Integrando as Redes de Sensores sem Fio à Internet

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Integrando as Redes de Sensores sem Fio à Internet"

Transcrição

1 Integrando as Redes de Sensores sem Fio à Internet Antonio Alfredo Ferreira Loureiro Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais

2 Tecnologias de Sensoriamento Ar/Espaço Surperfície Submerso 2

3 Dispositivos de Sensoriamento Poucos, grandes, caros Muitos, pequenos, baratos Poderosos em sensoriamento e interfaces de comunicação Pouca capacidade de sensoriamento e interfaces de comunicação limitadas Satélites Data loggers, Controladores de tráfego, Sensores médicos RSSFs Etiquetas RFID Muita pesquisa 3

4 Futuro da Computação passa pelas RSSFs 4

5 5

6 Possíveis aplicações para RSSFs Monitoramento ambiental, industrial Agropecuária Rastreamento de objetos Segurança Biotecnologia Aplicações cognitivas 6

7 Possíveis aplicações para RSSFs Monitoramento ambiental Água: qualidade, volume, vazão, etc Detecção e prevenção de incêndio 7

8 Possíveis aplicações para RSSFs Monitoramento ambiental Monitoramento de habitat na Great Duck Island, Maine, USA (http://www.greatduckisland.net): 32 nós depositados na ilha Cada nó: microcontrolador, rádio de baixa potência, memória e baterias Sensores: temperatura, umidade, pressão barométrica, e infravermelho Objetivo: monitorar os microclimas de ninhos e vizinhanças usados por Storm Petrels 8

9 Possíveis aplicações para RSSFs Monitoramento ambiental: O caso Brasileiro Tem 10 a 20% das espécies conhecidas Está entre os 15 países com maior grau de diversidade Mamíferos, peixes de água doce e plantas (1º lugar) Anfíbios (2º lugar) Pássaros (3º lugar) Répteis (5º lugar) É um dos 5 países com o maior número de espécies endêmicas United Nations Environment Programme World Conservation Monitoring Centre forest/data/country/bra.htm 9

10 Possíveis aplicações para RSSFs Monitoramento ambiental: Anfíbios Amphibian distribution in the world [Fonte: Global Amphibian Assessment (2008)] 10

11 Possíveis aplicações para RSSFs Monitoramento ambiental: Anfíbios Qual anfíbio a ser monitorado? Sapo Candidato natural para indicar estresse ambiental Abundante Facilmente amostrado Estável em quantidade Sensível a distúrbios ambientais Indicador que pode existir um problema no meioambiente Sensor biológico altamente sensível 11

12 Possíveis aplicações para RSSFs Monitoramento ambiental: Anfíbios Baseado nos coaxos dos sapos, podemos identificar: espécies presentes sexo finalidade de cada vocalização Sapo dedo azul encontrado na Amazônia possui três vocalizações: 1. estabelecer limites territoriais 2. afastar intrusos machos 3. acasalar 12

13 RSSFs e Motivações Aplicabilidade desse tipo de rede Expande a nossa capacidade e habilidade de interagir com mundo físico: entidades pessoas processos ou seja, a obtenção e tratamento da informação 13

14 RSSFs e Motivações relacionadas ao Brasil Meio ambiente Economia Extremamente rico Clara vocação para a agropecuária Regras de mercado Estão cada vez mais incorporando aspectos tecnológicos 14

15 Objetivo das RSSFs Sensoriar ambientes e integrá-los à Internet Desafios: Projeto das RSSFs Integração entre dois mundos com características bem diferentes 15

16 Austrália usa sensor nuclear para monitorar corais 17/01/06, Jake Krausmann, da BBC Brasil Cientistas estão implementando uma rede de sensores na Grande Barreira de Corais da Austrália para monitorar e tentar impedir a degradação do sistema. Os sensores "inteligentes" foram originalmente desenvolvidos para o uso em usinas nucleares. O atual projeto, tocado pelo Instituto Australiano de Ciência Marinha (AIMS, na sigla em inglês) junto com a Universidade James CooK, tem como objetivo observar eventuais problemas antes que eles destruam os corais. Os sensores podem se comunicar entre si e monitorar alterações como a perda de cor dos corais. Salinidade, temperatura e nível de nutrientes na água também serão medidos. Ação. "Um dos problemas é nossa tendência (dos cientistas) de monitorar as coisas após elas terem acontecido, vendo portanto mais os efeitos do que as causas", diz Scott Bainbridge, coordenador de tecnologia e dados do Aims. "Um bom exemplo disso é o desbotamento dos corais", disse ele. "Quando a temperatura aumenta, vemos os corais se tornando brancos e começamos então a fazer medições quando não há mais nada a se fazer. O que precisamos é monitoramento constante desses sistemas." A intenção final é que o monitoramento ajude na preservação dos corais. 16

17 Equipes encontram cinco corpos em povoado soterrado nas Filipinas 20/02/ h14, da Folha Online Equipes de resgate retiraram cinco corpos do local onde ficava uma escola primária no povoado rural de Guinsaugon, no centro das Filipinas, nesta segunda-feira. O vilarejo, que fica 675 km a sudeste de Manila, foi soterrado na sexta-feira (17) após um deslizamento de terra. "Não encontramos sobreviventes", afirmou Burrell Parmer, porta-voz da Corporação dos Marines, à rede de TV ABS-CBN. "Nossas tropas Equipes realizam buscas por encontraram cinco corpos. Eles cavam com suas próprias mãos." sobreviventes nas Filipinas; Efe Equipes realizam buscas por sobreviventes nas Filipinas; cinco cinco corpos foram encontrados corpos foram encontrados Na manhã desta segunda-feira, as equipes detectaram sons com a ajuda de sensores sísmicos que detectam vibrações debaixo da terra, o que fez crescer a esperança de que se encontrasse pessoas com vida. Um total de 84 corpos já foram retirados do local onde ficava o povoado. Autoridades filipinas temiam que cerca de pessoas tivessem morrido no deslizamento --praticamente toda a população de Guinsaugon. No entanto, nesta segunda-feira, a governadora da Província de Leyte, Rosette Lerias, afirmou que o número de mortes confirmadas chega a 76 e que o número de desaparecidos é 928. Segundo autoridades de Manila, estão desaparecidas. Não houve explicação oficial para a diferença. O número oficial de sobreviventes retirados com vida da lama também varia de 20 a

18 Oceano Índico tem sistema de alerta de tsunamis, diz Unesco 29/06/ h03, da France Presse, em Paris Um sistema de alerta de tsunamis entrou em funcionamento no Oceano Índico 18 meses depois da tragédia que deixou mais de 200 mil mortos, informou nesta quarta-feira o diretor-geral da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), Koichiro Matsuura. Segundo suas declarações, toda a região do Oceano Índico dispõe de um sistema capaz de receber e transmitir alertas relacionados a tsunamis durante 24 horas por dia. "A princípio, o sistema será capaz de detectar com confiabilidade e rapidez os grandes tremores de terra capazes de provocar tsunamis, encontrar os epicentros e os hipocentros dos sismos, confirmar a formação de uma tsunami após um grande sismo e emitir ou anular nos âmbitos local, regional ou geral os anúncios de alerta", disse. Atualmente, 26 dos 28 centros nacionais com capacidade para receber e difundir informação sobre tsunamis já estão ativos, a rede sismográfica melhorou e existem sensores de precisão em águas profundas. "Estamos orgulhosos do que se conseguiu, embora o trabalho não esteja terminado. No último ano, a natureza nos deu oportunidades de detectar eventuais pontos fracos", disse Matsuura perante o COI (Comissão Oceanográfica Intergovernamental da Unesco), que realizou nesta semana sua reunião anual em Paris. A região do oceano Pacífico possui, há 40 anos, um sistema de alerta de maremotos em tempo real bem estruturado do qual fazem parte 26 países --entre eles Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, México, Nicarágua e Peru. Após a tragédia que devastou a Ásia em 2004, a Unesco articulou rapidamente os esforços internacionais para criar um sistema de alerta semelhante no oceano Índico "e em todos os demais oceanos do mundo", nas palavras do chileno Patricio Bernal, encarregado da COI. Segundo Matsuura, as tarefas mais urgentes são reforçar a coordenação internacional, o intercâmbio de dados e a compatibilidade entre sistemas nacionais, além de investir a longo prazo no sistema para que este possa garantir a difusão da informação dos centros de alerta até as populações e comunidades em áreas de risco. As formas de se conseguir estes objetivos e o futuro desenvolvimento do sistema serão discutidas durante encontro de uma comissão intergovernamental deste sistema de alerta contra tsunamis no Oceano Índico, realizada na Indonésia entre 31 de julho e 2 de agosto. 18

19 Boeing fecha contrato milionário de segurança fronteiriça com os EUA 20/09/ h50, Jake Krausmann, da Ansa, em Washington A empresa aérea Boeing venceu a licitação do governo norte-americano e fechou um contrato milionário para modernizar cerca de km da fronteira dos Estados Unidos com México e Canadá, medida adotada contra a imigração ilegal, segundo informações publicadas nesta quarta-feira pelo jornal "The Washington Post". O contrato prevê a construção de uma rede de torres equipadas com sensores, câmeras de vídeo e detectores de calor e movimento. De acordo com o jornal, que baseia sua informação em fontes da indústria e do Congresso, os primeiros trabalhos serão realizados na fronteira com o México, principalmente na área desértica que divide o estado do Arizona com o mexicano Sonora, considerado o principal corredor de entrada de pessoas ilegais. A empresa estima que o programa denominado SBInet [que pode-se traduzir como rede da iniciativa da segurança fronteiriça] levará quatro anos para ficar pronto e terá um custo estimado em US$ 2,5 bilhões. O jornal informa ainda que o governo dos EUA anunciará formalmente a contratação da Boeing amanhã. A Boeing venceu a licitação que concorria ao lado de outros colossos da indústria, como o fabricante de mísseis Lockheed Martin e os grupos Northrop Gumman, Raytheon e Ericsson. O "Washington Post" acrescentou que a obtenção da licitação significa uma vitória importante para a Boeing que, nos últimos anos, sofreu vários reveses, como o escândalo do favorecimento de contratos no Pentágono e, mais recentemente, quando perdeu a construção do próximo ônibus espacial da Nasa (agência espacial dos EUA). 19

20 Agenda de pesquisa internacional envolvendo RSSFs A Report to the National Science Foundation. National Workshop on Future Sensing Systems: Living, Nonliving, and Energy Systems, Lake Tahoe, Granlibakken Conference Center August 26-28, The scope of this workshop encompassed discussions of research needs, current and emerging technologies, and efficacious partnerships required to develop and implement future sensing systems. The workshop was planned to stimulate synergistic ideas and directions generated by industrial, scientific and government participants, and to start planning a long-term road map for R&D projects related to emerging needs and technologies. Furthermore, this workshop started strategic partnerships among industry, scientific community, and agencies that are developing government innovative and cross-pollinating sensor systems capable of converting raw data into useful information about myriad environments. 20

21 Agenda de pesquisa internacional envolvendo RSSFs National Science Foundation. Report of the National Science Foundation Workshop on Fundamental Research in Networking. April 24-25, Foram identificadas seis áreas principais, sendo uma delas redes de sensores sem fio e a outra teoria de redes, incluindo os fundamentos para redes de sensores sem fio 21

22 Agenda de pesquisa internacional envolvendo RSSFs Grand Research Challenges in Information Systems, CRA,

23 Agenda de pesquisa internacional envolvendo RSSFs Computational Science: Ensuring America s Competitiveness We also recommend that our computational science R&D be rebalanced to focus on improved software, systems with high sustained performance, and sensor- and data-intensive applications. 23

24 Agenda de pesquisa internacional envolvendo RSSFs UK Computing Research Committee and British Computer Society, 2005 Ubiquitous Computing: Experience, Design and Mind 24

25 Rede de sensores e seus componentes Dados são processados e roteados para o Gateway Estação Satélite Outras fontes de dados podem ser usadas para auxiliar as funções da RSSF Avião não-tripulado Arara Gateway MICA2/MICAz ObservadorCrossbow Canal para enviar dados e receber Imagens Relatórios comandos da Internet Dado Processado Banco de dados Comando/ Consulta Internet Meteorológica RSSF Nó sensor Dados Dados coletados pela RSSF Aplicação a ser monitorada por uma RSSF 25

26 Arquitetura típica de um nó sensor Tempo de vida limitado Memória limitada Elemento de Sensoriamento F O N T E E N R G I D A E S E N S O R E S Baixa velocidade Elemento de Processamento MEMÓRIA A D C MICRO PROCESSADOR Comunicação R Á D I O ALGORITMOS Requer supervisão Processador mais lento SO TEMPO REAL 26

27 Projeto das RSSFs Dividido em três partes: 1. Ambiente 3. Aplicação 5. Rede 27

28 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Que tipo de ambiente será monitorado? Definir as características físicas de operação (temperatura, umidade, pressão, etc), qualidade da comunicação sem fio,... Interno Externo 28

29 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Qual é a abrangência espacial da área a ser monitorada? Dimensão de monitoramento dos eventos Formato da área a ser monitorada Forma da área regular Aproximação da área irregular Área Área 3D Irregular 2D Regular Círculo Círculo Esfera Esfera Quadrado Quadrado Cubo Cubo

30 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Que restrição de acesso haverá à área monitorada? Não é possível ter acesso à área monitorada É possível ter acesso 30

31 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede Como será a deposição dos nós sensores na área a ser monitorada? Aleatória Determinística 31

32 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede Qual é o comportamento do fenômeno a ser monitorado? Pontual Pontual crescente Móvel 32

33 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede Qual é a abrangência temporal dos eventos a serem monitorados? 24x7 Período do dia 33

34 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede Como é o tipo de dado coletado? Valores numéricos Valores alfanuméricos Áudio Imagem Vídeo 30 XYZ82 34

35 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede Qual é a freqüência de coleta de dados? Coleta contínua ou periódica Coleta dirigida a evento Coleta sob-demanda Coleta por amostragem V 35

36 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede Que tipo de capacidade de movimentação cada nó sensor e o gateway possuem? Estático Móvel Nós Nós estáticos móveis Flying Onithoper 36

37 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede Que tipo de cooperação pode haver entre nós sensores? Dado mais relevante para a aplicação Dado de gerenciamento 37

38 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede Qual é a confiabilidade associada ao dado transmitido? O dado pode não chegar ao gateway O dado pode chegar duplicado ao gateway O dado pode ser entregue ao gateway fora de ordem O dado pode ser corrompido ao chegar ao gateway Os dados podem chegar com diferentes atrasos ao gateway

39 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Qual é o tempo de vida esperado da aplicação de monitoramento? 39

40 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Que funções podem ser associadas à aplicação? Localização Agregação (fusão de dados) (x,y,z)? (x,y,z)? (x,y,z)? (x,y,z)? 28 40

41 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Que tipos de nós sensores serão depositados na rede? Homogêneos Heterogêneos Heterogêneo Homogêneo 41

42 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Como a rede será organizada? Plana Hierárquica 42

43 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Quantos nós sensores devem ser depositados? 43

44 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Que algoritmos devem existir associados à aplicação? Precisão dos dados Tolerância a falhas Cooperação entre nós sensores Reconfiguração da rede 44

45 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Que algoritmos devem existir associados à rede? Arquitetura Tempo de vida da rede Tolerância a falhas Cooperação Reconfiguração Segurança dos dados Sincronização dos dados Localização dos nós 45

46 Projeto da aplicação: Ambiente Aplicação Rede 1. Que tipo de controle espera-se sobre a RSSF? Arquitetura Tempo de vida da rede 46

47 Projeto RSSF x Arquitetura TCP/IP Todas as questões anteriores afetam um projeto integrado com a Internet Internet Arquitetura TCP/IP 47

48 Projeto RSSF x Arquitetura TCP/IP Algumas questões importantes: QoS Endereçamento Gerenciamento 48

49 Projeto RSSF x Arquitetura TCP/IP QoS Nenhum padrão de QoS (RSSF) x Best-effort (Internet) Suponha uma aplicação de monitoramento de foco de incêndio Suponha uma consulta recebida pela RSSF Situação normal x Incêndio detectado Requisitos da rede de sensores podem variar bastante Suponha uma consulta enviada pela RSSF Que garantias esperar? 49

50 Projeto RSSF x Arquitetura TCP/IP Endereçamento RSSFs: Internet Centrado nos dados Endereço IP Como compatibilizar? 50

51 Projeto RSSF x Arquitetura TCP/IP Gerenciamento RSSFs: Internet Devem ser auto-organizáveis e auto-gerenciáveis Pode definir como as RSSFs devem operar Como definir soluções dinâmicas? 51

52 Conclusões RSSFs e a Economia Brasileira Economia e regras de mercado No futuro, será decisivo para o país ter a capacidade de rastrear a qualidade do produto agrícola desde a colheita no campo até a mesa do consumidor União Européia e o projeto de Segurança Alimentar (1999): Food Safety: From the Farm to the Fork Programas de avaliação genética de bovinos de corte Processos industriais Indústria siderúrgica, mineração,... 52

53 RSSFs e Desafios Científicos 53

54 RSSFs e Desafios Científicos Do ponto de vista científico, há muito por ser feito: São redes com características bem distintas das redes tradicionais como a Internet Projetar aplicações para essas redes é desafiante devido à larga escala e várias restrições (físicas, operacionais) Não temos ainda fundamentos e modelos apropriados Interagem com várias outras áreas do conhecimento humano (aplicações) Esses modelos não estão claros ainda 54

55 RSSFs e a Ciência Brasileira Claramente permite criar uma agenda de pesquisa de longo prazo Tem o potencial de estabelecer avanços significativos para a CC e outras áreas do conhecimento É estratégico para o Brasil 55

56 RSSFs e a Ciência Brasileira Academia: Ciências exatas (CC,...), humanas, sociais, engenharias Agências governamentais: EMBRAPA, Inst de Pesquisas da Amazônia,... Indústrias... 56

57 Obrigado!

Computação Móvel: Redes de Sensores Sem Fio Visão Geral

Computação Móvel: Redes de Sensores Sem Fio Visão Geral Computação Móvel: Redes de Sensores Sem Fio Visão Geral Mauro Nacif Rocha DPI/UFV 1 MANETs Mobile Ad-hoc Networks Ad-hoc Wi-Fi (802.11x) Wireless Mesh Networks (nodos não móveis) VANET (Vehicular Ad Hoc

Leia mais

Redes de Sensores Sem Fio Introdução

Redes de Sensores Sem Fio Introdução Disciplina 2º.semestre/2004 Aula 01 Redes de Sensores Sem Fio Introdução Antonio Alfredo Ferreira Loureiro loureiro@dcc.ufmg.br Ciência da Computação UFMG Linnyer Beatrys Ruiz linnyer@dcc.ufmg.br Engenharia

Leia mais

Redes de Sensores Sem Fio

Redes de Sensores Sem Fio Disciplina 2º.semestre/2004 aula2 Redes de Sensores Sem Fio Antônio Alfredo Ferreira Loureiro loureiro@dcc.ufmg.br Depto. Ciência da Computação UFMG Linnyer Beatrys Ruiz linnyer@dcc.ufmg.br Depto. Engenharia

Leia mais

Redes de Computadores sem Fio

Redes de Computadores sem Fio Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Programa Introdução

Leia mais

Wi-Fi, Saúde e Segurança

Wi-Fi, Saúde e Segurança Wi-Fi, Saúde e Segurança O Wi-Fi está no centro da experiência conectada de hoje. Utilizado em 25% dos lares em todo o mundo 1, o Wi-Fi continua se expandindo como a tecnologia escolhida para redes tradicionais

Leia mais

SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO

SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO 1 SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO VISÃO GERAL O Sistema de Rastreio Óptico, ou simplesmente SISROT, foi desenvolvido com o objetivo de rastrear foguetes nos primeiros instantes de

Leia mais

Projeto de controle e Automação de Antena

Projeto de controle e Automação de Antena Projeto de controle e Automação de Antena Wallyson Ferreira Resumo expandido de Iniciação Tecnológica PUC-Campinas RA: 13015375 Lattes: K4894092P0 wallysonbueno@gmail.com Omar C. Branquinho Sistemas de

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.ufma.br

Leia mais

Aplicações e Serviços Baseados em Localização

Aplicações e Serviços Baseados em Localização Aplicações e Serviços Baseados em Localização Introdução à Computação Móvel Adolfo Correia Sumário Introdução Taxonomia de Aplicações Arquitetura Técnicas de Localização Conclusão Introdução Integram a

Leia mais

Simulação de coleta de dados em redes de sensores sem o por robôs móveis utilizando a ferramenta Player/Stage

Simulação de coleta de dados em redes de sensores sem o por robôs móveis utilizando a ferramenta Player/Stage Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM Simulação de coleta de dados em redes de sensores sem o por robôs móveis utilizando

Leia mais

Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança

Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança São Paulo, 20 de outubro de 2011 Armando Lemos Diretor Técnico Roteiro A ABIMDE e a BID Cenário Nacional Estratégia Nacional de Defesa

Leia mais

MONITORAMENTO WIRELESS EM TEMPERATURA, UMIDADE, PRESSÃO & GPS

MONITORAMENTO WIRELESS EM TEMPERATURA, UMIDADE, PRESSÃO & GPS 1 AR AUTOMAÇÃO EMPRESA & SOLUÇÕES A AR Automação é uma empresa especializada no desenvolvimento de sistemas wireless (sem fios) que atualmente, negocia comercialmente seus produtos e sistemas para diferentes

Leia mais

A Camada de Rede. A Camada de Rede

A Camada de Rede. A Camada de Rede Revisão Parte 5 2011 Modelo de Referência TCP/IP Camada de Aplicação Camada de Transporte Camada de Rede Camada de Enlace de Dados Camada de Física Funções Principais 1. Prestar serviços à Camada de Transporte.

Leia mais

Internet of Things. utilizá-la em diversos tipos de negócios.

Internet of Things. utilizá-la em diversos tipos de negócios. Internet of Things 10 formas de utilizá-la em diversos tipos de negócios. INTRODUÇÃO As interfaces Machine to Machine (M2M) estão facilitando cada vez mais a comunicação entre objetos conectados. E essa

Leia mais

Workshop sobre o Corredores de Biodiversidade do Escudo da Guiana para agilizar o suporte à realização das metas de Aichi de Biodiversidade

Workshop sobre o Corredores de Biodiversidade do Escudo da Guiana para agilizar o suporte à realização das metas de Aichi de Biodiversidade Workshop sobre o Corredores de Biodiversidade do Escudo da Guiana para agilizar o suporte à realização das metas de Aichi de Biodiversidade PLANO DE AÇÃO Preâmbulo: Nós, os participantes do workshop chamado

Leia mais

BANCO NACIONAL DE DADOS OCEANOGRÁFICOS

BANCO NACIONAL DE DADOS OCEANOGRÁFICOS BANCO NACIONAL DE DADOS OCEANOGRÁFICOS SUMÁRIO LEGISLAÇÃO DADOS ARMAZENADOS USUÁRIOS ATENDIMENTOS NECESSIDADES AÇÕES EM ANDAMENTO PERSPECTIVAS FUTURAS INFORMAÇÕES E CONTATOS LEGISLAÇÃO DECRETO de 5 de

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 12 de agosto de 2010 Um sistema no qual componentes localizados em redes, se comunicam e coordenam suas ações somente por passagem de mensagens. Características:

Leia mais

Protocolo de comunicação para redes móveis aplicado ao trânsito

Protocolo de comunicação para redes móveis aplicado ao trânsito Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM Protocolo de comunicação para redes móveis aplicado ao trânsito Aluno: Luiz

Leia mais

Introdução a computação móvel. Middlewares para Rede de Sensores sem Fio. Uma avaliação na ótica de Adaptação ao Contexto

Introdução a computação móvel. Middlewares para Rede de Sensores sem Fio. Uma avaliação na ótica de Adaptação ao Contexto Introdução a computação móvel Monografia: Middlewares para Rede de Sensores sem Fio Uma avaliação na ótica de Adaptação ao Contexto Adriano Branco Agenda Objetivo do trabalho O que é uma WSN Middlewares

Leia mais

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores 1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores A crescente dependência das empresas e organizações modernas a sistemas computacionais interligados em redes e a Internet tornou a proteção adequada

Leia mais

Organizações internacionais Regionais

Organizações internacionais Regionais Organizações internacionais Regionais Percurso 4 Geografia 9ºANO Profª Bruna Andrade e Elaine Camargo Os países fazem uniões a partir de interesses comuns. Esses interesses devem trazer benefícios aos

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Lista de Recuperação de Geografia 2013

Lista de Recuperação de Geografia 2013 1 Nome: nº 8ºano Manhã Prof: Francisco Castilho Lista de Recuperação de Geografia 2013 Conteúdo da recuperação: Nova Ordem Mundial e os blocos econômicos, América: clima, vegetação e população, Canadá:

Leia mais

Autores: Ruy de Oliveira Wendell Farias 2014 1

Autores: Ruy de Oliveira Wendell Farias 2014 1 Autores: Ruy de Oliveira Wendell Farias 2014 1 Tópicos Introdução às Redes de Sensores Sem Fio RSSF Modos de funcionamento Principais aplicações dessas redes Desafios Considerações Finais Demonstrações

Leia mais

Capítulo 4 - Roteamento e Roteadores

Capítulo 4 - Roteamento e Roteadores Capítulo 4 - Roteamento e Roteadores 4.1 - Roteamento Roteamento é a escolha do módulo do nó de origem ao nó de destino por onde as mensagens devem transitar. Na comutação de circuito, nas mensagens ou

Leia mais

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação (do latim Automatus, que significa mover-se por si) ; Uso de máquinas para controlar e executar suas tarefas quase sem interferência humana, empregando

Leia mais

Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED

Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED Yuri Kaszubowski Lopes Roberto Silvio Ubertino Rosso Jr. UDESC 24 de Abril de

Leia mais

Orientação a Objetos

Orientação a Objetos 1. Domínio e Aplicação Orientação a Objetos Um domínio é composto pelas entidades, informações e processos relacionados a um determinado contexto. Uma aplicação pode ser desenvolvida para automatizar ou

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos

Tipos de Sistemas Distribuídos (Sistemas de Informação Distribuída e Pervasivos) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Solução de Segurança patrimonial com a tecnologia RFID(*)

Solução de Segurança patrimonial com a tecnologia RFID(*) Solução de Segurança patrimonial com a tecnologia RFID(*) (*) - RFID Identificação por Rádio Freqüência Usa antenas que lêem e gravam informações em chips, para monitoramento de ativos pessoas ou objetos

Leia mais

IDÉIA DE PROJETO PROGRAMA IBEROEKA

IDÉIA DE PROJETO PROGRAMA IBEROEKA IDÉIA DE PROJETO PROGRAMA IBEROEKA Projetos em colaboração com empresas dos seguintes países: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras,

Leia mais

AULA 9. Ação pelo Ambiente

AULA 9. Ação pelo Ambiente AULA 9 Ação pelo Ambiente Roberto e o seu grupo do meio ambiente estão se preparando para a Grande Reunião que irá tratar dos problemas ambientais do planeta. Ele pede ajuda à Sofia para bolar um plano

Leia mais

50º CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

50º CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 50º CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 27 de setembro a 1º de outubro de 2010 Tema 4.17 da agenda CD50/26

Leia mais

Detecção de vazamentos na rede urbana de água com rede de sensores sem fio

Detecção de vazamentos na rede urbana de água com rede de sensores sem fio Detecção de vazamentos na rede urbana de água com rede de sensores sem fio Igo Romero Costa de Souza 1, Icaro Ramires Costa de Souza 1, Mailson Sousa Couto 1 1 Instituto Federal da Bahia (IFBA) - Campus

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

Intelligent Transportation Systems

Intelligent Transportation Systems Intelligent Transportation Systems Mauricio Consulo Diretor America Latina Clever Devices - Overview Sede em Nova Iorque, EUA. Provedora de sistemas de informações digitais, Sistemas de Inteligentes de

Leia mais

Sensor Data Streams. Redes de Sensores Sem Fio. Helen Peters de Assunção Jeferson Moreira dos Anjos

Sensor Data Streams. Redes de Sensores Sem Fio. Helen Peters de Assunção Jeferson Moreira dos Anjos Sensor Data Streams Redes de Sensores Sem Fio Helen Peters de Assunção Jeferson Moreira dos Anjos Data Stream Systems Nova classe de aplicações: Dados chegando rapidamente, em intervalos variáveis e com

Leia mais

Interconexão de Redes Acadêmicas entre Europa e América Latina Resumo de Situação

Interconexão de Redes Acadêmicas entre Europa e América Latina Resumo de Situação Interconexão de Redes Acadêmicas entre Europa e América Latina Resumo de Situação Nelson Simões Maio de 2004 Resumo de situação da participação da RNP no início do Projeto ALICE America Latina Interconectada

Leia mais

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Roberto Proença da Silva Carlos Alberto Moura Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG Superintendência de Tecnologia da Informação - TI Gerência de

Leia mais

Engenharia de Sistemas Computacionais

Engenharia de Sistemas Computacionais Engenharia de Sistemas Detalhes no planejamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Curso de Ciência da Computação Engenharia de Software I Prof. Rômulo Nunes de Oliveira Introdução Na aplicação de um sistema

Leia mais

VDA ESCREVE SOBRE INVESTIMENTO NO ESPAÇO

VDA ESCREVE SOBRE INVESTIMENTO NO ESPAÇO VDA ESCREVE SOBRE INVESTIMENTO NO ESPAÇO Helena Correia Mendonça, Vieira de Almeida & Associados [ A importância do espaço para a indústria e da indústria para o espaço, um texto de Helena Correia Mendonça,

Leia mais

Edição 3 - Dezembro 2009

Edição 3 - Dezembro 2009 Edição 3 - Dezembro 2009 Indicadores Categorias + vistas na internet (usuários únicos) 33,7 Telecomunicações e Serviços de Internet -10,5% +13% Buscadores, Portais e Comunidades 33,5 Ocasiões Especiais

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação IETEC - INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu Gestão e Tecnologia da Informação BAM: Analisando Negócios e Serviços em Tempo Real Daniel Leôncio Domingos Fernando Silva Guimarães Resumo

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Existe uma grande variedade de denominações das formas de atuação da manutenção, isto provoca certa confusão em relação aos

Leia mais

PROVA GEOGRAFIA 1 o TRIMESTRE DE 2010

PROVA GEOGRAFIA 1 o TRIMESTRE DE 2010 PROVA GEOGRAFIA 1 o TRIMESTRE DE 2010 PROF. FERNANDO NOME N o 8 o ANO A compreensão do enunciado faz parte da questão. Não faça perguntas ao examinador. A prova deve ser feita com caneta azul ou preta.

Leia mais

Congresso TIC Verde 2ª. Edição 12 e 13 de Agosto de 2009

Congresso TIC Verde 2ª. Edição 12 e 13 de Agosto de 2009 Congresso TIC Verde 2ª. Edição 12 e 13 de Agosto de 2009 SUSTENTABILIDADE E SOCIEDADE Painel de debates: Quais os atores e papéis no cenário da TIC Verde? Instituto de Engenharia Fundado em 1916, o Instituto

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

Introdução à Computação Móvel. Carlos Maurício Seródio Figueiredo

Introdução à Computação Móvel. Carlos Maurício Seródio Figueiredo Introdução à Computação Móvel Carlos Maurício Seródio Figueiredo Sumário Visão da Computação Móvel Oportunidades de Pesquisa Alguns Interesses de Pesquisas Futuras Visão da Computação Móvel O que é Computação

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Fornecer serviços independentes da tecnologia da subrede; Esconder do nível de transporte o número, tipo e a topologia das subredes existentes;

Fornecer serviços independentes da tecnologia da subrede; Esconder do nível de transporte o número, tipo e a topologia das subredes existentes; 2.3 A CAMADA DE REDE! Fornece serviços para o nível de transporte, sendo, freqüentemente, a interface entre a rede do cliente e a empresa de transporte de dados (p.ex. Embratel).! Sua principal função

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS DISTRIBUIDOS 1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização

Leia mais

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral Bruno Erik Cabral Smart Grid Agenda Introdução Definição Características Confiabilidade Flexibilidade Eficiência Sustentabilidade Medidores Inteligentes Controle avançado Cenário Internacional Cenária

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 4 SUPORTE AO SISTEMA OPERACIONAL Prof. Luiz Gustavo A. Martins Sistema Operacional (S.O.) Programa responsável por: Gerenciar os recursos do computador. Controlar a execução

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE A COOPERAÇÃO EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO ENTRE OS GOVERNOS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, FEDERAÇÃO DA RÚSSIA, REPÚBLICA DA ÍNDIA, REPÚBLICA POPULAR DA CHINA E

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Introdução Infraestrutura móvel Características dos dispositivos móveis Desenvolvendo aplicações

Leia mais

Transparência e Internet, as Telecomunicações apoiando a Administração Pública Case Prefeitura de São Paulo

Transparência e Internet, as Telecomunicações apoiando a Administração Pública Case Prefeitura de São Paulo Transparência e Internet, as Telecomunicações apoiando a Administração Pública Case Prefeitura de São Paulo Data:17 de Julho de 2009 Índice 01 Evolução da Internet - História (comercialização dos Backbones)

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Aula 1 Ementa Fases do Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software, apresentando como os métodos, ferramentas e procedimentos da engenharia de software, podem

Leia mais

VII CONGRESSO LATINO AMERICANO DE DIREITO FLORESTAL AMBIENTAL 11-14 AGOSTO/2009 CURITIBA - PARANÁ - BRASIL [APRESENTAÇÃO]

VII CONGRESSO LATINO AMERICANO DE DIREITO FLORESTAL AMBIENTAL 11-14 AGOSTO/2009 CURITIBA - PARANÁ - BRASIL [APRESENTAÇÃO] VII CNGRESS LATIN AMERICAN DE DIREIT FLRESTAL AMBIENTAL 11-14 AGST/2009 CURITIBA - PARANÁ - BRASIL APRESENTAÇÃ CNGRESS LATIN AMERICAN DE DIREIT FLRESTAL AMBIENTAL, será realizado na cidade de Curitiba

Leia mais

MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos

MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos MÓDULO 7 Modelo OSI A maioria das redes são organizadas como pilhas ou níveis de camadas, umas sobre as outras, sendo feito com o intuito de reduzir a complexidade do projeto da rede. O objetivo de cada

Leia mais

Abordagens de Escalonamento na Perspectiva da Engenharia

Abordagens de Escalonamento na Perspectiva da Engenharia Mercado para tempo real é amplo Necessidade de Diferentes Abordagens Sistemas de Tempo Real: Abordagens de Escalonamento na Perspectiva da Engenharia Rômulo Silva de Oliveira Departamento de Automação

Leia mais

www.omnisys.com.br Importância da FAPESP na história da Omnisys

www.omnisys.com.br Importância da FAPESP na história da Omnisys www.omnisys.com.br Importância da FAPESP na história da Omnisys 1 / Sumário 1. Quem somos nós? 2. Nossas instalações 3. Distribuição de receita 4. Áreas de atuação 5. A importância da FAPESP 6. Conclusão

Leia mais

AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA

AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA BRITO 1, Antônio Cavalcanti CARVALHO 2, Fabricio Braga Soares MARINHO

Leia mais

Software Control Center

Software Control Center Software Control Center Uma solução empresarial de segurança IP, com capacidade de gerenciamento de vídeos, áudio e alarmes sobre redes IP Soluções completas de segurança em vídeo IP www.indigovision.com

Leia mais

RBMC-IP. Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS em Tempo Real. Diretoria de Geociências DGC Coordenação de Geodésia - CGED

RBMC-IP. Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS em Tempo Real. Diretoria de Geociências DGC Coordenação de Geodésia - CGED RBMC-IP Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS em Tempo Real Diretoria de Geociências DGC Coordenação de Geodésia - CGED 06 de Maio de 2009 Sumário Sistema GPS Técnica de Posicionamento

Leia mais

Mobilidade para o negócio Utilização Eficaz de MOBILIDADE. Ago 2006

Mobilidade para o negócio Utilização Eficaz de MOBILIDADE. Ago 2006 Mobilidade para o negócio Utilização Eficaz de MOBILIDADE Ago 2006 conteúdo vínculo mensagens tendências Buscar ferramentas de mobilidade que transformem nosso negócio, possibilitando aumento de produtividade

Leia mais

VERIFIQUE SE SEUS SITES ESTÃO PRONTOS PARA O BLACK FRIDAY 11 MANEIRAS DE ACABAR COM OS PROBLEMAS DE DESEMPENHO

VERIFIQUE SE SEUS SITES ESTÃO PRONTOS PARA O BLACK FRIDAY 11 MANEIRAS DE ACABAR COM OS PROBLEMAS DE DESEMPENHO VERIFIQUE SE SEUS SITES ESTÃO PRONTOS PARA O BLACK FRIDAY 11 MANEIRAS DE ACABAR COM OS PROBLEMAS DE DESEMPENHO COMO SE PREPARAR PARA OS PROBLEMAS DE PICO DE TRÁFEGO DURANTE O ANO Os problemas de desempenho

Leia mais

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas Adaptação em Gestão das Águas Meta e objetivos da sessão Meta considerar como a adaptação às mudanças climáticas pode ser incorporada na gestão

Leia mais

Cloud Computing. Edy Hayashida E-mail: edy.hayashida@uol.com.br

Cloud Computing. Edy Hayashida E-mail: edy.hayashida@uol.com.br Cloud Computing Edy Hayashida E-mail: edy.hayashida@uol.com.br Facebook 750 milhões de usuários 42% de todos os usuários do Facebook estão localizado na América, 27% na Ásia e 25% na Europa 4% na África

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS TEMA Conhecimentos Tradicionais RECURSOS GENÉTICOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS PROVEDORES USOS CONSENTIMENTO PRÉVIO TERMOS MUTUAMENTE ACORDADOS USUÁRIOS BENEFÍCIOS

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Tema Conhecimentos Tradicionais RECURSOS GENÉTICOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS PROVEDORES USOS CONSENTIMENTO PRÉVIO TERMOS MUTUAMENTE ACORDADOS USUÁRIOS BENEFÍCIOS

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

Resumo do Barômetro Cisco Banda Larga Brasil 2005-20102010

Resumo do Barômetro Cisco Banda Larga Brasil 2005-20102010 Resumo do Barômetro Cisco Banda Larga Brasil 2005-20102010 Resultados de Junho 2009 Preparado para Meta de Banda Larga em 2010 no Brasil: 15 milhões de conexões Elaborado por IDC Copyright 2009 IDC. Reproduction

Leia mais

Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil. Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres

Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil. Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Iniciativas Globais Aliança do Setor Privado para a Redução do

Leia mais

BMS - BUILDING MANAGEMENT SYSTEM

BMS - BUILDING MANAGEMENT SYSTEM BMS - BUILDING MANAGEMENT SYSTEM ADKL.ZELLER 18 ANOS DE EXPERIÊNCIA; SOLUÇÕES EM ENGENHARIA ELÉTRICA E AUTOMAÇÃO DE A a Z; DESENVOLVEMOS TODAS AS ETAPAS DE UM PROJETO; DIVERSAS CERTIFICAÇÕES; LONGAS PARCERIAS

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS PO-05/2013 Unidade Responsável: Gestão de Programas OBJETIVO: Fornecer a metodologia e ferramentas para implementação da Política de Salvaguardas

Leia mais

USINA HIDRELÉTRICA SANTO ANTÔNIO

USINA HIDRELÉTRICA SANTO ANTÔNIO USINA HIDRELÉTRICA SANTO ANTÔNIO Programa de Monitoramento Sismológico Avaliação Ocorrência Sismos Induzidos EMPRESA: WW Consultoria e Tecnologia Ltda. DATA DO RELATÓRIO: Janeiro de 2013 RESPONSÁVEL DA

Leia mais

Painel 3 - Sustentabilidade: o produtor rural como gestor do território

Painel 3 - Sustentabilidade: o produtor rural como gestor do território SEMINÁRIO VALOR ECONÔMICO AGRICULTURA COMO INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Painel 3 - Sustentabilidade: o produtor rural como gestor do território Gestão da propriedade e governança do território

Leia mais

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal de comunicação Objetivo Principal Prover uma solução de baixo custo para Identificação, localização, bloqueio e recuperação de veículos roubados ou procurados, através de micro circuitos embarcados de

Leia mais

Otimização de abastecimento de pedidos

Otimização de abastecimento de pedidos Otimização de abastecimento de pedidos Quando passar da separação com papel para zero papel automação 1 Otimização que de traz abastecimento resultados de pedidos Otimização de abastecimento de pedidos

Leia mais

Sistemas distribuídos:comunicação

Sistemas distribuídos:comunicação M. G. Santos marcela@estacio.edu.br Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 16 de abril de 2010 Formas de comunicação Produtor-consumidor: comunicação uni-direccional, com o produtor entregando ao consumidor.

Leia mais

Vigilância IP Axis. Infinitas possibilidades para a vigilância por vídeo.

Vigilância IP Axis. Infinitas possibilidades para a vigilância por vídeo. Vigilância IP Axis. Infinitas possibilidades para a vigilância por vídeo. Desafios da vigilância por vídeo hoje O mercado de vigilância por vídeo está crescendo, impulsionado por preocupações de segurança

Leia mais

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS. www.prochile.gob.cl

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS. www.prochile.gob.cl CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS www.prochile.gob.cl O Chile surpreende pela sua variada geografia. Suas montanhas, vales, desertos, florestas e milhares de quilômetros de costa, o beneficiam

Leia mais

Controllan Telecomunicações, Segurança Eletrônica e Elétrica. PORTIFÓLIO DE SERVIÇOS

Controllan Telecomunicações, Segurança Eletrônica e Elétrica. PORTIFÓLIO DE SERVIÇOS PORTIFÓLIO DE SERVIÇOS A Controllan comercializa produtos e serviços voltados à tecnologia integrada em Telecom, Segurança Eletrônica e Elétrica. Utilizamos a tecnologia compatível às necessidades do cliente,

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

Brasileiro faz plano de banda larga dos EUA

Brasileiro faz plano de banda larga dos EUA Brasileiro faz plano de banda larga dos EUA 4 de outubro de 2009 O brasileiro Carlos Kirjner, nomeado pelo presidente Barack Obama para o cargo de conselheiro do diretor-geral da Comissão Federal de Comunicações

Leia mais

Informativo SAI. 21 de junho

Informativo SAI. 21 de junho 21 de junho Informativo SAI 2012 Informativo com notícias sobre avaliação e regulação extraídas da mídia e de sítios eletrônicos de entidades da área educacional. Volume 13 Com 65 universidades, Brasil

Leia mais

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento Romeu Reginato Julho de 2007 Rede. Estrutura de comunicação digital que permite a troca de informações entre diferentes componentes/equipamentos

Leia mais

IDÉIAS SOBRE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS EMPRESARIAIS INTEGRADOS. Prof. Eduardo H. S. Oliveira

IDÉIAS SOBRE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS EMPRESARIAIS INTEGRADOS. Prof. Eduardo H. S. Oliveira IDÉIAS SOBRE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS EMPRESARIAIS INTEGRADOS Introdução Nos últimos seis anos, tem ocorrido no Brasil uma verdadeira revolução na área de gestão empresarial. Praticamente, todas as grandes

Leia mais

MMX - Controladas e Coligadas

MMX - Controladas e Coligadas POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.

Leia mais

Caso de sucesso. Impacto no Negócio. A Empresa

Caso de sucesso. Impacto no Negócio. A Empresa Escola disponibiliza acesso wireless de qualidade para alunos, funcionários e visitantes, e contribui para um aprendizado cada vez mais dinâmico. Com o objetivo de aperfeiçoar a iniciativa BYOD (Bring

Leia mais

Agência Nacional de Aviação Civil Brasil Superintendência de Estudos, Pesquisas e Capacitação para a Aviação Civil. Documento informativo

Agência Nacional de Aviação Civil Brasil Superintendência de Estudos, Pesquisas e Capacitação para a Aviação Civil. Documento informativo Agência Nacional de Aviação Civil Brasil Superintendência de Estudos, Pesquisas e Capacitação para a Aviação Civil Documento informativo Treinamento como ferramenta na mitigação de problemas ambientais

Leia mais

ÁGUA: UMA VIAGEM NO MUNDO DO CONHECIMENTO

ÁGUA: UMA VIAGEM NO MUNDO DO CONHECIMENTO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE ASTRONOMIA, GEOFÍSICA E CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS Departamento de Geofísica EXPOSIÇÃO ITINERANTE DO MUSEU DE CIÊNCIAS DA USP ÁGUA: UMA VIAGEM NO MUNDO DO CONHECIMENTO

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Agenda Motivação Objetivos Histórico Família de protocolos TCP/IP Modelo de Interconexão Arquitetura em camadas Arquitetura TCP/IP Encapsulamento

Leia mais

aprovado no Foro de Ministros de Meio Ambiente (2004-2006) para 2005-2007.

aprovado no Foro de Ministros de Meio Ambiente (2004-2006) para 2005-2007. PROGRAMA LATINO-AMERICANO E CARIBENHO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ACORDOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA DO PLACEA: 2005-2007 1 (DOCUMENTO EM VERSÃO PRELIMINAR) Introdução: Os especialistas em Gestão Pública

Leia mais

Desenvolv. do conceito

Desenvolv. do conceito Desenvolv. do conceito Capítulo 2 Desenvol. do conceito Três aspectos frágeis do trabalho com projetos Aceitação Desenvolvimento Preservação do conceito Desenvol. do conceito Como nasce um projeto? Desenvol.

Leia mais