a) Título do Empreendimento Levantamento e monitoramento de áreas de risco na UGRHI-11 e apoio à Defesa Civil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "a) Título do Empreendimento Levantamento e monitoramento de áreas de risco na UGRHI-11 e apoio à Defesa Civil"

Transcrição

1 a) Título do Empreendimento Levantamento e monitoramento de áreas de risco na UGRHI-11 e apoio à Defesa Civil b) Localização geográfica Toda a área da UGRHI-11 - Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul c) Duração Doze meses d) Resumo O projeto tem como objetivos realizar levantamentos objetivando o mapeamento das áreas sujeitas a riscos geológicos (inundação, erosão, escorregamento, etc.) e caracterização da situação de uso e ocupação do solo, particularmente das áreas geologicamente instáveis nos compartimentos serranos e nas áreas sujeitas a enchentes e apoiar tecnicamente a Defesa Civil, montando um Sistema de Informações e Comunicação, para apoio ao levantamento de Riscos e Eventos Naturais Adversos e apoio ao atendimento de ocorrências. Como resultado, facilitará o monitoramento das áreas instáveis e o atendimento aos eventos relacionados a riscos geológicos pela Defesa Civil. e) Diagnóstico A região da UGRHI-11 está sujeita a grande número de riscos geológicos, sendo muitas vezes os riscos naturais agravados pela ação humana. De um lado, nas áreas das baixadas litorâneas e nas daquelas associadas à densa rede hidrográfica, ocorrem frequentes enchentes. De outro, nas áreas de altas declividades, associadas às Serras do Mar e de Paranapiacaba, ocorrem movimentos de massa de solo e rocha, e alta suscetibilidade à erosão. Nos extensos terrenos calcários existem riscos de afundamentos de terreno, associados a cavernas. Os riscos são agravados nas proximidades das estradas, nas áreas agrícolas com solo descoberto e nas áreas urbanas, tanto do ponto de vista da maior probabilidade de ocorrência de eventos adversos, devido a intervenções humanas muitas vezes mal orientadas, quanto pela exposição da população urbana, mais densa e às vezes ocupando diretamente as áreas de risco. Quando ocorrem eventos associados a estes riscos, a Administração, tanto estadual quanto municipal, vê-se desamparada para fazer seu atendimento. Não existe um levantamento dos riscos nem um sistema eficiente para orientar o atendimento aos eventos e a suas vítimas. O CBH-RB mantém um Sistema de Informações Geográficas, que reúne mapas e outras informações referentes ao meio ambiente, cuja análise permite a elaboração dos documentos cartográficos básicos necessários para a elaboração de cartas 1

2 geotécnicas e outras necessárias para a identificação das áreas de risco, em escala regional. A partir dessas cartas, podem ser feitos estudos mais detalhados das áreas de risco, permitindo prever quais pontos poderão mais provavelmente ser palco de eventos adversos. Os agentes da Defesa Civil podem ser orientados no sentido de apoiar o levantamento de áreas de risco, reconhecendo a partir das cartas e das características do terreno os pontos de maior risco em suas áreas de atuação e, no caso dos eventos, poderão registrar em campo, em tempo real, os eventos ocorridos, seus impactos, e as medidas adotadas e as necessárias para a mitigação dos impactos. Isto pode ser feito desenvolvendo um Sistema de Informações específico, baseado em um computador central e computadores de mão usados pelos agentes no campo, semelhante ao GEOCAP Sistema de gerenciamento de acidentes automotivos com cargas perigosas, desenvolvido para apoiar as ações nas estradas da região.. f) Justificativa O levantamento e monitoramento das áreas sujeitas a riscos naturais, principalmente geológicos e a elaboração de um sistema de apoio ao atendimento de eventos associados aos riscos naturais na região do Vale do Ribeira e Litoral Sul justificam-se pela extensa área sujeita a esses riscos, pelo pequeno conhecimento atual dos riscos e pela necessidade de orientação e fornecimento de condições de atuação aos agentes da Defesa Civil. Conforme a experiência do grupo com o GEOCAP Sistema de gerenciamento de acidentes automotivos com cargas perigosas o fornecimento de mapas e outras informações aos agentes de campo da Defesa Civil, aliado à capacidade de anotar e transmitir os eventos e as providências, aumenta em muito a eficiência do atendimento. Ele relaciona-se às linhas temáticas do FEHIDRO Informações para o Gerenciamento de Recursos Hídricos e 2.4, Prevenção e Defesa Contra Eventos Extremos, tanto nas sub-linhas de Eventos Hidrológicos Extremos quanto de Processos Erosivos. Relaciona-se aos PDCs 1, 3 e 7. g) Objetivo O projeto tem os seguintes Objetivos Gerais: Elaborar cartas de riscos naturais para a área da UGRHI-11 Montar um Sistema de Informações de Riscos Geológicos, para apoio à Defesa Civil Estes se concretizam nos Objetivos específicos: Levantar os riscos geológicos na área da UGRHI-11 Elaborar cartas de riscos, em versões completas e versões adaptadas a computadores de mão Montar um Sistema de Informações de Riscos Naturais, para apoio ao monitoramento de áreas de risco e comunicação de eventos, impactos e providências. 2

3 h) Metas O projeto será executado nas seguintes fases: Atividade: Elaborar cartas de riscos geológicos. 2. Metodologia: Organizar um sub-sistema de documentos cartográficos necessários para cartas de riscos, a partir do SIG-RB, complementado com levantamento de fontes secundárias e apoio de campo.. 3. Produtos: Cartas de risco e sub-sistema com produtos cartográficos originais e intermediários Atividades: Montar um Sistema de Apoio à Defesa Civil para riscos geológicos Metodologia: Montar um Sistema de Informações, baseado em computador central e computadores de mão distribuídos, contendo mapas de riscos, instruções para coleta de dados de campo e providências a tomar no caso de eventos extremos. Redigir Manual de Operação. Divulgar aos participantes da Defesa Civil e outros interessados; treinamento dos operadores para teste de campo 1.3. Produtos: Sistema montado e funcionando, em escala piloto; divulgado ao público interno Atividade: Realizar testes de campo e ajustar o sistema Metodologia: Testar o sistema, com os operadores locais, para coleta de dados de campo, monitoramento de áreas de risco, anotação e comunicação de eventos e providências. Rever o sistema, de acordo com os resultados do teste de campo, para maior adaptabilidade às condições naturais e aos operadores locais 2.3. Produtos: Teste realizado e sistema ajustado 3.1. Atividade: Elaborar versões finais dos mapas e do sistema e seus manuais de operação Metodologia: Elaborar e formatar para meio digital (versão completa, por Internet e CD) e em papel (versão síntese) Produtos: Relatórios e manuais elaborados.. 3

4 Atividade: Divulgar os mapas e o sistema junto aos usuários diretos, aos órgãos governamentais e à população, por ações diretas e por página da Internet 4.2. Metodologia: Divulgação por palestras gerais e dirigidas a públicos específicos; manutenção de página da Internet com acesso ao sistema e relatórios Produtos: Mapas e Sistema divulgado. Estratégia para execução do empreendimento Seguindo o que foi feito nos projetos executados anteriormente pela equipe, para o Comitê da Bacia do Ribeira e Litoral Sul (SIG-RB. Relatório de Situação e Plano de Bacia), o projeto será executado por pessoal contratado para sua efetivação, abrangendo a equipe técnica e consultores especializados e terá colaboração dos membros do Comitê e de outras instituições atuantes no Vale do Ribeira e Litoral Sul. Será mantida a ênfase da participação das instituições e pessoas da região, e continuado o esforço de manutenção e montagem do corpo técnico com pessoal local. O acompanhamento do projeto será feito pelo Agente Técnico e a sua avaliação no âmbito do Comitê, será feita pela Câmara Técnica de Planejamento e Gerenciamento. i) Riscos à execução do empreendimento e estratégias de minimização ou equacionamento Os principais riscos à execução do empreendimentos serão semelhantes aos já encontrados nos projetos deste tipo executados pela equipe para apoio ao Gerenciamento de Recursos Hídricos, e sua minimização seguirá os procedimentos que têm dado bons resultados, quais sejam: - o risco da negativa ou atraso no fornecimento dos dados será enfrentado fazendo solicitações bem fundamentadas aos órgãos detentores dos dados, e mobilizando as instituições participantes do Comitê para apoio à cessão dos dados; - o risco de atraso na execução por ineficiência administrativa da equipe e do tomador será minimizado pela maior experiência da equipe e por uma marcação cerrada das instâncias do FEHIDRO; - risco de atraso por ineficiência técnica da equipe será mínimo, uma vez que a equipe está experiente e pode contar com apoio do pessoal do Laboratório de Informática Geológica do IGc-USP e consultores especializados na área de Geologia de Engenharia. j) Público alvo O público alvo do projeto é, em primeiro lugar, a população da Bacia do Ribeira e Litoral Sul, principalmente as pessoas que vivem em áreas de risco geológico; as 4

5 informações produzidas e disponibilizadas pelo Sistema também serão úteis a todos que delas necessitarem para pesquisas e trabalhos envolvendo a região. Mais especificamente, o Sistema de Apoio ao Gerenciamento de Riscos Naturais terá como público alvo os governos locais e a Defesa Civil do Estado e dos Municípios k) Cronograma Físico-Financeiro e Planilha de Orçamento Encontram-se em anexo. l) Equipe técnica (indicar o nome completo dos profissionais que irão desempenhar funções técnicas no projeto, evidenciando: - Nome do profissional informar nome completo dos profissionais vinculados à instituição proponente ou às parceiras, bem como daqueles que exercerão trabalho técnico voluntário. Os prestadores de serviço a serem contratados deverão ser identificados somente por sua habilitação, seguida da expressão "a contratar". Exemplo: biólogo, químico, engenheiro agrônomo, sociólogo. - Função --informar função que cada técnico da equipe desempenhará no projeto. - Dedicação informar número de horas a serem dedicadas pelos técnicos ao projeto. - Instituição empregadora informar a instituição com a qual o técnico mantém vínculo empregatício. No caso de profissionais técnicos prestadores de serviços, identificar com a palavra "autônomo" ou "voluntário". - Fonte pagadora informar a origem do recurso - FEHIDRO ou contrapartida - que financiará o serviço do técnico em questão Profissional vinculado à instituição proponente - Pablo Andrés Fernández, Geólogo, Coordenador do Projeto Prestadores de serviço: -- Consultor Geólogo a contratar - Consultor Geólogo especialista em Geologia de Engenharia a contratar - Técnico de Nível Superior Sênior em Geoprocessamento a contratar -Técnico de Nível Superior Tecnólogo em Processamento de Dados - Técnico de Nível Superior Engenheiro a contratar - Estagiários de nível superior a contratar 5

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 2. Localização geográfica Toda a área da UGRHI-11 - Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape

Leia mais

GEOCAP - Sistema de Gerenciamento de Acidentes Automotivos com Cargas Perigosas Projeto vencedor da "Competição Européia de Navegação por Satélite

GEOCAP - Sistema de Gerenciamento de Acidentes Automotivos com Cargas Perigosas Projeto vencedor da Competição Européia de Navegação por Satélite GEOCAP - Sistema de Gerenciamento de Acidentes Automotivos com Cargas Perigosas Projeto vencedor da "Competição Européia de Navegação por Satélite 2011" Categoria Regional (Brasil) (http://www.galileo-masters.eu/index.php?anzeige=final11_brazil.html)

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007 INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007 Consultoria especializada (pessoa física) para elaborar e implantar novas metodologias

Leia mais

Natália da Costa Souza. Ana Paula Camargo Larocca

Natália da Costa Souza. Ana Paula Camargo Larocca USO DE GEOTECNOLOGIAS APLICADO AO ESTUDO DA SUSCETIBILIDADE E ANÁLISE DE RISCO DE PROCESSOS EROSIVOS EM FAIXAS DE DOMÍNIO DE LINHAS FÉRREAS - SUBSÍDIO AOS PROCESSOS DE LICENCIAMENTO OPERACIONAL E AMBIENTAL

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA NO BRASIL

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA NO BRASIL Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA

Leia mais

Proposta para elaboração de PROJETO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL E FORTALECIMENTO DO SUBCOMITÊ DO SISTEMA LAGUNAR DE JACAREPAGUÁ

Proposta para elaboração de PROJETO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL E FORTALECIMENTO DO SUBCOMITÊ DO SISTEMA LAGUNAR DE JACAREPAGUÁ 1. COMITÊ DE BACIA HIDROGRÁFICA da Baía de Guanabara Proponente: Grupo de Trabalho de Educação Ambiental do Subcomitê Lagunar de Jacarepaguá Subcomitê: Lagunar de Jacarepaguá Endereço (logradouro, número

Leia mais

Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho 732 horas Escola Superior de Tecnologia e Educação de Rio Claro ASSER Rio Claro Objetivos do curso: Formar profissionais das áreas de Engenharia e

Leia mais

CURSO OBRAS RODOVIÁRIAS : ORÇAMENTO, PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO

CURSO OBRAS RODOVIÁRIAS : ORÇAMENTO, PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO CURSO OBRAS RODOVIÁRIAS : ORÇAMENTO, PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO O setor de transportes rodoviários tem destacada importância no desenvolvimento econômico nacional. Anualmente são disponibilizados recursos

Leia mais

ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br

ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br 180 Currículos dos Cursos do CCE UFV Currículo do Curso de Engenharia Engenheiro ATUAÇÃO O curso de Engenharia da UFV habilita o futuro profissional

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação 2011 197 ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br

UFV Catálogo de Graduação 2011 197 ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2011 197 ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br 198 Currículos dos Cursos do CCE UFV Engenheiro Ambiental ATUAÇÃO O curso de Engenharia Ambiental da UFV

Leia mais

Parecer Técnico GPARH/DGRH Nº 009/08

Parecer Técnico GPARH/DGRH Nº 009/08 Avaliação dos Produtos Finais gerados pela empresa Monte Plan Projetos Técnicos Rurais para a Bacia Hidrográfica do Rio Araguari Data: 17 de Julho de 2008 Técnicos do IGAM: Rodolfo Carvalho Salgado Penido

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL FICHA DE APRESENTAÇÃO SISTEMA INTERATIVO DE MONITORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO PARA O APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DA PLATAFORMA DE C O O P E R A Ç Ã O A M B I

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE TRABALHO 123: GEOPROCESSAMENTO E CADASTRAMENTO DE PROPRIEDADES DO OESTE BAIANO

TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE TRABALHO 123: GEOPROCESSAMENTO E CADASTRAMENTO DE PROPRIEDADES DO OESTE BAIANO TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE TRABALHO 123: GEOPROCESSAMENTO E CADASTRAMENTO DE PROPRIEDADES DO OESTE BAIANO 1 - Identificação da Consultoria GEO 1 Prestação de serviço especializado de consultoria pessoa

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado)

Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado) Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado) O Gerenciamento de Riscos é uma das áreas contidas no Gerenciamento de Projetos, e uma

Leia mais

As partes interessadas incluem todos os membros da equipe de projetos, assim como todas entidades interessadas, tanto externas quanto internas; Cabe

As partes interessadas incluem todos os membros da equipe de projetos, assim como todas entidades interessadas, tanto externas quanto internas; Cabe Aula 04 1 2 As partes interessadas incluem todos os membros da equipe de projetos, assim como todas entidades interessadas, tanto externas quanto internas; Cabe ao gestor de projetos compreender e gerenciar

Leia mais

Ekta Consultoria Soluções Ambientais

Ekta Consultoria Soluções Ambientais A Ekta trabalha com você e sua empresa para atingirmos o desenvolvimento sustentável, através da inovação, autonomia, criatividade e profissionalismo. Rua Mal. Deodoro, 262 Centro Curitiba - PR 55 (41)

Leia mais

CONFEA 21 a 25 de fevereiro de 2011

CONFEA 21 a 25 de fevereiro de 2011 CONFEA 21 a 25 de fevereiro de 2011 Prevenção de Catástrofes...da previsão ao controle Margareth Alheiros UFPE 22/02/2011 O que a sociedade sabe sobre Desastres? O que circula na imprensa: imagens com

Leia mais

Missão. Objetivos Específicos

Missão. Objetivos Específicos CURSO: Engenharia Ambiental e Sanitária Missão O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar profissionais com sólida formação técnico científica nas áreas

Leia mais

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009. 4.1 Programa de Gestão Ambiental

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009. 4.1 Programa de Gestão Ambiental - PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151 4.1 Programa de Gestão Ambiental Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4. Detalhamento dos Planos e Programas 4.1

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA MONITORAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES DESENVOLVIDOS POR MEIO DE TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DOS TERMOS

Leia mais

Bairros Cota na Serra do

Bairros Cota na Serra do Geotecnia Ambiental Bairros Cota na Serra do Mar em Cubatão riscos em ebulição e planos de ação em andamento Os bairros localizados nas encostas da Serra do Mar, na cidade de Cubatão, passam por um processo

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS 1 SUMÁRIO RESUMO......2 1 INTRODUÇÃO......3 1.1 OBJETIVO......3 1.2 APLICABILIDADE...3 1.3 TERMOS E DEFINIÇÕES...3 2 LICENCIAMENTO AMBIENTAL......3

Leia mais

http://www.bvs.br/ Projeto 3A Capacitação no acesso às Fontes de Informação da BVS Saúde Pública 14 de janeiro de 2004

http://www.bvs.br/ Projeto 3A Capacitação no acesso às Fontes de Informação da BVS Saúde Pública 14 de janeiro de 2004 http://www.bvs.br/ 14 de janeiro de 2004 Introdução Este documento descreve o projeto para continuidade do programa de capacitação de produtores, intermediários e usuários na operação e uso da Biblioteca

Leia mais

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015/1 SELEÇÃO PARA CURSOS TECNICOS SUBSEQUENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM AGRIMENSURA Aprovado

Leia mais

Estrutura do trabalho

Estrutura do trabalho Estrutura do trabalho Primeira Parte Processamento da informação; Percepção da realidade e Visão sistêmica Apresentação do texto Alegoria da Caverna Segunda Parte Definição de bacia hidrográfica, Estrutura

Leia mais

1. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DAS LICITANTES

1. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DAS LICITANTES ANEXO III - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDITAL RFP Nº 21015/2013 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL PARA SUBSIDIAR A ELABORAÇÃO DOS PLANOS DE MANEJO DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO FEDERAIS DO INTERFLÚVIO PURUS-MADEIRA (BR-319)

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS APRESENTAÇÃO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Breve histórico da instituição seguido de diagnóstico e indicadores sobre a temática abrangida pelo projeto, especialmente dados que permitam análise da

Leia mais

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Disciplina: D 4.5 Sistema de Planejamento Federal (32h) (Palestra 3: Programa Gestão de Riscos e e Resposta a Desastres - GRRD) Professora: Cristiane

Leia mais

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos São Paulo, 11 de abril de 2011. Ref.: Termo de referência para realização de proposta técnica e financeira para diagnóstico socioeconômico e ambiental módulo regulamentações, programas e projetos da região

Leia mais

NOÇÕES GERAIS DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS DE RISCO

NOÇÕES GERAIS DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS DE RISCO NOÇÕES GERAIS DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS DE RISCO PERGUNTAS BÁSICAS 1. O QUE E COMO OCORRE: Processos 2. ONDE OCORREM OS PROBLEMAS: Mapeamento 3. QUANDO OCORREM OS PROBLEMAS: Correlação, monitoramento 4.

Leia mais

Água. Restauração Florestal para Gestão da Água. Mata Atlântica e Serviços Ambientais

Água. Restauração Florestal para Gestão da Água. Mata Atlântica e Serviços Ambientais Água Mata Atlântica e Serviços Ambientais Restauração Florestal para Gestão da Água Malu Ribeir Coordenadora da Rede das Água Fundação SOS Mata Atlântic Dia Mundial da Água Instituído por resolução da

Leia mais

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready!

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready! Parceiros: Câmara Municipal da Amadora Serviço Municipal de Protecção Civil Tel. +351 21 434 90 15 Tel. +351 21 494 86 38 Telm. +351 96 834 04 68 Fax. +351 21 494 64 51 www.cm-amadora.pt www.facebook.com/amadora.resiliente

Leia mais

Anexo I Quadro de Vagas. Cargos de Nível Médio

Anexo I Quadro de Vagas. Cargos de Nível Médio Anexo I Quadro de Vagas Cargos ampla concorrência PD Vaga para candidatos portadores de deficiência de Agrimensura de Edificações/ Construção Civil de Edificações/Estradas de Edificações de Edificações

Leia mais

Modelo básico para Plano Diretor de Defesa Civil CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL

Modelo básico para Plano Diretor de Defesa Civil CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL Modelo básico para Plano Diretor de Defesa Civil CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE DEFESA CIVIL INTRODUÇÃO 1. O presente Termo

Leia mais

Adoção de Requisitos da Qualidade e Produtividade em Software no Programa BIOTA-MS, Através de Implantação da Fábrica de Software do Batlab.

Adoção de Requisitos da Qualidade e Produtividade em Software no Programa BIOTA-MS, Através de Implantação da Fábrica de Software do Batlab. Adoção de Requisitos da Qualidade e Produtividade em Software no Programa BIOTA-MS, Através de Implantação da Fábrica de Software do Batlab. Universidade Federal do Mato Grosso do Sul Campo Grande - MS

Leia mais

ENGENHARIA AMBIENTAL. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC

ENGENHARIA AMBIENTAL. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC ENGENHARIA AMBIENTAL Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: ENGENHARIA AMBIENTAL Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo

Leia mais

Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros

Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros CATECE Comissão de Análise de Títulos de Especialistas e Cursos de Especialização Complexidade da especialidade O

Leia mais

PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO

PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO Diretrizes para Contratação de Consultoria para elaboração do Resumo do Plano e Complementações. 1.INTRODUÇÃO O CEIVAP aprovou recursos

Leia mais

Incorporação da Gestão de Riscos de Escorregamentos e Inundações no Setor de Transportes

Incorporação da Gestão de Riscos de Escorregamentos e Inundações no Setor de Transportes Incorporação da Gestão de Riscos de Escorregamentos e Inundações no Setor de Transportes Paulo Cesar Fernandes da Silva INSTITUTO GEOLÓGICO Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo Entendendo

Leia mais

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s Prof. Dr. Roberto Kochen Tecnologia, Engenharia e Meio Ambiente 4435 Novembro/2005 Passivo Ambiental É o acumulo de danos infligidos ao meio natural por uma determinada atividade ou pelo conjunto das ações

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Implantação de Obras Planejamento Administração de Empresas. Orçamentação Contratos Marketing Apoio Técnico

Gerenciamento de Projetos Implantação de Obras Planejamento Administração de Empresas. Orçamentação Contratos Marketing Apoio Técnico Gerenciamento de Projetos Implantação de Obras Planejamento Administração de Empresas Orçamentação Contratos Marketing Apoio Técnico www.bethonico.com.br APRESENTAÇÃO Desde o ano 2000, a Bethonico Planejamento

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA REQUISITOS PARA INSCRIÇÕES AO PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, OBJETIVANDO A FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE EXCEPCIONAL INTERESSE PÚBLICO, Nº 065/09/2015 de 19/10/2015.

Leia mais

LOCAL: UNOESC - VIDEIRA DATA: 26.02.2014

LOCAL: UNOESC - VIDEIRA DATA: 26.02.2014 LOCAL: UNOESC - VIDEIRA DATA: 26.02.2014 Pauta: - SBT na região da BH e Projeto Meio Ambiente; - Fechamento do Projeto FEHIDRO 2013; - Aprovação e criação de câmaras técnicas. LOCAL: SDR - CAÇADOR DATA:

Leia mais

Conceitos Básicos. Geoprocessamento: Uma Ferramenta Para o Desenvolvimento Regional Sustentável. Conceitos Básicos.

Conceitos Básicos. Geoprocessamento: Uma Ferramenta Para o Desenvolvimento Regional Sustentável. Conceitos Básicos. Geoprocessamento: Uma Ferramenta Para o Desenvolvimento Regional Sustentável Sistema de Informação Dados Armazenados Questão Informação Laboratório de Geoprocessamento (LAGEO) Programa de Mestrado em Ciências

Leia mais

Ações do FUNBIO para o PROBIO II

Ações do FUNBIO para o PROBIO II Ações do FUNBIO para o PROBIO II Versão: Outubro/2008 Missão Aportar recursos estratégicos para a conservação da biodiversidade Ações para a conservação Identificação de oportunidades e necessidades prioritárias

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA Nº 04

TERMO DE REFERENCIA Nº 04 TERMO DE REFERENCIA Nº 04 CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PARA APOIO NA ELABORAÇÃO DE PRODUTO REFERENTE À AÇÃO 02 DO PROJETO OBSERVATÓRIO LITORAL SUSTENTÁVEL - INSTITUTO PÓLIS EM PARCERIA COM A PETROBRAS. Perfil:

Leia mais

O sistema de gerenciamento de risco é composto pelas etapas de identificação e avaliação de controle dos riscos, descritas a seguir.

O sistema de gerenciamento de risco é composto pelas etapas de identificação e avaliação de controle dos riscos, descritas a seguir. 2.6.16 - Este programa contém as principais ações que têm sido tomadas para prevenir os danos à saúde e integridade física dos trabalhadores e da população da região, os prejuízos materiais e possíveis

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PARA PROFESSOR E FORMAÇÃO NECESSÁRIA

DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PARA PROFESSOR E FORMAÇÃO NECESSÁRIA 06/ 05/ INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS PRÓ-REITORIA DE ENSINO PROCESSO SELETIVO DO º SEMESTRE 05 ANEXO II EDITAL Nº 8/05 DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PARA PROFESSOR E FORMAÇÃO NECESSÁRIA Técnico em Redes de Computadores

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE RIO DE JANEIRO (UFRRJ) Tópicos em Manejo de Bacias Hidrográficas

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE RIO DE JANEIRO (UFRRJ) Tópicos em Manejo de Bacias Hidrográficas UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE RIO DE JANEIRO (UFRRJ) Tópicos em Manejo de Bacias Hidrográficas Professeur: R. Valcarcel PROJETO: MANEJO DA BACIA HIDROGRAFICA DO RIO BARETTE, Petit-Goave Goave, Ouest, HAITI.

Leia mais

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema - CBH-PP, no uso de suas atribuições legais, e;

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema - CBH-PP, no uso de suas atribuições legais, e; Deliberação CBH-PP/147/2013, de 12/04/2013. Aprova diretrizes, critérios e estabelece prazos para fins de hierarquização e indicação de empreendimentos para utilização dos Recursos do FEHIDRO de 2013.

Leia mais

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011.

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011. 1 - APRESENTAÇÃO A Área de Proteção Ambiental (APA) Serra Dona Francisca, localizada no município de Joinville/SC, com área mapeada de 40.177,71 ha, foi criada através do Decreto n 8.055 de 15 de março

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - TR

TERMO DE REFERÊNCIA - TR TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 014/2009 ANEXO II 1. OBJETO 1.1. Prestação de serviços de suporte técnico assistido ao PRODERJ, sob demanda, para o desenvolvimento e implantação de soluções

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

BACIAS HIDROGRÁFICAS E O MEIO AMBIENTE Profa Dra Lilza Mara Boschesi Mazuqui

BACIAS HIDROGRÁFICAS E O MEIO AMBIENTE Profa Dra Lilza Mara Boschesi Mazuqui BACIAS HIDROGRÁFICAS E O MEIO AMBIENTE Profa Dra Lilza Mara Boschesi Mazuqui OQUE É IMPACTO AMBIENTAL???? IMPACTO AMBIENTAL Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Aracaju Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento

Prefeitura Municipal de Aracaju Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento 1 TERMO DE REFERÊNCIA Contratação de serviços de Consultor Ambiental para compor a unidade de gerenciamento do Programa Integrado De Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social PROCIDADES/BID CONTRATO 2258/OC-BR.

Leia mais

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009 - PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-16 / RJ-151 4.2.6 Programa de Treinamento Ambiental dos Trabalhadores Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4.2 Plano Ambiental

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

Universidade de Aveiro

Universidade de Aveiro Universidade de Aveiro Licenciatura (1º Ciclo) em Engenharia do Ambiente: Duração: 3 anos Grau: Licenciatura Director de Curso: Prof.ª Doutora Ana Isabel Couto Miranda Objectivos: A Licenciatura em Engenharia

Leia mais

Complexidade da especialidade. Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros. Complexidade da especialidade

Complexidade da especialidade. Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros. Complexidade da especialidade Complexidade da especialidade Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros CATECE Comissão de Análise de Títulos de Especialistas e Cursos de Especialização O

Leia mais

Artigo 2º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua aprovação pelo CBH-AP.

Artigo 2º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua aprovação pelo CBH-AP. Deliberação CBH-AP 022/2000 de 04/02/00. Aprova critérios para fins de hierarquização e seleção dos investimentos a serem indicados ao FEHIDRO. O Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Aguapeí e Peixe,

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP INTRODUÇÃO A Agenda 21 Local é um instrumento de planejamento de políticas públicas que envolve tanto a sociedade

Leia mais

I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada

I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada OS ATLAS ELETRÔNICOS E O DESENVOLVIMENTO DO APLICATIVO PARA A PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL TerraViewWeb

Leia mais

CESTEC- CENTRO DE SERVIÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO GRANDE ABC

CESTEC- CENTRO DE SERVIÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO GRANDE ABC CESTEC- CENTRO DE SERVIÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 11/2010 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DE EMPRESAS DE MICRO, PEQUENO

Leia mais

Horário - 1º Semestre de 2016

Horário - 1º Semestre de 2016 1º Período 07:00 08:40 Cálculo I Cálculo I Geografia Geral -T1 Cálculo I 08:50 10:30 GAAV GAAV Geografia Geral T2 GAAV Laboratório de Programação de computadores I - T1 10:40 12:20 Português Instrumental

Leia mais

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009 - PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151 4.6 Programa de Gerenciamento de Risco e Plano de Ação de Emergências Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4.6

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

Hardware. Computador. Hardware parte do computador em que você normalmente mete o pé quando seu computador não executa uma tarefa solicitada por você.

Hardware. Computador. Hardware parte do computador em que você normalmente mete o pé quando seu computador não executa uma tarefa solicitada por você. Computador Hardware Hardware é a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos. Hardware parte do

Leia mais

GUIA DA VISITA DO CAMPO

GUIA DA VISITA DO CAMPO Workshop de Avaliação, Manejo Ambiental e Reg. 216 Janeiro 15-19, 2007 Luanda, ANGOLA GUIA DA VISITA DO CAMPO Índices A. Descrição da Visita do Campo B. Matriz do Impacto C. Mapa D. Descrição do Projeto

Leia mais

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE Cláudio Martin Jonsson Vera Lúcia Castro Jaguariúna, outubro 2005. O modelo de agricultura utilizado atualmente visa

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos DE E DE Elaboração de Projetos PROGRAMAÇÃO DA AULA Estrutura de projetos de inovação Avaliação de projetos de inovação DE E DE Características dos Projetos de P&D DE E DE OPORTUNIDADES Parceiros Recursos

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS.

GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS. GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS. CÁSSIO SILVEIRA BARUFFI(1) Acadêmico de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Católica

Leia mais

Adoção de Requisitos da Qualidade e Produtividade em Software no Programa BIOTA-MS, Através de Implantação da Fábrica de Software do Batlab.

Adoção de Requisitos da Qualidade e Produtividade em Software no Programa BIOTA-MS, Através de Implantação da Fábrica de Software do Batlab. Adoção de Requisitos da Qualidade e Produtividade em Software no Programa BIOTA-MS, Através de Implantação da Fábrica de Software do Batlab. Universidade Federal do Mato Grosso do Sul Campo Grande - MS

Leia mais

Relatório Metas Nacionais do Judiciário Diagnóstico Situacional TJAL

Relatório Metas Nacionais do Judiciário Diagnóstico Situacional TJAL Relatório Metas Nacionais do Judiciário Diagnóstico Situacional TJAL Assessoria de Planejamento de Modernização do Poder - APMP Divisão de Estatística do Tribunal de Justiça - DETJ Assessoria de Planejamento

Leia mais

Metodologia para elaboração de diagnóstico físico e ambiental no Programa de Gestão de Solo e Água em Microbacias com uso do gvsig

Metodologia para elaboração de diagnóstico físico e ambiental no Programa de Gestão de Solo e Água em Microbacias com uso do gvsig Metodologia para elaboração de diagnóstico físico e ambiental no Programa de Gestão de Solo e Água em Microbacias com uso do gvsig Autores: Milton Satoshi Matsushita 1 e Reinaldo Tadeu O. Rocha 2 1 Engenheiro

Leia mais

A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011

A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011 A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011 Departamento de Gestão da Vigilância em Saúde-DAGVS Secretaria de Vigilância em Saúde dagvs@saude.gov.br 06/03/2012 IMPLEMENTAÇÃO DO DECRETO

Leia mais

Marco de Política para o Reassentamento Involuntário

Marco de Política para o Reassentamento Involuntário Marco de Política para o Reassentamento Involuntário Introdução O Marco de Políticas serve para orientar as equipes estaduais para os casos em que a construção de infra-estrutura hídrica com financiamento

Leia mais

Guia para produção de conteúdo

Guia para produção de conteúdo Guia para produção de conteúdo www.pinheirospirapora.org.br Abril de 2008 Projeto Fortalecimento Institucional do Sub Comitê Pinheiros Pirapora Texto 5 Elementos Cybermind Oficina 5 Elementos Financiamento

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Transportes

Gerenciamento de Riscos em Transportes Aon Risk Solutions Gerenciamento de Riscos em Transportes Agregando inteligência ao negócio Risk. Reinsurance. Human Resources. Gerenciamento de Riscos em Transportes Agregando inteligência ao negócio

Leia mais

Izabel Cecarelli. GEOAMBIENTE Sensoriamento Remoto

Izabel Cecarelli. GEOAMBIENTE Sensoriamento Remoto Izabel Cecarelli GEOAMBIENTE Sensoriamento Remoto A GEOAMBIENTE, atuante no mercado há 10 anos, presta serviços em aplicações de sensoriamento remoto e desenvolvimento / integração de sistemas de informações

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberger bohnen@ufv.br

ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberger bohnen@ufv.br ENGENHARIA CIVIL COORDENADOR José Carlos Bohnenberger bohnen@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2009 187 Engenheiro Civil ATUAÇÃO Ao Engenheiro Civil compete o desempenho das atividades profissionais previstas

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO REPRESENTAÇÃO NO BRASIL SOLICITAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE

Leia mais

COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL

COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL Roteiro para montagem de um Plano Preventivo de Defesa Civil Apresentamos o presente roteiro com conteúdo mínimo de um Plano Preventivo de Defesa Civil ou Plano de

Leia mais

Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento de uma bacia hidrográfica, utilizando software livre RESUMO

Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento de uma bacia hidrográfica, utilizando software livre RESUMO Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento de uma bacia hidrográfica, utilizando software livre RESUMO Este artigo apresenta os primeiros resultados do desenvolvimento

Leia mais

9.2. Projeto de Monitoramento da Biota Marinha (PMBM)... 1/9. 9.2.1. Justificativa... 1/9. 9.2.2. Objetivos... 1/9. 9.2.3. Metas...

9.2. Projeto de Monitoramento da Biota Marinha (PMBM)... 1/9. 9.2.1. Justificativa... 1/9. 9.2.2. Objetivos... 1/9. 9.2.3. Metas... SUMÁRIO 9.2. Projeto de Monitoramento da Biota Marinha (PMBM)... 1/9 9.2.1. Justificativa... 1/9 9.2.2. Objetivos... 1/9 9.2.3. Metas... 2/9 9.2.4. Indicadores... 2/9 9.2.5. Público-alvo... 3/9 9.2.6.

Leia mais

PREFEITURA DE BELO HORIZONTE

PREFEITURA DE BELO HORIZONTE PREFEITURA DE BELO HORIZONTE DADOS DA CIDADE Data de fundação: 12 de dezembro de 1897 Área: 331 km 2 Latitude y Longitude 19 55'S, 43 56'W Minas Gerais BH INDICADORES DEMOGRÁFICOS População: 2.375.151

Leia mais

COMUNICADO Nº 001/2010 ESTIMATIVA DE DEMANDA PARA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS DE TREINAMENTO DE SOFTWARES AUTODESK TERMO DE REFERÊNCIA

COMUNICADO Nº 001/2010 ESTIMATIVA DE DEMANDA PARA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS DE TREINAMENTO DE SOFTWARES AUTODESK TERMO DE REFERÊNCIA COMUNICADO Nº 001/2010 ESTIMATIVA DE DEMANDA PARA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS DE TREINAMENTO DE SOFTWARES AUTODESK ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 1. OBJETO TERMO DE REFERÊNCIA Aquisição de CURSOS DE SOFTWARE AUTODESK,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável ANEXO III ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável ANEXO III ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ANEXO III ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS O QUE É UM PROJETO? É um documento que organiza idéias para se realizar um empreendimento, explicitando o motivo de realizá-lo, as etapas de trabalho, as

Leia mais

INFRAESTRUTURA, MEIO FÍSICO E MUDANÇAS CLIMÁTICAS: NOVOS DESAFIOS AO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

INFRAESTRUTURA, MEIO FÍSICO E MUDANÇAS CLIMÁTICAS: NOVOS DESAFIOS AO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO INFRAESTRUTURA, MEIO FÍSICO E MUDANÇAS CLIMÁTICAS: NOVOS DESAFIOS AO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO Omar Yazbek BITAR* As perspectivas associadas à exploração da bacia geológica de Santos (Bacia de Santos),

Leia mais

NOÇÕES DE GEOPROCESSAMENTO. Módulo 3

NOÇÕES DE GEOPROCESSAMENTO. Módulo 3 NOÇÕES DE GEOPROCESSAMENTO Módulo 3 Sistema Metropolitano de Informações Georreferenciadas MetroGeo Curso Noções de Geoprocessamento Módulo 3 Oscar Ricardo M. Schmeiske Programação Curso Noções de Geoprocessamento

Leia mais

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015 SELEÇÃO PARA ENSINO PROFISSIONAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO, EM REGIME INTEGRAL COM DURAÇÃO DE 3 ANOS, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015 INFORMAÇÕES

Leia mais

3 Geo/Sensoriamento Remoto

3 Geo/Sensoriamento Remoto 3 Geo/Sensoriamento Remoto Neste item, serão apresentadas pesquisas desenvolvidas em programas da Coppe/UFRJ relacionadas à temática geo/sensoriamento remoto. Alguns resultados parciais desta linha temática

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente MMA. Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2)

Ministério do Meio Ambiente MMA. Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2) Ministério do Meio Ambiente MMA Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2) Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA Termo de Referência PNMA nº 02/2013 O presente

Leia mais

UNI VERSI DADE DE PERNAMBUCO PEDRO DE ALCÂNTARA NETO

UNI VERSI DADE DE PERNAMBUCO PEDRO DE ALCÂNTARA NETO UNI VERSI DADE DE PERNAMBUCO PEDRO DE ALCÂNTARA NETO OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu em Engenharia Naval e Offshore na UPE desenvolvem a capacidade para planejar, desenvolver

Leia mais

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria de Sistemas UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria É uma atividade que engloba o exame das operações, processos, sistemas e responsabilidades gerenciais

Leia mais

MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DA ÁREA URBANA DE ILHÉUS, BAHIA

MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DA ÁREA URBANA DE ILHÉUS, BAHIA MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DA ÁREA URBANA DE ILHÉUS, BAHIA Hogana Sibilla Soares Póvoas Bolsista do PET Solos Universidade Estadual de Santa Cruz hogana_sibila@hotmail.com Ednice de Oliveira Fontes Universidade

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria, Consultoria e Treinamento na área de Recursos Humanos. 1. OBJETIVO Os objetivos

Leia mais