2009 Relatório Anual

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1 2009 Relatório Anual

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3 Relatório ANUAL 2009 Mensagem do Presidente do Conselho Geral e de Supervisão 3 Mensagem do Presidente do Conselho Geral e de Supervisão O resultado do transporte aéreo, negócio fulcral da TAP, teve no ano de 2009 uma apreciável recuperação (+ 266 ME) relativamente ao ano anterior. O consequente lucro atingiu um valor sem precedentes, proporcionando uma contribuição decisiva para o reequilíbrio do resultado consolidado do Grupo. Um dos aspectos mais relevantes desta evolução é que ela teve lugar no contexto da maior crise de sempre do transporte aéreo. Crise reflectida numa acentuada contracção do tráfego europeu e em pesadas perdas globais para a generalidade do sector, que ascenderam a quase 10 biliões de dólares. A recuperação do resultado da TAP deveu-se em larga medida ao sucesso do ajustamento da Empresa ao novo condicionalismo recessivo do transporte aéreo global. Tal ajustamento envolveu um amplo conjunto de medidas, com incidência nos proveitos e nos custos da Empresa, que passaram pelo reforço da dinâmica comercial e reestruturação da operação mediante reconfiguração da rede de linhas, redimensionamento temporário da oferta, reprogramação de horários e por um considerável esforço no domínio da contenção de custos. Esta acção logrou amortecer os efeitos da queda generalizada do tráfego aéreo, moderando a quebra dos proveitos (-11%) face à sofrida pela generalidade das companhias europeias de bandeira, e foi determinante para o resultado alcançado. Não obstante, essa perda de proveitos foi suficientemente pronunciada, em termos absolutos, para anular mais de 80% da poupança (296 ME) da TAP com a baixa ocorrida no preço do combustível. Daí que uma parte substancial da melhoria do resultado da TAP tenha de imputar-se à redução noutros custos, conseguida por via quer da reconfiguração da operação quer da obtenção de ganhos de eficiência. A análise do desempenho da TAP em 2009 põe assim em evidência, com clareza, condições essenciais da sustentabilidade futura da Empresa: flexibilidade da sua rede operacional e estrutura de custos, e agilidade de gestão perante as contingências do negócio. Condições estas com presença em grau suficiente para que a Empresa fique capacitada a responder, adequadamente e em tempo útil, aos desafios do transporte aéreo, sector em constante mutação, fortemente concorrencial e que se revela particularmente vulnerável à incidência de inúmeras perturbações exógenas. A conjugação activa destes factores, decisiva para o destacado desempenho da TAP no exercício de 2009, deverá ser prosseguida e reforçada no futuro. Porém, a viabilidade da Empresa, face às constantes oscilações da conjuntura global, depende, além destas condições, de uma outra, também crucial: a sua sustentação numa base sólida de capital próprio. Considerando a fragilidade da actual situação líquida da TAP, torna-se assim imperativo proceder com urgência à recapitalização da Empresa, assunto que, sem prejuízo da devida cooperação dos orgãos sociais da Empresa na procura das soluções mais adequadas, se situa na esfera de decisão do Accionista. É nestas circunstâncias que desejo exprimir o agradecimento do Conselho Geral e de Supervisão à Administração, Trabalhadores e Colaboradores da TAP, pelo contributo pessoal que deram para que a Empresa, através de um significativo reforço da sua competitividade, pudesse, com êxito assinalável, fazer face aos ingentes desafios do ano de Manuel Pinto Barbosa

4 4 Entrevista com o Presidente do Conselho de Administração Executivo Relatório ANUAL 2009 Entrevista com o Presidente do Conselho de Administração Executivo 2009 foi um ano difícil devido à crise mundial. Na TAP, o ano fica marcado pela obtenção de bons resultados e pela conclusão do Plano Estratégico Quando este plano foi elaborado, em 2006, a conjuntura era muito diferente. O plano cumpriu-se? Em 2007 conseguimos cumprir o que estava planeado, mas em 2008 tivemos grandes dificuldades, tal como a maioria das companhias do mundo inteiro, por causa do preço do petróleo. Em 2009, conseguimos, no entanto, seguir uma tendência muito diferente da maioria das outras companhias, atingindo resultados muito bons, sobretudo quando comparados com o sector. Na realidade, se considerarmos a TAP, S.A., que envolve a área do Transporte Aéreo e da Manutenção de Lisboa, tivemos resultados muito acima daqueles que foram obtidos pela maioria das empresas Europeias foi, sem dúvida um ano muito difícil, em que o mundo entrou em colapso financeiro e económico. Os resultados só foram possíveis através de fortes ajustes da nossa oferta e pela adopção de muitas outras medidas adicionais. Devo dizer que, em 2009, não só atingimos, como até ultrapassámos, as metas do Plano Estratégico. A TAP revelou grande flexibilidade face ao que estava no Plano Estratégico para se adaptar às novas circunstâncias? Sim, isso é que é importante. O Plano Estratégico é um guia a três anos, de médio prazo, que se deve seguir, mas a Empresa tem de demonstrar a flexibilidade necessária para se ajustar aos diferentes cenários. É por isso que fazemos os orçamentos a cada ano, que já são ajustados, e que ao longo de cada ano ainda vamos ajustando mais a oferta, a política comercial, os aspectos financeiros Diria que tivemos grande sucesso nos ajustes que fizemos, inclusivamente a nível de redução de custos, para atingirmos resultados. Não eram exactamente os mesmos pressupostos colocados pelo Plano Estratégico elaborado três anos antes, mas ajustados à realidade do momento com uma adequada redução de oferta quando, de acordo com o plano, seria previsto crescer. Foi essencial a redução de custos, não só através da diminuição da oferta, mas também nos serviços de suporte? Não foi só em A Empresa vem registando um aumento de eficiência ao longo dos últimos anos. Procura-se, através de automatização de processos e formação do pessoal, entre outros aspectos, permitir que a Empresa produza sempre mais, com menos. Esta é a única via que existe para que a TAP se mantenha competitiva. Num ano, como o de 2009, em que se reduz a oferta, tende-se a produzir menos per capita. Então, é fundamental desenvolver um esforço muito grande para que outros factores de custo se reduzam, e isso verificou-se. Temos áreas importantíssimas da Empresa que melhoraram o seu nível de eficiência, dando um importante contributo para os resultados: a agregação das operações da PGA, por exemplo, permitiu que as áreas de suporte prestassem, praticamente com o mesmo efectivo, serviços adicionais para uma terceira empresa, diluindo os custos. Assim, no global do Grupo TAP, tivemos um aumento de eficiência também dessa forma. Além disso, desenvolvemos vários programas de redução de custos e é também importante referir o sacrifício pessoal dos trabalhadores, relativamente aos quais não foi possível fazer, no últimos anos, a adequação dos salários ao ritmo inflacionário.

5 Relatório ANUAL 2009 Entrevista com o Presidente do Conselho de Administração Executivo 5 A TAP deu um passo importante na garantia do seu desenvolvimento e sustentabilidade? Divido a questão da sustentabilidade em duas áreas. A primeira é económica. Neste aspecto, temos uma grande preocupação, muito devido aos maus resultados de Passámos a ter uma preocupação adicional, que é a situação líquida. Em 2009, no entanto, a TAP regressou ao processo de recuperação que vinha percorrendo desde 2004, com resultados crescentes, possíveis através de uma forte aposta em nichos de mercado que permitem um desenvolvimento sustentado. A melhor demonstração disto é que, num ano de crise extrema no mercado do transporte aéreo e na economia global, como o de 2009, a TAP, S.A. conseguiu atingir bons resultados e o Grupo TAP chegou perto do equilíbrio. A outra abordagem do tema tem a ver com a sustentabilidade social e ambiental da organização. Neste aspecto fundamental, fomos pioneiros a nível mundial no lançamento do Programa de Compensação de Emissões de Carbono em parceria com a IATA o que nos valeu, aliás, o prémio Planeta Terra da UNESCO, entregue também em Além disso, prosseguimos os nossos programas de redução de emissões de CO 2 com grande sucesso. Devo sublinhar alguns números: reduzimos as emissões de CO 2 em 63 mil toneladas, só em 2009, principalmente instituindo novos processos de operação de voo. Temos uma forte consciência ambiental e promovemos também programas transversais de redução dos consumos de água e energia, de reciclagem de resíduos industriais e comuns e ainda de sensibilização e mobilização dos trabalhadores do Grupo TAP. Assumimos de forma cada vez mais activa o nosso compromisso ambiental. A redução de custos fez-se sem sacrifício dos níveis de qualidade do serviço? Pelo contrário, conseguimos em 2009 melhorar muito esses níveis. No passado, tivemos grandes dificuldades na qualidade de serviço. Durante o ano de 2009, a Empresa apresentou um crescendo de pontualidade, de melhoria na entrega das bagagens, de todo o processo de atendimento do passageiro e da qualidade de serviço como um todo. Isso foi demonstrado através de vários reconhecimentos, como o prémio World Travel Award. Este facto também nos permitiu crescer mais no movimento de passageiros através do hub, vindos de África e do Brasil para a Europa e vice-versa, com altos níveis de qualidade e de satisfação dos Clientes. Prosseguimos o importante trabalho conjunto no aeroporto de Lisboa com ANA, Groundforce e SEF, num projecto de Acção integrada de Melhoria do Serviço (AIMS) virado para o passageiro, isso foi muito importante. Criámos novos serviços, como as Assistências Personalizadas ou o Premium Boarding, alargámos o acesso ao Fastrack e a possibilidade de realizar check-in online a várias escalas Também em 2009, lançámos formas mais modernas de comunicarmos e nos relacionarmos com os nossos Clientes de que são exemplo o portal TAP Mobile, os flashmobs, a presença nas redes sociais Tudo isso são novos serviços e uma forma de melhorar a relação com os Clientes. Esse crescimento e melhoria apesar da cada vez maior concorrência Em parte por causa do crescimento que a TAP teve em termos de passageiros, o mercado português está cada vez mais interessante para as companhias aéreas. Já temos cerca de 22 empresas low cost a operar em Portugal e isso obriga-nos a ter atitudes diferentes, mais competitivas, face a essa concorrência, com novos produtos, novas formas de enfrentar o mercado, o que temos feito com muito sucesso. O importante é ter uma concorrência leal, aberta e transparente mas, muitas vezes, até na forma de prestação do serviço, existem benefícios que desequilibram a competição. A TAP há mais de 13 anos que não tem qualquer tipo de ajuda do Estado, pelo contrário, traz benefícios muito grandes para o Estado Português. Só para dar um exemplo, o ano passado a TAP foi a maior exportadora nacional, num momento crucial para a economia portuguesa. Vendemos em 2009 cerca de 1,4 mil milhões de euros no estrangeiro, um contributo importante para a economia portuguesa que deve ser reconhecido. Além disso, a TAP é também um parceiro fundamental do sector do Turismo? Somos o principal veículo da entrada de turistas em Portugal, somos o cartão-de- -visita do País, temos essa consciência e isso tem sido cada vez mais forte. Há um esforço cada vez maior de Portugal para captar o turismo e a TAP é historicamente e continuará a ser a principal ferramenta de promoção e captação de turistas. Mas quero também referir que o crescimento da TAP nos últimos anos tem permitido acesso facilitado a grande parte dos países da Europa. Em 2009, num ano de crise pronunciada, continuámos a lançar novos destinos, como Moscovo, Helsínquia e Varsóvia. A nossa frequência de voos para várias capitais Europeias facilita muito os processos de trocas económicas e de contactos de negócios e turismo, o que tem permitido obter uma posição de maior destaque de Portugal na Europa. Além disso, a interligação com Brasil e vários países de África também potencia que Portugal se torne uma ponte para todos esses mercados. Sobre recentes investimentos, 2009 provou que eles foram acertados? O ano passado, a M&E Brasil atingiu o equilíbrio nas suas contas, ainda não a nível operacional, mas contando com resultados extraordinários, demonstrando que já tem uma estratégia para atingir, a prazo, o retorno que nós esperamos que aquele negócio produza. Outro investimento extremamente importante, consolidado o ano passado, foi o da PGA, que demonstrou o seu retorno acima do esperado. A PGA é uma ferramenta fundamental para a nossa participação em mercados de média dimensão.

6 6 Estrutura Accionista do Grupo TAP Relatório ANUAL 2009

7 Relatório ANUAL 2009 Estrutura Accionista do Grupo TAP 7 Estrutura Accionista do Grupo TAP a 31 Dezembro 2009 No final de 2009, o Grupo das empresas que se encontravam no perímetro de consolidação da holding TAP era constituído pela TAP Transportes Aéreos Portugueses, SGPS, S.A. e restantes empresas participadas, de acordo com a organização representada no esquema. 100% 100% 100% 100% (*) 51% 51% 100% 100% 99% 1% 6% 43,9% 50,1% 100% 10% 98,64% TAP Manutenção e Engenharia Brasil, S.A. 0,001% 75% (*) Controlo detido por entidade independente, de acordo com determinação da Autoridade da Concorrência.

8 8 Governo da Sociedade Relatório ANUAL 2009 Governo da Sociedade Modelo de Governo Societário O modelo de Governo Societário adoptado pela TAP desde 2006, tem contribuído significativamente para a consolidação de uma prática de gestão baseada nos princípios de accountability. A coexistência, numa mesma estrutura de governação, do Conselho de Administração Executivo, do Conselho Geral e de Supervisão e das Comissões Especializadas de Auditoria e de Sustentabilidade e Governo Societário possibilitou, por via da especialização orgânica, uma mais eficaz separação das funções de gestão executiva e de supervisão da sociedade. No exercício destas funções, o Governo Societário da TAP conta ainda com o Revisor Oficial de Contas (Órgão de Fiscalização) e com a assessoria de um Auditor Externo. A avaliação da experiência do mandato 2006/2008, por outro lado, permitiu a introdução nos Estatutos de alterações consideradas mais ajustadas à prática da Empresa e a uma mais clara definição das atribuições e competências dos seus Órgãos Sociais. Com estas alterações do contrato de sociedade o Accionista teve em vista imprimir acrescida eficácia ao Governo Societário, dessa forma adicionando valor à Empresa. Esta mesma motivação tem presidido, no contexto do modelo de Governo Societário actual, à interacção entre seus Órgãos Sociais, bem como ao seu relacionamento com o Accionista e demais Stakeholders da Empresa

9 Relatório ANUAL 2009 Governo da Sociedade 9 Órgãos Sociais TAP Transportes Aéreos Portugueses, SGPS, S.A. TAP, S.A. Por deliberação em Assembleia Geral de 2 de Junho de 2009, para o triénio Por deliberação do Conselho Geral e de Supervisão, em reunião de 26 de Junho de Mesa da Assembleia Geral Presidente Dr. Paulo Manuel Marques Fernandes Vice-Presidente Dr. António Lorena de Sèves Secretário Dra. Orlanda do Céu S. Sampaio Pimenta d Aguiar Estrutura dos Conselhos de Administração Executivos, dos Conselhos Gerais e de Supervisão e das Comissões Especializadas Conselho de Administração Executivo Presidente Eng.º Fernando Abs da Cruz Souza Pinto Vogal Eng.º Fernando Jorge Alves Sobral Vogal Dr. Luís Manuel da Silva Rodrigues 1 3 Vogal Eng.º Luiz da Gama Mór 6 Vogal Eng.º Manoel José Fontes Torres 2 Vogal Dr. Michael Anthony Conolly 5 Conselho Geral e de Supervisão Presidente Professor Doutor Manuel Soares Pinto Barbosa Vogal Dr. Carlos Alberto Veiga Anjos 7 Vogal Professor Doutor João Luís Traça Borges de Assunção Vogal Dr. Luís Manuel dos Santos Silva Patrão 12 Vogal Dra. Maria do Rosário Miranda Andrade Ribeiro Vítor Vogal Dr. Rui Manuel Azevedo Pereira da Silva 11 Vogal Dr. Vítor José Cabrita Neto Comissão Especializada de Auditoria Professor Doutor Manuel Soares Pinto Barbosa Dr. Carlos Alberto Veiga Anjos (até Junho 2009) Professor Doutor João Luís Traça Borges de Assunção Dra. Maria do Rosário Miranda Andrade Ribeiro Vítor (até Junho 2009) Dr. Rui Manuel Azevedo Pereira da Silva (desde Junho 2009) Comissão Especializada de Sustentabilidade e Governo societário Professor Doutor Manuel Soares Pinto Barbosa Dr. Carlos Alberto Veiga Anjos Professor Doutor João Luís Traça Borges de Assunção Dr. Luís Manuel dos Santos Silva Patrão Dra. Maria do Rosário Miranda Andrade Ribeiro Vítor Dr. Rui Manuel Azevedo Pereira da Silva Dr. Vítor José Cabrita Neto SECRETÁRIO DA SOCIEDADE Por deliberação do Conselho de Administração Executivo, em reunião de 23 de Junho de Secretário da Sociedade Dra. Orlanda do Céu S. Sampaio Pimenta d Aguiar Secretário da Sociedade Suplente Dra. Alda Maria dos Santos Pato

10 10 Governo da Sociedade Relatório ANUAL 2009 Reuniões dos Conselhos de Administração Durante o ano de 2009, foram realizadas 13 reuniões pelo Conselho de Administração Executivo da TAP, SGPS, S.A. e 20 reuniões pelo Conselho de Administração Executivo da TAP, S.A.. Principais Deliberações dos Conselhos de Administração EXECUTIVOS em 2009 TAP, SGPS, S.A. Aprovação do Plano Estratégico Plano de Contingência da Gripe A para o Grupo TAP TAP, S.A. Aquisição de 50,1% do capital social da SPdH e acordo com a Europartners para uma solução de interim management Programa de Redução de Emissões de CO 2 Carbon Offset Abertura de Novas Linhas Moscovo, Helsínquia, Varsóvia, Valência Fiscalização da Sociedade Revisor Oficial de Contas Por deliberação em Assembleia Geral de 2 de Junho de 2009, para o triénio Efectivo Oliveira, Reis & Associados representada pelo Dr. José Vieira dos Reis Suplente Dr. Fernando Marques Oliveira Auditores Externos PricewaterhouseCoopers & Associados Estatuto Remuneratório dos Órgãos Sociais > As remunerações dos Órgãos Sociais da TAP são fixadas pela Assembleia Geral (cf. Artigo 11º dos Estatutos da TAP, SGPS). > Os membros do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão são remunerados, exclusivamente, pelas funções exercidas na TAP, S.A., não auferindo qualquer remuneração pelas funções exercidas, na TAP, SGPS ou em qualquer outra empresa do Grupo TAP. Remunerações fixadas para o triénio 2006/2008 (in Acta nº 1/2007 da Comissão de Vencimentos da TAP, S.A.) Cf. Deliberação Social Unânime por Escrito de 29 de Julho de 2009, ( ) para o triénio não haverá alteração do estatuto remuneratório ( ). Conselho de Administração Executivo Presidente Compensação Fixa Remuneração Fixa: Remuneração mensal ilíquida de EUR , paga em 14 meses por ano. Subsídio de Refeição: Aplicação do Acordo de Empresa para trabalhadores no activo do quadro permanente. Compensação Variável Compensação Variável de Curto Prazo: atribuição de componente variável da remuneração de acordo com o cumprimento de objectivos mensuráveis anualmente, tendo como limite máximo anual 75% do valor total da Compensação Fixa Anual. Compensação Variável de Longo Prazo: atribuição de componente variável da remuneração de acordo com o cumprimento de objectivos mensuráveis plurianuais (mandato) tendo como limite máximo 75% do valor total da Compensação Fixa acumulada do mandato. Benefícios Seguros de vida, saúde e acidentes pessoais: em vigor na Empresa, seguindo o modelo aplicável a todos os trabalhadores. Política automóvel: atribuição de uma viatura de serviço até ao limite de renda de EUR 1.260, incluindo despesas de seguro automóvel e manutenção, pelo período de 3 anos, abrangendo a utilização de via verde, parqueamento e combustível (em cumprimento do disposto nos artigos 32º e 33º do DL nº 71/2007 de 27 de Março, o limite máximo anual para gastos com combustível foi fixado em EUR 4.000). Despesas telefónicas: utilização de telemóvel de serviço (em cumprimento do disposto nos artigos 32º e 33º do DL nº 71/2007 de 27 de Março, o limite máximo anual para gastos com utilização de telefone móvel foi fixado em EUR 9.000). Cartão de crédito da Empresa: exclusivamente para fazer face a despesas documentadas inerentes ao exercício das respectivas funções ao serviço da Empresa.

11 Relatório ANUAL 2009 Governo da Sociedade 11 Vogais Compensação Fixa Remuneração Fixa: Remuneração mensal ilíquida de EUR , paga em 14 meses por ano. Subsídio de Refeição: Aplicação do Acordo de Empresa para trabalhadores no activo do quadro permanente. Compensação Variável Compensação Variável de Curto Prazo: atribuição de componente variável da remuneração de acordo com o cumprimento de objectivos mensuráveis anualmente, tendo como limite máximo anual 75% do valor total da Compensação Fixa Anual. Compensação Variável de Longo Prazo: atribuição de componente variável da remuneração de acordo com o cumprimento de objectivos mensuráveis plurianuais (mandato) tendo como limite máximo 75% do valor total da Compensação Fixa acumulada do mandato. Benefícios Seguros de vida, saúde e acidentes pessoais: em vigor na Empresa, seguindo o modelo aplicável a todos os trabalhadores. Política automóvel: atribuição de uma viatura de serviço até ao limite de renda de EUR 865, incluindo despesas de seguro automóvel e manutenção, pelo período de 3 anos, abrangendo a utilização de via verde, parqueamento e combustível (em cumprimento do disposto nos artigos 32º e 33º do DL nº 71/2007 de 27 de Março, o limite máximo anual para gastos com combustível foi fixado em EUR 4.000). Despesas telefónicas: utilização de telemóvel de serviço (em cumprimento do disposto nos artigos 32º e 33º do DL nº 71/2007 de 27 de Março, o limite máximo anual para gastos com utilização de telefone móvel foi fixado em EUR 9.000). Cartão de crédito da Empresa: exclusivamente para fazer face a despesas documentadas inerentes ao exercício das respectivas funções ao serviço da Empresa. Por Deliberações Sociais Unânimes por Escrito de 14 de Maio de 2009 e de 29 de Julho de 2009, os administradores originariamente não residentes em Portugal gozam do direito a ser abonados por despesas de alojamento ao abrigo do Estatuto do Pessoal Deslocado conferido aos trabalhadores da TAP, S.A.. Conselho Geral e de Supervisão Presidente: remuneração mensal ilíquida de EUR 6.000, paga em 14 meses por ano. Vogais: remuneração mensal ilíquida de EUR 4.000, paga em 14 meses por ano. Aos membros do Conselho Geral e de Supervisão que têm participação efectiva nas Comissões Especializadas de Auditoria e de Sustentabilidade e Governo Societário, é-lhes atribuída uma remuneração mensal complementar de EUR Remunerações fixadas para o triénio 2006/2008 (in Acta nº 1/2007 da Comissão de Vencimentos da TAP, S.A.) Cf. Deliberação Social Unânime por Escrito de 29 de Julho de 2009, ( ) para o triénio não haverá alteração do estatuto remuneratório ( ). Mesa da Assembleia Geral Presidente: senha de presença, no valor ilíquido de EUR 640. Vice-Presidente: senha de presença, no valor ilíquido de EUR 400. Secretário: senha de presença, no valor ilíquido de EUR 330. Revisor Oficial de Contas A remuneração regula-se pelos valores apontados no referencial indicativo recomendado pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas (Artigo 60º do DL nº 487/99 de 16 de Novembro): montante anual de EUR , acrescido de IVA nos termos legais.

12 12 Governo da Sociedade Relatório ANUAL 2009 Remunerações auferidas em 2009 Conselho Geral e de Supervisão Manuel Carlos Rui Azevedo Maria do Pinto Veiga João BorgeS vítor Pereira Rosário Barbosa Anjos de Assunção Cabrita Neto Luís Patrão* da Silva Ribeiro Vítor Unidade: (Presidente) (Vogal) (Vogal) (Vogal) (Vogal) (Vogal) (Vogal) 1. Remunerações 1.1 Remuneração base , , , , , , , Acumulação de funções de gestão Remuneração complementar Prémios de gestão ( meses) Outras (identificar detalhadamente) Outras regalias e compensações 2.1 Gastos de utilização de telefones Valor de aquisição, pela Empresa, da viatura de serviço Valor do combustível gasto com a viatura de serviço Subsídio de deslocação Subsídio de refeição Outros (identificar detalhadamente) Encargos com Benefícios Socias 3.1 Segurança social obrigatório , , , , , , Seguros de saúde Seguros de vida Outros (identificar detalhadamente) Informações Adicionais 4.1 Opção pelo vencimento de origem (s/n) Não Não Não Não Não Não Não 4.2 Regime Segurança Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Cumprimento do n.º 7 da RCM 155/2005 Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim 4.4 Ano de aquisição de viatura pela Empresa Exercício opção aquisição de viatura de serviço Não Não Não Não Não Não Não 4.6 Usufruto de casa de função Não Não Não Não Não Não Não 4.7 Exercício de funções remuneradas fora grupo Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim 4.8 Outras (identificar detalhadamente) Conselho de Administração Executivo Fernando Michael Fernando Manoel Luís Silva Pinto Conolly Luíz Mór Jorge Sobral Torres Rodrigues Unidade: (Presidente) (Vogal) (Vogal) (Vogal) (Vogal) (Vogal) 1. Remunerações 1.1 Remuneração base , , , , , , Acumulação de funções de gestão Remuneração complementar Prémios gestão - relativo a 2007 (29% remuneração anual) , , , , , Outras (identificar detalhadamente) Outras regalias e compensações 2.1 Gastos de utilização de telefones 7.301, , , , ,50 661, Valor de aquisição, pela empresa, da viatura de serviço Valor do combustível gasto com a viatura de serviço ** 3.942, , , , , , Subsídio de deslocação Subsídio de refeição 1.123, , , , ,76 641, Outros (renting da viatura de serviço) , , , , ,66 676,00 3. Encargos com Benefícios Socias 3.1 Segurança social obrigatório , , , , , , Seguros de saúde 858,66 858,66 858,66 858,66 858,66 500, Seguros de vida , , , , , Outros (Seguro Acidentes Pessoais) 976,45 976,45 976,45 976,45 976,45 569,60 4. Informações Adicionais 4.1 Opção pelo vencimento de origem (s/n) Não Não Não Não Não Não 4.2 Regime Segurança Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social 4.3 Cumprimento do n.º 7 da RCM 155/2005 Sim Sim Sim Sim Sim Sim 4.4 Ano de aquisição de viatura pela empresa Exercício opção aquisição de viatura de serviço Não Não Não Não Não Não 4.6 Usufruto de casa de função Não Não Não Não Não Não 4.7 Exercício de funções remuneradas fora grupo Não Não Não Não Não Não 4.8 Outras-Pagamento Despesas Alojamento em Portugal (valor líquido) , , , ,72 - (*) Por opção própria, só recebeu remuneração até Maio/2009 (**) Utilização partilhada com Serviços Gerais de Apoio aos Órgãos Sociais

13 Relatório ANUAL 2009 Governo da Sociedade 13 Remunerações 2009 Mesa da Assembleia Geral Unidade: Presidente Vice Presidente Secretário Senhas de Presença (2 reuniões) TAP, SGPS, S.A ,00 800,00 660,00 Senhas de Presença (2 reuniões) TAP, S.A ,00 800,00 660,00 Revisor Oficial de Contas Unidade: Remuneração Contratual TAP, SGPS, S.A.(líquida de IVA) ,00 Remuneração Contratual TAP, S.A.(líquida de IVA) ,00 Regulamentos Internos a que a Empresa está sujeita A gestão de risco, enquanto pilar da cultura empresarial do Grupo TAP, é inerente a todos os processos de gestão e é assumida como uma preocupação constante de todos os gestores, bem como dos colaboradores do Grupo, através da identificação, gestão e controlo das incertezas e das ameaças que podem afectar os diversos negócios, numa perspectiva de continuidade das operações e de aproveitamento de oportunidades de negócio. Entretanto, a Empresa tem vindo a desenvolver e a implementar um conjunto de Regulamentos Internos, que consubstanciam Códigos de Conduta e Boas Práticas, dos quais se destacam, pela sua importância: > O Código de Ética Enquanto declaração de princípios, ideário e carta de intenções, o Código de Ética é um documento em que a Empresa estabelece objectivos de carácter ético e comportamental no negócio com os seus stakeholders, isto é, com os fornecedores, trabalhadores e/ou com clientes, instituições financeiras, comunidade local, economia nacional, entre outros. Contém uma declaração de objectivos a missão da Empresa, os princípios éticos fundamentais e a concretização daquela missão e destes objectivos em áreas específicas de particular interesse, procurando salvaguardar os princípios da transparência e da independência nos negócios por parte dos diferentes intervenientes nos mesmos; > As Directivas e Competências de Compras e Vendas Às áreas de compras, enquanto serviços responsáveis pelo processo de aprovisionamento, compete zelar pelo cumprimento da legislação aplicável, bem como das directivas em vigor na TAP, nos seus respectivos domínios de intervenção. O regulamento prevê as delegações de competência, de modo a dar execução às diferentes responsabilidades na vertente de aquisição no seio da Empresa; > As Directivas Financeiras (Sede e Representações) Com o objectivo de garantir um eficaz controlo interno, no âmbito das actuações da função financeira, tem a Empresa vertido, também em regulamento interno, a actuação e delegação de competências nesta vertente; > O Regulamento de Contratualização Através do estabelecimento de Acordos de Permuta, a Empresa constituiu um Regulamento para o estabelecimento de contratos pelos quais as partes se obrigam a trocar serviços entre si. São susceptíveis de troca todos os serviços que puderem ser transaccionados, avaliando com critério as situações de bens diferentes em utilidade e/ou valor. A Auditoria Interna, enquanto actividade sujeita aos normativos internacionais, que gestionam a profissão, cumpre com os standards do IIA (Institute of Internal Auditors), no que respeita às Normas de Atributo obrigatório: > Norma 1000 Propósito, Autoridade e Responsabilidade > Norma 1100 Independência e Objectividade > Norma 1200 Proficiência e Zelo Profissional > Norma 1300 Garantia de Qualidade e Programas de Melhoria De igual modo, em articulação com o IPAI (Instituto Português de Auditores Internos), promove o benchmarking das melhores práticas da profissão e estimula a formação dos seus profissionais.

14 14 Governo da Sociedade Relatório ANUAL 2009 Gestão do Risco Os objectivos considerados de mitigação e gestão dos riscos têm vindo a materializar-se nas seguintes vertentes de actuação: Existência de planos e de sistemas coordenados destinados a controlar as incertezas, a prevenir a ocorrência de erros e irregularidades, a minimizar as suas consequências e a maximizar o desempenho da organização e a fiabilidade da sua informação, tendo como principais players: > Políticas e procedimentos internos; > Responsáveis de cada Unidade de Negócio e gestores operacionais; > Gestão de risco; > Auditoria interna. As políticas e procedimentos de controlo interno são acompanhados, no âmbito da actividade preventiva da Direcção de Auditoria Interna, visando garantir os seguintes aspectos: > Uma correcta segregação de funções; > Definições de autoridade e de responsabilidade; > A salvaguarda dos activos do Grupo; > O controlo, a legalidade e a regularidade das operações; > A execução dos planos e políticas, superiormente definidos; > A integridade e exactidão dos registos contabilísticos; > A eficácia da gestão e a qualidade da informação produzida. Por sua vez, a função de Auditoria Interna, como actividade de suporte ao processo de gestão de risco, tem por missão facilitar o processo de criação de valor, através de uma abordagem sistemática e estruturada de desenvolvimento e avaliação da eficácia da gestão e controlo dos riscos dos processos de negócio e dos sistemas de informação. Continuou-se, em 2009, o processo de avaliação do risco, apoiado por uma metodologia uniforme e sistemática, tendo por base o padrão Internacional Enterprise Risk Management Integrated Framework do COSO (The Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission), que compreende, nomeadamente: > A identificação e sistematização dos riscos que afectam a organização (linguagem comum); > A definição e agrupamento dos riscos (dicionário e matriz de riscos); > A avaliação e atribuição de grau de criticidade e prioridade aos riscos, em função do impacto nos objectivos de negócio e probabilidade de ocorrência; > A identificação das causas dos riscos mais importantes (críticos); > A avaliação das estratégias (opções) de Gestão de Risco. Código de Ética O Conselho de Administração Executivo da TAP, SGPS aprovou, em 2007, o Código de Ética do Grupo TAP, tendo sido apresentado ao Conselho Geral e de Supervisão e à Comissão Especializada de Sustentabilidade e Governo Societário, considerando as competências previstas na alínea l) do nº 3 do Artigo 21º dos Estatutos da Sociedade. Constituindo-se como um instrumento de gestão importante para todas as Empresas do Grupo TAP, o Código de Ética compromete todos os Colaboradores (membros dos Órgãos Sociais e restantes Trabalhadores), tendo, nesta perspectiva, sido sujeito a ampla divulgação pelos meios ao dispor nas Empresas passando, também, a ser integrado quer no Manual de Acolhimento, quer nos Módulos de Formação Profissional adequados. Encontra-se disponível na intranet e no site oficial da Empresa, e é partilhado com os fornecedores, prestadores de serviços e outros stakeholders, criando um processo bidireccional de envolvimento e responsabilização mútua.

15 Relatório ANUAL 2009 Governo da Sociedade 15 Princípios de Bom Governo Avaliação do grau de cumprimento dos princípios de Bom Governo a que a TAP se encontra obrigada de acordo com a Resolução do Conselho de Ministros Nº 49/2007. Princípios de Bom Governo Recomendações Grau de Cumprimento Referência no Relatório Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação > Obrigação de cumprimento, respeito e divulgação, da missão, objectivos e políticas, para si e para as participadas que controla, fixados de forma económica, financeira, social e ambientalmente eficiente; Cumprido. Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade > Elaboração de orçamentos adequados aos recursos e fontes de financiamento disponíveis, tendo em conta a sua missão e aos objectivos fixados; Cumprido. Relatório Anual > Adopção de planos de igualdade, de modo a alcançar uma efectiva igualdade de tratamento e de oportunidades entre homens e mulheres, eliminando a discriminação em razão de sexo e permitindo a conciliação da vida pessoal, familiar e profissional; Cumprido. Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade Código de Ética > Reporte de informação anual à tutela e ao público em geral, de como foi prosseguida a missão, grau de cumprimento dos objectivos, forma de cumprimento da política de responsabilidade social e de desenvolvimento sustentável e forma de salvaguarda da sua competitividade; Cumprido. Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade > Cumprimento de legislação e regulamentação, aplicável aos três eixos de sustentabilidade, económico, ambiental e social; Cumprido. Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade > Obrigação de tratamento com respeito e integridade de todos os trabalhadores e contribuir para a sua valorização pessoal; Cumprido. Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade Código de Ética > Obrigação de tratamento com equidade de clientes, fornecedores e demais titulares de direitos legítimos. Cumprido. Código de Ética Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade Estruturas de Administração e Fiscalização > O modelo de governo deve assegurar a efectiva segregação de funções de administração e fiscalização; Cumprido. Relatório Anual Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade (existência do Modelo Dualista de Gestão) > Empresas de maior dimensão e complexidade devem ter as contas auditadas por entidades independentes com padrões idênticos aos praticados para empresas admitidas à negociação em mercados regulamentados, devendo os membros do órgão de fiscalização ser os responsáveis pela selecção, confirmação e contratação de auditores, pela aprovação de eventuais serviços alheios à função de auditoria e ser os interlocutores empresa/auditores. Cumprido. Conforme relatório de actividades do Conselho Geral e de Supervisão Remuneração e Outros Direitos > Divulgação anual das remunerações totais (fixas e variáveis) auferidas por cada membro do órgão de administração; Cumprido. Website da TAP Relatório Anual > Divulgação anual das remunerações auferidas por cada membro do órgão de fiscalização; Cumprido. Website da TAP Relatório Anual > Divulgação anual dos demais benefícios e regalias (seguros de saúde, utilização de viatura e outros benefícios concedidos pela Empresa). Cumprido. Website da TAP Relatório Anual

16 16 Governo da Sociedade Relatório ANUAL 2009 Princípios de Bom Governo Recomendações Grau de Cumprimento Referência no Relatório Prevenção de conflitos de interesses > Obrigação dos membros dos órgãos sociais de se absterem de intervir em decisões que envolvam o seu próprio interesse; Cumprido. Código de Ética Estatutos > Obrigação dos membros dos órgãos sociais de declararem quaisquer participações patrimoniais importantes que detenham na empresa; Cumprido. No cumprimento de obrigações legais, comunicação ao Tribunal de Contas, ao Tribunal Constitucional e outros > Obrigação dos membros dos órgãos sociais de declararem relações relevantes que mantenham com fornecedores, clientes, IC s ou outros, susceptíveis de gerar conflito de interesse. Cumprido. Código de Ética Estatutos Divulgação de informação relevante > Comunicar, de imediato, todas as informações de que tenham conhecimento, susceptíveis de afectar de modo relevante a situação económica, financeira e patrimonial da Empresa; Cumprido. Código de Ética > Disponibilizar para divulgação no sítio das empresas do Estado, de forma clara, relevante e actualizada, toda a informação antes enunciada, a informação financeira histórica e actual da empresa e a identidade e os elementos curriculares de todos os membros dos seus órgãos sociais; Cumprido. Ligação do Website da TAP com o site da Parpública > Incluir no Relatório de Gestão ponto relativo ao governo da sociedade (regulamentos internos e externos a que está sujeita, informações sobre transacções relevantes com entidades relacionadas, remunerações dos membros dos órgãos, análise de sustentabilidade e avaliação do grau de cumprimento dos PBG). Cumprido. Relatório Anual Nota O Código de Ética e os Estatutos encontram-se disponíveis no Website da TAP Lista dos fornecedores da TAP, S.A. que representam mais de 5% do total dos fornecimentos e serviços externos da Empresa Conta FornecedoR eur % A0387 PETROGAL PETRÓLEOS DE PORTUGAL ,25 11, EUROCONTROL - UE ,57 6, ANA ,02 6,0 P040 SPdH ,59 5,6

17 Relatório ANUAL 2009 Governo da Sociedade 17 Anexo Funções exercidas por Membros dos Órgãos Sociais em outras Sociedades > Eng.º Fernando Abs da Cruz Souza Pinto Presidente do Conselho de Administração da TAP, S.A. Presidente do Conselho de Administração da Portugália Companhia Portuguesa de Transportes Aéreos, S.A. (PGA) Presidente do Conselho de Administração da TAPGER Sociedade de Gestão e Serviços, S.A. Presidente do Conselho de Administração da Reaching Force, SGPS, S.A. > Eng.º Fernando Jorge Alves Sobral Administrador Executivo da TAP, S.A. Administrador Não Executivo da Portugália Companhia Portuguesa de Transportes Aéreos, S.A. (PGA) Presidente do Conselho de Administração da TAP Manutenção e Engenharia Brasil, S.A. (ex-vem) > Dr. Luís Manuel da Silva Rodrigues Administrador Executivo da TAP, S.A. Administrador Não Executivo da SPdH Serviços Portugueses de Handling, S.A. > Eng.º Luiz da Gama Mór Administrador Executivo da TAP, S.A. Presidente do Conselho de Administração da CATERINGPOR Catering de Portugal, S.A. Presidente do Conselho de Administração da L.F.P. Lojas Francas de Portugal, S.A. > Eng.º Manoel José Fontes Torres Administrador Executivo da TAP, S.A. Administrador Não Executivo da Portugália Companhia Portuguesa de Transportes Aéreos, S.A. (PGA) > Dr. Michael Anthony Conolly Administrador Executivo da TAP, S.A. Administrador Não Executivo da SPdH Serviços Portugueses de Handling, S.A. Administrador Não Executivo da Portugália Companhia Portuguesa de Transportes Aéreos, S.A. (PGA) Administrador Não Executivo da TAPGER Sociedade de Gestão e Serviços, S.A. Presidente do Conselho de Administração da U.C.S. Cuidados Integrados de Saúde, S.A. Presidente do Conselho de Administração da MEGASIS Sociedade de Serviços e Engenharia Informática, S.A.

18 18 Governo da Sociedade Relatório ANUAL 2009 Principais elementos curriculares e actividades profissionais exercidas pelos Membros do Órgão de Administração Conselho Geral e de Supervisão Manuel Pinto Barbosa Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: Maio 1944 Nomeado Presidente do Conselho de Administração da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A. (entre Setembro 2004 e Dezembro 2006) e Presidente do Conselho Geral e de Supervisão da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A., Presidente das Comissões Especializadas de Auditoria e de Sustentabilidade e Governo Societário (desde Dezembro 2006). Actividade Profissional: Presidente do Conselho de Administração, Nova Forum (2005) Administrador Não Executivo, PTII ( ) Membro do Comité de Assessores, Barclays Bank ( ) Administrador Não Executivo, Portucel Industrial ( ) Membro, Conselho Directivo da Fundação Luso-Americana ( ) Vice-Presidente, Conselho Económico e Social ( ) Membro, Comissão de Peritos do programa ACE (CEE) (1990) Membro, Comissão de Peritos da Fundação Tinker (1989) Membro, Comissão de Peritos do programa SPES (CEE) (1989) Membro, Comissão encarregada da negociação do Acordo de Defesa Portugal-EUA ( ) Sócio fundador, Associação para o Estudo das Relações Internacionais ( ) Consultor, Associação Industrial Portuguesa ( ) Oficial da Reserva Naval, Armada Portuguesa ( ). Cargos Universitários: Membro da Comissão Instaladora, Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (FEUNL) Director em exercício, FEUNL Professor Catedrático, FEUNL Vice-Reitor, Universidade Nova de Lisboa (UNL) Reitor, UNL Vice-Presidente, UNICA, rede de universidades das capitais da Europa Membro, Comissão Instaladora da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa Pró-Reitor de Assuntos Internacionais, Universidade Gama Filho (Brasil). Outras Actividades: Docência e investigação científica Regente de cursos e seminários, de graduação e pós-graduação (nas áreas de Macroeconomia, Teoria e Política Monetária, Comércio e Finanças Internacionais) na UNL e noutras universidades Coordenador de projectos de investigação aplicada, nos domínios de Relações Externas de Portugal, Mercado de Activos e Sistemas Financeiros, Estabilização Macroeconómica. É licenciado pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF), Universidade Técnica de Lisboa Mestrado, Yale University Doutoramento, Yale University Agregação, UNL. Carlos Alberto Veiga Anjos Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: Setembro 1942 Nomeado Membro do Conselho Geral e de Supervisão da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A., Membro da Comissão de Sustentabilidade e Governo Societário (desde Dezembro 2006), Membro da Comissão Especializada de Auditoria da TAP, SGPS, S.A. (Dezembro 2006-Junho 09). Actividade Profissional: Presidente do Conselho de Administração, Hidroeléctrica de Cahora Bassa, S.A. ( ) Presidente do Conselho de Administração e Administrador, Siderurgia Nacional, SGPS e Empresas do grupo ( ) Por inerências de funções, representante de Portugal no Comité Consultivo da CECA Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e no IISI International Iron and Steel Institute Administrador-Delegado, SOPONATA Sociedade Portuguesa de Navios Tanques, S.A.; Administrador, CIVE Companhia Industrial de Vidros de Embalagem, S.A., em representação do IPE ( ) Administrador-Delegado, Companhia de Celulose do Caima, S.A.; Presidente, ACEL Associação Portuguesa dos Produtores de Celulose; representante de Portugal no board da CEPI Confederation of European Paper Industry ( ) Administrador, EDM Empresa de Desenvolvimento Mineiro, S.A., com forte envolvimento no processo de criação da SOMINCOR ( ) Administrador, Ferrominas, E.P. ( ) Administrador, Director Financeiro e Chefe de Serviços, Lusalite Sociedade Produtora de Fibrocimento, S.A. ( ). É licenciado em Finanças pelo ISCEF, Universidade Técnica de Lisboa. João Borges de Assunção Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: Julho 1962 Nomeado Membro do Conselho de Administração da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A. (entre Setembro 2004 e Dezembro 2006) e Membro do Conselho Geral e de Supervisão da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A., Membro das Comissões Especializadas de Auditoria e de Sustentabilidade e Governo Societário (desde Dezembro 2006). Actividade Profissional: Consultor Económico do Presidente da República, Casa Civil do Presidente da República (desde 2006) Membro, Conselho Económico e Social ( ) Assessor Económico do Primeiro-Ministro de Portugal, Gabinete do Primeiro-Ministro de Portugal ( ) CEO, Fundação Telecel Vodafone ( ) Chairman, Supervisory Board do Eurocash Sp. z.o.o., Polónia Coordenador, Núcleo de Estudos de Conjuntura da Economia Portuguesa, CEA da FCEE da UCP Advisor, Group on Societal Policy Analysis (GSPA), BEPA, Presidência da Comissão Europeia.

19 Relatório ANUAL 2009 Governo da Sociedade 19 Outras Actividades: Experiência pedagógica Membro, Conselho de Orientação Estratégica da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais (FCEE) da Universidade Católica Portuguesa (desde 2005) Professor Associado, Universidade Católica Portuguesa (desde 1998) Membro, Conselho Científico do Instituto de Formação Bancária ( ) Director, FCEE ( ) Professor Auxiliar, Columbia University ( ) Assistente de Investigação e doutorando, UCLA ( ) Actividade de Investigação, docência e interesses profissionais Modelos de Gestão de Marketing, Estratégia de Marca, Pricing, Promoções, Estratégia, Negócio Internacional, Indústrias de Serviços, Modelos de Optimização Dinâmica, Tomada de Decisão Individual, Teoria de Jogos, Política Económica, Regulação, Desenvolvimento e Crescimento Económico. É licenciado em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa de Lisboa MBA em Gestão pela UNL Ph.D. (Doutoramento) em Gestão pela Anderson Graduate School of Management, UCLA. Vítor José Cabrita Neto Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: Julho 1943 Nomeado Membro do Conselho Geral e de Supervisão da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A., Membro da Comissão Especializada de Sustentabilidade e Governo Societário (desde Dezembro 2006). Actividade Profissional: Presidente, Conselho de Administração do grupo TEÓFILO FONTAINHAS NETO (Algarve) - sectores agro-industrial, distribuição, imobiliária e turismo Administrador, Globalgarve, Agência de Desenvolvimento do Algarve Membro, Comissão Directiva do Programa Operacional do Algarve Presidente, Associação Empresarial do Algarve (NERA) Vice-Presidente, Associação Industrial Portuguesa Confederação Empresarial Membro, Direcção da União Europeia do Artesanato e das Pequenas e Médias Empresas Secretário de Estado do Turismo nos XIII e XIV governos constitucionais (1997 e 2002) Deputado à Assembleia da República. Outras Actividades: Cônsul Honorário de Itália no Algarve Presidente, Comissão Organizadora da Feira Internacional de Turismo de Lisboa (BTL) Colunista, Diário Económico Conferencista na área de Turismo. Formação Superior em Gestão. Luís Manuel dos Santos Silva Patrão Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: Dezembro 1954 Nomeado Membro do Conselho Geral e de Supervisão da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A., Membro da Comissão Especializada de Sustentabilidade e Governo Societário (desde Dezembro 2006). Actividade Profissional: Presidente, Conselho Directivo do Turismo Portugal, I.P. (desde 2006) Vogal, Conselho de Administração da ENATUR Empresa Nacional de Turismo, S.A. (desde 2006) Chefe de Gabinete do Primeiro Ministro do XVII Governo ( ) Assessor Principal, Chefe de Divisão, Director de Serviços, Coordenador da Equipa de Projecto POSI/IC e Gestor dos Projectos Rede Telemática de Informação ao Consumidor e Portal dos Consumidores, Instituto do Consumidor (1986/ /04) Presidente e Administrador Não Executivo, Conselho de Administração da SÍTIOS, Serviços de Informação Turística ( ) Secretário de Estado da Administração Interna do XIV Governo ( ) Chefe de Gabinete do Primeiro Ministro do XIII Governo ( ) Vice-Presidente e Presidente da Comissão Executiva da DECO Associação Portuguesa de Defesa do Consumidor ( ) Presidente da Comissão Executiva das Pousadas de Juventude ( ) Director de Serviços do Fundo de Apoio aos Organismos Juvenis (1978/ /86). Outras Actividades: Juiz Árbitro, Centro de Arbitragem do Sector Automóvel (2004) Chefe de Gabinete e Assessor, Grupo Parlamentar do Partido Socialista (1989/ /05) Deputado à Assembleia da República pelo Círculo Eleitoral de Faro ( ) e pelo Círculo de Lisboa ( ) Membro, Comissões Parlamentares de Defesa Nacional, de Educação e Ciência, de Juventude e de Trabalho. É licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra. Rui Manuel Azevedo Pereira da Silva Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: Junho 1956 Nomeado Membro do Conselho Geral e de Supervisão da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A., Membro da Comissão Especializada de Sustentabilidade e Governo Societário (desde Dezembro 2006) e da Comissão Especializada de Auditoria (desde Junho 2009). Actividade Profissional: Consultor, Conferência das Regiões Periféricas Marítimas da Europa; Consultor, Comissão de Coordenação da Região do Norte (desde 2007) Coordenador, Secretaria de Estado Adjunta e da Administração Local ( ) Director, Célula de Prospectiva da Conferência das Regiões Periféricas Marítimas da Europa ( ) Sócio fundador (1990), Director Geral ( ); Administrador-Delegado ( ); Presidente do Conselho de Administração ( ), Quaternaire Portugal, S.A. Vice-Presidente, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte ( ) Técnico Superior, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte ( ). Outras Actividades: Experiência pedagógica Professor Auxiliar Convidado na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (desde 1996). É licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto Curso de Técnico em Desenvolvimento Cooperativo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento do Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo Curso Geral de Gestão pelo Instituto Superior de Estudos Empresariais da Universidade do Porto Idiomas: Inglês, Francês e Espanhol.

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