Um Mapeamento para Apoio ao Processo de Gerência de Portfólio de Projetos no Contexto do MR-MPS-SW adotando Práticas Ágeis

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1 XII Workshop de Teses e Dissertações em Qualidade de Software Um Mapeamento para Apoio ao Processo de Gerência de Portfólio de Projetos no Contexto do MR-MPS-SW adotando Práticas Ágeis Gleise Pinheiro Baldez¹, Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira¹ 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Universidade Federal do Pará (UFPA) - Rua Augusto Corrêa, 01 Guamá Belém - PA - Brasil Abstract. This paper presents a work that aims to provide a mapping that can be adopted by institutions that seek to implement the Project Portfolio Management process adhering to the MPS.BR quality model and do it using the flexibility proposed by practices included in agile methods. With this we intend to contribute to decrease the time for decision making in the process and to create an environment which changes can be more easily circumvented. Resumo. Este artigo apresenta um trabalho que tem como objetivo fornecer um mapeamento que possa ser adotado por instituições que busquem implementar o processo de Gerência de Portfólio de Projetos aderente ao modelo de qualidade MPS.Br e que o faça utilizando a flexibilidade proposta por práticas contidas nos métodos ágeis. Com isso, pretende-se contribuir com a diminuição do tempo para tomada de decisão no processo e ainda criar um ambiente cuja as mudanças possam ser contornadas mais facilmente. 1. Caracterização do Problema A relevância da área da Tecnologia da Informação (T.I) nas organizações vem crescendo a cada ano que passa, devido ao aumento dos investimentos e a sua importância para a realização das atividades dentro das empresas. Dessa forma, os gestores têm sido pressionados a levarem em consideração os riscos e retornos das suas decisões (KIM e SANDERS, 2002). A consequência de decisões incorretas pode ser observada em: sistemas não concluídos ou abandonados; sistemas que não trouxeram o retorno esperado; sistemas concluídos em desconformidade com o que foram solicitados pelo cliente; sistemas que excederam o tempo que foi planejado; dentre outros fatores. Esses projetos drenam recursos escassos que poderiam ser direcionados a projetos capazes de trazer mais benefícios para as organizações (YELIN, 2007). Dentro deste contexto e segundo a definição do PMI(2006), a Gerência de Portfólio - GPP ajuda na tomada de decisões quanto: a identificação; priorização; autorização; gerência e controle de projetos, programas e outros trabalhos relacionados; para atingir objetivos específicos da estratégia de negócio. Consequentemente, a GPP deve ajudar a organização no alcance dos seus principais objetivos, mesmo que ocorram mudanças nos requerimentos mais importantes dos projetos alocados neste portfólio. Ratificando a importância da GPP para a tomada de decisão, observa-se a recente incorporação deste processo na norma ISO/IEC 12207:2008 (ABNT, 2009) e em seguida ao MPS.BR (Programa de Melhoria do Processo de Software Brasileiro) (SOFTEX, 2012), ambos voltados especificamente ao ciclo de vida de software. Segundo Cooper et al. (2001) e Henriksen e Traylor (1999), a seleção de projetos para a formação de portfólios não é uma área de conhecimento recente e vem 71

2 WTDQS 2014 sendo estudada há décadas por diversas outras áreas, tais como: a indústria de novos produtos, a farmacêutica e a de exploração de petróleo. No entanto, na área de desenvolvimento de software estes estudos não são muito aprofundados e não existem em abundância (BIFFL et al., 2006). Mesmo com a adoção de modelos, onde o processo de GPP está presente, as empresas estão incluídas em ambientes de negócios dinâmicos, o que gera incertezas e grandes desafios para lhe dar com mudanças constantes. Nesse contexto, o modelo tradicional de gestão de projetos tem sido questionado quanto a sua eficácia, e novas competências vem sendo desenvolvidas (CONFORTO e AMARAL, 2007). Desta forma, o gerente de portfólio de projetos precisa de mecanismos aliados a processos que justifiquem a tomada de decisão no momento de selecionar os projetos que estejam de acordo com os objetivos estratégicos da organização e ainda realizar isso com a agilidade que se espera no contexto onde mudanças estão muito presentes. 2. Fundamentação Teórica Para Humphrey (1989) um processo de software é definido como o conjunto de tarefas de Engenharia de Software necessárias para converter requisitos dos usuários em software. O mesmo autor define a busca pela qualidade de duas formas: a qualidade do processo, a partir da obtenção da melhoria no processo, impactando diretamente na qualidade do produto; e a qualidade do produto, baseada na identificação das características dos produtos a serem desenvolvidos. Voltados à qualidade do processo, observa-se que modelos e normas têm sido definidas e adotadas por empresas de software. Podem-se citar as seguintes: no cenário internacional, o modelo CMMI (Capability Maturity Model Integration) (SEI, 2010) e a Norma ISO/IEC (ABNT, 2009); e no cenário nacional, desde 2003, o Programa de Melhoria do Processo de Software Brasileiro (MPS.BR) (SOFTEX, 2012) é um grande incentivador à competitividade das empresas brasileiras, definindo um modelo de referência, o MR-MPS-SW (Modelo de Referência do MPS.BR para Software), que é compatível ao CMMI e a ISO/IEC No MR-MPS-SW, o processo de Gerência de Portfólio de Projetos - GPP é descrito com o seguinte propósito: iniciar e manter projetos que sejam necessários, suficientes e sustentáveis, de forma a atender os objetivos estratégicos da organização. Este processo compromete o investimento e os recursos organizacionais adequados e estabelece a autoridade necessária para executar os projetos selecionados. Ele executa a qualificação contínua de projetos para confirmar que eles justificam a continuidade dos investimentos, ou podem ser redirecionados para justificar (SOFTEX, 2012). Souza (2013) definiu um framework de processos para GPP com base em padrões de qualidade para que empresas pudessem ter ao menos um modelo básico a ser configurado e, em alguns casos, adaptados à realidade da instituição e assim conseguir realizar as práticas de GPP aderentes a padrões de qualidade. Para validar este framework, o mesmo foi inserido no contexto de uma fábrica de software identificando assim: pontos fortes, pontos fracos e oportunidades de melhoria. Sendo que anteriormente a isto, para que pudesse servir como base de conhecimento para a sua construção foi realizado um mapeamento, onde o autor optou por analisar a compatibilidade e a complementaridade entre modelos, normas e padrões estabelecidos que disseminassem boas práticas para GPP. Como forma de avaliação 72

3 XII Workshop de Teses e Dissertações em Qualidade de Software quanto à conformidade do mapeamento, foi realizada uma avaliação por especialista. Desta forma, o mapeamento serviu de insumo para o framework com o objetivo de analisar a sua aplicabilidade. Mesmo com este processo bem definido e com a adoção de padrões de qualidade, empresas, principalmente as de pequeno porte, buscam mais flexibilidade no desenvolvimento de seus produtos e respostas rápidas a questões de processo e organizacionais. No século passado nasceram vários métodos de desenvolvimento que se apoiavam nas idéias de produção da Toyota. Em uma tentativa de encontrar formas comuns, dezessete destes criadores reuniram-se em fevereiro de 2001 em Utah para o surgimento do manifesto ágil. Embora o manifesto descreva as idéias mais básicas, há entre os autores mais acordos que expostos no documento com foco na qualidade. Desde seu surgimento, os métodos ágeis têm despertado interesse na comunidade de desenvolvimento de software por representarem uma alternativa aos modelos e processos mais tradicionais de Engenharia de Software. Neste sentido, o desenvolvimento ágil é uma tendência devido ao ritmo acelerado de mudanças que as empresas lidam diariamente, além da questão de constantes pressões por inovação, concorrência acirrada e grande dinamismo no ambiente de negócios (BOEHM, 2006). Trabalhos recentes discutem as potencialidades do relacionamento entre métodos ágeis e modelos de maturidade sob diferentes perspectivas. De tal forma que haja um equilíbrio para utilização de métodos ágeis e modelos de maturidade. Dentre os relatos de experiências enocntrados na literatura podem-se citar: Catunda et al. (2010) relatam o processo de implementação do nível F do MR-MPS com práticas do método ágil Scrum, onde os autores relatam que a empresa já adotava algumas práticas do Scrum e que tinha o interesse de melhorar a qualidade dos seus processos; e Silva et al. (2011) apresentam a definição de um processo padrão resultante da combinação de elementos do Processo Unificado, do Scrum e do XP extreme Programming para alcançar o nível F do MR-MPS. 3. Metodologia e Estado Atual do Trabalho Antes de formalizar a metodologia de pesquisa, iniciou-se este trabalho com um aprofundamento dos estudos relacionados aos seguintes tópicos: Gerência de Portfólio de Projeto em seu contexto geral e específico como um processo dentro do MPS-BR (SOFTEX 2012), a fim de conhecer a área de pesquisa, para que fosse possível identificar o que a literatura expõe sobre este assunto; os conceitos e as práticas adotadas pela metodologia ágil por empresas, a fim de identificar os métodos que poderiam melhor relacionar-se dentro do contexto de atividades de um processo. Este processo é o definido previamente no trabalho de Souza (2013). Do ponto de vista da natureza desta pesquisa, pretende-se realizar uma pesquisa aplicada, buscando oferecer suporte ao processo de GPP segundo uma visão flexível e com um modelo estabelecido e validado com qualidade. Este trabalho tem como proposta auxiliar as empresas que implementam ou pretendem implementar o processo de GPP a fazerem conforme os resultados esperados do MR-MPS-SW, porém com as características de flexibilidade que as empresas procuram. Em posse das informações iniciais estudadas e descritas acima. A metodologia adotada seguirá os seguintes passos: 73

4 WTDQS 2014 Verificação das atividades definidas por Souza (2013), para verificar como a empresa participante da pesquisa executa as atividades de GPP; Análise do questionário, para que os resultados gerados possam integrar no mapeamento, já que a forma como a empresa realiza o processo GPP servirá como base para o entendimento do problema a ser resolvido; Estudo de práticas ágeis que possam ser mapeadas e aderentes às práticas do processo de GPP; Realização de um Survey em empresas avaliadas no nível F e superior, que tenham como processo de desenvolvimento de software práticas ágeis, buscando avaliar a forma de implementação da GPP nestas empresas e as dificuldades encontradas pelas mesmas; Elaboração do mapeamento; Avaliação do Mapeamento por um especialista da área; Realização de um estudo de caso, para aplicar os resultados gerados na pesquisa e observar as proposições. 4. Trabalhos Relacionados Foram considerados trabalhos que estão associados ou próximos ao contexto que se procura investigar, que são: (i) definição de frameworks, Processos e Metodologias para o processo de GPP; (ii) aplicação de metodologias ágeis em empresas que possuem a certificação em algum nível de maturidade do MR-MPS-SW. No contexto de trabalhos relacionados ao tópico (i), Correia (2005) traz como proposta um modelo para gestão de portfólio denominado de Portfolius, onde o mesmo busca definir um modelo de gestão de portfólio, levando em consideração riscos e decisões estratégicas para que estes fatores pudessem auxiliar na gestão de portfólio de múltiplos projetos. O ponto negativo identificado desta pesquisa foi a falta de formalismo na definição do processo que foram empregados nos módulos do modelo. A monografia de Medeiros e Simões (2006) analisou a aderência entre a ferramenta Rational Portfolio Manager (RPM) e o modelo Portfolius (CORREIA, 2005), onde o foco foi observar o quanto a ferramenta RPM fornece suporte ao que foi definido no modelo, sendo enfatizado os níveis mais altos do modelo (Planejamento Estratégico, Seleção e Priorização de Projetos e Revisão). A flexibilidade da ferramenta investigada mostrou que ela pode atender a outros processos de gestão em si, porém o trabalho ressalta que a maior dificuldade é definir critérios claros, efetivos e consistentes para gestão de portfólio. Souza et al. (2009) propõem um processo para apoiar a gerência estratégica de portfólio. Este trabalho busca identificar regras de governança do portfólio, identificação e categorização dos projetos, seleção, priorização e balanceamento do portfólio, manutenção do pipeline (projetos em execução) e encerramento dos projetos. Este trabalho orientou-se com base nas melhores práticas de projetos, programa e portfólio. Possui, ainda, aderência ao processo de GPP da norma ISO/IEC 12207:2008. O ponto negativo é que este trabalho é anterior à adição no MR-MPS-SW do GPP. Posterior a este trabalho, Souza (2013) propõe um framework de processos para apoiar o processo de GPP, abrangendo as atividades que não foram apontadas por Costa (2010). Assim, este trabalho possui conformidade com as orientações fornecidas pelo Guia de Implementação do MPS.BR, pela Norma ISO/IEC e pelo Padrão para Gerência de Portfólio do PMI. O trabalho de Souza é extremamente relevante para 74

5 XII Workshop de Teses e Dissertações em Qualidade de Software pesquisa, pois nele foi feito o mapeamento completo das atividades que devem ser realizadas para obter conformidade ao processo de GPP com sucesso e aderente às melhores práticas, porém o autor não instrui o como fazer, ou seja, executar tais atividades. No que diz respeito aos trabalhos relacionados ao tópico (ii), Catunda et al. (2011) relata uma experiência de implantação do Nível F do MR-MPS-SW. Neste trabalho, os autores relatam os desafios que foram encontrados em cada um dos processos que devem ser implementados neste nível, sendo que no processo de GPP o maior desafio foi elaborar critérios e a pontuação necessária para priorização de projetos. Vale ressaltar, que mesmo o trabalho tendo grande relevância dentro do contexto desta pesquisa, o mesmo não apresentou claramente como foram realizadas as tarefas para atender os resultados esperados do processo. O livro de Rubinstein et al. (2013) relata a história de Tahini Tahini, uma empresa fictícia que busca inter-relacionar métodos ágeis com resultados esperados do MR-MPS. O livro mostra claramente como é o contexto da empresa durante a evolução dos níveis e como as discursões levam à implantação dos resultados esperados. Porém, mas uma vez, não fica claro como são realizadas as atividades que suprem o atendimento dos resultados esperados do processo de GPP. O trabalho de Souza et al. (2010), mostra como resultado um estudo empírico sobre a utilização de metodologias ágeis no desenvolvimento de software, sendo de fundamental importância para entender como utilizar as práticas ágeis, porém não é aderente a nenhum modelo de qualidade. 5. Resultados Esperados O objetivo geral deste trabalho é definir como MPEs Micro e Pequenas Empresas, podem utilizar um framework de processo, definido para gerência seu portfólio de projetos em conformidade ao modelo de referência do MPS.BR (MR-MPS-SW) utilizando práticas constantes em métodos ágeis. Para que este objetivo seja alcançado, os seguintes resultados foram estabelecidos como metas: Mapear as atividades do framework que será utilizado, quanto aos resultados esperados constantes no processo de GPP do Nível F do MR-MPS-SW; Identificar práticas definidas nos métodos ágeis que sejam capazes de atender aos resultados esperados do processo de GPP; Verificar a aplicabilidade das atividades mapeadas do framework e as práticas referentes aos métodos ágeis; Conduzir a aplicação do processo definido de gerência de portfólio de projetos aderente a práticas de metodologias ágeis em uma organização de software paraense, para observar sua aplicabilidade. 6. Agradecimentos Este trabalho é parte do Projeto SPIDER Software Process Improvement: DEvelopment and Research, da UFPA. Referências ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2009) NBR ISO/IEC 12207:2009 Engenharia de Sistemas de Software Processos de Ciclo de Vida de Software. Rio de Janeiro. 75

6 WTDQS 2014 Biffl, S., Boehm, B., Aurum, A., Grümbacher, P. (2006) Value-Based Software Engineering. Springer-Verlag, Germany. Boehm, B. (2006) A View of 20th and 21st Century Software Engineering. In Proceedings of the ICSE. Catunda, E., Nascimento, C., Cerdeiral, C., Santos, G., Rocha, A. R. (2010) Implementando o Nível F do MR-MPS com Práticas da Metodologia Ágil Scrum. In: VI Workshop Anual do MPS. Conforto, E, Amaral, D. (2007) Escritório de projetos e gerenciamento ágil: Um novo enfoque para a estrutura de apoio à gestão de projeto ágeis. Anais do Encontro Nacional de Engenharia de Produção - ENEGEP. Correia, B. C. S. (2005) Portfolius: Um Modelo de Gestão de Portfólio de Projetos de Software. Dissertação de Mestrado apresentada à Pós-Graduação em Ciência da Computação da Universidade Federal de Pernambuco CIN/UFPE. Recife, PE. Costa, C. S. (2010) Uma abordagem baseada em evidências para o gerenciamento de projetos no desenvolvimento distribuído de software. Dissertação de Mestrado Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação - Universidade Federal de Pernambuco, Recife. Cooper, R. G., Edgett, S. J., Kleinschmidt, E. J. (2001) Portfolio management for new products, Cambridge, Mass.: Perseus. Henriksen, A. D., Traylor, A. J. (1999) A Practical R&D Project-Selection Scoring Tool. IEEE Transaction on Engineering Management. New York, v.43, n.42, May. Humphrey, W. S. (1989) Managing the Software Process. The SEI Series in Software Engineering. Addison-Wesley. Kim, Y. J., Sanders, G. L. (2002) Strategic actions in formation technology investment based on real option theory. Decision Support Systems, v. 33, nº 1, p Medeiros, A., Simões, R. (2006) Investigando o Modelo de Gestão Portfolius no Rational Portfolio Manager. Trabalho de Conclusão para o Programa de Residência Quality-Pitang. Rubinstien, V. L., Boria, J. L., Rubinstein, A. (2013) A História da Tahini-Tahini: Melhoria de Processos de Software com Métodos Ágeis e Modelo MPS. PBQP-SW. SEPIN-MCTI. SEI Software Engineering Institute (2010) Capability Maturity Model Integration for Development CMMI-Dev. Versão 1.3. Carnegie Mellon. SOFTEX - Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (2012) "Melhoria do Processo de Software Brasileiro (MPS.BR) - Guia Geral 2012". Brasil. Souza, A. D., Rocha, A. R. C., Santos, G., Carmo, T. V. P., Alexandre, D. B. (2009) Uma Abordagem para Gerência Estratégica de Portfólio com Foco na Seleção de Projetos. VIII Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software SBQS 2009, Ouro Preto, MG. Souza, C. R. B., Treccani P. J. F. (2010) Utilização de Metodologias Ágeis no Desenvolvimento de Software: Resultados de um Estudo Empírico. In Proceedings of 7th Experimental Software Engineering Latin American Workshop. Souza, M. R. A. (2013) Um framework de processo para gerência de portfólio de projetos de software com base em Padrões de qualidade. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós graduação em Ciência da Computação - UFPA. 76

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