UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO O ESPECTADOR DOMÉSTICO E OS NOVOS CANAIS DE ACESSO: UMA ANÁLISE DOS HÁBITOS DA AUDIÊNCIA DE PRODUTOS AUDIOVISUAIS EDUARDO GINESI DA SILVA SÃO PAULO 2010

2 EDUARDO GINESI DA SILVA O ESPECTADOR DOMÉSTICO E OS NOVOS CANAIS DE ACESSO: UMA ANÁLISE DOS HÁBITOS DA AUDIÊNCIA DE PRODUTOS AUDIOVISUAIS Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Nove de Julho, para obtenção do título de Mestre em Administração de Empresas. SÃO PAULO 2010

3 Silva, Eduardo Ginesi da O espectador doméstico e os novos canais de acesso: uma análise dos hábitos da audiência de produtos audiovisuais / Eduardo Ginesi da Silva. São Paulo: UNINOVE, f. Dissertação (Mestrado) Universidade Nove de Julho. Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas, Produtos audiovisuais 2. Espectador doméstico 3. Novas mídias 4. Entretenimento 5. Prosumer I. Silva, Eduardo Ginesi da II. Universidade Nove de Julho III. Título

4 O ESPECTADOR DOMÉSTICO E OS NOVOS CANAIS DE ACESSO: UMA ANÁLISE DOS HÁBITOS DA AUDIÊNCIA DE PRODUTOS AUDIOVISUAIS Por EDUARDO GINESI DA SILVA Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Nove de Julho, para obtenção do título de Mestre em Administração de Empresas, sendo a banca examinadora formada por: Prof. Dr. Sérgio Luiz do Amaral Moretti - Orientador Universidade Nove de Julho Prof. Dr. Mateus Caniatti Ponchio Escola Superior de Propaganda e Marketing Prof.ª Dra. Nadia Kassouf Pizzinatto Universidade Nove de Julho São Paulo, 15 de abril de 2010

5 AGRADECIMENTOS Um projeto e vários caminhos. Encruzilhadas e dúvidas sobre o que buscar e até que ponto ir. Aqui ficam meus agradecimentos aos ex-colegas de classe e professores que, cada um a seu modo, trouxeram experiências e conhecimentos sobre os mais diversos assuntos, expandindo os temas das aulas para fatos reais, tornando os encontros em estimulantes debates. Cabe também destacar e agradecer o apoio recebido pela direção da Universidade Nove de Julho para a realização deste projeto, possibilitando convidar os estudantes de pós-graduação para participarem da pesquisa de campo; bem como a estes pelo tempo dedicado a partilhar suas percepções sobre o assunto explorado. Ao Professor Sérgio Moretti um agradecimento mais que especial, não só por ter aceitado um desafio proposto sobre linhas tênues e pouco definidas, mas também pela disposição em buscar, e receber, novas ideias para alinhar o que se estava descobrindo com os conhecimentos disponíveis. Sem tal espírito e apoio não haveria como caminhar na tortuosa trilha escolhida. A todos, muito obrigado!

6 RESUMO A indústria do entretenimento audiovisual tem sido uma das mais afetadas pela inovação tecnológica, principalmente no que se refere à distribuição de obras e à oferta de equipamentos destinados à reprodução de musicas e filmes. Esse estudo procura entender a relação entre o espectador doméstico e os canais utilizados para assistir a produtos audiovisuais. O problema principal que orientou a pesquisa pode ser resumido da seguinte forma: Qual é a percepção dos espectadores domésticos sobre os canais de acesso disponíveis para assistir a produtos audiovisuais na cidade de São Paulo? Quais são as características comuns de escolha dos canais entre diferentes grupos de espectadores? Além da revisão da literatura, a investigação contou com duas fases consideradas complementares. A primeira, qualitativa, gerou variáveis que foram aplicadas na segunda fase, quantitativa. A análise final dos dados foi feita sobre o posicionamento de 483 respondentes que afirmaram assistir a filmes, séries ou shows em casa costumeiramente. Entre os resultados principais pôde-se verificar que os consumidores mais jovens são os mais abertos à utilização da Internet como canal de consumo de audiovisuais, apesar da grande penetração dessa ferramenta em todas as faixas etárias. Conseguiu-se constatar também que a facilidade de manuseio dos novos canais, tais como pendrives, Smartphones e a própria Internet, somada a uma postura pró-ativa no uso desses meios, aponta para o surgimento de um novo tipo de espectador que foi denominado prosumer. Essa evolução de comportamento se dá nas faixas de maior renda. Meios de acesso diferentes se apresentaram vinculados a faixas de renda diferentes, reforçando a impressão de que o preço cobrado pelo produto tem forte impacto na seleção do canal de distribuição e, portanto, deve ser bem definido quando da administração do Marketing Mix. No entanto, o consumidor também percebe um conjunto de atributos de forma singular a cada canal, mesmo sendo o produto audiovisual o mesmo para todos. Uma vez que tenha formado sua percepção sobre as qualidades de cada canal, passa a utilizá-lo de forma mais frequente, em detrimento aos demais meios. Para a indústria, essa eleição é fator fundamental de lucratividade. Palavras-chave: Entretenimento. Espectador doméstico. Novas mídias. Produtos audiovisuais. Prosumer.

7 ABSTRACT The audiovisual entertainment industry has been one of the most affected by technological innovation, especially in activities as distribution of its products and provision of equipment for reproduction of music and movies. This study aims to understand the relationship among spectators and distribution channels of audiovisual products to domestic consumption. The main problem that oriented this research could be summarized as follows: What are the choices of domestic spectators to watch audiovisual products in the city of Sao Paulo? What are the common characteristics among different groups of spectators? Beyond the literature review, this research relies on two complementary phases. The first, using qualitative methods, generated variables that were applied at the second phase, based on quantitative methods. The final analysis was done on 483 respondents who said they had been used to watch movies, series or shows at home. Among the major results, it can be seen that younger consumers are more opened to using the Internet as a channel for media consumption, despite the high penetration of this tool in all age groups. It was also confirmed that the easiness of the use of new media, like memory sticks, Smartphones and Internet, together with a pro-active aptitude in consumption of this kind of products, points to emergence of a new type of viewer who has been called prosumer. This evolution of the behavior has occurred in the higher income ranges. Different medias were related to different income groups, reinforcing the impression that the price of the products has a strong impact on the selection of preferred distribution channel and, therefore, it must be well defined for the administration of the Marketing Mix. However, consumers also perceive a set of attributes uniquely for each channel, despite the fact that the audiovisual is the same for everyone. Once consumers have formed their perception about each channel, they elect their preferred one and get used to it. For industry, this choice is a fundamental factor in profitability. Keywords: Audiovisual products. Entertainment. Home spectator. New media. Prosumer.

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Indústria de mídia no Brasil período de Figura 2 - Participação das mídias de comunicação nas verbas publicitárias no 1º semestre de Figura 3 - Segmentação da indústria de mídia no Brasil Figura 4 - Hábitos do consumidor de filmes Figura 5 - Atividade de cultura e lazer preferida Figura 6 - A cadeia de valor pirata dos usuários Figura 7 - Evolução das mídias sob o ponto de vista do usuário Figura 8 - Hábitos de consumo de mídia entre os jovens Figura 9 - Preferência de uso no dia a dia entre os jovens Figura 10 - Diagrama genérico da Cauda Longa (Long Tail) Figura 11 - Fatores de influência no processo de decisão de compra Figura 12 - Modelo da investigação... 68

9 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 - Número de respondentes distribuídos pelo tempo de coleta Gráfico 2 - Meios preferidos e faixas etárias Gráfico 3 - Meios preferidos e faixas de renda familiar Gráfico 4 - Meios preferidos e número de pessoas na habitação Gráfico 5 - Renda e idade Gráfico 6 - Classificação média dos meios Gráfico 7 - Frequência de uso do canal preferido Gráfico 8 - Notas atribuídas pelos preferentes aos seus meios preferidos Gráfico 9 - Frequência de acesso à Internet Gráfico 10 - Frequência de acesso à Internet e renda familiar Gráfico 11 - Frequência de acesso à Internet e faixa etária Gráfico 12 - Frequência de acesso à Internet por meios preferidos Gráfico 13 - Frequência de acesso à Internet e faixa etária sem os preferentes de Internet

10 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Síntese da pesquisa Quadro 2 - Distribuição de mídia por faixa etária Quadro 3 - Distribuição das fontes de entretenimento por faixa etária Quadro 4 - Consumo dos meios Quadro 5 - Investimentos publicitários Quadro 6 - O Marketing Mix e suas características Quadro 7 - Adaptação do conceito do Marketing Mix para produtos audiovisuais Quadro 8 - Atributos e conceitos verificados na fase qualitativa da pesquisa Quadro 9 - Quadro metodológico Quadro 10 - Atributos e conceitos baseados na classificação dos atributos dos meios estudados... 94

11 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Crescimento do número de assinaturas de TV paga em 2009, por região Tabela 2 - Perfil dos respondentes da pesquisa qualitativa Tabela 3 - Estado civil e idade dos participantes Tabela 4 - Renda e composição familiar Tabela 5 - Meios preferidos para acesso aos audiovisuais Tabela 6 - Classificação média dos meios e coeficiente de concordância de Kendall Tabela 7 - Participantes e notas atribuídas a seus meios preferidos Tabela 8 - Meio preferido e frequência de uso geral a partir da análise de concordância Tabela 9 - Meio preferido e nota geral de cada meio a partir da análise de concordância Tabela 10 - Classificação de cada atributo em cada meio todos os respondentes Tabela 11 - Classificação desconsiderada as avaliações dos meios preferidos Tabela 12 - Classificação exclusivamente com avaliações dos preferentes.. 93 Tabela 13 - Correlação Tau-b de Kendall dos atributos com a nota geral de cada meio estudado... 96

12 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS B2C Business to Consumer CD Compact Disk. DTH Direct to Home. DVD - Digital Video Disc, ou Digital Versatile Disc. DVR - Digital Video Recorder. IPTV - Internet Protocol Television. Mmix Marketing Mix. P2P peer-to-peer (diretamente entre par de usuários). TV - Aparelho receptor ou emissora de Televisão. VHS - Video Home System.

13 SUMÁRIO CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO Justificativa Problema da Pesquisa Objetivos Partes Componentes da Dissertação CAPÍTULO 2 - O MERCADO DE PRODUTOS AUDIOVISUAIS O Mercado de Produtos Audiovisuais como Entretenimento Histórico Inovações e Mudanças de Expectativas O Desafio das Novas Mídias CAPÍTULO 3 - PROSUMER, O CONSUMIDOR DOS NOVOS TEMPOS Vivendo em Tempos Complexos Prosumer, o Novo Consumidor O Prosumer e as Redes A Convergência das Mídias CAPÍTULO 4 - O MARKETING MIX E OS PRODUTOS AUDIOVISUAIS O Marketing e a Escolha das Novas Mídias Um Marketing para os Novos Tempos O Marketing Mix Produto e a Percepção de Qualidade O Preço e a Percepção de Valor Promoção: Razão e Emoção Canal: a Entrega do Produto CAPÍTULO 5 - ESTUDO DE CAMPO Metodologia Proposições 1, 2, 3 e 4 para Pesquisa Fase I Estudo Exploratório - Pesquisa Qualitativa Resultados da Pesquisa Qualitativa Proposições 5 e 6 para Pesquisa Fase II Estudo Descritivo - Pesquisa Quantitativa Pré-testes Amostra... 75

14 5.4.3 Coleta dos Dados Preparação dos dados Quadro Metodológico da Pesquisa CAPÍTULO 6 - RESULTADOS E DISCUSSÃO Resultados sobre o Meio Preferido Análise dos Atributos dos Meios Disponíveis Análise do Canal Internet CAPÍTULO 7 - CONSIDERAÇÕES FINAIS CAPÍTULO 8 SUGESTÕES DE NOVOS ESTUDOS REFERÊNCIAS APÊNDICE I Questionário e Roteiro da Pesquisa Qualitativa APÊNDICE II Perfis Apreendidos durante a Pesquisa Qualitativa APÊNDICE III Questionário da Pesquisa Quantitativa APÊNDICE IV de Convite aos Participantes APÊNDICE V Mapas Perceptuais de Meio Preferido e Frequências de Uso dos Meios APÊNDICE VI Mapas Perceptuais de Meio Preferido e Notas Gerais Atribuídas aos Meios APÊNDICE VII Tabelas de Classificação dos Atributos dos Meios por Cada Série de Preferentes

15 12 CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO O avanço tecnológico ligado ao processamento de informações tem causado mudanças numa ampla gama de atividades. Esse impacto é sentido não só nos procedimentos profissionais, mas também na própria cultura das sociedades, posto que afeta também o consumo e o entretenimento (CASTELLS, 2003; MORETTI, 2005; RIFKIN, 2001). As inovações têm apresentado implicações na forma como se trabalha nas organizações e também nas expectativas e necessidades dos consumidores. Surgem novas demandas, outras se modificam, algumas até desaparecem em curtos espaços de tempo (FIRAT; VENKATESH, 1997; ROCHA, 2010; RUST; ZEITHAML; LEMMON, 2000). Desse modo, torna-se fundamental conhecer profundamente os hábitos dos consumidores e muitas vezes o próprio mercado no qual a organização está inserida (FLICHY, 2006; LEWIS; BRIDGES, 2004). Os filmes, séries de TV e shows, genericamente chamados de produtos audiovisuais, são ofertas específicas da indústria de entretenimento e fazem par com diversas outras formas de diversão - música, rádio, livros, revistas, e mesmo jogos eletrônicos. Todas estas dependem de distribuição por mídia (media dependent entertainment), qualquer que seja a definição desse suporte; diferentemente de atividades como esportes, museus, teatro e parques temáticos, que são classificadas como entretenimento ao vivo (live entertainment) (REIS, 2004). A indústria do entretenimento audiovisual tem sido uma das mais afetadas pela inovação tecnológica, principalmente aquelas ligadas à oferta de equipamentos destinados à reprodução de seus títulos. Juntando a isso o lazer doméstico como um dos fenômenos comportamentais das duas últimas décadas, pode-se perceber a importância de se entender essas mudanças (IZZO, 2009; REIS, 2004; TORRES, 2005). As opções para se assistir a produtos audiovisuais tais como programas de TV, filmes ou séries em casa são inúmeras e com qualidade crescente. Pode-se desde gravar a programação e, por meio de um software ou equipamento específico, retirar as propagandas inseridas entre os módulos de conteúdo, até assistir a um filme pela Internet com o computador acoplado a um monitor de TV de alta resolução (FUSCO, 2010; RIBEIRO, MEDITSCH, 2007).

16 13 Ainda que aberta a novas experiências, a evolução tecnológica adotada pelos fornecedores dessa indústria basicamente se restringiu ao aperfeiçoamento das formas de produção (IZZO, 2009), deixando de lado demandas do consumidor referentes a formas de acesso mais modernas. A dinâmica da comercialização permaneceu praticamente intocada (RIBEIRO; MEDITSCH, 2007). As companhias continuaram definindo o que será produzido e o tempo de disponibilidade no mercado, mantendo como modelo de negócio o foco no lucro sobre a venda da mídia física rolos de filmes, fitas de vídeo e, mais recentemente, DVDs (CHIMENTI; NOGUEIRA; RODRIGUES, 2009; CLEMENT, 2003). Com o aprimoramento do registro digital de imagens em meio eletrônico, acabou-se com a inconveniência de se perder qualidade em cada nova cópia gerada, além de reduzir-se o custo da operação. Mas o efeito colateral desse salto foi a aceleração da dinâmica das cópias não autorizadas piratas, em essência (BARROS, et al., 2008; KOZINETS, 2007). Os grandes estúdios, tradicionais produtores de conteúdo, passaram a ter competidores de pequeno porte, ou mesmo individuais, que possuem equipamentos com capacidade para oferecer o mesmo produto, literalmente, com qualidade razoável (apresentação e durabilidade inferiores) a preços mais baixos e com capilaridade de distribuição equivalente, se não melhor (ANDERSON, 2006; CORTES, et al., 2008; ELBERSE, 2008). Deslocando a análise para o campo da publicidade, não se pode negligenciar a influência que tais mudanças podem ter. Mudanças na audiência levam automaticamente a um novo planejamento de inserções de propagandas pelos patrocinadores e anunciantes, já que, quanto melhor e maior a audiência de uma emissora de TV, por exemplo, maior será seu apelo para a comercialização de espaços publicitários (DIMMICK, 1997, EURO RSCG WORLDWIDE, 2009). Contudo, o inverso também é verdadeiro. Com a proliferação das alternativas independentes, o espectador pode ficar tentado a reduzir seu acesso às TVs abertas, bem como a outros meios tradicionais, afetando negativamente o faturamento desses meios na medida em que optar por usufruir um acervo próprio ou utilizar um meio de acesso alternativo (AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, 2009; CHIMENTI; NOGUEIRA; RODRIGUES, 2009; DIMMICK; CHEN; LI, 2004; EURO RSCG WORLDWIDE, 2009). O advento e popularização das novas tecnologias para suporte ou transmissão de arquivos digitais trouxeram a distribuição gratuita de cópias, seja por

17 14 compartilhamento direto entre computadores de usuários (P2P peer-to-peer), seja por sites irregulares que auferem lucros de formas diversas. A capacidade de armazenamento de conteúdos aumentou exponencialmente com a popularização dos computadores, assim como a velocidade de transferências de arquivos por meio de recursos de banda larga. (IZZO, 2009; REIS, 2004; TORRES, 2005). Como a fonográfica, a indústria de audiovisual, visando a manutenção do faturamento, dirigiu de forma agressiva seus esforços para o combate à chamada pirataria (BARROS, et al., 2008; KOZINETS, 2007). O cerne do problema, nessa perspectiva, seria de ordem legal e econômica: distribuições ilegais de arquivos seriam feitas a baixo custo por não terem que suportar as despesas com a produção da obra. O consumidor se sentiria atraído pelos preços menores ou preço zero sem se preocupar com questões morais ou legais ligadas ao consumo de produtos piratas. Assim, não haveria como ajustar a relação oferta-consumo via mercado quando se têm concorrentes fornecendo a preços irrisórios e clientes que não se importam com a questão dos direitos autorais (BARROS, et al., 2008; GRAU, 2003). Entretanto, para CDs (música) e DVDs (filmes) a experiência é diferente. O consumidor de produtos audiovisuais tem que dedicar mais tempo para baixar arquivos, que são maiores (mais pesados) que os de música e com maiores chances de insucesso, aumentando a possibilidade de frustrar a ideia inicial de se usufruir o produto (JENKINS, 2008; LUCIANO, 2004). Essa diferença pode ter sido a causa, até então, da indústria cinematográfica não ter sofrido declínio tão acentuado quanto a fonográfica. A questão-chave que se coloca para esta dissertação, no entanto, não é discutir o entendimento que a indústria oficial tem sobre todas essas relações, mas sim, investigar a satisfação do consumidor doméstico com as opções de que dispõe para acessar as fontes de entretenimento. O foco deste estudo será dirigido para exploração da relação entre o consumidor e os canais que ele usa para assistir a produtos audiovisuais. A escolha de se inquirir especificamente sobre filmes, séries de TV e shows, se deve ao fato de que se poderão comparar diversos tipos de meios de acesso que oferecem o mesmo produto. Assim, pode-se entender que a TV por assinatura, Videoclubes, Camelôs e Internet, por exemplo, concorrem entre si na oferta desses materiais (IZZO, 2009; REIS, 2004; TORRES, 2005). A decisão de assistir a um produto audiovisual está relacionada a diversas condições, tais como uso do tempo, tipo de lazer procurado, e a própria intenção de

18 15 buscar entretenimento. A combinação desse desejo com outras opções causará implicações na decisão. O consumidor poderá unir essa atividade com uma ida a restaurante, encontro com amigos ou até mesmo passar algum tempo selecionando e obtendo um título para assistir. Certamente essas variáveis se combinam dentro da preferência de cada indivíduo e servem de base para a escolha do canal a ser utilizado para acessar a produção cinematográfica (IZZO, 2009; REIS, 2004). O estudo se dedicará a desvendar algumas dessas questões. 1.1 Justificativa Uma questão fundamental, desde o início da pesquisa envolvendo essa dissertação, orientou o seu encaminhamento: a ausência de estudos sobre o comportamento do espectador de produtos audiovisuais em casa. Ainda que se conheça o impacto das mudanças tecnológicas na operação dos arquivos audiovisuais, pouco se explorou sobre o efeito disso no comportamento do espectador. Espera-se, até de forma intuitiva, que o consumidor atual tenha um perfil distinto de seus antecessores de décadas passadas (MORETTI, 2005; ROCHA 2010). O atual cliente da indústria de entretenimento convive com novas formas de trânsito e tratamento de informações (JENKINS, 2008; SÁ; ANDRADE, 2008). Lidar com elas antes de se acomodar em uma poltrona ou sofá e assumir a condição de espectador, apreciando o filme escolhido, não é a mesma coisa que nos tempos em que a TV dominava sozinha este cenário (LIN, 2001a, 2001b). 1.2 Problema da Pesquisa Qual é a percepção dos espectadores domésticos sobre os canais de acesso disponíveis para assistir a produtos audiovisuais na cidade de São Paulo? Quais são as características comuns de escolha dos canais entre diferentes grupos de espectadores?

19 Objetivos A partir do problema apontado acima, podem ser estabelecidos os seguintes objetivos: Analisar as escolhas do espectador para assistir a produtos audiovisuais diante dos diversos canais de acesso disponíveis. Verificar se há características comuns entre os espectadores, de forma a sugerir agrupamentos de características indutoras ao uso de cada um dos canais disponíveis. A pesquisa proposta pode ser sintetizada no Quadro 1. Pergunta da Pesquisa Estratégia da Pesquisa Unidade de Análise Amostra Corte temporal Fontes de Pesquisa Acesso à amostra Dilema Qual é a percepção dos espectadores domésticos sobre os canais de acesso disponíveis para assistir a produtos audiovisuais na cidade de São Paulo? Quais são as características comuns de escolha dos canais entre diferentes grupos de espectadores? Exploratória e descritiva, em duas fases: pesquisa qualitativa para orientar a formulação do questionário, para posterior coleta de dados quantitativos por meio de um survey. Espectadores domésticos de produtos audiovisuais, residentes em São Paulo. Não probabilística, por conveniência. Qualitativa: círculo de relacionamento pessoal do autor com usuários de produtos audiovisuais Quantitativa: alunos dos cursos de Pós-graduação da Universidade Nove de Julho Uninove Pesquisa transversal tanto na fase qualitativa quanto na quantitativa. Período de coleta: junho e dezembro de Pesquisa Bibliográfica realizada por meio das palavras-chave: Mercado de produtos audiovisuais, novas mídias, novo consumidor, prosumer, novas tecnologias, Marketing Mix, Internet, TV aberta e por assinatura, download de produtos audiovisuais, computador pessoal. Fase qualitativa: contato pessoal. Fase Survey: para os alunos convidando-os a acessarem um questionário hospedado em um site especializado na Internet. Não existem teorias, tampouco escalas previamente testadas, que cubram todo o espectro desejado. Portanto a investigação teve uma orientação indutiva a partir de insights revelados na pesquisa bibliográfica. Quadro 1 - Síntese da pesquisa Fonte: elaborado pelo autor

20 Partes Componentes da Dissertação No capítulo 2 deste projeto são trabalhadas a caracterização da indústria cinematográfica e, mais especificamente, do produto audiovisual para consumo no lar. Também são explorados os impactos das mudanças tecnológicas, principalmente aquelas ocorridas nos meios de acesso para obtenção do produto audiovisual. No capitulo 3 são apresentadas as mudanças no comportamento e expectativas do consumidor. São analisadas as tendências que formam o cenário atual fortemente centrado em redes informatizadas de comunicação (networks). Tal suporte tecnológico pressupõe hábitos diferenciados de entretenimento - campo no qual se situa essa dissertação. Este novo cenário é habitado por um indivíduo conectado e com facilidade de acesso à tecnologia, o que torna mais explicável a ideia de que um novo tipo de consumidor-produtor, o prosumer, pode estar se constituindo. Longe de ser um modismo, pode-se reconhecer o fenômeno como uma tendência a alterar a forma de relacionamento entre empresas e consumidores. No capitulo 4 é analisada a evolução dos conceitos de Marketing na sua busca pela adaptação aos novos tempos. Também é caracterizado o Marketing Mix e sua utilização neste trabalho. São feitas considerações sobre o produto audiovisual, percepção dos custos para sua utilização, escolha do canal de distribuição e aspectos da comunicação para sua aquisição. No capítulo 5 é apresentado o Estudo de Campo, que comporta a Metodologia utilizada para o estudo e o planejamento que foi adotado para solucionar o problema. Pode-se adiantar que não foram localizados trabalhos que tratem do assunto diretamente, o que impediu replicações de pesquisas ou uso de escalas já consagradas. Parece que, apesar da importância do tema, não há uma preocupação explícita do mercado da publicidade em desvendar os novos hábitos dos consumidores. Também neste capítulo se encontram os estudos exploratório e descritivo do projeto. No capítulo 6 são apresentados os Resultados e a Discussão sobre as principais descobertas, no capítulo 7 são feitas as Considerações Finais sobre o desenvolvimento da dissertação e a consolidação das ideias trabalhadas e no capítulo 8 são tratadas as Sugestões para Novos Estudos.

21 18 CAPÍTULO 2 - O MERCADO DE PRODUTOS AUDIOVISUAIS Este capítulo é dedicado ao entendimento da indústria e do mercado envolvido na pesquisa. O mercado de produtos audiovisuais é explorado dentro deste trabalho apenas no tocante a consumo de produtos comerciais destinados ao entretenimento do espectador. É feita a caracterização da indústria cinematográfica e, mais especificamente, do produto audiovisual para consumo no lar e os efeitos das mudanças tecnológicas na mídia e no acesso a esse produto. 2.1 O Mercado de Produtos Audiovisuais como Entretenimento O mercado de produtos audiovisuais se insere no grande mercado de mídia brasileiro. Segundo o Datamonitor (MEDIA BRAZIL, 2009), empresa que comercializa relatórios sobre mercados e empresas, a indústria de mídia se compõe de emissoras de TVs abertas e por assinatura (cabo ou satélite), empresas de propaganda, mídia impressa (publishing) e produtores e distribuidores de produtos audiovisuais, incluindo os musicais, shows e esportes. A receita total da indústria de mídia do Brasil, até dezembro de 2009, foi de $ 17.1 bilhões de dólares, representando um crescimento médio de 4,2% no período de Em comparação com o mercado dos EUA, de 1,5% para o mesmo período, o crescimento foi quase 3 vezes maior. O relatório prevê a manutenção do crescimento para o próximo período de , o que mostra o potencial do mercado brasileiro. A Figura 1 mostra estes valores para o período de em dólares e o percentual de crescimento de cada ano.

22 19 Figura 1 - Indústria de mídia no Brasil período de Fonte: Datamonitor (2009) O mercado de TV é o mais lucrativo, com receitas de 9.1 bilhões de dólares, o que lhe confere o posto de maior da indústria, com 53,1% do total. Sua receita, como já mencionado, se origina da venda de espaços comerciais ou do valor das assinaturas, sendo este o caso das TVs pagas. Dentro desse segmento, a TV aberta sofre constante ameaça pelo avanço da TV por assinatura, que alcançou no ano de 2009, um total de 18% sobre o ano anterior, o maior índice em 7 anos. Com , o Brasil chegou a domicílios com TV por assinatura. A Tabela 1 mostra como o crescimento ocorreu por região do Brasil. Tabela 1 - Crescimento do número de assinaturas de TV paga em 2009, por região Região Crescimento (%) Norte 28,0 Nordeste 21,9 Sudeste 18,9 Sul 14,9 Centro-oeste 11,9 Brasil 18,2 Fonte: Agência Nacional de Telecomunicações (2009)

23 20 O forte crescimento pode ser creditado, principalmente, à ampliação da oferta de combos (serviços múltiplos) e, também, pelos DTH (distribuição de sinal de TV e áudio via satélite). A participação de serviços de TV por assinatura prestados por satélite foi de 33,2% em 2008, para 37,3% em Incluindo a Internet e cinema, a Figura 2 mostra a participação da Internet e outras mídias, como mídia exterior, guias e listas e cinema. Figura 2 - Participação das mídias de comunicação nas verbas publicitárias no 1º semestre de 2009 Fonte: Meio e Mensagem, 2009 O destaque no final de 2009 foi a ultrapassagem do meio Rádio pelo meio Internet, conforme a notícia do jornal Meio e Mensagem (2009, p. 18): [...] com mais de 22% de crescimento, a mídia online chegou aos milhões de reais. Isso equivale a 4.15% do bolo publicitário. O rádio ficou com 4.5% ou milhões. Como o Google não participa do Intermeios e com certeza fatura mais que os 60 milhões que separam rádio da Internet, é fácil concluir que já foram deixados para trás (MEIO & MENSAGEM, 2009, p. 18). Outras formas de entretenimento como os filmes, PCs e vídeo games são potenciais substitutos para esse mercado. Tem sido observado forte aumento da popularidade dessas opções, impactando o formato tradicional de receita de propaganda no período de (MEIO & MENSAGEM, 2009, p. 13). A Figura 3 mostra a participação de cada segmento.

UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO

UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO O ESPECTADOR DOMÉSTICO E OS NOVOS CANAIS DE ACESSO: UMA ANÁLISE DOS HÁBITOS DA AUDIÊNCIA DE PRODUTOS AUDIOVISUAIS EDUARDO GINESI DA

Leia mais

Produção de textos online. O modelo de consumo de uma nova era

Produção de textos online. O modelo de consumo de uma nova era Produção de textos online O modelo de consumo de uma nova era Introdução Novas tecnologias, ou mesmo o aprimoramento daquelas já existentes, tem transformado o modo como são consumidos os conteúdos disponibilizados

Leia mais

08 a 11 de outubro de 2014

08 a 11 de outubro de 2014 EMPREENDER NA MÚSICA COMO TRANSFORMAR UMA BANDA NUMA MICRO EMPRESA 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Sumário Ecossistema da música A música no Brasil Gestão da carreira musical O ecossistema

Leia mais

O que é comércio eletrônico?

O que é comércio eletrônico? COMÉRCIO ELETRÔNICO O que é comércio eletrônico? O comércio eletrônico ou e-commerce é a compra e venda de mercadorias ou serviços por meio da Internet, onde as chamadas Lojas Virtuais oferecem seus produtos

Leia mais

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões MÍDIA KIT INTERNET Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões Segundo pesquisa da Nielsen IBOPE, até o 1º trimestre/2014 número 18% maior que o mesmo período de 2013. É a demonstração

Leia mais

Rádio Digital. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Senado Federal

Rádio Digital. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Senado Federal Rádio Digital Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal Roberto Pinto Martins Secretário rio de Telecomunicações Ministério das Comunicações Sumário 1. Cenário

Leia mais

A confluência dos vídeos e a Internet

A confluência dos vídeos e a Internet WHITEPAPER A confluência dos vídeos e a Internet Por que sua empresa deveria investir em vídeos em 2013 e como a Construção Civil pode utilizar os vídeos como diferencial competitivo. 1 Saiba como os vídeos

Leia mais

Contextualização. *http://www.sophiamind.com/noticias/acesso-a-internet-movel-entre-as-mulherescresce-575-em-dois-anos/

Contextualização. *http://www.sophiamind.com/noticias/acesso-a-internet-movel-entre-as-mulherescresce-575-em-dois-anos/ Mobile Marketing Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência de mercado. Cem por cento

Leia mais

GfK Audience Measurements & Insights MEDIÇÃO DE AUDIÊNCIA DE TV E VÍDEO

GfK Audience Measurements & Insights MEDIÇÃO DE AUDIÊNCIA DE TV E VÍDEO MEDIÇÃO DE AUDIÊNCIA DE TV E VÍDEO Em nenhum momento de toda a história dos meios de comunicação modernos houve tantas mudanças fundamentais na distribuição e mensuração da mídia. Com o surgimento da transmissão

Leia mais

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO UM BREVE HISTÓRICO COMÉRCIO ELETRÔNICO O comércio sempre existiu desde que surgiram as sociedades. Ele é dito como o processo de comprar, vender e trocar produtos e serviços. Inicialmente praticado pelos

Leia mais

MARKETING NAS REDES SOCIAIS. Carlos Henrique Cangussu (Discente do 2º ano do curso de Administração das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS)

MARKETING NAS REDES SOCIAIS. Carlos Henrique Cangussu (Discente do 2º ano do curso de Administração das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) 1 MARKETING NAS REDES SOCIAIS Angela de Souza Brasil (Docente Esp. Faculdades Integradas de Três Carlos Henrique Cangussu Daniel Barbosa Maia Elisandra Inês Peirot Schneider Marcelo Da Silva Sivestre Tiago

Leia mais

SOCIAL MIX A MÍDIA TRADICIONAL E AS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS DO SOCIAL TV. Outubro de 2012 www.elife.com.br twitter.com/elife_br

SOCIAL MIX A MÍDIA TRADICIONAL E AS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS DO SOCIAL TV. Outubro de 2012 www.elife.com.br twitter.com/elife_br SOCIAL MIX A MÍDIA TRADICIONAL E AS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS DO SOCIAL TV Este paper faz parte de uma série elaborada pela E.life/Social Agency que aborda como as tradicionais disciplinas do Mix de Comunicação

Leia mais

O Brasil e a Internet Ubíqua: Avanços e Perspectivas

O Brasil e a Internet Ubíqua: Avanços e Perspectivas ARTIGO O Brasil e a Internet Ubíqua: Avanços e Perspectivas AUTORES Antonio Eduardo Ripari Neger Presidente da Associação Brasileira de Internet (ABRANET). Engenheiro formado pela Unicamp, advogado formado

Leia mais

Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão

Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão SET 2014 A SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão) é a principal associação de profissionais que trabalham com tecnologias e sistemas operacionais

Leia mais

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital 11 1 Introdução Com o advento da nova era da internet, conhecida com web 2.0, e o avanço das tecnologias digitais, o consumidor passa a ter maior acesso à informação bem como à facilidade de expressar

Leia mais

O Modelo DX sumário executivo

O Modelo DX sumário executivo White Paper O Modelo DX sumário executivo INTRODUÇÃO 2 O MODELO BROADCAST 3 MODELO TRADICIONAL DE BROADCAST 3 O MODELO DX 4 NOVOS MODELOS DE RECEITA 5 O MODELO DX PARA TELAS COLETIVAS 6 1 www.dx.tv.br

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

Barômetro. Cisco. Banda Larga. Análise de mercado. 2 o Trimestre/2006. 3 a Edição Setembro/2006

Barômetro. Cisco. Banda Larga. Análise de mercado. 2 o Trimestre/2006. 3 a Edição Setembro/2006 Barômetro Cisco Banda Larga da Análise de mercado 2 o Trimestre/2006 3 a Edição Setembro/2006 Barômetro Cisco da Banda Larga Introdução Você está recebendo a nova edição do Barômetro Cisco da Banda Larga,

Leia mais

O CONSUMIDOR MOBILE. Uma visão global

O CONSUMIDOR MOBILE. Uma visão global O CONSUMIDOR MOBILE Uma visão global A PRÓXIMA POTÊNCIA EM MÍDIA Quando a primeira chamada foi realizada por um telefone móvel em 1973, o protótipo utilizado tinha bateria com duração de 30 minutos e levava

Leia mais

Rede IPTV DX - Clubes Desportivos

Rede IPTV DX - Clubes Desportivos White Paper 24 de Setembro de 2014 Rede IPTV DX - Clubes Desportivos Alcançando e realizando o potencial do torcedor móvel IPTV Móvel para Clubes Desportivos - DX - 1 O negócio de mídia e venda para torcedores

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

Perfil do Jovem Brasileiro. Realização: Núcleo de Tendências e Pesquisa do Espaço Experiência da FAMECOS/PUCRS

Perfil do Jovem Brasileiro. Realização: Núcleo de Tendências e Pesquisa do Espaço Experiência da FAMECOS/PUCRS Perfil do Jovem Brasileiro Realização: Núcleo de Tendências e Pesquisa do Espaço Experiência da FAMECOS/PUCRS Porto Alegre, setembro de 2013 ASPECTOS METODOLÓGICOS 2 Objetivos e Síntese Metodológica Objetivo

Leia mais

A OFERTA DE CONTEÚDO MULTIPLATAFORMA NA TELEVISÃO ABERTA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2005 E 2011

A OFERTA DE CONTEÚDO MULTIPLATAFORMA NA TELEVISÃO ABERTA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2005 E 2011 Ciências Humanas e Sociais Comunicação A OFERTA DE CONTEÚDO MULTIPLATAFORMA NA TELEVISÃO ABERTA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2005 E 2011 Ingo A.F. von Ledebur 1 Thiago H. Ruotolo da Silva 2 Gabriela Rufino

Leia mais

Seja certificado pelo CENP e tenha acesso a análises de audiência de TV

Seja certificado pelo CENP e tenha acesso a análises de audiência de TV Consulta.net Seja certificado pelo CENP e tenha acesso a análises de audiência de TV Pequenas e médias agências de publicidade podem ter acesso a dados e relatórios de audiência de TV por meio do Consulta.net,

Leia mais

Incentivar, desenvolver, regulamentar e promover o uso dos meios interativos;

Incentivar, desenvolver, regulamentar e promover o uso dos meios interativos; Missão do IAB Brasil Incentivar, desenvolver, regulamentar e promover o uso dos meios interativos; Criar normas e padrões para o planejamento, criação, compra, venda, veiculação e mensuração de mensagens

Leia mais

Alternativas de Comercialização Cinematográfica: Novas janelas e o caso 3 Efes 1. Maria Cristina Couto Melo 2 Universidade Federal de São Carlos

Alternativas de Comercialização Cinematográfica: Novas janelas e o caso 3 Efes 1. Maria Cristina Couto Melo 2 Universidade Federal de São Carlos Alternativas de Comercialização Cinematográfica: Novas janelas e o caso 3 Efes 1 Resumo Maria Cristina Couto Melo 2 Universidade Federal de São Carlos O modelo industrial de produção cinematográfica estrutura-se

Leia mais

3 Apresentação do caso

3 Apresentação do caso 3 Apresentação do caso Neste capítulo será contextualizado o mercado de telefonia móvel no Brasil, com a descrição dos principais concorrentes e a participação de mercado de cada um deles, a apresentação

Leia mais

Estudo de Web Marketing para a Prova NP1 Dia da prova: 07/10/2011

Estudo de Web Marketing para a Prova NP1 Dia da prova: 07/10/2011 Curso de Marketing Disciplina: Web Marketing Professor: Roberto Marcello Estudo de Web Marketing para a Prova NP1 Dia da prova: 07/10/2011 Web Marketing Web Marketing é qualquer esforço promocional realizado

Leia mais

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO Sistema de rádio bidirecional digital profissional A solução de comunicação em rádios bidirecionais de próxima geração está aqui, com melhor desempenho, produtividade e preço e mais oportunidades para

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

CÓDIGO 58 - EDIÇÃO E EDIÇÃO INTEGRADA À IMPRESSÃO

CÓDIGO 58 - EDIÇÃO E EDIÇÃO INTEGRADA À IMPRESSÃO Classificação Nacional de Atividades Econômicas CNAE 2.0 CÓDIGO 58 - EDIÇÃO E EDIÇÃO INTEGRADA À IMPRESSÃO 581 - Edição de Livros, Jornais, Revistas e outras Atividades de Edição 582 - Edição integrada

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

Sumário Executivo. Objetivos

Sumário Executivo. Objetivos Brasil Sumário Executivo As mídias sociais estão se tornando uma parte central de como os consumidores descobrem e avaliam informações. Quando os Mass Affluent se relacionam com instituições financeiras

Leia mais

Paradigmas e paradoxos da sociedade da informação

Paradigmas e paradoxos da sociedade da informação Paradigmas e paradoxos da sociedade da informação As mudanças DebatePapo Mídia Dalton Pastore - ABAP Caio Barsotti - SECOM José Alves - IVC Orlando Lopes - ABA Impacto da Tecnologia Individualização Acesso

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA INTERNET PARA O CONSUMIDOR DO SETOR DE TURISMO

A INFLUÊNCIA DA INTERNET PARA O CONSUMIDOR DO SETOR DE TURISMO A INFLUÊNCIA DA INTERNET PARA O CONSUMIDOR DO SETOR DE TURISMO Bruna Giovana de Sá Luiz Fernando de Souza Matheus Bernardi dos Santos RESUMO: O presente trabalho traz um estudo da relação entre a internet

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social O SISTEMA DE RÁDIO DIGITAL: A MODERNIZAÇÃO DO M.C.M. MAIS POPULAR DO PLANETA Texto redigido para embasar apresentação de seminário na

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Almanaque IBOPE Pesquisa: Demografia Hábitos de lazer

Nome do programa, pesquisa ou produto: Almanaque IBOPE Pesquisa: Demografia Hábitos de lazer 1 Data de elaboração da ficha: Abr 2007 IBOPE - Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística Dados da organização Nome: IBOPE - Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística Endereço:

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FOTOGRAFIA E FILMAGEM

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FOTOGRAFIA E FILMAGEM OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FOTOGRAFIA E FILMAGEM 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser fotocopiada,

Leia mais

Sheet1. Criação de uma rede formada por tvs e rádios comunitárias, para acesso aos conteúdos

Sheet1. Criação de uma rede formada por tvs e rádios comunitárias, para acesso aos conteúdos Criação de um canal de atendimento específico ao público dedicado ao suporte de tecnologias livres. Formação de comitês indicados por representantes da sociedade civil para fomentar para a ocupação dos

Leia mais

apresentação de serviços

apresentação de serviços apresentação de serviços Nos últimos 50 anos a humanidade gerou mais informações do que em toda sua história anterior. No mercado corporativo, o bom gerenciamento de informações é sinônimo de resultados.

Leia mais

Resumo dos resultados de pesquisa de mídia social

Resumo dos resultados de pesquisa de mídia social Resumo dos resultados de pesquisa de mídia social Introdução: Com a Web 2.0 e suas ferramentas interativas (blog, fórum, sites interativos, redes sociais, etc.) as pessoas criam conteúdo e informação de

Leia mais

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE Marketing Empresarial Capítulo 1 Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca,

Leia mais

Música e internet: uma expressão da Cultura Livre

Música e internet: uma expressão da Cultura Livre Música e internet: uma expressão da Cultura Livre Auta Rodrigues Moreira Irene Guerra Salles Lilian Braga Carmo Luana Roberta Salazar Resumo: Atualmente, com a presença marcante das tecnologias, torna-se

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Usando o SI como vantagem competitiva Vimos

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária Área de Comunicação Tecnologia em Produção Publicitária Curta Duração Tecnologia em Produção Publicitária CARREIRA EM PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA Nos últimos anos, a globalização da economia e a estabilização

Leia mais

Marcos Paulo Garrido Bittencourt de Oliveira. O uso de mídias sociais como ferramentas para criação de novos negócios: Estudo de caso

Marcos Paulo Garrido Bittencourt de Oliveira. O uso de mídias sociais como ferramentas para criação de novos negócios: Estudo de caso Marcos Paulo Garrido Bittencourt de Oliveira O uso de mídias sociais como ferramentas para criação de novos negócios: Estudo de caso Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação

Leia mais

PROJETO EXEMPLO. Os aparelhos de som compactos da Sonic. Situação do mercado. Situação do produto

PROJETO EXEMPLO. Os aparelhos de som compactos da Sonic. Situação do mercado. Situação do produto PROJETO EXEMPLO Os aparelhos de som compactos da Sonic Jane Melody é a gerente de produto da linha de aparelhos de som compactos da Sonic. Cada sistema consiste em um amplificador/rádio AM-FM, um aparelho

Leia mais

TIC Empresas 2007 DESTAQUES 2007

TIC Empresas 2007 DESTAQUES 2007 TIC Empresas DESTAQUES Os computadores estão presentes em 95% das empresas, sendo que a informatização aumenta de acordo com o porte. Entre as que utilizam computadores, o acesso à Internet é quase integral:

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Aprecie as apresentações a seguir. Boa leitura!

APRESENTAÇÃO. Aprecie as apresentações a seguir. Boa leitura! APRESENTAÇÃO A Informatiza Soluções Empresariais está no mercado desde 2006 com atuação e especialização na criação de sites e lojas virtuais. A empresa conta com um sistema completo de administração de

Leia mais

O PL 29 e as políticas de comunicação no Brasil: a importância da participação da sociedade civil e do Poder Executivo no processo legislativo

O PL 29 e as políticas de comunicação no Brasil: a importância da participação da sociedade civil e do Poder Executivo no processo legislativo O PL 29 e as políticas de comunicação no Brasil: a importância da participação da sociedade civil e do Poder Executivo no processo legislativo 1 Lara Haje Laboratório de Políticas de Comunicação (LaPCom)

Leia mais

AMBIENTES ONLINE: que formato tem o ambiente que os jovens procuram online?

AMBIENTES ONLINE: que formato tem o ambiente que os jovens procuram online? AMBIENTES ONLINE: que formato tem o ambiente que os jovens procuram online? Edgar Marcucci Reis 1 Jéssica Naiara dos Santos Batista 2 Resumo: O artigo apresenta uma visão sobre os ambientes online encontrados

Leia mais

NÖOS RESFEST é o festival da cultura pop de vanguarda em suas várias formas: cinema digital, música, design gráfico, arte e moda.

NÖOS RESFEST é o festival da cultura pop de vanguarda em suas várias formas: cinema digital, música, design gráfico, arte e moda. 2 NÖOS RESFEST é o festival da cultura pop de vanguarda em suas várias formas: cinema digital, música, design gráfico, arte e moda. Na sua 5ª edição no Brasil o NÖOS RESFEST tem duração de 3 dias e será

Leia mais

FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ESTRUTURA DA PARTE ESCRITA MODALIDADE: CAMPANHA

FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ESTRUTURA DA PARTE ESCRITA MODALIDADE: CAMPANHA FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ESTRUTURA DA PARTE ESCRITA MODALIDADE: CAMPANHA ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS: Capa Folha de rosto Dedicatória

Leia mais

Aprenda a Trabalhar com Telemensagens

Aprenda a Trabalhar com Telemensagens Aprenda a Trabalhar com Telemensagens 1 Incluindo dicas de Cestas, Flores, Presentes e Internet Do Iniciante ao Profissional www.as2.com.br 1 Aprenda a Trabalhar com Telemensagens FASCÍCULO 1 Adquira o

Leia mais

Destaques TIC Domicílios 2007 Uso e Posse de Computador e Internet, Barreiras de Acesso, Uso do Celular, Intenção de aquisição

Destaques TIC Domicílios 2007 Uso e Posse de Computador e Internet, Barreiras de Acesso, Uso do Celular, Intenção de aquisição Destaques TIC Domicílios 2007 Uso e Posse de Computador e Internet, Barreiras de Acesso, Uso do Celular, Intenção de aquisição De maneira geral, os dados indicam que houve um forte aumento da posse e o

Leia mais

O Panorama da TV Digital no Brasil. Leandro Miller Leonardo Jardim

O Panorama da TV Digital no Brasil. Leandro Miller Leonardo Jardim O Panorama da TV Digital no Brasil Leandro Miller Leonardo Jardim Tópicos Abordados TV Aberta no Brasil Vantagens da TV Digital Padrões de TV Digital Sistema Brasileiro de TV Digital Oportunidades na TV

Leia mais

O AUMENTO DA RENDA DA POPULAÇÃO TEM EFEITO DIRETO SOBRE O AUDIOVISUAL.

O AUMENTO DA RENDA DA POPULAÇÃO TEM EFEITO DIRETO SOBRE O AUDIOVISUAL. 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 O AUMENTO DA RENDA DA POPULAÇÃO TEM EFEITO DIRETO SOBRE O AUDIOVISUAL. A CLASSE C IDENTIFICA CINEMA, INTERNET E TV POR ASSINATURA COMO

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO Gustavo Cançado de Azevedo O autor relaciona educação e tecnologia, tomando como ponto de partida a maneira com que os avanços

Leia mais

MÍDIA MATERIAL DE REFERÊNCIA TEÓRICA 01. Prof. Rodrigo Duguay a partir de material base da Profa. Dra. Karla Patriota

MÍDIA MATERIAL DE REFERÊNCIA TEÓRICA 01. Prof. Rodrigo Duguay a partir de material base da Profa. Dra. Karla Patriota MÍDIA MATERIAL DE REFERÊNCIA TEÓRICA 01 Prof. Rodrigo Duguay a partir de material base da Profa. Dra. Karla Patriota MÍDIA Definição Mídia. Sf (ing. mass media) Propag. 1 Veículo ou meio de divulgação

Leia mais

4 Mercado setor de telecomunicações

4 Mercado setor de telecomunicações 4 Mercado setor de telecomunicações Nesta sessão é apresentada uma pequena visão geral do mercado de telecomunicações no Brasil, com dados históricos dos acontecimentos mais relevantes a este trabalho,

Leia mais

O futuro do YouTube - VEJA.com

O futuro do YouTube - VEJA.com Entrevista O futuro do YouTube 29/08/2009 10:49 Por Leo Branco Nesta semana, Chad Hurley, de 32 anos, um dos criadores do YouTube, esteve no Brasil e falou a VEJA sobre o futuro do maior site de vídeos

Leia mais

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO E SUSTENTABILIDADE Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO SERVIÇOS DE MÍDIA INDOOR

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO SERVIÇOS DE MÍDIA INDOOR OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO SERVIÇOS DE MÍDIA INDOOR 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser

Leia mais

Estratégias de marketing digital como diferencial competitivo para pequenas empresas

Estratégias de marketing digital como diferencial competitivo para pequenas empresas IX WORKSHOP DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DO CENTRO PAULA SOUZA São Paulo, 15 e 16 de outubro de 2014 Estratégias Globais e Sistemas Produtivos Brasileiros ISSN: 2175-1897 Estratégias de marketing digital

Leia mais

Estudo Hábitos. Hábitos de uso e comportamento dos internautas nas mídias sociais e como as empresas podem melhorar sua atuação nas redes

Estudo Hábitos. Hábitos de uso e comportamento dos internautas nas mídias sociais e como as empresas podem melhorar sua atuação nas redes Estudo Hábitos 2012 Hábitos de uso e comportamento dos internautas nas mídias sociais e como as empresas podem melhorar sua atuação nas redes O estudo O Estudo Hábitos é realizado anualmente pela E.life

Leia mais

Crescimento dos meios 2007 x 2008* 18% 18% 13% 12% 10% 10% A Internet é a mídia que mais cresceu no Brasil em 2008

Crescimento dos meios 2007 x 2008* 18% 18% 13% 12% 10% 10% A Internet é a mídia que mais cresceu no Brasil em 2008 Mídia Kit Internet Crescimento dos meios 2007 x 2008* Internet TV por assinatura Rádio Cinema Revista Televisão Mídia Exterior Jornal 18% 18% 13% 12% 10% 10% 26% 44% A Internet é a mídia que mais cresceu

Leia mais

Fonte de Consulta: Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet James A. O Brien NOTAS DE AULA

Fonte de Consulta: Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet James A. O Brien NOTAS DE AULA NOTAS DE AULA 1. TENDÊNCIAS EM SISTEMAS DE MICROCOMPUTADORES Existem várias categorias principais de sistemas de computadores com uma diversidade de características e capacidades. Consequentemente, os

Leia mais

Comércio eletrônico 05/05/15. Objetivos de estudo. Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as aplicações mais importantes?

Comércio eletrônico 05/05/15. Objetivos de estudo. Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as aplicações mais importantes? Escola Superior de Gestão e Tecnologia Comércio eletrônico Mercados digitais, mercadorias digitais Prof. Marcelo Mar3ns da Silva Objetivos de estudo Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as

Leia mais

Título: ESTRATÉGIAS DE AMPLIAÇÃO DA PRESENÇA DO FLEURY MEDICINA E SAÚDE NAS REDES SOCIAIS

Título: ESTRATÉGIAS DE AMPLIAÇÃO DA PRESENÇA DO FLEURY MEDICINA E SAÚDE NAS REDES SOCIAIS Título: ESTRATÉGIAS DE AMPLIAÇÃO DA PRESENÇA DO FLEURY MEDICINA E SAÚDE NAS REDES SOCIAIS Autores: William Malfatti 1 ; Thaís Arruda 2 ; Sergio Auerbach 3 ; Kleber Soares Filho 4 ; Alex Fernandes 5 ; Melina

Leia mais

Sistemas de comunicação e novas tecnologias

Sistemas de comunicação e novas tecnologias Sistemas de comunicação e novas tecnologias Módulo 3: Capitalismo informacional 3.3: Ascensão da TV paga Esta obra estálicenciada sob umalicença CreativeCommons. Prof. Dr. Marcos Dantas 1948 Pequenos empreendedores

Leia mais

Julho de 2009 Pesquisa Online Global de Consumidores da Nielsen Confiança, Valor e Envolvimento com Publicidade

Julho de 2009 Pesquisa Online Global de Consumidores da Nielsen Confiança, Valor e Envolvimento com Publicidade Julho de 2009 Pesquisa Online Global de Consumidores da Nielsen Confiança, Valor e Envolvimento com Publicidade Informações Gerais A Nielsen recentemente pesquisou mais de 25.000 consumidores online em

Leia mais

SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL

SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL Questões Centrais Manoel Rangel, Diretor da Agência Nacional do Cinema. Esta apresentação: De que maneira a tecnologia deve ser ponderada na decisão? O uso do espectro

Leia mais

MIDIA KIT 2015 www.naporteiracast.com.br

MIDIA KIT 2015 www.naporteiracast.com.br MIDIA KIT 15 www.naporteiracast.com.br O QUE É PODCAST? O termo podcast é a junção das palavras ipod (dispositivo de reprodução de arquivos digitais fabricado pela Apple) e broadcast (transmissão, em inglês).

Leia mais

PLANEJAMENTO DE MARKETING ELETRÔNICO

PLANEJAMENTO DE MARKETING ELETRÔNICO Instituto FA7 IBMEC MBA em Marketing Disciplina: Professor: Turma: Equipe: Marketing Eletrônico Renan Barroso Marketing II - Fortaleza Ana Hilda Sidrim, Ana Carolina Danziger PLANEJAMENTO DE MARKETING

Leia mais

INSPER INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA Certificate in Marketing Management CMM. Ligia Caranicola Cano

INSPER INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA Certificate in Marketing Management CMM. Ligia Caranicola Cano INSPER INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA Certificate in Marketing Management CMM Ligia Caranicola Cano Google AdWords, a plataforma de publicidade online do Google São Paulo 2012 Ligia Caranicola Cano Google

Leia mais

10 Dicas para lucrar

10 Dicas para lucrar E-BOOK 10 Dicas para lucrar com Fotografia Infantil, Gestante e Casamentos Autor: Leo Castro www.marketingparafotografos.com.br E-BOOK Copyright 2015, Marketing para fotógrafos, Todos os direitos reservados

Leia mais

Em 2009, a Fundação Padre Anchieta mais uma vez estará presente na Campus Party.

Em 2009, a Fundação Padre Anchieta mais uma vez estará presente na Campus Party. Mais uma vez, a cidade de São Paulo se prepara para receber a Campus Party entre os dias 19 e 25 de janeiro de 2009. Milhares de internautas vêm a cidade participar do evento, que é o maior encontro mundial

Leia mais

Personalização na Internet Como Descobrir os Hábitos de Consumo de seus Usuários, Fidelizá-los e Aumentar o Lucro de seu Negócio

Personalização na Internet Como Descobrir os Hábitos de Consumo de seus Usuários, Fidelizá-los e Aumentar o Lucro de seu Negócio Personalização na Internet Como Descobrir os Hábitos de Consumo de seus Usuários, Fidelizá-los e Aumentar o Lucro de seu Negócio Roberto Torres Novatec Editora 23 Capítulo 1 O que é Personalização? Este

Leia mais

NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T

NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T ANEXO 5 NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T Uma das vantagens mais marcantes do ISDB-T é a sua flexibilidade para acomodar uma grande variedade de aplicações. Aproveitando esta característica única do ISDB-T, vários

Leia mais

Publicidade. Monitoramento: Percepções sobre Publicidade. Relatório de Monitoramento de Marcas e Conversações

Publicidade. Monitoramento: Percepções sobre Publicidade. Relatório de Monitoramento de Marcas e Conversações Crédito da imagem: ronnestam.com Anúncio Upex Publicidade Relatório de Monitoramento de Marcas e Conversações Introdução Foram realizadas buscas na mídia social Twitter, através de ferramenta de monitoramento

Leia mais

Apresentação da Disciplina

Apresentação da Disciplina Mídia - 2015.1 Nilmar Figueiredo 1 2 3 4 Calendário Acadêmico Comentários Apresentação da Disciplina Sistema de Avaliação 1 - Apresentação da Disciplina O que é Mídia? Departamento de Mídia - Organização

Leia mais

Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática. (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi)

Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática. (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi) Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi) XI Colóquio Internacional de Comunicação para o Desenvolvimento Regional (9,10,11

Leia mais

5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais

5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais 5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais 5.1 A Rede Globo A Rede Globo é uma das maiores redes de televisão do mundo, com milhões de espectadores

Leia mais

Distribuição Eletrônica na Hotelaria: Desenvolvimento de Serviços para a Internet

Distribuição Eletrônica na Hotelaria: Desenvolvimento de Serviços para a Internet Leonardo Pimenta de Mello Distribuição Eletrônica na Hotelaria: Desenvolvimento de Serviços para a Internet Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do título

Leia mais

Bleez Agência Digital... 3. Quem sou eu... 4. Introdução... 5. Quanto o ecommerce cresceu no Brasil... 7. Quem está comprando no ecommerce...

Bleez Agência Digital... 3. Quem sou eu... 4. Introdução... 5. Quanto o ecommerce cresceu no Brasil... 7. Quem está comprando no ecommerce... Sumário Bleez Agência Digital... 3 Quem sou eu... 4 Introdução... 5 Quanto o ecommerce cresceu no Brasil... 7 Quem está comprando no ecommerce... 10 Por que os brasileiros estão comprando mais... 12 O

Leia mais

Mídias Sociais e o Comércio Eletrônico

Mídias Sociais e o Comércio Eletrônico Mídias Sociais e o Comércio Eletrônico 2 Índice: Introdução Fim do email? Porque as mídias sociais são importantes No Brasil Como usar O lado prá=co 3 4 5 6 7 9 3 Introdução O uso das mídias sociais como

Leia mais

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000023 - COMUNICACAO SOCIAL - JORNALISMO Nivel: Superior

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000023 - COMUNICACAO SOCIAL - JORNALISMO Nivel: Superior PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO Curso: 000023 - COMUNICACAO SOCIAL - JORNALISMO Nivel: Superior Area Profissional: 0006 - COMUNICACAO Area de Atuacao: 0110 - EDITORACAO/COMUNICACAO

Leia mais

Direto do CMO: Perspectivas de marketing de uma indústria em transição

Direto do CMO: Perspectivas de marketing de uma indústria em transição Direto do CMO: Perspectivas de marketing de uma indústria em transição Informações sobre a mudança dos modelos centralizados em voz para centralizados em dados Autor: Marcel Noordman, Mobile Broadband

Leia mais

TEM SEMPRE UM FILME EM SUA VIDA 1

TEM SEMPRE UM FILME EM SUA VIDA 1 TEM SEMPRE UM FILME EM SUA VIDA 1 Fernando LOUZADA 2 Juliana GIRALDI 3 Tatiana MICHAUD 4 Vinicius CARVALHO 5 Christiane Monteiro MACHADO 6 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO O tempo de vida das

Leia mais

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING Professor: Arlindo Neto Competências a serem trabalhadas GESTÃO DE MARKETING PUBLICIDADE E PROPAGANDA GESTÃO COMERCIAL FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM

Leia mais

INTRODUÇÃO. Desde que a imprensa surgiu, a comunicação se baseia na tecnologia:

INTRODUÇÃO. Desde que a imprensa surgiu, a comunicação se baseia na tecnologia: INTRODUÇÃO Desde que a imprensa surgiu, a comunicação se baseia na tecnologia: 1450 Imprensa de Gutemberg 1940 Primeiras transmissões na TV 1960 Internet começa a ser desenvolvida 1973 Primeira ligação

Leia mais

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo 5 Conclusão Para melhor organizar a conclusão desse estudo, esse capítulo foi dividido em quatro partes. A primeira delas aborda as significações do vinho e como elas se relacionam com o aumento de consumo

Leia mais

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 Junho de 2010 2 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 O objetivo geral deste estudo foi investigar as percepções gerais

Leia mais

Especialização em Marketing Digital - NOVO

Especialização em Marketing Digital - NOVO Especialização em Marketing Digital - NOVO Apresentação Previsão de Início Agosto/2013 Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep O ambiente de negócios tem sido modificado pelas Novas Tecnologias da

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Mídias Digitais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Mídias Digitais Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Mídias Digitais Apresentação A emergência de novas tecnologias de informação e comunicação e sua convergência exigem uma atuação de profissionais com visão

Leia mais

Terceira Idade: Perfil de uso do cartão de crédito

Terceira Idade: Perfil de uso do cartão de crédito Elias Dias Lopes Filho Terceira Idade: Perfil de uso do cartão de crédito Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Administração de Empresas da PUC- Rio como requisito

Leia mais

I PRÊMIO CRIAR FTC. Etapas do regulamento

I PRÊMIO CRIAR FTC. Etapas do regulamento I PRÊMIO CRIAR FTC O I Prêmio Criar FTC se destina a estimular a técnica e a criatividade na realização dos diversos formatos de propaganda, assim como a valorização dos alunos de todos os semestres e

Leia mais