NOVELA É COISA DE MENINA? UMA ANÁLISE DE GÊNERO DA AUDIÊNCIA DE NOVELAS ENTRE OS ADOLESCENTES DE MONTES CLAROS, MG 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOVELA É COISA DE MENINA? UMA ANÁLISE DE GÊNERO DA AUDIÊNCIA DE NOVELAS ENTRE OS ADOLESCENTES DE MONTES CLAROS, MG 1"

Transcrição

1 NOVELA É COISA DE MENINA? UMA ANÁLISE DE GÊNERO DA AUDIÊNCIA DE NOVELAS ENTRE OS ADOLESCENTES DE MONTES CLAROS, MG 1 Paula Miranda-Ribeiro 2 Adriana Miranda-Ribeiro 3 Mariane Miguel Chaves 4 Participante: Eu não assisto [O Rei do Gado]. Paula: Nem de vez em quando? Participante: Quando eu tô sem fazer nada. Paula: Então, pois é. Participante: Mas eu nem presto atenção. Paula: Ah, pode confessar que você vê novela, a gente não vai achar ruim. Participante: Só quando eu tô sem fazer nada, né. (adolescente do sexo masculino, grupo Escolas Privadas 2, Montes Claros) 1 INTRODUÇÃO Dizem que novela é coisa de mulher. Por causa deste rótulo, muitos homens, entre eles os adolescentes, têm dificuldade de assumir publicamente que assistem novela, ainda que esporadicamente. O diálogo acima, travado durante um grupo de discussão com estudantes de 14 a 17 anos de escolas particulares em Montes Claros 5 mostra que a percepção da novela enquanto programa feminino vai além da teoria. 1 Pesquisa financiada pela Fundação Rockefeller e pelo Population Council. 2 Professora Adjunta do Departamento de Demografia e pesquisadora do CEDEPLAR/UFMG. 3 Bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG, bolsista de aperfeiçoamento com recursos da Fundação Rockefeller. 4 Aluna de graduação em Ciências Econômicas da UFMG, bolsista de iniciação científica com recursos da Fundação Rockefeller. 5 Este grupo de discussão foi conduzido por Paula Miranda-Ribeiro em janeiro de XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 263

2 Se novela é mesmo coisa de mulher, como explicar que cerca de 40% da audiência das novelas brasileiras é masculina (Hamburger, 1998)? Na academia, os estudos sobre a audiência de novela feitos na área de comunicação dão ênfase à mulher enquanto telespectadora (Press, 1991; Geraghty, 1991; Baehr, Gray, 1996, entre outros). Os homens são geralmente estudados enquanto público-alvo de programas masculinos tais como filmes e seriados de ação, programas esportivos e noticiários (Craig, 1992). Ainda que a audiência masculina de novelas seja menos relevante na área de comunicação, a ligação entre mídia, novelas, mudanças ideacionais e comportamento reprodutivo faz com que, na demografia, os homens, estes desconhecidos (Oliveira et al., 1994, p. 89) assumam fundamental importância. Nossa perspectiva analítica se baseia na definição de gênero de Scott (1994), que fala em relações de poder e admite que há elementos interrelacionados ao conceito de gênero. Entre eles, a autora cita os símbolos culturais à disposição dos indivíduos, os quais podem suscitar múltiplas interpretações. Este trabalho é bastante exploratório. Nosso objetivo é comparar adolescentes do sexo masculino e feminino no que tange à audiência de novelas em Montes Claros, MG. Será que novela é mesmo coisa de menina 6? Será que os meninos também recebem as mensagens veiculadas pelas novelas? Os dados a serem analisados provém de um survey 7 respondido por adolescentes de 14 a 17 anos em fevereiro de Nossa análise é cross-section, ou seja, estamos analisando a audiência das novelas que estavam no ar na semana da pesquisa de campo Mulheres de Areia à tarde na Globo; Anjo de Mim às seis na Globo; Salsa e Merengue às sete na Globo, Marimar 8 às sete no SBT, 6 Utilizamos as palavras menina e menino como sinônimos para adolescentes do sexo feminino e adolescente do sexo masculino. Apesar de politicamente incorreto, não estamos dando tom pejorativo ou impondo nenhum juízo de valor aos termos. 7 Este survey faz parte do projeto O Impacto Social da Televisão sobre o Comportamento Reprodutivo no Brasil, que reúne diversas instituições no Brasil e nos Estados Unidos. O survey de adolescentes foi coordenado por Paula Miranda-Ribeiro. O módulo de survey como um todo, que inclui ainda o survey com adultos em três localidades brasileiras, contou com a coordenação geral de Eduardo L. G. Rios-Neto, do CEDEPLAR/UFMG. 8 Na verdade, os horários das novelas do SBT é extremamente variável. 264 XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

3 Perdidos de Amor às sete e quinze na Band; A Indomada 9 às oito na Globo; Xica da Silva às dez na Manchete e Dona Anja 10 às oito e às dez no SBT. O trabalho está organizado da seguinte forma. Após uma breve contextualização do problema no item II, descrevemos os dados e a metodologia no item III e analisamos os resultados no item IV. No item V, tecemos algumas considerações finais. Nossa conclusão é a de que cada novela tem uma audiência específica. Em geral, as novelas da tarde da Globo (Vale a Pena Ver de Novo), das seis da Globo, das sete da Globo e das sete do SBT têm uma audiência predominantemente feminina. As novelas das dez da Manchete e SBT, analisadas em conjunto, têm audiência predominantemente masculina. A novela das oito da Globo é a única cuja audiência entre os adolescentes de Montes Claros independe do sexo dos mesmos. 2 CONTEXTUALIZAÇÃO Só recentemente a mídia foi incorporada na literatura demográfica como um possível elemento na difusão de novas idéias, tecnologias e comportamentos (Faria, 1989; Faria, Potter, 1994; Montgomery, Casterline, 1996). As mudanças ideacionais (ideational changes) sugeridas por Cleland, Wilson (1987) através das quais as mudanças na fecundidade ocorrem não devido ao desenvolvimento econômico ou a um aumento no status da mulher mas sim pela difusão de novas idéias atualmente se beneficiam de outros mecanismos além da comunicação boca-a-boca (word of mouth) sugerida por Watkins (1990). Além das interações interpessoais, Montgomery e Casterline defendem a hipótese de que indivíduos podem aprender certos comportamentos através de fontes impessoais tais como os meios de comunicação de massa. No caso brasileiro, o argumento inicialmente proposto por Faria (1989) e retomado em Faria, Potter (1990, 1994) é de que a política governamental de incentivo à expansão dos meios de comunicação de massa, aliada à ampliação do crédito ao consumidor e à medicalização, geraram efeitos não intencionais e não esperados 9 A novela O Rei do Gado, que antecedeu A Indomada, havia terminado na semana anterior à pesquisa mais exatamente no dia 15 de fevereiro. 10 Estamos considerando Dona Anja como novela das dez. XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 265

4 sobre a fecundidade e as práticas contraceptivas. Seguindo esta linha, acreditamos que a mídia tem um papel importante na transmissão de idéias que podem, de alguma maneira, influenciar o comportamento demográfico dos indivíduos. A tradição oral da cultura brasileira e a abrangência praticamente universal dos sinais fazem da televisão o meio de comunicação mais popular do Brasil (Faria, 1989; Faria, Potter, 1990). As novelas 11 por sua vez, são o programa de maior sucesso e audiência da televisão brasileira. Surgiram na década de 50, adaptadas de textos de países de língua espanhola. Levadas ao ar ao vivo algumas vezes por semana, atualmente as novelas são programas diários 12 que utilizam uma linguagem própria que leva em conta os acontecimentos contemporâneos, o ambiente urbano, o linguajar coloquial e cenas externas (Hamburger, 1998). Além disso, as novelas privilegiam o comportamento, as normas e os valores considerados de vanguarda da classe média do Rio de Janeiro e São Paulo (Leal, 1986). Portanto, se é verdade que a mídia tem um papel importante na difusão de novas idéias e valores, pode-se especular que, no caso brasileiro, a novela seja o instrumento mais eficaz e poderoso desta difusão. Apesar da mídia ter se tornado parte importante da vida de todos nós, é provável que seu efeito seja maior sobre os adolescentes devido ao fato deles estarem vivendo uma etapa de formação de identidade. A literatura norte-americana sugere que a televisão influencia a forma de pensar e, potencialmente, o comportamento de crianças e adolescentes (Strasburger, 1995). Ainda que não haja consenso sobre o assunto, os pesquisadores parecem concordar que a violência na televisão que vai da destruição de propriedades a violência física e morte induz crianças e adolescentes a fazer uso de comportamento violento. Com relação a sexo, há poucas pesquisas sobre a influência da televisão sobre a sexualidade infantil e adolescente devido à sensitividade do tópico. As pesquisas existentes suge- 11 A novela surgiu nos Estados Unidos sob a forma de soap-opera e foi concebida como ficção dirigida ao público feminino durante a Grande Depressão Americana, época em que as mulheres eram, na sua grande maioria, donas de casa que se dedicavam somente ao lar e à família (Allen, 1985). Ainda hoje, as soap-operas americanas têm como público-alvo as mulheres e por isso vão ao ar no horário vespertino. Os intervalos comerciais são preenchidos principalmente por anúncios de produtos femininos ou para o lar (Brown, 1994). 12 De segunda a sexta ou de segunda a sábado. 266 XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

5 rem que a exposição a programas com conteúdo sexual não-explícito tem pouco efeito sobre o comportamento, atitudes e valores das crianças. No entanto, esta exposição pode contribuir para um aumento no vocabulário relacionado a sexo (Huston et al., 1992). Na medida em que as crianças se tornam adolescentes, há uma mudança tanto no conteúdo quanto no contexto em que a mídia é utilizada (Larson, 1995). Há, também, uma tendência a resistir a mensagens percebidas como distantes da realidade em que os adolescentes vivem (Huston et al., 1992). Com isso, pode-se dizer que os adolescentes têm um papel ativo na decodificação das mensagens veiculadas pela mídia, ou seja, cada um entende a mensagem de acordo com a sua bagagem e a sua visão de mundo. Desta forma, não necessariamente meninos e meninas entendem e percebem as mensagens da mídia entre elas as mensagens das novelas da mesma forma. 3 FONTE DE DADOS E METODOLOGIA 3.1 Dados Os dados utilizados neste trabalho foram obtidos a partir de um survey conduzido em Montes Claros, MG entre 24 e 28 de fevereiro de Foram entrevistados 549 adolescentes entre 14 e 17 anos 290 do sexo feminino e 259 do sexo masculino tendo como base as classes sociais definidas pelo critério ABIPEME 13. Apesar das críticas feitas a este critério, decidimos adotá-lo devido à sua ampla utilização nas pesquisas de mercado. Na época do desenho do survey, achamos que seria complicado conversar com os jovens sobre temas de foro íntimo no domicílio, onde é difícil realizar entrevistas sem a presença de outras pessoas no mesmo cômodo ou mesmo nas imediações. Sendo assim, a amostragem não foi domiciliar mas sim por quota e as entrevistas foram conduzidas nas ruas da cidade. Ao ser entrevistado na rua e sem revelar seu nome e endereço, o (a) adolescente tinha a garantia (reforçada pelo entre- 13 O critério ABIPEME leva em conta a existência e o número de certos bens de consumo duráveis no domicílio tais como geladeira, rádio, televisão, vídeo cassete, automóvel, máquina de lavar roupa e aspirador de pó, bem como a existência de banheiro, a presença de empregada doméstica mensalista e o nível de educação do chefe do domicílio. XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 267

6 vistador) de que seus pais ou quaisquer outros amigos, parentes ou conhecidos jamais saberiam do conteúdo do questionário e muito menos das respostas. Com isso, preservamos os adolescentes e impedimos qualquer forma de identificação futura. A distribuição dos entrevistados por sexo e classe social se encontra na Tabela 1. Tabela 1 DISTRIBUIÇÃO DOS ENTREVISTADOS (ADOLESCENTES DE 14 A 17 ANOS) POR SEXO E CLASSE SOCIAL, DE ACORDO COM O CRITÉRIO ABIPEME A B3 B2 B1 C D E Masculino Feminino Total % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % Fonte: Survey O Impacto Social da Televisão sobre o Comportamento Reprodutivo no Brasil Módulo Adolescente, Metodologia 14 A metodologia a ser utilizada neste trabalho é a tabela de contingência, que nada mais é do que uma tabela que indica a distribuição de freqüência conjunta de duas ou mais variáveis discretas. Através de uma tabela de contingência, é possível determinar se a hipótese testada é verdadeira, ou seja, se as duas variáveis em estudo são relacionadas. Um teste apropriado para avaliar a significância 14 Para maiores detalhes, ver Bohrnstedt, Knoke (1988) e Wickens (1989). 268 XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

7 estatística das variáveis cruzadas na tabela é o teste do qui-quadrado (χ 2 ). Este teste se baseia na comparação entre a freqüência observada em cada célula da tabela com a freqüência que seria esperada caso as variáveis não fossem relacionadas, ou seja, caso as variáveis fossem estatisticamente independentes. Além do teste de significância, muitas vezes o pesquisador quer medir a associação entre as variáveis. Para isso, é preciso ter um número que expresse a magnitude do efeito e que possa ser interpretado e comparado de uma tabela para outra. É um erro usar o (χ 2 ) para este fim porque ele depende do tamanho da amostra (N) e cresce junto com ela, o que inviabiliza o seu uso como medida de tamanho do efeito. Entre os coeficientes que não dependem do tamanho da amostra está o odds ratio, ou a razão de chances. Além de não depender de N, o odds ratio é uma maneira simples de resumir a associação numa tabela 2x2. A chance de um evento ocorrer pode ser interpretada como o número de vezes em que o evento ocorre para cada vez em que ele não ocorre. Pensemos em duas populações diferentes por exemplo, adolescentes do sexo masculino e do sexo feminino. Pensemos, também, num evento por exemplo, assistir ou não novela. O odds ou a chance dos meninos assistirem novela não necessariamente é a mesma das meninas. O odds ratio nada mais é do que a razão entre as duas chances. Quando as duas populações são homogêneas, os odds são os mesmos e o odds ratio é igual a 1. Quanto mais as duas populações diferem, mais o odds ratio se afasta de 1. No contexto deste trabalho, estamos tentando responder a uma pergunta bem simples: a audiência das novelas é independente do sexo do (a) adolescente? Em outras palavras, será que meninos e meninas assistem (ou admitem que assistem) novela igualmente? Ou será que novela é coisa de menina? 4 RESULTADOS Quando se fala de novela, a Rede Globo é líder de audiência entre os adolescentes de Montes Claros, como pode ser visto na Tabela 2. As demais novelas mencionadas espontaneamente pelos entrevistados das sete do SBT, das sete da Band, das dez da Manchete e das dez do SBT têm uma audiência praticamente inexpressiva. Ainda XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 269

8 assim, decidimos incluí-las na nossa análise 15. É importante mencionar que o questionário permite ao entrevistado declarar que assiste até três novelas noturnas e uma novela diurna (à tarde). Também cabe notar que assistir novela não implica em assiduidade. Além da opção freqüentemente, questionário oferece as opções às vezes e raramente. Novela da tarde Globo Novela das seis Globo Novela das sete Globo Novela das sete SBT Novela das sete Band Novela das oito Globo Novela das 10 Manchete/SBT Tabela 2 DISTRIBUIÇÃO DA FREQÜÊNCIA DA AUDIÊNCIA DAS NOVELAS, POR SEXO Masculino Feminino Assiste assiste Assiste assiste 95 (36,68%) 30 (11,58%) 48 (18,53%) 11 (4,25%) 9 (3,47%) 141 (54,44%) 16 (6,18%) 164 (63,32%) 229 (88,42%) 211 (81,47%) 248 (95,75%) 250 (96,53%) 118 (45,56%) 243 (93,82%) 233 (80,34%) 121 (41,72%) 135 (46,55%) 41 (14,14%) 19 (6,55%) 153 (52,76%) 6 (2,07%) 57 (19,66%) 169 (58,28%) 155 (53,45%) 249 (85,86%) 271 (93,45%) 137 (47,24%) 284 (97,93%) no Brasil Módulo Adolescente, Nossa primeira tentativa de perceber se há relação entre o (a) adolescente ser do sexo masculino ou feminino e assistir ou não novela foi separar os entrevistados em dois grupos: aqueles que dizem que assistem alguma novela e aqueles que afirmam que não assistem novela alguma. Dos 549 entrevistados, 58 adolescentes do sexo masculino e 11 do sexo feminino declararam não assistir novela alguma, o que significa dizer que 78% dos meninos e quase todas as meninas 96% vêem alguma novela. A tabela de contingência (Tabela 3) 15 As novelas das dez da Manchete e do SBT foram agrupadas por causa da baixa audiência das duas separadamente. Estamos, portanto, trabalhando com a categoria novela das dez. 270 XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

9 sugere que a relação entre sexo e novela existe, ou seja, as meninas tendem a assistir mais novelas que os meninos. Portanto, a análise das novelas em conjunto nos sugere que novela é coisa de menina. Tabela 3 AUDIÊNCIA DAS NOVELAS, POR SEXO Novelas Masculino Feminino Total 201 (77,61%) 58 (22,39%) 279 (96,21%) 11 (3,79%) 480 Total χ 2 = 43,08 ; odds ratio = 0,14. Fonte: Survey O Impacto Social da Televisão sobre o Comportamento Reprodutivo no Brasil Módulo Adolescentes, O segundo passo foi analisar cada novela separadamente. A decisão se baseia no argumento de Leal (1986), que afirma que Cada novela ou cada horário de novela, a das seis, a das sete e a das oito, tem modalidades de audiência específicas (Leal, 1986, p. 48). Além dos horários noturnos, incluímos também a novela da tarde (Vale a Pena Ver de Novo, da Rede Globo), que nada mais é do que a reprise de uma novela que foi ao ar anteriormente em um dos três horários nobres. A Tabela 4 indica que o horário da tarde é essencialmente feminino, visto que 80% das entrevistadas reportaram assistir Mulheres de Areia 16, contra apenas 37% dos entrevistados. O teste do χ 2 corrobora este resultado, rejeitando a hipótese nula de independência entre as variáveis sexo e assistir novela das O odds ratio indica 16 Entre estes, somente um entrevistado classificou Malhação como novela da tarde. 17 Para um nível de significância de 5% e 1 grau de liberdade, o valor crítico é Como o valor do χ 2 calculado, 108,46, é maior do que o valor crítico, rejeita-se a hipótese nula de independência das variáveis e aceita-se a hipótese alternativa de que há relação entre o sexo do entrevistado e a audiência das novelas. XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 271

10 que a chance dos meninos assistirem novela à tarde é de apenas 14% da chance das meninas. Em outras palavras, a chance das meninas assistirem Mulheres de Areia é sete vezes a chance dos meninos. Tabela 4 AUDIÊNCIA DA NOVELA DA TARDE DA GLOBO, POR SEXO Novela da tarde Globo Masculino Feminino Total 95 (36,68%) 164 (63,32%) 233 (80,34%) 57 (19,66%) Total χ 2 = 108,46; odds ratio = 0,14. O público adolescente da novela das seis também é basicamente feminino, como mostra a Tabela 5. Entre os entrevistados do sexo masculino, somente 12% assistem Anjo de Mim, enquanto que entre as adolescentes do sexo feminino este número cresce para 42%. Mais uma vez, o teste do χ 2 indica que as meninas tendem a assistir mais novela neste horário que os meninos. A chance dos meninos assistirem a novela das seis, dada pelo odds ratio, é 18% da chance das meninas, ou seja, a chance das meninas assistirem Anjo de Mim é 5,5 vezes a chance dos meninos. Tabela 5 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SEIS DA GLOBO, POR SEXO Novela das seis Globo Masculino Feminino Total 30 (11,58%) 229 (88,42%) 121 (41,72%) 169 (58,28%) Total χ 2 = 62,34; odds ratio =0, XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

11 Os resultados anteriores se repetem para a novela das 7 da Globo (Salsa e Merengue) e a novela das 7 do SBT (Marimar). Nestes dois casos, o valor do χ 2 sugere que o público destas novelas é composto por mais meninas do que meninos (vide Tabelas 6 e 7). Tabela 6 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SETE DA GLOBO, POR SEXO Novela das sete Globo Masculino Feminino Total 48 (18,53%) 211 (81,47%) 135 (46,55%) 155 (53,45%) Total χ 2 = 48,33; odds ratio =0,261. Tabela 7 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SETE DO SBT, POR SEXO Novela das sete SBT Masculino Feminino Total 11 (4,25%) 248 (95,75%) 41 (14,14%) 249 (85,86%) Total χ 2 = 15,61; odds ratio =0,27. A novela das sete da Band, Perdidos de Amor, foi uma grande surpresa. Esperávamos que, como as demais novelas deste horário, a proporção de meninas que assistem esta novela fosse signi- XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 273

12 ficantemente superior à proporção de meninos (Tabela 8). Apesar de audiência ser muito baixa, o χ 2 calculado sugere que, apesar da chance dos meninos assistirem a novela ser a metade da chance das meninas, a audiência desta novela não pode ser rotulada de nem feminina, nem de masculina. Tabela 8 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SETE DA BAND, POR SEXO Novela das sete Band Masculino Feminino Total 9 (3,47%) 250 (96,53%) 19 (6,55%) 271 (93,45%) Total χ 2 = 2,68; odds ratio = 0,51. A novela das oito definitivamente não é território feminino. O teste do χ 2 não rejeita a hipótese nula de independência entre as variáveis. Em outras palavras, meninos e meninas assistem a novela das oito igualmente, como pode ser comprovado pelo odds ratio de 1,07 a chance dos meninos assistirem a novela das oito é 1,07 da chance das meninas. Em outras palavras, as chances são praticamente iguais. No caso das novelas das dez (Xica da Silva e Dona Anja), o resultado é exatamente o oposto: este horário é predominantemente masculino. Ainda que a audiência seja muito pequena, é interessante notar que a proporção de entrevistados (meninos) que reportaram assistir Xica da Silva ou Dona Anja (6%) é maior que a proporção de entrevistadas (2%) (Tabela 10). Este é o único caso em que a audiência masculina supera a feminina. O odds ratio indica que a chance dos meninos assistirem esta novela é 3,12 vezes a chance das meninas. Uma possível explicação pode estar no conteúdo destas novelas, dado que ambas se caracterizam por cenas de nudez feminina, atraindo a audiência masculina. Outra possibilidade é a proibição diferenciada por parte dos pais os pais proíbem as filhas, mas não os filhos, de assistir novelas com tanto apelo sexual. 274 XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

13 Tabela 9 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS OITO DA GLOBO, POR SEXO Novela das oito Globo Masculino Feminino Total 141 (54,44%) 118 (45,56%) 153 (52,76%) 137 (47,24%) Total χ 2 = 0,16; odds ratio = 1,07. Tabela 10 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS DEZ DA MANCHETE, POR SEXO Novela das dez Manchete Masculino Feminino Total 16 (6,18%) 243 (93,82%) 6 (2,07%) 284 (97,93%) Total χ 2 = 6,00; odds ratio = 3,12. Até agora, consideramos que todos os adolescentes entrevistados têm a mesma chance de assistir novela. No entanto, sabemos que, por várias razões, é possível que ele (a) seja impedido (a) de ver novela. Além de uma eventual proibição dos pais a qual não temos como medir na nossa base de dados, ele (a) pode não assistir novela porque estuda à noite, porque trabalha à noite, porque trabalha de dia e estuda à noite, ou porque trabalha o dia todo e prefere outras atividades de lazer à noite. Infelizmente o questionário não pergunta em que turno o entrevistado estuda. Com base nos dados disponíveis, XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 275

14 nosso terceiro passo consiste em analisar separadamente três grupos: aqueles que só estudaram na semana anterior à entrevista, aqueles que só trabalharam no período e aqueles que trabalharam e estudaram (Tabela 11). Dos 549 entrevistados, 417 só estudam, 11 só trabalham e 103 trabalham e estudam. Por causa do pequeno número de jovens que só trabalham, nossa análise se restringe aos que só estudam e aos que trabalham e estudam. No caso deste último grupo, dado que a audiência das novelas das sete do SBT, das sete da Band e das dez da Band e SBT é muito baixa, analisamos somente as novelas da Globo. Entre os 417 adolescentes que só estudaram na semana anterior à entrevista, os resultados anteriores se repetem. Mais uma vez, as audiências das novelas da tarde, das seis, da sete da Globo, das sete do SBT e das dez são majoritariamente femininas (Tabelas 12, 13, 14, 15 e 18). Com exceção da novela das dez da Manchete (Xica da Silva) ou do SBT (Dona Anja), a chance dos meninos assistirem as novelas acima mencionadas é sempre uma percentagem pequena da chance das meninas. O mesmo não ocorre com as novelas das sete da Band e das oito da Globo. A audiência destas novelas entre os jovens deste grupo independe do fato deles serem do sexo masculino ou feminino (Tabelas 16 e 17). Portanto, mesmo que em teoria os jovens de ambos os sexos tenham disponibilidade para ver televisão 18, nem todas as novelas interessam aos do sexo masculino. Se comparados com as meninas, os meninos assistem mais a novela das dez e menos as novelas da tarde, das seis da Globo, das sete da Globo e das sete do SBT. A audiência das novelas das sete da Bande e das oito da Globo, entre os que só estudam, é tanto feminina quanto masculina. Entre os 103 adolescentes que trabalharam e estudaram na semana anterior à pesquisa, as novelas da tarde e das sete têm uma audiência predominantemente feminina (Tabelas 19 e 20) e a novela das 8 tem uma audiência composta por adolescentes de ambos os sexos (Tabela 22). A única diferença com relação aos resultados anteriores é o fato da novela das seis deixar de ser território predominantemente feminino entre os jovens deste grupo. 18 Mesmo não sabendo em que turno o adolescente estuda, estamos assumindo que a distribuição dos adolescentes por turno é igual, independente do sexo. 276 XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

15 Tabela 11 DISTRIBUIÇÃO DA AUDIÊNCIA DAS NOVELAS POR TRABALHO E ESTUDO NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA, POR SEXO Só estuda Só trabalha Trabalha e estuda Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Assiste assiste Assiste assiste Assiste assiste Assiste assiste Assiste assiste Assiste assiste Novela da tarde Globo 63 (36,21%) 111 (63,79%) 184 (75,72%) 59 (24,28%) 0 (0,00%) 10 (100%) 0 (0,00%) 1 (100%) 18 (25,35%) 53 (74,65%) 21 (65,63%) 11 (34,37%) Novela das seis Globo 18 (10,34%) 156 (89,66%) 94 (38,98%) 149 (61,02%) 0 (0,00%) 10 (100%) 1 (100%) 0 (0,00%) 9 (12,67%) 62 (87,33%) 9 (28,13%) 23 (71,87%) Novela das sete Globo 32 (18,39%) 142 (81,61%) 108 (44,44%) 135 (55,56%) 2 (20,00%) 8 (80,00%) 0 (0,00%) 1 (100%) 10 (14,08%) 61 (85,92%) 11 (34,38%) 21 (65,62%) Novela das sete SBT 6 (3,45%) (12,76%) 212 (87,24%) 1 (10,00%) 9 (90,00%) 0 (0,00%) 1 (100%) 4 (5,63%) 67 (94,37%) 3 (9,38%) 29 (90,62%) Novela das sete Band 8 (4,60%) (7,82%) 224 (92,18%) 0 (0,00%) 10 (100%) 0 (0,00%) 1 (100%) 1 (1,41%) 70 (98,59%) 0 (0,00%) 32 (100%) Novela das oito Globo 97 (55,75%) (49,38%) 123 (50,62%) 4 (40,00%) 6 (60,00%) 0 (0,00%) 1 (100%) 32 (45,07%) 39 (54,93%) 16 (50,00%) 16 (50,00%) Novela das dez Manchete e SBT 11 (6,32%) (2,47%) 237 (97,53%) 0 (0,00%) 10 (100%) 0 (0,00%) 1 (100%) 4 (5,63%) 67 (94,37%) 0 (0,00%) 32 (100%) no Brasil Módulo Adolescente, XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 277

16 Tabela 12 AUDIÊNCIA DA NOVELA DA TARDE DA GLOBO, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE SÓ ESTUDARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela da Tarde Globo Masculino Feminino Total 63 (36,21%) 184 (75,72%) (63,79%) 59 (24,28%) 170 Total χ 2 = 65,56; odds ratio = 0,18. Tabela 13 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SEIS DA GLOBO, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE SÓ ESTUDARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela das seis Globo Masculino Feminino Total 18 (10,34%) 94 (38,68%) (89,66%) 149 (61,32%) 305 Total χ 2 = 41,45; odds ratio = 0, XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

17 Tabela 14 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SETE DA GLOBO, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE SÓ ESTUDARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela das sete Globo Masculino Feminino Total 32 (18,39%) 108 (44,44%) (81,61%) 135 (55,56%) 277 Total χ 2 = 30,86; odds ratio = 0,28. Tabela 15 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SETE DO SBT, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE SÓ ESTUDARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela das sete SBT Masculino Feminino Total 6 (3,45%) 19 (7,82%) (96,55%) 224 (92,18%) 392 Total χ 2 = 10,87; odds ratio = 0,24. XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 279

18 Tabela 16 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SETE DA BAND, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE SÓ ESTUDARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela das sete Band Masculino Feminino Total 8 (4,60%) 19 (7,82%) (95,40%) 224 (92,18%) 390 Total χ 2 = 1,74; odds ratio = 0,57. Tabela 17 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS OITO DA GLOBO, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE SÓ ESTUDARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela das oito Globo Masculino Feminino Total 97 (55,75%) 120 (49,38%) (44,25%) 123 (50,62%) 200 Total χ 2 = 1,65; odds ratio = 1, XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

19 Tabela 18 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS DEZ DA MANCHETE/SBT, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE SÓ ESTUDARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela das dez Manchete/SBT Masculino Feminino Total 11 (6,32%) 6 (2,47%) (93,68%) 237 (97,53%) 400 Total χ 2 = 3,85; odds ratio = 2,67. Tabela 19 AUDIÊNCIA DA NOVELA DA TARDE DA GLOBO, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE ESTUDARAM E TRABALHARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela da tarde Globo Masculino Feminino Total 18 (25,35%) 21 (65,63%) (74,65%) 11 (34,38%) 64 Total χ 2 = 15,21; odds ratio = 0,18. XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP 281

20 Tabela 20 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SEIS DA GLOBO, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE ESTUDARAM E TRABALHARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela das seis Globo Masculino Feminino Total 9 (12,68%) 9 (28,13%) (87,32%) 23 (71,88%) 85 Total χ 2 = 3,65; odds ratio = 0,37. Tabela 21 AUDIÊNCIA DA NOVELA DAS SETE DA GLOBO, POR SEXO, ENTRE OS ADOLESCENTES QUE ESTUDARAM E TRABALHARAM, NA SEMANA ANTERIOR À ENTREVISTA Novela das sete Globo Masculino Feminino Total 10 (14,08%) 11 (34,38%) (85,92%) 21 (65,63%) 82 Total χ 2 = 5,59; odds ratio = 0, XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP

Relações entre Variáveis Nominais: O Teste do Qui-Quadrado (χ 2 )

Relações entre Variáveis Nominais: O Teste do Qui-Quadrado (χ 2 ) Relações entre Variáveis Nominais: O Teste do Qui-Quadrado (χ ) Quando queremos medir a relação entre duas variáveis nominais, por exemplo, o sexo de uma pessoa (masculino/feminino) e a sua preferência

Leia mais

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado?

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Pesquisa Instituto Avon / Data Popular Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Com quem falamos? Jovens brasileiros Mulheres Homens Pesquisa online Autopreenchimento Amostra nacional de 16 a 24

Leia mais

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado?

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Pesquisa Instituto Avon / Data Popular Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Com quem falamos? Jovens brasileiros Mulheres Homens Pesquisa online Autopreenchimento Amostra nacional de 16 a 24

Leia mais

Atitudes pela Educação Novembro de 2014

Atitudes pela Educação Novembro de 2014 Atitudes pela Educação Novembro de 2014 Realização: Instituto Paulo Montenegro IBOPE Inteligência Parceiros da pesquisa: Todos Pela Educação Fundação Itaú Social Fundação Maria Cecília Souto Vidigal Fundação

Leia mais

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO Página 1 CONVERSA DE PSICÓLOGO Volume 03 - Edição 01 Agosto - 2013 Entrevistada: Renata Trovarelli Entrevistadora: Cintia C. B. M. da Rocha TEMA: RELACIOMENTO AMOROSO Psicóloga Comportamental, atualmente

Leia mais

A CRIANÇA NA PUBLICIDADE

A CRIANÇA NA PUBLICIDADE A CRIANÇA NA PUBLICIDADE Entrevista com Fábio Basso Montanari Ele estuda na ECA/USP e deu uma entrevista para e seu grupo de colegas para a disciplina Psicologia da Comunicação, sobre sua história de vida

Leia mais

PESQUISA IBOPE / INSTITUTO AVON

PESQUISA IBOPE / INSTITUTO AVON PESQUISA IBOPE / INSTITUTO AVON PERCEPÇÕES E REAÇÕES DA SOCIEDADE SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER 2009 PARCERIAS INSTITUTO PATRÍCIA GALVÃO Planejamento e supervisão da pesquisa IBOPE INTELIGÊNCIA Campo

Leia mais

5 Conclusão e Recomendações para Estudos Futuros

5 Conclusão e Recomendações para Estudos Futuros 5 Conclusão e Recomendações para Estudos Futuros Esta dissertação teve como objetivo contribuir para o estudo do lazer, com ênfase nas principais restrições que impedem crianças a realizarem suas atividades

Leia mais

www.senado.leg.br/datasenado

www.senado.leg.br/datasenado www.senado.leg.br/datasenado Lei Maria da Penha completa 9 Promulgada em 2006, a Lei Maria da Penha busca garantir direitos da mulher, além da prevenção e punição de casos de violência doméstica e familiar.

Leia mais

Assunto Investimentos femininos

Assunto Investimentos femininos Assunto Investimentos femininos SOPHIA MIND A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência de mercado.

Leia mais

Consultando a população de sete capitais sobre meio ambiente e qualidade de vida Realização:

Consultando a população de sete capitais sobre meio ambiente e qualidade de vida Realização: Consultando a população de sete capitais sobre meio ambiente e qualidade de vida Realização: PRINCIPAL OBJETIVO PESQUISA QUANTITATIVA Fornecer informações sobre o conhecimento acerca do GREENPEACE e suas

Leia mais

N : PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA. Entrevistador: Nome do entrevistado: (xx)xxxxxxxx. Endereço: Cidade: Situação do domicílio: 1.Urbano 2.

N : PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA. Entrevistador: Nome do entrevistado: (xx)xxxxxxxx. Endereço: Cidade: Situação do domicílio: 1.Urbano 2. Entrevistador: Nome do entrevistado: Telefone: (xx)xxxxxxxx N : Endereço: Cidade: Situação do domicílio: 1.Urbano 2.Rural Estado: AC AP DF MA MT PE RJ RR SE AL BA ES MG PA PI RN RS SP AM CE GO MS PB PR

Leia mais

Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo

Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo Regina Figueiredo Instituto de Saúde SES/SP reginafigueiredo@uol.com.br Equipe de Pesquisa: Regina Figueiredo,

Leia mais

Nosso Planeta Mobile: Brasil

Nosso Planeta Mobile: Brasil Nosso Planeta Mobile: Brasil Como entender o usuário de celular Maio de 2012 1 Resumo executivo Os smartphones se tornaram indispensáveis para nosso cotidiano. A difusão dos smartphones atinge 14% da população,

Leia mais

Ambos os métodos possuem vantagens e desvantagens, por isso deve se analisar cada caso para decidir qual o mais apropriado.

Ambos os métodos possuem vantagens e desvantagens, por isso deve se analisar cada caso para decidir qual o mais apropriado. Módulo 4 Como Organizar a Pesquisa O questionário e a observação são dois métodos básicos de coleta de dados. No questionário os dados são coletados através de perguntas, enquanto que no outro método apenas

Leia mais

O CONSUMIDOR MOBILE. Uma visão global

O CONSUMIDOR MOBILE. Uma visão global O CONSUMIDOR MOBILE Uma visão global A PRÓXIMA POTÊNCIA EM MÍDIA Quando a primeira chamada foi realizada por um telefone móvel em 1973, o protótipo utilizado tinha bateria com duração de 30 minutos e levava

Leia mais

Área - Relações Interpessoais

Área - Relações Interpessoais Área - Relações Interpessoais Eu e os Outros ACTIVIDADE 1 Dar e Receber um Não. Dar e Receber um Sim. Tempo Previsível 60 a 90 m COMO FAZER? 1. Propor ao grupo a realização de situações de role play, em

Leia mais

O Sonho de ser Empreendedor no Brasil

O Sonho de ser Empreendedor no Brasil O Sonho de ser Empreendedor no Brasil Marco Aurélio Bedê 1 Resumo: O artigo apresenta os resultados de um estudo sobre o sonho de ser Empreendedor no Brasil. Com base em tabulações especiais elaboradas

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

TESTE QUI - QUADRADO DE UMA AMOSTRA (também chamado TESTE DE ADERÊNCIA ou TESTE DE EFICIÊNCIA DE AJUSTE)

TESTE QUI - QUADRADO DE UMA AMOSTRA (também chamado TESTE DE ADERÊNCIA ou TESTE DE EFICIÊNCIA DE AJUSTE) TESTE QUI - QUADRADO DE UMA AMOSTRA (também chamado TESTE DE ADERÊNCIA ou TESTE DE EFICIÊNCIA DE AJUSTE) O Teste Qui-quadrado de uma amostra é utilizado em pesquisa de marketing para verificar se a distribuição

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO SOBRE A REDE PARTICULAR DE ENSINO FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ESCOLAS PARTICULARES DEZEMBRO - 2005 DIVULGAÇÃO JANEIRO

PESQUISA DE OPINIÃO SOBRE A REDE PARTICULAR DE ENSINO FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ESCOLAS PARTICULARES DEZEMBRO - 2005 DIVULGAÇÃO JANEIRO IBOPE PESQUISA DE OPINIÃO SOBRE A REDE PARTICULAR DE ENSINO FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ESCOLAS PARTICULARES DEZEMBRO - 2005 DIVULGAÇÃO JANEIRO - 2006 Proibida reprodução total ou parcial sem autorização expressa

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

Nosso Planeta Mobile: Brasil

Nosso Planeta Mobile: Brasil Nosso Planeta Mobile: Brasil Como entender o usuário de celular Maio de 2013 1 Resumo executivo Os smartphones se tornaram indispensáveis para nosso cotidiano. A difusão dos smartphones atinge 26 % da

Leia mais

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sistema de pesquisas domiciliares existe no Brasil desde 1967, com a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD; Trata-se de um sistema de pesquisas

Leia mais

Um perfil de quem tenciona ter filhos em Portugal evidência a par9r dos dados do Eurobarómetro 2006

Um perfil de quem tenciona ter filhos em Portugal evidência a par9r dos dados do Eurobarómetro 2006 Um perfil de quem tenciona ter filhos em Portugal evidência a par9r dos dados do Eurobarómetro 2006 Andréia Maciel Maria Filomena Mendes Paulo Infante Universidade de Évora/CIDEHUS Universidade de Évora/CIDEHUS

Leia mais

estão em evidência hoje?

estão em evidência hoje? estão em evidência hoje? delas. Muito antes de entender quem eram e como pensavam as mulheres, percebemos que era fundamental identificar as diferenças comportamentais entre homens e mulheres. Afinal,

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB (ASFORA, R. V. S.) - Raphaella Viana Silva Asfora/Autora ¹ Escola Superior da Magistratura

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

O QUE ESTÃO FAZENDO OS JOVENS QUE NÃO ESTUDAM, NÃO TRABALHAM E NÃO PROCURAM TRABALHO?

O QUE ESTÃO FAZENDO OS JOVENS QUE NÃO ESTUDAM, NÃO TRABALHAM E NÃO PROCURAM TRABALHO? O QUE ESTÃO FAZENDO OS JOVENS QUE NÃO ESTUDAM, NÃO TRABALHAM E NÃO PROCURAM TRABALHO? Ana Amélia Camarano* Solange Kanso** 1 INTRODUÇÃO As fases da vida são marcadas tanto por eventos biológicos, como

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes: Um Desafio à Primeira Década do Novo Milênio

Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes: Um Desafio à Primeira Década do Novo Milênio Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes: Um Desafio à Primeira Década do Novo Milênio A exploração é caracterizada pela relação sexual de criança ou adolescente com adultos, mediada por

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Rio de Janeiro, 21/09/2012 1 Abrangência nacional Temas investigados: Características Características gerais dos moradores Educação Migração Trabalho

Leia mais

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação Pesquisa Semesp 2009 Índice de Imagem e Reputação Uma ferramenta estratégica para a qualidade de mercado Desvendar qual é a real percepção de seus públicos estratégicos com relação à atuação das instituições

Leia mais

A SituAção da 2015 PAternidAde no Mundo: resumo e recomendações

A SituAção da 2015 PAternidAde no Mundo: resumo e recomendações Situação a 2015 aternidade o Mundo: esumo e ecomendações ais são importantes. As relações pai-filho/a, em todas as comunidades e em todas as fases da vida de uma criança, têm impactos profundos e abrangentes

Leia mais

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE Thaiane Pimenta (Centro Pedagógico Bolsista Prograd-UFMG) Elaine França (Centro Pedagógico da UFMG) INTRODUÇÃO A escola desempenha um papel

Leia mais

Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo

Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo Regina Figueiredo Instituto de Saúde SES/SP reginafigueiredo@uol.com.br Equipe de Pesquisa: Regina Figueiredo,

Leia mais

Poder: Jornal Fortuna

Poder: Jornal Fortuna Aqui você enriquece sua leitura Jornal Fortuna Volume 1, edição 1 Data do boletim informativo Nesta edição: Poder: Há vários tipos de poder, poder militar, poder da natureza, poder político, o poder da

Leia mais

JOGOS E BRINCADEIRAS NO ENSINO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOS PIBIDIANOS COM O TEMA GÊNERO E SEXUALIDADE

JOGOS E BRINCADEIRAS NO ENSINO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOS PIBIDIANOS COM O TEMA GÊNERO E SEXUALIDADE JOGOS E BRINCADEIRAS NO ENSINO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOS PIBIDIANOS COM O TEMA GÊNERO E SEXUALIDADE Lorrania Miranda Nogueira Raquel da Silva Barroso Monica Rosana de Andrade Mateus Camargo Pereira

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga IlanaPinsky Maria Carmen Viana Divulgação: Maio de 2014. 1. Porque esse estudo é relevante? Segundo a Subsecretaria

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Nesta unidade, analisaremos os aspectos específicos referentes

Leia mais

5 Considerações finais retomando o problema

5 Considerações finais retomando o problema 5 Considerações finais retomando o problema A análise dos dados, dividida nos eixos critérios de avaliação, interpretação e juízo moral, tentou responder as perguntas formuladas no início da pesquisa como

Leia mais

AS RELAÇÕES DE PODER, GÊNERO E SEXUALIDADES ENTRE DISCENTES E DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA - UEPG, PARANÁ.

AS RELAÇÕES DE PODER, GÊNERO E SEXUALIDADES ENTRE DISCENTES E DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA - UEPG, PARANÁ. OLIVEIRA, Fábia A. S. Acadêmica do curso de Bacharelado em Geografia e Aluna pesquisadora do Grupo de Estudos Territoriais GETE, Universidade Estadual de Ponta Grossa UEPG, fabialessandra.geo@gmail.com

Leia mais

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência 43 5 ADOLESCÊNCIA O termo adolescência, tão utilizado pelas classes médias e altas, não costumam fazer parte do vocabulário das mulheres entrevistadas. Seu emprego ocorre mais entre aquelas que por trabalhar

Leia mais

A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA

A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA Ivania Skura 1, Julia Cristina Paixão 2, Joaquim

Leia mais

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA Por Marcos Ribeiro* Um pouco dessa história começa por volta dos 10/12 anos, quando meninos e meninas começam a sofrer as primeiras transformações físicas,

Leia mais

População brasileira Música - Internet Propaganda. Outubro/ 2007

População brasileira Música - Internet Propaganda. Outubro/ 2007 População brasileira Música - Internet Propaganda Outubro/ 00 Objetivo Este estudo têm como objetivo identificar entre a população brasileira os seguintes aspectos: Música estilo musical mais ouvido; Internet

Leia mais

Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: O pão da avó

Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: O pão da avó Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: O pão da avó Sumário Sobre a série... 3 Material de apoio... 3 Roteiro para uso dos vídeos em grupos... 4 Orientações para o facilitador... 4 Conduzindo

Leia mais

Pesquisa. Intenção de

Pesquisa. Intenção de Pesquisa SPC BRASIL: Intenção de Compras para o Natal Novembro/2013 Pesquisa do SPC Brasil revela que brasileiros pretendem gastar mais e comprar mais presentes neste Natal Se depender dos consumidores

Leia mais

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um.

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um. coleção Conversas #10 - junho 2014 - Eu sou Estou garoto num de programa. caminho errado? Respostas para algumas perguntas que podem estar sendo feitas Garoto de Programa por um. A Coleção CONVERSAS da

Leia mais

O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução.

O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Pesquisa de Mercado O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Disto decorre um modelo genérico de decisão,

Leia mais

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas.

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas. COMERCIAIS MARCANTES Açucena Vieira de Morais, Daniella Zarro Teixeira Silva Pinto, James da Silva Costa, Ariane Fernanda da Silva Costa, Silene Fernandes Bicudo Univap Universidade do Vale do Paraíba/FCSAC

Leia mais

(Modelo de) Relatório: 1-Introdução. 2-Materiais e métodos. 3-Análise descritiva dos dados

(Modelo de) Relatório: 1-Introdução. 2-Materiais e métodos. 3-Análise descritiva dos dados (Modelo de) Relatório: 1-Introdução (Nessa seção faz-se uma apresentação/contextualização do problema e descreve-se como está organizado o relatório) Ex: Neste trabalho temos o objetivo de traçar o perfil

Leia mais

OS PADRÕES DE MOBILIDADE DAS MÃES DE FAMÍLIAS.

OS PADRÕES DE MOBILIDADE DAS MÃES DE FAMÍLIAS. OS PADRÕES DE MOBILIDADE DAS MÃES DE FAMÍLIAS. Silva, Ligia M. da (1) ; Marchi, Maria Eugenia V. (1) ; Granja, Rafael C. (1) ; Waisman, J. (2) Escola Politécnica da USP, Av. Prof. Almeida Prado Travessa

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Conteúdo. Community College Perguntas e Respostas Página 1

Conteúdo. Community College Perguntas e Respostas Página 1 Conteúdo A educação superior nos Estados Unidos... 2 O que é um Community College?... 2 O que é considerado uma instituição de educação superior?... 2 O que quer dizer ser credenciada regionalmente?...

Leia mais

Mobile Report. Dezembro/2013

Mobile Report. Dezembro/2013 Mobile Report Dezembro/2013 Patrocinadores INTRO MOBILE REPORT Conhecer o cenário mobile tornou-se essencial para uma visão completa do consumo nas diferentes telas e plataformas MOBILE REPORT A solução

Leia mais

MBA em Gestão Estratégica

MBA em Gestão Estratégica MBA em Gestão Estratégica Disciplina Extra Metodologia Científica Profa. Dra. Sonia Valle W. B. Oliveira Parte 1-23/03/2012 Parte 2-30/03/2012 1 Aula Extra Parte 2 Metodologia Científica 2 Agenda Dados

Leia mais

Curso de Capacitação em Bullying

Curso de Capacitação em Bullying Curso de Capacitação em Bullying Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de

Leia mais

Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes

Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Disto

Leia mais

FACETAS DA MULHER BRASILEIRA: VISÃO DAS BRASILEIRAS SOBRE A IMAGEM DA MULHER NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

FACETAS DA MULHER BRASILEIRA: VISÃO DAS BRASILEIRAS SOBRE A IMAGEM DA MULHER NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO FACETAS DA MULHER BRASILEIRA: VISÃO DAS BRASILEIRAS SOBRE A IMAGEM DA MULHER NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO Fevereiro 2016 A MULHER NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O que mais incomoda no discurso/posição que a mulher

Leia mais

A IMAGEM DA PROPAGANDA NO BRASIL

A IMAGEM DA PROPAGANDA NO BRASIL A IMAGEM DA PROPAGANDA NO BRASIL Terceira medição ano 2006 Pesquisa encomendada ao IBOPE pela ABP- Associação Brasileira de Propaganda Série histórica iniciada em 2002 Principais objetivos - Avaliar a

Leia mais

1ª RODADA NOVA S/B-IBOPE Comunicação de Interesse Público PESQUISA TELEFÔNICA NACIONAL SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL. IBOPE Opinião

1ª RODADA NOVA S/B-IBOPE Comunicação de Interesse Público PESQUISA TELEFÔNICA NACIONAL SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL. IBOPE Opinião 1ª RODADA NOVA S/B-IBOPE Comunicação de Interesse Público PESQUISA TELEFÔNICA NACIONAL SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL Metodologia Pesquisa quantitativa, com aplicação de questionário estruturado através de entrevistas

Leia mais

Transcrição de Entrevista n º 22

Transcrição de Entrevista n º 22 Transcrição de Entrevista n º 22 E Entrevistador E22 Entrevistado 22 Sexo Masculino Idade 50 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica E - Acredita que a educação de uma criança é diferente perante

Leia mais

DETERMINAÇÃO SOCIOLINGÜÍSTICA DO CONCEITO DE LEITURA Vilson J. Leffa e Rita de Cássia Campos Lopes,UFRGS

DETERMINAÇÃO SOCIOLINGÜÍSTICA DO CONCEITO DE LEITURA Vilson J. Leffa e Rita de Cássia Campos Lopes,UFRGS REFERÊNCIA: LEFFA, Vilson J. ; LOPES, Rita de Cássia Campos. Determinação sócio-lingüística do conceito de leitura. 46 a Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Vitória, 17 a 22 de

Leia mais

PERFIL, NECESSIDADES E ANSEIOS DOS ALUNOS DOS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO DE MACEIÓ 1

PERFIL, NECESSIDADES E ANSEIOS DOS ALUNOS DOS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO DE MACEIÓ 1 PERFIL, NECESSIDADES E ANSEIOS DOS ALUNOS DOS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO DE MACEIÓ 1 Paulo da Cruz Freire dos Santos 2 Muito tem se falado em crise do ensino e das instituições educacionais. Entretanto parece

Leia mais

COLETA DE DADOS. Disciplina: TC0600 - Projeto de Graduação I Turma C Profa. Denyse de Araújo

COLETA DE DADOS. Disciplina: TC0600 - Projeto de Graduação I Turma C Profa. Denyse de Araújo COLETA DE DADOS Disciplina: TC0600 - Projeto de Graduação I Turma C Profa. Denyse de Araújo Instrumentos de coleta de dados: Questionários Entrevistas Observação Questionário: É um instrumento que permite

Leia mais

Crianças e adolescentes. Lucas 18:15.17

Crianças e adolescentes. Lucas 18:15.17 Crianças e adolescentes Lucas 18:15.17 Quem tem ensinado as nossas crianças? Nós ou Eles? Jogos eletrônicos Os jogos eletrônicos hoje em dia, cada vez mais próximo da realidade, que incitam a violência,

Leia mais

Resumo. O que é que os países africanos podem aprender com o desenvolvimento e crescimento inclusivo no Brasil?

Resumo. O que é que os países africanos podem aprender com o desenvolvimento e crescimento inclusivo no Brasil? O que é que os países africanos podem aprender com o desenvolvimento e crescimento inclusivo no Brasil? Trabalho de pesquisa: O impacto do programa de formação vocacional do SENAI no emprego, salários

Leia mais

Artigo: Um olhar feminino na Internet

Artigo: Um olhar feminino na Internet Artigo: Um olhar feminino na Internet Por Tatiane Pocai Dellapiazza - aluna do primeiro ano do Curso de Comunicação Social - Centro UNISAL - Americana. Introdução: O Brasil chega perto de comemorar seu

Leia mais

ESTUDO DE RECEPÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PORTUGUESES (ISCTE/ERC) A CRIANÇA/ADOLESCENTE DO ESTUDO E A FAMÍLIA

ESTUDO DE RECEPÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PORTUGUESES (ISCTE/ERC) A CRIANÇA/ADOLESCENTE DO ESTUDO E A FAMÍLIA ESTUDO DE RECEPÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PORTUGUESES (ISCTE/ERC) Questionário Pai / Mãe / Encarregado/a de Educação Nota: Não deve escrever o nome e/ou morada em nenhuma das páginas deste questionário

Leia mais

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança.

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. Jaquelaine SOUSA 1 Dalva Borges de SOUZA 2 Programa de Pós-Graduação em Sociologia/Faculdade de Ciências

Leia mais

Sexualidade União estável para casais do mesmo sexo. Rua 1.145, 56 Setor Marista Goiânia GO +55 62 3541.6556 www.institutoverus.com.

Sexualidade União estável para casais do mesmo sexo. Rua 1.145, 56 Setor Marista Goiânia GO +55 62 3541.6556 www.institutoverus.com. Sexualidade União estável para casais do mesmo sexo Rua 1.145, 56 Setor Marista Goiânia GO +55 62 3541.6556 www.institutoverus.com.br 1 1 Pesquisa de opinião Pesquisa Quantitativa Instituto Verus Assessoria

Leia mais

ESPAÇOS MIGRATÓRIOS E REDES SOCIAIS NA CIDADE DE PRUDENTÓPOLIS-PR

ESPAÇOS MIGRATÓRIOS E REDES SOCIAIS NA CIDADE DE PRUDENTÓPOLIS-PR ESPAÇOS MIGRATÓRIOS E REDES SOCIAIS NA CIDADE DE PRUDENTÓPOLIS-PR Vanessa dos Santos Pereira Discente do curso de Geografia da UNICENTRO-Irati Bolsista do Programa Institucional de Iniciação Científica

Leia mais

Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: Filhos da mama

Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: Filhos da mama Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: Filhos da mama Sumário Sobre a série... 3 Material de apoio... 3 Roteiro para uso dos vídeos em grupos... 4 Orientações para o facilitador... 4 Conduzindo

Leia mais

Consumo feminino de cerveja

Consumo feminino de cerveja Consumo feminino de cerveja Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência de mercado. Cem

Leia mais

1 Briefing de Criação

1 Briefing de Criação 1 Briefing de Criação Antecedentes do processo de criação Para se criar uma campanha ou mesmo uma única peça é imprescindível que antes seja feito um briefing para orientar o trabalho do planejamento,

Leia mais

Apresentação. Diariamente no Net Cidade Canal 26 Sábados na Band Canal 10 Apresentação Eliane Beuren www.progviverbem.com.br

Apresentação. Diariamente no Net Cidade Canal 26 Sábados na Band Canal 10 Apresentação Eliane Beuren www.progviverbem.com.br Apresentação No ar desde 13 de março de 2002, o Programa Viver Bem é apresentado por Eliane Beuren e inspirado no prazer que sentimos em viver e na conquista de uma melhor qualidade de vida através da

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA.

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. MORAES, Camilla Santos 1 Palavras-chave: ensino-aprendizagem de inglês, novas tecnologias, ensino mediado pelo computador.

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil

Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil Relatório de Pesquisa de Opinião Pública Nacional Metodologia Pesquisa de opinião pública tipo quantitativa Universo: Cadastro de pessoas do IBDD

Leia mais

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA. Águas no Brasil: A Visão dos Brasileiros

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA. Águas no Brasil: A Visão dos Brasileiros PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Águas no Brasil: A Visão dos Brasileiros O que o brasileiro pensa sobre a conservação e o uso da água no Brasil METODOLOGIA OBJETIVO Levantar informações para subsidiar o planejamento

Leia mais

A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014

A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014 A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Março de 2015 A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014 Em 2014, a presença de

Leia mais

METODOLOGIA A.I.D.A.: SIMPLES E EFICIENTE

METODOLOGIA A.I.D.A.: SIMPLES E EFICIENTE 1 Sumário METODOLOGIA A.I.D.A.: SIMPLES E EFICIENTE... 3 Passo Um: OBTER A ATENÇÃO DO COMPRADOR... 4 Passo Dois: MANTER O INTERESSE NA MENSAGEM... 8 Passo Três: DESPERTAR NO CLIENTE O DESEJO DE COMPRAR

Leia mais

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 Junho de 2010 2 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 O objetivo geral deste estudo foi investigar as percepções gerais

Leia mais

A SUBJETIVIDADE DO ALUNO SURDO: A EDUCAÇÃO ESPECIAL X EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A SUBJETIVIDADE DO ALUNO SURDO: A EDUCAÇÃO ESPECIAL X EDUCAÇÃO INCLUSIVA A SUBJETIVIDADE DO ALUNO SURDO: A EDUCAÇÃO ESPECIAL X EDUCAÇÃO INCLUSIVA GUSSO, Mariana de Mello PUCPR ma_gusso@hotmail.com LOPES, Michelle Christina PUCPR michelle_lilacs@hotmail.com AMORIM, Cloves PUCPR/FEPAR/FAVI

Leia mais

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira

A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira Quando falávamos em projetos nas cadeiras teóricas da faculdade não conseguia

Leia mais

Tendências Recentes na Escolaridade e no Rendimento de Negros e de Brancos

Tendências Recentes na Escolaridade e no Rendimento de Negros e de Brancos capítulo 29 Tendências Recentes na Escolaridade e no Rendimento de Negros e de Brancos Sergei Suarez Dillon Soares* Natália de Oliveira Fontoura* Luana Pinheiro* 1 INTRODUÇÃO * Os autores Sergei Suarez

Leia mais

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado pessoas do grupo. Não basta simplesmente analisar cada interpretação possível, é preciso analisar quais as conseqüências de nossas possíveis respostas, e é isso que proponho que façamos de forma racional.

Leia mais

SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: O DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL

SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: O DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: O DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL Tito Marcos Domingues dos Santos Escola Municipal Rivadávia Corrêa Resumo: Pesquisas mostram que a educação sexual tem sido negada aos

Leia mais

Questões de gênero. Masculino e Feminino

Questões de gênero. Masculino e Feminino 36 Questões de gênero Masculino e Feminino Pepeu Gomes Composição: Baby Consuelo, Didi Gomes e Pepeu Gomes Ôu! Ôu! Ser um homem feminino Não fere o meu lado masculino Se Deus é menina e menino Sou Masculino

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 5.269, DE 2001 (Apensos os Pls. 2.134/96, 2.415/96, 3.046/97, 3.422/97, 4.052/98, 4.360/98, 1.568/99, 2.029/99, 2.089/99, 2.507/00, 3.573/00, 3.235/00,

Leia mais