GRUPO SILK S M COMUNICAÇÃO VISUAL E DIGI MASTER COMUNICAÇÃO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GRUPO SILK S M COMUNICAÇÃO VISUAL E DIGI MASTER COMUNICAÇÃO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL"

Transcrição

1 GRUPO SILK S M COMUNICAÇÃO VISUAL E DIGI MASTER COMUNICAÇÃO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL Porto Alegre, 25 de outubro de 2010

2 Título I Plano de recuperação judicial Meios de recuperação a serem utilizados Art. 50, Lei nº /2005 Todas as justificativas expostas na inicial do pedido de recuperação judicial de S M COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA. ME SILK E DIGI MASTER COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA. EPP podem ser superadas com as medidas propostas pelas recuperandas, razão pela qual correto o provimento judicial no sentido de aceitar o pedido de recuperação. A fim de dar andamento ao feito, segue Plano de Recuperação Judicial dividido em itens, com a separação das espécies de credores, sendo determinada a cada uma das classes a forma de pagamento a ser efetuada, além de demonstração de medidas comerciais que levarão ao incremento da atividade das requerentes. Utilizam-se as pessoas jurídicas empresárias S M COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA. ME SILK E DIGI MASTER COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA. EPP do procedimento da recuperação judicial para retomar seus status no mercado em que atuam, como restará explicitado no primeiro tópico a seguir. Muitas mudanças já ocorreram na parte estrutural das recuperandas desde que deferido o pedido de recuperação, mudanças estas que restarão identificadas no correr do plano, assim como novos projetos que servirão para fomentar a recuperação da saúde econômico-financeira. Frente aos dados colhidos da empresa, assim como de trabalho desempenhado pelos contadores das recuperandas, possível a visualização de uma projeção de incremento no faturamento, assim como diminuição dos custos de produção, o que leva, juntamente com o fluxo de caixa, à constatação de uma clara possibilidade de equalização do passivo com o crescimento das requerentes. Os documentos em anexo, dando destaque ao fluxo de caixa já referido, poderão esclarecer os destinos do faturamento projetado de forma

3 pormenorizada, o que permite a visualização de um efetivo plano de reestruturação da atividade desempenhada. Novas ações e projetos estão em desenvolvimento e serão descritos em item específico, demonstrando que uma reestruturação já ocorreu e que outras mudanças estão planejadas para curto e médio período de tempo. A evolução da S M COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA. ME SILK E DIGI MASTER COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA. EPP com a efetivação das medidas ora propostas é viável, tendo grande chance de sucesso na busca de restabelecer o grupo econômico como líder de mercado na região sul do Brasil no ramo de atuação. Há grande nicho de mercado que depende da atuação das recuperandas (empresários de telefonia móvel, por exemplo) - uma vez que o grupo recuperando é um dos únicos (senão o único) a possibilitar a impressão de peças em grande quantidade me pequeno espaço de tempo - além de muitos funcionários que vêm batalhando com os sócios de grupo e adaptando-se às mudanças para manutenção da empresa e de seus empregos, consequentemente. A viabilidade da recuperação do grupo requerente fica clara com a análise dos números ora apresentados, assim como pelas medidas propostas para fomento da atividade desempenhada.

4 Capítulo I Condições de pagamento de obrigações já vencidas e vincendas A fim de que seja possível um equilíbrio do fluxo de caixa atual (e futuro) das requerentes com o passivo atualmente já vencido, necessária se faz a busca por condições de pagamento, assim como eventual carência necessária para a reestruturação econômico-financeira da empresa. Para que haja a recuperação, é preciso que as recuperandas restabeleçam bom relacionamento com seus fornecedores, instituições financeiras e, consequentemente, clientes, sendo necessário, para tanto, um plano de pagamento com condições excepcionais de cálculo e parcelamento. Credores trabalhistas Quando do pedido de recuperação judicial, assim como ao longo do prazo para apresentação do plano, alguns acordos e sentença foram firmados e prolatados na Justiça do Trabalho Segue em anexo a planilha com os créditos já liquidados na justiça especializada, sendo definido número de parcelas para pagamento de acordo com os ditames do diploma falimentar. Da mesma forma, em razão da diminuição do número de funcionários (medida para adequação de custos da empresa), demissões ocorreram, sendo as rescisões efetuadas com participação do sindicato, também constando em planilha anexada os montantes a serem pagos de verbas rescisórias e indenizatórias, além de valores referentes a FGTS. Tais créditos, igualmente já liquidados, não se caracterizam como verba salarial, sendo também proposto parcelamento pelo prazo máximo de 01 (um) ano. Os valores em atraso referente a férias dos funcionários que permanecem laborando junto ás recuperandas também restou incluído no plano, sendo também proposto seu pagamento em 12 (doze) parcelas iguais. As férias adquiridas ao longo do período de recuperação serão pagas normalmente como despesa com pessoal.

5 Os titulares de créditos ainda não liquidados derivados da legislação do trabalho sujeitos aos efeitos da recuperação judicial (reclamatórias ajuizadas, porém sem acordo com sentença transitada em julgado) deverão ser incluídos quando da liquidação de seus montantes, dentro dos parâmetros determinados no plano ora apresentado e futuramente aprovado. Dessa forma, quanto às questões ainda em aberto, os pagamentos serão efetuados conforme sentenças judiciais ou acordos homologados, se o caso, sendo observados os limites para pagamento de valores de ordem salarial e indenizatória expostos na Lei nº /2005. Bancos e Instituições Financeiras a) dívidas com garantia real as recuperandas oferecem aos credores deste grupo a possibilidade de composição das dívidas por transação e/ou através da dação em pagamento de bens móveis não essenciais ao processo produtivo, com redução do grau de endividamento; a apuração de eventual saldo será pago nas condições dos demais credores, observado o respectivo grupo (maquinários disponibilizado caracterizado em anexo ao presente); e, b) passivos com garantias pessoais (aval ou fiança) as recuperandas oferecem aos credores deste grupo a possibilidade de pagamento nas condições dos demais credores, observada a carência de 12 meses e 116 parcelas mensais consecutivas. Créditos Quirografários - Fornecedores a) o pagamento das dívidas classificadas pelas recuperandas como de pequeno valor, assim consideradas aquelas de até R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) por credor, serão pagas em até 12 quotas mensais, não inferiores a R$ 20,00 por credor; os pagamentos dos credores deste grupo observarão carência de seis meses; b) o pagamento das dívidas superiores a R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) por credor, observará o plano de pagamento, com 12 meses de carência e até 116 parcelas mensais; e,

6 c) o pagamento das dívidas com fornecedores de bens, insumos e prestadores de serviços cujas relações de fornecimento, por opção dos empresários, tiverem continuidade após a apresentação do plano de recuperação, com preços e prazos compatíveis, será dado conjuntamente com ao pagamento da dívida vincenda (dívida nova), acrescida de percentual da dívida passada apurada com base no impacto que o insumo representa no produto final disponibilizado ao mercado. Tal disposição não fere a idéia de isonomia entre as classes de credores, uma vez que oferecida para todos aqueles que permanecerem fornecendo às recuperandas. Créditos Tributários não sujeitos à recuperação O passivo tributário foi parcelado na forma e nos prazos permitidos pelo Código Tributário Nacional CTN e legislação complementar pertinente, restando grande parte já absorvido pelos programas de parcelamento oferecidos pela União e pelo Estado do Rio Grande do Sul, conforme documentação em anexo. Juros e Encargos Conforme tabela descritiva ora anexada, as requerentes oferecem juros remuneratórios de 6,00% a.a., sempre incidentes sobre o saldo devedor, acrescido da variação da Taxa Referencial, devido somente ao final do prazo de recuperação. Capítulo II Meios de incremento de faturamento Aumento de faturamento com a ocorrência de novas parcerias O nível de conhecimento técnico alcançado pela Empresa proporcionou o seu reconhecimento no mercado em que se situa, possibilitando a formação de alianças estratégicas que somam ao negócio a confiabilidade de terceiros e a natural ampliação do relacionamento comercial, voltado ao preenchimento de ociosidade na capacidade produtiva.

7 No período pós-recuperação judicial, a empresa lançou-se em busca de novas oportunidades de negócios, através da formação de parcerias, visando à obtenção do máximo da capacidade produtiva instalada. Esta linha de ação já está levando as recuperandas à formação de novas parcerias e à ampliação das existentes visando à produção de produtos com marcas de terceiros, assim como a prestação de serviços para terceiros, a ampliação da produção própria e do leque de distribuição de marcas próprias, além do lançamento de novos produtos e negócios. Mudanças já implementadas Deferido o processamento da recuperação judicial da S M COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA. ME SILK E DIGI MASTER COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA. EPP em 26 de agosto de 2010, a administração passou a dedicar-se à reestruturação da Empresa, com adoção das medidas cuja implementação é objeto deste Plano de Recuperação. Os esforços concentraram-se mais urgentemente na preservação e retomada das relações com fornecedores e clientes, na revisão dos custos fixos existentes, revisão do quadro de pessoal, a fim de adequação dos custos, manutenção da produção (maquinário e insumos), além da preservação e estimulo dos colaboradores que permanecem atuando nas recuperandas, assim dos clientes e fornecedores. Muitas já foram as medidas tomadas para a reestruturação da empresa. A grande maioria delas se concentra no grande conhecimento dos sócios das recuperandas no mercado gráfico, assim como seu bom relacionamento pessoal com credores, fornecedores e clientes. A adequação de custos com pessoal foi uma das primeiras medidas tomadas, media esta que resultou em passivo trabalhista, frente ao número de demissões ocorridas (valores estes equacionados no plano ora apresentado). Da mesma forma, pesquisam hoje as recuperandas novas máquinas e tecnologias que permitem um aumento na produção com média de erro quase zero, o que vem certamente a diminuir os custos com o produto, uma vez que cada peça que é impressa com erro representa decréscimo no faturamento.

8 Novas máquinas também estão sendo negociadas para que seja possível a oferta de novos produtos a clientes, o que trará incremento no faturamento, facilitando assim o integral pagamento do passivo ora combatido. Na área comercial, houve mudança radical nos apoiadores, os quais hoje trabalham motivados, tendo maior gama de produtos e catálogos para buscar novos clientes e, principalmente, recuperar aqueles que, eventualmente, vieram a diminuir ou encerrar suas negociações com o Grupo Silk. Capítulo III A viabilidade da Empresa A viabilidade econômica da empresa e de seus projetos Laudo Econômico-Financeiro A viabilidade econômica do Grupo Silk pode ser amplamente percebida nas projeções apresentadas em anexo, que coaduna com o fluxo de caixa igualmente apresentado. Laudo de Avaliação de Bens e Ativos O laudo de avaliação dos bens e ativos da empresa, subscrito por profissionais legalmente habilitados, conforme documento anexado. Capítulo IV Projeções econômico-financeiras Receita Operacional A receita operacional apresentada encontra amparo na atual capacidade produtiva das linhas de produção da empresa, nas alterações projetadas e já detalhadas, na demanda potencial existente, nos preços de venda atualmente praticados no mercado e na estrutura fiscal em vigor.

9 O crescimento dos volumes foi projetado de forma conservadora, levando em consideração as atuais dificuldades na aquisição de insumos, de fomento do ciclo produtivo-comercial e da confiança do mercado consumidor. Custo do Produto Disponibilizado ao Cliente As despesas apontadas como custos de produção são decorrentes da rede de fornecedores que hoje atuam juntamente com as recuperandas (pagamentos somente à vista). Da mesma forma, os valores devidos a título de tributos também restam configurados, demonstrando-se o efetivo custo do produto a ser comercializado. O custo industrial se baseia na atual estrutura de produção, tomado como ponto de partida para formação dos valores projetados, incrementado de forma proporcional ao aumento dos volumes produzidos. Adotou-se como limite produtivo um turno de trabalho nos primeiros doze meses e dois turnos a partir daquele momento. Despesas Operacionais Sobre a projeção das despesas comerciais, o critério adotado foi o da evolução e incremento proporcional ao aumento do faturamento. Despesas Financeiras As despesas financeiras, ao menos no que diz respeito ao período em que restarão as requerentes em recuperação, não foram trazidas para o fluxo de caixa. Tabela de Variáveis Projetadas As variáveis utilizadas no dimensionamento do demonstrativo de resultado estão apresentadas em anexo. As principais variáveis consideradas se fixam em quantidade e preço, tendo sido elaboradas a partir no know-how dos administradores visualizando o potencial de mercado e de recuperação de clientes.

10 Projeção do Resultado Econômico A Projeção do Resultado Econômico está sintetizada de forma trimestral em anexo. A base para a formação dos resultados sintéticos apresentados é mensal nos primeiros doze meses e trimestral a partir de então, obedecidos aos princípios contábeis. Considerou-se no fluxo de caixa projetado a pressão negativa dos efeitos externos atípicos, entre esses a não realização de qualquer evento de maior porte no Brasil principalmente no ano de 2011 e durante o primeiro semestre de 2012, uma vez que a atividades está totalmente ligada à publicidade e propaganda. O que houve foi uma análise conservadora, projetando-se incremento no faturamento de forma gradual, o que demonstra a capacidade das requerentes adimplirem o passivo ora submetido a plano em recuperação judicial. Projeção do Fluxo de Caixa Critérios Adotados para os Valores Projetados As receitas e despesas têm como base a projeção do resultado econômico, considerados os prazos de pagamento e recebimento ora expostos. A utilização dos recursos gerados prevê a priorização de pagamentos das obrigações oriundas das operações realizadas após o deferimento do processo, ate mesmo como forma de estímulo aos fornecedores que mantiverem relações empresariais com as requerentes. Quando da elaboração das planilhas de pagamento, frente ao disposto no próprio fluxo de caixa, fez-se projeção de carências e parcelamentos, a fim de que haja o pagamento do passivo, porém com a manutenção da empresa e de sua capacidade produtiva. O deságio também surgiu como forma de tornar o passivo proporcional e apto a pagamento a curto, médio ou a longo prazo, dependendo da natureza do crédito habilitado.

11 Os credores estão contemplados com parcelas fixas, porém com percentual de adiantamento caso haja a manutenção das atividades empresárias, percentual este incluído nas operações futuras e vincendas (dívidas novas). Projeção do Fluxo de Caixa Projeção de Liquidação de Compromissos Passados A projeção de resultados, assim como o pagamento do passivo ora habilitado foram incluídos no fluxo de caixa, guardando as propostas de carência e deságio apresentadas. Capítulo V Demais mudanças na estrutura das recuperandas Setor Econômico Financeiro A adoção de nova estratégia comercial deverá dar maior estímulo e também maior competitividade no fechamento de novos negócios. Novos parceiros foram contratados a fim de prospecção de novos negócios, inclusive com o desenvolvimento de novos catálogos de produtos e projeto de aquisição de novo maquinário para aumentar a gama de escolha do cliente e da atuação do grupo. A atuação da parte comercial será acompanha de perto pela administração das recuperandas, promovendo o incremento da atividade e, caso viável, a antecipação do pagamento de credores, sempre respeitando classes e isonomia. Recursos Humanos A empresa apresenta em seu quadro funcional profissionais com a formação própria às suas características e necessidades, perfeitamente sintonizados e aptos ao cumprimento das exigências decorrentes do processo de recuperação, além da expressiva participação dos próprios sócios no processo produtivo e comercial.

12 Estratégias A atuação conjunta com fornecedores de matéria prima e demais insumos essenciais aos produtos da linha de produção da empresa, além da segurança e eficiência no atendimento, levará sem dúvida à otimização do custo de produção, com aumento do grau de competitividade. Além disso, eventos como as eleições, Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas, todos com datas já agendadas para ocorrência no Brasil, trarão incremento no faturamento das recuperandas. Ainda, se o caso e se necessário, o atendimento de eventual demanda excedente à capacidade produtiva instalada poderá também ser suprida através da terceirização momentânea de determinada linha de produtos, sem imobilização própria, porém, pela formação de alianças estratégicas. Às medidas propostas e em fase de implantação deve ser somada à política de estabelecimento de contratos de suprimento e fornecimentos de longo prazo, tanto com fornecedores como com clientes, permitindo a geração de ganhos aos parceiros da cadeia produtiva formada. Evolução e desenvolvimento da Empresa Sendo a recuperação uma forma de ação coletiva, busca-se com a mesma a equalização do passivo das recuperandas, visando, sobretudo, manter e fomentar a atividade desenvolvida para manutenção da mão-deobra, do fornecimento de produtos gráficos diferenciados, assim como do mercado gaúcho no setor. A intenção das requerentes ao ingressarem com o pedido de recuperação judicial é não somente de preservação pessoal, mas sim de efetivamente honrar com os compromissos assumidos, restabelecendo uma relação de confiança com clientes e fornecedores. A grande aflição vivida nos últimos meses com as dificuldades econômico-financeiras fez nascer uma nova visão pelos administradores e colaboradores, que aprenderam com os equívocos cometidos e percebem mais claramente os projetos promissores a serem desenvolvidos e em quais áreas comerciais devem atacar com maior afinco.

13 É necessário para que o grupo efetivamente chegue a uma reestruturação, fazendo com que o fluxo de caixa seja equilibrado e, dessa forma, haja o pagamento do passivo hoje existente, que a unidade produtiva seja mantida, uma vez que a capacidade produtiva do Grupo Silk (rapidez e número de produtos em curto espaço de tempo) é única na parte sul do Brasil, o que faz com que grandes empresários e agência de publicidade necessitem dos serviços do grupo especificamente. A atividade das recuperandas tem impacto no mercado do sul do Brasil, além do impacto social, quando da oferta de empregos e contribuição fiscal. Seguem anexadas algumas manifestações de clientes que corroboram com as colocações acima formuladas. O plano de recuperação judicial ora apresentado, juntamente com as planilhas que o integram, observa a classificação de credores exposta na legislação aplicada (art. 41, Lei nº /2005), inclusive no que diz respeito a prazos, contando as recuperandas com sua aceitação pelos credores, no intuito de manutenção da empresa e equalização do passivo. Porto Alegre, 25 de outubro de S M COMUNICAÇÃO VISUAL DIGI MASTER COMUNICAÇÃO

Em junho de 2012, foi apresentado o plano de recuperação judicial.

Em junho de 2012, foi apresentado o plano de recuperação judicial. REFRIGERAÇÃO CAPITAL LTDA. EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL PROCESSO Nº 001/1.12.0063163-4 CNJ: 0080710-28.2012.8.21.0001 VARA DE DIREITO EMPRESARIAL, RECUPERAÇÃO

Leia mais

Esta proposta altera parcialmente o Plano original de recuperação judicial, apresentado em março de 2015, após negociações com credores.

Esta proposta altera parcialmente o Plano original de recuperação judicial, apresentado em março de 2015, após negociações com credores. MODIFICAÇÕES AO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL PROPOSTAS PELOS CREDORES PARA SEREM APRESENTADAS NO PROSSEGUIMENTO DA ASSEMBLEIA GERAL DE CREDORES DESIGNADA PARA O DIA 19/11/2015 Esta proposta altera parcialmente

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DAS EMPRESAS. Francisco Guilherme Braga de Mesquita Advogado

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DAS EMPRESAS. Francisco Guilherme Braga de Mesquita Advogado TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DAS EMPRESAS Francisco Guilherme Braga de Mesquita Advogado Neste estudo, procuraremos trazer algumas considerações

Leia mais

Contatos RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS. Conectando Oportunidades em Fusões & Aquisições LEI DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS (LEI Nº 11.101, DE 09/02/2005).

Contatos RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS. Conectando Oportunidades em Fusões & Aquisições LEI DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS (LEI Nº 11.101, DE 09/02/2005). A nova legislação brasileira destinada às empresas em dificuldades econômico-financeiras. Lei de Recuperação de Empresas disciplina a recuperação judicial, a recuperação extrajudicial. Aspectos legais.

Leia mais

FRIGORÍFICO TAMOYO LTDA

FRIGORÍFICO TAMOYO LTDA FRIGORÍFICO TAMOYO LTDA Laudo Econômico Financeiro Parecer Técnico Plano de Recuperação Judicial Lei nº: 11.101/05 Poços de Caldas, 30 de Setembro de 2011 RUA REGENTE FEIJÓ Nº: 712 / 9º ANDAR / CONJ. 94

Leia mais

PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE VIDRAUTO DO BRASIL COMÉRCIO DE VIDROS E ACESSÓRIOS LTDA

PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE VIDRAUTO DO BRASIL COMÉRCIO DE VIDROS E ACESSÓRIOS LTDA PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE VIDRAUTO DO BRASIL COMÉRCIO DE VIDROS E ACESSÓRIOS LTDA 1ª Vara da Fazenda Pública de Falências e Concordatas Autos nº. 001-054/2008 Nos termos da lei nº. 11.101, de 09

Leia mais

FRANCISCO ASSIS LAZZARETTI - ME,

FRANCISCO ASSIS LAZZARETTI - ME, EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA, FALÊNCIAS E CONCORDATAS DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA/PR Autos nº 1559/2008 FRANCISCO ASSIS

Leia mais

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA QUE ATUA NO RAMO DE SITUADA NO MUNICÍPIO DE

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL APRESENTADO NOS AUTOS No. 0002016-67.2008.8.19.0057, DA VARA ÚNICA DA COMARCA DE SAPUCAIA - RJ

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL APRESENTADO NOS AUTOS No. 0002016-67.2008.8.19.0057, DA VARA ÚNICA DA COMARCA DE SAPUCAIA - RJ INDÚSTRIA DE PAPÉIS SUDESTE LTDA. Em Recuperação Judicial PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL APRESENTADO NOS AUTOS No. 0002016-67.2008.8.19.0057, DA VARA ÚNICA DA COMARCA DE SAPUCAIA

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA January, 99 1 CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Paulo César Leite de Carvalho 1. INTRODUÇÃO A administração financeira está estritamente ligada à Economia e Contabilidade, e pode ser vista

Leia mais

O que é o Parcelamento de Débitos do FGTS. Débitos que podem ser parcelados. Onde solicitar o Parcelamento. Versão I 19/08/2013 2

O que é o Parcelamento de Débitos do FGTS. Débitos que podem ser parcelados. Onde solicitar o Parcelamento. Versão I 19/08/2013 2 GIFUG/FL RECUPERAR CRÉDITOS PARCELAMENTO FGTS GUIA DE ORIENTAÇÕES AO EMPREGADOR O que é o Parcelamento de Débitos do FGTS O Parcelamento do FGTS é uma alternativa de liquidação de débitos concedida aos

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 2 Gestão de Fluxo de Caixa Introdução Ao estudarmos este capítulo, teremos que nos transportar aos conceitos de contabilidade geral sobre as principais contas contábeis, tais como: contas do ativo

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01 Auxiliar Jurídico Módulo IV Aula 01 1 CÁLCULOS TRABALHISTAS Neste módulo você irá aprender a realizar os cálculos de verbas rescisórias e Liquidação de Sentença. I. VERBAS RESCISÓRIAS Podemos entender

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS ...

ORIENTAÇÕES GERAIS ... ORIENTAÇÕES GERAIS O Projeto de viabilidade econômico-financeira será solicitado, a critério do Banco, de acordo com as características do investimento, finalidade do projeto, tipo de segmento de mercado,

Leia mais

EX. MO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA, FALÊNCIA, CONCORDATAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE CONTAGEM/MG.

EX. MO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA, FALÊNCIA, CONCORDATAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE CONTAGEM/MG. EX. MO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA, FALÊNCIA, CONCORDATAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE CONTAGEM/MG. PROCESSO: 007910 017400-6 / 0174006-57.2010.8.13.0079 JULIANA FERREIRA

Leia mais

Valor Inovação Gestão de Negócios

Valor Inovação Gestão de Negócios Valor Inovação Gestão de Negócios Valor Inovação Definição de Negócios Assessorar o empresariado brasileiro para o desenvolvimento dos setores comercial, industrial e de serviços. Ser um agente eficiente

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE BRA TRANSPORTES AÉREOS S.A.

PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE BRA TRANSPORTES AÉREOS S.A. PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE BRA TRANSPORTES AÉREOS S.A. 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca da Capital de São Paulo Recuperação Judicial nº 2007.255180-0 O presente Plano de Recuperação

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa V Pagamento de fornecedores Retenção de IRF sobre serviços Retenção de IRF sobre salários Pró-labore Integralização de capital em dinheiro Integralização de capital em bens Depreciação ICMS sobre vendas

Leia mais

Dívidas não parceladas anteriormente

Dívidas não parceladas anteriormente Débitos abrangidos Dívidas não parceladas anteriormente Artigo 1º da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 6, de 2009 Poderão ser pagos ou parcelados, em até 180 (cento e oitenta) meses, nas condições dos arts.

Leia mais

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Demonstrações financeiras Índice Relatório

Leia mais

ENCERRAMENTO DE MANDATO. Heraldo da Costa Reis Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ.

ENCERRAMENTO DE MANDATO. Heraldo da Costa Reis Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ. ENCERRAMENTO DE MANDATO Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ. No ano em curso de 2008, dois fatos ocuparão as nossas atenções: O encerramento dos mandatos dos atuais prefeitos,

Leia mais

PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA

PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA INTRODUÇÃO Após a mobilização de vários setores da economia juntamente com as proposições formuladas pelo Congresso Nacional, foi publicada a Lei 12.996/2014,

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR ATUALIZAÇÃO 9 De 1.11.2014 a 30.11.2014 VADE MECUM LEGISLAÇÃO 2014 CÓDIGO CIVIL PÁGINA LEGISLAÇÃO ARTIGO CONTEÚDO 215 Lei 10.406/2002 Arts. 1.367 e 1.368-B Art. 1.367. A propriedade fiduciária em garantia

Leia mais

EXERCÍCIOS PROF. SÉRGIO ALTENFELDER

EXERCÍCIOS PROF. SÉRGIO ALTENFELDER 1- Uma dívida no valor de R$ 60.020,54 deve ser paga em sete prestações postecipadas de R$ 10.000,00, a uma determinada taxa de juros. Considerando esta mesma taxa de juros, calcule o saldo devedor imediatamente

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

a) Notas explicativas às demonstrações contábeis 1 Constituição, objetivo social e contexto operacional

a) Notas explicativas às demonstrações contábeis 1 Constituição, objetivo social e contexto operacional a) Notas explicativas às demonstrações contábeis 1 Constituição, objetivo social e contexto operacional O Conselho Regional de Administração de São Paulo, vinculado ao Conselho Federal de Administração,

Leia mais

2. Acerca do conteúdo das Demonstrações Contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA.

2. Acerca do conteúdo das Demonstrações Contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. 1. Considerando os conceitos de passivos e provisões, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. Provisões são passivos com prazo ou valor incertos.

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.360/11 Dispõe sobre o Regime de Parcelamento de Débitos de Anuidades e Multas (Redam II) para o Sistema CFC/CRCs O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições

Leia mais

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Capítulo I - REGULAMENTO 1. OBJETIVO Apoiar, na fase pós-embarque, a comercialização, no exterior, de bens

Leia mais

PRIMEIRO ADITIVO AO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA ENGEFORT CONSTRUTORA LTDA - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL

PRIMEIRO ADITIVO AO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA ENGEFORT CONSTRUTORA LTDA - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL /ENCEFORT/ C O N S T R U T O R A PRIMEIRO ADITIVO AO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA ENGEFORT CONSTRUTORA LTDA - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL Considerações Gerais: 1.1. O Plano de Recuperação Judicial da "ENGEFORT

Leia mais

ANEXO II ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE PROJETO TÉCNICO ECONÔMICO FINANCEIRO PARA PLEITOS DE INCENTIVO TRIBUTÁRIO

ANEXO II ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE PROJETO TÉCNICO ECONÔMICO FINANCEIRO PARA PLEITOS DE INCENTIVO TRIBUTÁRIO ANEXO II ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE PROJETO TÉCNICO ECONÔMICO FINANCEIRO PARA PLEITOS DE INCENTIVO TRIBUTÁRIO 1 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA 1.1. Razão Social: 1.2. Endereços: Fone: - Escritório - Fábrica 1.3.

Leia mais

ATIVO Nota 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE

ATIVO Nota 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE QUADRO I BALANÇOS PATRIMONIAIS ATIVO Nota 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 2.630.185 2.070.467 Fornecedores 115.915 76.688 Contas

Leia mais

RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL

RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATERIAL DIDÁTICO RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL DIREITO COMERCIAL E LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA 3º SEMESTRE PROFESSORA PAOLA JULIEN OLIVEIRA DOS SANTOS ESPECIALISTA EM PROCESSO..

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 2. Finanças 2.1 Orçamento anual integrado Objetivo: Melhorar

Leia mais

Conselho Federal de Contabilidade

Conselho Federal de Contabilidade Processo CFC n.º 2015/000011 INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 10/2015 Assunto: Orientação para encerramento do Exercício de 2014, elaboração do processo de Prestação de Contas do Sistema CFC/CRCs e alteração

Leia mais

Existe uma diferença entre o montante (S) e a aplicação (P) que é denominada de remuneração, rendimento ou juros ganhos.

Existe uma diferença entre o montante (S) e a aplicação (P) que é denominada de remuneração, rendimento ou juros ganhos. Módulo 3 JUROS SIMPLES 1. Conceitos Iniciais 1.1. Juros Juro é a remuneração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela diferença entre dois pagamentos, um em cada tempo, de

Leia mais

Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras

Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras No ano de 2012 o Londrina Country Club atualizou o plano de contas de sua demonstração de resultado. O objetivo é atualizar a nomenclatura das contas permitindo

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA LEI Nº 3.256, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2003 Institui o programa de recuperação de créditos tributários da fazenda pública municipal REFIM e dá outras providências. Piauí Lei: O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA,

Leia mais

PLANOS DE FINANCIAMENTO METERIAL COMPLEMENTAR

PLANOS DE FINANCIAMENTO METERIAL COMPLEMENTAR PLANOS DE FINANCIAMENTO METERIAL COMPLEMENTAR José Luiz Miranda PLANOS DE FINANCIAMENTO Imagine uma operação financeira representada por um financiamento de R$ 1.200,00 no prazo de 5 meses à taxa de juros

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS, FALÊNCIAS E INSOLVÊNCIAS DA COMARCA DE PORTO ALEGRE-RS.

EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS, FALÊNCIAS E INSOLVÊNCIAS DA COMARCA DE PORTO ALEGRE-RS. EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS, FALÊNCIAS E INSOLVÊNCIAS DA COMARCA DE PORTO ALEGRE-RS. Processo nº 001/1.09.0309351-4 MÉRICA BRASIL EMPREENDIMENTOS

Leia mais

Lopes Contabilidade. Rua: Santana, 176 Centro Mogi das Cruzes-SP. Telefones: (11) 4796-9798 / (11) 2378-5434. Site: www.lopescontabilidade.com.

Lopes Contabilidade. Rua: Santana, 176 Centro Mogi das Cruzes-SP. Telefones: (11) 4796-9798 / (11) 2378-5434. Site: www.lopescontabilidade.com. Rua: Santana, 176 Centro Mogi das Cruzes-SP Telefones: (11) 4796-9798 / (11) 2378-5434 Site: www.lopescontabilidade.com.br E-mail: contato@lopescontabilidade.com.br Engana-se quem julga que contabilidade

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO

CONTABILIDADE E TURISMO Capítulo 1 CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Capítulo 1 Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006.

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO RESUMO 1) Falência. Continuação. 1.1) Da realização ativo. Art. 108, Lei 11.101/05. O administrador Judicial providenciará a realização do ativo. Pode ser por: leilão; proposta fechada ou pregão O porduto

Leia mais

1 Administração de caixa

1 Administração de caixa 3 Administração Financeira Edison Kuster Nilson Danny Nogacz O que é realmente importante saber para uma boa administração financeira? Esta pergunta é comum entre os empresários, em especial aos pequenos

Leia mais

MUNICÍPIO DE CAUCAIA

MUNICÍPIO DE CAUCAIA LEI N 1765, DE 25 DE AGOSTO 2006. Institui o Programa de Recuperação Fiscal - REFIS no Município de Caucaia, e dá outras providências. A PREFEITA MUNICIPAL DE CAUCAIA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA MM. VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS DA COMARCA DE PORTO ALEGRE/RS

EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA MM. VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS DA COMARCA DE PORTO ALEGRE/RS EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA MM. VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS DA COMARCA DE PORTO ALEGRE/RS Ref. Processo no. 1090309351-4 Recuperação Judicial LUIS HENRIQUE GUARDA, administrador

Leia mais

PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE

PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE 1 A - PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS MUNICIPAIS 1 Em regra, os créditos tributários junto à Fazenda Municipal de Porto Alegre podem ser pagos em até 24 (vinte e

Leia mais

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático

Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Produto BNDES Exim Pós-embarque Normas Operacionais Classificação: Ostensivo Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Capítulo I - REGULAMENTO 1. OBJETIVO Apoiar, na fase pós-embarque, a comercialização,

Leia mais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais Byte Software POLÍTICA COMERCIAL Parceiros Comerciais 2013 1. Apresentação Este guia descreve o Programa de Parceria Byte Software através de uma estrutura básica, incluindo como participar e, ainda, uma

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA. Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN Nº 79, DE 03 FEVEREIRO DE 2014

MINISTÉRIO DA FAZENDA. Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN Nº 79, DE 03 FEVEREIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA FAZENDA PUBLICADO NO DOU DE 06/02 SEÇÃO 1, PÁG. 53 Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN Nº 79, DE 03 FEVEREIRO DE 2014 Disciplina o parcelamento do valor correspondente à

Leia mais

Recebíveis. Antecipação de Crédito Lojista ACL. BB Giro Cartões. BB Giro Recebíveis. Desconto de Cheques. Desconto de Títulos

Recebíveis. Antecipação de Crédito Lojista ACL. BB Giro Cartões. BB Giro Recebíveis. Desconto de Cheques. Desconto de Títulos Atualizada em 29/04/2015 Capital de Giro BB Capital de Giro Mix Pasep Recebíveis Antecipação de Crédito Lojista ACL Financiamento de Investimentos BB Crédito Empresa BB Giro Empresa Flex BB Giro Cartões

Leia mais

CAPÍTULO II TRATAMENTO TRIBUTÁRIO APLICÁVEL

CAPÍTULO II TRATAMENTO TRIBUTÁRIO APLICÁVEL CAPÍTULO II TRATAMENTO TRIBUTÁRIO APLICÁVEL 1) Contratos de Curto Prazo 1.1) Definição Contratos de curto prazo são aqueles cuja construção total ou cada unidade da construção deva ser produzida em prazo

Leia mais

DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA.

DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA. DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA. Ter uma boa gestão financeira em seu negócio garante a saúde de sua empresa e a tranquilidade do empresário. Mantendo dinheiro em caixa, os compromissos

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 2. APRESENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 2. APRESENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 1. CONTEXTO OPERACIONAL O, criado pelo Decreto-Lei nº 9.295/46 publicado no Diário Oficial da União em 28/05/1946, com alterações

Leia mais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais/CVB s

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais/CVB s Byte Software POLÍTICA COMERCIAL Parceiros Comerciais/CVB s 2013 1. Apresentação Este guia descreve o Programa de Parceria Byte Software através de uma estrutura básica, incluindo como participar e, ainda,

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Demonstrações Financeiras. Confederação Brasileira de Remo. em 31 de dezembro de 2012. Com relatório dos Auditores Independentes

Demonstrações Financeiras. Confederação Brasileira de Remo. em 31 de dezembro de 2012. Com relatório dos Auditores Independentes Demonstrações Financeiras Confederação Brasileira de Remo em 31 de dezembro de 2012. Com relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras ÍNDICE I. Relatório dos Auditores Independentes

Leia mais

PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL SALUTE PRODUÇÃO E COMÉRCIO DE LEITE LTDA SALUTE

PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL SALUTE PRODUÇÃO E COMÉRCIO DE LEITE LTDA SALUTE PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL SALUTE PRODUÇÃO E COMÉRCIO DE LEITE LTDA SALUTE MARÇO 2013 SUMÁRIO 1. RAZÕES E ASPECTOS DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL... 3 2. HISTÓRICO DA EMPRESA... 4 2.1 BREVE HISTÓRICO... 4

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 CNPJ (MF) Nº 83.128.769/0001-17 Brusque - SC DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 Fevereiro/2012 1 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE Valores expressos

Leia mais

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014 UM ESTUDO SOBRE OS CRÉDITOS EXTRACONCURSAIS RELATIVOS A DESPESAS COM FORNECEDORES DE BENS OU SERVIÇOS CONTRAÍDOS DURANTE A RECUPERAÇÃO JUDICIAL Luísa Gauer Anschau 1 Patrícia Heinen Griebeler 2 Scheila

Leia mais

DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO NA RECUPERAÇÃO E NA FALÊNCIA DE EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA

DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO NA RECUPERAÇÃO E NA FALÊNCIA DE EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO NA RECUPERAÇÃO E NA FALÊNCIA DE EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA José da Silva Pacheco SUMÁRIO: 1. Introdução. 2. Da nova lei sobre recuperação judicial e falência. 2.1. Da referida

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse.

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse. CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006. 9 cópias na biblioteca

Leia mais

Roteiro para Projeto Econômico-Financeiro - FCO

Roteiro para Projeto Econômico-Financeiro - FCO Roteiro para Projeto Econômico-Financeiro - FCO 1. A Empresa 1.1. Histórico / Aspectos Organizacionais 1.2. Razão Social 1.3. CNPJ 1.4. Inscrição Estadual e/ou Municipal 1.5. Número e data de registro

Leia mais

Apresentação Institucional

Apresentação Institucional Apresentação Institucional Credenciais da 2Finance -Rápida análise da situação da empresa, elaborando relatórios que permitam ao empreendedor e seus dirigentes compreenderem a real situação da empresa

Leia mais

PORTIFÓLIO SERVIÇOS MERIDIONAL INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL. Atualizado em Setembro/2014

PORTIFÓLIO SERVIÇOS MERIDIONAL INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL. Atualizado em Setembro/2014 PORTIFÓLIO DE SERVIÇOS MERIDIONAL INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Atualizado em Setembro/2014 Sobre a Meridional A Meridional Inteligência Empresarial é uma empresa de consultoria e assessoria em gestão com atuação

Leia mais

POLÍTICA DE CRÉDITO E COBRANÇA: nº 03/2012 de 01/06/2012

POLÍTICA DE CRÉDITO E COBRANÇA: nº 03/2012 de 01/06/2012 POLÍTICA DE CRÉDITO E COBRANÇA: nº 03/2012 de 01/06/2012 1 APRESENTAÇÃO Art. 1º - A política de crédito da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Unesp - COOPUNESP é o meio pelo qual

Leia mais

Banco Honda S/A Demonstrações financeiras do Conglomerado Prudencial das empresas Banco Honda, Honda Leasing, Administradora de Consórcio Nacional

Banco Honda S/A Demonstrações financeiras do Conglomerado Prudencial das empresas Banco Honda, Honda Leasing, Administradora de Consórcio Nacional Banco Honda S/A Demonstrações financeiras do Conglomerado Prudencial das empresas Banco Honda, Honda Leasing, Administradora de Consórcio Nacional Honda 1 Conteúdo Relatório dos auditores independentes

Leia mais

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1..

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1.. 1. INVENTÁRIOS 1..1 Periódico Ocorre quando os estoques existentes são avaliados na data de encerramento do balanço, através da contagem física. Optando pelo inventário periódico, a contabilização das

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

PREFEITURAMUNICIPALDE MONTEALEGREDE MINAS

PREFEITURAMUNICIPALDE MONTEALEGREDE MINAS PREFEITURAMUNICIPALDE MONTEALEGREDE MINAS ADM.2001 I 2004 LEI COMPLEMENTAR N 044~DE 29 DE JUNHO DE 2004. DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO, A COMPENSAÇÃO, A DAÇÃO EM PAGAMENTO, REMISSÃO E REDUÇÃO DE MULTAS E

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BRUSQUE - FEBE CNPJ (MF) Nº 83.128.769/0001-17 Brusque - SC DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 Fevereiro/2011 1 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL

Leia mais

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I).

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I). Comentários à nova legislação do P IS/ Cofins Ricardo J. Ferreira w w w.editoraferreira.com.br O PIS e a Cofins talvez tenham sido os tributos que mais sofreram modificações legislativas nos últimos 5

Leia mais

PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL - PRJ

PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL - PRJ PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL - PRJ TRANSPORTADORA TRANSPIACATU LTDA. SUMARIO TRANSPORTADORA TRANSPIACATU LTDA. 1. SUMÁRIO 2 1. CONSIDERAÇOES INICIAIS 3 2. EMPRESA 3 2.1 APRESENTAÇAO 3 2.2 HISTORICO 4

Leia mais

COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DE INFORMÁTICA DE UBERABA CODIUB

COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DE INFORMÁTICA DE UBERABA CODIUB COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DE INFORMÁTICA DE UBERABA CODIUB NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 e 2012 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia de Desenvolvimento de

Leia mais

Ass.: Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação PROSOFT Comercialização

Ass.: Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação PROSOFT Comercialização CARTA-CIRCULAR Nº 37/2007 Rio de Janeiro, 30 de agosto de 2007 Ref.: BNDES AUTOMÁTICO Ass.: Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação PROSOFT

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

QUESTÕES PARA A PROVA ESPECÍFICA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA NAS INSTITUIÇÕES REGULADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN)

QUESTÕES PARA A PROVA ESPECÍFICA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA NAS INSTITUIÇÕES REGULADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN) QUESTÕES PARA A PROVA ESPECÍFICA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA NAS INSTITUIÇÕES REGULADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN) 1. As normas e os procedimentos, bem como as Demonstrações Contábeis padronizadas

Leia mais

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a Lei Complementar 147/14 Impactos para o mercado de crédito. Glauco Alves Martins Objetivo geral: aperfeiçoamento do SIMPLES e modificações

Leia mais

11 CIRCULANTE 111 DISPONÍVEL 1111 CAIXA 11111 CAIXA 1112 VALORES EM TRÂNSITO 11121 VALORES EM TRÂNSITO 11122 CHEQUES EMITIDOS

11 CIRCULANTE 111 DISPONÍVEL 1111 CAIXA 11111 CAIXA 1112 VALORES EM TRÂNSITO 11121 VALORES EM TRÂNSITO 11122 CHEQUES EMITIDOS 1 ATIVO 1 11 CIRCULANTE 111 DISPONÍVEL 1111 CAIXA 11111 CAIXA 1112 VALORES EM TRÂNSITO 11121 VALORES EM TRÂNSITO 11122 CHEQUES EMITIDOS 1113 BANCOS CONTA DEPÓSITOS 11131 BANCOS CONTA DEPÓSITOS - MOVIMENTO

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras do exercício

Leia mais

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Demonstrações financeiras Índice Relatório

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 www.pwc.com Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 PIS e COFINS sobre receitas financeiras Maio, 2015 Avaliação de Investimento & Incorporação, fusão, cisão Breve histórico da tributação pelo PIS

Leia mais

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços NOTA TÉCNICA 48 2013 Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços Brasília, 29 de outubro de 2013 INTRODUÇÃO A Lei 12.873 de 24/10/13 trata de vários assuntos, altera algumas leis e entre os

Leia mais

Ciclo Operacional. Venda

Ciclo Operacional. Venda Sumário 1 Introdução... 1 2 Dinâmica dos Fluxos de Caixa... 2 3 Capital Circulante Líquido (CCL) e Conceitos Correlatos... 4 4 Necessidade de capital de giro (NCG)... 6 5 Saldo em Tesouraria (ST)... 9

Leia mais

A conta Caixa apresentava saldo de R$1.529,28 em 31 de dezembro de 2010.

A conta Caixa apresentava saldo de R$1.529,28 em 31 de dezembro de 2010. São Paulo, 07 de fevereiro de 2011. A Associação Alphaville Residencial 11 Avenida Yojiro Takaoka, 6.720 06540-001 Santana de Parnaíba - SP Att. Srs. Diretores Prezados Senhores: Conforme nossa proposta

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Multi Exercício: 013 e 01 dezembro R$ Mil Descrição 013 01 Variação (%) Relatório Anual 013 Visão Prev 1. Ativos Recebível Investimento Ações

Leia mais

ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO (LEI 12.546/2011)

ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO (LEI 12.546/2011) ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO (LEI 12.546/2011) A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO consiste na substituição, total ou parcial, do cálculo da contribuição previdenciária

Leia mais

Programa Juro Zero. Guilherme Calheiros Coordenador. Dezembro de 2008

Programa Juro Zero. Guilherme Calheiros Coordenador. Dezembro de 2008 Programa Juro Zero Guilherme Calheiros Coordenador Dezembro de 2008 OBJETIVO O Programa Juro Zero foi criado com a finalidade de estimular o desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas Inovadoras (MPEI

Leia mais