A ARTE-EDUCAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ATRAVÉS DA CULTURA POPULAR Eduardo Henrique de Matos Lima

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1 A ARTE-EDUCAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ATRAVÉS DA CULTURA POPULAR Eduardo Henrique de Matos Lima Introdução Através de vivências no contexto escolar, em diversas realidades, foi possível constatar uma certa negligência com relação a nossa cultura popular i. Com abordagens limitadas e muitas vezes equivocadas, podemos considerá-la desvalorizada. Sua presença encontra-se restrita em festas, brincadeiras e atividades descontextualizadas e sem maiores estudos ou detalhamentos que deveriam ser considerados para permitir a ampliação de conhecimentos sobre a origem, a necessidade, a função, fatores que possibilitam a valorização e mesmo o resgate de uma identidade muitas vezes perdida ou distorcida. Oportunizar estudos e vivências sobre a Cultura em sua diversidade aos estudantes nas várias realidades educativas, poderia significar o desenvolvimento de potencialidades individuais que possam ser determinantes e significativas à sociedade. Segundo Morin (2003, p. 57), [...] a desintegração de uma cultura sob o efeito destruidor da dominação técnico-civilizacional é uma perda para toda a humanidade, cuja diversidade cultural constitui um dos mais preciosos tesouros. Ele chama a atenção para o fato dos jogos, das festas, dos ritos fazerem parte da natureza humana e serem necessários em seu desenvolvimento assim como o conhecimento racional-empírico-técnico. Para além de abordagens técnicas e descontextualizadas sobre a cultura, a arte, como elemento cultural, oferece oportunidades de experimentações e vivências, assim como a divulgação e a manutenção desse precioso tesouro (MORIN, 2003, p. 57). A arte, através da música e das artes plásticas, por exemplo, assim como o tipo de economia, modos de sobrevivências, etc., são componentes que constituem a cultura de um povo e são todos importantes na educação e no desenvolvimento humano. Ela pode oferecer oportunidades de reflexão, questionamento, conhecimento e entendimento quanto à riqueza da grande diversidade cultural da espécie humana. O desenvolvimento e a contextualização histórica dos componentes culturais através da arte pode ajudar a compreender as inquietações humanas, contribuindo para o fortalecimento do sentimento de pertencimento ao grupo e do potencial criativo. Justificativa 1

2 Trabalhar com a diversidade cultural nas escolas pode significar, além da divulgação e manutenção das tradições, o desenvolvimento cognitivo, a imaginação, a reflexão crítica e criativa, um combate à massificação que tem vulgarizado e desvalorizado a arte e o conhecimento, prejudicando drasticamente a educação em todos os níveis. Paulo Freire (1996) destaca a importância do reconhecimento da identidade cultural tanto no ato de ensinar quanto no ato de aprender, como fator que contribui na prática educativo-crítica para o sujeito assumir-se como ser social e histórico, como ser pensante, comunicante, transformador, criador, realizador de sonhos, capaz de ter raiva porque capaz de amar (FREIRE, 1996, p. 46). Ainda que possamos compreender que a cultura e a influência cultural são fatores que independem da abordagem formal na escola e que está implícita ou explícita no ambiente social, pois o homem é um ser predominantemente cultural (LARAIA, 2001, p. 38), sendo tratada de forma sistemática e coerente, pode significar um estímulo a ações transformadoras. De acordo com o Professor Laraia (2001, p. 41): O homem é o resultado do meio cultural em que foi socializado. Ele é herdeiro de um longo processo acumulativo, que reflete o conhecimento e a experiência adquiridos pelas numerosas gerações que o antecederam. A manipulação adequada e criativa desse patrimônio cultural permite as inovações e as invenções. É preciso colocar ao alcance dos estudantes materiais que lhes permitam exercer a criatividade e a produção do conhecimento de maneira revolucionaria. Temos na cultura componentes de grande potencial nesse sentido. As músicas folclóricas, as brincadeiras e os jogos tradicionais, dizem muito sobre a cultura de um povo, permitem a manutenção da cultura popular e ao mesmo tempo podem contribuir significativamente para o processo de desenvolvimento humano. A Arte, com seu conteúdo específico e como disciplina necessária e obrigatória na educação escolar, mostra-se, como destaca Matos (2005), como pólo dinamizador do currículo e seu maior mérito é possibilitar uma relação de ensino e aprendizagem significativa. Sendo a Arte parte integrante da cultura, sua utilização apresenta-se de forma relevante e com amplas possibilidades de integração, divulgação e desenvolvimento da cultura popular no contexto escolar em relação com os diversos conteúdos e disciplinas. A compreensão de que a manifestação artística é multifacetada, não possuindo valores hierárquicos condicionados ao seu caráter mais erudito e popular, tem sido de grande importância para que se vislumbre, para a arte-educação, novos caminhos mais 2

3 afinados com as realidades socioculturais das diferentes comunidades. (OSINSKI, 2002, p.115). Osisnki (2002) aponta para o grande potencial da Arte na educação em uma perspectiva de abordagem cultural no contexto escolar em todos os níveis. Referencial teórico Encontramos na atualidade políticas e proposições pedagógicas que visam à construção de novos paradigmas para a formação de um ser humano integrado, que possa exercer sua cidadania de forma consciente e digna. Acreditamos que a reflexão sobre o trabalho na educação deve envolver o relacionamento de fatos e áreas do conhecimento. Devemos estar atentos às novas formulações quanto ao trabalho educativo, referenciando-se em propostas que encontram coerência com as necessidades e apontamentos atuais. Tendo em vista a aludida coerência e com o objetivo de contribuir no processo de análise e reflexão sobre as práticas e possibilidades da Arte e da Cultura Popular na Educação, foi adotado como referencial teórico para a realização desse trabalho: os Parâmetros Curriculares Nacionais - Arte; a natureza epistemológica da proposta triangular da Professora Ana Mae Barbosa dentro de uma perspectiva interdisciplinar; e o ensino pré-figurativo do músico, compositor e professor Koellreutter. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) 9.394/96 estabelece que o ensino de arte deve constituir-se como um componente curricular obrigatório em todos os níveis da educação básica. E no ano de 1997 foi publicado pela Secretaria de Ensino Fundamental (SEF), do Ministério da Educação (MEC), os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) que destacam a importância da Arte na formação dos educandos. Entende-se que o PCN de Arte, ainda que, de acordo com Penna (2005): descompassado entre a realidade das escolas e a renovação pretendida pelas instâncias regulamentadoras e pelos trabalhos acadêmicos; e a LDB 9.394/96, ainda que confusa em determinados aspectos segundo Bellochio (2003), norteiam as políticas públicas para a educação relacionada ao ensino e a utilização da Arte na educação em todos os níveis, como destaca Araújo e Silva (2004), com diversas finalidades, incluindo a compreensão, a manutenção e a divulgação da nossa cultura. A professora Ana Mae Barbosa (2003, p. 18) ressalta que A Arte na Educação como expressão pessoal e como cultura é um importante instrumento para a identificação cultural e o desenvolvimento individual. Por meio da Arte é possível desenvolver a percepção e a imaginação, apreender a realidade do 3

4 meio ambiente, desenvolver a capacidade crítica, permitindo ao indivíduo analisar a realidade percebida e desenvolver a criatividade de maneira a mudar a realidade que foi analisada. Percebe-se que a Arte pode favorece abordagens diversas da cultura no processo educativo e uma relação criadora com outras disciplinas, uma vez que a própria arte possui uma dimensão interdisciplinar. Através dessas possibilidades, a música, como manifestação Artística e citada no PCN de Arte, apresenta-se como elemento a ser trabalhado e utilizado nesse processo. A proposta triangular foi sistematizada na década de 80 pela professora e pesquisadora Ana Mae Barbosa. Essa proposta tem em sua natureza epistemológica o fazer artístico, a leitura da obra de arte e a contextualização. Essa proposta permite a abordagem da arte na educação de forma sistemática e significativa, possibilitando a ampliação da capacidade cognitiva, estética e social. Segundo Lívia Marques Carvalho (2005), os três eixos norteadores citados no PCN-Arte - produção, fruição e reflexão - derivados da proposta triangular, foram concebidos originalmente para o ensino de artes plásticas, nos PCN são colocados para a área de Arte como um todo. Lívia destaca que a influência marcante da Proposta Triangular na orientação pedagógica dos PCN-Arte, é um dado positivo, uma vez que esta abordagem é muito discutida e difundida na área de artes plásticas/visuais, através de encontros, seminários, relatos e vários tipos de publicações, sendo adotada em diversas escolas. A interdisciplinaridade será concebida, de acordo com Fazenda (2005), como uma mudança de atitude no compreender e entender o conhecimento, uma troca em que todos saem ganhando: alunos, professores e a própria instituição. A professora Ivani Fazenda vai além da simples definição de interdisciplinaridade em suas colocações, nos fala sobre uma mudança de atitude, que Ana Amália Barbosa, citando Fazenda (1994), defini como sendo: [...] uma atitude frente a alternativas para conhecer mais e melhor; atitude de espera frente aos atos não consumados, atitude de reciprocidade que impele à troca, que impele ao diálogo, ao diálogo com pares anônimos ou consigo mesmo, atitude de humildade frente à limitação do próprio saber, atitude de perplexidade frente à possibilidade de desvendar novos saberes, atitude de desafio, frente ao novo, desafio em redimensionar o velho, atitude de envolvimento e comprometimento com os projetos e com as pessoas neles envolvidas, atitude pois, de compromisso em construir sempre da melhor forma possível, atitude de responsabilidade, mas sobretudo de alegria, de revelação, de encontro, enfim, de vida. (FAZENDA, 1994 apud BARBOSA, 2003, p. 106). Em relação a proposta do professor Koellreutter, em consonância com o exposto até aqui, o ensino pré-figurativo procura visualizar a Educação Musical com possibilidades de 4

5 contextualização, sensibilização, respeito, troca de experiências, novas vivências e conhecimentos, dinâmicas que podem proporcionar um posicionamento do sujeito frente à sua realidade sociocultural e na capacidade de compreensão e transformação da mesma. Segundo o próprio Koellreutter (1997), a Educação Musical dentro da proposta do ensino préfigurativo (...) orienta e guia o aluno, não o obrigando, porém, a sujeitar-se à tradição, valendo-se do diálogo e de estudos concernentes àquilo que há de existir ou pode existir, ou se receia que exista. Um sistema educacional em que não se educa, no sentido tradicional, mas, sim, em que se conscientiza e orienta os alunos através do diálogo e do debate. (KOELLREUTTER, 1997) Trata-se de uma (...) atitude pedagógica e educadora em seu sentido mais amplo, aponta caminhos futuros porque respeita o presente, o contexto, as possibilidades que se apresentam, visando preservar e enriquecer o espírito criador (BRITO, 2001). Segundo Joly (2003), a utilização da música na educação não deve ficar restrita a ensinamentos técnicos e formais, mas ser usada como elemento de potencial significativo no processo pedagógico. Deve-se procurar visualizá-la com possibilidades de contextualização, sensibilização, respeito, troca de experiências, novas vivências e conhecimentos, dinâmicas que podem proporcionar um posicionamento do sujeito frente à sua realidade sociocultural e na capacidade de compreensão e transformação da mesma, como destaca também o professor Koellreuter (1997). Objetivo geral Realizar o resgate e novas articulações e envolvimento com a cultura popular através da música, das artes visuais e das artes cênicas, numa perspectiva interdisciplinar. Objetivo específico Analisar a presença, a abordagem e a utilização de cantigas, brincadeiras e jogos tradicionais da nossa cultura no contexto escolar. 5

6 Possibilitar o diálogo e a aproximação de gerações de parentes e alunos através de uma investigação sobre as músicas folclóricas, as brincadeiras e jogos tradicionais presentes em diferentes épocas, contextualizando e comparando. Utilizar as artes musicais, visuais e cênicas através da proposta triangular, em um trabalho interdisciplinar com os conteúdos da educação física, literatura e português, no resgate e manutenção da cultura popular brasileira. Desenvolvimento O projeto foi aplicado em uma escola particular de educação infantil, localizada na periferia de Belo Horizonte, em uma turma com 14 crianças entre 5 e 6 anos de idade, entre os meses de setembro e dezembro de 2005, duas vezes por semana, com duração de uma hora e trinta minutos cada encontro. As atividades foram desenvolvidas, tendo a arte como eixo central e com base nos pressupostos apresentados acima, em parceira com a professora regente, criando e possibilitando oportunidades de intervir na prática educativa contribuindo no processo de desenvolvimento dos professores e dos estudantes. As etapas e atividades propostas para execução do projeto foram: Apresentação e sensibilização da aplicação da proposta na escola; Seleção e estudo dos temas do folclore infantil dentro do repertório de músicas de Villa-Lobos; Apresentação e desenvolvimento de atividades que pudessem oferecer oportunidade para os estudantes conhecerem o projeto e possibilitar debates para mudanças e implementações; Ouvir e cantar as cantigas selecionadas; Confecção de instrumentos musicais utilizando materiais diversos e /ou sucatas; Relacionar e debater sobre as músicas folclóricas com as brincadeiras de roda; Entrevista com os familiares dos estudantes em busca de comparações de épocas diferentes em relação às músicas, as brincadeiras e os jogos tradicionais, possibilitando a contextualização e o resgate dos mesmos; Identificar jogos e brincadeiras nas obras dos artistas Pieter Bruegel (renascentista) e Candido Portinari (moderno); 6

7 Debater e listar quais brincadeiras ainda são conhecidas e praticadas atualmente; Produzir e criar possibilidades de fazer uma releitura das obras relacionadas através de desenhos, pinturas e encenações; Apresentação das brincadeiras atuais; Tocar, cantar, dançar e representar as cantigas e as brincadeiras de roda. Avaliação de resultados Foram realizadas alterações no desenvolvimento e aplicação das atividades, o que permitiram uma maior dinâmica e flexibilidade no desenvolvimento do projeto. A proposta central não sofreu nenhuma modificação, mas a forma como algumas atividades estavam propostas sim - a escolha das músicas e brincadeiras, a forma de abordagem, o grau de dificuldade das atividades propostas, etc.. Foi considerada e respeitada a parceria com a professora regente, que garantiu parte do caráter interdisciplinar do projeto. Houve muita abertura e disposição para o desenvolvimento do projeto. A professora procurou elaborar atividade considerando os trabalhos realizados com a turma, aproveitando alguns elementos que fossem abordados principalmente nas aulas de português. Desde o início as crianças foram muito receptivas e se mostraram entusiasmadas com a possibilidade da realização do projeto. Conversando com elas, foi possível perceber que isso, em parte, ocorreu pelo fato de ter sido um trabalho envolvendo atividades ligadas a arte e em conjunto com a professora, respeitando o planejamento e o que já estava sendo realizado. Nas primeiras aulas foram desenvolvidas dinâmicas que possibilitaram a criação de laços de confiança, permitindo, em um curto espaço de tempo, que os alunos compreendessem a proposta e pudessem participar com envolvimento e interesse, inclusive sugerindo como as atividades poderiam ser realizadas em determinados momentos. Procurouse incentivar a participação efetiva das crianças. O tema central foi abordado em todos os encontros, repetindo algumas atividades e às vezes variando, mas mantendo uma linha de trabalho que fez com que as crianças se sentissem seguros, confiantes, atentos em cada etapa, participando de forma dinâmica. Foi possível abordar e desenvolver atividades sobre as cantigas e brincadeiras de roda, tendo como eixo central o trabalho de resgate da cultura popular realizado por Villa-Lobos; 7

8 Ampliar o conhecimento em relação às cantigas e os jogos tradicionais da nossa cultura através de entrevistas e conversas com os pais e parentes dos estudantes; Utilizar o quadro de Peter Bruegel, jogos infantis, no resgate e em novas articulações dos jogos e brincadeiras infantis tradicionais presentes em nossa cultura; Traçar um paralelo entre Villa-Lobos e Bruegel, através do material que utilizamos nos encontros (a impressão do quadro de Bruegel, assim como uma fita de vídeo com um documentário sobre o mesmo quadro e um CD com algumas cantigas gravadas por Villa- Lobos). Destacar a importância de ambos na manutenção e divulgação da cultura tradicional dos paises onde viveram, contextualizando os períodos; Conhecer um pouco sobre as cantigas e brincadeiras de roda das crianças, assim como os jogos infantis que praticam atualmente; Desenvolver atividades utilizando a música, as artes cênicas e as artes plásticas, contextualizando com elementos e práticas de interesses presentes no cotidiano das crianças; Possibilitar à professora regente da turma a apropriação das atividades desenvolvidas para realizar trabalhos e desenvolver novas atividades na abordagem de outros conteúdos; Considerações finais Durante a aplicação do projeto, procuramos conhecer um pouco da dinâmica da escola, da concepção da professora e da coordenadora da turma em relação à Arte na educação, em relação à presença da Arte na formação das crianças do 3o período da educação infantil e o tratamento dado à cultura popular no contexto escolar. Foi possível constatar que: a escola reconhece a importância da arte na educação, que gostaria de contratar um especialista na área, mas alegam não ter condições financeiras para isso. A escola não oferece uma infra-estrutura favorável ao desenvolvimento de atividades artísticas. Realizam tais atividades tendo como referencial alguns livros que tratam do assunto e sob a orientação de uma professora formada em licenciatura em educação artística que atua como professora regente do maternal. Essa professora se mostra comprometida com a arte, procurando incluíla nos processos educativos e destacando sua especificidade. No entanto os trabalhos realizados encontram-se vinculados à concepção de educação artística - [...] com atitude habitual que converte a disciplina em uma pulverização de tópicos, técnicas, produtos artísticos e empobrece o verdadeiro sentido do ensino de Arte. (FUSARI; FERRAZ, 1993, p.) - e não nos conceitos que norteiam a arte-educação, que segundo Fusari e Ferraz (1993), 8

9 vem se apresentando como um movimento em busca de novas metodologias de ensino e aprendizagem de arte nas Escolas, valorizando o professor da área, que discute e propõe um redimensionamento do seu trabalho, conscientizando-o da importância da sua ação profissional e política na sociedade. Foi possível constatar que a Arte pode contribuir significativamente no processo de ensino-aprendizagem, no processo de resgate e de criação de novas articulações envolvendo a cultura popular, principalmente através de abordagens interdisciplinares e contextualizada, respeitando a etapa e a realidade dos estudantes. Acredito que o compromisso sério com a nossa formação através de estudos permanentes, da busca constante das necessidades adequadas de infra-estrutura e do desenvolvimento e aplicação de políticas públicas, nosso trabalho como Arte-educador pode ser de grande relevância no contexto escolar e conseqüentemente na sociedade. Referências Bibliográficas BARBOSA, Ana Mae. As mutações do conceito e da prática. In BAROBOSA, Ana Mae (org.). Inquietações e mudanças no ensino da arte. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, Cap. 1, p BARBOSA, Ana Amália. Interdisciplinaridade. In BAROBOSA, Ana Mae (org.). Inquietações e mudanças no ensino da arte. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, Cap. 7, p BELLOCHIO, Cláudia Ribeiro. Educação musical e professores dos anos iniciais de escolarização: formação inicial e práticas educativas. In: HENTSCHKE, Liane; DEL BEN, Luciana (org.). Ensino de música: propostas para pensar e agir em sala de aula. São Paulo: Moderna, Cap. 8, p BRASIL. Lei de diretrizes e bases da Educação Nacional n o 9394, 20 de dezembro de BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Arte. 2ª ed. Rio de Janeiro: DP&A, BRITO, Teca Alencar de. Koellreutter educador: O humano como objetivo da educação musical. São Paulo: Peirópolis, CARVALHO, Lívia Marques. Expandindo fronteiras: a proposta pedagógica para as artes visuais. Disponível em <http://www.cchla.ufpb.br/pesquisarte/livro/4.html>. Acesso em 13/12/2005. CHAUI, Marilena. A Cultura de massa e a Indústria cultural. In: CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13ª ed. São Paulo: Editora Ática, Cap. 4, p

10 FAZENDA, Ivani C. A. A questão da interdisciplinaridade no ensino. Disponível em <http://www.ensinofernandomota.hpg.ig.com.br/textos/arquivo%20-questao%20da% 20INTERDISCIPLINARIDADE%20NO%20ENSINO.doc>. Acesso em 01/06/2005. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, (Coleção Leitura) FUSARI, Maria Felisminda de Rezende e, FERRAZ, Maria Heloísa Corrêa de Toledo. Arte na Educação Escolar. São Paulo: Cortez, (Coleção Magistério 2 o grau. Série formação geral) JOLY, Ilza Zenker Leme. Educação e Educação Musical: conhecimentos para compreender a criança e suas relações com a música. In: HENTSCHKE, Liane; DEL BEN, Luciana (org.). Ensino de música: propostas para pensar e agir em sala de aula. São Paulo: Moderna, Cap. 7, p KOELLREUTTER, Hans Joachin. O ensino da Música num mundo modificado. In: Caderno de Estudo Educação Musical. Belo Horizonte: Atravez / EMUFMG, N 6 p LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 14ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, MATOS, Adalgisa Helena Gomes de. A arte na formação da docência. Presença pedagógica. Belo Horizonte, v.11, n.64, p.31-39, jul./ago MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Tradução Catarina Eleonor F. da Silva e Jeanne Sawaya; Revisão técnica de Edgard de Assis Carvalho. 8ª Ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, OSINSKI, Dulce Regina Baggio. Arte, história e ensino: uma trajetória. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, (Coleções da nossa época: v. 79) RALHAL, Jurema Luzia de Freitas; ARAÚJO, Anna Rita Ferreira. Arte e Educação: Culturas do Aprender e do Ensinar Desenvolvimento de Competências no Ensino de Arte: Soluções Ou Provocações? Trabalho apresentado no XIV ConFAEB em Disponível em <http://www.jurema-sampaio.pro.br/confaeb2003/confaeb-ju-annarita.pdf>. Acesso em 01/12/2005. PENNA, Maura. PCN nas escolas: e agora? Disponível em <http://www.artenaescola.org. br/pesquise_artigos_texto.php?id_m=12>. Acesso em 13/12/2005. SOUZA, Jusamara et al. O que faz a música na escola? Concepções e vivências de professores do ensino fundamental. Porto Alegre: Programa de Pós-Graduação em Música Mestrado e Doutorado do Departamento de Música UFRGS, i Quando pensadas como produções ou criações coletivas vindas do passado nacional, formando a tradição nacional, a cultura e arte populares recebem o nome de folclore. (CHAUI, 2004, p. 289, grifo da autora) A idéia de cultura popular como manifestação da tradição ou espírito de um povo, segundo CHAUI (2004), surgiu no século XIX durante o Romantismo, período onde a divisão econômico-social das classes afetaria diretamente o plano cultural, trazendo conseqüências aos dias de hoje. 10

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