A PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DOS PROGRAMAS DE COMPUTADORES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DOS PROGRAMAS DE COMPUTADORES"

Transcrição

1 Resumo: A PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DOS PROGRAMAS DE COMPUTADORES RENATA ALBUQUERQUE LIMA Faculdade Lourenço Filho - FLF Este trabalho trata de questões específicas sobre a proteção a programas de computadores, softwares, tema este que merece toda a atenção da sociedade. Notório o boom tecnológico que a humanidade sofreu ao longo de todo o século XX e início de século XXI. Assim, constata-se que os crimes ligados à informática ganham contorno a partir do momento em que esta se torna ferramenta fundamental para os cidadãos. E, em sendo assim, o direito, como disciplinador das relações sociais interpessoais, não pode se abster de evoluir com as metamorfoses da tecnologia, e este é o escopo deste artigo. Aspectos Gerais Atualmente no Brasil, como também, nos mais diversos países, a informática apresentase como um fator de grande importância nas relações econômicas, sociais, políticas, afetando sobremaneira as relações jurídicas de qualquer natureza. E, como sabemos, o Direito não vem acompanhando o progresso desenvolvido pela informática. Os diversos crimes realizados no âmbito da informática não são regidos por nosso Código Penal, pois sua Parte Especial data de 1940, e no Brasil, o computador apareceu em data de 1960, quase vinte anos após. Desse modo, fica difícil a regulamentação das normas penais especiais aos crimes de informática, sendo possível apenas a aplicação de sua parte geral, onde estão presentes os princípios gerais do Direito Penal. Assim, no Brasil, encontramos poucos projetos de lei, bem como, leis já feitas que tratam sobre a citada matéria. Podemos verificar um grande descompasso sofrido por nossa legislação, tendo em vista que essa área da informática tem estado em constante evolução, ao contrário do que ocorre com a elaboração de leis, que se caracterizam através de um processo demorado para sua feitura. Assim, o número de sistemas e programas de computadores vêm crescendo assustadoramente, aumentando, por conseqüência, a pirataria desses sistemas, causando, assim, um crescente prejuízo sofrido por sua indústria produtora, visto que o comércio de software é um dos mais lucrativos atualmente. Foi nesse campo de atuação, caracterizado pelas inúmeras formas de piratear sistemas e programas de computadores, que se sentiu a necessidade da elaboração de leis que diminuíssem, ou mesmo, cessassem essa prática delituosa. Entretanto, diversos problemas na feitura dessas leis surgiram, tendo em vista tornarem-se obsoletas diante da crescente mutação ocorrida nessas formas de pirataria. Em razão disso, devido à prática constante de pirateamento de programas de computadores, conhecidos como softwares, há falta de incrementos econômicos para o

2 Rev. Cient. Fac. Lourenço Filho - v.3, n.1, desenvolvimento e inovação de programas de computadores, obstaculizando a criação de novos sistemas computadorizados. Desse modo, é que devemos aplicar as escassas normas que tratam da matéria, com a finalidade de coibir tais práticas ilícitas desses piratas, pois, é necessário informar que, com o avanço tecnológico na área de informática, por conseqüência, também aumentam os crimes de informática, sendo uma relação do tipo diretamente proporcional. Assim, seria oportuno definir o conceito do que seria crime de informática em definição elaborada pela Cooperação Econômica e Desenvolvimento (apud FERREIRA, 1992, p. 141) a seguir: O crime de informática, ou computer crime, é qualquer conduta ilegal não ética, ou não autorizada que envolva processamento automático de dados e/ou transmissão de dados. Por conseguinte, podemos verificar que o crime de informática visa atacar dois elementos presentes nos computadores, quais sejam: o software (constante de programas e sistemas de processamento de dados e informações) e o hardware (parte física que compreende vários objetos, tais como, vídeo, mouse, teclado, impressora, dentre outros). Entretanto, como o nosso presente trabalho trata a respeito da proteção a programas de computadores, bem como, a proteção em sua elaboração, como também, na comercialização desses programas, vamos nos ater a questões mais específicas a essa área. PROGRAMAS DE COMPUTADORES - SOFTWARES Inicialmente, necessário seria definir qual o conceito de programas de computadores, para, depois, estudar toda legislação concernente a esse assunto. Encontra-se esse conceito bem elaborado no art. 1 o. da L /98, in verbis: Art. 1 o. Programa de computador é a expressão de um conjunto organizado de instruções em linguagem natural ou codificada, contida em suporte físico de qualquer natureza, de emprego necessário em máquinas automáticas de tratamento da informação, dispositivos, instrumentos ou equipamentos periféricos, baseados em técnica digital ou analógica, para fazêlos funcionar de modo e para fins determinados. Assim, qualquer ato contrário aos dados e informações contidas no computador pode ser causado pela REALIZAÇÃO DE CÓPIAS DESAUTORIZADAS DAS INFORMAÇÕES NELE CONTIDAS, ou mesmo, na MODIFICAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DAS INFORMAÇÕES ARMAZENADAS PELO COMPUTADOR, como também, A DESTRUIÇÃO GERAL DAS INFORMAÇÕES, EXCLUINDO TODO O CONTEÚDO DOS COMPUTADORES. O primeiro item a ser comentado seria sobre A REALIZAÇÃO DE CÓPIAS DESAUTORIZADAS DAS INFORMAÇÕES presentes em um computador, podendo ser também denominado de pirataria informática ou de software. Quem realiza essa prática delituosa está efetuando crime de propriedade intelectual, ocorrendo quando qualquer indivíduo

3 48 Rev. Cient. Fac. Lourenço Filho - v.3, n.1, 2003 copia marcas registradas, software, produtos patenteados. Essa questão deve ser remetida para a área de proteção da propriedade intelectual ou imaterial, pois trata-se de crime contra direito de autor. A legislação brasileira confere proteção a marcas e patentes através da Lei no /96. O segundo item a ser tratado seria a MODIFICAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DAS INFORMAÇÕES CONTIDAS NO MICROCOMPUTADOR, OU MESMO NA ALTERAÇÃO DE PROGRAMAS COMPUTADORIZADOS. Também deve ser tratado no âmbito dos direitos autorais, portanto, podendo ser primariamente incriminados na legislação penal comum. Entretanto, essas práticas delituosas deveriam possuir uma tipificação mais completa em nossa legislação penal, pois a legislação que trata dos direitos autorais torna-se insuficiente para fornecer satisfatória proteção jurídica a tão delicado assunto. A violação de dados ou programas computadorizados é exercido pelo acesso não autorizado de alguém a informações, dados, programas, sistemas de natureza particular e confidencial. Os que realizam essas práticas delituosas são denominados de hackers. Estes são operadores competentes de informática que penetram nos sistemas computadorizados de qualquer pessoa, seja essa física ou jurídica. As principais vítimas dos hackers são as empresas, pois nestas aqueles encontram programas confidenciais e sistemas particulares onde somente quem tem acesso são os funcionários de alto escalão, visto se tratarem de valiosos dados. Assim, copiam desenhos patenteados, planos de produção secretos; descobrem códigos utilizados no sistema financeiro, números de cartões de crédito, dentre outras atitudes criminosas. As empresas vítimas dessas práticas delituosas evitam noticiar o que vêm sofrendo através desses crimes de informática, pois, se caso contrário divulgassem esses fatos, sofreriam assustadoramente, visto que colocariam em risco a sua credibilidade. Os proprietários dessas empresas defendem a tese de que o conhecimento da vulnerabilidade de seus sistemas acarretariam conseqüências mais nefastas do que o próprio crime sofrido. O terceiro item a ser proposto seria a DESTRUIÇÃO TOTAL DE PROGRAMAS COMPUTADORIZADOS ATRAVÉS DA EXCLUSÃO COMPLETA DE SEU CONTEÚDO. O vírus de computador visa apagar arquivos e destruir sistemas, podendo até danificar completamente o suporte físico, ou seja, hardware do computador. A atividade de um vírus ocorre pela introdução de um programa no computador, reproduzindo-se sem autorização de seu usuário, o qual interfere nos procedimentos normais da máquina. A infecção dos computadores por um vírus ocorre de vários modos, dentre eles podemos citar: a inserção de um disquete com vírus no computador; transmissão de programas e dados infectados por linhas telefônicas, através de um modem de transmissão etc. Dentre os diversos crimes perpetrados através do computador, iremos nos ater mais especificamente aos que visam os dados e informações computadorizados, evidenciando a proteção da propriedade intelectual de programas de computadores.

4 Rev. Cient. Fac. Lourenço Filho - v.3, n.1, DA PROTEÇÃO À PROPRIEDADE INTELECTUAL DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR Devido à adesão de vários países aos tratados internacionais sobre a proteção de direitos intelectuais, dentre eles os mais conhecidos, a Convenção para a Proteção de Obras Literárias e Artísticas de 1886, conhecida como a CONVENÇÃO DE BERNA, e a Convenção Universal sobre Direitos do Autor, de 1952, conhecida como CONVENÇÃO DE GENEBRA, os direitos autorais recebem um tratamento mais ou menos homogêneo em todo o mundo. A proteção aos direitos autorais visa incentivar o esforço desprendido e criador dos autores, reconhecendo-lhe um direito exclusivo sobre suas criações artísticas. No Brasil, basta que a criação tenha o requisito da originalidade, ou seja, que a obra seja produto da capacidade criativa do artista, para merecer a proteção dos direitos autorais. Um aspecto muito interessante a respeito da proteção dos direitos autorais nas relações ocorridas em rede é a proteção aos programas de computador, os chamados softwares. A facilidade de transmissão e cópia desses materiais através da rede é, mais uma vez, a razão tanto para o crescimento de sua utilização, quanto para o surgimento de problemas tais como as cópias não autorizadas, sabotagem, concorrência desleal, dentre outras. Sendo o software uma forma de criação intelectual, fruto do trabalho e imaginação do homem, deve ser protegido pelos mecanismos de propriedade intelectual. Em todo o mundo, a proteção intelectual dos programas de computador é feita através das leis nacionais de direitos autorais, seguindo estas as diretrizes das Convenções Internacionais referentes a este assunto. A proteção do software não possui menção expressa nos principais tratados internacionais para a proteção aos direitos autorais, a Convenção de Genebra e a Convenção de Berna, mas aos poucos as diversas legislações nacionais foram admitindo serem passíveis de proteção pelos direitos autorais os programas de computador. O Brasil tornou-se signatário das Convenções de Berna e de Genebra pelos Decretos no , de 10 de janeiro de 1954, e no , de 24 de dezembro de 1975, respectivamente, mas, como a maioria dos ordenamentos jurídicos dos demais países signatários, nossa legislação não fazia qualquer menção à proteção dos softwares, até por volta da década de 80, quando houve a entrada e maior divulgação da informática no Brasil. A partir de então, passaram a ser desenvolvidos mecanismos administrativos e jurídicos hábeis para a proteção dos direitos autorais. Até esta época, entretanto, os programas de computador foram basicamente protegidos pela Lei 5.988/73, reguladora dos Direitos Autorais no Brasil. Como a Convenção de Berna possui em seu conteúdo um rol exemplificativo de obras que são protegidas pelos direitos autorais, não sendo, por conseguinte, taxativa nessa matéria, podemos entender que a propriedade intelectual de programa de computador, até então não incluída nesse rol exemplificativo, poderá ser regulada pela Lei que dispõe sobre direitos do autor. Assim, com o crescimento da informática no Brasil, o legislador brasileiro viu a necessidade da elaboração de um modelo de legislação que protegesse os programas ou sistemas computadorizados, tendo como fundamento a Lei de Direitos Autorais. Desse modo, foi criada a Lei no de 18 de dezembro de 1987 para a regulamentação jurídica dos

5 50 Rev. Cient. Fac. Lourenço Filho - v.3, n.1, 2003 softwares. Posteriormente, essa lei foi revogada pela Lei de 19 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre a proteção de propriedade intelectual de programa de computador e sua comercialização no País. DA LEI DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 De acordo com o artigo 2 o. da Lei no /98, que trata acerca da proteção à propriedade intelectual de programas de computador, verifica-se a vinculação desta propriedade aos direitos autorais conforme se depreende através do abaixo subscrito: Art. 2º. O regime de proteção à propriedade intelectual de programas de computador é conferido às obras literárias pela legislação de direitos autorais e conexos vigentes no País, observado o disposto nesta Lei. Entretanto, verifica-se na PRÁTICA um descompasso existente entre a sistematização dos programas de computadores com os direitos autorais, tendo em vista a não semelhança desses sistemas computadorizados com obras literárias. Essa questão é bastante controvertida, tendo em vista que os programas de computadores não podem ser considerados obras literárias. Estamos verificando um conflito cada vez mais crescente relativo ao progresso da tecnologia, pois, com o desenvolvimento da informática, os programas de computadores assumem novas características, distanciando-se bastante do conceito de Direitos Autorais ou, como são denominados, de Copyright. Pode-se consolidar esse pensamento, tendo em vista que o tempo de proteção ou tutela dos direitos relativos a programas computadorizados tem duração de 50 (cinqüenta) anos, mostrando-se este de uma elasticidade incompreensível, tendo em vista a curta vida comercial de seus programas. Desse modo, comprovamos não ser possível dispor de um tratamento semelhante acerca do tempo de proteção das obras literárias com softwares. É necessário salientar que não há uma obrigatoriedade de registro para se obter a titularidade dos direitos autorais sobre programas de computador, embora o software seja um bem imaterial, do âmbito dos bens suscetíveis à propriedade intelectual, da esfera dos direitos autorais. O registro é facultativo, podendo, a critério do titular, ser registrado em órgão ou entidade a ser designado por ato do Poder Executivo, por iniciativa do Ministério responsável pela política de ciência e tecnologia, conforme preceitua o art. 3 o. da Lei no /98. O órgão responsável pelo registro de programas ficou sendo o INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial, por determinação da resolução no. 057, de 06 de julho de 1988, do CNDA. Além disso, o software é considerado um BEM MÓVEL (arts. 47 e 48 do Código Civil) e COISA FUNGÍVEL (art. 50 do C.C.), não sendo objeto de locação, embora sejam passíveis de cessão ou licença, conforme estatui o Código Civil, em seu art , podendo um programa de computador ser substituído por outro, desde que este novo venha solucionar os seus problemas, obtendo os mesmos resultados.

6 Rev. Cient. Fac. Lourenço Filho - v.3, n.1, VIOLAÇÃO DO DIREITO DE PROPRIEDADE DE SOFTWARE O autor de um programa de computador, como proprietário daquele software, poderá reivindicar os seus direitos autorais, bem como, opor-se a modificações desautorizadas nesses sistemas, pois qualquer indivíduo, maliciosamente agindo dessa forma, estará cometendo crime tipificado na Lei n o 9.609, de 19 de fevereiro de 1998, mais especificamente em seus artigos a seguir transcritos: Art Violar direitos de autor de programa de computador: Pena: detenção, 6 (seis) meses a 2 (dois) anos ou multa. 1º Se a violação consistir na reprodução, por qualquer meio, de programa de computador, no todo ou em parte, para fins de comércio, sem autorização expressa do autor ou de quem o represente: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos e multa. 2º Na mesma pena do parágrafo anterior incorre quem vende, expõe à venda, introduz no País, adquire, oculta ou tem em depósito, para fins de comércio, original ou cópia de programa de computador, produzido com violação de direito autoral. A expressão VIOLAR DIREITOS DE AUTOR DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR é muito geral, podendo ser enquadrado nessa imputação diversos crimes a ele conexos, como a denominada pirataria de software, ou seja, a cópia desautorizada de um programa, para uso próprio ou comercialização. Dentre esse tipo de delito amplo - violar direitos de autor de programas de computador, podemos enquadrar diversas condutas delituosas, a seguir explicitadas: A divulgação do programa computadorizado, de suas instruções técnicas, manuais etc; Utilização de modo contrário ao estipulado no contrato de um programa de computador; Modificações realizadas no sistema do computador, sem a anuência do proprietário, como a retirada ou substituição de trechos existentes nos programas, dentre outras ações delituosas que podem ser enquadradas na modalidade descrita no art. 12 da Lei no /98. Constituem exceções às violações de direitos de autor de programas de computador as constantes no art. 6 o. da L 9.609/98, que assim estipula, in verbis: Art. 6 o. Não constituem ofensa aos direitos do titular de programa de computador: I- a reprodução, em um só exemplar, de cópia legitimamente adquirida, desde que se destine à cópia de salvaguarda ou armazenamento eletrônico, hipótese em que o exemplar original servirá de salvaguarda;

7 52 Rev. Cient. Fac. Lourenço Filho - v.3, n.1, 2003 II- a citação parcial do programa, para fins didáticos, desde que identificados o programa e o titular dos direitos respectivos; III- a ocorrência de semelhança de programa a outro, preexistente, quando se der por força das características funcionais de sua aplicação, da observância de preceitos normativos e técnicos, ou de limitação de forma alternativa para a sua expressão; IV- a integração de um programa, mantendo-se suas características essenciais, a um sistema aplicativo ou operacional, tecnicamente indispensável às necessidades do usuário, desde que para o uso exclusivo de quem a promoveu. A alteração ocorrida em um software poderá somente ser permitida com a autorização de seu proprietário, com exceção do estipulado contrariamente em contrato, como dispõe o art. 5 o. da L 9.609/98, que assim prescreve: Art. 5. Os direitos sobre as derivações autorizadas pelo titular dos direitos de programa de computador, inclusive sua exploração econômica, pertencerão à pessoa autorizada que as fizer, salvo estipulação contratual em contrário. Desse modo, a letra do artigo é clara ao afirmar que somente será permitido fazer modificação tecnológica ou obter derivações do programa, ou seja, novas versões, quando convencionado no contrato. Assim, não existindo expressa disposição a respeito da permissão de novas versões e modificações, pertencerão estas, necessariamente, ao proprietário do software, independentemente de quem as fizer. Referências Bibliográficas 1) CERQUEIRA, Tarcísio Queiroz. Software, Direito Autoral e Contratos. Rio de Janeiro: ADCOAS, ) FERREIRA, Ivete Senise. Os crimes de informática. In BARRA, Rubens Prestes, ANDREUCCI, Ricardo Antunes. Estudos Jurídicos em homenagem a Manoel Pedro Pimentel. São Paulo: RT, ) JESUS, Damásio Evangelista de. Novas questões criminais. São Paulo: Saraiva, ) JESUS, Damásio Evangelista de. Código Penal Anotado. 2. ed. São Paulo: Saraiva, ) LUCA, José Carlos Moreira de. A pirataria não compensa. Exame Informática, São Paulo, n. 90, maio ) MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. v. I - III. São Paulo: Atlas, ) Lei no , de 19 de fevereiro de 1998.

LEI DE PROGRAMA DE COMPUTADOR

LEI DE PROGRAMA DE COMPUTADOR LEI DE PROGRAMA DE COMPUTADOR LEI Nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998 Dispõe sobre a proteção de propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País, e dá outras providências.

Leia mais

Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998.

Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998. Lei de Software Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País, e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE

PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE UNISINOS Unidade 07 Professora Liz Beatriz Sass 2010/II O direito brasileiro e a informática Lei nº 7.232/84 Política Nacional de Informática Criou

Leia mais

Dreaming in Digital, Living in Real Time, Thinking in Binary, Talking in IP? Welcome to your wolrd!

Dreaming in Digital, Living in Real Time, Thinking in Binary, Talking in IP? Welcome to your wolrd! Dreaming in Digital, Living in Real Time, Thinking in Binary, Talking in IP? Welcome to your wolrd! Leis de Software U M A V I S Ã O D O S A S P E C T O S R E G U L A T Ó R I O S D A T E C N O L O G I

Leia mais

DIREITOS AUTORAIS, SOFTWARE, SOFTWARE LIVRE, Augusto Tavares Rosa Marcacini

DIREITOS AUTORAIS, SOFTWARE, SOFTWARE LIVRE, Augusto Tavares Rosa Marcacini DIREITOS AUTORAIS, SOFTWARE, SOFTWARE LIVRE, Augusto Tavares Rosa Marcacini IME USP Outubro/2007 Direitos Autorais Lei nº 9.610/98 Propriedade imaterial Direitos autorais Propriedade industrial Direitos

Leia mais

A PROTEÇÃO DOS PROGRAMAS DE COMPUTADOR

A PROTEÇÃO DOS PROGRAMAS DE COMPUTADOR A PROTEÇÃO DOS PROGRAMAS DE COMPUTADOR Divisão de Registro de Programa de Computador Victor Pimenta M. Mendes Fortaleza - CE Setembro- 2010 Propriedade Intelectual Propriedade Intelectual Propriedade Industrial

Leia mais

Leonardo de Medeiros Garcia. Coordenador da Coleção

Leonardo de Medeiros Garcia. Coordenador da Coleção Leonardo de Medeiros Garcia Coordenador da Coleção Marcelo André de Azevedo Promotor de Justiça no Estado de Goiás. Assessor Jurídico do Procurador-Geral de Justiça e Coordenador da Procuradoria de Justiça

Leia mais

3 PROGRAMA DE COMPUTADOR...2

3 PROGRAMA DE COMPUTADOR...2 Sumário 3 PROGRAMA DE COMPUTADOR...2 3.1 Conceito de Software...2 3.2 Aplicação do Direito Autoral...2 3.3 Direitos...2 3.4 Titularidade e Autoria...3 3.5 Prazo de Proteção...3 3.6 Registro...3 3.7 Relação

Leia mais

Lei 9609, Lei 9610, Lei 12.737 e Marco Cívil da Internet

Lei 9609, Lei 9610, Lei 12.737 e Marco Cívil da Internet Faculdade de Tecnologia Lei 9609, Lei 9610, Lei 12.737 e Marco Cívil da Internet Alunos: Anderson Mota, André Luiz da Silva, Misael Bezerra, Rodrigo Damasceno Kaji. GTI 5 Noturno Noções de Direito Prof.

Leia mais

Prof. Douroando Luiz Carlos Pereira AULA 1

Prof. Douroando Luiz Carlos Pereira AULA 1 Prof. Douroando Luiz Carlos Pereira AULA 1 EMENTA: Caracterização das leis de software. Conceituação: Tratamento e sigilo de dados; Propriedade intelectual; Noções de Direitos Autorais; Responsabilidade

Leia mais

Noções de Direito e Legislação da Informática FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Noções de Direito e Legislação da Informática FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LUIZ GUILHERME JULIANO PIROZZELLI TULIO TSURUDA WISLIY LOPES Noções de Direito e Legislação da Informática GOIÂNIA JUNHO DE 2014 RELACIONAR

Leia mais

Dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País e dá outras providências.

Dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País e dá outras providências. A Lei Do Software Lei nº 9.609, de 19/02/98 Dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País e dá outras providências. O software só adquiriu proteção

Leia mais

3º A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro.

3º A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro. Lei Nº 9.609 CAPÍTULO II DA PROTEÇÃO AOS DIREITOS DE AUTOR E DO REGISTRO Art. 2º O regime de proteção à propriedade intelectual de programa de computador é o conferido às obras literárias pela legislação

Leia mais

4 NOÇÕES DE DIREITO E LEGISLAÇÃO EM INFORMÁTICA

4 NOÇÕES DE DIREITO E LEGISLAÇÃO EM INFORMÁTICA 4 NOÇÕES DE DIREITO E LEGISLAÇÃO EM INFORMÁTICA 4.1 Legislação aplicável a crimes cibernéticos Classifica-se como Crime Cibernético: Crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), furtos, extorsão,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE LEGISLAÇÃO E NORMAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE LEGISLAÇÃO E NORMAS PARECER Nº 001/2012 DLN. INTERESSADO: Reitoria da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). ASSUNTO: PLÁGIO. Vem a este Departamento Ofício de nº 066/2011 PRODERE/FES, encaminhado pela Reitoria desta UFAM,

Leia mais

Computadores e Sociedade II. Direito Autoral e Propriedade Intelectual

Computadores e Sociedade II. Direito Autoral e Propriedade Intelectual Computadores e Sociedade II Direito Autoral e Propriedade Intelectual Guilherme T. Yagui 6426698 Mateus Brandão de Pontes 6427208 Rodrigo Hideki Koga 6427254 Vinícius Marques Stocco 6427233 Tópicos Motivação

Leia mais

DIREITOS AUTORAIS EM ESPAÇOS DIGITAIS. Guilherme Carboni

DIREITOS AUTORAIS EM ESPAÇOS DIGITAIS. Guilherme Carboni DIREITOS AUTORAIS EM ESPAÇOS DIGITAIS Guilherme Carboni I. CRIAÇÕES INTELECTUAIS PROTEGIDAS PELA PROPRIEDADE INTELECTUAL Campo da Técnica Campo da Técnica Campo Estético Campo Estético Propriedade Industrial

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 3.689, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941

DECRETO-LEI Nº 3.689, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941 DECRETO-LEI Nº 3.689, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941 Código de Processo Penal. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, decreta a seguinte Lei: LIVRO II DOS

Leia mais

DIREITO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

DIREITO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO DIREITO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Prof. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com Bens jurídicos peculiares à informática Crimes digitais e suas modalidades Relações

Leia mais

2 - Aos programas de computador que tiverem carácter criativo é atribuída protecção análoga à conferida às obras literárias.

2 - Aos programas de computador que tiverem carácter criativo é atribuída protecção análoga à conferida às obras literárias. PROTECÇÃO JURÍDICA DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR - DL n.º 252/94, de 20 de Outubro Contém as seguintes alterações: - Rectif. n.º 2-A/95, de 31 de Janeiro - DL n.º 334/97, de 27 de Novembro O presente diploma

Leia mais

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIAE INOVAÇÃO DA MARINHA NORMAS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA MB

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIAE INOVAÇÃO DA MARINHA NORMAS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA MB Anexo(5), da Port nº 26/2011, da SecCTM MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIAE INOVAÇÃO DA MARINHA NORMAS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA MB 1 PROPÓSITO Estabelecer orientações

Leia mais

CRIMES PRATICADOS PELA INTERNET

CRIMES PRATICADOS PELA INTERNET ESTUDO CRIMES PRATICADOS PELA INTERNET Ribamar Soares Consultor Legislativo da Área II Direito Civil e Processual Civil, Direito Penal e Processual Penal, de Família, do Autor, de Sucessões, Internacional

Leia mais

Prof. Douroando Luiz Carlos Pereira AULA 1

Prof. Douroando Luiz Carlos Pereira AULA 1 Prof. Douroando Luiz Carlos Pereira AULA 1 EMENTA: Caracterização das leis de software. Conceituação: Tratamento e sigilo de dados; Propriedade intelectual; Noções de Direitos Autorais; Responsabilidade

Leia mais

EDIÇAo REVISADA E AMPLIADA. Software. Cubivares Nome Empresarial. Manole STF00091281

EDIÇAo REVISADA E AMPLIADA. Software. Cubivares Nome Empresarial. Manole STF00091281 4ª EDIÇAo REVISADA E AMPLIADA Software Cubivares Nome Empresarial ~ Manole STF00091281 SUMÁRIO Apresentação....................IX CAPiTULO I - NOÇÕES GERAIS 1. O homem e o instrumento........ 1 2. O sentimento

Leia mais

Proteção do Conhecimento: Operacionalizando Registros de Programas de Computador

Proteção do Conhecimento: Operacionalizando Registros de Programas de Computador Proteção do Conhecimento: Operacionalizando Registros de Programas de Computador Elvira Andrade Divisão de Registro de Programas de Computador - INPI Fortaleza 2007 PROPRIEDADE INTELECTUAL 1. Propriedade

Leia mais

PIRATARIA DE SOFTWARE E SUAS RESPONSABILIDADES: OS DANOS CAUSADOS E AS SOLUÇÕES PONTUAIS ADOTADAS

PIRATARIA DE SOFTWARE E SUAS RESPONSABILIDADES: OS DANOS CAUSADOS E AS SOLUÇÕES PONTUAIS ADOTADAS PIRATARIA DE SOFTWARE E SUAS RESPONSABILIDADES: OS DANOS CAUSADOS E AS SOLUÇÕES PONTUAIS ADOTADAS 2 I. INTRODUÇÃO I. a) BREVE HISTÓRICO Para relatar, ainda que de modo sucinto, a trajetória do programa

Leia mais

Faculdade INED 26/08/2008. Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Projeto Integrador III. Banco de Dados e Sistemas para Internet.

Faculdade INED 26/08/2008. Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Projeto Integrador III. Banco de Dados e Sistemas para Internet. Faculdade INED Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Projeto Integrador III Legislação Propriedade Intelectual do Software Banco de Dados e Sistemas para Internet Agosto-2008 1 2 Referências Agenda PRESIDÊNCIA

Leia mais

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACADÊMICOS Palestras e Cursos de Atualização. Carga horária: Haverá adequação de carga horária conforme conteúdo contratado.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACADÊMICOS Palestras e Cursos de Atualização. Carga horária: Haverá adequação de carga horária conforme conteúdo contratado. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACADÊMICOS Palestras e Cursos de Atualização Carga horária: Haverá adequação de carga horária conforme conteúdo contratado. 1. Privacidade Online, Monitoramento eletrônico e Quebra

Leia mais

REGULAMENTO LABORATÓRIO INFORMÁTICA

REGULAMENTO LABORATÓRIO INFORMÁTICA REGULAMENTO LABORATÓRIO INFORMÁTICA APRESENTAÇÃO A Faculdade Eça de Queirós possui dois laboratórios de informática, equipados com 20 computadores cada, todos com Sistema Operacional Linux e Acesso à Internet.

Leia mais

CRIMES DE INFORMÁTICA. Introdução. O QUE É CRIME - Toda conduta humana (ação ou omissão) - típica, - antijurídica e - culpável.

CRIMES DE INFORMÁTICA. Introdução. O QUE É CRIME - Toda conduta humana (ação ou omissão) - típica, - antijurídica e - culpável. CRIMES DE INFORMÁTICA Introdução O QUE É CRIME - Toda conduta humana (ação ou omissão) - típica, - antijurídica e - culpável Introdução O QUE É CRIME - Tipicidade: perfeito enquadramento da conduta ao

Leia mais

Propriedade Industrial e o Papel do Poder Judiciário

Propriedade Industrial e o Papel do Poder Judiciário 196 Propriedade Industrial e o Papel do Poder Judiciário Luiz Alberto Carvalho Alves 1 O direito de propriedade consiste nos atributos concedidos a qualquer sujeito de direito, de usar, gozar, fruir e

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES DE USO E POLÍTICA DE PRIVACIDADE

TERMOS E CONDIÇÕES DE USO E POLÍTICA DE PRIVACIDADE TERMOS E CONDIÇÕES DE USO E POLÍTICA DE PRIVACIDADE O presente Termo apresenta as regras e condições, bem como a política de privacidade, aplicáveis a todos os visitantes, usuários, afiliados e cadastrados,

Leia mais

Termo de Uso do FazGame

Termo de Uso do FazGame Termo de Uso do FazGame Este Termo de Uso detalha nossos termos de serviço que regem nosso relacionamento com os usuários e outras pessoas que interagem com o FazGame. Ao usar ou acessar o FazGame, você

Leia mais

autorização ou em desconformidade com autorização do legítimo titular da rede de computadores, dispositivo de comunicação

autorização ou em desconformidade com autorização do legítimo titular da rede de computadores, dispositivo de comunicação PROJETO DE LEI Nº 84/1999 CRIMES INFORMÁTICOS COMPARATIVO ENTRE A VERSÃO APROVADA NO SENADO E APRESENTADA NO PLENÁRIO DA CÂMARA EM 18/07/2008, E O SUBSTITUTIVO DO RELATOR NA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA

Leia mais

DOMíNIO PÚBLICO E DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL

DOMíNIO PÚBLICO E DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DOMíNIO PÚBLICO E DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL Gilsomar Silva Barbalho Consultor Legislativo da Área II Direito Civil e Processual Civil, Direito Penal e Processual Penal, de Família, do Autor,

Leia mais

Substitua-se o Projeto pelo seguinte:

Substitua-se o Projeto pelo seguinte: Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei da Câmara nº 89, de 2003 (PL nº 84, de 1999, na Casa de origem), que Altera o Decreto- Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal e a Lei nº 9.296, de

Leia mais

Legislação em Informática. Prof. Ms. Victor Bartholomeu. Contato: victor@bartholomeu.adv.br victor.bartholomeu.adv.br

Legislação em Informática. Prof. Ms. Victor Bartholomeu. Contato: victor@bartholomeu.adv.br victor.bartholomeu.adv.br Legislação em Informática Prof. Ms. Victor Bartholomeu Contato: victor@bartholomeu.adv.br victor.bartholomeu.adv.br Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; Porque

Leia mais

SUBSTITUTIVO. (ao PLS 76/2000, PLS 137/2000 e PLC 89/2003) O CONGRESSO NACIONAL decreta:

SUBSTITUTIVO. (ao PLS 76/2000, PLS 137/2000 e PLC 89/2003) O CONGRESSO NACIONAL decreta: 20 SUBSTITUTIVO (ao PLS 76/2000, PLS 137/2000 e PLC 89/2003) Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), o Decreto-Lei nº 1.001, de 21 de outubro de 1969 (Código Penal Militar),

Leia mais

A COMPLETA INSTALAÇÃO DESTE SOFTWARE IMPLICA NA IMEDIATA ACEITAÇÃO DE TODOS OS SEUS TERMOS E CONDIÇÕES.

A COMPLETA INSTALAÇÃO DESTE SOFTWARE IMPLICA NA IMEDIATA ACEITAÇÃO DE TODOS OS SEUS TERMOS E CONDIÇÕES. SIGMA SISTEMA GERENCIAL DE MANUTENÇÃO CONTRATO DE LICENÇA DE USO E GARANTIA A COMPLETA INSTALAÇÃO DESTE SOFTWARE IMPLICA NA IMEDIATA ACEITAÇÃO DE TODOS OS SEUS TERMOS E CONDIÇÕES. 1.0. INDENTIFICAÇÃO DO

Leia mais

Lojas Virtuais Venda de Produtos Falsificados e Uso de Marcas de Terceiros: Repercussões penais Reflexos Criminais da Pirataria Eletrônica

Lojas Virtuais Venda de Produtos Falsificados e Uso de Marcas de Terceiros: Repercussões penais Reflexos Criminais da Pirataria Eletrônica Lojas Virtuais Venda de Produtos Falsificados e Uso de Marcas de Terceiros: Repercussões penais Reflexos Criminais da Pirataria Eletrônica Eduardo Reale Ferrari eduardo@realeadvogados.com.br Tel : (11)

Leia mais

José Ricardo Simões Rodrigues. Anteprojeto de Monografia: Direito Brasileiro e Segurança em Redes

José Ricardo Simões Rodrigues. Anteprojeto de Monografia: Direito Brasileiro e Segurança em Redes José Ricardo Simões Rodrigues Anteprojeto de Monografia: Direito Brasileiro e Segurança em Redes Lavras MG Maio / 2003 Copyright Notice Copyleft c 2003 - José Ricardo Simões Rodrigues. Permission is granted

Leia mais

CONTRATO PARTICULAR DE LICENÇA DE USO DO SISTEMA OCORRENCIAONLINE.COM

CONTRATO PARTICULAR DE LICENÇA DE USO DO SISTEMA OCORRENCIAONLINE.COM CONTRATO PARTICULAR DE LICENÇA DE USO DO SISTEMA OCORRENCIAONLINE.COM De um lado, a empresa OcorrenciaOnline.com Informática Ltda, com sede em São Paulo, na Av. Rouxinol, 1041 - cj 1402, bairro Moema,

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO

DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO O presente diploma transpõe para a ordem jurídica interna a directiva do Parlamento Europeu e do Conselho nº 96/9/CE, de 11 de Março, relativa à protecção jurídica

Leia mais

CONVÊNIO PROGRAMA CIDADE LIMPA DIGITAL

CONVÊNIO PROGRAMA CIDADE LIMPA DIGITAL CONVÊNIO PROGRAMA CIDADE LIMPA DIGITAL QUE ENTRE SI FAZEM ABES - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE SOFTWARE, SUCESU-SP SOCIEDADE DE USUÁRIOS DE INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES- SÃO PAULO E EMPRESA DE

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS O presente contrato estabelece condições para os relacionamentos comerciais derivados da contratação do uso da Loja virtual sistema denominado LOJA EFICAZ, constituída

Leia mais

FACULDADE PROJEÇÃO FAPRO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FACULDADE PROJEÇÃO FAPRO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE PROJEÇÃO FAPRO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ALLAN ARDISSON COSSET DIEGO ALVES DE PAIVA ERICK SOUSA DAMASCENO HUGO NASCIMENTO SERRA RICARDO FRANÇA RODRIGUES Legislação Aplicada à Computação Crimes de

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RAFAEL D. RIBEIRO, M.SC,PMP. RAFAELDIASRIBEIRO@GMAIL.COM HTTP://WWW.RAFAELDIASRIBEIRO.COM.BR @ribeirord CRIMES DE PIRATARIA DE SOFTWARE Prática ilícita caracterizada

Leia mais

A PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE E SUA TITULARIDADE DECORRENTE DE RELAÇÃO DE EMPREGO

A PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE E SUA TITULARIDADE DECORRENTE DE RELAÇÃO DE EMPREGO A PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE E SUA TITULARIDADE DECORRENTE DE RELAÇÃO DE EMPREGO Autora: Fernanda Oliveira da Silva Orientador: Gustavo Testa Corrêa RESUMO Com o constante desenvolvimento tecnológico,

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 2ª Câmara de Coordenação e Revisão

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 2ª Câmara de Coordenação e Revisão MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 2ª Câmara de Coordenação e Revisão VOTO Nº 220 /2008 - WG PROCESSO MPF Nº 1.00.000.006569/2008-99 ORIGEM: 1ª VARA FEDERAL DE CAMPINAS/SP RELATOR: WAGNER GONÇALVES EMENTA PEÇAS

Leia mais

Regulamento de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia Planejamento do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais CNPEM

Regulamento de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia Planejamento do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais CNPEM Regulamento de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia Planejamento do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais CNPEM Aprovado na 66ª Reunião do Conselho de Administração, em 29/08/2013.

Leia mais

PROTEÇÃO AO PROGRAMA DE COMPUTADOR. Divisão de Registro de Programas de Computador e Topografia de Circuitos DICIG / CGIR / DIPTO

PROTEÇÃO AO PROGRAMA DE COMPUTADOR. Divisão de Registro de Programas de Computador e Topografia de Circuitos DICIG / CGIR / DIPTO PROTEÇÃO AO PROGRAMA DE COMPUTADOR Divisão de Registro de Programas de Computador e Topografia de Circuitos DICIG / CGIR / DIPTO PROPRIEDADE INDUSTRAL PROPRIEDADE INTELECTUAL DIREITO AUTORAL PROTEÇÃO SUI

Leia mais

1. Política de Privacidade e Confidencialidade do PAG CENTERCOB

1. Política de Privacidade e Confidencialidade do PAG CENTERCOB 1. Política de Privacidade e Confidencialidade do PAG CENTERCOB Estas políticas de privacidade (as "Políticas de Privacidade") entrarão em vigor desde sua aceitação para os usuários do S.C.A Serviço de

Leia mais

Registros de Programas de Computador

Registros de Programas de Computador Curso de Capacitação de Gestores de Tecnologia em Propriedade Intelectual Registros de Programas de Computador Maria Alice Camargo Calliari Coordenadora Geral de Outros Registros Diretoria de Transferência

Leia mais

ANÁLISE DA EXPRESSÃO FLORESTA INSERIDA NO ARTIGO 38 DA LEI Nº 9.065/98

ANÁLISE DA EXPRESSÃO FLORESTA INSERIDA NO ARTIGO 38 DA LEI Nº 9.065/98 ANÁLISE DA EXPRESSÃO FLORESTA INSERIDA NO ARTIGO 38 DA LEI Nº 9.065/98 Hassan Souki Advogado Associado do Escritório Homero Costa Advogados. A Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, tipifica, em seu

Leia mais

RESOLUÇÃO CA Nº 011/2012

RESOLUÇÃO CA Nº 011/2012 RESOLUÇÃO CA Nº 011/2012 Dispõe sobre a regulamentação da propriedade intelectual no âmbito da Faculdade Independente do Nordeste - FAINOR O Presidente do Conselho Acadêmico, no uso de suas atribuições

Leia mais

Resolução nº 02-07 CONSUNI

Resolução nº 02-07 CONSUNI Resolução nº 02-07 CONSUNI O Conselho Universitário da Universidade de Caxias do Sul UCS, no uso das suas atribuições estatutárias e regimentais, e considerando a Portaria n. º 170, de 15 de maio de 1998,

Leia mais

Lei de Proteção da Propriedade Intelectual de Programa de Computador. Lei Federal n o 9.609 de 19/02/1998

Lei de Proteção da Propriedade Intelectual de Programa de Computador. Lei Federal n o 9.609 de 19/02/1998 Lei de Proteção da Propriedade Intelectual de Programa de Computador Lei Federal n o 9.609 de 19/02/1998 Lei Federal n o 9.609 de 19/02/1998 Promulgada em conjunto com a Lei n o 9.610/98 de DIREITOS AUTORAIS,

Leia mais

LATROCÍNIO COM PLURALIDADE DE VÍTIMAS

LATROCÍNIO COM PLURALIDADE DE VÍTIMAS LATROCÍNIO COM PLURALIDADE DE VÍTIMAS ALESSANDRO CABRAL E SILVA COELHO - alessandrocoelho@jcbranco.adv.br JOSÉ CARLOS BRANCO JUNIOR - jcbrancoj@jcbranco.adv.br Palavras-chave: crime único Resumo O presente

Leia mais

DIREITOS AUTORAIS SOB A ÓTICA DA NOVA LEI ANTIPIRATARIA 1

DIREITOS AUTORAIS SOB A ÓTICA DA NOVA LEI ANTIPIRATARIA 1 DIREITOS AUTORAIS SOB A ÓTICA DA NOVA LEI ANTIPIRATARIA 1 RESUMO: Com a evolução tecnológica dos meios de comunicação e de acesso ao entretenimento surge a problemática e difícil tarefa de se manter a

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo )

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo ) POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo ) A Política de segurança da informação, na A EMPRESA, aplica-se a todos os funcionários, prestadores de serviços, sistemas e serviços, incluindo trabalhos executados

Leia mais

REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA EMPRESA XX. Empresa XX LTDA

REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA EMPRESA XX. Empresa XX LTDA 1 REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA EMPRESA XX Empresa XX LTDA A EMPRESA XX LTDA, através de seu Comitê de Tecnologia da Informação, órgão responsável pela normatização e padronização

Leia mais

RONY VAINZOF rony@opiceblum.com.br

RONY VAINZOF rony@opiceblum.com.br RONY VAINZOF rony@opiceblum.com.br 1 A INTERNET NÃO É UM MUNDO SEM LEIS!!! 11/7/2014 2 INVASÃO FÍSICA OU ELETRÔNICA? X X 11/7/2014 3 Lei 12.737/12 CRIME DE INVASÃO Violação de domicílio Pena - detenção,

Leia mais

TERMOS DE USO DO SITE WWW.DAYCOVALINVESTE.COM.BR

TERMOS DE USO DO SITE WWW.DAYCOVALINVESTE.COM.BR TERMOS DE USO DO SITE WWW.DAYCOVALINVESTE.COM.BR Este site é de propriedade do Banco Daycoval S/A e foi desenvolvido com a finalidade de disponibilizar informações para sua correta utilização e reserva-se

Leia mais

III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL NÍVEL BÁSICO 1º SEMESTRE DE 2010 PARANÁ EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL APOIO

III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL NÍVEL BÁSICO 1º SEMESTRE DE 2010 PARANÁ EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL APOIO III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÍVEL BÁSICO 1º SEMESTRE DE 2010 PARANÁ APOIO 1 III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÍVEL BÁSICO - 1º SEMESTRE

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br O Estatuto do idoso em Benefício do Réu. Roberto Dantes Schuman de Paula * DA NOVATIO LEGIS IN PEJUS Em outubro de 2003 a ordem jurídica foi inovada com o advento da lei 10741/03,

Leia mais

PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV. 1. História e conceito do Direito Industrial:

PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV. 1. História e conceito do Direito Industrial: PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV 1. História e conceito do Direito Industrial: - Como referência ao direito industrial encontramos o uso da expressão marca e patente. Este ramo do direito teve início na Inglaterra

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Walter Feldman) Dispõe sobre a proteção dos direitos de propriedade intelectual e dos direitos autorais na Internet. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei dispõe

Leia mais

O Reitor em exercício da Universidade de Santa Cruz do Sul, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista a decisão do Conselho Universitário,

O Reitor em exercício da Universidade de Santa Cruz do Sul, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista a decisão do Conselho Universitário, REITORIA RESOLUÇÃO Nº. 20, de 26 de maio de 2011. Dá nova redação à Resolução nº. 81, de 14 de dezembro de 2006, que estabelece as diretrizes da Política Institucional de Propriedade Intelectual e Transferência

Leia mais

Questões sobre a reprodução e utilização não autorizadas. Lisboa, 25 de Fevereiro de 2010

Questões sobre a reprodução e utilização não autorizadas. Lisboa, 25 de Fevereiro de 2010 Questões sobre a reprodução e utilização não autorizadas Lisboa, 25 de Fevereiro de 2010 O que são licenças de utilização? Uma licença de utilização de software é um contrato pelo qual o autor do programa

Leia mais

Resolução 158/Reitoria/Univates Lajeado, 23 de novembro de 2011

Resolução 158/Reitoria/Univates Lajeado, 23 de novembro de 2011 Resolução 158/Reitoria/Univates Lajeado, 23 de novembro de 2011 Estabelece a Política Institucional de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia do Centro Universitário UNIVATES O Reitor do

Leia mais

PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS

PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS MERCOSUL/CMC/DEC N 16/98 PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção e o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão Nº 8/95 do Conselho do Mercado

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES DO WEBSITE ROSETTASTONEBRASIL.COM

TERMOS E CONDIÇÕES DO WEBSITE ROSETTASTONEBRASIL.COM TERMOS E CONDIÇÕES DO WEBSITE ROSETTASTONEBRASIL.COM ATENÇÃO: Esses termos e condições ( Condições ) se aplicam a todo o conteúdo deste website sob o nome de domínio www.rosettastonebrasil.com ( Website

Leia mais

SUMÁRIO. O que é Software? Tipos de Software Desenvolvimento de Software Linguagem de Programação. Adquirindo Software Ética e Software Aplicativo

SUMÁRIO. O que é Software? Tipos de Software Desenvolvimento de Software Linguagem de Programação. Adquirindo Software Ética e Software Aplicativo SOFTWARE Wagner de Oliveira SUMÁRIO O que é Software? Tipos de Software Desenvolvimento de Software Linguagem de Programação Tendências em Software Adquirindo Software Ética e Software Aplicativo O QUE

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO POR MEIO ELETRÔNICO DE CADASTRO DE CURRÍCULO E VAGAS (USUÁRIO GRATUITO)

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO POR MEIO ELETRÔNICO DE CADASTRO DE CURRÍCULO E VAGAS (USUÁRIO GRATUITO) CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO POR MEIO ELETRÔNICO DE CADASTRO DE CURRÍCULO E VAGAS (USUÁRIO GRATUITO) Este Contrato disciplina os termos e condições mediante as quais o Liceu Braz Cubas com sede em

Leia mais

Os acessos do usuário a este site e sua utilização estão sujeitos à concordância dos termos e condições abaixo.

Os acessos do usuário a este site e sua utilização estão sujeitos à concordância dos termos e condições abaixo. Termos de uso Os acessos do usuário a este site e sua utilização estão sujeitos à concordância dos termos e condições abaixo. Dos objetivos Este site foi desenvolvido pela Saiteria (http://www.saiteria.com.br/)

Leia mais

Legislação para TI uma abordagem das Leis Carolina Dieckmann, Azeredo, Marco Civil da Internet Decreto de Segurança da Informação.

Legislação para TI uma abordagem das Leis Carolina Dieckmann, Azeredo, Marco Civil da Internet Decreto de Segurança da Informação. Legislação para TI uma abordagem das Leis Carolina Dieckmann, Azeredo, Marco Civil da Internet Decreto de Segurança da Informação. Prof. Marcos Monteiro te ...pode ser tipificado como : Falsidade ideológica

Leia mais

CRIMES NA INTERNET. 1. Desenvolvimento

CRIMES NA INTERNET. 1. Desenvolvimento CRIMES NA INTERNET * James Nogueira Bueno ** Vânia Maria Bemfica Guimarães Coelho 1 Resumo Este trabalho apresenta a dimensão ética contida nos espaços e suportes informacionais trazido à realidade do

Leia mais

Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. In: Internet: (com adaptações).

Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. In: Internet: <www.planalto.gov.br> (com adaptações). Texto para os itens de 1 a 15 A Constituição Federal, em seu artigo 5.º, que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos, estabelece o direito à proteção das criações intelectuais. No inciso XXVII,

Leia mais

Termos de Serviço do Code Club World

Termos de Serviço do Code Club World Termos de Serviço do Code Club World POR FAVOR LEIA ESTE DOCUMENTO CUIDADOSAMENTE. CONTÉM INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE SEUS DIREITOS E OBRIGAÇÕES. CONTÉM TAMBÉM A ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE E A CLÁUSULA

Leia mais

NOVA LEI DE CRIMES CIBERNÉTICOS ENTRA EM VIGOR

NOVA LEI DE CRIMES CIBERNÉTICOS ENTRA EM VIGOR NOVA LEI DE CRIMES CIBERNÉTICOS ENTRA EM VIGOR Apelidada de Lei Carolina Dieckmann, a Lei nº 12.737, de 30 de novembro de 2012, entrou em pleno vigor no último dia 3 de abril de 2013, alterando o Código

Leia mais

ENTENDA O DIREITO AUTORAL

ENTENDA O DIREITO AUTORAL ENTENDA O DIREITO AUTORAL @Positivo Informática S.A. ENTENDA O DIREITO AUTORAL Au t o r i a : D r ª F l á v i a L u b i e s k a N. K i s c h e l e ws k i C o o r d e n a ç ã o : R a d am é s M a n o s

Leia mais

REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (UFPelNet)

REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (UFPelNet) REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (UFPelNet) A Universidade Federal de Pelotas (UFPel), através de seu Comitê de Tecnologia da Informação (PORTARIA

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE

POLÍTICA DE PRIVACIDADE POLÍTICA DE PRIVACIDADE A FUNCIONAL, com o escopo de firmar o compromisso junto aos USUÁRIOS visando a segurança e privacidade das informações transitadas e recepcionadas através de seus sites www.funcionalcorp.com.br

Leia mais

considerando a necessidade de regulamentar a propriedade intelectual da Unoesc;

considerando a necessidade de regulamentar a propriedade intelectual da Unoesc; RESOLUÇÃO Nº 213/CONSUN/2009. Define política e diretrizes para a gestão da Propriedade Intelectual no âmbito da Unoesc. O Conselho Universitário da Universidade do Oeste de Santa Catarina, no uso de suas

Leia mais

FACULDADE PROCESSUS Recredenciamento da Faculdade Processus - PORTARIA Nº- 1.394, DE 23/11/2012, D.O.U nº 227 de 26/11/2012, Seção 1 P. 17.

FACULDADE PROCESSUS Recredenciamento da Faculdade Processus - PORTARIA Nº- 1.394, DE 23/11/2012, D.O.U nº 227 de 26/11/2012, Seção 1 P. 17. REGULAMENTO INTERNO DO USO E ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS E DA REDE DA FACULDADE PROCESSUS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este ato tem como objetivo definir o uso e administração

Leia mais

Proteção do Software no Brasil: Requisitos, Etapas e Abrangência.

Proteção do Software no Brasil: Requisitos, Etapas e Abrangência. Proteção do Software no Brasil: Requisitos, Etapas e Abrangência. Daniel Cavaretti UNISUL II Congresso Brasileiro de Propriedade Intelectual Tubarão - Outubro 2015 Software - Legislação Aplicável Lei

Leia mais

Directiva 91/250/CEE do Conselho, de 14 de Maio de 1991, relativa à protecção jurídica dos programas de computador

Directiva 91/250/CEE do Conselho, de 14 de Maio de 1991, relativa à protecção jurídica dos programas de computador Página 1 de 5 Avis juridique important 31991L0250 Directiva 91/250/CEE do Conselho, de 14 de Maio de 1991, relativa à protecção jurídica dos programas de computador Jornal Oficial nº L 122 de 17/05/1991

Leia mais

Noções Gerais de Direitos Autorais. Módulo1 Direito Autoral

Noções Gerais de Direitos Autorais. Módulo1 Direito Autoral Noções Gerais de Direitos Autorais Módulo1 Direito Autoral Brasília 2015 Fundação Escola Nacional de Administração Pública Presidente Paulo Sergio de Carvalho Diretor de Desenvolvimento Gerencial Paulo

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES DE USO

TERMOS E CONDIÇÕES DE USO 1 TERMOS E CONDIÇÕES DE USO 1. A plataforma on-line 2study, disponibilizada a você, doravante usuário, por meio do endereço: http://2study.com.br/, é desenvolvida e provida pela LCA Consulting LTDA, pessoa

Leia mais

REGULAMENTO DE USO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS E INTERNET

REGULAMENTO DE USO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS E INTERNET 1 REGULAMENTO DE USO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS E INTERNET Ricardo Machado Torres Ricardo Ariel Correa Rabelo Renata Azevedo Santos Carvalho José Albérico Gonçalves Ferreira Fábio Severo da Silva ARACAJU

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA NORMAS DE USO I - DA NATUREZA (da finalidade) art 1 - O Laboratório caracteriza-se por sua natureza didático-pedagógica, servindo de complemento aos

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. RUY CARNEIRO) Dispõe sobre diretrizes gerais e normas para a promoção, desenvolvimento e exploração da atividade de computação em nuvem no País. O CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

Normas e procedmentos de utilização de laboratórios de informática, salas de multimeios e multimeios móvel

Normas e procedmentos de utilização de laboratórios de informática, salas de multimeios e multimeios móvel Normas e procedmentos de utilização de laboratórios de informática, salas de multimeios e multimeios móvel Ficam definidas as seguintes normas e procedimentos de utilização dos recursos de informática

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DE TI

POLÍTICA DE SEGURANÇA DE TI POLÍTICA DE SEGURANÇA DE TI 1 ÍNDICE 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS... 3 2. PROPÓSITO... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 4. DISPOSIÇÕES GERAIS... 4 5. DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS... 6 6. DOS COMPROMISSOS... 8 7. DOS

Leia mais

Disciplina: Recursos e Tecnologia Prof.: Sidney

Disciplina: Recursos e Tecnologia Prof.: Sidney Disciplina: Recursos e Tecnologia Prof.: Sidney 1 A inovação pode ocorrer em diferentes modalidades: A introdução de novos produtos ou de melhorias substanciais em produtos existentes na produção de bens

Leia mais

Termos e Condições de Uso My Benefits

Termos e Condições de Uso My Benefits Termos e Condições de Uso My Benefits Este Termo de Uso apresenta as Condições Gerais aplicáveis ao uso do website e plataforma de descontos oferecida por PORTAL SUPER PUBLICO LTDA., inscrita no CNPJ sob

Leia mais

1. Patente de Invenção (PI) Produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação industrial.

1. Patente de Invenção (PI) Produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação industrial. 1 O que é patente? Patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgado pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras

Leia mais

Propriedade Industrial. (Lei 9.279/96) Direitos Autorais (Lei 9.610/98)

Propriedade Industrial. (Lei 9.279/96) Direitos Autorais (Lei 9.610/98) Propriedade Industrial Patentes (Lei 9.279/96) Invenção Modelo de Utilidade Desenho Industrial Marcas Direitos Autorais (Lei 9.610/98) Software (Lei n 9.609/98) Patentes Invenção/Modelo de Utilidade Proteção

Leia mais

Proteção do Conhecimento da Embrapa Milho e Sorgo por meio da Propriedade Intelectual

Proteção do Conhecimento da Embrapa Milho e Sorgo por meio da Propriedade Intelectual O que é a Propriedade Intelectual A Propriedade Intelectual é o mecanismo que visa proteger a propriedade sobre o conhecimento, fruto da inteligência e do talento humano. Divide-se tradicionalmente em

Leia mais