Empresas. Caixa CAIXA EMPREENDER AWARD. Acelerar as boas ideias ABRIL 2015

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1 Empresas CAIXA EMPREENDER AWARD Acelerar as boas ideias ENTREVISTA: Stephan Morais, Administrador da Capital, faz o balanço da iniciativa EXEMPLOS DE ÊXITO: Magnifinance e Veniam ACELERADORES: Programas específicos para projetos de inovação Esta revista faz parte integrante do Diário Económico n.º 6159 de 24 de abril de 2015.

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3 índice Pág. 4 e 5 ABERTURA BALANÇO CAIXA EMPREENDER AWARD PELO ADMINISTRADOR DA CAIXA CAPITAL, STEPHAN MORAIS Pág. 6 e 7 En CRIAR EMPRESAS É GARANTIR SUSTENTABILIDADE Pág. 08 e 09 À LUPA MAGNIFINANCE: FICAR LIVRE PARA O NEGÓCIO Pág. 10 e 11 À LUPA VENIAM: À BOLEIA DA INTERNET Pág. 12 ACELERADORES BGI: UMA VIA PARA O ÊXITO Pág. 13 ACELERADORES COTEC: UMA LICENCIATURA PARA O NEGÓCIO Pág. 14 ACELERADORES BETA-I: DESENVOLVER PROJETOS EM REDE Pág. 15 ACELERADORES STARTUP BRAGA: À ESCALA MUNDIAL ALDEIA GLOBAL Abr. Até 27 Concurso BIG Smart Cities Aceleração de Startups Vodafone Power Lab Candidaturas em bigsmartcities.com Contactos: bigsmartcities.com/contact 27. Lisboa Workshop: Media Training e Public Speaking womenwinwin.com Culturgest Contactos: ; Abr./Mai. 23/4 a 3/5. Lisboa IndieLisboa 2015 Festival Internacional de Cinema Independente Contactos: ; João Paulo Dias / Arquivo Económico Mai. 6 a 9. Lisboa TEKTÓNICA - Feira Internacional de Construção e Obras Públicas FIL Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações Contactos: ; Até 24 6.ª Edição Programa de Aceleração Building Global Innovators IUL-MIT Portugal Accelerator Candidaturas on-line em Contactos: ; Jun. 5 a 7. Matosinhos EXPOMECÂNICA 2015 Salão de Equipamento, Serviços e Peças Auto Kikai Eventos Exponor Contactos: ; Mai./Jun. 16/5 a 18/6. Lisboa Iluminação Cénica Workshop de Iluminação de Espetáculos Contactos: ; Jun. 27. Lisboa Música David Liebman e Mário Laginha Novo Trio Contactos: ; As emissões de gases com efeito de estufa associadas à produção desta publicação foram compensadas no âmbito da estratégia da CGD para as alterações climáticas.

4 ABERTURA EnCAIXA À LUPA ACELERADORES S MADMINISTRADOR EXECUTIVO DA CAIXA CAPITAL 4 Empresas ENTREVISTA STEPHAN MORAIS Portugal está acima da média europeia no empreendedorismo tecnológico Quais os principais objetivos do Empreender Award? O Empreender Award visa celebrar o que de melhor se faz a nível nacional na fase seed das empresas, ou seja, empresas que estão no início do seu desenvolvimento, frequentemente ainda a desenvolver o produto e o modelo de negócio. Para tal, convidamos alguns dos melhores aceleradores e incubadoras nacionais a participarem. As empresas que integram estes programas nossos parceiros são as candidatas ao investimento adicional pela Capital. Para 2015/2016 teremos ainda mais parceiros de todo o País a participar. O investimento para os vencedores e para o grande vencedor do Empreender Award visa ajudar as empresas a prepararem-se para rondas futuras de maior investimento. Nesta edição, esses objetivos foram cumpridos? O que vos surpreendeu? Completamente. Tivemos bons candidatos do Lisbon Challenge (Beta-I), da BGI e da COTEC para o investimento de 100 mil euros, e muitas mais empresas de todo o País que apresentaram os seus negócios a investidores nacionais e internacionais. O que realmente nos surpreendeu foi termos tido quase 600 pessoas a participar no evento durante o dia. A presença de investidores estrangeiros de primeira linha, nossos parceiros, foi também importante. Isto é de facto o resultado de uma intensa atividade internacional da Capital que a credibiliza e ao País como base emergente de tecnologia e de startups a nível europeu. Qual o perfil genérico dos candidatos? Estamos a falar de pequenas empresas que desenvolveram soluções inovadoras em áreas distintas como a digital, o software, as aplicações, os dispositivos médicos, a biotecnologia, as energias limpas, entre outras. Normalmente, são pequenas equipas altamente qualificadas, com patentes e tecnologias verdadeiramente diferenciadoras. Também se nota uma crescente qualidade nas técnicas de apresentação, na preocupação e consciência sobre os temas a abordar com investidores. Esse é o resultado de terem passado pelos programas de aceleração que nós apoiamos, ou seja, são equipas muito bem preparadas para falar com investidores, em qualquer parte do mundo. Que critérios foram utilizados para eleger os vencedores? Em geral, procuramos equipas com grande visão e ambição, completas em termos de diversidade de competências, com negócios que sejam verdadeiramente únicos e com boas perspectivas de vir a ser um sucesso comercial a nível global. Não são portanto critérios fáceis, mas temos vindo a notar uma crescente qualidade nas equipas portuguesas. Pode-se dizer que Portugal está acima da média europeia no que toca a empreendedorismo tecnológico. O investimento do Empreender permite que as empresas deem os passos necessários para fortalecer ou completar o seu produto, a sua equipa e o seu modelo de negócio de forma a captar mais clientes, ou seja, a estarem preparadas para captar mais investimento da Capital

5 Sara Matos e dos nossos parceiros internacionais. Além de todos os restantes, o critério principal é, portanto, averiguar qual a empresa que poderá fazer este caminho mais rapidamente e com mais sucesso. Como é que as sociedades gestoras de capital de risco podem participar nas startups? As sociedades de capital de risco podem participar nas diferentes fases da vida e desenvolvimento da sociedade. Além do capital, em particular no venture capital (com forte apetência tecnológica), o conhecimento do negócio, as ligações a clientes, parceiros e competidores, e a capacidade de gestão estratégica dos venture capitalists podem ser verdadeiramente chave para o desenvolvimento da empresa. Não é por acaso que quase todas as grandes empresas tecnológicas mundiais começaram por ter como acionistas sociedades de venture capital, que as ajudaram a crescer significativamente. As startups são exclusivamente de setores tecnológicos? Os setores tradicionais cabem neste modelo de desenvolvimento? Na sua vasta maioria, são tecnológicas, e por uma razão simples. O risco contido num investimento inicial de uma empresa é, geralmente, muitíssimo elevado em todos os setores. A percentagem de empresas que falha e desaparece nos primeiros anos de vida é bastante alta. Logo, os investidores de venture capital têm perdas na maioria dos seus investimentos. A única forma de compensar estas perdas é com grandes sucessos numa pequena percentagem de investimentos. Esses casos de sucesso têm de compensar tudo o resto e, tipicamente, apenas as empresas de base tecnológica têm o potencial de crescer a ritmos suficientemente elevados para permitir aos investidores entrar e sair do capital durante a vida do fundo (máximo de dez anos). Os negócios tradicionais podem ser excelentes negócios, mas normalmente a escalabilidade é mais difícil e o grau de inovação mais baixo, logo a sua avaliação é mais baixa. Estas razões de base levam a que a indústria de venture capital mundial seja direcionada para tecnologia e não para os sectores tradicionais, onde a intervenção se faz mais pela injeção de capital (fundos de private equity) ou por dívida bancária alicerçada em negócios que já geram cash-fl ow, isto é, com vendas rentáveis. Daí vermos que a maioria dos gigantes tecnológicos teve como investidores iniciais fundos de venture capital e que nos negócios de sectores tradicionais houve por vezes investidores de private equity. Venture capital e private equity são indústrias completamente distintas, apesar de serem parte do que se costuma chamar de capital de risco. São skills diferentes, fundos diferentes, equipas de investimento completamente diferentes e critérios de investimento e avaliação igualmente diferentes. A Capital tem soluções para todos os tipos de empresas e setores, mas a área de venture capital, efetivamente, só se adequa à tecnologia. Empresas 5

6 ABERTURA EnCAIXA À LUPA ACELERADORES Os primeiros anos de vida de uma empresa são decisivos para a manter em linha com uma rota de crescimento sustentado. Lançar uma empresa e acompanhar os seus primeiros passos no mercado implica, contudo, particular exigência com a parceria financeira. Lançar uma empresa e garantir, em simultâneo, um ciclo de crescimento sustentável impõe atenção permanente às especificidades e exigências de cada etapa. Há que saber adequar as soluções e os serviços financeiros quer do ponto de vista do investimento para os passos mais decisivos e marcantes de crescimento, quer para a implementação de uma rotina habilitada de gestão quotidiana. A CGD apresenta um leque de alternativas para estas valências. Desde logo, no apoio à atividade, de onde se destacam o cartão Works Empreender, o Serviço de Gestão Automática de Tesouraria (GAT) e ainda o Depósito a Prazo Poupança Empreender para as micro e pequenas empresas que tenham o cartão Works Empreender e o serviço e-banking. Este depósito a 181 dias tem renovação automática para rentabilizar excedentes. O serviço é completo Além do aconselhamento local dos gestores Empresas, disponibilizam-se serviços como o e-banking. Este acesso on-line permite a consulta e gestão de movimentos, saldos, transferências entre contas nacionais e internacionais, pagamento de ordenados e a fornecedores (ficheiros SEPA), ou abertura de créditos documentários de importação, entre outras operações. E ainda serviços de pagamento como o Netcaixa que inclui TPA virtual ou físico, para cartões de crédito ou débito MB, Visa e Mastercard, com devolução de parte da tarifa de serviços nos cartões da e a conta de depósito à ordem remunerada por escalões, isenta de montante mínimo de abertura ou comissões de manutenção. O crescimento é capital Desde a forte aposta em capital de risco com fundos participados pela Capital, geridos por operadores especializados no mercado, em parceria com empreendedores nas fases de lançamento e desenvolvimento, passando por linhas específicas como a Linha Jovem Empreendedor, as soluções respondem a diversos perfis de empresa. A Jovem Empreendedor apoia jovens, até aos 40 anos, a lançar ou modernizar o seu projeto e permite-lhes acesso até 50 mil euros, com limite até 80 por cento do investimento total (prazos de 72 meses, para novas empresas, e de 60 meses, para a sua modernização). As Linhas de Crédito Microinveste e Investe + visam pequenos projetos de cidadãos desempregados ou com rendimentos inferiores ao mínimo mensal garantido (RMG). A linha Microinveste financia até 20 mil euros por operação, com garantia mútua de 100 por cento, e a Investe+ financia valores até 200 mil euros e 95 por cento do total (limite de 100 mil euros), com garantia mútua de 75 por cento. CRIAR EMPRESAS É GARANTIR SUSTENTABILIDADE 6 Empresas

7 Empreender Mais Fundo de capital de risco vocacionado para montantes de investimento até 2,5 milhões de euros em séries A de empresas tecnológicas e em coinvestimento com alguns dos melhores fundos internacionais de venture capital. Esta solução seleciona oportunidades de investimento associadas a dinâmicas de empreendedorismo, inovação e sustentabilidade, em setores como: Digital Life, Enterprise IT, Medtech, Pharma e Clean and Industrial Tech. Works Empreender Cartão de crédito* para ENI, micro e pequenas empresas com menos de dois anos de atividade, até 50 empregados ou com break even até ao terceiro ano (inclusive), ou de base tecnológica e científica (com patentes registadas no INPI) para necessidades de tesouraria, a taxas de juro muito competitivas, e que visa dar autonomia e flexibilidade financeira à gestão. Com um limite de crédito agregador de curto prazo, permite pagamentos flexíveis com um mínimo de 25 euros; um período de crédito sem juros de 20 a 50 dias; uma linha de crédito paralela para fracionar compras (acima de 250 euros) ou cash advance (até 36 meses, com limite de 25% do plafond e a mesma taxa de juro). Inclui um pacote de seguros, para viagens e deslocações, e seguros complementares em condições especiais. Estão excluídas empresas de construção ou imobiliário. * TAE de 15,8% (garantia real) ou 20,8% (garantia pessoal), com base na média mensal Euribor a 6 meses (base 360) e spread de 6,3% ou de 11,3%, para euros com reembolso a 12 meses. Taxas atualizadas em 01/01 e 01/07 de cada ano. TongRo Images / Corbis / VMI Tech Transfer Accelerator Ventures Este fundo de capital de risco permite investimento em sociedades de base tecnológica, com elevado potencial de crescimento, na fase seed e startup, em coinvestimento com business angels. Os projetos elegíveis devem ser oriundos do sistema científico-tecnológico nacional e internacional. As suas oportunidades de negócios devem ser previamente escrutinadas por programas de apoio à criação de empresas tecnológicas, ou em programas de aceleração do ecossistema nacional. Saiba mais em cgd.pt/empresas

8 ABERTURA EnCAIXA À LUPA ACELERADORES MAGNIFINANCE FICAR LIVRE PARA O NEGÓCIO Cinco minutos diários para executar toda a gestão burocrática da empresa. A MagniFinance transformou esta utopia em realidade. Somente ao alcance de uma plataforma informática. Diogo Nesbitt e Jorge Rodrigues dos Santos, dois dos fundadores da MagniFinance. 8 Empresas

9 Na sala de comando da MagniFinance é visível o cheque atribuído pela Capital no âmbito do Empreender Award. Um prémio que ajudará a empresa a chegar ainda mais longe. Veja on-line o testemunho das startups investidas pela Capital no âmbito do Empreender Award. Fotos: Sara Matos despender menos tempo com tarefas administrativas e dirigi-lo ao desenvolvimento do negócio. Eis uma alteração que nenhum gestor recusaria na organização quotidiana da sua empresa. A experiência adquirida por Jorge Rodrigues dos Santos e pelos seus dois sócios na condução do próprio negócio revelou-se determinante para a identificação desta necessidade e para a criação de uma solução que lhe desse resposta. Na verdade, já haviam cofundado uma empresa de consultoria informática (a LxIS Lisbon Information Systems, que colaborou na construção do actual site do jornal Público) e possuíam background de engenharia informática. Surgiu, pois, a ideia de desenvolver um projeto, uma solução técnica que viabilizasse o objetivo. A integração no programa de aceleração Lisbon Challenge, organizado pela Beta-i, constituiu-se como o passo decisivo para transformar os conhecimentos inerentes num projeto apto a entrar no mercado. A investigação de boas práticas e a consulta a contabilistas, fornecedores e clientes também foram importantes na maturação daquela que se viria a chamar MagniFinance, uma plataforma de gestão financeira. A cobaia desta solução foi, aliás, a própria empresa de Jorge Rodrigues Santos (LxIS) e a primeira ponte para o exterior chegou de firmas amigas: Os bons resultados que tivemos com a MagniFinance foram sendo conhecidos por colegas à nossa volta que nos pediram que disponibilizássemos a solução. Assim, vimos que este era um problema comum a quase todas as empresas e achámos que havia potencial para arrancarmos comercialmente com este novo projeto. Tempo que é dinheiro Concluído o projeto, o resultado saldou- -se na criação de uma aplicação de gestão financeira que ajuda as empresas a reduzirem o tempo dispensado a essa tarefa, circunscrevendo-o somente a cinco minutos diários. Jorge Rodrigues dos Santos explica de que forma funciona a MagniFinance: A aplicação sincroniza automaticamente os extratos bancários de diferentes bancos, permitindo reconciliar estes movimentos com as despesas e as receitas provenientes das faturas geradas na própria plataforma. O grau de pormenorização e a simplicidade na consulta são também características que distinguem esta plataforma. Disponibiliza informação atualizada, agregada e fácil de analisar em qualquer local e a qualquer hora. Esta aplicação contempla o reconhecimento ótico de faturas e a leitura automática da informação de fatura, quer seja recebida pela MagniFinance, por , em formato PDF, ou de uma fotografia tirada com o telemóvel. As vantagens da MagniFinance vão além da poupança de tempo, uma vez que permite às empresas saber como estará a sua tesouraria no futuro, controlando a sua situação financeira em tempo real. Também os contabilistas beneficiam desta ferramenta, isto porque lhes possibilita, assegura Jorge Rodrigues dos Santos, uma otimização do tempo e dos recursos necessários para alguns procedimentos, beneficiando de um trabalho mais personalizado junto dos seus clientes. Relativamente ao público a que se destina, a MagniFinance dirige-se às micro, pequenas e médias empresas que já verificaram como a folha de cálculo é insuficiente para a gestão prática e rigorosa de uma empresa, ou que estejam insatisfeitas com a complexidade do software de gestão que utilizam atualmente, explica o responsável. Embora a MagniFinance esteja numa fase de lançamento e não tenha ainda chegado ao mercado internacional, Jorge Rodrigues dos Santos não vê nisso algo de improvável: Apesar de existirem grandes empresas a operar na área de gestão empresarial e contabilidade, ainda não encontramos nenhum competidor direto a trabalhar o mercado global. Já para este ano, a perspetiva de faturação é de 110 mil euros, mas os horizontes são de franco crescimento. Afinal, a MagniFinance promete ser a solução que fará qualquer pequena ou média empresa poupar muitas horas e dinheiro. Participação valiosa O projeto MagniFinance sagrou- -se vencedor do Empreender Award 2014, a competição de startups organizada pela Capital. O anúncio foi feito no final de Janeiro, na gala do evento, e representa um encaixe de 100 mil euros, que acresce a outros 100 mil de investimento inicial que a Capital realizou igualmente nesta startup. A participação no concurso foi feita via Beta-i com o seu programa Lisbon Challenge. O prémio permitirá o foco dos sócios a 100% no desenvolvimento do projeto, quando no passado se dividiam entre trabalhos de consultoria informática e o trabalho na MagniFinance. Será também possível trazer mais pessoas para acelerar o desenvolvimento do negócio e do sistema informático, refere Jorge Rodrigues dos Santos, um dos fundadores da empresa. O papel da CGD é sublinhado por este empreendedor: É um importante parceiro estratégico que esperamos manter ao nosso lado ao longo do percurso. Ajuda-nos a tomar decisões sobre o rumo da plataforma e na sua credibilização. O grande veículo de divulgação da MagniFinance são os seus próprios clientes, continua: Estamos constantemente a melhorar a plataforma, para que cada vez traga mais valor. Muitos dos nossos clientes atuais já nos trouxeram outros clientes. Tudo para que a gestão do dinheiro seja feita de forma tão simples e com tantos automatismos que liberte os gestores dos processos manuais, que consomem mais tempo e são mais complexos. Empresas 9

10 ABERTURA EnCAIXA À LUPA ACELERADORES VENIAM À BOLEIA DA INTERNET O Porto tem a maior rede wi-fi de veículos do mundo, com vantagens na gestão do seu ordenamento. Uma startup, lançada por professores universitários, criou esta Internet em movimento. João Barros, presidente executivo da Veniam. Bruno Barbosa O encontro casual entre dois professores e investigadores da Universidade do Porto (FEUP), da Universidade de Aveiro e do Instituto de Telecomunicações com a fundadora da maior car-sharing do mundo esteve na origem desta empresa vanguardista na Internet em movimento. Convidado pelo MIT para orador numa palestra em Boston, em 2011, João Barros foi apresentado, casualmente, a Robin Chase, a ex-proprietária da famosa Zipcar. Do contacto nasceu a ideia de um possível negócio. Encontrar-se-iam mais tarde, em Silicon Valley, quando decidiram a criação da Veniam, da qual também seriam sócios fundadores Susana Sargento, professora associada na Universidade de Aveiro e co-inventora da tecnologia, e Roy Russell (marido de Robin e Chief Technology Officer da Zipcar). A experiência do casal americano (a própria Zipcar foi uma startup) e o conhecimento, por parte de João Barros e de Susana Sargento, dos programas de aceleração de empresas em Portugal levaram-nos a optar pelo desenvolvimento do negócio através deste modelo sem sair do País. Em 2012, a Veniam arrancava, integrada no programa Building Global Innovators (BGI). Sede na Califórnia, cérebros no Porto Criar uma solução completa para a Internet em movimento (IoMT Internet of Moving Things). Este é o objeto concretizado da Veniam. Para tal, utiliza a conectividade entre veículos, objetos móveis e utilizadores finais como meio de ampliar a cobertura de rede wi-fi a custos reduzidos (20 vezes menores do que as soluções convencionais baseadas em rede celular). A solução da Veniam contempla dispositivos de comunicações móveis, pontos de acesso instalados na cidade, software de rede para garantir comunicações fiáveis e um centro de controlo virtual fornecido a partir da cloud. João Barros, presidente executivo da Veniam, explica que os veículos são hotspots wi-fi ideais porque estão em toda a parte, têm uma bateria muito grande e podem usar vários tipos de redes para comunicar entre eles e com a Internet. Por isso, o objetivo da Veniam é transformar frotas de veículos, públicos ou privados, em redes wi-fi e sensores móveis. À facilidade de acesso à Internet a baixo custo juntam-se também outros benefícios, de grande utilidade: o aumento da segurança e operacionalidade nas cidades, decorrentes da ligação que se estabelece entre os veículos em rede (melhoramento dos transportes públicos, recolha inteligente do lixo, monitorização de infra-estruras críticas, entre outros). O professor catedrático da FEUP explica a atualidade e oportunidade do seu negócio: Hoje, as pessoas querem estar ligadas à Internet permanentemente e em toda a parte, incluindo quando estão em movimento. Por outro lado, há cada vez

11 mais objetos em rede que precisam de enviar e receber dados e software da cloud. O Porto foi a cidade escolhida para aplicar a IoMT. A rede de wi-fi de veículos que lá foi instalada acabou por constituir-se como a maior no mundo: 608 veículos (incluindo todos os autocarros, uma parte da frota de táxis, 20 camiões de recolha de resíduos). Ao todo, mais de 125 mil pessoas já usaram o wi-fi grátis, sendo o número de utilizações superior a um milhão. A Veniam está presente em dois segmentos de mercado: smart cities (transportes públicos, recolha de lixo, serviços municipais, veículos de emergência, taxis, car-sharing) e espaços controlados (portos, aeroportos, grandes fábricas, estaleiros). Ainda que a maioria dos 25 trabalhadores da Veniam se mantenha em Portugal, a empresa está sediada na Califórnia, Estados Unidos. DR DR Aceleração by Carnegie Mellon InRes 2014 é o nome do programa de aceleração de negócios promovido pelo Carnegie Mellon Portugal. Dividida em três fases e com duração de seis meses, a iniciativa apurou quatro projetos, tendo-lhes proporcionado um estágio de uma semana em Pittsburgh (Estados Unidos). A partir da próxima edição, o inres passará a contar com a parceria da Capital, integrando o Ciclo Empreender Award. O Carnegie Mellon Portugal é um programa de parceria entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e a Carnegie Mellon University que contempla o investimento de quatro milhões de euros anuais até De matriz internacional, na sua fundação e estrutura acionista, a Veniam está mesmo sediada na Califórnia, Estados Unidos (ainda que a maioria dos 25 trabalhadores, incluindo engenharia e I&D, se mantenha em Portugal). João Barros explica esta dimensão mundial: A Veniam foi pensada desde o primeiro momento como uma empresa global de alto risco e alto crescimento. A nova sede, em Mountain View, permitiu captar capital de risco em Silicon Valley e Nova Iorque e contratar quadros internacionais com grande experiência em gestão de produto, marketing e vendas nos merca- dos globais. É assim possível combinar a excelente engenharia e investigação, que temos em Portugal, com a capacidade dos empreendedores e investidores americanos para fazer crescer negócios a grande velocidade. A startup criada no eixo Porto-Califórnia tem clientes em Portugal, Espanha, Esta- dos Unidos e Singapura (país onde também pretende instalar a sua tecnologia). Desde a fundação, em 2012, a Capital tem um papel fundamental na vida da Veniam, desde logo, pela parceria com o ISCTE e o MIT no concurso de em- preendedorismo promovido por estas duas universidades. E refere o presidente desta startup da Internet em movimento: O prémio [200 mil euros pela vitória no BGI] foi muito importante para provarmos o conceito de uma rede de veículos à escala urbana e avançarmos do protótipo universitário para um produto viável e escalável. Turismo: apoio ao empreendedorismo A sub-linha de apoio ao empreendedorismo no setor do Turismo (deriva da Linha de Apoio à Qualificação da Oferta) destina- -se a projetos de criação de empresas ou levados a cabo por PME com menos de três anos de atividade, com investimento elegível até euros, dedicados a atividades de animação turística e de restauração assim como outros serviços de relevância turística. Proporciona financiamento da CGD e do Turismo de Portugal (TP) até 75% do investimento elegível, com prazos até 10 anos e período de carência até três anos, assim como remuneração da parcela do TP à Euribor a 6 meses (acresce 2% na criação de empreendimentos turísticos) e da parcela financiada pela CGD indexada ao risco da empresa*. * TAE de 6,419%, com base na TAN de 6,126% (Euribor 3 meses + spread de 6,0%) em março de 2015, para um financiamento de euros, a 10 anos e carência de 3 anos. Inclui juros e comissões. Lançada Linha Investe QREN A Linha Investe QREN dirige-se a projetos aprovados no âmbito dos Sistemas de Incentivos do QREN, tem prazos de financiamento até 10 anos e de carência entre 12 e 36 meses assim como taxas de juro competitivas fundos a Euribor a 3 meses*, acrescidos de spread e fundo QREN a Euribor 6 meses, com 0,425% adicionais. À ausência de comissões bancárias, junta-se a bonificação da garantia mútua. * TAE de 4,180%, com base na TAN de 3,898% (Euribor 3 meses (0,048%) + spread 3,850%), em março de Exemplo de empresa PME Líder no valor de euros, com projeto QREN aprovado ao abrigo do Sistema de Incentivos à Inovação, por 10 anos e carência de 36 meses (com prestações constantes, acrescidas de juros, pagos trimestralmente), com garantia da SGM de 50%. Saiba mais em cgd.pt/empresas Empresas 11

12 ABERTURA EnCAIXA À LUPA ACELERADORES BGI UMA VIA PARA O ÊXITO Dos semestres nas universidades ao interesse comercial despertado no mercado, a BGI é o caminho para a formação de empresas e captação de investidores. Com a chancela do ISCTE-IUL e MIT Portugal. Foi no formato de competição que o ISCTE-IUL decidiu estimular o aparecimento ou robustecimento de projetos e empresas tecnológicas. Em março de 2010, lançou o ISCTE-IUL MIT Portugal Venture Competition, uma venture competition, ou seja, um concurso de empresas de base tecnológica no âmbito do programa MIT Portugal. Atualmente, esta iniciativa evoluiu para o formato de aceleradora de tecnologias, com o nome de Building Global Innovators (BGI), permanecendo orientada para as empresas tecnológicas nascentes (até cinco anos) com ambições de entrar em mercados globais. O MIT Portugal é o parceiro do concurso e a Capital associou-se à iniciativa enquanto parceiro no financiamento às quatro empresas mais promissoras em cada edição. O director executivo da BGI, Gonçalo Amorim, explica que esta aceleradora assenta em quatro eixos verticais : Medical Devices & Health IT; Smart Cities & Industrial Technologies; Smart Data & Enterprise IT; e, finalmente, Ocean Economy. Na cadeia de valor que integra, a BGI relaciona-se, a montante, com as universidades, através dos Gabinetes de Apoio à Proteção da Propriedade Industrial (GAPI) e de Transferência de Tecnologia, e a jusante, com investidores de capital de risco (business angels e venture capitalists). Gonçalo Amorim sublinha que a BGI não faz incubação física das 12 Empresas empresas que acelera, mas oferece apoio em espécie (avaliado em um milhão de euros), materializado na forma de bootcamps no ISCTE-IUL e no MIT, mentoria especializada (programa estruturado de quatro meses) e de coaching (pode ir até cinco anos após o programa de aceleração terminar). A metodologia go to market desenvolvida pela BGI, baseada em mais de 30 anos de experiência acumulada do MIT, é o seu fator chave de atuação enquanto aceleradora de empresas. Apoiamos, por um lado, projetos de natureza científico-tecnológica, oriundos de universidades, que tenham ambição para serem autonomizados na forma empresarial (spin-out). Por outro, apoiamos igualmente startups tecnológicas independentes do sistema científico-tecnológico. Em ambos os casos, é desde logo um desafio perceber o potencial de mercado de determinada tecnologia, patenteada ou não, para a resolução de um problema específico de forma mais eficaz do que as soluções concorrentes disponíveis, realça o diretor executivo. A BGI apresentou quatro empresas, de cada eixo de trabalho, ao Empreender Award. Gonçalo Amorim explica que os escolhidos não foram necessariamente as empresas mais maduras, mas as que melhor se adaptavam ao evento. DR Gonçalo Amorim, diretor executivo da Building Global Innovators. Durante o Programa, os projetos empresariais usufruíram de mais de 1150 horas de apoio especializado, seguindo o já citado modelo go to market. Na opinião do responsável pela BGI, a 5.ª edição marcou um importante ponto de viragem para o panorama de inovação nacional, em termos da maturidade e consolidação dos agentes do ecossistema (aceleradoras). Para tal, foi determinante a adaptação do modelo em vigor até à 4.ª edição, de forma a permitir uma maior especialização, contribuindo proativamente para a consolidação da cadeia de valor no setor da inovação e transferência de tecnologia. Vocação internacional A Movvo (ex-around Knowledge) e a Veniam constituem referências de êxito na aceleração de empresas tecnológicas. Ambas cresceram sob a tutoria da BGI e são participadas pela Capital. As duas passaram ou permanecem em Silicon Valley. A Movvo é especialista em sistemas de contagem e análise de tráfego de pessoas em ambiente indoor. A Veniam desenvolve tecnologia que permite alargar a cobertura de rede wi-fi através de objetos móveis. Desde a data da sua criação (março de 2010), a BGI acolheu 101 projetos, dos quais 67 % vingaram. Para os viabilizar, angariou cerca de 30 milhões de euros de financiamento. Estes projetos geraram, entretanto, um volume de negócios superior a cinco milhões de euros e mais de três centenas de postos de trabalho. O perfil internacional da BGI fica demonstrado neste dado surpreendente: cerca de 40% das 515 candidaturas que recebeu tiveram origem internacional (37 países distintos).

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