito das suas atividades, como por exemplo: Empresas de diversos setores necessitam de produzir águas quentes no âmbito das suas atividades, como por exemplo: no Alojamento, para banhos, cozinha e limpezas nos Serviços, para limpezas, lavagem de

Leia mais

O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 Oportunidades e Desafios

O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 Oportunidades e Desafios O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 Oportunidades e Desafios Português Resumo Executivo Esta é a segunda edição revista e ampliada da publicação: O Setor Elétrico Brasileiro e

Leia mais

PANORAMA ENERGÉTICO NACIONAL

PANORAMA ENERGÉTICO NACIONAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA PANORAMA ENERGÉTICO NACIONAL CONDICIONANTES PARA OS INVESTIMENTOS E PERSPECTIVAS DE ATENDIMENTO DO MERCADO II Seminário Energia e Meio Ambiente Perspectivas Legais Manaus,

Leia mais

Gerando idéias de negócio

Gerando idéias de negócio NEGÓCIO CERTO COMO CRIAR E ADMINISTRAR BEM SUA EMPRESA Gerando idéias de negócio Manual Etapa 1/Parte 1 Bem-vindo! É um prazer ter você na Etapa 1 do Programa de Auto-Atendimento Negócio Certo do Sebrae.

Leia mais

Bioeletricidade no Setor Sucroenergético: uma pauta para o desenvolvimento de seu potencial

Bioeletricidade no Setor Sucroenergético: uma pauta para o desenvolvimento de seu potencial Bioeletricidade no Setor Sucroenergético: uma pauta para o desenvolvimento de seu potencial Zilmar José de Souza, Assessor em Bioeletricidade, UNICA, SP, Brasil Agenda - Situação atual da bioeletricidade

Leia mais

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Resultados incluem primeiro ano de cultivo de milho geneticamente modificado, além das já tradicionais

Leia mais

Identificando os tipos de fontes energéticas

Identificando os tipos de fontes energéticas Identificando os tipos de fontes energéticas Observe a figura abaixo. Nela estão contidos vários tipos de fontes de energia. Você conhece alguma delas? As fontes de energia podem ser renováveis ou não-renováveis,

Leia mais

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE BASE FLORESTAL PARA O ESTADO DE SANTA CATARINA 2014 LAGES/SC 27 DE FEVEREIRO DE 2014

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE BASE FLORESTAL PARA O ESTADO DE SANTA CATARINA 2014 LAGES/SC 27 DE FEVEREIRO DE 2014 ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE BASE FLORESTAL PARA O ESTADO DE SANTA CATARINA 214 LAGES/SC 27 DE FEVEREIRO DE 214 CONTEÚDO 1. APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ACR 2. BASE FLORESTAL PLANTADA 3. MERCADO DE PRODUTOS FLORESTAIS

Leia mais