GESTÃO E OPERACIONALIZAÇÃO MUNICIPAL DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

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1 GESTÃO E OPERACIONALIZAÇÃO MUNICIPAL DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA 17 a 23 de setembro de 2013

2 PROGRAMAÇÃO Assistencia Social HORÁRIO ATIVIDADE 8h00 às 9h00 Credenciamento e Café de Boas Vindas 9h15 às 10h00 Abertura Mesa Temática 1 10h15 às 11h30 A Gestão e a Operacionalização do Programa Bolsa Família no Município Debate Mesa Temática 2 11h30 às 12h30 A Gestão Municipal do Cadastro Único Debate 12h30 às 13h30 Almoço Mesa Temática 3 13h45 às 14h45 A Gestão das Condicionalidades Debate Mesa Temática 4 14h50 às 17h30 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar Debate 18h00 Encerramento Saúde HORÁRIO ATIVIDADE Mesa Temática 1 8h00 às 9h00 Bolsa Família na Saúde Debate Educação HORÁRIO ATIVIDADE 12h30 às 13h30 Almoço Mesa Temática 3 13h45 às 17h45 O Projeto Presença On-Line Debate 18h00 Encerramento

3 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Mesa Temática 1 A Gestão Municipal e a Operacionalização do Programa Bolsa Família

4 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO O Programa Bolsa Família o que é? O É um PROGRAMA programa de transferência BOLSA de renda do FAMÍLIA SUAS com condicionalidades de educação, saúde e assistência social que busca melhorar as condições socioeconômicas das famílias em situação de pobreza e extrema pobreza do Brasil. Objetivos do Programa: Combater a fome e incentivar a segurança alimentar e nutricional; Promover o acesso das famílias à rede de serviços públicos, em especial os de saúde, de educação e de assistência social; Apoiar o desenvolvimento das famílias que vivem em situação de pobreza e extrema pobreza; Superar a pobreza e a desigualdade; e Incentivar órgãos e instâncias do poder público a atuarem de forma integrada na promoção e implementação de políticas sociais.

5 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Porque ele é um programa do SUAS? Foi instituído como um programa de assistência social. No âmbito da Politica de Assistência Social só existe uma forma de fazer a gestão das ações, que é por meio do SUAS. O SUAS é o modelo único da gestão do conteúdo da Politica de Assistência Social. O SUAS foi instituído obrigatoriamente a todos os entes federados pela Lei nº 8.742/1993, com o objetivo de organizar a oferta de serviços socioassistenciais, classifica os municípios para fins de gestão municipal em categorias, de acordo com seu porte populacional. A oferta da proteção social do SUAS se dá por meio de serviços, programas, projetos e benefícios socioasssitencias, prioritariamente nos CRAS e CREAS. O trabalho ofertando demandam trabalho social especializado, que é realizado por equipes de referencia, sendo minimamente, assistentes sociais e psicólogos. O PBF é um programa da Proteção Social Básica do SUAS, complementar aos serviços socioassistencias.

6 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO A Gestão Municipal do SUAS O município quando habilita ao SUAS em alguns dos 3 níveis de gestão que o Sistema comporta, inicia básica ou plena, ele assume responsabilidades e incentivos na garantia de organização, eficiência e efetividade na prestação dos serviços, projetos, programas e benefícios socioassistenciais, públicos e privados. Gestão Inicial GI: CPF, Pouca organização da gestão publica, gestão de transição, pouco planejamento e oferta de serviços na gestão. Gestão Básica GB: CPF, planejamento do território, organização da rede de proteção social básica e especial, descentralização da oferta de serviços, CRAS, equipe de referencia, gestão do BPC. Gestão Plena GP: CPF, completa gestão do território, referencia para os municípios menores, CREAS, Acolhimento Institucional, dentre outros.

7 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Situação de habilitação no SUAS dos municípios mineiros 853 Nº de Municípios Total Gestão Inicial Gestão Básica Gestão Plena Nenhuma Habilitação (Fonte: MDS- Censo SUAS 2012)

8 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO A Governança do Sistema Municipal de Assistência Social CPF= identidade do município no SUAS COMANDO ÚNICO INSTÂNCIA DE GESTÃO Secretaria Municipal de Assistência Social ou congenere INSTÂNCIA DE CONTROLE SOCIAL Conselho Municipal de Assistência Social CMAS INSTÂNCIA DE FINANCIAMENTO Fundo Municipal de Assistência Social FMAS Rede de Serviços Governamentais e não Governamentais de Assistência Social Usuário

9 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO A Arquitetura do SUAS Municipal Secretaria Municipal de Assistência Social Gestor Gestão do SUAS Proteção Social Básica Proteção Social Especial CPF CRAS CREAS Vigilancia Socioassistencial Gestão do Trabalho Outros Serviços, programas, projetos e benefícios Programa Bolsa Família Acolhimento

10 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Como funciona o programa 1º Identificação e Seleção das famílias beneficiárias As famílias são incluídas no Programa utilizado o critério da renda. O programa trabalha com duas linhas: Extrema pobreza: Renda per capita de até R$ 70,00 Pobreza: Renda per capita de R$ 70,01 a R$ 140,00 2º Famílias que recebem o PBF Estão cadastradas no CadÚnico; Possuem renda mensal per capita (por pessoa) de até R$ 140,00

11 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO O gestor municipal do PBF e CADÚNICO É o responsável pela coordenação das atividades do CadÚnico e da gestão do PBF. É designado formalmente pelo prefeito, nos termos da Portaria GM/MDS nº246, de 20/05/2005. PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES DO GESTOR MUNICIPAL: Fazer a interlocução entre o município, o MDS e a SEDESE para a implementação do PBF e do CadÚnico, tendo poder de decisão, de mobilização de outras instituições e de articulação entre as áreas envolvidas na operação do Programa; Coordenar a relação entre as secretarias de assistência social, educação e saúde para o acompanhamento dos beneficiários do PBF e a verificação das condicionalidades;

12 Gestão e Operacionalização do Programa Bolsa família Principais atribuições do gestor municipal Coordenar a execução dos recursos do IGD; Fazer a interlocução com a ICS, garantindo a eles o acompanhamento e a fiscalização das ações do Programa. Coordenar os processos que envolvem as estratégias relacionadas ao Cadastro Único nas ações de cadastramento das famílias pobres, bem como das populações tradicionais e específicas; Conduzir ações para o acompanhamento das famílias em situação de extrema vulnerabilidade; Coordenar ações de busca ativa, objetivando localizar as famílias em situação de pobreza e extrema pobreza; Atender às demandas de auditorias e revisão do cadastral nos prazos estabelecidos.

13 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Os componentes do PBF 1. A Gestão do Cadastro Único; 2. A Gestão das Condicionalidades; 3. A Gestão dos Programas Complementares; 4. A Gestão da Fiscalização.

14 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO As dimensões do PBF

15 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO GESTÃO DESCENTRALIZADA DO PBF ÍNDICE DE GESTÃO DESCENTRALIZADA (IGD) MARCO LEGAL Portaria GM/MDS nº 148/2006 Lei nº / 2004 Decreto nº 5.209/2004 Portaria nº 754/2010 Portaria nº 256/2010 Revogada pela nº 754/2010. Com alterações no art. 8º promovidas pela Lei nº /2009. Com as alterações promovidas pelo Decreto nº 7.332, de 19 de outubro de Estabeleceu novos critérios, procedimentos e sistemáticas de cálculo do IGD-M. Estabeleceu critérios, procedimentos e sistemáticas de cálculo do IGD-E.

16 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Índice de Gestão Descentralizada Municipal - IGD-M Valor financeiro para apoio estímulo na melhoria da gestão do PBF; Esse índice varia de 0 a 1, quanto mais próximo de 1 for o IGD-M, mais qualidade apresenta a gestão municipal; Os valores do recurso são repassados aos municípios diretamente do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) para os Fundos Municipais de Assistência Social (FMAS).

17 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Cálculo do IGD-M É realizado através de 4 Fatores: Fator I = Operação Taxa de cobertura qualificada de cadastros Taxa de atualização cadastral Taxa de acompanhamento da Frequência Escolar Taxa de acompanhamento da Agenda de Saúde Cadastrar todas as famílias pobres estimadas para o município no Cadastro Único Manter atualizados os cadastros destas famílias Acompanhar o cumprimento, pelas famílias, das condicionalidades de educação Acompanhar o cumprimento, pelas famílias, das condicionalidades de saúde 4

18 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO É importante saber que: Cálculo do IGD-M As taxas do Fator I devem alcançar o índice mínimo de 0,20 A média aritmética das taxas do Fator I deve ser igual ou superior a 0,55. Se esses índices mínimos não forem obtidos, não haverá repasse de recurso. Outros Fatores: Fator II = Adesão ao Suas Fator III = Comprovação de gastos dos recursos do IGD-M Fator IV = Aprovação total da comprovação de gastos dos recursos do IGD-M

19 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Cálculo do IGD-M IGD-M Fator I Fator II Fator III Fator IV Se qualquer um dos fatores for igual a zero, consequentemente o IGD-M será igual a zero. Dessa forma, não haverá repasse de recursos para o município. No Portal EAD no site do MDS (http://www.mds.gov.br/ead), encontra-se o tutorial sobre o IGD-M, que ensina o passo a passo de como é realizado o cálculo do recurso.

20 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Cálculo do valor de repasse Após o cálculo do IGD-M, é necessário verificar o valor que será repassado ao município, usando a fórmula: Valor do Repasse IGD-M R$ 3,25 Nº de famílias com cadastros válidos e atualizados Incentivos + financeiros Municípios que atingem os índices mínimos no Fator I e obtém valor 1 nos demais fatores tem assegurado o repasse do valor mínimo, que hoje é de R$ 687,50.

21 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Incentivos financeiros A portaria 754/2010 prevê que ao valor mensal de IGD-M a ser transferido aos municípios poderão ser somados incentivos financeiros, ou seja, o município poderá receber recursos extras se realizar determinadas ações relacionadas ao PBF e Cadastro único. 3% dos recursos a repassar, proporcionais ao acompanhamento de famílias em situação de descumprimento de condicionalidades, que estejam em processo de acompanhamento familiar; 3% dos recursos a repassar, quando atendidos os prazos de apuração de eventuais irregularidades, estipulados pela Senarc; 2% dos recursos a repassar, quando 100% dos dados da gestão municipal estiverem atualizados há menos de 1 ano; 2% dos recursos a repassar, quando 96% dos cartões forem entregues na data de apuração do IGD-M.

22 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Utilização dos recursos do IGD-M O gasto é vinculado à operacionalização do PBF e/ou Cadastro Único e pode ser utilizado na: Gestão do Cadastro Único; Gestão de Condicionalidades; Gestão de Benefícios; Demandas de fiscalização do PBF e Cadastro Único; Apoio técnico e operacional às Instâncias de Controle Social; Implementação de ações complementares; Acompanhamento de famílias beneficiárias; Outras atividades a serem estabelecidas pelo MDS.

23 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Utilização dos recursos do IGD-M O gestor do PBF é o responsável pela alocação dos recursos financeiros; É recomendado que o planejamento dos gastos seja feito de forma intersetorial, inclusive com a participação do CMAS; Cabe ao município decidir em quais ações voltadas para o PBF e Cadastro Único serão alocados os recursos; 3% dos recursos transferidos deverão ser destinados para atividades de apoio técnico e operacional do Controle Social do PBF (Portaria nº 754/2010).

24 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Planejamentos do uso dos recursos do IGD Deve ser considerado no planejamento da execução dos recursos do IGD-M a intersetorialidade do PBF.

25 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Prestação de contas O Decreto nº 7.332/2010 regulamentou que a prestação de contas dos recursos do IGD seria submetida pelos Fundos aos Conselhos. A Portaria 63/2013 define os prazos para lançamento das informações no SUASWEB da prestação de contas do exercício de 2012 Prestação de contas documentos necessários Extratos da conta bancária do IGD com o saldo inicial em 1º de janeiro do ano da prestação de contas; Demonstrativo do Banco do Brasil com a informação do valor dos rendimentos no exercício da prestação, referente às aplicações no mercado financeiro; Todos os processos que originaram as despesas provenientes dos gastos executados; e A relação de gastos executados, devidamente preenchida, demonstrando em quais despesas foram gastos os recursos.

26 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Instância de controle social e fiscalização do PBF CMAS Objetivo do Controle social no PBF Apropriação e acompanhamento, pela sociedade civil, da gestão do Bolsa Família e Cadastro Único, bem como sua fiscalização

27 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Algumas atividades das ICS Verificar se as famílias beneficiadas pelo PBF atendem ao perfil do Programa; Verificar a oferta, pelo poder público local, dos serviços de educação e saúde e se as famílias têm acesso aos serviços para o cumprimento das condicionalidades; Identificar e estimular a integração e a oferta de políticas e programas que favoreçam o desenvolvimento das famílias do PBF.

28 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO Fiscalização das ações públicas Estado Democrático de Direito: O Estado atua pela Lei. Deveres e direitos do Estado são expressos na legislação. Controle externo: Exercido pelos poderes legislativo e judiciário, com auxílio dos Tribunais de Contas e Ministério Público. Controle interno: Exercido pelo próprio ente federado. No caso do Poder Executivo Federal, é exercido pela Controladoria Geral da União (CGU).

29 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO A FISCALIZAÇÃO DO PBF É uma forma de controle que contribui para efetividade e transparência da gestão do Programa; É desenvolvida por meio de: Diligências; Averiguações in loco; Averiguações a distância; e Levantamento de informações documentais e em sistemas informatizados. Órgãos de Controle Interno e Externo CGU, TCU, MP, Judiciário e ICS Senarc/Deop (Departamento de Operação)/ CGAF (Coordenação Geral de Acompanhamento e MDS Fiscalização) ICS Famílias no PBF e agentes públicos (recebimento indevido de benefícios em razão de práticas ilícitas)

30 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO SITUAÇÕES DE RECEBIMENTO INDEVIDO Causas Famílias no PBF Prestação de informações falsas; Utilização de meio ilícito para recebimento/permanência no PBF. Agentes públicos Inserção de informações falsas ou diferentes das que deveriam constar no Cadastro Único; Contribuição para que pessoa diferente do beneficiário receba o benefício.

31 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO FISCALIZAÇÃO DO PBF LEGISLAÇÃO Recebimento indevido por agente público Lei /2004, art. 14 Recebimento indevido por famílias Lei nº /2004, arts. 14- A Define a responsabilidade do servidor público, assim como a do agente da entidade conveniada ou contratada, que trabalha com a organização e a manutenção do Cadastro Único. Será penalizado aquele que dolosamente, ou seja, intencionalmente inserir dados ou informações não verdadeiras no Cadastro e também aquele que contribuir para que pessoa diversa do beneficiário final receba o benefício. Sanção: multa nunca inferior ao dobro limitado até quatro vezes o valor recebido indevidamente. Estabelece a penalidade e o procedimento a ser adotado quando constatar que o beneficiário, dolosamente, tenha prestado informações falsas ou utilizado qualquer outro meio ilícito, a fim de indevidamente entrar ou se manter como beneficiário do Programa Bolsa Família. Ex. Omissão de renda, composição familiar. Sanção: devolução dos recursos recebidos indevidamente corrigidos pelo IPCA.

32 A GESTÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO FLUXO DE FISCALIZAÇÃO Demanda Recebida Instauração de Processo Diligência ao Município Análise Senarc Solicitação de informação Denúncias Relatórios de Fiscalização (CGU e TCU) Apuração de materialidade dos fatos Envolvidos Definir forma de atuação (in loco/ a distância) Verificação socioeconômica da família por meio de Parecer Social/Relatório Social Verificação de participação do agente público Apuração de dolo Comprovado dolo: ressarcimento e/ou multa ao agente público Não comprovado dolo: arquivamento do processo Encaminhame nto ao MP

33 A Gestão Municipal do Cadastro Único Mesa Temática 2 A Gestão Municipal do Cadastro Único

34 A Gestão Municipal do Cadastro Único FUNDAMENTOS LEGAIS Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007 regulamenta o CadÚnico; Portaria GM/MDS nº 376, de 16 de outubro de 2008 disciplina a gestão do Cadúnico. O CadÚnico é um instrumento de identificação e caracterização socioeconômica das famílias de baixa renda, com renda mensal igual ou inferior a ½ salário mínimo por pessoa ou renda familiar mensal de até 3 salários mínimos.

35 A Gestão Municipal do Cadastro Único CADASTRO ÚNICO Constituiu uma base de informações que pode ser usada pelos governos municipais, estaduais e federal para obter o diagnóstico socioeconômico das famílias cadastradas. Possibilita a análise das suas principais necessidades e facilita a formulação e a implementação de políticas públicas capazes de promover a melhoria da vida dessas famílias. Esse diagnóstico permite que o Poder Público convirja suas políticas e programas para um público comum, otimizando recursos e potencializando esforços no sentido de implementar políticas solidárias entre si. Atenção: também podem ser incluídas na base de dados do CadÚnico famílias que não atendem aos recortes de renda estabelecidos, desde que a sua inclusão esteja vincula da a algum programa social desenvolvido em âmbito federal, estadual ou municipal.

36 A Gestão Municipal do Cadastro Único FUNDAMENTOS LEGAIS Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007 iregulamenta o CadÚnico; Portaria GM/MDS nº 376, de 16 de outubro de 2008 disciplina a gestão do Cadúnico.

37 A Gestão Municipal do Cadastro Único Utilização: Programa Bolsa Família - PBF; Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI; Tarifa Social de Energia Elétrica; Carteira do Idoso; Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos; Isenção para pagamento de taxas de concursos públicos; Programa Cisternas. O cadastramento não significa a inclusão automática da família nos programas sociais: a seleção e o atendimento por esses programas ocorrem de acordo com os critérios e procedimentos de cada um deles.

38 A Gestão Municipal do Cadastro Único Etapas do Processo de Cadastramento Identificação do público-alvo Entrevista e coleta de dados das famílias nos formulários Inclusão dos dados das famílias no Sistema de Cadastro Único Atualização dos dados

39 A Gestão Municipal do Cadastro Único N Identificar, localizar e estimar a população a ser incluída tomando como referencia a estimativa de famílias pobres; Etapas do Processo de Gestão do CadÚnico O planejamento Definir os procedimentos de coleta de dados a serem utilizados(visita domicilias, posto de atendimento, mutirões ou todos); -Definir a infra-estrutura e os recursos humanos necessários; - Definir como será realizada a digitação e a transmissão dos dados coletados. A articulação com a SENARC Solicitar a SENARC o quantitativo de formulários necessários com, no mínimo 20 dias de antecedência. Para a inclusão de famílias, deve-se utilizar o Formulário Principal (Caderno Verde) A SENARC autoriza a solicitação feita. A CEF tem o prazo de 20 dias para postar os formulários ao município. Para atualização cadastral, deve-se utilizar o formulário avulso de identificação do domicilio e da família e/ou o formulário avulso de identificação da pessoa. É importante que o município deixe claro, na solicitação, a quantidade e os tipos de formulários requeridos. A solicitação deve ser feita por meio do SASF Sistema de Atendimento e Solicitação de Formulários:

40 A Gestão Municipal do Cadastro Único

41 A Gestão Municipal do Cadastro Único Desenvolver o Sistema de Cadastro Único, conforme definições da Senarc. Etapas do Processo de Gestão do CadÚnico A Articulação com a CEF 4.2- Processar os dados recebidos Atribuir um NIS Número de Identificação Social a cada pessoa efetivamente inserida no cadastro. ( A CEF mensalmente extrai um espelho da base e envia a SENARC) A Execução Imprimir, estocar e enviar os formulários aos municípios, conforme autorização do MDS 5.2- Arquivar os formulários para preservação em bom estado durante 5 anos, período em que esses documentos deverão estar disponíveis para as eventuais auditorias que acontecem. Uma boa idéia é organizar os formulários por ordem alfabética ou por bairros.

42 A Gestão Municipal do Cadastro Único Etapas do Processo de Gestão do CadÚnico A SENARC Processa a base recebida, valida cadastros, avalia a consistência da base, gera indicadores resultados de auditoria e atualiza as regras para a gestão do CadÚnico Após validar os cadastros recebidos e identificar cadastros atualizados, calcula o pagamento do IGD, repassado mensalmente aos municípios.

43 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulários de Cadastramento Existem 05 tipos de formulários no CadÚnico: Formulário Principal de Cadastramento; Formulário Avulso 1 Identificação do Domicílio e da Família; Formulário Avulso 2 Identificação da Pessoa; Formulário Suplementar 1 Vinculação a Programas e Serviços; Formulário Suplementar 2 Pessoa em Situação de Rua.

44 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulário Principal Bloco 1 Bloco 1 Identificação e Controle Este bloco contém: Controle dos formulários utilizados; Identificação do local de residência da família; Identificação do entrevistador; Local para assinatura do representante da prefeitura ou órgão responsável pelo cadastramento.

45 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulário Principal Bloco 2 Bloco 2 - Características do Domicílio - Formulário Principal O bloco 2 tem por finalidade identificar a espécie do domicílio da família cadastrada e levantar suas características, tais como número de cômodos, forma de abastecimento de água, coleta de lixo, entre outros. Atenção: Este bloco não deve ser preenchido para pessoas que estejam em situação de rua.

46 A Gestão Municipal do Cadastro Único Bloco 3 - Família Formulário Principal Bloco 3 Para compreender melhor o preenchimento do Bloco 3 é preciso relembrar alguns conceitos: Família: unidade nuclear composta por uma ou mais pessoas, eventualmente ampliada por outras que contribuam para o rendimento ou tenham suas despesas atendidas por ela, todas moradoras em um mesmo domicílio. Mesmo as pessoas que não sejam parentes, mas dividam rendas e despesas de um mesmo domicílio são, para o CadÚnico, uma família.

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48 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulário Principal Blocos 4 e 5 Bloco 4 Identificação da Pessoa O bloco 4 caracteriza cada componente da família. Algumas informações, como nome, data de nascimento, nome da mãe, nome do pai, nome do município de nascimento, devem ser registradas, de preferência, consultando algum documento da pessoa, para evitar erros de preenchimento.

49 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulário Principal Blocos 4 e 5 Bloco 5 - Documentos O bloco 5 investiga os dados dos seguintes documentos: Certidão de Nascimento; Certidão de Casamento; Certidão Administrativa de Nascimento do Indígena (RANI); Cadastro de Pessoa Física (CPF); Registro Geral de Identificação (RG) - Carteira de Identidade ; Carteira de Trabalho e Previdência Social; Título de Eleitor.

50 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulário Principal Bloco 6 Bloco 6 Pessoas com Deficiência O bloco 6 tem a função de identificar, a partir da autodeclaração, se a pessoa possui alguma deficiência que limite a realização de suas tarefas diárias. Este bloco deve ser preenchido para cada componente da família a partir da declaração do Responsável pela Unidade Familiar.

51 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulário Principal Bloco 7 Bloco 7 - Escolaridade Este bloco deve ser preenchido para cada componente da família a partir da declaração do RF. Atenção: É importante que o RF apresente algum documento da escola (como declaração da escola, boletim, comprovante de matrícula), para cada componente da família que frequente a escola. A apresentação desse documento facilita o registro correto do nome da instituição, do curso e do ano/série escolar da pessoa.

52 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulário Principal Bloco 8 Bloco 8 Trabalho e Remuneração Este bloco trata do tema Trabalho e Remuneração, e deve ser preenchido para cada pessoa da família que possua 10 anos de idade ou mais. Por que 10 anos ou mais? Isso se justifica porque existe uma tendência de se omitir informações dessa natureza para pessoas menores de 10 anos.

53 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulário Principal Blocos 9 e 10 Bloco 9- Responsável pela Unidade Familiar O Bloco 9 é fundamental, pois nele será coletada a assinatura do Responsável pela Unidade Familiar. Ao assinar este bloco, o RF declara a veracidade das informações prestadas.

54 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulário Principal Blocos 9 e 10 Bloco 10 Marcação Livre para o Município O bloco 10 visa identificar a ocorrência de trabalho infantil e é de preenchimento obrigatório. Considera-se trabalho infantil toda forma de trabalho, remunerada ou não, exercida por crianças e adolescentes com idade inferior a 16 anos. Também são considerados trabalho infantil a mendicância e o exercício de atividades para terceiros em troca de alimentos, vestuário, entre outros. A Constituição Federal de 1988 admite o trabalho de adolescentes a partir dos 14 anos, desde que na condição de aprendiz (veja conceito na pág. 113 do Manual do Entrevistador).

55 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulários Avulsos O CadÚnico possui dois Formulários Avulsos. Cada um deles reproduz partes do Formulário Principal. Assim, temos os seguintes formulários avulsos: Avulso 1 Identificação do Domicílio e da Família. Deve ser utilizado quando: ocorrer atualização de dados (do domicílio e da família) A família possuir mais de 12 componentes: Avulso 2 Identificação da Pessoa. Deve ser utilizado quando: A família possuir mais de 6 componentes: Ocorrer erro de preenchimento ou alguma situação que inviabilize o registro dos Blocos 4 a 8 para pessoa nº de ordem 6; Ocorrer atualização de dados dos componentes da família (blocos 4,5,6,7, 8). Utilizar um Formulário Avulso 2 para cada pessoa a mais.

56 A Gestão Municipal do Cadastro Único Formulários Suplementares Formulário Suplementar 1 Vinculação a Programas e Serviços; Formulário Suplementar 2 Identificação da Pessoa em Situação de Rua. Devem ser utilizados para identificar situações específicas que complementam o cadastro da família, de acordo com informações necessárias para políticas direcionadas a determinados grupos. Estes Formulários têm caráter dinâmico, sendo assim, podem ser modificados e novos suplementos poderão ser incluídos, de acordo com orientações do MDS. Os Formulários Suplementares devem ser preenchidos após o Formulário Principal.

57 A Gestão Municipal do Cadastro Único Cadastramento Diferenciado - Público-alvo Quilombolas; Indígenas; Pessoas em situação de rua; Pessoas resgatadas do trabalho análogo ao de escravo; Ciganos; Extrativistas; Pescadores artesanais; Ribeirinhos; Comunidade de terrero; Agricultores familiares; Assentados da Reforma Agrária; Programa Nacional de Crédito Fundiário; Acampados; Atingida por empreendimentos de infraestrutura; Família de preso do Sistema Carcerário; Catadores de material reciclável.

58 A Gestão Municipal do Cadastro Único Cadastramento diferenciado Identificação nos Formulários do Cadastro Único: Indígenas: campos 3.01 a 3.04 Formulário Principal Quilombolas: campos 3.05 e 3.06 Resgatados do trabalho análogo ao de escravo: campo Formulário Suplementar Demais grupos populacionais tradicionais e específicos: campo 2.07 Formulário Suplementar 2 Pessoas em situação de rua

59 A Gestão Municipal do Cadastro Único Revisão cadastral Rotina obrigatória das famílias beneficiárias do PBF; Visa garantir maior qualidade das informações cadastrais das famílias atendidas pelo PBF, mantendo os dados endereço, composição familiar, escola, situação no mercado de trabalho, entre outros sempre atualizados; O cadastro deve ser atualizado ou revalidado no máximo a cada dois anos para que as famílias continuem recebendo seus benefícios.

60 A Gestão Municipal do Cadastro Único Procedimentos da revisão cadastral A Senarc seleciona as famílias beneficiárias que precisam ter o cadastro atualizado, divulga as listas aos municípios e fixa um prazo para que seja feita a atualização cadastral; Encerrado o prazo, ocorre o bloqueio do benefício; Dois meses depois, caso ainda não tenha sido feita a atualização, o benefício é cancelado. As listagens de famílias em processo de revisão cadastral são disponibilizadas no SIGPBF.

61 A Gestão Municipal do Cadastro Único Revalidação cadastral Procedimento utilizado quando for verificado, na atualização cadastral da família, que não houve nenhuma modificação nas informações já registradas. Neste caso, apenas é atualizado o quesito referente à data da entrevista.

62 A Gestão Municipal do Cadastro Único Arquivamento dos formulários O município deve arquivar os formulários preenchidos por no mínimo cinco anos, contados da data de encerramento do exercício em que ocorrer a inclusão ou atualização dos dados relativos às famílias cadastradas. Caso o município opte por realizar o cadastramento diretamente no Sistema, as cópias impressas dos formulários também devem ser mantidas por cinco anos. Nas situações em que o município não tiver possibilidade de armazenamento dos formulários preenchidos, poderá ser utilizada a Folha Resumo; cujo modelo está disponível no Anexo I, da Portaria nº 177/2011; As informações constantes na folha resumo devem ser transcritas dos formulários e assinada pelo entrevistador e pelo entrevistado. Também deverá ser arquivadas por um período mínimo de cinco anos. Nos casos em que houver dificuldade de arquivar os formulários ou as folhas resumo, eles podem ser digitalizados (escaneados) e arquivados em meio magnético.

63 A Gestão Municipal do Cadastro Único Disponibilização dos dados O Decreto nº 6.135/2007 define que os dados de identificação das famílias do Cadastro Único são sigilosos e somente poderão ser utilizados para: Formulação e gestão de políticas públicas; e Realização de estudos e pesquisas. Os gestores municipais do Cadastro Único devem estar preparados para o repasse de informações cadastrais a outros órgãos de governo ou instituições de pesquisa; Como os dados cadastrais são sigilosos, o gestor deve estar ciente das possibilidades e restrições de seu repasse a terceiros; Os procedimentos para disponibilização de dados do Cadastro Único foram definidos na Portaria MDS nº 10/2012.

64 A Gestão Municipal do Cadastro Único Disponibilização dos dados As informações que não permitem a identificação de pessoas e famílias poderão ser cedidas mediante solicitação formal que apresente a finalidade do uso dos dados do Cadastro Único. São considerados dados identificados: Nome; Documentos pessoais; Endereço; Número de Identificação Social (NIS); Código da família; e/ou Número de telefone fixo e móvel. Os dados devem ser cedidos aos Órgãos da Administração Pública, concessionárias estatais e outras instituições públicas ou privadas, responsáveis pela implementação de programas usuários do Cadastro Único. Para outras instituições que não sejam responsáveis por programas que obrigatoriamente devem usar o Cadastro Único, os dados poderão ser cedidos mediante solicitação formal na qual estejam claras as finalidades da utilização dos dados.

65 A Gestão Municipal do Cadastro Único Disponibilização dos dados Para o Poder Judiciário e Autoridades Policiais, aplica-se o que está disposto na Lei nº /2011, referente ao Acesso à Informação: Os dados pessoais são de acesso restrito; As informações pessoais podem ser acessadas em razão de cumprimento de ordem judicial; A restrição de acesso a essa informação não poderá ser invocada para prejudicar apuração de irregularidades em que o titular das informações estiver envolvido. Se a solicitação partir do Poder Judiciário, Ministério Público ou de órgãos de controle, o pedido deve ser feito por meio de ofício; O solicitante deve ser informado das restrições e responsabilidades quanto ao uso das informações.

66 INTERFACE DO CADÚNICO E PBF COM O SUAS CadÚnico caracteriza a situação socioeconômica das famílias, identifica populações tradicionais, pessoas com deficiência ou em outras situações específicas de vulnerabilidade; PBF transfere renda a família e amplia o acesso a serviços de saúde, educação e assistência social. Suas articula serviços e oportunidades para desenvolvimento das famílias do CadÚnico, bem como beneficiárias do PBF, por meio de ações complementares. Exemplo: acesso ao mundo do trabalho (Programa Acessuas). CRAS CREAS

67 INTERFACE DO CADÚNICO E PBF COM O SUAS CRAS: Atribuições: Gestão da PSB no território (articulação intersetorial e da rede socioassistencial); Oferta do Paif. Articulação com gestão do CadÚnico e do PBF: Registro do NIS no prontuário; Encaminhamento para cadastramento; Fonte de informações para planejamento da cobertura, busca ativa e acompanhamento familiar; Situações de descumprimento de condicionalidades devem ser conhecidas e monitoradas. Atividades mensuradas pelo IDCRAS que envolvem famílias do CadÚnico e/ou PBF: 1. Visitas domiciliares;* 2. Acompanhamento familiar;* 3. Orientação e acompanhamento para inserção no BPC; 4. Encaminhamento para inserção de famílias no Cadastro Único; 5. Realização de Grupo/oficina de convivência e atividades socioeducativas com famílias; 6. Busca Ativa; * Atividades centrais: caso não realizadas conferem ao IDCRAS avaliação como insuficiente.

68 GESTÃO INTEGRADA DO SUAS: CRAS, CREAS, CADÚNICO E PBF CREAS: Atribuições: Gestão da Proteção Social Especial (PSE) no território; Oferta do Paefi; PSB tem caráter preventivo, a PSE tem natureza protetiva. Articulação com gestão do Cadastro Único e do PBF: Informações das famílias do Cadastro Único e PBF como subsídios para o planejamento da oferta de serviços; Priorização das famílias PBF; Encaminhamento de usuários para cadastramento; Busca ativa para acesso a serviços, benefícios, inclusão e atualização no Cadastro Único.

69 GESTÃO INTEGRADA DO SUAS: CRAS, CREAS, CADÚNICO E PBF CENTROPOP: Atribuições: Política Nacional para a População em Situação de Rua; e Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua. Articulação com gestão do Cadastro Único e do PBF: Definição de fluxos locais, papéis, responsabilidades para cadastramento, que pode ser realizado no próprio Centro; Entrevista/preenchimento dos formulários podem ser realizados por profissionais designados à abordagem social; Articulação com gestão do Cadastro Único e do PBF: Profissionais responsáveis pela abordagem devem ter informações sobre Cadastro Único e PBF; Endereço institucional do Centro pode ser usado no Cadastro.

70 INTERFACE DO CADÚNICO E PBF COM O SUAS A Vigilância socioassistencial potencializa/qualifica o planejamento e a intervenção das equipes CRAS, CREAS, Centro POP e Serviços de Acolhimento Institucional na gestão dos equipamentos e execução dos serviços e benefícios; Permite analisar territorialmente a capacidade protetiva das famílias e, nela, a ocorrência de vulnerabilidades, ameaças, vitimizações e danos; Possibilita conhecer a realidade específica das famílias e condições concretas do lugar onde vivem. Possibilita construir mapas de vulnerabilidade social dos territórios; Possibilita traçar perfil de populações vulneráveis; Possibilita estimar demanda potencial dos serviços socioassistenciais; Possibilita planejar a territorialização dos equipamentos de assistência social; Possibilita elaborar o diagnóstico socioterritorial (Plano de Assistência Social);

71 INTERFACE DO CADÚNICO E PBF COM O SUAS Utilizar o Cecad para geração de relatórios; Utilizar o Sicon para acesso de beneficiários aos serviços sociais, com destaque para situações de descumprimento, indicadora de vulnerabilidade: Frequência escolar (educação); Vigilância nutricional, vacinação, acompanhamento de consultas pré-natal (saúde); e Acompanhamento familiar (assistência social). Serviços importantes para público Cadastro Único/PBF: Convivência e Fortalecimento de Vínculos para as famílias em trabalho infantil (SCFV/Peti); Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif); Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (Paefi).

72 Mesa Temática 3 A Gestão das Condicionalidades

73 A Gestão das Condicionalidades AS CONDICIONALIDADES DO PBF Para as famílias beneficiárias Responsabilidades relacionadas ao cumprimento de ações nas áreas de saúde, educação e assistência social, a fim de melhorar as condições de desenvolvimento da família, principalmente das crianças e dos adolescentes. Para os entes federados Meio para estimular a ampliação e a adequação da oferta de serviços públicos, monitorar as políticas sociais locais e identificar as famílias em situação de maior vulnerabilidade e risco social.

74 A Gestão das Condicionalidades GESTÃO DE CONDICIONALIDADES PAEF (CREAS)

75 A Gestão das Condicionalidades CONDICIONALIDADES DO PBF - EDUCAÇÃO Condicionalidades na área da educação: Matricular as crianças e os adolescentes de 6 a 17 anos nas escolas; Garantir a frequência mínima de 85% nas aulas para crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, e de 75% para jovens de 16 e 17 anos; e

76 A Gestão das Condicionalidades CONDICIONALIDADE DE EDUCAÇÃO FLUXO MEC Sec. Mun. Educação Operador da Frequência/PBF Escolas MEC Insere informações repassadas pelo MDS no Sistema Presença. Disponibiliza o Sistema aos estados e municípios. Coordena o acompanhamento da condicionalidade em conjunto com as unidades de ensino/operadores auxiliares e diretores de escola. Impressão e distribuição da lista de beneficiários do PBF. Fazem o acompanhamento com base na lista de beneficiários, inserem as informações no Sistema ou enviam ao Operador Máster para que ele mesmo registre as informações de frequência. Recebe as informações do acompanhamento realizado pelos municípios, consolida os resultados e encaminha ao MDS.

77 A Gestão das Condicionalidades CONDICIONALIDADE DE EDUCAÇÃO MOTIVOS DE BAIXA FREQUÊNCIA QUE NÃO GERAM EFEITOS CÓD DESCRIÇÃO 1 Ausência por questão de saúde do aluno 2 Doença/óbito na família 3 Inexistência de oferta de serviços educacionais 4 Fatos que impedem o deslocamento à escola 5 Inexistência de serviço/atendimento educacional à pessoa com deficiência/necessidades especiais 6 Concluiu o Ensino Médio 7 Suspensão Escolar 8 EJA Semipresencial 9 Situação coletiva que impede a escola de acolher os alunos

78 A Gestão das Condicionalidades CONDICIONALIDADE DE EDUCAÇÃO MOTIVOS DE BAIXA FREQUÊNCIA QUE GERAM EFEITOS CÓD DESCRIÇÃO 51 Gravidez 52 Mendicância /trajetória de rua 53 Negligência dos pais ou responsáveis 54 Trabalho Infantil 58 Escola não informou o motivo 59 Motivo inexistente na tabela 60 Violência/Discriminação/Agressividade no ambiente escolar 62 Trabalho do Jovem 63 Exploração/Abuso Sexual/Violência Doméstica 64 Desinteresse/desmotivação pelos estudos 65 Abandono Escolar/Desistência 66 Necessidade de cuidar de familiares

79 A Gestão das Condicionalidades CONDICIONALIDADES DO PBF - SAÚDE Para as grávidas e as mulheres que estiverem amamentando Fazer os exames do pré-natal; Ir às consultas no posto de saúde; e Participar de atividades educativas oferecidas pelas equipes de saúde. Para os responsáveis por crianças menores de sete anos Levar as crianças aos locais de campanhas de vacinação; Manter atualizado o calendário de vacinação; e Levar as crianças ao posto de saúde, para acompanhamento do seu crescimento e desenvolvimento.

80 A Gestão das Condicionalidades CONDICIONALIDADE DE SAÚDE FLUXO MS Sec. Mun. Saúde Representante de Saúde/PBF Insere informações repassadas pelo MDS no Sistema de Gestão do PBF na Saúde; Disponibiliza o Sistema aos estados e municípios. Coordena o acompanhamento da condicionalidade em conjunto com equipes de saúde (unidades básicas, saúde da família, agentes comunitários). Impressão e distribuição de mapas de acompanhamento. Equipes de Saúde Acompanham os beneficiários com base no mapa e inserem as informações no Sistema. MS Recebe as informações do acompanhamento realizado pelos municípios, consolida os resultados e encaminha ao MDS.

81 A Gestão das Condicionalidades CONDICIONALIDADES DO PBF ASSISTÊNCIA SOCIAL Condicionalidades na área da assistência social: Garantir a frequência mínima da criança e do adolescente de até 15 anos aos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti).

82 A Gestão das Condicionalidades AÇÕES DE GESTÃO DE CONDICIONALIDADES Período de acompanhamento: Assistência social Educação Saúde mensal bimestral semestral Período de registro das informações nos Sistemas; Repercussão gradativa com base no descumprimento das condicionalidades.

83 A Gestão das Condicionalidades REPERCUSSÃO GRADATIVA Efeito no benefício da família em decorrência do descumprimento da condicionalidade; Momento em que o resultado do acompanhamento de educação e de saúde é devolvido aos municípios, por meio do Sicon, para iniciar o acompanhamento das famílias que tiveram repercussão.

84 A Gestão das Condicionalidades EFEITOS NO BENEFÍCIO Advertência Não há efeito sobre o benefício. A família é alertada por correspondência e no extrato Bloqueio Uma parcela do benefício fica retida por 30 dias; Após 30 dias a parcela pode ser sacada, e a família volta a receber os benefícios. Suspensão Duas parcelas do benefício não são pagos às famílias; Após 60 dias a família volta a receber os benefícios, mas as duas parcelas relativas à suspensão não são pagas. Cancelamento O cancelamento ocorrerá de acordo com as regras da Portaria nº 251/2012.

85 A Gestão das Condicionalidades APRESENTAÇÃO DE RECURSO ONLINE As famílias que descumpriram condicionalidades e tiveram efeito sobre o benefício têm direito de contestar este efeito por meio da apresentação de recurso ao gestor municipal do PBF. O recurso, quando deferido, anula o último efeito do histórico da família e libera a parcela que estava bloqueada, suspensa ou cancelada.

86 A Gestão das Condicionalidades REGISTRO DE RECURSO NO SICON A justificativa dos integrantes da família em situação de descumprimento de condicionalidades deve ser registrada no Sicon; O recurso deve ser registrado até o último dia útil do mês seguinte ao da repercussão: Ex: Repercussão de julho prazo do recurso: 31/8/2013.

87 Ações complementares As ações complementares, aliadas às condicionalidades, reforçam o enfrentamento da pobreza em suas diversas dimensões e refletem a articulação de outros programas e políticas setoriais, para romper o ciclo intergeracional da pobreza e para o desenvolvimento das capacidades dos beneficiários do PBF. Ações complementares aliadas às condicionalidades Ações complementares ao combate a pobreza Educação Saúde Mais Educação Curso de educação alimentar e nutricional EAD Pronatec Brasil Carinhoso Brasil Alfabetizado

88 Gestão e Operacionalização do Programa Bolsa família COMPETÊNCIAS DO MUNICÍPIO Executar procedimentos de gestão de benefícios Acompanhar na esfera municipal o pagamento dos benefícios e a entrega de cartões em estoque Identificar e cadastrar as famílias pobres e extremamente pobres Prefeitura Apoiar a inserção das famílias em programas complementares e outras políticas públicas, bem como promover o acompanhamento familiar Promover o acompanhamento do cumprimento das condicionalidades Apoiar e promover ações de fiscalização à execução do PBF no município

89 A Gestão das Condicionalidades SISTEMAS QUE AUXILIAM A GESTÃO DO PBF: SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (SIGPBF) SIGPBF Sasf Sicon Cecad

90 A Gestão das Condicionalidades OUTROS SISTEMAS QUE AUXILIAM A GESTÃO DO PBF Além dos aplicativos disponíveis no SIGPBF, outros sistemas auxiliam o Programa. Sistema de Cadastro Único Sistema de Benefícios ao Cidadão (Sibec) Sistema Presença PBF Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família na Saúde

91 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar Mesa Temática 4 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar

92 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar CONCESSÃO E ADMINISTRAÇÃO DE BENEFÍCIOS E INTEGRAÇÃO DE PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA Gestão de benefícios: Conjunto de processos e atividades que garantem a concessão e a continuidade da transferência de renda às famílias em situação de pobreza, com perfil para serem atendidas pelo Bolsa Família.

93 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar MARCO LEGAL Lei nº /2004 Decreto nº 5.209/2004 e alterações Decreto nº 6.392/2008 Portaria GM/MDS nº 341/2008 Portaria GM/MDS nº 555/ 2005 e alterações (Port. 344/2009 e 271/2011) Cria o Programa Bolsa Família Gestão do Programa Bolsa Família Altera o Dec. nº 5209/04; Operacionalização e regras do PBF Procedimentos operacionais para ingresso das famílias no PBF Administração de benefícios do PBF

94 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar ETAPAS DA GESTÃO DE BENEFÍCIOS Gestão de Benefícios Habilitação Seleção Concessão Administração Revisão cadastral de beneficiários

95 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar HABILITAÇÃO DE FAMÍLIAS Processo automatizado que verifica se as famílias inscritas no Cadastro Único atendem aos critérios de elegibilidade do PBF. O registro de uma família no Cadastro Único não significa sua inclusão automática no PBF. Famílias não Habilitadas Renda familiar por pessoa maior que R$ 140,00; Renda familiar por pessoa entre R$ 70,01 e R$ 140,00 e que não tenham crianças e/ou adolescentes de 0 a 17 em sua composição; Recebem Peti em valores maiores que o PBF; Com atualização cadastral igual ou maior que 24 meses; Impedidas por decisão judicial; e Que tenham cadastro inconsistente (multiplicidade cadastral, Responsável familiar com idade menor de 16 anos, etc.).

96 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar SELEÇÃO DE FAMÍLIAS Definição da quantidade máxima de famílias por município que poderão ingressar no PBF em determinada folha de pagamento; Ocorre de modo automático e mensal no Sistema de Gestão de Benefícios, classificando em ordem de prioridade as categorias da Portaria nº 341/08 e os municípios com menor cobertura do PBF.

97 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar SELEÇÃO DE FAMÍLIAS Critérios para seleção de famílias Percentual de cobertura da estimativa oficial de famílias pobres; Quantidade de famílias com cadastros habilitados; Disponibilidade orçamentária e financeira, segundo a Lei Orçamentária Anual em vigor. Prioridades na seleção de famílias Famílias indígenas, quilombolas e de resgatados do trabalho análogo ao de escravo têm prioridade na habilitação ao Programa Bolsa Família, desde que sejam corretamente identificadas no Cadastro Único e atendam aos critérios de elegibilidade do Programa. Se houver mais famílias habilitadas no município do que a estimativa de famílias pobres considerada para o atendimento, serão priorizadas as famílias com menor renda mensal por pessoa e maior número de crianças e de adolescentes de zero a dezessete anos (Portaria nº 341/08).

98 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar Concessão de benefícios Habilitação Seleção Concessão Feita exclusivamente pelo MDS,via Senarc, e operacionalizada pela CAIXA

99 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar As modalidades de beneficios 1. Benefício Básico; 2. Benefício Variável; 3. Benefício Variável Vinculado ao Adolescente (BVJ); 4. Benefício para a Superação da Extrema Pobreza (BSP); e 5. Benefício Variável de Caráter Extraordinário (BVCE). A Concessão de benefícios é feita exclusivamente pelo MDS/Senarc, e operacionalizada pela CAIXA ATENÇÃO: Uma vez no PBF, os benefícios das famílias são incluídos na Folha de Pagamentos

100 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar Os benefícios financeiros Benefício Valor Regra Básico R$ 70,00 - Pago às famílias em situação de extrema pobreza (renda mensal por pessoa menor ou igual a R$ 70,00). Variável R$ 32,00 - Pago às famílias em situação de pobreza (renda mensal por pessoa menor ou igual a R$ 140,00) e extrema pobreza que tenham gestantes, nutrizes, crianças ou adolescentes de 0 a 15 anos de idade; - Limite de cinco benefícios por família. Benefício Variável à Gestante (BVG) R$ 32,00 - Pago a todas as famílias beneficiárias do PBF que tenham gestantes em sua composição; - Pagamento de nove parcelas consecutivas, a contar da data de concessão do benefício, desde que a gestação tenha sido identificada no sistema até o nono mês de gestação; - A família precisa ser identificada no Sistema Bolsa Família na Saúde e no Sistema de Condicionalidades (Sicon).

101 A Gestão dos Benefícios e Acompanhamento Familiar Os benefícios financeiros Benefício Valor Regra Benefício Variável à Nutriz (BVN) Benefício Variável Vinculado ao Adolescente (BVJ) R$ 32,00 - Pago a todas as famílias beneficiárias do PBF que tenham crianças com idade entre 0 e 6 meses em sua composição; - Pagamento de seis parcelas consecutivas, a contar da data de concessão do benefício, desde que a criança tenha sido identificada no Cadastro Único até o sexto mês de vida. R$ 38,00 - Pago a todas as famílias beneficiárias do PBF que tenham adolescentes de 16 e 17 anos de idade e que estejam frequentando a escola; - Limite de até dois benefícios por família; - O adolescente beneficiário do BVJ, ao completar 18 anos, continua recebendo regularmente as parcelas do benefício até dezembro do ano de seu aniversário.

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