ABORDAGEM SOBRE O PLANO DIRETOR EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ABORDAGEM SOBRE O PLANO DIRETOR EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO DISTRITO FEDERAL"

Transcrição

1 ABORDAGEM SOBRE O PLANO DIRETOR EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO DISTRITO FEDERAL AN APPROACH TOWARDS THE MASTER PLAN IN HEALTH SURVEILLANCE IN DISTRITO FEDERAL, BRAZIL Denise de Almeida Macedo 1 Carina Rau 2 RESUMO Essa pesquisa versa sobre os elementos relevantes do Plano Diretor de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (DF), que através de suas metas, tem favorecido a prevenção de doenças da coletividade. Nesse sentido, este estudo tem como objetivos abordar sobre a Vigilância em Saúde no DF, na perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) e descrever o Plano Diretor de Vigilância em Saúde do DF, discorrendo o Planejamento Estratégico do Plano Diretor, com base nas áreas de atuação, como epidemiologia, saúde ambiental e sanitária. A perspectiva, portanto, é discutir a dimensão social da Vigilância Sanitária, como também, pontuar os aspectos relativos à saúde dos usuários do SUS no DF. Para demonstrar seus resultados, esta pesquisa utilizou uma fundamentação teórica pertinente ao tema. Palavras Chave: Plano diretor, saúde, prevenção e Vigilância Sanitária. ABSTRACT This research is concerned about the relevant aspects of the Master Plan in Health Surveillance of Distrito Federal (DF), Brazil, which, by means of its aims, has promoted diseases prevention in the local population. Therefore, this study focuses on Health Surveillance in DF, with reference to the Unified Health System (SUS), by providing a description of the Master Plan for Health Surveillance in DF, outlining the strategic planning based in areas of concentration such as epidemiology, environmental health, and health. The perspective, therefore, is to discuss the social dimension of Health Surveillance, as well, scoring the health aspects of SUS in the DF. To demonstrate their results, this research used a theoretical foundation relevant to the topic. Keywords: Master plan, health, prevention and Health Surveillance. 1 Pós graduanda do Curso de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária da Universidade Católica de Goiás- PUC/GO/IFAR, abril de Orientadora. Farmacêutica Industrial graduada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Mestre em Ciências Farmacêuticas pela UFPR. Orientadora e avaliadora de TCC da Pós-Graduação em Vigilância Sanitária da Universidade Católica de Goiás- PUC/GO/IFAR.

2 1 INTRODUÇÃO Toda gestão em saúde pública necessita de um planejamento para que as ações possam ter resultados satisfatórios. No entanto, esse planejamento só alcança resultados positivos através da organização política do sistema de saúde pública, que envolve estratégia, metas, recursos humanos, orçamento, transparência, e, destacadamente, prevenção de doenças imunoprevisíveis, que possam garantir qualidade de vida para a população (SANTOS; BITTENCOURT, 2005). Um dos fatores que podem viabilizar a garantia da aplicabilidade dos recursos diz respeito ao controle em relação aos programas, que neste caso, se trata dos trabalhos voltados à prevenção e imunização de doenças preveníveis. Outro aspecto condizente com as metas da Vigilância Sanitária diz respeito à descentralização do serviço público em saúde, que tem sido considerado como um desafio para o governo, tendo em vista a complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS), que exige controle e regulação das atividades (ANVISA, 2013). Com a efetivação da descentralização do SUS foi possível conhecer as particularidades regionais no que se refere à realidade social, política e administrativa do país, e ao mesmo tempo, ter acesso ao volume de gastos, e poder saber se os mesmos foram investidos corretamente. O diagnóstico dessa realidade em saúde permite ao Ministério da Saúde (MS), ao Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS) e ao Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS), elaborarem relatórios, para posteriormente serem avaliados, como também verificar as responsabilidades dos gestores do SUS, no que compete ao Sistema de atenção à saúde básica (ANVISA, 2013). Nesse contexto, a Vigilância Sanitária é complexa pela dimensão de sua responsabilidade. Portanto, para que esses elementos sejam colocados em prática, se faz necessário um planejamento coerente com a demanda da população, respeito ao dinheiro público, no sentido de aplicá-lo corretamente, e estímulo da população em participar da elaboração do planejamento e da tomada de decisões. O Plano Diretor de Vigilância em Saúde visa prevenir doenças no parâmetro coletivo e sanitário, a partir da finalidade ressaltada pelo MS, que é subsidiar o Distrito Federal (DF) na formulação das políticas públicas em saúde, cujo princípio é oferecer uma Atenção Básica Humanizada, de modo a ampliar o nível de conhecimento da população, e, por conseguinte, garantir a prevenção de doenças e o bem estar dos usuários do SUS (SES-DF, 2007).

3 Nesse sentido, este estudo tem como objetivos abordar sobre a Vigilância em Saúde no DF, na perspectiva do SUS e descrever o Plano Diretor de Vigilância em Saúde do DF, discorrendo o Planejamento Estratégico do Plano Diretor, com base nas áreas de atuação, como epidemiologia, saúde ambiental e sanitária. Além disso, visa monitorar a realidade da saúde da população, bem como recomendar medidas oportunas de prevenção dos agravos, decorrentes do controle dos fatores ambientais, que se traduzem em risco para desencadear doenças as mais diversas. Portanto, a problematização diz respeito a verificar quais elementos relevantes do Plano Diretor de Vigilância Sanitária do DF que favorecem a coletividade. 2 METODOLOGIA Este estudo utiliza o método da revisão bibliográfica, que possibilita a discussão teórica do tema, através de livros, revistas, boletins informativos e fontes eletrônicas. Além disso, foi necessária leitura de relatórios técnicos, levantamentos científicos e anais de congresso, posto que esses documentos científicos dispõem de informações e textos que divulgam resultados de pesquisas na área da saúde. Portanto, através de conteúdos temáticos, foi possível coletar dados e informações, condizentes com a proposta da pesquisa. (MARCONI; LAKATOS, 2004). Para realização deste Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi necessário fazer uma pesquisa cuja abordagem versa sobre o planejamento e organização da Vigilância em Saúde do Distrito Federal, ressaltando a sua maior referência que diz respeito ao Plano Diretor de Vigilância em Saúde (PDVS), tendo em vista a sua importância em garantir a prevenção de doenças. A coleta de dados teve início com o levantamento bibliográfico relativo à Vigilância Sanitária em Saúde no Distrito Federal. Nesse sentido, houve uma escolha criteriosa dos textos mais importantes, cuja abordagem contém as reflexões sobre a importância da vigilância sanitária no atual contexto de gestão em saúde pública. O levantamento bibliográfico priorizou os elementos pertinentes à nova visão de gestão pública, destacando a função da vigilância sanitária, enquanto setor responsável pela articulação de prevenção de doenças, contribuindo com as decisões que visem obter, cada vez mais, resultados positivos para saúde e qualidade de vida da população.

4 3 DISCUSSÃO 3.1 A VIGILÂNCIA SANITÁRIA Certamente que a atuação da Vigilância Sanitária segue pressupostos de um mecanismo eficaz em atenção à saúde. Portanto, paralelo às mudanças técnicas, profissionais e administrativas, também se modificam os modelos de gestão, e, por conseguinte, de controle nas instituições públicas. Exemplo disso é a Teoria da Contingência, também denominada Escola Ambiental, que surgiu com o intuito de verificar quais os modelos de estrutura organizacional são mais eficazes em determinadas organizações. Essa teoria é chamada de contingencial, tendo em vista que procura compreender e explicar o motivo pelo qual as instituições públicas funcionam em diferentes condições (EDUARDO, 2001). Conforme a Teoria da Contingência, não se alcança eficácia organizacional, seguindo um único e exclusivo modelo, ou seja, não existe uma forma única e melhor para organizar um hospital público. A concepção contingencial de gestão pública defende a ideia de que quanto mais flexível, mais a instituição (ou o setor) consegue se readaptar facilmente às constantes mudanças (MORAES, 2013). Nesse sentido, o desempenho do setor de saúde também vem sendo avaliado através de dois aspectos antagônicos: os pontos de excelência e os pontos negativos. Portanto, o grande desafio de administrar as ações neste setor é identificar as competências que levarão aos melhores resultados. Ou seja, a partir do modo como a instituição em saúde pública está estruturada, ela poderá, de modo objetivo, conseguir um desempenho que esteja de acordo com o seu planejamento, que por sua vez, corresponde à infraestrutura, e destacadamente, aos anseios da população, que com seus impostos mantêm este setor prioritário. Segundo Chiavenato (2013), o setor de saúde, em conformidade com sua importância, deve ter um funcionamento (interno e externo), como recursos humanos; tecnologia; maquinário; instalações e o compromisso dos funcionários e profissionais. Portanto, a abordagem dessa teoria tem um parâmetro objetivamente eficaz, passando pela compreensão das ações entre os subsistemas organizacionais em saúde, posteriormente pelo parâmetro da prevenção, que é o compromisso maior da Vigilância Sanitária. Outro

5 aspecto relativo ao modelo contingencial se refere à natureza variada do atendimento em saúde, considerando suas estruturas e ações gerenciais, em diferentes situações específicas. Nessa via de raciocínio, a vigilância sanitária é um privilegiado setor de comunicação e promoção de saúde, pois lida com produtos e serviços presentes no cotidiano da população. Além disso, abre espaço para uma ação educativa no que se refere ao entendimento do risco às doenças. Além disso, a Vigilância Sanitária atua em cada esfera administrativa do país, e dentre outras atribuições, determina normatização, planejamento e coordenação, cooperação técnica e financeira e acompanhamento, avaliação e supervisão das ações executadas nos Estados, municípios e Distrito Federal (BRASIL, 2007). A efetividade dessas ações depende fundamentalmente, do nível de capacitação, envolvimento e dedicação dos profissionais envolvidos, tendo em vista que são várias atribuições que devem ser descentralizadas para garantir eficácia e resolução quanto à prevenção de doenças. A perspectiva da gestão em saúde passa pela aplicação de conhecimento, habilidades, capacitação profissional, ferramentas e técnicas, junto às atividades desenvolvidas, a fim de atender aos seus requisitos estabelecidos e determinados pelo setor, de maneira eficiente e eficaz. Portanto, é uma função que requer empenho e compromisso, tendo em vista as responsabilidades que o gestor assume (MONTANHA, 2011). Essa perspectiva condiz com a responsabilidade dos profissionais da saúde que se qualificam para desempenhar funções de grande responsabilidade, e quando se trata do setor da saúde pública, indiscutivelmente se torna mais complexa sua atuação, por conta da dimensão geográfica do Brasil, e suas respectivas características regionais, onde as doenças consideradas como epidêmicas e endêmicas se propagam conforme a região. Nesse contexto, a Vigilância Sanitária segue os pressupostos do SUS, que dentre outras atividades implica em coordenar, articular, negociar, planejar, acompanhar, controlar, avaliar e auditar o sistema de saúde em nível municipal, estadual/distrital e nacional. O desempenho desses fatores coaduna com a regulamentação das Normas Operacionais de Assistência Básica à Saúde (NOBS) delimitadas pelo SUS, que estabeleceram novas formas de relacionamento entre os gestores à medida que os preceitos constitucionais de 1988 foram sendo colocados em prática, como por exemplo: descentralização dos recursos, pronto atendimento e atividades educativas comunitárias capazes de conscientizar a população sobre os riscos de adquirir doenças, sejam crônicas ou degenerativas (SES-DF, 2007).

6 As NOBS também estabelecem os instrumentos jurídicos e institucionais do SUS, com o intuito de padronizar e implementar, de modo satisfatório, todos os parâmetros de qualidade em atenção à saúde, com o objetivo de atender adequadamente os usuários do sistema de saúde pública (MONTANHA, 2011). Nesse sentido, a saúde pública diz respeito a um dos direitos fundamentais da população brasileira, e por esta razão, sempre desperta interesse pela sua importância e complexidade no contexto social, econômico e administrativo. Com a Vigilância Sanitária não é diferente, posto que este setor faz parte das atividades que são desenvolvidas pelas instituições que prestam serviços na saúde, e que devem seguir os princípios constitucionais, a priori, igualitários. Esses pressupostos passaram a fazer parte das políticas em saúde, e, por conseguinte, o SUS regulamentou. Em outras palavras, a partir do ano de 1990, com a aprovação do SUS, a população brasileira passou a exigir informações claras e objetivas sobre os investimentos na área da saúde pública, mais precisamente, em relação a efetiva atenção básica humanizada. Dentre outros aspectos, o SUS garante o direito à informação sobre os recursos públicos, uma vez que a saúde tem o dever de prevenir doenças, cuidar das pessoas, e recuperar a saúde dos indivíduos, e promover o bem estar da sociedade (MONTANHA, 2011). Estas conjecturas refletem a realidade contemporânea, cuja conjuntura é globalizada, e tem exigido das instituições públicas de saúde, transparência de suas ações, e ao mesmo tempo, o aparelhamento técnico e tecnológico, necessários para prestarem um bom serviço, que evidentemente diz respeito aos interesses da coletividade, que neste caso, corresponde aos usuários do SUS. Isto implica dizer, que para prestar um serviço de qualidade, torna-se necessário um processo de gestão que se estrutura através de princípios sociais, que condiz com um ciclo: planejamento, execução e controle. Ou seja, esse ciclo traduz o processo de gestão de um órgão público, cujo objetivo é suprir a demanda da população, que faz uso dos serviços prestados (SANTOS; BITTENCOURT, 2005). O papel da vigilância sanitária, nessa linha de raciocínio, ganha destaque, em razão das responsabilidades, tanto sob o ponto de vista humano (profissionais), quanto sob o ponto de vista operacional (planejamento), que juntos, podem otimizar os resultados dessa prestação de serviços. No parâmetro do planejamento operacional, tem-se o compromisso em administrar as informações que darão suporte a elaboração de planos operacionais, em conjunto com outros

7 setores envolvidos, de modo a estabelecer, quantificar e aprovar os planos a serem executados (COSTA, 2004). 3.2 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO DISTRITO FEDERAL De acordo com os ciclos que a gestão pública passa, como por exemplo, planejamento, execução e controle, a vigilância sanitária observa, atua, acompanha e monitora todo o processo de execução, de modo a constatar se as ações propostas foram alcançadas (CATELLI; GUERREIRO, 2002). Por esta razão, as informações são necessárias para viabilizar uma análise criteriosa das atividades da Vigilância Sanitária, para em seguida, realizar um relatório, de modo a apresentar com precisão, as potencialidades e as fragilidades do setor público em saúde. Esses aspectos são imprescindíveis, tendo em vista que a saúde pública não consegue desempenhar qualquer atividade sem organização, como também, sem metas estabelecidas. Portanto, para que as metas sejam alcançadas é preciso obedecer aos parâmetros da prevenção em saúde, conforme o perfil da população (EDUARDO, 2001). Dentre outros fatores, o perfil epidemiológico da população considera características de tempo, espaço e pessoa, para que desta forma possa: 1. Compreender a evolução do quadro epidemiológico e identificar os determinantes mais relevantes; 2. Estabelecer uma hierarquia de fatores de risco e vulnerabilidades aos agravos mais relevantes; e 3. Identificar as populações mais vulneráveis aos agravos mais relevantes e as situações de risco sanitário a serem priorizadas. Diante do exposto, conforme relatório da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, em 2011 a população do Distrito Federal estava estimada em habitantes. Dentro desse contexto demográfico, tem-se a esperança de vida ao nascer, que é considerado um bom indicador de saúde, porque reflete as condições de vida e de saúde da população. O grupo social das mulheres tem atualmente a maior expectativa de vida, conforme relatório da Vigilância Sanitária do DF. Este mesmo documento coloca que desde 1999 observa-se redução do número de nascidos vivos de mães residentes no Distrito Federal, o que implica diminuição progressiva na taxa de natalidade (SES-DF, 2007).

8 Por outro lado, a taxa de mortalidade tem aumentado, em função de várias causas, como doenças cardiovasculares, homicídio, acidentes de trânsito, infarto agudo do miocárdio, diabetes mellitus, pneumonia, câncer de mama, doenças hipertensivas, dentre outras. A taxa ou coeficiente de mortalidade infantil é outro indicador do nível de saúde de uma população, e também tem relação com as condições socioeconômicas da população e as respectivas intervenções de saúde, que evita a mortalidade infantil, que segundo o último relatório da Secretaria de Saúde de 2012, o Distrito Federal apresentou uma taxa de 11,8 óbitos para cada nascidos vivos. Convém ressaltar que o DF tem apresentado melhor qualidade de vida no Brasil desde 1991, conforme a Organização das Nações Unidas (ONU). Sendo uma cidade-estado, não possui municípios, por isso a descentralização é apenas de serviço, com 15 regionais de saúde que seguem os preceitos da Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS, 2002) em consonância com a Subsecretaria de Vigilância em Saúde, de modo a subsidiar a formulação, a implementação e a avaliação das ações de prevenção e controle das doenças e de outros agravos, no âmbito do DF e fomentar os estudos científicos e pesquisas que contribuam para o aperfeiçoamento das atividades de vigilância em saúde (SES-DF, 2007). Além desses pressupostos e coeficientes, tem-se a distribuição dos agravos de interesse em saúde em uma população, que é de fundamental importância para o planejamento de ações e tomada de decisões quanto à prevenção e controle de doenças, posto que sua análise apresenta uma realidade epidemiológica populacional (ANVISA, 2013). Nessa linha de raciocínio, o Distrito Federal descentralizou o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) a partir de 2004, e atualmente mantém 15 regionais de saúde, que estão sob responsabilidade dos Núcleos de Vigilância Epidemiológica e Imunização (NUVEI), que atuam em cada Regional de saúde. Cada usuário do SUS tem uma ficha de notificação dos agravos, preenchida em duas vias pela unidade de atendimento (posto de saúde ou hospital), sendo que uma via permanece na unidade para prosseguimento da investigação, quando for o caso, e a outra via é encaminhada ao NUVEI para registro no sistema. As informações do usuário (ficha) são enviadas ao MS regularmente para serem registrados no SINAN, enquanto procedimento pactuado pelo Distrito Federal junto ao MS. O cumprimento deste indicador é importante para manter atualizada a base de dados do SINAN, para desta forma subsidiar oportunamente as tomadas de decisão.

9 3.3 PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE (PDVS) DO DF O PDVS se propõe a nortear o fortalecimento e a consolidação da Vigilância em Saúde no DF. Portanto, trata-se de um programa de trabalho que orienta as decisões relativas à vigilância em saúde. O Plano Diretor de Regionalização em Vigilância Sanitária foi elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), para recompor e atualizar a assistência à saúde no DF, nos moldes da NOAS/2002. O Plano Diretor se originou da demanda de pactuação entre SES-DF e MS, tendo como referência a política de saúde pública, consolidada através do Pacto de Gestão em Saúde, previstos na Constituição Federal de 1988, que dentre outros aspectos define: Art. 196 A saúde é um direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. (BRASIL, 2004) Desde a assinatura do Pacto pela Saúde, no ano de 2006, os gestores têm buscado atuar com coerência, planejando criteriosamente as ações operativas, respeitando as diferenças locais e regionais, e que reforça a Organização das Regiões Sanitárias, instituindo mecanismos de Co-Gestão e Planejamento Regional. Significa que se têm fortalecido os espaços e mecanismos de Controle Social, qualificando e facilitando o acesso da população à Atenção Integral a Saúde, redefinindo os instrumentos de regulação, programação e a valorização técnica entre os gestores, e que visa a obediência de um financiamento tripartite, que deve respeitar critérios de equidade nas transferências de recursos (MS, 2006). Nessa perspectiva, o PDVS do DF tem sido desenvolvido a partir de um planejamento participativo, ou seja, atualmente é impensável uma gestão pública sem a participação da população. Portanto, o poder público tem a obrigação de prestar contas de suas ações, não só relacionando os objetivos dos programas contemplados, como também, demonstrar de que maneira os recursos públicos são gastos e empregados para atingir as metas (PAIM, 2010). Portanto, a gestão da vigilância sanitária é responsável pela prevenção de doenças, de modo a tornar imune a coletividade, em relação às doenças. Ou seja, a Vigilância Sanitária avalia, monitora e verifica criteriosamente o desenvolvimento do Programa de Imunização, analisando indicadores que mostrem as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde da população.

10 Conforme Costa (2004), a vigilância epidemiológica é orientada para o controle de doenças, e sua concepção de ações programáticas de controle segue os parâmetros do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), concernentes às NOBS, que estabeleceram as competências e metas de vigilância, descentralizando as ações de controle de endemias (doenças localizadas). O atual Plano Diretor de Vigilância em Saúde do Distrito Federal, no que compete à prevenção de doenças, visa proporcionar amplos benefícios à população, considerando o compromisso social desta área, que diz respeito a propósitos qualitativos, que individualiza e distingue a razão de ser das suas ações e atividades, de modo a oferecer uma unidade de direção, cujas finalidades sejam alcançadas, como por exemplo: Proteger a saúde da comunidade e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população; e Contribuir para a ampliação da consciência sanitária e para a adoção de atitudes e comportamentos saudáveis por parte da população, especificamente, do Distrito Federal. Nessa linha de raciocínio, tem-se observado que os planos e metas do Plano Diretor do Distrito Federal estão alcançando resultados positivos, e ao mesmo tempo, favorecendo os direitos básicos da coletividade, que é a prevenção e tratamento de doenças. Ademais, o Plano Diretor foi elaborado considerando o Plano de Saúde do DF, que prioriza a assistência primária e preconiza um sistema regionalizado e hierarquizado, que se sustenta por meio de uma rede de serviços, composta por Postos de Saúde, Centros de Saúde, Hospitais Regionais, Hospital de Base, Hospital de Apoio, Diretoria de Saúde do Trabalhador, Laboratório Central e sistema de referência e contrarreferência. Convém destacar alguns objetivos estratégicos, tais como: oferecer atenção à saúde com qualidade; prevenir agravos; reduzir a mortalidade por causas evitáveis; melhorar a gestão da informação e do conhecimento e atualizar e aperfeiçoar as competências técnicas e humanísticas dos servidores. A partir desses pressupostos, a Secretaria de Saúde do DF tem colocado em prática a missão do Plano Diretor, que surgiu com a intenção de mudar as características da assistência médica, que hoje é provida de saneamento básico satisfatório, e, consequentemente, o quadro epidemiológico da população foi alterado, posto que atualmente se gasta mais em procedimentos de maior complexidade do que em atenção básica (SES-DF, 2007).

11 3.4 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO PDVS O governo do DF, através da Secretaria de Saúde instituiu o Plano Diretor de Regionalização em Saúde, e está inserido na parte XIII, as ações em Vigilância Sanitária, enquanto instrumento de ordenamento do processo de regionalização da assistência em saúde, baseado nos objetivos de definição de prioridades de intervenção preventiva, coerente com as necessidades de saúde da população, e na garantia de acesso dos cidadãos a todos os níveis de atenção (SES-DF, 2007). Para tanto, destacam-se os programas de atenção permanente da satisfação dos usuários do SUS, tendo como referência o modelo de gestão por competências, que visa a satisfação da população em relação às informações recebidas, e conscientes do papel de cada um na estrutura organizacional da Secretaria de Saúde. Outra estratégia tida como operacional, diz respeito à responsabilidade da Secretaria de Saúde, enquanto agente público que presta serviços à comunidade. Para tanto, tem investido na capacidade de articulação de conhecimento, como fonte para ação das atividades que visam prevenir doenças e agravos (SES-DF, 2007). Conforme está destacado no Plano Diretor, as estratégias das atividades buscam, dentre outros fatores: - realizar uma cobertura universal do Programa de Imunizações, beneficiando todas as faixas etárias; - ações de promoção da saúde e prevenção de doenças; - plano diretor de investimentos para atender as prioridades identificadas; - implantar um sistema resolutivo e funcional de assistência em saúde. Portanto, a pactuação que fora formalizada tem buscado colocar em prática as atividades em saúde preventiva, contanto com a colaboração da Sub Secretaria de Vigilância à Saúde, que através da Diretoria de Vigilância Sanitária (DIVISA) tem executado, dirigido, coordenado, avaliado e supervisionado os trabalhos preventivos que buscam eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde da população. Os setores que merecem destaque são:

12 Epidemiologia setor que executa as atividades de vigilância epidemiológica, ou seja, preocupa-se com a imunização no âmbito do DF, de modo a evitar a proliferação de doenças preveníveis. Saúde ambiental elabora e edita normas e procedimentos de vigilância ambiental, através de políticas de saneamento, habitação e meio ambiente. Saúde sanitária elabora as ordens de serviço para servidores e unidades vinculadas à DIVISA, para em seguida determinar as instruções normativas para aplicabilidade da legislação sanitária federal e distrital, relativas a estabelecimentos comerciais, industriais e prestadores de serviços públicos ou privado, no âmbito do DF. Ademais, a Secretaria de Saúde tem buscado melhorar continuamente a infraestrutura dos órgãos de saúde que atendem à população, desde os postos de saúde até os hospitais que atendem os casos de alta complexidade, numa perspectiva de melhoria de processos logísticos de gestão, que visam aprimorar a articulação e a integração da rede de saúde pública. Exemplo desse compromisso são os princípios que norteiam a política de saúde em Vigilância Sanitária que preceitua a democratização e participação coletiva, a regionalização, descentralização e novos modelos assistenciais, priorizando as ações de vigilância em saúde, e buscando a melhoria quantitativa e qualitativa dos serviços assistenciais da atenção básica, seja no contexto da média, quanto da alta complexidade. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Foi evidenciado que através da gestão em saúde pública é possível possibilitar e concretizar a organização política referente ao sistema de atenção básica, que envolve estratégia, recursos humanos, orçamento, qualidade, e, destacadamente, prevenção de doenças imunopreveníveis. Portanto, a vigilância sanitária, enquanto setor público de saúde no Distrito Federal tem buscado alcançar resultados favoráveis no decorrer da gestão, em razão de dispor de estratégias positivas e preventivas. Considerando todos os aspectos discutidos na perspectiva da vigilância em saúde, este estudo ressaltou a missão em adequar políticas de saúde, e executar ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, segundo princípios e diretrizes do SUS.

13 Nessa linha de raciocínio, convém recomendar aos gestores e profissionais deste setor, que, considerando que o Plano Diretor em Saúde é um instrumento de ordenamento do processo de regionalização da atenção à saúde, deve ser colocado em prática sob uma lógica de ações integradas que sigam uma plataforma de prioridades em conformidade com a realidade local, de modo a reduzir as desigualdades no atendimento à saúde. Além disso, viabilizar medidas oportunas de prevenção das doenças e dos agravos, através do controle efetivo, de modo a evitar doenças, haja vista que existem as estratégias do Plano Diretor, e ao longo de seus pressupostos estão pontuados os aspectos necessários ao favorecimento da coletividade, como por exemplo, imunização da população, vigilância sanitária que cumpra as políticas de saneamento e habitação, e aplicabilidade da legislação sanitária nos estabelecimentos privados e públicos. Outro aspecto a considerar se refere ao nível de conscientização da população, na perspectiva preventiva, de modo a possibilitar uma qualidade de vida condizente com as ações pactuadas, que envolve determinantes e condicionantes de saúde individual e coletiva, uma vez que vigilância em saúde faz parte da promoção do bem estar social. A intenção desta pesquisa foi colaborar com os profissionais da saúde, no contexto da prevenção sanitária que visa prestar uma atenção integral de qualidade, através de uma vigilância capacitada e capaz de colocar em prática as diretrizes do bem estar social da população, mais especificamente, os usuários do SUS. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANVISA. Disponível em: Acesso em 13 de março de BRASIL, Constituição Federal. Brasília: Senado Federal, BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Plano diretor de vigilância sanitária / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 1.ed. Brasília : Anvisa, CATELLI, A. P.; GUERREIRO, R. Gestão econômica do trabalho científico. São Paulo: Atlas, CHIAVENATTO, I. O novo papel das organizações públicas. Disponível em: Acesso em 21 de março de 2013.

14 COSTA, E. A. Vigilância Sanitária: Proteção e defesa da saúde. Brasília: SOBRAVIME, EDUARDO, M. B. Noções básicas sobre vigilância sanitária. In: Saúde & Cidadania. SP: Fundação Petrópolis, MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico. São Paulo: Atlas, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Relatório do Programa de Vigilância Sanitária. Brasília: MS, MONTANHA, L. Políticas sociais em saúde preventiva. Revista Trabalho, Educação e Saúde. RJ: MORAES, I. A. Saúde Pública. Disponível em: Acesso em 06 de abril de NOAS SUS. Secretaria de Assistência à Saúde. 2. Ed. Brasília: Ministério da Saúde, PAIM, J. S. Vigilância em saúde e vigilância sanitária: afinal, do que estamos falando? MS: Brasília, SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE (SES-DF). Plano Diretor de Regionalização em Saúde do Distrito Federal Disponível em: Acesso em 19 de março de SANTOS, A; BITTENCOURT, R. Perspectivas para a construção de uma nova consciência coletiva que conceba a Vigilância Sanitária como rede:redevisa. Rev Saúde Colet. v. 7, p , 2005.

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS APRESENTAÇÃO O presente documento é resultado de um processo de discussão e negociação que teve a participação de técnicos

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

Realização: CEREMAPS, EESP e Fundação CEFETBAHIA 1

Realização: CEREMAPS, EESP e Fundação CEFETBAHIA 1 CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (QUESTÕES 01 a 30) Questão 01 (Peso 1) A saúde, através do Sistema Único de Saúde, é desenvolvida através de uma política social e econômica que visa,

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

Organização do Sistema Único de Saúde Organization of the Health System in Brazil

Organização do Sistema Único de Saúde Organization of the Health System in Brazil Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa inistério da Saúde Organização do Sistema Único de Saúde Organization of the Health System in Brazil Brasília, março de 2014 Saúde Direito de todos e dever

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011 DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011 Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

Sistema Único de Saúde (SUS)

Sistema Único de Saúde (SUS) LEIS ORGÂNICAS DA SAÚDE Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990 Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990 Criadas para dar cumprimento ao mandamento constitucional Sistema Único de Saúde (SUS) 1 Lei n o 8.080

Leia mais

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS COAP 06/13 ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS 1.0 O que é o Contrato Organizativo da Ação Pública - COAP? O COAP é um acordo de colaboração firmado entre os três entes federativos, no âmbito de uma Região de

Leia mais

GUIA PROPOSTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE

GUIA PROPOSTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE GUIA PROPOSTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE (Fonte: Livro 2 dos Cadernos de Planejamento do PLANEJASUS) O planejamento é uma função estratégica de gestão assegurada pela Constituição Federal

Leia mais

FONSEAS I Encontro Nacional da Gestão Estadual do SUAS

FONSEAS I Encontro Nacional da Gestão Estadual do SUAS FONSEAS I Encontro Nacional da Gestão Estadual do SUAS BRASIL 8,5 milhões de Km²; 192 milhões de habitantes; 26 Estados e 01 Distrito Federal; 5.564 municípios (70,3 % com menos de 20.000 habitantes);

Leia mais

ANEXO ÚNICO POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO ESTADO DE GOIÁS

ANEXO ÚNICO POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO ESTADO DE GOIÁS 1 ANEXO ÚNICO POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO ESTADO DE GOIÁS I. PROPÓSITOS A Política Estadual em Saúde do Trabalhador tem por propósito definir princípios, diretrizes e estratégias para

Leia mais

DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015

DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015 DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015 Região de Saúde [...] espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades

Leia mais

regionalização e contratos organizativos de ação pública.

regionalização e contratos organizativos de ação pública. A Regulamentação da Lei 8.080/90: A Regulamentação da Lei 8.080/90: regionalização e contratos organizativos de ação pública. Seminário Nacional PRÓ Saúde e PET Saúde Brasília, 19 de outubro de 2011.,

Leia mais

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art.1º - A SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE - SUSAM integra a Administração Direta do Poder Executivo, na forma da Lei nº 2783, de 31 de janeiro de 2003, como órgão responsável,

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA http:///br/resenhas.asp?ed=8&cod_artigo=136 Copyright, 2006. Todos os direitos são reservados.será permitida a reprodução integral ou parcial dos artigos, ocasião em que deverá ser observada a obrigatoriedade

Leia mais

ERRATA. Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais do Sus

ERRATA. Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais do Sus ERRATA Secretaria de Saúde do DF AUXILIAR EM saúde - Patologia Clínica Sistema Único de Sáude - SUS Autora: Dayse Amarílio D. Diniz Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cit/2012/res0004_19_07_2012.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cit/2012/res0004_19_07_2012.html http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cit/2012/res0004_19_07_2012.html Página 1 de 17 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Gabinete do Ministro Comissão Intergestores

Leia mais

NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Ana Iva Corrêa Brum Barros 1 Rayana de Carvalho Freitas 2 Prof. Esp. Gilmar dos Santos Soares

Leia mais

Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão

Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Coordenação de Apoio à Gestão Descentralizada Diretrizes Operacionais para os Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão Série A. Normas e Manuais Técnicos

Leia mais

Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014.

Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014. Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014. Ministério da Saúde / Secretaria-Executiva Departamento de Monitoramento

Leia mais

Carta de Joinville 1) Sobre o Financiamento

Carta de Joinville 1) Sobre o Financiamento Carta de Joinville Os Secretários e Secretárias Municipais de Saúde, reunidos no XXIII Congresso Nacional das Secretarias Municipais de Saúde e IV Congresso Brasileiro de Saúde, Cultura de Paz e Não-Violência,

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS MARCOS LÓGICOS E LEGAIS DA REDE BÁSICA DE SAÚDE

LEVANTAMENTO DOS MARCOS LÓGICOS E LEGAIS DA REDE BÁSICA DE SAÚDE LEVANTAMENTO DOS MARCOS LÓGICOS E LEGAIS DA REDE BÁSICA DE SAÚDE 1. Marcos Lógicos Publicação/Origem NORMATIVAS INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Declaração Americana dos Direitos

Leia mais

O Pacto de Gestão do SUS e os Municípios

O Pacto de Gestão do SUS e os Municípios Colegiado de Secretários Municipais de Saúde do Estado de PE COSEMS-PE O Pacto de Gestão do SUS e os Municípios 2º Congresso Pernambucano de Municípios - AMUPE Gessyanne Vale Paulino Saúde Direito de todos

Leia mais

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde Informativo interativo eletrônico do CNS aos conselhos de Saúde Brasília, junho de 2006 Editorial O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde A aprovação unânime do Pacto pela Saúde na reunião

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL

O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL Profª Carla Pintas O novo pacto social envolve o duplo sentido de que a saúde passa a ser definida como um direito de todos, integrante da condição de cidadania social,

Leia mais

PORTARIA 1.600, DE 7 DE JULHO DE

PORTARIA 1.600, DE 7 DE JULHO DE PORTARIA No- 1.600, DE 7 DE JULHO DE 2011 Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE,

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

Revisão da Política Nacional de Promoção da Saúde

Revisão da Política Nacional de Promoção da Saúde NOTA TÉCNICA 18/2014 Revisão da Política Nacional de Promoção da Saúde Brasília, 28 de outubro de 2014. 1 Introdução A Política Nacional de Promoção da saúde - PNaPS foi aprovada em 2006, no conjunto de

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO EM. Versão 1.2

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO EM. Versão 1.2 GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA Planejamento, Programação, Pactuação e Monitoramento das ações de Visa Versão 1.2 ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO (APLAN/ANVISA)

Leia mais

Uma Nova Agenda para a Reforma do

Uma Nova Agenda para a Reforma do Uma Nova Agenda para a Reforma do Setor Saúde: Fortalecimento das Funções Essenciais da Saúde Pública e dos Sistemas de Saúde FORO REGIONAL ANTIGUA/GUATEMALA 19-22 DE JULHO DE 2004 PERSPECTIVAS NACIONAIS

Leia mais

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra Plano Operativo

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra Plano Operativo MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA DEPARTAMENTO DE APOIO À GESTÃO PARTICPATIVA Política Nacional de Saúde Integral da População Negra Plano Operativo Brasília - DF Abril

Leia mais

Gestão do Trabalho em Saúde

Gestão do Trabalho em Saúde Universidade Federal de Alagoas Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Prova de Conhecimentos Específicos da Especialização Lato Sensu UFAL 2012.1 Gestão do Trabalho em Saúde CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES

Leia mais

Planejamento intersetorial e Gestão Participativa. Recife, 04/09/2013

Planejamento intersetorial e Gestão Participativa. Recife, 04/09/2013 Planejamento intersetorial e Gestão Participativa Recife, 04/09/2013 Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social,

Leia mais

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE Paulo Eduardo Elias* Alguns países constroem estruturas de saúde com a finalidade de garantir meios adequados para que as necessidades

Leia mais

Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90

Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90 Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90 Cesar Vieira cesarvieira@globo.com Reunião do CA/IBEDESS 12 de julho de 2011 Principais Conteúdos Organização do SUS Planejamento da

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE EXPERIÊNCIA EXITOSA EM:

PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE EXPERIÊNCIA EXITOSA EM: PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE EXPERIÊNCIA EXITOSA EM: AMPLIAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO DA CENTRAL DE MARCAÇÃO DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS DE JOÃO PESSOA/PB: UMA

Leia mais

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS Secretaria Nacional de Assistência Social 1 2 3 Quando a Comissão Organizadora da VI Conferência Nacional

Leia mais

Política Nacional de Educação Permanente em Saúde

Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Portaria GM/MS nº 1.996, de 20 de agosto de 2007 substitui a Portaria GM/MS nº 198, de 13 de fevereiro de 2004 e Proposta de Alteração Pesquisa de Avaliação

Leia mais

Decreto nº 7508/2011 e a Vigilância em Saúde no Estado de São Paulo. Marília 07 de março de 2012

Decreto nº 7508/2011 e a Vigilância em Saúde no Estado de São Paulo. Marília 07 de março de 2012 Decreto nº 7508/2011 e a Vigilância em Saúde no Estado de São Paulo Marília 07 de março de 2012 SUS - Sistema de Saúde universal de grande complexidade Política pública inclusiva garantindo direito de

Leia mais

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência.

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência. ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO Nara FUKUYA 1 ; Ana Elisa Bauer Camargo SILVA 2 1,2 Universidade Federal de Goiás, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, Núcleo de Estudo

Leia mais

PORTARIA Nº 1.097 DE 22 DE MAIO DE 2006.

PORTARIA Nº 1.097 DE 22 DE MAIO DE 2006. PORTARIA Nº 1.097 DE 22 DE MAIO DE 2006. Define o processo da Programação Pactuada e Integrada da Assistência em Saúde seja um processo instituído no âmbito do Sistema Único de Saúde. O MINISTRO DE ESTADO

Leia mais

Plano de Ação de Vigilância Sanitária

Plano de Ação de Vigilância Sanitária Plano de Ação de Vigilância Sanitária A construção e o seu desenvolvimento no município Salma Regina Rodrigues Balista Águas de São Pedro 10/06/2010 O PAVISA: em qual contexto Pacto pela Saúde: nova lógica

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br O direito à saúde na Constituição Federal de 1988: caracterização e efetividade Alexandre Gonçalves Lippel* 1. Caracterização do direito à saúde O direito à saúde emerge no constitucionalismo

Leia mais

O DEVER DO ESTADO BRASILEIRO PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SAÚDE E AO SANEAMENTO BÁSICO FERNANDO AITH

O DEVER DO ESTADO BRASILEIRO PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SAÚDE E AO SANEAMENTO BÁSICO FERNANDO AITH O DEVER DO ESTADO BRASILEIRO PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SAÚDE E AO SANEAMENTO BÁSICO FERNANDO AITH Departamento de Medicina Preventiva Faculdade de Medicina da USP - FMUSP Núcleo de Pesquisa em Direito

Leia mais

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Porto Alegre/RS, agosto de 2011 Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem

Leia mais

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 Brasília - DF 2012 1 O presente Plano

Leia mais

Desafios para gestão municipal do SUS

Desafios para gestão municipal do SUS XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo Desafios para gestão municipal do SUS Arthur Chioro Secretário de Saúde de São Bernardo do Campo Presidente do Cosems-SP Política

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 40

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 40 8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 40 QUESTÃO 17 São competências do Sistema Único de Saúde: I- Colaborar na proteção do meio ambiente, incluindo o ambiente do trabalho. II- Participar do controle

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO: QUEM PAGA A CONTA?

MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO: QUEM PAGA A CONTA? MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO: QUEM PAGA A CONTA? De acordo com a Constituição Federal do Brasil, no capítulo dos direitos sociais, todo cidadão tem o direito à saúde, educação, trabalho, moradia, lazer,

Leia mais

RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 12/2009

RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 12/2009 RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 12/2009 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ, pelas Promotoras de Justiça adiante assinadas, nos autos de Inquérito Civil Público nº40/2009, instaurado para acompanhamento

Leia mais

PROJETO DE FORMAÇÃO E MELHORIA DA QUALIDADE DA REDE DE SAUDE QUALISUS-REDE

PROJETO DE FORMAÇÃO E MELHORIA DA QUALIDADE DA REDE DE SAUDE QUALISUS-REDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2015 Consultor Conteudista para elaboração do Curso EAD voltado à Implantação de Serviço de Clínica Farmacêutica Intervenção Sistêmica Gestão da Assistência Farmacêutica : Implantação

Leia mais

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012 Princípios Gerais Política Nacional de Saúde Integral da População Negra PORTARIA Nº 992, DE 13 DE MAIO DE 2009 Profª Carla Pintas A Constituição de 1988 assumiu o caráter de Constituição Cidadã, em virtude

Leia mais

Super Dicas de SUS. Prof. Marcondes Mendes. SUS em exercícios comentados Prof Marcondes Mendes

Super Dicas de SUS. Prof. Marcondes Mendes. SUS em exercícios comentados Prof Marcondes Mendes Super Dicas de SUS Prof. Marcondes Mendes SUS em exercícios comentados Prof Marcondes Mendes 1. Evolução histórica da organização do sistema de saúde no Brasil Prevenção Modelo de Saúde Sanitarista Campanhismo

Leia mais

A regulação médico-hospitalar nos sistemas de saúde público e privado

A regulação médico-hospitalar nos sistemas de saúde público e privado HUMANIZAÇÃO E ACESSO DE QUALIDADE A regulação médico-hospitalar nos sistemas de saúde público e privado Alexandre Mont Alverne 25/11/2015 Regulação Significado: Michaelis: Regular+ção: ato ou efeito de

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011

A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011 A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011 Departamento de Gestão da Vigilância em Saúde-DAGVS Secretaria de Vigilância em Saúde dagvs@saude.gov.br 06/03/2012 IMPLEMENTAÇÃO DO DECRETO

Leia mais

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO DOU de 05/10/2015 (nº 190, Seção 1, pág. 669) Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Ms. Waleska Ramalho Ribeiro - UFPB A concepção republicana do SUAS requer

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 8ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE TOCANTINS

DOCUMENTO FINAL 8ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE TOCANTINS DOCUMENTO FINAL 8ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE TOCANTINS EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE DIRETRIZ: Ampliação da cobertura e qualidade dos serviços de saúde, com o aprimoramento

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIONALIZAÇÃO NAS DIFERENTES REDES DE ATENÇÃO: COAP E REGIONALIZAÇÃO FERNANDO RITTER SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO

Leia mais

SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 7 DE MAIO 2010

SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 7 DE MAIO 2010 SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 7 DE MAIO 2010 Estabelece orientações básicas sobre a Norma Operacional de Saúde do Servidor - NOSS aos órgãos e entidades do Sistema de Pessoal

Leia mais

XXXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica

XXXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica XXXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA: Desafios e Metas para o Próximo Triênio INSTITUÍDA Anvisa Desafios e Metas para o Próximo

Leia mais

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo:

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo: FINANCIAMENTO DO SUAS: GESTÃO MUNICIPAL E AS DESIGUALDADES REGIONAIS Financiamento Foco: competências da gestão municipal, especialmente no enfrentamento das desigualdades regionais exige o debate sobre

Leia mais

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Ementa: Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21 de março de 2001, que dispõe sobre a coleta, processamento, estocagem,

Leia mais

Mônica Maria Henrique dos Santos 1, Eduardo Machado Cavalcanti 2. Recife, Brasil. Brasil. Justificativa:

Mônica Maria Henrique dos Santos 1, Eduardo Machado Cavalcanti 2. Recife, Brasil. Brasil. Justificativa: Estudo comparativo dos percentuais dos gastos com medicamentos na saúde indígena de Pernambuco frente aos gastos totais em saúde, com os indicadores do SIOPS, nos exercícios de 2002 a 2011. Mônica Maria

Leia mais

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo -

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo - Decreto 7.508 de 28/06/2011 - Resumo - GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Saúde Pública Sistema Único de Saúde SIMÃO ROBISON DE OLIVEIRA JATENE Governador do Estado do Pará HELENILSON PONTES

Leia mais

Plano de Trabalho 2013/2015

Plano de Trabalho 2013/2015 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM ANEXO I Plano de Trabalho 2013/2015 OUTUBRO DE 2013 I. JUSTIFICATIVAS

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE

MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema

Leia mais

PACTO PELA SAÚDE. Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão. Seminário Pacto pela Saúde Agosto/2007. Departamento de Apoio à Descentralização

PACTO PELA SAÚDE. Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão. Seminário Pacto pela Saúde Agosto/2007. Departamento de Apoio à Descentralização PACTO PELA SAÚDE Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão Seminário Pacto pela Saúde Agosto/2007 Departamento de Apoio à Descentralização Secretaria Executiva PACTO PELA SAÚDE Pactuaçã ção o firmada

Leia mais

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa;

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa; TÍTULO DA PRÁTICA: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE TUBERCULOSE DO DISTRITO SANITÁRIO CENTRO 2011: apresentação regular dos dados de tuberculose as unidades do Distrito Sanitário Centro CÓDIGO DA PRÁTICA:

Leia mais

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada 25/11/2015 HISTÓRICO: Período anterior a CF de 1988 INAMPS População e procedimentos restritos Movimento

Leia mais

PLANEJASUS. A Importância do Planejamento na Gestão do SUS

PLANEJASUS. A Importância do Planejamento na Gestão do SUS PLANEJASUS A Importância do Planejamento na Gestão do SUS Sumário 1. A importância do planejamento 2. Antecedentes: a Saúde nos Planos de Desenvolvimento 3. Emergência do planejamento em saúde (75-79)

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 09/2015

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 09/2015 TERMO DE REFERÊNCIA Nº 09/2015 Consultor em Tecnologia da Informação para o desenvolvimento do conjunto de ferramentas do EPI INFO para a implantação e monitoramento das ações e serviços da Assistência

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NO SUS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NO SUS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NO SUS Sobre o SUS A Constituição Federal do Brasil define, em seu artigo 196 que a saúde é um direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas,

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA. Apresentação Geral, Objetivos e Diretrizes

AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA. Apresentação Geral, Objetivos e Diretrizes AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA PROJETO AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Apresentação Geral, Objetivos e Diretrizes Outubro de 2005 Justificativa A grande expansão da estratégia

Leia mais

PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - PAS (ANO)

PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - PAS (ANO) PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - PAS (ANO) Mês e Ano de elaboração MODELO PARA ELABORAÇÃO DA PAS 2014: Gerência de Programação em Saúde- DEPLAN/SUSAM 1 SUMÁRIO IDENTIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO...3 ELABORAÇÃO...4

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL Seção II Da Saúde Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA (2011) Dayana Lima Dantas Valverde Psicóloga, graduada pela Faculdade de Tecnologia e Ciências de Feira de Santana, BA. Pós-graduanda em Saúde Mental

Leia mais

Detalhamento por Localizador

Detalhamento por Localizador Programa 2015 - Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) 20QI - Implantação e Manutenção da Força Nacional de Saúde Número de Ações 3 Esfera: 20 - Orçamento da Seguridade Social Função: 10 - Saúde

Leia mais

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP Grupo de Trabalho da PPI Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP 29 de março de 2011 Considerando: O processo de regionalização dos Municípios, que objetiva a organização

Leia mais

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2012-2016. Brochura PNS

Plano Nacional de Saúde 2012-2016. Brochura PNS Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Brochura PNS OBJETIVOS GERAIS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE O Plano Nacional de Saúde 2012-2016 (PNS 2012-2016) propõe-se reforçar a capacidade de planeamento e operacionalidade

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO ÍNDICE Diagnóstico Princípios Básicos: 1- Redefinição da atuação pública na saúde 2-Saúde como direito de todos 3-Estabilidade e continuidade das políticas de

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE-SPAIS Goiânia Agosto/2011 SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE - SPAIS 6. GERÊNCIA DE

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA DE SELEÇÃO Nº 15/2012 - CCS

CHAMADA PÚBLICA DE SELEÇÃO Nº 15/2012 - CCS 1 CHAMADA PÚBLICA DE SELEÇÃO Nº 15/2012 - CCS Seleção de Monitores Bolsistas para o Pró-Saúde e PET-Saúde/RAS da Universidade Estadual do Ceará / 2012-2014 Prova Escrita - 19 de setembro de 2012 Candidato:

Leia mais

Valores Propostos para o Programa no Período 2002 a 2005 2.002 2.003 2.004 2.005 Total Recursos 77,5 79,1 82,3 86,4 325,3

Valores Propostos para o Programa no Período 2002 a 2005 2.002 2.003 2.004 2.005 Total Recursos 77,5 79,1 82,3 86,4 325,3 Plano Plurianual 2.002 2.005 Saúde Objetivo Geral Principais secretarias envolvidas: SMS A Secretaria Municipal de Saúde, cumprindo o programa do Governo da Reconstrução, implantará o SUS no município.

Leia mais

Política de Comunicação da Anvisa Instituída em 14 de outubro de 2013 pela Portaria 1.649/Anvisa.

Política de Comunicação da Anvisa Instituída em 14 de outubro de 2013 pela Portaria 1.649/Anvisa. Política de Comunicação da Anvisa Instituída em 14 de outubro de 2013 pela Portaria 1.649/Anvisa. Política de Comunicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária 1. Apresentação A velocidade com que

Leia mais