VIRTUAL SUBSTATION. Um sistema de realidade virtual para treinamento de operadores de subestações elétricas.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "VIRTUAL SUBSTATION. Um sistema de realidade virtual para treinamento de operadores de subestações elétricas."

Transcrição

1 VIRTUAL SUBSTATION Um sistema de realidade virtual para treinamento de operadores de subestações elétricas. Reginaldo Costa Silva Edgard Lamounier Alexandre Cardoso Abstract This study presents a proposal for an electrical substation simulator built with virtual reality technology called Virtual Substation. This system aims to reduce the time spent in training new substation operators and provide a greater gain in learning, since it will allow a less theoretical operation of a real substation. Within the simulation, the student can interact with a console screen for a traditional supervisory system and check how this interaction interferes with the components of a substation represented in 3D, without exposing his life to dangers inherent in crisis situations or to provide injury of any kind. In addition, training sessions can be retrieved later for analysis by an instructor. Keywords: virtual reality, electrical substations, training Resumo Este trabalho apresenta a proposta de um simulador de subestação elétrica construído com a tecnologia de realidade Virtual chamado Virtual Substation. Através deste sistema pretende-se diminuir o tempo gasto na formação de novos operadores de subestação e proporcionar um maior ganho de aprendizagem, uma vez que ele possibilitará uma visão menos teórica do funcionamento de uma subestação real. Dentro da simulação, o estudante poderá interagir com uma tela do console de um sistema supervisor tradicional e verificar de que forma essa interação interfere com os componentes de uma subestação representada em 3d, sem expor sua vida a perigos inerentes a situações de crise ou proporcionar prejuízo de qualquer espécie. Além disso, as sessões de treinamento podem ser recuperadas posteriormente para análise por parte de um instrutor. Palavras-chave; realidade virtual, subestações elétricas, treinamento INTRODUÇÃO Desde o momento em que é gerada nas usinas hidrelétricas ou nucleares até chegar às casas, a energia elétrica percorre um longo caminho. Ela passa por vários subsistemas onde é transformada e retransmitida de forma segura e com o mínimo possível de perda. As Subestações Elétricas (SEs) são uma parte importante deste sistema. No sistema elétrico brasileiro atual existe uma diversidade muito grande de subestações elétricas. Cada uma delas foi projetada para se adequar à geografia e às necessidades energéticas de uma determinada região. Outro fator importante é que o custo para construir e manter uma SE é bastante elevado chegando à casa dos milhões de reais e sua operação exige um profissional altamente especializado, cujo treinamento pode demandar muitas horas. Não é raro que o aspirante a operador de Subestação tenha que se deslocar geograficamente, pois são poucos os locais que oferecem esse tipo de aprendizado. Tudo isso contribui para tornar o número de pessoas aptas a realizar este tipo de operação bastante reduzido. Essa variedade de projetos de Subestação e o seu alto custo envolvido na construção de uma máquina que simule o funcionamento de cada uma delas, fazem com que a tecnologia de Realidade Virtual (RV) se mostre uma alternativa altamente flexível e, acima de tudo, barata. A RV é uma interface avançada do usuário para acessar aplicações executadas no computador, propiciando a visualização, movimentação e interação do usuário, em tempo real, em ambientes tridimensionais gerados por computador. O sentido da visão costuma ser preponderante em aplicações de RV, mas os outros sentidos, como tato, audição, e outros também podem ser usados para enriquecer a experiência do usuário. [1]. A simulação proposta tentará ser a mais fiel ao mundo real e espera-se que, através dela, o operador treinee seja submetido a situações as mais diversas possíveis, inclusive aquelas que apresentam crises e risco de vida, o que não seria possível num treinamento convencional. Dentro do ambiente virtual, ele poderá errar várias vezes e estes erros podem ser registrados no sistema e depois analisados pelo supervisor do

2 treinamento, para que o conhecimento do estudante possa ser complementado se necessário, e o sistema aperfeiçoado. A simulação que será desenvolvida é do tipo nãoimersiva, pois usuário poderá utilizá-la em um computador ou dispositivo móvel, não privando completamente seus sentidos da interação com o mundo real, como aconteceria por exemplo se usasse um HMD ou uma CAVE. Outro ponto a favor dos sistemas de RV é a facilidade com que eles podem ser utilizados em Ensino a Distância. Normalmente, a maioria das tecnologias de RV semiimersivas permite a execução dos ambientes virtuais em navegadores de internet, necessitando-se para isso apenas da instalação de plug-ins. Aplicações como o ArqElectrical [4], o MineInside [5], o RVCOPEL[6] e os simuladores Furnas 01[7] e 02[8] são exemplos claros de como essa tecnologia tem sido bem utilizada em treinamentos. O grande diferencial que se pretende alcançar com Virtual Substation em relação a estas aplicações é o fato de que ele possa rodar em ambientes computacionais diversos, não ficando preso a nenhuma plataforma ou arquitetura em particular. O ArqElectrical descrito em é um sistema de treinamento proposto inicialmente para que alunos da faculdade de Engenharia Elétrica possam compreender melhor de que forma acontece o planejamento de uma instalação elétrica residencial. Para tanto, ele é capaz de ler a planta arquitetônica de uma residência em 2D e exibi-la simultaneamente em 2D e 3D para que o aluno de Engenharia Elétrica construir o projeto elétrico de uma residência. Sua maior vantagem é a possibilidade da visualização two-way do que está sendo projetado. Suas maiores deficiências são o fato de não possibilitar o salvamento dos dados do projeto em banco de dados e sua execução ser restrita a ambiente desktop. O projeto RV-COPEL tem por objetivo o desenvolvimento de um Ambiente Virtual para o treinamento de atividades de manutenção em linha viva, utilizando as técnicas de RV combinada com interfaces inovadoras (no caso um joystick Wii Remote). Como pontos fortes, o RV- COPEL apresenta a interação com o ambiente 3d de forma mais natural, ao usar o joystick ao invés do tradicional mouse e a comunicação com SGDB. Seus pontos fracos são o fato de mostrar apenas a visualização 3d da simulação e o fato de estar atrelado a apenas uma plataforma computacional. O MineInside não é um simulador e sim uma interface 3d para controlar o funcionamento de uma mina. Trata-ase de uma plataforma de RV que permite ao operador ter uma visão completa de toda o processo de mineração, de forma interligada com outros softwares, e mostra a operação de mineração em uma tela em tempo real. Segundo seus idealizadores o ambiente ajuda, inclusive a reduzir o tempo ocioso do maquinário, o que acaba por tornar mais eficiente o processo como um todo, além de tornar a operação mais segura. Seus pontos fortes são a interface, que possibilita duas formas de interação com caminhões, tratores e outros maquinários da mina: 2d e 3d. Seu ponto fraco é estar disponível apenas em ambiente desktop. O primeiro simulador Furnas, reproduz com a maior fidelidade possível o ambiente de trabalho dos operadores e o Sistema de Supervisão e Controle dos Centros de Operação da empresa.para cada seção de simulação deve existir também a figura de um instrutor que seria responsável por criar os cenários que deveriam simular as manobras realizadas pelo operador nas situações e atuações de proteção que também são de responsabilidade do mesmo. Os projetistas do sistema tinham em mente que este treinamento realizado poderia se basear em situações hipotéticas, ou, poderia reproduzir situações reais passadas, que seriam recuperadas do banco de ados do Sistema Supervisório. Daí uma grande preocupação da equipe em manter uma total compatibilidade entre a base de dados do simulador e as bases dos Centros de Operação. As limitações deste sistema o fato de estar atrelado a um tipo de hardware específico e não apresentar visualização 3d do processo, apenas a tela do sistema supervisor. O segundo simulador Furnas descrito em é uma evolução do primeiro. Assim como seu sucessor, ele também foi criado com o intuito de formar novos Operadores de Usinas ou Subestações. A mudança radical na forma como o estudante interage com a interface fez com que ela merecesse um estudo em separado.com o intuito de reproduzir o mais fielmente o ambiente de trabalho do operador, sua área de treinamento conta com um terminal telefônico, rádio intercomunicador e dependendo da configuração da Estação a ser virtualizada, podem ser necessárias até duas estações de trabalho. Toda as reações do treinando são gravadas através de uma câmera IP, além de toda a comunicação via rádio, telefone e sons ambientes. Esta aplicação permite reproduzir a interação do Treinando com um painel elétrico 3d e representa de forma realista, o ambiente de uma Sala de Controle, seus equipamentos, e seus componentes para proporcionar a um indivíduo a experiência de interagir de forma absolutamente segura com os punhos e botões em um painel elétrico virtualizado, facilitando a ele adquirir perícia na utilização deste tipo de interface de controle. O controle desta simulação também é realizado através de um controle do tipo Wii Remote. Assim como a aplicação anterior, esta também está restrita a um uma plataforma computacional. O SISTEMA PROPOSTO Funcionamento de uma subestação elétrica Os sistemas de controle de processos industriais podem ser representados por dois níveis estruturais: Acionamento de comandos, aquisição, adaptação e isolamento de sinais elétricos; representa a parte que entra em contato com os equipamentos do universo sob controle; Supervisão e controle: representa a interação com os usuários e a tomada de decisões; [9]

3 Este tipo de sistema é conhecido na engenharia elétrica pela sigla SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition Controle Supervisório e Aquisição de Dados). O virtual Subestation Dada a complexidade de um arranjo de subestação e o fato de que muitas vezes o centro de controle pode se localizar geograficamente longe da subestação, muitas vezes pode ser difícil para o operador enxergar qual é o impacto que determinado comando usado no terminal do sistema supervisório pode ter no sistema como um todo. Nesse ponto o VIRTUAL SUBSTATION ajudaria nesse processo, fazendo com que a compreensão do operador em treinamento sobre a subestação com a qual vai trabalhar seja maior. Isso será possível através da funcionalidade de two-way, que é a comunicação bidirecional entre projetos 2D e 3D. A manipulação de objetos em um ambiente é simultaneamente refletido no outro. [10] Num canto esquerdo inferior da tela, o operador verá o terminal do sistema supervisório e ele responderá aos mesmos comandos que o sistema real. No restante da tela, ele verá maior o modelo 3D da subestação. Se o operador decidir, por exemplo, abrir uma chave seccionadora, ele verá na imagem 3D a chave sendo aberta, e poderá acompanhar no terminal do sistema quais os impactos que isso tem nos indicadores do sistema. Figura 1.Tela do sistema SCADA usado na usina hidrelétrica de Igarapava Um sistema SCADA para distribuição de energia elétrica típico é uma estrutura do tipo ponto-a-ponto com arranjo na forma de estrela do tipo mestre-escravo. Ele possui Unidades Terminais Remotas (UTRs), que interagem diretamente com sensores e atuadores ligados aos equipamentos elétricos. Os UTRs capturam informações da planta elétrica e enviam por meio de canais seriais para estações centrais que ficam em centros de operação regionais. As estações possuem terminais onde os operadores podem interagir com o sistema, através de comandos. Os comandos dos operadores e mesmo aqueles gerados automaticamente pelo sistema são repassados para os UTRs que fazem com que esses comandos influenciem a planta elétrica. Um sistema SCADA é organizado num estrutura hierárquica, isso significa que, o operador de subestação só tem autonomia para realizar um número limitado de operações na subestação (por exemplo ligar e desligar chaves seccionadoras). Já operações críticas (como desligar uma linha de transmissão da subestação por exemplo), ele terá que solicitar ao nível hierárquico superior, que decidirá ou não por enviar o comando de desligamento. Na figura 01 vemos a tela de um sistema SCADA real, usado na usina hidrelétrica de Igarapava, SP. Como todo sistema de rede computacional, o sistema SCADA também está sujeito a falhas e atrasos de transmissão e o operador também pode se dirigir ao equipamento e manobra-lo através de controles físicos (botões e relés) análogos aos existentes no sistema supervisório, o que raramente acontece. Figura 2. Protótipo de tela para o Virtual Substation Todos os passos desde que o operador começou a utilizar o sistema são persistidos no Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGDB). No primeiro protótipo será usado um banco de dados MySQL, mas em versões posteriores a ideia é que o ambiente virtual seja capaz de se comunicar com o banco de dados dos sistema SCADA, e futuramente, servir como interface para controlar uma subestação real. Na Figura 02 é mostrada um protótipo de tela do Virtual Substation. Posteriormente, o instrutor responsável pelo treinamento deste operador pode recuperar esse registro passo a passo e verificar como o operador se comportou, verificando quais pontos do aprendizado podem ser otimizados e elucidados para que ele não cometa os mesmos erros ao manipular uma subestação real. Para atender a todas essas necessidades, o Virtual Substation deve ser capaz de: Simular comportamentos de componentes elétricos presentes em subestações de transmissão de energia elétrica reais, a partir de padrões de tais componentes;

4 Permitir a interação dos aprendizes com tais componentes, de tal forma a propiciar sessões de treinamento dos mesmos na operação e na manutenção; Armazenar os passos realizados pelos aprendizes durante sessões de treinamento, em um banco de dados, de forma a permitir a avaliação e o aprimoramento do treinamento na operação de sistemas; Oferecer a possibilidade de visualização two-way; Ser executado em plataformas computacionais diferentes. No caso do sistema Virtual Substation, serão priorizados os ambientes web e desktop, e posteriormente versões para o sistemas operacionais Android - que roda numa infinidade de smartphones e tablets disponíveis no mercado e ios presentes nos populares tablets e smpartphones da empresa Apple. MATERIAIS E MÉTODOS A construção de um ambiente virtual que atenda às necessidades mencionadas no item anterior é um processo demorado. Desta forma, deve ser dividido em diversas etapas menores. Por isso, estabeleceram-se as seguintes metas: 1. Buscar aplicações correlatas e levantar pontos forte determinar qual a real contribuição do simulador em relação às ferramentas já existentes. 2. Apurar quais tecnologias existentes podem ser usadas na construção de ambientes virtuais e determinar qual ou quais são adequadas para construir o simulador; 3. Fazer levantamento sobre as características de um bom sistema de treinamento em RV; 4. Realizar levantamento de requisitos sobre os componentes de uma SE e determinar como se dá a interação entre eles; 5. Verificar-se qual é a melhor metodologia para a construção da simulação (rede de petri, diagrama de lora, etc.) 6. Buscar aplicações correlatas e levantar pontos fortes e fracos de cada uma delas; 7. Realizar a modelagem geométrica e lógica da simulação 8. Validar a simulação junto a operadores já treinados do sistema nacional. No momento da escrita deste artigo, já foram completadas as etapas 1 e 2. A. Características do Virtual Substation Na etapa 1, após analisar um conjunto de aplicações correlatas, verificou-se que o Virtual Substation deve ter as seguintes características: Suporte a Two-way; Comunicação com SGDB; Capacidade de se executar a simulação em mais de um ambiente computacional B. Tecnologia escolhida para a criação do ambiente virtual Na etapa 2 partiu-se para determinar qual das inúmeras tecnologias e linguagens disponíveis no mercado poderiam ser usadas para construir o Virtual Substation. Foram analisadas as seguintes ferramentas: VRML((Virtual Reality Modeling Lnaguage)[11], PAPERVISION[12], UNITY 3D[13] e JAVA FX[14]. Todas as tecnologias analisadas possuem a capacidade de criar mundos virtuais, formados por formas 3D nos quais o usuário é capaz de navegar em primeira pessoa como se estivesse em um cenário real. Todas as ferramentas analisadas permitem essa modelagem. Para realizar esta avaliação, foram usados os seguintes critérios: Motor de física: O ambiente virtual deve ter um comportamento bastante semelhante à de uma subestação real, isso significa que ela estará sujeita a forças como massa, gravidade, velocidade e fricção. Linguagem de programação: A possibilidade se trabalhar com uma linguagem mais conhecida ajudaria a poupar tempo e padronizar o desenvolvimento em equipe; Importação de objetos criados em ferramentas externas: A tarefa de modelagem geométrica é extremamente demorada e complexa. Normalmente é feita se softwares externos como 3D Max ou Blender e a possibilidade de comunicação com modelos gerados por essas ferramentas agilizaria esta etapa; Conexão com SGDB: Conforme já foi mencionado, o que for realizado dentro do ambiente virtual precisa ser persistido e recuperado posteriormente. Ferramentas como VRML não oferecem essa possibilidade nativa, já ferramentas como Papervsion, Unity 3d e Java sim. Mobilidade: Outro critério em que VRML deixa a desejar, pois ainda não existem plug-ins dessa linguagem para tablets e smartphones. Gratuidade: O custo do software poderia inviabilizar o projeto, então se optou por softwares gratuitos ou que tivessem versão gratuita, mesmo com menos recursos. A opção escolhida foi o Unity 3d, por enquadrar-se melhor em todas essas características. Embora que, das ferramentas que foram analisadas, ela seja a única paga, possui uma versão gratuita com todos os recursos para a construção de uma interface two-way capaz de realizar a persistência das informações em banco de dados. Na tabela 01 pode-se observar um resumo do estudo realizado junto às tecnologias e os recursos presentes e ausentes em cada uma delas. CONCLUSÕES E TRABALHOS FUTUROS No momento da escrita deste artigo, está sendo realizado o levantamento de requisitos para construção do Virtual Substation. Será modelada e programada uma subestação,

5 que servirá de piloto para a construção de outras posteriormente. A metodologia para a construção do modelo lógico da subestação será decidida em grupo por toda a equipe envolvida no projeto e será usada também em todas as outras subestações que forem construídas. Posteriormente, serão realizadas a modelagem geométrica e a programação da simulação, para posterior validação junto a operadores de subestação. REFERÊNCIAS [1] R.A. SISCOUTTO and C. KIRNER, Cláudio. Fundamentos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada. Realidade Virtual e Aumentada: Uma Abordagem Tecnológica, João Pessoa Pb, n., p.1-20, 13 maio 2008 [2] A. L. SILVA, o uso do paradigma restrições geométricas para apoio a projetos de instalações elétricas. Uberlândia - MG: Universidade Federal De Uberlândia, p. [3] D. R. Coelho, R. R. Coelho and A. Cardoso, Use of Virtual Reality in process control in a mine in Brazil a case study. Anais do XIII Symposyum on Virtual and Augmented Reality, Uberlandia, MG, p.1-3, 23 mai, [4] T. BURIOL et al, Proposta de Plataforma Baseada em Realidade Virtual Para Treinamento de Atividades em Linha Viva. In: Proposta de Plataforma Baseada em Realidade Virtual Para Treinamento de Atividades em Linha Viva, 2009, Búzios, RJ. Anais do 30 CILAMCE, [5] C.A. FERRARA et al, Experiência de Furnas no desenvolvimento e utilização de um simulador de treinamento para os centros de operação. Anais do Viii Simpase: Simpósio de Automação de Sistemas Elétricos, Rio de Janeiro - Rj, n., p.1-11, 09 ago [6] A. A. S. ALVES and E. M. RIBEIRO JúNIOR, desenvolvimento de metodologia para aperfeiçoamento de operadores através da imersão em ambiente de simulação. Anais do Ix Simpase: Simpósio de Automação de sistemas Elétricos, Curitiba - Pr, n., p.1-8, 14 ago [7] C.C BRAGA, Estudo do jade e do cim no contexto de um sistema SCADA. Curitiba: Universidade Tecnológica Federal Do Paraná, [8] A. L. SILVA, O uso do paradigma restrições geométricas para apoio a projetos de instalacões elétricas. Uberlândia - Mg: Universidade De Uberlândia, [9] V. MARTINS, Realidade virtual em educação: Criando objetos de aprendizagem com VRML. A Revista Digital da CVA- RICESU, Rio de Janeiro, v. 4, n. 15, p.1-11, 01 set Semestral. [10] J. WINDER, P. TONDEUR, Papervision3D Essentials: Create interactive Papervision3D applications with stunning effects and powerful animations. Birmingham: Packt Publishing Ltd., p. [11] W. GOLDSTONE, Game Development Essentials: Build fully functional, professional 3D games with realistic environments, sound, dynamic effects, and more!. Birmingham,: Packt Publishing Ltd., p. [12] J. CLARKE, J. CONNORS and E. BRUNO, Java FX: Desenvolvendo Aplicações de Internet Ricas. Rio de Janeiro: Alta Books, p. (Java Direto da Fontes). Ferramenta Motor de física TABELA 1 FERRAMENTAS ANALISADAS Critérios de avaliação Linguagens de Programação Suportadas Importação de objetos criados em ferramentas externas Conexão com SGDB Mobilidade VRML JAVASCRIPT PAPERVISION ACTION SCRIPT UNITY 3D JAVASCRIPT, C#, BOOL Gratuidade JAVA FX JAVA

Sistemas Supervisórios

Sistemas Supervisórios Sistemas Supervisórios Prof a. Michelle Mendes Santos michelle@cpdee.ufmg.br Sistemas Supervisórios Objetivos: Apresentação e posicionamento da utilização de sistemas supervisórios em plantas industriais;

Leia mais

APLICAÇÕES INTERATIVAS EDUCATIVAS UTILIZANDO REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA

APLICAÇÕES INTERATIVAS EDUCATIVAS UTILIZANDO REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA Revista F@pciência, Apucarana-PR, ISSN 1984-2333, v.4, n. 7, p. 61 69, 2009. 61 APLICAÇÕES INTERATIVAS EDUCATIVAS UTILIZANDO REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA Aluna. Aryanne Consolaro (FAP) Aluno. Márcio de

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

Controle de Temperatura de Transformador

Controle de Temperatura de Transformador Controle de Temperatura de Transformador Eng. Vitor Donaduzzi Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS Email: vitordonaduzzi@gmail.com Resumo Este artigo tem o objetivo de apresentar um projeto

Leia mais

O ESTUDO E A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA ARQUITETURA COMPUTACIONAL PARA APLICAÇÕES DE ENTRETENIMENTO

O ESTUDO E A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA ARQUITETURA COMPUTACIONAL PARA APLICAÇÕES DE ENTRETENIMENTO O ESTUDO E A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA ARQUITETURA COMPUTACIONAL PARA APLICAÇÕES DE ENTRETENIMENTO Arion Roberto Krause 1 ; Andrey Alves 1 ; Rafael Jusinskas Labegalini 1 ; Luiz Fernando Braga Lopes 2 RESUMO:

Leia mais

Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED

Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED Yuri Kaszubowski Lopes Roberto Silvio Ubertino Rosso Jr. UDESC 24 de Abril de

Leia mais

Sistema Solar com Realidade Aumentada

Sistema Solar com Realidade Aumentada Sistema Solar com Realidade Aumentada Eduardo S. Okawa, Claudio Kirner, Tereza G. Kirner ICE / DMC / UNIFEI - Universidade Federal de Itajubá dudu.unifei@gmail.com, ckirner@gmail.com, tgkirner@gmail.com

Leia mais

PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL

PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL Adson Diego Dionisio da SILVA 1, Saulo Soares de TOLEDO², Luiz Antonio Costa Corrêa FILHO³, Valderí Medeiros

Leia mais

Virtualização. O conceito de VIRTUALIZAÇÃO

Virtualização. O conceito de VIRTUALIZAÇÃO Virtualização A virtualização está presente tanto no desktop de um entusiasta pelo assunto quanto no ambiente de TI de uma infinidade de empresas das mais variadas áreas. Não se trata de "moda" ou mero

Leia mais

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas administrativos da empresa. Nessa configuração, o PC é a

Leia mais

A REALIDADE VIRTUAL APLICADA AO CONTROLE E AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS

A REALIDADE VIRTUAL APLICADA AO CONTROLE E AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS A REALIDADE VIRTUAL APLICADA AO CONTROLE E AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS Gláucio Alves Oliveira; Ildeberto de Genova Bugatti Resumo O trabalho utilizou técnicas de integração entre tecnologia de Realidade

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 001/2011 SENAI-DR-RN/CTGÁS-ER PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. CARGO: INSTRUTOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIAS I Nível O

PROCESSO SELETIVO 001/2011 SENAI-DR-RN/CTGÁS-ER PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. CARGO: INSTRUTOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIAS I Nível O 2 PROCESSO SELETIVO 001/2011 SENAI-DR-RN/CTGÁS-ER PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CARGO: INSTRUTOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIAS I Nível O CÓDIGO DO CARGO/VAGA: V0013 1) Considere um transformador

Leia mais

Realidade Virtual Aplicada à Educação

Realidade Virtual Aplicada à Educação Realidade Virtual Aplicada à Educação Sandra Dutra Piovesan 1, Camila Balestrin 2, Adriana Soares Pereira 2, Antonio Rodrigo Delepiane de Vit 2, Joel da Silva 2, Roberto Franciscatto 2 1 Mestrado em Informática

Leia mais

AUTOR(ES): LUIS WAGNER PASSINHO, ALESSANDRA CRISTINA SILVA, DANIEL ALVES DA ROCHA

AUTOR(ES): LUIS WAGNER PASSINHO, ALESSANDRA CRISTINA SILVA, DANIEL ALVES DA ROCHA TÍTULO: AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL PELA INTERNET COM PHP E ARDUINO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE CAMPINAS AUTOR(ES):

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SIMULADOR VIRTUAL INTEGRADO APLICADO AO TREINAMENTO OPERACIONAL DE PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS

DESENVOLVIMENTO DE SIMULADOR VIRTUAL INTEGRADO APLICADO AO TREINAMENTO OPERACIONAL DE PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS DESENVOLVIMENTO DE SIMULADOR VIRTUAL INTEGRADO APLICADO AO TREINAMENTO OPERACIONAL DE PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS D. Z. G. MAZZALI e F. V. DA SILVA. Faculdade de Engenharia Química, Departamento de

Leia mais

Realidade Aumentada Aplicada em Jogos Educacionais

Realidade Aumentada Aplicada em Jogos Educacionais Realidade Aumentada Aplicada em Jogos Educacionais Ezequiel Roberto Zorzal 1, Alexandre Cardoso 1, Claudio Kirner 2, Edgard Lamounier Júnior 1 1 Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica - Universidade

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID Maik Olher CHAVES 1 ; Daniela Costa Terra 2. 1 Graduado no curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS Leandro Guilherme Gouvea 1, João Paulo Rodrigues 1, Wyllian Fressatti 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil leandrog.gouvea@gmail.com,

Leia mais

Acessibilidade Educacional com Realidade Aumentada

Acessibilidade Educacional com Realidade Aumentada Acessibilidade Educacional com Realidade Aumentada Ewerton Daniel de Lima 1, Fabiano Utiyama 1, Daniela Eloise Flôr 1 1 UNIPAR Universidade Paranaense ewertondanieldelima@hotmail.com,{fabianoutiyama, danielaflor}@unipar.br

Leia mais

Integração do Ambiente Gráfico Interativo para Treinamento de Operadores (AGITO) ao Simulador de Sistemas Elétricos (SIMULOP)

Integração do Ambiente Gráfico Interativo para Treinamento de Operadores (AGITO) ao Simulador de Sistemas Elétricos (SIMULOP) Integração do Ambiente Gráfico Interativo para Treinamento de Operadores (AGITO) ao Simulador de Sistemas Elétricos (SIMULOP) Whesley Cunha Dantas 1, Caio Eduardo Falcao 1, Geraldo Braz Júnior 1, Aristófanes

Leia mais

SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO.

SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO. SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO. J. A. P. MOUTINHO Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A ELETRONORTE Brasil RESUMO

Leia mais

VIRTUALIZAÇÃO DO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA

VIRTUALIZAÇÃO DO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA VIRTUALIZAÇÃO DO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA Rafael R. Silva¹, João P. T. Lottermann¹, Mateus Rodrigues Miranda², Maria Alzira A. Nunes² e Rita de Cássia Silva² ¹UnB, Universidade de Brasília, Curso

Leia mais

VIRTUAL SUBSTATION Um sistema de Realidade Virtual para treinamento de operadores de subestações elétricas

VIRTUAL SUBSTATION Um sistema de Realidade Virtual para treinamento de operadores de subestações elétricas UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA VIRTUAL SUBSTATION Um sistema de Realidade Virtual para treinamento de operadores de subestações

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Trabalho elaborado pelo

Leia mais

Computação Gráfica, Jogos e Mundos Virtuais na Educação Prof.Dr. Romero Tori 1

Computação Gráfica, Jogos e Mundos Virtuais na Educação Prof.Dr. Romero Tori 1 Romero Tori Centro Universitário SENAC, USP Introdução A Computação Gráfica (CG) surgiu no início dos anos 1960 quando Ivan Sutherland defendeu, no Massachussets Institute of Technology (MIT), a histórica

Leia mais

Itumbiara, Goiás (ILES/ULBRA) 2 Faculdade de Engenharia Elétrica Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Itumbiara, Goiás (ILES/ULBRA) 2 Faculdade de Engenharia Elétrica Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Interface para distribuição e integração de Realidade Aumentada com Realidade Virtual por meio da plataforma CORBA, tendo como estudo de caso ambientes multidisciplinares de biologia e química. Wender

Leia mais

MODELAGEM DO MUSEU VIRTUAL DO CESUMAR

MODELAGEM DO MUSEU VIRTUAL DO CESUMAR 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 MODELAGEM DO MUSEU VIRTUAL DO CESUMAR Heinz Jefferson Vieira 1 ; Anderson de Lima 1 ; Luiz Fernando Braga Lopes 2 RESUMO: Este trabalho apresenta uma pesquisa

Leia mais

Sistemas de Supervisão e IHM s Automação Semestre 01/2015

Sistemas de Supervisão e IHM s Automação Semestre 01/2015 Sistemas de Supervisão e IHM s Automação Semestre 01/2015 Engenharia de Controle e Automação Introdução Sistemas Supervisórios são sistemas digitais de monitoração e operação da planta que gerenciam as

Leia mais

PLANTA DIDÁTICA COMANDADA VIA SUPERVISÓRIO

PLANTA DIDÁTICA COMANDADA VIA SUPERVISÓRIO PLANTA DIDÁTICA COMANDADA VIA SUPERVISÓRIO Aline Lima Silva¹; Danilo Menezes de Abreu²; Jailson da silva Machado³; Alexandre Teles 4 (orientador) ¹Faculdade de Engenharia de Resende. Resende - RJ alinel-silva@hotmail.com

Leia mais

Automatizando o Data Center

Automatizando o Data Center Este artigo examina uma arquitetura alternativa que suporte a automação do data center e o provisionamento dinâmico sem a virtualização do sistema operacional. por Lori MacVittie Gerente Técnico de Marketing,

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

esip- Sistema Integrado de Processo

esip- Sistema Integrado de Processo esip- Sistema Integrado de Processo Geração Distribuição Transmissão www.ecilenergia.com.br Integração dos dispositivos da SE na rede do esip Criação de uma Base de Dados Unificada Otimização no Deslocamento

Leia mais

FRAMEWORK PARA SUPERVISÓRIO DE SISTEMA AUTOMATIZADO VIA CELULAR

FRAMEWORK PARA SUPERVISÓRIO DE SISTEMA AUTOMATIZADO VIA CELULAR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 FRAMEWORK PARA SUPERVISÓRIO DE SISTEMA AUTOMATIZADO VIA CELULAR Uiliam Nelson Lendzion Tomaz Alves 1, Munif Gebara Junior 2 RESUMO: O grande número de

Leia mais

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA:

Leia mais

ISHIFT: Informação em Movimento

ISHIFT: Informação em Movimento ISHIFT: Informação em Movimento Contato: www.ishift.com.br +55 51 32798159 contato@ishift.com.br Somos uma empresa completa de produtos e serviços ligados à tecnologia, que procura apresentar soluções

Leia mais

Thin Clients : aumentando o potencial dos sistemas SCADA

Thin Clients : aumentando o potencial dos sistemas SCADA Artigos Técnicos Thin Clients : aumentando o potencial dos sistemas SCADA Tarcísio Romero de Oliveira, Engenheiro de Vendas e Aplicações da Intellution/Aquarius Automação Industrial Ltda. Um diagnóstico

Leia mais

linguagem técnica de informática; Perceber os sinais de pontuação e identificar sua função no texto; Ler siglas e identificar seus significados;

linguagem técnica de informática; Perceber os sinais de pontuação e identificar sua função no texto; Ler siglas e identificar seus significados; PLANO DE CURSO Disciplina Competências Habilidades Bases Tecnológicas INGLÊS TÉCNICO Aumentar e consolidar o seu vocabulário ativo e passivo, através da fixação de novas palavras e expressões contidas

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos

Sistema de Automação Comercial de Pedidos Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos Cabana - Versão 1.0 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.5 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011

Leia mais

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL Automação e Controle AR026 SUMÁRIO I. Sistemas Supervisórios... 3 II. Automação... 4 III. Arquitetura de Redes Industriais... 5 IV. Comunicação entre Supervisório e CLP...7 V. O Protocolo

Leia mais

Recurso E-Meeting para o Moodle: um relato do desenvolvimento de uma solução livre de webconferência otimizada para redes de baixo desempenho.

Recurso E-Meeting para o Moodle: um relato do desenvolvimento de uma solução livre de webconferência otimizada para redes de baixo desempenho. Recurso E-Meeting para o Moodle: um relato do desenvolvimento de uma solução livre de webconferência otimizada para redes de baixo desempenho. Resumo Este artigo apresenta uma solução de webconferência

Leia mais

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2014 FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETOS

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2014 FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETOS SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2014 FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETOS Formulário para submissão de projeto Dados do Projeto e do (a) Orientador (a) do Projeto Título do Projeto: Um aplicativo

Leia mais

Ambiente virtual e educacional para auxílio ao estímulo da lateralidade e dos sentidos de crianças

Ambiente virtual e educacional para auxílio ao estímulo da lateralidade e dos sentidos de crianças Ambiente virtual e educacional para auxílio ao estímulo da lateralidade e dos sentidos de crianças Ana Emília Lelis da Silva 1, Nadabe O. Alves Fortes 1, Wender Antônio da Silva 1, Marcos Wagner de Souza

Leia mais

Realidade Aumentada Aplicada a Projetos de Engenharia Civil

Realidade Aumentada Aplicada a Projetos de Engenharia Civil Realidade Aumentada Aplicada a Projetos de Engenharia Civil Orientação: Alvaro Luiz Gayoso de Azeredo Coutinho Candidato: Gabriel Aprigliano Fernandes 1 Organização da Apresentação Introdução Metodologia

Leia mais

Uso de Realidade Aumentada no Ensino de Palavras da Língua Inglesa

Uso de Realidade Aumentada no Ensino de Palavras da Língua Inglesa Uso de Realidade Aumentada no Ensino de Palavras da Língua Inglesa César E. B. Júnior 1, Márcio A. Duarte 1 1 Universidade Federal de Goiás - Campus Catalão (UFG) Av. Dr. Lamartine Pinto de Avelar, 1120

Leia mais

C.P.F. DOS ENVOLVIDOS: 105111179-06 085997089-29 093745209-23 KRIO. A integração entre a tecnologia e a comunicação para Jovens Aprendizes

C.P.F. DOS ENVOLVIDOS: 105111179-06 085997089-29 093745209-23 KRIO. A integração entre a tecnologia e a comunicação para Jovens Aprendizes C.P.F. DOS ENVOLVIDOS: 105111179-06 085997089-29 093745209-23 KRIO A integração entre a tecnologia e a comunicação para Jovens Aprendizes FLORIANÓPOLIS 2014 2 RESUMO: O projeto apresentado é resultado

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

Centro de Operação Integrado da Queiroz Galvão Energias Renováveis

Centro de Operação Integrado da Queiroz Galvão Energias Renováveis Centro de Operação Integrado da Queiroz Galvão Energias Renováveis Resumo A Spin Engenharia participou da implantação do Centro de Operações Integrado (COI) da Queiroz Galvão Energias Renováveis (QGER).

Leia mais

Automação de Locais Distantes

Automação de Locais Distantes Automação de Locais Distantes Adaptação do texto Improving Automation at Remote Sites da GE Fanuc/ Water por Peter Sowmy e Márcia Campos, Gerentes de Contas da. Nova tecnologia reduz custos no tratamento

Leia mais

UM LABORATÓRIO WEB PARA ENSINO ORIENTADO A AUTOMAÇÃO E CONTROLE

UM LABORATÓRIO WEB PARA ENSINO ORIENTADO A AUTOMAÇÃO E CONTROLE UM LABORATÓRIO WEB PARA ENSINO ORIENTADO A AUTOMAÇÃO E CONTROLE Cleonilson Protásio de Souza 1 e José Tarcísio Costa Filho 2 Universidade Federal do Maranhão 1 Departamento de Engenharia de Eletricidade

Leia mais

PROGRAMAÇÃO MVC E ZEND FRAMEWORK

PROGRAMAÇÃO MVC E ZEND FRAMEWORK PROGRAMAÇÃO MVC E ZEND FRAMEWORK MVC PROGRAMMING AND ZEND FRAMEWORK Rodolfo Vinícius Moimas Dias Centro Universitário Filadélfia de Londrina UniFil Rafael Francovig Cavicchioli Centro Universitário Filadélfia

Leia mais

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DOCUMENTAL PARA EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DOCUMENTAL PARA EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DOCUMENTAL PARA EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE Cláudio Leones Bazzi 1 ; Juliano Rodrigo Lamb

Leia mais

26 a 29 de novembro de 2012 Brasília - DF

26 a 29 de novembro de 2012 Brasília - DF 26 a 29 de novembro de 2012 Brasília - DF XII EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO Marcelo Batista CTEEP Cia. de Transmissão de Energia Elétrica Paulista São Paulo SP Marcos Hilário Sylvestre

Leia mais

Claudio Kirner UNIFEI. WRVA 2014 Marília-SP

Claudio Kirner UNIFEI. WRVA 2014 Marília-SP Claudio Kirner UNIFEI 2014 WRVA 2014 Marília-SP Sumário Inovação social Realidade Aumentada Cenário das Aplicações Ferramentas de Autoria de Realidade Aumentada Aplicações de Realidade Aumentada Tendências

Leia mais

Utilizando Realidade Aumentada para identificação de assentos em eventos

Utilizando Realidade Aumentada para identificação de assentos em eventos Utilizando Realidade Aumentada para identificação de assentos em eventos Luciana Bahia Wakabayashi Fabri 1 Helder Rodrigues da Costa 2 RESUMO O presente artigo descreve a utilização da tecnologia de Realidade

Leia mais

INICIAÇÃO Revista Eletrônica de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística

INICIAÇÃO Revista Eletrônica de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística HOLOFACE Programação de Simulação de Interfaces Interativas Aluno: Leandro Santos Castilho 1 Orientador: Romero Tori 2 Linha de Pesquisa: Ambientes Interativos Projeto: Livro 3D Resumo Os conceitos de

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores.

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. PROJETO DE PESQUISA 1. Título do projeto Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. 2. Questão ou problema identificado Controlar remotamente luminárias, tomadas e acesso

Leia mais

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa.

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa. : Técnico em Informática Descrição do Perfil Profissional: O profissional com habilitação Técnica em Microinformática, certificado pelo SENAI-MG, deverá ser capaz de: preparar ambientes para a instalação

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil José Monteiro Lysandro Junior Light Serviços de Eletricidade S/A jose.monteiro@light.com.br

Leia mais

Automação de Bancada Pneumática

Automação de Bancada Pneumática Instituto Federal Sul-rio-grandense Campus Pelotas - Curso de Engenharia Elétrica Automação de Bancada Pneumática Disciplina: Projeto Integrador III Professor: Renato Allemand Equipe: Vinicius Obadowski,

Leia mais

LVR Laboratório Virtual de Redes

LVR Laboratório Virtual de Redes LVR Laboratório Virtual de Redes Protótipo para Auxílio ao Aprendizado em Disciplinas de Redes de Computadores 1. Introdução Os sistemas de RV permitem aos usuários imersão, envolvimento e interação em

Leia mais

Versão 8.0. O software MOTOTRBO! DISTRIBUIDOR NO BRASIL GRUPO UNDERBID

Versão 8.0. O software MOTOTRBO! DISTRIBUIDOR NO BRASIL GRUPO UNDERBID Versão 8.0 O software MOTOTRBO! DISTRIBUIDOR NO BRASIL cdc GRUPO UNDERBID Palestrante Luiz Fernando Galano Responsável pelo SmartPTT Brasil Conteúdo da apresentação INTRODUÇÃO História e posicionamento

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A DECISÃO UTILIZANDO REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA

SISTEMA DE APOIO A DECISÃO UTILIZANDO REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA SISTEMA DE APOIO A DECISÃO UTILIZANDO REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA Kenedy Lopes Nogueira. Edgard Lamounier, Gerson F. Lima klnogueira@hotmail.com, elamounier@gmail.com Universidade Federal de Uberlândia

Leia mais

REAL LACOS: CONTROLE DIGITAL EM TEMPO REAL

REAL LACOS: CONTROLE DIGITAL EM TEMPO REAL REAL LACOS: CONTROLE DIGITAL EM TEMPO REAL Andreya Prestes da Silva 1, Rejane de Barros Araújo 1, Rosana Paula Soares Oliveira 1 e Luiz Affonso Guedes 1 Universidade Federal do ParáB 1 Laboratório de Controle

Leia mais

Análise e Projeto de Software Para o Treinamento de Pilotos Baseado em Simuladores: Estudo de Caso

Análise e Projeto de Software Para o Treinamento de Pilotos Baseado em Simuladores: Estudo de Caso 1 Análise e Projeto de Software Para o Treinamento de Pilotos Baseado em Simuladores: Estudo de Caso Analysis and Project of Software For the Training of Pilots Based in Simulators: Study of Case Ana Cláudia

Leia mais

Abstract. Resumo. 1.Introdução. 1.1 Realidade Virtual. 1.2 Jogos Pedagógicos e Softwares Educacionais

Abstract. Resumo. 1.Introdução. 1.1 Realidade Virtual. 1.2 Jogos Pedagógicos e Softwares Educacionais O uso da Realidade Virtual no desenvolvimento de ferramentas educacionais para auxílio ao estímulo da lateralidade e dos sentidos de criança em fase de aprendizagem Ana Emília Leles da Silva 1, Wender

Leia mais

Simulador de Robô para Auxílio ao Ensino de Programação

Simulador de Robô para Auxílio ao Ensino de Programação 96 Simulador de Robô para Auxílio ao Ensino de Programação Marco T. Chella, Claudio M. Oliveira, José Caique O. da Silva Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe (UFS) São Cristóvão,

Leia mais

PERSPECTIVAS DO PROJETO SMART GRID EM ESPAÇOS POPULARES: DESAFIOS E POSSIBILIDADES *

PERSPECTIVAS DO PROJETO SMART GRID EM ESPAÇOS POPULARES: DESAFIOS E POSSIBILIDADES * PERSPECTIVAS DO PROJETO SMART GRID EM ESPAÇOS POPULARES: DESAFIOS E POSSIBILIDADES * Rosemar Aquino de Rezende JUNIOR 1 ; Laura Vitória Rezende DIAS 2 ; Getúlio Antero de DEUS JÚNIOR 3. 1 Bolsista do PET

Leia mais

ESCOLHA UM TESTE PARA EXECUTAR

ESCOLHA UM TESTE PARA EXECUTAR ESCOLHA UM TESTE PARA EXECUTAR Acompanhe o ritmo de aceleração dos ciclos de lançamento. Descubra a automatização com um toque humano EXECUTE UM TESTE 26032015 Com a Borland, tanto analistas de negócios

Leia mais

Uso do Action₀NET com o PI System da OsiSoft

Uso do Action₀NET com o PI System da OsiSoft Uso do Action₀NET com o PI System da OsiSoft Introdução Se sua empresa utiliza o PI System da OsiSoft, o Action₀NET é o software SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition) que mais se adequa a sua

Leia mais

Aula 02 Conceitos básicos elipse. INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca leticia.chavesfonseca@gmail.com

Aula 02 Conceitos básicos elipse. INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca leticia.chavesfonseca@gmail.com Aula 02 Conceitos básicos elipse INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca leticia.chavesfonseca@gmail.com 1. Introdução O Elipse E3 trabalha totalmente orientado para a operação

Leia mais

Desenvolvimento de aplicações utilizando realidade aumentada

Desenvolvimento de aplicações utilizando realidade aumentada Leandro Tonin 1 Prof. MS. Klausner Vieira Gonçalves 2 RESUMO A Realidade Aumentada é uma tecnologia bastante promissora, que permite que o mundo virtual e o real se misturem, dando uma maior interatividade

Leia mais

Controlador de Bombas modelo ABS PC 242 Monitoramento e Controle de Bombas e Estações de Bombeamento

Controlador de Bombas modelo ABS PC 242 Monitoramento e Controle de Bombas e Estações de Bombeamento Controlador de Bombas modelo ABS PC 242 Monitoramento e Controle de Bombas e Estações de Bombeamento Um Único Dispositivo para Monitoramento e Controle Há várias formas de melhorar a eficiência e a confiabilidade

Leia mais

Modernização do Sistema de Controle e Monitoração da Propulsão e Auxiliares das Fragatas Classe Niterói. Uma Grande Experiência de Engenharia

Modernização do Sistema de Controle e Monitoração da Propulsão e Auxiliares das Fragatas Classe Niterói. Uma Grande Experiência de Engenharia Modernização do Sistema de Controle e Monitoração da Propulsão e Auxiliares das Fragatas Classe Niterói. Uma Grande Experiência de Engenharia Autor: Leopoldo Jorge de Souza, MSEE, Capitão de Mar e Guerra

Leia mais

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile 393 Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile Lucas Zamim 1 Roberto Franciscatto 1 Evandro Preuss 1 1 Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW) Universidade Federal de Santa Maria

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES O sistema digital de radiocomunicação será constituído pelo Sítio Central, Centro de Despacho (COPOM) e Sítios de Repetição interligados

Leia mais

Introdução e Aplicação de Sistemas SCADA em Engenharia

Introdução e Aplicação de Sistemas SCADA em Engenharia Introdução e Aplicação de Sistemas SCADA em Engenharia Eng. Fernando Guessi Plácido E-mail: fernandogplacido@hotmail.com Skype: fernando.guessi Roteiro O que é SCADA Benefícios de um sistema de supervisão;

Leia mais

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

IX Seminário Técnico de Proteção e Controle. 1 a 5 de Junho de 2008. Belo Horizonte Minas Gerais Brasil

IX Seminário Técnico de Proteção e Controle. 1 a 5 de Junho de 2008. Belo Horizonte Minas Gerais Brasil IX Seminário Técnico de Proteção e Controle 1 a 5 de Junho de 2008 Belo Horizonte Minas Gerais Brasil Diretrizes para Ensaios de Interoperabilidade e Testes Funcionais em Relés Multifuncionais Baseados

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Profª Danielle Casillo

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Profª Danielle Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Profª Danielle Casillo Nome: Automação e Controle Créditos: 4 60 horas Período: 2010.2 Horário: quartas e sextas das 20:40 às 22:20

Leia mais

X3DOM E WEBGL: O 3D INDEPENDENTE NA WEB

X3DOM E WEBGL: O 3D INDEPENDENTE NA WEB X3DOM E WEBGL: O 3D INDEPENDENTE NA WEB Augusto Francisco Ferbonink¹, Willian Barbosa Magalhães 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil aferbonink@gmail.com wmagalhães@unipar.com Resumo.

Leia mais

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel 1 4 Estrutura do Sistema Operacional 4.1 - Kernel O kernel é o núcleo do sistema operacional, sendo responsável direto por controlar tudo ao seu redor. Desde os dispositivos usuais, como unidades de disco,

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Versão 8.3. O software MOTOTRBO! DISTRIBUIDOR NO BRASIL GRUPO UNDERBID

Versão 8.3. O software MOTOTRBO! DISTRIBUIDOR NO BRASIL GRUPO UNDERBID Versão 8.3 O software MOTOTRBO! DISTRIBUIDOR NO BRASIL cdc GRUPO UNDERBID Conteúdo da apresentação INTRODUÇÃO História e posicionamento no Brasil! IDÉIA GERAL O que é o SmartPTT, suas versões e arquiteturas

Leia mais

Rastreabilidade de requisitos através da web

Rastreabilidade de requisitos através da web Rastreabilidade de requisitos através da web Fernando dos Santos (FURB) fds@inf.furb.br Karly Schubert Vargas (FURB) karly@inf.furb.br Christian Rogério Câmara de Abreu (FURB) crca@inf.furb.br Resumo.

Leia mais

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação TOUCH SCREEN Comando de Automação Central de Cenário 54 ÍNDICE DE SEÇÃO 56 A casa como você quer 62 As vantagens de 66 Dispositivos BUS 68 Integração das funções My Home 70 Vantagens da instalação BUS

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE VEÍCULO MECATRÔNICO COMANDADO REMOTAMENTE

CONSTRUÇÃO DE VEÍCULO MECATRÔNICO COMANDADO REMOTAMENTE CONSTRUÇÃO DE VEÍCULO MECATRÔNICO COMANDADO REMOTAMENTE Roland Yuri Schreiber 1 ; Tiago Andrade Camacho 2 ; Tiago Boechel 3 ; Vinicio Alexandre Bogo Nagel 4 INTRODUÇÃO Nos últimos anos, a área de Sistemas

Leia mais

Ricardo Schäffer. (Palavras-chave: EEMUA, HCI, SCADA) HCI. Apresentação

Ricardo Schäffer. (Palavras-chave: EEMUA, HCI, SCADA) HCI. Apresentação EEMUA 201 GUIA DE DESIGN PARA INTERFACES HUMANAS OPERACIONAIS Versão adaptada do guia original publicado pela Associação de Usuários de Equipamentos e Materiais de Engenharia. Ricardo Schäffer Resumo -

Leia mais

Experiência: Gerenciamento da Rede de Supervisão da Eletronorte GerenteSAGE

Experiência: Gerenciamento da Rede de Supervisão da Eletronorte GerenteSAGE Experiência: Gerenciamento da Rede de Supervisão da Eletronorte GerenteSAGE Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. - Eletronorte Responsável: Uriel de Almeida Papa Equipe: Sérgio de Souza Cruz, Willams

Leia mais

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE por Miguel Aguiar Barbosa Trabalho de curso II submetido como

Leia mais

SISTEMA DE MONITORAMENTO VISUAL EM TEMPO REAL PARA OPERAÇÃO REMOTA DE SUBESTAÇÕES DE ENERGIA DA CTEEP

SISTEMA DE MONITORAMENTO VISUAL EM TEMPO REAL PARA OPERAÇÃO REMOTA DE SUBESTAÇÕES DE ENERGIA DA CTEEP SISTEMA DE MONITORAMENTO VISUAL EM TEMPO REAL PARA OPERAÇÃO REMOTA DE SUBESTAÇÕES DE ENERGIA DA CTEEP Autor: Mário Roberto Bastos Cargo: Engenheiro Sênior de Supervisão e Controle Empresa: CTEEP Companhia

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá 1. ALTA RESOLUÇÃO Câmeras baseadas em IP não estão restritas à baixa resolução das câmeras

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE CMP1280/CMP1250 Prof. Me. Fábio Assunção Introdução à Engenharia de Software SOFTWARE Programa de computador acompanhado dos dados de documentação e configuração

Leia mais