Anexo 4. Anexo 4. Texto fornecido aos alunos sobre a problemática em estudo

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1 Anexo 4 Texto fornecido aos alunos sobre a problemática em estudo 189

2 O Buraco na Camada de Ozono A atmosfera, é uma mistura gasosa que envolve o globo terrestre, com uma espessura superior a 1000 km. É caracterizada por variações de temperatura e pressão com a altitude. Na realidade, as variações de temperatura média com a altitude estão na base da distinção das diferentes camadas da atmosfera, com diferentes composições em: troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera. Fig. 1- Estrutura vertical da atmosfera, baseada na variação das características térmicas, em altitude Por agora, vamo-nos centrar numa região particular da atmosfera, que se situa entre aproximadamente os 10 km e os 50 km: a Estratosfera. Nos seus principais gases constituintes esta região é semelhante à troposfera. Todavia, a elevada energia da radiação nesta região conduz a reacções diferentes daquelas que são encontradas próximo da superfície da Terra. A mais importante dessas reacções é relativa à síntese e à decomposição de um gás constituído por três átomos de oxigénio (O), o ozono (O 3 ). Foi em 1930 que o cientista inglês, Sydney Chapman, propôs pela primeira vez um mecanismo, para explicar a produção e a destruição do ozono na estratosfera. Este mecanismo é designado por Mecanismo de Chapman. 190

3 Fig. 2- O amigo ozono, mascote representando a molécula de ozono, que é composta por três átomos de oxigénio O ozono acumula-se principalmente na região da atmosfera, onde é produzido, numa camada com cerca de 15 km de espessura, designada por "camada de ozono". Esta desempenha um papel fundamental para a vida na Terra, ao absorver grande parte (mais de 95%) da radiação ultravioleta proveniente do sol, que de outro modo atingia a Terra. No entanto, há já algum tempo os cientistas estão preocupados com a diminuição da espessura da camada de ozono, o que irá fazer com que a quantidade de radiação ultravioleta que atinge a Terra aumente, podendo causar muitos problemas de saúde humana. Esta radiação é a principal causa de ocorrência de cancros de pele e tem ainda a capacidade de enfraquecer o sistema imunológico, o que ajuda os cancros não só a estabelecerem-se, mas também a crescerem rapidamente. A radiação ultravioleta é também a principal causa da formação de cataratas (opacidade do cristalino dos olhos), provocando a cegueira a pelo menos 12 milhões de pessoas no mundo e a diminuição da visão a outros 18 milhões. Mas não é só o Homem que é afectado com o acréscimo da radiação ultravioleta. A maior parte das espécies é directa ou indirectamente afectada. O crescimento das plantas terrestres reduz-se e o plâncton, que constitui a bases das cadeias alimentares em rios e oceanos, é parcialmente destruído, com a intensificação desta radiação. Consequentemente, também a base da nossa alimentação fica posta em causa. Fig. 3- A Terra protegida 191

4 A primeira manifestação da redução da camada de ozono foi descoberta sobre a Antárctida, em 1986, pelo físico britânico Joseph Farman. Porém, actualmente o perigo já não se restringe só ao continente antárctico, pois em várias regiões a membrana protectora está a ficar mais fina, permitindo a intensificação da quantidade de radiação ultravioleta que atinge a Terra. O principal responsável por esta destruição é o Homem ao utilizar os clorofluorcarbonetos CFCs. Fig. 4- Composição dos CFCs. Este tipo compostos, são moléculas que contém necessariamente átomos de cloro (Cl) e de flúor (F). Estes compostos foram criados pelo Homem, em laboratório, nos finais dos anos 20. Não são tóxicos, nem inflamáveis e o único agente capaz de os destruir na atmosfera é a radiação ultravioleta. Como esta radiação não existe em grandes quantidades a baixas altitudes, devido à membrana protectora na estratosfera, os CFCs permanecem durante décadas (de 67 a 111 anos, de acordo com o tipo de composto) no seu percurso até à estratosfera. Aí são quebrados pela radiação ultravioleta do sol, libertando-se cloro (Cl). Este átomo combina-se o ozono, destruindo-o. Os CFCs são utilizados como gases de arrefecimento em frigoríficos e em aparelhos de ar condicionado, como gases propulsores de sprays e na produção de espumas. 192

5 Fig. 5- Utilização dos CFCs À semelhança dos CFCs, os halons utilizados nos extintores de incêndio têm o mesmo efeito destruidor sobre a camada de ozono devido ao bromo (Br) presente nesses compostos, que reage da mesma forma que o cloro. Fig. 6- Utilização dos halons Assim sendo é conveniente não adiar mais a protecção da camada de ozono para o futuro. Cabe-nos a nós deixar de contribuir para a sua destruição já que somos os principais responsáveis. Devemos então: - Deixar de utilizar lacas, desodorizantes, tintas em sprays e outros sprays que contenham na sua constituição CFCs - Tentar explicar aos nossos pais, amigos e colegas que eles devem também deixar de utilizar os produtos que possuam CFCs e halons - Entretanto, enquanto não se recupera a espessura da camada de ozono, vale a pena termos medidas de protecção face à radiação ultravioleta, nomeadamente como: a exposição ao sol em horas adequadas, o uso protectores solares, 193

6 Fig. 7- Ao contrário deste menino quando vamos à praia devemos tomar medidas de protecção face à radiação ultravioleta Sobre Portugal, a redução do ozono na estratosfera é já na ordem dos 4%. Por isso é importante não adiar mais a prevenção ambiental para o futuro, pois ao ritmo actual de poluição e degradação a espécie humana poderá deixar de ter condições de sobrevivência. Fig. 8-A Terra, planeta maravilhoso em que vivemos, precisa das nossas boas atitudes para que a vida continue 194

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