II SEMANA DE EXTENSÃO DE ECOTURISMO: Empreender com o Ecoturismo PROJETO DE ROTEIRO DE TURISMO CIENTÍFICO E ECOLÓGICO TRILHA DA PORTEIRA

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1 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SERGIPE II SEMANA DE EXTENSÃO DE ECOTURISMO: Empreender com o Ecoturismo PROJETO DE ROTEIRO DE TURISMO CIENTÍFICO E ECOLÓGICO TRILHA DA PORTEIRA Maio / 2008

2 SUMÁRIO 1. Apresentação Dados técnicos Objetivos Justificativa Metodologia Estratégias de desenvolvimento Escolha do Público-alvo Roteiro sugerido: Caminhada Interpretativa Trilha da Porteira Cronograma de atividades Desenvolvimento da Trilha da Porteira Investimentos Quotas de Participação...09 Referências

3 1 APRESENTAÇÃO O Curso de Graduação Tecnológica em Ecoturismo do Centro Federal de Educação Tecnológica de Sergipe CEFET desenvolve anualmente a Semana de Extensão, uma atividade que objetiva aplicar os conhecimentos teóricos e desenvolver as habilidades necessárias para a formação profissional dos alunos. A extensão é o processo educativo, científico e cultural que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável, desenvolvendo ações direcionadas ao atendimento das demandas da comunidade. As atividades visam agregar o ensino e a pesquisa viabilizando uma relação transformadora entre universidade e sociedade. Trata-se de um processo educativo, pois leva o conhecimento produzido pelo grupo acadêmico à comunidade externa, adequando-o à realidade em que se insere e, ao mesmo tempo, atendendo as novas demandas que vão surgindo, gerando novos conhecimentos. O ecoturismo é considerado no CEFET-SE um modelo de gestão da atividade turística que busca desenvolver ações de forma planejada, considerando-se a conservação ambiental, o fomento à geração de renda das populações locais, bem como a valorização da identidade local. Os profissionais que se formam no curso de Graduação Tecnológica em Ecoturismo devem ter capacidade de planejar, operar, orientar, avaliar e monitorar atividades turísticas em áreas naturais e urbanas, integrando e incluindo a comunidade do entorno nesse processo. O tema desse ano para o projeto de extensão Empreender com o Ecoturismo vem despertar o perfil empreendedor dos discentes de Ecoturismo para a elaboração de produtos ecoturísticos. Os alunos do 4º período irão elaborar e operacionalizar um Roteiro de Turismo Científico e Ecológico - intitulado Trilha da Porteira - na Reserva do Caju, propriedade da Embrapa, localizada no município de Itaporanga d'ajuda. Através desse projeto, pretende-se sensibilizar crianças de uma escola pública que estejam no 7 ano do ensino fundamental sobre as questões ambientais. Estas terão o primeiro contato com os discentes do CEFET-SE em sala de aula da sua própria escola, quando serão abordados aspectos relacionados à degradação ambiental e a um ecossistema de restinga, que se insere nos domínios do Bioma Mata Atlântica. Em um segundo momento, as crianças serão levadas a reserva onde, na Trilha da Porteira, identificarão peculiaridades do ecossistema. A interpretação da natureza é uma atividade educativa, cujo propósito é dar a conhecer o significado dos recursos por meio de aspectos originais por experiência direta ou por meios ilustrativos, ao invés do simples comunicar de sua significância ou importância.( Novaes, p. 97). A atividade acontecerá no dia 05 de junho de 2008, no turno da tarde e terá como convidados, além dos alunos da escola pública selecionada total de 20 alunos representantes do Corpo Diretivo do CEFET-SE, Gestores de Operadoras Turísticas, Representantes da EMBRAPA e da Comunidade do entorno. 3

4 A Reserva do Caju A Reserva do Caju, legalmente denominada Campo Experimental de Itaporanga, tem hectares, dos quais 860 estão em processo de implantação de Reserva Particular do Patrimônio Natural (IBAMA/SE Proc ). A Reserva pertence à Embrapa Tabuleiros Costeiros e está situada no município de Itaporanga D Ajuda, SE, às margens da Rodovia SE 100, km 03 (11 07 S e W), a 28 km de Aracaju. Tem como objetivo ser um centro de referência em Educação Ambiental. A importância da Reserva do Caju no cenário de desenvolvimento de Sergipe reside no fato de que na baixada litorânea do sul de Sergipe a especulação imobiliária, expansão do turismo de resorts e projetos de cultivo de camarão estão avançando muito rapidamente. Recentemente, o governo do Estado iniciou a construção de uma ponte sobre o rio Vaza- Barris, a 20 km ao sul do centro de Aracaju e a 3,0 km da Reserva do Caju, para dar maior vazão ao turismo no sul de Sergipe e facilitar a ligação entre Aracaju e Salvador via praias. Ao mesmo tempo em que promoverá melhores condições para o desenvolvimento regional, ele também elevará a pressão da especulação imobiliária. O entorno da Reserva do Caju tem comunidades de pescadores, assentamentos rurais, fazendas de cultivo de camarão e de coco e, ultimamente, os empreendimentos de turismo estão comprando propriedades vizinhas. A Reserva possui uma vocação natural para atividades de educação ambiental. Atualmente, já há uma boa estrutura de visitação na Reserva do Caju, contando com área administrativa, cozinha, auditório, alojamento e residência de funcionários, além das estruturas básicas de um campo experimental, como tratores, animais, equipamentos para irrigação, ferramentas, entre outros. O projeto de gestão ambiental permite iniciar as atividades de educação científicoambiental, recebendo escolas municipais, agricultores de um assentamento rural vizinho e pescadores da Ilha Mem de Sá, vizinha à Reserva. Até o momento, foram realizadas algumas visitas de indivíduos e grupos, em caráter inicial e experimental, mas pôde-se perceber a vocação da Reserva para estas atividades e entender que há possibilidades de expansão da quantidade e da diversidade do público-alvo. Todas essas ações já realizadas e planejadas marcam o reconhecimento da importância de educar crianças das zonas urbana e rural, de professores de colégios urbanos e rurais, agricultores da baixada litorânea do sul de Sergipe e turistas de qualquer parte que visitam Aracaju. Este roteiro será apresentado à comunidade local, através dos atores sociais, ressaltando a possibilidade de desenvolvimento da atividade turística como caminho à sua sustentabilidade e conseqüentes melhorias da qualidade de vida. 4

5 2 - DADOS TÉCNICOS Instituição Organizadora CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SERGIPE CEFET-SE Av. Engenheiro Gentil Tavares da Mota, 1166 Bairro Getúlio Vargas CEP: Aracaju/SE PABX Ramal: Fax: (79) Diretor Geral Prof. Joarez Vrubel Vice-diretor geral Prof. José Luciano Mendonça Moraes Diretor da Unidade Sede Prof. Fernandes Barbosa Monteiro Diretor de Ensino Marise Dias Freitas Diretor de Relações Empresariais e Comunitárias Prof. Edvaldo Alves de Oliveira Diretor de Administração e Planejamento Maria da Conceição Santos de Mendonça Gerente de Apoio ao Ensino Jailson Cardoso dos Santos Gerente do Ensino Superior Prof. Antonio Wilson Macedo C. Costa Coordenadora do Curso Prof. Cristiane Santos Picanço Professores Orientadores: Professora Cristiane Santos Picanço Professor Claúdio Roberto Braghini Professores Colaboradores: Professor Ailton Ribeiro Professor José Welligton Professora Ilka Bianchini Professor Jorge Sotero Alunos responsáveis pela atividade de extensão 4º período: Acácia Santos da Silva Aisla Souza Vasconcelos Andrezza Kelley Reis Santos Karoline Cardoso Santos Edilana Christina P. da Costa Santos Gicélia da Paixão Menezes Julliangeisa de Menezes Alcioly Karoline Ketelin Moura Souza Joana Lins G. de Carvalho Lyslaine Celestino de Sena Lucirany Guerra Santos Manuel Messias Santos Júnior Marcus Vinícius de Jesus Mota Manuella Ferreira de Lima Maria Telma de Jesus Renata Jacira Costa Mendes 5

6 Instituição Parceira EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Tabuleiros Costeiros Av. Beira Mar, Jardins. CEP Aracaju-SE. Fone: (79) Fax: (79) Responsáveis: Alexandre C. Tommasi Analista em Transferência de Tecnologia. Daniel Mascia Vieira Pesquisador em Ecologia Erivaldo F. Moraes Supervisor de Campo Fernando F. Curado Pesquisador em Desenvolvimento Sustentável 3 OBJETIVOS Objetivo geral Gerar possibilidades de desenvolvimento do turismo ecológico-científico na Reserva do Caju, fundamentado no modelo de gestão ecoturístico. Objetivos específicos Fazer análise macro ambiental interna e externa da Reserva do Caju; Criar um roteiro ecológico composto de trilhas, compreendendo todas as suas etapas; Promover o Roteiro Ecológico para um público alvo selecionado: escola pública, agências de receptivo, representantes do CEFET/SE, representantes da Embrapa e representantes da comunidade; Operacionalizar um Roteiro Turístico; Despertar os princípios da conscientização ambiental no público selecionado; Apresentar ao público selecionado uma das possibilidades do turismo e fomento da economia local, através da utilização dos recursos da Reserva do Caju; 4 JUSTIFICATIVA O projeto de Roteiro Turístico e Ecológico Trilha da Porteira parte do pressuposto de que as escolas devem se aproximar da realidade ambiental. É necessário sensibilizar os alunos sobre a importância e o processo de degradação que o meio ambiente vem sofrendo, utilizando para isso, uma abordagem crítica e participativa que levará a compreensão de que o homem não pode ser encarado como um elemento à parte do meio ambiente, e que os impactos antrópicos negativos não se restringem geograficamente. Diante dos grandes problemas ambientais que se tem avolumado nessas últimas décadas, a Educação Ambiental pelo turismo, tem sido apontada como alternativa em busca da melhoria da qualidade de vida do homem e como um caminho no sentido de vislumbrar um turismo durável.(xavier, p. 81) Partindo desses princípios, são necessárias informações. Quanto mais a questão estiver em pauta nos diversos setores da sociedade, entre os jovens que funcionarão como canalizadores e nos meios de comunicação, mais clara e familiar ela se torna. Todas as instituições que atuam com o turismo devem ter responsabilidade quanto à formação das pessoas e trabalhar não somente a partir do aspecto econômico. É importante que a proposta 6

7 seja ampla, no sentido de abarcar as várias instituições que atuam com turismo para que possam ter responsabilidades quanto à formação das pessoas e trabalhar não somente a partir do econômico, mas também, do social e do ecológico. Os projetos devem ultrapassar o imediatismo e considerar a capacidade de regeneração dos ecossistemas. Por fim, pretende-se fomentar a idéia da transformação da Reserva do Caju em um produto turístico a ser comercializado, aplicando os parâmetros de desenvolvimento sustentável e o modelo de gestão em ecoturismo. De acordo com o documento Diretrizes para uma política Nacional de Ecoturismo, publicado pelo Grupo de Trabalho Interdisciplinar, em 1994, o ecoturismo é um segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista por meio da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações envolvidas. 5 - METODOLOGIA A metodologia utilizada foi: pesquisa bibliográfica, através de livros que abordam a temática de educação ambiental, ecoturismo e marketing do turismo, além de dados da Instituição Embrapa; pesquisa de campo, onde pôde-se levantar dados através da análise macro-ambiental interna, que consiste na elaboração de um inventário turístico para detalhar os atrativos, equipamentos e a infraestrutura local, seus pontos positivos e negativos à viabilização do projeto. As informações coletadas deram suporte para a criação do Roteiro de Turismo Científico e Ecológico na Reserva do Caju a fim de proporcionar aos alunos convidados uma maior proximidade com o meio ambiente para que assim possam entender a dinâmica dos ecossistemas e sua importância. Escolheu-se para a efetivação desse projeto uma escola pública de ensino fundamental considerando que esta dispõe de oportunidades mais escassas para participar de atividades extraclasse como também aproximar. A seleção contemplou os discentes do 7º ano pelo fato de que estes já analisam no período letivo, conceitos ecológicos e estudos sobre os seres vivos. Na atividade participarão 20 alunos selecionados pela própria escola. 6 - ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO Escolha do Público-alvo Aracaju. Escola pública - 20 alunos de 7º ano, selecionados pela própria escola; CEFET/SE e EMBRAPA 02 representantes de cada instituição; Comunidade do entorno da reserva 03 atores sociais, líderes comunitários; Agências receptivas representantes de 03 agências que operam com receptivo em Roteiro sugerido: Caminhada Interpretativa Trilha da Porteira 12:00h Saída da escola; 13:00h Chegada do ônibus à Reserva do Caju; 13:20h Dinâmica de alongamento e integração; 13:30h - Condução do grupo pela trilha Atividades desenvolvidas durante a caminhada: condução do grupo a 4 pontos, onde serão feitas observações sobre a dinâmica do ambiente, características da vegetação de acordo com as espécies dominantes, cor e umidade do solo, umidade do ar, vestígios de corte de madeira e queimada, presença de matéria orgânica e luminosidade. Serão discutidos conceitos sobre fotossíntese, decomposição, cadeia alimentar e sucessão ecológica. 14:45h Pausa para o lanche 7

8 Será organizado um piquenique no último ponto da trilha. A refeição será composta por frutas, sucos e sanduíche. 15:10 Realização de atividade avaliativa, na qual os grupos irão destacar aspectos relevantes sobre os três pontos que foram observados; 16:15h - Acomodação no mini auditório, onde serão revistas algumas informações sobre a reserva, assim como o fechamento da atividade com uma avaliação junto aos alunos sobre a proposta desenvolvida na Trilha da Porteira; 17:00h Retorno para Aracaju Cronograma de atividades Atividades Responsáveis Data Limite Elaboração do projeto, ofícios, memorandos, etc. Captação de recursos para elaboração do material comunicacional: logomarca, folder e banner. Convite e apresentação do Projeto ao CEFET-SE, EMBRAPA, Agências receptivas e Representantes da comunidade local. Aluguel do ônibus. Convite e apresentação do Projeto à escola. Aluguel de recursos audiovisuais para apresentação. Captação de recursos para: confecção de camisas para os organizadores; bonés e canecas para os alunos; alimentação e água. 1ª fase do projeto: Apresentação do projeto e proposta da atividade aos alunos, em sala de aula Apresentação do projeto no Seminário da Semana de Extensão de Ecoturismo 2 Fase do projeto: Execução do Roteiro de Turismo Científico e Ecológico. Agradecimento às empresas ; Elaboração de relatório da atividade; Avaliação geral da proposta. Karoline Ketilin Manuella, Julliangeisa Joana, Manuel Renata 12/05/2008 a 13/05/ /05/2008 a 21/05/2008 Andrezza, Gicélia Lucirany 13/05/2008 a 21/05/2008 Andrezza, Gicélia Lucirany Karoline Cardoso, Telma Marcus Aisla, Lyslaine Acacia Karoline Ketilin Gisélia Todos os alunos do 4 período do curso de Ecoturismo. Todos os alunos do 4 período do curso de Ecoturismo. Todos os alunos do 4 período do curso de Ecoturismo. 13/05/2008 a 21/05/ /05/2008 a 21/05/ /05/2008 a 21/05/ /05/2008 a 30/05/ /05/08 05/06/ /05/2008 8

9 6.4 - Desenvolvimento da Trilha da Porteira Horário Responsáveis Atividade 12h00 Driely, Marcus e Renata Conduzir as crianças da escola à Reserva do Caju. 13h20 Driely, Marcus e Renata Dinâmica de alongamento e integração. 13h30 Acácia, Lislayne, Joana, Karoline, Lucirany, Manuella, Aisla e Condução do grupo pela trilha. 14h45 16h15 Edilane Telma, Andrezza e Caroline Cardoso Todos Piquenique. Avaliação da atividade junto aos alunos. 17h00 Todos Retorno a Aracaju 7 INVESTIMENTOS Alimentos e bebidas Discriminação Quantidade Valor unitário (R$) Valor total (R$) Sanduíche 50 1,50 75,00 Água 100 1,00 100,00 Frutas 5 Kg 3,00 15,00 Suco 50 0,80 40,00 Doce 50 0,25 25,00 Material comunicacional Discriminação Quantidade Valor unitário (R$) Valor total (R$) Data show ( locação) 1 100,00 100,00 Notebook ( locação) 1 100,00 100,00 Folder 50 3,50 175,00 Banner 2 (1x1) 50,00 50,00 Transporte Discriminação Quantidade Valor unitário (R$) Valor total (R$) Ônibus ( locação) 1 (46 lugares) 350,00 350,00 Topic( locação) 1 100,00 100,00 9

10 Outros Discriminação Quantidade Valor unitário (R$) Valor total (R$) Camisas 50 12,00 600,00 Canecas 50 1,00 50,00 Bonés 50 7,00 350,00 Adesivos p/ canecas 50 0,50 25,00 Tenda (locação) 2 25,00 50,00 Toalhas 5 5,00 25,00 Cal 1 2,00 2,00 Custo Total 1.597, QUOTAS DE PARTICIPAÇÃO As empresas que participarem da realização da atividade estarão desenvolvendo responsabilidade social e contribuindo para o fomento de novas idéias na área da educação. Todas as empresas terão sua marca divulgada em folder, banner, camisetas e materiais necessários para a execução e divulgação da atividade, ou da forma que acharem mais conveniente. Ficará a critério destas o valor para a contribuição da atividade. 1

11 Referências BARRETO, M. e TAMANINI, E. Redescobrindo a Ecologia no Turismo. 1 edição. Ucs editora: 2002; DIAS, Genebaldo Freire. - Educação Ambiental - Princípios e Práticas - 4ªedição - Editora Gaia Ltda, Educação Ambiental em Unidades de Conservação. Governo do Estado de São Paulo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Manual Técnico da Vegetação Brasileira. Rio de Janeiro, Princípios e Práticas de Educação Ambiental. Apostila: curso. Curitiba: Universidade Livre do Meio Ambiente Acesso em 12 de maio de

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