Sistema de Monitoramento e Controle Florestal de Mato Grosso: avaliação dos avanços e novos desafios

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1 Sistema de Monitoramento e Controle Florestal de Mato Grosso: avaliação dos avanços e novos desafios Julio César Bachega Consultor em Gestão Florestal

2 Estrutura da apresentação Resgate dos resultados do seminário anterior Avaliação dos avanços e dificuldades encontradas Atualização sobre aspectos críticos do monitoramento e controle florestal. Fragilidades SISFLORA/DOF Volumes controlados pelos Sistemas Diferenças de nomenclatura e produtos Índices de conversão Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Novos desafios com LC 140 e NCF Conclusões e sugestões de prioridades

3 Pontos fortes e fragilidades apontados no seminário de 2011 Pontos fortes - Processo integração entre Instituições Federais e a SEMA; - transparência através da Internet (SISFLORA e DOF); - DOF e SISFLORA estão em evolução; - Mato Grosso é o estado Amazônico que mais investiu e avançou na gestão florestal; - O nível de segurança da informação dos sistemas equipara segurança de bancos; - O SISFLORA permite o controle de estoque nas empresas. Fragilidades - O controle na origem da madeira é frágil; - a exploração de florestas fora de áreas autorizadas ainda é grande; - A madeira produzida ilegalmente é esquentada no sistema; - Falta integração completa entre DOF e SISFLORA; - (i) falta de recursos humanos qualificados e recursos financeiros para melhorar monitoramento; - (ii) retificação de Autex e GFs como fonte de fraudes; - iii) deslocamento de LAUs e PMFS; - (iv) SISFLORA pesado perante velocidade de internet em alguns locais.

4 Resumo dos problemas identificados no seminário 2011 Temas Problemas apontados Propostas de soluções Inventário amostral em PEFs e DALIs 2 propostas p/ SEMA Indefinições e imprecisão do mapa de vegetação 1 proposta P/SEMA 1- Monitoramento da exploração florestal Faltam monitoramento e controle dos extratores de toras Lacunas no licenciamento, monitoramento, fiscalização e controle das serrarias que operam na ilegalidade Falta monitoramento da exploração florestal por sensoriamento remoto Falta de acompanhamento dos PMFS pelos RT A capacidade de monitoramento em campo da SEMA incompatível 3 proposta P/SEMA 1 proposta P/SEMA e CIPEM 2 proposta P/SEMA 5 proposta P/SEMA 2 proposta P/SEMA 1 proposta P/SEMA

5 Resumo dos problemas identificados no seminário 2011 Temas Problemas apontados Propostas de soluções Sisflora e Simlam não estão totalmente integrados e Simlam não permite que algumas autorizações apareçam no Sisflora. 2 propostas p/sema 1 proposta p/sema e IBAMA 1 proposta p/ibama 2- Operação e Gestão do sistema de informações Índice genérico de conversão de madeira em tora para madeira serrada/ laminada Integração com DETRAN e GF com distância excessiva e transporte ilógico de toras 2 proposta p/sema 2 proposta p/sema Qualidade do controle em outros estados 3 proposta p/sema 1 proposta p/ibama

6 Resumo dos problemas identificados no seminário 2011 Temas3 Problemas apontados Propostas de soluções Falta de integração nas ofertas e aceites. 1 proposta IBAMA 3- Transparência e integração dos sistemas Sisflora e DOF Integração da movimentação intra-estadual e localização de pátios Falta de rastreabilidade da cadeia de custódia. Falta de padronização de conceitos e nomenclaturas 1 proposta p/sema e IBAMA 1 proposta p/sema e IBAMA 2 proposta p/sema e IBAMA 1 proposta IBAMA

7 Estrutura da apresentação Avaliação dos avanços e dificuldades encontradas Atualização sobre aspectos críticos do monitoramento e controle florestal. Fragilidades SISFLORA/DOF Volumes controlados pelos Sistemas Diferenças de nomenclatura e produtos Índices de conversão Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Novos desafios com LC 140 e NCF Conclusões e sugestões de prioridades

8 IBAMA Implementação das ações propostas no Seminário ações propostas para o IBAMA - Implementada : 01 ação - Implementação parcial: 06 ações (em curso) - Não implementadas: 02 ações Justificativas - para melhor controle e integração com os sistemas atuais: desenvolvimento de um novo sistema LAF - duas ações não implementadas: depende da SEMA-MT e do CONAMA Previsão LAF para junho de 2013 Comentário- ações parcialmente implementadas: dependem de evolução do sistema DOF

9 SEMA Implementação das ações propostas no Seminário ações propostas para o SEMA - Implementadas : 06 ações - Implementação parcial: 02 ações - Não implementadas: 20 ações - Sem informação: 01 ação Justificativas - falta de priorização ou de apoio governamental; sobrecarga de trabalho; escassez de recursos humanos ou financeiros. - Durante a reunião de avalição das ações com os representantes da SEMA, também foi justificado que muitas das ações propostas no primeiro seminário não foram repassadas ao nível operacional, e para aquelas que foram passadas, nem sempre houve o apoio institucional e o orçamento para sua implementação.

10 SEMA Implementação das ações propostas no Seminário 2011 Previsão Para 12 das 20 ações não implementadas, não existe previsão de implementação. As demais 8 ações seriam implementadas a partir da reestruturação de normas e procedimentos em discussão na SEMA, com previsão de implementação ainda no ano de 2012, porém não contemplada com previsão orçamentária. Comentário- Imprescindível comprometimento do Governo para reestruturação de normas e procedimentos, contemplando orçamento e planejamento governamental.

11 CIPEM Implementação das ações propostas no Seminário ações propostas para o CIPEM - não implementada. Comentário- a implementação dependia de aprovação do conselho do CIPEM para orçamento. Justificativa não houve interesse dos representantes do Setor Florestal

12 Estrutura da apresentação Atualização sobre aspectos críticos do monitoramento e controle florestal. Fragilidades SISFLORA/DOF Volumes controlados pelos Sistemas Diferenças de nomenclatura e produtos Índices de conversão Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Novos desafios com LC 140 e NCF Conclusões e sugestões de prioridades

13 Estrutura da apresentação Atualização sobre aspectos críticos do monitoramento e controle florestal. Fragilidades SISFLORA/DOF Volumes controlados pelos Sistemas Diferenças de nomenclatura e produtos Índices de conversão Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Novos desafios com LC 140 e NCF Conclusões e sugestões de prioridades

14 Fragilidades SISFLORA/DOF Fragilidades SISFLORA - Falta padronização de produtos, nomenclaturas entre os SISFLORAS; - Relatórios gerencias mais objetivos e críticos; - Falta transparência sobre combate a ilegalidade dentro do sistema; - Informações sobre índices de conversão alterados por empresas; - Falta informações de rendimento da primeira transformação. Fragilidades - DOF - Falta padronização de produtos, nomenclaturas entre o DOF com os SISFLORAS; - Não gera relatórios gerenciais facilmente; - Falta m relatórios gerencias objetivos e críticos; - Falta transparência sobre combate a ilegalidade dentro do sistema; - Informações sobre índices de conversão alterados por empresas; - Falta informações de rendimento da primeira transformação.

15 Estrutura da apresentação Atualização sobre aspectos críticos do monitoramento e controle florestal. Volumes controlados pelos Sistemas Diferenças de nomenclatura e produtos Índices de conversão Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Novos desafios com LC 140 e NCF Conclusões e sugestões de prioridades

16 Volumes controlados pelo Sistema SISFLORA Volumes e valores controlados 2006 a 2012 GF1 e GF3 Tabela 05 - Movimentação de Madeiras em GF a nos SISFLORAS Total GF1 Volume total (milhões de m³) Valor total (milhões de R$) Média m3/gf Média R$/GF Média R$/m3/toras GF1 MT , , ,91 49,99 GF1 PA , , ,62 124,74 Tabela 07 - Movimentação de Madeiras em GF a nos SISFLORAS Total GF3 Volume total (milhões de m³/st) Valor total (milhões de R$) Média m3/gf Média R$/GF Média R$/m3 GF3 MT , , ,38 426,20 GF3 PA , , ,50 246,31

17 Volumes controlados pelo Sistema DOF Volumes controlados 2006 a 2008 Em milhões TOTAL Toras (m³) 1,6 1,3 1,4 4,3 Madeira Serrada (m³) 1,6 7,6 5,4 Lenha (st) 1,0 1,1 1,9 4,0 14,6 22,9

18 Estrutura da apresentação Atualização sobre aspectos críticos do monitoramento e controle florestal. Volumes Controlados pelos Sistemas Diferenças de nomenclatura e produtos Índices de conversão Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Novos desafios com LC 140 e NCF Conclusões e sugestões de prioridades

19 Diferenças de nomenclatura e produtos GF3 MT GF3 PA DOF Aproveitamento de Lâmina Caibro Curto Faqueada Escoramento Aproveitamento de Lâmina Ripa Curta Torneada Estacas Tábua Curta Aproveitamentos de Madeira Lâmina Desenrolada Viga Curta Dormente serrada Lâmina Faqueada Vigota Curta Lenha Lapidado Resíduo fonte de energia Palmito in Natura Lapidados Sarrafo curto Palmito Industrializado Madeira serrada ( (prancha); (caibro); (Bloco, quadrado ou filé);...) Sarrafo Resíduo Miolo de Compensado Pranchões desdobrados Serragem Pranchões desdobrados Briquete Resíduo de Serraria Madeira Serrada Bloco, quadrado ou filé Sobras e Aparas de Madeira

20 Estrutura da apresentação Atualização sobre aspectos críticos do monitoramento e controle florestal. Volumes controlados pelos Sistemas Diferenças de nomenclatura e produtos Índices de conversão Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Novos desafios com LC 140 e NCF Conclusões e sugestões de prioridades

21 ANEXO II - da Resolução CONAMA 411 Coeficiente de Rendimento Volumétrico (CRV) e Coeficiente de Conversão Volumétrica (CCV) Matéria-prima Unid. Produto Unid. CRV (%) CCV (m³) Lenha st Carvão Vegetal MDC 33,33 3 Resíduo de Serraria M³ Carvão Vegetal de Resíduos MDC 50 2 tora/torete M³ Madeira Serrada M³ 45 2,22 tora/torete M³ Lâmina Faqueada M³ 45 2,22 tora/torete M³ Lâmina Torneada M³ 55 1,8 Madeira em geral M³ Carvão Vegetal MDC 50 2 Diferenças de CCV Matéria-prima Produto CCV* DOF CCV SISF MT CCV SISF PA Bloco, quadrado ou filé Lâmina Faqueada 2 1 1,11 Bloco, quadrado ou filé Pranchões desdobrados 2 1,02 2 Dormente Madeira serrada Pranchões desdobrados Madeira serrada 2 1,02 a 1,06 1 Tora Bloco, quadrado ou filé 1,5 2,22 1,66 Tora Dormente 1,5 1,5... Tora Lâmina Desenrolada 2 1,81 1,81 Tora Lâmina Faqueada 2 2,22 2,5 Tora Madeira serrada 2 2,22 2,22 Tora Pranchões desdobrados 2 2,22 2,22

22 Avaliação dos avanços e novos desafios 2012 Desdobramento de madeira Rendimento % MT 45, PA 45, DOF 45 TÁBUA MT 74, PA 74, DOF 100 MADEIRA BENEFICIADA TORA PRANCHA M.S. APLAINADA 4 FACES MT 45, PA 45, DOF 45 MT 85, PA 85, DOF 100 Tora (m³) Tabua (45%) Madeira Beneficiada (74%) Diferença (m³) 5 2,25 1,665 *0,585 Tora (m³) Prancha (45%) Aplainada 4 face (85%) 5 2,25 1,9125 0,3375 * = 1,75 m³ de tora

23 Estrutura da apresentação Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Novos desafios com LC 140 e NCF Conclusões e sugestões de prioridades

24 Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Fragilidades - Processos de autorização burocrático - oportunidades para corrupção e oportunismo politico; - O modelo de inventário florestal e a vistoria frágil; - O modelo de Autex não permite o rastreamento de toras; - Não entrega dos relatórios de exploração; - Não existe monitoramento da exploração por imagens de satélites; - Transparência da situação atual dos PMFS autorizados pela SEMA-MT ou PA pelo IBAMA antes da descentralização; - Existe a possibilidade da SEMA estar autorizando PMFS em áreas já autorizadas pelo IBAMA que não completaram o ciclo; - Problemas no monitoramento das parcelas permanentes; - Problemas nas vistorias a cada dois anos em PMFS; - Incompatibilidades de volumes (Autorizados, explorados e comercializados).

25 Levantamento da situação atual das autorizações florestais e seu monitoramento Incompatibilidades de volumes (Autorizados, explorados e comercializados). Autorizações MT Autorizações PA Autorizações Florestais e Volumes a nos SISFLORAS Total Volume total (milhões m³) Média m3/aut Volume total G1 (milhões de m³) Volume total GF3 (milhões de m³/st) 2.298,00 31, ,95 22,5 23, ,00 28, ,38 19, 4 65,2 Saldo de aproximadamente 10 milhões de m³ de toras

26 Estrutura da apresentação Novos desafios com LC 140 e NCF Conclusões e sugestões de prioridades

27 Novos desafios dados pela Lei Complementar 140/2011 e o Novo Código Florestal 1- Competência para fiscalização, como ficara a integração dos Estados e da União? 2- Processos administrativos do IBAMA sobre auto de infração com base em autorizações estaduais; 3-2 Art. 31 do NCF, estabelece que a aprovação do PMFS confere ao seu detentor a licença ambiental para pratica do manejo florestal; 4 - No Art. 35 do NCF - controle florestal incluirá o sistema nacional integrado com os diferentes entes federativos, coordenado e fiscalizado o IBAMA; 5 - Sobre o documento de transporte, pois em Mato Grosso e no Pará é emitido a GF e no 1 Art. 36 do NFC diz que o documento para transporte no país é o DOF.

28 Estrutura da apresentação Conclusões e sugestões de prioridades

29 CONCLUSÕES Conclusões e sugestões de prioridades - Poucos avanços desde o Seminário de 2011; - Há disposição em melhorar o sistemas maior parte das soluções não foram implementadas; - Na SEMA-MT, faltou um planejamento estratégico; - O setor florestal de Mato Grosso não priorizou alternativas para diminuir a ilegalidade - Os sistemas Sisflora e DOF continuam integração total; - Existem diferenças e discrepâncias nos sistemas SISFLORA-MT, SISFLORA-PA e o DOF; - Falta transparência das informações ao público pelas Secretarias estaduais e pelo IBAMA; - Não há transparência da ocorrência de irregularidades nos sistemas e posterior responsabilização de ilícitos detectados; - Não é feito um monitoramento das autorizações florestais em Mato Grosso, seja das autorizações da SEMA-MT a partir de 2006 ou do IBAMA anterior a essa data; - As fragilidades no monitoramento e controle florestal têm permitido a legalização de madeira explorada ilegalmente; - As atribuições dos Estados e da União no controle florestal e a forma de funcionamento e integração dos respectivos sistemas precisam ser redefinidas à luz da LC 140 e do Novo Código Florestal.

30 Conclusões e sugestões de prioridades Sugestões de prioridades - Estabelecer estratégia para que as propostas de ações para melhoria dos sistemas de monitoramento e controle florestal sejam realmente efetivadas; - Sanar as fragilidades identificadas nos sistema de controle (Sisflora e Dof), inclusive e especialmente em termos de transparência da informação, nos índices de conversão volumétrica e nas autorizações florestais; - Estruturar o monitoramento das autorizações e da execução do manejo florestal a partir de ações conjuntas, para aumentar a transparência e a eficiência do controle; - Definir a implementação das regulamentações da LC 140 e do Novo Código Florestal.

31 Sistema de Monitoramento e Controle Florestal de Mato Grosso: avaliação dos avanços e novos desafios Julio César Bachega Consultor em Gestão Florestal

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