Eletrônica Básica. Os prótons estão sempre presentes no núcleo e têm carga elétrica positiva.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Eletrônica Básica. Os prótons estão sempre presentes no núcleo e têm carga elétrica positiva."

Transcrição

1 Eletrônica Básica 1. Teoria Básica dos Semicondutores. 2. Diodo de Junção PN. 3. Complementos. 4. Diodos Especiais 5. Circuitos com Diodo. 6. Transistores. 1

2 Eletrônica Básica 1. Teoria Básica dos Semicondutores 1.1 Estrutura da matéria A maioria das substâncias presentes na natureza é formada pela combinação de outras, isto é, são compostos. Um exemplo comum é a água, formada por hidrogênio e oxigênio, os quais individualmente apresentam propriedades bastante distintas do composto. Entretanto, tanto o hidrogênio como o oxigênio não admitem decomposição em outras substâncias e, por isso, são chamados elementos. Existem cerca de 100 elementos conhecidos e todas as substâncias na natureza são combinações deles. E as substâncias diferem uma das outras pelas diferentes combinações de elementos, em seus tipos e/ou proporções. Uma porção qualquer de um determinado elemento não pode ser subdividida indefinidamente. Há uma partícula elementar a qual, se subdividida, faz o elemento perder suas características. Esta partícula é chamada átomo. Assim, cada elemento se caracteriza por ter uma estrutura atômica própria. A formação de um composto ocorre de maneira organizada. Cada elemento contribui com um determinado número de átomos para formar uma partícula maior, chamada molécula, que caracteriza o composto. Portanto, de forma similar ao átomo do elemento, a molécula é a menor porção possível de um composto. Se subdividida, ele perde suas características. O átomo, por sua vez, é formado por três as partículas fundamentais: prótons, nêutrons e elétrons (na realidade existem mais). Os prótons estão sempre presentes no núcleo e têm carga elétrica positiva. Os nêutrons podem estar ou não presentes no núcleo e não têm carga elétrica. Sua massa é próxima da do próton. Os elétrons estão sempre nas órbitas e têm carga elétrica negativa, mas de magnitude igual à do próton. Sua massa é cerca de 1/1840 da massa do próton. O número de prótons no núcleo é chamado número atômico e é característica única de cada elemento. Elementos diferentes têm sempre números atômicos diferentes. A Fig 1 abaixo dá o esquema simplificado de um átomo de lítio. Prótons são indicados em vermelho, nêutrons em cinza e elétrons em azul. 2

3 O número atômico do lítio é 3 e, portanto, existem 3 prótons no núcleo. Normalmente, o número de elétrons é igual ao número de prótons. Assim, a carga elétrica total do átomo é nula. Em algumas situações, o átomo poderá perder ou ganhar elétrons, isto é, ficar positivamente ou negativamente carregado. Nessas condições, ele é dito ser um íon positivo ou um íon negativo. Níveis de Energia A maneira com que os elétrons se distribuem nas órbitas em torno do núcleo não é aleatória. Segue regras bem definidas, que são as mesmas para todos os elementos. Um elétron em órbita tem uma energia potencial que depende da sua distância até o núcleo e uma energia cinética que depende da sua velocidade. A soma de ambas é a energia total do elétron. Aqui não cabe consideração mais profunda sobre a teoria quântica. Esta diz em linhas gerais que os estados da matéria não variam continuamente, mas sim em pequenos intervalos discretos, chamados quanta. No mundo prático isto não é perceptível, pois os valores são muitos pequenos. Mas os elétrons são partículas elementares e o seu comportamento é bem definido por tais intervalos. Assim, a energia total que o elétron pode ter é definida em valores discretos e, portanto, ele só pode ocupar determinadas órbitas ou níveis de energia. Os níveis possíveis são sete e o número máximo de elétrons por camada e estão representados na Fig 2. 3

4 O nível mais externo é chamado de nível/camada de valência e os elétrons presentes nele são os elétrons de valência. O número de elétrons de valência é um fator importante do elemento. Ele define a capacidade do átomo de ganhar ou perder elétrons e de se combinar com outros elementos. Muitas das propriedades químicas e elétricas dependem da valência. Os elétrons de valência por estarem mais distantes do núcleo são os que podem se libertar mais facilmente do átomo, enquanto os elétrons dos níveis inferiores, uma vez completas não cedem nem recebem elétrons, logo os elétrons de valência são os únicos em condições de participarem de fenômenos químicos ou elétricos. Um átomo é estável quando apresenta a última camada completa, ou seja, a primeira camada possui 2 elétrons e as demais no mínimo 8 elétrons, veja figura 3 abaixo para melhor exemplificar. Eletrovalência: Quando um dos átomos doar definitivamente um elétron ao átomo vizinho, e o outro receber o mesmo definitivamente. 4

5 1.2 Condutores, Isolantes e Semicondutores Para que um material conduza eletricidade, é necessário que os elétrons de valência, sob ação de um potencial elétrico aplicado, saltem do nível de valência para um nível ou banda de condução. Conforme Fig 5, em um material condutor não existem níveis ou banda de energia proibida entre a condução e a valência e, portanto, a corrente flui facilmente sob a ação do campo elétrico. Já um material isolante tem uma larga banda proibida entre a valência e condução. E dificilmente haverá condução da corrente. Os semicondutores possuem bandas proibidas com larguras intermediárias. Isto significa que podem apresentar alguma condução, melhor que os isolantes, porém pior que os condutores. Os principais semicondutores utilizados são o Germânio (Ge) e o Silício (Si). Consideramos agora o Silício, que é o semicondutor mais usado e tem 4 elétrons de valência. No estado puro cada, par de elétrons de átomos distintos formam a chamada ligação covalente, de forma que cada átomo fique no estado mais estável, isto é, com 8 elétrons na camada externa. O resultado é uma estrutura cristalina homogênea conforme Fig 6. Na realidade é tridimensional. Está assim mostrada por uma questão de simplicidade. O Germânio (Ge) possui K=2, L=8, M=18 e N=4. Podemos notar que se aplicarmos uma tensão não haverá corrente, pois os elétrons encontram-se presos as ligações de valência, não havendo elétrons livres para a condução. 5

6 O material continua um semicondutor. Entretanto, quando certas substâncias, chamadas impurezas são adicionadas, as propriedades elétricas são radicalmente modificadas. Se um elemento como o antimônio, que tem 5 elétrons de valência, for adicionado e alguns átomos deste substituírem o silício na estrutura cristalina, 4 dos 5 elétrons irão se comportar como se fossem os de valência do silício e o excedente será liberado para o nível de condução (Fig 7). O cristal irá conduzir e, devido à carga negativa dos portadores (elétrons), é denominado semicondutor tipo n. Notar que o material continua eletricamente neutro pois os átomos têm o mesmo número de prótons e elétrons. Apenas a distribuição de cargas muda, de forma a permitir a condução. Agora a situação inversa conforme Fig 8. Uma impureza com 3 elétrons de valência (alumínio, por exemplo) é adicionada. Alguns átomos de silício irão transferir um elétron de valência para completar a falta no átomo da impureza, criando um buraco positivamente carregado no nível de valência e o cristal será um semicondutor tipo p, devido à carga positiva dos portadores (buracos/lacunas). 6

7 2. Diodo de Junção PN 2.1 Introdução A união de um cristal tipo p e um cristal tipo n, obtém-se uma junção pn, que é um dispositivo de estado sólido simples: o diodo semicondutor de junção Figura 9 Devido a repulsão mútua os elétrons livres do lado n espalham-se em todas direções, alguns atravessam a junção e se combinam com as lacunas. Quando isto ocorre, a lacuna desaparece e o átomo associado torna-se carregado negativamente. (um íon negativo) Cada vez que um elétron atravessa a junção ele cria um par de íons. À medida que o número de íons aumenta, a região próxima à junção fica sem elétrons livres e lacunas. A camada de carga espacial (CCE) age como uma barreira impedindo a continuação da difusão dos elétrons livres. A intensidade desta camada aumenta com cada elétron que atravessa a junção até que se atinja um equilíbrio. Figura 10 A diferença de potencial através desta camada é chamada de barreira de potencial. A uma temperatura de 25º, esta barreira é de 0,7V para o silício e 0,3V para o germânio. 7

8 Símbolo Figura 11 Como visto anteriormente, os elétrons portadores da parte N tendem a ocupar buracos na parte P, deixando esta com um potencial negativo e a parte N com um potencial positivo e, assim, formando uma barreira potencial Vo. Assim, a polaridade da barreira de potencial mantém os elétrons na parte N e os buracos na parte P (Fig 12 a) Se um potencial externo V > Vo for aplicado conforme Fig 12b, potencial de barreira será quebrado e a corrente elevada, pois existem muitos elétrons em N. Diz-se então que a junção está diretamente polarizada. No caso de inversamente polarizada, Fig12 C, o potencial de barreira será aumentado, impedindo ainda mais a passagem de elétrons e a corrente será pequena. 8

9 A curva característica de um diodo é um gráfico que relaciona cada valor da tensão aplicada com a respectiva corrente elétrica que atravessa o diodo. Figura 13 Notar que, acima de um pequeno valor de polarização direta, a corrente aumenta bastante, na realidade de forma exponencial, dada por: I = I0 (eev/kt - 1). Onde I0 é a corrente de saturação, e a carga do elétron, k a constante de Boltzmann e T a temperatura absoluta. A polarização inversa tem limite. Acima de um determinado valor ocorre um efeito de ruptura, quebrando a barreira de potencial e a corrente sobe quase na vertical. Isso é usado em diodos reguladores de tensão (diodos zener) por exemplo. 2.2 Potência de um Diodo Em qualquer componente, a potência dissipada é a tensão aplicada multiplicada pela corrente que o atravessa e isto vale para o diodo: P =U*I Não se pode ultrapassar a potência máxima, especificada pelo fabricante, pois haverá um aquecimento excessivo. Os fabricantes em geral indicam a potência máxima ou corrente máxima suportada por um diodo. Ex.: 1N914 è PMAX = 250mW 1N4001 è IMAX = 1A Usualmente os diodos são divididos em duas categorias, os diodos para pequenos sinais (potência especificada abaixo de 0,5W) e os retificadores ( PMAX > 0,5W). 9

10 2.3 Resistor Limitador de Corrente Num diodo polarizado diretamente, uma pequena tensão aplicada pode gerar uma alta intensidade de corrente. Em geral um resistor é usado em série com o diodo para limitar a corrente elétrica que passa através deles. RS é chamado de Resistor limitador de corrente. Quanto maior o RS, menor a corrente que atravessa o diodo e o RS 2.4 Reta de Carga Sendo a curva característica do diodo não linear, torna-se complexo determinar através de equações o valor da corrente e tensão sobre o diodo e resistor. Um método para determinar o valor exato da corrente e da tensão sobre o diodo, é o uso da reta de carga. Baseia-se no uso gráfico das curvas do diodo e da curva do resistor. A corrente I através do circuito é a seguinte: No circuito em série a corrente é a mesma no diodo e no resistor. Se forem dados a tensão da fonte e a resistência RS, então são desconhecidas a corrente e a tensão 10

11 sob o diodo. Se, por exemplo, no circuito ao acima o US =2V e RS = 100Ω, então: 2 UD I= = 0,01*U D + 20ma 100 Podemos perceber uma relação linear entre a corrente e a tensão ( y = ax + b). Devemos encontrar 2 pontos da reta de carga para podermos determiná-la, utilizaremos : vponto de Saturação vponto de Corte Ponto de Saturação: esse ponto é chamado de ponto de saturação, pois é o máximo valor que a corrente pode assumir. UD=0V I=20mA Ponto de Corte: esse ponto é chamado corte, pois representa a corrente mínima que atravessa o resistor e o diodo. I=0 A UD=2V. Sobrepondo esta curva com a curva do diodo tem-se: Figura Efeitos da Temperatura A temperatura pode ter efeito marcante sobre as características de um diodo semicondutor de silício, como demonstrado com um diodo de silício visto na Figura 16. Conclui-se experimentalmente que: 11

12 A corrente de saturação reversa Is terá sua amplitude praticamente dobrada para cada aumento de 100 C na temperatura. Um diodo de germânio, com Is na ordem de I ou 2µA em 25 C, pode apresentar uma corrente de fuga de IOOµA = 0,1 ma, a uma temperatura de 100 C. Níveis de corrente dessa magnitude na região de polarização reversa certamente questionariam a condição desejada de circuito aberto na região de polarização reversa. Valores típicos de Is para o silício são muito mais baixos que para o germânio para níveis similares de corrente e potência, conforme mostra a figura Complementos 3.1 Valor Médio de Tensão e Corrente de um Sinal Periódico. Consideremos a função periódica representada na Fig. 16, cuja a expressão vem relacionada a seguir: Fig

13 Esta expressão matemática representa o valor médio de uma grandeza periódica qualquer (tensão ou corrente por exemplo). Exemplos: Dadas as figuras abaixo, qual é o valor médio da forma de onda representadas: 13

14 3.2 Valor Eficaz de Tensão e Corrente de um Sinal Periódico A figura 17 abaixo representa a forma de onda periódica (senoidal, no caso) uma corrente denominada genericamente de IK. Esta corrente circulou através de uma resistência R durante um intervalo de tempo t dissipando, por conseguinte uma potencia P. Fez-se circular pela mesma resistência R, durante o mesmo intervalo de tempo uma corrente contínua I, e dissipou-se a mesma potência P obtida no caso anterior. O que se pode dizer, é que o valor efetivo da corrente periódica IK deve ser igual ao valor da corrente continua I. para que possamos obter nos dois casos 0 mesmo valor de potência dissipada em R. Ao valor efetivo da corrente lk, denominamos de corrente RMS, ou simplesmente corrente eficaz A potência dissipada no resistor no intervalo de tempo (t2 t1) é dada pela seguinte expressão matemática: 14

15 No mesmo intervalo de tempo, t2-t1,=t, passou pelo resistor R uma corrente contínua I, cuja forma de onda está representada abaixo. A potência dissipada no resistor R, é dada por: P= R I2 Sendo IK = Imáx senθ Teremos que: I ef = I máx 2 Analogamente podemos calcular o valor eficaz da tensão. Vef = Vmáx 2 4. Diodos especiais 4.1. DIODO ZENER A partir de um certo valor de tensão aplicada ao diodo, haverá choques dos elétrons livres com elétrons das ligações covalentes, com possível retirada desses elétrons. Ocorrerá um efeito multiplicativo, aumentando consideravelmente o número de elétrons disponíveis para a condução de corrente. Esse efeito, chamado avalanche, faz com que a corrente aumente rapidamente para qualquer novo acréscimo de tensão reversa aplicada ao diodo. Se ambos os lados da junção forem muito dopados, a região de depleção será estreita. Isso faz com que os elétrons não tenham condições de ganhar energia cinética suficiente para retirada de outros elétrons das ligações covalentes. 15

16 Porém o próprio campo elétrico pode retirar os elétrons, fazendo com que haja um aumento considerável da corrente para qualquer novo acréscimo de tensão. Esse mecanismo chama efeito ZENER. Existem diodos especiais que sustentam a condução no sentido reverso sem se danificarem. Os diodos zener e de avalanche são exemplos desses dispositivos,é um diodo construído especialmente para trabalhar na tensão de ruptura. Seu comportamento é o de um diodo comum quando polarizado diretamente. Quando polarizado inversamente ao contrário de um diodo convencional, ele suporta tensões reversas próximas a tensão de ruptura, vide figura 18. Figura 18 Graficamente é possível obter a corrente elétrica sob o zener com o uso de reta de carga. Figura 19 16

17 Ponto de corte I=0 e VDZ = -VS Ponto de saturação ---- Max corrente I = -VS/RS REGULADOR DE TENSÃO COM ZENER Objetivo: manter a tensão sobre a carga constante e de valor Vz. Cálculo do resistor de carga RS: Garante a corrente mínima para a carga: Garante que sob o Zener não circule uma corrente maior que IZMAX Exemplo: Um regulador Zener tem uma tensão de entrada de 15V a 20V e a corrente de carga de 5 a 20mA. Se o Zener tem VZ=6,8V e IZMAX=40mA, qual o valor de RS? 17

18 4.2 Diodos schottky Diodos de metal e semicondutor atuais, chamados diodos schottky, são obtidos pela deposição, por evaporação ou por meios químicos, de uma camada metálica sobre a superfície de um semicondutor. Normalmente há uma camada de óxido na borda para evitar alguns efeitos indesejáveis do campo elétrico mais intenso nesta parte O principal destaque do diodo schottky é o menor tempo de recuperação, pois não há recombinação de cargas do diodo de junção. Outra vantagem é a maior densidade de corrente, o que significa uma queda de tensão direta menor que a do diodo comum de junção. A contrapartida é uma corrente inversa maior, o que pode impedir o uso em alguns circuitos. São usados principalmente em circuitos de alta freqüência, de alta velocidade de comutação podendo trabalhar em freqüências da ordem de 70GHz. A tensão de início de condução depende dos materiais escolhidos na fabricação do diodo, podendo variar de 0,25 a 0,75volts. 4.3 Diodos emissores de luz (led) Ao passar por uma junção PN, elétrons sofrem transições de níveis de energia e, de acordo com princípios da física quântica, devem emitir alguma radiação. Semicondutores de germânio, de silício e outros comuns não emitem radiação visível. Mas esta é emitida por alguns semicondutores de compostos químicos, como arsenieto de gálio, fosfeto de gálio e índio, etc. Leds são simplesmente diodos de semicondutores desses tipos envolvidos em embalagem translúcida. O diodo led deve ser diretamente polarizado para emitir luz. A figura abaixo dá um circuito básico. 18

19 Para a determinação de R uma vez conhecido V, podemos supor corrente máxima de 20 ma e tensão no diodo de 2 a 2,5 volts. A tensão inversa máxima da maioria dos leds é pequena, de forma que uma inversão de polaridade com alguns volts pode ser suficiente para danificar. A cor da luz emitida depende do material utilizado no cristal e também do nível de dopagem. Os LEDs suportam no máximo 2V / 20 ma. 4.4 DIODO TUNNEL Para correntes cujos valores estão compreendidos entre Iv e Ip, podemos obter o mesmo valor de corrente para 3 diferentes valores de tensão aplicada. Esta característica de valores múltiplos faz com que o diodo-túnel seja útil em circuitos de pulso digitais. Outra aplicação é como chave, operando em velocidade muito altas, como o tunelamento ocorre à velocidade da luz. Vantagens: baixo custo, baixo ruído, simplicidade de fabricação, alta velocidade(o tempo de chaveamento é da ordem de Nanossegundos ), imunidade ao meio ambiente e baixa potência. Desvantagens: baixa variação na tensão de saída e o fato de ser um dispositivo com dois terminais, com isso não existe isolação entre a entrada e a saída, provocando assim sérias dificuldades em projetos de circuitos. 19

20 4.5 VARICAP Os VARICAPS são diodos otimizados para trabalharem em polarização reversa, apresentando maiores variações de capacitância, em função do potencial reverso aplicado. Para baixas freqüências são fabricados com silício, sendo usado a arsenieto de gálio para freqüências mais elevadas. A figura a seguir mostra o comportamento da capacitância em função da polarização e o símbolo do diodo varicap. 4.6 FOTODIODO A incidência de energia luminosa numa junção PN libera elétrons da camada de valência para a camada de condução. A corrente reversa de um diodo é devido a movimentação de portadores minoritários que surgem em ambos os lados da junção. Em um fotodiodo, a corrente reversa é controlada através da incidência da luz na junção, através de encapsulamentos especiais. 5. Circuitos com Diodo 5.1 Retificador de Meia Onda carga resistiva O retificador de meia onda converte a tensão de entrada (VS ) ca numa tensão pulsante positiva VL. Este processo de conversão de AC para cc, é conhecido como retificação. Figura

21 Quando tivermos no ánodo do diodo, uma tensão positiva em relação a aplicada ao cátodo, ele passará a conduzir, isto é o que ocorre durante o semiciclo positivo da tensão secundária. Durante este semiciclo, teremos corrente circulando pela carga, e no diodo teremos uma queda de tensão que será da ordem de 0,6 volts quando for de material silício, e 0.3 volts quando de germânio. No próximo semiciclo, semiciclo negativo da tensão de secundário, teremos que o diodo não conduzirá, por estar inversamente polarizado, estando seu ánodo em um potencial negativo em relação ao cátodo. Dessa forma, neste meio ciclo, não haverá corrente circulando pela carga, e a tensão existente no secundário do transformador ficará detida nos terminais do diodo que deverá suportá-la. Valor médio da tensão na carga VL= vmáx/π Valor médio da corrente na carga Id= IMÁX/π Valor eficaz da tensão na carga VRef = VMÁX/2 Valor eficaz da corrente na carga e no diodo Ief= IMÁX/2 21

22 O diodo a ser utilizado deverá ter as seguintes características: Idc> IMÁX/π e VR > VMÁX ou Vpico 5.2 Circuito com ponto neutro Onda Completa Carga Resistiva Inicialmente veremos como se comporta o secundário de um transformador com ponto neutro. Fig. 5.4 Quando tivermos os potenciais iguais pontos 1, 2 e A o observador verá em relação a ela o potencial + no ponto 1 e potencial negativo no ponto 2 é devido a isto que as formas de onda de tensão VS1 e VS2 são invertidas, ou seja defasadas de 180. Quando muda a polaridade da tensão da tensão de entrada, o ponto 1 passa a ser negativo e o ponto 2 positivo em relação ao observador (ponto A), desta maneira a forma de onda das tensões VS1 e VS2 será representada na figura

23 Logo podemos concluir que as formas de onda de VS1 e VS2 serão no domínio do tempo, apresentadas na figura 5.6. Para que VS1 e VS2 tenham a mesma amplitude é necessário que o ponto de neutro divida o secundário em igual número de espiras. Retornando no retificador apresentado na figura

24 Quando VS1 estiver no semiciclo positivo, o diodo D1 estará com seu ánodo positivo de tal maneira que conduzirá como mostra a figura 5.8. No mesmo instante em que Vs1 é positivo, Vs2 é negativo e este potencial está sendo aplicado no ánodo do diodo D2. Devido a este motivo o diodo se comporta como um circuito aberto, não conduzindo. Quando Vsl passa a ser negativo, este potencial é aplicado ao diodo Dl que passa a se comportar como circuito aberto. Neste mesmo instante o potencial de Vs2 é positivo e está sendo aplicado no ánodo do diodo 02 que passará a conduzir como mostra a figura 5.9. Pode-se notar que cada diodo conduz somente meio ciclo de onda, exatamente igual ao retificador de meia onda, e sobre a carga a corrente sempre circula em um mesmo sentido de tal maneira que temos na carga tensão e corrente contínua pulsante. É interessante observar que a tensão reversa sobre cada diodo é o dobro da tensão de pico que aparece em cada metade do secundário. 24

25 25

26 A tensão sobre a carga é uma tensão contínua pulsante e tem: Valor médio VDC = 2 Vmáx/π Valor eficaz Para se dimensionar os diodos necessitamos do valor médio da corrente direta que circulará por eles e de sua tensão reversa máxima. IDC= Imáx/π e VR=2Vmáx Logo os diodos D1 e D2 devem possuir: Corrente média > Imáx/π Tensão reversa > 2 Vmáx 5.3 Onda completa em ponte Carga resistiva 26

27 No instante em que temos Vs positivo, ou seja, ponto 1 positivo em relação ao ponto 2, os diodos D2 e D4 conduzem (ficam em série), pois as tensões que aparecem sobre eles propicia tal efeito. Quando VS inverte a polaridade, o ponto 1 será negativo em relação ao ponto 2, devido a estes potenciais os diodos D1 e D3 conduzem (ficam em série). Mesmo mudando a polaridade a corrente circula na carga sempre no mesmo sentido, assim como a tensão VL. 27

28 Figura 5.12 A tensão e corrente média sobre a carga são as mesmas do retificador de onda completa com ponto neutro, ou seja: VDC = 2 Vmáx/π Para se dimensionar os diodos necessitamos do valor médio da corrente direta que circulará por eles e de sua tensão reversa máxima. IDC= Imáx/π e VR=Vmáx Logo os diodos devem possuir: Corrente média > Imáx/π Tensão reversa > Vmáx 5.4 Fator Ripple Definição: Valor eficaz da ondulação Vac valor eficaz da tensão de ondulação Retificador de meia onda carga resistiva 28

29 Logo o fator Ripple da onda será: γ = Vac 0,3856Vmáx x100 = x100 Vmáx Vdc π γ = 1,2x100=120% Retificador de onda completa carga resistiva (tanto para derivação central e ponte) γ=48% 5.5 Características dos retificadores utilizados (carga resistiva) Podemos verificar que a melhor retificação seria obtida se utilizássemos em Ponte. 29

30 Exercício 1 Dado o retificador em ponte abaixo e sabendo-se que a especificação do diodo indica 5 A/1200V. Isto quer dizer que a corrente Idc (média) sobre o diodo pode ser 5 A (no máximo) e a tensão máxima de pico inversa admissível sobre o diodo é 1200V. Pede-se calcular a máxima potência contínua (Pdc) que pode ser extraída da ponte quando estiver sendo alimentada pela tensão de rede de 220V, considerar que Vp=Vs. VP tensão no primário, VS tensão no secundário. Resolução: Pdcmax=Vdc*Idc, onde Vdc=2Vmáx/π (tensão máxima na carga) Sendo a máxima corrente em cada diodo 5 A, a corrente média na carga será o dobro da corrente média que circula na carga em cada par de diodos. Idccarga=2*Idc Logo: Pdcmax=(2Vmáx/π)*2 Idcdiodo 30

31 Exercício 2 Calcular a potência contínua máxima que a ponte pode fornecer. Temos: PDC = VDC.IDC PDC max = 2Vmáx * 2 * I DCDIODO = * 2 * 5 = 8000Watts π 3, Filtro Retificador com carga RC (Filtro Capacitivo) Os circuitos retificadores apresentados nos itens anteriores tem como aplicação a conversão de corrente alternada em corrente contínua, ou seja uma fonte de alimentação, porém para que esta fique completa, falta ainda fazer, filtragem do sinal retificado para que o mesmo se aproxime o máximo possível de uma tensão contínua e constante. A utilização de um filtro capacitivo é muito comum nas fontes de alimentação que não necessitam de boa regulação, ou seja, que podem te pequenas oscilações na tensão de saída. Um exemplo é o eliminador de bateria cujo circuito vem todo montado na caixinha que vai ligada à rede elétrica. A figura 5.13 representa uma fonte de alimentação formada por um transformador ligado a um retificador de onda completa em ponte, com capacitor de filtro na saída em paralelo com a carga. A filtragem do sinal retificado pode ser explicada, analisando-se o gráfico da figura 5.14 (forma de onda na saída da fonte de alimentação). 31

32 Com o primeiro semiciclo do sinal retificado, o capacitor carrega-se através dos diodos D1 e D3 até o valor de pico. Quando a tensão retificada diminui, os diodos que estavam conduzindo ficam reversamente polarizados fazendo com que o capacitor se descarregue lentamente pela carga RL. Quando, no segundo semiciclo, a tensão retificada fica maior que a tensão no capacitor, os diodos D2 e D4 passam a conduzir carregando novamente o capacitor até o valor de pico, e assim sucessivamente, formando uma ondulação denominada ripple. A descarga do capacitor é lenta devido à constante de tempo RL.C, ou seja, quanto maior o capacitor ou a resistência de carga, maior a constante de tempo e menor o ripple. Porém, mesmo com o ripple, percebe-se que a filtragem aumenta o valor médio da tensão de saída, que será chamada de Vmf. O valor de pico a pico do ripple pode ser calculado pela equação onde: Vmf = tensão média na carga após a filtragem f = freqüência da ondulação (depende do tipo de retificador) RL = resistência da carga C = capacitor de filtro Assim, para o projeto de uma fonte de alimentação deve-se, antes,estipular a tensão média de saída e o ripple desejados para, em seguida, calcular capacitor necessário para a filtragem, as especificações dos diodos e as especificações do transformador. 32

33 EXEMPLO DE APLICAÇÃO: Projeto de uma Fonte de Alimentação Projetar uma fonte com tensão de entrada de 1l0Vrms/60 Hz e tensão média de saída de 5V com ripple de 0,1 V, para alimentar um circuito que tem resistência de entrada equivalente a 1KΩ. Utilizar o retificador de onda completa em ponte. O valor do capacitor de filtro pode ser calculado pela equação: Neste caso será utilizado um capacitor eletrolítico de 470 µ, o que acarretará em uma redução de ripple, melhorando o desempenho da fonte. Para definir as especificações (IDM e VBr)dos diodos, é preciso calcular a corrente média na carga e a tensão de pico no secundário do transformador. Assim, a corrente média na carga vale: O valor da tensão de pico na carga pode ser aproximado para: VRLp = Vmf + VR/2 = 5 + 0,1/2 =5,05 V Como a tensão de pico na carga é relativamente baixa, deve-se considerar Vγ, e como a carga tem uma resistência muito maior que a resistência do diodo RD esta pode ser desprezada. No retificador em ponte, deve-se considerar, então, uma queda de tensão de 2 x Vγ (dois diodos conduzindo em cada semiciclo). Assim, a tensão de pico no secundário do transformador deverá ser de: Portanto, as especificações dos diodos deverão respeitar as seguintes condições: IDM Imf/ /2 2,5 ma 33

34 Finalmente, é necessário determinar as características do transformador. A tensão eficaz no secundário é: O transformador tem que ser dimensionado para uma potência maior que a de trabalho. Como a corrente na carga é praticamente constante já que o ripple é pequeno, a potência de trabalho do transformador pode ser estimada por: PT= V2pxImf = 6,45x5x10-3 = 32,25 mw Portanto o transformador utilizado deve ter as seguintes especificações: V1 = 110 V(rms) V2 = 4,6 V(rms) P> 32,25 mw Assim o circuito da fonte fica como mostra a figura DOBRADOR DE TENSÃO DE MEIA ONDA No pico do semiciclo negativo, D1 está polarizado diretamente e D2 reversamente, isto faz C1 carregar até a tensão Vp. No pico do semiciclo positivo, D1 está polarizado reverso e D2 direto. Pelo fato da fonte e C1 estarem em série, C2 tentará se carregar até 2Vp. Depois de vários ciclos, a tensão através de C2 será igual a 2Vp. 34

35 5.8 Circuitos Limitadores Retira tensões do sinal acima ou abaixo de um dado nível. Serve para mudar o sinal ou para proteção LIMITADOR POSITIVO (OU CEIFADOR) LIMITADOR POLARIZADO 35

36 ASSOCIAÇÃO DE LIMITADORES USO COMO PROTEÇÃO DE CIRCUITOS 1N914 conduz quando a tensão de entrada excede a 5,7V. Este circuito é chamado grampo de diodo, porque ele mantém o sinal num nível fixo. 36

37 GRAMPEADOR CC O grampeador cc soma uma tensão cc ao sinal (não confundir com grampo de diodo). Por exemplo, se o sinal que chega oscila de -10V a +10V, um grampeador cc positivo produziria uma saída que idealmente oscila de 0 a +20V (um grampeador negativo produziria uma saída entre 0 e -20V). 37

CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES

CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES INTRODUÇÃO Os materiais semicondutores são elementos cuja resistência situa-se entre a dos condutores e a dos isolantes. Dependendo de sua estrutura qualquer elemento

Leia mais

MAF 1292. Eletricidade e Eletrônica

MAF 1292. Eletricidade e Eletrônica PONTIFÍCIA UNIERIDADE CATÓICA DE GOIÁ DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍICA Professor: Renato Medeiros MAF 1292 Eletricidade e Eletrônica NOTA DE AUA II Goiânia 2014 Diodos Retificadores Aqui trataremos dos

Leia mais

Diodos. TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica

Diodos. TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica Diodos TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica Sumário Circuitos Retificadores Circuitos Limitadores e Grampeadores Operação Física dos Diodos Circuitos Retificadores O diodo retificador converte

Leia mais

DIODOS. Professor João Luiz Cesarino Ferreira

DIODOS. Professor João Luiz Cesarino Ferreira DIODOS A união de um cristal tipo p e um cristal tipo n, obtém-se uma junção pn, que é um dispositivo de estado sólido simples: o diodo semicondutor de junção. Figura 1 Devido a repulsão mútua os elétrons

Leia mais

Diodo semicondutor. Índice. Comportamento em circuitos

Diodo semicondutor. Índice. Comportamento em circuitos semicondutor Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de ) [1][2] semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película

Leia mais

UNISANTA Universidade Santa Cecília Santos SP Disciplina: Eletrônica I Próf: João Inácio

UNISANTA Universidade Santa Cecília Santos SP Disciplina: Eletrônica I Próf: João Inácio Exercícios 1 Materiais Semicondutores e Junção PN 1- Em relação à teoria clássica que trata da estrutura da matéria (átomo- prótons e elétrons) descreva o que faz um material ser mal ou bom condutor de

Leia mais

É um dispositivo que permite modificar uma tensão alternada, aumentando-a ou diminuindo-a.

É um dispositivo que permite modificar uma tensão alternada, aumentando-a ou diminuindo-a. Prof. Dr. Sérgio Turano de Souza Transformador Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro, induzindo tensões, correntes e/ou de

Leia mais

Análise de Circuitos com Díodos

Análise de Circuitos com Díodos Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica 1 Análise de Circuitos com Díodos Teresa Mendes de Almeida TeresaMAlmeida@ist.utl.pt DEEC Área Científica de Electrónica T.M.Almeida IST-DEEC- ACElectrónica

Leia mais

Prof. Rogério Eletrônica Geral 1

Prof. Rogério Eletrônica Geral 1 Prof. Rogério Eletrônica Geral 1 Apostila 2 Diodos 2 COMPONENTES SEMICONDUTORES 1-Diodos Um diodo semicondutor é uma estrutura P-N que, dentro de seus limites de tensão e de corrente, permite a passagem

Leia mais

Eletrônica Diodo 01 CIN-UPPE

Eletrônica Diodo 01 CIN-UPPE Eletrônica Diodo 01 CIN-UPPE Diodo A natureza de uma junção p-n é que a corrente elétrica será conduzida em apenas uma direção (direção direta) no sentido da seta e não na direção contrária (reversa).

Leia mais

CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTOR

CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTOR CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTO O diodo semicondutor é um dispositivo, ou componente eletrônico, composto de um cristal semicondutor de silício, ou germânio, em uma película cristalina cujas faces opostas

Leia mais

23/5/2010. Circuitos Elétricos 2º Ano Engenharia da Computação SEMICONDUTORES

23/5/2010. Circuitos Elétricos 2º Ano Engenharia da Computação SEMICONDUTORES ESTUDO DO Os átomos de germânio e silício tem uma camada de valência com 4 elétrons. Quando os átomos de germânio (ou silício) agrupam-se entre si, formam uma estrutura cristalina, ou seja, são substâncias

Leia mais

I Retificador de meia onda

I Retificador de meia onda Circuitos retificadores Introdução A tensão fornecida pela concessionária de energia elétrica é alternada ao passo que os dispositivos eletrônicos operam com tensão contínua. Então é necessário retificá-la

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS SEMICONDUTORES Extrato do capítulo 2 de (Malvino, 1986).

INTRODUÇÃO AOS SEMICONDUTORES Extrato do capítulo 2 de (Malvino, 1986). INTRODUÇÃO AOS SEMICONDUTORES Extrato do capítulo 2 de (Malvino, 1986). 2.1. TEORIA DO SEMICONDUTOR ESTRUTURA ATÔMICA Modelo de Bohr para o átomo (Figura 2.1 (a)) o Núcleo rodeado por elétrons em órbita.

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ELETRO-ELETRÔNICA

DEPARTAMENTO DE ELETRO-ELETRÔNICA DEPARTAMENTO DE ELETRO-ELETRÔNICA ELETRÔNICA ELETRÔNICA 2 ÍNDICE 1 DIODO SEMICONDUTOR E RETIFICAÇÃO 4 1.1 FÍSICA DOS SEMICONDUTORES 4 A ESTRUTURA DO ÁTOMO 4 ESTUDO DO SEMICONDUTORES 4 1.2 DIODO 7 POLARIZAÇÃO

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO EM ELETRÔNICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO EM ELETRÔNICA CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO EM ELETRÔNICA 26. Com relação aos materiais semicondutores, utilizados na fabricação de componentes eletrônicos, analise as afirmativas abaixo. I. Os materiais semicondutores

Leia mais

www.corradi.junior.nom.br - Eletrônica Básica - UNIP - Prof. Corradi Informações elementares - Projetos práticos. Circuitos retificadores

www.corradi.junior.nom.br - Eletrônica Básica - UNIP - Prof. Corradi Informações elementares - Projetos práticos. Circuitos retificadores www.corradi.junior.nom.br - Eletrônica Básica - UNIP - Prof. Corradi Informações elementares - Projetos práticos. Circuitos retificadores Introdução A tensão fornecida pela concessionária de energia elétrica

Leia mais

O inglês John A. Fleming, em 16 de novembro de 1904, percebeu que ao se juntar um elemento P a um elemento N, teria a seguinte situação: o elemento P

O inglês John A. Fleming, em 16 de novembro de 1904, percebeu que ao se juntar um elemento P a um elemento N, teria a seguinte situação: o elemento P O inglês John A. Fleming, em 16 de novembro de 1904, percebeu que ao se juntar um elemento P a um elemento N, teria a seguinte situação: o elemento P tem excesso de lacunas; o elemento N tem excesso de

Leia mais

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática Francisco Erberto de Sousa 11111971 Saulo Bezerra Alves - 11111958 Relatório: Capacitor, Resistor, Diodo

Leia mais

FEPI Centro Universitário de Itajubá Eletrônica Básica

FEPI Centro Universitário de Itajubá Eletrônica Básica FEPI Centro Universitário de Itajubá Eletrônica Básica Prof. Evaldo Renó Faria Cintra 1 Diodo Semicondutor Polarização Direta e Reversa Curva Característica Níveis de Resistência e Modelos Efeitos Capacitivos

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS MATERIAIS SEMICONDUTORES

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS MATERIAIS SEMICONDUTORES 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS MATERIAIS SEMICONDUTORES INTRODUÇÃO O material básico utilizado na construção de dispositivos eletrônicos semicondutores, não é um bom condutor, nem um bom isolante. Compare

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. Conceitos Básicos. Prof. Marcelo Wendling Ago/2011

DIODO SEMICONDUTOR. Conceitos Básicos. Prof. Marcelo Wendling Ago/2011 DIODO SEMICONDUTOR Prof. Marcelo Wendling Ago/2011 Conceitos Básicos O diodo semicondutor é um componente que pode comportar-se como condutor ou isolante elétrico, dependendo da forma como a tensão é aplicada

Leia mais

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica Instituição Escola Técnica Sandra Silva Direção Sandra Silva Título do Trabalho Fonte de Alimentação Áreas Eletrônica Coordenador Geral Carlos Augusto Gomes Neves Professores Orientadores Chrystian Pereira

Leia mais

ELETRÔNICA BÁSICA. Versão 1.0. Wagner da Silva Zanco 2006. http://www.wagnerzanco.com.br suporte@wagnerzanco.com.br

ELETRÔNICA BÁSICA. Versão 1.0. Wagner da Silva Zanco 2006. http://www.wagnerzanco.com.br suporte@wagnerzanco.com.br ELETRÔNICA BÁSICA Versão 1.0 Wagner da Silva Zanco 2006 http://www.wagnerzanco.com.br suporte@wagnerzanco.com.br Objetivo O objetivo desta apostila é servir como parte do material didático utilizado no

Leia mais

Circuitos com Diodos. Eletrônica I Alexandre Almeida Eletrônica dos Semicondutores.

Circuitos com Diodos. Eletrônica I Alexandre Almeida Eletrônica dos Semicondutores. Circuitos com Diodos Eletrônica I Alexandre Almeida Eletrônica dos Semicondutores. O TRANSFORMADOR DE ENTRADA As companhias de energia elétrica no Brasil fornecem.umatensão senoidal monofásica de 127V

Leia mais

LABORATÓRIO DE ELETRICIDADE ANALÓGICA LELA2

LABORATÓRIO DE ELETRICIDADE ANALÓGICA LELA2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS DE PRESIDENTE EPITÁCIO LABORATÓRIO DE ELETRICIDADE ANALÓGICA LELA2 CURSO: TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Leia mais

fig. 1 - símbolo básico do diodo

fig. 1 - símbolo básico do diodo DIODOS São componentes que permitem a passagem da corrente elétrica em apenas um sentido. Produzidos à partir de semicondutores, materiais criados em laboratórios uma vez que não existem na natureza, que

Leia mais

7 -MATERIAIS SEMICONDUTORES

7 -MATERIAIS SEMICONDUTORES 7 -MATERIAIS SEMICONDUTORES 1 Isolantes, Semicondutores e Metais Isolante é um condutor de eletricidade muito pobre; Metal é um excelente condutor de eletricidade; Semicondutor possui condutividade entre

Leia mais

COORDENADORIA DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA BÁSICA - LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS SEMICONDUTORES. II III IV Dopagem com impureza. II Lado da junção a) N

COORDENADORIA DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA BÁSICA - LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS SEMICONDUTORES. II III IV Dopagem com impureza. II Lado da junção a) N COORDENADORIA DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA BÁSICA - LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS SEMICONDUTORES 1. Associe as informações das colunas I, II, III e IV referentes às características do semicondutor I II III

Leia mais

Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica. Semicondutores, Diodos e Retificadores

Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica. Semicondutores, Diodos e Retificadores Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica Semicondutores, Diodos e Retificadores Questões sobre Semicondutores: 1) O que é um material semicondutor? Dê 2 exemplos. 2) O que é camada de valência? 3) O

Leia mais

Corrente Alternada o básico do básico Revisão para o Provão Elaborado por Gabriel Vinicios

Corrente Alternada o básico do básico Revisão para o Provão Elaborado por Gabriel Vinicios 01 Corrente Alternada o básico do básico Revisão para o Provão Elaborado por Gabriel Vinicios Corrente Alternada: é toda tensão cuja polaridade muda ao longo do tempo. Forma mais comum: Senoidal: Na imagem

Leia mais

DISPOSITIVOS A ESTADO SÓLIDO FUNCIONANDO COMO CHAVES ELETRÔNICAS. Impurezas em materiais semicondutores e as junções PN

DISPOSITIVOS A ESTADO SÓLIDO FUNCIONANDO COMO CHAVES ELETRÔNICAS. Impurezas em materiais semicondutores e as junções PN DISPOSITIVOS A ESTADO SÓLIDO FUNCIONANDO COMO CHAVES ELETRÔNICAS Os dispositivos a estado sólido podem ser usados como amplificadores ou como chaves. Na eletrônica de potência, eles são usados principalmente

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS

CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ELETRÔNICA - COELE Apostila didática: CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS Apostila didática: ELETRÔNICA INDUSTRIAL, Me. Eng.

Leia mais

SOLUÇÃO DE CIRCUITOS COM DIODO

SOLUÇÃO DE CIRCUITOS COM DIODO 08/0/04 UNVERAE ECNOLÓGCA FEERAL O PARANÁ EPARAMENO ACAÊMCO E ELEROÉCNCA ELERÔNCA - E74C -- Profª Elisabete N Moraes AULA 4 MOELO MAEMÁCO O OO EMCONUOR Em 8 de outubro de 04. OLUÇÃO E CRCUO COM OO. Análise

Leia mais

ENG04447 Eletrônica I

ENG04447 Eletrônica I ENG04447 Eletrônica Diodos 1 DSPOSTVOS ELETRÔNCOS ATVOS (amplificação) Dispositivos Eletrônicos Elementares Transistor de Junção Bipolar BJT Transistor de Efeito de Campo FET NPN PNP de Junção JFET de

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS O diodo de junção possui duas regiões de materiais semicondutores dos tipos N e P. Esse dispositivo é amplamente aplicado em circuitos chaveados, como, por exemplo, fontes de

Leia mais

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO RADIOELETRICIDADE O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO Fonte: ANATEL DEZ/2008 RADIOELETRICIDADE TESTE DE AVALIAÇÃO 635 A maior intensidade do campo magnético

Leia mais

LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Guia de Experimentos

LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Guia de Experimentos UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS LABORATÓRIO 1 DIODOS Experimento 1 Características

Leia mais

EXPERIÊNCIA Nº 2 1. OBJETIVO

EXPERIÊNCIA Nº 2 1. OBJETIVO Universidade Federal do Pará - UFPA Faculdade de Engenharia da Computação Disciplina: Laboratório de Eletrônica Analógica TE - 05181 Turma 20 Professor: Bruno Lyra Alunos: Adam Dreyton Ferreira dos Santos

Leia mais

1. Materiais Semicondutores

1. Materiais Semicondutores 1. Professor: Vlademir de Oliveira Disciplina: Eletrônica I Conteúdo Teoria Materiais semicondutores Dispositivos semicondutores: diodo, transistor bipolar (TBJ), transistor de efeito de campo (FET e MOSFET)

Leia mais

Eletrônica Linear. Moisés Carneiro da Silva. Curso Técnico em Telecomunicações

Eletrônica Linear. Moisés Carneiro da Silva. Curso Técnico em Telecomunicações Eletrônica Linear Moisés Carneiro da Silva Curso Técnico em Telecomunicações rede e-tec Brasil Eletrônica Linear Moisés Carneiro da Silva Brasília - DF 2014 Presidência da República Federativa do Brasil

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo DIODO SEMICONDUOR INRODUÇÃO Materiais semicondutores são a base de todos os dispositivos eletrônicos. Um semicondutor pode ter sua condutividade controlada por meio da adição de átomos de outros materiais,

Leia mais

Aula 4 Corrente Alternada e Corrente Contínua

Aula 4 Corrente Alternada e Corrente Contínua FUNDMENTOS DE ENGENHI ELÉTIC PONTIFÍCI UNIVESIDDE CTÓLIC DO IO GNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHI ula 4 Corrente lternada e Corrente Contínua Introdução Corrente lternada e Corrente Contínua Transformadores

Leia mais

Lista de Exercícios 1 Eletrônica Analógica

Lista de Exercícios 1 Eletrônica Analógica Lista de Exercícios 1 Eletrônica Analógica Prof. Gabriel Vinicios Silva Maganha www.gvensino.com.br 1) Quantos elétrons de valência tem um átomo de silício? a) 0 b) 1 c) 2 d) 4 e) 8 2) Marque qual ou quais

Leia mais

Eletrônica Básica - Curso Eletroeletrônica - COTUCA Lista 4 Análise de circuitos a diodos c.a.

Eletrônica Básica - Curso Eletroeletrônica - COTUCA Lista 4 Análise de circuitos a diodos c.a. Eletrônica Básica - Curso Eletroeletrônica - COTUCA Lista 4 Análise de circuitos a diodos c.a. 1. A Figura abaixo apresenta o oscilograma da forma de onda de tensão em um determinado nó de um circuito

Leia mais

Instituto Educacional São João da Escócia Colégio Pelicano Curso Técnico de Eletrônica. FET - Transistor de Efeito de Campo

Instituto Educacional São João da Escócia Colégio Pelicano Curso Técnico de Eletrônica. FET - Transistor de Efeito de Campo 1 FET - Transistor de Efeito de Campo Introdução Uma importante classe de transistor são os dispositivos FET (Field Effect Transistor). Transistor de Efeito de Campo. Como nos Transistores de Junção Bipolar

Leia mais

Lista I de Eletrônica Analógica

Lista I de Eletrônica Analógica Lista I de Eletrônica Analógica Prof. Gabriel Vinicios Silva Maganha (http://www.gvensino.com.br) Bons estudos! Cronograma de Estudos: 1. Os Semicondutores são materiais que possuem: ( A ) Nenhum elétron

Leia mais

Curso Técnico de Eletrônica Eletrônica Linear II NA1 Transistores Bipolares Aluno: Revisão de conteúdo Data: 20/03/2010

Curso Técnico de Eletrônica Eletrônica Linear II NA1 Transistores Bipolares Aluno: Revisão de conteúdo Data: 20/03/2010 Curso Técnico de Eletrônica Eletrônica Linear II NA1 Transistores Bipolares Aluno: Revisão de conteúdo Data: 20/03/2010 TRANSISTORES BIPOLARES O transistor de junção bipolar é um dispositivo semicondutor

Leia mais

Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48)

Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48) Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48) Tema: Conversores CA-CC Monofásicos Controlados Prof.: Eduardo Simas eduardo.simas@ufba.br

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA 1 - ET74C -- Profª Elisabete N Moraes SEMICONDUTOR

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA 1 - ET74C -- Profª Elisabete N Moraes SEMICONDUTOR UNIVERSIDDE TECNOLÓGIC FEDERL DO PRNÁ DEPRTMENTO CDÊMICO DE ELETROTÉCNIC ELETRÔNIC 1 ET74C Profª Elisabete N Moraes UL 2 FORMÇÃO DO DIODO SEMICONDUTOR Em 21 de agosto de 2015. REVISÃO: OPERÇÃO SIMPLIFICD

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE)

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) Concurso Público - NÍVEL MÉDIO CARGO: Técnico da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico Classe: Técnico 1 Padrão I (TM11) CADERNO DE PROVAS PROVA DISCURSIVA

Leia mais

Escola SENAI Prof. Dr. Euryclides de Jesus Zerbini Campinas/SP. Eletrônica Analógica Laboratório

Escola SENAI Prof. Dr. Euryclides de Jesus Zerbini Campinas/SP. Eletrônica Analógica Laboratório Escola SENAI Prof. Dr. Euryclides de Jesus Zerbini Campinas/SP 2002 Eletrônica Analógica Laboratório Eletrônica Analógica Atividades de Laboratório SENAI, Departamento Regional de São Paulo, 2002 Trabalho

Leia mais

Circuitos Retificadores

Circuitos Retificadores Circuitos Retificadores 1- INTRODUÇÃO Os circuito retificadores, são circuitos elétricos utilizados em sua maioria para a conversão de tensões alternadas em contínuas, utilizando para isto no processo

Leia mais

ELETRÔNICA BÁSICA LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS COM FINALIDADES ESPECÍFICAS

ELETRÔNICA BÁSICA LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS COM FINALIDADES ESPECÍFICAS ELETRÔNICA BÁSICA LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS COM FINALIDADES ESPECÍFICAS 1) Um diodo zener tem 15V aplicados sobre ele com uma corrente de 20 ma. Qual a potência dissipada? 2) Se um diodo zener tiver uma

Leia mais

Introdução. (Eletrônica 1) GRECO-CIN-UFPE Prof. Manoel Eusebio de Lima

Introdução. (Eletrônica 1) GRECO-CIN-UFPE Prof. Manoel Eusebio de Lima Introdução (Eletrônica 1) GRECO-CIN-UFPE Prof. Manoel Eusebio de Lima O que são sistemas eletrônicos? Sistemas elétricos, como os circuitos da sua casa, usam corrente elétrica para alimentar coisas como

Leia mais

Há um conjunto de dispositivos electrónicos que são designados por díodos. Estes dispositivos têm 3 características fundamentais comuns:

Há um conjunto de dispositivos electrónicos que são designados por díodos. Estes dispositivos têm 3 características fundamentais comuns: Díodos Há um conjunto de dispositivos electrónicos que são designados por díodos. Estes dispositivos têm 3 características fundamentais comuns: Têm dois terminais (tal como uma resistência). A corrente

Leia mais

Os elementos de circuito que estudámos até agora foram elementos lineares. Ou seja, se duplicamos a ddp aos terminais de um

Os elementos de circuito que estudámos até agora foram elementos lineares. Ou seja, se duplicamos a ddp aos terminais de um O Díodo Os elementos de circuito que estudámos até agora foram elementos lineares. Ou seja, se duplicamos a ddp aos terminais de um componente, a intensidade da corrente eléctrica que o percorre também

Leia mais

Diodo túnel Diodo Esaki

Diodo túnel Diodo Esaki Diodo túnel Diodo Esaki Diodos convencionais são dopados com um átomo de impureza para cada dez milhões de átomo de semicondutor intrínseco. Aumentando-se a dopagem para mil átomos de impureza para cada

Leia mais

IFBA MOSFET. CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE. Vitória da Conquista - 2009

IFBA MOSFET. CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE. Vitória da Conquista - 2009 IFBA MOSFET CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE Vitória da Conquista - 2009 MOSFET s - introdução Semicondutor FET de óxido metálico, ou Mosfet (Metal Oxide

Leia mais

Transistores de Alta Freqüência

Transistores de Alta Freqüência Transistores de Alta Freqüência Os transistores foram desenvolvidos logo após o final da Segunda Guerra Mundial e eram usados em produtos de consumo. Os primeiros se limitavam a aplicações de som e baixas

Leia mais

Governo do Estado de Mato Grosso do Sul Secretaria de Estado de Educação Centro de Educação Profissional Ezequiel Ferreira Lima APOSTILA

Governo do Estado de Mato Grosso do Sul Secretaria de Estado de Educação Centro de Educação Profissional Ezequiel Ferreira Lima APOSTILA APOSTILA CUSO TÉCNICO EM ELETÔNICA PATE IV - Circuito etificador - Fonte de Tensão - Diodo ener - Dobrador de Tensão - Circuitos Limitadores ou Ceifadores - Cargas em corrente alternada - Impedância -

Leia mais

Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa

Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa Diodo semicondutor Diodo semicondutor Ao conjunto de materiais n e p com a camada de depleção formada damos o nome de diodo de junção ou diodo semicondutor. Símbolo: 2 Diodo Semicondutor O diodo pode apresentar

Leia mais

EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos

EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos SEMICONDUCTOR I Semiconductor I Semicondutor I M-1104A *Only illustrative image./imagen meramente ilustrativa./ Imagem meramente ilustrativa. EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos

Leia mais

Parte 1 Introdução... 1

Parte 1 Introdução... 1 Sumário SUMÁRIO V Parte 1 Introdução... 1 Capítulo 1 Unidades de Medida... 3 Introdução...3 Grandezas Físicas...3 Múltiplos e Submúltiplos...4 Arredondamentos...6 Exercícios...7 Capítulo 2 Simbologia...

Leia mais

SEMICONDUTORES. Concentração de portadores de carga:

SEMICONDUTORES. Concentração de portadores de carga: Unidade 3 SEMICONDUTORES E g ~ 1 ev E F E = 0 Elétron pode saltar da banda de valência para a banda de condução por simples agitação térmica Concentração de portadores de carga: Para metais: elétrons de

Leia mais

Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE

Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE Amplificador básico Amplificador básico É um circuito eletrônico, baseado em um componente ativo, como o transistor ou a válvula, que tem como função amplificar um sinal de

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL LAURO GOMES APOSTILA DE ELETRÔNICA ANALÓGICA

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL LAURO GOMES APOSTILA DE ELETRÔNICA ANALÓGICA CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL LAURO GOMES APOSTILA DE ELETRÔNICA ANALÓGICA AN1 1ª SÉRIE DE ELETRÔNICA PERÍODO NOTURNO PROFº GIUSEPPE GIOVANNI MASSIMO GOZZI

Leia mais

DIAGRAMA DE BLOCOS DE UMA FONTE DE TENSÃO

DIAGRAMA DE BLOCOS DE UMA FONTE DE TENSÃO DIAGRAMA DE BLOCOS DE UMA FONTE DE TENSÃO Essa deficiência presente nos retificadores é resolvida pelo emprego de um filtro Essa deficiência presente nos retificadores é resolvida pelo emprego de um filtro

Leia mais

Slide 1. tensão campo elétrico, E, corrente densidade de corrente, J, resistência resisitividade.

Slide 1. tensão campo elétrico, E, corrente densidade de corrente, J, resistência resisitividade. Slide 1 Lei de Ohm Olhe mais uma vez a Lei de Ohm, V=IR, do ponto de vista dos materiais. Reescreva como uma lei que é válida para todos os pontos dentro de um material, portanto substituímos tensão campo

Leia mais

Prof. Antonio Carlos Santos. Aula 7: Polarização de Transistores

Prof. Antonio Carlos Santos. Aula 7: Polarização de Transistores IF-UFRJ Elementos de Eletrônica Analógica Prof. Antonio Carlos Santos Mestrado Profissional em Ensino de Física Aula 7: Polarização de Transistores Este material foi baseado em livros e manuais existentes

Leia mais

Cap.4 - Medição de Tensão e Corrente Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais

Cap.4 - Medição de Tensão e Corrente Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Cap.4 - Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais Prof. Dr. Fernando Nunes Belchior fnbelchior@hotmail.com fnbelchior@unifei.edu.br Medição de Tensão

Leia mais

Técnico em Eletrotécnica

Técnico em Eletrotécnica Técnico em Eletrotécnica Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Em uma corrente elétrica, o deslocamento dos elétrons para produzir a corrente se deve ao seguinte fator: a) fluxo dos elétrons b) forças

Leia mais

Números Complexos. Note com especial atenção o sinal "-" associado com X C. Se escrevermos a expressão em sua forma mais básica, temos: = 1

Números Complexos. Note com especial atenção o sinal - associado com X C. Se escrevermos a expressão em sua forma mais básica, temos: = 1 1 Números Complexos. Se tivermos um circuito contendo uma multiplicidade de capacitores e resistores, se torna necessário lidar com resistências e reatâncias de uma maneira mais complicada. Por exemplo,

Leia mais

CAPÍTULO 9 OSCILADORES TRANSISTORIZADOS

CAPÍTULO 9 OSCILADORES TRANSISTORIZADOS CAPÍTULO 9 OSCILADORES TRANSISTORIZADOS INTRODUÇÃO Os osciladores são dispositivos cuja função principal é transformar energia CC aplicada, em energia AC. Para que haja essa transformação é necessário

Leia mais

EXPERIÊNCIA 6 CAPACITOR E INDUTOR EM CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA

EXPERIÊNCIA 6 CAPACITOR E INDUTOR EM CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA EXPERIÊNCIA 6 CAPACITOR E INDUTOR EM CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA 1. INTRODUÇÃO TEÓRICA 1.1 CAPACITOR O capacitor é um dispositivo utilizado nos circuitos elétricos que apresenta um comportamento em corrente

Leia mais

CHAVEAMENTO COM SCR S

CHAVEAMENTO COM SCR S ELE-59 Circuitos de Chaveamento Prof.: Alexis Fabrício Tinoco S. INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA DIVISÃO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA APLICADA 1. INTRODUÇAO CHAVEAMENTO COM

Leia mais

APOSTILA DO EXAME SOBRE RADIOAELETRICIDADE

APOSTILA DO EXAME SOBRE RADIOAELETRICIDADE APOSTILA DO EXAME SOBRE RADIOAELETRICIDADE 01)A força elétrica que provoca o movimento de cargas em um condutor é: A ( ) A condutância B ( ) A temperatura C ( ) O campo elétrico D ( ) A tensão elétrica

Leia mais

Trabalho. Eletrônica de potencia

Trabalho. Eletrônica de potencia [MSG1] Comentário: Centro Universo de Educação e Desenvolvimento Trabalho Eletrônica de potencia Aluno: Curso: Técnico em Automação e Controle Industrial Professor: Henrique 2/5/09 Centro Universo de Educação

Leia mais

LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Guia de Experimentos

LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Guia de Experimentos UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Experimento 5 Transistor MOSFET LABORATÓRIO

Leia mais

Os capacitores são componentes largamente empregados nos circuitos eletrônicos. Eles podem cumprir funções tais como o armazenamento de cargas

Os capacitores são componentes largamente empregados nos circuitos eletrônicos. Eles podem cumprir funções tais como o armazenamento de cargas Os capacitores são componentes largamente empregados nos circuitos eletrônicos. Eles podem cumprir funções tais como o armazenamento de cargas elétricas ou a seleção de freqüências em filtros para caixas

Leia mais

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Fonte Estabilizada de 5 Volts Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

Transitores CMOS, história e tecnologia

Transitores CMOS, história e tecnologia Transitores CMOS, história e tecnologia Fernando Müller da Silva Gustavo Paulo Medeiros da Silva 6 de novembro de 2015 Resumo Este trabalho foi desenvolvido com intuito de compreender a tecnologia utilizada

Leia mais

Eletrônica Analógica e de Potência

Eletrônica Analógica e de Potência Eletrônica Analógica e de Potência Conversores CC-CC Prof.: Welbert Rodrigues Introdução Em certas aplicações é necessário transformar uma tensão contínua em outra com amplitude regulada; Em sistemas CA

Leia mais

Bloco 3 do Projeto: Comparador com Histerese para Circuito PWM

Bloco 3 do Projeto: Comparador com Histerese para Circuito PWM Bloco 3 do Projeto: Comparador com Histerese para Circuito PWM O circuito de um PWM Pulse Width Modulator, gera um trem de pulsos, de amplitude constante, com largura proporcional a um sinal de entrada,

Leia mais

APOSTILA DE ELETRICIDADE BÁSICA

APOSTILA DE ELETRICIDADE BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS DE PRESIDENTE EPITÁCIO APOSTILA DE ELETRICIDADE BÁSICA Prof. Andryos da Silva Lemes Esta apostila é destinada

Leia mais

Projeto de um Controlador de Temperatura Proporcional, Analógico, com Sensor de Temperatura Usando Transistor Bipolar

Projeto de um Controlador de Temperatura Proporcional, Analógico, com Sensor de Temperatura Usando Transistor Bipolar Projeto de um Controlador de Temperatura Proporcional, Analógico, com Sensor de Temperatura Usando Transistor Bipolar Introdução O objetivo deste Laboratório de EE-641 é proporcionar ao aluno um ambiente

Leia mais

Fonte de alimentação com duas saídas e proteção

Fonte de alimentação com duas saídas e proteção Fonte de alimentação com duas saídas e proteção Elias Bernabé Turchiello Técnico responsável Este manual se destina unicamente a orientar o montador interessado neste projeto, portanto não se encontram

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Eletrônica Calcule a tensão Vo no circuito ilustrado na figura ao lado. A. 1 V. B. 10 V. C. 5 V. D. 15 V. Questão 22 Conhecimentos Específicos - Técnico

Leia mais

Corrente Alternada Transformadores Retificador de Meia Onda

Corrente Alternada Transformadores Retificador de Meia Onda Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Eletrônica Básica e Projetos Eletrônicos Corrente Alternada Transformadores Retificador de Meia Onda Clóvis Antônio Petry,

Leia mais

APOSTILA MÓDULO - 4. figura 2 HALL. figura 3. tomada de entrada balanceada CANON

APOSTILA MÓDULO - 4. figura 2 HALL. figura 3. tomada de entrada balanceada CANON APOSTILA MÓDULO 4 AULA 4 AMPLIFICADORES OPERACIONAIS 2 Amplificação de sinais diferenciais bobina magnética e HALL O circuito Schmitt Trigger analisado detalhadamente Os pontos NSD e NID (Nível Superior

Leia mais

ENSINO SECUNDÁRIO CURSO PROFISSIONAL

ENSINO SECUNDÁRIO CURSO PROFISSIONAL ESCOLA: Escola Secundária dr. Solano de Abreu DISCIPLINA: Eletricidade e Eletrónica Módulo 1 ANO: 10º ANO 2014/2015 As grandezas mais importantes do circuito elétrico. A lei de OHM. A lei de JOULE. Os

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 30/08/2009

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 30/08/2009 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Eletrônica Em um circuito ressonante LC paralelo (bobina em paralelo com capacitor fixo), quando se introduz na bobina um núcleo de ferrita, o que ocorre com a freqüência

Leia mais

Retificadores Monofásicos de Meia Onda com Carga Resistiva-Indutiva

Retificadores Monofásicos de Meia Onda com Carga Resistiva-Indutiva 6 Capítulo Retificadores Monofásicos de Meia Onda com Carga Resistiva-Indutiva Meta deste capítulo Estudar os conversores ca-cc monofásicos operando com carga resistiva-indutiva objetivos Entender o funcionamento

Leia mais

Aula 8 Análise de circuitos no domínio da frequência e potência em corrente alternada

Aula 8 Análise de circuitos no domínio da frequência e potência em corrente alternada ELETRICIDADE Aula 8 Análise de circuitos no domínio da frequência e potência em corrente alternada Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Associação de impedâncias As impedâncias

Leia mais

Detectores de Partículas. Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009

Detectores de Partículas. Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009 Detectores de Partículas Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009 Sumário Modelo geral de um detector. Medidas destrutivas e não-destrutivas. Exemplos de detectores. Tempo de vôo. Detectores a gás. Câmara de

Leia mais

5. CONVERSORES QUASE-RESSONANTES

5. CONVERSORES QUASE-RESSONANTES Fontes Chaveadas - Cap. 5 CONVRSORS QUAS-RSSONANTS J. A. Pomilio 5. CONVRSORS QUAS-RSSONANTS Os conversores quase-ressonantes procuram associar as técnicas de comutação suave presentes nos conversores

Leia mais

REVISÃO: DIAGRAMA EM BLOCOS Estrutura convencional de um sistema de retificação :

REVISÃO: DIAGRAMA EM BLOCOS Estrutura convencional de um sistema de retificação : UNIERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA 1 ET74C Profª Elisabete N Moraes AULA 8 RETIFICADOR MONOFÁSICO DE ONDA COMPLETA Em 22 de outubro de 2014. REISÃO:

Leia mais

DS100: O SINAL ELÉTRICO

DS100: O SINAL ELÉTRICO DS100: O SINAL ELÉTRICO Emmanuel M. Pereira I. Objetivo O propósito deste artigo é esclarecer aos clientes da Sikuro, usuários do eletroestimulador modelo DS100 (C ou CB), no que se refere ao tipo de onda

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO: Técnico de Instalações Elétricas DISCIPLINA: Eletricidade / Eletrónica N.º TOTAL DE MÓDULOS: 8 PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 N.º 1 30 Corrente Contínua Identificar

Leia mais

Física 3 Turma 99031. Profa. Ignez Caracelli 3/9/2015. Física C. Aula 01 Introdução. Aulas. Leiam! Livro Texto Leiam! Profa. Ignez Caracelli Física 3

Física 3 Turma 99031. Profa. Ignez Caracelli 3/9/2015. Física C. Aula 01 Introdução. Aulas. Leiam! Livro Texto Leiam! Profa. Ignez Caracelli Física 3 Física C Física 3 Turma 99031 Aulas Aula 01 Introdução Profa. Ignez Caracelli 2 Livro Texto Leiam! Livro Texto Leiam! 3 4 1 Material Disponível www.ignez.com Façam e Refaçam os Exercícios! 5 6 Ementa da

Leia mais