4. O Grupo de Trabalho foi convidado a adoptar a Agenda da reunião do CMP 2011, e está em anexo no Apêndice C.

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1 1 ACTA DA 17ª REUNIÃO DO COMITÉ MARÍTIMO PERMANENTE (CMP) DO COMITÉ INTER ESTATAL DE DEFESA E SEGURANÇA (CIEDS): SWAKOPMUND, NAMÍBIA, DE 21 À 22 DE FEVEREIRO DE 2011 INTRODUÇÃO 1. A Sessão do Grupo de Trabalho da 16 a Reunião Anual do Comité Marítimo Permanente (CMP) do CIEDS, realizou se de 21 a 22 de Fevereiro de 2011, em Swakopmund, Namíbia. A sessão foi Presidida pelo Sr. Capitão de Mar e Guerra A.P. Amungulu (Marinha de Guerra da Namíbia). A reunião dos Chefes das Delegações foi realizada no período de 23 á 25 de Fevereiro de 2011, e foi presidida pelo Contra Almirante P.H.Vilho, Comandante da Marinha de Guerra Namibiana. ABERTURA OFICIAL 2. A reunião foi aberta oficialmente pelo Presidente, Contra Almirante P.H.Vilho. O texto complete do seu discurso está em anexo no Apêndice A. PRESENÇAS 3. Estiveram presentes oito estados membros do CMP, sendo: Angola, África do Sul, Botswana, Moçambique, Namíbia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe. Seychelles anteciparam o Secretariado que não podia estar presente. Maurícias e Suazilândia estiveram ausentes sem justificação. A lista completa de presenças está em anexo no Apêndice B. ADOPÇÃO DA AGENDA 4. O Grupo de Trabalho foi convidado a adoptar a Agenda da reunião do CMP 2011, e está em anexo no Apêndice C. INFORMAÇÕES 5. Angola apresentou uma conferência ao CMP 2011 sobre Reflexão no Domínio Marítimo no Golfo da Guiné, e seus Impactos na SADC e lições aprendidas. Moçambique apresentou uma conferência sobre Os Desafios Navais no Século 21 e o seu Impacto na SADC, e Estratégias para lidar com esses desafios. As apresentações de Angola e Moçambique encontram se no anexo D respectivamente.

2 2 INDICAÇÃO DO PRESIDENTE DESIGNADO 6. De acordo com o relatório dos procedimentos da 16ª Reunião do CMP 2010, o Comité nomeou a Namíbia para presidir a Reunião do CMP 2011 até o final da 17ª Reunião do CMP REVISÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DAS DECISÕES DO CMP 2010 EXERCÍCIOS COMBINADOS EXERCÍCIOS COMBINADOS 7. Implementação dos Planos e Decisões. O Comité recordou que na sua reunião em Maputo, Moçambique, havia recomendado o seguinte: 8. A RSA desenvolverá um plano para realizar um exercício de Busca e Salvamento (SAR) com Angola e Namíbia antes de 30 Junho de Foi recomendado que o exercício seria realizado durante o mês de Março de 2011 em Angola. Foi ainda recomendado que Angola deveria convidar todos os Estados Membros na condição de observadores até 30 de Agosto de Acções Empreendidas a. Autoridade de Segurança Marítima Sul Africana (SAMSA) forneceu um programa e confirmou que os cursos são grátis. Os estados membros irão, contudo serem responsáveis pelos custos da viagem e acomodação dos seus delegados. Angola organizou um curso de busca e salvamento com a SAMSA de 28 de Fevereiro à 4 de Março de Angola, Namíbia e África do Sul, indicaram os seus candidatos para o referido curso. O contacto na SAMSA é o Sr. Mr Johan Carstens (contacto / e mail b. Devido a não disponibilidade de navios, a MGSA não irá realizar o exercício INTEROP WEST durante o primeiro semestre de O exercício SAR 2011 irá contudo ser realizado em Angola no dia 3 de Março de Angola e Namíbia irão participar no exercício. c. Angola informou que a autorização para a realização deste exercício foi recebida tarde, mas convidou outros estados membros a participarem no exercício no dia 3 de Março de Foi recomendado que as lições aprendidas neste exercício deverão ser usadas para futuros exercícios SAR. d. O Secretariado irá contactar a Autoridade de Segurança Marítima da África do Sul (SAMSA), para organizar outro curso de Busca e Salvamento (SAR) durante o mês de Maio de Ainda foi recomendado que uma reunião de planeamento deverá ser realizada na África do Sul durante o mês de Julho de 2011 e que deverá ser realizado um exercício SAR entre o mês de Setembro e

3 3 Outubro de 2011 na Costa Leste de África. Os convites para a reunião de planeamento e exercício SAR serão enviados pelo secretariado no dia 30 de Abril de e. O Comité decidiu que um exercício conduzido pela SADC (Busca e Salvamento, combinado com o exercício de mergulhadores) será realizado na Tanzânia durante os meses de Outubro/Setembro de Deverá ter grande cobertura da média e envolvimento da população local deve ser enfatizado para fortalecer a Marinha de Guerra Tanzaniana. A MGSA irá acometer o navio SAS DRAKENSBERG e uma fragata para o exercício. Tanzânia informará o secretariado quando receberem a autorização superior. 10. Relatório das actividades do CMP. Foi recomendado elaborar um relatório das actividades do exercício do CMP deverá ser submetido ao secretariado de maneiras que o progresso das actividades possa ser visível. 11. Acções empreendidas: a. Foi distribuído Um formato padrão de relatório à todos os estados membros através da carta VSH/R/311/10/8 (CMP) datada de 3 Fevereiro de Foi recomendado que os estados membros o usam deste formato para futuras actividades do CMP dentro dos seus ambientes. Assunto encerrado. 12. Exercícios Bilaterais e Multilaterais. Foi recomendado que os estados membros deverão avisar o secretariado sobre os exercícios bilaterais e multilaterais para serem publicados no Sítio Web do CMP. 13. Acções empreendidas a. O sítio Web oficial ainda não está finalizado. As cartas e lembretes foram enviadas para a Sede da SADC, mas não recebemos nenhuma orientação adicional. O secretariado continuará a usar o actual sítio Web do CMP ligado ao sítio Web da MGSA. Botsuana informará ao secretariado o progresso até do dia 30 de Abril de b. Os estados membros foram recordados a submeterem as suas actividades (bilaterais/multilaterais) ao secretariado. A República da África do Sul (RSA) é o único que submeteu alguns dados e nenhuns outros dados foram recebidos pelo Secretariado. O programa de exercícios da MGSA para 2011/2012 foi distribuído a todos estados membros através da carta VSH/311/10/8 datada de 3 de Fevereiro de O programa de exercício também foi colocado no sítio Web do CMP.

4 4 c. A RSA aconselhou aos estados membros que deverão informar o secretariado, por conveniência o mais cedo seus desejos em participar nos exercícios da RSA. d. A Tanzânia avisou que está planeado um exercício multilateral (EXECRCÍCIO CUTLASS EXPRESS) durante o mês de Outubro de O objectivo principal deste exercício é testar os Centros de Coordenação Marítima (CCM) da Tanzânia, Quénia, e Seychelles para o combate aos crimes marítimos especialmente a pirataria. Tanzânia enviará um relatório ao secretariado sobre as lições aprendidas no exercício até 30 de Novembro de Tanzânia informou ainda que este exercício não irá interferir no exercício da SADC planificado para Outubro de Exercícios no lago Malawi. O CMP lembrou que Malawi assumiu em entrar na etapa de planeamento para possível acolhimento de exercícios no lago Malawi entre os três países (Malawi, Moçambique e Tanzânia). 15. Acções empreendidas a. O CMP discutiu sobre o exercício no lago Malawi e aceitou que o assunto será discutido com mais detalhe no CMP Fevereiro de 2011 devido ao assunto que foi levantado acerca deste exercício na reunião Ministerial. O grupo de trabalho poderá não fazer mais nenhuma recomendação, pelo facto de o Malawi encontrar se ausente. b. Durante a reunião, Moçambique informou que não houve nenhum desenvolvimento neste assunto e sugeriu que fossem exploradas outras possibilidades como aquela do exercício com a Tanzânia. Mas a Tanzânia que este assunto devia manter se até que Malawi se pronunciasse ao Comité. Ficou decidido que o Presidente deverá fazer um relatório ao Subcomité de Operações explicando o porque que este exercício foi recomendado originalmente e solicitar que seja concedido autorização para a realização deste exercício. TROCA DE INFORMAÇÕES 16. O Comité recomendou que o Subcomité de Defesa e Inteligência foi solicitado a ter acção apropriada para assegurar a distribuição e promulgação do Memorando de Entendimento na troca de informações de defesa e Inteligência á todos os Estados Membros. 17. Acções empreendidas

5 5 a. Um conceito do Memorando de Entendimento (ME) na troca de informações de defesa e inteligência foi distribuído pelo secretariado através da carta VSH/R/311/10/8 (CMP) datada de 3 de Fevereiro de Os estados membros foram encorajados a utilizar este esboço de ME para troca de informações entre eles. Assunto encerrado. ESTRATEGIA, DOUTRINA E PROCEDIMENTOS 18. O Comité recomendou que, uma vez que o Conceito de operações foi aprovado, deveria fazer parte dos Procedimentos padrão da Força em Alerta da SADC (Componente Marítima). O Comité decidiu criar um Grupo de Trabalho Estratégico em que cada estado membro nomeie um candidato. 19. Acções empreendidas a. Recebeu se as seguintes nomeações: i. Angola: CFR José Manuel António ii. Botsuana: Maj D. Goleanye iii. Moçambique: CFR Torees Traquino Cavai iv. Namíbia: CFR J.J.Claasen v. África do Sul: CMG P. Eldon vi. Tanzânia: TCOR M.M. Mumanga vii. Zâmbia: TCOR M. Nyirenda b. Foi decidido que Grupo de Trabalho Estratégico, deverá reunir na RSA, no mês de Agosto de O Grupo deve compilar a estratégia marítima da SADC e submeter na reunião do CMP c. Esboço de Estratégia da UA. O Secretariado não recebeu nenhuma informação adicional acerca do projecto estratégico da União Africana (UA). Os Estados Membros foram recordados a submeterem seus contributos no Projecto de Estratégia da UA através da carta VSH/R/311/10/8 (CMP) datada de 3 de Fevereiro de Os estados membros comprometeram se submeter seus contributos até 30 de Março de 2011.

6 6 DOCUMENTAÇÃO DO CIEDS 20. Segurança Marítima. O Comité recomendou com específica referência para a implementação do Código Internacional de Segurança dos Portos e Navios (Código ISPS) da Organização Marítima Internacional, que todos os estados membros devem estar de acordos com este código. 21. Acções empreendidas a. Foi enviada uma carta ao CIEDS para confirmar o acordo dos estados membros com o código ISPS com a excepção de Seychelles, Maurícias e RDC. Estados membros foram recordados que o acordo com este código está em curso e deverão efectuar uma monitorização regular dos seus portos numa base contínua. Assunto encerrado. FORÇA DA SADC EM ESTADO DE ALERTA 22. O Comité recomendou que, a nível nacional, é vital que os estados membros assegurem o envolvimento dos seus especialistas de planificação militar estarem integrados na componente marítima proposta e quando o acordo marítimo estiver concluído e consolidado, o presidente devia recomendar a sua aceitação pelo Subcomité de Operações. 23. Acções empreendidas a. Foi enviada uma carta ao Subcomité de Operações contendo os compromissos que foram submetidos por vários países. b. A RSA recomendou que estes compromissos deverão ser testados operacionalmente. É Chegado o momento que todos os estados membros deverão apelar aos seus líderes para investirem mais nas suas respectivas Marinhas. c. Os estados litorais da SADC deverão entrar em acordos para a construção e reequipamento com plataformas marítimas (ex: Navios de Patrulha Oceânica/Costeira). Foi recomendado que o Grupo de Trabalho Estratégico deverá fazer pesquisa sobre o assunto.

7 7 REQUISITOS PESSOAIS 24. O Grupo de Trabalho do CMP notou que não existe nenhum oficial da componente naval no Grupo de Planificação da SADC em Gaborone. O presidente irá submeter este requisito ao Comité de Defesa para posterior acção. 25. Acções empreendidas a. Moçambique informou que endereçou uma carta ao Subcomité de Operações com a intenção de criar o posto. Até ao momento não se recebeu nenhuma resposta. Moçambique vai continuar com os seus contactos com o Subcomité de Operações sobre o assunto. De igual modo será enviada uma cópia da carta ao secretariado até 30 de Setembro de O secretariado não recebeu nenhum dado adicional. b. Moçambique procedeu a entrega de uma cópia ao secretariado e continua a aguardar o feedback do Subcomité de Operações. Foi decidido que é necessário mais trabalho para satisfazer se os requisitos. O secretariado fará mais consultas (ex: nível de posto necessário, descrição da função, etc) e informar na próxima reunião do CMP Destacamento de cargo na Sede da UA. Tal como o continente está empenhado em projectar estratégia marítima integrada, há a necessidade urgente em indicar um perito marítimo. Foi recomendado que a região SADC deverá nomear um candidato para ser destacado na Sede da UA. Esta decisão deverá ser submetida ao Subcomité de Operações para a sua recomendação. Os estados membros deverão enviar os nomes dos seus candidatos para o secretariado até 31 Outubro de Acções empreendidas a. Moçambique nomeou o CFR Torres Traquino Cavai e Tanzânia nomeou o Maj B. T. Rutambuka. Outros estados membros são solicitados pelo secretariado a enviarem os nomes dos seus candidatos com urgência. O Comité decidiu que este requisito deverá ser referido no 4º Simpósio do Poder marítimo em África para mais deliberações. O Presidente irá acompanhar este assunto no Subcomité de Operações e informará na reunião do CMP PLANO DE COOPERAÇÃO DE APOIO A FORÇA DA SADC EM ESTADO DE ALERTA (MOÇAMBIQUE) 28. Foi recordado que durante a reunião do CMP 2010 em Maputo, Angola, África do Sul, Botsuana, Moçambique, e Tanzânia submetessem seus inputs sobre a actualização dos portos e aeroportos de Moçambique dentro dos seus respectivos países.

8 8 29. Acções empreendidas a. O Comité decidiu que esta informação agora deve ser incorporada por Moçambique no Plano de Cooperação de Apoio a Força da SADC em Estado de Alerta para posterior distribuição á outros estados membros. b. Foi recordado outra vez á Moçambique para que submetesse com urgência ao secretariado o Plano de Cooperação da Força em Estado de Alerta como descrito na carta VSH/R/311/10/8 (CMP) datada de 3 de Fevereiro de c. Moçambique submeteu o plano para distribuição á todos estados membros durante a sessão do grupo de trabalho CMP Este plano também está incluso no Cd rom da reunião do CMP Foi solicitado aos estados membros que submetessem seus contributos ao secretariado até 30 de Abril de O secretariado fará a posterior distribuição do Plano de Cooperação da Força de Apoio final á todos os estados membros. O secretariado actualizará anualmente este plano e os estados membros serão solicitados a fornecerem informações necessárias. PLANO DE COOPERAÇÃO DE FORMAÇÃO NAVAL (ÁFRICA DO SUL) 30. O Comité recordou que todos os estados membros deverão examinar cuidadosamente o conteúdo do relatório da análise necessária e aprovar os compromissos nele contidos. O Comité mais adiante decidiu que todos os estados membros devem prestar especial atenção para melhorar a inter acção na formação, troca de instrutores, formação de mergulhadores, e de Fuzileiros, etc, entre as Marinhas da SADC. Isto irá estabelecer e encorajar espírito de cooperação entre várias Marinhas preocupadas com o assunto. Como resultado disso foi enaltecido que os estados membros devem fornecer o feedback necessário por escrito até a reunião do CMP de Fevereiro de Acções empreendidas a. O Programa de Cursos da MGSA foi distribuído através da carta VSH/R/311/10/8 (CMP) datada de 3 de Fevereiro de Outros estados membros foram lembrados que se continua a aguardar por suas informações. b. Durante a sessão de trabalho, Angola e Tanzânia deram a conhecer que irão submeter ao secretariado um programa de formação até 30 de Março de Botsuana informou que depois da programação do seu orçamento anual, fará chegar um programa ao secretariado até 31 de Maio de Foi solicitado á todos os estados membros a enviarem as suas capacidades de formação (não foi solicitado dados sobre os cursos) ao secretariado até 31 de Março de 2011.

9 9 PLANO DE COOPERAÇÃO DE HIDROGRAFIA NAVAL (ÁFRICA DO SUL) 32. O Comité recomendou que o plano deverá ser remetido às autoridades superiores para deliberações. Ainda foi recomendado que o documento deverá ser referido aos hidrógrafos dos estados membros para confirmação. O documento final será apresentado ao Subcomité de Operações para sua aprovação. 33. Acções empreendidas a. O plano foi distribuído através da carta VSH/R/311/10/8 (CMP) datada de 3 de Fevereiro de Foi solicitado aos estados membros a assegurarem que os seus contributos sejam submetidos ao Secretariado até 30 de Abril de O secretariado fará entrega do plano para aprovação ao Subcomité de Operações. PLANO DE COOPERAÇÃO, NA COORDENAÇÃO NAVAL, E ORIENTAÇÃO E CONTROLO DE TRÁFEGO MARÍTIMO (ÁFRICA DO SUL) 34. Foi acordado que a África do Sul deverá responsabilizar se com o grupo de formação e acolher o Exercício Fairway Buoy em 2011 e Angola deverá acolher o exercício em A data do curso será fornecida pelo secretariado durante o ano. 35. Acções empreendidas a. A formação na Orientação e Controlo de Tráfego Marítimo será oferecida pela MGSA em Setembro do ano em curso. Os convites serão enviados aos estados membros no dia 31 de Maio de Uma cópia da 1ª e 2ª Parte e currículo do Curso de Controlo de Tráfego Marítimo será colocada no CD ROM do CMP11. b. Angola informou ao comité que o Exercício de Controlo de Tráfego Marítimo será realizado em Luanda durante o mês de Outubro de 2012, e todos os estados membros serão convidados até 30 de Outubro de Angola solicitou assessoria á MGSA antes e durante este exercício. ASSUNTOS SURGIDOS PAPEL DAS MARINHAS DE GUERRA NA IMPOSIÇÃO DA LEI NO MAR 36. Foi recordado que os estados membros do CMP devem assegurar se que os seus procedimentos legais internos são seguidos, e, que os juristas estudem e recomendem a aceitação deste documento pelos estados membros, para que este possa ser aceite pelo CIEDS. 37. Acções empreendidas

10 10 a. Foi enviada uma carta ao CIEDS declarando o acordo legal dos estados membros. Aguarda se, contudo, a confirmação de Angola. b. Angola informou que o processo está em curso e avisará o secretariado tão logo que o mesmo esteja concluído. CENTROS DE COORDENAÇÃO MARÍTIMA (CCM) 38. Foi recordado que o intercâmbio de dados e informações entre os CCM dos estados membros necessitam ser padronizados nos termos de protocolos acordados e que os estados membros informem ao secretariado sobre os contactos dos seus CCM. 39. Acções empreendidas a. Os contactos que foram recebidos são os seguintes: i. Angola Telefone: Fac símile: Móvel: ii. Botswana Telefone: Fac símile: Móvel: iii. Moçambique Telefone: Fac símile: iv. Namíbia Telefone:

11 11 Fac símile: v. África do SUL (Sala de Operações da MGSA) Telefone: /19/20/21. Fac símile: vi. Tanzânia. Telefone: /6 Fac símile: Móvel: vii. Zimbábue. Telefone: Fac símile: b. Outros estados membros são solicitados a enviarem com urgência os contactos dos seus CCM ao secretariado como solicitado na carta VSH/R/311/10/8 (CMP) datada de 3 de Fevereiro de A Zâmbia informou que entregaria os seus dados até 30 de Março de O secretariado informou que estes contactos serão testados durante o ano e será fornecido um informe na próxima reunião CMP PENTATLO NAVAL E REGATA 40. Foi recordado que a África do Sul deverá acolher os jogos até segunda quinzena de Outubro de 2011, e os convites serão enviados aos estados membros. 41. Acções empreendidas

12 12 a. O Pentatlo Naval e Regata estão planificados para Outubro e Novembro de 2011 em Simon s Town. Os convites serão enviados no devido tempo. Os estados membros são encorajados a empenharem se ao máximo nas suas participações. b. A África do Sul, até agora não recebeu nenhum convite de Angola para avaliação do possível estabelecimento de uma infra estrutura do Pentatlo. Angola informou que o convite será enviado á RSA até 30 de Junho de OUTROS ASSUNTOS NOVO FORMATO PARA FUTURAS REUNIÕES DO CMP 42. Essa intenção foi levantada para avaliar se o actual formato da agenda anotada continua relevante com atenção aos assuntos levantados durante o discurso de abertura e o Briefing de inteligência do CMP Foi decidido que seriam apresentadas conferências por Angola e Moçambique conforme os tópicos (vide ponto 5 desta acta) 43. Acções empreendidas a. O Comité decidiu que esta prática deve continuar em todas as reuniões do CMP. A RSA vai apresentar um documento sobre as capacidades marítimas necessárias para combater a pirataria nas costas de África durante a reunião do CMP A Tanzânia informará sobre o tema da sua apresentação na reunião do CMP 2012 até 30 de Março de ARQUIVOS PARA A DOCUMENTAÇÃO DO CMP 44. A questão foi levantada se existia um arquivo histórico das anteriores reuniões do CMP com propósitos de referências. 45. Acções empreendidas a. Actas e fotografias dos CMP de 2004 à 2010 foram distribuídos em CD ROM no CMP Angola informou que tem em sua posse cópias (em inglês) de todas reuniões do CMP desde Irão escanea los e produzirem o CD ROM para a próxima reunião do CMP. O trabalho final será colocado no sítio Web do CMP. RELATÓRIO DO EXERCÍCIO GOLFINHO 46. Foi solicitado a Namíbia a efectuar um relatório incluindo lições aprendidas do EXERCÍCIO GOLFINHO, mais esta solicitou que a RSA fizesse a mesma apresentação sobre o exercício na reunião do CMP 2011.

13 Acções recomendadas a. O CMG Katerinic (MGSA) apresentou o relatório durante a reunião, e uma cópia da apresentação foi entregue durante o CMP NOVOS ASSUNTOS 48. Resposta da SADC aos assuntos de Pirataria: O assunto da pirataria foi colocado na agenda do governo da RSA. Os estados membros deveriam concentrar as suas contribuições com meios para a força da SADC em estado de alerta em termo s de cooperação entre eles, resposta atempada e disponibilidade das suas forças. Conforme indicado anteriormente o Grupo de Trabalho Estratégico recebeu a tarefa de avaliar a disponibilidade actual de meios da SADC e determinar a sua prontidão para lutar contra os crimes marítimos dentro da região. Foi também sugerido que o Presidente deve abordar o Subcomité de Operações para obter posterior orientação sobre as vias a seguir. Conforme indicado anteriormente os estados membros devem também debater com os seus superiores sobre a falta de meios navais º Simpósio do Poder Marítimo para África. A RSA reuniu com a Líbia para organizar a realização do 4º Simpósio em Tripoli durante Outubro de Isto não se materializou e foram feitas posteriores solicitações á Líbia mas devido a sua disponibilidade foram identificados o Gana e o Senegal como possíveis anfitriões para o referido evento para A RSA vai reunir se com os referidos países para saber o anfitrião definitivo. O Comité decidiu que este debate irá prosseguir até Novembro de Simpósio Naval do Oceano Índico (SINOI) A RSA informou que irá acolher o Simpósio Naval do Oceano Índico em Abril de 2012 na Cidade do Cabo. O Simpósio será seguido pela revista presidencial da frota. Os convites serão enviados em Agosto de Acordos Formais (ME) entre os estados membros. A RSA encorajou os estados membros a garantirem que sejam assinados ME entre os países uma vez que isto facilita o processo de cooperação. Estes ME podem tratar especificamente de jurisdição geográfica se for necessário. O secretariado enviará á todos estados membros um exemplar de um acordo formal entre países, até 30 de Março de ANFITRIÃO, LOCAL, DATAS E PRESIDENTE PARA PRÓXIMA REUNIÃO ANUAL DO CMP 52. Anfitrião e Local. O CMP recomendou que o Lesoto deverá acolher o CMP 2012 e a Conferência Marítima no espírito de cooperação entre os estados litorais e encravados. Lesoto não esteve presente durante CMP 2011 e portanto poderá não confirmou. O Comité decidiu que a RSA iria hospedar e presidir a reunião do CMP 2012 em Durban.

14 Datas da próxima Reunião. O Comité recomendou que a reunião anual do CMP para 2012 deve ser programada como o seguinte: a. Sessão de Trabalho de Fevereiro de 2012 b. Conferência Marítima. 22 de Fevereiro de 2012 c. Reunião do CMP de Fevereiro de Passagem de pastas do Gabinete e da Presidência de 2011/2012. A Presidência do CMP foi a RSA pela Namíbia. ENCERRAMENTO 55. O Comité agradeceu o Contra Almirante Vilho pela sua dedicação e liderança durante o seu mandato no gabinete como presidente do CMP. 56. Discurso do Presidente sucessor. Este encontra se no anexo F. 57. Discurso do Presidente cessante. Este encontra se no Anexo G. APROVAÇÃO DO RELATÓRIO DA REUNIÃO 58. O Comité aprovou o relatório da reunião que foi devidamente assinado pelos chefes das delegações. 59. O Presidente declarou encerrada a reunião as 12 horas do dia 25 de Fevereiro de Aprovação. Este relatório entra imediatamente em vigor a partir de 25 de Fevereiro de 2011.

15 MINUTES OF THE 17 TH MEETING OF THE STANDING MARITIME COMMITTEE (SMC) OF THE INTER-STATE DEFENCE AND SECURITY COMMITTEE (ISDSC): SWAKOPMUND, NAMIBIA: FEBRUARY

16 MINUTES OF THE 17 TH MEETING OF THE STANDING MARITIME COMMITTEE (SMC) OF THE INTER-STATE DEFENCE AND SECURITY COMMITTEE (ISDSC): SWAKOPMUND, NAMIBIA: FEBRUARY

17 A-1 APPENDIX A 17 TH ANNUAL MEETING OF THE STANDING MARITIME COMMITTEE OF THE ISDSC, SWAKOPMUND, NAMIBIA; 23 TO 25 FEBRUARY 2011 OPENING REMARKS BY THE CHAIRPERSON: REAR ADMIRAL PETER H. VILHO Navy Chiefs and Heads of Delegations Distinguished delegates from the SADC Member States Defense Attaches to the Republic of Namibia Ladies and Gentlemen: Today I feel greatly honored to chair the 17 th Annual Meeting of the Standing Maritime Committee of the ISDSC of the SAD Community. This is a unique opportunity for me as an individual and for my country at large. At previous meetings I was either the host or Chairperson only, but today I have the opportunity to be both the host and Chairperson. It is equally significant for Namibia because we took over the SADC Chair at an important milestone in the history of the organization the 30 th Jubilee of the Southern African Development Community. As Chairperson and host, allow me therefore to welcome all the Navy Chiefs and Heads of Delegations as well as accompanying staff to the Republic of Namibia in general, and to the town of Swakopmund in particular. Furthermore, I would like to thank our leaders for honoring and demonstrating once more, through your presence here, their commitment to the activities of the SMC. 1

18 A-2 At this juncture, I would also like to thank the outgoing Chairperson R Adm P.C. Yotamu for the able manner in which he steered the SMC during his tenure in office. Although equally committed, my short tenure as Chairperson did not afford me the opportunity to implement most of the resolutions of the previous meeting. However, on the positive side, I am glad to announce that the new schedule will enable the incoming Chair to timeously submit our issues to the Operations Sub-sub-committee (OSSC). Ladies and Gentlemen: This meeting is taking place at a time when the world appears to find itself in the trough of the wave of political, economic and social development. This is Murphy s Law at its best: Our eyes are all glued to the developments in North Africa and the Middle East. There appears to be no easy way out of the global economic crises. The world has taken a knock from unprecedented floods and adverse climatic conditions, which are likely to thwart our efforts in achieving food security. Economic development is likely to be hamstrung by inadequate supply of energy. Infant mortality the scourge of HIV/AIDS and other social ills are constant reminders of the vulnerability and fragility of human society. All these threats and challenges will put a strain on our national purses, which in turn will affect the size of the cake to be allocated to defence and security apparatuses. And of course, the less visible ones are likely to get the least. In a nutshell that appears to be the future confronting us. However, whatever the perception of policy and decision makers may be on the importance of Navies, that will not in any way diminish the importance of the sea to humanity. The use of the sea and inland waters as well as the exploration and exploitation of its natural resources is of importance not only to the coastal states, but to the landlocked countries as well. Therefore, it is incumbent upon us to ensure that, for the sake of posterity, our marine resources are sustainably managed. The importance of sea routes to world trade cannot be overemphasized. The recent acquisition of dry port facilities by the governments of Botswana, Zambia and Zimbabwe in the port of Walvis Bay is testimony to the importance that countries attach to the sea lines of communication. 2

19 A-3 Activities such as illegal fishing, piracy, drug trafficking and pollution have a detrimental effect on our economies. However these problems cannot be tackled by individual countries, they require the concerted effort of all countries in the region. And it is only at fora such as this that this cooperation can be achieved. Ladies and gentlemen: On assuming the Chair at the 16 th session of the SMC, I was apprehensive as to whether the member states will be able to implement all decisions from that meeting in view of the rescheduling of the annual meetings from August to February. Although we had a period of seven months in between the two meetings, a fair number of institutions in most countries are in a passive mode for the better part of that period. Indeed it came to pass that we did not receive all the submission and inputs from the member states on the proposed dates; we, therefore, requested the members to make those submissions at this meeting. Likewise, there where items that needed to be submitted to the OSSC for their recommendation and/or approval. However, seeing that the OSSC meeting will only take place after I have handed over the Chair, these items will have to be consolidated with those that will emanate from the current meeting and be presented by the incoming Chairperson. Namibia as Chair has dedicated a greater part of its effort towards the realization of the single most important activity for the year the SAR exercise off the Angolan coast. Even that is not going to take place completely as anticipated; nevertheless, we shall have to forge ahead within the available resources. Finally, ladies and gentlemen, it is important that during our deliberations we take cognizance of the following challenges: 01 the Mutual Defence Pact and; 02 the operationalization of the SADCBRIG. The imperatives to both are: a. Maritime pledges, b. Maritime strategy, doctrine, concept of operations and SOPs; and c. Maritime inter-operability. These of course will be further facilitated by joint training and joint exercises. 3

20 A-4 Consequently, if we commit ourselves to deliberately and conscientiously work on the above we shall get closer to our goal of achieving a modest maritime readiness state. The challenges will not go away but we would be better prepared to deal with them in a systematic manner whenever and wherever they may arise. With these few words, ladies and gentlemen, allow me on behalf of the Namibian Navy and on my own behalf to welcome you once more to the beautiful town of Swakopmund. Please explore and do enjoy. The 17 th Meeting of the SMC of the ISDSC is now officially opened. 4

21 RESTRICTED B-1 APPENDIX B 17 TH ANNUAL MEETING OF THE STANDING MARITIME COMMITTEE OF THE ISDSC: SWAKOPMUND, NAMIBIA: FEBRUARY RECORD OF ATTENDANCE CHAIRPERSON R-Adm P.H.Vilho Namibian Navy Commander HEADS OF DELEGATIONS PRESENT REPRESENT APPOINTMENT V-Adm Francisco José Angola Deputy Chief of Naval Staff Col M. Kgope Botswana Corps of Engineers Second-in- Command R-Adm P.C. Yotamu Mozambique Chief of the Mozambique Navy Capt (N) A.P. Amungulu Namibia Chief of Naval Support V-Adm J. Mudimu South Africa Chief of the South African Navy Maj-Gen S.S. Omar Tanzania Navy Commander Maj-Gen V.M. Mukanda Zambia Deputy Army Commander & Chief of Staff Maj-Gen S.S. Khumalo Zimbabwe Director General Programmes, Zimbabwe Defence HQ SUPPORTING STAFF R-Adm Martinho F. Antonio Angola Head of Department of Hydrography and Navigation Capt (N) N. Fastudo Jùnior Angola SO1 Naval Military Information Lt (N) Lopes Augusto Angola International Relations Officer Maj D.D. Goleanye Botswana 80 Combat Engineers Regiment Second-in-Command Maj K.B. Maboka Botswana Staff Officer Personnel and Logistics Corps of Engineers Cdr M.L. Mulungo Mozambique Chief of Co-Operation/MGM Cdr C. Moshoeshoe Namibia Acting Chief of Staff Naval Operations Lt Cdr F.K. Negumbo Namibia SO2 Operations, Training & Doctrine R-Adm (JG) M.J. Josias South Africa Director Naval Policy & Doctrine Capt (N) A.P. Katerinic South Africa Flag Captain to Chief of the SA Navy Capt (N) L. Mpetsheni South Africa SSO Naval Foreign Relations Col J.E. Karia Tanzania Commandant Tanzania Naval Training School Capt O.S. Kimolo Tanzania Personal Assistant to Tanzanian Navy Commander RESTRICTED

22 RESTRICTED B-2 PRESENT REPRESENT APPOINTMENT SUPPORTING STAFF Capt M.J. Kalwani Tanzania Staff Officer - Directorate of Defence Foreign Relations Lt Col M. Nyirenda Zambia Wing Commander Brig-Gen S. Bhebe Zimbabwe Director General Programmes, Zimbabwe Defence Force HQ Wing Cdr P.Jeke Zimbabwe GSO1 Policy, Zimbabwe Defence Force HQ Sq Leader U.T. Chitauro Zimbabwe GSO2 Joint Training Zimbabwe Defence Force HQ SECRETARIAT Capt (N) L. Fourie South Africa Secretary Maj R.M. Lilonga Namibia Administrative & Technical Support Mr D. Duvenage South Africa Administrative & Technical Support RESTRICTED

23 RESTRICTED C SMC MEETING: APPROVED AGENDA APPENDIX C OFFICIAL OPENING ATTENDANCE ITEM AND SUBJECT TABLING OF THE ANNOTATED AGENDA BY WORKGROUP ADOPTION OF MEETING AGENDA PRESENTATION: MARITIME DOMAIN AWARENESS IN THE GULF OF GUINEA, IT'S IMPACT ON SADC AND LESSONS LEARNED PRESENTATION: NAVAL CHALLENGES IN THE 21ST CENTURY AND THEIR IMPACT ON SADC AND A STRATEGY TO DEAL WITH THESE CHALLENGES APPOINTMENT OF CHAIR DESIGNATE REVIEW OF THE IMPLEMENTATION OF THE DECISIONS OF THE SMC MATTERS ARISING ANY OTHER BUSINESS NEW BUSINESS HOST, VENUE, DATES AND CHAIRPERSON FOR THE NEXT MEETING AND WORK SESSION REMARKS 1. Welcoming and opening remarks by the Chairperson, Rear Admiral P.H. Vilho, Namibian Navy Commander. 2. Official photographs: a. All delegates b. Chief delegates c. Working Group Secretary Work Session Chairman tables the annotated agenda for adoption as a working document for the meeting. Note: Subjects in the annotated agenda will become Items for the meeting. Chair Angola Mozambique Committee Committee Committee Committee Committee Committee HANDING OVER OF THE OFFICE OF THE CHAIRPERSON FOR 2011/12 CLOSURE INCOMING CHAIRPERSON S REMARKS OUTGOING CHAIRPERSON S CLOSING REMARKS APPROVAL OF THE RECORD OF THE MEETING Committee RESTRICTED

24 APPENDIX D GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO

25 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO Definição A comissão do Golfo da Guiné é uma organização política que tem como objectivo promover a paz, estabilidade e segurança marítima nos países que compõe o Golfo da Guiné.

26 Composição GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO O Golfo da Guiné situa-se no Atlântico Sul e possui uma costa com cerca de km e incluí países como Angola, RDC, Costa do Marfim, Gana, Togo, Benin, Nigéria, Camarões, Guiné Equatorial, Gabão e São Tomé e Príncipe. Nele, drenam 4 grandes rios, nomeadamente o Níger, Ogoué, Volta e Congo. Apesar de ser um dos países menos povoado da região, Angola possui a maior costa, com cerca de km de extensão.

27 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO GOLFO DA GUINÉ: CARACTERIZAÇÃO enormes reservas petrolíferas não exploradas segunda grande reserva mundial de petróleo onshore rico em petróleo e gás grandes reservas de outros recursos minerais, como ouro, diamantes, manganês, ferro, cobre, estanho, coltan, etc. proximidade e maior segurança das rotas de exportação de petróleo

28 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DO GOLFO DA GUINÉ pode transformar se numa alternativa ao golfo Pérsico alvo de redobradas atenções pelas diplomacias europeias e americana

29 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO DESAFIOS DO GOLFO DA GUINÉ Tráficos ilícitos (drogas, contrabando) Pesca ilegal e não autorizada Imigração clandestina Pirataria, roubo àmão armada Terrorismo e banditismo Tráfico de seres humanos Proliferação de armas Atentados contra o ambiente

30 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO ORGANIZAR Inteligência (Crescente coordenação e intercâmbio entre os países;) Cooperação entre instituições e agências governamentais Crescente atenção aos aspectos jurídicos, diplomáticos e legais

31 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO ACÇÕES Controle da Área Marítima; Controle Naval do Tráfego Marítimo; Inspecção Naval; Operações Especiais; Projecção de Poder sobre Terra Dissuasão Operações de Paz, Acções Humanitárias, SAR e de contenção de danos.

32 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO MECANISMO DE COOPERAÇÃO REGIONAL NO ÂMBITO DA SEGURANÇA GARANTIR: operacionais conjuntos e de meios interpretativos de vigilância e de intervenção; Vigilância comum do GOLFO DA GUINÉ, através do estabelecimento de procedimentos

33 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO MECANISMO DE COOPERAÇÃO REGIONAL NO ÂMBITO DA SEGURANÇA Harmonização da acção dos estados no mar, nos planos jurídico e institucional; Aquisição e manutenção de equipamentos essenciais afim de garantir uma capacidade operativa.

34 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO CENTRO REGIONAL DE SEGURANÇA MARÍTIMA DA ÁFRICA CENTRAL (CRESMAC), MISSÃO ASSEGURAR O CONTROLO DO ESPAÇO MARÍTIMO DOS ESTADOS MEMBROS DA CEEAC NO GOLFO DA GUINÉ Protecção dos recursos naturais e das zonas de pesca; Segurança das rotas marítimas; Luta contra o tráfico de drogas, circulação fraudulenta de armas de pequeno calibre, pirataria, poluição marinha.

35 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Centro Regional de Segurança Marítima da África Central (CRESMAC) afecto ao Secretário Geral da CEEAC Centro Multinacional de Coordenação (CMC) Junto dos EM das FA dos estado coordenador (Angola, Congo, Gabão e Camarões) ; Centro Operacional da Marinha (COM) Em cada estado membro ZONAS DE ACTUAÇÃO A: Angola e RDC, com Angola como estado piloto; B: Congo, RCA, com o Congo como estado piloto; C: Gabão, Congo, com o Gabão como estado piloto; D: Camarões, Guiné Equatorial, Chade, São Tomé e Príncipe, com os Camarões como estado piloto.

36 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO

37 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO BENEFÍCIOS SITUAÇÂO SECURITÁRIA DA ZONA D ANTES DO LANÇAMENTO DO PLANO SECMAR 1 Antes do lançamento do plano SECMAR 1, a zona D estava sujeita a actos de pirataria de grande envergadura e outros delitos marítimos de todo tipo, nomeadamente: Ataques com tomada de reféns; Transbordo irregular tanto de dia como de noite de material na zona; BENEFÍCIOS Pescadores artesanais suspeitos de serem informantes dos piratas; Transporte clandestino de mercadorias ilícitas a bordo de grandes jangadas na zona D; Pesca ilegal e ilícita com a venda de carburantes e de pescado no mar; Imigração clandestina. Desde o lançamento dos patrulhamentos mistos e conjuntos, a situação securitária émais ou menos estável.

38 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO Estatísticas dos ataques desde o lançamento do Plano de operações SECMAR 1: As estatísticas dos actos de pirataria e de roubo àmão armada perpetrados nos anos 2007 a 2009 comparada com as do ano de 2010, demonstram claramente o efeito dissuasivo das patrulheiras da CEEAC na luta contra a pirataria. De uma forma geral, constata se com evidência que estes actos de grande banditismo se manifestam regularmente nas águas nigerianas nos arredores de Bonny River. Este fenómeno tende a migrar para as águas Camaronesas, zona de grandes pescarias. :

39 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO A segurança dos diversos campos petrolíferos é garantida pela presença permanente das unidades navais no mar. Os patrulhamentos na Zona D são uma realidade e desenrolam se de forma permanente. As diferentes solicitações vindas das companhias marítimas, testemunham a credibilidade que goza a estrutura regional no Golfo da Guiné, a exemplo do apoio dado ao navio ILE DE SEIN, aquando da operação de poiso de um cabo submarino de fibra óptica na zona D.

40 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO Os patrulhamentos mistos das Marinhas da zona D, demonstram a possibilidade de uma verdadeira integração sub regional. Seria oportuno estendêlos a toda a costa marítima da África Central, ou mesmo a toda a África, com o intuito de garantir a livre circulação de pessoas e bens nas águas africanas.

41 GOLFO DA GUINÉ: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E O PAPEL DAS MARINHAS DA REGIÃO

42 APPENDIX E As Marinhas e os Desafios do Século XXI, seu Impacto na SADC e Estratégias a Seguir Para Lidar Com Esse Desafio APRESENTADO POR: CDTE M. L. MULUNGO MARINHA DE GUERRA DE MOÇAMBIQUE

43 INTRODUÇAO Enquadrado no espírito de cooperação entre os países da comunidade da língua portuguesa, teve lugar em Luanda entre os dias 30 de Junho a 01 de Julho o segundo simpósio das Marinhas da CPLP que dentre varias questões foi abordado o tema sobre As Marinhas e os Desafios do Século XXI cujo objectivo èaproximar as Marinhas de Guerra dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, promover o intercâmbio de informações e fortalecer os laços de amizade e solidariedade.

44 Continuação Já foi referido em diversas ocasiões que os mares não tem fronteiras, sendo por isso pertença de todos os países do mundo independentemente de serem marítimos ou não. Tal como se depreende mesmo os países da CPLP, cuja localização geográfica engloba vários continentes entendem da necessidade de união de esforços para o enfrentamento dos desafios que para a nossa situação já são uma ameaça real.

45 Continuação Na necessidade de uma abordagem sobre esta questão ao nível da nossa organização, este tema foi proposto para a sua reflexão, importando referir desde já que a evolução dos desafios que se apresentam estão a uma velocidade que exige acções mais céleres do que pode parecer, cujo impacto se vislumbra sombrio.

46 O IMPACTO NA SADC As estatísticas já provaram a importância que os recursos do mar representam para os países, tanto na área económica como na social, sendo que com o agravamento dos problemas marítimos tornara a situação cada vez mais grave.

47 ESTRATEGIAS A SEGUIR A nossa presença e participação nesta reunião do Comité Marítimo Permanente constitui uma base de partida e/ou continuação de procura de mecanismos e estratégias que visem lidar com os desafios marítimos que se batem sobre os nossos países na consciência de que o uso correcto do mar e uma responsabilidade de todos e a sua defesa uma obrigação.

48 CONCLUSAO A situação prevalecente nos conduz a uma conclusão de que como marítimos e com a obrigação expressa da necessidade da defesa do mar somos chamados individual e colectivamente como membros da SADC na componente marítima a dar o nosso saber e inteligência na mitigação dos problemas e desafios que se apresentam.

49 o MUITO OBRIGADO!

50 F-1 APPENDIX F 17 TH ANNUAL MEETING OF THE STANDING MARITIME COMMITTEE OF THE ISDSC, SWAKOPMUND, NAMIBIA; 25 FEBRUARY 2011 REMARKS OF THE INCOMING CHAIRMAN OF THE SMC OF THE ISDSC VICE-ADMIRAL J. MUDIMU Navy Chiefs of the SADC region and Heads of Delegations Distinguished delegates from the SADC Member States Defense Attaches present here today Ladies and Gentlemen Good Morning, It s a great honour to be given this opportunity to deliver my remarks of acceptance of the Chairmanship of the 18th Standing Maritime Committee. At the onset, and on behalf of my fellow delegates, allow me to register my deepest appreciation for the excellent reception and kind hospitality afforded to us by the Namibian Government, the Namibian Navy and the People of Namibia. Furthermore, I would like to thank Admiral Vilho and the Namibian Navy for successfully hosting this meeting against the background of 1

51 F-2 the new emerging challenges. The facilities and working conditions has been above par; the staff has been very helpful and professional. All this has contributed to create a conducive atmosphere for the successful conduct of our meeting here in Swakopmund, Nambia. Today I feel greatly honored to accept the chair of the 18 th Annual Meeting of the Standing Maritime Committee of the ISDSC of the SADC at this particular junction in our changing history. This is a unique opportunity for me as the Chief of the South African Navy representing the people of the region to advance the maritime agenda and to demonstrate our collective strength as we face the challenges of tomorrow. At this juncture, I would also like to thank the outgoing Chairperson Admiral Peter Vilho for the able manner in which he steered the SMC during his tenure in office. Although equally committed, his short tenure as Chairperson has created the platform and the opportunity to implement most of the resolutions of the previous meeting. The new schedule will surely enable myself as the incoming Chair to timeously submit our issues to the Operations Sub-sub-committee (OSSC). On a more personal note, we would like to acknowledge the contribution made by Major-General Khumalo from Zimbabwe for his loyal support to the SMC and wish him well in his future career Fellow Chiefs, Friends, Ladies and Gentlemen; This meeting has taken place at a time when the world appears to find itself in the stormy waters of political, economic and social change. As the events unfold in North Africa and the Middle East the challenges created by the global economic crises, the influence of global warming and its effect on the environment continue to hamper 2

52 F-3 our ability to enhance human security and our ability to create a better life and indeed a safer world for all our people. More specific to our region and particularly on our eastern African seaboard, we are witnessing the unprecedented spread of piracy, threatening the freedom of the seas and hampering the free flow of global trade, the lifeline of economic prosperity. Piracy bring with it the other ills of society associated with maritime crime, the illicit trade in drugs and people, the proliferation of arms and smuggling of contra ban and the laundering of money. This misery will be felt not only in the coastal zones but will find its way into the land-locked states. It will affect us all and attempt to undermine the good intent of our governments and its people. As piracy spreads southward, it presents both a challenge and an opportunity to the members of the SADC SMC. This is our moment to shine, we as a collective have to be ready to present solutions and option to our respective governments, the region and the continent. I therefore urge you my comrades to engage your principles at the highest level, we have to do more, we have to equip our naval forces with suitable platforms to allow as to take full control of our seas. The use of the sea and inland waters as well as the exploration and exploitation of its natural resources is of importance not only to the coastal states, but to the landlocked countries as well. Therefore, it is incumbent upon us to ensure that, for the sake of posterity, our marine resources are sustainably managed and properly secured. We are the hope of our people and the people of the continent, we must not fail them as history will surely judge us. 3

53 F-4 This of course includes the enduring maritime responsibility of all nations to ensure that our sea lines of communication remain open and the freedom of the seas are upheld. Maritime crime in all its facets cannot be tackled by individual countries, they require the concerted effort of all countries in the region. And it is only at a meeting of similar minds such as at the SMC that such cooperation can be achieved. Piracy can no longer be viewed from under a microscope as something distant, it is here and requires speedy action from all of us. Fellow chiefs and friends present here; As stated by the South African Government "our strategy will focus on stabilizing the political situation in Somalia, the legislative framework dealing with criminals involved in piracy, the positioning and strengthening of our naval forces capabilities in relation to the continent and other countries and the co-opting assistance from our neighboring countries". I thus undertake as the incoming Chairperson, to not only submit our recommendation the OSSC but if need be, raise our concerns to the highest level supporting the vision of the SMC. In addition to the above, I also hope to advise the members when and where the next Seapower for Africa Symposium will be held. South Africa as Chair will also support the exercises planned in both Angola and Tanzania as this will demonstrate our commitments and capabilities to all those that seek to undermine our region the continent and our people. I also look forward to hosting the next SMC meeting in Durban in February I also take this opportunity to invite the SMC members to the IONS 2012 symposium and the celebration of the 4

2. The meeting was officially opened by the Chairperson, R Adm P.H. Vilho. The full text of his remarks is at Appendix A.

2. The meeting was officially opened by the Chairperson, R Adm P.H. Vilho. The full text of his remarks is at Appendix A. RESTRICTED 1 VSH/R/311/10/8 (SMC) MINUTES OF THE 17 TH MEETING OF THE STANDING MARITIME COMMITTEE (SMC) OF THE INTER-STATE DEFENCE AND SECURITY COMMITTEE (ISDSC): SWAKOPMUND, NAMIBIA FROM 23 25 FEBRUARY

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