MODERNIZAÇÃO DE UM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS NUMA EMPRESA RURAL DE JÓIA RS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MODERNIZAÇÃO DE UM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS NUMA EMPRESA RURAL DE JÓIA RS"

Transcrição

1 0 UNIJUÍ UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEAg DEPARTAMENTO DE ESTUDOS AGRÁRIOS CURSO DE AGRONOMIA MODERNIZAÇÃO DE UM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS NUMA EMPRESA RURAL DE JÓIA RS FERNANDO EICKHOFF Ijuí RS 2013

2 1 FERNANDO EICKHOFF MODERNIZAÇÃO DE UM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS NUMA EMPRESA RURAL DE JÓIA RS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Agronomia do Departamento de Estudos Agrários da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul UNIJUÍ, como um dos requisitos para a obtenção do título de Engenheiro Agrônomo. Orientador: Prof. MSc. Nilvo Basso Ijuí RS 2013

3 2 FERNANDO EICKHOFF MODERNIZAÇÃO DE UM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS NUMA EMPRESA RURAL DE JÓIA RS Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Agronomia Departamento de Estudos Agrários da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, defendido perante a banca abaixo subscrita. Banca Examinadora: Prof. Nilvo Basso Orientador DEAg/UNIJUÍ Profª. Angélica de Oliveira Henriques DEAg/UNIJUÍ Ijuí, 05 de julho de 2013

4 3 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus por estar sempre presente em minha vida, iluminando e guiando meu caminho, protegendo e dando-me forças a cada dia para enfrentar os obstáculos da vida, chegando assim ao fim desta graduação. Agradeço ao meu orientador Nilvo Basso, que me deu o suporte necessário para que eu pudesse realizar este estudo, tirando todas as minhas dúvidas quando elas existiram, e dando ideias para que o trabalho ficasse em um bom nível. Agradeço ao meu pai, Jorge Gilberto Eickhoff, pela educação que me foi dada, pelo amor incondicional, pelo carinho, pelos conselhos e ensinamentos, pela compreensão, pelos inúmeros momentos felizes, que me fizeram ser uma pessoa honesta e capaz de tomar decisões sérias. Ainda, agradeço pelo esforço sobre-humano que realizou durante o desenrolar do curso, onde as dificuldades foram inúmeras, mas com pulso firme foram contornadas e possibilitaram a realização de mais um sonho. Agradeço a minha mãe, Lenir Kroth Eickhoff, pelo amor, carinho, companheirismo, apoio, estímulo e compreensão nos momentos em que mais precisei, e por não medir esforços em me ajudar na realização deste sonho. Agradeço aos meus irmãos, Rafael e Manoella, pelo apoio que sempre me deram. Agradeço a minha noiva, Jadine Sakis, pelo amor, carinho, respeito e compreensão nos momentos em que precisei, mas também pelo apoio, incentivo e ajuda que sempre tem me prestado. Agradeço aos meus amigos que tive nessa longa caminhada na faculdade, amigos já formados, pelas verdadeiras amizades que construímos ao decorrer do curso, que em momentos de felicidade e de dificuldades estiveram junto comigo dando sempre o maior apoio, sem vocês essa trajetória não seria tão prazerosa, amigos meu muito obrigado a todos.

5 Sem esforço jamais se atinge o alto da montanha. Seguindo em frente, é possível ver que os horizontes são amplos e maravilhosos. Porém, só atingirá o cume da montanha, quem estiver decidido a enfrentar o esforço da caminhada (PASTORINO, 1983). 4

6 5 MODERNIZAÇÃO DE UM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS NUMA EMPRESA RURAL DE JÓIA RS Aluno: Fernando Eickhoff Orientador: Prof. Nilvo Basso RESUMO O Brasil não possui capacidade para armazenar toda sua produção de grãos que cresce a cada ano. Os agricultores são dependentes das empresas intermediárias para negociar sua produção, assim deixando de ganhar uma margem maior de lucro sobre a produção. Após produzir os grãos surge a necessidade de armazenar. Assim, a cada ano cresce o número de armazéns construídos por empresas ou pelos próprios agricultores. Armazenando em sua própria unidade de produção o produtor pode agregar valor a seu produto, tendo mais segurança e podendo especular no mercado. Além disso, poderá também comercializar os subprodutos que iriam ser descontados se entregues em empresas do ramo, transformando-os em excedentes dentro da empresa rural. Também pode conseguir fretes com preços mais acessíveis, pois a concorrência é menor na entressafra. Todavia, antes de modernizar um sistema de armazenamento de grãos na propriedade, deve ser feito um estudo minucioso sobre os custos da implantação, pois estes são muito altos, devendo-se assim realizar um estudo da viabilidade econômica do projeto. O presente trabalho foi realizado em uma empresa rural no município de Jóia, no Rio Grande do Sul, a qual possui uma área de hectares, das quais são de superfície agrícola útil, onde são cultivados soja, aveia branca, aveia preta e trigo. A empresa rural tem uma produção média anual de sacas de soja, uma produção anual de sacas de trigo e uma média de aveia branca sacas anualmente. Os resultados do estudo comprovaram que, armazenar a produção na empresa rural pode ser uma opção viável, com um aumento na sua renda anual, graças aos melhores preços na comercialização, e aproveitando os resíduos da prélimpeza ou limpeza transformando-os dentro da empresa rural e/ou comercializandoos. Palavras-chaves: Projeto. Armazenamento. Viabilidade. Empresa Rural.

7 6 LISTA DE ABREVIATURAS AM Amortização do Capital CF Custo Fixo CV Custo Variável CT Custo Total MB Margem Bruta PRK Período de Retorno de Capital RB Receita Bruta RL Renda Líquida TIR Taxa Interna de Retorno VPL Valor Presente Líquido

8 7 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Silos metálicos em uma empresa rural Figura 2 Estrutura atual da empresa rural... 23

9 8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Médias de produção da empresa rural em sacas por hectare Tabela 2 Orçamento do investimento do projeto Tabela 3 Orçamento do investimento do projeto Tabela 4 Custos variáveis Tabela 5 Custos variáveis anual da soja do projeto Tabela 6 Custos variáveis anual da soja do projeto Tabela 7 Custos variáveis anual do trigo do projeto Tabela 8 Custos variáveis anual do trigo do projeto Tabela 9 Custos fixos Tabela 10 Projeções de safras de soja e trigo em 10 anos Tabela 11 Comparação da avaliação econômica dos projetos Tabela 12 Comparação da avaliação da rentabilidade do capital dos projetos Tabela 13 Comparação da avaliação do financiamento e fluxo de caixa dos projetos... 39

10 9 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Avaliação econômica do projeto Quadro 2 Avaliação da rentabilidade do capital do projeto Quadro 3 Avaliação do financiamento e fluxo de caixa do projeto Quadro 4 Avaliação econômica do projeto Quadro 5 Avaliação da rentabilidade do capital investido do projeto Quadro 6 Avaliação do financiamento e fluxo de caixa do projeto

11 10 SUMÁRIO INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SITUAÇÃO DA ARMAZENAGEM NO BRASIL SITUAÇÃO DA ARMAZENAGEM NO RS ARMAZENAGEM DE GRÃOS ARMAZENAMENTO DE GRÃOS A GRANEL MODELOS DE ESTRUTURAS DE ARMAZENAGEM SILOS Silos Metálicos PROJETOS DE MODERNIZAÇÃO DA EMPRESA RURAL NÍVEIS DE PROJETOS TIPOS BÁSICOS DE PROJETOS MATERIAIS E MÉTODOS TIPO DE PESQUISA CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA RURAL DEFINIÇÃO DO TIPO DE ESTRUTURA DE ARMAZENAGEM PROCEDIMENTOS DE CÁLCULO E ANÁLISE DE VIABILIDADE Análise da Viabilidade Econômica Análise da Viabilidade do Investimento Procedimentos de Avaliação do Financiamento e Fluxo de Caixa do Projeto MÉDIAS DE PRODUÇÃO EM 10 ANOS RESULTADOS E DISCUSSÕES DESCRIÇÕES DO EMPREENDIMENTO ORÇAMENTO DO INVESTIMENTO Orçamento do Investimento do Projeto Orçamento do Investimento do Projeto Sacas ORÇAMENTO DOS CUSTOS DE ARMAZENAGEM ORÇAMENTO DA RECEITA BRUTA AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DO EMPREENDIMENTO Avaliação Econômica do Projeto Avaliação da Rentabilidade do Capital Investido do Projeto Financiamento e Fluxo de Caixa do Projeto

12 Avaliação Econômica do Projeto Avaliação da Rentabilidade do Capital Investido do Projeto Avaliação do Financiamento e Fluxo de Caixa do Projeto COMPARAÇÃO DOS PROJETOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS... 44

13 12 INTRODUÇÃO A agricultura brasileira está avançando cada vez mais em tecnologias, como mecanização das atividades de campo, tecnologias de cultivo, sistema de irrigação e armazenagem dos grãos, onde estas inovações com alto desempenho e produtividade proporcionam aos produtores rurais maiores ganhos econômicos sobre sua produção. Geralmente os produtores acabam optando por aplicarem seus recursos na etapa de produção, deixando de lado a pós-colheita. Esse procedimento cria um círculo vicioso: por não terem adequadas estruturas de limpeza/seleção, secagem e armazenamento, os agricultores acabam vendendo sua produção na safra, quando a oferta de produtos é grande e os preços são menores, o que lhes diminui as receitas. Ao não proceder a limpeza, a secagem e a seleção dos grãos, deixa-se de agregar valor, por não terem receitas suficientes, não investem em estruturas de pós-colheita na propriedade rural. Com isso, grande parte do que poderia ser o lucro da atividade acaba indo para os intermediários, que então dominam o mercado, ditando os preços de compra (dos produtores) e de venda (aos consumidores). O armazenamento em nível de propriedade rural deve ser visto como uma forma de incrementar as produções agrícolas, para reduzir o estrangulamento da comercialização de grãos, ou mesmo evitá-lo, e permitir a regularização dos fluxos de oferta e demanda, com a manutenção de estoques e a racionalização do sistema de transportes, evitando-se, assim, os efeitos especulativos. A armazenagem da produção de grãos na propriedade pode representar vantagens, como a redução dos custos de transporte, ou de frete, a comercialização do produto em épocas de menor oferta e de maior demanda (entressafra), com

14 13 melhor remuneração e aproveitamento dos recursos disponíveis na propriedade para a secagem e o armazenamento adequados, bem como a disponibilidade de produtos com mais qualidade e mais adaptados às condições de consumo e/ou comercialização. Também, o aproveitamento dos resíduos das operações de prélimpeza e limpeza dos grãos, na alimentação animal, se tratados adequadamente, pode agregar valor ao complexo produtivo. Resta saber em que medida um empreendimento como este apresenta vantagem do ponto de vista econômico e financeiro e na questão da capacidade de pagamento de um financiamento de longo prazo. Portanto, este estudo tem como objetivo principal avaliar a viabilidade da modernização de um sistema de armazenamento de grãos numa empresa rural do município de Jóia, na região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, tendo como objetivos específicos a comparação de dois projetos com capacidade de armazenagem diferente, e também fazer a simulação das safras de grãos (soja e trigo) para 10 anos com três cenários: anos de frustração, normal e excelente. O estudo envolveu os aspectos econômicos e financeiros do empreendimento, a partir do cálculo dos custos operacionais e de implantação e da projeção do aumento das receitas e com isso avaliar a viabilidade econômica do empreendimento. Envolveu também a elaboração de um plano de financiamento para simular a capacidade de pagamento do projeto. Além do estudo econômico e financeiro, também foi realizado um estudo técnico, obtendo informações como dimensionamento do negócio, equipamentos necessários para instalação, informações relativas à produção da propriedade.

15 14 1 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA O agronegócio brasileiro está cada vez mais complexo e cheio de desafios, pois o mercado mostra-se em constantes mudanças, em que a oscilação de preço das commodities de um dia para outro são enormes. Devido a essas oscilações, alguns produtores optam por manterem sua colheita armazenada em armazém próprio pelo tempo necessário para efetuar uma venda com um preço satisfatório (DAMBROSIO et al., 2009). Em nossos dias armazenar a produção de grãos de uma safra é antes de tudo uma necessidade. A possibilidade de reduzir as variações estacionais de preço, durante e após a safra, bem como a constituição de uma comercialização segura no mercado em períodos críticos, justificam as preocupações dos armazenadores em ampliar a segurança do produto estocado. Assim, os cuidados relativos à conservação objetivam, unicamente, reduzir a um mínimo as perdas por deterioração (NOGUEIRA JUNIOR, 2008). Quando se analisa a questão de logística, percebe-se que a capacidade de expansão da agricultura brasileira está próxima do seu limite, pela falta de infraestrutura para escoar a produção e pela incapacidade de armazenar de forma adequada a safra nacional. Estradas mal conservadas, ferrovias obsoletas e ineficientes, poucas alternativas hidroviárias, portos sobrecarregados e escassez de armazéns em algumas regiões importantes, dificultam a comercialização da safra, prejudicando a competitividade do agronegócio brasileiro e causando prejuízos aos produtores (CONAB, 2005). 1.1 SITUAÇÃO DA ARMAZENAGEM NO BRASIL Em países como França, Argentina e Estados Unidos, a capacidade estática de armazenagem nas fazendas varia de 30 a 60% das suas safras. No Brasil, estima-se que esta capacidade corresponda a 3,5% da produção total de grãos. Contribuem para este baixo índice o fator econômico, a pouca difusão da tecnologia gerada e/ou adaptada e a falta de planejamento da estrutura armazenadora (DEVILLA, 2004).

16 15 Weber (2005) cita que a falta de silos no Brasil já é grave e está se tornando gravíssima sendo uma das maiores responsáveis pelas perdas crescentes que chegam à casa dos 20% e poderá ser maior tornando-se um obstáculo para o crescimento das frentes agrícolas. Segundo dados não tendo acompanhado o ritmo de crescimento da produção, a capacidade instalada dos armazéns brasileiros encontra-se estagnada. Essa situação é agravada pelos problemas históricos de localização e adequação das unidades armazenadoras (CONAB, 2009). Os analistas setoriais quase sempre confrontam os dados da produção agrícola com a capacidade estática de armazenagem. Ocorre que, na prática, as safras não são colhidas ao mesmo tempo e, nem toda quantidade colhida é guardada, pois substancial parcela é exportada ou tem consumo imediato (NOGUEIRA JUNIOR, 2008). 1.2 SITUAÇÃO DA ARMAZENAGEM NO RS A situação do Rio Grande do Sul merece maiores esclarecimentos visto que, historicamente, esse Estado é deficitário em estruturas armazenadoras. As adversidades climáticas que provocaram a redução da produção nos últimos anos geraram essa situação de superávit. Por outro lado, não preocupa somente o déficit na capacidade de armazenamento existente no Brasil, a infraestrutura de armazenagem necessita ser modernizada, principalmente em regiões agrícolas tradicionais (CONAB, 2005). Em praticamente todas as microrregiões localizadas na metade Norte do Rio Grande do Sul, onde o milho, a soja e o trigo são os principais produtos, verifica-se déficit na capacidade estática da rede armazenadora, com tendência de crescimento do índice negativo, levando-se em consideração o potencial produtivo das regiões. Tomando-se como base a relação entre a efetiva capacidade estática existente e o potencial produtivo do Estado estima-se que são necessárias ações para modernizar e ampliar novas unidades armazenadoras, sobretudo nas regiões produtoras (CONAB, 2005). Acredita-se que armazenando os grãos na propriedade a redução de custos será considerável, além da vantagem em acompanhar o processo de beneficiamento e armazenagem dos grãos. Além disso, a implantação de um silo poderia gerar fonte

17 16 de renda para a propriedade com a prestação de serviços aos produtores da região (DE MARTINI et al., 2009). 1.3 ARMAZENAGEM DE GRÃOS Armazenagem é o ato de guardar ou depositar um produto por um tempo indeterminado, com toda segurança, tendo por objetivo conservar as características do produto, qualitativas e quantitativas, durante o período de estocagem (CASEMG, 2009). Uma unidade de armazenamento de grãos é o aparelhamento destinado a receber a produção de grãos, conservá-los, em perfeitas condições técnicas e redistribuí-los, posteriormente (PUZZI, 1977). As unidades armazenadoras nível fazenda estão localizadas dentro da propriedade agrícola e são de uso exclusivo do proprietário, devendo ser projetadas, prioritariamente, para receber grãos úmidos e sujos. Apresentam alta capacidade de pré-limpeza e secagem e têm sistemas de armazenagem compatíveis em capacidade e características técnicas necessárias à preservação do produto (HERNANDEZ, 2009). A produção de grãos é periódica, enquanto que a necessidade de alimentação e a demanda das agroindústrias são ininterruptas. Colhe-se uma safra em dois meses e esta safra vai ser consumida, durante um ano ou mais. As unidades armazenadoras de grãos, recebendo a produção que não encontra consumo imediato, formam os estoques que permitem a distribuição cronológica dos produtos e impedem as flutuações de preços que resultam das safras e entressafras (PUZZI, 1977). Grande parte do investimento em um sistema de armazenamento de grãos se refere a valores com pouca variabilidade, independentemente da quantidade a ser armazenada, a estrutura básica do sistema deve existir como moega, elevador, secador, pré-limpeza e balança. A estrutura que pode variar o investimento é o silo de armazenamento e na construção civil, as quais variam de acordo com o volume a ser armazenado (CRISTIANO et al., 2006).

18 ARMAZENAMENTO DE GRÃOS A GRANEL A implantação do manuseio e armazenagem de grãos a granel constitui uma tendência universal. Nos países desenvolvidos, a manipulação a granel é generalizada e integrada desde a colheita. À medida que o agricultor melhora o nível de tecnificação, utilizando combinadas nas colheitas, verifica-se a tendência de manipular a sua produção a granel, como acontece em algumas regiões do Sul e Sudeste do país. Basicamente os depósitos destinados ao armazenamento de grãos a granel são classificados em silos elevados e silos horizontais segundo a forma da estrutura de armazenamento (D ARCE, 2006). É comum encontrar justificativa para não haver investimento na construção de armazéns em fazendas, sob a alegação de que o custo inviabiliza a operação. Na verdade existe uma falta de conhecimento sobre as vantagens do sistema de processamento na fazenda, aliada às dificuldades acesso aos recursos financeiros necessários para tal investimento (CONAB, 2005). Atualmente, os produtores vêm se capitalizando e o governo vem oferecendo maiores volumes de financiamentos, com juros mais compatíveis à realidade econômica dos agricultores brasileiros. Essa evolução faz com que os agricultores de qualquer porte possam realizar a projeção e a instalação das suas próprias unidades de armazenamento e beneficiamento em suas propriedades, fazendo com que utilizem os recursos humanos familiares aumentando assim a renda da propriedade (BAISCH, 2008). 1.5 MODELOS DE ESTRUTURAS DE ARMAZENAGEM Os silos podem ser classificados em horizontais e verticais, dependendo da relação que apresentam entre a altura e o diâmetro. Os verticais se forem cilíndricos, podem, para facilitar a descarga, possuir o fundo em forma de cone. De acordo com a sua posição em relação ao solo, classificam-se em elevados ou semi-enterrados. Os silos horizontais apresentam dimensões da base maior que a altura e, comparados com os verticais, exigem menor investimento por tonelada armazenada. Armazéns graneleiros são unidades armazenadoras horizontais, de grande capacidade, formada por um ou vários septos, que apresentam predominância do

19 18 comprimento sobre a largura. Por suas características e simplicidade de construção, na maioria dos casos, representa menor investimento que o silo, para a mesma capacidade de estocagem. Como os silos horizontais, os graneleiros apresentam o fundo plano, em V ou em W. Essas unidades armazenadoras são instaladas ao nível do solo ou semi-enterrados (DEVILLA, 2004). Armazenamento em silos ou em armazéns equipados com eficientes sistemas de termometria, aeração e/ou outros recursos para manutenção de qualidade dos grãos, são as formas mais empregadas por cooperativas, agroindústrias e grandes produtores. Se bem dimensionados e manejados corretamente, esses sistemas podem ser empregados também por médios e pequenos produtores (ELIAS, 2003). 1.6 SILOS Silo é uma unidade armazenadora de grãos com estrutura metálica ou em concreto, caracterizada por um ou mais compartimentos estanques denominados células. Podendo ou não ser equipadas com sistema de aeração, geralmente possuem forma cilíndrica, apresentando condições para a preservação da qualidade do produto, durante longos períodos de armazenagem (DEVILLA, 2009) Silos Metálicos Os silos de média e pequena capacidade, em geral, são metálicos, de chapas lisas ou corrugadas, de ferro galvanizado ou alumínio, fabricados em série e montados sobre um piso de concreto, como mostra a figura 1 abaixo. Para que sejam evitados o fenômeno da condensação de vapor d água nas paredes internas do silo e a migração de umidade, são equipados com sistema de aeração (D ARCE, 2006). O equipamento de carga e descarga dos grãos pode ser portátil, empregando-se elevador de caçamba, helicoide (rosca) ou pneumático. Nos silos de fundo chato o equipamento pneumático facilita a operação de descarga, apresentando ainda as seguintes vantagens: - fundações mais simples e baratas; - custo por tonelada inferior ao silo de concreto;

20 19 - células de capacidade média permitindo maior flexibilidade operacional. Figura 1 Silos metálicos em uma empresa rural Como desvantagens dos silos de fundo chato destacam-se: - possível infiltração de água; - possibilidade de vazamento de gases durante o expurgo; - transmissão de calor ambiente para dentro da célula, podendo ocorrer condensações; - maior custo de instalação que os graneleiros (D ARCE, 2006). 1.7 PROJETOS DE MODERNIZAÇÃO DA EMPRESA RURAL Para Hoffmann (1987), o projeto num sentido lato, pode ser definido como qualquer propósito de ação definida e organizada de forma racional. Do ponto de vista da sociedade, considera os custos e benefícios sociais da utilização dos recursos públicos na produção de determinados bens e serviços. O projeto, do ponto de vista do empresário privado, é o instrumento que permite avaliar as vantagens relativas no emprego de seus recursos (capital) face às possibilidades alternativas de investimento; projeto, portanto, é um instrumental técnico-administrativo elaborado através de procedimento lógico e racional, que

21 20 permite avaliar e decidir sobre as alternativas de investimento e os efeitos em termos de rentabilidade e eficiência econômica e financeira, bem como, os impactos do ponto de vista social e ambiental. 1.8 NÍVEIS DE PROJETOS Nível estratégico: abrange toda a organização (empresa) e trabalha com os objetivos de longo prazo por isso é de responsabilidade dos níveis mais altos da administração. Nível tático: diz respeito a partes da organização envolvendo áreas, setores ou atividades da empresa e também voltado para o aperfeiçoamento das funções administrativas. Nível operacional: refere-se aos processos produtivos e aos itinerários técnicos empregados na produção. Envolvem os instrumentos de trabalho, a organização das tarefas, os fluxogramas, o processo tecnológico. 1.9 TIPOS BÁSICOS DE PROJETOS Projetos de qualificação: diz respeito a melhorias e racionalização da atividade produtiva atual e busca melhorar os níveis de eficiência técnica e econômica da organização. Melhorias de funcionamento. Projetos de modernização: envolve mudanças mais significativas na organização, implicando geralmente na substituição de atividades não rentáveis por outras com maior potencial de retorno econômico/financeiro. Pode referir-se também a transformações nos processos tecnológicos substituindo mecanismos obsoletos por outros de maior desempenho. Implica em mudanças na estrutura e nos meios de produção. Projetos de implantação: são projetos voltados para a concepção e instalação de novos empreendimentos econômicos que pode ser uma organização individual ou societária. Exige um rigor técnico mais apurado no processo de elaboração, principalmente no que se refere ao estudo do mercado. Projetos de desenvolvimento: são projetos voltados para a promoção de determinados segmentos da sociedade através de mecanismos de apoio a atividade

22 21 produtiva. Pode envolver recursos tecnológicos, meios de produção, ações educacionais e até mesmo recursos financeiros. Projetos de custeio e de investimentos: na agricultura, em especial, temse classificado os projetos em função do financiamento sendo Projeto de Custeio que visa financiar recursos vinculados ao processo produtivo (insumos e serviços) e Projeto de Investimento que visa financiar a aquisição de meios de produção, como máquinas, equipamentos, construções rurais, matrizes, reprodutores, etc.

23 22 2 MATERIAIS E MÉTODOS 2.1 TIPO DE PESQUISA O desenvolvimento deste trabalho será através de um estudo de caso, técnica essa considerada por Gil (2010) como uma modalidade de pesquisa, da qual se pode melhor extrair os dados para posterior análise. Quanto aos procedimentos técnicos vale-se de pesquisa bibliográfica, a qual serviu de embasamento teórico para fortalecer os pressupostos aplicados nos estudos de caso. A pesquisa bibliográfica, segundo Gil (2010), é desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos. Neste estudo serão utilizados dois tipos de dados: Dados primários: colhidos através da aplicação de um questionário junto ao proprietário da empresa rural estudada, no mês de setembro de 2012, e através de entrevistas informais com representantes de empresas prestadoras de serviço de armazenagem do município de Jóia; Dados secundários: obtidos através de livros, revistas e sites. Depois de concluída o trabalho de coleta de dados, será elaborado a sua análise que, segundo Gil (2010), envolve a codificação das respostas e a tabulação dos dados. Depois de feita essa análise, dar-se-á inicio a interpretação dos dados. 2.2 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA RURAL A empresa rural objeto do estudo está localizada no município de Jóia, na localidade de São João Mirim, região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, distante 500 km da capital Porto Alegre. A empresa rural conta com uma superfície total de hectares, dos quais hectares são destinados para a produção de grãos, ou seja, a superfície agrícola útil. A cultura principal no verão é a soja com hectares, aonde a empresa rural não vem cultivando milho nestes últimos anos, já no inverno a cultura principal é o trigo com 800 hectares e a aveia branca e preta com 300 hectares. O rendimento médio da cultura da soja é de 40 sacas por hectare, trigo obtém uma produtividade de 40 sacas por hectare e aveia branca com produção de 50 sacas por hectare. A produção seria toda armazenada na empresa rural, tendo um volume de produção de:

24 23 - soja: sacas; - trigo: sacas; - aveia branca: sacas. 2.3 DEFINIÇÃO DO TIPO DE ESTRUTURA DE ARMAZENAGEM O presente estudo envolve a modernização do sistema de armazenamento da empresa rural. Atualmente a empresa rural conta com um armazém juntamente com moega e os elevadores de caçamba como mostra a figura 2 abaixo. Figura 2 Estrutura atual da empresa rural No projeto técnico está previsto a aquisição e instalação de silos secadores metálicos, uma balança rodoviária agrícola, um secador, transportadores helicoidais, máquina de pré-limpeza e limpeza. Sendo assim, fez-se um orçamento de investimento de capital fixo e um cálculo da receita anual da propriedade, para então obter um cálculo da avaliação econômica do projeto. A partir deste, foram obtidos os dados para o estudo da rentabilidade e da capacidade de pagamento do capital investido.

25 PROCEDIMENTOS DE CÁLCULO E ANÁLISE DE VIABILIDADE Segundo Hoffmann (1987), adaptado por Basso (2000), na avaliação de um empreendimento visando à análise da viabilidade deve-se considerar diferentes ângulos de estudo destacando-se os aspectos econômicos para determinar a Renda Líquida, a parte financeira para apurar os indicadores de rentabilidade do capital investido e os cálculos envolvendo a projeção do financiamento e a capacidade de pagamento das prestações. Para tanto, se deve um conjunto de procedimentos: Análise da Viabilidade Econômica Receita Bruta (RB): é o valor anual referente ao que foi obtido no processo de produção, multiplicado pelo preço. No caso do presente trabalho, é o valor ganho por saca com a armazenagem. Custo Variável (CV): compõe os custos que variam de acordo com a produção. Margem Bruta (MB): indica o grau de intensificação de um sistema de produção. A Margem Bruta representa a sobra operacional do projeto, a qual se obtém subtraindo o valor dos custos variáveis do valor das receitas: MB = RB CV Custo Fixo (CF): é representado pelos custos que não apresentam variação conforme a produção, assim sendo, independentes quanto à produção. Custo Total (CT): compreende a soma dos custos variáveis e dos custos fixos: CT = CV + CF Renda Líquida (RL): representa o resultado econômico líquido do projeto. O que irá remunerar o empreendedor é a parte do valor bruto gerada no projeto. RL = MB CT Análise da Viabilidade do Investimento Fluxo Econômico do Projeto (Flec): representa a contribuição anual do projeto em termos de disponibilidade monetária (saldo de caixa) sendo representado

26 25 pelo valor da Renda Líquida anual acrescida do valor anual da depreciação do capital fixo: Flec = RL + Depreciação Fluxo Financeiro (FF): no primeiro ano é o valor total do investimento subtraído do Fluxo Econômico. Nos anos subsequentes, é representado pelo valor do Fluxo Financeiro do ano anterior subtraído pelo Fluxo Econômico. Valor Presente Líquido (VPL): este valor define a viabilidade do projeto. Através desta fórmula matemático-financeira, determina-se o valor presente de pagamentos futuros descontados a uma taxa de juros apropriada, menos o custo do investimento inicial: Vpl = flec / (1 + tx) n Taxa Interna de Retorno (TIR): representa a rentabilidade do capital investido, evidenciando o ganho anual (taxa de juro) com a aplicação do capital no projeto. A TIR evidencia também a taxa máxima de juros de um financiamento que o projeto suportaria. Quanto maior a TIR mais atraente será o projeto. Período de Retorno do Capital (PRK): representa o tempo (número de anos) necessário para a recuperação do capital investido, isto é, quanto tempo levará para retomar o dinheiro investido no projeto Procedimentos de Avaliação do Financiamento e Fluxo de Caixa do Projeto Para o cálculo da avaliação da capacidade de pagamento serão utilizados os seguintes procedimentos. Principal (Capital): é o montante a ser financiado, sendo o valor total do investimento. Nos anos seguintes é subtraído do valor da Amortização. Amortização do Capital (AM): é o valor do investimento, porém dividido em parcelas, de acordo com o plano de financiamento, para facilitar o pagamento. Juros: é o lucro da entidade que irá financiar o empreendimento. É calculado com base no valor do Principal (Capital). Os juros podem variar conforme a entidade financiadora e conforme o tipo de investimento.

27 26 Prestação: é o montante a ser pago no período de um ano. É a soma da Amortização e dos Juros. Saldo Devedor: é o valor que resta a ser quitado do valor total investido. É a amortização subtraída do Principal (Capital). Fluxo Líquido de Caixa: representa o saldo final de caixa do projeto, ou seja, o valor anual disponível em caixa após efetuar pagamento de todos os encargos previstos na execução do orçamento do projeto. 2.5 MÉDIAS DE PRODUÇÃO EM 10 ANOS Para efeito de análise foram considerados dois anos de frustração de safra, três anos de safra excelente e cinco anos de safras normais. Os rendimentos médios por hectare foram determinados com base nos dados históricos obtidos na empresa rural, conforme a tabela 1 abaixo: Tabela 1 Médias de produção da empresa rural em sacas por hectare Frustração Normal Excelente Soja Trigo Fonte: Dados da Empresa Rural.

28 27 3 RESULTADOS E DISCUSSÕES 3.1 DESCRIÇÕES DO EMPREENDIMENTO O estudo da modernização de um sistema de armazenamento de grãos compreende duas propostas diferenciadas visando verificar qual melhor se enquadra tecnicamente e apresenta mais viabilidade econômica e financeira. O projeto 1 consiste na modernização de um sistema de armazenamento de grãos com capacidade para armazenar sacas, tendo capacidade de armazenagem de 100% da produção de soja e trigo em anos de safras frustradas; 68.18% da produção anual da soja e 93.75% da produção anual do trigo em anos de safras normais; e em anos de safras excelentes podem armazenar 54.54% da produção anual da soja e 75% da produção de trigo anual da empresa rural. Este projeto é constituído de secador, balança rodoviária agrícola, máquina de limpeza, possibilitando o armazenamento da produção de milho, aveia preta e aveia branca. Este projeto refere-se na modernização de um sistema de armazenamento e beneficiamento de grãos, sendo constituído de: - um silo secador metálico para armazenagem de grãos com capacidade de sacas; - máquina de pré-limpeza e padronizadora; - dois transportadores helicoidais; - canalização e estaiamento; - secador; - balança rodoviária agrícola. O projeto 2 é semelhante ao projeto 1, só que terá uma capacidade de armazenar de sacas referente a dois silos metálicos, tendo uma capacidade de armazenar 100% da produção de soja e trigo anual da empresa rural em anos de safras frustradas, normais e excelentes. Este projeto também permite armazenar milho, aveia preta e aveia branca sendo constituído de: - dois silos secadores metálicos para armazenagem de grãos com capacidade de sacas; - máquina de pré-limpeza e padronizadora; - quatro transportadores helicoidais; - canalização e estaiamento;

29 28 - secador; - balança rodoviária agrícola. 3.2 ORÇAMENTO DO INVESTIMENTO Os valores expressos no projeto foram orçados junto às empresas que atuam no ramo na região Orçamento do Investimento do Projeto 1 A tabela 2 abaixo apresenta os itens previstos no investimento do projeto com capacidade de armazenagem de sacas. Tabela 2 Orçamento do investimento do projeto 1 Itens Valor (R$) Silo Secador ,30 Máquina de Limpeza ,00 Captador de Partículas ,00 Material Canalização 4.205,56 Material Estaiamento 76,00 Transportador Helicoidal ,32 Transportador Helicoidal ,32 Registro Lateral e Central 1.001,78 Secador ,00 Balança Agrícola ,00 Obra Civil ,00 Elétrica ,00 CREA 215,00 Munk e Guindaste 8.395,30 Frete dos Equipamentos 4.897,36 Montagem ,94 TOTAL ,88 Fonte: Silos Condor (2013) Orçamento do Investimento do Projeto Sacas A tabela 3 abaixo apresenta os itens previstos no investimento do projeto com capacidade de armazenagem de sacas.

30 29 Tabela 3 Orçamento do investimento do projeto 2 Itens Valor (R$) Dois Silos Secadores ,60 Máquina de Limpeza ,00 Captador de Partículas ,00 Galeria Metálica Externa ,02 Material Canalização 4.205,56 Material Estaiamento 76,00 Transportador Helicoidal ,32 Transportador Helicoidal ,32 Transportador Helicoidal ,87 Transportador Helicoidal ,94 Registro Lateral e Central 2.003,57 Secador ,00 Balança Agrícola ,00 Obra Civil ,00 Elétrica ,00 CREA 215,00 Munk e Guindaste 8.395,30 Frete dos Equipamentos 9.794,72 Montagem ,98 TOTAL ,20 Fonte: Silos Condor (2013). 3.3 ORÇAMENTO DOS CUSTOS DE ARMAZENAGEM Para o cálculo do custo variável foi considerado os gastos com energia elétrica, lenha, mão de obra temporária e tratamento de insetos. Tomaram-se por base algumas referências econômicas de custo por saca de produto, conforme a tabela 4. Tabela 4 Custos variáveis Itens Soja Trigo Energia Elétrica (R$ por saco) 0,08 0,08 Lenha (R$ por saco) 0,12 0,12 Mão de Obra Diarista (R$ por saco) 0,15 0,15 Tratamento Insetos (R$ por saco) - 0,06 Fonte: Câmera Safra 2011/2012. Para o cálculo do custo variável anual da soja foi considerado os gastos com energia elétrica, lenha, mão de obra temporária, para o projeto 1 que tem capacidade de armazenamento de sacas, calculado em anos de safras de frustração, normal e excelente, como nos mostra a tabela 5.

31 30 Tabela 5 Custos variáveis anual da soja do projeto 1 Itens Frustração Normal Excelente Energia Elétrica 880, , ,00 Mão de Obra Temp , , ,00 Lenha 1.320, , ,00 Total 3.850, , ,00 Fonte: Dados da pesquisa. Já para o projeto 2, tendo em vista que a capacidade de armazenamento é de sacas, foi calculado os custos variáveis também em anos de safras de frustração, normal e excelente, como nos mostra a tabela 6. Tabela 6 Custos variáveis anual da soja do projeto 2 Itens Frustração Normal Excelente Energia Elétrica 880, , ,00 Mão de Obra Temp , , ,00 Lenha 1.320, , ,00 Total 3.850, , ,00 Fonte: Dados da pesquisa. Para o cálculo do custo variável anual do trigo foi considerado os gastos com energia elétrica, lenha, mão de obra temporária e tratamento de insetos, para o projeto 1 que tem capacidade de armazenamento de sacas, calculado em anos de safras de frustração, normal e excelente como nos mostra a tabela 7. Tabela 7 Custos variáveis anual do trigo do projeto 1 Itens Frustração Normal Excelente Energia Elétrica 1.280, , ,00 Mão de Obra Temp , , ,00 Lenha 1.920, , ,00 Tratamento de Insetos 960, , ,00 Total 6.560, , ,00 Fonte: Dados da pesquisa. Já para o projeto 2, tendo em vista que a capacidade de armazenamento é de sacas, foi calculado os custos variáveis também em anos de safras de frustração, normal e excelente, como nos mostra a tabela 8.

32 31 Tabela 8 Custos variáveis anual do trigo do projeto 2 Itens Frustração Normal Excelente Energia Elétrica 1.280, , ,00 Mão de Obra Temp , , ,00 Lenha 1.920, , ,00 Tratamento de Insetos 960, , ,00 Total 6.560, , ,00 Fonte: Dados da pesquisa. Já para realizar o cálculo dos custos fixos foram utilizados os gastos de manutenção equipamentos (6%), seguro equipamentos (5%) e depreciação equipamentos, conforme a tabela 9. Tabela 9 Custos fixos Itens Projeto 1 Projeto 2 Manutenção Equipamentos (6%) , ,58 Seguro Equipamentos (5%) , ,82 Depreciação Total , ,44 Total , ,84 Fonte: Dados da pesquisa. 3.4 ORÇAMENTO DA RECEITA BRUTA O orçamento da receita teve como base de cálculo a diferença de valor recebido por saca de produto armazenado, ou seja, o valor que se agrega a mais por ter armazenado e beneficiado o produto. O estudo tomou por base os preços praticados em cooperativas e produtores que tem unidade de armazenamento implantada. Para efeito de análise foi utilizado para a soja um valor de R$ 4,00/sc de 60 kg, para o trigo um valor de R$ 3,00/sc de 60 kg a mais considerando o preço do dia da venda. O estudo foi projetado para 10 anos sendo que para os dois projetos foram utilizados dois anos de frustração de safra de soja (anos 4 e 9) e trigo (anos 4 e 10), cinco anos de safra normal de soja (anos 1, 3, 5, 8 e 7) e trigo (anos 1, 3, 6, 8 e 7) e três anos de safra excelente de soja (anos 2, 6 e 10) e trigo (anos 2, 5 e 9). A tabela 10 apresenta as projeções de safras de soja e trigo em 10 anos.

33 32 Tabela 10 Projeções de safras de soja e trigo em 10 anos Safras Soja (Anos) Trigo (Anos) Frustrada 4 e 9 4 e 10 Normal 1, 3, 5, 7 e 8 1, 3, 6, 8 e 7 Excelente 2, 6 e 10 2, 5 e 9 Nos anos de safras normais de soja e trigo considerou-se um rendimento médio de 40 sacas por hectare. Nos anos de safras excelentes foi considerado um rendimento médio de 50 sacas por hectare de soja e trigo, e em anos de safras frustradas foram considerados rendimentos médios de 10 sacas por hectare de soja e 20 sacas por hectare de trigo. 3.5 AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DO EMPREENDIMENTO As avaliações contemplaram aspectos econômicos e financeiros projetados para 10 anos com diferentes estimativas de safras. O financiamento projetado observou os seguintes parâmetros: - taxa de juros: 3% ao ano; - prazo do financiamento: 10 anos; - carência: 1 ano Avaliação Econômica do Projeto 1 Conforme os dados do quadro 1, verifica-se que do ponto de vista econômico o projeto 1 apresentou bons resultados, onde nos anos de frustração de safras de soja e trigo (ano 4) obtém-se um ganho médio de R$ ,07. Nos anos considerados normais de soja e trigo (anos 1, 3, 7 e 8) esse incremento se eleva para R$ ,07 e nos anos de safras excelentes de soja e trigo (ano 2) a renda líquida sobe para R$ ,07, obtendo um mesmo ganho se comparando aos anos normais, mas isso ocorre porque os custos variáveis são os mesmos, pois são armazenadas sacas e sua receita também é em cima desta capacidade de armazenagem. Nos demais anos foram feitos sorteios, no ano 5 ficou uma safra normal de soja com uma safra excelente de trigo obtendo-se um ganho médio de R$ ,07. No ano 6, teve-se uma safra excelente de soja com uma safra normal

34 33 de trigo, o ganho foi de R$ ,07. No ano 9, teve-se uma frustração da safra da soja e uma excelente safra de trigo, tendo-se um ganho médio de R$ ,07. No ano 10, teve-se uma safra excelente de soja e uma frustração de safra de trigo, mas obteve um ganho médio de R$ ,07. Quadro 1 Avaliação econômica do projeto 1 Anos RB CV MB CF CT RL , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,07 TOTAL , , , , , , Avaliação da Rentabilidade do Capital Investido do Projeto 1 Conforme o quadro 2, como o valor do investimento é alto, a avaliação da rentabilidade foi baseada em 10 anos. O fluxo econômico nos 10 anos totaliza R$ ,29 e esse valor subtraído do valor total do investimento que é de R$ ,88 resulta em um fluxo financeiro de R$ ,41. De acordo com essas informações, pode-se afirmar que o capital investido vai ser recuperado em aproximadamente seis anos. O valor presente líquido (VPL) mostra que com a atualização do fluxo econômico do projeto a uma taxa de 12% obtém-se um saldo positivo de R$ ,69 no final de 10 anos. Com isso a taxa interna de retorno (TIR) é de 14,69% ao ano indicando uma rentabilidade relativamente média do capital investido, tomando como parâmetro 12% ao ano. O período de retorno de capital (PRK) prova que o projeto se paga entre o 5º e o 6º ano, sendo um retorno de longo prazo, já que o capital investido é alto.

35 34 Quadro 2 Avaliação da rentabilidade do capital do projeto 1 Anos Flu Econ Flu Financ VPL (12%) TIR PRK 0 - ( ,88) ( ,88) ( ,88) ( ,88) ,53 ( ,35) , ,04 ( ,35) ,53 ( ,82) , ,41 ( ,82) ,53 ( ,29) , ,48 ( ,29) ,53 ( ,77) , ,88 ( ,77) ,53 (26.977,24) , ,03 (26.977,24) , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,48 TOTAL ,29 xxxxxxxxxx ,69 (0,00) Financiamento e Fluxo de Caixa do Projeto 1 O quadro 3, apresenta a capacidade de pagamento do financiamento ao longo do período. São mostrados os valores da amortização anual, juros, prestação, saldo devedor, receita do projeto e o saldo de caixa, que é o valor que irá sobrar para o investidor. Quadro 3 Avaliação do financiamento e fluxo de caixa do projeto 1 Anos Principal Amortiza Juros (3%) Prestação Sal Dev Sal Final Cx , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,39 0, ,14 TOTAL , , , ,53 De acordo com o quadro 3, observa-se que o valor da amortização é constante, pois o valor total do projeto foi financiado em 10 anos, a amortização é de

36 35 R$ ,88 cujo somatório das parcelas da amortização resulta no valor a ser financiado que será de R$ ,88. Observa-se também que o valor dos juros é decrescente porque este é calculado sobre o saldo devedor. O valor total de juros no final de 10 anos é R$ ,88. As prestações referem-se à soma da amortização e dos juros, com o passar dos anos este valor diminui, devido os juros serem calculados com o valor restante do capital principal. O saldo devedor é a amortização subtraída do capital principal e compreende o valor que resta a pagar do financiamento a cada ano, este valor também diminui com o passar do tempo. O saldo de caixa é o montante que sobra para o investidor, e como se constata, este valor é negativo no ano em que as safras de soja e trigo terão frustração, o que indica que o produtor teria que desembolsar dinheiro para manter o projeto nos anos de frustração de safra, provando que o projeto possui riscos econômicos, porém no final de 10 anos tem um saldo final de caixa de R$ ,53 que prova um saldo altamente positivo ao cabo dos 10 anos do projeto Avaliação Econômica do Projeto 2 Conforme os dados do quadro 4, verifica-se que do ponto de vista econômico o projeto apresenta bons resultados, onde no ano de frustração da safra de soja e trigo (ano 4) obtém-se um ganho de R$ 7.930,16. Nos anos considerados normais de soja e trigo (anos 1, 3, 7 e 8) esse incremento se eleva para R$ ,16 e no ano de safra excelente de soja e trigo (ano 2) a renda líquida sobe para R$ ,16. Nos demais anos, como o ano 5 teve-se um uma safra normal de soja e uma excelente de trigo obtendo-se um ganho médio de R$ ,16. No ano 6, uma safra excelente de soja com uma safra normal de trigo o ganho foi de R$ ,16. No ano 9, teve-se uma frustração da safra da soja e uma excelente safra de trigo, tendo-se um ganho de R$ ,16. No ano 10, teve-se uma safra excelente de soja e uma frustração de safra de trigo, mas obteve-se um ganho de R$ ,16.

37 36 Quadro 4 Avaliação econômica do projeto 2 Anos RB CV MB CF CT RL , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,16 TOTAL , , , , , , Avaliação da Rentabilidade do Capital Investido do Projeto 2 De acordo com o quadro 5, o fluxo econômico nos 10 anos totaliza R$ ,04 e esse valor subtraído do valor total do investimento que é de R$ ,20 resulta em um fluxo financeiro de R$ ,83 de acordo com essas informações, pode-se afirmar que o capital investido vai ser recuperado em aproximadamente seis anos. O valor presente líquido (VPL) mostra que com a atualização do fluxo econômico do projeto a uma taxa de 12%, obtém-se um saldo negativo de R$ ,74 no final de 10 anos. A taxa interna de retorno (TIR) de 10,90% indica uma relativa baixa na atratividade do projeto, sob a ótica da rentabilidade do investimento diante das quantidades de grãos produzidos na propriedade. O período de retorno de capital (PRK) prova que o projeto se paga do 5º para o 6º ano, sendo um retorno de longo prazo, já que o capital investido é alto.

38 37 Quadro 5 Avaliação da rentabilidade do capital investido do projeto 2 Anos Flu Econ Flu Financ VPL (12%) TIR PRK 0 - ( ,20) ( ,20) ( ,20) ( ,20) ,60 ( ,60) , ,16 ( ,60) ,60 ( ,99) , ,78 ( ,99) ,60 ( ,39) , ,16 ( ,39) ,60 ( ,79) , ,81 ( ,79) ,60 ( ,18) , ,24 ( ,18) , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,58 TOTAL ,04 xxxxxxxxxx (44.506,74) 0, Avaliação do Financiamento e Fluxo de Caixa do Projeto 2 No quadro 6, são mostrados os valores da amortização anual, juros, prestação, saldo devedor, receita do projeto e o saldo de caixa, que é o valor que irá sobrar para o investidor. Quadro 6 Avaliação do financiamento e fluxo de caixa do projeto 2 Anos Principal Amortiza Juro Prestação Sal Dev Sal Final Cx , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,81 0, ,79 TOTAL , , , ,38 A amortização foi calculada da mesma forma para os dois projetos, a amortização é de R$ ,91, cujo somando todas as parcelas da amortização resulta no valor a ser financiado que será de R$ ,20.

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA Adriano Mallet adrianomallet@agrocult.com.br ARMAZENAMENTO NA FAZENDA O Brasil reconhece que a armazenagem na cadeia do Agronegócio é um dos principais itens da logística de escoamento da safra e fator

Leia mais

VIABILIDADE DA IMPLANTAÇÃO DE UMA UNIDADE DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS

VIABILIDADE DA IMPLANTAÇÃO DE UMA UNIDADE DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS UNIJUÍ - UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RS. DEAg - DEPARTAMENTO DE ESTUDOS AGRÁRIOS RICARDO DESSBESELL VIABILIDADE DA IMPLANTAÇÃO DE UMA UNIDADE DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS IJUÍ, RS 2014.

Leia mais

ARMAZENAGEM NO SETOR CEREALISTA. Brasília outubro de 2012

ARMAZENAGEM NO SETOR CEREALISTA. Brasília outubro de 2012 ARMAZENAGEM NO SETOR CEREALISTA Brasília outubro de 2012 Agricultura e Armazenagem Produzir até 2050, de forma sustentável e ordenada, + 1 bilhão de toneladas de grãos e + 200 milhões de toneladas de carne,

Leia mais

PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA

PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA Os produtores de Luís Eduardo Magalhães se reuniram, em 09/04, para participarem do levantamento de custos de produção de café

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL 1. Introdução Uma empresa é administrada para satisfazer os interesses e objetivos de seus proprietários. Em particular, a organização de atividades econômicas em

Leia mais

Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica

Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Programa de Educação Tutorial Gerenciamento e Administração da Empresa Agrícola Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica Felipe

Leia mais

Situação da Armazenagem no Brasil 2006

Situação da Armazenagem no Brasil 2006 Situação da Armazenagem no Brasil 2006 1. Estática de Armazenagem A capacidade estática das estruturas armazenadoras existentes no Brasil, registrada em dezembro de 2006 é de até o mês de novembro de 2006

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP.

TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP. TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP. Dioceli Gabriela de Carvalho¹; Francisco Claudio Tavares² Estudante do

Leia mais

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 09 Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 1 Carlos DirceuPitol Luiz2 Broch1 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso2 9.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez requerem

Leia mais

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO Por: Carlos Eduardo Cruz Tavares 1 São várias as cadeias produtivas que constituem o complexo agroalimentar, destacando-se entre elas,

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio Software de Gestão Rural ADM Rural 4G 2011 ADM Rural 4G Agenda de Apresentação E Empresa Planejar O Software ADM Rural 4G Diferenciais Benefícios em

Leia mais

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL IMPORTÂNCIA ECONOMICA 1- Exportações em 2014: Mais de US$ 100 bilhões de dólares; 2- Contribui com aproximadamente 23% do PIB brasileiro; 3- São mais de 1 trilhão de Reais e

Leia mais

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, LIMPEZA E SECAGEM DA SOJA E DO MILHO SAFRA 2012/13

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, LIMPEZA E SECAGEM DA SOJA E DO MILHO SAFRA 2012/13 INFORME AGROECONÔMICO Nº: 429/12 Data: 26/11/12 ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, LIMPEZA E SECAGEM DA SOJA E DO MILHO SAFRA 2012/13 ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, SECAGEM E LIMPEZA DE SOJA E MILHO

Leia mais

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios Vanessa da Silva Sidônio vanessa_sidonio@hotmail.com Professor Heber Lavor Moreira heber@peritocontador.com.br Trabalho da Disciplina Administração

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

IV Semana de Ciência e Tecnologia IFMG campus Bambuí IV Jornada Científica 06 a 09 de dezembro de 2011

IV Semana de Ciência e Tecnologia IFMG campus Bambuí IV Jornada Científica 06 a 09 de dezembro de 2011 IV Semana de Ciência e Tecnologia IFMG campus Bambuí IV Jornada Científica 06 a 09 de dezembro de 2011 O SISTEMA LOGÍSTICO DO MILHO EM UM ARMAZÉM GRANELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ: UM ESTUDO DE CASO Luiz

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas.

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. CONTABILIDADE DE CUSTOS A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. A Contabilidade de Custos que atende essa necessidade

Leia mais

Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil

Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil Denise Deckers do Amaral 1 - Economista - Assessora Técnica - Empresa de Planejamento e Logística - EPL, Vice Presidente da Associação

Leia mais

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS AGRONEGÓCIOS AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS Argentina Estados Unidos Indonésia Brasil Canadá Russia Índia Japão Austrália China México Área Agricultável > 30 milhões de ha População urbana > 80

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 3 DE OUTUBRO DE 1975 ABERTURA DO

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE

ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE Aluno: Stephan Beyruth Schwartz Orientador: Nélio Domingues Pizzolato 1. INTRODUÇÃO A estabilização da economia e a eliminação do

Leia mais

CAPACIDADE DINÂMICA DE ARMAZENGEM DE GRÃOS A GRANEL NA MESORREGIÃO DE ITAPETININGA-SP

CAPACIDADE DINÂMICA DE ARMAZENGEM DE GRÃOS A GRANEL NA MESORREGIÃO DE ITAPETININGA-SP CAPACIDADE DINÂMICA DE ARMAZENGEM DE GRÃOS A GRANEL NA MESORREGIÃO DE ITAPETININGA-SP WANDERLEY DE OLIVEIRA¹; ALINE REGINA PIEDADE 2, RICARDO SERRA BORSATTO 2 ; EVA FAGUNDES WEBER 2 ¹ Tecnólogo em Agronegócio.

Leia mais

Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012

Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012 11 Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso 1 2 11.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez mais requerem um grau de conhecimento

Leia mais

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO CULTIVO DA CANOLA NO BRASIL E IMPACTOS NO CUSTO DE PRODUÇÃO E NA RENTABILIDADE.

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO CULTIVO DA CANOLA NO BRASIL E IMPACTOS NO CUSTO DE PRODUÇÃO E NA RENTABILIDADE. INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO CULTIVO DA CANOLA NO BRASIL E IMPACTOS NO CUSTO DE PRODUÇÃO E NA RENTABILIDADE. Cláudia De Mori 1 ; Gilberto Omar Tomm 1 ; Paulo Ernani Peres Ferreira 1 ; Vladirene MacedoVieira

Leia mais

GESTÃO DA PROPRIEDADE COMO EMPRESA RURAL E VIABILIDADE REAL DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS CASO PROPRIEDADE MONTE BELO (PEROBAL - PR)

GESTÃO DA PROPRIEDADE COMO EMPRESA RURAL E VIABILIDADE REAL DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS CASO PROPRIEDADE MONTE BELO (PEROBAL - PR) ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 GESTÃO DA PROPRIEDADE COMO EMPRESA RURAL E VIABILIDADE REAL DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS CASO PROPRIEDADE

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Unidade IV. A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008).

Unidade IV. A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008). AVALIAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Unidade IV 7 ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008). A administração

Leia mais

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE! Qual o valor de um estoque?! Quanto de material vale a pena manter em estoque?! Como computar o valor da obsolescência no valor do estoque?! Qual o custo de um pedido?!

Leia mais

Perfis de Investimento PrevMais

Perfis de Investimento PrevMais Cartilha Perfis de Investimento PrevMais [1] Objetivo Geral O regulamento do PREVMAIS prevê exclusivamente para o Benefício de Renda Programada a possibilidade de os participantes optarem por perfis de

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 2 Gestão de Fluxo de Caixa Introdução Ao estudarmos este capítulo, teremos que nos transportar aos conceitos de contabilidade geral sobre as principais contas contábeis, tais como: contas do ativo

Leia mais

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Organização Internacional do Café - OIC Londres, 21 de setembro de 2010. O Sistema Agroindustrial do Café no Brasil - Overview 1 Cafés

Leia mais

Análise das Demonstrações Financeiras

Análise das Demonstrações Financeiras UNIPAC UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS, LETRAS E SAÚDE DE UBERLÂNDIA. Rua: Barão de Camargo, nº. 695 Centro Uberlândia/MG. Telefax: (34) 3223-2100 Análise das Demonstrações

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ Carteira de Agronegócios Projetos Propostos Teresina, PI novembro 2013 SUMÁRIO Características atuais dos principais setores de agronegócio piauiense

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

A balança comercial do agronegócio brasileiro

A balança comercial do agronegócio brasileiro A balança comercial do agronegócio brasileiro Antonio Carlos Lima Nogueira 1 Qual é a contribuição atual dos produtos do agronegócio para o comércio exterior, tendo em vista o processo atual de deterioração

Leia mais

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Certificado de Recebíveis do Agronegócio Instrumento de captação de recursos e de investimento no agronegócio O produto O Certificado de

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo. É todo custo gerado por operações logística em uma empresa, visando atender as necessidades dos clientes de qualidade custo e principalmente prazo. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Leia mais

PESQUISA DE ESTOQUES MANUAL DE INSTRUÇÕES (PRELIMINAR) DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE AGRICULTURA

PESQUISA DE ESTOQUES MANUAL DE INSTRUÇÕES (PRELIMINAR) DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE AGRICULTURA DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE AGRICULTURA PESQUISA DE ESTOQUES PRIMEIRO SEMESTRE - 2011 MANUAL DE INSTRUÇÕES (PRELIMINAR) 1. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DA PESQUISA 1.1 - OBJETIVO

Leia mais

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Super-safra norte-americana Em seu boletim de oferta e demanda mundial de setembro o Usda reestimou para cima suas projeções para a safra 2007/08.

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques Seguindo a estrutura proposta em Dornelas (2005), apresentada a seguir, podemos montar um plano de negócios de forma eficaz. É importante frisar

Leia mais

SEBRAEtec Diferenciação

SEBRAEtec Diferenciação SEBRAEtec Diferenciação REGULAMENTO Investir em inovação tecnológica é fundamental para a competitividade das micro e pequenas empresas gaúchas. 2 2014 Mais recursos para as MPEs representam mais desenvolvimento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA Métodos para Análise de Fluxos de Caixa A análise econômico-financeira e a decisão

Leia mais

ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA PARA PRODUÇÃO DE MELANCIA E CENOURA COM FINANCIAMENTO EM ANAPOLIS GO

ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA PARA PRODUÇÃO DE MELANCIA E CENOURA COM FINANCIAMENTO EM ANAPOLIS GO ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA PARA PRODUÇÃO DE MELANCIA E CENOURA COM FINANCIAMENTO EM ANAPOLIS GO Fernanda Martins Dias 1 ; Simone Janaína da Silva Morais 1 ; Ricardo Caetano Rezende 2 1 Licenciada

Leia mais

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES.

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ UFPA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO

Leia mais

Análise de Fluxos de Caixa em ambientes de incerteza e sua aplicação no Controle Externo. Valéria Cristina Gonzaga - TCEMG ENAOP 2011

Análise de Fluxos de Caixa em ambientes de incerteza e sua aplicação no Controle Externo. Valéria Cristina Gonzaga - TCEMG ENAOP 2011 Análise de Fluxos de Caixa em ambientes de incerteza e sua aplicação no Controle Externo Valéria Cristina Gonzaga - TCEMG ENAOP 2011 ANÁLISE DE FLUXOS DE CAIXA EM AMBIENTES DE NCERTEZA E SUA APLICAÇÃO

Leia mais

Portfólio Formal. Projetos e consultorias prestadas pela EMPRESA JÚNIOR DO CURSO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS

Portfólio Formal. Projetos e consultorias prestadas pela EMPRESA JÚNIOR DO CURSO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS Portfólio Formal Projetos e consultorias prestadas pela EMPRESA JÚNIOR DO CURSO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS APRESENTAÇÃO Uma Empresa Júnior é uma associação civil, sem fins lucrativos, constituída e

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO Odilio Sepulcri 1 Conforme ROSE 1, pode-se representar a administração de uma empresa, de uma forma geral, dividindo em três níveis: operações, estratégia

Leia mais

Aula 2 Contextualização

Aula 2 Contextualização Economia e Mercado Aula 2 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Importância de se conhecer o funcionamento dos mercados Diferenciação de mercado Comportamento dos consumidores e firmas; formação de preços;

Leia mais

Como dimensionar o investimento em um projeto PARTE II

Como dimensionar o investimento em um projeto PARTE II Como dimensionar o investimento em um projeto PARTE II Como elaborar a programação dos investimentos? Existe um método alternativo para o cálculo do Capital de Giro de uma empresa ou projeto? Como elaborar

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução O que são

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DA SUBSTITUIÇÃO DE LÂMPADAS FLUORESCENTES POR TECNOLOGIA LED EM UMA EMPRESA DE MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS

ANÁLISE ECONÔMICA DA SUBSTITUIÇÃO DE LÂMPADAS FLUORESCENTES POR TECNOLOGIA LED EM UMA EMPRESA DE MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS ANÁLISE ECONÔMICA DA SUBSTITUIÇÃO DE LÂMPADAS FLUORESCENTES POR TECNOLOGIA LED EM UMA EMPRESA DE MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS Thiago de Carvalho Sousa (UVV) thiagocs01@hotmail.com Lucca de Carvalho De Biase

Leia mais

fls. 776 Se impresso, para conferncia acesse o site http://esaj.tjsc.jus.br/esaj, informe o processo 0300287-79.2015.8.24.0175 e o cdigo 353F682.

fls. 776 Se impresso, para conferncia acesse o site http://esaj.tjsc.jus.br/esaj, informe o processo 0300287-79.2015.8.24.0175 e o cdigo 353F682. fls. 776 fls. 777 fls. 778 fls. 779 fls. 780 fls. 781 fls. 782 fls. 783 1/107 LAUDODEAVALIAÇÃO ECONÔMICA fls. 784 2/107 Códigodoimóvel NomedoImóvel Endereço Bairro Cidade UF Proprietário Documento RegistrodeImóveis

Leia mais

Plano de Negócios Faculdade Castro Alves Cursos de Administração.

Plano de Negócios Faculdade Castro Alves Cursos de Administração. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PLANO DE NEGÓCIIOS Prroff.. Carrllos Mellllo Saal lvvaaddoorr JJANEI IRO/ /22000066 Introdução Preparar um Plano de Negócios é uma das coisas mais úteis que um empresário

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma

Leia mais

MS 777 Projeto Supervisionado Professor: Laércio Luis Vendite Ieda Maria Antunes dos Santos RA: 033337

MS 777 Projeto Supervisionado Professor: Laércio Luis Vendite Ieda Maria Antunes dos Santos RA: 033337 1 Análise de Investimentos MS 777 Projeto Supervisionado Professor: Laércio Luis Vendite Ieda Maria Antunes dos Santos RA: 033337 2 Sumário 1- Juros------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas:

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas: 11. ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA O presente capítulo consiste da avaliação econômica do Plano Estadual de Recursos Hídricos. Esta avaliação objetiva quantificar e demonstrar os impactos da implementação

Leia mais

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES! A análise do desempenho histórico! Análise setorial! Análise de múltiplos! Elaboração de projeções de resultados! Determinação

Leia mais

Conceito de Plano de Negócios

Conceito de Plano de Negócios Conceito de Plano de Negócios O Plano de Negócio é um documento escrito e organizado que permite ao empreendedor analisar a viabilidade do seu projeto. 4 Conceito de Plano de Negócios Descreve o modelo

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Graduação em Administração

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Graduação em Administração Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Graduação em Administração Educação Presencial 2011 1 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC O curso de Administração visa formar profissionais capacitados tanto para

Leia mais

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA GUIA PARA A ESCOLHA DO PERFIL DE INVESTIMENTO DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA Caro Participante: Preparamos para você um guia contendo conceitos básicos sobre investimentos, feito para ajudá-lo a escolher

Leia mais

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente

Leia mais

Capital de giro. Capital de giro. Administração. Índices Financeiros e Capital de Giro. Prof: Marcelo dos Santos

Capital de giro. Capital de giro. Administração. Índices Financeiros e Capital de Giro. Prof: Marcelo dos Santos Administração Prof: Marcelo dos Santos Índices Financeiros e Capital de Giro A administração do capital de giro envolve basicamente as decisões de compra e venda tomadas pela empresa, assim como suas atividades

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 OTIMIZAÇÃO DA EFETIVIDADE DE HEDGE NA COMPRA DE MILHO POR MEIO DE CONTRATOS FUTUROS PARA PRODUÇÃO DE BOVINOS DE CORTE RESUMO GUSTAVO DE SOUZA CAMPOS BADARÓ 1, RENATO ELIAS FONTES 2 ; TARCISIO GONÇALVES

Leia mais

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos 5 Plano Financeiro Investimento total Nessa etapa, você irá determinar o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: investimentos fixos;

Leia mais

CAP. 2 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CRITÉRIOS DE DECISÃO

CAP. 2 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CRITÉRIOS DE DECISÃO CAP. 2 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CRITÉRIOS DE DECISÃO 1. OS CRITÉRIOS DE DECISÃO Dentre os métodos para avaliar investimentos, que variam desde o bom senso até os mais sofisticados modelos matemáticos, três

Leia mais

Com bom planejamento, empresário começa negócio sem dinheiro próprio.

Com bom planejamento, empresário começa negócio sem dinheiro próprio. Com bom planejamento, empresário começa negócio sem dinheiro próprio. Plano de negócios estruturado ajuda na hora de conseguir financiamento. Veja dicas de especialistas e saiba itens que precisam constar

Leia mais

Administração Financeira - Profs. Nelson Antonio Vascon e Marisa Gomes da Costa 42

Administração Financeira - Profs. Nelson Antonio Vascon e Marisa Gomes da Costa 42 Administração Financeira - Profs. Nelson Antonio Vascon e Marisa Gomes da Costa 42 2.8. GESTÃO DE DUPLICATAS A RECEBER Entre os objetivos do gestor financeiro destaca-se como principal a maximização do

Leia mais

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório:

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório: Guia de sustentabilidade na produção de soja na Agricultura Familiar Relatório individual NOME: Prezado senhor (a), Em primeiro lugar, no nome dacoopafi, da Gebana e da Fundação Solidaridad,gostaríamos

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS CONHECER A ELABORAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES UM PLANO DE NEGÓCIOS.

Leia mais

O SULCO COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. PRIMAVERA 2013. JohnDeere.com.br

O SULCO COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. PRIMAVERA 2013. JohnDeere.com.br 10 - Precisão na pecuária 14 - Trigo com tecnologia 18 - Turistas no pomar 10 14 18 PRIMAVERA 2013 O SULCO JohnDeere.com.br COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. capa 1 2 RICARDO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO DISCIPLINA: Administração Financeira PROFESSOR: Nelson de Mello AULA 1 12/08/2015 Administração Financeira Prof.

Leia mais

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção 2.1. Custo de Oportunidade Conforme vínhamos analisando, os recursos produtivos são escassos e as necessidades humanas ilimitadas,

Leia mais

Contabilidade Básica Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Conceito Conta Nome dado aos componentes patrimoniais (bens, direitos, obrigações e Patrimônio Líquido) e aos elementos de resultado

Leia mais

Viabilidade Econômica da Cultura do Trigo, em Mato Grosso do Sul, na Safra 2012

Viabilidade Econômica da Cultura do Trigo, em Mato Grosso do Sul, na Safra 2012 174 ISSN 1679-0472 Abril, 2012 Dourados, MS Fotos - lavoura: Nilton P. de Araújo; percevejo: Foto: Narciso Claudio da Lazzarotto S. Câmara Viabilidade Econômica da Cultura do Trigo, em Mato Grosso do Sul,

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

1,20 Fungicidas Transporte Interno 0,80 Colheita Mecanizada 1,20 Subtotal Mão de Obra Limpeza de máq. e

1,20 Fungicidas Transporte Interno 0,80 Colheita Mecanizada 1,20 Subtotal Mão de Obra Limpeza de máq. e CUSTOS DE PRODUÇÃO O objetivo é dar suporte para o uso dos coeficientes técnicos e outros subsídios necessários para o cálculo do custo e para a análise financeira da produção de sementes. Os custos podem

Leia mais

O PASSO A PASSO PARA A OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS

O PASSO A PASSO PARA A OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS O PASSO A PASSO PARA A OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS OVERVIEW Este treinamento tem como objetivo oferecer aos participantes uma ampla visão de quais os passos para se obter financiamento para implementar

Leia mais

Cooperativismo Agropecuário

Cooperativismo Agropecuário Cooperativismo Agropecuário rio Camara Temática de Insumos Agropecuários Paulo Cesar Dias Junior Brasília, 25 de novembro de 2013 Sistema OCB. Você participa. Todos crescem. OCB: Atuação Representação

Leia mais

Apresentação de Resultados

Apresentação de Resultados Apresentação 3T08 Apresentação de Resultados José Carlos Aguilera (Diretor Presidente e de RI) Eduardo de Come (Diretor Financeiro) Marcos Leite (Gerente de RI) Destaques do Período Contexto de crise no

Leia mais

Finance Training - Treinamento Gerencial e Consultoria Empresarial

Finance Training - Treinamento Gerencial e Consultoria Empresarial Página 1 de 5. 05/09/2011 ORÇAMENTO BASE ZERO uma ferramenta gerencial para redução de custos e otimização de resultados, distribuição de dividendos e nível de retorno dos investimentos Prof. Ricardo Ferro

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

METODOLOGIA PARA DECISÕES DE INVESTIMENTOS E DIMENSIONAMENTO DOS FLUXOS DE CAIXA

METODOLOGIA PARA DECISÕES DE INVESTIMENTOS E DIMENSIONAMENTO DOS FLUXOS DE CAIXA METODOLOGIA PARA DECISÕES DE INVESTIMENTOS E DIMENSIONAMENTO DOS FLUXOS DE CAIXA Flávia Fernanda Gaspari SILVA 1 Camila Pires Cremasco GABRIEL 2 Luís Roberto Almeida GABRIEL FILHO 3 RESUMO: A base da tomada

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS PROF. Msc. JOSÉ VICENTE CAMPINAS - SP 2009 2 ANÁLISE

Leia mais

COMECE CERTO: PLANEJAMENTO E ANÁLISE

COMECE CERTO: PLANEJAMENTO E ANÁLISE COMECE CERTO: PLANEJAMENTO E ANÁLISE 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 COMECE CERTO QUESTÕES FUNDAMENTAIS PARA O PLANEJAMENTO E ANÁLISE DE NOVOS NEGÓCIOS OBJETIVO DO DEBATE Apresentar

Leia mais

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da

Leia mais

Guia de Recursos e Funcionalidades

Guia de Recursos e Funcionalidades Guia de Recursos e Funcionalidades Sobre o Treasy O Treasy é uma solução completa para Planejamento e Controladoria, com o melhor custo x benefício do mercado. Confira alguns dos recursos disponíveis para

Leia mais