A REDUÇÃO DE PROBLEMAS DE QUALIDADE ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DO MÉTODO CICLO PDCA: UM ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA COSMÉTICA.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A REDUÇÃO DE PROBLEMAS DE QUALIDADE ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DO MÉTODO CICLO PDCA: UM ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA COSMÉTICA."

Transcrição

1 ISSN A REDUÇÃO DE PROBLEMAS DE QUALIDADE ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DO MÉTODO CICLO PDCA: UM ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA COSMÉTICA. Luis Felipe Vieira Gonçalves (LATEC/UFF) Resumo Este artigo tem o objetivo de apresentar o ciclo PDCA como ferramenta na resolução de problemas usando como base um estudo de caso em uma indústria cosmética. Utilizamos a metodologia de forma descritiva, conforme descrita por Campos (2004)) e bastante discutida por Fonseca (2006). Durante o estudo utilizamos as ferramentas de qualidade: gráfico seqüencial, pareto, diagrama de causa e efeito, matriz GUT, brainstorming, método dos por quês e plano de ação (5WH) no auxílio da implementação do ciclo PDCA. Após o estudo e a implantação do método, já possuímos resultados de quatro meses de análise onde se verifica que os resultados são promissores, demonstrando previamente a eficácia da metodologia ciclo PDCA. Palavras-chaves: Ciclo PDCA, ferramentas da qualidade e problemas de qualidade.

2 1. Introdução O ciclo PDCA teve início na década de 50, criado por Deming e utilizando como base o ciclo chamado de especificação-produção-inspeção criado por Walter Shewhart em 1939, que por sua vez é uma evolução das ciências filosóficas estudadas por Galileu por volta de 1600 (MOEN e NORMAN, 2006). Atualmente, este ciclo é uma das grandes ferramentas quando falamos de melhoria contínua e é requisito mandatório para a certificação em órgãos internacionais (certificação ISO) e nacionais (PNQ). No mundo cada vez mais globalizado e competitivo, é imperativo adotar novas tecnologias de forma veloz e eficaz. As empresas que não o fizerem estarão em desvantagem em relação aos seus concorrentes, terão sua capacidade de atingir metas e resolver problemas comprometidos. Atualmente, uma das aplicações mais comuns para o ciclo PDCA é na solução de problemas, onde problema é o efeito indesejado de um processo, sendo a meta o resultado desejado de um processo, ou seja, problema é uma meta que não foi alcançada (MARSHALL, 2008). Ao longo deste artigo debateremos metodologias e ferramentas da qualidade, onde podemos destacar as seguintes: gráfico seqüencial, pareto, diagrama de causa e efeito, matriz GUT, brainstorming, método dos por quês e plano de ação, que foram fundamentais na implantação do ciclo PDCA para a resolução de problemas, porém o uso destas ferramentas não garante a eficácia do método, sendo importante ressaltar a necessidade do comprometimento dos colaboradores para se atingir o objetivo proposto (MARSHALL, 2008). A metodologia utilizada neste artigo baseou-se em um conceito teórico utilizando referências bibliográficas com conteúdos da área de qualidade. Para maior segurança em um trabalho que passa por assuntos diversos e complexos, buscamos autores já consolidados no assunto, como CAMPOS (1992 e 2004) e (WERKEMA, 1995) para garantirmos o sucesso do trabalho. Esta pesquisa metodológica teve como objetivo consolidar a utilização do ciclo PDCA e das ferramentas da qualidade na redução de problemas de qualidade desta indústria de cosméticos, estes dois modelos são os mais conhecidos entre os praticantes da gestão da qualidade e demonstrou-se extremamente eficaz em diversos segmentos durante a pesquisa bibliográfica (FONSECA, 2006). 2. Revisão de Literatura 2.1 Ciclo PDCA 2

3 O ciclo PDCA é uma das ferramentas mais conhecida da Gestão da Qualidade Total (TQM) (FONSECA, 2006), as definições das iniciais do ciclo derivam dos seguintes termos: P (Plan = Planejar), D (Do = Fazer), C (Check = Verificar) e A (Act = Agir) (WERKEMA, 1995). Na figura 1 abaixo podemos observar uma das maneiras mais utilizadas de demonstrar o ciclo. Figura 1 O ciclo PDCA, Fonte: (CAMPOS, 1992). De acordo com Campos, 2004, devemos realizar um estudo detalhado do problema e descobrir as suas causas fundamentais. Somente após este estudo devemos conceber um plano para bloquear as causas fundamentais. A figura 2 mostra o ciclo de forma mais detalhada e as oito etapas utilizadas na resolução de problemas que serão a base para este trabalho. 3

4 Figura 2 Método de Solução de Problemas, Fonte: (CAMPOS, 2004). 2.2 Ferramentas da Qualidade As ferramentas da qualidade são as mais utilizadas no processo de gestão, a sua utilização começou a partir da década de 50, com base em conceitos e práticas criadas por Shewart e difundidas por Deming (MARSHALL, 2008). Como observamos, o ciclo PDCA tem como objetivo a manutenção e a melhoria dos processos e neste âmbito as ferramentas da qualidade oferecem um suporte fundamental a este processo. Cada ferramenta possui uma característica específica que em conjunto completam a metodologia. A seguir, detalharemos de forma sucinta as ferramentas utilizadas neste trabalho Folha de Verificação A folha de verificação é uma ferramenta utilizada com intuito de apresentar os dados de forma mais clara e concisa de visualização, serve para minimizar erros e confusões na hora da coleta dos dados e garantir que estes dados sejam confiáveis. 4

5 No entanto, a folha de verificação não considera pesos ou ainda níveis de importância relativa entre os eventos, o que pode ser fundamental para uma análise mais apurada (MARSHALL, 2008). No trabalho apresentaremos a folha de verificação de duas formas, como gráfico sequencial e tabela de dados Diagrama de Pareto Esta ferramenta é um gráfico de barras aplicado na análise e na priorização dos aspectos relevantes relacionados à qualidade de um produto, através dela conseguimos uma fácil visualização de várias causas ou características de defeitos. O nome Pareto deriva do economista do século XIX, Vilfredo Pareto, a metodologia foi desenvolvida com base no estudo sobre desigualdade na distribuição de riquezas, cuja conclusão era de que 20% da população detinham 80% riqueza, enquanto a restante da população, 80% detinha apenas 20%. Essa relação é também conhecida como regra dos 80/20(MARSHALL, 2008). Para construirmos o gráfico precisamos definir o que vai ser analisado, selecionar o método de coleta de dados, estabelecer um período de tempo para a coleta, reunir os dados em categorias, traçar dois eixos, listar as categorias em ordem crescente e calcular a frequência relativa, no trabalho utilizaremos os dados que provem da folha de verificação Diagrama de causa e efeito Esta ferramenta, também conhecida como diagrama de Ishikawa ou diagrama de espinha de peixe foi desenvolvida na década de 40 por Kaoru Ishikawa na Universidade de Tóquio e tem como objetivo representar as possíveis causas que podem levar a um determinado efeito. As causas são agrupadas por categorias e semelhanças, a ferramenta exige equalização de uma sequência de perguntas que evidenciam os fatos, podemos utilizar para identificar causas, descobrir problemas e causas, estratificar as ações, entre outros. A grande vantagem é que podemos atuar de modo mais específico e direcionado no detalhamento das causas possíveis. Em linhas gerais, as etapas de elaboração do diagrama de causa e efeito, são os seguintes: Discussão do assunto a ser analisado, contemplando seu processo, como ocorre, onde ocorrem, áreas envolvidas e escopo; Descrição do efeito (problema ou condição específica) no lado direito do diagrama; Levantamento das possíveis causas e agrupamentos por categoria no diagrama; 5

6 Análise do diagrama elaborado e coleta de dados para determinar a frequência de ocorrência das diferentes causas. Dependendo da complexidade do diagrama, podem-se desdobrar algumas causas em novo diagrama de causa e efeito, mais aprofundado e detalhado, a fim de permitir uma abordagem mais minuciosa (MARSHALL, 2008) Matriz GUT São parâmetros baseados na gravidade(g), urgência (U) e tendência (T) que são tomados para estabelecer prioridades na eliminação de problemas, orientando assim as decisões mais complexas. Esta metodologia propicia a empresa a definir suas estratégias e políticas a média e longo prazo, priorizando as mais importantes levando em consideração alguns parâmetros. Usualmente, atribui-se um número inteiro entre 1 e 5 a cada uma das dimensões (G, U e T), correspondendo o 5 á maior intensidade e o 1 a menor e multiplicam-se os valores obtidos para G, U e T a fim de se obter um valor para cada problema ou fator de risco analisado. Os problemas ou fatores de risco que obtiverem maior pontuação serão tratados prioritariamente (MARSHALL, 2008) Brainstorming O Brainstorming (tempestade de ideias) é um processo de grupo em que os indivíduos geram ideias em um modo que pode ser caracterizado, como livre de obstáculos, críticas ou segundas intenções. O propósito do brainstorming é criar e detalhar ideias com certo enfoque, originais e em uma atmosfera sem inibições. Busca-se a diversidade de opiniões e ideias a partir de um processo de criatividade grupal. Adicionando, o brainstorming é uma ferramenta para socialização e desenvolvimento de equipes. A ferramenta apresenta as seguintes características: Nunca se deve criticar ideia alguma; Devem-se escrever as ideias geradas onde todos possam ver; Duração máxima de 15 minutos; Grupos heterogêneos. 6

7 Ao final devem-se agrupar rapidamente as ideias esclarecendo o significado de cada uma quando necessário, elaborar lista final e encaminhar aos participantes Métodos dos 5 por quês O 5 por quês é uma técnica para encontrar a causa raiz de um defeito ou problema, determinar o relacionamento entre as diferentes causa raiz do referido problema e não demandar o uso de técnicas complexas. Os 5 por quês são especialmente úteis quando os problemas envolvem fatores humanos e interações e no dia-a-dia dos negócios (FONSECA, 2006) Plano de ação (5W2H) Esta ferramenta é utilizada principalmente no mapeamento e padronização de processos, na elaboração de planos de ação e no estabelecimento de procedimentos associados a indicadores. O 5W2H representa as iniciais das palavras em inglês, why (por que), what (o que), where (onde), when (quando), who (quem), how (como) e how much (quanto custa). Esta ferramenta fornece um excelente auxílio na resolução de problemas, além de proporcionar informações consistentes para auxílio à tomada de decisões (MARSHALL, 2008). No estudo que propomos a seguir utilizaremos o método de resolução de problemas proposto por Campos (2004) e ilustrado na figura 2. A metodologia utilizada é composta do ciclo PDCA com o auxílio das ferramentas da qualidade que formam a estrutura principal do trabalho. 3. Desenvolvimento A empresa estudada é uma empresa familiar do setor de cosméticos que atua há 20 anos no mercado. Existe um indicador de desempenho que mede devoluções por unidades vendidas e existe uma meta a ser atingida para tal indicador. Vejam na figura 3 o resultado de 2010 com a meta proposta para o ano de

8 Figura 3: Levantamento dos resultados de 2010 x meta estipulada para Na Figura 3 observou-se que a empresa não atingiu a meta de devoluções por unidades vendidas para o ano de 2010, é importante ressaltar que este foi o primeiro ano de medição e que não havia histórico mensurado sobre este indicador, sendo assim, a meta estipulada não possuía nenhum desdobramento de dados anteriores. Com a coleta dos dados, estipulou-se uma meta de 0,4% (unidades devolvidas/unidades vendidas) para o ano de 2011 que é uma redução de 46% da lacuna em relação ao ano anterior. Após a estratificação dos dados do ano anterior identificamos quais eram os principais obstáculos ao objetivo traçado, destacaram-se os principais resultados obtidos na tabela 1. 8

9 Descrição motivo Total % % acumulado Sem Justificativa ,37% 30,37% Recalls ,96% 58,32% problemas com Validade ,22% 70,55% Válvula Ruim/produto recriistalizando236 6,53% 77,07% Separando fases 126 3,48% 80,56% Quebrado/ Descompactado 111 3,07% 83,63% Pedido errado 98 2,71% 86,34% Troca 79 2,18% 88,52% Oxidação 59 1,63% 90,15% Quebrado 47 1,30% 91,45% Compra errada 43 1,19% 92,64% Vazamento 42 1,16% 93,81% Duplicidade 30 0,83% 94,63% Cor errada 29 0,80% 95,44% Arenoso 25 0,69% 96,13% Embalagem danificada 22 0,61% 96,74% Alergia 17 0,47% 97,21% Presente 15 0,41% 97,62% Cartucho danificado 15 0,41% 98,04% Odor alterado 14 0,39% 98,42% Pêlos 11 0,30% 98,73% Batoque soltando 9 0,25% 98,98% Produto seco 9 0,25% 99,23% Consistência diferente 8 0,22% 99,45% Não gostou 7 0,19% 99,64% Ponta com defeito 7 0,19% 99,83% Problemas na tampa 6 0,17% 100,00% Tabela 1: Pareto das devoluções do ano de 2010 Através destes dados podemos perceber que tínhamos 70,55% dos problemas concentrados em três pontos diferentes: Trocas sem problemas de qualidade, recalls e problemas com validade. Podemos tomar estas informações para iniciarmos o desdobramento destacado a seguir. O maior obstáculo para esta meta com 30,37% foram os problemas por trocas sem problemas de qualidade, levantamos as informações sobre estas devoluções e durante as análises percebemos que a não conformidade e tão pouco as justificativas apresentadas não justificavam tais devoluções, da mesma forma que a devolução de material por validade com um percentual de 12,22% também não possuía justificativas. Sem dados disponíveis, a opção foi à realização de um brainstorming em conjunto com um diagrama de causa efeito (diagrama de Ishikawa) para apurarmos os principais motivos deste obstáculo. 9

10 3 Falta de treinamento de alguns 3 Falta de POP para escoamento 1 colaboradores de loja de como de produtos com validade realizar a devolução vencida. Falta de POP de devolução para fanquias e revendas Problema 1 Devoluções sem justificativas devoluções por validade vencida falta de monitoramento das Falta de planejamento principais lojas que devolvem sem justificativas Falta de treinamento de franqueados e revendas no POP devolução Figura 4 - Diagrama de causa e efeito para devoluções sem justificativas e por validade vencida. Após o diagrama de Ishikawa realizamos a priorização por matriz GUT na qual discutiremos posteriormente. O segundo obstáculo com 27, 96% foram os recalls ocorridos durante o ano, este problema possui um número maior de dados que nos permitiu a estratificação, vejam os dados: Figura 5 Diagrama de Pareto para produtos que sofreram recall. Através deste pareto percebemos que corrigindo o problema do produto A e B resolveríamos em 82% dos problemas de devolução, durante o estudo, obteve-se a informação que o problema ocorrido no produto C era similar ao produto B, então, ambos foram tratados da mesma forma. Utilizou-se a ferramenta de Brainstorming em conjunto com o diagrama de causa e efeito para cada um dos produtos por possuírem problemas diferentes, esta separação foi necessária para facilitar o trabalho e não foi realizada nos produtos B e C. 10

11 3 1 Falta de realização do estudo Shelf life Falta de estudo dos efeitos na fabricação de itens em máquinas de maior capacidade Problema 1 Produto A 4 Falta de um estudo de 2 compatibilidade de insumos durante o desenvolvimento de novos prosutos. Terceiristas não qualificados e processos qua não foram acompanhados. Figura 6 Diagrama de causa e efeito para o produto A Falta de transferência Falta de planejamento para tecnológica do Desenvolvimento lançamentos para a Produção Falta de um estudo de estabilidade mais aprofundado e com maior tempo de análise. Problema 2 Produto B Produto C 6 4 Falta de um estudo de 2 compatibilidade de insumos durante o desenvolvimento de novos prosutos. Falta de realização do estudo Shelf life Figura 7 Diagrama de causa e efeito para os produtos B e C. Após estas análises, realizou-se a priorização das causas fundamentais, através da ferramenta brainstorming e foram identificadas quais seriam as principais causas e consequentemente as de maior impacto, a metodologia utilizada foi a Matriz GUT, poderemos observar o resultado na figura 8. 11

12 Matriz GUT - Tabela de Priorização IMPORTANTE: analise as causas influentes por critério ou seja verticalmente. Causa Influente Gravidade Urgência Tendência Total Falta de transferência tecnológica do Desenvolvimento para a Produção Falta de um estudo de estabilidade mais aprofundado e com maior tempo de análise. Falta de planejamento para lançamentos Falta de estudo dos efeitos na fabricação de itens em máquinas de maior capacidade Falta de um estudo de compatibilidade de insumos durante o desenvolvimento de novos prosutos. falta de monitoramento das principais lojas que devolvem sem justificativas Falta de realização do estudo Shelf life Falta de treinamento de alguns colaboradores de loja de como realizar a devolução Falta de POP de devolução para fanquias e revendas Falta de treinamento de franqueados e revendas no POP devolução Terceiristas não qualificados e processos qua não foram acompanhados Tradução dos critérios Gravidade: avaliar o impacto da causa influente sobre os resultados, processos ou efeitos. Urgência: avaliar o tempo necessário ou disponível para corrigir a causa influente. Tendência: avaliar a frequência com que a causa influente ocorre. GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA Para a causa é Os prejuízos são A causa é extremamente 5 necessária alguma ação extremamente graves freqüente imediata Moderadamente 3 Graves O mais cedo possível freqüente 1 Pouco graves Pode esperar um pouco Pouco freqüente 0 Sem gravidade Não tem pressa Ocorrência única Figura 8 Matriz GUT das causas fundamentais. Após esta priorização utilizou-se duas ferramentas da qualidade para a continuidade da análise, novamente o brainstorming em conjunto com a ferramenta dos cinco porquês, optamos por priorizar os principais valores, realizando um corte em 75 pontos obtidos durante a matriz GUT. Com isso, as sete primeiras causas foram às classificadas para a metodologia dos cinco porquês e a posterior formação do plano de ação. 12

13 5 Por Ques Causa 1 Por Que? Motivo O Que Fazer Falta de transferência tecnológica do Desenvolvimento para a Produção Falta de uma máquina para simular a fabricação em pequena quantidade as máquinas atuais da produção possuem a capacidade muito grande para realizarmos testes em pequenas escalas. Falta de uma máquina para simular a fabricação em pequena quantidade as máquinas atuais da produção possuem a capacidade muito grande para realizarmos testes em pequenas escalas. Comprar uma máquina de menor escala para a fabricação de lotes pilotos em pequenas quantidades, porém que simulem o que ocorre na produção. Causa 2 Por Que? Motivo O Que Fazer Falta de um estudo de estabilidade mais aprofundado e com maior tempo de análise. falta de definição das embalagens a serem utilizadas nos produtos antecipadamente. falta de definição das embalagens a serem utilizadas nos produtos antecipadamente. Montagem de um estudo de estabilidade que leve em consideração variáveis importantes, fabricação em máquinas similares a produção, envase nas máquinas da produção e nas embalagens a Causa 3 Por Que? Motivo O Que Fazer não há definição de um calendário de Falta de planejamento para lançamentos lançamento Porque se muda o que se pretende não há definição de um calendário de lançar a todo momento de acordo com lançamento as tendências de mercado. Porque se muda o que se pretende lançar a todo momento de acordo com as tendências de mercado. Causa 4 Por Que? Motivo O Que Fazer Falta de estudo dos efeitos na fabricação de itens em máquinas de maior capacidade não havia a necessidade de fabruicar grandes lotes de vido a baixa demanda não havia a necessidade de fabruicar grandes lotes de vido a baixa demanda cobrar da área comercial um calendário de lançamentos validado para o ano de 2011 realizar o desenvolvimento dos produtos pensando na fabricação de maiores quantidades com a utilização de bombas e etc. 13

14 Causa 5 Por Que? Motivo O Que Fazer Falta de um estudo de compatibilidade de insumos durante o desenvolvimento de novos prosutos. Realizar o estudo de compatibilidade de insumos durante o desenvolvimento dos produtos. Causa 6 Por Que? Motivo O Que Fazer falta de monitoramento das principais lojas que devolvem sem justificativas não mensuravamos o % de cada loja e sim o total de devoluções sem justificativas porque o % não era tão alto como foi no último ano devido ao aumento do nº de vendas e falta de treinamento de novos colaboradores (Farmacêuticas) não mensuravamos o % de cada loja e sim o total de devoluções sem justificativas porque o % não era tão alto como foi no último ano devido ao aumento do nº de vendas e falta de treinamento de novos colaboradores (Farmacêuticas) Realizar o monitoramento mensal nas devoluções de lojas e mapear quais as principias lojas e verificar junto a gerência da loja Causa 7 Por Que? Motivo O Que Fazer Falta de realização do estudo Shelf life Ausência de um colaborador para realizar esta atividade Ausência de um colaborador para realizar esta atividade Saída súbita de um colaborador e deslocamento do colaborador que realizava esta atividade para a realização de outra de maior gravidade. Saída súbita de um colaborador e deslocamento do colaborador que realizava esta atividade para a realização de outra de maior gravidade. Figura 9 Aplicação dos cinco porquês. Implementar o estudo de Shelf life e informar os principais desvios ocorridos ao setor de desenvolvimento para ação preventiva. Após toda a estratificação e toda a análise realizada pelas ferramentas de qualidade, montamos o plano de ação para definir responsabilidade e detalhar as ações a serem implementadas, na figura 9 podemos observar o plano de ação e seu acompanhamento. 14

15 15

16 Figura 9 Plano de ação 3W H Após quatro meses de estudo e ações totalmente ou parcialmente implementadas, já podemos verificar através dos resultados preliminares que a metodologia e as ferramentas escolhidas para o estudo de caso foram as mais apropriadas e os resultados mostram-se promissores como podemos verificar na figura 10. Figura 10 Resultados da devoluções/unidades vendidas 2010 x 2011 x meta Conclusão Neste estudo, evidenciamos a força das ferramentas de qualidade e do ciclo PDCA, metodologia há muito conhecida e debatida, porém, pouco aplicada, principalmente por falta de conhecimento de boa parte do mundo corporativo, evidenciamos também que para obtermos resultados satisfatórios se faz necessário, ter bastante disciplina durante todas as etapas do método. 16

17 É valido ressaltar o auxílio da metodologia das ferramentas de qualidade na identificação de problemas, na priorização, na análise de causa e no planejamento das ações corretivas. Os resultados obtidos são preliminares, porém já se mostram promissores, conseguimos reduzir em 0,16% no que diz respeito à meta, porém quando realizamos um comparativo com o mesmo período no ano anterior a redução é de 0,50%. A partir destes dados preliminares, porém promissores, concluímos que se as análises foram realizadas de maneira coerente e concisa. Através das análises dos problemas encontrados foram criados planos de ações consistentes, com isso a probabilidade de sucesso e factível, demonstrando assim a eficácia das ferramentas da qualidade e do ciclo PDCA. 5. Referências Bibliográficas Moen, R.; Norman, C. Evolution of PDCA Cycle; pkpinc.com, Disponível em: <http://pkpinc.com/files/na01moennormanfullpaper.pdf> acessado em: 25 abr. 2011, 17:46:30. da Fonseca, A. V. M.; Miyake, D. I. Uma análise sobre o ciclo PDCA como um método para solução de problemas de qualidade. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 2006, Fortaleza. Anais eletrônicos. Fortaleza, Disponível em: <http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2006_tr470319_8411.pdf>. Acesso em 25 abr Campos, V. F. Controle de qualidade total. 3 ed. Rio de Janeiro: editora Bloch, Campos, V. F. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. 8 ed. Minas Gerais: INDG tecnologia e serviços LTDA, Werkema, M. C. C. Ferramentas estatísticas básicas para o gerenciamento de processos. 1 ed. Minas Gerais: Fundação Christiano Ottoni, escola de engenharia da UFMG, Marshall Jr., I.; Cierco, A. A.; Rocha; A. V.; Mota, E. B.; Leusin, S. Gestão da qualidade. 9. ed. Rio de Janeiro: editora FGV, ISIXSIGMA. Determine the root causes: 5whys. Disponível em: < >. Acesso em: 9 junho

18 Pessoa, G. A.; da Silva, M. J. N. Aplicação do PDCA: redução do índice de reclamações de clientes. Disponível em :<http://fama.br/revista/administracao/images/stories/artigos/aplicaod%20pdca%20reduo%20 do%20ndice%20de%20reclamaes%20de%20clientes.pdf>. Acesso em 08 de jun

FERRAMENTAS DA QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DE PROCESSOS

FERRAMENTAS DA QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DE PROCESSOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 FERRAMENTAS DA QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DE PROCESSOS Priscila Pasti Barbosa 1, Sheila Luz 2, Fernando Cesar Penteado 3, Generoso De Angelis Neto 4, Carlos

Leia mais

26/03/2012. Estudo de caso: Cervejaria. Plan Do See. Especificação. Produção. Inspeção. Passo 2. Passo 3. Passo 1

26/03/2012. Estudo de caso: Cervejaria. Plan Do See. Especificação. Produção. Inspeção. Passo 2. Passo 3. Passo 1 Estudo de caso: Cervejaria Contextualização Histórica Foi introduzido no Japão após a segunda guerra mundial, idealizado por Shewhart e divulgado por Deming, quem efetivamenteo aplicou. Os fragmentos que

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica ISSN 1984-9354 Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica Priscyla Abramowicz (LATEC/UFF) Resumo: A Indústria farmacêutica deve, por legislação,

Leia mais

Ferramenta de Gerenciamento

Ferramenta de Gerenciamento Ferramenta de Gerenciamento Yuri Franklin 1 Luis Fernando Nuss 2 yuri.fr@uol.com.br luisnuss@hotmail.com 1 Associação Educacional Dom Bosco (AEDB), Faculdade de Engenharia de Resende - Resende, RJ, Brasil

Leia mais

Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 06/04/2011

Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 06/04/2011 Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 6/4/211 PRODUTIVIDADE O que é o melhoria contínua? Quando se tem o Gerenciamento da Rotina implantado temos a melhoria tipo escada sempre melhorando o resultado

Leia mais

FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO

FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO Construção Civil e Arquitetura Industria: Museus: Serviços: Saúde: Varejo: ENL Escola de Novos Líderes - 1.500 coordenadores Formação de Monitores - 1000 profissionais

Leia mais

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados.

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados. 1 Sistemas de Gestão Integrados Gestão da Qualidade Pós graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial Ribeirão Preto E-mail: crpaiva@faap.br CONTEÚDO Introdução Sistemas de Gestão da Qualidade Ações Gerenciais

Leia mais

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Fortaleza, 28 de novembro de 2012. Análise de Causa-Raiz É um método utilizado na engenharia, nas investigações de acidentes industriais, nucleares,

Leia mais

2ª edição 2015. Manual das Reuniões de Acompanhamento da Estratégia

2ª edição 2015. Manual das Reuniões de Acompanhamento da Estratégia 2ª edição 2015 Manual das Reuniões de Acompanhamento da Estratégia ÍNDICE INTRODUÇÃO...03 ROTINA DE MONITORAMENTO...05 ANÁLISE CRÍTICA, PLANO DE AÇÃO E CONTRAMEDIDAS...09 REGISTROS DE PLANOS DE AÇÃO NO

Leia mais

Núcleo Estadual GesPública RS

Núcleo Estadual GesPública RS Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA Núcleo Estadual GesPública RS Contexto do GESPÚBLICA no MINISTÉRIO Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão G E S P Ú B L I C A Conselho

Leia mais

Gestão de Processos. Tutoria: Prof. Murilo Alvarenga Oliveira, D.Sc.

Gestão de Processos. Tutoria: Prof. Murilo Alvarenga Oliveira, D.Sc. 1 Gestão de Processos Tutoria: Prof. Murilo Alvarenga Oliveira, D.Sc. Coordenação Geral: Prof a Sandra Mariano, D.Sc. Vice-Coordenação - Prof. Esther Lück, D.Sc. 2 MURILO ALVARENGA OLIVEIRA Doutor em Administração

Leia mais

Contextualização Histórica

Contextualização Histórica Contextualização Histórica Estudo de caso: Cervejaria Foi introduzido no Japão após a segunda guerra mundial, idealizado por Shewhart e divulgado por Deming, quem efetivamente o aplicou. Os fragmentos

Leia mais

Sistema de controle de qualidade: estudo de caso em uma indústria automobilística

Sistema de controle de qualidade: estudo de caso em uma indústria automobilística Sistema de controle de qualidade: estudo de caso em uma indústria automobilística Débora Amélia Porto Ferreira - porto.debora@gmail.com Guilherme Protzner Alvarenga Amorim - guilhermeprotzner@yahoo.com.br

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE FOLLOW-UP DE NÃO CONFORMIDADES DE FORNECEDORES

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE FOLLOW-UP DE NÃO CONFORMIDADES DE FORNECEDORES 2, 3 e 4 de Julho de 2009 ISSN 1984-9354 DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE FOLLOW-UP DE NÃO CONFORMIDADES DE FORNECEDORES Sara Freire Dias Facesm/Fapemig Edmar Oliveira Duarte Facesm Elvis Magno da Silva

Leia mais

PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL

PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL Importância PDCA Diretriz para a organização; Aproveitamento de novos espaços e layout; Redução e controle de riscos; Gerenciamento dos recursos com maior eficiência,

Leia mais

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO Auxiliam no: controle dos processos; identificação os problemas ou desvios; objetivo de avaliar e analisar; Facilitando a tomada de decisão. Coleta de dados confiáveis: a ferramenta

Leia mais

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA 1. Introdução A apresentação dos Projetos de Inovação e Melhoria - PIM pelos Escalões/Divisões possui os seguintes objetivos: a. Estimular os Escalões e Divisões do Cmdo

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA 01. Partindo do princípio de que a estratégia é a definição do melhor futuro para a sua equipe ou organização, o mapeamento da rota para alcançá-lo e a sua clara comunicação,

Leia mais

QUALIDADE APLICADA EM PROJETO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Pedro Trindade Fontes 1 André Rodrigues da Silva 2 Fábio Fernandes 3 RESUMO

QUALIDADE APLICADA EM PROJETO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Pedro Trindade Fontes 1 André Rodrigues da Silva 2 Fábio Fernandes 3 RESUMO QUALIDADE APLICADA EM PROJETO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Pedro Trindade Fontes 1 André Rodrigues da Silva 2 Fábio Fernandes 3 RESUMO Este artigo tem como finalidade abordar a importância das ferramentas

Leia mais

Não-conformidades: Como tratá-las de forma eficaz. 42 CBPC/ML Derliane Oliveira

Não-conformidades: Como tratá-las de forma eficaz. 42 CBPC/ML Derliane Oliveira Não-conformidades: Como tratá-las de forma eficaz 42 CBPC/ML Derliane Oliveira Definições Não-conformidade: Não atendimento a um requisito especificado. Ação corretiva: Ação implementada para eliminar

Leia mais

Utilização das ferramentas de qualidade para melhor gerenciar o processo produtivo em uma empresa de produtos ortopédicos.

Utilização das ferramentas de qualidade para melhor gerenciar o processo produtivo em uma empresa de produtos ortopédicos. Utilização das ferramentas de qualidade para melhor gerenciar o processo produtivo em uma empresa de produtos ortopédicos. João Antonio Soares Vieira (joaoantonioep@gmail.com/ UEPA) Janine Campos Botelho

Leia mais

Analista de Negócio e Processos

Analista de Negócio e Processos Analista de Negócio e : Competências (Conhecimento, Habilidade e Atitude) Negociar Saber negociar Facilitar Ser um facilitador nato Analisar Comunicar Saber se comunicar com facilidade Solucionar Ter capacidade

Leia mais

Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos

Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos Diana Michele Pilz (FAHOR) dp000682@fahor.com.br Beatriz Simone Dockhorn (FAHOR) bd000684@fahor.com.br Eliane

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVO MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II. Nas tomadas de decisão em qualquer

INTRODUÇÃO OBJETIVO MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II. Nas tomadas de decisão em qualquer ADMINISTRAÇÃO Gestão de Inovação e Ativos Intangíveis Profº Douglas Murilo Siqueira MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II OBJETIVO INTRODUÇÃO Procurar compreender os fundamentos e as práticas dos modelos de decisão

Leia mais

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001 Capítulo 8 Gerenciamento da Qualidade do Projeto O Gerenciamento da Qualidade do Projeto inclui os processos necessários para garantir que o projeto irá satisfazer as necessidades para as quais ele foi

Leia mais

Sistema de Gestão pela Qualidade Total

Sistema de Gestão pela Qualidade Total Sistema de Gestão pela Qualidade Total Ferramentas de Controle da Qualidade Brainstorming Diagrama de Causa e Efeito Gráfico de Controle Márcia Elisa Garcia de Grandi megrandi@usp.br Rosa Maria Fischi

Leia mais

POLÍTICA. Localizador Revisão Folha:

POLÍTICA. Localizador Revisão Folha: 1/13 1. INTRODUÇÃO Esta norma tem por finalidade descrever os deveres do EPG para o cumprimento de seu trabalho diário dentro dos objetivos da Instituição. 2. OBJETIVO Estabelecer as regras para a realização

Leia mais

Critérios de Avaliação Final do Projeto. Aspectos Observados Durante a Execução

Critérios de Avaliação Final do Projeto. Aspectos Observados Durante a Execução Critérios de Avaliação Final do Projeto Aspectos Observados Durante a Execução e Critérios de Avaliação Final Projeto com especificações técnicas de Produtos e Serviços, constando de: Documentos de Apresentação

Leia mais

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade Os modelos de Qualidade Total apresentam uma estrutura teórica bem consistente, pois: não há contradições entre as suas afirmações básicas; há uma estrutura bem definida

Leia mais

Gestão da Qualidade. Controle Estatístico de Qualidade. Roteiro. Evolução da Qualidade. Inspeção do produto:

Gestão da Qualidade. Controle Estatístico de Qualidade. Roteiro. Evolução da Qualidade. Inspeção do produto: Roteiro Gestão da Qualidade 1. Filosofias da Qualidade e Estratégias de Gestão 2. Custos da Qualidade 3. Gestão pela Qualidade Total 4. Ciclo PDCA 5. Ferramentas de Gerenciamento 6. Seis Sigma 7. Referências

Leia mais

Gerenciamento do dia a dia

Gerenciamento do dia a dia CICLO DO PDCA Gerenciamento do dia a dia O Gerenciamento tem como premissa contribuir para melhorar cada vez mais os processos, permitindo que as lideranças e as equipes de trabalho realizem uma análise

Leia mais

O REFLEXO DA QUALIDADE PARA A PRODUTIVIDADE

O REFLEXO DA QUALIDADE PARA A PRODUTIVIDADE O REFLEXO DA QUALIDADE PARA A PRODUTIVIDADE Fernanda Aparecida de SOUZA 1 RGM: 079195 Juliana Regina de ALMEIDA 1 RGM: 079247 Mary Ellen dos Santos MOREIRA 1 RGM: 079248 Renato Francisco Saldanha SILVA

Leia mais

Ferramentas de Gestão para Coleções Biológicas. Paulo Holanda

Ferramentas de Gestão para Coleções Biológicas. Paulo Holanda para Coleções Biológicas Paulo Holanda 2º Encontro de Coleções Biológicas da Fiocruz Rio de Janeiro, 2015 Contexto observação dos desafios vivenciados por coleções biológicas na última década; a importância

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

O RH Alinhado ao Negócio. Ferramentas da Qualidade Aplicada ao RH

O RH Alinhado ao Negócio. Ferramentas da Qualidade Aplicada ao RH O RH Alinhado ao Negócio Ferramentas da Qualidade Aplicada ao RH O RH ALINHADO AO NEGÓCIO Essencial x fundamental As pessoas e a empresa A importância da estratégia Navegar é preciso A espinha dorsal do

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO Autora: LUCIANA DE BARROS ARAÚJO 1 Professor Orientador: LUIZ CLAUDIO DE F. PIMENTA 2 RESUMO O mercado atual está cada vez mais exigente com

Leia mais

MASP NO CONTROLE DE DESPERDÍCIO: UM ESTUDO DE CASO EM UMA GRÁFICA

MASP NO CONTROLE DE DESPERDÍCIO: UM ESTUDO DE CASO EM UMA GRÁFICA MASP NO CONTROLE DE DESPERDÍCIO: UM ESTUDO DE CASO EM UMA GRÁFICA Emanuele da Silva Goulart Fernandes (IFF/ISE) emanuele@ibest.com.br Gerusa Barros Muniz (ISECENSA) gerusa_muniz@yahoo.com.br Victor da

Leia mais

Aplicação do MASP para redução de perdas e aumento da produtividade no processo de fabricação de embalagens para consumo

Aplicação do MASP para redução de perdas e aumento da produtividade no processo de fabricação de embalagens para consumo Aplicação do MASP para redução de perdas e aumento da produtividade no processo de fabricação de embalagens para consumo Fábio Gomes Jardim (eng.jardim@yahoo.com.br / UEPA) Diego Moah Lobato Tavares (moah6@hotmail.com/uepa)

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução Considerações iniciais Qualidade: Grau de perfeição, de precisão, de conformidade a um certo padrão. É conceito multidimensional, isto é, o cliente avalia a qualidade

Leia mais

Gestão de processos e Qualidade

Gestão de processos e Qualidade Gestão de processos e Qualidade Seção 3 Carvalho Avisos N O S S O A C O R D O HORÁRIO INTERVALOS CELULAR AVALIAÇÃO CONVERSAS PARALELAS DÚVIDAS SONO Conceito de Processos; Visão Geral O Processo como base

Leia mais

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008 1 Sumário 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Introdução...3 Ferramentas da Qualidade...4 Fluxograma...5 Cartas de Controle...7 Diagrama de Ishikawa...9 Folha de Verificação...11 Histograma...13 8. 9. 10. Gráfico de

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA DOSIMETRIA PESSOAL BASEDO NA ISO 9001:2008 PARA RADIODIAGNÓSTICO MÉDICO

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA DOSIMETRIA PESSOAL BASEDO NA ISO 9001:2008 PARA RADIODIAGNÓSTICO MÉDICO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA DOSIMETRIA PESSOAL BASEDO NA ISO 9001:2008 PARA RADIODIAGNÓSTICO MÉDICO Carlos E.B.Queiroz, Walmoli G.Júnior, Tiago R.Jahn,Tiago T.Hahn,Thiago S.Fontana and Vagner Bolzan. Brasilrad

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

Conceitos. Conceitos. Histórico. Histórico. Disciplina: Gestão de Qualidade ISSO FATEC - IPATINGA

Conceitos. Conceitos. Histórico. Histórico. Disciplina: Gestão de Qualidade ISSO FATEC - IPATINGA Disciplina: FATEC - IPATINGA Gestão de ISSO TQC - Controle da Total Vicente Falconi Campos ISO 9001 ISO 14001 OHSAS 18001 Prof.: Marcelo Gomes Franco Conceitos TQC - Total Quality Control Controle da Total

Leia mais

Plano de Aula - Sistema de Gestão da Qualidade - cód. 5325. 56 Horas/Aula

Plano de Aula - Sistema de Gestão da Qualidade - cód. 5325. 56 Horas/Aula Plano de Aula - Sistema de Gestão da - cód. 5325 Aula 1 Capítulo 1 - Conceitos e Fundamentos da Aula 2 1 - Aula 3 1 - Aula 4 1 - Aula 5 Capítulo 2 - Ferramentas da Aula 6 2 - Ferramentas da Aula 7 2 -

Leia mais

Módulo 2. 2ª. Ferramenta: Diagrama Ishikawa (Espinha de Peixe) 3ª. Ferramenta: Folha de Verificação Exercícios

Módulo 2. 2ª. Ferramenta: Diagrama Ishikawa (Espinha de Peixe) 3ª. Ferramenta: Folha de Verificação Exercícios Módulo 2 2ª. Ferramenta: Diagrama Ishikawa (Espinha de Peixe) 3ª. Ferramenta: Folha de Verificação Exercícios 2ª. Ferramenta: Diagrama de Ishikawa Finalidade: Explorar e indicar todas as causas possíveis

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA ETAPA DE PLANEJAMENTO DO CICLO PDCA PARA ANÁLISE E PROPOSIÇÃO DE SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE UM CENTRO TÉCNICO AUTOMOTIVO DE BELÉM DO PARÁ

UTILIZAÇÃO DA ETAPA DE PLANEJAMENTO DO CICLO PDCA PARA ANÁLISE E PROPOSIÇÃO DE SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE UM CENTRO TÉCNICO AUTOMOTIVO DE BELÉM DO PARÁ UTILIZAÇÃO DA ETAPA DE PLANEJAMENTO DO CICLO PDCA PARA ANÁLISE E PROPOSIÇÃO DE SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE UM CENTRO TÉCNICO AUTOMOTIVO DE BELÉM DO PARÁ Nathalia Juca Monteiro (UEPA ) nathalia2210@yahoo.com.br

Leia mais

Ferramentas de Ação Corretiva. Gestão da Qualidade. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva

Ferramentas de Ação Corretiva. Gestão da Qualidade. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva Gestão da Qualidade Ferramentas da Qualidade: É identificar e eliminar falhas no processo de produção levará uma empresa a conseguir vantagem competitiva em custos e resultados de qualidade. Para a Qualidade,

Leia mais

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho.

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. AULA 07 - ATPS Prof. Leonardo Ferreira 1 A Estrutura Funcional X Horizontal Visão

Leia mais

Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Subsecretaria de Modernização da Gestão. Manual de Análise e Melhoria de Processos

Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Subsecretaria de Modernização da Gestão. Manual de Análise e Melhoria de Processos Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Subsecretaria de Modernização da Gestão Manual de Análise e Melhoria de Processos A melhor forma de entender um arquétipo (processo) é diagramar sua própria

Leia mais

Abordagem de Processo: conceitos e diretrizes para sua implementação

Abordagem de Processo: conceitos e diretrizes para sua implementação QP Informe Reservado Nº 70 Maio/2007 Abordagem de Processo: conceitos e diretrizes para sua implementação Tradução para o português especialmente preparada para os Associados ao QP. Este guindance paper

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

Gestão da Qualidade. Ferramentas da Qualidade

Gestão da Qualidade. Ferramentas da Qualidade Gestão da Qualidade Brainstorming / Brainswriting GUT Método para Priorização de Problemas Diagrama de Causa e Efeito Gráfico de Pareto Histograma Gráfico de Controle Ciclo PDCA 1 Brainstorming Brainstorming

Leia mais

Termos Técnicos de Administração

Termos Técnicos de Administração Termos Técnicos de Administração É importante ter metas, mas também é fundamental planejar cuidadosamente cada passo para atingi-las. (Bernadinho) 0) Administrar é dirigir uma organização utilizando técnicas

Leia mais

CURSO PARA GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - MAPEAMENTO E MELHORIA DE PROCESSOS DO MP-PR. 3ª Oficina 10ª Reunião Análise e Melhoria de Processos

CURSO PARA GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - MAPEAMENTO E MELHORIA DE PROCESSOS DO MP-PR. 3ª Oficina 10ª Reunião Análise e Melhoria de Processos CURSO PARA GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - MAPEAMENTO E MELHORIA DE PROCESSOS DO MP-PR 3ª Oficina 10ª Reunião Análise e Melhoria de Processos OBJETIVO Harmonizar os conhecimentos dos integrantes da equipe

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO 1 ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO Solange de Fátima Machado 1 Renato Francisco Saldanha Silva 2 Valdecil de Souza 3 Resumo No presente estudo foi abordada a análise das ferramentas

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RISCOS EM PROJETOS: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O PMBOK E A ISO-31000

GERENCIAMENTO DE RISCOS EM PROJETOS: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O PMBOK E A ISO-31000 GERENCIAMENTO DE RISCOS EM PROJETOS: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O E A -31000 Maildo Barros da Silva 1 e Fco.Rodrigo P. Cavalcanti 2 1 Universidade de Fortaleza (UNIFOR), Fortaleza-CE, Brasil phone: +55(85) 96193248,

Leia mais

FERRAMENTA PARA GERAÇÃO DE IDÉIAS E SOLUÇÕES.

FERRAMENTA PARA GERAÇÃO DE IDÉIAS E SOLUÇÕES. Prof. Edson Costa Aildefonso FERRAMENTA PARA GERAÇÃO DE IDÉIAS E SOLUÇÕES. Qualquer um de nós que possua alguma experiência em trabalho de grupo sabe como é difícil desenvolver maneiras criativas para

Leia mais

O CICLO PDCA E DMAIC NA MELHORIA DO PROCESSO PRODUTIVO NO SETOR DE FUNDIÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA DELUMA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA

O CICLO PDCA E DMAIC NA MELHORIA DO PROCESSO PRODUTIVO NO SETOR DE FUNDIÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA DELUMA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA O CICLO PDCA E DMAIC NA MELHORIA DO PROCESSO PRODUTIVO NO SETOR DE FUNDIÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA DELUMA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA Roselaine Cunha de Souza 1 Talita Veronez Demétrio 2 Orientador

Leia mais

MELHORIA DE PROCESSO GANHO NO FLUXO PRODUTIVO EM LINHA DE MONTAGEM. Yuri.fr@ig.com.br guilherme.pss@terra.com.br duducardosl@hotmail.

MELHORIA DE PROCESSO GANHO NO FLUXO PRODUTIVO EM LINHA DE MONTAGEM. Yuri.fr@ig.com.br guilherme.pss@terra.com.br duducardosl@hotmail. MELHORIA DE PROCESSO GANHO NO FLUXO PRODUTIVO EM LINHA DE MONTAGEM Yuri Franklin M. de Abreu 1 Guilherme Paiva Silva Santos 2 Lúcio Cardoso 3 Yuri.fr@ig.com.br guilherme.pss@terra.com.br duducardosl@hotmail.com

Leia mais

GUILHERME GRESPAN PEREIRA SOUZA

GUILHERME GRESPAN PEREIRA SOUZA GUILHERME GRESPAN PEREIRA SOUZA PROJETO PARA MELHORIA DE PROCESSO ORGANIZACIONAL Trabalho apresentado ao curso MBA em Gerenciamento de Projetos, Pós- Graduação lato sensu, da Fundação Getulio Vargas como

Leia mais

METODOLOGIA MASP E CICLO PDCA NA CRIAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE VAREJO CALÇADISTA

METODOLOGIA MASP E CICLO PDCA NA CRIAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE VAREJO CALÇADISTA METODOLOGIA MASP E CICLO PDCA NA CRIAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE VAREJO CALÇADISTA Matheus Eduardo Leusin (UFSM ) matheusleusin@hotmail.com Hedley Colman Machado Lemos (UFSM

Leia mais

Aplicação do Masp Utilizando a Etapa Planejamento do Ciclo Pdca em um Problema Encontrado no Arquivo Público do Estado do Pará

Aplicação do Masp Utilizando a Etapa Planejamento do Ciclo Pdca em um Problema Encontrado no Arquivo Público do Estado do Pará Aplicação do Masp Utilizando a Etapa Planejamento do Ciclo Pdca em um Problema Encontrado no Arquivo Público do Estado do Pará Agatha Emiko da Silva Torii emikotorii@gmail.com UEPA Aurilene Ribeiro Ferreira

Leia mais

Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br

Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br Ferramentas da Qualidade Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br ABORDAGENS DA QUALIDADE ABORDAGENS DA QUALIDADE Desde que a Qualidade se tornou um atributo do processo produtivo, ela vem sendo

Leia mais

APLICAÇÃO DAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE PARA DIAGNÓSTICO DE MELHORIAS NUMA EMPRESA DE COMERCIO DE MATERIAIS ELETRICOS

APLICAÇÃO DAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE PARA DIAGNÓSTICO DE MELHORIAS NUMA EMPRESA DE COMERCIO DE MATERIAIS ELETRICOS APLICAÇÃO DAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE PARA DIAGNÓSTICO DE MELHORIAS NUMA EMPRESA DE COMERCIO DE MATERIAIS ELETRICOS taynara tenorio cavalcante bezerra (UEA) taynaratcb@hotmail.com Marcus Vinicius Paim

Leia mais

Na segunda parada, 2 pessoas saem do ônibus e 2

Na segunda parada, 2 pessoas saem do ônibus e 2 Módulo 3 TESTEDEATENÇÃO Você está dirigindo um ônibus que vai do Rio de Janeiro para Fortaleza. No início temos 32 passageiros no ônibus. Na primeira parada, 11 pessoas saem do ônibus e 9 entram. Na segunda

Leia mais

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I GESTÃO DA QUALIDADE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I GESTÃO DA QUALIDADE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 7 EDITAL N o 04/2013 LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 8 (oito) questões discursivas, sem

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE FEMEA Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 1 Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 2 -

Leia mais

INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO NBR ISO 9001:2008 INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO 8 Princípios para gestão da qualidade Foco no cliente Liderança Envolvimento das pessoas Abordagem de processos Abordagem sistêmica para a gestão Melhoria

Leia mais

Palavras-chave: PDCA, MASP, Ferramentas da qualidade, Telecomunicações

Palavras-chave: PDCA, MASP, Ferramentas da qualidade, Telecomunicações IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS FATORES QUE PROVOCAM ATRASOS NO ATENDIMENTO DE SOLICITAÇÕES DE MANUTENÇÃO CORRETIVA EM UMA EMPRESA DO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES UTILIZANDO- SE FERRAMENTAS DA QUALIDADE keyla

Leia mais

A APLICAÇÃO DA FILOSOFIA KAIZEN NA GESTÃO DE ESTOQUES

A APLICAÇÃO DA FILOSOFIA KAIZEN NA GESTÃO DE ESTOQUES A APLICAÇÃO DA FILOSOFIA KAIZEN NA GESTÃO DE ESTOQUES Thiago Augusto Santos Faria thiago.faria@embraer.com.br Mauricio Carlos do Prado Serpa mauricio.serpa@eleb.net Newton Yamada newyamada@bol.com.br Tema:

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu São Paulo, 01 de Outubro de 2010 Nomes: Cícero Marcelino RA: 200509458 Daniele Teixeira RA: 200605045 Edson Pereira RA: 200607727 Matheus Monteiro RA: 200709765 Rodrigo Pavin

Leia mais

08/09/2011 GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK GESTÃO DE PROJETOS

08/09/2011 GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK GESTÃO DE PROJETOS GESTÃO DE PROJETOS Prof. Me. Luís Felipe Schilling "Escolha batalhas suficientemente grandes para importar, suficientemente pequenas para VENCER." Jonathan Kozol GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK 1 GERÊNCIA

Leia mais

Segundo Maluche [1], a melhoria contínua é

Segundo Maluche [1], a melhoria contínua é Identificação de problemas em seu sistema da gestão A melhoria contínua deve ser vista como uma atividade constante que tem como objetivos aumentar o envolvimento de todos da equipe, o aperfeiçoamento

Leia mais

Enterprise Asset Management [EAM] Maximize o retorno sobre os ativos empresariais.

Enterprise Asset Management [EAM] Maximize o retorno sobre os ativos empresariais. Enterprise Asset Management [EAM] Maximize o retorno sobre os ativos empresariais. No atual cenário econômico, organizações do mundo inteiro enfrentam uma pressão enorme para gerir seus ativos proativamente

Leia mais

SISTEMA DE QUALIDADE FARMACÊUTICA Q10

SISTEMA DE QUALIDADE FARMACÊUTICA Q10 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL PARA HARMONIZAÇÃO DE REQUISITOS TÉCNICOS PARA REGISTRO DE MEDICAMENTOS PARA USO HUMANO GUIA ICH HARMONIZADO PELO TRIPARTITE SISTEMA DE QUALIDADE FARMACÊUTICA Q10 Versão atual

Leia mais

Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação.

Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação. Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação. SoftExpert PLM Suite é uma solução que oferece os requisitos e as habilidades necessárias que as empresas precisam para gerenciar com êxito

Leia mais

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES.

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. Evandro de Paula Faria, Claudia Cristina de Andrade, Elvis Magno da Silva RESUMO O cenário competitivo exige melhoria contínua

Leia mais

UBQ União Brasileira para Qualidade

UBQ União Brasileira para Qualidade UBQ União Brasileira para Qualidade Quem somos A UBQ é uma entidade civil, para fins não econômicos, que trabalha para difundir os conceitos e as práticas da Qualidade com o objetivo de ajudar as organizações

Leia mais

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International

Leia mais

Gestão baseada em Processos

Gestão baseada em Processos Gestão baseada em Processos Gestão baseada em Processos GESTÃO BASEADA EM PROCESSOS Todo o trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo. Não existe um produto ou serviço oferecido

Leia mais

Módulo 4: Fase de Planejamento

Módulo 4: Fase de Planejamento ENAP Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) Conteúdo para impressão Módulo 4: Fase de Planejamento

Leia mais

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam definir termos e conceitos da qualidade. Para tal, pretende-se discutir a relação que se estabelece

Leia mais

Gerenciamento da Rotina como base para o Programa de Excelência Operacional

Gerenciamento da Rotina como base para o Programa de Excelência Operacional Gerenciamento da Rotina como base para o Programa de Excelência Operacional Os elementos básicos de Gestão que todo Líder deve possuir para garantir a maturidade dos processos da Organização Alberto Pezeiro

Leia mais

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) seu produto nas unidades respectivas de cada grandeza, isto é, o produto tem $4,50 na característica "custo", 170 mm na característica "dimensão", e assim por diante. As colunas "concorrente };' e "concorrente

Leia mais

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DIRAD. TíTULO: LOGÍSTICA DE CONTROLE DE ESTOQUES FPB VERIFICADO EM: 23/08/2011 POR: FLAVIA SILVA ASSINATURA:

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DIRAD. TíTULO: LOGÍSTICA DE CONTROLE DE ESTOQUES FPB VERIFICADO EM: 23/08/2011 POR: FLAVIA SILVA ASSINATURA: PÁGINA: 1/12 DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DIRAD CÓDIGO POP.066010004/001 TíTULO: LOGÍSTICA DE CONTROLE DE ESTOQUES FPB ELABORADO EM: 24/06/2011 RESP. PELA UF: LUIZ CARLOS MARTINS ASSINATURA: VERIFICADO EM:

Leia mais

a) Identificação do órgão/unidade: Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Amazonas/Roraima)

a) Identificação do órgão/unidade: Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Amazonas/Roraima) Apresentação a) Identificação do órgão/unidade: Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Amazonas/Roraima) b) E-mail para contato e envio de informações: eiko.hirata@trt11.jus.br c) Nome do trabalho/projeto:

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Gestão da Qualidade TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Interpretação / Implantação da ISO 9001:2008 Compreender a filosofia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES CURITIBA 2014 MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA IMPORTADORA DE MEDICAMENTOS

IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA IMPORTADORA DE MEDICAMENTOS ISSN 1984-9354 IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA IMPORTADORA DE MEDICAMENTOS Rafael Salles de Carvalho (LATEC/UFF) Resumo A melhoria contínua da qualidade faz parte

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

4.6 6 Sigma. Abertura. Definição. Conceitos. Aplicação. Comentários. Pontos fortes. Pontos fracos. Encerramento

4.6 6 Sigma. Abertura. Definição. Conceitos. Aplicação. Comentários. Pontos fortes. Pontos fracos. Encerramento 4.6 6 Sigma 4.6 6 Sigma O início dos estudos a respeito de 6-Sigma remontam a 1979 por ação de um dos diretores da Motorola naquele momento, Art Sundy. Tudo começa quando ele se dá conta da quantidade

Leia mais

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) FMEA FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) Técnica auxiliar no projeto de sistemas, produtos, processos ou serviços. Flávio Fogliatto Confiabilidade 1 FMEA - Definição

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE CONTROLE DE MUDANÇAS NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE CONTROLE DE MUDANÇAS NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ISSN 1984-9354 IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE CONTROLE DE MUDANÇAS NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Julia Helena C. de Melo (LATEC/UFF) Resumo: Este artigo consiste em um estudo de caso que aborda a

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD)

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD) 1/22 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 Vendas Gestão de Contratos Service Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável

Leia mais

ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSO EM UMA EMPRESA DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA

ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSO EM UMA EMPRESA DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSO EM UMA EMPRESA DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA José Glenio Medeiros de Barros (UERJ) glenio@uerj.br João Alberto Neves dos

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO APLICAÇÃO DAS SETE FERRAMENTAS BÁSICAS DA QUALIDADE NO CICLO PDCA PARA MELHORIA CONTÍNUA: ESTUDO DE CASO

Leia mais