PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO"

Transcrição

1 III Congresso Consad de Gestão Pública PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Geruza Rios Pessanha Tavares Alinne Alves Pessoa Cerutti Cláudia Schultz Corcino de Freitas Graziany Leite Moreira Silvio César Machado-dos-Santos

2 Painel 40/158 Planejamento de consumo: avanços e inovações com base na experiência obtida PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Geruza Rios Pessanha Tavares Alinne Alves Pessoa Cerutti Cláudia Schultz Corcino de Freitas Graziany Leite Moreira Silvio César Machado-dos-Santos RESUMO A Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo implantou em 2007 a Política Estadual de Assistência Farmacêutica e publicou a Relação Estadual de medicamentos Essenciais e Excepcionais (REMEME) que ampliou o elenco de medicamentos excepcionais de 133 para 179, incrementando o número de atendimentos. Hoje, a lista atual contempla 185 apresentações farmacêuticas. A ampliação do acesso exigiu uma reestruturação do setor, em especial do Núcleo de Armazenamento, Controle e Distribuição de Medicamentos (NACD), responsável pela distribuição de medicamentos para sete farmácias estaduais descentralizadas. A meta a ser alcançada é de garantir acesso da população aos medicamentos padronizados, com uma cobertura de 95% (noventa e cinco) do elenco com qualidade e segurança necessários. Foi feito um diagnóstico situacional em 2006 em que se constataram os nós críticos a serem enfrentados para que se alcançasse o objetivo definido. Em março de 2007 iniciou-se a reestruturação dos recursos humanos bem como redefinição de suas funções. Implantou-se normas e rotinas por meio de Procedimentos Operacionais Padrão (POPs), estabelecendo-se treinamento em serviço contínuo. Em outubro de 2007 tem início o processo de informatização do setor, optando-se por utilizar enquanto ferramenta um sistema, que entrou em produção em janeiro de 2008, proporcionando emissão de relatórios gerenciais, administrativos, operacionais e contábeis suficientes para uma boa gestão de estoque pelo NACD. A fim de otimizar o recurso público despendido na aquisição de medicamentos implantou-se o Sistema de Registro de Preços, que é uma forma de contratação que proporciona à Administração Pública que a aquisição seja realizada com base na demanda real ou seja é uma forma de contratação na qual a administração pública promove uma concorrência para fixar preços para os produtos dos quais necessita, sem garantir ao fornecedor que comprará algum quantitativo mínimo daqueles produtos. A metodologia utilizada foi estudo descritivo por meio das coletas de dados utilizando-se como ferramenta de informação, o sistema de Gestão de estoque MV 2000i implantado no Núcleo de Controle e Distribuição a partir de janeiro de Conclui-se então que é necessário que se tenha um diagnóstico correto, tomadas de decisões corretas e um monitoramento eficiente. Para monitoramento da meta a ser alcançada definiu-se enquanto indicador o índice de cobertura de medicamentos excepcionais no NACD e nas farmácias estaduais. O resultado alcançado com as ações implementadas vem garantindo um índice médio de cobertura no NACD e nas farmácias estaduais de 98% (noventa e oito), isto é, acima da meta estabelecida, com índice de satisfação dos usuários acima da expectativa.

3 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO II A GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA A PARTIR DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO III OBJETIVOS IV METODOLOGIA V RESULTADOS VI CONCLUSÃO VII REFERÊNCIAS... 23

4 3 I INTRODUÇÃO Com a implantação da Política Estadual de Assistência Farmacêutica no ano de 2007 e a conseqüente publicação da Relação Estadual de Medicamentos Essenciais e Excepcionais (REMEME), que ampliou o elenco de medicamentos excepcionais ofertados à população de 133 (cento e trinta e três) itens para 179 (cento e setenta e nove), a Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (SESA) deparou-se com uma situação emblemática, isso é, o aumento de número de itens levou à uma ampliação do acesso, com consequente incremento no número de atendimentos realizados, que saltou de (cento e quarenta e sete mil) para (trezentos e oito mil) no ano de Esse incremento exigiu que o setor se reestruturasse, em especial o Núcleo de Armazenamento, Controle e Distribuição de Medicamentos (NACD), estrutura responsável pelo armazenamento de todos os medicamentos, sejam eles excepcionais ou relacionados aos programas governamentais, pelo controle do estoque existente e pela distribuição desses medicamentos às sete farmácias estaduais descentralizadas, para por fim serem dispensados aos usuários. No que se refere à melhoria do atendimento prestado aos cidadãos a SESA elaborou e implantou um projeto denominado Farmácia Cidadã em que os usuários passaram a ter um atendimento humanizado e de qualidade. Em relação à reestruturação do NACD optou-se por realizar um Planejamento Estratégico, que para o Sistema Único de Saúde (SUS) é uma ferramenta importante e imprescindível no processo de gestão para que sejam alcançadas as metas estabelecidas e consequentemente os resultados esperados. O planejamento vem sendo usado há muito tempo pelas empresas na busca de resultados favoráveis. Isso é reforçado por Mehry (1994), quando coloca a possibilidade do planejamento ser utilizado como instrumento de ação governamental para a produção de políticas, como instrumento do processo de gestão das organizações e como prática social. Ainda sobre o Planejamento Estratégico, Chiavenato (1987) o define como sendo a forma pela qual a empresa pretenda aplicar determinada estratégia para alcançar seus objetivos. Para o autor a utilização do planejamento estratégico envolve a formulação dos objetivos organizacionais a serem alcançados, a análise interna das forças e limitações da empresa, a análise externa e por fim a formulação de alternativas estratégicas.

5 4 Na opinião de FISHMANN & ALMEIDA (1991), o planejamento estratégico é uma técnica administrativa que por meio da avaliação do ambiente de uma organização identifica as oportunidades e ameaças buscando elencar os pontos fortes e fracos para o cumprimento da missão estabelecida. Desta forma conseguese aproveitar melhor as oportunidades e reduzir os riscos. Desta forma, para garantir uma assistência farmacêutica de qualidade por meio de políticas públicas eficazes e entendendo o planejamento estratégico como uma ferramenta importante para a gestão da saúde, a Secretaria de Estado da Saúde realizou um diagnóstico situacional capaz de identificar os pontos fortes e fracos, sendo os últimos doravante denominados nós críticos. O enfrentamento desses nós críticos, aliado à uma ambiência interna e externa favoráveis culminaram com os resultados os quais serão demonstrados adiante.

6 5 II A GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA A PARTIR DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A Assistência Farmacêutica apresenta-se como uma área estratégica para os sistemas de saúde, na medida em que o medicamento representa uma das principais ferramentas de intervenção sobre grande parte das doenças e agravos que acometem a população (ESPIRITO SANTO, 2007b). Alguns desafios nessa área merecem destaque. Entre eles, o de ampliar o acesso da população aos medicamentos tanto os essenciais como os excepcionais em especial para aquela camada menos favorecida da sociedade. Além disso, a Assistência Farmacêutica também se constitui em uma das áreas mais complexas do sistema de saúde, pois envolve grande volume de recursos, estimados em mais de R$ 1 trilhão anuais em nível mundial. Desse total, cerca de um terço são gastos em estratégias de propaganda e indução das prescrições médicas pela indústria farmacêutica. Acrescente-se ainda, o monopólio de marcas e patentes, o conflito de interesses na relação entre profissionais ou entidades de saúde e os Laboratórios, a grande relevância e apelo social pelo medicamento, a cultura medicamentalizante predominante na sociedade, entre outros. Portanto, trata-se de uma realidade com múltiplas demandas diante de recursos escassos. Assim, há que se ter uma Política Farmacêutica formal, conceitualmente adequada e integrada à Política de Saúde. O Ministério da Saúde estabeleceu a Política Nacional de Medicamentos, por meio da Portaria n o 3.916/GM, em 30 de novembro de Mais recentemente, também estabeleceu a Política Nacional de Assistência Farmacêutica, aprovada pela Resolução n o 338, de 2004, do Conselho Nacional de Saúde. Para alcançar um bom resultado de gestão, em especial na Assistência Farmacêutica é necessário construir um processo de planejamento. Que é um instrumento valioso para que tenhamos maiores possibilidades de sucesso quando realizamos intervenções para resolver determinadas situações problema. É preciso que se tenha claro aonde queremos chegar; que sejam definidos os passos necessários; que sejam obtidos os recursos necessários; e que se estabeleçam prazos para sua realização, com definição da forma como mediremos se o resultado está de acordo com o que queríamos. É também importante que se esteja pronto para redefinir os rumos sempre que qualquer desses elementos se comporte de forma diferente.

7 6 No caso da Assistência Farmacêutica o planejamento é fundamental considerando que se lida com insumos que mobilizam importantes recursos financeiros; que a assistência farmacêutica é essencial para a garantia de bons resultados em saúde; que o uso não racional dos medicamentos representa risco de importantes agravos à saúde e que para o bom desempenho da assistência farmacêutica, é importante envolver e mobilizar diferentes recursos e atores (gestores, profissionais usuários, entre outros). (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006). Prova disto é que no ano de 2009 o Governo do Estado do Espírito Santo aplicou na assistência farmacêutica o montante de 107 milhões de reais, o que corresponde a 9,4% do montante dos recursos da saúde (SESA/GEAF/SIGAF, 2009). Como já dissemos, o planejamento constitui instrumento fundamental para o exercício de uma boa gestão, na medida em que é utilizado para melhorar o desempenho do sistema de saúde. Para planejar é possível utilizar vários métodos. O mais importante é pensar estrategicamente, pois a realidade muda muito rapidamente. Podemos concluir que a formulação e a implantação da política de Assistência Farmacêutica dependem do processo de gestão, o qual deverá contar com uma gerência efetiva, capaz de garantir a articulação das várias etapas envolvidas, assegurando, dessa maneira, a racionalidade, a eficiência, a eficácia e a qualidade dos serviços prestados. A Gerência Estadual da Assistência Farmacêutica do Espírito Santo (GEAF) utilizando a ferramenta do planejamento estratégico realizou um diagnóstico situacional em janeiro de 2006 objetivando identificar os nós críticos e a partir daí definir as ações necessárias para que alcançassem os objetivos definidos. O planejamento estratégico é definido como um método de cálculo que precede a ação, devendo ser contínuo, evitando a inviabilização do plano e garantindo o alcance dos objetivos propostos. Ele é multidimensional considera aspectos econômicos, políticos, sociais, cognitivos etc. Trabalha com a incerteza e um conjunto complexo de variáveis em jogo, admitindo diferentes possibilidades de cenários, trabalha com o contexto explícito, parcialmente explicável, considera a existência de outros atores sociais e trabalha com vários planos de ação segundo as circunstâncias (MARIN et al., 2003). Os principais problemas e nós críticos encontrados a partir do diagnóstico situacional na Assistência Farmacêutica Estadual foram:

8 7 1 Gestão ineficiente ausência de uma estrutura gerencial adequada, ausência de uma Padronização de Medicamentos Essenciais Relação Estadual de Medicamentos Essenciais e Excepcionais (REMEME) e Protocolos Clínicos para várias doenças; Estrutura de armazenamento, controle e distribuição de medicamentos inadequada; Sistema de programação e aquisição de medicamentos ineficientes; quadro de Recursos Humanos (RH) insuficientes (quali e quantitativamente); Ausência de gestão por processos de trabalho e de fluxos bem delineados e organizados; Farmácias com estrutura e concepção inadequadas, com más condições de acolhimento e má qualidade no atendimento; Ausência de uma sistema de monitoramento e avaliação permanente. 2 Gastos evitáveis e desperdícios de recursos Aquisição de medicamentos fragmentada (sem economia de escala); Aquisição de medicamentos oncológicos (responsabilidade dos CACONs e não da SESA); Aquisição de medicamentos padronizados, havendo substitutos terapêuticos e/ou de responsabilidade dos municípios por serem da atenção básica; Crescente número de demandas judiciais (judicialização da saúde); Carência de uma política que fomente a aplicação assistida de determinados fármacos de maneira a evitar perdas e ao mesmo tempo prestar serviço com maior segurança para o usuário. 3 Indefinição de papéis e responsabilidades entre esferas de governo Sobreposição de alguns papéis em algumas áreas assistenciais e evidências de lacunas (vazios assistenciais). 4 Judicialização Ausência de um setor específico levando à atrasos de até 8 meses nas respostas e encaminhamentos das demandas por decisão judicial; Ausência de profissional médico na equipe responsável por realizar a interlocução com prescritores ; Ausência de advogado na equipe para realizar a interlocução com os operadores do direito em especial o Ministério Público, a Defensoria Pública e o Poder Judiciário; Obrigação do estado de fornecer medicamentos sem comprovação científica e/ou sem indicação de uso, por força de decisões judiciais. 5 Dificuldade no acesso aos medicamentos pela população Atenção básica: lacuna/vazio assistencial (doenças existentes, mas sem medicamentos padronizados na rede pública), financiamento insuficiente e indefinição de papéis; Excepcionais: sub-financiamento da União; centralização geográfica no ES (apenas 5 farmácias para atender 8 microrregiões) e burocratização excessiva. (ESPIRITO SANTO, 2006).

9 8 Diante da importância da estruturação da Assistência Farmacêutica, surgiu a partir daí a necessidade de construção de uma Política Farmacêutica Estadual em conformidade com nossa realidade e especificidades, o que foi possível após a realização do diagnóstico da assistência farmacêutica. Capa da Política Farmacêutica do Estado do Espírito Santo, publicada em O propósito maior da Política Farmacêutica é de garantir o acesso a medicamentos essenciais e excepcionais de qualidade, em todos os níveis de atenção à saúde, cuidando de promover o seu uso racional e a humanização do atendimento prestado aos seus usuários. A partir desses estudos, O Espírito Santo elaborou sua Política de Assistência Farmacêutica, publicada em 2007, por meio do Decreto n o 1956-R. Essa Política Farmacêutica se encontra em permanente construção. O Estado do Espírito Santo foi o segundo da Federação a implantar uma política própria na área (ESPIRITO SANTO, 2007b). A partir daí, iniciou-se todo o processo de reestruturação da Assistência Farmacêutica Estadual. O estado não possuía uma relação própria de medicamentos, utilizando-se assim da única lista disponível que era a Relação

10 9 Nacional de Medicamentos (RENAME). Para construir seu elenco o primeiro passo adotado foi a estruturação da Comissão Estadual de Farmacologia e Terapêutica (CEFT), composta por farmacêuticos e médicos, cuja missão era identificar os vazios assistenciais, estudar a relação de medicamentos padronizados à nível nacional e a realidade epidemiológica do Espírito Santo, baseando-se nas melhores evidências científicas do momento, bem como no custo-efetividade. A partir daí a CEFT assessorada pela Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) e com a participação dos profissionais de saúde elaborou a Relação Estadual de Medicamentos Essenciais e Excepcionais (REMEME). A REMEME foi publicada em novembro de 2007 baseando-se na última edição da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) do Ministério da Saúde, bem como na 15 a Lista Modelo da Organização Mundial da Saúde (OMS) de Os medicamentos foram selecionados segundo critérios de relevância em saúde pública, evidências de eficácia e segurança e estudos comparativos de custoefetividade. Este instrumento tem o objetivo de facilitar o acesso da população a um conjunto de apresentações farmacêuticas necessárias às ações de prevenção, promoção e recuperação da saúde, e orientar a padronização, prescrição, dispensação e abastecimento de medicamentos, particularmente no âmbito do Sistema Único de Saúde. A REMEME ampliou significativamente a lista de medicamentos disponibilizados à população capixaba. O número de medicamentos essenciais aumentou de 72 (setenta e dois) para 209 (duzentos e nove) itens de dispensação (sem contar com os medicamentos dos programas estratégicos, AIDS/Tuberculose/Hanseniase e etc.) desde a sua publicação em Já os medicamentos excepcionais foram ampliados de 133 (cento e trinta e três) para 179 (cento e setenta e nove) itens. Hoje, a lista atual contempla 185 (cento e oitenta e cinco) apresentações farmacêuticas. No segundo semestre do ano de 2010 terá início o processo de revisão da REMEME que será coordenado pela Comissão Estadual de Farmacologia e Terapêutica (CEFT).

11 10 Capa da REMEME Relação Estadual Medicamentos Essenciais e Excepcionais do ES, publicada em Novembro de O aumento do número de itens disponíveis para a população consequentemente trouxe um incremento no número de atendimentos realizados. Para garantir a qualidade dos serviços prestados, se fez necessário, entre outras ações, melhorar o acesso aos medicamentos sob a responsabilidade do estado, aos mais de 46 mil usuários de medicamentos excepcionais, pois as condições das farmácias de dispensação de medicamentos excepcionais eram totalmente adversas para o que se pretendia em termos de humanização e qualidade na assistência. Desta forma, a Secretaria Estadual de Saúde promoveu a implantação do Projeto Farmácia Cidadã, que trouxe ao Estado um conceito moderno em farmácia pública. Benefícios aos usuários: Atendimento humanizado e qualificado Elevada disponibilidade de medicamentos Informação e comunicação ativa com os usuários por meio de torpedos Atendimento diferenciado para idosos Acompanhamento dos processos pela internet (senhas individuais) Agilidade e desburocratização no atendimento

12 11 Dispensação para 3 (três) meses de tratamento, referente à 75 (setenta e cinco) itens (anteriomente a dispensação de todos os itens era mensal) Transparência e prestação de constas ao usuário (extrato informativo) Descentralização do atendimento (Farmácias em todas as Microrregiões do ES) Atendimento Farmacêutico especializado Atendimento informatizado Disponibilidade de informações e formulários pela internet Atualmente temos 7 (sete) farmácias Estaduais descentralizadas, sendo 4 (quatro) delas nesse novo conceito Farmácia Cidadã, com previsão de até o ano de 2011 termos todas as farmácias readequadas ao novo modelo com ampliação de 7 para 9 (nove) farmácias. As imagens abaixo demonstram uma dessas farmácias, que atualmente é a maior delas, denominada Farmácia Cidadã Estadual Metropolitana. 7

13 12 RECEPÇÃO 8 ESTOQUE 9

14 13 Com a ampliação do acesso e descentralização da dispensação para as farmácias, os próximos nós críticos a serem enfrentados foram a reestruturação do Núcleo de Armazenamento, Controle e Distribuição de Medicamentos (NACD), responsável pela distribuição de medicamentos para sete farmácias estaduais descentralizadas e do setor de suprimentos. Os problemas identificados especificamente nestes setores foram: Gestão ineficiente, com cerca de 25% (vinte e cinco) dos medicamentos padronizados em falta; Estrutura de armazenamento, controle e distribuição inadequada; Sistema de programação e aquisição ineficientes; Quadro de Recursos Humanos (RH) insuficientes; Falta de capacitação dos recursos humanos já existentes; Falta de normas e procedimentos escritos; Falta de sistema informatizado adequado para gestão de estoques no NACD; Ausência de gestão por processos de trabalho e de fluxos bem delineados e organizados; Compras fragmentadas; Falta de monitoramento dos processos de aquisição. Realizado esse diagnóstico foi dado início à reestruturação do setor. Em março de 2007 iniciou-se a reestruturação dos recursos humanos bem como redefinição de suas funções. A estrutura atual conta com 5 (cinco farmacêuticos(as), 06 (seis) funcionários como apoio administrativo, 06 (seis) almoxarifes, 01(auxiliar de serviços gerais) e 02 (duas) estagiárias, sendo que uma farmacêutica é a gerente do Núcleo e responsável pela Gestão de contratos juntamente com 1(uma) funcionária de apoio administrativo. Uma farmacêutica exclusiva para os Programas Estratégicos (DST/AIDS, Tuberculose, Hanseníase, Saúde Mental, etc...), duas farmacêuticas responsáveis pela distribuição dos medicamentos excepcionais, não padronizados e de mandados judiciais, para as 07 farmácias descentralizadas e um farmacêutico exclusivo para o controle de estoque. A fim de garantir um estoque regular realizou-se a implantação da gestão de contratos, com monitoramento diário dos processos de aquisição e atualização constante do consumo médio, o que garante o monitoramento permanente e

15 14 possibilidade acender a luz amarela, quando do aumento inesperado do consumo de determinados itens. A gestão de estoques é linear, isto é, tanto no nível central quanto no local, baseado no modelo de estoque máximo, tanto para os itens padronizados como para aqueles não padronizados de uso corrente. Além da gestão dos contratos e reorganização das funções era necessária a padronização das condutas, métodos, critérios e parâmetros para gestão de estoques (Realização de Oficina de Trabalho); Constituição de Estoque de Segurança (3 meses no nível central e 1 semana no nível local); Revisão dos fluxos, ponto de alarme, cronograma de requisição e distribuição dos medicamentos (Farmácias & Núcleo de Armazenamento). O setor de aquisição (suprimentos) conta com 01 (uma) farmacêutica responsável por toda programação e solicitação de compras de medicamentos excepcionais, não padronizados e por mandados judiciais. A mesma está diretamente ligada à gerência da Gerência Estadual da Assistência Farmacêutica (GEAF), mas a todo tempo sincronizada com o setor de gestão de contratos do Núcleo de Armazenamento, Controle e Distribuição de Medicamentos (NACD). Os processos de aquisição são monitorados diariamente. A fim de otimizar o recurso público despendido na aquisição de medicamentos, implantou-se Aquisição por sistema de Registro de Preços. O Registro de Preços é uma forma de contratação na qual a Administração Pública promove uma concorrência para fixar preços para os produtos dos quais necessita, sem garantir ao fornecedor que comprará algum quantitativo mínimo daqueles produtos. Os vencedores firmam uma ata de registro de preços, que é o instrumento contratual utilizado nesses casos. O registro de preços está indicado na Lei 8.666/93, no seu artigo 15, inciso II, como sendo obrigatório em todos os casos em que for possível. Possibilita que a aquisição seja realizada com base na demanda real. As atividades que se destacam para um bom funcionamento de um almoxarifado são: Administração (gerenciamento, planejamento e controle dos produtos nele armazenados); Recebimentos e inspeção de materiais; Armazenamento e movimentação.

16 15 O almoxarifado necessita de excelente administração, considerando o fatos de o produto envolver, em qualquer situação valores elevados. Portanto, as funções administrativas precisam ser desenvolvidas de forma a atender ao setor. Planejamento/previsão, organização, direção e controle representam as clássicas atribuições administrativas. Dessa forma, o planejamento examina o futuro e procura recursos para atendê-lo. Procedimentos e normas escritos são fundamentais para um bom funcionamento de um almoxarifado. Sendo assim, implantou-se normas e rotinas (procedimentos) por meio de Procedimentos Operacionais Padrão (POPs), estabelecendo-se treinamento em serviço contínuo. São muitas as vantagens da existência de procedimentos e normas escritos para o funcionamento do almoxarifado, a principal é que, quando um funcionário se ausentar do trabalho por tempo determinado ou não, mas de longa duração, o substituto, ao examinar os POPs (documento da atividade), poderá mais facilmente executar a função, inclusive sugerindo melhorias no processo, se necessário (ROSA, 2003). Em outubro de 2007 tem início o processo de informatização do setor, optando-se por utilizar enquanto ferramenta um sistema, MV2000i, que entrou em produção em janeiro de 2008, proporcionando emissão de relatórios gerenciais, administrativos, operacionais e contábeis suficientes para uma boa gestão de estoque pelo NACD. A informatização veio trazer todas as informações necessárias para programação da aquisição, pois permite a realização de consultas diárias do consumo médio, o que é uma informação primordial para uma boa estimativa de compras. Para monitoramento da meta a ser alcançada definiu-se inicialmente enquanto indicador o índice de cobertura de medicamentos excepcionais no NACD e posteriormente o índice de cobertura de medicamentos excepcionais nas farmácias Estaduais, cuja divulgação é semanal. Estes indicadores são feitos pelo SIG-AF Sistema de Informações Gerenciais da Assistência Farmacêutica, criado para o monitoramento do serviços instituídos. O índice de cobertura nas farmácias surgiu após a constatação de que existiam medicamentos no NACD que se encontravam em falta nas farmácias. Em todo planejamento é necessário que se estabeleça métodos de acompanhamento e avaliação, porque nos permite verificar se as atividades estão transcorrendo conforme planejado e se os objetivos e metas propostos estão sendo atingidos. Isto permite a intervenção, com ações corretivas. E ainda nos permite identificar quanto os resultados e impacto pretendidos estão sendo atingidos.

17 16 Após toda essa reestruturação do Núcleo de Armazenamento, Controle e Distribuição (NACD), definiu-se como meta garantir um índice de cobertura mínimo dos medicamentos excepcionais (hoje atual componente especializado) de 95% (noventa e cinco), o que vem sendo cumprido até o presente momento. Almoxarifado do Núcleo de Armazenamento, Controle e Distribuição de Medicamentos

18 17 III OBJETIVOS Demonstrar a importância do Planejamento estratégico na Gestão das Políticas Públicas, em especial na Assistência Farmacêutica. Se pretendemos organizar e estruturar a assistência farmacêutica, é preciso planejar.

19 18 IV METODOLOGIA A metodologia utilizada foi estudo descritivo por meio das coletas de dados utilizando-se como ferramenta de informação, o sistema de Gestão de estoque MV 2000i implantado no Núcleo de Controle e Distribuição a partir de janeiro de Conclui-se então que é necessário que se tenha um diagnóstico correto, tomadas de decisões corretas e um monitoramento eficiente. Foram levantados dados ainda junto ao banco de dados do Sistema de Informações Gerenciais da Assistência Farmacêutica da Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo.

20 19 V RESULTADOS O resultados alcançados com as ações implementadas vem garantindo um índice médio de cobertura de 98%, isto é, acima da meta estabelecida, com índice de satisfação dos usuários acima da expectativa. Gráfico 1: Histórico do índice de cobertura no NACD 2005 a 2009

21 20 Gráfico 2: % Índice de Cobertura no NACD em 2008 Nota: O Índice médio no NACD durante o ano de 2008 foi de 98%. Gráfico 3: % Índice de Cobertura no NACD em 2009 Nota: O Índice médio no NACD durante o ano de 2009 foi de 98%.

22 Gráfico 4: % Indice de Cobertura nas Farmácias Regionais

23 22 VI CONCLUSÃO Conclui-se que a ferramenta do planejamento estratégico, a partir de um diagnóstico adequado é indispensável no processo de gestão e impacta positivamente nos resultados finalísticos.

24 23 VII REFERÊNCIAS BOSELLI, Paulo. Simplificando as licitações: (inclusive o pregão). 2. ed. ver. e atual. até Lei de 17 de julho de São Paulo: Edicta, BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portaria 3.916/GM de 30 de novembro de Aprova a Política Nacional de Medicamentos. CHIAVENATO, I. Teoria geral da administração: abordagens prescritivas e normativas da administração. 3 ed. Vol. 1 São Paulo: McGraw-Hill, ESPÍRITO SANTO (Estado). Decreto n o 1956-R, de 07 de novembro de Aprova a Política Farmacêutica do Estado do Espírito Santo e dá outras providências. Disponível em: <http:// /farmaciacidada/_midias/pdf/183-49a6df551cc53.pdf>. Acesso em: 10 jan Espírito Santo, 2007a.. Diagnóstico da Assistência Farmacêutica no setor público e a Política Farmacêutica do Estado do Espírito Santo. Vitória, ES: Secretaria de Estado da Saúde. Gerência de Assistência Farmacêutica, p. Disponível em: <http:// /farmaciacidada/_midias/pdf/20.pdf>. Acesso em: 09 mai Espírito Santo, 2007b.. Relação Estadual de Medicamentos Essenciais e Medicamentos Excepcionais (REMEME). Vitória, ES: Secretaria de Estado da Saúde, Gerência de Assistência Farmacêutica, p. Disponível em: <http:// / farmaciacidada/_midias/pdf/14.pdf>. Acesso em: 09 mai Espírito Santo, 2007c. FISHMANN, A. A.; ALMEIDA, M. I. R. Planejamento estratégico na prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, MARIN, Nelly et al. Assistência farmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro: OPAS/OMS, p. MEHRY, E. E. Razão e planejamento. São Paulo, Hucitec, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Planejar é preciso.

25 24 ROSA, Clóvis B. Gestão de almoxarifados. São Paulo: Edicta, SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESPÍRITO SANTO. Sistema de Informações Gerenciais da Assistência Farmacêutica. SESA/GEAF/SIG-AF

26 25 AUTORIA Geruza Rios Pessanha Tavares Médica, Mestre em Saúde Coletiva, Professora do Curso de Medicina da Escola de Medicina Santa Casa de Misericórdia (EMESCAM), Gerente Estadual de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo. Endereço eletrônico: Alinne Alves Pessoa Cerutti Graduada em Farmácia pela Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) e especialista em Farmácia Hospitalar pela Faculdade Brasileira de Vitória (UNIVIX). Atua na Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo, como farmacêutica responsável pela solicitação e programação de Compras dos Medicamentos Excepcionais, não padronizados e originados por demandas judiciais. Endereço eletrônico: Cláudia Schultz Corcino de Freitas Graduada em Farmácia e Bioquímica pela Faculdade de Farmácia e Bioquímica do Espírito Santo (FAFABES) e especialista em Homeopatia pela Universidade Federal do Espírito Santo. Cursando MBA de Gestão em Saúde na FGV MMurad. Atua na Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo como Coordenadora do Núcleo de Armazenamento, Controle e distribuição de Medicamentos. Endereço eletrônico: Graziany Leite Moreira Graduada em Farmácia e Bioquímica pela Escola Superior São Francisco de Assis (ESFA). Especialista em Análises Clínicas pela EMESCAM. Coordenadora do Núcleo de Medicamentos Excepcionais e Básicos da Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo. Endereço eletrônico: Silvio César Machado-dos-Santos Graduado em Farmácia e Bioquímica. Graduado em Economia. Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde. Mestre em Saúde Pública Professor Universitário (EMESCAM e UNIVIX). Diretor e pesquisador do Instituto Salutaris. Atualmente, é Subsecretário de Gerenciamento de Projetos da Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo. Endereço eletrônico:

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

Fabiola Sulpino Vieira. fabiolasulpino@uol.com.br

Fabiola Sulpino Vieira. fabiolasulpino@uol.com.br Fabiola Sulpino Vieira fabiolasulpino@uol.com.br Mercado Farmacêutico Mundial Entre 1980 e 1999 houve crescimento de 5 até quase 120 bilhões de dólares a preços constantes Em 1999, 15% da população mundial

Leia mais

Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica

Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Maceió -Setembro/2013 HISTÓRICO PORTARIA GM/MS nº 3.916/98 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS ESTABELECEU DIRETRIZES

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição Indicadores de Saúde Definição PROFª FLÁVIA NUNES É a quantificação da realidade, que permite avaliar/comparar níveis de saúde entre diferentes populações ao longo do tempo. Tipos de indicadores IMPORTÂNCIA

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

AME. Levando mais saúde para o cidadão. Junho 2009. PROCERGS - Centro de Soluções em Governo Eletrônico. Prêmio CONIP de Excelência

AME. Levando mais saúde para o cidadão. Junho 2009. PROCERGS - Centro de Soluções em Governo Eletrônico. Prêmio CONIP de Excelência PROCERGS - Centro de Soluções em Governo Eletrônico AME Levando mais saúde para o cidadão Prêmio CONIP de Excelência Categoria: Administração Pública Eficiente e Eficaz - Aplicações Voltadas para o Cidadão

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS Bem-vindo(a) ao primeiro módulo do curso! A partir de agora você conhecerá as principais características do sistema HÓRUS. Para iniciar, você saberia dizer por que este sistema

Leia mais

Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP

Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP Diretora da Divisão de Farmácia ICHC Agenda Perfil Farmácia

Leia mais

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada 25/11/2015 HISTÓRICO: Período anterior a CF de 1988 INAMPS População e procedimentos restritos Movimento

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA O Ciclo da Assistência Farmacêutica compreende um sistema integrado de técnicas, científicas e operacionais SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

SISTEMA ESTADUAL DE REGISTRO DE PREÇOS DE

SISTEMA ESTADUAL DE REGISTRO DE PREÇOS DE III Congresso Consad de Gestão Pública SISTEMA ESTADUAL DE REGISTRO DE PREÇOS DE MEDICAMENTOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Geruza Rios Pessanha Tavares Silvio César Machado-dos-Santos Graziany Leite Moreira

Leia mais

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras drogas

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90

Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90 Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90 Cesar Vieira cesarvieira@globo.com Reunião do CA/IBEDESS 12 de julho de 2011 Principais Conteúdos Organização do SUS Planejamento da

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO Januário Montone II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 23: Inovações gerenciais na saúde O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO

Leia mais

NOTA TÉCNICA 33 2012

NOTA TÉCNICA 33 2012 NOTA TÉCNICA 33 2012 Proposta de regulamentação da base nacional de dados das ações e serviços do Componente Básico da Assistência Farmacêutica no SUS Assembleia do CONASS de 17 outubro de 2012 Brasília,

Leia mais

CONSELHO DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE

CONSELHO DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE ANEXO II TERMO DE REFERÊNCIA PROFISSIONAL NÍVEL SUPERIOR CONTEUDISTA (MESTRE) PARA O CURSO DE QUALIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, COM UTILIZAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE GESTÃO DA

Leia mais

Novos Procedimentos de Vigilância Sanitária na Tabela do SUS

Novos Procedimentos de Vigilância Sanitária na Tabela do SUS Novos Procedimentos de Vigilância Sanitária na Tabela do SUS N o 152 Abril/2015 2015 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para

Leia mais

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Painel: Como construir programas de acesso aos medicamentos Dirceu Barbano Diretor São Paulo, 07 de junho de 2010. Acesso a medicamentos: definição...relação

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

EDITAL PF no. 008/2015 CONVOCAÇÃO DE INTERESSADOS À SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA PESSOA FÍSICA

EDITAL PF no. 008/2015 CONVOCAÇÃO DE INTERESSADOS À SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA PESSOA FÍSICA EDITAL PF no. 008/2015 CONVOCAÇÃO DE INTERESSADOS À SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA PESSOA FÍSICA O CONASS: O Conselho Nacional de Secretários de Saúde é uma entidade

Leia mais

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Smartcity Business América 2015 Curitiba PR Brazil Maio de 2015 Sociedades Inteligentes e Governaça Airton Coelho, MsC, PMP Secretário de Ciência e

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 Regulamenta o Decreto nº 7.082, de 27 de janeiro de 2010, que institui o Programa Nacional de Reestruturação

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfretamento ao Crack e Outras Drogas

Leia mais

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Lima, Perú 27 noviembre de 2007 Sistema Único de Saúde - SUS Estabelecido

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico A decisão pela realização do Planejamento Estratégico no HC surgiu da Administração, que entendeu como urgente formalizar o planejamento institucional. Coordenado pela Superintendência

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Perguntas mais frequentes

Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Perguntas mais frequentes Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF Perguntas mais frequentes 1. O QUE É O NASF? 2. QUAIS PROFISSIONAIS PODEM COMPOR UM NASF? 3. COMO É DEFINIDA A COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES NASF NOS MUNICÍPIOS? 4. COMO

Leia mais

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP Grupo de Trabalho da PPI Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP 29 de março de 2011 Considerando: O processo de regionalização dos Municípios, que objetiva a organização

Leia mais

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil Gestão de Qualidade O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, visando a qualidade assistencial e a satisfação do cliente compromete-se a um entendimento

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PIRIPIRI - PI

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PIRIPIRI - PI A IMPLEMENTAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA III MOSTRA NACIONAL DE PRODUÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA AGOSTO - 2008 JORGE OTÁVIO MAIA BARRETO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE DE PIRIPIRI

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Controle Externo

Tribunal de Contas da União. Controle Externo Tribunal de Contas da União Controle Externo 1224 Controle Externo Objetivo Assegurar a efetiva e regular gestão dos recursos públicos federais em benefício da sociedade e auxiliar o Congresso Nacional

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento 1 Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento I Congresso Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público Oficina II Informação de Custo para

Leia mais

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013 p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do

Leia mais

Manual de Logística ISGH

Manual de Logística ISGH Manual de Logística ISGH Página 1 ELABORAÇÃO Juniana Torres Costa Gerente do Núcleo de Logística ISGH FORMATAÇÃO Comunicação Visual ISGH DATA Novembro de 2014 Manual de Logística ISGH Página 2 SUMÁRIO

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Belo Horizonte

Leia mais

CONTROLE DO GASTO PÚBLICO, DESDE AS PEQUENAS COMPRAS

CONTROLE DO GASTO PÚBLICO, DESDE AS PEQUENAS COMPRAS CONTROLE DO GASTO PÚBLICO, DESDE AS PEQUENAS COMPRAS Maria Leila Casagrande Angeliki Natsoulis Cestari Ana Paula P. Delfino Motta II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 32: Qualidade do gasto público

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 Institui, no Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde, o Componente de Informatização e Telessaúde Brasil Redes na Atenção Básica, integrado

Leia mais

Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados

Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados E77p Espírito Santo. Tribunal de Contas do Estado. Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados / Tribunal de Contas do Estado. Vitória/ES: TCEES, 2015. 13p. 1.Tribunal

Leia mais

Msc. Luiz Henrique Costa Coordenador Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos/SCTIE/MS

Msc. Luiz Henrique Costa Coordenador Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos/SCTIE/MS Msc. Luiz Henrique Costa Coordenador Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos/SCTIE/MS Assistência Farmacêutica Histórico 1990: Criação da lei Orgânica do SUS Equidade Universalidade

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo:

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo: FINANCIAMENTO DO SUAS: GESTÃO MUNICIPAL E AS DESIGUALDADES REGIONAIS Financiamento Foco: competências da gestão municipal, especialmente no enfrentamento das desigualdades regionais exige o debate sobre

Leia mais

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pablo Sandin Amaral Renato Machado Albert

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD.

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 203. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. GESTÃO EAD Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico

Leia mais

Reunião do Comitê da Saúde. 8 de novembro de 2011

Reunião do Comitê da Saúde. 8 de novembro de 2011 Reunião do Comitê da Saúde 8 de novembro de 2011 ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Em 1998 foi publicada a Portaria GM/MS 3.916, que estabeleceu a POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS (PNM) como parte essencial

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

Resoluções nº 90 e nº 99 de 2009 CNJ

Resoluções nº 90 e nº 99 de 2009 CNJ Resoluções nº 90 e nº 99 de 2009 CNJ Março COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - CGTIC 2 ÍNDICE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO... 3 Apresentação...

Leia mais

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública Ministério do Planejamento, Orçamento e Programa 0792 GESTÃO PÚBLICA EMPREENDEDORA Objetivo Promover a transformação da gestão pública para ampliar os resultados para o cidadão e reduzir custos. Indicador(es)

Leia mais

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização

Leia mais

EDITAL N 003/2015 PROEX SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DE UNIDADES AUXILIARES DA UNESP

EDITAL N 003/2015 PROEX SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DE UNIDADES AUXILIARES DA UNESP EDITAL N 003/2015 PROEX SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DE UNIDADES AUXILIARES DA UNESP Seleção de propostas de extensão universitária de Unidades Auxiliares no âmbito da PROEX/UNESP para

Leia mais

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007.

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. Institui o elenco de medicamentos e aprova o regulamento dos procedimentos de aquisição e dispensação de medicamentos especiais para tratamento ambulatorial

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos

UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos Exercício 2015 Auditoria Interna Unidade de Auditoria Interna - CEFET/RJ Normativos: Portaria nº 07, de 15/01/2001: cria a Unidade de Auditoria

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE-SPAIS Goiânia Agosto/2011 SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE - SPAIS 6. GERÊNCIA DE

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 ORGANIZAÇÃO DAS AÇÕES EM SAÚDE DO TRABALHADOR NA ATENÇÃO BÁSICA NOS MUNICÍPIOS DA 20ª REGIONAL DE SAÚDE DO PARANÁ 1 Viviane Delcy da Silva 2 Neide Tiemi Murofuse INTRODUÇÃO A Saúde do Trabalhador (ST)

Leia mais

Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET. Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde

Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET. Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde Responsável: Hernandes Pires do Reis Consultor da Divisão de Manutenção e Suporte a Sistemas Endereço:

Leia mais

02 a 05 de junho de 2009. Eventos Oficiais:

02 a 05 de junho de 2009. Eventos Oficiais: 02 a 05 de junho de 2009 Expo Center Norte - SP Eventos Oficiais: 1 A Saúde Rompendo Paradigmas para o Crescimento Sustentável Saúde Suplementar : Modelo,Regulação e Intervenção Estatal Alceu Alves da

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços.

CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços. CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços. FRANCISCO JOSÉ COELHO BEZERRA Gestor de Registro de Preços Fortaleza 26 a 28/11/2014 SORAYA QUIXADÁ BEZERRA Gestora

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

1. AÇÕES ESTRATÉGICAS E METAS

1. AÇÕES ESTRATÉGICAS E METAS 1. AÇÕES S E S 1.1. Quadro de Ações Estratégicas e Metas para 2013 AÇÃO Criar filial da EBSERH ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Registrar nos órgãos federais, estaduais e municipais Delegar competências e definir

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Artigo 1º Atendendo à Portaria de número

Leia mais

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. PROJETO IDF SAÚDE Nº 07/2014 2. TÍTULO Consultoria individual especializada em Tecnologia da Informação - TI 3. ENQUADRAMENTO DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SERVIÇO AUTÔNOMO HOSPITALAR

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SERVIÇO AUTÔNOMO HOSPITALAR PROGRAMA Nº- 125 GESTÃO PELA QUALIDADE - I Código Descrição SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL OBJETIVOS: Implantar um novo modelo de gestão pela qualidade que dinamiza a capacidade de gestão, agilize

Leia mais

GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA

GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Promover eficiência na gestão de recursos para assegurar a realização da Estratégia, a partir de uma política organizacional de planejamento e execução

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Modelos Assistenciais em Saúde

Modelos Assistenciais em Saúde 6 Modelos Assistenciais em Saúde Telma Terezinha Ribeiro da Silva Especialista em Gestão de Saúde A análise do desenvolvimento das políticas de saúde e das suas repercussões sobre modos de intervenção

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.031, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.031, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.031, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 Dispõe sobre a organização do Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no

Leia mais

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 Regulamenta a aplicação das emendas parlamentares que adicionarem recursos à Rede SUS no exercício de 2014 para aplicação em obras de ampliação e construção de entidades

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA. Apresentação Geral, Objetivos e Diretrizes

AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA. Apresentação Geral, Objetivos e Diretrizes AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA PROJETO AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Apresentação Geral, Objetivos e Diretrizes Outubro de 2005 Justificativa A grande expansão da estratégia

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

Oficina de Planejamento Estratégico

Oficina de Planejamento Estratégico Oficina de Planejamento Estratégico Conselho Estadual de Saúde Secretaria Estadual da Saúde Paraná, agosto de 2012 Planejamento Estratégico Planejamento: atividade inerente ao ser humano Cada um de nós

Leia mais

XVIII JORNADA DE ENFERMAGEM EM HEMODINÂMICA.

XVIII JORNADA DE ENFERMAGEM EM HEMODINÂMICA. . Qualificando o desempenho operacional utilizando ferramentas de Tecnologia de Informação. sfl.almada@gmail.com Enfª Sueli de Fátima da Luz Formação: Bacharel em Enfermagem e Obstetrícia Universidade

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

REVISÃO DO PROGRAMA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

REVISÃO DO PROGRAMA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA REVISÃO DO PROGRAMA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Apresentação Este produto consta de duas partes. A primeira parte apresenta a Política Nacional de Medicamentos-PNM ( Portaria 3916/98) e seu processo

Leia mais

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratar consultoria por produto para formular

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. luciene@fortalnet.com.br 1

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. luciene@fortalnet.com.br 1 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS luciene@fortalnet.com.br 1 POLÍTICA? luciene@fortalnet.com.br 2 Política É um compromisso oficial expresso em um documento escrito. São decisões de caráter geral, destinadas

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais