RELATÓRIO E PARECER PRÉVIO SOBRE AS CONTAS DO GOVERNO DO ESTADO

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1 Estado do Rio Grande do Sul TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO Palácio Flores da Cunha RELATÓRIO E PARECER PRÉVIO SOBRE AS CONTAS DO GOVERNO DO ESTADO Exercício de 1998 Conselheiro-Relator GLENO RICARDO SCHERER

2 Conselheiros PORFÍRIO JOSÉ PEIXOTO- Presidente HELIO SAUL MILESKI- Vice-Presidente ALGIR LORENZON GLENO RICARDO SCHERER VICTOR JOSÉ FACCIONI SANDRO DORIVAL MARQUES PIRES TEREZINHA GISELA IRIGARAY Procurador CELESTINO GOULART Adjunto de Procurador CEZAR MIOLA Procuradores de Justiça ROBERTO RUDOLFO CARDOSO EILERT MARIO ROMERA Auditores Substitutos de Conselheiro JUDITH HOFMEISTER MARTINS COSTA ADERBAL TORRES DE AMORIM HELOISA TRIPOLI GOULART PICCININI ROZANGELA MOTISKA BERTOLO ROSANE HEINECK SCHMITT VERGILIO PERIUS

3 EQUIPE RESPONSÁVEL Conselheiro-Relator Gleno Ricardo Scherer Coordenador Cont. Alcides José Tozzo Contadores Elton Fernandes da Silva Helena Perin Jorge Eduardo Mesquita Freitas Maria Luiza Reginato Economistas Elton Machado Lersch Fernando Augusto Wobeto Revisão Gramatical Cont. Rita Rosane Ketzer Schmitt Bibl. Rossana de Lucena Sistemas e Processamento de Dados Cont. Claudio Gilmar Redivo Digitação Mirele Costa Moraes

4 Superintendente-Geral Omar Jacques Amorim Chefe do Gabinete da Presidência João Leonel Rebés Guimarães Superintendente de Controle Externo Geraldo Otelo Selbach Superintendente Administrativo César Augusto Pinto Ribeiro

5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 - ANÁLISE DAS GESTÕES ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E PATRIMONIAL DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA ESTADUAL GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Relação entre a Receita e a Despesa Orçamentárias Receita Evolução das Receitas Receitas Correntes ICMS Transferências Aplicações Financeiras Receitas de Capital Operações de Crédito Receita Efetiva Despesa Evolução das Despesas Despesas Correntes Despesa com Pessoal - Análise segundo a Lei Estadual nº , de Despesas de Capital Programa de Reforma do Estado Movimentação Financeira - Saldo e Aplicação Reflexos do Programa de Reforma do Estado GESTÃO FINANCEIRA Movimentação Financeira Movimentação Financeira dos Recursos Vinculados GESTÃO PATRIMONIAL Patrimônio Financeiro Ativo Financeiro Passivo Financeiro Situação Líquida Financeira Patrimônio Permanente Ativo Permanente Participações Créditos Dívida Ativa Passivo Permanente Dívida Fundada Dívida Fundada Interna Dívida Fundada Externa Gestão da Dívida Pública VARIAÇÕES PATRIMONIAIS... 86

6 - 6 - CAPÍTULO 2 - ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS NAS ADMINIS- TRAÇÕES DIRETA E INDIRETA FUNÇÃO 06 - DEFESA NACIONAL E SEGURANÇA PÚBLICA FUNÇÃO 08 - EDUCAÇÃO E CULTURA FUNÇÃO 13 - SAÚDE E SANEAMENTO FUNÇÃO 16 - TRANSPORTE CAPÍTULO 3 - ANÁLISE DAS GESTÕES ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E ECONÔMICA DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA E SOCIE- DADES CONTROLADAS AUTARQUIAS Análise Consolidada dos Balanços Orçamentários Análise Consolidada dos Balanços Financeiros Análise Consolidada dos Balanços Patrimoniais Análise Consolidada das Demonstrações das Variações Patrimoniais Recursos Transferidos da Administração Direta FUNDAÇÕES Análise Consolidada dos Balanços Orçamentários Análise Consolidada dos Balanços Financeiros Análise Consolidada dos Balanços Patrimoniais Análise Consolidada das Demonstrações das Variações Patrimoniais Recursos Transferidos da Administração Direta SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA E ENTIDADES CONTROLADAS Análise Consolidada dos Balanços Patrimoniais Análise Consolidada das Demonstrações do Resultado do Exercício Recursos Transferidos da Administração Direta Destaques Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A - BANRISUL Companhia Estadual do Energia Elétrica - CEEE Companhia Riograndense de Saneamento - CORSAN SÍNTESE DO RELATÓRIO CONCLUSÃO E VOTO PARECER

7 INTRODUÇÃO

8 INTRODUÇÃO O Tribunal de Contas, em atenção ao que prescreve o artigo 71 da Constituição Estadual, dando cumprimento às atribuições estatuídas no artigo 70 do mesmo texto constitucional, procedeu exame nas contas apresentadas pelo Exmo. Sr. Governador do Estado, relativas ao exercício de O presente Relatório abrange os resultados do acompanhamento da execução orçamentária, a análise do Balanço Geral do Estado, levantado pela Contadoria e Auditoria- Geral do Estado, bem como a conferência dos registros constantes da contabilidade da Secretaria da Fazenda, buscando evidenciar os resultados alcançados pela Administração Estadual no exercício de 1998 e, também, a observância aos princípios constitucionais de eficiência, eficácia e economicidade. Assim, a análise foi dividida em três capítulos, processando-se exame genérico sobre os programas estabelecidos no orçamento aprovado pela Lei Estadual nº , de No Capítulo 1 - Análise das Gestões Orçamentária, Financeira e Patrimonial da Administração Direta Estadual - demonstra-se o comportamento da Receita, da Despesa, da Situação Líquida Global e da Dívida Pública do Estado no exercício examinado e no decênio 1989/1998. Já no Capítulo 2 - Análise da Utilização dos Recursos nas Administrações Direta e Indireta - examina-se a aplicação dos recursos no atendimento ao interesse público, através da atuação do Governo nas áreas de interesse social e de infra-estrutura, nas funções de Defesa Nacional e Segurança Pública, Educação e Cultura, Saúde e Saneamento e Transporte.

9 - 9 - No Capítulo 3 - Análise das Gestões Orçamentária, Financeira e Econômica da Administração Indireta e Sociedades Controladas - efetua-se análise da situação econômicofinanceira da Administração Indireta do Estado, que é constituída por 07 (sete) Autarquias, 17 (dezessete) Fundações e 18 (dezoito) Sociedades de Economia Mista e Sociedades Controladas. Para tanto, selecionou-se para um exame mais aprofundado, as seguintes entidades: o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (BANRISUL); a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) e a Companhia Riograndense de Saneamento (CORSAN). A análise consolidada, também procedida neste Capítulo, demonstra, em termos globais, o comportamento dos valores ativos e passivos das entidades, bem como o desempenho das mesmas, em termos operacionais. Ainda, por oportuno, informa-se que as atualizações dos valores lançados neste trabalho basearam-se nos índices gerais de preços - Disponibilidade Interna (médio e dezembro), fornecidos pela Revista Conjutura Econômica da Fundação Getúlio Vargas, publicada em março de Por fim, apresenta-se a Síntese do Relatório, a qual contém os principais tópicos abordados no Trabalho, e a Conclusão, que indica medidas que deverão ser adotadas para a defesa do interesse público. Desta forma, o Egrégio Plenário deste Tribunal de Contas, estará em condições de emitir Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Estado, referentes ao exercício de 1998, para julgamento pela Assembléia Legislativa.

10 CAPÍTULO 1

11 CAPÍTULO 1 - ANÁLISE DAS GESTÕES ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E PATRIMONIAL DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA ESTADUAL Neste Capítulo, busca-se oferecer uma análise da gestão dos recursos quanto à execução do orçamento, em termos econômicos e financeiros, não somente no que se refere às realizações de 1998, mas relacionando-as com os valores e índices mostrados em anos e gestões anteriores, através de uma série histórica que contempla os últimos dez exercícios, com valores corrigidos até dezembro de GESTÃO ORÇAMENTÁRIA A Lei Estadual nº , de (Diretrizes Orçamentárias para 1998), orientou a elaboração da proposta orçamentária da Administração Pública Estadual, consubstanciada na Lei Estadual nº , de , que, em Orçamento Único (compreendendo o Orçamento Fiscal referente aos Poderes do Estado, seus Fundos, Órgãos e Entidades da Aministração Direta e Indireta - Autarquias e Fundações), alocou recursos na ordem de R$ mil, a preços de julho de Cumpre observar que o IPERGS não está integrado ao Orçamento Único, pois este não contempla o orçamento de seguridade social, conforme mencionado na mensagem do Chefe do Poder Executivo que acompanhou a proposta orçamentária encaminhada à Assembléia Legislativa. A receita prevista e a despesa fixada para a Administração Direta foram de R$ mil, a preços de julho de O artigo 4º da Lei Orçamentária previu a atualização dos saldos das dotações da receita e da despesa pela variação acumulada do IGP-M/FGV, se este atingisse ou superasse 7%, contado a partir de janeiro de 1998.

12 GESTÃO ORÇAMENTÁRIA EXERCÍCIO DE 1998 Em R$ mil ESPECIFICAÇÃO VALOR RELATIVO BASE FIXA Lei Estadual nº / ,0 Créditos Especiais ,5 Créditos Suplementares ,8 Reduções , TOTAL AUTORIZADO , Fonte: Balanço Geral do Estado. Destaca-se que a proposta orçamentária para 1998 permitia, em seu artigo 5º, a abertura de créditos suplementares não sujeitos a limites para atender às despesas relativas à aplicação ou transferência de receitas vinculadas, para suportar gastos com pessoal, encargos sociais e serviço da dívida, para aplicação das receitas próprias das entidades da Administração Indireta do Estado que excedam à previsão orçamentária correspondente e para aplicação de receitas de convênios intragovernamentais nos casos em que os recursos a serem repassados já estejam previstos na Lei Orçamentária. Para atender a "outras despesas correntes", o limite era de 15% do valor inicial atualizado de cada dotação orçamentária. forma: Resumidamente, o Balanço Orçamentário do Estado apresenta-se da seguinte BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 1998 E 1997 Em R$ mil* RECEITAS * Var.% DESPESAS * Var.% Receitas Correntes Despesas Correntes ICMS ,37 Pessoal e Encargos ,02 Outras Rec.Correntes ,80 Juros e Enc. da Dívida ,93 Transf.Const. a Municípios ,90 Outras Despesas Correntes , Total Receitas Correntes ,65 Total Despesas Correntes , Receitas de Capital Despesas de Capital Oper.Crédito (inclui rolagem) ,73 Investimentos ,27 Alien.de Bens (Partic.Societ.) ,52 Amortização da Dívida ,19 Outras Receitas de Capital ,29 Outras Desp.de Capital , Total Receitas de Capital ,38 Total Despesas de Capital , Total das Despesas , Superávit Orçamentário , Total das Receitas ,00 Total das Desp.e Superáv , Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio).

13 O Programa de Reforma do Estado (Receita de Alienação de Participações Societárias - Recurso nº 0133 e Receita de Alienação de Direitos de Subscrição - Recurso nº 0167), cujas operações geraram um resultado positivo, no exercício, de R$ mil, contribuiu, decisivamente, para a geração do Superávit Orçamentário do Exercício no valor de R$ mil. Cabe destacar, contudo, que dos recursos do Programa de Reforma do Estado foram utilizados R$ mil para pagamento de despesas com amortização e encargos da dívida pública. Assim, caso não houvesse as referidas alienações, o Superávit transformar--se-ia em Déficit Orçamentário do Exercício no montante de R$ mil. Repetiu-se, neste exercício, a utilização de Recursos Vinculados, denominados componentes do Passivo Potencial do Balanço Geral do Estado, correspondentes a R$ mil (incluso o resultado positivo de R$ mil retromencionado), para a cobertura de déficit do Tesouro do Estado. Tais valores constituem-se basicamente de parcelas de Recursos Vinculados, transferidos ao Estado através de convênios firmados com a União, ou recebidos através de operações de crédito, ou mesmo aqueles referentes a fundos especiais, e que, por força de lei, devem ser depositados em contas próprias, vinculadas. Esses recursos vêm sendo, sistematicamente, utilizados para suprir insuficiências de caixa do Tesouro. Tal procedimento obriga o Estado a empenhar os respectivos valores nos Programas a que se destinavam, ou seja, o chamado Passivo Potencial, do qual a CAGE possui um registro paralelo, e cujo demonstrativo integra o Balanço Geral do Estado (fls. 118 a 131, vol. IV e 162 a 216, vol. I). No exercício de 1998, tais valores, como já referido anteriormente, alcançaram R$ mil, apresentando a seguinte composição e movimentação: Em R$ mil RECURSO SALDO EXERCÍCIO INGRESSO DESPESA VALOR INCLUÍDO/ SALDO A ANTERIOR EMPENHADA EXCLUÍDO (*) EMPENHAR Estadual Federal Operação de Crédito Inst. Privada TOTAL (*) Inclusão não considerada como receita vinculada e exclusão não considerada na despesa.

14 Dentre os recursos estaduais, salientaram-se o Fundo de Investimento do Programa Integrado de Melhoria Social - R$ mil, as Receitas Vinculadas ao Fundo de Reaparelhamento de Estradas - Estradas do Sul - R$ mil e as Receitas Vinculadas ao Pagamento de Servidores da CEERGS no valor de R$ mil. Dentre os recursos federais, destacaram-se os Recursos do Salário Educação - R$ mil (Balanço Geral do Estado, vol. IV, págs. 129 e 130) RELAÇÃO ENTRE A RECEITA E A DESPESA ORÇAMENTÁRIAS Conforme dados do Balanço Geral do Estado, as operações financeiras decorrentes da gestão orçamentária podem ser assim demonstradas, conforme sua origem: Em R$ mil RECEITA ARRECADADA: - Própria de Terceiros DESPESA REALIZADA: - Corrente de Capital SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO seguinte: O resultado orçamentário, demonstrado a partir das previsões iniciais, é o Em R$ mil RECEITA A MAIOR Receita Orçada (-) Receita Realizada DESPESA A MAIOR: Despesa Fixada (-) Despesa do Exercício SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO DO EXERCÍCIO

15 Portanto, a Receita Arrecadada (R$ mil) superou em R$ mil os valores previstos, sendo suficiente para dar suporte aos gastos de competência do exercício, que alcançaram R$ mil. A tabela e o gráfico evidenciam a relação entre a Receita e a Despesa do Estado na forma como foram registradas nos últimos anos: EVOLUÇÃO DA RECEITA E DESPESA ORÇAMENTÁRIAS PERÍODO 1989/1998 Em R$ mil* RECEITA DESPESA RECEITA ANO SOBRE VALOR RELATIVO VALOR RELATIVO DESPESA BASE FIXA BASE FIXA % , ,00 100, , ,61 96, , ,06 96, , ,20 94, , ,96 97, , ,11 96, , ,87 92, , ,79 100, , ,81 104, , ,05 103, Média: 1º Qüinq , ,57 97,26 2º Qüinq , ,13 99,95 Decênio , ,35 98, Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio). A supremacia dos gastos sobre os ingressos, que caracterizou o período 1990/95, teve o seu ponto marcante no exercício de 1995, quando a Receita representou apenas 92,00% da Despesa. Em 1989, 1996, 1997 e 1998, verificaram-se os superávits do decênio, quando as Receitas foram superiores às Despesas em, no máximo, 4,73% (1997). A Receita Orçamentária apresentou tendência de crescimento, notadamente no último qüinqüênio, sendo que, no exercício em análise, apresentou o maior crescimento: 98,33% em relação ao ano-base (1989) e 25,00% em relação a 1997.

16 RESULTADO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA PERÍODO 1995/1998 Em R$ milhões* Receita Despesa Resultado Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Vls. inflac. pelo IGP-DI/FGV (médio).

17 Da mesma forma, a Despesa Orçamentária registrou tendência de crescimento. No exercício em análise, ocorreu a maior elevação, ou seja, de 94,05% em relação ao anobase (1989) e 26,98% em relação a No primeiro qüinqüênio, o déficit financeiro médio foi de R$ mil, reduzindo-se para R$ mil nos últimos cinco anos da série. Nos dez anos analisados, verifica-se que o déficit médio ficou em R$ mil, sendo que, no exercício em exame, o resultado positivo foi de R$ mil, o segundo melhor registrado no decênio. Em relação ao desempenho da Receita Orçamentária, verifica-se que, em todas as oportunidades, dentro dos dez anos analisados, os valores foram inferiores ao verificado no exercício em análise. Quanto à Despesa Orçamentária, constata-se que o maior valor apresentado também ocorreu no exercício em análise RECEITA A Receita Total do exercício de 1998 foi de R$ mil e, como já foi referido, apresentou um crescimento de 98,33% em relação a 1989 (primeiro ano da série) e de 25,00% em comparação com os valores arrecadados em A Receita Auferida em 1998 foi a maior registrada no decênio. A Receita Total Média do segundo qüinqüênio (R$ mil) foi superior em 37,99% à verificada nos primeiros 05 (cinco) anos, evidenciando uma tendência de crescimento nos valores médios arrecadados. Nos dez anos da série sob exame, a média da Receita Arrecadada foi de R$ mil, ou seja, em 1998, a receita superou a média em 57,77%. Observa-se, entretanto, que, se retiradas as receitas atípicas do Programa de Reforma do Estado (R$ mil), este percentual cai para apenas 40,30%. Em 1998, 53,93% da Receita Total correspondiam às Receitas Correntes (R$ mil), e 46,07% referiam-se às Receitas de Capital (R$ mil). Ao longo do decênio, verifica-se que a participação média das Receitas Correntes e de Capital, em relação à Receita Total, foi de 75,98% e 24,02%, respectivamente, conforme se demonstra a seguir:

18 RECEITAS CORRENTES E DE CAPITAL PERÍODO 1989/1998 Em R$ mil* RECEITAS CORRENTES RECEITAS DE CAPITAL RECEITA TOTAL ANO REL. VARIA- PARTIC. REL. VARIA- PARTIC. REL. VARIA- VALOR BASE ÇÃO % VALOR BASE ÇÃO % VALOR BASE ÇÃO FIXA ANUAL FIXA ANUAL FIXA ANUAL ,00-94, ,00-5, , ,93-6,07 79, ,55 367,55 21, ,88 12, ,31-7,05 90, ,68-61,57 9, ,99-18, ,28 19,44 89, ,28 33,73 10, ,18 20, ,69-2,49 86, ,44 27,95 13, ,12 0, ,46-1,21 80, ,10 44,13 19, ,83 5, ,52-0,93 82, ,77-13,62 17, ,89-3, ,40 4,90 70, ,93 111,59 29, ,17 23, ,83-2,46 60, ,59 50,95 39, ,66 13, ,67 10,65 53, ,89 47,38 46, ,33 25, Média: 1º Qüinq ,44 0,96 87, ,99 91,91 12, ,64 4,02 2º Qüinq ,77 2,19 67, ,06 48,09 32, ,77 12,60 Decênio ,61 1,64 75, ,52 67,57 24, ,70 8, Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio) EVOLUÇÃO DAS RECEITAS DEMONSTRATIVO DA EVOLUÇÃO DAS RECEITAS ENTRE OS EXERCÍCIOS DE 1997 E 1998 Em R$ mil* TÍTULO ACRÉSCIMO ACRÉSCIMO % Receitas Tributárias ,58 Receitas de Contribuições ,26 Outras Rec. Correntes , Total Receitas Correntes , Receitas de Operações de Crédito ,73 Receitas de Alienação de Bens ,52 Receitas de Amort. de Emprést ,54 Outras Rec. de Capital , Total das Receitas de Capital , TOTAL GERAL , Fonte: Balanços Gerais do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio). Conforme se pode observar, as Receitas de Capital foram as principais responsáveis pelo aumento da Receita Total no exercício, tendo crescido R$ mil, o que equivale a 74,05% do incremento de Receita Total e a um crescimento de 47,38% em relação ao exercício anterior.

19 Dentre as Receitas de Capital, destacaram-se, na Receita de Alienação de Bens, as seguintes operações: Em R$ mil Alienação de de ações O.N. da CRT Alienação de de ações preferenciais nominativas da CORSAN à CADIP Alienação de ações da CRT a empregados Parcela das sobras de ações adquiridas pelos vencedores do leilão de alienação das ações da Companhia Norte-Nordeste de Distribuição de Energia Elétrica, ocorrido no exercício anterior Restituição de valor de ações decorrente da redução do capital social da CEEE Alienação da Carteira de Créditos Imobiliários da COHAB à CEF TOTAL DAS OPERAÇÕES MENCIONADAS (Balanço Geral do Estado, vol. IV, fls. 55 e 57). Nas Receitas de Operações de Crédito: - Em R$ mil Rolagem dos títulos da dívida pública estadual (LFTs - RS) Contratos firmados com a CEF, BIRD, FINEP, BID e Banco do Brasil, referentes aos financiamentos dos Programas PNAFE/PROMOFAZ, de Reforma do Estado, Pró-Rural 2000, de Restauração e Manutenção de Rodovias, de Pavimentação de Rodovias, FAPERGS, Pró-Guaíba PROES - Programa de Estímulo à Redução do Setor Público Estadual na Atividade Bancária (financiar o programa de saneamento do BANRISUL e a transformação da Caixa Econômica Estadual em Agência de fomento) TOTAL DAS OPERAÇÕES MENCIONADAS (Balanço Geral do Estado, vol. IV. fls. 50, 107 e 108). No que se refere ao incremento das Receitas Correntes, no valor de R$ mil, percebe-se que o mesmo equivale a 25,95% do incremento da Receita Total ocorrido no exercício e a um crescimento de 10,65% em relação ao exercício anterior. Assim sendo, observa-se que: a) na Receita Tributária, destacam-se os seguintes aspectos: Em R$ mil Aumento de arrecadação do ICMS, em relação ao exercício anterior, em 2,37% (considerando-se apenas aquele registrado na conta código no total de R$ mil em 1998 e R$ mil em 1997) Aumento de arrecadação do IPVA, no exercício, de 12,04% (considerando-se apenas aquele registrado na conta código Balanço Geral do Estado, vol. IV, fls. 49) TOTAL DOS ACRÉSCIMOS DE ARRECADAÇÃO MENCIONADOS

20 b) nas Outras Receitas Correntes, encontra-se o maior incremento das Receitas Correntes, notadamente nas contas: Em R$ mil Outras Receitas Patrimoniais, conta , com um acréscimo de 39,61% em relação ao exercício anterior Transferências Intergovernamentais, conta , com um acréscimo de 29,25% Anulação de Restos a Pagar, conta , com um acréscimo de 431,75% TOTAL DOS ACRÉSCIMOS MENCIONADOS A evolução da Receita Própria Líquida do Estado pode ser assim demonstrada: RECEITA PRÓPRIA LÍQUIDA Em R$ mil* Receita Orçamentária Total (-) Participações Constitucionais dos Municípios (-) Operações de Créditos Receita Própria Líquida - B.G.E./98, vol. IV, fl (-) Eliminação dos efeitos das alienações relacionadas com o Programa de Reforma do Estado (-) Receita de alienação de bens não considerada no PRE (alienação de ações da CORSAN - R$ mil; redução do capital social da CEEE - R$ mil; alienação da Carteira de Créditos Imobiliários da COHAB - R$ mil) Receita Própria Líquida Ajustada Receita Própria Líquida Ajustada do exercício de Acréscimo de Receita Própria Líquida Ajustada no exercício: 8,78% Fonte: Balanço Geral do Estado. * Valores inflacionados pelo IGP-DI/FGV (médio). Os gráficos que seguem evidenciam a participação das Receitas de ICMS, Transferências e Aplicações Financeiras em relação à Receita Efetiva, entendida como a Receita Orçamentária deduzida das suas Mutações Patrimoniais:

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