A música fala por mim Compondo identidades juvenis através de músicas no subnick do Windows Live Messenger

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1 3364 X Salão de Iniciação Científica PUCRS A música fala por mim Compondo identidades juvenis através de músicas no subnick do Windows Live Messenger Aline Tonial Simões 1, Elisabete Maria Garbin 2 (orientador) 1 Faculdade de Educação,UFRGS, 2 Faculdade de Educação,PPGEdu, UFRGS Resumo Esse estudo que é recorte de pesquisa sobre juventudes contemporâneas tem o objetivo de analisar como jovens usuários do Windows Live Messenger manifestam e publicizam seus sentimentos e crenças através de trechos de músicas nos subnicks. Na pósmodernidade, a juventude vem utilizando o chamado ciberespaço como forma de subjetivação, através de sites de relacionamento como o Orkut, em que essa prática é amplamente utilizada, blogs, salas de bate-papo, fotologs e programas de mensagens instantâneas. Ao acessar o Windows Live Messenger que está inserido nessas ciberculturas, o já conhecido MSN, o usuário se depara com a necessidade de narrar-se (com o nome próprio, apelido ou outro artefato identitário) num espaço definido como nickname. Entretanto, agregado a ele há o subnick, destinado à escrita de uma mensagem pessoal. Freqüentemente, os usuários digitam nesse campo uma frase de música, aparentemente tentando definir-se através desses versos. Tomando como referência o campo dos Estudos Culturais, busca-se problematizar o porquê de um verso musical ser usado como forma de expressão, que acaba constituindo-se como artefato de subjetivação. Tendo como material empírico conversas com jovens usuários no Windows Live Messenger, através de um questionário que foi apresentado aos participantes, com questões relacionadas aos versos de músicas usados no espaço destinado ao subnick, os primeiros resultados da pesquisa encaminham-se para a interpretação de que os jovens usam a música para expressar o que estão sentindo e pensando, e essa acaba funcionando como um fundo musical para o momento vivido. Sentimentos como alegria, tristeza, frustrações, dentre tantos outros, são demonstrados por esses sujeitos quando usam a música para falar por si. Estas operam, assim, como uma forma de compor identidades juvenis inscritas nas culturas de seu tempo.

2 3365 Palavras-chave: Juventude, Estudos Culturais, Identidades, Música. Introduzindo o estudo Na pós-modernidade, a juventude vem utilizando o chamado ciberespaço 1 como forma de subjetivação, através de sites de relacionamento como o Orkut, em que essa prática é amplamente utilizada, blogs, salas de bate-papo, fotologs e programas de mensagens instantâneas. O Windows Live Messenger (o já conhecido MSN), que está inserido nessas ciberculturas, é um programa de mensagens instantâneas do Hotmail 2, em que os usuários que possuem uma conta de podem baixar o programa e conectar-se a qualquer pessoa que também o tenha; basta que você adicione o contato desejado e ele aceite o convite, para que ambos possam comunicar-se em tempo real 3. Quando alguém entra no Windows Live Messenger, logo se depara com a necessidade de narrar-se (com o nome próprio, apelido ou outro artefato identitário) num espaço definido como nickname. Entretanto, agregado a ele há o subnick, destinado à escrita de uma mensagem pessoal. Muitas vezes, os usuários digitam nesse campo uma frase de música, aparentemente tentando definir-se através desses versos. Partindo do lugar de freqüente usuária do Windows Live Messenger, me identifico com o grupo de jovens pesquisados, por freqüentemente utilizar a mensagem pessoal para desabafar acontecimentos de minha vida. Em diversos momentos fiz uso deste espaço colocando trechos de música, como este: All I wanna do is find a way back into love (tradução: Tudo o que eu quero é encontrar um caminho de volta para o amor ), que foi o meu subnick durante uma época em que meus sentimentos estavam muito confusos. Usando frases de músicas, eu conseguia colocar pra fora algumas inquietações e mostrar para os outros usuários, aquilo que eu estava sentindo. Isso me confortava, pois as músicas na mensagem pessoal representavam um jeito de mostrar aos meus contatos o que estava 1 Ciberespaço é o novo meio de comunicação que surge da interconexão mundial dos computadores (LÉVY, 1999, p.17). 2 Hotmail (oficialmente Windows Live Hotmail, e mais antigamente Windows Live Mail e MSN Hotmail) é o nome de um serviço de correio eletrônico gratuito, baseado em acesso pela web. O Hotmail foi a primeira empresa de grátis do mundo, e também a primeira a oferecer baseado na web. 3 Também há a possibilidade de outras formas de comunicação entre os usuários, como deixar mensagens para uma pessoa offline, até que a mesma entre novamente e as receba, chamar o contato para uma conversa com áudio - imitando um telefone -, conversar por vídeo/webcam, etc.

3 3366 acontecendo em minha vida. Talvez a explicação para esse comportamento seja encontrada por Hall, que afirma: Nossa participação na chamada comunidade da Internet é sustentada pela promessa de que nos possibilite em breve assumirmos ciber-identidades substituindo a necessidade de algo tão complicado e fisicamente constrangedor como é a interação real. (HALL, 1997, p.5). Como jovem de 21 anos e constante ouvinte de diversos gêneros musicais, entendo que já é comum a nós, jovens, usar a música como artefato identitário; ela emociona, pois muitas vezes reflete relacionamentos, problemas pessoais, sucessos e derrotas. Fundamento minha argumentação no campo dos Estudos Culturais, que aceitam a música como parte da cultura; esta, por sua vez, é concebida, de acordo com Corazza, como uma forma social e histórica de existência, constituída por idéias, atitudes, sentimentos, linguagens, proposições morais, relações, desejos (CORAZZA, 2001, p.2). O objetivo desse estudo é analisar como jovens usuários do Windows Live Messenger tornam públicos os seus pensamentos e, portanto, se publicizam, através de trechos de músicas nos subnicks. Busca-se problematizar o porquê de um verso musical ser usado como forma de expressão, que acaba constituindo-se como artefato de subjetivação. A relevância do estudo está na necessidade de, na perspectiva de um currículo pós-crítico, legitimarmos não somente a alta cultura reproduzida pela escola -, mas também a chamada baixa cultura, uma vez que o campo dos Estudos Culturais entende que o conhecimento como prática de significação faz parte da cultura. Segundo Silva, os Estudos Culturais: [...] analisam instâncias, instituições e processos culturais aparentemente tão diversos quanto exibições de museus, filmes, livros de ficção, turismo, ciência, televisão, publicidade, medicina, artes visuais, música... Ao abordá-los, todos, como processos culturais orientados por relações assimétricas, a perspectiva dos Estudos Culturais efetua uma espécie de equivalência entre essas diferentes formas culturais. (SILVA, 1999, p.139). Também considero importante tentarmos entender essas (novas) práticas culturais das crianças e jovens, uma vez que estes dedicam grande parte de seu tempo livre em espaços da

4 3367 rede como o Windows Live Messenger. Se esses sujeitos gostam tanto de estar nessas ciberespaços, algo de muito significativo deve acontecer ali. Da metodologia O material empírico são conversas com jovens usuários no Windows Live Messenger, através de um rol de perguntas que foi apresentado aos participantes, com questões relacionadas aos versos de músicas usados no espaço destinado ao subnick. As questões foram: 1) Qual o seu nome e idade? 2) A frase no seu subnick é uma música? 3) Qual? De que banda? O que significa (no caso da música ser em outra língua)? 4) Que significado tem essa música (ou verso de música) para você? 5) Por que você colocou essa frase de música no local destinado ao subnick? 6) O que representa, para você, usar uma música no subnick do MSN? A partir das respostas, pude analisá-las e interpretá-las. Até o presente momento, foram realizadas entrevistas com 11 jovens 10 meninas e 1 menino, que são usuários cotidianos do Windows Live Messenger, e têm entre 13 e 18 anos. As conversas aconteceram através da minha conta no Windows Live Messenger. Para que o papo iniciasse, eu explicava que estava realizando um estudo de Iniciação Científica, com o título A música fala por mim - Compondo identidades juvenis através de músicas no subnick do Windows Live Messenger, e perguntava da possibilidade do sujeito fazer parte do estudo. Se o jovem concordasse, então as questões de pesquisa eram apresentadas. Após o término da entrevista, a conversa sempre era salva. Dos resultados As análises das respostas, até o presente momento, apontam que alguns sujeitos entrevistados usam trechos de músicas no seu subnick para demonstrarem algum sentimento e/ou relembrar algum momento vivido. Outros apropriam-se dessas letras por se identificarem com elas; por elas expressarem seus ideais. Como exemplo, trago recorte de conversa com Lúcia, 18 anos frase traduzida de música no subnick dela: mas você é dono do lugar onde meus pensamentos vão se esconder : Alineãm 4 diz: Por que você colocou essa frase de música no local destinado ao 4 Alineãm foi o nickname por mim utilizado durante a realização do estudo, e é o nickname que sempre utilizo quando estou no Windows Live Messenger.

5 3368 subnick? lucy. diz: porque achei bonitinha a frase, e também serve como uma indireta Alineãm diz: Que significado tem essa música/fragmento de musica para você? lucy. diz: nunca ouvi a música, mas essa frase me lembra um certo sentimento(?) 5 Outra participante, Jamila, de 13 anos, respondeu dando ênfase tanto à identificação com a música quanto com a relação da mesma com algum momento vivido frase de música no subnick dela: É que eu te conheço, coração não mente, mas você nem se toca!. O excerto da conversa a seguir, ilustra o argumento: aline 6 diz: Por que você colocou essa frase de música no local destinado ao subnick (mensagem pessoal)? Jamila diz: Porque quando eu escutei essa música pela primeira vez, me identifiquei com algumas partes dela aline diz: O que representa, para você, usar uma música no subnick do MSN, ao invés de colocar seu nome? Jamila diz: bom, eu sempre costumo no nick colocar o meu nome, e no subnick sempre coloco trechos de músicas que me chamam atenção, não teria uma resposta muito correta, mais acho que é costume aline diz: Não seria uma forma de expressão? (por você se identificar com a música) Jamila diz: não sei te dizer ao certo, mais talvez se encaixa com algum momento que eu estou passando Pode-se perceber, com a análise das respostas, que não é tão fácil falar sobre seus sentimentos para outra pessoa. As músicas são freqüentemente usadas nos subnicks, mas pode acontecer das pessoas não conseguirem expressar, em palavras, claramente o que pretendiam com o uso dessas letras. Entretanto, há quem consiga dizer exatamente seus motivos e o que pensa sobre o uso desses artefatos identitários no Windows Live Messenger. 5 Em todos os excertos trazidos aqui por mim, mantive a escrita original das participantes, sem fazer correções. 6 Nessa conversa, meu nickname não era o habitual Alineãm, pois a mesma foi realizada em um computador diferente das demais.

6 3369 Fernanda, de 18 anos, pareceu bem consciente de que usa as músicas como forma de expressar as suas crenças, identificações e sentimentos frase de música no subnick dela: aproveitava os carinhos do mundo, os quatro elementos de tudo : Alineãm diz: A frase no seu subnick é uma música? Se sim, qual? De que banda? Fer diz: Sim, é uma música. O nome é "Ana e o Mar", da banda O Teatro Mágico Alineãm diz: Que significado tem essa música para você? Fer diz: A letra contém várias frases que condizem com os meus sentimentos e minhas filosofias de vida, me faz refletir e aprender, além de ser da minha banda favorita e ter uma belíssima melodia. Alineãm diz: E por que você colocou essa frase de música no local destinado ao subnick? Fer diz: O msn é um meio de comunicação, logo sempre que temos abertura de expor algo que faça parte da nossa identidade para os nossos contatos, isso ajuda a deixar mais claro como somos e do que gostamos, já que as relações pelo msn são virtuais. É como uma maneira de incluir, de alguma maneira, o sentimento em um meio de se relacionar que é totalmente virtual. Segundo Garbin (2001), o nickname que significa apelido, codinome, é um importante marcador de identidade. Analisando as respostas de Fernanda, por exemplo, entendo que neste ambiente que venho observando o Windows Live Messenger - o uso de nickname como identificador parece não ser mais suficiente, ou seja, o subnick e a sua forma de uso acaba reforçando tal artefato de subjetivação. Entendo aqui a identidade numa perspectiva pós-moderna, que considera que ela nunca é fixa e está sempre em processo de transformação. Conforme Hall (1997), as identidades sociais são construídas através da cultura, dentro de representações. Ainda de acordo com Hall: O que denominamos nossas identidades poderia provavelmente ser melhor conceituado como as sedimentações através do tempo daquelas diferentes identificações ou posições que adotamos e procuramos viver, como se viessem de dentro, mas que, sem dúvida, são ocasionadas por um conjunto especial de

7 3370 circunstâncias, sentimentos, histórias e experiências única e peculiarmente nossas, como sujeitos individuais. Nossas identidades são, em resumo, formadas culturalmente. (HALL, 1997, p.26). Com isso, entendo que quando a música é usada no subnick do Windows Live Messenger, ela compõe uma identidade que muitas vezes é momentânea e produz subjetividades discursivas. Algumas considerações Neste recorte de estudo, encontrei muitas respostas para o porquê de uma música estar atrelada ao subnick; elas refletem uma necessidade de mostrar aos outros usuários o que se está sentindo e vivendo, como suas crenças, seus valores, etc., e assim explicar quem se é de uma forma diferente. A música, assim, acaba funcionando como um fundo musical para o momento vivido. De forma a ratificar o que venho afirmando, trago Frith que assim afirma: [...] as funções sociais da música incluem a formação de identidade, o desenvolvimento de um senso de lugar e de contexto social e o gerenciamento de sentimentos. (FRITH 1997 apud GARBIN et al. 2006, p.6). Respostas como a de Gabriela (13 anos), por exemplo que explica usar o trecho de música por aplicar a idéia central da frase em seu cotidiano, fizeram-me ficar encantada com o que pode significar uma letra musical na vida de alguém. Muitas canções que os jovens ouvem, de acordo com Garbin, constituem [...] expressões culturais juvenis, verdadeiros espelhos de seu tempo e enfatizam a presença da música como a trilha sonora da vida cotidiana (GARBIN, 1999, p.1). A partir dessa concepção e da análise de todas as respostas obtidas no estudo, entendo que a necessidade de compartilhar os sentimentos com outros jovens é uma das principais causas que levam os sujeitos incluídos nessa pesquisa a usarem a música como artefato identitário. Por já considerarem que determinadas canções falam por eles, esses jovens acabam se representando através delas. As identidades que são compostas através dos trechos de músicas no subnick do Windows Live Messenger são entendidas por mim como expressões culturais do ciberespaço,

8 3371 uma vez que os sujeitos se apropriam desse lugar para constituírem tais identidades. Ainda de acordo com Frith: [...] a música não pode ser entendida apenas como um reflexo, dos sujeitos, dos povos, das culturas, mas sim como também produtora dos sujeitos, podendo criar experiências diversas. Nesse entendimento, a música também seria uma possibilidade de experiência do indivíduo com ele próprio. (FRITH apud SANTOS, 2006, p.23). Sentimentos como alegria, tristeza, frustrações, dentre tantos outros, são demonstrados pelos sujeitos desta pesquisa quando usam a música como fundo musical para o momento vivido. Estas operam, assim, como uma forma de compor identidades juvenis inscritas nas culturas de seu tempo. Referências CORAZZA, Sandra Mara. Na diversidade cultural, uma docência artística. POA: Pátio Revista Pedagógica, ano V, n.17, maio/julho 2001, p FRITH, Simon. Music and identity. In: HALL, Stuart e DU GAY, Paul (ed.). Questions of Cultural Identity. Sage Publications, GARBIN, Elisabete Maria; SANTOS, Lisiane Gazola; CORRÊA, Anderson Rodrigues; PEREIRA, Angélica; MANSKE, George Saliba; ROSSI, Rossana Cassanta; CAMOZZATO, Viviane. Identidades Juvenis em Territórios Culturais Contemporâneos. Unirevista, UNISINOS, v. 1, Disponível em: <http://www.ufrgs.br/neccso/downloadtextos.html>. Acesso em: 04 de junho de GARBIN, Elisabete Maria. Na trilha sonora da vida. Texto publicado no Jornal NH, suplemento NH na escola. Novo Hamburgo, 11 de setembro de Disponível em: <http://www.ufrgs.br/neccso/downloadtextos.html> Acesso em: 04 de junho de um estudo de chats sobre música da Internet. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Educação, Tese de Doutorado. HALL, Stuart. A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/neccso/downloadtextos.html> Acesso em: 04 de junho de LÉVY, Pierre. Cibercultura. Tradução Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Ed. 34, 1999.

9 3372 SANTOS, Lisiane Gazola. Sons das Tribos compondo identidades juvenis em uma escola urbana de Porto Alegre. Dissertação de Mestrado. Porto Alegre, RS: UFRGS, SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade. Uma introdução às teorias de currículo. B. Horizonte: Autêntica, Wikipédia, a inciclopédia livre. Windows Live Messenger. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/windows_live_messenger>. Acesso em: 19 de maio de Wikipédia, a inciclopédia livre. Windows Live Hotmail. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/windows_live_hotmail>. Acesso em: 19 de maio de 2009.

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