RELATÓRIO E PARECER PRÉVIO SOBRE AS CONTAS DO GOVERNO DO ESTADO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO E PARECER PRÉVIO SOBRE AS CONTAS DO GOVERNO DO ESTADO"

Transcrição

1 Estado do Rio Grande do Sul TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO Palácio Flores da Cunha RELATÓRIO E PARECER PRÉVIO SOBRE AS CONTAS DO GOVERNO DO ESTADO Exercício de 1998 Conselheiro-Relator GLENO RICARDO SCHERER

2 Conselheiros PORFÍRIO JOSÉ PEIXOTO- Presidente HELIO SAUL MILESKI- Vice-Presidente ALGIR LORENZON GLENO RICARDO SCHERER VICTOR JOSÉ FACCIONI SANDRO DORIVAL MARQUES PIRES TEREZINHA GISELA IRIGARAY Procurador CELESTINO GOULART Adjunto de Procurador CEZAR MIOLA Procuradores de Justiça ROBERTO RUDOLFO CARDOSO EILERT MARIO ROMERA Auditores Substitutos de Conselheiro JUDITH HOFMEISTER MARTINS COSTA ADERBAL TORRES DE AMORIM HELOISA TRIPOLI GOULART PICCININI ROZANGELA MOTISKA BERTOLO ROSANE HEINECK SCHMITT VERGILIO PERIUS

3 EQUIPE RESPONSÁVEL Conselheiro-Relator Gleno Ricardo Scherer Coordenador Cont. Alcides José Tozzo Contadores Elton Fernandes da Silva Helena Perin Jorge Eduardo Mesquita Freitas Maria Luiza Reginato Economistas Elton Machado Lersch Fernando Augusto Wobeto Revisão Gramatical Cont. Rita Rosane Ketzer Schmitt Bibl. Rossana de Lucena Sistemas e Processamento de Dados Cont. Claudio Gilmar Redivo Digitação Mirele Costa Moraes

4 Superintendente-Geral Omar Jacques Amorim Chefe do Gabinete da Presidência João Leonel Rebés Guimarães Superintendente de Controle Externo Geraldo Otelo Selbach Superintendente Administrativo César Augusto Pinto Ribeiro

5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 - ANÁLISE DAS GESTÕES ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E PATRIMONIAL DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA ESTADUAL GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Relação entre a Receita e a Despesa Orçamentárias Receita Evolução das Receitas Receitas Correntes ICMS Transferências Aplicações Financeiras Receitas de Capital Operações de Crédito Receita Efetiva Despesa Evolução das Despesas Despesas Correntes Despesa com Pessoal - Análise segundo a Lei Estadual nº , de Despesas de Capital Programa de Reforma do Estado Movimentação Financeira - Saldo e Aplicação Reflexos do Programa de Reforma do Estado GESTÃO FINANCEIRA Movimentação Financeira Movimentação Financeira dos Recursos Vinculados GESTÃO PATRIMONIAL Patrimônio Financeiro Ativo Financeiro Passivo Financeiro Situação Líquida Financeira Patrimônio Permanente Ativo Permanente Participações Créditos Dívida Ativa Passivo Permanente Dívida Fundada Dívida Fundada Interna Dívida Fundada Externa Gestão da Dívida Pública VARIAÇÕES PATRIMONIAIS... 86

6 - 6 - CAPÍTULO 2 - ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS NAS ADMINIS- TRAÇÕES DIRETA E INDIRETA FUNÇÃO 06 - DEFESA NACIONAL E SEGURANÇA PÚBLICA FUNÇÃO 08 - EDUCAÇÃO E CULTURA FUNÇÃO 13 - SAÚDE E SANEAMENTO FUNÇÃO 16 - TRANSPORTE CAPÍTULO 3 - ANÁLISE DAS GESTÕES ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E ECONÔMICA DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA E SOCIE- DADES CONTROLADAS AUTARQUIAS Análise Consolidada dos Balanços Orçamentários Análise Consolidada dos Balanços Financeiros Análise Consolidada dos Balanços Patrimoniais Análise Consolidada das Demonstrações das Variações Patrimoniais Recursos Transferidos da Administração Direta FUNDAÇÕES Análise Consolidada dos Balanços Orçamentários Análise Consolidada dos Balanços Financeiros Análise Consolidada dos Balanços Patrimoniais Análise Consolidada das Demonstrações das Variações Patrimoniais Recursos Transferidos da Administração Direta SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA E ENTIDADES CONTROLADAS Análise Consolidada dos Balanços Patrimoniais Análise Consolidada das Demonstrações do Resultado do Exercício Recursos Transferidos da Administração Direta Destaques Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A - BANRISUL Companhia Estadual do Energia Elétrica - CEEE Companhia Riograndense de Saneamento - CORSAN SÍNTESE DO RELATÓRIO CONCLUSÃO E VOTO PARECER

7 INTRODUÇÃO

8 INTRODUÇÃO O Tribunal de Contas, em atenção ao que prescreve o artigo 71 da Constituição Estadual, dando cumprimento às atribuições estatuídas no artigo 70 do mesmo texto constitucional, procedeu exame nas contas apresentadas pelo Exmo. Sr. Governador do Estado, relativas ao exercício de O presente Relatório abrange os resultados do acompanhamento da execução orçamentária, a análise do Balanço Geral do Estado, levantado pela Contadoria e Auditoria- Geral do Estado, bem como a conferência dos registros constantes da contabilidade da Secretaria da Fazenda, buscando evidenciar os resultados alcançados pela Administração Estadual no exercício de 1998 e, também, a observância aos princípios constitucionais de eficiência, eficácia e economicidade. Assim, a análise foi dividida em três capítulos, processando-se exame genérico sobre os programas estabelecidos no orçamento aprovado pela Lei Estadual nº , de No Capítulo 1 - Análise das Gestões Orçamentária, Financeira e Patrimonial da Administração Direta Estadual - demonstra-se o comportamento da Receita, da Despesa, da Situação Líquida Global e da Dívida Pública do Estado no exercício examinado e no decênio 1989/1998. Já no Capítulo 2 - Análise da Utilização dos Recursos nas Administrações Direta e Indireta - examina-se a aplicação dos recursos no atendimento ao interesse público, através da atuação do Governo nas áreas de interesse social e de infra-estrutura, nas funções de Defesa Nacional e Segurança Pública, Educação e Cultura, Saúde e Saneamento e Transporte.

9 - 9 - No Capítulo 3 - Análise das Gestões Orçamentária, Financeira e Econômica da Administração Indireta e Sociedades Controladas - efetua-se análise da situação econômicofinanceira da Administração Indireta do Estado, que é constituída por 07 (sete) Autarquias, 17 (dezessete) Fundações e 18 (dezoito) Sociedades de Economia Mista e Sociedades Controladas. Para tanto, selecionou-se para um exame mais aprofundado, as seguintes entidades: o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (BANRISUL); a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) e a Companhia Riograndense de Saneamento (CORSAN). A análise consolidada, também procedida neste Capítulo, demonstra, em termos globais, o comportamento dos valores ativos e passivos das entidades, bem como o desempenho das mesmas, em termos operacionais. Ainda, por oportuno, informa-se que as atualizações dos valores lançados neste trabalho basearam-se nos índices gerais de preços - Disponibilidade Interna (médio e dezembro), fornecidos pela Revista Conjutura Econômica da Fundação Getúlio Vargas, publicada em março de Por fim, apresenta-se a Síntese do Relatório, a qual contém os principais tópicos abordados no Trabalho, e a Conclusão, que indica medidas que deverão ser adotadas para a defesa do interesse público. Desta forma, o Egrégio Plenário deste Tribunal de Contas, estará em condições de emitir Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Estado, referentes ao exercício de 1998, para julgamento pela Assembléia Legislativa.

10 CAPÍTULO 1

11 CAPÍTULO 1 - ANÁLISE DAS GESTÕES ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E PATRIMONIAL DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA ESTADUAL Neste Capítulo, busca-se oferecer uma análise da gestão dos recursos quanto à execução do orçamento, em termos econômicos e financeiros, não somente no que se refere às realizações de 1998, mas relacionando-as com os valores e índices mostrados em anos e gestões anteriores, através de uma série histórica que contempla os últimos dez exercícios, com valores corrigidos até dezembro de GESTÃO ORÇAMENTÁRIA A Lei Estadual nº , de (Diretrizes Orçamentárias para 1998), orientou a elaboração da proposta orçamentária da Administração Pública Estadual, consubstanciada na Lei Estadual nº , de , que, em Orçamento Único (compreendendo o Orçamento Fiscal referente aos Poderes do Estado, seus Fundos, Órgãos e Entidades da Aministração Direta e Indireta - Autarquias e Fundações), alocou recursos na ordem de R$ mil, a preços de julho de Cumpre observar que o IPERGS não está integrado ao Orçamento Único, pois este não contempla o orçamento de seguridade social, conforme mencionado na mensagem do Chefe do Poder Executivo que acompanhou a proposta orçamentária encaminhada à Assembléia Legislativa. A receita prevista e a despesa fixada para a Administração Direta foram de R$ mil, a preços de julho de O artigo 4º da Lei Orçamentária previu a atualização dos saldos das dotações da receita e da despesa pela variação acumulada do IGP-M/FGV, se este atingisse ou superasse 7%, contado a partir de janeiro de 1998.

12 GESTÃO ORÇAMENTÁRIA EXERCÍCIO DE 1998 Em R$ mil ESPECIFICAÇÃO VALOR RELATIVO BASE FIXA Lei Estadual nº / ,0 Créditos Especiais ,5 Créditos Suplementares ,8 Reduções , TOTAL AUTORIZADO , Fonte: Balanço Geral do Estado. Destaca-se que a proposta orçamentária para 1998 permitia, em seu artigo 5º, a abertura de créditos suplementares não sujeitos a limites para atender às despesas relativas à aplicação ou transferência de receitas vinculadas, para suportar gastos com pessoal, encargos sociais e serviço da dívida, para aplicação das receitas próprias das entidades da Administração Indireta do Estado que excedam à previsão orçamentária correspondente e para aplicação de receitas de convênios intragovernamentais nos casos em que os recursos a serem repassados já estejam previstos na Lei Orçamentária. Para atender a "outras despesas correntes", o limite era de 15% do valor inicial atualizado de cada dotação orçamentária. forma: Resumidamente, o Balanço Orçamentário do Estado apresenta-se da seguinte BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 1998 E 1997 Em R$ mil* RECEITAS * Var.% DESPESAS * Var.% Receitas Correntes Despesas Correntes ICMS ,37 Pessoal e Encargos ,02 Outras Rec.Correntes ,80 Juros e Enc. da Dívida ,93 Transf.Const. a Municípios ,90 Outras Despesas Correntes , Total Receitas Correntes ,65 Total Despesas Correntes , Receitas de Capital Despesas de Capital Oper.Crédito (inclui rolagem) ,73 Investimentos ,27 Alien.de Bens (Partic.Societ.) ,52 Amortização da Dívida ,19 Outras Receitas de Capital ,29 Outras Desp.de Capital , Total Receitas de Capital ,38 Total Despesas de Capital , Total das Despesas , Superávit Orçamentário , Total das Receitas ,00 Total das Desp.e Superáv , Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio).

13 O Programa de Reforma do Estado (Receita de Alienação de Participações Societárias - Recurso nº 0133 e Receita de Alienação de Direitos de Subscrição - Recurso nº 0167), cujas operações geraram um resultado positivo, no exercício, de R$ mil, contribuiu, decisivamente, para a geração do Superávit Orçamentário do Exercício no valor de R$ mil. Cabe destacar, contudo, que dos recursos do Programa de Reforma do Estado foram utilizados R$ mil para pagamento de despesas com amortização e encargos da dívida pública. Assim, caso não houvesse as referidas alienações, o Superávit transformar--se-ia em Déficit Orçamentário do Exercício no montante de R$ mil. Repetiu-se, neste exercício, a utilização de Recursos Vinculados, denominados componentes do Passivo Potencial do Balanço Geral do Estado, correspondentes a R$ mil (incluso o resultado positivo de R$ mil retromencionado), para a cobertura de déficit do Tesouro do Estado. Tais valores constituem-se basicamente de parcelas de Recursos Vinculados, transferidos ao Estado através de convênios firmados com a União, ou recebidos através de operações de crédito, ou mesmo aqueles referentes a fundos especiais, e que, por força de lei, devem ser depositados em contas próprias, vinculadas. Esses recursos vêm sendo, sistematicamente, utilizados para suprir insuficiências de caixa do Tesouro. Tal procedimento obriga o Estado a empenhar os respectivos valores nos Programas a que se destinavam, ou seja, o chamado Passivo Potencial, do qual a CAGE possui um registro paralelo, e cujo demonstrativo integra o Balanço Geral do Estado (fls. 118 a 131, vol. IV e 162 a 216, vol. I). No exercício de 1998, tais valores, como já referido anteriormente, alcançaram R$ mil, apresentando a seguinte composição e movimentação: Em R$ mil RECURSO SALDO EXERCÍCIO INGRESSO DESPESA VALOR INCLUÍDO/ SALDO A ANTERIOR EMPENHADA EXCLUÍDO (*) EMPENHAR Estadual Federal Operação de Crédito Inst. Privada TOTAL (*) Inclusão não considerada como receita vinculada e exclusão não considerada na despesa.

14 Dentre os recursos estaduais, salientaram-se o Fundo de Investimento do Programa Integrado de Melhoria Social - R$ mil, as Receitas Vinculadas ao Fundo de Reaparelhamento de Estradas - Estradas do Sul - R$ mil e as Receitas Vinculadas ao Pagamento de Servidores da CEERGS no valor de R$ mil. Dentre os recursos federais, destacaram-se os Recursos do Salário Educação - R$ mil (Balanço Geral do Estado, vol. IV, págs. 129 e 130) RELAÇÃO ENTRE A RECEITA E A DESPESA ORÇAMENTÁRIAS Conforme dados do Balanço Geral do Estado, as operações financeiras decorrentes da gestão orçamentária podem ser assim demonstradas, conforme sua origem: Em R$ mil RECEITA ARRECADADA: - Própria de Terceiros DESPESA REALIZADA: - Corrente de Capital SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO seguinte: O resultado orçamentário, demonstrado a partir das previsões iniciais, é o Em R$ mil RECEITA A MAIOR Receita Orçada (-) Receita Realizada DESPESA A MAIOR: Despesa Fixada (-) Despesa do Exercício SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO DO EXERCÍCIO

15 Portanto, a Receita Arrecadada (R$ mil) superou em R$ mil os valores previstos, sendo suficiente para dar suporte aos gastos de competência do exercício, que alcançaram R$ mil. A tabela e o gráfico evidenciam a relação entre a Receita e a Despesa do Estado na forma como foram registradas nos últimos anos: EVOLUÇÃO DA RECEITA E DESPESA ORÇAMENTÁRIAS PERÍODO 1989/1998 Em R$ mil* RECEITA DESPESA RECEITA ANO SOBRE VALOR RELATIVO VALOR RELATIVO DESPESA BASE FIXA BASE FIXA % , ,00 100, , ,61 96, , ,06 96, , ,20 94, , ,96 97, , ,11 96, , ,87 92, , ,79 100, , ,81 104, , ,05 103, Média: 1º Qüinq , ,57 97,26 2º Qüinq , ,13 99,95 Decênio , ,35 98, Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio). A supremacia dos gastos sobre os ingressos, que caracterizou o período 1990/95, teve o seu ponto marcante no exercício de 1995, quando a Receita representou apenas 92,00% da Despesa. Em 1989, 1996, 1997 e 1998, verificaram-se os superávits do decênio, quando as Receitas foram superiores às Despesas em, no máximo, 4,73% (1997). A Receita Orçamentária apresentou tendência de crescimento, notadamente no último qüinqüênio, sendo que, no exercício em análise, apresentou o maior crescimento: 98,33% em relação ao ano-base (1989) e 25,00% em relação a 1997.

16 RESULTADO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA PERÍODO 1995/1998 Em R$ milhões* Receita Despesa Resultado Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Vls. inflac. pelo IGP-DI/FGV (médio).

17 Da mesma forma, a Despesa Orçamentária registrou tendência de crescimento. No exercício em análise, ocorreu a maior elevação, ou seja, de 94,05% em relação ao anobase (1989) e 26,98% em relação a No primeiro qüinqüênio, o déficit financeiro médio foi de R$ mil, reduzindo-se para R$ mil nos últimos cinco anos da série. Nos dez anos analisados, verifica-se que o déficit médio ficou em R$ mil, sendo que, no exercício em exame, o resultado positivo foi de R$ mil, o segundo melhor registrado no decênio. Em relação ao desempenho da Receita Orçamentária, verifica-se que, em todas as oportunidades, dentro dos dez anos analisados, os valores foram inferiores ao verificado no exercício em análise. Quanto à Despesa Orçamentária, constata-se que o maior valor apresentado também ocorreu no exercício em análise RECEITA A Receita Total do exercício de 1998 foi de R$ mil e, como já foi referido, apresentou um crescimento de 98,33% em relação a 1989 (primeiro ano da série) e de 25,00% em comparação com os valores arrecadados em A Receita Auferida em 1998 foi a maior registrada no decênio. A Receita Total Média do segundo qüinqüênio (R$ mil) foi superior em 37,99% à verificada nos primeiros 05 (cinco) anos, evidenciando uma tendência de crescimento nos valores médios arrecadados. Nos dez anos da série sob exame, a média da Receita Arrecadada foi de R$ mil, ou seja, em 1998, a receita superou a média em 57,77%. Observa-se, entretanto, que, se retiradas as receitas atípicas do Programa de Reforma do Estado (R$ mil), este percentual cai para apenas 40,30%. Em 1998, 53,93% da Receita Total correspondiam às Receitas Correntes (R$ mil), e 46,07% referiam-se às Receitas de Capital (R$ mil). Ao longo do decênio, verifica-se que a participação média das Receitas Correntes e de Capital, em relação à Receita Total, foi de 75,98% e 24,02%, respectivamente, conforme se demonstra a seguir:

18 RECEITAS CORRENTES E DE CAPITAL PERÍODO 1989/1998 Em R$ mil* RECEITAS CORRENTES RECEITAS DE CAPITAL RECEITA TOTAL ANO REL. VARIA- PARTIC. REL. VARIA- PARTIC. REL. VARIA- VALOR BASE ÇÃO % VALOR BASE ÇÃO % VALOR BASE ÇÃO FIXA ANUAL FIXA ANUAL FIXA ANUAL ,00-94, ,00-5, , ,93-6,07 79, ,55 367,55 21, ,88 12, ,31-7,05 90, ,68-61,57 9, ,99-18, ,28 19,44 89, ,28 33,73 10, ,18 20, ,69-2,49 86, ,44 27,95 13, ,12 0, ,46-1,21 80, ,10 44,13 19, ,83 5, ,52-0,93 82, ,77-13,62 17, ,89-3, ,40 4,90 70, ,93 111,59 29, ,17 23, ,83-2,46 60, ,59 50,95 39, ,66 13, ,67 10,65 53, ,89 47,38 46, ,33 25, Média: 1º Qüinq ,44 0,96 87, ,99 91,91 12, ,64 4,02 2º Qüinq ,77 2,19 67, ,06 48,09 32, ,77 12,60 Decênio ,61 1,64 75, ,52 67,57 24, ,70 8, Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio) EVOLUÇÃO DAS RECEITAS DEMONSTRATIVO DA EVOLUÇÃO DAS RECEITAS ENTRE OS EXERCÍCIOS DE 1997 E 1998 Em R$ mil* TÍTULO ACRÉSCIMO ACRÉSCIMO % Receitas Tributárias ,58 Receitas de Contribuições ,26 Outras Rec. Correntes , Total Receitas Correntes , Receitas de Operações de Crédito ,73 Receitas de Alienação de Bens ,52 Receitas de Amort. de Emprést ,54 Outras Rec. de Capital , Total das Receitas de Capital , TOTAL GERAL , Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio). Conforme se pode observar, as Receitas de Capital foram as principais responsáveis pelo aumento da Receita Total no exercício, tendo crescido R$ mil, o que equivale a 74,05% do incremento de Receita Total e a um crescimento de 47,38% em relação ao exercício anterior.

19 Dentre as Receitas de Capital, destacaram-se, na Receita de Alienação de Bens, as seguintes operações: Em R$ mil Alienação de de ações O.N. da CRT Alienação de de ações preferenciais nominativas da CORSAN à CADIP Alienação de ações da CRT a empregados Parcela das sobras de ações adquiridas pelos vencedores do leilão de alienação das ações da Companhia Norte-Nordeste de Distribuição de Energia Elétrica, ocorrido no exercício anterior Restituição de valor de ações decorrente da redução do capital social da CEEE Alienação da Carteira de Créditos Imobiliários da COHAB à CEF TOTAL DAS OPERAÇÕES MENCIONADAS (Balanço Geral do Estado, vol. IV, fls. 55 e 57). Nas Receitas de Operações de Crédito: - Em R$ mil Rolagem dos títulos da dívida pública estadual (LFTs - RS) Contratos firmados com a CEF, BIRD, FINEP, BID e Banco do Brasil, referentes aos financiamentos dos Programas PNAFE/PROMOFAZ, de Reforma do Estado, Pró-Rural 2000, de Restauração e Manutenção de Rodovias, de Pavimentação de Rodovias, FAPERGS, Pró-Guaíba PROES - Programa de Estímulo à Redução do Setor Público Estadual na Atividade Bancária (financiar o programa de saneamento do BANRISUL e a transformação da Caixa Econômica Estadual em Agência de fomento) TOTAL DAS OPERAÇÕES MENCIONADAS (Balanço Geral do Estado, vol. IV. fls. 50, 107 e 108). No que se refere ao incremento das Receitas Correntes, no valor de R$ mil, percebe-se que o mesmo equivale a 25,95% do incremento da Receita Total ocorrido no exercício e a um crescimento de 10,65% em relação ao exercício anterior. Assim sendo, observa-se que: a) na Receita Tributária, destacam-se os seguintes aspectos: Em R$ mil Aumento de arrecadação do ICMS, em relação ao exercício anterior, em 2,37% (considerando-se apenas aquele registrado na conta código no total de R$ mil em 1998 e R$ mil em 1997) Aumento de arrecadação do IPVA, no exercício, de 12,04% (considerando-se apenas aquele registrado na conta código Balanço Geral do Estado, vol. IV, fls. 49) TOTAL DOS ACRÉSCIMOS DE ARRECADAÇÃO MENCIONADOS

20 b) nas Outras Receitas Correntes, encontra-se o maior incremento das Receitas Correntes, notadamente nas contas: Em R$ mil Outras Receitas Patrimoniais, conta , com um acréscimo de 39,61% em relação ao exercício anterior Transferências Intergovernamentais, conta , com um acréscimo de 29,25% Anulação de Restos a Pagar, conta , com um acréscimo de 431,75% TOTAL DOS ACRÉSCIMOS MENCIONADOS A evolução da Receita Própria Líquida do Estado pode ser assim demonstrada: RECEITA PRÓPRIA LÍQUIDA Em R$ mil* Receita Orçamentária Total (-) Participações Constitucionais dos Municípios (-) Operações de Créditos Receita Própria Líquida - B.G.E./98, vol. IV, fl (-) Eliminação dos efeitos das alienações relacionadas com o Programa de Reforma do Estado (-) Receita de alienação de bens não considerada no PRE (alienação de ações da CORSAN - R$ mil; redução do capital social da CEEE - R$ mil; alienação da Carteira de Créditos Imobiliários da COHAB - R$ mil) Receita Própria Líquida Ajustada Receita Própria Líquida Ajustada do exercício de Acréscimo de Receita Própria Líquida Ajustada no exercício: 8,78% Fonte: Balanço Geral do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio). Os gráficos que seguem evidenciam a participação das Receitas de ICMS, Transferências e Aplicações Financeiras em relação à Receita Efetiva, entendida como a Receita Orçamentária deduzida das suas Mutações Patrimoniais:

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral 1 RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO FRENTE À LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO EXERCÍCIO DE 2012 Este relatório tem por objetivo abordar, de forma resumida, alguns aspectos

Leia mais

O Caixa Único do Estado e a Lei de Responsabilidade Fiscal

O Caixa Único do Estado e a Lei de Responsabilidade Fiscal O Caixa Único do Estado e a Lei de Responsabilidade Fiscal Roberto B. Calazans O objetivo desse texto, dentro do princípio da transparência da Lei de Responsabilidade Fiscal, é contribuir para demonstrar

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ LEI Nº 5456, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012. Estima a receita e fixa a despesa do Município de Sumaré para o exercício financeiro de 2013, e dá outras providências.- O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ seguinte

Leia mais

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil R I S C O S F I S C A I S (Artigo 4º, 3º da Lei Complementar nº 101/2000) A Lei Complementar n.º 101 de 2002 Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá o Anexo

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SETOR PÚBLICO Englobam todos os fatos contábeis e atos que interessam

Leia mais

Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014

Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014 Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014 Introdução Este relatório apresenta os principais resultados da gestão orçamentária

Leia mais

5.4 Balanço Patrimonial

5.4 Balanço Patrimonial IV - Quociente Financeiro de Execução Os números demonstram, nos três períodos, superávit orçamentário e financeiro, considerando-se também para as despesas em regime de caixa. V - Saldos Financeiros Os

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis Contabilidade Pública Aula 4 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Plano de Contas Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão Consiste em um rol ordenado de forma sistematizada de contas

Leia mais

VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64

VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64 VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64 Apresentação Este volume compõe o Balanço Geral do Estado do exercício financeiro 2010. Nele são apresentados os anexos exigidos na LEI 4.320/64. LUIZ MARCOS DE LIMA SUPERINTENDENTE

Leia mais

RECEITA. Despesas Correntes, sob forma: Tributária Patrimonial Industrial Recursos financeiros Outras. Tributo: Definição: Receita derivada,

RECEITA. Despesas Correntes, sob forma: Tributária Patrimonial Industrial Recursos financeiros Outras. Tributo: Definição: Receita derivada, RECEITA Definição : receita recebida de pessoa de direito público Definição: Receita recebida de pessoas de direito público ou privado, ou privado, para atender despesas classificáveis em para atender

Leia mais

Anexo 12 - Balanço Orçamentário

Anexo 12 - Balanço Orçamentário Anexo 12 - Balanço Orçamentário BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EXERCÍCIO: PERÍODO (MÊS) : DATA DE EMISSÃO: PÁGINA: PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS SALDO RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS INICIAL ATUALIZADA REALIZADAS (a) (b) c

Leia mais

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade Metas Fiscais e Riscos Fiscais Secretaria do Tesouro Nacional Conselho Federal de Contabilidade 2012 Curso Multiplicadores 2012 Programa do Módulo 2 Metas Fiscais e Riscos Fiscais CH: 04 h Conteúdo: 1.

Leia mais

ANEXO DE RISCOS FISCAIS TABELA 1 - DEMONSTRATIVO DE RISCOS FISCAIS E PROVIDÊNCIAS 2013 ARF (LRF, art. 4º, 3º) PASSIVOS CONTINGENTES PROVIDÊNCIAS Descrição Valor Descrição Valor Abertura de créditos adicionais

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.522, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003 Estima a Receita, fixa a Despesa do Estado para o exercício financeiro de 2004 e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER

Leia mais

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS V - AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO PARÁ RPPS A Emenda Constitucional nº 20, de 15

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU Alterações em relação ao arquivos publicados em 03/06/2014: Item alterado/incluído Motivo Regras de consolidação. b.8 Numeração errada. Regras de consistência, b Exclui-se as consignações do passivo financeiro

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

Da confrontação entre a Receita Arrecadada e a Despesa Realizada, no exercício de 2001, verifica-se um Déficit Orçamentário de R$ 323.706.193,60.

Da confrontação entre a Receita Arrecadada e a Despesa Realizada, no exercício de 2001, verifica-se um Déficit Orçamentário de R$ 323.706.193,60. CAPITULO IV 4. DOS BALANÇOS GERAIS 4.1. Balanços da Administração Direta 4.1.1. Balanço Orçamentário O Balanço Orçamentário consiste em comparar as receitas previstas com as realizadas, bem como as despesas

Leia mais

Análise de Balanços. Flávia Moura

Análise de Balanços. Flávia Moura Análise de Balanços Flávia Moura 1 Tópicos para Reflexão O que é análise de balanços? A análise de balanços consiste em proceder a investigações dos fatos com base nos dados Para que serve a análise de

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO Existe conceito de Contabilidade como um todo. Contabilidade é a ciência que estuda e pratica as funções de orientação e controle relativas aos atos e

Leia mais

Câmara Municipal de Uberaba Sua Confiança. Nosso Trabalho. LEI N.º 9.623

Câmara Municipal de Uberaba Sua Confiança. Nosso Trabalho. LEI N.º 9.623 Sua Confiança. Nosso Trabalho. LEI N.º 9.623 Estima a receita e fixa a despesa do Município de Uberaba para o exercício de 2005, e contém outras disposições. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas

Leia mais

CONSULTA N. 809.491 EMENTA:

CONSULTA N. 809.491 EMENTA: Utilização do saldo positivo da reserva do regime próprio de previdência social para abertura de créditos adicionais suplementares. Arquivamento de notas de empenho pela administração pública CONSULTA

Leia mais

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2010 2011 RECEITA Crescimento da Receita Total 19,8 3,7 Receitas Correntes / Receita Total 61 67,2 Crescimento das

Leia mais

Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos

Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos Planejamento Urbano O orçamento importa! O Planejamento está subordinado ao orçamento? Restrições orçamentárias ou

Leia mais

perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público Demonstrações Contábeis sob a perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público

perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público Demonstrações Contábeis sob a perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público Demonstrações Contábeis sob a perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público Demonstrações Contábeis sob a perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público QUEM ATUALIZOU AS DEMONSTRAÇÕES?

Leia mais

Documento gerado em 28/04/2015 13:31:35 Página 1 de 42

Documento gerado em 28/04/2015 13:31:35 Página 1 de 42 DCA-Anexo I-AB Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo Padrao Balanço Patrimonial Ativo - Ativo - 1.0.0.0.0.00.00 - Ativo 96.744.139,42 1.1.0.0.0.00.00 - Ativo Circulante 24.681.244,01 1.1.1.0.0.00.00 -

Leia mais

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. Institui o Plano de Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS decreto e eu sanciono

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO INDIRETA

ADMINISTRAÇÃO INDIRETA GLOSSÁRIO A AÇÃO GOVERNAMENTAL: Conjunto de operações, cujos produtos contribuem para os objetivos do programa governamental. A ação pode ser um projeto, atividade ou operação especial. ADMINISTRAÇÃO DIRETA:

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI COMPLEMENTAR Nº 13.757, DE 15 DE JULHO DE 2011. (publicada no DOE nº 137, de 18 de julho de 2011) Dispõe sobre

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTÁRIA CAPITULO III CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO DIRETA 31 3 CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTÁRIA - ADMINISTRAÇÃO DIRETA 3.1 DOS BALANÇOS 3.1.1 - Resultado Financeiro do Exercício Considerando que a receita arrecadada

Leia mais

ROTEIRO DE AUDITORIA DE CONTABILIDADE PÚBLICA

ROTEIRO DE AUDITORIA DE CONTABILIDADE PÚBLICA SISTEMA ORÇAMENTÁRIO 1 - RECEITAS 1.1 - Orçamento da Receita 1.2 - Receita Prevista 1.3 - Execução Orçamentária da Receita ROTEIRO DE AUDITORIA DE CONTABILIDADE PÚBLICA I - Verificar se os registros das

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Estudo Técnico n.º 17/2013 CÂMARA DOS DEPUTADOS OBRIGATORIEDADE DE APLICAÇÃO DO EXCESSO DE ARRECADAÇÃO DOS RECURSOS QUE COMPÕEM O FUNDEB E DAQUELES DESTINADOS À MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO.

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA CLASSIFICAÇÃO DAS DESPESAS Atualizado em 14/10/2015 CLASSIFICAÇÕES DA DESPESA ESFERA ORÇAMENTÁRIA A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS MARCONI FERREIRA PERILLO JUNIOR GOVERNADOR DO ESTADO ANA CARLA ABRÃO COSTA SECRETÁRIA DE ESTADO DA FAZENDA

ESTADO DE GOIÁS MARCONI FERREIRA PERILLO JUNIOR GOVERNADOR DO ESTADO ANA CARLA ABRÃO COSTA SECRETÁRIA DE ESTADO DA FAZENDA ESTADO DE GOIÁS MARCONI FERREIRA PERILLO JUNIOR GOVERNADOR DO ESTADO ANA CARLA ABRÃO COSTA SECRETÁRIA DE ESTADO DA FAZENDA ESTADO DE GOIAS SECRETARIA DA FAZENDA SUPERINTENDENTE DE CONTABILIDADE GERAL SUSEL

Leia mais

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO O resultado primário, que exclui das receitas totais os ganhos de aplicações financeiras e, dos gastos totais,

Leia mais

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL RELATÓRIO CONTÁBIL Anexo I RELATÓRIO CONTÁBIL Análise das contas orçamentárias, financeiras, patrimoniais e das incorporações referentes aos balanços das unidades que compõe a no exercício de 2007. I APRESENTAÇÃO

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO : PCP 06/00076210 UNIDADE : Município de BALNEÁRIO CAMBORIÚ RESPONSÁVEL : Sr. RUBENS SPERNAU - Prefeito

Leia mais

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais,

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012 Dispõe sobre procedimentos e prazos relativos ao encerramento do exercício de 2012 e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012 Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta Analista-Contabilidade 1 Primeiramente, é necessário Apurar o Resultado pois, como

Leia mais

Total 420.044.577,42 Total 420.044.577,42

Total 420.044.577,42 Total 420.044.577,42 Anexo 01 Demonstrativo da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas RECEITA DESPESA RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES RECEITA PATRIMONIAL 1.324.567,17 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA 0,00 RECEITA

Leia mais

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO - FND (Administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES)

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO - FND (Administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES) FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO - FND Econômico e Social - BNDES) DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2002 E DE 2001 FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO - FND Econômico e Social - BNDES) DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC.

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC. 1 ANEXO III - PT/MPS Nº 95, DE 06 DE MARÇO DE 2007 DOU DE 07.03.07 MODELOS E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS SÃO AS EXTRAÍDAS DOS LIVROS, REGISTROS E

Leia mais

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000.

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000. Olá, pessoal! Comento neste toque as questões de Contabilidade Pública que caíram no concurso para conselheiro substituto do TCE-CE. A banca foi a Fundação Carlos Chagas. Aproveito a oportunidade para

Leia mais

Metodologia de Elaboração dos Demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal RGF

Metodologia de Elaboração dos Demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal RGF Metodologia de Elaboração dos Demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal RGF 3º Quadrimestre/2008 Centro Administrativo do Governo Rodovia SC 401 - km. 5, nº 4600 Saco Grande II - Florianópolis - SC

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 3. Apresentação. Definição de Receita Pública. Receita Pública. Classificação da Receita Pública

Contabilidade Pública. Aula 3. Apresentação. Definição de Receita Pública. Receita Pública. Classificação da Receita Pública Contabilidade Pública Aula 3 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Definição de Receita Pública Um conjunto de ingressos financeiros com fonte e fatos geradores próprios e permanentes, oriundos da ação

Leia mais

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional;

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional; Código: MAP-DIFIN-001 Versão: 00 Data de Emissão: XX/XX/XXXX Elaborado por: Gerência de Contabilidade Aprovado por: Diretoria de Finanças e Informações de Custos 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos

Leia mais

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal.

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NO SETOR PÚBLICO Adriana Oliveira Nogueira Universidade de Fortaleza (UNIFOR-CE) adriana@secon.ce.gov.br Manuel Salgueiro Rodrigues Júnior Universidade

Leia mais

ANÁLISE E AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO 1º QUADRIMESTRE/2006

ANÁLISE E AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO 1º QUADRIMESTRE/2006 ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA DIRETORIA DE CONTABILIDADE GERAL DCOG GERÊNCIA DE ESTUDOS E NORMATIZAÇÃO CONTÁBIL - GENOC ANÁLISE E AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO

Leia mais

Área Técnica: Equipe responsável pelo SIOPS Área de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva Ministério da Saúde.

Área Técnica: Equipe responsável pelo SIOPS Área de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva Ministério da Saúde. Assunto: Composição dos indicadores estaduais calculados automaticamente pelo SIOPS, após a declaração de dados contábeis, pelos Estados e pelo DF, a partir do SIOPS 2007 semestral. Área Técnica: Equipe

Leia mais

XI Semana de d Adminis minis ação Orç Or amen amen ária , Financeira r e d e e d Contr Con a tr t a ações Públi Púb cas

XI Semana de d Adminis minis ação Orç Or amen amen ária , Financeira r e d e e d Contr Con a tr t a ações Públi Púb cas XI Semana de Administração Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas Oficina nº 63 Consultas às Demonstrações Contábeis no SIAFI ABOP Slide 1 XI Semana de Administração Orçamentária, Financeira

Leia mais

LEI Nº. 1293/10- DE 05 DE JULHO DE 2010. SEBASTIÃO DE OLIVEIRA BAPTISTA, Prefeito do Município de São Francisco, Estado de São Paulo,

LEI Nº. 1293/10- DE 05 DE JULHO DE 2010. SEBASTIÃO DE OLIVEIRA BAPTISTA, Prefeito do Município de São Francisco, Estado de São Paulo, LEI Nº. 1293/10- DE 05 DE JULHO DE 2010 Dispõe sobre as diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro de 2011 e dá outras providências. SEBASTIÃO DE OLIVEIRA BAPTISTA, Prefeito do Município de São

Leia mais

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 Balanço Financeiro Período: 01/01/2012 a 31/12/2012 INGRESSOS DISPÊNDIOS ESPECIFICAÇÃO Exercício Anterior

Leia mais

Darcy Francisco Carvalho dos Santos (Contador e Economista)

Darcy Francisco Carvalho dos Santos (Contador e Economista) Julho de 2011 A questão da dívida pública do Estado do RS Darcy Francisco Carvalho dos Santos (Contador e Economista) Estudos e Trabalhos sobre Finanças Públicas Estaduais www.darcyfrancisco.com.br A questão

Leia mais

Anexo Único da Portaria nº 175 de 15 de janeiro de 2014.

Anexo Único da Portaria nº 175 de 15 de janeiro de 2014. Anexo Único da Portaria nº 175 de 15 de janeiro de 2014. Rotina CONOR/SUNOT/CGE n.º 004/2013 Trata a presente rotina dos procedimentos contábeis para os registros patrimoniais e orçamentários do Fundo

Leia mais

RESUMÃO. Administração Direta dos entes públicos;

RESUMÃO. Administração Direta dos entes públicos; RESUMÃO CONTABILIDADE PÚBLICA A Contabilidade Pública é um ramo da ciência contábil e tem o objetivo de captar, registrar e interpretar os fenômenos que afetam as situações orçamentárias, financeiras e

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU Alterações em relação aos arquivos publicados em 10/11/2014: Item alterado/incluído Evento 1.9 Evento 2.20.8 Evento 2.72.13 Motivo Obs: Os créditos relativos à Dívida Ativa podem ser registrados somente

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VARGEM BONITA - M.G Livro Nº 18 Folha Nº 015

PREFEITURA MUNICIPAL DE VARGEM BONITA - M.G Livro Nº 18 Folha Nº 015 Folha Nº 015 LEI Nº. 1.058/2014 ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MUNICÍPIO PARA O EXERCÍCIO DE 2015 O Prefeito do Município: Faço saber que a Câmara Municipal de Vargem Bonita aprovou e eu sanciono

Leia mais

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário

Leia mais

SOARES & ASSOCIADOS AUDITORES INDEPENDENTES

SOARES & ASSOCIADOS AUDITORES INDEPENDENTES SOARES & ASSOCIADOS AUDITORES INDEPENDENTES Ilmos. Srs. Diretores e Acionistas de BVA Seguros S/A Rio de Janeiro - RJ RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Examinamos as demonstrações financeiras individuais

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO PCP 08/00199278 UNIDADE Município de Joinville RESPONSÁVEL Sr. Marco Antonio Tebaldi - Prefeito Municipal

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE SALTO VELOSO IPRESVEL RELATÓRIO DE GESTÃO EXERCÍCIO 2014.

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE SALTO VELOSO IPRESVEL RELATÓRIO DE GESTÃO EXERCÍCIO 2014. INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE SALTO VELOSO IPRESVEL RELATÓRIO DE GESTÃO EXERCÍCIO 2014 Salto Veloso, SC O IPRESVEL O Instituto de Previdência Social dos Servidores

Leia mais

Lei de Responsabilidade Fiscal

Lei de Responsabilidade Fiscal AOF Lei de Responsabilidade Fiscal PLANEJAMENTO Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei Orçamentária Anual Execução Orçamentária e do Cumprimento das Metas RECEITA PÚBLICA Previsão e da Arrecadação Renúncia

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Comentários sobre a Avaliação da Situação Financeira do FAT, anexa ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2016 Elisangela Moreira da Silva

Leia mais

Olá, pessoal! Fraternal abraço! Prof. Alipio Filho

Olá, pessoal! Fraternal abraço! Prof. Alipio Filho Olá, pessoal! Comento neste toque as questões de Contabilidade Pública e Orçamento Público que caíram no concurso para conselheiro substituto do TCE-AM. A banca foi a Fundação Carlos Chagas. Aproveito

Leia mais

VI - Sistemas Previdenciários

VI - Sistemas Previdenciários VI - Sistemas Previdenciários Regime Geral de Previdência Social Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais Projeto de Lei Orçamentária Mensagem Presidencial Cabe ao Governo Federal a responsabilidade

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO

ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO Demonstrações Contábeis Em 31

Leia mais

2. RECEITA DE OUTRAS FONTES 1.101.135.119,00 1.3 OUTRAS DESPESAS CORRENTES 1.546.004.708,00

2. RECEITA DE OUTRAS FONTES 1.101.135.119,00 1.3 OUTRAS DESPESAS CORRENTES 1.546.004.708,00 RELATÓRIO DA GESTÃO ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA, PATRIMONIAL E FISCAL 6.1. DO ORÇAMENTO 6.1.1 ORÇAMENTO GERAL O Governo do Estado do Tocantins estabeleceu como bases orçamentárias de sua gestão para o exercício

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

MARCELO OLÍMPIO CARNEIRO TAVARES

MARCELO OLÍMPIO CARNEIRO TAVARES D E C L A R A Ç Ã O O Secretário da Fazenda, no uso das suas atribuições e consoante o disposto no artigo 42, 1º, incisos I e IV, da Constituição do Estado do Tocantins, DECLARA para fins de cumprimento

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei. (*) Os textos contidos nesta base de dados têm caráter meramente informativo. Somente os publicados no Diário Oficial estão aptos à produção de efeitos legais. LEI Nº 3.545, DE 17 DE JULHO DE 2008. Publicada

Leia mais

Receita Orçamentária: conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: conceitos, codificação e classificação 1 Receita Orçamentária: conceitos, codificação e classificação 1 Para melhor identificação dos ingressos de recursos aos cofres públicos, as receitas são codificadas e desmembradas nos seguintes níveis:

Leia mais

QUESTÕES DE AFO SIMULADO 1 ANALISTA ADMINISTRATIVO DO TRF

QUESTÕES DE AFO SIMULADO 1 ANALISTA ADMINISTRATIVO DO TRF QUESTÕES DE AFO SIMULADO 1 ANALISTA ADMINISTRATIVO DO TRF 01 No momento da elaboração do projeto de lei orçamentária anual deve se atentar para algumas normas contidas nas legislações pertinentes à matéria.

Leia mais

As mensagens de erro são representadas por um código seguido da descrição do erro encontrado. Abaixo segue a estrutura do código de erro:

As mensagens de erro são representadas por um código seguido da descrição do erro encontrado. Abaixo segue a estrutura do código de erro: Anexo I - Regras de Validação DCA 2014 O presente anexo possui o objetivo de apresentar a estrutura das mensagens de erros emitidas quando o sistema encontra alguma inconsistência na validação das fórmulas

Leia mais

ATIVO Nota 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE

ATIVO Nota 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE QUADRO I BALANÇOS PATRIMONIAIS ATIVO Nota 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 2.630.185 2.070.467 Fornecedores 115.915 76.688 Contas

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV Versão : 1. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV Versão : 1. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 4 Balanço Patrimonial Passivo 6 Demonstração do Resultado 9 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 1. CODIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA RECEITA Para melhor identificação da entrada dos recursos aos cofres públicos, as receitas são codificadas

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro RELAÇÃO DE DOCUMENTOS INTEGRANTES DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (CONTAS DE GOVERNO) EXERCÍCIO DE 2014 CONFORME OFÍCIO-CIRCULAR Nº 14/2015 PRS/GAP RESPONSABILIZAÇÃO CADASTROS do Prefeito

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO CIRCULANTE 19.549.765,82 17.697.855,44

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO CIRCULANTE 19.549.765,82 17.697.855,44 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO ATIVO R$ CIRCULANTE 19.549.765,82 17.697.855,44 Disponibilidades 1.222.288,96 946.849,34 Mensalidades a receber 4.704.565,74 4.433.742,86 Endosso para terceiros 1.094.384,84

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 12.201, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2004. (publicada no DOE nº 248, de 30 de dezembro de 2004) Institui o fator de

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.692, DE 18 DE JANEIRO DE 2013.

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.692, DE 18 DE JANEIRO DE 2013. RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.692, DE 18 DE JANEIRO DE 2013. Estima a receita e fixa a despesa do Estado do Rio Grande do Norte para o exercício financeiro de 2013 e dá outras providências. A GOVERNADORA

Leia mais

Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron - ABTLuS Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2001 e de 2000 e parecer dos auditores

Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron - ABTLuS Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2001 e de 2000 e parecer dos auditores Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron - ABTLuS Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2001 e de 2000 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes 18

Leia mais

Resolução CNPC Nº. 8 de 31 de outubro de 2011. (Publicado no D.O.U. Nº 241, de 16 de dezembro de 2011, seção I)

Resolução CNPC Nº. 8 de 31 de outubro de 2011. (Publicado no D.O.U. Nº 241, de 16 de dezembro de 2011, seção I) Resolução CNPC Nº. 8 de 31 de outubro de 2011. (Publicado no D.O.U. Nº 241, de 16 de dezembro de 2011, seção I) Dispõe sobre os procedimentos contábeis das entidades fechadas de previdência complementar,

Leia mais

41210.29.13 - Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial. Origem dos dados/descrição LINHA DA DCA

41210.29.13 - Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial. Origem dos dados/descrição LINHA DA DCA ANEXO II VARIAÇÕES PATRIMONIAIS AUMENTATIVAS QDCC_Sistn A planilha abaixo ilustra a aplicação da metodologia simplificada descrita no item 10 da Nota Técnica nº 4/2015/CCONF/SUCON/STN/MFDF ao Plano de

Leia mais

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS SIOPS Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva / Ministério da Saúde

Leia mais

Este Plano de Contas será atualizado pela Gerência de Normas da Diretoria da Contabilidade Pública Genor/Dicop.

Este Plano de Contas será atualizado pela Gerência de Normas da Diretoria da Contabilidade Pública Genor/Dicop. Governo do Estado da Bahia Secretaria da Fazenda P l a n o d e C o n t a s 1 /3 Apresentação Este Plano de Contas tem o propósito de atender, de maneira uniforme e sistematizada, ao registro contábil dos

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado

Leia mais

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4 Conteúdo C.1 Do Objeto...2 C.2 Das Definições...2 C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4 C.4 Da Constituição do PGA...4 C.5 Das Fontes de Custeio Administrativo...4 C.6 Dos Limites de Custeio Administrativo...5

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL REGIONAL JARAGUAENSE - FERJ BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE Valores expressos em Reais. ATIVO Notas 2010 2009

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL REGIONAL JARAGUAENSE - FERJ BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE Valores expressos em Reais. ATIVO Notas 2010 2009 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE ATIVO Notas 2010 2009 CIRCULANTE Caixa e bancos 422.947 20.723 Contas a receber 4 698.224 903.098 Outras contas a receber 5 3.304.465 121.908 Estoques 14.070

Leia mais

Congresso Nacional Setembro/2013. Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Câmara dos Deputados

Congresso Nacional Setembro/2013. Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Câmara dos Deputados Congresso Nacional Setembro/2013 Informativo Conjunto PLOA 2014 Principais elementos característicos do Projeto de Lei Orçamentária para 2014 PL nº 09/2013-CN, encaminhado por intermédio da Mensagem nº

Leia mais

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010 6º Congresso Catarinense de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais 17 e 18 de junho de 2010 RECEITAS E DESPESAS PÚBLICAS: Enfoque Orçamentário X Enfoque Patrimonial

Leia mais

Demonstrativos da Gestão Contábil Patrimonial e Financeira Fundo Previdenciário Fevereiro de 2015.

Demonstrativos da Gestão Contábil Patrimonial e Financeira Fundo Previdenciário Fevereiro de 2015. Demonstrativos da Gestão Contábil Patrimonial e Financeira Fundo Previdenciário Fevereiro de 2015. Relatórios da Gestão Contábil e Financeira do Rioprevidência, visando demonstrar a evolução patrimonial

Leia mais

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2003 e Parecer dos Auditores Independentes Parecer dos Auditores Independentes 29 de janeiro

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS - DMU DESTINAÇÃO DA RECEITA PÚBLICA - APLICÁVEL PARA O EXERCÍCIO DE 2012 CODIFICAÇÃO UTILIZADA PARA CONTROLE DAS

Leia mais

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos

Leia mais