Jornadas Vicariais da Fé 09 e 10 de Fevereiro de 2013 Vigararia da Maia

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1 09 e 10 de Fevereir Jrnadas Vicariais da Fé 09 e 10 de Fevereir de 2013 Vigararia da Maia 1) Cm chegams à Fé? Antes de mais, e para que esta intrspeçã ns indique caminhs e respstas, é necessária uma meditaçã séria sbre que realmente é a Fé. Segund Catecism da Igreja Católica, a Fé é um dm gratuit de Deus, uma virtude telgal e sbrenatural que própri Deus infunde em cada um de nós. Virtude esta que tem cm rigem, mtiv e bjet imediat própri Deus, assente em quatr pilares fundamentais: Cred, Pai Nss, s Mandaments 1 e s Sacraments 2. É igualmente imprtante distinguir Fé e religiã. Neste cntext, lcal scigegráfic nde nascems, crescems e vivems trna-se fulcral na descberta e maturaçã da Fé. As características e as tradições religisas da sciedade em que ns desenvlvems sã necessariamente diferentes de regiã para regiã, nã invalidand cntud a Fé ds Hmens. Os percurss sã diferentes, md de viver e manifestar a Fé sã divergentes, mas as suas bases, na sua raíz mais pura, sã semelhantes. Prtant, a frma cm chegams à Fé nã pssui uma respsta única e cncreta, e tds nós já tivems a prtunidade de escutar imensas piniões diferentes sbre cm cnseguims e a mesma se manifesta. Uma vez que cada ser human deve prcurar, interirmente, seu própri caminh n estímul da Fé e n encntr cm Deus, que ns criu à sua imagem e semelhança. N entant, a sua rigem é cmum, já que é n dia d nss Baptism que esse dm cmeça a fazer parte da nssa existência. Pel Batism, transfigurám-ns cm Crist e cmeçams a fazer parte da família cristã, a família de tds aqueles que, na Fé e pela Fé, se aceitam cnduzir segund s ensinaments de Jesus. Assim, dm da Fé que recebems n Batism é pnt de partida para um percurs que se deve prlngar pr tda a nssa vida. A Fé é um tesur enrme que é clcad n nss craçã e que nã pde ser enterrad, precisand de ser aclhid, desenvlvid, cultivad e frtalecid diariamente. A cnceder-ns essa dádiva, Deus clca também à nssa dispsiçã s meis que ns permitem crescer na Fé: s sacraments, a Sagrada Escritura, a dutrina e magistéri da Igreja, e ainda tds aqueles que Ele esclhe para serem Seus 1 I. Amar a Deus sbre tdas as cisas; II. Nã usar nme de Deus em vã; III. Lembra-te d dia de Sábad para santificar; IV. Hnrar pai e mãe (e s utrs legítims superires); V. Nã matarás; VI. Guardar castidade nas palavras e nas bras; VII. Nã rube. (nem injustamente reter u danificar s bens d próxim); VIII. Nã levantar falss testemunhs; IX. Guardar castidade ns pensaments e ns desejs; X. Nã cbiçar as cisas d próxim. 2 Batism; Crisma u Cnfirmaçã; Eucaristia; Recnciliaçã u Penitência; Unçã ds enferms; Ordem e Matrimóni. 1 Vigararia da Maia

2 09 e 10 de Fevereir instruments. A Sagrada Escritura permite um acess privilegiad à Palavra de Deus, à sua interpretaçã e à história da salvaçã humana. De entre esses meis, destacam-se ainda s dcuments d Cncíli Vatican II, crrid há 50 ans (que permitiu uma grande renvaçã da Igreja, tend impact, entre utras cisas, na frma de celebrar a Eucaristia e n papel ds leigs), e Catecism da Igreja Católica, publicad há 20 ans, cm bjectiv de ilustrar a tds s fiéis a frça e a beleza da Fé (Prta da Fé). Bent XVI, na carta apstólica em que decretu este an cm An da Fé, destaca igualmente a imprtância da Eucaristia cm uma casiã prpícia ( ) para intensificar a celebraçã de Fé na liturgia, pis esta trata-se da meta para a qual se encaminha a acçã da Igreja e a fnte de nde prmana tda a sua frça.. Tal cm a Eucaristia, s católics frtalecem-se e aprfundam a Fé pela participaçã n Sacrament da Penitência. Este sacrament desperta-ns, n mais prfund da nssa humildade, para a fragilidade humana, alentand as pessas a regressarem à plena cmunhã cm Deus, a expressarem arrependiment pr caírem em tentaçã e a abrirem as suas vidas para pder da graça divina. Paralelamente, este caminh deve também ser alimentad pel própri através da raçã e da meditaçã (pessal, familiar e cmunitária), cndicinadas muitas vezes pr um mei envlvente, que pderá ser u nã favrável a seu desenvlviment. Pr utr lad, s própris acnteciments da vida, as alegrias e as dificuldades, as ilusões e as desilusões, a dr e a esperança, pdem servir para frtalecer a nssa Fé. Pis tud ist ns desafia a ir mais além e a aumentar tesur recebid n Batism. Desta frma, a Fé tem implicações em tda a nssa vida, nã se pdend pensar a vida e a Fé cm cisas independentes. Prque a vida d cristã deve ser um td animad pela Fé. A vida frtalece a Fé e a Fé ilumina a vida, se acreditarms num Deus que emana td Amr, tda a Bndade e tda a Misericórdia. Nutr cntext, e send a Fé um dm de Deus, entã nã deve ser apenas um at pessal, mas também cmunitári. Uma dádiva que devems ser capazes de cmunicar e partilhar sem recei u vergnha, mesm perante as nssas limitações, mas de craçã abert, atent e slidári, assumind especial relev a imprtância d exempl na sua prcura e cimentaçã. Tal cm S. Tiag diz: Tu tens a Fé, eu tenh as bras. Mstra-me a tua Fé sem bras, que eu pelas minhas bras te mstrarei a minha Fé. (Tg 2, 18). Ou ainda cm diz S. Paul, Ai de mim se eu nã evangelizar! (1 Cr 9, 16). Este aspet prátic ganha ainda mair relev para crianças e adlescentes, uma vez que se trata de uma faixa etária nde existe uma busca intensa da materializaçã da Fé em Crist. Cncluind, a Fé é um caminh despletad n Batism, e que vams trilhand, através das circunstâncias que ns envlvem, pela educaçã, pels ensinaments e pel testemunh e, através de nós própris, pela vivência, pela experiência, pela inteligência, pel cnheciment e pela busca incessante da nssa identidade e desígni. Tend cm base a Família, a Igreja, a sciedade e a cultura, na descberta da luz da Fé. Em qualquer cas, existe sempre um element presente e fundamental, cm a liberdade, cndiçã indispensável para que relacinament cm Crist pssa existir e prgredir. 2 Vigararia da Maia

3 09 e 10 de Fevereir 2) Que percurs fizems nesta relaçã cm Crist e quem mais s influenciu? Neste percurs de Fé, cm referid anterirmente, existem alguns padrões cmuns, principalmente na fase inicial da nssa vida. É indiscutível que só cnseguirems atingir esta relaçã cm Crist através da Palavra, através da relaçã cm a Igreja, e através da nssa entrega as que ns rdeiam, e à sciedade em que estams inserids. A serms clcads n mund, a ganharms vida, cmeçams um percurs pessal e únic, abert pel nss baptism, e mldad pel própri e pels que cm ele se cruzam u interagem n mei envlvente. O exempl da vivência familiar (nmeadamente pais, padrinhs, avós a chamada Igreja dméstica) é primeir e um ds factres fundamentais que ns levam a ser crentes, na medida em que cnstituem uma fnte inegável e inestimável de aliment e ferment para a semente recebida n Batism. Psterirmente, e sb alçada da família em que ns desenvlvems, iniciams percurs catequétic, numa ligaçã mais cnsciente cm a Igreja, permitind aprfundar nss cnheciment (através da aprendizagem das rações, d cnheciment d exempl de vida de Jesus e da Sagrada Escritura), tratand-se este de um períd em que vivems essencialmente uma Fé prfessada e celebrada (através ds Sacraments da Eucaristia, Cnfirmaçã e Penitência). Cm culminar deste prcess de evangelizaçã, dá-se a entrada na vida adulta que deve ser encarada nã cm um pnt de chegada, mas cm um pnt de partida. Pela Cnfirmaçã, cada um recebe uma carta de alfrria, nde lhes é cncedida e incentivada a autnmia para, agra de frma mais pessal, crescer na Fé e desenvlver a melhr frma de clcar s seus dns a serviç d Anúnci da Ba Nva de Jesus, send muit imprtante uma crreta inserçã na sciedade nde vivem. Após este percurs de iniciaçã, e a cntrári da tentaçã em que muits caíms a pensar que percurs pessal de Fé atingiu seu auge, chega talvez a altura de clcar em prática aquil que Jesus ns pediu: Recebestes de graça, dai de graça. (Mt 10, 8). Ninguém certamente duvidará de que recebems de graça em tds s dias da nssa vida, quant mais nã seja pel simples fact de viverms e existirms. N entant, e a partir d final desse percurs de catequese, apenas aquil que realmente frms capazes de fazer em daçã a próxim e a Mund ampliará essa graça que recebems de Deus. De frma a alimentarms a Fé nesta fase, a participaçã ns mviments parquiais e a inserçã em equipas pastrais, permite-ns cmeçar a encará-la e a cmpreendê-la de um md diferente, apreendend a imprtância de viver em cmunidade e cmunhã, um ds 4 pilares fundamentais da Igreja. Prque tds nós sms chamads a fazer parte da Igreja e da Sua Missã, a tmar parte d Seu crp, que tem Crist cm cabeça, ns mais variads tips de serviçs e mviments que a mesma tem para ferecer. E a alegria e gratificaçã que tems prtunidade de sentir neste serviç a Senhr, ainda que pssam ser demnstradas e vividas de frmas diferentes, cnstituem dm, a graça e a bênçã que Deus, através d Espírit Sant, derrama em cada um de nós. Pis, há diversidade de dns, mas Espírit é mesm; há diversidade de serviçs, mas Senhr é mesm; há diverss mds de agir, mas é mesm Deus que realiza tud em tds. (1 Cr 12, 4 6). A nível particular, ficam ainda alguns exempls mais específics de cm alguns Grups aprfundam a sua Fé, n âmbit d desempenh da equipa pastral na qual estã destinads: 3 Vigararia da Maia

4 09 e 10 de Fevereir Os Grups de Catequistas, fundamentais na evangelizaçã e n anúnci da Ba Nva, devend sentir-se cnscientes da imprtância da sua missã; Os Curss de Cristandade, pel cnvite que Deus faz através d clega de trabalh, vizinh u amig, crrend despertar e a cnversã, num encntr íntim e pessal cm Crist; As Equipas de Pastral das Vcações, n refrç da cnsciência de que tds sms chamads a uma vcaçã, enquant baptizads e filhs de Deus; As Equipas de Pastral Familiar, n aclhiment, infrmaçã e auxíli em tud que seja necessári às famílias da Cmunidade; Os Grups Crais, através d que cantam (s estils musicais ds cântics e as suas letras, as suas mensagens), e da frma cm cantam (facilitand a cmunhã da Assembleia cm Deus); Os Grups de Leitres a se deixarem cntagiar pela leitura da Bíblia, na preparaçã para a sua prclamaçã na Eucaristia; Os Grups de renvament Carismátic Católic, ns quais, permanentemente, se revive Amr em Crist e se sente reacendiment da chama da Fé; Os Grups da Cnferência Vicentina, na assistência espiritual e material, em situações cada vez mais emergentes, de slidã, sfriment e pbreza. Para além deste aspet, e na mesma carta as Críntis, S. Paul refere ainda a caridade cm um element fundamental n nss percurs, cnsiderand-a inclusivé mais imprtante d que a Fé e a esperança. Numa épca de crise ecnómica e de valres prfunda, a caridade ganha especial relev, devend-se despertar em cada um espírit de cmunhã, cmunidade e slidariedade, para cm s nsss irmãs mais desfavrecids, que Jesus anunciu a dizer Tud aquil que fizestes a um destes meus irmãs mais pequenins, a Mim mesm fizestes. (Mt 25, 40). Depis dele, muits utrs se trnaram, a lng da história, exempls de vivência cristã e de abnegaçã próprias (cm pr exempl Madre Teresa de Calcutá u Jã Paul II), na sua entrega a serviç ds utrs, iluminand a esperança de que se tds frms capazes de agir um bcadinh dessa frma (e nã sã precisas acções extrardinárias), pdems cntribuir para um Mund um bcadinh melhr e mais harmnis à nssa vlta. Prque mesm send pecadres, frut da fragilidade humana, persistiram em estar mais pert de Deus, apntand caminhs de cm O pdems servir de frma mais eficiente e sublime, seja n ensin, n trabalh missinári, na caridade, u simplesmente nas ações e decisões crrentes da vida diária. Mais tarde, e numa fase um puc mais u mens adiantada da vida, surge para alguns dm da celebraçã d sacrament d Matrimóni, tratand-se igualmente de um grande desafi à Fé, na medida em que a vivência cristã d cônjuge, as práticas religisas em casal, a frmaçã de um lar cristã, nasciment e educaçã ds filhs, ptenciam uma experiência extremamente enriquecedra. Prém, pr utr lad e pr fim, é igualmente fundamental neste percurs de enriqueciment da nssa relaçã cm Crist, prcurarms ter uma frmaçã mais frte e mais prfunda, através da participaçã em retirs, curss, semanas de frmaçã bíblica e litúrgica, mviments apstólics e frmativs u ficinas de raçã e vida. 4 Vigararia da Maia

5 09 e 10 de Fevereir 3) Para a vivência da nssa Fé, que dificuldades tems encntrad na nssa vida pessal, familiar, prfissinal e scial? O percurs realizad na vivência da nssa Fé nem sempre é fácil, uma vez que a vida qutidiana é turbulenta, estand cheia de dificuldades e bstáculs. As adversidades para a vivência da nssa Fé surgem diariamente nas mais variadas vertentes, servind muitas vezes para ns pôr à prva, uma vez que, cm essas dificuldades, surgem-ns também, pr vezes, algumas hesitações. Existind cass, cm certamente tds nós testemunhams diariamente, em que a semente da Fé tem mair dificuldade em germinar e crescer. Prtant, trata-se de um prcess evlutiv, pr vezes lent, em que dm d Espírit Sant demra seu temp a se revelar. Assim, dividims s váris tips de dificuldades ns seguintes grups: i. Dificuldades a nível pessal Dificuldade e falta de cncentraçã para a nssa relaçã cm Deus, frut das imensas distracções/atividades da vida actual, trnand difícil a definiçã de priridades num mar excessiv de slicitações prfissinais, familiares e sciais; As seduções, de âmbit material, num mund cada vez mais vltad para TER e PODER, marcad pela indiferença, pel cmdism e pels maus exempls de Fé daqueles que cnnsc se cruzam; A nssa atitude, muitas vezes passiva, a ns esquecerms de seguir exempl de Jesus Crist e O negarms pr vergnha de assumirms as nssas crenças; Fragilidades humanas cm egísm, rgulh, preguiça, cmdism, desânim e a incerência, justificand-ns muitas vezes cm a expressã "lha para que eu dig, nã lhes para que eu faç"; Falta de cnfiança ttal e absluta ns mments de grande dr u infrtúni; Falta de frmaçã, send apenas pssuidres, muitas vezes, de uma Fé superficial e puc alicerçada; Cntra-testemunhs de alguns cristãs (que muitas vezes sã generalizads pels media e pels nã-cristãs); Chque entre cnfrt físic em que vivems e sfriment de alguns Sants mártires, tantas vezes ns demnstrads cm exempls de vida; A nã participaçã ativa na Eucaristia e na clabraçã em alguns mviments e equipas parquiais. ii. Dificuldades a nível familiar Desagregaçã familiar e nvs mdels de cnstituiçã familiar, send cada vez mair númer de pais divrciads, mães slteiras e de uniões de fact; Dificuldade em cnciliar a dispnibilidade necessária para nss trabalh pastral cm as necessidades da Igreja familiar ; Críticas, cnflits e falta de api nesta Missã pr parte de alguns familiares, frut de diferentes níveis e caminhs de Fé; Aument da carga fiscal as casais unids pel Matrimóni; Distraçã das crianças, frut das nvas tecnlgias, send adulterads alguns valres fundamentais, trnand-se cada vez mais difícil a família cntrlar essa tendência. 5 Vigararia da Maia

6 09 e 10 de Fevereir iii. Dificuldades a nível prfissinal Desempreg; Sbrecarga a nível de hráris de trabalh e de stress, retirand temp para a vida familiar e dificultand a participaçã ativa nas actividades pastrais; Decisões que pr vezes existe necessidade de tmar, mas que pdem ser cntra interesses pré-estabelecids, riginand, pr med, cbardia e cmdism, silênci, e perdend-se prtunidades de serms cm um grã de mstarda que um hmem tmu e semeu n seu camp (Mt 13, 31); Falta de cmpreensã perante as nssas atitudes, send pr vezes sujeits a demasiadas e desprpsitadas críticas, e até prejudicads pelas nssas pções; Ausência e indiferença, quase abslutas, ds valres cristãs subjacentes a amr, à slidariedade e à cmunhã, tds eles subjugads pela cmpetitividade e ambiçã. iv. Dificuldades a nível scial Cnflit de gerações, frut da adulteraçã de certs valres mrais, cm facilitism, reduzind a dispnibilidade para vluntariad (que é prva de amr), pr acmdaçã, nã respeitand inclusivamente as cnvicções ds utrs; Dificuldade de afirmaçã ds jvens cristãs perante a sciedade, frut d materialism, laicism e maçnaria que cada vez mais predminam; Dificuldades em falar de Deus quand rdeads pr pessas cm diferentes inclinações religisas, existind inclusivamente também elements de utras seitas u religiões que ns tentam desviar, sbretud ns mments de mair fraqueza; Sciedade cada vez mais cmpetitiva e egcêntrica, em que existe uma hstilidade subtil em relaçã a cristianism cm send uma subcultura ultrapassada, u em relaçã as cristãs cm send cidadãs de classe inferir, submetids, muitas vezes, a desprez e a ridícul, sem qualquer de tip cntemplaçã pels mais frágeis, induzind recei da nã aceitaçã; Persuasã ds meis de cmunicaçã scial, na deturpaçã de infrmaçã, veiculand facilmente uma perspectiva negativa da Igreja e vendend mdels sciais de felicidade imediatamente mais apelativs que s da Fé, influenciand a frma de pensar e de agir das pessas; Cmunicaçã unidirecinal que alguns destes meis prprcinam, levand a que as pessas apenas se habituem a receber infrmaçã, e que, sem a prtunidade de a avaliar u discutir, crram risc de a assimilar cm verdade absluta ; Islament das cmunidades cristãs face à sciedade civil, das cmunidades entre si e das várias pessas dentr das cmunidades, sbretud em ambiente urban. v. Dificuldades a nível pastral Falta de frmaçã, de cultura religisa e bíblica e de catequizaçã de Pais e adults, dificultand a partilha e envlviment ds váris agentes para sucess efetiv da missã pastral; 6 Vigararia da Maia

7 09 e 10 de Fevereir Prém, mesm quand prpsts esses mments de frmaçã, a fraca adesã impssibilita sucess ds mesms; Falta de api, clabraçã e interligaçã entre clegas e membrs pastrais e da Igreja, predminand muitas vezes a crítica destrutiva (e nã cnstrutiva), a falta de flexibilidade e desej de expsiçã pública; Cnservadrism da Igreja enquant instituiçã, resistind à abertura para nvas e criativas vivências, sem necessidade de se perder essencial, mas de frma a trná-la mais viva, atrativa e esclarecedra da Palavra de Deus, principalmente para s mais jvens, que cnstituem afinal parte imprtante d futur da Igreja de Deus; Dificuldade ds Párcs em cativar e entusiasmar as pessas, trnand as celebrações da Eucaristia alg mnótnas, e ficand pr vezes a sensaçã de estarem mal preparadas, nã favrecend a absrçã e perceçã prfundas da riqueza ds rits Eucarístics. 7 Vigararia da Maia

8 09 e 10 de Fevereir 4) Cm tems superad essas dificuldades? Em primeir lugar, a pçã tmada pr este caminh fi e trata-se, em cada dia, de uma pçã racinal. Prtant, a perseverança nas pções tmadas tem sid uma frma de superar essas ptenciais dificuldades. Apesar diss, nem sempre essas dificuldades para a vivência e partilha da Fé sã superadas, devid à sua cmplexidade, levand a que nã existam sluções milagrsas que levem à sua superaçã. Uma vez que, a lng da vida, essas dificuldades prvcam-ns dúvidas, tratandse de grandes desafis e prtunidades de frtaleciment da Fé. Assim, existem algumas ideias que pdem e devem ser pstas em prática para a superaçã dessas dificuldades, de frma a serms capazes de sentir, mesm nas hras de mair dr, que Deus está cnnsc. E essa certeza dá-ns nv alent para levantar, cntrnar e cntinuar. Entã, de frma esquemática, e à semelhança da questã anterir, dividims estas ideias ns mesms grups anterirmente definids: i. Superaçã de dificuldades a nível pessal Presença, mair envlviment pessal e cmunitári, e vivência na celebraçã da Eucaristia; Prcurar mais e melhres mments de raçã e reflexã, seguind as rientações d Papa Bent XVI, na perspetiva de uma mais prfunda vivência d An da Fé: A raçã ( ) permite-ns fixar nss lhar e nss craçã em Jesus, cm sua Mãe, mdel insuperável de cntemplaçã d Filh (Prta da Fé); Aprfundament da Fé de uma frma sistemática, quer na catequese (que deve ser permanente a lng da nssa vida), quer na prcura de frmaçã (curss bíblics, leituras e pesquisas sbre temas relacinads cm a fé e cm Deus) de frma a slidificá-la e a permitir um mair cnfrt cgnitiv para argumentar, explicar u justificar situações em que a Fé da Igreja seja clcada em causa; Prcurar alimentar a Fé, cm a Palavra de Deus e cm s ensinaments da Igreja, sem desistir, e cm a certeza de que a Deus tud devems, especialmente d bm que recebems, incluind a própria vida; Mair recnheciment, apesar das mntanhas que muitas vezes tems de mver, das graças e dns cncedids pr Deus, pr mais simples que ns pssam parecer, principalmente quand tmams cnsciência de que em muitas casiões existem situações n Mund actual que ns fazem pensar que tud aquil cm que ns precupams é tã patétic ; Realizaçã regular de exames de cnsciência; Recrdaçã de mments marcantes das nssas vidas; Vntade própria e cragem para, quand necessári, serms capazes de mudar, de frma serena, que de errad encntrams nas nssas vidas; Através d nss testemunh, d exempl ds pais e daqueles que ns rdeiam, das nssas atitudes diárias, e da nssa cnsciência n cumpriment e cultiv ds bns valres mrais; 8 Vigararia da Maia

9 09 e 10 de Fevereir Através d exempl das pessas que vems darem-se gratuitamente, um amig que nã ns abandna nem ns deixa desistir, auxiliand-ns na busca d ânim e da cragem para cntinuar e retribuir mais ainda, a prcurarms ser um reflex, ainda que muit ténue, de Jesus, pis só assim pderems transmitir a nssa Fé as utrs. ii. Superaçã de dificuldades a nível familiar Prcurar e incentivar a presença familiar na Eucaristia dminical; Prcurar prtunidades de raçã pessal e familiar, send perseverante n temp dedicad para rar a Deus; Api e frça daqueles que diariamente estã cnnsc nesta caminhada. iii. Superaçã de dificuldades a nível prfissinal Nã pdend, infelizmente, na mair parte das vezes, fazer bem, prcurar evitar mal, assumind bem cmum e bem de cada indivídu cm critéris superires as financeirs e às ambições pessais; Alertar s superires hierárquics para a sbrecarga de trabalh, quand fr cas diss; Manter a fidelidade a cmprmiss baptismal, transmitind e pnd em prática s ensinaments de Jesus, nas tarefas e relações interpessais. iv. Superaçã de dificuldades a nível scial Cativar a cmunidade através da riqueza e prfundidade da Palavra de Deus; Agir segund as cnvicções próprias, cm cragem e sem recei de incmpreensões, tentand ser cerentes na Fé, respeitand as cnvicções ds utrs e, sem querer impr, prcurar dialgar para criar laçs e pderms dar nss testemunh; Determinaçã própria, de md a tentar uma cnciliaçã de hráris e de tarefas, pela cmunhã e uniã das pessas cm s mesms valres; Viver em permanente slidariedade cm próxim, clcand a sua felicidade cm principal bjectiv; Demnstrar que a Igreja se trata de um lcal de vivência de Fé cmunitária pr excelência, de partilha de valres imprescindíveis cm Amr, a Paz e a Cncórdia, retratand um lugar de estabilidade emcinal e mral; Estabelecer um cmprmiss cm rganisms da paróquia, seguind exempl ds pais e familiares, cm seu respectiv api; Partilha de experiências psitivas e negativas cm utrs cristãs, quer na própria cmunidade, quer veiculads através ds media, que ns pdem mtivar; Clcar restrições, temprais e de cnteúd, n acess as meis de cmunicaçã e às redes sciais; Ver e uvir cm capacidade crítica, levand s assunts mais plémics u cntráris as valres cristãs, à discussã cm utrs. v. Superaçã de dificuldades a nível pastral 9 Vigararia da Maia

10 09 e 10 de Fevereir Pr fim, e especialmente a nível pastral, fi referid anterirmente que muitas vezes nem tds s seus agentes pastrais prcuram rumar este Barc na mesma direcçã, dificultand que mesm pssa navegar pr Mares segurs e atracar em bm Prt. Assim send, prvavelmente uma mair interacçã e partilha de piniões e de cnteúds entre equipas pastrais dentr das Paróquias, e entre Paróquias, facilitasse um melhr cnheciment e aprveitament ds prjects e ideias bem sucedids. De frma a permitir que s mesms pudessem ser mais vezes implementads, aperfeiçads e ptenciads, e cntribuind assim para um mair sucess, numa missã que, cm tds sabems, é fundamental e cada vez mais desafiadra n mund actual. 10 Vigararia da Maia

11 09 e 10 de Fevereir 5) Que tems feit para transmitir a nssa Fé as utrs? A primeira cnclusã que se pde retirar quand debatems aquil que tems feit para transmitir a nssa Fé as utrs é a de que efectivamente, muits de nós, pderíams fazer mais para que essa transmissã fsse mais efetiva. Prém, prcurams cmunicar através d testemunh e d exempl, n cumpriment das nssas funções e tarefas da vida qutidiana, cm cmpetência e alegria, send uma atitude fundamental para a transmissã da nssa Fé as utrs. Pis também filh d Hmem nã vei para ser servid, mas para servir e dar a sua vida em resgate de tds. (Mc 10, 45). Através d exempl da nssa vida familiar e prfissinal, prcurar amar a Deus, em jeit de agradeciment, e a próxim em jeit de crreçã fraterna, de frma cerente cm a mensagem de Jesus e da dutrina da Igreja, assumind que a mesma rienta e facilita caminh da Fé até Deus Pai. Assim, aqui ficam alguns exempls prátics nesta transmissã: Sem exuberância e excentricidade, tentativa de dar exempl de perseverança para cm s utrs, respeitand as suas piniões, mesm que divergentes, e defendend cm cnvicçã esclarecida s princípis cristãs em que acreditams; Prcura ds arguments científics, lógics e dutrinais mais cmplets para defender as piniões e s dgmas da Igreja, ns váris rganisms e/u mviments em que participams, adequand discurs a públic alv, muitas vezes cmpst pr crianças, jvens u adlescentes; Auxíli as mais carenciads, dand exempl de slidariedade a nível das necessidades materiais e emcinais, que tant se fazem sentir, através da atençã, d carinh, da fraternidade, da partilha, da caridade, d amr e da esperança, nas quais se radica a nssa Fé; Testemunh ds valres cristãs, prcurand intrduzi-ls nas assciações, na educaçã e na plítica; Interaçã cm grups de utras religiões, prpnd a mudança (a jvens e adults) numa relaçã de partilha Evangélica; Organizaçã e participaçã em encntrs de frmaçã para pais, jvens e catequistas; Participaçã ativa nas celebrações e actividades da Paróquia e integraçã em equipas de pastral existentes, buscand a dinamizaçã da vida cmunitária; Manutençã da pstura autêntica e d exempl scial, em cnfrmidade cm mdel de Jesus e ds Seus Mandaments, uma vez que só a imagem que espelhams, cnciliada cm bas práticas de aclhiment, é que ns permitem cnferir cnsistência na transmissã de Fé àqueles que nã a têm u a têm mens desenvlvida; Induçã de mments facilitadres de encntr cm Deus, através da visita e peregrinações a lcais de cult, e acnselhand utrs a fazê-l, assumind, humildemente e cm perseverança, a prática da religiã católica; Defesa ds valres cristãs, prcurand nvas frmas de s pôr em prática na vida d dia-a-dia, nmeadamente a nível prfissinal e scial; Recurs a bm e adequad us de nvas tecnlgias, cm meis e instruments capazes de cativar; 11 Vigararia da Maia

12 09 e 10 de Fevereir Prmçã d cnheciment da Sagrada Escritura, d Catecism da Igreja Católica e ds Dcuments Cnciliares. Ênfase na imprtância da raçã familiar, que durante décadas acntecia em grande parte ds lares cristãs, e que actualmente parece um puc em desus, prcurand adptar utras frmas de raçã, mais espntâneas, numa relaçã de mair prximidade cm Jesus. Prque a Fé é cm carvã em brasa, que mantend-se na fgueira cntinua a arder, mas, se retirad dela, arrefece e perde seu fulgr. 12 Vigararia da Maia

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