FONTES DE ENERGIA CONVENCIONAIS E ALTERNATIVAS E SUA ABORDAGEM A PARTIR DO LUGAR: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FONTES DE ENERGIA CONVENCIONAIS E ALTERNATIVAS E SUA ABORDAGEM A PARTIR DO LUGAR: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA"

Transcrição

1 FONTES DE ENERGIA CONVENCIONAIS E ALTERNATIVAS E SUA ABORDAGEM A PARTIR DO LUGAR: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA Eduardo Henrique Modesto de Morais/UFV INTRODUÇÃO O projeto de ensino se constitui como uma ferramenta que visa à reflexão e a melhoria do processo de ensino aprendizagem. Dessa forma, estes projetos são caracterizados pelo desenvolvimento de atividades que estimulem alunos e professores, a troca de saberes, valores e experiências, fortalecendo o processo de construção coletiva do conhecimento. Outro aspecto importante no que se refere aos projetos de ensino é a possibilidade de se criar um diálogo entre a universidade e a escola, sendo esta última, mais valorizada enquanto um espaço de construção coletiva do conhecimento. Refletindo um pouco sobre as práticas de ensino normalmente adotadas na Geografia, tanto na universidade como na comunidade escolar, fica evidente a dificuldade de se trabalhar certos conteúdos, principalmente no que se refere à relação destes com o cotidiano dos alunos. Muitos desses conteúdos são abordados de maneira fragmentada e desconectada da realidade dos mesmos, sendo que na maioria das vezes, se fazem presentes no seu dia-a-dia. Assim, na maioria das vezes, esses conteúdos são meramente reproduzidos de livros didáticos, sendo necessário, a partir de um projeto de ensino, a proposição de novos métodos, processos, visões e materiais que despertem a curiosidade e interesse por parte dos alunos, fazendo-os compreender que eles são os sujeitos do processo de ensino. Sendo assim, a disciplina de geografia não deve ser ensinada como mera transmissão de conteúdos já prontos, que de maneira geral são fragmentados e planejados arbitrariamente (PONTUSCHKA, 2002).

2 Neste contexto, a partir dos aspectos levantados acima, fica evidenciada a importância da elaboração e, fundamentalmente, da aplicação de um projeto de ensino, adequado à realidade de cada escola. Assim, o projeto não precisa ter idéias extraordinárias, de difícil execução. Ele tem que ser utilizado pelos professores de maneira simples e instigadora, adequados a cada situação, procurando explorar aspectos que se tornam importantes na discussão dos conteúdos na sala de aula. Com este trabalho, espera-se contribuir para que os conteúdos trabalhados instiguem alunos e professores a relacionarem estes ao seu dia-a-dia e, além disso, que estes reflitam sobre as suas ações e responsabilidades, a fim de formar cidadãos mais críticos e conscientes dentro da sociedade ao qual estamos inseridos. JUSTIFICATIVA É perceptível no cotidiano escolar a ausência de discussões que relacionem os conteúdos trabalhados à realidade dos alunos e da comunidade ao qual a escola está inserida. Os conteúdos são tratados, na maioria das vezes, em seu aspecto global, dando a impressão que estes fazem parte de uma realidade distante. Porém, muitos destes estão presentes na realidade e no cotidiano de alunos e professores. Neste contexto, um dos assuntos que mais chamou a atenção foi o conteúdo relacionado às Fontes de Energia. Observa-se que os conteúdos relacionados a essa temática são divididos em fontes convencionais e alternativas, além de recursos naturais renováveis e não-renováveis. Enfatiza-se, basicamente, a importância da utilização e da preservação dos recursos, trazendo mapas que localizam os principais recursos naturais e gráficos que mostram dados de produção e exportação desses recursos pelos países. Além disso, os livros também trazem esse tema estudando-o a partir de outros países, sendo uma abordagem totalmente distante da realidade ao qual o aluno está inserido. Estes aspectos citados são de suma importância e servem como base para o aluno ampliar sua visão de mundo e percepção espacial, porém, é fundamental que este tema seja trabalhado de modo a construir um conhecimento significativo por parte do aluno, partindo do seu cotidiano, do seu lugar de vivência e de suas experiências. Dessa maneira, o interesse da realização do presente trabalho foi o fato deste assunto ser trabalhado de maneira desconectada do local de vivência dos alunos e necessitar ser desenvolvido sobre diferentes condições, ou seja, ser trabalhado de uma maneira diferente da que, na maioria das vezes, é realizada, visando despertar e instigar os alunos para a realidade que eles estão inseridos.

3 Outro fator de extrema importância é o fato desses conteúdos poderem ser trabalhados de maneira interdisciplinar, extrapolando a Geografia. Dessa maneira, é possível desenvolver diversos trabalhos com os alunos, articulando as diversas disciplinas presentes na escola, tornando o conteúdo mais significativo e interessante tanto para alunos como professores. Além disso, a partir de pesquisas realizadas para a proposição deste trabalho, é significativa à escassez de materiais relacionados às fontes de energia e o conceito de lugar, relacionando-os com práticas metodológicas dialógicas e participativas. O presente estudo apresenta uma grande relevância social e interesse pessoal, pois, com este projeto, pretende-se contribuir para criação de novas possibilidades de trabalhar o conteúdo de Fontes de Energia, tão presentes no cotidiano da sociedade, relacionando-as com o lugar no qual a comunidade escolar está inserida. Assim, os conteúdos relacionados às fontes de energia podem ser utilizados para a construção de uma nova proposta para o ensino de Geografia, e podem ser abordados através de atividades mais atrativas. REVISÃO DE LITERATURA O ensino privilegia, basicamente, a transmissão de conteúdos. Enfatiza-se a memorização em detrimento da valorização de habilidades intelectuais necessárias para a formação dos sujeitos envolvidos. Dessa forma, percebemos na realidade escolar atual alunos desinteressados, aulas pouco criativas, professores desmotivados, o que dificulta o processo ensino-aprendizagem. No que se refere especificamente ao ensino médio, a sua principal preocupação tem sido a preparação para os exames vestibulares. Este tem assumido o papel apenas de elo de ligação entre o ensino fundamental e o ensino superior, sendo que temas importantes, tais como às Fontes de Energia e as categorias geográficas, ainda não tem merecido o devido destaque e não são explorados como aspectos fundamentais, que exercem influência direta sobre a sociedade. Além disso, os conteúdos na maioria das vezes são trabalhados de maneira fragmentada e desconectada, fora da realidade dos alunos, sendo um dos grandes desafios dos professores o desenvolvimento de atividades considerando a escola como

4 um lugar de cultura, do encontro de diferentes culturas, olhares, visões de mundo e vivências (CAVALCANTI, 2005). O ensino deve e pode ser desenvolvido de forma contextualizada levando em conta a realidade, o cotidiano e as experiências dos alunos. Os conhecimentos devem estar claramente relacionados à vivência do aluno. De acordo com Pontuschka; Paganelli; Cacete (2007), No entanto, apesar das diferenças, há certo consenso sobre a noção de que a prática pedagógica na disciplina escolar de Geografia deve começar pelo lugar de vivência do aluno, explorando todo o potencial de seu conhecimento prévio e, com base nele, introduzir os conceitos científicos dominados pelo professor. É no conhecimento local que estão às fontes que servirão de parâmetros para o aluno atingir o conhecimento espacial de outras realidades (PONTUSCHKA; PAGANELLI; CACETE, 2007, p. 136). No estudo da Geografia, o lugar está presente sob diversas formas e olhares. O seu estudo é fundamental, pois ao mesmo tempo em que o mundo é globalizado, as relações sociais existentes no mesmo ocorrem em lugares específicos (CALLAI, 2000). Sendo assim, para Callai (2000), estudar e compreender o lugar, em Geografia, significa entender o que acontece no espaço onde se vive para além das suas condições naturais ou humanas, sendo necessário muitas vezes observar outros fatores para se compreender o que acontece em cada lugar. Para Nogueira (2002), o lugar é parte essencial da identidade, e [...] a Geografia poderia antes de trazer uma caracterização acabada do lugar, procurar investigar e interpretar o saber que cada um traz e que é adquirido na relação de vida com o lugar (NOGUEIRA, 2002). Dessa maneira, segundo Cavalcanti (1998), Para cumprir os objetivos do ensino de Geografia, sintetizados na idéia de desenvolvimento do raciocínio geográfico, é preciso que se selecionem e se organizem os conteúdos que sejam significativos e socialmente relevantes. A leitura do mundo do ponto de vista de sua espacialidade demanda a apropriação, pelos alunos, de um conjunto de instrumentos conceituais de interpretação e de questionamento da realidade sócio-espacial (CAVALCANTI, 1998, p. 25). Neste contexto, insere a utilização dos mapas mentais. O mapa mental é caracterizado pela representação do saber percebido, o lugar se apresenta tal como ele é, com sua forma, histórias concretas e simbólicas, cujo imaginário é reconhecido como uma forma de apreensão do lugar (NOGUEIRA, 1994 apud SIMIELLI, 1999). Os mapas mentais revelam como o lugar é compreendido e vivido.

5 O desenvolvimento do mapa mental no ensino, tem como objetivo entender como os alunos compreendem o lugar em que vivem. Nesse sentido, a partir de mapas mentais, pode-se conhecer os valores previamente desenvolvidos pelos alunos e entender a imagem que eles possuem do seu lugar (Cavalcanti, 1998), pois é no lugar que estão as representações da vida cotidiana, os valores, as representações pessoais, os saberes. Essas representações permitem estabelecer relações entre o modo como cada um vê o seu lugar e como cada lugar está inserido no contexto mundial. É necessário trabalhar mais com interpretações, análise da sociedade, seja através de textos, interpretação de paisagens, debate, música, entre outros, cooperando com o aluno na construção de uma concepção globalizante do espaço geográfico, onde diversos fatores estão envolvidos e se relacionam (MATIAS, 2005). Neste contexto, para Matias (2005), Não basta adotar um livro com títulos interessantes, o ensino deve partir do que vários contextos, proporcionando o debate da realidadeteoria-realidade, ou seja, o professor deve partir de um ponto simples que os alunos compreendam o que está sendo proposto para que posteriormente possam ser trabalhados assuntos mais complexos (MATIAS, 2005 p. 53). Mais especificamente no que se refere aos conteúdos relativos às Fontes de Energia, um outro aspecto importante é a questão da interdisciplinaridade. Para uma ampliação geral da visão do aluno, deve-se destacar a importância das questões ligadas à energia no processo educacional, em todos os níveis de ensino e nas diferentes disciplinas, devido a sua importância atual e sua interação com as diferentes áreas do conhecimento. Segundo Matias apud Bôa Nova (2005), "Para a construção de uma sociedade democrática, a questão da energia deve ser tratada de forma multidimensional, que, aliás, se reflete na sua presença em todas as atividades do homem. Essa pluralidade de dimensões requer uma abordagem interdisciplinar, com o concurso e a interação de diferentes áreas do saber científico" (MATIAS apud BÔA NOVA, 2005, p. 52). Um aspecto que merece destaque ao se trabalhar esses conteúdos, é a sua relevância social, não se esquecendo da importância sociopolítica, a partir da análise e reflexão sobre o seu potencial de compor uma análise crítica da realidade social e natural.

6 Porém, para que todas essas mudanças possam acontecer, a formação docente é a pilastra principal que permite e impulsiona essas mudanças, pois estas estão diretamente ligadas ao tipo de aprendizagem e experiências vivenciadas pelo professor. Assim, o professor de Geografia necessita, já na graduação, de atividades formadoras de conceitos, habilidades e competências capazes de lhe preparar para a educação, passando por um processo de (re)construção e aprofundamento de seus conhecimentos (GUERRERO, 2005). OBJETIVO Este trabalho busca contribuir para a criação de novas metodologias para se trabalhar o conteúdo de Fontes de Energia na disciplina de Geografia, a partir de uma maior aproximação dos conteúdos trabalhados com a realidade dos sujeitos inseridos no processo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender o conceito de lugar e relacioná-lo com os conteúdos trabalhados; Discutir e problematizar conteúdos e conceitos relacionados às fontes convencionais e alternativas de energia; Compreender como se dá a inserção dos agentes sociais (empresas, governo e a sociedade), e quais papéis desenvolvidos por eles neste processo; Relacionar o conteúdo à realidade dos alunos, trazendo objetos e exemplos comuns a o seu cotidiano. METODOLOGIA Objetivando trabalhar de maneira diferenciada os conteúdos propostos, este trabalho tem como proposta a realização de dez encontros, sendo que estes encontros correspondem a duas horas aula (1 hora e 40 minutos). Nestes encontros serão trabalhados assuntos relacionados desde a evolução das fontes de energia e a sua importância, até a realização de oficinas práticas, como a construção de aquecedor solar com garrafas pet e aulas de campo. Imagens, músicas, vídeos e mapas também são materiais a serem utilizados nestes encontros. 1º Encontro

7 De início é necessário tratar com os alunos conceitos iniciais relativos à evolução da indústria e das técnicas de produção. Porém, os conceitos não devem ser dados de maneira pronta para o aluno, assim como ocorrem na maioria das vezes com esses conteúdos. Os conceitos serão desenvolvidos em conjunto com os alunos. Será trabalhado um texto base sobre a evolução industrial ao longo da história, onde poderão ser trabalhados conceitos importantes, como: manufatura, revolução industrial, as primeiras fontes de energia utilizada e modernização tecnológica. O texto base proposto neste trabalho encontra-se a seguir. Texto: A evolução da atividade industrial Ao longo da história da humanidade a capacidade de transformação do homem vem evoluindo e continua a evoluir até hoje. O homem desenvolveu novas técnicas, usou cada vez mais novos produtos, o que lhe permitiu uma maior quantidade e variedade de produtos. Para que isso acontecesse, várias transformações foram necessárias na forma de produzir. Houve um tempo em que a única forma que o homem conhecia para transformar materiais em novos produtos era a atividade artesanal. No artesanato o trabalho era manual, usando-se ferramentas simples. O produto era feito por uma única pessoa, o artesão, que realizava sozinho todo o processo de transformação. A produção era feita na própria casa do artesão ou em pequenas oficinas que reuniam alguns trabalhadores manuais. Os produtos feitos eram destinados para o uso da família ou para vender. Com o aumento do comércio das cidades, conseqüentemente do consumo, os comerciantes passaram a encomendar aos artesãos alguns produtos que ele, comerciante achava que feitos com estas ou aquelas características seriam mais facilmente vendidos, logicamente por um preço maior do que aquele pago ao artesão. A partir de um tempo alguns artesãos mais ricos passaram a comprar as oficinas dos artesãos mais pobres, estes por sua vez, tornaram-se trabalhadores assalariados. Com o tempo, houve a necessidade de aumentar a produção dessas oficinas e conseqüentemente o número de trabalhadores empregados. Os donos das oficinas perceberam que dividindo a tarefa entre os trabalhadores, a produção tornava-se mais rápida e maior e com isso os lucros aumentariam. Surgiu assim a manufatura, isto é, em vez de uma pessoa sozinha fabricar o produto inteiro, esse trabalho passou a ser dividido entre várias pessoas, cada uma fazendo uma parte do produto.

8 Nessa etapa os trabalhadores usavam a matéria-prima e as ferramentas pertencentes ao proprietário do local onde trabalhavam passando a receber um salário, pela sua carga horária de trabalho, não eram donos nem de ferramentas e nem produziam mais os produtos sozinhos. Passam a ser usados na manufatura algumas máquinas simples que multiplicavam os gestos dos trabalhadores, aumentando a capacidade de produção. A manufatura foi assim o inicio da atividade industrial moderna e de novas relações de trabalho entre os homens. A indústria moderna substitui as ferramentas e as máquinas simples pelas máquinas mais potentes e velozes, movidas por novas fontes de energia e não mais pela força do trabalhador, aumentando assim a capacidade de produção. A atividade industrial continua evoluindo nos dias de hoje, empregando técnicas cada vez mais modernas e sofisticadas. Nos países mais industrializados há muitas indústrias onde quase tudo é feito automaticamente e por máquinas robotizadas, apenas programadas pelos trabalhadores. Esse processo de industrialização e evolução industrial demorou vários séculos para acontecer e se desenvolveu em diferentes épocas e nos diversos países do mundo de forma de diferente preservando suas especificidades. Por isso nem todos os países têm hoje o mesmo desenvolvimento industrial e tecnológico. (Fonte: MATIAS, Adaptado por MORAIS, 2008). Este texto foi escolhido devido ao fato de trabalhar um pequeno histórico da evolução das fontes de energia e da utilização das mesmas, além de abordar qual foi o papel das fontes de energia para a evolução industrial. Dessa forma, é importante ser trabalhado em um primeiro momento. 2º Encontro A partir de um pequeno resgate histórico realizado no encontro anterior, neste segundo encontro será trabalhado com os alunos os diferentes tipos de energia e sua classificação (renováveis ou não renováveis). Serão trabalhados os seguintes tipos de energia: a energia proveniente da biomassa, dos combustíveis fósseis (petróleo, carvão mineral e gás natural), energia solar, energia eólica, hidroeletricidade, energia nuclear e energia geotérmica. Assim, a partir da utilização das informações presentes no livro didático e imagens de aspectos relacionados às fontes de energia, os alunos serão

9 instigados a refletirem sobre o atual papel das fontes de energia e qual a influência destas no desenvolvimento das sociedades. A discussão partirá dos seguintes questionamentos: Qual o tipo de energia que vocês conhecem? Vocês sabem como ela é gerada? Nós podemos encontram essas fontes de energia próximas a nós? A partir dessa conversa, será trabalhado com as planilhas de fotos. Algumas imagens que podem ser utilizadas durante o encontro podem ser visualizadas abaixo: Foto 1: Energia Solar. Foto 2: Energia da Biomassa. Foto 3: Energia Nuclear. Foto 4: Hidroeletricidade.

10 Foto 5: Combustíveis Fósseis. Foto 6: Energia das Marés. 3º Encontro Após ter apresentado aos alunos os tipos de energia existentes, neste terceiro encontro será enfocado com os alunos as fontes de energia alternativa, a partir da visualização de um documentário. Neste trabalho, será proposto o documentário A natureza como fonte de energia, produzido pelo Projeto Ver Ciência, com duração aproximada de trinta e cinco minutos (35 min.). Apesar de já terem sido discutidas no encontro anterior, neste encontro será dado um enfoque mais relativo ao social e ao meio ambiente, além da ótica do desenvolvimento sustentável. Este encontro tem como um de seus objetivos, analisar e refletir sobre degradação ambiental causada pelo uso de alguns tipos de energia, além de buscar algumas alternativas para esse problema. Após o documentário, será realizada uma discussão sobre os elementos observados, visando atingir os objetivos do encontro. Neste momento o professor deverá atuar como um facilitador das discussões. Ainda durante este encontro, a sala será dividida em seis grupos, onde cada grupo ficará responsável por uma fonte de energia. Estes grupos deveram pesquisar sobre a sua fonte de energia e apresentá-la para os outros grupos. A divisão dos temas será realizada a partir do assunto de preferência de cada grupo, sendo utilizado o método de sorteio caso mais de um grupo deseje trabalhar com o mesmo tema. Os grupos devem apresentar, no mínimo, os seguintes aspectos de cada fonte de energia: o Conceito da fonte de energia; o Como se dá o processo de produção de energia;

11 o Combustível utilizado para a obtenção da energia; o Países que já utilizam essa fonte de energia; o Vantagens da sua utilização; o Desvantagens da sua utilização. Os modos de apresentação poderão ocorrer de várias formas, utilizando cartazes ilustrativos, apresentação oral, retroprojetor, data-show, esquete e teatro, porém estas apresentações não poderão ter a mesma dinâmica. Assim, além dos conteúdos, as formas de apresentação também serão escolhidas de acordo com a preferência de cada grupo, ocorrendo o sorteio em último caso. Os grupos deverão propor discussões e questionamentos para a sala de aula, proporcionando a reflexão, por parte de todos os alunos, dos aspectos apresentados pelo grupo. 4º Encontro O quarto encontro será dedicado à apresentação dos grupos e a discussões dos aspectos apresentados pelos mesmos em sala de aula. Caso seja necessário devido à falta de tempo, mais um encontro será dedicado as apresentações dos alunos. 5º Encontro No quinto encontro será realizado uma oficina com os alunos. Esta oficina tem como objetivo a construção de um aquecedor solar com garrafas pet. Pretende-se com este encontro, mostrar aos alunos a existência de tecnologias alternativas para a obtenção de energia que, além de proporcionarem uma maior economia de energia, colaboram com a preservação do meio ambiente. Para este encontro, será pedido aos alunos que levem garrafas pet e caixas longa vida. Outros materiais também são necessários, tais como canos, cola para encanamentos, fita adesiva, cola branca e tinta preta. 6º Encontro Durante o sexto encontro será trabalhado mais especificamente o Brasil. Serão abordadas as principais fontes de energia utilizadas no país. Neste encontro será abordado o modelo energético brasileiro, através da utilização de imagens que

12 contemplem os principais empreendimentos energéticos do país e de um mapa, que mostre as principais hidrelétricas brasileiras. Assim, serão destacados os principais empreendimentos energéticos presentes no país, como estes são construídos e qual o papel destes para o desenvolvimento do país. Algumas imagens e o mapa que podem ser utilizados no encontro podem ser visualizados abaixo. Foto 7: Funcionamento de uma Hidrelétrica. Foto 8: Construção de uma Hidrelétrica. Foto 9: Plataforma de petróleo e gás.

13 Distribuição das principais hidrelétricas brasileiras Fonte: Agência Nacional de Águas (2005). 7º Encontro O sétimo encontro será dedicado às discussões sobre os impactos econômicos, ambientais e sociais do modelo energético brasileiro. Dessa forma, os alunos poderão conhecer melhor como se dá o processo de construção de uma hidrelétrica e como se inserem os agentes sociais neste processo (as empresas, o governo e a sociedade). Além disso, esse encontro visa à reflexão e a proposição de alternativas para a mitigação dos impactos negativos e a potencialização dos impactos positivos, referentes aos impactos econômicos, sociais e ambientais.

14 Assim, para se alcançar os objetivos propostos neste encontro, será trabalhada a partir da música de Sá e Guarabira, intitulada Sobradinho. Esta aula terá continuidade no próximo encontro. A letra da música a ser trabalhada no encontro pode ser visualizada abaixo. 8º Encontro Sobradinho (Sá e Guarabira) O homem chega e já desfaz a natureza Tira a gente põe represa, diz que tudo vai mudar O São Francisco lá prá cima da Bahia Diz que dia menos dia vai subir bem devagar E passo a passo vai cumprindo a profecia Do beato que dizia que o sertão ia alagar O sertão vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão Vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão Adeus remanso, casa nova, sento-sé Adeus pilão arcado vem o rio te engolir Debaixo d'água lá se vai a vida inteira Por cima da cachoeira o Gaiola vai sumir Vai ter barragem no salto do Sobradinho E o povo vai se embora com medo de se afogar O sertão vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão Vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão O oitavo encontro tem como objetivo a discussão do papel das fontes de energia no lugar de vida de cada um. Esta discussão partirá de reflexões envolvendo os seguintes aspectos: Quais os objetos que temos em casa? De que materiais eles são

15 feitos? Como que eles são produzidos? O que precisa para essa produção? A partir daí, refletir sobre o papel da energia e a inserção desta na vida de cada um. Dessa maneira, será utilizada para a condução deste espaço a construção de mapas mentais, a partir da representação de cada um através de um desenho e/ou escrita e conversas entre os alunos. Após a elaboração, haverá a interpretação das representações elaboradas e uma discussão sobre o papel das fontes de energia no nosso local de vida. 9º Encontro Este encontro tem como proposta uma aula de campo, e será realizado nos períodos da manhã e da tarde. No período da manhã, os alunos participaram de uma visita a uma Hidrelétrica. Durante o período da tarde, os alunos farão uma conversa com alguns moradores, para ver como que a construção da hidrelétrica afetou a cidade e a vida das pessoas que moravam nas áreas alagadas. Devido ao fato do modelo energético brasileiro ser o hidrelétrico, esta aula é de suma importância, pois os alunos poderão ver na prática como se dá à produção de energia por este processo e quais as modificações que a construção de uma hidrelétrica pode causar no espaço e na vida das pessoas afetadas. Este encontro pode ter certa dificuldade, pois para a sua realização, será necessária a utilização de um ônibus e o agendamento de uma visita em uma hidrelétrica. 10º Encontro O último encontro tem por objetivo a apresentação, por parte dos alunos, das conversas realizadas com os moradores da cidade e da visita realizada na hidrelétrica, para que ocorra a socialização e conhecimento do que foi observado pelos alunos durante a aula de campo. Nesse encontro, os alunos também terão a oportunidade de expor as suas impressões em relação às opiniões da comunidade e da empresa visitada. Ainda neste encontro está prevista a realização de uma avaliação de todos os encontros anteriores. A avaliação consistirá em um texto, onde será pedido aos alunos que escrevam o que foi bom e o que foi ruim durante a realização do trabalho, além do que eles acharam que faltou ser realizado. É importante ressaltar que para cada encontro está previsto uma pequena avaliação, que trará subsídios para posteriores aplicações

16 deste trabalho. A avaliação é muito importante saber se os objetivos pretendidos foram alcançados com o êxito desejado e se este serviu para facilitar a compreensão dos conteúdos relacionados às fontes de energia por parte dos alunos. BIBLIOGRAFIA ANA Agência Nacional de Águas. Mapa das hidrelétricas brasileiras. Brasília, Disponível em: <http://www.ana.gov.br> Acesso em: 08 out CALLAI, H. Do ensinar Geografia ao produzir o pensamento geográfico. In: REGO, H.; AIGNER, C.; PIRES, C.; LINDAU, H. (Orgs.). Um pouco do mundo cabe nas mãos: geografizando em educação o local e o global. Porto Alegre: Editora UFRGS, p CALLAI, H. Estudar o lugar para compreender o mundo. In: CASTROGIOVANNI, A. C. (Org.). Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, p CASTELLAR, S (org). Educação geográfica: teorias e prática docentes. São Paulo: Contexto, p. CAVALCANTI, L. de S. Geografia, escola e construção de conhecimentos. Campinas: Papirus, p. MATIAS, V. R. da S. Energia e indústria no ensino fundamental e médio: análise crítica e proposta didática. Uberlândia. Caminhos da Geografia, v 15, p Disponível em: <http://www.ig.ufu.br/revista/volume15/artigo6_vol15.pdf> Acesso em: 30 ago MEC Ministério da Educação e da Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais: História e Geografia. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental, NOGUEIRA, A. R. B. Mapa mental: recurso didático para o estudo do lugar. In: PONTUSCHKA, N. N.; PAGANELLI, T. L.; CACETE, N. H. Geografia em Perspectiva. São Paulo: Contexto, p OLIVEIRA, A. U.de (et al). Para onde vai o ensino de Geografia?. São Paulo: Contexto, PONTUSCHKA, N. N.; PAGANELLI, T. L.; CACETE, N. H. Para aprender e ensinar geografia. São Paulo: Cortez, p. SANTOS, M. O Lugar encontrando o Futuro. In: Revista de Urbanismo e Arquitetura. Salvador: PPG-FAUFBa, 1996.

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL Adriana do Nascimento Araújo Graduanda Pedagogia - UVA Francisca Moreira Fontenele Graduanda

Leia mais

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN Brenda Luíza Patriota Lima e Silva¹ André Elias Nóbrega² João Batista dos Santos³

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA

REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA Tais Pires de Oliveira Universidade Estadual de Maringá Departamento de Geografia tais_piresoliveira@hotmail.com

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Geografia

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Geografia COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Geografia Nome: Ano: 2º Ano 1º Etapa 2014 Colégio Nossa Senhora da Piedade Área do Conhecimento: Ciências Humanas Disciplina:

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI

ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI PREFEITURA MUNICIPAL DE LONTRAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI DESPERTANDO AÇÕES SUSTENTÁVEIS LONTRAS 2013 1.TEMA A preservação

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

PROJETO FORMATURA SUSTENTÁVEL: UMA POSSIBILIDADE PARA DISCUTIR E CONSTRUIR O CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE NA ESCOLA

PROJETO FORMATURA SUSTENTÁVEL: UMA POSSIBILIDADE PARA DISCUTIR E CONSTRUIR O CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE NA ESCOLA PROJETO FORMATURA SUSTENTÁVEL: UMA POSSIBILIDADE PARA DISCUTIR E CONSTRUIR O CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE NA ESCOLA Paula Priscila Gomes do Nascimento Pina; Gyslaynne Mary dos Santos Hermenegildo Rodrigues;

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 horas Semestre do Curso: 8º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 horas Semestre do Curso: 8º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Geografia Carga Horária Semestral: 80 horas Semestre do Curso: 8º 1 - Ementa (sumário, resumo) Ementa: O

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE ALMEIDA 1, Leonardo Rodrigues de SOUSA 2, Raniere Lima Menezes de PEREIRA

Leia mais

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: adrianaclazaro@gmail.com Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Alunos Apresentadores:Aline Inhoato; Rafhaela Bueno de Lourenço; João Vitor Barcelos Professor Orientador: Mario Ubaldo Ortiz Barcelos -Email: muobubaldo@gmail.com

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR.

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. Jonas da Silva Santos Universidade do Estado da Bahia UNEB DEDC XV jonasnhsilva@hotmail.com jonas.ss@inec.org.br

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Ariane Baffa Lourenço 1, Maria Lúcia V. dos S. Abib 2 e Salete Linhares Queiroz 3 1 Programa de Pós-Graduação Interunidades

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais

TEMPO DE APRENDER EM CLIMA DE ENSINAR: UMA PROPOSTA PARA MELHORIA DO ENSINO EM ESCOLAS PÚBLICAS

TEMPO DE APRENDER EM CLIMA DE ENSINAR: UMA PROPOSTA PARA MELHORIA DO ENSINO EM ESCOLAS PÚBLICAS TEMPO DE APRENDER EM CLIMA DE ENSINAR: UMA PROPOSTA PARA MELHORIA DO ENSINO EM ESCOLAS PÚBLICAS Taísa Das Dores Pereira; Maria Gertrudes Alvarez Justi Da Silva. Universidade Federal Fluminense, taisaddp@id.uff.br;

Leia mais

MEU MUNDO INTEGRADO: ELABORAÇÃO DE VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O PERCURSO DO LÁPIS

MEU MUNDO INTEGRADO: ELABORAÇÃO DE VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O PERCURSO DO LÁPIS MEU MUNDO INTEGRADO: ELABORAÇÃO DE VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O PERCURSO DO LÁPIS Orlando José PINTO NETO; Rosana Alves Ribas MORAGAS e-mail: orlando_neto_1@hotmail.com; rosanarmoragas@yahoo.com.br Universidade

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MAPA GEOMORFOLÓGICO NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM: UM ESTUDO DE CASO APRENDIZAGEM: UM ESTUDO DE CASO

UTILIZAÇÃO DO MAPA GEOMORFOLÓGICO NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM: UM ESTUDO DE CASO APRENDIZAGEM: UM ESTUDO DE CASO UTILIZAÇÃO DO MAPA GEOMORFOLÓGICO NO PROCESSO ENSINO- Nascimetno, M.D. 1 ; Moura, N.S.V. 2 ; Souza, B.S.P. 3 ; 1 UFRGS Email:mdnascimento@ymail.com; 2 UFRGS Email:nina.moura@ufrgs.br; 3 UFSM Email:bernardosps@yahoo.com.br;

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Pedro Henrique SOUZA¹, Gabriel Henrique Geraldo Chaves MORAIS¹, Jessiara Garcia PEREIRA².

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO José da Silva de Lima¹; José Rodolfo Neves da Silva²; Renally Gonçalves da Silva³; Alessandro Frederico da Silveira

Leia mais

Sua Escola, Nossa Escola

Sua Escola, Nossa Escola Sua Escola, Nossa Escola Episódio: Andréa Natália e o Ensino na Fronteira Ponta Porã Resumo Esse vídeo integra a série Sua Escola, Nossa Escola, composta por dezessete programas, os quais mostram experiências

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático.

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático. A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA Fabricio Santos Almeida 1 Márcia Cristiane Eloi Silva Ataide 2 1 Licenciando em Química, Universidade Federal do Piauí - UFPI. 2 Professora

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE: CONSCIENTIZAR PARA PRESERVAR - RELATO DA EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA COM ALUNOS DO 3ºANO NA EEEF ANTENOR NAVARRO

PROJETO MEIO AMBIENTE: CONSCIENTIZAR PARA PRESERVAR - RELATO DA EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA COM ALUNOS DO 3ºANO NA EEEF ANTENOR NAVARRO PROJETO MEIO AMBIENTE: CONSCIENTIZAR PARA PRESERVAR - RELATO DA EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA COM ALUNOS DO 3ºANO NA EEEF ANTENOR NAVARRO OLIVEIRA, Khomar Tander s (Bolsista do PIBID) PAULINO, Jailson da Silva

Leia mais

como tutor, com a finalidade de estimular o processo de aprendizagem dos estudantes da

como tutor, com a finalidade de estimular o processo de aprendizagem dos estudantes da PROJETO FEIRA DE ITABAIANA: RELATOS DE UMA ATIVIDADE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DO FUTURO PROFESSOR Crislaine Barreto de Gois (UFS) 1 Antônio Carlos Pinto Oliveira (UFS) Sérgio Matos Santos (UFS)

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 QUEIROZ, Antônia Márcia Duarte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais- IFSULDEMINAS Universidade

Leia mais

Metodologia Para a realização desse trabalho foi analisado o Documento orientador

Metodologia Para a realização desse trabalho foi analisado o Documento orientador FORMAÇÃO CONTINUADA: UMA ANÁLISE DA APLICAÇÃO DO SISMÉDIO NA ESCOLA PROFESSOR JOSÉ SOARES DE CARVALHO- GUARABIRA-PB Gyslâynne Mary dos Santos Hermenegildo Rodrigues EEEFM Professor José Soares de Carvalho

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio Cláudio Roberto Ribeiro Martins claudiorrmartins@gmail.com FCT/UNESP - Presidente Prudente Palavras-chave:

Leia mais

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico Vanessa Lopes da Silva 1 Leandro Marcon Frigo 2 Resumo A partir do problema dicotômico vivenciado pelo Ensino Técnico Integrado,

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL José Euriques de Vasconcelos Neto (UFCG); Dennis Cláudio Ferreira (UFCG) Resumo O atual sistema educacional tem buscado

Leia mais

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES)

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) 1 APRESENTAÇÃO Este manual é um documento informativo visando orientar a comunidade acadêmica quanto ao processo de

Leia mais

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO QUANTO É? Danielle Ferreira do Prado - GEEM-UESB RESUMO Este trabalho trata sobre um trabalho que recebeu o nome de Quanto é? que foi desenvolvido depois de vários questionamentos a cerca de como criar

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA Resumo: O programa traz uma síntese das questões desenvolvidas por programas anteriores que refletem sobre o uso de tecnologias

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA Bruna Tayane da Silva Lima; Eduardo Gomes Onofre 2 1 Universidade Estadual

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DO PROJETO MEIO AMBIENTE: CONSCIENTIZAR PARA PRESERVAR NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ESCOLA EEEF ANTENOR NAVARRO

A CONTRIBUIÇÃO DO PROJETO MEIO AMBIENTE: CONSCIENTIZAR PARA PRESERVAR NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ESCOLA EEEF ANTENOR NAVARRO A CONTRIBUIÇÃO DO PROJETO MEIO AMBIENTE: CONSCIENTIZAR PARA PRESERVAR NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ESCOLA EEEF ANTENOR NAVARRO Natália Oliveira de Lima; Adjeane Farias da Silva; Thainá Marques

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

ABORDAGEM AMBIENTAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA APROVADOS PELO PNLEM/2007. Programa de mestrado em Educação em Ciências e Matemática - UFG

ABORDAGEM AMBIENTAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA APROVADOS PELO PNLEM/2007. Programa de mestrado em Educação em Ciências e Matemática - UFG ABORDAGEM AMBIENTAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA APROVADOS PELO PNLEM/2007 Karla Ferreira DIAS 1 ; Dr. Agustina Rosa ECHEVERRÍA 2 1,2 Programa de mestrado em Educação em Ciências e Matemática - UFG

Leia mais

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Nicia Cristina Rocha Riccio nicia@ufba.br Introdução Com o advento das tecnologias de informação e comunicação (TICs) a Educação a Distância (EAD) ganha

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS Kelly Karina Cardoso (kkimica@hotmail.com) Eniz Conceição de Oliveira (eniz@univates.br) Marlise

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA

TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA Pedro Henrique Santos da Silva - Bianca dos Santos Cristovão - Luciana Maria da Silva* - RESUMO O Programa Institucional

Leia mais

Dreamshaper, Jovens empreendedores construindo o futuro.

Dreamshaper, Jovens empreendedores construindo o futuro. Dreamshaper, Jovens empreendedores construindo o futuro. E.E. Prof. José Pereira Éboli Sala 12 - Sessão 2 Professor(es) Apresentador(es): Meire Regina de Almeida Siqueira Maria Regina Nunes de Campos Realização:

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA. INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA

ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA. INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA IVINHEMA MS MAIO DE 2010 ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Regina Luzia Corio de Buriasco * UEL reginaburiasco@sercomtel.com.br Magna Natália Marin Pires* UEL magna@onda.com.br Márcia Cristina de Costa Trindade Cyrino*

Leia mais

RELATÓRIO FINAL. BIBLIOTECA ESCOLAR: espaço de ação pedagógica. Victor Hugo Vieira Moura 1 INTRODUÇÃO

RELATÓRIO FINAL. BIBLIOTECA ESCOLAR: espaço de ação pedagógica. Victor Hugo Vieira Moura 1 INTRODUÇÃO 190 RELATÓRIO FINAL BIBLIOTECA ESCOLAR: espaço de ação pedagógica Victor Hugo Vieira Moura 1 INTRODUÇÃO Uma das características mais marcantes da chamada sociedade da informação é o extraordinário desenvolvimento

Leia mais

A PRÁTICA DE PROJETOS ESCOLARES COMO MEIO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM BARRA DO GARÇAS (MT)

A PRÁTICA DE PROJETOS ESCOLARES COMO MEIO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM BARRA DO GARÇAS (MT) A PRÁTICA DE PROJETOS ESCOLARES COMO MEIO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM BARRA DO GARÇAS (MT) Rosinei Borges de Mendonça UFMT-Araguaia rosineibm@gmail.com Adriana Queiroz do Nascimento UFMT-Araguaia

Leia mais

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO André Luís Mattedi Dias mattedi@uefs.br Jamerson dos Santos Pereira pereirajamerson@hotmail.com Jany Santos Souza Goulart janymsdesenho@yahoo.com.br

Leia mais

ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR.

ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR. 1 ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR. Rute Regina Ferreira Machado de Morais Universidade Estadual de Ponta Grossa-UEPG Este texto visa refletir sobre o papel

Leia mais

Como desenvolver projetos

Como desenvolver projetos 1 Coletânea de Projetos Educação de Jovens e Adultos Como desenvolver projetos No 1º semestre de 2007, os calendários da Educação de Jovens e Adultos - Ensino Fundamental e Ensino Médio passaram a contemplar

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1 Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 Ana Luiza Araujo COSTA anaepietro26@gmail.com Maria Simone

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES Tamiris Andrade Nascimento (Mestranda do Programa Educação Cientifica e Formação de Professores da Universidade

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar Mariely Rodrigues Anger 1 Ana Carla Ferreira Nicola Gomes 2 Jussara Aparecida da Fonseca 3 Resumo: Apresentam-se

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Jacqueline Liedja Araújo Silva Carvalho Universidade Federal de Campina Grande jliedja@hotmail.com Introdução A Educação de

Leia mais

ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR

ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR Por: André Forlin Dosciati - UNIJUÍ Vanessa Faoro - UNIJUÍ Isabel Koltermann Battisti UNIJUÍ

Leia mais

A EXPLORAÇÃO DE SITUAÇÕES -PROBLEMA NA INTRODUÇÃO DO ESTUDO DE FRAÇÕES. GT 01 - Educação Matemática nos Anos Iniciais e Ensino Fundamental

A EXPLORAÇÃO DE SITUAÇÕES -PROBLEMA NA INTRODUÇÃO DO ESTUDO DE FRAÇÕES. GT 01 - Educação Matemática nos Anos Iniciais e Ensino Fundamental A EXPLORAÇÃO DE SITUAÇÕES -PROBLEMA NA INTRODUÇÃO DO ESTUDO DE FRAÇÕES GT 01 - Educação Matemática nos Anos Iniciais e Ensino Fundamental Adriele Monteiro Ravalha, URI/Santiago-RS, adrieleravalha@yahoo.com.br

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB.

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB. A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB. Maria Célia Cavalcante de Paula e SILVA Licenciada em Ciências Biológicas pela

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS: EXPERIÊNCIAS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS: EXPERIÊNCIAS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS: EXPERIÊNCIAS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Carla Juscélia de Oliveira Souza Departamento de Geociências, Curso de Geografia, Universidade Federal

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL & SAÚDE: ABORDANDO O TEMA RECICLAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR

EDUCAÇÃO AMBIENTAL & SAÚDE: ABORDANDO O TEMA RECICLAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL & SAÚDE: ABORDANDO O TEMA RECICLAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR ARNOR, Asneth Êmilly de Oliveira; DA SILVA, Ana Maria Gomes; DA SILVA, Ana Paula; DA SILVA, Tatiana Graduanda em Pedagogia -UFPB-

Leia mais