O objetivo do benefício é garantir a sobrevivência do núcleo familiar, diante da ausência temporária do provedor/segurado.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O objetivo do benefício é garantir a sobrevivência do núcleo familiar, diante da ausência temporária do provedor/segurado."

Transcrição

1 AUXÍLIO-RECLUSÃO - Orientações Gerais Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 28/02/2013. Sumário: 1 - Introdução 2 - Auxílio-reclusão 3 - Beneficiários - Dependentes 4 - Requisitos Prisão Comprovação da Prisão Periodicidade de Apresentação do Comprovante Ausência de Salário-de-Contribuição Comprovação de Ausência de Remuneração Carência 5 - Requerimento Habilitação Posterior de Dependente Nascimento de Filho ou Casamento Ocorrido Durante a Prisão Indevido o Auxílio-Reclusão 6 - Início do Benefício 7 - Valor do Benefício 8 - Suspensão do Auxílio-Reclusão 9 - Cessação do Benefício 10 - Prescrição 1 - INTRODUÇÃO A Previdência Social deve, entre outros, atender a cobertura de eventos para a proteção da família, dando subsistência para cobrir eventos que não permitam a manutenção por conta direta do segurado. Nesse escopo, garante um auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda, conforme art. 201, inciso IV, da Constituição Federal/88, com redação dada pela Emenda Constitucional nº 20/98. Analisaremos, nesta matéria, as regras de concessão do benefício previdenciário de auxílioreclusão, previsto no artigo 80 da Lei nº 8.213, de 24/07/91, regulamentado pelos artigos 116 a 119 do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 06/05/99 e pelos artigos 331 a 344 da Instrução Normativa/INSS nº 45, de 06/05/ AUXÍLIO-RECLUSÃO O auxílio-reclusão é o benefício a que têm direito, nas mesmas condições da pensão por morte o conjunto de dependentes do segurado de baixa renda recolhido à prisão, caso não esteja recebendo remuneração da empresa, nem auxílio-doença, aposentadoria ou abono de permanência em serviço. O objetivo do benefício é garantir a sobrevivência do núcleo familiar, diante da ausência temporária do provedor/segurado. 3 - BENEFICIÁRIOS - DEPENDENTES Os beneficiários do auxílio-reclusão são os dependentes do segurado preso, assim, considerados, na forma do art. 16 da Lei nº 8.213/91 e do art. 16 do RPS: Classe I: o cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho não emancipado de qualquer condição, menor de 21 anos ou inválido;

2 Classe II: os pais; Classe III: o irmão não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 anos de idade ou inválido. Os dependentes de uma mesma classe concorrem entre si em igualdade de condições, sendo que a existência de dependente de qualquer das classes acima exclui do direito às prestações os das classes seguintes. Equiparam-se aos filhos, comprovada a dependência econômica, o enteado e o menor que esteja sob a tutela do segurado e desde que não possuam bens suficientes para o próprio sustento e educação. Considera-se companheira ou companheiro a pessoa que, sem ser casada, mantém união estável com o segurado ou com a segurada, de acordo com o 3º do art. 226 da Constituição Federal. Por força de decisão judicial (Ação Civil Pública nº ), fica garantido o direito ao auxílio-reclusão ao companheiro ou companheira homossexual, para recolhimento à prisão ocorrido a partir de 05 de abril de 1991, desde que atendidas todas as condições exigidas para o reconhecimento do direito a esse benefício. A dependência econômica das pessoas indicadas na Classe I é presumida e a das demais classes deve ser comprovada. A inscrição de dependente será promovida quando do requerimento do benefício a que tiver direito, na forma do art. 22 do RPS e será realizada mediante a apresentação dos documentos previstos no art. 45 da IN/INSS nº 45/10. Ressalta-se que o segurado preso não faz jus ao benefício de auxílio-reclusão, apenas, seus dependentes. 4 - REQUISITOS Para a percepção do benefício de auxílio-reclusão o conjunto de dependentes do segurado preso, deverá comprovar, além da prisão, que: a) o segurado preso não está recebendo salário da empresa na qual trabalha, nem está em gozo de auxílio-doença, aposentadoria ou abono de permanência em serviço; b) a reclusão ocorreu no prazo de manutenção da qualidade de segurado; e c) o último salário-de-contribuição do segurado (vigente na data do recolhimento à prisão ou na data do afastamento do trabalho ou cessação das contribuições), tomado em seu valor mensal, era igual ou inferior aos seguintes valores, independentemente da quantidade de contratos e de atividades exercidas, considerando-se o mês a que se refere: PERÍODO De 1º/01/2013 até o momento SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO R$ 971,78 (Portaria Interministerial MF/MPS nº 15/13) De 1º/01/2012 a 31/12/2012 R$ 915,05 (Portaria Interministerial MF/MPS nº 02/12) De 1º/01/2011 a 31/12/2011 R$ 862,60 (Portaria Interministerial MF/MPS nº 407/11) De 1º/01/2010 a 31/12/2010 R$ 810,18 (Portaria Interministerial MF/MPS nº 333/10) De 1º/02/2009 a 31/12/2009 R$ 752,12 (Portaria Interministerial MF/MPS nº 48/09)

3 De 1º/03/2008 a 31/01/2009 R$ 710,08 (Portaria Interministerial MF/MPS nº 77/08) NOTA ITC: O STF decidiu que: a renda de segurado é o parâmetro para concessão de auxílio-reclusão (RE RE Data julgamento: 25/03/2009 Repercussão Geral). Será devido o auxílio-reclusão, ainda que o resultado da RMI - Renda Mensal Inicial, seja superior ao teto retro citado (Artigo 334, 1º, da IN/INSS nº 45/2010) PRISÃO Considera-se prisão (pena privativa de liberdade), para fins de reconhecimento do direito ao benefício de auxílio-reclusão, aquela cumprida em regime fechado ou semi-aberto, sendo: I - regime fechado aquele sujeito à execução da pena em estabelecimento de segurança máxima ou média; II - regime semi-aberto aquele sujeito à execução da pena em colônia agrícola, industrial ou estabelecimento similar. Não cabe a concessão de auxílio-reclusão aos dependentes do segurado que esteja em livramento condicional ou que cumpra pena em regime aberto, assim entendido aquele cuja execução da pena seja em casa de albergado ou estabelecimento adequado. Equipara-se à condição de recolhido à prisão, a situação do maior de 16 (dezesseis) e menor de 18 (dezoito) anos de idade que se encontre internado em estabelecimento educacional ou congênere, sob custódia do Juizado da Infância e da Juventude. A prisão provisória também gera direito ao auxílio-reclusão desde que comprovado na forma do 1º do art. 331 da IN/INSS nº 45/ Comprovação da Prisão O requerimento do auxílio-reclusão deverá ser instruído com certidão do efetivo recolhimento à prisão, sendo obrigatória, para a manutenção do benefício, a apresentação de declaração de permanência na condição de presidiário. A privação da liberdade será comprovada por atestado do recolhimento do segurado à prisão, emitido por autoridade competente. Para o maior de 16 (dezesseis) e menor de 18 (dezoito) anos, serão exigidos certidão do despacho de internação e o atestado de seu efetivo recolhimento a órgão subordinado ao Juiz da Infância e da Juventude Periodicidade de Apresentação do Comprovante Concedido o benefício, de 3 (três) em 3 (três) meses os dependentes do segurado devem apresentar ao INSS um atestado de que o segurado continua na prisão AUSÊNCIA DE SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO Quando não houver salário-de-contribuição na data do efetivo recolhimento à prisão, será devido o auxílio-reclusão, desde que: I - não tenha havido perda da qualidade de segurado; II - o último salário-de-contribuição, tomado em seu valor mensal, na data da cessação das contribuições ou do afastamento do trabalho seja igual ou inferior aos valores fixados por Portaria Ministerial vigente na data da cessação das contribuições ou do afastamento do trabalho, conforme quadro constante do item 4.

4 4.3 - COMPROVAÇÃO DE AUSÊNCIA DE REMUNERAÇÃO A comprovação de que o segurado privado de liberdade não recebe remuneração será feita por declaração da empresa a qual o segurado estiver vinculado. O exercício de atividade remunerada pelo segurado recluso em cumprimento de pena em regime fechado ou semi-aberto, que contribuir na condição de segurado contribuinte individual ou facultativo, não acarretará perda do direito ao recebimento do auxílio-reclusão pelos seus dependentes CARÊNCIA Para a concessão do auxílio-reclusão não há carência, mas, há exigência que o recolhimento à prisão tenha ocorrido enquanto a pessoa estava mantendo a qualidade de segurado. 5 - REQUERIMENTO O benefício pode ser solicitado por meio de agendamento prévio pelo portal da Previdência Social na Internet, pelo telefone 135 ou nas Agência da Previdência Social. O requerimento deve ser instruído com os documentos pessoais de identificação dos dependentes e do segurado preso, documentos complementares, conforme categoria de segurado, que podem ser consultados no link e, por fim, os documentos que comprovam a prisão do segurado HABILITAÇÃO POSTERIOR DE DEPENDENTE A habilitação posterior de outro possível dependente que importe na exclusão ou inclusão de dependentes somente produzirá efeito a contar da data da habilitação, conforme disposto no art. 107 do RPS NASCIMENTO DE FILHO OU CASAMENTO OCORRIDO DURANTE A PRISÃO O filho nascido durante o recolhimento do segurado à prisão terá direito ao benefício de auxílioreclusão a partir da data do seu nascimento. Se a realização do casamento ocorrer durante o recolhimento do segurado à prisão, o auxílioreclusão não será devido, considerando a dependência superveniente ao fato gerador INDEVIDO O AUXÍLIO-RECLUSÃO Não será devida a concessão de auxílio-reclusão quando o recolhimento à prisão ocorrer após a perda da qualidade de segurado. Se mediante auxílio-doença requerido de ofício, ficar constatado, por parecer médico-pericial, que a incapacidade ocorreu dentro do período de graça, caberá a concessão de auxílioreclusão aos dependentes do segurado, mesmo que o recolhimento à prisão tenha ocorrido após a perda da qualidade de segurado. Na hipótese supra citada, será efetuada, a priori, a concessão do auxílio-doença e, após sua cessação, será iniciado o auxílio-reclusão.

5 6 - INÍCIO DO BENEFÍCIO O auxílio-reclusão começa a ser pago a partir da data da prisão do segurado, se requerido até 30 (trinta) dias desta ou a partir da data da entrada do requerimento, se encaminhado após 30 (trinta) dias da prisão. Este benefício aos dependentes menores ou incapazes começa a ser contado, para efeitos financeiros, a partir do efetivo recolhimento do segurado à prisão, independentemente da data do requerimento do benefício. NOTA ITC: Será devido o benefício de auxílio-reclusão em caso de recolhimento do segurado à prisão sem que tenha sido prolatada sentença condenatória. 7 - VALOR DO BENEFÍCIO O valor do auxílio-reclusão corresponde a 100% (cem por cento) do valor da aposentadoria a que o segurado recebia ou daquela a que teria direito, se estivesse aposentado por invalidez, na data da reclusão. Havendo mais de um dependente, o valor do benefício é dividido entre todos, em partes iguais. Se um dos dependentes perder o direito ao benefício, a parte que ele recebia será revertida em favor dos demais dependentes. 8 - SUSPENSÃO DO AUXÍLIO-RECLUSÃO Os pagamentos do auxílio-reclusão serão suspensos (Art. 344 da IN/INSS nº 45/10): a) no caso de fuga; b) se o segurado, ainda que privado de liberdade, passar a receber auxílio-doença; c) se o dependente deixar de apresentar atestado trimestral, firmado pela autoridade competente, para prova de que o segurado permanece recolhido à prisão; d) quando o segurado deixar a prisão por livramento condicional, por cumprimento da pena em regime aberto ou por prisão albergue. Nas hipóteses das letras a e d, havendo recaptura ou retorno ao regime fechado ou semiaberto, o benefício será restabelecido a contar da data do evento, desde que mantida a qualidade de segurado. Se houver exercício de atividade dentro do período de fuga, livramento condicional, cumprimento de pena em regime aberto ou prisão albergue, este será considerado para verificação de manutenção da qualidade de segurado. 9 - CESSAÇÃO DO BENEFÍCIO O auxílio-reclusão será mantido enquanto o segurado permanecer detento ou recluso. No entanto, será cessado nos seguintes casos (Art. 343 da IN/INSS nº 45/10): com a extinção da última cota individual; se o segurado, ainda que privado de sua liberdade ou recluso, passar a receber aposentadoria; pelo óbito do segurado ou beneficiário;

6 na data da soltura; pela emancipação ou quando completar 21 (vinte e um) anos de idade, salvo se inválido; no caso de filho ou equiparado ou irmão, de ambos os sexos; em se tratando de dependente inválido, pela cessação da invalidez, verificada em exame médico pericial a cargo do INSS; pela adoção, para o filho adotado que receba pensão por morte dos pais biológicos, exceto quando o cônjuge ou o companheiro(a) adota o filho do outro. As parcelas individuais do auxílio-reclusão extinguem-se pela ocorrência da perda da qualidade de dependente PRESCRIÇÃO O direito ao benefício previdenciário não prescreve, mas as prestações não reclamadas dentro de certo tempo vão prescrevendo, uma a uma, em virtude da inércia do beneficiário. Segundo o parágrafo único do art. 103 da Lei nº 8.213/91, prescreve em 5 (cinco) anos, a contar da data em que deveriam ter sido pagas, toda e qualquer ação para haver prestações vencidas ou quaisquer restituições ou diferenças devidas pela Previdência Social, salvo o direito dos menores, incapazes e ausentes, na forma do Código Civil. A Súmula nº 85 do STJ prelaciona que nas relações jurídicas de trato sucessivo, em que a Fazenda Pública figure como devedora, quando não tiver sido negado o próprio direito reclamado, a prescrição atinge apenas as prestações vencidas antes do quinquênio anterior à propositura da ação. Fonte: Editorial ITC. Atenção! De acordo com o disposto no caput e inciso XIII do art. 7º, e nos arts. 24, 29 e 101 a 184, da Lei nº 9610/1998 (Direitos Autorais) e no artigo 184 do Decreto-Lei nº 2848/1940 (Código Penal), na redação dada pela Lei nº /2003, é expressamente proibida, por qualquer meio, a reprodução parcial e/ou total de matérias exclusivas do site: exceto a impressão e a citação ou referência bibliográfica de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

AUXÍLIO- RECLU L SÃO

AUXÍLIO- RECLU L SÃO LEGISLAÇÃO Artigo 201, IV, CF; Artigo 80, Lei 8213/91; Artigos 116 a 119 do Decreto 3048/99; e Artigo 381 a 395, da IN 77. CONCEITO É o benefício previdenciário pago aos dependentes do segurado que for

Leia mais

PENSÃO POR MORTE. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Artigo 201, inciso V, da CF; Artigos 74 a 79 da Lei 8.213/91 (LB); Artigos 105 a 115 do Decreto 3.

PENSÃO POR MORTE. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Artigo 201, inciso V, da CF; Artigos 74 a 79 da Lei 8.213/91 (LB); Artigos 105 a 115 do Decreto 3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Artigo 201, inciso V, da CF; Artigos 74 a 79 da Lei 8.213/91 (LB); Artigos 105 a 115 do Decreto 3.048/99; e Artigos 364 a 380, da IN 77. CONCEITO A pensão por morte é o benefício previdenciário

Leia mais

Guia Previdenciário: Auxílio-reclusão. Resumo: 1) Introdução: 2) Abrangência:

Guia Previdenciário: Auxílio-reclusão. Resumo: 1) Introdução: 2) Abrangência: Guia Previdenciário: Auxílio-reclusão Resumo: Analisaremos no presente Roteiro de Procedimentos os principais aspectos que envolvem a concessão do auxílio-reclusão. Para tanto, utilizaremos como base de

Leia mais

Análise de questão pensão por morte Adriana Menezes

Análise de questão pensão por morte Adriana Menezes Análise de questão pensão por morte Adriana Menezes (Questão elaborada) - Veja a situação hipotética apresentada e analise as questões abaixo. Carlos e Patrícia são casados há 05 anos e trabalham na mesma

Leia mais

Professor Fernando Aprato 1

Professor Fernando Aprato 1 RECURSOS DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO Prova de Técnico do Seguro Social do INSS - Modelo 1 - Caderno de prova B02 - Tipo 002 Questão nº 29 Prova tipo 002 29. João fora casado com Maria, com quem teve três

Leia mais

1 de 7 14/03/2011 20:18 Publicado em nosso site 14/03/2011 Roteiro ATUALIZADO Informativo FISCOSoft - Auxílio-Reclusão - Roteiro de Procedimentos O auxílio-reclusão será devido nas mesmas condições da

Leia mais

Verdades e mitos sobre o AUXÍLIO RECLUSÃO

Verdades e mitos sobre o AUXÍLIO RECLUSÃO Verdades e mitos sobre o AUXÍLIO RECLUSÃO Sidnei Rodrigo Paulo da Cunha Neves é sócio do escritório Rodrigues, Ehlers & Neves. Formado em Administração de Empresas e Direito no Centro Universitário do

Leia mais

PONTO 1: Benefícios Previdenciários PONTO 2. Benefícios Assistenciais 1. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS

PONTO 1: Benefícios Previdenciários PONTO 2. Benefícios Assistenciais 1. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS 1 DIREITO PREVIDENCIÁRIO PONTO 1: Benefícios Previdenciários PONTO 2. Benefícios Assistenciais 1.1 AUXÍLIO DOENÇA 1. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS Art. 59 e seguintes da Lei 8.213/91. Carência: 12 C.M. (regra).

Leia mais

REQUERIMENTO DE PENSÃO

REQUERIMENTO DE PENSÃO Versão 9 REQUERIMENTO DE PENSÃO SEGURADO (A) Segurado(a): CPF nº: Cargo: Órgão de origem: DATA DO ÓBITO: / / Ativo: ( ) Inativo: ( ) NOME DEPENDENTES PREVIDENCIÁRIOS Data de Nascimento Parentesco Estado

Leia mais

PONTO 1: Aposentadoria 1. APOSENTADORIA. Art. 201, 7º da CF (EC nº. 20). Condições:

PONTO 1: Aposentadoria 1. APOSENTADORIA. Art. 201, 7º da CF (EC nº. 20). Condições: 1 DIREITO PREVIDENCIÁRIO PONTO 1: Aposentadoria 1. APOSENTADORIA Art. 201, 7º da CF (EC nº. 20). Condições: I 35 anos de contribuição para o homem e 30 anos de contribuição para a mulher; II 65 anos de

Leia mais

Carência para o recebimento do benefício pensão por morte?

Carência para o recebimento do benefício pensão por morte? 1 Carência para o recebimento do benefício pensão por morte? A MP 664 de dezembro de 2014 previu uma carência de 24 meses para a obtenção do benefício pensão por morte. Depois de muita discussão no Congresso

Leia mais

TABELAS EXPLICATIVAS DAS DIFERENTES NORMAS E POSSIBILIDADES DE APOSENTADORIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RPPS

TABELAS EXPLICATIVAS DAS DIFERENTES NORMAS E POSSIBILIDADES DE APOSENTADORIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RPPS TABELAS EXPLICATIVAS DAS DIFERENTES NORMAS E POSSIBILIDADES DE DOS SERVIDORES PÚBLICOS REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RPPS INGRESSO NO SERVIÇO PÚBLICO ATÉ 19 DE DEZEMBRO DE 2003 Professora por tempo

Leia mais

Adendo ao livro MANUAL DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO Autor: Hugo Medeiros de Goes

Adendo ao livro MANUAL DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO Autor: Hugo Medeiros de Goes Adendo ao livro MANUAL DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO Autor: Hugo Medeiros de Goes 1. ERRATA Página 180 No primeiro parágrafo do item 2.10.1 (Beneficiários): Onde se lê: Os beneficiários da pensão por morte

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MPS/MF Nº 02, DE 06 DE JANEIRO DE 2012 - DOU DE 09/01/2012

PORTARIA INTERMINISTERIAL MPS/MF Nº 02, DE 06 DE JANEIRO DE 2012 - DOU DE 09/01/2012 PORTARIA INTERMINISTERIAL MPS/MF Nº 02, DE 06 DE JANEIRO DE 2012 - DOU DE 09/01/2012 Dispõe sobre o reajuste dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e dos demais valores constantes

Leia mais

REQUERIMENTO DE PENSÃO

REQUERIMENTO DE PENSÃO Versão 12 REQUERIMENTO DE PENSÃO SEGURADO (A) Segurado(a): CPF nº: Cargo: Órgão de origem: DATA DO ÓBITO: / / Ativo: ( ) Inativo: ( ) NOME DEPENDENTES PREVIDENCIÁRIOS Data de Nascimento Parentesco Estado

Leia mais

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM JUNDIAÍ APOSENTADORIAS X ALTERAÇÕES

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM JUNDIAÍ APOSENTADORIAS X ALTERAÇÕES GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM JUNDIAÍ APOSENTADORIAS X ALTERAÇÕES 1 MODALIDADES APOSENTADORIA POR IDADE (urbana, rural e mista) APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO (comum, especial e mista) LC142 (por

Leia mais

Considerando a Lei nº. 14.653, de 22 de dezembro de 2011, que instituiu o regime de Previdência Complementar do Estado de São Paulo;

Considerando a Lei nº. 14.653, de 22 de dezembro de 2011, que instituiu o regime de Previdência Complementar do Estado de São Paulo; Instrução SP-PREVCOM / TJ nº 04/2013. Considerando a Lei nº. 14.653, de 22 de dezembro de 2011, que instituiu o regime de Previdência Complementar do Estado de São Paulo; A Fundação de Previdência Complementar

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO CEARÁ RESOLUÇÃO Nº 490 (11 DE JUNHO DE 2012)

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO CEARÁ RESOLUÇÃO Nº 490 (11 DE JUNHO DE 2012) TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO CEARÁ RESOLUÇÃO Nº 490 (11 DE JUNHO DE 2012) Dispõe sobre o instituto da dependência econômica no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará. O TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL

Leia mais

Aprovado pela Portaria nº 155 de 29/03/2011 DOU 31/03/2011

Aprovado pela Portaria nº 155 de 29/03/2011 DOU 31/03/2011 Aprovado pela Portaria nº 155 de 29/03/2011 DOU 31/03/2011 Artigo 18 Ao Participante que tiver completado 50 (cinqüenta) anos de idade após ter cumprido a carência de 120 (cento e vinte) meses de contribuições

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 9 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.135, DE 17 DE JUNHO DE 2015. Vigência Mensagem de veto Conversão da Medida Provisória nº 664, de 2014 Altera

Leia mais

CONVERGÊNCIA DE REGIMES PREVIDENCIÁRIOS. DÉCIO BRUNO LOPES Vice Presidente de ssuntos da Seguridade Social MAIO/2016

CONVERGÊNCIA DE REGIMES PREVIDENCIÁRIOS. DÉCIO BRUNO LOPES Vice Presidente de ssuntos da Seguridade Social MAIO/2016 CONVERGÊNCIA DE REGIMES PREVIDENCIÁRIOS DÉCIO BRUNO LOPES Vice Presidente de ssuntos da Seguridade Social MAIO/2016 . CONVERGÊNCIA DE REGIMES PREVIDENCIÁRIOS REPORTANDO-SE À ÉPOCA DOS INSTITUTOS DE APOSENTADORIA

Leia mais

RESOLUÇÃO SEPLAG nº 42, de 8 de julho de 2003 Estabelece procedimento para a concessão de auxílio-doença,

RESOLUÇÃO SEPLAG nº 42, de 8 de julho de 2003 Estabelece procedimento para a concessão de auxílio-doença, RESOLUÇÃO SEPLAG nº 42, de 8 de julho de 2003 Estabelece procedimento para a concessão de auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e auxílioacidente a servidor não titular de cargo de provimento efetivo,

Leia mais

SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO

SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO CÁLCULOS SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO CONCEITO: é o valor que serve de base de cálculo para incidência das alíquotas das contribuições previdenciárias (fonte de custeio) e para o cálculo do salário benefício.

Leia mais

<<Direito Previdenciário>> - <<INSS>> Professor: Melissa Folmann Aulas: 11-13

<<Direito Previdenciário>> - <<INSS>> Professor: Melissa Folmann Aulas: 11-13 Aulas 11 13 - Professor: Melissa Folmann Aulas: 11-13 Prof > wwwaprovaconcursoscombr Página 1 de 15 Aulas 11 13 4 Benefícios previdenciários dos dependentes

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MPS/MF Nº 407, DE 14 DE JULHO DE 2011 - DOU DE 15/07/2011 - REVOGADA

PORTARIA INTERMINISTERIAL MPS/MF Nº 407, DE 14 DE JULHO DE 2011 - DOU DE 15/07/2011 - REVOGADA PORTARIA INTERMINISTERIAL MPS/MF Nº 407, DE 14 DE JULHO DE 2011 - DOU DE 15/07/2011 - REVOGADA Revogada pela PORTARIA INTERMINISTERIAL MPS/MF Nº 02, DE 06/01/2012 Republicada no DOU 19/07/2011 Dispõe sobre

Leia mais

Apresentação... 3. Quem pode solicitar pensão por morte junto ao INSS... 5. Procedimentos INSS - Cônjuge... 6

Apresentação... 3. Quem pode solicitar pensão por morte junto ao INSS... 5. Procedimentos INSS - Cônjuge... 6 Apresentação... 3 Quem pode solicitar pensão por morte junto ao INSS... 5 Procedimentos INSS - Cônjuge... 6 -OBSERVAÇÕES -PARA REQUERIMENTO DE PENSÃO POR MORTE JUNTO A INSS -DOCUMENTAÇÃO -COMPROVAÇÃO DE

Leia mais

APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO

APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO Legislação Artigo 201, 7º, I, da CF Artigo 52 a 56 Lei 8213/91 Artigo 56 a 63 Decreto 3048/99 Artigo 234 a 245, da IN 77/2015 CONTRIBUIÇÃO Conceito É o benefício devido ao segurado

Leia mais

Quadro comparativo do Projeto de Lei do Senado nº 253, de 2005

Quadro comparativo do Projeto de Lei do Senado nº 253, de 2005 1 Regulamenta os 12 e 13 do art. 201 e o 9º do art. Regulamenta os 12 e 13 do art. 201 da 195 da Constituição Federal, para dispor sobre o Constituição Federal, para dispor sobre o sistema sistema especial

Leia mais

PORTARIA Nº 142, DE 11 DE ABRIL DE 2007 (DOU DE 12.04.2007)

PORTARIA Nº 142, DE 11 DE ABRIL DE 2007 (DOU DE 12.04.2007) PORTARIA Nº 142, DE 11 DE ABRIL DE 2007 (DOU DE 12.04.2007) O MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal,

Leia mais

O CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO MARANHÃO, no exercício de suas atribuições legais e regimentais.

O CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO MARANHÃO, no exercício de suas atribuições legais e regimentais. RESOLUÇÃO CRCMA Nº 520/2014 REGULAMENTA DO ARTIGO 96, INCISO IV DO PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS DO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO MARANHÃO APROVADO COM RESOLUÇÃO 491/2010. O CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI SENADO N 72, DE 2011

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI SENADO N 72, DE 2011 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI SENADO N 72, DE 2011 Altera o art. 18 da Lei n 8.213, de 24 de julho de 1991, para ampliar os benefícios previdenciários devidos ao aposentado que retornar ao trabalho. Art.

Leia mais

DIREITO PREVIDENCIÁRIO AUXÍLIOS 1 Cláudio Basques

DIREITO PREVIDENCIÁRIO AUXÍLIOS 1 Cláudio Basques DIREITO PREVIDENCIÁRIO AUXÍLIOS 1 Cláudio Basques 9. AUXILIO ACIDENTE (ART. 86) - É INDENIZATÓRIO, POIS O SEGURADO FICA COM SUA CAPACIDADE REDUZIDA APÓS ACIDENTE DE QUALQUER NATUREZA - DOMÉSTICO, AVULSO

Leia mais

O que você precisa saber sobre a Previdência Social

O que você precisa saber sobre a Previdência Social CARTILHA DE INFORMAÇÕES O que você precisa saber sobre a Previdência Social A Previdência Social é a melhor proteção contra os riscos sociais. É uma conquista e um patrimônio dos trabalhadores. Sua utilidade,

Leia mais

QUADRO COMPARATIVO ENTRE O NOVO CÓDIGO CIVIL, O CÓDIGO CIVIL DE 1916 E O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE QUANTO A ADOÇÃO.

QUADRO COMPARATIVO ENTRE O NOVO CÓDIGO CIVIL, O CÓDIGO CIVIL DE 1916 E O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE QUANTO A ADOÇÃO. 1 QUADRO COMPARATIVO ENTRE O NOVO CÓDIGO CIVIL, O CÓDIGO CIVIL DE E O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE QUANTO A ADOÇÃO. Artigo 1618 Só a pessoa maior de 18 (dezoito) anos pode adotar. Artigo 368 -

Leia mais

PIRAPREV INSTITUTO DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE PIRACAIA

PIRAPREV INSTITUTO DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE PIRACAIA PIRAPREV INSTITUTO DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE PIRACAIA Piracaia, 24 de Julho de 2.015 APOSENTADORIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS REQUISITO Geral Magistério SEXO HOMEM MULHER HOMEM

Leia mais

ANEXO V RELAÇÃO DE DOCUMENTOS RECOMENDADOS PARA COMPROVAÇÃO DA RENDA FAMILIAR BRUTA MENSAL (PORTARIA NORMATIVA Nº

ANEXO V RELAÇÃO DE DOCUMENTOS RECOMENDADOS PARA COMPROVAÇÃO DA RENDA FAMILIAR BRUTA MENSAL (PORTARIA NORMATIVA Nº UFRB ANEXO V RELAÇÃO DE DOCUMENTOS RECOMENDADOS PARA COMPROVAÇÃO DA RENDA FAMILIAR BRUTA MENSAL (PORTARIA NORMATIVA Nº 18/2012) Para cada membro do núcleo familiar colocado no formulário DECLARAÇÃO DE

Leia mais

PROCURADORIA A GERAL DO ESTA T DO DE SÃO PA P ULO

PROCURADORIA A GERAL DO ESTA T DO DE SÃO PA P ULO PROCURADORIA GERAL DO ESTADO DE SÃO PAULO V Curso de Aperfeiçoamento e Prática Forense dos Estagiários da Procuradoria Judicial da Capital 06/11/2014 PREVIDENCIÁRIO DE PENSÃO POR MORTE CONCEDIDO EM DESCONFOMIDADE

Leia mais

SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO, SALÁRIO DE BENEFÍCIO E RENDA MENSAL INICIAL CONCEITOS Professor: Anderson Castelucio CONCEITOS DE SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO Art. 214. Entende-se por salário-de-contribuição: I -

Leia mais

SUMÁRIO Capítulo 1 Seguridade Social e a Previdência Social

SUMÁRIO Capítulo 1 Seguridade Social e a Previdência Social S UMÁRIO Capítulo 1 Seguridade Social e a Previdência Social... 1 1.1. Seguridade Social... 1 1.1.1. A Saúde... 2 1.1.2. A Assistência Social... 5 1.1.3. A Previdência Social... 10 1.1.3.1. Natureza jurídica

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Pensão por morte previdenciária ao dependente maior inválido. Leila Maria Raposo Xavier Leite * Introdução A proteção ao trabalhador brasileiro, por meio do sistema previdenciário

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11/2004

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11/2004 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11/2004 Ver também IN 01/05 Revogada pela IN 7/09 Altera a Instrução Normativa n. 12/2002, que dispõe sobre a remessa de processos de aposentadoria, reforma e pensão da Administração

Leia mais

DIAS E HORÁRIO DE ATENDIMENTO PARA A MATRÍCULA: DOCUMENTOS PARA MATRÍCULA E PARA COMPROVAÇÃO DAS POLÍTICAS DE AÇÕES AFIRMATIVAS

DIAS E HORÁRIO DE ATENDIMENTO PARA A MATRÍCULA: DOCUMENTOS PARA MATRÍCULA E PARA COMPROVAÇÃO DAS POLÍTICAS DE AÇÕES AFIRMATIVAS 2ª chamada de aprovados no SISU 2013/01 DIAS E HORÁRIO DE ATENDIMENTO PARA A MATRÍCULA: Dias 01, 04 e 05 de fevereiro de 2013. Horário: 10 horas às 11 horas e das 14horas às 20 horas. Local: Coordenação

Leia mais

Dependentes para fins de Imposto de Renda

Dependentes para fins de Imposto de Renda Dependentes para fins de Imposto de Renda 318 - Quem pode ser dependente de acordo com a legislação tributária? Podem ser dependentes, para efeito do imposto sobre a renda: 1 - companheiro(a) com quem

Leia mais

LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO

LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO DEFINIÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES PROCEDIMENTO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES DEFINIÇÃO Licença concedida em decorrência de dano físico ou

Leia mais

de todas as pessoas da unidade familiar CPF

de todas as pessoas da unidade familiar CPF Após concluir a sua inscrição no SisFIES, o estudante deverá validar suas informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA). Seguem documentos necessários a serem apresentados na

Leia mais

BENEFICIARIOS DO INSS. Do auxílio-acidente

BENEFICIARIOS DO INSS. Do auxílio-acidente BENEFICIARIOS DO INSS Do auxílio-acidente Art. 311. O auxílio-acidente será devido ao segurado empregado, exceto o doméstico, ao trabalhador avulso e ao segurado especial, e a partir de 31 de dezembro

Leia mais

1. SEGURADOS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL. 1) Segurado (art. 11 a 15 Lei n. 8.212) e dependente (art. 16, Lei n 8.212)

1. SEGURADOS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL. 1) Segurado (art. 11 a 15 Lei n. 8.212) e dependente (art. 16, Lei n 8.212) 1 DIREITO PREVIDENCIÁRIO DIREITO PREVIDENCIÁRIO PONTO 1: Segurados do Regime Geral de Previdência Social PONTO 2: Do Segurado PONTO 3: Da Contribuição do produtor rural, do pescador segurado especial PONTO

Leia mais

ReabilitAÇÃO Profissional. e o Retorno do Trabalhador à Atividade Laborativa

ReabilitAÇÃO Profissional. e o Retorno do Trabalhador à Atividade Laborativa e o Retorno do Trabalhador à Atividade Laborativa Considerações Iniciais A Previdência Social é um seguro social, mediante contribuição previdenciária, com a finalidade de prover subsistência ao trabalhador,

Leia mais

MANUAL DE APOSENTADORIA DEFINIÇÕES / INFORMAÇÕES

MANUAL DE APOSENTADORIA DEFINIÇÕES / INFORMAÇÕES MANUAL DE APOSENTADORIA DEFINIÇÕES / INFORMAÇÕES A PREVIDÊNCIA SOCIAL É uma forma de seguro coletivo de caráter contributivo em que todos contribuem com uma parcela de seu salário e de filiação obrigatória.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3211. 1º As contas de depósitos de que trata este artigo:

RESOLUÇÃO Nº 3211. 1º As contas de depósitos de que trata este artigo: RESOLUÇÃO Nº 3211 Altera e consolida as normas que dispõem sobre a abertura, manutenção e movimentação de contas especiais de depósitos à vista e de depósitos de poupança. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na

Leia mais

Direito Previdenciário

Direito Previdenciário DO AUXÍLIO-DOENÇA 1.1. Fato gerador O auxílio-doença é um benefício não programado, concedido em face da incapacidade relativa ou temporária do segurado para o trabalho ou para o exercício de suas atividades

Leia mais

Processo Seletivo Renovação de Bolsa Filantropia

Processo Seletivo Renovação de Bolsa Filantropia REQUERIMENTO PARA A RENOVAÇÃO E CONCESSÃO DE BOLSA FILANTROPIA DA FACULDADE PADRE JOÃO BAGOZZI Nome: Curso: período atual: Telefone residencial: telefone celular: Email: Importante: - Não serão recebidos

Leia mais

Auxílio Doença 01/09/2015

Auxílio Doença 01/09/2015 Auxílio Doença Lei 8213/91 Art. 60. O auxílio-doença será devido ao segurado empregado a contar do décimo sexto dia do afastamento da atividade, e, no caso dos demais segurados, a contar da data do início

Leia mais

Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Recursos Humanos SERVIDORES EFETIVOS E LEI Nº 500/74 (ADMITIDOS ATÉ 02/06/07)

Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Recursos Humanos SERVIDORES EFETIVOS E LEI Nº 500/74 (ADMITIDOS ATÉ 02/06/07) SERVIDORES EFETIVOS E LEI Nº 500/74 (ADMITIDOS ATÉ 02/06/07) LICENÇA SAÚDE (ARTIGOS 181-191- 193/EFP E ARTIGO 25, II/LEI 500/74 A licença saúde será requerida mediante emissão de guia expedida pelo serviço

Leia mais

Constituição Federal para Concursos (CF) 6a ed.: Rev., amp. e atualizada (2015)

Constituição Federal para Concursos (CF) 6a ed.: Rev., amp. e atualizada (2015) Constituição Federal para Concursos (CF) 6a ed.: Rev., amp. e atualizada (2015) 1) Art. 198: ATUALIZAÇÔES Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada

Leia mais

Relação de documentos exigidos para processo de Bolsa de Estudo FAPCOM 2014

Relação de documentos exigidos para processo de Bolsa de Estudo FAPCOM 2014 Relação de documentos exigidos para processo de Bolsa de Estudo FAPCOM 2014 IMPORTANTE: esta é uma ótima oportunidade para obter uma Bolsa de Estudo na FAPCOM e, para tanto, solicitamos sua atenção para

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Rendimentos Recebidos Acumuladamente x Licença Maternidade

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Rendimentos Recebidos Acumuladamente x Licença Maternidade 02/01/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 5 5. Informações Complementares... 5 6. Referências... 6 7.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS MANUAL DO SERVIDOR

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS MANUAL DO SERVIDOR Página de 5 PLANO DE SAÚDE - GEAP DEFINIÇÃO Ingresso: benefício que compreende a assistência médica, hospitalar, odontológica, psicológica e farmacêutica prestada pela operadora GEAP, visto que esta possui

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MENSAGEM Nº 464, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015. Senhor Presidente do Senado Federal, Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do 1 o

Leia mais

... 2 ... 2 ... 3 ... 3 ... 3 ... 3 ... 3 ... 5 ... 6 ... 6

... 2 ... 2 ... 3 ... 3 ... 3 ... 3 ... 3 ... 5 ... 6 ... 6 ... 2... 2... 5... 6... 6 Este documento apresenta as informações necessárias para que os beneficiários de pensão por morte possam dar entrada no pedido do benefício. Prazos, documentos, locais, formulários

Leia mais

SEGUNDA TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

SEGUNDA TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ Processo nº 2007.70.50.003369-6 Relatora: Juíza Federal Andréia Castro Dias Recorrente: UNIÃO FEDERAL Recorrido (a): VANISA GOLANOWSKI VOTO Dispensado o relatório, nos termos dos artigos 38 e 46 da Lei

Leia mais

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

REFORMA DA PREVIDÊNCIA MPS Ministério da Previdência Social SPS Secretaria de Previdência Social REFORMA DA PREVIDÊNCIA Regra Atual, PEC n.º 40/03, Substitutivo da Comissão Especial de Reforma da Previdência, Cenários e Projeções

Leia mais

Guarda e suas implicações sobre os regimes previdenciários

Guarda e suas implicações sobre os regimes previdenciários Guarda e suas implicações sobre os regimes previdenciários Adalgisa Wiedemann Chaves Promotora de Justiça Promotoria de Justiça de Família e Sucessões Duas análises possíveis: 1. Guarda no Eixo Parental

Leia mais

PARECER: Fel_004/2010 Data: 30/06/2010

PARECER: Fel_004/2010 Data: 30/06/2010 PARECER: Fel_004/2010 Data: 30/06/2010 ASSUNTO: Manutenção e perda da qualidade de segurado. CONSULENTE: MUNICÍPIO DE FELIXLÂNDIA MG INTERESSADO(A): IPREMFEL RELATÓRIO O Instituto de Previdência Municipal

Leia mais

Saúde Ocupacional e Regulamentação dos Planos de Saúde

Saúde Ocupacional e Regulamentação dos Planos de Saúde Saúde Ocupacional e Regulamentação dos Planos de Saúde Regulamentação dos planos Resolução CONSU 10 Art. 2º, 2º Nos contratos de planos coletivos, não é obrigatória a cobertura para os procedimentos relacionados

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos ANEXO I

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos ANEXO I ANEXO I DA COMPROVAÇÃO DE RENDA DO CANDIDATO CLASSIFICADO EM VAGAS RESERVADAS DE QUE TRATA O INCISO I DO ART. 3º DA PORTARIA NORMATIVA Nº 18 DE 11 DE OUTUBRO DE 2012 Todos os procedimentos para comprovação

Leia mais

A SISTEMÁTICA DA CONCESSÃO DE PENSÃO POR MORTE NO SUPSEC. SEPLAG- CPREV Coordenador: Sergio Lage Palestrante: Amaury Reis F. Filho

A SISTEMÁTICA DA CONCESSÃO DE PENSÃO POR MORTE NO SUPSEC. SEPLAG- CPREV Coordenador: Sergio Lage Palestrante: Amaury Reis F. Filho A SISTEMÁTICA DA CONCESSÃO DE PENSÃO POR MORTE NO SUPSEC SEPLAG- CPREV Coordenador: Sergio Lage Palestrante: Amaury Reis F. Filho QUEM SÃO OS BENEFICIÁRIOS? O inciso II, do ART. 331 da Constituição Estadual

Leia mais

Manual da Proteção na Parentalidade. Índice...1 SUBSÍDIO PARENTAL...3. 1. Subsídio Parental Inicial...3

Manual da Proteção na Parentalidade. Índice...1 SUBSÍDIO PARENTAL...3. 1. Subsídio Parental Inicial...3 Índice Índice...1 SUBSÍDIO PARENTAL...3 1. Subsídio Parental Inicial...3 2. Subsídio Parental Inicial Exclusivo da Mãe...4 3. Subsídio Parental Inicial Exclusivo do Pai...4 4. Subsídio Parental Inicial

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 0011/2012

NOTA TÉCNICA Nº 0011/2012 NOTA TÉCNICA Nº 0011/2012 Brasília, 26 de junho de 2012. ÁREA: TÍTULO: Contabilidade Pública Restos a Pagar Considerando que, de acordo com o art. 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) é vedado ao

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.979/2011 (Publicada no D.O.U. 13 dez. 2011. Seção I, p.224-225) Fixa os valores das anuidades e taxas para o exercício de 2012, revoga as Resoluções CFM

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR 243/2001. LUIZ DE FAVERI, Prefeito do Município de Artur Nogueira, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, TÍTULO I

LEI COMPLEMENTAR 243/2001. LUIZ DE FAVERI, Prefeito do Município de Artur Nogueira, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, TÍTULO I 1 LEI COMPLEMENTAR 243/2001 DISPÕE SOBRE A LEI ORGÂNICA DA PREVIDÊNCIA DO MUNICÍPIO DE ARTUR NOGUEIRA - LOPMAN, INSTITUINDO O ESTATUTO DO FUNDO DE PREVIDÊNCIA E BENEFÍCIOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO

Leia mais

Isenção e redução do pagamento de contribuições Atualizado em: 30-03-2016

Isenção e redução do pagamento de contribuições Atualizado em: 30-03-2016 SEGURANÇA SOCIAL Isenção e redução do pagamento de contribuições Atualizado em: 30-03-2016 Esta informação destina-se a Empresa Isenção do pagamento de contribuições As entidades empregadoras podem beneficiar

Leia mais

BOLETIM DE SERVIÇO FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS NORMA OPERACIONAL Nº 001-DIREH, DE 08 DE JUNHO DE 2005.

BOLETIM DE SERVIÇO FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS NORMA OPERACIONAL Nº 001-DIREH, DE 08 DE JUNHO DE 2005. PÁG: 33 FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS NORMA OPERACIONAL Nº 001-DIREH, DE 08 DE JUNHO DE 2005. Dispõe sobre o Abono de Permanência instituído pela Emenda Constitucional nº 41/2003.

Leia mais

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA PROCESSO SELETIVO BAAE I AUXÍLIO ALUGUEL AUXÍLIO ESTÁGIO MORADIA ESTUDANTIL

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA PROCESSO SELETIVO BAAE I AUXÍLIO ALUGUEL AUXÍLIO ESTÁGIO MORADIA ESTUDANTIL DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA PROCESSO SELETIVO BAAE I AUXÍLIO ALUGUEL AUXÍLIO ESTÁGIO MORADIA ESTUDANTIL Não serão aceitos documentos originais, somente CÓPIAS! DOCUMENTOS REFERENTES AO PERFIL DO ALUNO

Leia mais

Guia do Participante

Guia do Participante Guia do Participante Guia do Participante Aqui estão reunidas as principais informações sobre os benefícios que o PCV Plano de Contribuição Variável lhe oferece, apresentadas de forma simples. Como procuramos

Leia mais

MINIRREFORMA PREVIDENCIÁRIA

MINIRREFORMA PREVIDENCIÁRIA MINIRREFORMA PREVIDENCIÁRIA Olá Concurseiros! =) O artigo de hoje traz as principais mudanças operadas pela Medida Provisória n.º 664/2014, publicada em 30/12/2014, que trouxe, no apagar das luzes de 2014,

Leia mais

Do Cadastramento e da matrícula dos candidatos classificados.

Do Cadastramento e da matrícula dos candidatos classificados. Do Cadastramento e da matrícula dos candidatos classificados. O cadastramento tem por finalidade vincular o candidato à UFCG, confirmando sua pretensão de frequentar o curso em que obteve classificação

Leia mais

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 06/08/2010.

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 06/08/2010. SALÁRIO-FAMÍLIA - Considerações Gerais Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 06/08/2010. Sumário: 1 - Introdução 2 - Beneficiários 2.1 - Verificação da Invalidez 2.2 - Pai e Mãe 3 - Início

Leia mais

AVERBAÇÃO POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO

AVERBAÇÃO POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO AVERBAÇÃO POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIÇÃO DOCUMENTAÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES DEFINIÇÃO É o registro do tempo de serviço/contribuição

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES MILITARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES MILITARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS PORTARIA DG Nº. 280, de 8 de julho de 2011 Regulamenta o recadastramento anual de pensionistas do IPSM. O Diretor-Geral do Instituto de Previdência dos Servidores Militares do Estado de Minas Gerais -

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.975/2011 (Publicada no D.O.U. de 29 de julho de 2011, Seção I, p. 336-337) Revogada pela Resolução CFM nº 1979/2011 Fixa os valores das anuidades e taxas

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SÃO PAULO. 2. Original dos seguintes documentos, solicitados no local de residência do candidato:

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SÃO PAULO. 2. Original dos seguintes documentos, solicitados no local de residência do candidato: TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SÃO PAULO DOCUMENTAÇÃO PARA A POSSE 1. 3 (três) fotos recentes, tamanho 3X4 2. Original dos seguintes documentos, solicitados no local de residência do candidato: a) Certidão

Leia mais

GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Dispensa de Pagamento de Contribuições 1º

Leia mais

Lei Complementar Nº 12, de 23 de junho de 1999 (D.O.E. de 28/06/99) A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO CEARÁ

Lei Complementar Nº 12, de 23 de junho de 1999 (D.O.E. de 28/06/99) A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO CEARÁ Lei Complementar Nº 12, de 23 de junho de 1999 (D.O.E. de 28/06/99) Dispõe sobre a instituição do Sistema Único de Previdência social dos Servidores Públicos Civis e Militares, dos Agentes Públicos e dos

Leia mais

Data de Nascimento Naturalidade Relação de Parentesco c/ titular

Data de Nascimento Naturalidade Relação de Parentesco c/ titular Nome do(a) Requerente: DADOS DO(A) REQUERENTE - PENSIONISTA Sexo ( ) M ( ) F Inválido ( ) SIM ( ) NÃO R.G. (Identidade) Data de Expedição Órgão Expedidor CPF do(a) Requerente Data de Nascimento Naturalidade

Leia mais

PROFESSOR CARLOS MACHADO

PROFESSOR CARLOS MACHADO DIREITO PREVIDENCIÁRIO PARA O CONCURSO DO INSS PROFESSOR CARLOS MACHADO Brasil Todo território nacional 0800 887 0499 atendimento@legiaodosconcurseiros.com.br www.legiaodosconcurseiros.com.br DICA 1 Irredutibilidade

Leia mais

PARECER JURÍDICO I - INTRODUÇÃO

PARECER JURÍDICO I - INTRODUÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE 000 09 812 Procuradoria Geral do Município de Belo Horizonte PARECER JURÍDICO V Parecer classificado n^ 9587/2010 Detentor de emprego público e cargo público. Desempenho

Leia mais

Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 03 Aula 001-019 Direito Previdenciário para o Concurso do INSS

Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 03 Aula 001-019 Direito Previdenciário para o Concurso do INSS Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 03 Aula 001-019 Direito Previdenciário para o Concurso do INSS Lei 8.213/91, art. 16... 3º. Considera-se companheira ou companheiro a pessoa que, sem ser casada,

Leia mais

ITENS PENDENTES PARA O BENEFÍCIOS DA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL (BAE)

ITENS PENDENTES PARA O BENEFÍCIOS DA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL (BAE) ITENS PENDENTES PARA O BENEFÍCIOS DA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL (BAE) EDITAL Nº 38/2015 Exercício 2016 MATRÍCULA 02030123 02030138 02030145 02030146 SITUAÇÃO DO BAE Informação dos dados bancários da aluna

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73 DECISÃO COREN-RS Nº 133/2013 ESTABELECE NOVA REGULAMENTAÇÃO AO PAGAMENTO DE DÉBITOS DE ANUIDADES JUNTO AO CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL - COREN-RS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Conselho

Leia mais

REDENOMINA A CARREIRA GUARDA PENITENCIÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

REDENOMINA A CARREIRA GUARDA PENITENCIÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 14.582, 21 de dezembro de 2009. REDENOMINA A CARREIRA GUARDA PENITENCIÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ. Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono

Leia mais

GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Dispensa de Pagamento de Contribuições 1º

Leia mais

Considerando o disposto na Instrução Normativa nº 15, de 10 de janeiro de 2013, que

Considerando o disposto na Instrução Normativa nº 15, de 10 de janeiro de 2013, que PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 075/2014. (Referendada e alterada pela RA nº 088/2014) Dispõe sobre o reconhecimento e o registro de união estável e sobre o instituto da dependência econômica em relação

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO LC 150 - ESQUEMATIZADA Prof. Antonio Daud Jr (www.facebook.com/adaudjr)

DIREITO DO TRABALHO LC 150 - ESQUEMATIZADA Prof. Antonio Daud Jr (www.facebook.com/adaudjr) Questão 1 FCC/TRT23 Técnico Judiciário - Área Administrativa - 2016 (FCC_TRT23_TÉCNICO_JUDICIÁRIO_ÁREA_ADMINISTRATIVA_2016) De acordo com a Lei Complementar no 150 de 2015, no tocante às férias do empregado

Leia mais