ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS GESTÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS GESTÃO"

Transcrição

1 GESTÃO DE ESTOQUES (Parte 1)

2 Os estoques são recursos ociosos que possuem valor econômico, os quais representam um investimento destinado a incrementar as atividades de produção e servir aos clientes. Por outro lado, a formação de estoques consome capital de giro, que pode não estar tendo nenhum retorno do investimento efetuado e ainda ser necessitado com urgência em outro segmento da empresa, motivo pelo qual o gerenciamento dos estoques deve projetar níveis adequados, objetivando manter o equilíbrio entre estoque e consumo.

3 DEFINIÇÃO Série de ações que permitem ao administrador verificar se os estoques estão sendo bem utilizados, bem localizados em relação aos setores que deles se utilizam, bem manuseados e bem controlados.

4 PRINCÍPIOS DO CONTROLE DE ESTOQUE Para organizar um setor de gestão de estoques, inicialmente deveremos descrever seus objetivos principais que são: a) determinar o que deve permanecer em estoque: número de itens; b) determinar quando se deve reabastecer os estoques: periodicidade; c) determinar quanto de estoque será necessário para um período predeterminado: quantidade de compra; d) acionar o departamento de compras para executar aquisição de estoque: solicitação de compras; e) receber, armazenar e guardar os materiais estocados de acordo com as necessidades; f) controlar os estoques em termos de quantidade e valor; fornecer informações sobre a posição do estoque; g) manter inventários periódicos para avaliação das quantidades e estados dos materiais estocados; h) identificar e retirar do estoque os itens obsoletos e danificados.

5 CONTROLE DOS ESTOQUES CONTROLAR: Medir e corrigir o desempenho de qualquer atividade PROCESSO DE CONTROLE 1. Estabelecer Padrões 2. Avaliar desempenho (medir) 3. Comparar desempenho com o padrão 4. Ação corretiva OBS: O controle dos estoques é atribuição da Gestão de Estoques

6 INDICADORES DE PRODUTIVIDADE NA ANÁLISE E CONTROLE DOS ESTOQUES Diferenças entre o inventário físico e o contábil Acurácia dos controles Nível de serviço (ou nível de atendimento) Giro de estoques Cobertura dos estoques

7 Diferenças entre o inventário físico e o contábil Inventário Físico : Contagem física dos itens de estoque Inventário Contábil : Estoques registrados e contabilizados em controle da empresa

8 Diferenças entre o inventário físico e o contábil Inventário Físico Podem ser de dois modos: Periódico: em determinados períodos faz-se a contagem física de todos os itens do estoque; Rotativo: permanentemente se contam os itens de estoque.

9 Exemplo de um Inventário Periódico Uma empresa tem em seu estoque aproximadamente Uma empresa tem em seu estoque aproximadamente itens diferentes. No inventário do ano anterior verificou-se que havia, em média, 15 unidades de cada item. Supondo que uma pessoa possa contar, em média,80 itens por minuto, quantas pessoas serão necessárias para contar todos os itens em dois dias de trabalho?

10 Exemplo de um Inventário Periódico Solução: 1 dia de trabalho = 8 horas 1 hora = 60 minutos Nº de itens para contar = x 15 = itens Nº pessoas necessárias(n) = tempo necessário para contagem / tempo disponível Tempo necessário = número de itens / taxa de contagem (itens/min) Tempo necessário = ( itens) / (80 itens / minuto) = min Tempo disponível = [(2 dias) x (8h / dia) x (60 minutos / h)] = 960 min N = 1875 / 960 N = 1,95 ou 2pessoas

11 Acurácia dos Controles Mede a porcentagem de itens corretos, tanto em quantidade quanto em valor: Acurácia = (Número de itens corretos / Número total de itens) * 100 ou Acurácia = (Valor de itens corretos / Valor total de itens) * 100

12 Nível de Serviço (ou de atendimento) Indicador de quão eficaz foi o estoque para atender às solicitações dos usuários. Quanto mais requisições forem atendidas, nas quantidades e especificações solicitadas, tanto maior será o nível de serviço. Nível de serviço = (Número de requisições atendidas / Número de requisições solicitadas) x 100

13 Nível de Serviço (ou de atendimento) Exemplo: Número de requisições solicitadas: 4500 Número de requisições atendidas: 4400 Nível de Serviço = (4400 / 4500) * 100 = 97,77%

14 Giro de Estoques Mede quantas vezes, por unidade de tempo, o estoque se renovou ou girou. Giro de estoques = (Valor consumido no período / Valor do estoque médio no período)

15 Cobertura de Estoques Indica o número de unidades de tempo, por exemplo dias, que o estoque médio será suficiente para cobrir a demanda média. Cobertura (em dias) = (Número de dias do período em estudo / giro)

Acurácia de Estoque GESTÃO DE ESTOQUE, MOVIMENTAÇÃO & GESTÃO DE ESTOQUE, & ARMAZENAGEM ARMAZENAGEM. Acuracidade de Estoque 3. NPC. Prof.

Acurácia de Estoque GESTÃO DE ESTOQUE, MOVIMENTAÇÃO & GESTÃO DE ESTOQUE, & ARMAZENAGEM ARMAZENAGEM. Acuracidade de Estoque 3. NPC. Prof. MOVIMENTAÇÃO & 2009 3. NPC Acuracidade de Estoque 1 Importante!!! s A falta de confiabilidade nas informações afeta todos os setores da empresa, desde o nível gerencial até o operacional; Uma informação

Leia mais

MEDIDAS DE DISPERSÃO. o grau de variabilidade, ou dispersão, dos valores em torno da média.

MEDIDAS DE DISPERSÃO. o grau de variabilidade, ou dispersão, dos valores em torno da média. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA MEDIDAS DESCRITIVAS Departamento de Estatística Tarciana Liberal As medidas de posição apresentadas fornecem a informação dos dados apenas a nível pontual, sem ilustrar

Leia mais

Monitorização e Controle de Projeto

Monitorização e Controle de Projeto Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Monitorização e Controle de Projeto Ricardo Pereira e Silva, D.Sc. www.inf.ufsc.br/ricardo Disponível em www.inf.ufsc.br/~ricardo/download/projetonpd Treinamento

Leia mais

Bem-vindo ao tópico sobre movimentos de mercadorias em estoque.

Bem-vindo ao tópico sobre movimentos de mercadorias em estoque. Bem-vindo ao tópico sobre movimentos de mercadorias em estoque. Neste tópico, veremos como realizar a entrada e a saída de mercadorias e como movimentá-las entre estoques. Você aprenderá a criar recebimentos

Leia mais

Resumo Aula-tema 06: Gestão Financeira

Resumo Aula-tema 06: Gestão Financeira Resumo Aula-tema 06: Gestão Financeira A análise contábil e financeira é de extrema importância para a sobrevivência das micro e pequenas empresas, pois fornece informações importantes que possibilitam

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Etec Ensino Técnico Etec: São José do Rio Pardo Código: 150 Município: São José do Rio Pardo Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível

Leia mais

Gestão de Processos: Ciclo PDCA. Profa. Reane Franco Goulart

Gestão de Processos: Ciclo PDCA. Profa. Reane Franco Goulart Gestão de Processos: Ciclo PDCA Profa. Reane Franco Goulart O que é PDCA? É uma ferramenta da qualidade utilizada no controle do processo para a solução de problemas. É também chamado de Roda de Deming

Leia mais

5.1 Processo de Avaliação de Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares O processo de avaliação e visita deve ser orientado pela aplicação do

5.1 Processo de Avaliação de Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares O processo de avaliação e visita deve ser orientado pela aplicação do 5. PROCEDIMENTOS 5.1 Processo de Avaliação de Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares O processo de avaliação e visita deve ser orientado pela aplicação do Manual Brasileiro de Acreditação das

Leia mais

Recursos Materiais e Logística (Analista de Recursos Materiais e Logística IBGE) Aula Demonstrativa Prof. Renato Fenili

Recursos Materiais e Logística (Analista de Recursos Materiais e Logística IBGE) Aula Demonstrativa Prof. Renato Fenili AULA DEMONSTRATIVA Prezado (a) amigo (a), É chegada a hora de nos dedicarmos ao esperado concurso para Analista de Recursos Materiais e Logística do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Meu

Leia mais

Prof. Wendell Léo. Gestão de Estoques Funções e Tipos.

Prof. Wendell Léo. Gestão de Estoques Funções e Tipos. Prof. Wendell Léo Gestão de Estoques Funções e Tipos w.castellano@ig.com.br Gestão de Estoques ara se organizar um setor de controle de estoques, inicialmente deveremos escrever suas principais funções:

Leia mais

AUDITORIA INTERNA Secretaria de Educação

AUDITORIA INTERNA Secretaria de Educação 1. Objetivo Esta norma estabelece o procedimento, requisitos básicos e a metodologia a ser obedecida para o planejamento, a execução e o registro de auditorias internas do Sistema de Gestão da Qualidade

Leia mais

LIMITAÇÕES DE ALGUNS INDICADORES CLÁSSICOS DE LIQUIDEZ E ENDIVIDAMENTO (E O QUE FAZER)

LIMITAÇÕES DE ALGUNS INDICADORES CLÁSSICOS DE LIQUIDEZ E ENDIVIDAMENTO (E O QUE FAZER) LIMITAÇÕES DE ALGUNS INDICADORES CLÁSSICOS DE LIQUIDEZ E ENDIVIDAMENTO (E O QUE FAZER)! Quais são os indicadores! Quais são suas limitações! Quais indicadores utilizar para corrigir as limitações! Qualidade

Leia mais

Índice fipezap de preços de imóveis anunciados

Índice fipezap de preços de imóveis anunciados Preço médio de locação inicia 2016 em queda de 0,16% Resultado de janeiro leva o Índice FipeZap de Locação a mostrar a nona queda nominal seguida na comparação com o mês anterior Os preços de locação iniciaram

Leia mais

Fundamentos do controle

Fundamentos do controle Fundamentos do controle Prof ª Karina Gomes Lourenço Conceitos de Controle Controle como função restritiva e coercitiva: : restringir ou coibir certos tipos de desvios indesejáveis ou de comportamentos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC MONSENHOR ANTONIO MAGLIANO Código: 088 Município: GARÇA Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional:

Leia mais

Aula 6 Contextualização

Aula 6 Contextualização Gestão Financeira Aula 6 Contextualização Prof. Esp. Roger Luciano Francisco Fluxo de Caixa Fluxo de caixa é o conjunto de movimentações, de entradas e saídas de dinheiro, de um período determinado nas

Leia mais

FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU - BRASIL EDITAL DO PROCESSO SELETIVO Nº 38.16

FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU - BRASIL EDITAL DO PROCESSO SELETIVO Nº 38.16 EDITAL DO PROCESSO SELETIVO Nº 38.16 A FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU BRASIL (FPTI-BR) torna público que serão recebidas as inscrições para o Processo Seletivo nº 38.16 sob contratação em regime CLT

Leia mais

GESTÃO DA MANUTENÇÃO

GESTÃO DA MANUTENÇÃO Classificação Nível de Criticidade para Equipamentos S Q W Itens para avaliação Segurança cliente interno cliente externo meio-ambiente Qualidade Condição de trabalho Status Equipamento A B D P M Perdas

Leia mais

TERMINOLOGIAS E CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gastos, custos, despesas Custos diretos e indiretos Método de avaliação de estoques PEPS, CUSTO MÉDIO

TERMINOLOGIAS E CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gastos, custos, despesas Custos diretos e indiretos Método de avaliação de estoques PEPS, CUSTO MÉDIO TERMINOLOGIAS E CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gastos, custos, despesas Custos diretos e indiretos Método de avaliação de estoques PEPS, CUSTO MÉDIO 22/02/2016 1. DEFINIÇÕES E TERMINOLOGIAS BÁSICAS Dispêndio

Leia mais

Table of Contents. WinThor 7. Index 0. 1 34 - Gestão... Patrimonial

Table of Contents. WinThor 7. Index 0. 1 34 - Gestão... Patrimonial Table of Contents WinThor 7 1 34 - Gestão... Patrimonial 7 3421 Saída de... bens patrimoniais 7 Como Controlar... a entrada e o cancelamento de nota fiscal 7 Nova nota fiscal de... saída 8 Cancelar nota

Leia mais

NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO

NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO Referência: NT-AI.04.03.01 http://www.unesp.br/ai/pdf/nt-ai.04.03.01.pdf Data: 31/07/2000 STATUS: EM VIGOR A Assessoria

Leia mais

CALENDÁRIO DO CURSO SUPERIOR DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - SISTEMA EAD

CALENDÁRIO DO CURSO SUPERIOR DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - SISTEMA EAD ESTRUTURA DO CALENDÁRIO Atualizado em 01/03/2010 Antes de utilizar o Calendário do Curso, leia atentamente o Manual do Aluno do SISTEMA EAD, para que possa entender o processo de avaliação, disciplinas,

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA OBTER LIGAÇÃO DE ÁGUA E PARA MONTAGEM DA MURETA PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA DA SANESC

INSTRUÇÕES PARA OBTER LIGAÇÃO DE ÁGUA E PARA MONTAGEM DA MURETA PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA DA SANESC Instrução Normativa a partir de 01 de Junho de 2014 INSTRUÇÕES PARA OBTER LIGAÇÃO DE ÁGUA E PARA MONTAGEM DA MURETA PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA DA SANESC Passo 1 Certifique a disponibilidade do serviço de

Leia mais

Saiba administrar o capital de giro

Saiba administrar o capital de giro Saiba administrar o capital de giro O SEBRAE e o que ele pode fazer pelo seu negócio Consultorias SEBRAE Mais Programas setoriais Palestras Trilha de aprendizagem empresarial EAD Na Medida Cursos SEI E

Leia mais

Orçamento Empresarial

Orçamento Empresarial Controladoria Prof. Dr. Fábio Frezatti aula 07 Etapa Financeira Aula 7 Ao final desta aula você: - Inserirá o conceito de gastos, custos, despesas e investimentos na análise do orçamento. - Explicitará

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO. Rebeka Sotero Pedro Jonas Baltazar

FUNDAMENTOS DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO. Rebeka Sotero Pedro Jonas Baltazar FUNDAMENTOS DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO Rebeka Sotero Pedro Jonas Baltazar GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO Envolve a administração dos elementos de giro da empresa. GESTÃO DO ATIVO CIRCULANTE Deve estabelecer

Leia mais

INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE

INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE 1.1. Contabilidade para não Contadores INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE Objetiva ensinar a Contabilidade para aqueles que não são contadores, mas necessitam interpretar (entender) a Contabilidade, os relatórios

Leia mais

MPS Materiais WHITE PAPER COM A VISÃO GERAL DA SOLUÇÃO PARA GESTÃO DE MATERIAIS

MPS Materiais WHITE PAPER COM A VISÃO GERAL DA SOLUÇÃO PARA GESTÃO DE MATERIAIS MPS Materiais WHITE PAPER COM A VISÃO GERAL DA SOLUÇÃO PARA GESTÃO DE MATERIAIS NECESSIDADE PERCEBIDA O outsourcing de impressão tem dificuldade de prever a demanda do seu cliente, principalmente no que

Leia mais

Atividades coordenadas para direcionar e controlar uma organização no que se refere a riscos.

Atividades coordenadas para direcionar e controlar uma organização no que se refere a riscos. Gestão de Riscos Prof. Luiz A. Nascimento Auditoria e Segurança de Sistemas Faculdade Taboão da Serra Atividades coordenadas para direcionar e controlar uma organização no que se refere a riscos. ABNT

Leia mais

Apresentação Comercial Proposta de Suporte Técnico Informática

Apresentação Comercial Proposta de Suporte Técnico Informática Apresentação Comercial Proposta de Suporte Técnico Informática Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter

Leia mais

Elaboração e Análise de Projetos

Elaboração e Análise de Projetos Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César ANÁLISE DE MERCADO Além de ser o ponto de partida de qualquer projeto, é um dos aspectos mais importantes para a confecção deste.

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SISTEMA DE DETECÇÃO VEICULAR OVERHEAD

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SISTEMA DE DETECÇÃO VEICULAR OVERHEAD ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SISTEMA DE DETECÇÃO VEICULAR OVERHEAD SUMÁRIO 1. SISTEMA DE DETECÇÃO OVERHEAD... 2 2. PROCEDIMENTO DE TESTE DE SISTEMA DE DETECÇÃO OVERHEAD PARA O SISTEMA SCOOT... 3 3. DOCUMENTAÇÃO...

Leia mais

Gerenciamento de Integração. Prof. Anderson Valadares

Gerenciamento de Integração. Prof. Anderson Valadares Gerenciamento de Integração Prof. Anderson Valadares 1. Conceito A área de conhecimento em gerenciamento de integração do projeto inclui processos e as atividades necessárias para identificar, definir,

Leia mais

Orçamento é... Expressão quantitativa Plano de aquisição e uso de recursos financeiros Plano de como alocar recursos para cada unidade organizacional

Orçamento é... Expressão quantitativa Plano de aquisição e uso de recursos financeiros Plano de como alocar recursos para cada unidade organizacional Orçamento Empresarial Orçamento é... Expressão quantitativa Plano de aquisição e uso de recursos financeiros Plano de como alocar recursos para cada unidade organizacional Plano, meta, demonstrações pro-forma.

Leia mais

Políticas Corporativas

Políticas Corporativas 1 IDENTIFICAÇÃO Título: POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES Restrições para Uso: Livre Acesso Controle Reservado Confidencial Controlada Não Controlada Em Revisão 2 - RESPONSÁVEIS Etapa Área Responsável

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Modernização Institucional Projeto de Lei OSCIPs

Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Modernização Institucional Projeto de Lei OSCIPs Governo do Estado do Rio Grande do Sul Modernização Institucional Projeto de Lei OSCIPs Base e referência legal Ementa Constitucional 19/98 Lei nº 9.637/98 Lei n.º 9.790/99 Lei n 846/98 Lei nº 14.870/2003

Leia mais

SICLOM Mapa Mensal. 1 Mapa Mensal. Versão: 2012. Manual de preenchimento do mapa mensal no SICLOM Gerencial

SICLOM Mapa Mensal. 1 Mapa Mensal. Versão: 2012. Manual de preenchimento do mapa mensal no SICLOM Gerencial 1 Mapa Mensal SICLOM Mapa Mensal Manual de preenchimento do mapa mensal no SICLOM Gerencial Versão: 2012 2 Mapa Mensal 3 Mapa Mensal Índice.. Introdução. 5 Como Acessar o SICLOM Gerencial. 5 Menu Geral.

Leia mais

Glossário de termos financeiros PARTE 4

Glossário de termos financeiros PARTE 4 Glossário de termos financeiros PARTE 4 Activo Qualquer bem útil ou valioso pertença de um indivíduo, empresa ou organização. Activos de curto prazo Disponibilidade de Caixa ou outros bens que a empresa

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. PALESTRA:

Leia mais

Objetivos da disciplina:

Objetivos da disciplina: Aplicar e utilizar princípios de metrologia em calibração de instrumentos e malhas de controle. Objetivos da disciplina: Aplicar e utilizar princípios de metrologia calibração de instrumentos e malhas

Leia mais

LISTA 5A. 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança, crescimento econômico e sistema financeiro

LISTA 5A. 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança, crescimento econômico e sistema financeiro 1 LISTA 5A Conceitos importantes: 1) Produto potencial, produto efetivo e produtividade 2) Determinantes da produção e da produtividade de um país 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança,

Leia mais

Manual de Gerenciamento de Risco e de Risco de Liquidez

Manual de Gerenciamento de Risco e de Risco de Liquidez Manual de Gerenciamento de Risco e de Risco de Liquidez Junho de 2016 [Type text] Índice Av Pedroso de Morais 1619 cj 110 05419-001 São Paulo SP 55 11 3038 1287 setinvestimentos.com.br I. Objetivo... 2

Leia mais

Qualidade de Produto. Maria Cláudia F. P. Emer

Qualidade de Produto. Maria Cláudia F. P. Emer Qualidade de Produto Maria Cláudia F. P. Emer Introdução Qualidade diretamente ligada ao produto final Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção Software Atividades

Leia mais

Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas. Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira

Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas. Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira Nov/2012 Para que serve? Definir as quantidades de cada matéria prima necessária para

Leia mais

Avaliação do Processo de Medição em Gerência de Incidentes e Gerência de Continuidade e Disponibilidade à Luz do MR-MPS-SV

Avaliação do Processo de Medição em Gerência de Incidentes e Gerência de Continuidade e Disponibilidade à Luz do MR-MPS-SV 1 Avaliação do Processo de Medição em Gerência de Incidentes e Gerência de Continuidade e Disponibilidade à Luz do MR-MPS-SV Bianca Trinkenreich bianca.trinkenreich@uniriotec.br Gleison Santos gleison.santos@uniriotec.br

Leia mais

Qualidade de Software Normatização

Qualidade de Software Normatização Qualidade de Software Normatização Norma ISO/IEC 12207 processo do ciclo de vida de software Norma criada em 1995 com o objetivo de fornecer uma estrutura comum para adquirente, fornecedor, desenvolvedor,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS FINANCEIROS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS FINANCEIROS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS FINANCEIROS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA Sistemas de informação que dão suporte aos gerentes financeiros no financiamento de uma empresa e na alocação e controle

Leia mais

Informe Técnico Agência das Bacias PCJ n 01/2015

Informe Técnico Agência das Bacias PCJ n 01/2015 Informe Técnico Agência das Bacias PCJ n 01/2015 Procedimentos e Requisitos Necessários para a Solicitação de inclusão no Mecanismo Diferenciado de Pagamento Abatimento do ValorDBO, referente a cobrança

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO PARALAPRACÁ

PROGRAMA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO PARALAPRACÁ PROGRAMA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO PARALAPRACÁ MODELO DE FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO PARA PROPOSTAS 2013 Documento de preparação para inscrições. A proposta final deverá ser encaminhada em formulário idêntico

Leia mais

Serviço de Edição e Informação Técnico-Científica/abril 2012 SISTEMA DE INFORMAÇÃO DO CÂNCER (SISCAN)

Serviço de Edição e Informação Técnico-Científica/abril 2012 SISTEMA DE INFORMAÇÃO DO CÂNCER (SISCAN) Serviço de Edição e Informação Técnico-Científica/abril 2012 SISTEMA DE INFORMAÇÃO DO CÂNCER (SISCAN) 1 O que é a versão web SISCAN? É a versão em plataforma web que integra os Sistemas de Informação do

Leia mais

(baseado nas sugestões do IATF)

(baseado nas sugestões do IATF) Polvo e Tartarugas Método de mapeamento de processos (identificação e determinação da seqüência e interação dos processos) (baseado nas sugestões do IATF) Princípios de Gestão da Qualidade Um dos oito

Leia mais

Regras para os usuários:

Regras para os usuários: REGULAMENTO PARA USUÁRIOS DOS EQUIPAMENTOS DO LAMAQ Objetivo das regras de uso das salas de equipamentos do LAMAQ. Disponibilizar a infraestrutura analítica e o apoio técnico necessário às atividades de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SISTEMA DE BIBLIOTECAS PROCEDIMENTOS PARA COMPRA DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO NA UFPR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SISTEMA DE BIBLIOTECAS PROCEDIMENTOS PARA COMPRA DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO NA UFPR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SISTEMA DE BIBLIOTECAS PROCEDIMENTOS PARA COMPRA DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO NA UFPR De acordo com o Ato orçamentário n. 02/11 (anexo 1), toda aquisição de material bibliográfico

Leia mais

REGULAMENTO DA RÁDIO/TV ESCOLA

REGULAMENTO DA RÁDIO/TV ESCOLA REGULAMENTO DA RÁDIO/TV ESCOLA 2015/2016 1. INTRODUÇÃO Este regulamento tem como objetivo assegurar o bom funcionamento das emissões produzidas na Rádio/TV Escola, na Escola Secundária do Agrupamento de

Leia mais

Noções de Microeconomia

Noções de Microeconomia Noções de Microeconomia Demanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado: A Demanda e a Lei da Demanda; A Curva da Demanda; A Oferta e a Lei da Oferta; A Curva da Oferta; Equilíbrio de Mercado; Elasticidades. Introdução

Leia mais

Qual é o estoque mínimo que irá garantir o nível de serviço ao cliente desejado pela empresa?

Qual é o estoque mínimo que irá garantir o nível de serviço ao cliente desejado pela empresa? O estoque de segurança remete a erros de previsão de demanda; Falta de confiança nas entregas devido a atrasos no ressuprimento de materiais; Rendimento da produção abaixo do esperado. Qual é o estoque

Leia mais

O QUE É REAVALIAÇÃO? Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Benefícios da reavaliação de ativos. O que pode ser reavaliado?

O QUE É REAVALIAÇÃO? Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Benefícios da reavaliação de ativos. O que pode ser reavaliado? O QUE É REAVALIAÇÃO? Benefícios da reavaliação de ativos. O que pode ser reavaliado? Contabilização Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor

Leia mais

ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EM CONSONÂNCIA AO EDITAL Nº 01/2015

ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EM CONSONÂNCIA AO EDITAL Nº 01/2015 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EM CONSONÂNCIA AO EDITAL Nº 01/2015 NOME DO PROJETO: ORGANIZAÇÃO PROPONENTE: DATA : / / ÍNDICE DO PROJETO ASSUNTO PÁG. I - CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO - TÍTULO

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO) CONTROLE DE DOCUMENTOS e REGISTROS

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO) CONTROLE DE DOCUMENTOS e REGISTROS (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO) Procedimento CONTROLE DE DOCUMENTOS e REGISTROS PR.01 Página 1 de 3 14001: 4.4.5, 4.5.4 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática para o processo de elaboração,

Leia mais

Desenvolvimento Organizacional

Desenvolvimento Organizacional Desenvolvimento Organizacional O desenvolvimento Organizacional nasceu na década de 1960 devido as mudanças no mundo das organizações e em função das estruturas convencionais serem inadequadas a essas

Leia mais

Unidade I RECURSOS MATERIAIS E. Profa. Marinalva Barboza

Unidade I RECURSOS MATERIAIS E. Profa. Marinalva Barboza Unidade I RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Profa. Marinalva Barboza Entendendo os objetivos da disciplina A disciplina se propõe ainda a conduzir o aluno na seguinte reflexão: Qual é a relação entre os

Leia mais

Apuração das metas do contrato de gestão 1º semestre 2010

Apuração das metas do contrato de gestão 1º semestre 2010 Apuração das metas do contrato de gestão 1º semestre 2010 De acordo com os dados do primeiro semestre de 2010, a RioFilme atingiu 75% das metas estabelecidas para o período. A RioFilme se enquadra, portanto,

Leia mais

ANEXO I CRONOGRAMA DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO

ANEXO I CRONOGRAMA DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO ANEXO I CRONOGRAMA DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO I - Reconhecimento, mensuração e evidenciação dos créditos, tributários

Leia mais

Propostas ISO. Benefícios com a certificação. ISO/IEC 9126 Qualidade de produtos de software

Propostas ISO. Benefícios com a certificação. ISO/IEC 9126 Qualidade de produtos de software Gerais Processo Produto Propostas NBR ISO 9000:2005 define principios e vocabulário NBR ISO 9001:2000 define exigências para sistema de gerência de NBR ISO 9004:2000 apresenta linha diretivas para o melhoramento

Leia mais

Indicadores de Desempenho: Desafios da Escolha e do Uso

Indicadores de Desempenho: Desafios da Escolha e do Uso Indicadores de Desempenho: Desafios da Escolha e do Uso por Ronaldo Favero em RevistaRH.com.br Escolha Da mesma forma que no cotidiano das pessoas as medições estão presentes (velocidade dos veículos,

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 025/2012 CT PRCI n 99.833/2012 e Ticket n 277.676

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 025/2012 CT PRCI n 99.833/2012 e Ticket n 277.676 PARECER COREN-SP 025/2012 CT PRCI n 99.833/2012 e Ticket n 277.676 Assunto: Aprazamento da prescrição de enfermagem. 1. Do fato Solicitado parecer acerca do aprazamento utilizado por profissional do Centro

Leia mais

ANÁLISE DE FALHAS DE COMPUTADORES

ANÁLISE DE FALHAS DE COMPUTADORES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DANIELE APARECIDA DE OLIVEIRA VERANICE POLATO ANÁLISE DE FALHAS DE COMPUTADORES LINHA DE PESQUISA: Projeto de Pesquisa apresentado à disciplina de

Leia mais

Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS

Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Sustentabilidade Contexto Aumento no número de pessoas Maior quantidade de recursos explorados Produção e consumo: compras

Leia mais

Atualização do Cartão Nacional de Saúde para o Siscan

Atualização do Cartão Nacional de Saúde para o Siscan Atualização do Cartão Nacional de Saúde para o Siscan Quando um novo exame é requisitado no Siscan é necessário inserir o CNS do paciente para preenchimento dos campos do cadastro. Estes dados estão armazenados

Leia mais

APÊNDICE II PROGRAMA DE FORMAÇÃO E TREINAMENTO

APÊNDICE II PROGRAMA DE FORMAÇÃO E TREINAMENTO APÊNDICE II PROGRAMA DE FORMAÇÃO E TREINAMENTO Página 1 de 9 1. INTRODUÇÃO A CONCESSIONÁRIA deverá conceber e aplicar programa de capacitação e treinamento dos profissionais envolvidos na Operação UAI

Leia mais

Avaliação Baseada em Modelos Conceituais I - Engenharia Cognitiva

Avaliação Baseada em Modelos Conceituais I - Engenharia Cognitiva 1 Avaliação Baseada em Modelos Conceituais I - Engenharia Cognitiva Aula 5 19/03/2012 2 O que são modelos? São moldes previamente estabelecidos que utilizamos para descrever, interpretar, construir objetos

Leia mais

As atividades que conciliam

As atividades que conciliam INÍCIO 2º BIM 9º AULA 18/OUT/2011 PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO A NATUREZA DO FORNECIMENTO E DA DEMANDA DEBATE EM GRUPO - QUESTIONÁRIO PLANEJAMENTO E CONTROLE VISA GERENCIAR AS ATIVIDADES DA OPERAÇÃO

Leia mais

IV Encontro Pedagógico do IFAM

IV Encontro Pedagógico do IFAM IV Encontro Pedagógico do IFAM Mesa temática III: Órgãos Reguladores e Processos de Auditoria na EPT Palestrante: Samara Santos dos Santos Responsável pela Auditoria Interna do IFAM Manaus, 01 de junho

Leia mais

As sete ferramentas da qualidade (Seven Tools)

As sete ferramentas da qualidade (Seven Tools) As sete ferramentas da qualidade (Seven Tools) Gerência da Rotina Previsibilidade Gerência da Melhoria Competitividade 1 ROTI A Estabelecida de tal forma que a administração da empresa possa delegar a

Leia mais

Introdução. Qualidade de Produto. Introdução. Introdução ISO/IEC 9126. Normas

Introdução. Qualidade de Produto. Introdução. Introdução ISO/IEC 9126. Normas Qualidade de Produto Maria Cláudia F.P. Emer Introdução z Qualidade diretamente ligada ao produto final z Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção z Software

Leia mais

OFICINA 3 IGM Indicadores de Governança Municipal Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS

OFICINA 3 IGM Indicadores de Governança Municipal Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS Objetivo: OFICINA 3 IGM Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS Contribuir com a SEP, analisando o processo de planejamento nos municípios, por

Leia mais

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO?

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? MANUTENÇÃO Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? Introdução à Manutenção O que a manutenção tem a ver com a qualidade total? Disponibilidade de máquina; Aumento da competitividade;

Leia mais

Relatório Ouvidoria ARSAE-MG Maio de 2015. Relatório Ouvidoria ARSAE-MG. Período: Maio de 2015

Relatório Ouvidoria ARSAE-MG Maio de 2015. Relatório Ouvidoria ARSAE-MG. Período: Maio de 2015 Relatório Ouvidoria ARSAE-MG Período: Maio de 2015 1 Equipe da Ouvidoria Grupo de Trabalho Evandro Brazil Magnus Gusman Analistas da Ouvidoria Diana Saliba Katherynne Rodrigues Gestoras de Regulação Aline

Leia mais

QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES. Susana Sousa Consultoria e Formação

QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES. Susana Sousa Consultoria e Formação QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES Susana Sousa Consultoria e Formação HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR o Porquê? Consumidor mais exigente Maior qualidade dos produtos Maior qualidade

Leia mais

NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS

NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS 2.5 Condições de Habilitação e Desabilitação dos Municípios I. Da Habilitação Para habilitação dos municípios nos níveis de gestão definidos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, SECRETARIADO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, SECRETARIADO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, SECRETARIADO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO Plano de Curso Disciplina: ADMINISTRAÇÃO E ANÁLISE FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Leia mais

ITG 1000 PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

ITG 1000 PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS ITG 1000 PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Brasília, Dezembro/ 2013 Unidade de Políticas Públicas NOTA TÉCNICA ITG 1000 PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Baseado nas Normas Internacionais de Contabilidade IFRS,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO COMUNICADO Nº 07/2015 ASSUNTO: Orientações SAESP II Parte 2 INTERESSADO: Diretores das Escolas e Diretoria de Ensino Prezados Diretores, Vimos através deste passar algumas orientações sobre a BAIXA DIÁRIA

Leia mais

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MÜLLER DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO OUTUBRO DE 2013 SUMÁRIO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO... 1 1. Núcleo de Informações

Leia mais

Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial. 2º Trimestre de 2011

Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial. 2º Trimestre de 2011 Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial 2º Trimestre de 2011 São Paulo, março de 2011 ASPECTOS GERAIS Objetivo da Pesquisa Obter as expectativas dos profissionais do mercado para os principais

Leia mais

CONTROLADORIA E CUSTOS

CONTROLADORIA E CUSTOS PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO EM NEGÓCIOS DE ALIMENTOS MÓDULO: 15 CONTROLADORIA E CUSTOS Coordenador: Hellen Coelho Professora: Marisa Lipi Data: 28/05/2010 CONTROLADORIA E CUSTOS Marisa Lipi www.companhiadoscursos.com.br

Leia mais

Política de Segurança & Privacidade Pagbem POLÍTICA DE SEGURANÇA & PRIVACIDADE PAGBEM

Política de Segurança & Privacidade Pagbem POLÍTICA DE SEGURANÇA & PRIVACIDADE PAGBEM POLÍTICA DE SEGURANÇA & PRIVACIDADE PAGBEM 1. INTRODUÇÃO... 2 2. INFORMAÇÕES QUE OBTEMOS... 2 3. PROTEÇÃO À SUA SEGURANÇA... 3 4. SEGURANÇA E AUTENTICAÇÃO DO NOSSO AMBIENTE... 3 5. COOKIES DA NAVEGAÇÃO,

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCURSO

REGULAMENTO DE CONCURSO Índice 1. Objetivos... 2 2. Entidades Beneficiárias... 2 3. Dotação Orçamental... 2 4. Financiamento... 2 5. Despesas elegíveis... 3 6. Condições de Acesso ao Concurso... 3 7. Metodologia de Seleção dos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO NA MANUTENÇÃO ou Como evitar armadilhas na Gestão da Manutenção Parte 2

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO NA MANUTENÇÃO ou Como evitar armadilhas na Gestão da Manutenção Parte 2 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO NA MANUTENÇÃO ou Como evitar armadilhas na Gestão da Manutenção Parte 2 Júlio Nascif Luiz Carlos Dorigo 2 ESQUEMA DE ATRIBUIÇÕES DA MANUTENÇÃO Podemos representar as principais

Leia mais

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 4/2003/SCAO/AUGE

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 4/2003/SCAO/AUGE INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 4/2003/SCAO/AUGE O Diretor da Superintendência Central de Auditoria Operacional SCAO/AUGE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 7º, inc. IV, do Decreto nº 43.242, de 27/3/2003,

Leia mais

ICEI Índice de Confiança do Empresário Industrial Julho/07 Interiorização da Sondagem

ICEI Índice de Confiança do Empresário Industrial Julho/07 Interiorização da Sondagem Resultado do ICEI - Índice de Confiança do Empresário Industrial - nas Regionais FIESP Projeto de de Opinião CNI (DEPAR/DEPECON) Introdução A Sondagem Industrial é uma pesquisa qualitativa realizada trimestralmente

Leia mais

Inventário de Estoques

Inventário de Estoques Inventário de Estoques O inventário de estoques constitui-se em uma ferramenta de importância fundamental para o aperfeiçoamento dos controles internos da organização, mitigando riscos de perdas, proporcionando

Leia mais

MANIFESTO DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA. 6 de Dezembro de 2012

MANIFESTO DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA. 6 de Dezembro de 2012 MANIFESTO DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA 6 de Dezembro de 2012 Dispõe sobre a necessidade emergencial de contratação de professores temporários de excepcional interesse

Leia mais

Aula Nº 4 Gestão Econômica e Controladoria

Aula Nº 4 Gestão Econômica e Controladoria Aula Nº 4 Gestão Econômica e Controladoria Objetivos da aula: O conceito do modelo de Gestão Econômica GECON, já vem sendo aplicado por inúmeras empresas públicas e privadas, solucionando problemas relacionados

Leia mais

ESTRUTURANDO O FLUXO PUXADO

ESTRUTURANDO O FLUXO PUXADO Pós Graduação em Engenharia de Produção Ênfase na Produção Enxuta de Bens e Serviços (LEAN MANUFACTURING) ESTRUTURANDO O FLUXO PUXADO Exercícios de Consolidação Formulação 1 º Exercício Defina os diferentes

Leia mais

Manual WAC TISS 3.02.00. Solicitação e prorrogação de internações. Unimed Pelotas:: Manual WAC TISS SADT

Manual WAC TISS 3.02.00. Solicitação e prorrogação de internações. Unimed Pelotas:: Manual WAC TISS SADT Manual WAC TISS 3.02.00 Solicitação e prorrogação de internações Unimed Pelotas:: Manual WAC TISS SADT 1 Apresentação A partir do dia 31 de agosto de 2014, passa a vigorar a versão 3.02.00 do Padrão para

Leia mais

Econômico - Financeira

Econômico - Financeira 7 Fundamentos de Análise Econômico - Financeira Já vimos como é feito o registro contábil do patrimônio da nossa empresa, elaboramos uma equação a equação fundamental do patrimônio líquido financeiro (PFL)

Leia mais

GUIA PRÁTICO ATENDIMENTO AÇÃO SOCIAL

GUIA PRÁTICO ATENDIMENTO AÇÃO SOCIAL Manual de GUIA PRÁTICO ATENDIMENTO AÇÃO SOCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/7 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Atendimento Ação Social (31 A V4.07) PROPRIEDADE

Leia mais

MINUTA DA NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT SP.

MINUTA DA NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT SP. MINUTA DA NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT SP. 1) DISPOSIÇÕES GERAIS 2) DEFINIÇÕES GERAIS 3) CARACTERÍSTICAS E ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS 4) EVIDENCIAÇÃO NA DEMONSTRAÇÃO

Leia mais

Fundamentos da Gestão do Capital de Giro. Camila & Carlos Augusto

Fundamentos da Gestão do Capital de Giro. Camila & Carlos Augusto Fundamentos da Gestão do Capital de Giro Camila & Carlos Augusto Janeiro/2013 O QUE É CAPITAL DE GIRO AUMENTO DAS VENDAS AUMENTO DO FATURAMENTO ENDIVIDAMENTO E SEM DINHEIRO! CAPITAL DE GIRO CURTO PRAZO

Leia mais