Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Lato Sensu em Língua Inglesa. Trabalho de Conclusão de Curso

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1 Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Lato Sensu em Língua Inglesa SHIRLEY PEREIRA GOMES Trabalho de Conclusão de Curso TÍTULO DIFICULDADES NA PRÁTICA DE TRADUÇÃO DE POSTOS E GRADUAÇÕES NO EXÉRCITO BRASILEIRO UM ESTUDO DE CASO Monografia apresentada ao curso de graduação em Letras Licenciatura em Português e Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade Católica de Brasília, como requisito parcial para obtenção do Título de Licenciado em Português. Autora: Virlane Machado Gomes Portela Orientador: Esp. Rogério da Silva Sales Pereira Orientadora: Msc. Vera Lúcia Cordeiro da Conceição Brasília Brasília - DF 2012

2 VIRLANE MACHADO GOMES PORTELA DIFICULDADES NA PRÁTICA DE TRADUÇÃO DE POSTOS E GRADUAÇÕES NO EXÉRCITO BRASILEIRO UM ESTUDO DE CASO Monografia apresentada ao Programa de Pós- Graduação Lato Sensu em Língua Inglesa da Universidade Católica de Brasília como requisito de avaliação parcial para obtenção do Título de Especialista em Língua Inglesa. Orientador: Esp. Rogério da Silva Sales Pereira Brasília 2012

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4 AGRADECIMENTO A Deus, autor de tudo. A minha mãe, meu pai e meus irmãos, que sempre me encorajaram. Aos familiares e amigos que torceram por mim. Ao meu orientador, Professor Rogério Pereira, que acreditou no meu projeto e contribuiu com sua experiência e sugestões norteadoras. E aos militares do Exército Brasileiro que concordaram em participar das pesquisas, sem os quais este trabalho não seria viabilizado.

5 RESUMO Referência: PORTELA, Virlane. Dificuldades na prática de tradução de postos e graduações no Exército Brasileiro um estudo de caso páginas. Monografia de Especialização em Língua Inglesa Universidade Católica de Brasília, Brasília, O propósito desta pesquisa é estudar as dificuldades encontradas na tradução de postos e graduações da hierarquia do Exército, levando em consideração as línguas portuguesa e inglesa. Para tanto entendemos o Exército Brasileiro como uma comunidade, a qual possui convenções linguísticas específicas, relacionadas à sua identidade, relações sociais e características. Ao traduzirmos textos militares entre línguas diferentes encontramos comunidades linguísticas diferentes, com divergências estruturais, o que acarreta o problema da não equivalência. Buscamos verificar que soluções os tradutores no âmbito do Exército Brasileiro adotam para as dificuldades de tradução, analisando que aspectos são levados em consideração e que aspectos são desconsiderados ao optar-se por uma ou outra solução. Palavras-chave: Tradução. Equivalência Linguística. Postos e Graduações do Exército Brasileiro.

6 ABSTRACT Referência: PORTELA, Virlane. Dificuldades na prática de tradução de postos e graduações no Exército Brasileiro um estudo de caso páginas. Monografia de Especialização em Língua Inglesa Universidade Católica de Brasília, Brasília, The purpose of this research is to study the difficulties encountered in the translation of ranks of the army hierarchy, taking into consideration the Portuguese and English languages. To this end, we understand the Brazilian Army as a community, which has specific linguistic conventions related to its identity, social relationships and characteristics. As we translate military texts between different languages, we deal with different language communities, with structural differences, which engender the problem of non-equivalence. We seek to verify which solutions the Brazilian Army translators adopt for the translation difficulties, analyzing which aspects are taken into consideration and which aspects are disregarded when opting for either solution. Keywords: Translation. Linguistic Equivalence. Ranks in the Brazilian Army.

7 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Comparação entre inglês e italiano Quadro 2 Comparação entre o inglês e o italiano levando em conta o conteúdo Quadro 3 Comparação entre o inglês, o italiano e uma língua X Quadro 4 Possível comparação entre os sistemas para sargentos Quadro 5 Generais nos EUA e suas estrelas Quadro 6 Generais no Brasil e suas estrelas Quadro 7 Comparação entre o Brasil e os EUA para os postos de general...30 Quadro 8 Versão de subtenente para o inglês Quadro 9 Versão de primeiro-sargento para o inglês Quadro 10 Versão de segundo-sargento para o inglês Quadro 11 Versão de terceiro-sargento para o inglês Quadro 12 Versão de general de brigada para o inglês Quadro 13 Versão de general de divisão para o inglês Quadro 14 Versão de general de exército para o inglês Quadro 15 Vradução de brigadier general para o português Quadro 16 Tradução de major general para o português Quadro 17 Tradução de lieutenant general para o português Quadro 18 Tradução de general para o português Quadro 19 Tendência de versão das graduações de sargento do Exército Brasileiro para inglês entre first sergeant e sergeant Quadro 20 Opção de versão das graduações de sargento do Exército Brasileiro para inglês a partir da graduação inferior Quadro 21 Opção de versão das graduações de sargento do Exército Brasileiro para inglês sem considerar subdivisões Quadro 23 Postos em língua portuguesa, Exército de Portugal Quadro 24 Postos em espanhol, Exército da Espanha Quadro 25 Comparação dos postos de Portugal, Espanha e EUA, conforme a OTAN Quadro 26 Opção de versão dos postos de oficiais generais do Exército Brasileiro para inglês a partir do critério de número de estrelas Quadro 27 Opção de versão dos postos de oficiais generais do Exército Brasileiro sem considerar o número de estrelas Quadro 28 Opção de versão literal dos postos de general para inglês Quadro 29 Opção pela tradução com base no número de estrelas Quadro 30 Opção pela tradução de generais do inglês para o português igualando os postos mais baixos Quadro 31 Opção pela tradução literal dos postos de generais do inglês para o português.. 50

8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO A TRADUÇÃO COMO INTERPENETRAÇÃO A TRADUÇÃO IMPOSSÍVEL A TRADUÇÃO POSSÍVEL O DILEMA DO TRADUTOR A PESQUISA O CENÁRIO O Exército Brasileiro O relacionamento internacional e a necessidade de tradução Unidades do Exército que utilizam a atividade da tradução O Quadro Complementar de Oficiais A estrutura de hierarquias HIPÓTESE OBJETIVOS Objetivo geral Objetivo específico OS SUJEITOS ORIENTAÇÃO METODOLÓGICA Os instrumentos da coleta de dados COLETA DE DADOS Questão Questão Questão Questão ANÁLISE E DISCUSSÃO DE DADOS QUESTÃO QUESTÃO QUESTÃO QUESTÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICE A QUESTIONÁRIO... 58

9 9 INTRODUÇÃO A prática de tradução tem sido realizada desde os primórdios da humanidade como resultado da necessidade de se compreender um dado texto em outra língua. Atualmente, são diversas as instituições que dependem dos serviços de tradução porque se relacionam com países de outras línguas. O mesmo ocorre com o Exército Brasileiro, organismo que mantém um amplo espectro de relacionamento internacional, necessitando se comunicar com forças armadas de países falantes de outras línguas. No processo de tradução, a busca pela expressão do significado de um texto que está originalmente em outra língua (língua de origem ou de partida) pode ser um processo simples ou não: quando falta um termo equivalente na língua para a qual se deseja traduzir (língua de chegada), o tradutor se vê diante de uma dificuldade. No afã de se fazer compreender, resta ao tradutor se utilizar dos recursos possíveis para sanar dificuldades dessa natureza. No âmbito do Exército Brasileiro, são realizadas, com bastante frequência, traduções de textos com terminologia militar. Entre as línguas portuguesa e inglesa, os postos e graduações da hierarquia militar são itens que costumam trazer dificuldades de tradução causadas pela falta de equivalentes. O objetivo da presente pesquisa é estudar casos em que a prática de tradução de postos e graduações no âmbito do Exército Brasileiro depara-se com dificuldades, tendo por referência a língua portuguesa falada no Brasil e a inglesa falada nos Estados Unidos. Exploramos as dificuldades que emergem nas traduções da terminologia, mostramos a forma como os tradutores militares do Exército Brasileiro resolvem essas dificuldades e estudamos os aspectos que são levados em conta ou desconsiderados em cada caso. Tomamos como referência o Exército Brasileiro e o Exército dos Estados Unidos na consideração dos postos e graduações. Assim, este trabalho está dividido nos seguintes capítulos: referencial teórico, pesquisa e análise e discussão de dados. No primeiro capítulo, apresentamos a fundamentação teórica relativa às dificuldades da prática de tradução. Apresentamos um conceito preliminar no âmbito da tradução, que serve de base para o entendimento das análises dos dados obtidos durante a pesquisa: o conceito de traduzir, que, aparentemente, remete para algo simples, porém, acaba levando à questão de se determinar as implicações que dizer a mesma coisa em outra língua acarreta. Falamos, também, da necessidade de se conhecer as estruturas das línguas de partida e de chegada, da possibilidade de distorções de significado quando um texto migra de uma língua para outra e na interpenetração das duas línguas, que se expressa na

10 10 obra traduzida. Mostramos, também, que a tradução pode ser considerada algo teoricamente impossível, assim como pode ser vista como algo possível e, por fim, falamos do importante papel do tradutor no processo. No segundo capítulo, temos os aspectos relacionados à pesquisa. Apresentamos o cenário da pesquisa, que é o Exército Brasileiro. Visualizamos essa instituição no contexto do relacionamento internacional, que, por exigir a comunicação entre países, exige, também, o serviço de tradução que viabilize a comunicação entre países. Mostramos unidades na instituição que trabalham com tradução. Mostramos o quadro de onde emanam os profissionais que trabalham com língua estrangeira e delimitamos os sujeitos de nossa pesquisa. Apresentamos, ainda, a forma como obtivemos os dados por parte dos sujeitos, aos quais entregamos questionários em busca de respostas a questões de difícil tradução no âmbito do Exército. Por fim, mostramos as questões aplicadas e apresentamos as respostas obtidas já consolidadas. No terceiro capítulo, analisamos as respostas questão por questão, levando em consideração os aspectos que são favorecidos e desfavorecidos em cada solução adotada para as dificuldades de tradução. Nesse processo, relacionamos os dados obtidos com a teoria estudada. Após as análises, tecemos as considerações finais a respeito das soluções encontradas para as dificuldades de tradução de postos e graduações no âmbito do Exército Brasileiro e da tendência de opção por um determinado caminho. Visualizamos, por fim, possibilidades e horizontes na área da tradução no âmbito do Exército Brasileiro.

11 11 1 REFERENCIAL TEÓRICO Neste capítulo, apresentamos o referencial teórico utilizado como base para a execução deste estudo. A seguir, apresentamos conceitos preliminares necessários ao entendimento das análises dos dados obtidos durante a pesquisa, enquanto apresentamos a tradução como interpenetração de dois sistemas. Apresentamos, também, as vertentes teóricas que tratam a tradução como algo impossível, as vertentes que tratam a tradução como algo possível e, finalmente, falamos sobre o papel do tradutor. 1.1 A TRADUÇÃO COMO INTERPENETRAÇÃO O primeiro conceito que devemos ter em mente é o de traduzir. Esse conceito parece, à primeira vista, bastante óbvio. Se verificarmos num dicionário comum, como o Michaelis (2009), veremos que traduzir é verter de uma língua para outra. Se consultarmos o dicionário Priberam da Língua Portuguesa (2011), veremos que traduzir é fazer passar (uma obra) de uma língua para outra. Podemos, ainda, optar pelo conceito que Eco (2007) nos traz à tona de que traduzir é dizer a mesma coisa em outra língua. Pois verter de uma língua para a outra, fazer passar de uma língua para outra ou dizer a mesma coisa em outra língua é, de fato, mais complexo do que pode parecer à primeira vista. Eco (2007) entende que o primeiro problema é o significado de dizer a mesma coisa. Podese dizer a mesma coisa de várias formas distintas. Dentre as possíveis formas, podem-se usar sinônimos e podem-se usar explicações ou definições. O segundo problema ocorre quando nem sabemos o que é a própria coisa, ou seja, quando não entendemos o próprio conceito a ser traduzido. Se não entendemos o que a coisa é na língua de origem, não podemos dizer a coisa em outra língua. Para Eco (2007), se diz a mesma a coisa quando se produz efeitos no leitor da obra traduzida análogos aos efeitos que o texto original produz. Esses efeitos são descritos por Eco como de caráter semântico, sintático, estilístico, métrico, fonológico, simbólico e são, ainda, efeitos passionais. Ou seja, dizer a mesma coisa é causar o mesmo efeito em vários aspectos. Para ser capaz disso, o tradutor deve entender o sistema interno da língua, assim como a estrutura de seu texto. Somente assim, será capaz de produzir um novo texto que produza no leitor de outra língua os efeitos desejados. Bassnett (2003), ao conceituar tradução, deixa claro que o objetivo de uma tradução é produzir, no texto de chegada, um significado aproximado ao significado do texto de partida,

12 12 permitindo-nos entender que nem sempre se obtém, no texto de chegada, um significado exatamente igual ao do texto de partida. É assim que afirma: O que se entende normalmente por tradução envolve a transferência de um texto originalmente escrito numa língua, a língua de partida (LP), para uma língua de chegada (LC) por forma a garantir que 1) o significado dos dois textos seja aproximadamente o mesmo e que 2) as estruturas da LP sejam preservadas tanto quanto possível, mas não tanto que distorçam gravemente as estruturas da LC (BASSNETT, p. 20). Com essa colocação, a autora levanta a questão das diferenças estruturais entre as línguas, ao falar da busca de se preservar a estrutura da língua de partida e não distorcer gravemente a estrutura da língua de chegada. Basnett (2003) vai mais longe e concorda com Levý (1963 apud HOLMES, 1970), segundo quem, uma tradução é, na verdade, uma interpenetração e um composto heterogêneo de duas estruturas, em que se tem, de um lado, os conteúdos semânticos e os contornos formais do original e, do outro, as características da língua da tradução. Com esse conceito, Levý (1963 apud HOLMES, 1970) nos lembra que entre, as duas línguas, há não apenas diferenças semânticas, mas também diferenças formais. E que, também, a tradução está num ponto que é comum às duas estruturas, de tal forma que se torna a interpenetração das mesmas. 1.2 A TRADUÇÃO IMPOSSÍVEL A questão da tradução sempre toca o aspecto das diferenças entre os sistemas linguísticos, já que uma tradução é realizada entre línguas diferentes. A teoria do linguista alemão Wilhem von Humbold ( ) considera que cada sistema linguístico é parte intrínseca de uma dada cultura. É assim que Humboldt (Trad. Paulo Oliveira, 2006) defende que é a própria cultura que determina a necessidade de se expressar conceitos naquele sistema linguístico ou naquela língua. É a cultura que produz conceitos. Os conceitos, que são culturalmente determinados, são próprios de cada língua existente em determinada cultura. Coerentemente, os conceitos existentes em uma língua da cultura x não teriam, a rigor, relação nenhuma com os conceitos em uma língua da cultura y. Assim, as palavras de línguas diferentes representam mundos diferentes, que estão de acordo com as visões de mundo dos sujeitos, determinadas pela sua cultura. E, mesmo que um dicionário atribua a equivalência de

13 13 sentidos a duas palavras de línguas diferentes, as palavras não expressam, de fato, equivalentes no mundo real. Acolhendo a ideia humboldtiana, José Ortega Y Gasset, filósofo espanhol ( ), nos fornece o conhecido exemplo do conceito de floresta. A entrada floresta, no dicionário bilíngue português-alemão, é tida como equivalente de Wald. Porém a palavra floresta, para um brasileiro, possivelmente trará à sua mente o tipo de floresta que existe no Brasil, semelhante à Floresta Amazônica. Por outro lado, a palavra Wald, para um alemão, possivelmente trará à sua mente o tipo de floresta que existe na Alemanha, semelhante à Floresta Negra. Uma mesma entrada no dicionário, portanto, representa mundos diferentes, determinados culturalmente (ORTEGA Y GASSET, 1947). Acompanhando essa linha de raciocínio, toda tradução é, a rigor, impossível. Essa é a linha de pensamento de Ortega y Gasset, que acredita que a tradução é uma utopia. Ele discorda da suposição de que tudo poderia facilmente exprimir-se em cada língua (ORTEGA Y GASSET, 1947). Mounin (1975) aborda a questão de uma forma diferente. Segundo ele, vários exemplos tendem a justificar a existência de visões de mundo irredutivelmente diferentes ou de civilizações impenetráveis, buscando defender a ideia de que realizar uma tradução é impossível. Porém, esses exemplos podem ser refutados por uma observação lógica relativamente elementar do autor: a observação de que sujeitos com diferentes níveis de experiência de mundo podem se deparar com fatos que os surpreendam. Isso ocorre com sujeitos de culturas muito diferentes, mas ocorre também com sujeitos que fazem parte de uma comunidade falante da mesma língua. Portanto, comunidades diferentes, que segmentam o mundo de forma diferente, possuem designações distintas para esse mundo. Por serem distintas, as designações causam estranheza aos sujeitos. Mounin (1975, p. 180) explica: A riqueza das designações dos índios Pyallup quando se trata de salmões, as dos esquimós para a neve, de certas sociedades africanas com relação às palmeiras, dos gaúchos argentinos com referência à pelagem dos cavalos, nos causavam espanto como modalidade diferente da nossa de segmentar a experiência do mundo, como uma visão do mundo diferente da nossa. O que o autor quer destacar é que falantes da mesma língua podem possuir níveis de experiência de mundo diferentes também. E que, quando isso ocorre, essas diferenças, mesmo dentro de uma mesma língua, causam estranhamentos com relação à forma de designar o mundo. Dessa forma, Mounin (1975, p. 180) afirma que:

14 14 Sempre que o nível de experiência do mundo não é o mesmo para dois grupos determinados de falantes numa mesma língua, seria possível reunir fatos tão surpreendentes quanto os que vamos colher em outro hemisfério. Onde crianças de cidades só reconhecem passarinhos, os camponeses caçadores distinguem e designam trinta espécies de pássaros. As abordagens acima corroboram a relação forte que existe entre língua e identidade humana, incluindo a cultura. Spolsky (1999) considera que a língua é uma característica central da identidade humana, porque reflete a identidade, em todos os seus aspectos, como gênero, nível educacional, profissão e local de origem. A língua é, ainda, para o autor, um forte símbolo de identidade nacional e étnica. Por conta da forte ligação entre língua e cultura, há situações em que a tradução é considerada impossível. Mounin (1975, p. 248) defende, que apesar disso, não se pode ampliar o caso específico e atribuir o fato às traduções interlínguas de uma forma geral. O autor afirma: [...] a tradução nem sempre é possível. Só o é numa certa medida e dentro de certos limites entretanto, em lugar de apresentar essa medida como eterna e absoluta, nós a deveremos determinar em cada caso, e descrever com precisão os seus limites; será necessário elaborar a estatística dos sucessos traducionais para um determinado texto e para um determinado par de línguas. De cada vez, será preciso contar os fatos, em lugar de estender a toda a língua as conclusões extraídas de um pequeno número de fatos. A impossibilidade de se traduzir pode ser definida como intraduzibilidade. Para Basnett (2003, p. 64), Ao nível linguístico, a intraduzibilidade ocorre quando não existe na LC [língua de chegada] um substituto léxico ou sintático para um dado item de uma LP [língua de partida]. Por outro lado, devemos destacar que existem aspectos que permeiam todas as línguas. Mounin (1975) cita os universais ecológicos: frio e calor, chuva e vento, terra e céu, reino animal e reino vegetal, divisões planetárias do tempo, dia e noite, partes do dia, meses de origem lunar, ano luni-solar, ciclos de vegetação. Cita também os universais biológicos, já que todos somos seres humanos e, por conseguinte, temos analogias fisiológicas e psicológicas. Os universais são, da forma como Mounin (1975) apreende, os traços susceptíveis de serem encontrados em todas as línguas ou em todas as culturas expressas por tais línguas. Dentro da perspectiva da possibilidade da tradução, os elementos comuns a todas as línguas são elementos que podem facilmente ser traduzidos. Os elementos específicos da língua de origem podem ser responsáveis pela dificuldade ou impossibilidade

15 15 de tradução, dependendo da densidade de sua presença no texto. Se a obra contiver características comuns a todas as línguas, será mais facilmente traduzida. 1.3 A TRADUÇÃO POSSÍVEL Eco (2007, p. 19) afirma, com relação à teoria da impossibilidade da tradução, que talvez a teoria aspire a uma pureza da qual a experiência pode abrir mão. Eco (2007) entende que as línguas e as culturas subdividem o conteúdo pensável e classificável de modos distintos. E que os sistemas linguísticos são, portanto, incomensuráveis, mas nem por isso, incomparáveis. O exemplo dado por Eco (2007) entre as línguas inglesa e italiana ilustra bem a questão da comparabilidade das línguas, pois é passível de ocorrer em qualquer par de línguas. Em italiano, temos uma só palavra (nipote) para os três termos em inglês nephew, niece e gradchild sobrinho, sobrinha e neto(a). As duas línguas subdividiram o continuum do conteúdo de modos diversos. Parece que, onde os ingleses reconhecem três distintas unidades de conteúdo, os italianos identificam apenas uma, como se um espaço semântico em italiano estivesse se contrapondo a três espaços semânticos em inglês, como mostra o Quadro 1: Quadro 1 Comparação entre inglês e italiano INGLÊS Nephew Niece Grandchild ITALIANO Nipote Fonte: ECO (2007, p. 47) Mas, como explicado por Eco (2007), a despeito das aparências, o que ocorre na verdade é que os italianos também reconhecem as três unidades de conteúdo, que estão expressas na língua inglesa por três termos diferentes. Porém, os italianos as expressam com um termo homônimo. Os italianos não ignoram a diferença entre o filho do próprio filho ou do filho do irmão. São unidades de conteúdo distintas, mas expressas pela mesma palavra. Devido ao uso de uma mesma palavra para expressar unidades de conteúdo diferentes, os italianos, segundo Eco (2007, p. 48), podem ter mais dificuldades para desambiguar certos

16 16 enunciados quando emitidos fora de um contexto adequado. Existe, sim, um conteúdo tripartido, apesar de não haver três termos italianos. É isso o que nos mostra o Quadro 2: Quadro 2 Comparação entre o inglês e o italiano levando em conta o conteúdo Termos Ingleses CONTEÚDO Termos Italianos Nephew Filho do irmão ou irmã Niece Filha do irmão ou irmã Nipote Grandchild Filho(a) do filho (a) Fonte: ECO (2007, p. 48) Se considerarmos uma terceira língua, poderíamos obter o resultado mostrado no Quadro 3, em que os termos se tornam mais específicos na língua X, em relação aos termos do inglês, que já é mais específico que os termos do italiano: Quadro 3 Comparação entre o inglês, o italiano e uma língua X Termos Italianos Termos Ingleses CONTEÚDO Termos da língua X Nephew Filho do irmão A Filho da irmã B Nipote Niece Filha do irmão C Filha da irmã D Grandchild Filho(a) do filho E Filho(a) da filha F Fonte: Adaptado (ECO, 2007, p. 49) Cabe ao tradutor, segundo Eco (2007) fazer conjecturas sobre o sentido em que um termo como gradchild foi usado em um dado contexto e decidir como traduzi-lo na língua X, se como E ou como F. Como a tradução será feita a partir de um texto inserido em algum contexto linguístico ou proferido em alguma situação específica, será possível ao tradutor saber ou conjecturar sobre as possibilidades. Somente depois de conjecturar sobre as possibilidades, pode o tradutor realizar a versão de um texto de uma língua para a outra: [...] dado todo o espectro do conteúdo posto à disposição por um verbete do dicionário (mais uma razoável informação enciclopédica), o tradutor deve escolher a acepção ou o sentido mais provável e razoável e relevante naquele mundo possível (ECO, 2007, p. 50).

17 17 Para Eco (2007, p. 54), [...] os sistemas linguísticos são comparáveis e as eventuais ambiguidades podem ser resolvidas quando se traduzem textos à luz dos contextos e em referência ao mundo do qual aquele dado texto fala. Um exemplo similar que Magalhães (1981) nos dá ocorre entre o chinês e o português. Em chinês, há termos específicos para designar o primeiro irmão mais velho e o segundo irmão mais velho, indicando a importância do eixo etário na hierarquia familiar. Uma tradução do chinês para o português implicaria, segundo o autor, a explicitação dos conceitos em notas de rodapé para possibilitar o entendimento do leitor brasileiro. Podemos perceber que a tradução envolve operar sobre fatos associados a todo o contexto cultural, como afirma Mounin (1975), além de operar linguisticamente. Com relação ao contexto, o papel do tradutor é preponderante, pois, além de ser responsável pela desambiguação, o tradutor realiza o papel fundamental de interpretação. Para Eco (2007), a cada tradução precede uma interpretação do tradutor. É essa interpretação que deve determinar, dentre as possíveis consequências ilativas que o texto sugere, quais podemos cortar. Traduzir significa sempre cortar algumas das consequências que o termo original implicava. Nesse sentido, ao traduzir, não se diz nunca a mesma coisa (ECO, 2007, p. 107). Portanto a tradução é possível e depende grandemente da capacidade interpretativa do tradutor, que sempre faz escolhas no que tange aos aspectos que valoriza. Ao fazer isso, porém, a tradução nem sempre expressará todas as dimensões do texto original, como nos explica Gadamer (1960 apud ECO 2007, p. 106): Se queremos ressaltar na tradução um aspecto do original que nos parece importante, isso só pode acontecer, às vezes, à custa de deixar em segundo plano ou até mesmo de eliminar outros aspectos igualmente presentes. Mas é justamente isso que chamamos de interpretação... Na medida, porém, em que [o tradutor] nem sempre está em condições de expressar todas as dimensões do texto, seu trabalho implica também uma contínua renúncia. Concluímos que a tradução, enquanto possível, não é vista, contudo, como perfeita, pois há aspectos que o tradutor pode precisar renunciar. 1.4 O DILEMA DO TRADUTOR Vimos acima que, ao falar da possibilidade da tradução, entramos necessariamente na seara do papel do tradutor. Afinal, é ele, de fato, quem torna o impossível possível, porém o tradutor tem à sua frente um dilema típico. Berman (2002) entende que o tradutor serve a dois

18 18 senhores, citando Franz Rosenzwieg. Berman (2002, p. 15) explica que trata-se de servir à obra, ao autor, à língua estrangeira (primeiro senhor) e de servir ao público e à língua própria (segundo senhor). Esta escolha, para Berman (2002), entre quem servir surge como o drama do tradutor. Por exemplo, para traduzir uma obra da língua estrangeira para a língua nativa, ao escolher por patrão o autor a obra e a língua estrangeira, o tradutor pode gerar um texto que soa estrangeiro e não natural na língua nacional. Ao escolher por patrão o público e a língua mãe, e, assim, adaptar o texto à língua-mãe, o tradutor pode gerar um texto que soe natural, mas pode ter traído a obra estrangeira. A questão da fidelidade e da traição vem à tona no domínio da tradução. Eco (2007) acredita que todo autor busca na respectiva obra traduzida, implicitamente, fidelidade para com o seu texto. Defende que a obra traduzida deve sempre visar encontrar a intenção do texto original. Dessa forma, pode-se entender que traduzir uma expressão como you re just pulling my leg literalmente produziria um efeito não intentado pelo texto original. Para colocar o leitor de uma outra língua na mesma situação em que o texto queria deixar o leitor de língua inglesa, o tradutor precisaria usar de certa infidelidade, ao não traduzir literalmente. Porém, essa infidelidade seria, na verdade, um ato de fidelidade ao resultado final produzido no leitor pelo texto. As abordagens linguísticas formalistas influenciaram, por bastante tempo, os trabalhos de tradução no sentido de dar considerável importância à língua e ao texto de partida. Com o aparecimento da abordagem funcionalista, a língua e o texto de chegada passaram a ser vistos com mais interesse. Como explica Pagano (2003, p. 30), a teoria da funcionalidade, ou funcionalismo, defende a valorização da adequação da obra ao texto de chegada: [...] a teoria da funcionalidade [...] defende que o tradutor abandone a literalidade lexical e sintática em prol de uma contextualização mais adequada da tradução na língua e cultura de chegada. Com relação a esse assunto, Eco (2007) afirma que é preciso que o tradutor lance mão da negociação: abrir mão de algo para obter outra coisa. De um lado, o texto-fonte, o autor e toda a cultura em que o texto foi gerado, de outro lado, o texto de chegada e a cultura e as expectativas do provável leitor e da indústria editorial.

19 19 2 A PESQUISA Como vimos no capítulo anterior, a tradução pode ser percebida teoricamente como impossível, assim como pode ser vista como possível em outro universo teórico. Pode-se falar, ainda, do grau de traduzibilidade de um texto, a depender das especificidades que são inseridas no texto, fugindo ao domínio universal do conhecimento humano. Vimos, também, que o tradutor faz escolhas a partir de sua interpretação do texto e de sua atribuição de relevância a determinados aspectos do sentido, os quais decide privilegiar em detrimento de outros. Sempre levando em conta as dificuldades na realização da tradução e o papel do tradutor no processo decisório, realizamos uma pesquisa sobre a tradução no âmbito do Exército Brasileiro. Nosso questionamento é quanto às soluções dadas pelos tradutores no Exército Brasileiro aos impasses que existem na tradução entre termos militares do Exército Brasileiro e termos militares do Exército dos Estados Unidos. Com esse questionamento sistemático, pretendemos dialogar com a realidade de forma crítica. Nesse sentido, concordamos com Demo (1996, p. 34), que insere a pesquisa como atividade cotidiana considerando-a como uma atitude, um questionamento sistemático crítico e criativo, mais a intervenção competente na realidade, ou o diálogo crítico permanente com a realidade em sentido teórico e prático. Neste capítulo, falaremos sobre o cenário da pesquisa, a orientação metodológica e a coleta de dados. Na seção sobre o cenário, destacaremos aspectos relevantes do Exército Brasileiro para a compreensão da pesquisa. Mostraremos a importância do trabalho de tradução nessa instituição e ressaltaremos os setores do Exército que mais fazem uso da atividade de tradução. Destacaremos o perfil dos respondentes da pesquisa. Na seção sobre a orientação metodológica da pesquisa, falaremos sobre o tipo de pesquisa realizada, que foi a qualitativa, e os instrumentos da coleta de dados, que foram os questionários. Na seção sobre coleta de dados, explicaremos as questões propostas ao respondente e mostraremos as respostas obtidas por meio dos questionários respondidos. 2.1 O CENÁRIO A pesquisa é realizada no âmbito do Exército Brasileiro. Para situarmos a pesquisa nesse cenário, é necessário entendermos um pouco da relação da tradução com essa instituição, entendermos aspectos gerais da instituição, o seu relacionamento internacional,

20 20 sabermos as unidades que utilizam o serviço da tradução, conhecermos o quadro de profissionais que trabalha com tradução e como funciona o sistema de hierarquia O Exército Brasileiro Como parte das Forças Armadas do Brasil, a instituição Exército Brasileiro tem, como missão, preparar a Força Terrestre para defender a Pátria, garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem (BRASIL, 1988). O Exército participa, ainda, de operações internacionais, cumpre atribuições subsidiárias e apoia a política externa do País. No organograma da instituição, subordinados ao Comandante do Exército, estão os órgãos de assessoramento, direção e de apoio. Hierarquicamente inferiores a esses órgãos, estão os elementos que constituem a Força Terrestre, que são as unidades voltadas para o preparo e emprego de tropas, atividade-fim do Exército. Um órgão de alto escalão do Exército é o Estado-Maior do Exército (EME), conhecido como órgão de direção geral da instituição. O EME é subdividido em subchefias; uma das quais é responsável pelo relacionamento internacional: a 5 a Subchefia O relacionamento internacional e a necessidade de tradução De acordo com o Regulamento do Estado-Maior do Exército, conhecido como R-173, (BRASIL, 2010) a 5 a Subchefia do Estado-Maior do Exército formula, propõe e mantém atualizadas as políticas e diretrizes estratégicas relativas às atividades do Exército na área internacional, entre outros assuntos, no nível de direção geral. A Subchefia também realiza estudos e emite pareceres sobre as atividades de interesse do Exército na área de relações internacionais e sobre missões de paz sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU) e de outros organismos internacionais. Ela ainda orienta o planejamento, o acompanhamento e a coordenação das missões militares do Exército sob a égide da ONU ou de outros organismos internacionais, bem como orienta a participação do Exército em exercícios, seminários e outras atividades ligadas ao intercâmbio de conhecimento sobre operações de paz. A 5ª Subchefia coordena a parte financeira das missões de paz desempenhadas pelo Brasil, entre as quais se destaca a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti MINUSTAH. A Subchefia de Assuntos Internacionais planeja, coordena e conduz conferências bilaterais com exércitos de nações amigas, que ocorrem tanto no Brasil como no exterior, em

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999.

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. Regulamenta a Lei 9.786, de 8 de fevereiro de 1999, que dispõe sobre o ensino no Exército Brasileiro e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no

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