auto-segregação sócio-espacial em lisboa

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1 auto-segregação sóco-espacal em lsboa Lucíla Batalha Duarte Gaspar - INE/DRAGA - E-mal: Resumo: Abstract: A cdade é caracterzada por ser um espaço ansomórfco em termos quer dos grupos socas quer da localzação das actvdades humanas. As constantes mudanças socas e económcas ocorrdas ao longo dos tempos e em especal na últma década, levaram à reorganzação do espaço nterno das cdades, ntroduzndo novas formas de organzação e ncentvando à reflexão sobre a evolução das morfologas urbanas. Desta forma, este estudo pretende demonstrar a dstrbução, na cdade de Lsboa, das novas formas de exclusão sócoespacal; a auto-segregação, que surge em oposção à tradconal segregação mposta. Estas formas de ocupação e apropração do espaço urbano, por parte das classes sóco-económcas mas abastadas traduz e nfluenca a reconfguração, em curso, do espaço lsboeta. The cty s characterzed for beng a heterogeneous space both n terms of socal groups and n human actvtes. Constant socal and economcal changes, whch occurred especally n the last decade, reorganzed the ctes nternal space, ntroducng new forms of organzaton and urban morphology. Ths study demonstrates, for the cty of Lsbon, new socal and spatal excluson forms and self-segregaton, whch comes n opposte to the tradtonal mposed segregaton rules. Ths urban space occupaton and appropraton, by the hgher socal classes, nfluences and reflects Lsbon s urban space remodelng. Keywords: Volunteer segregaton, self-excluson socal and spatal, elte space. Palavras-chave: Segregação voluntára, Autoexclusão sóco-espacal, Espaços de elte. 75

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3 auto-segregação sóco-espacal em lsboa 1. Introdução A cdade como motor do crescmento económco, tem um papel cada vez mas mportante no desenvolvmento das nações. A globalzação veo reforçar este facto, uma vez que a prosperdade económca de cada país é medda pelo poder das suas redes metropoltanas. No entanto, a crescente complexdade e modernzação económca das cdades é acompanhada de dsfunções ao nível da organzação sóco-espacal e da coesão socal. A nível europeu as cdades conhecem cada vez mas uma segregação dos extremos socas, onde exste a dualdade entre áreas ocupadas pelas populações mas abastadas (auto-segregação) e áreas onde se concentram as populações com rendmentos mas baxos, que surgem frequentemente sob a forma de barros de habtação socal (segregação mposta) 1. Por outro lado, verfca-se a perferzação da classe méda com uma homegenezação dos seus barros habtaconas. Em Portugal, só nas últmas décadas, a autosegregação tomou maor expressão nas novas formas de organzação urbana. Os regmes polítcos e as estruturas sóco-económcas têm tdo grande mportânca na organzação nterna da cdade, no entanto, em nenhum momento se verfcou uma completa homogenezação socal; muto pelo contráro, o tempo acentuou a segregação sócoespacal e o zonamento nterno. Se sempre exstram áreas de elte e áreas onde predomnavam as classes mas baxas, eram estas que sofram de exclusão, sendo margnalzadas socal e espacalmente. Agora coexstem dos tpos de exclusão sóco-espacal; a segregação mposta às classes socas mas baxas e a auto-segregação, como opção, das classes socas méda/alta e alta. Estas novas formas estão a alterar o funconamento das cdades modernas, levando à necessdade de repensar os modelos de estruturação do espaço urbano. Este novo tpo de ocupação do espaço, que se manfesta, nomeadamente, através dos condomínos fechados, da gentrfcação e dos lofts, altera sgnfcatvamente a estrutura nterna da cdade. Áreas degradadas, áreas recuperadas no centro hstórco, novas áreas de expansão ou antgas áreas ndustras ou de armazéns, com a mplantação destas novas formas de habtação, lazer e ocupação, fcam revalorzadas, tornando-se, por sso, novamente atractvas, sendo este um dos aspectos postvos desde processo. No entanto, a crescente segregação sóco-espacal traz graves problemas ao ordenamento do terrtóro urbano, podendo em últma análse, fazer com que a cdade do futuro seja composta por um conjunto de espaços segregados. Em Portugal, não exste legslação específca para os condomínos fechados, que pelas suas sngulares característcas, nomeadamente pela apropração de espaços públcos e pelo elevado nível de solamento, têm grandes mpactos na organzação da cdade e das comundades urbanas. 2. metodologa Procedeu-se à descrção e análse das dferentes formas de segregação sóco-espacal na cdade de Lsboa, que resultam dos dversos modos de ocupação e apropração do espaço urbano, lustradas com fotografas de forma a facltar a vsualzação das dferentes tpologas construtvas. 1 Mesmo que a segregação por parte das classes menos favorecdas seja aparentemente voluntára, ela só o é porque essas populações têm dfculdade em se ntegrar na restante comundade, preferndo vver em zonas degradadas ou sem condções, mas onde têm uma dentdade, quer seja cultural, socal ou fnancera, pelo que consderaremos segregação mposta. 77

4 Estudos Regonas nº Para localzar as áreas de elte, utlzaram-se dos estudos exstentes; um denomnado Mcrozonas realzado pela Marktest e o outro desgnado por Tpologa Sóco-económca para a Área Metropoltana de Lsboa, elaborado pelo Insttuto Naconal de Estatístca (INE). As Mcrozonas nserem-se no âmbto dos estudos geodemográfcos, que classfcam edfícos, famílas e ndvíduos, comérco, empresas e equpamentos pela sua localzação a um nível de análse muto desagregado (conjunto de quarterões). Este estudo teve como prncpal objectvo defnr um zonamento para a cdade de Lsboa, de forma a crar um sstema de nformação drecconado para o marketng. Como metodologa para a cração das Mcrozonas, a Marktest partu do prncípo de que o factor proxmdade contrbu para a semelhança no comportamento dos ndvíduos; utlzou as varáves base dos censos 91, com algumas actualzações; conjuntamente com os nquértos realzados (sobretudo no que respeta a hábtos e estlos de vda), permtu a elaboração de clusters, crando assm pequenas zonas (conjunto de subsecções 2 do INE) agrupadas pelas suas semelhanças. Por fm, o trabalho de campo valdou os resultados. A Tpologa Sóco-económca para a Área Metropoltana de Lsboa tem como prncpal objectvo a cração de um mosaco sóco-económco para as subsecções estatístcas da Área Metropoltana de Lsboa (e também do Porto) de forma a permtr compreender a dstrbução dos dferentes padrões sóco-económcos exstentes nestas áreas. Para a cração da tpologa, o INE utlzou os dados resultantes dos censos 91 (nformação dsponível não publcada), que permtram fazer uma caracterzação quer do parque habtaconal, quer da estrutura sócoeconómca da população resdente. A elaboração da tpologa passou por duas etapas dferencadas. Numa prmera fase fo realzada uma análse factoral sobre um conjunto de varáves base, com o objectvo de obter um número relatvamente reduzdo de factores (novas varáves, que sstematzam a maor parte da nformação ncal). Posterormente, com base nestes factores procedeu-se a uma classfcação das subsecções, com o objectvo de crar classes (clusters) homogéneas. Estes estudos mostram o zonamento da cdade de Lsboa segundo a categora sóco-económca da população, o que permte dentfcar a dstrbução das dferentes classes socas. A actualzação da nformação, baseada nos Censos 2001 fo feta ao nível da freguesa. Para a localzação dos condomínos fechados, dos alojamentos ocupados por gentrfers e dos lofts, recorremos à pesqusa em bases de dados do mercado mobláro; esta nformação fo completada através da lsta de condomínos fechados gentlmente cedda pelo Centro de Estudos de Geografa e Planeamento Regonal, referente ao estudo sobre condomínos habtaconas fechados e efetos na organzação do terrtóro, coordenado pela Prof. Doutora Mara Júla Ferrera. Para uma cobertura mas exaustva, procedeu-se ao contacto com as 53 Juntas de Freguesa da cdade de Lsboa, entdades que conhecem bem o terreno e, porque partcparam recentemente na operação Censos 2001, dspõem de nformação relatvamente actualzada. 2 Subsecção: pequena área homogénea de construção ou não, exstente dentro da secção estatístca; corresponde ao quarterão nas áreas urbanas, e ao lugar ou parte do lugar nas áreas ruras. 78

5 auto-segregação sóco-espacal em lsboa 3. formas de segregação sócoespacal nas cdades A dferencação da cdade em classes socas exste desde longa data; numa prmera fase (pré-ndustral), apesar de exstrem espaços de segregação dentro da cdade (mouraras, judaras, barros dos crstãosnovos, etc.), a maor parte da população resdente, quer rcos quer pobres, coabtavam em lugares muto próxmos, prncpalmente devdo à fraca mobldade exstente. As dferenças verfcadas entre as habtações dos mas abastados e dos mas pobres eram sobretudo o seu tamanho e o seu mobláro nteror. Numa segunda fase (ndustral e pós-ndustral), o aparecmento de novas profssões e de novas classes sóco-económcas a elas assocadas leva a que a dferencação entre classes tome contornos até então desconhecdos. Esta stuação começa a ter grande mpacto a nível do terrtóro, uma vez que se dá a separação espacal entre classes. Esta segregação sóco-espacal assume duas formas dstntas: a mposta e a voluntára. As classes mas favorecdas tendem a afastar-se das áreas que começam a fcar congestonadas e degradadas em busca de zonas que lhes permtam uma melhor qualdade de vda. Este facto faz com que se agrupem segundo as semelhanças sóco-económcas, crando as desgnadas áreas de elte. Em oposção, a classe mas pobre tende a ocupar os espaços dexados pelas prmeras. As suas condções económcas não lhes permtem escolher locas com melhor qualdade pelo que se sujetam a vver em condções de grande precardade e mesmo nsalubrdade. A ndustralzação levou ao aparecmento de númeras destas áreas onde as condções de vda do proletarado eram mseráves. A dea de que os homens podam vver num mundo mas justo e em que todos tvessem acesso a condções dgnas de exstênca, começava a ganhar consstênca e, pela prmera vez, esta dea passou do campo da flosofa e da relgão para o campo da polítca. Assm, a questão socal lgada ao Estado começou a passar pela erradcação da pobreza dos proletáros e dos explorados. Se é verdade que se deram mportantes passos para que as stuações de pobreza fossem resolvdas ou atenuadas, nomeadamente com o desenvolvmento do Estado Provdênca (na Europa), também é verdade que a pobreza sobrevveu até aos nossos das. Embora a exclusão socal mposta seja um tema de bastante nteresse e tenha grandes reflexos na estrutura nterna das cdades, não será objecto de aprofundamento neste estudo, uma vez que o seu âmbto é drecconado para a auto-exclusão sócoespacal como nova forma de organzação nterna da cdade. Vamos fazer de seguda a caracterzação das áreas tradconas de elte e das formas de auto-exclusão mas recentes, como é o caso dos condomínos fechados, da gentrfcação ou dos lofts. 79

6 Estudos Regonas nº segregação e eltsmo na cdade de lsboa A organzação da cdade de Lsboa é o espelho da evolução da sua estrutura urbana e reflecte os dferentes contextos sóco-económcos e as polítcas urbanas desenvolvdas nas últmas décadas. A maor ou menor concentração de classes socas mas abastadas em determnados espaços da cdade tem reflexos na análse das condções socas e habtaconas de determnadas freguesas, fazendo com que estas apresentem um carácter mas ou menos eltsta. Sendo nossa ntenção caracterzar as freguesas de Lsboa com o objectvo de dentfcar as que demonstram maor apetênca para o eltsmo, escolhemos as varáves estatístcas, de entre as dsponíves nos dados provsóros dos censos 2001, que melhor podem descrever esse fenómeno. Assm, em termos de edfcado tvemos em conta: Densdade dos edfícos e de alojamentos. Idade dos edfícos: e Alojamentos de resdênca habtual. Alojamentos clásscos. Alojamentos ocupados pelo propretáro. Em termos populaconas fo escolhda a segunte nformação: Densdade de famílas e ndvíduos. População resdente com habltações ao nível do ensno superor. À excepção das densdades, que foram calculadas relatvzando os valores com a área de cada freguesa, todos os dados foram convertdos para percentagens de forma a reduzr a tendênca natural de assocação entre os valores mas elevados e as maores áreas. Como resultado obtvemos a cartografa que nos permte especular acerca das freguesas possudoras de mas áreas de elte. Após a análse deste conjunto de ndcadores selecconou-se os que melhor poderam caracterzar uma freguesa onde se verfcasse o predomíno de classes mas favorecdas tendo, no entanto, em conta que este tpo varáves levara maortaramente à localzação de novas eltes 3. Desta forma, procedemos à elaboração de query s, com os seguntes parâmetros: Alojamentos ocupados pelo propretáro: percentagem superor a 40 População resdente com ensno superor: percentagem superor a 20 População resdente com dade superor a 65 anos: percentagem nferor a 21 Como resultado obtvemos cnco freguesas que se destacaram pelo número de pessoas pertencentes aos estratos sóco-económcos mas favorecdos; Amexoera, Lumar, S. Domngos de Benfca, Benfca e S. Francsco Xaver. Ao analsarmos a dstrbução das áreas de elte, através dos estudos da Marktest e do INE (fg. 2), confrmamos que nestas freguesas se encontram grandes áreas de elte, o que ndca a sua tendênca eltsta. População resdente com mas de 65 anos. População resdente com dades entre os 0 14 anos. 3 Classe crada pela Marktest, que abrange sobretudo áreas de novas contruções e onde predomna a ocupação de uma população jovem (ver 4.1). 80

7 auto-segregação sóco-espacal em lsboa fgura 1 Freguesas com tendênca eltsta-2001 N Freguesas com tendênca eltsta Padrão acma da méda Padrão médo Km Fonte: Censos 2001; Lmtes Admnstratvos: INE. Apesar de todos os espaços destnados a alojar as classes sóco-económcas mas favorecdas serem desgnados, por áreas de elte, não sgnfca que estes sejam semelhantes entre s. Estas áreas são compostas por dversas formas e tpos de construção e dferentes modos de apropração e utlzação do espaço urbano. Atendendo a que esta dversdade promove a dferencação físca e socal, é possível fazer a tpfcação e a localzação destes espaços na cdade de Lsboa. 4.1 áreas de elte tradconas Elte desgna um pequeno grupo que num conjunto mas vasto - polítco, económco, mltar, socal, relgoso e cultural - é tdo como superor pelas suas funções de drecção, de mando, de orentação ou de smples representação. As eltes são uma constante das socedades hstórcas, de dfícl caracterzação sóco-cultural ou hstórco-cultural, uma vez que os crtéros dvergem conforme o posconamento dos seus analstas. 81

8 Estudos Regonas nº Na verdade, todas as formas de auto-exclusão sócoespacal aqu estudadas são consttuídas por eltes, uma vez que se trata de pequenos grupos que pela sua posção sóco-económca tendem a solar-se dos restantes ctadnos. No entanto, as áreas de elte tradconas são dferentes das novas eltes; ntegram-se em espaço urbano aberto sendo o seu nível de segregação menor e têm um peso hstórco maor, uma vez que são áreas de exclusão sócoespacal que surgram há muto tempo. A localzação das classes que caracterzam as áreas de elte fo realzada com base em dos estudos; um do INE (Tpologa Sóco-económca da Área Metropoltana de Lsboa) de onde extraímos a classe Alta propretára e o outro da Marktest (Mcrozonas) do qual consderamos as classes Eltes Clásscas e Novas Eltes, uma vez que a descrção do habtat e dos estlos de vda nos permte afrmar que estas são as que melhor correspondem à defnção de elte. Assm, estas classes são caracterzadas da segunte forma: Alta Propretára : Localzação: Esta classe localza-se prncpalmente na freguesas de S. Domngos de Benfca (sobretudo nas Laranjeras e Alto dos Monhos), Lumar (na área de Telheras), e a sudoeste, em S. Francsco de Xaver e Santa Mara de Belém (zona do Restelo). Anda com algum sgnfcado podemos encontrar esta tpologa em Carnde, Santa Mara dos Olvas, Beato e Alto do Pna (Olaas). Habtat: Apresenta os mas altos valores em todos os ndcadores sóco-económcos; grande número de bens e equpamentos no alojamento e um número médo de dvsões bastante elevado (com 3 4 do efectvo acma de 5, mas uma do que a méda). Os edfícos têm, regra geral, elevado número de psos, se bem que apresentem grande varabldade e, portanto, traduzem realdades bem dferentes; são, no entanto, prédos recentes construídos em altura, sendo os seus fns quase exclusvamente resdencas. Os resdentes nestas zonas apresentam as maores proporções de propretáros dos alojamentos assm como uma elevada percentagem de alojamentos já pagos. Quanto aos encargos são dos mas elevados, tal como alás as rendas; 1 4 paga mas de 250 euros de renda, se bem que estas sejam de carácter margnal, dada a estrutura de propredade. Estlo de vda: Esta é a classe mas favorecda, pelo que se verfca um aumento na utlzação de veículo própro (o dobro da méda) e nas habltações académcas (3 4 acma da méda que é de 9 anos de escolardade); têm uma marcada tercarzação e uma população bastante jovem. Novas Eltes : Localzação: Localzada sobretudo na freguesa do Lumar (área de Telheras), abrange também algumas zonas de S. Domngos de Benfca (estrada das Laranjeras), Santa Mara dos Olvas e Alto do Pna (Olaas). Habtat: É a zona que apresenta maor peso de edfícos novos, construídos depos de , normalmente com mas de 6 psos, garagens no edfíco, alojamentos com mas de 2 WC e habtados pelos propretáros. O número de dvsões é superor à méda e os encargos com a habtação são também mas elevados, 4 Informação recolhda através de nquértos realzados com o objectvo de actualzar e enrquecer a nformação dos censos

9 auto-segregação sóco-espacal em lsboa regstando-se gualmente um número mportante de famílas que possu uma segunda habtação. Estlos de Vda: É a zona mas jovem, predomnando ndvíduos dos 15 aos 24 e dos 45 aos 54 anos, com nível de nstrução superor à méda. As famílas, que pertencem à classe alta e méda alta, têm em méda 3 ou 4 pessoas, são consttuídas por casas com flhos, quadros médos e superores e estudantes. Regstam gastos em almentação e vestuáro e calçado acma da méda, bem como taxas de posse de bens e equpamentos no lar, nomeadamente a posse de computador, mpressora, parabólca, câmara de vídeo e electrodoméstcos. A posse de automóvel tem aqu o maor peso do concelho, sendo mesmo muto frequente encontrar famílas com dos ou mas automóves. Observam-se consumos culturas e prátcas de actvdades de tempos lvres superores à méda, sobretudo no que dz respeto a navegar na nternet, pratcar desporto, r a festas, jantares ou reunões socas ou jogar no computador. Em relação às féras e fns-de-semana observam-se as maores taxas de vagens ao estrangero com alojamento em hotel. No sector fnancero esta população trabalha normalmente com mas de dos bancos, tendo índces de utlzação de cartões bancáros e de seguros muto acma da méda. Eltes Clásscas : Localzação: As áreas das Eltes Clásscas estendem-se de sudoeste para nordeste da cdade englobando a freguesa de Benfca (Barro de Santa Cruz de Benfca), Nossa Senhora de Fátma e S. João de Deus (Av. Novas), S. Francsco Xaver, Alvalade (área de habtação unfamlar), Santa Isabel, Campolde, S. João de Brto e Santa Mara dos Olvas (Olvas Sul, área de habtação unfamlar). Habtat: O período de construção dos edfícos centra-se prncpalmente entre 1945 e 1970, sendo mportante o número dos que não têm utlzação exclusvamente resdencal. A posse de garagem fora do edfíco e o número de dvsões estão acma da méda do concelho. Estlos de Vda: As famílas resdentes, que são na maora propretáras da habtação, pertencem sobretudo à classe socal alta e méda alta com níves de nstrução superores à méda. As ocupações mas frequentes são as de quadros médos e superores, estudantes e reformados. Gastando mas do que a méda em almentação e em vestuáro e calçado, estas famílas possuem também com mas frequênca uma segunda habtação e mas do que um automóvel. A penetração de meos tecnológcos como o computador, mpressora ou nternet em casa é das maores do concelho. Também os consumos culturas e as actvdades de tempos lvres são mas dversfcadas que a méda, nomeadamente o flmar, jantar fora, navegar na nternet ou r a festas, jantares ou reunões socas. O mesmo se passa quanto às féras e fns-de-semana, onde encontramos com frequênca ndvíduos que vajam para o estrangero ou no país, alojando-se em hotel ou casa própra de praa. No sector fnancero, o índce demonstra que esta população trabalha normalmente com mas bancos do que a méda, utlzando cartões bancáros e seguros de saúde e de vda de forma também superor à méda. 83

10 Estudos Regonas nº O resultado da localzação das áreas de elte tradconas permte-nos afrmar que estas aparecem predomnantemente nas freguesas localzadas a norte e noroeste da cdade de Lsboa (fg. 2). Nestas áreas surgem dversos tpos de construção, embora a grande maora sejam edfícos em altura, exstem áreas onde predomnam as undades unfamlares (por exemplo no Restelo). 4.2 condomínos fechados A desgnação de condomíno fechado provém do dreto mobláro nglês e refere-se a um projecto de promoção em que um terreno é dvddo em lotes e venddo ou arrendado a dversos compradores ou nqulnos e em que todos se comprometem a cumprr um determnado regulamento com o comum vendedor ou arrendatáro (n Dconáro do Imobláro). fgura 2 Ortofotomapa e fotografa de duas áreas de elte (A e B) localzadas na freguesa do Lumar. N Lmte de Freguesa Alta Propretáro Eltes Clásscas Novas Eltes Klometers Fonte: Ortofotomapa do IPCC, escala de voo 1/10000; Lmtes Admnstratvos: INE Classes: Tpologas Sóco-Económca da AML (INE) e Mcrozonas (Marktest). 84

11 auto-segregação sóco-espacal em lsboa Os condomínos fechados são, pelas suas característcas, espaços destnados a grupos de elte, surgndo num contexto de grandes desgualdades sóco-económcas, como forma de auto-segregação sóco-espacal. Os empreendmentos fechados prolferam ou pouco por todo o país, no entanto, predomnam nas áreas metropoltanas (sobretudo na Área Metropoltana de Lsboa - AML), embora apareçam também em grande número no Algarve (neste caso, destnado sobretudo ao tursmo). Em Lsboa este fenómeno conheceu um grande desenvolvmento na últma década, altura em que se conjugaram condções propícas à sua expansão (aumento do poder de compra das classes meda e méda-alta, acesso facltado ao crédto bancáro, condções lgadas à globalzação, etc). Os condomínos exstentes em Lsboa apresentam as característcas habtuas: um perímetro cercado e controlado, segurança 24 horas, equpamentos exclusvos do empreendmento e qualdade quer das habtações quer do espaço envolvente. Estes factores possbltam aos seus resdentes a exclusvdade, a segurança, o prestígo e a prvacdade. No entanto, numa perspectva de cdade como um todo, este tpo de habtação provoca o fracconamento do espaço urbano, uma vez que cra bolsas de auto-exclusão, provocando o solamento dos condómnos em relação aos restantes ctadnos. Esta forma de habtat vem mprmr um novo urbansmo à cdade de Lsboa. O crescmento da cdade dexa de ser feto através dos tradconas barros para dar lugar ao aparecmento de espaços habtaconas fechados que conjugam resdênca e lazer, extremamente segregatvos não só socal como espacalmente. Estes condomínos fechados aparecem dspersos um pouco por toda a cdade, uma vez que ocupam, quer os espaços lvres anda exstentes ou áreas recentemente lbertas das habtações degradadas, quer os edfícos reconstruídos (reconvertendo, frequentemente o seu uso, como é o caso de palácos e palacetes que são adaptados a habtação colectva). Este fenómeno verfca-se também, com alguma ntensdade, em áreas lmítrofes ao concelho de Lsboa. O caso mas expressvo é o de Sacavém, na área ocupada pela EXPO, que surge como prolongamento da freguesa de Santa Mara dos Olvas (nesta são referencados poucos condomínos fechados, uma vez que a maora se localza já no concelho de Loures). Estas áreas contíguas a Lsboa funconam como pertencentes à cdade de Lsboa. Apresentamos, de seguda, a dstrbução dos condomínos fechados ou sem-fechados 5 na cdade de Lsboa. Num trabalho deste âmbto corre-se sempre o rsco de omssão, uma vez que esta nformação não é recolhda ofcalmente e é de dfícl aqusção e sstematzação, obrgando-nos a recorrer a dversas fontes. Com tendênca para a crescente expansão, os condomínos fechados prolferam já um pouco por toda a cdade de Lsboa, embora com dstrbução heterogénea. Desta forma, podemos defnr três grandes áreas onde este fenómeno predomna: a área central da cdade, stuação decorrente da reabltação ou reconstrução de edfícos antgos; um exo que parte da zona central para noroeste, que abrange uma parte das avendas novas (consstndo prncpalmente na reabltação de edfícos) e uma área de novas construções (freguesas como S. Domngos de Benfca, Benfca e Lumar); 5 Condomínos não totalmente fechados à população, embora exstam espaços e equpamento reservados apenas aos condómnos. 85

12 Estudos Regonas nº fgura 3 Dstrbução dos condomínos fechados em Lsboa e duas fotografas deste tpo de empreendmento. N C.F. - Av. Das Forças Armadas C.F. - Rua do Alecrm Condomínos Fechados (ou sem-fechados) Km Lmtes de Freguesas Ruas de Lsboa Fonte: Base de estradas: CTT; dados: levantamento e fotografas, em Janero de 2002; Lmtes Admnstratvos: INE. um exo que se estende da baxa da cdade para ocdente, junto à zona rbernha. Nesta área, os condomínos são, sobretudo, resultado de reabltações, sendo a freguesa dos Prazeres a que apresenta maor número destes empreendmentos. Em toda a parte orental da cdade, com excepção do Parque das Nações, não se encontram condomínos fechados, no entanto, a recuperação de edfícos localzados junto ao ro, para ocdente, faz prever que em pouco tempo estes ou outros (ex: loft) empreendmentos de luxo se nstalem nesta área. A fg. 3 apresenta dos exemplos de condomínos fechados; um localzado na parte mas recente da cdade, na freguesa de Nossa Senhora de Fátma (prmera fotografa), e outro stuado na parte central da cdade, na freguesa da Encarnação, próxmo do Barro Alto (segunda fotografa). O prmero é um dos condomínos mas antgos da cdade e possu as prncpas característcas deste tpo de empreendmento; é fechado através de muros, tem segurança 24 h e város equpamentos, nomeadamente pscna e campo de téns. O segundo está anda em construção e será um condomíno de luxo, com uma arqutectura personalzada, localzação 86

13 auto-segregação sóco-espacal em lsboa prvlegada e ntegração de város equpamentos e espaços verdes. 4.3 gentrfcação A gentrfcação, sendo um fenómeno sóco-espacal de grande complexdade, é alvo de dferentes nterpretações por parte de dversos autores que se nteressam pelo tema, pelo que se torna necessáro clarfcar o seu conceto. Gentrfcação tem orgem na palavra gentry, que se traduz por pequena nobreza, ou por pessoas de uma classe socal alta, sendo utlzado em mutos textos de língua francesa, no sentdo de emburguesamento (embourgeosement) de determnada área da cdade. Segundo o Dctonary of Contemporary Englsh, gentrfcaton é o processo pelo qual uma rua ou área habtada por pessoas pobres é transformada de forma a ser ocupada por pessoas de uma classe socal mas elevada. A utlzação deste termo teve orgem nos estudos anglo-saxóncos, quando os autores pretendam descrever o retorno ao centro da cdade, durante a década de 70, de pessoas da classe méda-alta e alta, ocupando áreas tradconalmente habtadas por populações com baxos recursos, provocando alterações nas característcas desses locas, nem sempre desejadas pelos seus resdentes. Tradconalmente, os barros hstórcos de Lsboa são ocupados por populações de baxos recursos (vndas de outro locas do país à procura de emprego), formando comundades coesas e com uma cultura própra. No entanto, nas últmas duas décadas, prncpalmente a partr de 1986, com a entrada de Portugal na Unão Europea (UE), Lsboa começou a sofrer númeras transformações, nomeadamente em termos de estrutura urbana. A maor parte do nvestmento estrangero (devdo à entrada na UE) fo feto na captal, o que permtu acumulação de rqueza. Paralelamente, começaram a surgr polítcas de reabltação e renovação urbana e de ncentvo ao retorno à cdade. A reabltação começou a ser um objectvo, uma vez que os barros mas antgos se encontravam em fase de avançada degradação e despovoamento, consttundo bolsas de exclusão socal. No segumento do nteresse pela revtalzação dos centros hstórcos, surgram em Portugal, na década de 80, város programas que funconaram como prncpas nstrumentos de recuperação e reabltação de edfícos degradados (ex. RECRIA 6, REHABITA 7, RECRIPH 8, IORU 9 ou URBAN), tendo como objectvo o ncentvo à ncatva prvada de reabltação. Anda neste contexto, foram crados Gabnetes Técncos Locas (GTL) nstalados nos prncpas barros hstórcos da cdade (fg. 4), com o objectvo de permtrem uma maor proxmdade com os seus moradores, de forma a proporconarem um atendmento mas efcaz. Apesar de alguns destes programas terem por objectvo a nserção dos seus moradores, o que se verfcou em larga medda, fo a ocupação destes espaços por classes com rendmentos mas elevados. As razões são dversas, por um lado procuram cada vez mas as áreas centras da cdade, prestgantes, com boa acessbldade e proxmdade aos empregos, e, por outro, são os que têm poder económco para suportar os preços destas habtações. 6 Regme Especal de Compartcpação na Recuperação de Imóves Arrendados 7 Regme de Apoo à Recuperação Habtaconal em Áreas Urbanas Antgas 8 Regme Especal de Compartcpação e Fnancamento na Recuperação de Prédos Urbanos em Regme de Propredade Horzontal. 9 Intervenção Operaconal de Renovação Urbana 87

14 Estudos Regonas nº A gentrfcação, que está assocada à reabltação urbana, revela-se vantajosa na medda em que se verfca: um aprovetamento de uma parte sgnfcatva do edfcado exstente; redução dos custos em nfra-estruturas e equpamentos aprovetados; um mpulso renovador em termos de comérco; a valorzação físca e ambental de áreas degradadas; aumento dos movmentos turístcos; maor segurança, uma vez que dexam de ser áreas abandonadas e/ou degradadas. Em Lsboa, a gentrfcação apresenta as característcas descrtas anterormente, localzandose, sobretudo, no centro hstórco da cdade. Uma vez que os GTL se nstalaram nos locas que reunam condções para a expansão do fenómeno, a sua referencação geográfca permte-nos dentfcar as áreas onde os gentrfers se poderão encontrar e que são prncpalmente os barros da Madragoa, Barro Alto, Bca, Mourara, Graça, Alfama e Castelo. fgura 4 Gabnetes Técncos Locas dos barros hstórcos da cdade e três exemplos de reabltação. N Rato Graça Madragoa Barro Alto Sta Catarna Mourara Castelo Alfama Baxa ò GTL - Barros Hstórcos Lmte de Freguesa Exos de Va Km Fonte: Moradas GTL: Câmara Muncpal de Lsboa; fotografas, em Janero de 2002; Base Estadas: CTT; Lmtes Admnstratvos: INE 88

15 auto-segregação sóco-espacal em lsboa Um dos GTL nstalou-se nesta freguesa, uma vez que grande parte da sua área fo consderada Área Crítca de Recuperação e Reconversão Urbanístca (Decreto Regulamentar 14/92 de Março). A acção conjunta entre os GTL e os partculares levou a que mutos dos edfícos desta zona fossem reabltados, melhorando a qualdade urbanístca e pasagístca desta área. Mutos dos edfícos construídos no níco do século XX, tnham qualdade arqutectónca, facto que é realçado aquando da sua reabltação. 4.4 novas formas de ocupação e habtação, os lofts O termo loft desgna um espaço amplo destnado a armazém ou smlar. Em arqutectura, é o espaço superor de um edfíco ou uma grande área não dvdda dentro de um edfíco reservada para o armazenamento de bens quer seja para fns comercas ou ndustras. Em cdades modernas, onde o solo é uma rardade precosa, os lofts ndustras são convertdos em resdêncas, em que os nqulnos subdvdem o espaço aberto característco destas construções de modo a satsfazer as suas necessdades. Em Lsboa, tal como acontece na Europa e nos EUA, durante o período ndustral, foram construídos números armazéns e fábrcas que se localzavam sobretudo na zona rbernha da cdade, uma vez que dependam de lgação aos transportes fluvas e marítmos. A decrescente mportânca do transporte marítmo a favor do rodováro, a pressão urbanístca e o desenvolvmento tecnológco obrgaram a alterações nos modos de produção e transporte, o que levou a que mutos destes espaços fossem abandonados, sobretudo a partr dos anos 60, o que provocou a degradação, não só dos edfícos como também do ambente. Na década de 90, e tentando respetar a memóra colectva da cdade, começou a ser realzada a recuperação destas áreas portuáras e das velhas fábrcas e armazéns, mantendo o seu traço ncal. Esta recuperação tnha como prncpal objectvo a abertura de espaços de dversão e lazer. Exemplo dsso são as Docas de Alcântara e todas as dscotecas, bares e restaurantes stuados junto ao ro, em freguesas como, Alcântara, Prazeres ou Santos-o-Velho. Em Lsboa, só recentemente se ncou a reabltação dessas fábrcas e armazéns, ntroduzndo o uso habtaconal; estes lofts, já com alguma expressão nos E.U.A e nalguns países da Europa, voltam a qualfcar essas áreas. Desta forma, surge em Alcântara o prmero e, por enquanto, o únco, loft que conhecemos em Portugal. Trata-se de uma antga fábrca de lâmpadas com quase 100 anos. Incalmente o projecto preva dos tpos de ocupação: comérco ou servços no pso térreo e habtação nos restantes psos. No entanto, como este tpo de ocupação mplcara alterações sgnfcatvas na estrutura do edfíco, optaram por elmnar os servços, fcando apenas a habtação como únca forma de uso, destnando o pso térreo ao estaconamento. A antga fábrca de lâmpadas localzada na Av. 24 de Julho, encontra-se em fase de reabltação, com o objectvo de se tornar um loft. Tal como o conceto de reabltação defne, a sua arqutectura será mantda, sendo o resultado fnal apresentado na magem vrtual constante na segunda magem. 89

16 Estudos Regonas nº fgura 5 Imagem real e vrtual do loft localzado na freguesa dos Prazeres N Km Loft Lmte de Freguesa Exos de Va Fonte: Imagem Ste: Base Estadas: CTT; Lmtes Admnstratvos: INE conclusão Cada uma das formas urbanas de ocupação, dependendo das suas característcas, apresenta maor ou menor grau de segregação. Embora tradconalmente o espaço de elte seja segregatvo, é nos condomínos fechados e nos lofts que esta característca se apresenta com maor expressão, remetendo para a auto-exclusão sócoespacal. As áreas gentrfcadas e as de elte tradconas apresentam-se nserdas na malha urbana, em espaço aberto, pelo que o seu grau de segregação espacal é tendencalmente menor, embora possa exstr um elevado nível de segregação socal. A junção das dversas classes e tpologas de contrução de carácter eltsta permte-nos elaborar um mapa da dstrbução das áreas de elte na cdade de Lsboa em 2001 (fg. 6). O prmero edfíco 90

17 auto-segregação sóco-espacal em lsboa localza-se na freguesa de S. Francsco de Xaver; trata-se de um empreendmento consderado como sem-fechado uma vez que exstem espaços de lvre acesso e outros reservados aos resdentes (ex. Pscna). Para além das tradconas áreas de elte, que contnuam a exstr na cdade de Lsboa, os condomínos fechados, a gentrfcação e os lofts aparecem como sendo as prncpas novas formas de ocupação dos espaços de elte. Aprovetando áreas dsponíves para construção ou zonas antgas reparadas, estes empreendmentos são caracterzados pelo elevado grau de segregação. Com o objectvo de assegurar a prvacdade, a segurança, a exclusvdade e o prestígo, os seus resdentes encontram formas físcas ou socas de manter o solamento em relação aos restantes ctadnos. Estas formas de ocupação organzamse em pequenos núcleos, formando enclaves dspersos um pouco por toda a cdade, orgnando a fragmentação do espaço urbano. fgura 6 Dstrbução das áreas de elte na cdade de Lsboa, em 2001 N ò ò ò ò ò GTL - Nos Barros Hstórcos Loft Condomínos Alta Propretára Eltes Clásscas Novas Eltes Km Freguesas com padrão eltsta Freguesas com padrão médo Fonte: Exemplos de áreas de elte com dferentes tpologas construtvas. 91

18 Estudos Regonas nº Verfcamos que, prncpalmente na últma década, as novas formas de habtação e ocupação do espaço urbano têm tdo uma grande expansão na cdade. Assm, nas áreas de urbanzação recente (norte, noroeste e nordeste) encontramos empreendmentos de luxo, frequentemente sob a forma de condomínos fechados, embora se encontrem dspersos um pouco por toda a cdade. A zona central, onde se localzam os barros hstórcos, está a ser alvo de uma reabltação urbana que, por sua vez, é acompanhada por uma mudança na estrutura dos seus resdentes. Verfca-se a substtução da população mas velha e com fracos recursos sóco-económcos por outra pertencente a uma classe socal mas favorecda. A área rbernha está, actualmente, a ser alvo de recuperação. No níco dos anos 90, as antgas fábrcas e armazéns começaram a ser reabltados e transformados em locas de convívo e lazer. Mas recentemente, ncou-se o processo de reabltação de uma destas fábrcas com o objectvo de crar um espaço destnado à habtação, surgndo assm o prmero loft da cdade. As novas formas de habtação vêm alterar a lógca de organzação nterna da cdade, pelo que se torna mportante analsar os seus mpactos. Não só agravam ou promovem a segregação sóco-espacal como vão no sentdo da cração de uma socedade cada vez mas ndvdualsta, podendo provocar confltos entre as classes excluídas e auto-excluídas. A cração de pequenos núcleos segregados no espaço urbano leva ao enfraquecmento das relações de vznhança, podendo afectar toda a comundade urbana e a socedade no seu conjunto, na medda em que dmnu o sentdo de soldaredade e a coesão socal. Compete à ntervenção públca nverter ou acautelar esta tendênca, nomeadamente através dos nstrumentos de planeamento terrtoral ao seu alcance, na certeza de que a cdade de amanhã é o resultado da cdade que vamos construndo. 92

19 auto-segregação sóco-espacal em lsboa Bblografa AAVV, (1996), Dconáro Imobláro, CIVIS, Informação ao cdadão e Empresa, Lda. (ed.), coordenação de Flávo Pava, Lsboa. ABREU, R., GOMES M. (2001), LsboaLoft, n Lsboa Urbansmo, Boletm da drecção Muncpal de Planeamento e Gestão Urbanístca/CML, nº16, ano 4, Lsboa, pp APPARICIO, P. (2000), Resdental segregaton ndces: a tool ntegrated nto a geographcal nformaton system, n Cybergeo, nº 134. ASCHER, F. (1998), Metapols, Acerca do futuro da cdade, Celta Edtora, 240 pag. BEAUJEU-GARNIER, J. (1980), Geografa Urbana, Fundação Calouste Gulbenkan, Lsboa, 443 pag. BENEVOLO, L., (1993), As Orgens da Urbanstca Moderna, Edtoral Presença, 179 pag. CALDEIRA, T. P.R. (2000), Cdade de muros, Edtora Cdade, S. Paulo. CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA, (2001), Lsboa, Conhecer, Pensar, Fazer, Cdade, Centro de Informação Urbana de Lsboa, 117 pag. CHOAY, F. (1997), O Urbansmo, Utopas e Realdades, uma antologa, Colecção estudos, 4ª edção, Edtora Perspectva, São Paulo-Brasl, 350 pag. COSTA, A.F. (1985), Classe socas e quadros de nteracção na cdade: estudo de caso das relações e prátcas socas em Alfama, ISCTE, Lsboa. CUITO, A. (2001), Espaços para vver e trabalhar, Edtoral Gustavo Gl, Barcelona, 175 pag. DONNE, M. (1979), Teoras sobre as Cdades, Edções 70, Arte & Comuncação, 255 pag. FERNANDES, J. M. (1994), Lsboa no século XX, o Tempo Moderno, n O Lvro de Lsboa, Projecto do Departamento de Intervenção Urbana da Socedade de Lsboa 94, Lsboa, pp. 493/522. FERREIRA, M. J. (2001), Concetos e tpologas dos condomínos fechados, n Condomínos Habtaconas Fechados: Utopas e Realdades, Centro de Estudos de Geografa e Planeamento Regonal, sére estudos, nº 4, pp FONSECA, J. C. P. (1998), Perfs Urbanos: Duas escalas de observação no concelho de Lsboa, tese de mestrado, ISEGI, 116 pag. GASPAR, J. (1994), O desenvolvmento do Síto de Lsboa, n O Lvro de Lsboa, Projecto do Departamento de Intervenção Urbana da Socedade de Lsboa 94, Lsboa, pp. 11/24. GOITIA, F., (1982), Breve Hstóra do Urbansmo, Edtoral Presença, Lsboa, 226 pag. GONÇALVES, M. J. (1995), Usos e absurdos do urbansmo contêmporâneo, n Socedade e Terrtóro - Revsta de estudos urbanos e regonas, nº 21, pp. 49,56. GUERRA, I. (1998), Grupos socas, formas de habtat e estrutura do modo de vda, n Socedade e Terrtóro, nº 25/26, Feverero 1998, Porto, pp MALHEIROS, J. M. (2000), Segregação socoétnca na regão metropoltana de Lsboa, n Socedade e Terrtóro, nº30, Março de 2000, Porto, pp MATHIEU, N. (1997), Pour une nouvelle approche spacale de l`excluson socale, Cybergeo, nº 33. MATOS, A.T., MEDEIROS, C.L. (1987), Povos e Culturas, Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa, Unversdade Católca Portuguesa, Lsboa, 344 pag. MENEZES, M. (1998), Representações colectvas e reformulações sóco-espacas no Barro da Madragoa, n Socedade e Terrtóro, nº 25/26, Feverero 1998, Porto, pp MOLNAR, F.E. (1999), Lofts new desgns for urban lvng, USA, 159 pag. NUNES, M. P. (2001), Condomínos fechados: uma dnâmca global, n Condomínos Habtaconas Fechados: Utopas e Realdades, Centro de Estudos de Geografa e Planeamento Regonal, sére estudos, nº 4, pp PATROCÍNIO, M. A. (2001), A Gentrfcação e a Intervenção Públca como Instrumentos na Revtalzação Urbana: O Barro da Madragoa, Departamento de Geografa e Planeamento Regonal, FCSH, UNL, Lsboa, 96 pag. RODRIGUES, W. (1999), Globalzação e gentrfcação: teora e empra, n Socologa, problemas e prátcas, nº 29, 95 pag. SALGUEIRO, T. B. (1992), A Cdade em Portugal. Uma Geografa Urbana, Edções Afrontamento, Colecção Cdade em Questão 8, Lsboa, 433 pag. SALGUEIRO, T. B. (2000), Fragmentação e exclusão nas metrópoles, n Socedade e Terrtóro, nº 30, Margnaldades e Exclusão, pp

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