A RELAÇÃO ENTRE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TURISMO: UMA ANÁLISE DA EDUCAÇÃO TURÍSTICA NA CIDADE DE CURITIBA/PR

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1 A RELAÇÃO ENTRE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TURISMO: UMA ANÁLISE DA EDUCAÇÃO TURÍSTICA NA CIDADE DE CURITIBA/PR AUTORES: Prof. Msc. Dario Luiz Dias Paixão Bacharel em Turismo UFPR - Curitiba Mestre em Turismo Universidad de Las Palmas de Gran Canaria - Espanha Doutorando em Turismo e Desenvolvimento Sustentável - Universidad de Las Palmas de Gran Canaria - Espanha Coordenador dos Cursos de Graduação e Pós em Turismo do Centro Universitário Positivo UnicenP Curitiba Prof. Dr. José Manoel Gonçalves Gândara Bacharel em Turismo UFPR Curitiba Mestre em Gestão Do Turismo Sscts - Itália Doutor em Turismo e Desenvolvimento Sustentável - Universidad de Las Palmas de Gran Canaria Espanha Pós-doutor em Marketing, Qualidade e Desenvolvimento Sustentável do Turismo pelas Universidades de Las Palmas de Gran Canaria, Málaga e Valencia - Espanha. Coordenador do Curso de Turismo da Universidade Federal do Paraná UFPR Curitiba RESUMO Ao considerar a formação local de recursos humanos um dos elementos fundamentais para o desenvolvimento da atividade turística de forma sustentável, neste artigo os autores analisam a situação atual da cidade de Curitiba com relação a este aspecto. Trata-se desde a formação básica, passando pelos níveis técnico-operacionais, até a graduação e pós-graduação, pois é fundamental ter presente que para o desenvolvimento do turismo com qualidade, considerando a qualidade como sinônimo de competitividade e sustentabilidade, o nível de formação da população local é particularmente importante para uma atividade duplamente humana, de pessoas para pessoas. O artigo destaca que a formação dos recursos humanos locais é um instrumento necessário para viabilizar que estes possam participar ativamente dos benefícios do

2 desenvolvimento da atividade turística na localidade. Também, destaca-se o papel tanto da iniciativa pública como da privada, assim como dos centros formadores e das empresas, na formação dos recursos humanos para o turismo. PALAVRAS-CHAVES: formação; recursos humanos; desenvolvimento sustentável; turismo; qualidade; competitividade.

3 1. A formação de recursos humanos e o turismo sustentável Se o objetivo de uma administração local é consolidar a competitividade e a sustentabilidade de um destino turístico, tudo passa pela qualidade dos serviços prestados a cada um dos visitantes. Dentre as ações destinadas a promover um relacionamento harmonioso entre turismo e o desenvolvimento sustentável, Ruschmann (1993: 64) recomenda: que se capacitem os recursos humanos. No entanto, obter pessoal qualificado em grandes países em desenvolvimento não é fácil e requer programas específicos onde se identificam os problemas e necessidades dos destinos para logo introduzir planos de formação e capacitação. Rodrigues, por exemplo, comenta que para formar bem e capacitar os recursos humanos do turismo é necessário: Estimular o desenvolvimento e a introdução dos conceitos, princípios e práticas do turismo sustentável na educação turística técnico-profissionalizante e em programas de treinamento, em todos os níveis, compreendendo a complexa natureza do turismo moderno e promovendo a conscientização ambiental para a gestão e a responsabilidade do turista no destino; incentivar e desenvolver programas de capacitação no setor governamental municipal (...) e no empresarial, no âmbito comunitário, treinando os recursos humanos locais para o gerenciamento e posições de liderança, objetivando o aproveito das oportunidades de negócios derivadas do turismo (...); aumentar o status dos recursos humanos locais, em todos os níveis, como um fator essencial do desenvolvimento turístico, promovendo um sentido de orgulho no trabalho e de cuidados para com o destino e a comunidade. (Rodrigues, 1999:130) Para alcançar o exposto acima, o Estado e a iniciativa privada devem agregar qualidade às pessoas da comunidade local por meio da educação e da formação, para que estas pessoas se convertam em um fator decisivo para as estratégias econômicas e sociais do turismo. Segundo Ansarah, uma formação adequada beneficia o profissional, a organização em que atua e o sistema socioeconômico em seu conjunto (in: Dencker, 2002: 15).

4 Sem dúvida, havendo possibilidade do turista voltar e gastar mais porque está satisfeito com o sistema turístico que se desenvolve sustentavelmente, vários empregos serão criados automaticamente e, por conseguinte, a comunidade local desfrutará de uma maior renda e bem-estar. Neste caso, Krippendorf (2000) sugere dar preferência aos gerentes, administradores e funcionários dos serviços turísticos originários da localidade nas políticas de formação e capacitação, pois a eles, mais do que a ninguém, interessa que o destino alcance o desenvolvimento turístico ideal, com qualidade e competitividade A formação de recursos humanos e a qualidade no setor turístico Os movimentos pela qualidade começaram quando o Japão sentiu a necessidade de trasformar-se em um país competitivo frente ao mundo. A qualidade de seus produtos enfrentou a hegemonia dos Estados Unidos e daí começaram os Círculos de Controle de Qualidade (CCQ s), evoluindo para programas mais amplos como os TCQ s (Total Quality Control), TQM s (Total Quality Management), os 5 S s e as ISO s (Resende, 2000: 20). Hoje, empresas turísticas como hotéis, restaurantes e transportadoras de passageiros buscam certificar-se com qualidade total por meio dos programas ISO s, Hóspedes da Natureza, entre outros. Não obstante, no setor de serviços, a qualidade é uma tarefa difícil porque busca constantemente o encantamento do cliente por meio do profissionalismo. E no turismo, a qualidade total tem que passar pela qualidade dos equipamentos turísticos, de apoio e de infra-estrutura básica, pela qualidade da integração turista/núcleo receptor e pela qualidade dos prestadores de serviços. Segundo Barreto (2000), a qualidade dos prestadores de serviços remete à questão da mão-de-obra e da qualificação e educação dos recursos humanos para

5 atender às necessidades da sociedade pós-industrial. Ou seja, a excelência dos serviços prestados no turismo depende muitas vezes de qualidades que o profissional aprende, desenvolve ou melhora em cursos técnicos/profissionais e superiores na área. Estes profissionais quando bem preparados em seus cursos passam a ter uma visão mais ampla do setor e estão mais aptos a atender às demandas do mercado e conseqüentemente aumentam suas possibilidades de serem absorvidos por ele. Para Beni (1998), a educação e a capacitação são responsabilidades da superestrutura do turismo. A formação de recursos humanos para o setor nos distintos níveis, no Brasil, por exemplo, é função do Ministério da Educação e do Ministério do Turismo, dos organismos e institutos relacionados com a formação técnico/profissional, e das universidades públicas e privadas. Estas instituições devem preocupar-se com a formação de recursos humanos suficientes, capacitados e bem distribuídos no território nacional, tanto quantitativa como qualitativamente. É importante considerar que os agentes implicados no processo educativo devem estabelecer a relação entre o sistema de educação planejado, as exigências e tendências do mercado de trabalho e o nível de qualidade do setor turístico. Esta reflexão é necessária para criar uma base para o desenvolvimento de um projeto educativo de qualidade que contribua com a melhora da excelência no setor. A geração de conhecimentos e formação de profissionais que podem contribuir para a expansão e a qualidade da atividade turística nos países em desenvolvimento, trazem seguramente benefícios sociais, econômicos, culturais e ambientais para a comunidade do local. Em plena era da informação é imprescindível refletir sobre quais são as necessidades educativas do turismo, um setor em contínua evolução e acentuado rítmo de crescimento. A sua vez, o papel que desempenha a Educação no âmbito da atividade

6 turística assegura a qualidade e, por conseguinte, a competitividade, conservando ao turismo o status de recurso econômico fundamental para o desenvolvimento A formação de recursos humanos e a competitividade no setor turístico O desenvolvimento do setor turístico e o necessário incremento dos níveis de qualidade dos serviços que são prestados exige uma melhoria no nível de formação e especialização dos profissionais da atividade turística. O setor turístico tem passado por constantes fases de profissionalização em virtude da nova conjuntura internacional e do crescente grau de exigências de seus clientes na maior parte do mundo desenvolvido (Trigo, 1999: 17). A formação do profissional em turismo tem passado historicamente dentro da empresa, enquanto este adquiria experiência com suas tarefas e aprendia no dia-a-dia do mercado turístico. Mas o rápido crescimento da competitividade, resultado da globalização tem forçado os administradores das empresas turísticas a buscar profissionais mais capacitados e com melhor formação. Fatores que mudaram consideravelmente as estruturas dos setores econômicos nas últimas décadas, tais como o rápido avanço tecnológico, a concorrência internacional, o cuidado com o ecossistema e a crise energética; contribuíram para que o feito de investir na formação de capital humano represente uma alternativa rentável a médio e longo prazos. A partir dos meados da década de 1990, com o aumento da competição no setor, a qualificação e o perfil da mão-de-obra se tem transformado em um elemento fundamental, já que o bom atendimento passou a ser percebido como um diferencial entre os estabelecimentos. Também, contribuiu a maior exigência dos hóspedes domésticos e o aumento da entrada de estrangeiros no país. (Gazeta Mercantil, 1999) A qualidade dos serviços, e por tanto, dos profissionais da área, adquire um lugar fundamental na batalha pela competitividade, ainda que se deve destacar a fraca

7 relação que tradicionalmente tem existido entre a educação, a formação e o mundo do trabalho. É dizer, esta exigência do setor faz eco sobretudo na educação superior e sua capacidade de produzir competências que sejam transferidas de forma efetiva ao lugar de trabalho. (Cooper, et. all, 1996). Em ambientes competitivos, como por exemplo, no setor hoteleiro de Curitiba, as empresas que pensam em gestão estratégica de longo prazo contratam um maior número de funcionários que estudaram um curso superior na área, do que aquelas que só enxergam a competitividade e a necessidade de diminuir custos. Estas últimas optam por um grande número de estagiários ou profissionais com cursos profissionalizantes. De qualquer maneira, em ambientes muito competitivos, como este, em que há uma sobre-oferta do produto, nenhuma atividade de educação turística passa desapercebido nos currículos profissionais de candidatos a algum emprego, o que aumenta a responsabilidade das instituições de educação relacionadas ao setor. 2. A formação de recursos humanos para o setor turístico: aspectos de Curitiba Sem dúvida, a educação deve ser considerada como o caminho para a plena inserção na sociedade e, portanto, deve ser facilitada à população desde o ensino fundamental até a formação profissional e a pós-graduação. No caso de Curitiba, esta possui uma população local com bom nível de educação, além de uma oferta educativa das mais completas, o que permite que os curitibanos se capacitem para trabalhar e desenvolver as atividades mais distintas. Segundo a Organização Mundial do Turismo (1999:114), é essencial dispor de pessoal devidamente qualificado, para trabalhar em todos os campos do turismo. Inclusive com as melhores instalações, requer-se pessoal capacitado para oferecer o nível de qualidade de serviços que os turistas esperam e pagam. Cada administração local deve avaliar as necessidades em sua zona respectiva de pessoal qualificado, no momento e lugar requeridos,

8 como parte do processo de planejamento e desenvolvimento do turismo.... requer-se capacitação de nível básico, avançado, de supervisão e de gestão em todas as categorias. Sem dúvida, o impacto deste alto nível educativo da população local no desenvolvimento da atividade turística e em sua qualidade é muito positivo, já que, como se pode identificar, existem pessoas formadas para os mais diferentes níveis da atividade, o que é importante em um setor como o turismo, que tem uma forte exigência de mão-de-obra para serviços técnico-operativos, mas que também necessita pessoas capacitadas para os cargos intermediários e para planejar, administrar e desenvolver a atividade. Um dos aspectos pelos quais Curitiba se destaca em geral, e especificamente no setor turístico, é pela qualidade dos serviços. E, como se sabe que o turismo é uma atividade humana, isto é, feita por e para seres humanos, este setor exige um alto grau de preocupação pela qualidade prestada, e consequentemente, pela formação dos recursos humanos que desenvolverão atividades em todos os níveis do turismo. Ao falar da necessidade de que o setor turístico deve ser tratado por especialistas, Puddu (1990:70) destaca que, as adaptações em curso dos produtos às exigências crescentes da demanda são a manifestação mais evidente de novas presenças fortes em termos financeiros e mais sofisticadas em termos tecnológicos, que querem tirar do consumidor sua elasticidade para monopolizar a satisfação de suas necessidades e de suas motivações, atraindo-a na direção da imagem de seus produtos criados ad hoc. Isto confirma que o setor necessita ser tratado por verdadeiros especialistas, desde a base até o topo, para garantir a qualidade do produto-serviço e afirmar sua imagem no mercado e, pelo que se refere às economias fracas e às empresas independentes, competir com mais oportunidades contra os grandes grupos sobretudo dos intermediários. E deve-se ressaltar também que temos que planejar, com o desenvolvimento, a formação e a capacitação dos recursos humanos em função das necessidades dos diferentes espaços, levando em conta, não somente que a improvisação não paga, mas que no desenvolvimento turístico não se podem adotar medidas préfabricadas e, mais graves, importadas, sem levar em conta as realidades e potencialidades locais.

9 A qualidade dos serviços também está estreitamente relacionada com a formação básica e geral da população local, e com sua qualidade de vida. Sem dúvida, estes dois aspectos, por serem preocupações constantes na cidade de Curitiba que têm dado seus frutos, colaboram de maneira fundamental na qualidade dos serviços do setor turístico da cidade. A Organização Mundial do Turismo (1998:379) destaca que, a educação e formação turística devem ser um processo integrado desde a escola até os estudos de pós-graduação, onde o único objetivo tem que ser a consecução de um fator humano que seja capaz de adaptar-se, com uma grande flexibilidade, aos desafios futuros que o setor está demandando, e esta é a principal fonte de competitividade, nas condições atuais do mercado turístico. Outro aspecto importante a destacar é que, a formação de recursos humanos locais é fundamental para que o desenvolvimento turístico de um destino aconteça de uma maneira sustentável, já que esta é uma das condições básicas para que a população local possa participar e se beneficiar deste desenvolvimento. A preocupação com a formação dos recursos humanos para o setor turístico não é recente em Curitiba, e o resultado disto, além da qualidade dos serviços, é a grande participação da comunidade local no desenvolvimento deste setor. Ao falar de formação de recursos humanos para qualquer setor, deve-se ressaltar, como já foi destacado anteriormente, a formação de recursos humanos para todos os níveis necessários. No caso específico da atividade turística, isto torna-se ainda mais importante, devido à grande diversidade de níveis e necessidades enquanto a recursos humanos formados adequadamente. Com relação às possíveis linhas de atuação que existem em matéria de educação no turismo, a Organização Mundial do Turismo (1998:377) destaca a importância da formação profissional, quer dizer, a capacitação dos recursos humanos para o exercício de uma profissão, assim como, a formação contínua, que trata da formação dos trabalhadores no âmbito da empresa. A Organização Mundial do Turismo também destaca a importância da formação

10 ocupacional, pensada para a reciclagem dos desempregados; e a colaboração universidade/empresa. Nestes aspectos, a cidade de Curitiba também se destaca com uma oferta de atividades e cursos bastante ampla e diversificada. Em quanto à relação entre as empresas e os profissionais de turismo na realidade brasileira, Rodrigues (1990:125) destaca que, a universidade tem um compromisso com a formação cultural e humanística do jovem, além dos ensinamentos de ordem profissional. A escola não será a empresa, e tampouco terá sua prática, assim como, a empresa não tem as funções da escola. Preparar culturalmente e dar fundamento às práticas empresariais é responsabilidade da universidade; investir nos recursos humanos dentro das organizações, treiná-los, prepará-los para as funções e cargos é responsabilidade das empresas e de seus dirigentes. Desta maneira, seguramente, a eficiência no setor será sensivelmente melhorada. As habilidades do setor de serviços devem ser ensinadas de modo interdisciplinar, e a formação profissional deve dar-se no contexto das mudanças globais. Ao formar recursos humanos para o turismo, o processo de formação profissional deve estar centrado na educação, e não somente no simples treinamento. A qualidade nos serviços depende da formação profissional séria e permanente. É importante a existência da colaboração entre instituições educacionais e o mercado para elevar o nível de ambos. As novas tecnologias facilitam a aprendizagem, e sua utilização deve ser consciente, planejada e integrada ao processo educacional mais amplo. Na capital paranaense, estes princípios e práticas são debatidos constantemente no Fórum de Coordenadores de Cursos Superiores em Turismo e Hotelaria do Paraná, criado em 2003, com a finalidade de debater e representar os anseios acadêmicos perante as instituições públicas e a iniciativa privada. Sabe-se que os pensadores destes cursos dedicam-se a centrar esta educação turística na capacidade do aluno para pensar, expressar-se claramente, solucionar problemas e tomar decisões, mesmo que esta não represente a mais fácil das tarefas. De qualquer maneira, a educação permanente e de qualidade é fundamental nas sociedades

11 pós-industriais e, a perspectiva humanista é indispensável para uma formação profissional integral, ética e consciente, pois, a pessoa é mais importante que o capital ou a tecnologia. O setor de serviços geralmente exige, na formação profissional, atividades práticas e estágios em empresas supervisionadas (atividade obrigatória nos cursos superiores da área), seja em situações controladas nos laboratórios ou em verdadeiros ambientes de trabalho (Trigo, 2000). A formação de recursos humanos dentro das empresas, infelizmente, não é uma filosofia ou prática particularmente desenvolvida em Curitiba. A prática de aprender fazendo é a mais utilizada e são poucos os casos de capacitação interna. Talvez o motivo disto seja a facilidade de encontrar recursos humanos bem formados. Segundo Almeida Sá (1993:162), no âmbito do empresariado deve lograr-se a sensibilização e transformação da mentalidade no que concerne ao investimento que deve ser realizado em benefício dos profissionais atuantes e ao critério para contratar novos funcionários. Além de informar, reciclar e treinar a profissionais, não se deve perder de vista a valorização dos funcionários enquanto a pessoas, a través da boa orientação, estímulo, promoção e salários dignos. Já é suficientemente forte o estigma social que repousa historicamente em muitas profissões, principalmente naquelas consideradas artesanais, aonde se acentua o abismo entre o trabalho intelectual (com a cabeça) e o artesanal (com as mãos), e o dilema em que vive boa parte da população: estudar ou trabalhar?. Considerando a necessidade de uma mudança de opinião com relação à falta de recursos financeiros e do custo elevado dos programas de treinamento no setor hoteleiro, Maltez (2000:23) destaca que além de não considerar o treinamento como uma forma de investimento e sim como um custo, espera-se que os resultados provenientes do treinamento sejam sempre imediatos. Característica que não é própria dos treinamentos. Com relação aos motivos alegados para a falta de investimentos na área de educação e formação em Curitiba, pode-se destacar que um dos motivos alegados pelos empresários da hotelaria é que se gasta dinheiro treinando ao funcionário, e depois de

12 capacitado, eles deixam o hotel, mas se todos os empresários da hotelaria treinassem aos seus funcionários, ainda levando em conta a alta rotatividade do setor, ganhariam todos com um mercado mais profissional em função dos treinamentos recebidos (MALTEZ, 2000), (GALLEGO, 1992) e (PUDDU, 1990). A preocupação pela formação dos recursos humanos, tanto dentro como fora das empresas turísticas, deve ser uma constante em qualquer destino turístico que busque a qualidade de seus serviços. Tal preocupação é algo que deve se estender por toda a comunidade local, já que, para um destino turístico de qualidade é fundamental que a totalidade dos anfitriões compreenda a atividade turística. Ao falar da prestação de serviços turísticos aos viajantes internacionais, considerando a importância do estudo de idiomas e de noções da cultura dos turistas, Oka e Jafari (1990:113) destacam que, com o conhecimento e a discussão da cultura do turista e da residual, ou estudo da cultura local (que provavelmente é a cultura dos empregados), não somente lhes tornarão mais conscientes sobre quem são (culturalmente), mas que também lhes permitirá ver os contrastes da cultura dos turistas e da residual com a sua própria (que eles conhecem melhor). Este estudo lhes ajudará, também, a entender e a atender melhor as necessidades dos hóspedes que são seus compatriotas (turistas domésticos). Como se pôde identificar, para a boa prestação de serviços ao turista é fundamental estar preparado para receber-lhes com conhecimento de suas características, assim como, é importante conhecer os elementos fundamentais do próprio destino turístico. A formação da comunidade local, desde jovens, para o atendimento aos turistas, produz efeitos extremamente positivos para a sustentabilidade dos destinos turísticos, tanto na valorização de seus próprios recursos pela comunidade, como na compreensão de seus visitantes. Por fim, a grande oferta de atividades de educação turística faz de Curitiba um exemplo para o Brasil, em termos de preocupação pela qualidade e competitividade do setor.

13 2.1. A oferta de educação turística para o mercado de Curitiba Em Curitiba, como em praticamente todo o Brasil, a formação dos recursos humanos para as áreas técnico-operativas é tradicionalmente desenvolvida pelo Serviço Nacional do Comércio (Senac). A qualidade, quantidade e diversidade de seus cursos e instalações, em conjunto com experiência adquirida ao longo dos muitos anos de desenvolvimento desta atividade permitem ao Senac formar profissionais reconhecidamente capacitados para o desenvolvimento das atividades técnicooperativas do setor turístico. Em alguns casos, esta instituição já oferece cursos de graduação e pós-graduação. O SENAC pertence à Federação do Comércio, o que faz com que os cursos oferecidos realmente atendam à necessidades do setor e que a participação nos cursos seja facilitada pelos empresários. Outro aspecto importante é que o SENAC realiza tanto cursos em suas instalações, abertos ao público em geral, como atendendo à demandas específicas, nas próprias empresas e exclusivos para seus empregados. Outra das instituições curitibanas que oferece cursos relacionados com o setor de turismo é o Centro Europeu. Esta escola privada oferece cursos de turismo e hotelaria de uma duração de seis meses a um ano, que tem como objetivo formar a profissionais que tenham intenção de atuar no turismo em um nível médio-administrativo, ou abrir seu próprio negócio. Destaca-se por ser a única instituição com hotel-escola. Existem alguns formativos na área turística que apareceram recentemente, como o CECETH (Centro de Capacitação em Turismo e Hotelaria) e a León Cursos de Educação Técnica, ambos com cursos rápidos de capacitação técnico-profissionalizante. Também, a ABAV (Associação Brasileira de Agentes de Viagens) proporciona esta opção de formação para seus associados. O CECETH, ultimamente, tem se destacado

14 por ser a única instituição da cidade a formar mão-de-obra especificamente para cruzeiros marítimos. O Serviço Brasileiro das Pequenas e Médias Empresas (SEBRAE), também, desenvolve algumas atividades de formação de recursos humanos para a atividade turística. Seus cursos estão basicamente voltados para a formação de empreendedores, buscando incentivar o surgimento e a melhora das empresas pequenas e de médio porte do setor turístico. Eventualmente acontecem cursos com o objetivo de formar recursos humanos capacitados para fomentar o desenvolvimento da atividade turística em áreas específicas. O programa Taxitur, desenvolvido pela administração municipal em conjunto com o SENAC, faz com que todos os taxistas de Curitiba recebam un curso de atendimento e informação ao turista, também é um exemplo de como atuar na formação de recursos humanos em todos os níveis e cujos resultados são identificados de maneira imediata. Realizam-se na cidade uma série de eventos relacionados com o turismo, tais como cursos, seminários e feiras. Há aproximadamente 20 anos, o Curso/Departamento de Turismo da Universidade Federal do Paraná promove a SEPATUR Semana Paranaense de Turismo, antes denominado ENPATUR Encontro Paranaense de Turismo. Outro exemplo importante, por tratar-se de um evento de cunho internacional, é o SIT Seminário Internacional de Turismo, promovido pelo Centro Universitário Positivo UnicenP, que já está em sua sétima promoção, sempre apoiado pelo GEU Grupo de Eventos do UnicenP, pelo NEATUR Núcleo de Estudos e Atividades Turísticas e a Agência Acadêmica de Turismo daquela instituição. A realização de eventos, por parte de quase todas as instituições formadoras de profissionais em turismo da cidade, assim como das associações de classe, contribui muito para a formação e atualização dos recursos humanos. Cabe ressaltar, que desde o

15 mês de outubro de 2001 a AGETUR - Núcleo de Estudos Turísticos da Universidade Federal do Paraná, em conjunto com o Senac/PR, promove gratuitamente cursos e palestras trazendo sempre nomes de alto prestígio nacional e internacional na área do turismo. Tais eventos têm contado com uma grande participação, não só de acadêmicos de Curitiba, mas também do interior do Paraná e de outros Estados. Ao longo destes 3 anos já formam realizados 17 eventos, que contaram no total com uma participação de aproximadamente pessoas. As graduações em turismo começaram a ser oferecidas em Curitiba em 1978, quando a Universidade Federal do Paraná criou a sua, uma das primeiras do Brasil, já que foi em 1971 quando começou o primeiro curso do país. Estas graduações têm como finalidade formar profissionais que compreendam o fenômeno turístico e que sejam capazes de planejar e gerir o desenvolvimento desta atividade. A vertente humanista dos planos de estudo sempre foi um aspecto importante a destacar. Atualmente, em Curitiba e Região Metropolitana, são oferecidos treze cursos de graduação em turismo, três nas universidades da cidade (PUC, UFPR e UTP), outros dois nos centros universitários (Uniandrade e UnicenP) e ainda oito em faculdades integradas (Facinter, Famec, FIC, Hoyler, Santa Cruz, Spei, Unibrasil e Uniexp). É importante destacar que fora o curso oferecido pela Universidade Federal do Paraná, financiada pelo governo federal, todas os outros são de instituições privadas. Outro aspecto importante é que alguns dos novos cursos de graduação começam a ampliar a importância da vertente empresarial em seus planos de estudo. que, Ao falar da formação de recursos humanos para turismo, Bacal (1995:101) destaca as instituições educacionais cumprirão seu papel social na medida que possam subministrar elementos mais capacitados para fazer planejamentos, pesquisas e análises sobre a realidade dos componentes da atividade turística. Por outra lado, darão suporte aos teóricos que dirigirão as mudanças no conhecimento turístico, com a

16 finalidade de adequar continuamente os resultados obtidos à dinâmica da realidade. Os cursos de pós-graduação na área de turismo começaram a ser oferecidos há pouco tempo em Curitiba, buscando especializar mais e melhor os profissionais. O primeiro curso de especialização na cidade aconteceu em 1998 sobre Gestão e Planejamento do Turismo, na Universidade Federal do Paraná. Esta instituição só repetiu o curso mais uma vez, no ano de Destacou-se neste meio, a Pontifícia Universidade Católica que, entre os anos de 2000 e 2002, possuía o curso de especialização em Turismo: Gestão e Docência, e em 2003 o curso de Gestão do Turismo. Já o Centro Universitário Positivo finalizou, no ano de 2002, seu master com ênfase em planejamento e gestão da atividade turística. Este programa foi realizado em convênio com o Master Internacional en Turismo da Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, da Espanha. Outro curso de master na área de Administração Hoteleira foi realizado num convênio interinstitucional entre a faculdade local FESP e a espanhola Universidad de Extremadura. A mesma FESP já havia formado uma turma na especialização de Marketing Turístico e Administração Hoteleira. Ainda, a Universidade Tuiuti do Paraná possuía um curso sobre Planejamento e Gestão de Eventos, enquanto, o SENAC finalizou sua turma de especialização em Administração Hoteleira. Também, o IBPEX (Facinter) organiza, desde o ano de 2000, cursos de especialização voltados ao ecoturismo. Em 2004, os cursos de pós-graduação na área do turismo estavam representados pelo Centro Universitário Positivo, com a especialização em Gestão Estratégica de Empresas Turísticas, e as Faculdades Integradas Curitiba, com uma especialização em Ecoturismo.

17 Os recursos humanos formados por estes cursos de pós-graduação, com sua visão tanto especializada como ampla e globalizada, sem dúvida, contribuem de forma muito positiva à gestão e ao desenvolvimento da atividade turística em Curitiba de maneira sustentável, já que representam à comunidade local preparando-se para ser responsável pelo controle desta atividade. 4. Considerações finais Partindo da premissa básica que o profissional de turismo seria o conjunto daquele formado no meio acadêmico com aquele formado no meio empresarial, verifica-se a importância da complementaridade entre tais setores, no intuito de chegar ao objetivo de serem formados profissionais qualificados, que atendam não somente aos anseios dos formadores e dos empresários, mas também, e principalmente, aos interesses dos próprios profissionais. Ponto pacífico é o fato de os cursos superiores de turismo proporcionarem uma visão global, genérica e universalizante, pois tais características são fundamentais para que nasçam profissionais com uma visão ampla, que lhes permita analisar o conjunto de fatores necessários a serem levados em consideração na tomada de decisões, fator este que é uma constante no cotidiano do profissional; deve-se também destacar a importância da complementação técnica que deve, sem dúvida, ser estimulada no seu mais amplo espectro. Estágios, cursos de extensão, visitas técnicas, palestras de empresários, trabalhos e pesquisas de campo, e outras atividades são elementos fundamentais, pois somente o conjunto de tais visões, aquela teórica com esta prática, dará uma base mais sólida ao profissional de turismo. Os empresários da atividade turística destacam a necessidade premente de profissionais competentes, não com uma visão distante, mais sim com uma objetividade

18 cada vez mais importante. Considerar isto imediatismo seria precipitação, já que uma das características desta parte é a avaliação baseada em critérios de custo / beneficio. Sem dúvida, os profissionais que se apresentem ao mercado com uma visão mais completa, que os coloque à frente dos concorrentes, serão os vencedores. Para chegar a isto, vale ressaltar toda e qualquer experiência de cursos técnicos e conhecimentos práticos relatados neste estudo. Na atividade turística é possível identificar algumas características bastante marcadas, tais como uma forte presença do profissional feito dentro da empresa, sem uma preocupação da mesma em fornecer a este uma visão global. Desta feita, vale destacar a importância da busca constante por parte dos profissionais por empresas que lhes formem, e por parte das empresas, a busca por profissionais interessados e preparados para pensar, pois somente quando tais fatores caminhem simultaneamente, o turismo terá condições de ser considerado e se comportar como a primeira atividade econômica do mundo. No caso específico de Curitiba, é evidente que existe uma crescente preocupação por uma formação de recursos humanos para a atividade turística. Também, nota-se que esta preocupação se desenvolve nos mais distintos níveis, seja em relação à capacitação para os níveis técnico-operativos, ou aquela mais voltada à compreensão do fenômeno turístico e à gestão e desenvolvimento desta atividade. Outro fator destacado é a preocupação pela formação de empreendedores que, no turismo, possui um papel muito importante. Isto é assim por que esta atividade, ao estar formada, em sua maioria, por empresas pequenas e de médio porte, permite uma importante participação da comunidade local. Projetos criativos como o Taxitur ou a realização de eventos relacionados com o turismo, também colabora com a formação de recursos humanos mais capacitados para prestar serviços na atividade turística com qualidade.

19 Como ficou demonstrado, o aspecto com maior necessidade de mudanças é o da formação de recursos humanos dentro das empresas, já que sem dúvida uma maior preocupação pelo mesmo, convertendo-o em filosofia básica das empresas do setor, seria muito positiva para aumentar a reconhecida qualidade dos serviços prestados pelos recursos humanos que trabalham no turismo em Curitiba. De qualquer maneira, talvez o elemento mais característico na qualidade dos serviços prestados pelos recursos humanos que trabalham no setor turístico da capital paranaense seja o dos impactos diretos e indiretos ocasionados por um nível de formação básica geral mais alto do que a média em outros destinos turísticos, junto com o de uma qualidade de vida que permita mais e melhores facilidades para o desenvolvimento das atividades laborais da população local. A relação destes aspectos com a sustentabilidade do destino turístico Curitiba é algo evidente. 5. Referências bibliográficas ALMEIDA SÁ, I. M. de. Hoteles, restaurantes y bares de Fortaleza: reciclaje de los profesionales en busca de excelencia, productividad y calidad total. Em: Estudios y Perspectivas en Turismo. Buenos Aires: Centro de Investigaciones y Estudios Turísticos, 1993, p.162. BACAL, S. S. Ensino em Turismo. Em: Turismo em Análise. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1995, p BARRETO, Margarita. Manual de iniciação ao estudo do turismo. 8ª ed. São Paulo: Ed. Papirus, BENI, Mario Carlos. Análise estrutural do turismo. São Paulo: SENAC, COOPER, C.; SHEPHERD, R.; WESTLAKE. Educating the Educators in Tourism: a manual of tourism and hospitality. Surrey: OMT/Univ. of Surrey, DENCKER, Ada F. M. Pesquisa e Interdisciplinaridade no Ensino Superior: uma experiência no Curso de Turismo. São Paulo: Ed. Aleph, GALLEGO, J. F. Hostelería y productividad. Madrid: ASEHS, GAZETA MERCANTIL. Análise Setorial: A Indústria Hoteleira Vol. I. São Paulo: Gazeta Mercantil, 1999.

20 KRIPPENDORF, Jost. Sociologia do Turismo. Rio de Janeiro: Ed. Bookmann, MALTEZ, T. S. O Processo pedagógico profissional nos meios de hospedagem. Em: Turismo Tendências e Debates. Salvador: Faculdade de Turismo da Bahia, OKA, H.; JAFARI, J. Prestação de serviços turísticos aos viajantes internacionais. Um programa de treinamento cultural e de idiomas para a hotelaria. Em: Congresso Internacional da AMFORT. II Seminario Latinoamericano. Turismo: grandes desafios dos anos 90. São Paulo: Universidade de São Paulo.1990, p.113. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO. Guía para administraciones locales: desarrollo turístico sostenible. Madrid: Organização Mundial do Turismo, 1999, p ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO. Introducción al turismo. Madrid: Organização Mundial do Turismo, 1998, p.377 e 379. PUDDU, G. L.. Lo que se espera del turismo para la década de los noventa. Cuáles serán sus objetivos y cómo podrán ser atendidos. Em: Congresso Internacional da AMFORT. II Seminario Latinoamericano. Turismo: grandes desafios dos anos 90. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1990, p.70. RESENDE, Enio. O Livro das Competências. Rio de Janeiro: Qualitymary Ed., RODRIGUES, Adyr. Turismo e espaço. 2 a ed. São Paulo: Ed. HUCITEC, RODRIGUES, G. M. Depoimentos sobre as necessidades e as limitações de recursos humanos para o turismo. Em: Congresso Internacional da AMFORT. II Seminario Latinoamericano. Turismo: grandes desafios dos anos 90. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1990, p RUCHMANN, Doris V. D. M. O planejamento de carreira do bacharel em turismo. Boletim Técnico SENAC nº 13. Rio de Janeiro: SENAC, TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. Apostila do módulo Tendencias del Turismo en la Sociedad Postindustrial. Em: Master Internacional de Turismo. Las Palmas de Gran Canaria: U.L.P.G.C., A sociedade e o profissional em Turismo. São Paulo: Editora Papirus, 1999.

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