MY PUSSY É O PODER A representação feminina através do funk no Rio de Janeiro: Identidade, feminismo e indústria cultural. Por Mariana Gomes Caetano

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1 MY PUSSY É O PODER A representação feminina através do funk no Rio de Janeiro: Identidade, feminismo e indústria cultural Por Mariana Gomes Caetano Projeto de Mestrado apresentado ao programa de Pós-graduação em Cultura e Territorialidades (PPCULT) Linha de pesquisa: Mediações, saberes locais e práticas sociais Possíveis orientadores(as): Adriana Facina Gurgel do Amaral Ana Lucia Silva Enne Marildo Jose Nercolini

2 DELIMITAÇÃO DO TEMA O movimento funk tem ganhado o mundo. Com diversos tipos de enfoques, batidas, temáticas e letras, o funk não é mais exclusividade do território carioca. Hoje chamado de música eletrônica brasileira ao redor do mundo, as produções estão cada vez mais sofisticadas embora equipamentos de primeira linha sejam quase que exclusividade de alguns artistas. As mulheres também têm conquistado cada vez mais espaço no mundo funk carioca 1. A relação entre a cena cultural do funk e o território carioca tem sido observadas pela antropologia e por outras áreas desde a década de Entretanto, o papel desempenhado pelas mulheres carece de abordagens mais profundas. Como qualquer relação que permeie o funk, as cantoras e dançarinas do funk também deparam-se com contradições e especificidades dos mais diversos tipos. A comparação entre as formas de representação das mulheres ligadas ao funk carioca em no espaço midiático como um todo, bem como nas letras das músicas e espaços de fruição do funk, ambiente cuja liderança é predominantemente masculinizada, no qual as mulheres estão pouco presentes em lugares de destaque e quase nunca apresentam papel protagonista, a não ser quando a temática é sexual. Não se trata de acusar o funk carioca de machismo ou sexismo, mas sim, analisar as relações entre gêneros e os problemas que orbitam em torno do assunto neste ambiente. Não se pode deixar de citar que as mulheres não protagonizam quase nenhum ambiente musical/cultural relacionado à cultura das ruas. No caso de alguns ritmos como o Axé baiano e algumas vertentes da MPB, a mulher aparece em mais momentos e, algumas vezes, em lugares mais valorizados pelo senso comum -, espaço público/político, profissional etc. JUSTIFICATIVA Este projeto tem como proposta o estudo das relações entre funk e gênero retratadas e interlocutadas pelas mulheres do meio. A escolha do objeto se deve, em primeiro lugar, a uma notável escassez de trabalhos mais aprofundados sobre o tema na área das ciências sociais aplicadas. Outro motivo que contribuiu para a escolha do tema se refere à problematização de considerações feitas a respeito do funk feminino. Para alguns autores o funk feminino pode ser considerado o último grito do feminismo. 1 Conceito criado por Hermano Vianna em seu livro O Mundo Funk Carioca, em 1988.

3 Entretanto, é necessário um maior aprofundamento dos conceitos de feminismo e pósfeminismo nesse caso. Não há como falarmos sobre funk sem falar sobre erotismo. Quando ele entre em pauta, a mulher está mais presente do que nunca no funk, e esta é uma questão central para entendermos qual é a estratégia - embora muitas vezes inconsciente da mulher para ganhar seu espaço neste meio tão masculinizado. Pontuamos, neste caso, que não fazemos a defesa de que apenas a presença da mulher já demonstra certa abertura nestes espaços, e nem tampouco pretendemos demonstrar que o uso do erotismo por essas mulheres traz consigo uma certa carga de feminismo. Kate Lyra, em seu texto O fenômeno do funk feminino e feminista 2, afirma que, pelo fato de a mulher sempre aparecer nas questões de erotismo como o objeto de desejo, como o ser passivo, as mulheres cantarem músicas eróticas e de duplo sentido de forma tão aberta como Tati Quebra-Barraco, Deise Tigrona e outras MCs já é um passo e tanto, pois há uma inversão de sentidos e de lugares, porque agora o sujeito, que antes era apenas o objeto de desejo, pode se expressar. O filme Eu sou feia, mas tô na moda, da diretora Denise Garcia, trata desta questão. Um dos trechos do filme mostra um depoimento do DJ Marlboro sobre as MCs em que ele se refere à elas como feministas sem cartilha. No entanto, mesmo que seja considerado um avanço o fato de essas mulheres poderem expressar sua sexualidade, ganharem seu lugar de fala e, como poucas vezes no ambiente musical, conseguirem ser ouvidas, devemos estar atentos a alguns fatores. Como elas são interpretadas, significadas na sociedade através dessas letras? Será que, muitas vezes, não são vistas como no lugar da ignorância? Essas letras, ao mesmo tempo em que podem ser a expressão da sexualidade das funkeiras e, de certa forma, a transgressão de uma ordem vigente e conservadora -, também não reafirmam alguns estereótipos de ordem machista? Essas são algumas das perguntas que devemos nos fazer quando pensamos nas letras das MCs. Maria Filomena Gregori em seu texto Prazer e perigo: notas sobre feminismo, sex-shops e S/M nos traz uma reflexão interessante. Para ela, a liberdade sexual da mulher e esta nova forma de erotismo são hoje apontadas na sociedade como formas de se transgredir imposições feitas à sexualidade feminina que era antes vista apenas como forma de reprodução. Sem dúvida devemos levar essa questão em consideração. No 2

4 entanto, quando analisamos as mulheres do funk e suas letras eróticas e sensuais (também chamadas de putaria ) não podemos nos esquecer do risco da reafirmação de estereótipos da mulher como objeto, além de questões de classe e raça, já que, muitas vezes, as vozes vindas da favela são vistas como menos legítimas, como o lugar da ignorância. Tendo como inspiração a ideia de subversão apresentada por Mikhail Bakhtin em A Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento, podemos pensar a questão sob o prisma da multiplicidade das manifestações da cultura popular. A subversão simbólica dos valores oficiais presentes nas letras de funk feminino são um ponto importante a ser levantado. Ao jogar com a ideia da mulher como mero objeto sexual apropriando-se disso e utilizando a estratégia do deboche como Bakhtin aponta na obra de François Rabelais -, elas estão questionando o lugar subalterno a que foram condenadas. É claro que essas funkeiras subverterem a lógica de dominação masculina no sexo, trazendo a mulher para um lugar diferente do que se costuma ver na sociedade. Entretanto, somente a subversão não caracteriza a mudança concreta dessa lógica, nem mesmo o desejo ou a luta por essa mudança. No caso das mulheres do funk, há, ainda, uma outra questão: com a produção em série de montagens e funks putaria, as pessoas já acostumaram-se com essas músicas, dessa forma, elas podem se tornar previsíveis, desgastadas. Transformar-se num clichê, para essas mulheres, é fazer com que suas músicas sejam simplesmente a reprodução de uma lógica, e não mais a subversão da mesma. Judith Butler, no livro Problemas de Gênero, ressalta que o que é praticado com a intenção de ser subversivo para cada gênero no caso, as mulheres do funk subvertendo o lugar subalterno das mulheres, principalmente no que diz respeito ao sexo -, muitas vezes pode tornar-se domesticado e virar instrumento da própria hegemonia. Nas palavras da autora: A paródia não é subversiva em si mesma, e deve haver um meio de compreender o que torna certos tipos de repetição parodística efetivamente disruptivos, verdadeiramente perturbadores, e que repetições são domesticadas e redifundidas como instrumentos da hegemonia cultural. Uma tipologia dos atos certamente não bastaria, pois o deslocamento parodístico, o riso da paródia, depende de um contexto e de uma recepção em que possam

5 fomentar confusões subversivas (BUTLER, 2003, p. 198) Pela autora Kate Lyra é apresentado um argumento eufórico com relação às MCs. Para Lyra, essas mulheres reivindicariam para si um novo feminismo, mais ácido e sem a cartilha do velho feminismo. Diz a autora: Mulheres mais jovens, ao assumirem sua sexualidade de maneira até exagerada, às vezes -, não estão pedindo para serem objetificadas, mas estão avançando, afirmando o direito à sua própria feminilidade (Lyra, 2007). No entanto, é necessário pensar essa questão com cautela. Tanto o argumento de que a erotização seria uma apologia à violência sexual, como o de que as MCs estariam inaugurando um novo feminismo devem ser aprofundados, pois ambos trazem em si certa artificialidade. O primeiro, de que funk putaria seria apologia à violência sexual, pode ser considerado superficial, porque não admite que o grau de erotização da sociedade brasileira não pode ser medido apenas no funk. Com identidade mercantilizada e construída, muitas vezes, a partir de estereótipos, a mulher aparece, dessa maneira, como um indivíduo condenado a ser visto através de categorias dominantes, isto é, masculinas (BOURDIEU, 2003, p. 85). Além disso, as representações das mulheres do funk na mídia e no próprio mundo funk passam pelas questões de gênero e de classe, socialmente construídas. Para Goffman, a sociedade estabelece os meios para caracterizar as pessoas e seus atributos, que se percebem como correntes e naturais aos membros de cada uma dessas categorias criadas. Bourdieu nos diz que a sociedade é capaz de limitar as ações de um sujeito estigmatizado tornando-o desacreditado. Quanto mais visível for a marca, menos possibilidade tem o sujeito de reverter a imagem formada pelos padrões sociais. A violência simbólica tem origem nos símbolos e signos culturais, especialmente no reconhecimento da autoridade exercida por certos grupos sociais. Este conceito descreve a forma como a o grupo que detém o poder exerce sua dominação sobre outros grupos. A violência simbólica não é percebida como violência, mas como uma forma de respeito naturalizado pelos indivíduos e grupos sociais. OBJETIVOS O principal objetivo deste trabalho é problematizar as questões de gênero envolvidas no ambiente do funk. Principalmente devido às relações tão complexas e contraditórias ali existentes, além do próprio jogo entre o movimento funk e a indústria

6 cultural. Utilizando conceitos de feminismo, pós-feminismo, gênero, identidade e violência simbólica, o trabalho pretende desconstruir os argumentos que colocam o funk como: a) lugar do machismo, em que as mulheres são puramente oprimidas pelas letras e rebaixadas de seu papel social; b) último grito do feminismo através das músicas de Valesca Popozuda, Tati Quebra Barraco, entre outras; c) apenas música para vender e conquistar mais mercado. Questionamos as três hipóteses acrescentando que a relação mercadológica existe sim. E é ela, inclusive, que insere o funk em uma de suas maiores contradições, que é sua relação com o corpo feminino. Uma das principais demonstrações de poder por parte dessas artistas relaciona-se com a beleza do corpo. Utilizando, então, o Mito da Beleza (WOLF, 1992), pretendemos pesquisar como essas relações se dão no cotidiano do funk, nas letras e nas representações femininas nos mais diversos territórios do Rio de Janeiro. METODOLOGIA Serão considerados estes procedimentos metodológicos no decorrer da pesquisa: - A leitura e análise de livros de diferentes áreas que trabalhem os conceitos de cultura popular, identidade, representação, gênero, usos, táticas, hegemonia e contrahegemonia, estigma, violência simbólica, bem como outros conceitos que possam se fazer necessários ao longo da pesquisa; - Entrevistas já iniciadas com as artistas do meio; - Análise de material áudio-visual sobre o tema; - Análise de material empírico do Funk, como letras, entrevistas, bibliografia pertinente e outras fontes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: - BAKHTIN, Mikhail. A Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. Brasília: Editora UnB, BOURDIEU, Pierre. A Dominação Masculina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003, 3ª ed. - BUTLER, Judith. Problemas de Gênero. Civilização Brasileira, 2003, São Paulo. - CANCLINI, Néstor García. Diferentes, desiguais e desconectados. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2005.

7 - GOFFMAN, Erving Estigma. Notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. - HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro, DP&A, HERSCHMANN, Micael. O funk e o hip-hop invadem a cena. Rio de Janeiro, Ed.UFRJ, MARTIN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações. Comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, VIANNA, Hermano. O mundo funk carioca. Rio de Janeiro, Jorge Zahar YÚDICE, George. A Conveniência da Cultura. Usos da Cultura na Era Global. - WOLF, Naomi. O Mito da Beleza. São Paulo, Rocco, 1992.

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