ANO XXVII ª SEMANA DE ABRIL DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 15/2016

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1 ANO XXVII ª SEMANA DE ABRIL DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 15/2016 ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS AUXÍLIO DOENÇA OU ACIDENTÁRIO - ATUALIZAÇÃO CONFORME O DECRETO Nº 8.691/2016 CONSIDERAÇÕES... Pág. 436 AUXÍLIO-DOENÇA PARA O EMPREGADOR/SÓCIO CONSIDERAÇÕES... Pág. 444 LICENÇA-MATERNIDADE/SALÁRIO-MATERNIDADE - DA EMPREGADORA/SÓCIA - ASPECTOS PREVIDENCIÁRIOS... Pág. 450

2 ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS Sumário AUXÍLIO DOENÇA OU ACIDENTÁRIO Atualização Conforme O Decreto Nº 8.691/2016 Considerações 1. Introdução 2. Carência Contribuição Previdenciária Retroativa Vedado 3. Acidente De Trabalho - Conceito 4. Auxílio-Doença - Conceito 5. Pagamento Do Atestado Médico/Benefício 5.1 De 1º A Empregador Pagava 30 (Trinta Dias) - MP Nº 664/ Desde O Dia (Lei Nº /2015 Decreto Nº 3.048/1999 E Lei Nº 8.213/1991) Pagamento Pelo Empregador (Durante Os 15 Primeiros Dias) Pela Previdência Social (A Partir Do 16º Dias) 6. Impossibilidade De Atendimento Pela Previdência Social Ao Segurado Atualização Decreto Nº De Impossibilidade De Realização De Perícia Médica Pelo Órgão Ou Setor Próprio Competente Atualização Decreto Nº De Reconhecimento Da Incapacidade Para Concessão Ou Prorrogação Do Auxílio-Doença Atualização Decreto Nº De Prazo Do Benefício - Atualização Decreto Nº De Segurado Em Gozo De Auxílio-Doença Empregado Licenciado Obrigatoriedade 9.3 Segurado Em Gozo De Auxílio-Doença, Insuscetível De Recuperação 9.4 Durante O Curso De Reclamação Trabalhista 10. Auxílio-Doença Do Segurado Que Exercer Mais De Uma Atividade Abrangida Pela Previdência Social 11. Requerimento Do Benefício De Auxílio-Doença Ou Acidentário 11.1 Pelo Segurado 11.2 Pelo Empregador Documentos E Formulários Necessários Concessão De Benefício Por Incapacidade 11.5 Não Houve Requerimento Do Benefício 12. Cessação Do Benefício 13. Benefício Cancelado 14. Renda Mensal Valor Do Benefício 1. INTRODUÇÃO O Regime Geral de Previdência Social compreende algumas espécies de prestações, que são expressas em benefícios e serviços para o segurado, como o auxílio-doença ou acidentário, conforme dispõe O Decreto n 3.048, de , artigo 104. E os artigos 71 a 80 do Decreto nº 3.048/1999 tratam sobre o benefício do auxílio-doença. Nesta matéria será tratada sobre o benefício concedido pela Previdência Social, que é o auxílio-doença, que poderá prover de acidente de trabalho ou de doença ocasionada pelo trabalho ou doença de outras origens, com algumas alterações conforme o Decreto nº 8.601, de (D.O.U.: ), o qual alterou os artigos 75 a 75-B e o 78 do Decreto nº 3.048/ CARÊNCIA Carência é o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências (Decreto nº 3.048/1999, artigo 26). Período de carência é o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências, observado que um dia de trabalho, no mês, vale como contribuição para aquele mês, para qualquer categoria de segurado, observadas as especificações relativas aos trabalhadores rurais (Artigo 145, da IN INSS/PRES nº 77/2015). Importante: Cabe lembrar que 1 (um) dia de trabalho no mês vale como contribuição para aquele mês, para qualquer categoria de segurado. Assim, se a Data de Início da Incapacidade - DII - recair no 2º dia do 12º mês da carência, o segurado já terá direito ao benefício. Por sua vez, se for doença isenta de carência, a Data de Início da Incapacidade - DII - deve recair no 2º dia do 1º mês do benefício para que o requerente tenha direito ao benefício de auxílio-doença. TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

3 Conforme o Decreto nº 3.048/1999, artigo 29, a carência para auxílio-doença é de 12 (doze) contribuições mensais. Conforme determina a Instrução Normativa INSS/PRES nº 77/2015, artigo 152 e o Decreto nº 3.048/1999, artigo 30, independe de carência a concessão do auxílio-acidente decorrente de acidente de qualquer natureza. Observação: Matéria completa sobre Carência, verificar o Boletim INFORMARE nº 08/2015, em assuntos previdenciários Contribuição Previdenciária Retroativa Vedado As contribuições são realizadas a contar da data do efetivo pagamento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para este fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, nos casos (Incisos II, V e VII do artigo 11, artigos13 e da Lei nº 8.213/1991): a) dos segurados empregados domésticos; b) contribuinte individual; c) especial; e d) facultativo. Lei n 8.213/1991, Art. 27. Para cômputo do período de carência, serão consideradas as contribuições: I - referentes ao período a partir da data da filiação ao Regime Geral de Previdência Social, no caso dos segurados empregados e trabalhadores avulsos referidos nos incisos I e VI do art. 11; II - realizadas a contar da data do efetivo pagamento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para este fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, no caso dos segurados empregado doméstico, contribuinte individual, especial e facultativo, referidos, respectivamente, nos incisos II, V e VII do art. 11 e no art ACIDENTE DE TRABALHO - CONCEITO Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício da atividade a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho do segurado especial, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou a redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. (Artigo 318, da IN INSS/PRES nº 77, de ). Consideram-se acidente do trabalho: (Artigo 319, da IN INSS/PRES nº 77/2015). a) doença profissional, produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade, conforme relação constante no Anexo II do RPS; e b) doença do trabalho, adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado com ele se relacione diretamente, constante da relação que trata o Anexo II do RPS. Observação: A relação de doenças profissionais mencionada anteriormente consta do Decreto nº 3.048/1999, Anexo II. 4. AUXÍLIO-DOENÇA - CONCEITO Auxílio-doença é o benefício devido ao segurado que após, cumprida a carência, exigida quando for o caso, ficar incapacitado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual, devido a uma doença comum, doença do trabalho ou, ainda, algum tipo de acidente ocorrido com o segurado decorrente do trabalho ou não (Decreto nº 3.048/1999, artigo 71). Art. 300 da IN INSS/PRES nº 77/2015. O auxílio-doença será devido ao segurado que, após cumprida a carência exigida, quando for o caso, ficar incapacitado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual por mais de quinze dias consecutivos. TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

4 Parágrafo único. Não será devido auxílio-doença ao segurado que se filiar ao RGPS com doença ou lesão invocada como causa para a concessão do benefício, salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão. Importante: Não será devido auxílio-doença ao segurado que se filiar ao Regime Geral de Previdência Social já portador de doença ou lesão invocada como causa para a concessão do benefício, salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão ( 1º, do artigo 71 do Decreto nº 3.048/1999). 5. PAGAMENTO DO ATESTADO MÉDICO/BENEFÍCIO 5.1 De 1º A Empregador Pagava 30 (Trinta Dias) - MP Nº 664/2014 Durante os primeiros 30 (trinta) dias consecutivos ao do afastamento da atividade por motivo de doença ou de acidente de trabalho ou de qualquer natureza, caberá à empresa pagar ao segurado empregado o seu salário integral (Artigo 60, 3º, da Lei nº 8.213/1991, com redação dada pela MP nº 665/2014). A empresa que dispuser de serviço médico, próprio ou em convênio, terá a seu cargo o exame médico e o abono das faltas correspondentes aos primeiros 30 (trinta) dias do afastamento, conforme o parágrafo acima, e somente deverá encaminhar o segurado à perícia médica da Previdência Social quando a incapacidade ultrapassar 30 (trinta) dias. (Artigo 60, 4º, da Lei nº 8.213/1991, com redação dada pela MP nº 665/2014). Nota: Até o dia , o empregador está obrigado a pagar os 15 (quinze) dias do atestado e somente a partir do 16º, é que o benefício pode ser requerido. Observação: Verificar o Boletim da INFORMARE nº 27/2015 AUXÍLIO DOENÇA OU ACIDENTÁRIO ATUALIZAÇÃO A Partir Do Décimo Sexto Dia - Conforme A Lei Nº /2015, em assuntos previdenciários Desde O Dia (Lei Nº /2015 Decreto Nº 3.048/1999 E Lei Nº 8.213/1991) Pagamento Pelo Empregador (Durante Os 15 Primeiros Dias) O auxílio-doença será devido ao segurado que, após cumprida, quando for o caso, a carência exigida, ficar incapacitado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual por mais de 15 (quinze) dias consecutivos (Artigo 71 do Decreto nº 3.048/1999). Art. 75. Decreto nº 3.048/1999. Durante os primeiros quinze dias consecutivos de afastamento da atividade por motivo de doença, incumbe à empresa pagar ao segurado empregado o seu salário. (Redação dada pelo Decreto nº 3.265, de 1999) 1º Cabe à empresa que dispuser de serviço médico próprio ou em convênio o exame médico e o abono das faltas correspondentes aos primeiros quinze dias de afastamento. O auxílio-doença será devido ao segurado empregado a contar do 16º (décimo sexto) dia do afastamento da atividade, e, no caso dos demais segurados, a contar da data do início da incapacidade e enquanto ele permanecer incapaz (Artigo 60 da Lei nº 8.213/1991). Quando o acidentado não se afastar do trabalho no dia do acidente, os quinze dias de responsabilidade da empresa pela sua remuneração integral são contados a partir da data do afastamento ( 1º, do artigo 72 do Decreto nº 3.048/1999) Pela Previdência Social (A Partir Do 16º Dias) O auxílio-doença será devido ao segurado empregado a contar do 16º (décimo sexto) dia do afastamento da atividade, e, no caso dos demais segurados, a contar da data do início da incapacidade e enquanto ele permanecer incapaz (Artigo 60 da Lei nº 8.213/1991). Art. 75 do Decreto nº 3.048/1999:... 2º Quando a incapacidade ultrapassar quinze dias consecutivos, o segurado será encaminhado à perícia médica do INSS, que o submeterá à avaliação pericial por profissional médico integrante de seus quadros ou, na hipótese do art. 75-B, de órgãos e entidades públicos que integrem o Sistema Único de Saúde - SUS, ressalvados TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

5 os casos em que for admitido o reconhecimento da incapacidade pela recepção da documentação médica do segurado, conforme previsto no art. 75-A. (Redação dada pelo Decreto nº 8.691, de 2016) 3º Se concedido novo benefício decorrente da mesma doença dentro de sessenta dias contados da cessação do benefício anterior, a empresa fica desobrigada do pagamento relativo aos quinze primeiros dias de afastamento, prorrogando-se o benefício anterior e descontando-se os dias trabalhados, se for o caso. 4o Se o segurado empregado, por motivo de doença, afastar-se do trabalho durante quinze dias, retornando à atividade no décimo sexto dia, e se dela voltar a se afastar dentro de sessenta dias desse retorno, em decorrência da mesma doença, fará jus ao auxílio doença a partir da data do novo afastamento. (Redação dada pelo Decreto nº 5.545, de 2005) 5º Na hipótese do 4º, se o retorno à atividade tiver ocorrido antes de quinze dias do afastamento, o segurado fará jus ao auxílio-doença a partir do dia seguinte ao que completar aquele período. (Incluído pelo Decreto nº 4.729, de 2003). 6. IMPOSSIBILIDADE DE ATENDIMENTO PELA PREVIDÊNCIA SOCIAL AO SEGURADO ATUALIZAÇÃO DECRETO Nº DE 2016 A impossibilidade de atendimento pela Previdência Social ao segurado antes do término do período de recuperação indicado pelo médico assistente na documentação autoriza o retorno do empregado ao trabalho no dia seguinte à data indicada pelo médico assistente. ( 6º, do artigo 75, do Decreto nº 3.048/1999, incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016). 7. IMPOSSIBILIDADE DE REALIZAÇÃO DE PERÍCIA MÉDICA PELO ÓRGÃO OU SETOR PRÓPRIO COMPETENTE ATUALIZAÇÃO DECRETO Nº DE 2016 Nas hipóteses de que trata o 5º do art. 60 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991 (ver abaixo), o INSS poderá celebrar, mediante sua coordenação e supervisão, convênios, termos de execução descentralizada, termos de fomento ou de colaboração, contratos não onerosos ou acordos de cooperação técnica para a colaboração no processo de avaliação pericial por profissional médico de órgãos e entidades públicos que integrem o Sistema Único de Saúde - SUS. (Artigo 75-B, do Decreto nº 3.048/1999. Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016). A execução do disposto neste artigo fica condicionada à edição de: (Parágrafo único, do 75-B. Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016). a) ato do INSS para normatizar as hipóteses de que trata o 5º do art. 60 da Lei nº 8.213, de 1991; e (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) b) ato conjunto dos Ministérios do Trabalho e Previdência Social e da Saúde para dispor sobre a cooperação entre o INSS e os órgãos e as entidades que integram o SUS, observado o disposto no art. 14-A da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) Lei nº 8.213/1991, art. 60, inciso 5º, com redação dada pela Lei nº /2015:... 5o Nos casos de impossibilidade de realização de perícia médica pelo órgão ou setor próprio competente, assim como de efetiva incapacidade física ou técnica de implementação das atividades e de atendimento adequado à clientela da previdência social, o INSS poderá, sem ônus para os segurados, celebrar, nos termos do regulamento, convênios, termos de execução descentralizada, termos de fomento ou de colaboração, contratos não onerosos ou acordos de cooperação técnica para realização de perícia médica, por delegação ou simples cooperação técnica, sob sua coordenação e supervisão, com: (Incluído pela Lei nº , de 2015) I - órgãos e entidades públicos ou que integrem o Sistema Único de Saúde (SUS); (Incluído pela Lei nº , de 2015). 8. RECONHECIMENTO DA INCAPACIDADE PARA CONCESSÃO OU PRORROGAÇÃO DO AUXÍLIO- DOENÇA ATUALIZAÇÃO DECRETO Nº DE 2016 Decreto nº 3.048/1999, artigo 75-A, 1º a 4º: Art. 75-A. O reconhecimento da incapacidade para concessão ou prorrogação do auxílio-doença decorre da realização de avaliação pericial ou da recepção da documentação médica do segurado, hipótese em que o TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

6 benefício será concedido com base no período de recuperação indicado pelo médico assistente. (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) 1º O reconhecimento da incapacidade pela recepção da documentação médica do segurado poderá ser admitido, conforme disposto em ato do INSS: (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) I - nos pedidos de prorrogação do benefício do segurado empregado; ou (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) II - nas hipóteses de concessão inicial do benefício quando o segurado, independentemente de ser obrigatório ou facultativo, estiver internado em unidade de saúde. (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) 2º Observado o disposto no 1º, o INSS definirá: (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) I - o procedimento pelo qual irá receber, registrar e reconhecer a documentação médica do segurado, por meio físico ou eletrônico, para fins de reconhecimento da incapacidade laboral; e (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) II - as condições para o reconhecimento do período de recuperação indicado pelo médico assistente, com base em critérios estabelecidos pela área técnica do INSS. (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) 3º Para monitoramento e controle do registro e do processamento da documentação médica recebida do segurado, o INSS deverá aplicar critérios internos de segurança operacional sobre os parâmetros utilizados na concessão inicial e na prorrogação dos benefícios. (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016) 4º O disposto neste artigo não afasta a possibilidade de o INSS convocar o segurado, em qualquer hipótese e a qualquer tempo, para avaliação pericial. (Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016). 8.1 Prazo Do Benefício - Atualização Decreto Nº De 2016 O INSS poderá estabelecer, mediante avaliação pericial ou com base na documentação médica do segurado, nos termos do art. 75-A (verificar o item 8 desta matéria), o prazo que entender suficiente para a recuperação da capacidade para o trabalho do segurado ( 1º, do artigo 78 do Decreto nº 3.048/199. Redação dada pelo Decreto nº 8.691, de 2016). Caso o prazo concedido para a recuperação se revele insuficiente, o segurado poderá solicitar a sua prorrogação, na forma estabelecida pelo INSS ( 2º, do artigo 78, do Decreto nº 3.048/1999. Redação dada pelo Decreto nº 8.691, de 2016). A comunicação da concessão do auxílio-doença conterá as informações necessárias para o requerimento de sua prorrogação. ( 3º, do artigo 78, do Decreto nº 3.048/199. Redação dada pelo Decreto nº 8.691, de 2016). A recepção de novo atestado fornecido por médico assistente com declaração de alta médica do segurado, antes do prazo estipulado na concessão ou na prorrogação do auxílio-doença, culminará na cessação do benefício na nova data indicada. ( 4º, do artigo 78, do Decreto nº 3.048/199. Incluído pelo Decreto nº 8.691, de 2016). 9. SEGURADO EM GOZO DE AUXÍLIO-DOENÇA Empregado Licenciado O segurado empregado em gozo de auxílio-doença é considerado pela empresa como licenciado (Artigo 80 do Decreto nº 3.048/1999). A empresa que garantir ao segurado licença remunerada ficará obrigada a pagar-lhe durante o período de auxíliodoença a eventual diferença entre o valor deste e a importância garantida pela licença (Parágrafo único, do artigo 80 do Decreto nº 3.048/1999). O segurado empregado, inclusive o doméstico, em gozo de auxílio-doença será considerado pela empresa e pelo empregador doméstico como licenciado (Artigo 63 da Lei nº 8.213/1991, com Redação dada pela Lei Complementar nº 150, de 2015) Obrigatoriedade O segurado em gozo de auxílio-doença está obrigado, independentemente de sua idade e sob pena de suspensão do benefício, a submeter-se a exame médico a cargo da previdência social, processo de reabilitação profissional TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

7 por ela prescrito e custeado e tratamento dispensado gratuitamente, exceto o cirúrgico e a transfusão de sangue, que são facultativos (Artigo 77 do Decreto nº 3.048/1999). 9.3 Segurado Em Gozo De Auxílio-Doença, Insuscetível De Recuperação O segurado em gozo de auxílio-doença, insuscetível de recuperação para sua atividade habitual, deverá submeter-se a processo de reabilitação profissional para exercício de outra atividade, não cessando o benefício até que seja dado como habilitado para o desempenho de nova atividade que lhe garanta a subsistência ou, quando considerado não recuperável, seja aposentado por invalidez (Artigo 79 do Decreto nº 3.048/1999). 9.4 Durante O Curso De Reclamação Trabalhista O auxílio-doença será devido durante o curso de reclamação trabalhista relacionada com a rescisão do contrato de trabalho, ou após a decisão final, desde que implementadas as condições mínimas para a concessão do benefício, observado o disposto nos 2º e 3º do art. 36 (ver abaixo), conforme 3º, do artigo 72 do Decreto nº 3.048/ º No caso de segurado empregado ou de trabalhador avulso que tenham cumprido todas as condições para a concessão do benefício pleiteado, mas não possam comprovar o valor dos seus salários-de-contribuição no período básico de cálculo, considerar-se-á para o cálculo do benefício, no período sem comprovação do valor do salário-de-contribuição, o valor do salário mínimo, devendo esta renda ser recalculada quando da apresentação de prova dos salários-de-contribuição. (Redação dada pelo Decreto nº 3.265, de 1999) 3º Para o segurado empregado doméstico que, mesmo tendo satisfeito as condições exigidas para a concessão do benefício requerido, não possa comprovar o efetivo recolhimento das contribuições devidas, será concedido o benefício de valor mínimo, devendo sua renda ser recalculada quando da apresentação da prova do recolhimento das contribuições. 10. AUXÍLIO-DOENÇA DO SEGURADO QUE EXERCER MAIS DE UMA ATIVIDADE ABRANGIDA PELA PREVIDÊNCIA SOCIAL O auxílio-doença do segurado que exercer mais de uma atividade abrangida pela previdência social será devido mesmo no caso de incapacidade apenas para o exercício de uma delas, devendo a perícia médica ser conhecedora de todas as atividades que o mesmo estiver exercendo (Artigo 73 do Decreto nº 3.048/1999). Segue abaixo, 1º a 4º do artigo 73, do Decreto nº 3.048/1999: 1º Na hipótese deste artigo, o auxílio-doença será concedido em relação à atividade para a qual o segurado estiver incapacitado, considerando-se para efeito de carência somente as contribuições relativas a essa atividade. 2º Se nas várias atividades o segurado exercer a mesma profissão, será exigido de imediato o afastamento de todas. 3º Constatada, durante o recebimento do auxílio-doença concedido nos termos deste artigo, a incapacidade do segurado para cada uma das demais atividades, o valor do benefício deverá ser revisto com base nos respectivos salários-de-contribuição, observado o disposto nos incisos I a III do art º Ocorrendo a hipótese do 1º, o valor do auxílio-doença poderá ser inferior ao salário mínimo desde que somado às demais remunerações recebidas resultar valor superior a este. (Incluído pelo Decreto nº 4.729, de 2003). Lei nº 8.213/1991, art. 60, inciso 7º, com redação dada pela Lei nº /2015:... 7º Na hipótese do 6o, caso o segurado, durante o gozo do auxílio-doença, venha a exercer atividade diversa daquela que gerou o benefício, deverá ser verificada a incapacidade para cada uma das atividades exercidas. (Incluído pela Lei nº , de 2015). Quando o segurado que exercer mais de uma atividade se incapacitar definitivamente para uma delas, deverá o auxílio-doença ser mantido indefinidamente, não cabendo sua transformação em aposentadoria por invalidez, enquanto essa incapacidade não se estender às demais atividades (Artigo 74 do Decreto nº 3.048/1999). TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

8 Na situação prevista no parágrafo acima, o segurado somente poderá transferir-se das demais atividades que exerce após o conhecimento da reavaliação médico-pericial (Parágrafo único, do artigo 74 do Decreto nº 3.048/1999). 11. REQUERIMENTO DO BENEFÍCIO DE AUXÍLIO-DOENÇA OU ACIDENTÁRIO 11.1 Pelo Segurado O benefício pode ser solicitado pelo telefone 135, pelo portal da Previdência Social na Internet ( ou nas Agências da Previdência Social, mediante o cumprimento das exigências legais. O requerimento de auxílio-doença poderá ser feito pela Internet para todas as categorias de segurados, exceto o segurado especial, observando que a análise do direito será feita com base nas informações constantes no CNIS sobre as remunerações e vínculos, a partir de 1º de julho de 1994, podendo o segurado, a qualquer momento, solicitar alteração, inclusão ou exclusão das informações no CNIS, com a apresentação de documentos comprobatórios dos períodos ou das remunerações divergentes Pelo Empregador O benefício do auxílio-doença é requerido diretamente pelo empregado, mas a Legislação trouxe a faculdade do empregador protocolar o requerimento de auxílio-doença ou documento dele originário de seu empregado ou de contribuinte individual a ela vinculado ou a seu serviço (Decreto nº 3.048/1999, artigo 76-A). Art. 76-A, Decreto n 3.048/1999. É facultado à empresa protocolar requerimento de auxílio-doença ou documento dele originário de seu empregado ou de contribuinte individual a ela vinculado ou a seu serviço, na forma estabelecida pelo INSS. Parágrafo único. A empresa que adotar o procedimento previsto no caput terá acesso às decisões administrativas a ele relativas Documentos E Formulários Necessários O segurado que exercer atividade em mais de uma categoria, deverá consultar a relação de documentos de cada categoria, no site da Previdência Social e preparar toda a documentação, e também verificar as exigências cumulativas, e então solicitar seu benefício. Apresentação dos seguintes documentos para a Perícia: (Extraído do site - a) Documento de identificação válido e oficial com foto; b) Número do CPF; c) Carteira de trabalho, carnês de contribuição e outros documentos que comprovem pagamento ao INSS; d) Documentos médicos que comprovem a causa do problema de saúde, o tratamento médico indicado e o período sugerido de afastamento do trabalho; e) Para o empregado: declaração carimbada e assinada do empregador, informando último dia trabalhado (se precisar, imprima o requerimento); f) Comunicação de Acidente de Trabalho CAT, se for o caso; g) Para o segurado especial (trabalhador rural, lavrador, pescador): documentos que comprovem esta situação, como declaração de sindicato, contratos de arrendamento, documentos onde conste a sua ocupação etc. Observações: O INSS alerta que é importante verificar se o endereço está correto. Caso contrário, ligue para a Central 135 e providencie a atualização do cadastro antes de requerer seu benefício, pois toda documentação é enviada para o endereço que consta no banco de dados da Previdência Social. Verificar junto a Previdência Social ( a relação completa dos documentos, conforme a categoria de segurados. S se foi exercida atividade em mais de uma categoria, consulte a relação de TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

9 documentos de cada categoria exercida, prepare a documentação, verifique as exigências cumulativas e solicite seu benefício (Ministério da Previdência Social) Concessão De Benefício Por Incapacidade Para fins de concessão de benefício por incapacidade, a partir de 1º de janeiro de 2004, a perícia médica do INSS poderá solicitar o PPP à empresa, com vistas à fundamentação do reconhecimento do nexo técnico previdenciário e para avaliação de potencial laborativo, inclusive objetivando processo de reabilitação profissional (Artigo 301, parágrafo único, da IN INSS/PRES nº 77, de ). Lei nº 8.213/1991, Art. 58, 4º - A empresa deverá elaborar e manter atualizado perfil profissiográfico abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador e fornecer a este, quando da rescisão do contrato de trabalho, cópia autêntica desse documento Não Houve Requerimento do Benefício A previdência social deve processar de ofício o benefício, quando tiver ciência da incapacidade do segurado sem que este tenha requerido auxílio-doença (Artigo 76, do Decreto nº 3.048/1999). 12. CESSAÇÃO DO BENEFÍCIO O auxílio-doença cessa pela recuperação da capacidade para o trabalho, pela transformação em aposentadoria por invalidez ou auxílio-acidente de qualquer natureza, neste caso se resultar seqüela que implique redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia (Artigo 78 do Decreto nº 3.048/1999). 13. BENEFÍCIO CANCELADO Segue abaixo, os 1 a 4º e 6º e 7º, do artigo 60 da Lei nº 8.213/1991: 6o O segurado que durante o gozo do auxílio-doença vier a exercer atividade que lhe garanta subsistência poderá ter o benefício cancelado a partir do retorno à atividade. (Incluído pela Lei nº , de 2015) 7º Na hipótese do 6o, caso o segurado, durante o gozo do auxílio-doença, venha a exercer atividade diversa daquela que gerou o benefício, deverá ser verificada a incapacidade para cada uma das atividades exercidas. (Incluído pela Lei nº , de 2015) 14. RENDA MENSAL VALOR DO BENEFÍCIO O auxílio-doença não poderá exceder a média aritmética simples dos últimos 12 (doze) salários-de-contribuição, inclusive em caso de remuneração variável, ou, se não alcançado o número de 12 (doze), a média aritmética simples dos salários-de-contribuição existentes ( 10, do artigo 29, da Lei nº 8.213/1991, Incluído pela Lei nº , de 2015). O auxílio-doença consiste numa renda mensal de 91% (noventa e um por cento) do salário-de-benefício (Decreto nº 3.048/1999, artigo 39). Art. 29. Lei nº 8.213/1991. O salário-de-benefício consiste: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de )... II - para os benefícios de que tratam as alíneas a, d, e e h do inciso I do art. 18 (ver abaixo), na média aritmética simples dos maiores salários-de-contribuição correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo. (Incluído pela Lei nº 9.876, de ). Art. 18. O Regime Geral de Previdência Social compreende as seguintes prestações, devidas inclusive em razão de eventos decorrentes de acidente do trabalho, expressas em benefícios e serviços: I - quanto ao segurado:... e) auxílio-doença. TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

10 O valor do salário-de-benefício não será inferior ao de um salário mínimo, nem superior ao do limite máximo do salário-de-contribuição na data de início do benefício ( 2º, do artigo 29 da Lei nº 8.213/1991) O auxílio-doença consiste numa renda mensal calculada na forma do inciso I do caput do art. 39 (ver abaixo) e será devido: (Artigo 72 do Decreto nº 3.048/1999) a) a contar do décimo sexto dia do afastamento da atividade para o segurado empregado, exceto o doméstico; b) a contar da data do início da incapacidade, para os demais segurados; ou c) a contar da data de entrada do requerimento, quando requerido após o 30 (trigésimo) dia do afastamento da atividade, para todos os segurados. Art. 39. A renda mensal do benefício de prestação continuada será calculada aplicando-se sobre o salário-debenefício os seguintes percentuais.... Fundamentos Legais: Os citados no texto. Sumário 1. Introdução 2. Empregador/Sócio 3. Auxílio-Doença 3.1 Depende De Carência Carência Mínima Para Concessão Do Auxílio-Doença Contribuição Previdenciária Retroativa Vedado 3.2 Depende De Perícia Médica 4. Salário-De-Contribuição Dos Sócios, Diretores, Empresários Retirada De Prolabore No Mês Do Afastamento E Retorno As Atividades Na Empresa GEFIP/SEFIP 5. Segurado Com Exercício De Várias Atividades 6. Requerimento Do Benefício De Auxílio-Doença 6.1 A Partir 6.2 Local 6.3 Documentos Necessários 7. Pagamento Do Benefício 8. Valor Do Benefício 1. INTRODUÇÃO AUXÍLIO-DOENÇA PARA O EMPREGADOR/SÓCIO Considerações A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade, destinado a assegurar o direito relativo à saúde, à previdência e à assistência social (artigo 1º do Decreto n 3.048/1999). A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação (artigo 2 do Decreto n 3.048/1999). Nesta matéria será tratada sobre ao auxílio-doença para o empregador, o qual é considerado contribuinte individual pela Previdência Social, com sua carência, considerações e procedimentos, conforme legislações vigentes. 2. EMPREGADOR/SÓCIO Contribuintes individuais são aqueles que têm rendimento através do seu trabalho, sem estar na qualidade de segurado empregado, tais como os profissionais autônomos, sócios e titulares de empresas, entre outros. E são considerados contribuintes obrigatórios da Previdência Social. Conforme o artigo 9º do Decreto nº 3.048/1999 são segurados obrigatórios da previdência social as seguintes pessoas físicas: V - como contribuinte individual: TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

11 ... f) o diretor não empregado e o membro de conselho de administração na sociedade anônima; (Redação dada pelo Decreto nº 3.265, de 1999) g) todos os sócios, nas sociedades em nome coletivo e de capital e indústria; (Incluída pelo Decreto nº 3.265, de 1999) h) o sócio gerente e o sócio cotista que recebam remuneração decorrente de seu trabalho e o administrador não empregado na sociedade por cotas de responsabilidade limitada, urbana ou rural;(redação dada pelo Decreto nº 4.729, de 2003). Importante: Conforma a IN RFB n 971/2009, artigo 9, 2º, no mês em que não for paga nem creditada remuneração, ou não houver retribuição financeira pela prestação de serviço, os segurados contribuintes individuais poderão, por ato volitivo, contribuir facultativamente para a Previdência Social. 3. AUXÍLIO-DOENÇA O auxílio-doença é um benefício por incapacidade devido ao segurado do INSS acometido por uma doença ou acidente que o torne temporariamente incapaz para o trabalho.(extraído do site - Para concessão de auxílio-doença é necessária a comprovação da incapacidade em exame realizado pela perícia médica da Previdência Social (Ministério da Previdência Social). Vale ressaltar, que o benefício será pago pela Previdência Social desde o primeiro dia, pois não se trata de empregado, então, não se paga o 15 (quinze). Importante: Não será devido auxílio-doença ao segurado que se filiar ao RGPS com doença ou lesão invocada como causa para a concessão do benefício, salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão (Parágrafo único, do artigo 300 da IN INSS/PRES nº 77/2015 e 1º, do artigo 71 do Decreto nº 3.048/1999). 3.1 Depende De Carência Carência é o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências (Decreto nº 3.048/1999, artigo 26). A carência exigida para a concessão dos benefícios devidos pela Previdência Social será sempre aquela prevista na legislação vigente, na data em que o interessado tenha implementado todos os requisitos para a concessão, ainda que, após essa data venha a perder a qualidade de segurado, observado o disposto no 2º do art. 149 (Parágrafo único, do artigo 145, da IN INSS/PRES n 77/2015). Art. 28, Decreto n 3.048/1999. O período de carência é contado:... II - para o segurado empregado doméstico, contribuinte individual, observado o disposto no 4o do art. 26, e facultativo, inclusive o segurado especial que contribui na forma do 2o do art. 200, da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para esse fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, observado, quanto ao segurado facultativo, o disposto nos 3o e 4o do art. 11. Observação: Matéria completa a respeito e carência, verificar no Boletim INFORMARE nº 8/2015 CARÊNCIA - BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS, em assuntos previdenciários Carência Mínima Para Concessão Do Auxílio-Doença Conforme o Decreto nº 3.048/1999, artigo 29, a carência para auxílio-doença é de 12 (doze) contribuições mensais. Para fins do direito aos benefícios de auxílio doença e aposentadoria por invalidez, deverá ser observado o que segue: (Artigo 147 da IN INSS/PRES nº 77/2015) TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

12 a) como regra geral será exigida a carência mínima de 12 (doze) contribuições mensais Contribuição Previdenciária Retroativa Vedado As contribuições são realizadas a contar da data do efetivo pagamento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para este fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, nos casos (Incisos II, V e VII do artigo 11, artigos13 e da Lei nº 8.213/1991): a) dos segurados empregados domésticos; b) contribuinte individual; c) especial; e d) facultativo. Lei n 8.213/1991, Art. 27. Para cômputo do período de carência, serão consideradas as contribuições: I - referentes ao período a partir da data da filiação ao Regime Geral de Previdência Social, no caso dos segurados empregados e trabalhadores avulsos referidos nos incisos I e VI do art. 11; II - realizadas a contar da data do efetivo pagamento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para este fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, no caso dos segurados empregado doméstico, contribuinte individual, especial e facultativo, referidos, respectivamente, nos incisos II, V e VII do art. 11 e no art Depende De Perícia Médica Perícia médica é um procedimento realizado no INSS através da verificação médica, ou seja, o médico perito, para caracterização ou não ao direito a um benefício previdenciário, conforme legislações vigentes e citadas nesta matéria. O INSS poderá estabelecer, mediante avaliação médico-pericial, o prazo suficiente para a recuperação da capacidade para o trabalho do segurado (Artigo 304, da IN INSS/PRES nº 77/2015). Observações: No dia da realização da perícia o segurado pode levar informações detalhadas sobre as causas da incapacidade para o trabalho e o tratamento indicado, fornecidos pelo seu médico. E as informações serão analisadas pelo perito médico, mas não determinarão, por si só, o resultado da perícia. (Ministério da Previdência Social) Caso o segurado não concorde com a conclusão da perícia médica, pode solicitar um Pedido de Reconsideração PR. Um novo exame será realizado por outro perito médico do INSS. (Ministério da Previdência Social) 4. SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO DOS SÓCIOS, DIRETORES, EMPRESÁRIOS Art. 9º, IN RFB n 971/2009. Deve contribuir obrigatoriamente na qualidade de contribuinte individual: XII - desde que receba remuneração decorrente de trabalho na empresa: a) o empresário individual e o titular do capital social na empresa individual de responsabilidade limitada, conforme definidos nos arts. 966 e 980-A da Lei nº , de 10 de janeiro de Código Civil; (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 1.453, de 24 de fevereiro de 2014) b) qualquer sócio nas sociedades em nome coletivo; c) o sócio administrador, o sócio cotista e o administrador não-sócio e não-empregado na sociedade limitada, urbana ou rural, conforme definido na Lei nº , de 2002 (Código Civil); d) o membro de conselho de administração na sociedade anônima ou o diretor não-empregado que, participando ou não do risco econômico do empreendimento, seja eleito por assembleia geral dos acionistas para cargo de direção de sociedade anônima, desde que não mantidas as características inerentes à relação de emprego; TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

13 e) o membro de conselho fiscal de sociedade ou entidade de qualquer natureza Retirada De Prolabore Não há Legislação Trabalhista e Previdenciária que obrigue a retirada de pro labore. Ele é fixado no próprio contrato social, assim definindo os sócios que terão direito a esta remuneração, ou seja, apenas aquele com efetiva atuação na sociedade com atividade laborativa na empresa é que terá o direito ao pro labore (verificar o item 4 desta matéria). A retirada de prolabore é o valor da remuneração paga ou creditada aos sócios, diretores, administradores de uma empresa ou os empresários, referente ao seu trabalho. E lembramos que a retirada de prolabore só irá acontecer quando a empresa estiver em funcionamento e faturando, pois ele é o salário do proprietário ou sócio do estabelecimento. Observação: Matéria sobre a retirada de prolabore, vide Boletim INFORMARE nº 10/2014, em assuntos trabalhistas No Mês Do Afastamento E Retorno As Atividades Na Empresa O Decreto n 3.048/1999, em seu artigo 72, estabelece que é devido o auxílio-doença pela Previdência Social a partir: a) a contar da data do início da incapacidade, para os demais segurados; b) a contar da data de entrada do requerimento, quando requerido após os 30 (trinta) dias do afastamento da atividade, para todos os segurados. Então, com base no Decreto acima e suas alíneas, no mês de afastamento e de retorno, o pró labore será proporcional. E nos meses integrais de afastamento, não será informado pró labore. Importante: Vale ressaltar, que o benefício será pago pela Previdência Social desde o primeiro dia, pois não se trata de empregado, então, não se paga o 15 (quinze). O afastamento é comunicado desde o primeiro dia GEFIP/SEFIP O GEFIP/SEFIP não traz código para tal situação, pois o sócio/empresário não é empregado, então, deverá somente deixar de informar a retirada do pró labore nos meses que em o benefício for integral. Segue abaixo, informações extraídas da SEFIP 8.4, Capítulo III Informações Financeiras, páginas 95 a 97, em notas, item 8. Verificar a íntegra no próprio Manual: Para os contribuintes individuais enquadrados nas categorias 05 e 11, afastados por motivo de doença, a partir da competência 12/1999, não deve ser informada a remuneração referente aos 15 primeiros dias de afastamento, que deve ser paga pelo INSS, em decorrência da Lei n 9.876/ SEGURADO COM EXERCÍCIO DE VÁRIAS ATIVIDADES Art. 73. Decreto nº 3.048/1999. O auxílio-doença do segurado que exercer mais de uma atividade abrangida pela previdência social será devido mesmo no caso de incapacidade apenas para o exercício de uma delas, devendo a perícia médica ser conhecedora de todas as atividades que o mesmo estiver exercendo. 1º Na hipótese deste artigo, o auxílio-doença será concedido em relação à atividade para a qual o segurado estiver incapacitado, considerando-se para efeito de carência somente as contribuições relativas a essa atividade. 2º Se nas várias atividades o segurado exercer a mesma profissão, será exigido de imediato o afastamento de todas. 3º Constatada, durante o recebimento do auxílio-doença concedido nos termos deste artigo, a incapacidade do segurado para cada uma das demais atividades, o valor do benefício deverá ser revisto com base nos respectivos salários-de-contribuição, observado o disposto nos incisos I a III do art. 72. TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

14 4º Ocorrendo a hipótese do 1º, o valor do auxílio-doença poderá ser inferior ao salário mínimo desde que somado às demais remunerações recebidas resultar valor superior a este. (Incluído pelo Decreto nº 4.729, de 2003). No caso de incapacidade apenas para o exercício de uma das atividades, o direito ao benefício deverá ser analisado com relação somente a essa atividade, devendo a perícia médica ser conhecedora de todas as atividades que o segurado estiver exercendo (Instrução Normativa INSS/PRES nº 77/2015, artigo 282, 1 ). Quando o segurado que exercer mais de uma atividade se incapacitar definitivamente para uma delas, deverá o auxílio-doença ser mantido indefinidamente, não cabendo sua transformação em aposentadoria por invalidez, enquanto essa incapacidade não se estender às demais atividades (Decreto nº 3.048/1999, artigo 74). Na situação acima, o segurado somente poderá transferir-se das demais atividades que exerce após o conhecimento da reavaliação médico-pericial (parágrafo único, artigo 74, Decreto n 3.048/1999). 6. REQUERIMENTO DO BENEFÍCIO DE AUXÍLIO-DOENÇA 6.1 A Partir De acordo com o artigo 72 do Decreto n 3.048/1999 é devido o auxílio-doença pela Previdência Social e poderá ser requerido a partir: a) do 16º (décimo sexto) dia do afastamento da atividade para o segurado empregado, exceto o doméstico; b) a contar da data do início da incapacidade, para os demais segurados; c) a contar da data de entrada do requerimento, quando requerido após os 30 (trinta) dias do afastamento da atividade, para todos os segurados. Nota: Para o empregador/sócio, considerar as alíneas b e c acima. Art IN INSS/PRE nº 77/2015. O processamento do auxílio-doença de ofício pela Previdência Social, conforme previsto no art. 76 do RPS dar-se-á nas situações em que o INSS tiver ciência da incapacidade do segurado por meio de documentos que comprovem essa situação e desde que a incapacidade seja confirmada pela perícia médica. Parágrafo único. Nas situações em que a ciência do INSS ocorrer depois de transcorridos trinta dias do afastamento da atividade, aplica-se o disposto inciso III do art Art A DIB será fixada: III - na DER, quando requerido após o trigésimo dia do afastamento da atividade ou da cessação das contribuições para todos os segurados. 6.2 Local O benefício poderá ser solicitado pelo telefone 135, pelo portal da Previdência Social na Internet ( ou nas Agências da Previdência Social, mediante o cumprimento das exigências legais. O requerimento de auxílio-doença poderá ser feito pela Internet para todas as categorias de segurados, exceto o segurado especial, observando que a análise do direito será feita com base nas informações constantes no CNIS sobre as remunerações e vínculos, a partir de 1º de julho de 1994, podendo o segurado, a qualquer momento, solicitar alteração, inclusão ou exclusão das informações no CNIS, com a apresentação de documentos comprobatórios dos períodos ou das remunerações divergentes. 6.3 Documentos Necessários O processamento do auxílio-doença de ofício pela Previdência Social, conforme previsto no art. 76 do RPS dar-seá nas situações em que o INSS tiver ciência da incapacidade do segurado por meio de documentos que comprovem essa situação e desde que a incapacidade seja confirmada pela perícia médica (Artigo 314 da IN INSS/PRES nº 77/2015). TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

15 Apresentação dos seguintes documentos para a Perícia: (Extraído do site a) Documento de identificação válido e oficial com foto; b) Número do CPF; c) Carteira de trabalho, carnês de contribuição e outros documentos que comprovem pagamento ao INSS; d) Documentos médicos que comprovem a causa do problema de saúde, o tratamento médico indicado e o período sugerido de afastamento do trabalho. Observação: O segurado que exercer atividade em mais de uma categoria, deverá consultar a relação de documentos de cada categoria, no site e preparar toda a documentação, e também verificar as exigências cumulativas, e então solicitar seu benefício. 7. PAGAMENTO DO BENEFÍCIO O pagamento do auxílio-doença será devido ao segurado empregado a partir do 16º (décimo sexto) dia de afastamento da atividade (site do Ministério da Previdência Social). Para os demais segurados a partir da data do início da incapacidade ou a partir da data da entrada do requerimento, quando requerido após o 30º dia do afastamento da atividade (site do Ministério da Previdência). 8. VALOR DO BENEFÍCIO O auxílio-doença consiste numa renda mensal de 91% (noventa e um por cento) do salário-de-benefício (Decreto nº 3.048/1999, artigo 39). Art. 29. Lei nº 8.213/1991. O salário-de-benefício consiste: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de )... II - para os benefícios de que tratam as alíneas a, d, e e h do inciso I do art. 18 (ver abaixo), na média aritmética simples dos maiores salários-de-contribuição correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo. (Incluído pela Lei nº 9.876, de ). Art. 18. O Regime Geral de Previdência Social compreende as seguintes prestações, devidas inclusive em razão de eventos decorrentes de acidente do trabalho, expressas em benefícios e serviços: I - quanto ao segurado:... e) auxílio-doença. O valor do salário-de-benefício não será inferior ao de um salário mínimo, nem superior ao do limite máximo do salário-de-contribuição na data de início do benefício ( 2º, do artigo 29 da Lei nº 8.213/1991) O auxílio-doença consiste numa renda mensal calculada na forma do inciso I do caput do art. 39 (ver abaixo) e será devido: (Artigo 72 do Decreto nº 3.048/1999) a) a contar do décimo sexto dia do afastamento da atividade para o segurado empregado, exceto o doméstico; b) a contar da data do início da incapacidade, para os demais segurados; ou c) a contar da data de entrada do requerimento, quando requerido após o 30 (trigésimo) dia do afastamento da atividade, para todos os segurados. Art. 39. A renda mensal do benefício de prestação continuada será calculada aplicando-se sobre o salário-debenefício os seguintes percentuais.... Fundamentos Legais: Os citados no texto. TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

16 LICENÇA-MATERNIDADE/SALÁRIO-MATERNIDADE DA EMPREGADORA/SÓCIA Aspectos Previdenciários Sumário 1. Introdução 2. Empregador/Sócio/Contribuinte Individual - Conceito 3. Salário-De-Contribuição Das Sócias, Diretoras, Empresárias Retirada De Prolabore No Mês Do Afastamento E Retorno As Atividades Na Empresa 3.2 Informações Na GFIP/SEFIP 4. Licença-Maternidade/Salário-Maternidade Da Empregadora/Sócia 4.1 Depende De Carência 10 (Dez) Contribuições Mensais Contribuição Previdenciária Retroativa Vedado Tem Direito 4.3 Onde E Quando Requerer O Benefício Requerimento Documentação Prazo Para Requerer O Benefício Valor Do Benefício Forma De Cálculo Segurada Com Exercício De Várias Atividades 1. INTRODUÇÃO O Decreto n 3.048/1999, artigo 3º dispõe que a assistência social é a política social que provê o atendimento das necessidades básicas, manifestadas em proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência, à velhice e à pessoa portadora de deficiência, independentemente de contribuição à seguridade social. O Regime Geral de Previdência Social compreende as prestações expressas em benefícios e serviços, sendo uma delas o salário-maternidade (Decreto nº 3.048/1999, artigo 25). Nesta matéria será tratada sobre o benefício da licença-maternidade/salário-maternidade concedida a empregadora/sócia, considerada como contribuinte individual da Previdência Social, com suas características, considerações e procedimentos conforme Legislações vigentes. 2. EMPREGADOR/SÓCIO/CONTRIBUINTE INDIVIDUAL - CONCEITO Contribuintes individuais são aqueles que têm rendimento através do seu trabalho, sem estar na qualidade de segurado empregado, tais como os profissionais autônomos, sócios e titulares de empresas, entre outros. E são considerados contribuintes obrigatórios da Previdência Social. Conforme o artigo 9º do Decreto nº 3.048/1999 são segurados obrigatórios da previdência social as seguintes pessoas físicas: V - como contribuinte individual:... f) o diretor não empregado e o membro de conselho de administração na sociedade anônima; (Redação dada pelo Decreto nº 3.265, de 1999) g) todos os sócios, nas sociedades em nome coletivo e de capital e indústria; (Incluída pelo Decreto nº 3.265, de 1999) h) o sócio gerente e o sócio cotista que recebam remuneração decorrente de seu trabalho e o administrador não empregado na sociedade por cotas de responsabilidade limitada, urbana ou rural;(redação dada pelo Decreto nº 4.729, de 2003). Importante: Conforma a IN RFB n 971/2009, artigo 9, 2º, no mês em que não for paga nem creditada remuneração, ou não houver retribuição financeira pela prestação de serviço, os segurados contribuintes individuais poderão, por ato volitivo, contribuir facultativamente para a Previdência Social. 3. SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO DAS SÓCIAS, DIRETORAS, EMPRESÁRIAS TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

17 Art. 9º, IN RFB n 971/2009. Deve contribuir obrigatoriamente na qualidade de contribuinte individual: XII - desde que receba remuneração decorrente de trabalho na empresa: a) o empresário individual e o titular do capital social na empresa individual de responsabilidade limitada, conforme definidos nos arts. 966 e 980-A da Lei nº , de 10 de janeiro de Código Civil; (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 1.453, de 24 de fevereiro de 2014) b) qualquer sócio nas sociedades em nome coletivo; c) o sócio administrador, o sócio cotista e o administrador não-sócio e não-empregado na sociedade limitada, urbana ou rural, conforme definido na Lei nº , de 2002 (Código Civil); d) o membro de conselho de administração na sociedade anônima ou o diretor não-empregado que, participando ou não do risco econômico do empreendimento, seja eleito por assembleia geral dos acionistas para cargo de direção de sociedade anônima, desde que não mantidas as características inerentes à relação de emprego; e) o membro de conselho fiscal de sociedade ou entidade de qualquer natureza Retirada De Prolabore Não há Legislação Trabalhista e Previdenciária que obrigue a retirada de pro labore. Ele é fixado no próprio contrato social, assim definindo os sócios que terão direito a esta remuneração, ou seja, apenas aquele com efetiva atuação na sociedade com atividade laborativa na empresa é que terá o direito ao pro labore (verificar o item 4 desta matéria). A retirada de prolabore é o valor da remuneração paga ou creditada aos sócios, diretores, administradores de uma empresa ou os empresários, referente ao seu trabalho. E lembramos que a retirada de prolabore só irá acontecer quando a empresa estiver em funcionamento e faturando, pois ele é o salário do proprietário ou sócio do estabelecimento. Observação: Matéria sobre a retirada de prolabore, vide Boletim INFORMARE nº 10/2014, em assuntos trabalhistas No Mês Do Afastamento E Retorno As Atividades Na Empresa Durante o período de afastamento por licença maternidade, a sócia/empresária não terá a retirada de pró-labore, pois durante este período ela na estará em atividade na empresa. Então, o pro labore será proporcional ao afastamento e retorno, com base na legislação e informações, abaixo. Art. 343 do Decreto nº 3.048/ O salário-maternidade é devido durante 120 (cento e vinte) dias, com início fixado em até 28 (vinte e oito) dias antes do parto e a data da ocorrência deste... 1º - Considera-se fato gerador do salário-maternidade, o parto, inclusive do natimorto, o aborto não criminoso, a adoção ou a guarda judicial para fins de adoção. 2º - A data de início do salário-maternidade coincidirá com a data do fato gerador previsto no 1º deste artigo, devidamente comprovado, observando que se a DAT for anterior ao nascimento da criança, a DIB será fixada conforme atestado médico original específico apresentado pela segurada, ainda que o requerimento seja realizado após o parto. 3º - Para fins de concessão do salário-maternidade, considera-se parto o evento que gerou a certidão de nascimento ou certidão de óbito da criança. Quando é devido o salário-maternidade? (Informações extraídas do site - a) a partir do 8º mês de gestação, comprovado através de atestado médico; b) a partir da data do parto, com apresentação da Certidão de Nascimento; c) a partir da data do deferimento da medida liminar nos autos de adoção ou da data da lavratura da Certidão de Nascimento do adotado. TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

18 Considera-se parto, o nascimento ocorrido a partir da 23ª semana (6 mês) de gestação, inclusive em caso de natimorto. Vale ressaltar, que o benefício da licença maternidade será pago pela Previdência Social desde o primeiro dia. Observação: Verificar também o item 4 e seus subitens desta matéria. 3.2 Informações Na GFIP/SEFIP O GFIP/SEFIP não traz código para tal situação, pois o sócio/empresário não é empregado, então deverá somente deixar de informar a retirada do pró labore, quando for o afastamento no mês integral. Segue abaixo, informações extraídas da SEFIP 8.4, Capítulo III Informações Financeiras, páginas 95 a 97, em notas. Verificar a íntegra no próprio Manual: O salário-maternidade é pago diretamente pelo INSS para os afastamentos de seguradas empregadas, iniciados a partir de 12/1999 e cujos benefícios foram requeridos até 31/08/2003, e de seguradas empregada doméstica, avulsa, especial e contribuinte individual, bem como de segurada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção, qualquer que seja a data do início do afastamento ou do requerimento. Nos meses em que existam valores pagos pela empresa e pelo INSS (afastamento e retorno da segurada no decorrer do mês, por exemplo), a empresa também é responsável pelo desconto e recolhimento da contribuição da própria segurada, referente aos valores pagos pela empresa. A contribuição da segurada beneficiária do salário-maternidade é descontada pelo próprio INSS, quando do pagamento do benefício. Sendo o afastamento e/ou retorno no decorrer do mês, a empresa deve efetuar o desconto da remuneração da segurada, referente aos dias trabalhados, levando-se em conta a aplicação da alíquota correspondente à remuneração integral (parcela paga pela empresa e paga diretamente pelo INSS). Quando a remuneração paga pelo empregador/contribuinte, proporcional aos dias trabalhados, e o salário-debenefício pago pelo INSS, proporcional aos dias de licença-maternidade, nos meses respectivamente de início e fim da licença, atingirem o limite máximo do salário-de-contribuição, não caberá qualquer desconto pela outra parte. O salário-maternidade pago diretamente pelo INSS não pode ser deduzido pela empresa. 4. LICENÇA-MATERNIDADE/SALÁRIO-MATERNIDADE DA EMPREGADORA/SÓCIA A licença maternidade é um benefício de caráter previdenciário garantido pela Constituição Federal, com previsão no artigo 7º, inciso XVIII da Constituição Federal, onde consiste concessão à mulher que deu à luz, licença remunerada conforme determina a legislação. O salário-maternidade é devido à segurada da previdência social, durante cento e vinte dias, com início vinte e oito dias antes e término noventa e um dias depois do parto, podendo ser prorrogado na forma prevista no 3º (Artigo 93 do Decreto nº 3.048/1999). 3º Em casos excepcionais, os períodos de repouso anterior e posterior ao parto podem ser aumentados de mais duas semanas, mediante atestado médico específico. O salário-maternidade é um benefício pago às seguradas que acabaram de ter um filho, seja por parto ou adoção, ou aos segurados que adotem uma criança. (Extraído do site - Observação: Matéria completa sobre licença-maternidade e salário-maternidade, verificar o Boletim INFORMARE nº 17/2015, em assuntos trabalhistas. 4.1 Depende De Carência 10 (Dez) Contribuições Mensais Período de carência é o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências (Artigo 26 do Decreto nº 3.048/1999). TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

19 No caso da concessão da licença-maternidade/salário-maternidade, para as seguradas contribuintes individuais, depende de período de carência, que são 10 (dez) meses mensais, respeitado o disposto no 2º do art. 93 e no inciso II do art (Artigo 29 do Decreto nº 3.048/1999). E conforme o parágrafo único do mesmo artigo citado, em caso de parto antecipado, o período de carência será reduzido em número de contribuições equivalente ao número de meses em que o parto foi antecipado. Observação: Matéria completa a respeito e carência, verificar no Boletim INFORMARE nº 8/2015 CARÊNCIA - BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS, em assuntos previdenciários Contribuição Previdenciária Retroativa Vedado As contribuições são realizadas a contar da data do efetivo pagamento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para este fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, nos casos (Incisos II, V e VII do artigo 11, artigos13 e da Lei nº 8.213/1991): a) dos segurados empregados domésticos; b) contribuinte individual; c) especial; e d) facultativo. Lei n 8.213/1991, Art. 27. Para cômputo do período de carência, serão consideradas as contribuições: I - referentes ao período a partir da data da filiação ao Regime Geral de Previdência Social, no caso dos segurados empregados e trabalhadores avulsos referidos nos incisos I e VI do art. 11; II - realizadas a contar da data do efetivo pagamento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para este fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, no caso dos segurados empregado doméstico, contribuinte individual, especial e facultativo, referidos, respectivamente, nos incisos II, V e VII do art. 11 e no art Tem Direito O salário-maternidade será devido na forma do art. 343 desta IN (ver abaixo), inclusive nos casos de natimorto, aborto não criminoso, adoção ou guarda judicial para fins de adoção, conforme o caso, para os segurados contribuinte individual (Artigo 340, da IN INSS/PRES nº 77/2015). Art O salário-maternidade é devido durante 120 (cento e vinte) dias, com início fixado em até 28 (vinte e oito) dias antes do parto e a data da ocorrência deste, exceto para as seguradas em período de manutenção da qualidade de segurado, para as quais o benefício será devido a partir do nascimento da criança, observado o disposto no 7º deste artigo. 1º - Considera-se fato gerador do salário-maternidade, o parto, inclusive do natimorto, o aborto não criminoso, a adoção ou a guarda judicial para fins de adoção. 2º - A data de início do salário-maternidade coincidirá com a data do fato gerador previsto no 1º deste artigo, devidamente comprovado, observando que se a DAT for anterior ao nascimento da criança, a DIB será fixada conforme atestado médico original específico apresentado pela segurada, ainda que o requerimento seja realizado após o parto. 3º - Para fins de concessão do salário-maternidade, considera-se parto o evento que gerou a certidão de nascimento ou certidão de óbito da criança. 4º - Em caso de aborto não criminoso, comprovado mediante atestado médico com informação do CID específico, a segurada terá direito ao salário-maternidade correspondente a duas semanas. 5º - Tratando-se de parto antecipado ou não, ainda que ocorra parto de natimorto, este último comprovado mediante certidão de óbito, a segurada terá direito aos 120 (cento e vinte) dias previstos em lei, sem necessidade de avaliação médico-pericial pelo INSS. TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

20 6º - Em casos excepcionais, os períodos de repouso anterior e posterior ao parto podem ser aumentados em duas semanas, mediante atestado médico específico. 7º - Para a segurada em prazo de manutenção da qualidade de segurado, é assegurado o direito à prorrogação de duas semanas somente para repouso posterior ao parto. 8º - A prorrogação prevista nos 6º e 7º deste artigo compreende as situações em que existir algum risco para a vida do feto ou da criança ou da mãe, conforme certificado por atestado médico, sendo que, nas hipóteses em que o pagamento é feito diretamente pela Previdência Social, o benefício somente será prorrogado mediante confirmação desse risco pela Perícia Médica do INSS Quando é devido o salário-maternidade? (Informações extraídas do site - a) a partir do 8º mês de gestação, comprovado através de atestado médico; b) a partir da data do parto, com apresentação da Certidão de Nascimento; c) a partir da data do deferimento da medida liminar nos autos de adoção ou da data da lavratura da Certidão de Nascimento do adotado. Considera-se parto, o nascimento ocorrido a partir da 23ª semana (6 mês) de gestação, inclusive em caso de natimorto. 4.3 Onde E Quando Requerer O Benefício Segue abaixo uma tabela para saber onde e quando pedir o benefício para o contribuinte individual: (Extraído do site - EVENTO GERADOR Parto (inclusive de natimorto) Adoção Aborto nãocriminoso TIPO DE TRABALHADOR Demais seguradas (Contribuinte Individual) Todos adotantes Demais trabalhadoras os ONDE PEDIR? QUANDO PEDIR? COMO COMPROVAR? No INSS No INSS No INSS A partir de 28 dias antes do parto A partir da adoção ou guarda para fins de adoção A partir da ocorrência do aborto Atestado médico (caso se afaste 28 dias antes do parto) ou certidão de nascimento Termo de guarda ou certidão nova Atestado médico comprovando a situação Compete à interessada instruir o requerimento do salário-maternidade com os atestados médicos necessários (artigo 95, do Decreto n 3.048/1999). O salário-maternidade é devido durante 120 (cento e vinte) dias, com início fixado em até 28 (vinte e oito) dias antes do parto e a data da ocorrência deste, exceto para as seguradas em período de manutenção da qualidade de segurado, para as quais o benefício será devido a partir do nascimento da criança, observado o disposto no 7º deste artigo (Artigo 343, da IN INSS/PRES nº 77/2015) Requerimento O benefício, quando pago diretamente pela Previdência Social, pode ser solicitado pelo portal na Internet ( telefone 135, ou nas próprias agências, mediante o cumprimento das exigências legais. Observação: Caso não possa comparecer ao INSS, você tem a opção de nomear um procurador para fazer o requerimento em seu lugar Documentação Para ser atendido nas agências do INSS deve apresentar: a) um documento de identificação com foto b) o número do CPF; TRABALHO E PREVIDÊNCIA - ABRIL 15/

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