A ARTE-EDUCAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ATRAVÉS DA CULTURA POPULAR Eduardo Henrique de Matos Lima

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ARTE-EDUCAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ATRAVÉS DA CULTURA POPULAR Eduardo Henrique de Matos Lima"

Transcrição

1 A ARTE-EDUCAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ATRAVÉS DA CULTURA POPULAR Eduardo Henrique de Matos Lima Introdução Através de vivências no contexto escolar, em diversas realidades, foi possível constatar uma certa negligência com relação a nossa cultura popular i. Com abordagens limitadas e muitas vezes equivocadas, podemos considerá-la desvalorizada. Sua presença encontra-se restrita em festas, brincadeiras e atividades descontextualizadas e sem maiores estudos ou detalhamentos que deveriam ser considerados para permitir a ampliação de conhecimentos sobre a origem, a necessidade, a função, fatores que possibilitam a valorização e mesmo o resgate de uma identidade muitas vezes perdida ou distorcida. Oportunizar estudos e vivências sobre a Cultura em sua diversidade aos estudantes nas várias realidades educativas, poderia significar o desenvolvimento de potencialidades individuais que possam ser determinantes e significativas à sociedade. Segundo Morin (2003, p. 57), [...] a desintegração de uma cultura sob o efeito destruidor da dominação técnico-civilizacional é uma perda para toda a humanidade, cuja diversidade cultural constitui um dos mais preciosos tesouros. Ele chama a atenção para o fato dos jogos, das festas, dos ritos fazerem parte da natureza humana e serem necessários em seu desenvolvimento assim como o conhecimento racional-empírico-técnico. Para além de abordagens técnicas e descontextualizadas sobre a cultura, a arte, como elemento cultural, oferece oportunidades de experimentações e vivências, assim como a divulgação e a manutenção desse precioso tesouro (MORIN, 2003, p. 57). A arte, através da música e das artes plásticas, por exemplo, assim como o tipo de economia, modos de sobrevivências, etc., são componentes que constituem a cultura de um povo e são todos importantes na educação e no desenvolvimento humano. Ela pode oferecer oportunidades de reflexão, questionamento, conhecimento e entendimento quanto à riqueza da grande diversidade cultural da espécie humana. O desenvolvimento e a contextualização histórica dos componentes culturais através da arte pode ajudar a compreender as inquietações humanas, contribuindo para o fortalecimento do sentimento de pertencimento ao grupo e do potencial criativo. Justificativa 1

2 Trabalhar com a diversidade cultural nas escolas pode significar, além da divulgação e manutenção das tradições, o desenvolvimento cognitivo, a imaginação, a reflexão crítica e criativa, um combate à massificação que tem vulgarizado e desvalorizado a arte e o conhecimento, prejudicando drasticamente a educação em todos os níveis. Paulo Freire (1996) destaca a importância do reconhecimento da identidade cultural tanto no ato de ensinar quanto no ato de aprender, como fator que contribui na prática educativo-crítica para o sujeito assumir-se como ser social e histórico, como ser pensante, comunicante, transformador, criador, realizador de sonhos, capaz de ter raiva porque capaz de amar (FREIRE, 1996, p. 46). Ainda que possamos compreender que a cultura e a influência cultural são fatores que independem da abordagem formal na escola e que está implícita ou explícita no ambiente social, pois o homem é um ser predominantemente cultural (LARAIA, 2001, p. 38), sendo tratada de forma sistemática e coerente, pode significar um estímulo a ações transformadoras. De acordo com o Professor Laraia (2001, p. 41): O homem é o resultado do meio cultural em que foi socializado. Ele é herdeiro de um longo processo acumulativo, que reflete o conhecimento e a experiência adquiridos pelas numerosas gerações que o antecederam. A manipulação adequada e criativa desse patrimônio cultural permite as inovações e as invenções. É preciso colocar ao alcance dos estudantes materiais que lhes permitam exercer a criatividade e a produção do conhecimento de maneira revolucionaria. Temos na cultura componentes de grande potencial nesse sentido. As músicas folclóricas, as brincadeiras e os jogos tradicionais, dizem muito sobre a cultura de um povo, permitem a manutenção da cultura popular e ao mesmo tempo podem contribuir significativamente para o processo de desenvolvimento humano. A Arte, com seu conteúdo específico e como disciplina necessária e obrigatória na educação escolar, mostra-se, como destaca Matos (2005), como pólo dinamizador do currículo e seu maior mérito é possibilitar uma relação de ensino e aprendizagem significativa. Sendo a Arte parte integrante da cultura, sua utilização apresenta-se de forma relevante e com amplas possibilidades de integração, divulgação e desenvolvimento da cultura popular no contexto escolar em relação com os diversos conteúdos e disciplinas. A compreensão de que a manifestação artística é multifacetada, não possuindo valores hierárquicos condicionados ao seu caráter mais erudito e popular, tem sido de grande importância para que se vislumbre, para a arte-educação, novos caminhos mais 2

3 afinados com as realidades socioculturais das diferentes comunidades. (OSINSKI, 2002, p.115). Osisnki (2002) aponta para o grande potencial da Arte na educação em uma perspectiva de abordagem cultural no contexto escolar em todos os níveis. Referencial teórico Encontramos na atualidade políticas e proposições pedagógicas que visam à construção de novos paradigmas para a formação de um ser humano integrado, que possa exercer sua cidadania de forma consciente e digna. Acreditamos que a reflexão sobre o trabalho na educação deve envolver o relacionamento de fatos e áreas do conhecimento. Devemos estar atentos às novas formulações quanto ao trabalho educativo, referenciando-se em propostas que encontram coerência com as necessidades e apontamentos atuais. Tendo em vista a aludida coerência e com o objetivo de contribuir no processo de análise e reflexão sobre as práticas e possibilidades da Arte e da Cultura Popular na Educação, foi adotado como referencial teórico para a realização desse trabalho: os Parâmetros Curriculares Nacionais - Arte; a natureza epistemológica da proposta triangular da Professora Ana Mae Barbosa dentro de uma perspectiva interdisciplinar; e o ensino pré-figurativo do músico, compositor e professor Koellreutter. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) 9.394/96 estabelece que o ensino de arte deve constituir-se como um componente curricular obrigatório em todos os níveis da educação básica. E no ano de 1997 foi publicado pela Secretaria de Ensino Fundamental (SEF), do Ministério da Educação (MEC), os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) que destacam a importância da Arte na formação dos educandos. Entende-se que o PCN de Arte, ainda que, de acordo com Penna (2005): descompassado entre a realidade das escolas e a renovação pretendida pelas instâncias regulamentadoras e pelos trabalhos acadêmicos; e a LDB 9.394/96, ainda que confusa em determinados aspectos segundo Bellochio (2003), norteiam as políticas públicas para a educação relacionada ao ensino e a utilização da Arte na educação em todos os níveis, como destaca Araújo e Silva (2004), com diversas finalidades, incluindo a compreensão, a manutenção e a divulgação da nossa cultura. A professora Ana Mae Barbosa (2003, p. 18) ressalta que A Arte na Educação como expressão pessoal e como cultura é um importante instrumento para a identificação cultural e o desenvolvimento individual. Por meio da Arte é possível desenvolver a percepção e a imaginação, apreender a realidade do 3

4 meio ambiente, desenvolver a capacidade crítica, permitindo ao indivíduo analisar a realidade percebida e desenvolver a criatividade de maneira a mudar a realidade que foi analisada. Percebe-se que a Arte pode favorece abordagens diversas da cultura no processo educativo e uma relação criadora com outras disciplinas, uma vez que a própria arte possui uma dimensão interdisciplinar. Através dessas possibilidades, a música, como manifestação Artística e citada no PCN de Arte, apresenta-se como elemento a ser trabalhado e utilizado nesse processo. A proposta triangular foi sistematizada na década de 80 pela professora e pesquisadora Ana Mae Barbosa. Essa proposta tem em sua natureza epistemológica o fazer artístico, a leitura da obra de arte e a contextualização. Essa proposta permite a abordagem da arte na educação de forma sistemática e significativa, possibilitando a ampliação da capacidade cognitiva, estética e social. Segundo Lívia Marques Carvalho (2005), os três eixos norteadores citados no PCN-Arte - produção, fruição e reflexão - derivados da proposta triangular, foram concebidos originalmente para o ensino de artes plásticas, nos PCN são colocados para a área de Arte como um todo. Lívia destaca que a influência marcante da Proposta Triangular na orientação pedagógica dos PCN-Arte, é um dado positivo, uma vez que esta abordagem é muito discutida e difundida na área de artes plásticas/visuais, através de encontros, seminários, relatos e vários tipos de publicações, sendo adotada em diversas escolas. A interdisciplinaridade será concebida, de acordo com Fazenda (2005), como uma mudança de atitude no compreender e entender o conhecimento, uma troca em que todos saem ganhando: alunos, professores e a própria instituição. A professora Ivani Fazenda vai além da simples definição de interdisciplinaridade em suas colocações, nos fala sobre uma mudança de atitude, que Ana Amália Barbosa, citando Fazenda (1994), defini como sendo: [...] uma atitude frente a alternativas para conhecer mais e melhor; atitude de espera frente aos atos não consumados, atitude de reciprocidade que impele à troca, que impele ao diálogo, ao diálogo com pares anônimos ou consigo mesmo, atitude de humildade frente à limitação do próprio saber, atitude de perplexidade frente à possibilidade de desvendar novos saberes, atitude de desafio, frente ao novo, desafio em redimensionar o velho, atitude de envolvimento e comprometimento com os projetos e com as pessoas neles envolvidas, atitude pois, de compromisso em construir sempre da melhor forma possível, atitude de responsabilidade, mas sobretudo de alegria, de revelação, de encontro, enfim, de vida. (FAZENDA, 1994 apud BARBOSA, 2003, p. 106). Em relação a proposta do professor Koellreutter, em consonância com o exposto até aqui, o ensino pré-figurativo procura visualizar a Educação Musical com possibilidades de 4

5 contextualização, sensibilização, respeito, troca de experiências, novas vivências e conhecimentos, dinâmicas que podem proporcionar um posicionamento do sujeito frente à sua realidade sociocultural e na capacidade de compreensão e transformação da mesma. Segundo o próprio Koellreutter (1997), a Educação Musical dentro da proposta do ensino préfigurativo (...) orienta e guia o aluno, não o obrigando, porém, a sujeitar-se à tradição, valendo-se do diálogo e de estudos concernentes àquilo que há de existir ou pode existir, ou se receia que exista. Um sistema educacional em que não se educa, no sentido tradicional, mas, sim, em que se conscientiza e orienta os alunos através do diálogo e do debate. (KOELLREUTTER, 1997) Trata-se de uma (...) atitude pedagógica e educadora em seu sentido mais amplo, aponta caminhos futuros porque respeita o presente, o contexto, as possibilidades que se apresentam, visando preservar e enriquecer o espírito criador (BRITO, 2001). Segundo Joly (2003), a utilização da música na educação não deve ficar restrita a ensinamentos técnicos e formais, mas ser usada como elemento de potencial significativo no processo pedagógico. Deve-se procurar visualizá-la com possibilidades de contextualização, sensibilização, respeito, troca de experiências, novas vivências e conhecimentos, dinâmicas que podem proporcionar um posicionamento do sujeito frente à sua realidade sociocultural e na capacidade de compreensão e transformação da mesma, como destaca também o professor Koellreuter (1997). Objetivo geral Realizar o resgate e novas articulações e envolvimento com a cultura popular através da música, das artes visuais e das artes cênicas, numa perspectiva interdisciplinar. Objetivo específico Analisar a presença, a abordagem e a utilização de cantigas, brincadeiras e jogos tradicionais da nossa cultura no contexto escolar. 5

6 Possibilitar o diálogo e a aproximação de gerações de parentes e alunos através de uma investigação sobre as músicas folclóricas, as brincadeiras e jogos tradicionais presentes em diferentes épocas, contextualizando e comparando. Utilizar as artes musicais, visuais e cênicas através da proposta triangular, em um trabalho interdisciplinar com os conteúdos da educação física, literatura e português, no resgate e manutenção da cultura popular brasileira. Desenvolvimento O projeto foi aplicado em uma escola particular de educação infantil, localizada na periferia de Belo Horizonte, em uma turma com 14 crianças entre 5 e 6 anos de idade, entre os meses de setembro e dezembro de 2005, duas vezes por semana, com duração de uma hora e trinta minutos cada encontro. As atividades foram desenvolvidas, tendo a arte como eixo central e com base nos pressupostos apresentados acima, em parceira com a professora regente, criando e possibilitando oportunidades de intervir na prática educativa contribuindo no processo de desenvolvimento dos professores e dos estudantes. As etapas e atividades propostas para execução do projeto foram: Apresentação e sensibilização da aplicação da proposta na escola; Seleção e estudo dos temas do folclore infantil dentro do repertório de músicas de Villa-Lobos; Apresentação e desenvolvimento de atividades que pudessem oferecer oportunidade para os estudantes conhecerem o projeto e possibilitar debates para mudanças e implementações; Ouvir e cantar as cantigas selecionadas; Confecção de instrumentos musicais utilizando materiais diversos e /ou sucatas; Relacionar e debater sobre as músicas folclóricas com as brincadeiras de roda; Entrevista com os familiares dos estudantes em busca de comparações de épocas diferentes em relação às músicas, as brincadeiras e os jogos tradicionais, possibilitando a contextualização e o resgate dos mesmos; Identificar jogos e brincadeiras nas obras dos artistas Pieter Bruegel (renascentista) e Candido Portinari (moderno); 6

7 Debater e listar quais brincadeiras ainda são conhecidas e praticadas atualmente; Produzir e criar possibilidades de fazer uma releitura das obras relacionadas através de desenhos, pinturas e encenações; Apresentação das brincadeiras atuais; Tocar, cantar, dançar e representar as cantigas e as brincadeiras de roda. Avaliação de resultados Foram realizadas alterações no desenvolvimento e aplicação das atividades, o que permitiram uma maior dinâmica e flexibilidade no desenvolvimento do projeto. A proposta central não sofreu nenhuma modificação, mas a forma como algumas atividades estavam propostas sim - a escolha das músicas e brincadeiras, a forma de abordagem, o grau de dificuldade das atividades propostas, etc.. Foi considerada e respeitada a parceria com a professora regente, que garantiu parte do caráter interdisciplinar do projeto. Houve muita abertura e disposição para o desenvolvimento do projeto. A professora procurou elaborar atividade considerando os trabalhos realizados com a turma, aproveitando alguns elementos que fossem abordados principalmente nas aulas de português. Desde o início as crianças foram muito receptivas e se mostraram entusiasmadas com a possibilidade da realização do projeto. Conversando com elas, foi possível perceber que isso, em parte, ocorreu pelo fato de ter sido um trabalho envolvendo atividades ligadas a arte e em conjunto com a professora, respeitando o planejamento e o que já estava sendo realizado. Nas primeiras aulas foram desenvolvidas dinâmicas que possibilitaram a criação de laços de confiança, permitindo, em um curto espaço de tempo, que os alunos compreendessem a proposta e pudessem participar com envolvimento e interesse, inclusive sugerindo como as atividades poderiam ser realizadas em determinados momentos. Procurouse incentivar a participação efetiva das crianças. O tema central foi abordado em todos os encontros, repetindo algumas atividades e às vezes variando, mas mantendo uma linha de trabalho que fez com que as crianças se sentissem seguros, confiantes, atentos em cada etapa, participando de forma dinâmica. Foi possível abordar e desenvolver atividades sobre as cantigas e brincadeiras de roda, tendo como eixo central o trabalho de resgate da cultura popular realizado por Villa-Lobos; 7

8 Ampliar o conhecimento em relação às cantigas e os jogos tradicionais da nossa cultura através de entrevistas e conversas com os pais e parentes dos estudantes; Utilizar o quadro de Peter Bruegel, jogos infantis, no resgate e em novas articulações dos jogos e brincadeiras infantis tradicionais presentes em nossa cultura; Traçar um paralelo entre Villa-Lobos e Bruegel, através do material que utilizamos nos encontros (a impressão do quadro de Bruegel, assim como uma fita de vídeo com um documentário sobre o mesmo quadro e um CD com algumas cantigas gravadas por Villa- Lobos). Destacar a importância de ambos na manutenção e divulgação da cultura tradicional dos paises onde viveram, contextualizando os períodos; Conhecer um pouco sobre as cantigas e brincadeiras de roda das crianças, assim como os jogos infantis que praticam atualmente; Desenvolver atividades utilizando a música, as artes cênicas e as artes plásticas, contextualizando com elementos e práticas de interesses presentes no cotidiano das crianças; Possibilitar à professora regente da turma a apropriação das atividades desenvolvidas para realizar trabalhos e desenvolver novas atividades na abordagem de outros conteúdos; Considerações finais Durante a aplicação do projeto, procuramos conhecer um pouco da dinâmica da escola, da concepção da professora e da coordenadora da turma em relação à Arte na educação, em relação à presença da Arte na formação das crianças do 3o período da educação infantil e o tratamento dado à cultura popular no contexto escolar. Foi possível constatar que: a escola reconhece a importância da arte na educação, que gostaria de contratar um especialista na área, mas alegam não ter condições financeiras para isso. A escola não oferece uma infra-estrutura favorável ao desenvolvimento de atividades artísticas. Realizam tais atividades tendo como referencial alguns livros que tratam do assunto e sob a orientação de uma professora formada em licenciatura em educação artística que atua como professora regente do maternal. Essa professora se mostra comprometida com a arte, procurando incluíla nos processos educativos e destacando sua especificidade. No entanto os trabalhos realizados encontram-se vinculados à concepção de educação artística - [...] com atitude habitual que converte a disciplina em uma pulverização de tópicos, técnicas, produtos artísticos e empobrece o verdadeiro sentido do ensino de Arte. (FUSARI; FERRAZ, 1993, p.) - e não nos conceitos que norteiam a arte-educação, que segundo Fusari e Ferraz (1993), 8

9 vem se apresentando como um movimento em busca de novas metodologias de ensino e aprendizagem de arte nas Escolas, valorizando o professor da área, que discute e propõe um redimensionamento do seu trabalho, conscientizando-o da importância da sua ação profissional e política na sociedade. Foi possível constatar que a Arte pode contribuir significativamente no processo de ensino-aprendizagem, no processo de resgate e de criação de novas articulações envolvendo a cultura popular, principalmente através de abordagens interdisciplinares e contextualizada, respeitando a etapa e a realidade dos estudantes. Acredito que o compromisso sério com a nossa formação através de estudos permanentes, da busca constante das necessidades adequadas de infra-estrutura e do desenvolvimento e aplicação de políticas públicas, nosso trabalho como Arte-educador pode ser de grande relevância no contexto escolar e conseqüentemente na sociedade. Referências Bibliográficas BARBOSA, Ana Mae. As mutações do conceito e da prática. In BAROBOSA, Ana Mae (org.). Inquietações e mudanças no ensino da arte. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, Cap. 1, p BARBOSA, Ana Amália. Interdisciplinaridade. In BAROBOSA, Ana Mae (org.). Inquietações e mudanças no ensino da arte. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, Cap. 7, p BELLOCHIO, Cláudia Ribeiro. Educação musical e professores dos anos iniciais de escolarização: formação inicial e práticas educativas. In: HENTSCHKE, Liane; DEL BEN, Luciana (org.). Ensino de música: propostas para pensar e agir em sala de aula. São Paulo: Moderna, Cap. 8, p BRASIL. Lei de diretrizes e bases da Educação Nacional n o 9394, 20 de dezembro de BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Arte. 2ª ed. Rio de Janeiro: DP&A, BRITO, Teca Alencar de. Koellreutter educador: O humano como objetivo da educação musical. São Paulo: Peirópolis, CARVALHO, Lívia Marques. Expandindo fronteiras: a proposta pedagógica para as artes visuais. Disponível em <http://www.cchla.ufpb.br/pesquisarte/livro/4.html>. Acesso em 13/12/2005. CHAUI, Marilena. A Cultura de massa e a Indústria cultural. In: CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13ª ed. São Paulo: Editora Ática, Cap. 4, p

10 FAZENDA, Ivani C. A. A questão da interdisciplinaridade no ensino. Disponível em <http://www.ensinofernandomota.hpg.ig.com.br/textos/arquivo%20-questao%20da% 20INTERDISCIPLINARIDADE%20NO%20ENSINO.doc>. Acesso em 01/06/2005. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, (Coleção Leitura) FUSARI, Maria Felisminda de Rezende e, FERRAZ, Maria Heloísa Corrêa de Toledo. Arte na Educação Escolar. São Paulo: Cortez, (Coleção Magistério 2 o grau. Série formação geral) JOLY, Ilza Zenker Leme. Educação e Educação Musical: conhecimentos para compreender a criança e suas relações com a música. In: HENTSCHKE, Liane; DEL BEN, Luciana (org.). Ensino de música: propostas para pensar e agir em sala de aula. São Paulo: Moderna, Cap. 7, p KOELLREUTTER, Hans Joachin. O ensino da Música num mundo modificado. In: Caderno de Estudo Educação Musical. Belo Horizonte: Atravez / EMUFMG, N 6 p LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 14ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, MATOS, Adalgisa Helena Gomes de. A arte na formação da docência. Presença pedagógica. Belo Horizonte, v.11, n.64, p.31-39, jul./ago MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Tradução Catarina Eleonor F. da Silva e Jeanne Sawaya; Revisão técnica de Edgard de Assis Carvalho. 8ª Ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, OSINSKI, Dulce Regina Baggio. Arte, história e ensino: uma trajetória. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, (Coleções da nossa época: v. 79) RALHAL, Jurema Luzia de Freitas; ARAÚJO, Anna Rita Ferreira. Arte e Educação: Culturas do Aprender e do Ensinar Desenvolvimento de Competências no Ensino de Arte: Soluções Ou Provocações? Trabalho apresentado no XIV ConFAEB em Disponível em <http://www.jurema-sampaio.pro.br/confaeb2003/confaeb-ju-annarita.pdf>. Acesso em 01/12/2005. PENNA, Maura. PCN nas escolas: e agora? Disponível em <http://www.artenaescola.org. br/pesquise_artigos_texto.php?id_m=12>. Acesso em 13/12/2005. SOUZA, Jusamara et al. O que faz a música na escola? Concepções e vivências de professores do ensino fundamental. Porto Alegre: Programa de Pós-Graduação em Música Mestrado e Doutorado do Departamento de Música UFRGS, i Quando pensadas como produções ou criações coletivas vindas do passado nacional, formando a tradição nacional, a cultura e arte populares recebem o nome de folclore. (CHAUI, 2004, p. 289, grifo da autora) A idéia de cultura popular como manifestação da tradição ou espírito de um povo, segundo CHAUI (2004), surgiu no século XIX durante o Romantismo, período onde a divisão econômico-social das classes afetaria diretamente o plano cultural, trazendo conseqüências aos dias de hoje. 10

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que ARTE PRESENTE NA CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO: UM RELATO DE CASO 1 PONTES, Gilvânia Maurício Dias de (Mestranda PPGEd-UFRN/ Prof. do NEI-UFRN) PERNAMBUCO, Marta Maria Castanho Almeida (DEPED- CCSA-

Leia mais

Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural

Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural Rita de Cássia Demarchi Ao abraçar o campo de ensino e aprendizagem de arte é tomado como ponto de partida o princípio de que a arte é uma rica

Leia mais

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas Disciplina Prática de Ensino Ano letivo 2011 Série 3ª Carga Horária 72 H/aula Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Assim como curadores

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

A REALIDADE DO ENSINO DA ARTE EM SALA DE AULA ENSINO FUNDAMENTAL XIV INIC / X EPG - UNIVAP 2011

A REALIDADE DO ENSINO DA ARTE EM SALA DE AULA ENSINO FUNDAMENTAL XIV INIC / X EPG - UNIVAP 2011 A REALIDADE DO ENSINO DA ARTE EM SALA DE AULA ENSINO FUNDAMENTAL XIV INIC / X EPG - UNIVAP 2011 Giovanna Pacheco 1 giovannapacheco2007@yahoo.com.br, Gizele Rabelo Ribeiro 2 gizaribeiro@gmail.com, Regiane

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais.

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais. 4CCHLADAVPEX01 O ENSINO DE ARTES VISUAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ALHANDRA: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL Cláudia Oliveira de Jesus (1); Adeílson França (1);

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE Série Número de aulas semanais 4ª 2 Apresentação da Disciplina Considerando a necessidade de repensar o ensino da arte, faz-se necessário refletir sobre este ensino em sua

Leia mais

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL. G. Oliveira Penna 1. L. Maria Filipetto 2. C. Souza 3. E. Carpes Camargo 4

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL. G. Oliveira Penna 1. L. Maria Filipetto 2. C. Souza 3. E. Carpes Camargo 4 NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL G. Oliveira Penna 1 L. Maria Filipetto 2 C. Souza 3 E. Carpes Camargo 4 RESUMO: O Projeto NuCA Núcleo de Cultura e Arte tem como objetivo levar a cultura para

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL G. Oliveira Penna 1 L. Maria Filipetto 2 C. Souza 3 E. Carpes Camargo 4 RESUMO: O Projeto NuCA Núcleo de Cultura e Arte tem como objetivo levar a cultura para

Leia mais

Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta Resenha da Experiência ALAGOAS Trabalho: Projeto Dentes Resenha da Experiência

Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta Resenha da Experiência ALAGOAS Trabalho: Projeto Dentes Resenha da Experiência Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta - Faixa etária das crianças: 6 anos - Grau de escolaridade de professor: Nível Médio Magistério - Contexto sócio-cultural em que foi

Leia mais

PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES. Diretrizes para o ensino de Arte 2011

PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES. Diretrizes para o ensino de Arte 2011 PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES 1 Diretrizes para o ensino de Arte 2011 1 Arte e legislação educacional: A inclusão da Arte no currículo escolar foi

Leia mais

OFICINA MUSICAL PARA EDUCADORES: A função da música no desenvolvimento de projetos sociais para crianças e adolescentes

OFICINA MUSICAL PARA EDUCADORES: A função da música no desenvolvimento de projetos sociais para crianças e adolescentes OFICINA MUSICAL PARA EDUCADORES: A função da música no desenvolvimento de projetos sociais para crianças e adolescentes Educadores: Caroline Campache e Rodrigo Garcia 2012 Música é, antes de mais nada,

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II Músicas infantis. Danças, músicas e personagens folclóricos. Conhecer textos e melodias folclóricos; Entoar músicas do folclore brasileiro; Dançar músicas folclóricas; Imitar

Leia mais

O Ensino da Música no Contexto Escolar: Uma Pesquisa nas Escolas Regulares da Rede de Ensino fundamental particular de Salvador 1

O Ensino da Música no Contexto Escolar: Uma Pesquisa nas Escolas Regulares da Rede de Ensino fundamental particular de Salvador 1 O Ensino da Música no Contexto Escolar: Uma Pesquisa nas Escolas Regulares da Rede de Ensino fundamental particular de Salvador 1 Marila Cristine Sales Marques 2 Universidade Federal da Bahia (UFBA) Resumo:

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE: O PENSADO O VIVIDO DE SUA NECESSIDADE ÀS BARREIRAS ENFRENTADAS

INTERDISCIPLINARIDADE: O PENSADO O VIVIDO DE SUA NECESSIDADE ÀS BARREIRAS ENFRENTADAS INTERDISCIPLINARIDADE: O PENSADO O VIVIDO DE SUA NECESSIDADE ÀS BARREIRAS ENFRENTADAS Adriana Azevedo Paes de Barros Doutoranda em Comunicação Social e Professora UMESP Não existe nada mais prático do

Leia mais

CIDADANIA CULTURAL: uma experiência interdisciplinar na Educação de Jovens e Adultos do SESC Santo Amaro

CIDADANIA CULTURAL: uma experiência interdisciplinar na Educação de Jovens e Adultos do SESC Santo Amaro CIDADANIA CULTURAL: uma experiência interdisciplinar na Educação de Jovens e Adultos do SESC Santo Amaro Cláudia Mendes de Abreu Furtado e Rodrigo Cunha Santos, Serviço Social do Comércio SESC PE, Professora

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

Orquestra de flautas doces do Colégio de Aplicação da UFRGS

Orquestra de flautas doces do Colégio de Aplicação da UFRGS Orquestra de flautas doces do Colégio de Aplicação da UFRGS Juliana Rigon Pedrini jupedrini@terra.com.br Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo. O presente trabalho é

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL EDUCAÇÃO INFANTIL 01) Tomando como base a bibliografia atual da área, assinale a alternativa que destaca CORRE- TAMENTE os principais eixos de trabalho articuladores do cotidiano pedagógico nas Instituições

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Arte e Educação - JP0029 PROFESSOR: Ms. Clóvis Da Rolt I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60h Carga Horária Prática: 15h II EMENTA A disciplina de Arte e

Leia mais

ARTES E MÚSICA NOS CURSOS DE PEDAGOGIA PAULISTAS

ARTES E MÚSICA NOS CURSOS DE PEDAGOGIA PAULISTAS 414 ARTES E MÚSICA NOS CURSOS DE PEDAGOGIA PAULISTAS Wasti Silvério Ciszevski Universidade Estadual Paulista UNESP Mestrado em Música Educação Musical SIMPOM: Subárea de Educação Musical Resumo Esta comunicação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE 1 UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE ARTES VILZA DIAS DA COSTA A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE Trabalho de conclusão do curso de Graduação, habilitação

Leia mais

Empilhando carteiras à procura de um espaço vazio Profa. Dra. Márcia Strazzacappa UNICAMP Palavras-chave: ensino de arte corpo espaço físico

Empilhando carteiras à procura de um espaço vazio Profa. Dra. Márcia Strazzacappa UNICAMP Palavras-chave: ensino de arte corpo espaço físico Empilhando carteiras à procura de um espaço vazio Profa. Dra. Márcia Strazzacappa UNICAMP Palavras-chave: ensino de arte corpo espaço físico Desde a promulgação da LDB9394/96 que definiu o ensino de arte

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular CICLO GERAL OU CICLO BÁSICO AR081- FOLCLORE BRASILEIRO OBRIGATÓRIO 1 30 30 60 3 Fórmula: AR280 AR280- FOLCLORE BRASILEIRO FOLCLORE, ORIGENS, CAMPOS DE ATUAÇÃO E INTERLIGAÇÃO COM OUTRAS CIÊNCIAS, INFLUÊNCIA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA Coordenadora do Curso: Prof a Maria Cláudia Alves Guimarães IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. Denominação

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUBSÍDIOS PARA A REVISÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL TRABALHO ENCOMENDADO PELO MEC/SEB DIRETORIA DE CONCEPÇÕES

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. O Presidente

Leia mais

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 Fernanda de Assis Oliveira 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Resumo: Este relato descreve

Leia mais

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2 A CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A DANÇA, JOGOS E BRINCADEIRAS NO CONTEXTO ESCOLAR Experiência teórica e prática por meio de um projeto extensionista Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya

Leia mais

Projeto: Teatro Infantil

Projeto: Teatro Infantil Cooperativa de Ensino e Cultura de Santa Rita Projeto: Teatro Infantil O teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana. (Frederico Garcia Lorca) 1 Unidade Executora: Coordenação Pedagógica, Grupo

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA ISSN 2316-7785 AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA Resumo Tiago Dziekaniak Figueiredo Universidade Federal do Rio Grande FURG tiago@furg.br José Alexandre

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

2. O ENSINO DE ARTE NA REALIDADE BRASILEIRA

2. O ENSINO DE ARTE NA REALIDADE BRASILEIRA O ENSINO DAS ARTES EM SALA DE AULA NA REALIDADE BRASILEIRA 1 FERREIRA, C. Fernanda 2 ; PRETTO, Valdir 3 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Acadêmica do Curso de Pedagogia do Centro Universitário Franciscano

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 34, Toledo PR Fone: 377-850 PLANEJAMENTO ANUAL DE MÚSICA SÉRIE: PRÉ I PROFESSOR: Carla Iappe

Leia mais

Aspectos históricos das propostas pedagógicas de Ensino de Arte 1

Aspectos históricos das propostas pedagógicas de Ensino de Arte 1 Aspectos históricos das propostas pedagógicas de Ensino de Arte 1 Gilvânia Maurício Dias de Pontes 2 A visão contemporânea de Arte na Educação tem colocado a necessidade de resgatar o valor da Arte nas

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

A MEDIAÇÃO DOCENTE E PROCESSO DE CATÁLISE COMO PERSPECTIVA DE MUDANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR

A MEDIAÇÃO DOCENTE E PROCESSO DE CATÁLISE COMO PERSPECTIVA DE MUDANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR A MEDIAÇÃO DOCENTE E PROCESSO DE CATÁLISE COMO PERSPECTIVA DE MUDANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo SILVEIRA, Lisiane Fernandes da 1 - UFPR FINK, Rosane 2 - UFPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias

Leia mais

Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais

Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais O Conselho Nacional de Educação baixou a Resolução nº 1, de 15 de maio de2006, publicada no Diário 0ficial da União de 16, instituindo as

Leia mais

Artes Visuais no ensino fundamental na atualidade 1

Artes Visuais no ensino fundamental na atualidade 1 Artes Visuais no ensino fundamental na atualidade 1 Teresinha Sueli Franz 2 RESUMO Este artigo trata de fazer uma reflexão sobre mudanças, problemas e novas perspectivas no ensino de Artes Visuais no ensino

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

Comunicação ARTE E INCLUSÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO NO TERCEIRO SETOR

Comunicação ARTE E INCLUSÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO NO TERCEIRO SETOR Comunicação ARTE E INCLUSÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO NO TERCEIRO SETOR SARTORI, Janete de Andrade 1 INTRODUÇÃO A Instituição de Ensino Superior, onde esta prática é desenvolvida, tem como missão a formação

Leia mais

XIII Congresso Estadual das APAEs

XIII Congresso Estadual das APAEs XIII Congresso Estadual das APAEs IV Fórum de Autodefensores 28 a 30 de março de 2010 Parque Vila Germânica, Setor 2 Blumenau (SC), BRASIL A IMPORTÂNCIA E SIGNIFICÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE INTERDISCIPLINAR

Leia mais

O que são e quais os objetivos dos PCNs

O que são e quais os objetivos dos PCNs Arte e Música Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais Hugo Ribeiro O que são e quais os objetivos dos PCNs Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) encontram-se entre os documentos oficiais elaborados

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

A pesquisa na formação do professor

A pesquisa na formação do professor A pesquisa na formação do professor Karen Maria Jung Introdução Este trabalho tem por objetivo mostrar como a pesquisa, na formação de novos professores, é abordada nos diferentes cursos de Licenciatura

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

10 Educação Musical: planejamento e atividades Conteúdo

10 Educação Musical: planejamento e atividades Conteúdo Planejamento de atividades lúdicas em Educação Musical Planejamento de atividades em Educação Musical Criando estratégias de ensino e aprendizagem musical Questões para pensar estratégias de ensino e aprendizagem

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 Gabriel Ferrão Moreira 2 Prof. Dr. Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 3 Palavras-chave:

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Andréa Nogueira de Souza¹; Andreza Emicarla Pereira Calvacante²; Francicleide Cesário

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO MAIS EDUCAÇÃO CANTO CORAL JUSTIFICATIVA É conhecida a importância da música na vida das pessoas, seja no tocante à saúde, auto - estima conhecimento,

Leia mais

A ARTE-EDUCAÇÃO APÓS A LEI 9394/96: DIRETRIZES POLÍTICAS E A AÇÃO DOCENTE NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE.

A ARTE-EDUCAÇÃO APÓS A LEI 9394/96: DIRETRIZES POLÍTICAS E A AÇÃO DOCENTE NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE. A ARTE-EDUCAÇÃO APÓS A LEI 9394/96: DIRETRIZES POLÍTICAS E A AÇÃO DOCENTE NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE. RESUMO Denise Penna Quintanilha FCT - UNESP Yoshie Ussami Ferrari Leite FCT - UNESP

Leia mais

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS

Leia mais

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade 1 Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade Maria Helena de Lima helenal@terra.com.br/helena.lima@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo. Este artigo constitui

Leia mais

Licenciatura em Espanhol

Licenciatura em Espanhol Licenciatura em Espanhol Rebeka Caroça Seixas A arte empregada no ensino da Língua Espanhola: Parte 02 A arte empregada no ensino da Língua Espanhola: Parte 02 Apresentação e Objetivos Caro(a) aluno(a),

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail.

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail. A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO Igor Luiz Medeiros 2 igorluiz.m@hotmail.com Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Artes, Filosofia

Leia mais

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA 1 O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA Joelma da Silva Moreira 1 Angela Maria Corso 2 RESUMO: O presente artigo, na condição de trabalho de conclusão de curso, pretende

Leia mais

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano

Leia mais

ABRINDO ESPAÇOS PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS NUMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR

ABRINDO ESPAÇOS PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS NUMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR ABRINDO ESPAÇOS PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS NUMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR Autora: Lívia Costa de ANDRADE- liviacandrade@uol.com.br Orientadora: Sandra de Fátima OLIVEIRA sanfaoli@gmail.com.br

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. APRESENTAÇÃO Este curso, que ora apresentamos, insere-se como mais uma ação na perspectiva da formação do educador e destina-se a especializar

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR Luciana Barros Farias Lima e Claudia Regina Pinheiro Machado Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO lucpeda@gmail.com

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Ateliê de artes para crianças: um trabalho em progresso

Ateliê de artes para crianças: um trabalho em progresso Maria Christina S.L. Rizzi e Sumaya Mattar Moraes Ateliê de artes para crianças: primeiros registros e reflexões de um trabalho em progresso O Ateliê de Artes para Crianças é um curso de extensão do Departamento

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNEB/DEDC CAMPUS XV

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNEB/DEDC CAMPUS XV A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNEB/DEDC CAMPUS XV Cláudia Ribeiro Damasceno Universidade do Estado da Bahia- UNEB. E-mail: claudiard17@hotmail.com RESUMO Este

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

Possibilidades e desafios do Coordenador Pedagógico e a interface das práticas educativas

Possibilidades e desafios do Coordenador Pedagógico e a interface das práticas educativas Possibilidades e desafios do Coordenador Pedagógico e a interface das práticas educativas Encontro 2 Coordenadores Pedagógicos CEFOR 05 de Junho 2013 Pauta Acolhimento Leitura deleite Apresentação / entrevista

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

OS SIGNIFICADOS DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL OS SIGNIFICADOS DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gilvânia Maurício Dias de Pontes Universidade Federal do Rio Grande do Norte Brasil O trabalho dos professores de Educação Infantil envolve estar atento a construção

Leia mais

Laís Basso Costa Beber UNIJUÍ lais.basso@unijui.edu.br

Laís Basso Costa Beber UNIJUÍ lais.basso@unijui.edu.br A interdisciplinaridade como princípio organizativo do enem e da educação escolar: diferentes níveis de especificidade a partir de um mesmo objeto referente Resumo Políticas públicas educacionais vêm sendo

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Educação Musical; Formação de Professores; Oficina de Violão; Educação básica.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Musical; Formação de Professores; Oficina de Violão; Educação básica. INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM MÚSICA: RESULTADOS DO PIBID EM DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DE GOIÂNIA/GO Luna Borges MELO luna.borges.melo@gmail.com Larissa dos Santos MARTINS Escola de Música e Artes Cênicas - UFG

Leia mais

TÍTULO: O CURSO DE LICENCIATURA PLENA PARCELADA EM PEDAGOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NAS PRÁTICAS DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

TÍTULO: O CURSO DE LICENCIATURA PLENA PARCELADA EM PEDAGOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NAS PRÁTICAS DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL. TÍTULO: O CURSO DE LICENCIATURA PLENA PARCELADA EM PEDAGOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NAS PRÁTICAS DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Anália Cássia Gonçalves de Souza 1 INTRODUÇÃO A presente investigação

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

TÍTULO: O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FONTE DE PRAZER E APRENDIZAGEM

TÍTULO: O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FONTE DE PRAZER E APRENDIZAGEM TÍTULO: O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FONTE DE PRAZER E APRENDIZAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE

Leia mais