Avenida Brasil na boca do povo: A culinária e suas reinvenções no modo de fazer.

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1 Avenida Brasil na boca do povo: A culinária e suas reinvenções no modo de fazer. Maria Luisa Jimenez Jimenez 1 Juliana Abonizio 2 Resumo Esta comunicação tem dois objetivos: desvendar as representações de classe social ascendente no país relacionadas com o consumo alimentar na narrativa da novela Avenida Brasil e compreender a apropriação do gosto de classe pelo público através do apoderamento das receitas culinárias. Para tanto, analisamos algumas cenas que foram apresentadas as comidas e observamos como o público se manifestou através dos comentários sobre as receitas. A culinária que foi apresentada pela ficção, de alguma maneira, acaba se tornando a protagonista do enredo, recebendo um destaque que antes quase não se percebia nas dramaturgias brasileiras coincidindo com a tendência de valorização da gastronomia e seus artistas, como se pode ver pela quantidade grande e crescente de programas culinários que não mais se dirigem às solitárias donas de casa no meio da tarde. Apesar do caráter normativo cumprido pela telenovela no que se refere ao universo alimentar, verificamos uma adaptação e criação nos métodos e nas maneiras de fazer das comidas apresentadas pela rede televisiva pelas telespectadoras. O universo feminino tem um papel fundamental neste consumo, pois na maioria das vezes são elas que decidem o que vai para a mesa da família e que buscam receitas pela internet. O que nos foi revelado nessas análises é um potencial criativo do público ao qual o enredo foi dirigido e aprovado. Palavras Chaves: Consumo Alimentar, novela, criatividade, mulheres. RESUMEN Esta comunicación tiene dos objetivos: desvelar las representaciones de clase social ascendente en el país relacionadas con el consumo alimentar en la narrativa de la novela Avenida Brasil y comprender la apropiación del gusto de clase por el público a través del apoderamiento de las recetas culinarias. Para eso, analizáremos algunas escenas que fueron presentadas las comidas y observaremos como el público se ha manifestado a través de los comentarios sobre las recetas. La culinaria que fue presentada por la ficción, de alguna manera, acaba volviéndose la protagonista del enredo, recibiendo un destaque que antes casi no se percibía en las dramaturgias brasileñas y que se ha coincidido con la tendencia de valorización de la gastronomía y sus artistas, como se puede ver por la grande cantidad y por el crecimiento de programas culinarios que no mas se dirigen a las solitarias dueñas de casa por la tarde. A pesar del carácter normativo cumplido por la telenovela en lo que se refiere al universo alimentar, verificamos una adaptación y creación en los métodos y en las maneras de hacer de las comidas presentadas por la red televisiva por las telespectadoras. El universo femenino tiene un papel fundamental en este consumo, pues en la mayoría de las veces son ellas que deciden lo que va para la mesa de la familia y que buscan recetas por la internet. Lo que nos fue revelado en esos análisis es un potencial creativo del público al cual el enredo fue dirigido y aprobado. Palabras Claves: Consumo alimentar, novela, creatividad, mujeres. Introdução 1 Graduada em Filosofia pela UNESP, Mestranda do PPG em Estudos de Cultura Contemporânea- ECCO- Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT. 2 Pós-doutorada em Sociologia. Docente do PPG em Estudos de Cultura Contemporânea da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de Cultura Popular, do Núcleo de Estudos do Contemporâneo e da Rede Centro-Oeste de Ensino e Pesquisa em Arte, Cultura e Tecnologias Contemporâneas, Rede CO3. 1

2 Visando compreender a recepção das telespectadoras da Novela Avenida Brasil na representação de seus produtos, a partir de um marketing televisivo no horário nobre da rede Globo no ano de 2011, principalmente ao que se refere às apresentações das comidas. Através da aquisição de determinados produtos, indivíduos se sentem incluídos ou não a um grupo social, podemos dizer, portanto que o consumo adquire um papel central na categorização de um grupo. (DOUGLAS, 2013; MILLER, 2002; BARBOSA, 2006; CANCLINI, 2010). A partir de estudos atuais sobre o consumo, adotamos a perspectiva que vê o consumidor, apesar de submetido às manipulações da mídia e da publicidade, como um ser criativo e reflexivo. Pelo contrário, para vincular o consumo com a cidadania, e vice-versa, é preciso desconstruir as concepções que julgam os comportamentos dos consumidores predominantemente irracionais e as que somente vêem os cidadãos atuando em função da racionalidade dos princípios ideológicos. (CANCLINI, 2010, p. 45). A televisão sempre nos foi apresentada como um grande mal, que nos faz comprar e dizer coisas que nem sabemos o que significa, claro são mediadores culturais, agora, até que ponto nos deixam alienados é que talvez seja a questão. Já que, cidadão não tem a ver apenas com os direitos reconhecidos pelos aparelhos estatais para os que nasceram em um território, mas também com as práticas sociais e culturais que dão sentido de pertencimento. (CANCLINI, 2010, p. 46). A análise sobre a novela no nosso país é importante, considerando sua grande audiência e tradição na teledramaturgia brasileira, a qual também se investe grande publicidade. Desiludidos com as burocracias estatais, partidárias e sindicais, o público recorre à rádio e à televisão para conseguir o que as instituições cidadãs não proporcionam: serviços, justiça, reparações ou simples atenção. Não é possível afirmar que os meios de comunicação de massa com ligação direta via telefone, ou que recebem os espectadores em seus estúdios, sejam mais eficazes que os órgãos públicos, mas fascinam porque escutam e as pessoas sentem que não é preciso se ater a adiamentos, prazos, procedimentos formais que adiam ou transferem as necessidades (...) A cena de televisão é rápida e parece transparente; a cena institucional é lenta e suas formas (precisamente as formas que tornam possível a existência de instituições) são complicadas até a opacidade que gera o desespero. (CANCLINI, 2010, p. 50). Muitas novelas tornam-se célebres, comentadas e lembradas até por quem não acompanhou ou não gosta de novela, e nossa trama como proposta de analise, Avenida Brasil, é uma dessas que o Brasil parou, lembra e reconhece. Não apenas por terem registrado recordes de audiência, mas por terem sido aguardados pela audiência, por terem se tornado o assunto preferido nos mais diversos círculos de conversação, por terem invadido o espaço coletivo para além das fronteiras do midiático e da ficção. Um evento televisivo ordinário consegue reunir em torno de si um número até então inimaginável de consumidores-cidadãos. (BRANDÃO, 2007, p. 100). 2

3 Já que é de grande importância entender o que os alimentos consumidos comunicam, propomos uma análise da novela e suas representações nas práticas alimentares, nosso objetivo passa, portanto, em desvendar através da alimentação, como vai sendo apresentado à busca por mudanças nas práticas alimentares familiares, caminhando paralelamente a ascensão da classe média, com um maior acesso ao consumo. Outro ponto importante em nossas análises foi perceber o que se foi feito com as comidas apresentadas na novela, e quais foram seus desdobramentos, até porque entendemos que as práticas e maneiras de fazer o cotidiano, não são tão passivas quanto parece. As pessoas são criativas, não são alienadas, nesse sentido, o saber popular é valorizado. (CERTEAU, 1998, p ). Nossa proposta é perceber o consumidor como criador, o que o indivíduo faz com o que consome, já que são poucos trabalhos que apresentam o uso do que o consumidor faz. (CERTEAU, 1998, P. 39). A novela além de representar conflito de classe, também pode ser analisada para entender as apresentações das comidas, como um posicionamento simbólico do que consumir, exatamente num momento, no qual a classe média em ascensão no país buscava conhecer para comprar para pertencer. A CHEF instruiu os telespectadores como se portar, mas principalmente, o que comer. Fica claro de um lado o marketing da rede televisiva para suprir as respostas de um grupo importante no consumo do país, mas também se pode notar o grupo, querendo ser representado e homenageado na televisão. A presença e a circulação de uma representação (ensinada com o código da promoção sócio-econômica por pregadores, por educadores ou por vulgarizadores) não indicam de modo algum o que ela é para seus usuários. É ainda necessário analisar a sua manipulação pelos praticantes que não a fabricam. Só então é que se pode apreciar a diferença ou a semelhança entre a produção da imagem e a produção secundária que se esconde nos processos de sua utilização. (CERTEAU, 1998, p. 40). No decorrer das análises das cenas da novela, fomos percebendo que além da comida que era apresentada para ser consumida, também se ensinava maneiras de se portar, leituras que se deveriam fazer, marcas de roupas, supermercados, e outras representações, como um modelo que deveriam conhecer para pertencer a essa nova classe, porém o que se viu como conseqüência na mídia, na rede e na busca pela compra, é que nem tudo aquilo que se apresentou como mercadoria/produto, teve uma repercussão de consumo imediata sem nenhuma interferência do sujeito, como foi o caso da alimentação. Vem ao encontro à proposta de nossos estudos, o que propõe Canclini (2010, p. 21), quando nos alerta que os estudos de consumo devem ser analisados não como simples cenário de gastos inúteis e impulsos irracionais, mas como espaço que serve para pensar, onde se organiza grande parte da racionalidade econômica, sociopolítica e psicológica nas sociedades. 3

4 O roteiro dessa análise passará por alguns pensamentos para contextualizar nossos estudos, como que classe social é essa que ascendeu e como, o que e porque a comida comunica, o que a Novela Avenida Brasil apresentou e representou para a população e para quem escreveu sobre ela, a culinária presente em suas cenas e suas repercussões no dia a dia das famílias brasileiras, e sobre a nova maneira de entender o consumo, e o consumidor como criador, para finalizar apresentaremos a reapropriação das receitas apresentadas pela novela. A nova classe média brasileira O termo classe social está muito distante a designação a um nível de renda e consumo, para nós vai muito mais além do que a posse e poder de consumo ou acesso ao crédito. Todavia, não se pode negar que o uso da terminologia nova classe social e a afirmação da existência dela, se afirmam e se reproduz a todo instante sem muitos questionamentos em nosso país, e também o que se mostra fora dele. Essa categoria aceita e reafirmada pela sociedade brasileira e internacionalmente por quem lê ou escuta falar dela, deixa claro que existe um grupo grande de pessoas no qual existe uma diferença percebida no modo de vida, já que após a política econômica adotada nos anos 1990, se percebeu famílias adquirindo bens que antes só eram acessíveis a grupos com maior poder aquisitivo. Pois então, pertencer a uma classe social esta muito além da posse de determinados bens de consumo, mas isso não quer dizer que, o que um grupo ou pessoa consome pode dizer muito sobre eles. (BARBOSA, 2006; CANCLINI, 2010). Seguindo este pensamento, caberia analisarmos, não as classificações de classe em termos de rendimentos ou posses, mas também seus valores imateriais. Na novela, independentemente do custo das comidas servidas, é a construção social do gosto que se manifesta. Segundo Yaccoub (2011, p.206) a classe é apresentada por trabalhadores que lutam para adquirirem mais dinheiro, bens e serviços, com o objetivo de se assentarem numa classe com mais privilégios econômicos que a que ele se encontrava anteriormente. Sendo assim, o consumo adquire um papel central na categorização deste grupo, ou seja, na busca pelo objetivo de subir de classe. O exame das relações entre os seres humanos e os objetos permite acessar inúmeras características e peculiaridades individuais e culturais, constituindo um retrato das pessoas e dos grupos sociais. (APPADURAI, 2008). Portanto, é por meio do consumo que conquistam status, valor simbólico, prestígio e aceitação tão desejados. Neste contexto, como já nos foi apontado por Assunção (2008) a mulher assume a função de buscar conforto e bem estar para sua família, comprar o 4

5 que possa trazer esta sensação de segurança, para proporcionar conforto, está relação esta intrinsecamente ligada à compra de alimentos, e tudo que possa trazer sensação de conforto e aconchego para sua família. Alguns estudos apontam que essa nova classe social começou a ser citada nas mídias, depois da pesquisa nova classe média, realizada pelo Centro de Políticas Sociais (CPS) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) coordenada pelo economista Marcelo Neri (2008). Com esta publicação, aconteceu o surgimento e a atenção de muitos setores econômicos no que se refere à população mais pobre no país e suas relações com o consumo. (YACCOUB, 2011). A pesquisa focou a chamada classe C e através de uma pesquisa quantitativa demonstrou que aumentou o poder aquisitivo de certo grupo, elevando então sua posição na hierarquia socioeconômica. Assim que, este grupo deixou de ser denominado como pobre, classes D e, passou a pertencer nova classe media. (NERI, 2008). Nosso objetivo neste momento é entender que se existe um grupo sendo chamado por classe média ascendente, e qual é a relação existente desta, com o consumo de alimentos e comidas? Para tentar responder esta pergunta, faremos uma leitura, através de uma análise sobre a novela Avenida Brasil, que parece apresentar essa relação: o que a nova classe social deve comer e o que ela faz com tais ensinamentos. Na pesquisa da FGV, a nova classe média, está compreendida abaixo da A e B e acima da D e E. Também houve a preocupação de quantificar a rendadas classesper capita de cada domicílio. Assim que, a nova classe C foi apontada como uma renda entre R$1.064,00 e R$4.561,00, estando localizada acima dos 50% mais pobres e abaixo dos 10% mais ricos do país. Ou seja, estamos falando de 52,67% da população brasileira, chegando a 98 milhões de pessoas. (NERI, 2008, p.4-5). Por este motivo, a pesquisa conclui que a nova classe média C, é a imagem mais próxima da sociedade brasileira. (NERI, 2008, p.5). Para tanto, se faz necessário entender que existe uma grande importância no que se refere ao consumo alimentar de um grupo, para que se possa perceber cultura, e, então o que essa cultura comunica. (BARBOSA, 2007). Já que, estudar consumo significa, em certo sentido, privilegiar a cultura, o simbólico, experimentando a relatividade dos valores e a instabilidade nela implícita. (DOUGLAS, 2013, p.13). A importância da comida para perceber a cultura De um modo geral, para as ciências humanas, a cultura pode ser entendida como um sistema simbólico, um conjunto de mecanismos de receitas, regras, planos, controles que conduzem o comportamento humano. (GEERTZ, 1979). 5

6 Douglas (1976) nos alerta que a cultura define a vida por sistemas simbólicos, e que as regras que constituem este sistema são em sua formulação, arbitrárias e possuem uma nítida intenção de disciplinar o comportamento humano. A partir dessas delimitações, podemos analisar nossos hábitos alimentares como parte de um sistema simbólico cultural, no qual existem significados, classificações, associações, ou seja, o alimento, a comida não está fora dos sistemas simbólicos que a sociedade lhes atribui. Assim sendo, esses sistemas acabam por determinar aquilo que bebemos e comemos o que é comestível e o que não é. (BRAGA, 2004). Deste modo, os significados, associações, símbolos, comportamentos, que estão envolvidos junto à alimentação devem ser analisados como um sistema de comunicação, no que se refere a entender através de uma análise, o que os alimentos consumidos por tal sociedade nos comunicam. (DOUGLAS, 1976). Assim, é possível argumentar que a cultura alimentar é constituída por hábitos alimentares, levando em consideração que Certeau, Giardi e Mayol (1997) apontaram que os hábitos alimentares constituem um domínio em que a tradição e a inovação têm a mesma importância, em que o presente e o passado se entrelaçam satisfazendo as necessidades do momento. Ou seja, a cultura alimentar não diz respeito apenas àquilo que tem raízes históricas, mas, principalmente, aos nossos hábitos cotidianos, que são compostos pelo que é tradicional e pelo que se constitui com novos hábitos. (BRAGA, 2004, p. 5). Pois então, as práticas alimentares revelam a cultura em que cada um está inserido, já que comidas estão associadas a grupos em particular. (MINTZ, 2001, p. 36). Toda substância nutritiva é alimento, mas nem todo alimento é comida. (DA MATTA, 1986, p. 20). Esta afirmação nos é importante, porque aponta o aspecto cultural da alimentação, deixando claro que é aquilo que transforma o alimento em comida. Já que, através da diferença estabelecida pelo autor de alimento e comida, fica possível perceber nosso ponto de vista sobre a relação da cultura na alimentação. O que comemos, onde, com quem, por que, e toda relação que possa existir neste ato, acaba sendo determinado culturalmente, alterando o alimento em comida. Comida de casamento, comida de aniversário, comida de criança, de final de semana, (ASSUNÇÂO, 2008) e porque não, comida de novela. Sobre essa dimensão simbólica, Bourdieu (1989) apontou para que as pessoas e os estratos sociais se diferem pela maneira como usam os bens materiais e simbólicos de uma sociedade de acordo com o acesso a esses bens, dando sentido ao mundo social. Os bens são investidos de valores socialmente utilizados para expressar categorias e princípios, cultivar ideias, fixar e sustentar estilos de vida, enfrentar mudanças ou criar permanências. (DOUGLAS, 2013, p.8). 6

7 Da relação patroa e empregada como pano de fundo, iremos analisar como foi apresentado o que se come, como referência e ensinamento da moda, ou seja, aquilo que se deve comer quando se pertence a uma classe social com alto poder aquisitivo, e obviamente aceito pelas telespectadoras. Novela Avenida Brasil: Gastronomia como protagonista Numa pesquisa realizada na web sobre a novela encontramos inúmeros artigos, ensaios, propagandas e aportações de que a alta gastronomia está cada vez mais na mira da nova classe média, e que, portanto acaba levando chefes de cozinha para a ficção no horário nobre da rede globo de televisão. É o que afirma Kike Martins da Costa, na página de receitas para o IG São Paulo, ela explica que se nos anos 70 o tema comida em novelas era exclusividade das empregadas domésticas, e cita como exemplo o caso da retirante Gabriela, de Gabriela, Cravo e Canela, na década seguinte essa representação começa a mudar. A repórter aponta a novela Vale Tudo, e a personagem Raquel Acioly, vivida por Regina Duarte, mudando a relação antiga de comida e camada popular na sociedade, para com esta personagem, apresentar a abertura de um bufê Paladar e transformar uma atividade caseira em um negócio profissional e rentável. Parece, portanto que a partir daí a relação da comida, e de fazer comida começa a mudar sua representação nas novelas, com a forma de relacionar as pessoas com esta ação social. (COSTA, 2012). Já na atualidade, os chefes de cozinha aparecem nas tramas com formação superior e grande bagagem cultural, observando, por exemplo, a personagem Nina de Avenida Brasil, que aconselha a leitura de autores como Kafka e Flaubert para seu patrão, por exemplo. Gilberto Braga, o autor da novela, afirma que isso é um reflexo da realidade. (COSTA, 2012). Efetivamente, a gastronomia parece estar presente no dia a dia das pessoas, e como conseqüência, nunca se falou e se viu tanto a figura do chefe, basta ligar a televisão que veremos cozinheiros apresentando programas, fazendo comerciais e desfrutando de status de celebridade, nada mais natural que eles apareçam com muito mais freqüência nas novelas. (COSTA, 2012). Para Antonio Prata, o roteirista da novela, os autores criam os personagens tentando levar para o público os novos interesses da audiência, que a cada dia amplia seu poder aquisitivo e sofistica seu paladar. Nessa novela das nove, a idéia é que a classe média se veja retratada. E os gostos e hábitos da classe C emergente sejam mais parecidos com o da classe alta. (COSTA, 2012). Fernando Oliveira, colunista do IG, aponta que esse crescimento também pode ser atribuído ao fato de que é na cozinha que se especula a vida dos personagens centrais. Nesse ambiente, as protagonistas investigam e armam maneiras de desmascarar os vilões e conquistar seus amados. E a presença dos chefs nas tramas também tem caráter educativo. Com o aumento do interesse pela gastronomia, esses personagens são uma 7

8 excelente maneira de introduzir na cultura popular receitas finas como a sopa vichyssoise, o risoto de brie com pera, o steaktartar, o bacalhau com natas, os profiteroles. Esse tipo de prato, antes considerado de rico, está mais acessível. Hoje, todo mundo sabe do que se trata. (COSTA, 2012). Está ai portanto, os intermediários culturais, na formação dos hábitos e gostos alimentares dessa nova classe brasileira, que procura se identificar e assegurar seu pertencimento no grupo. Campeã de audiência e verdadeiro fenômeno nas ruas e nas redes sociais, a novela "Avenida Brasil" sai do ar nesta sexta-feira, mas com certeza deve entrar para a história do gênero como a primeira produção da teledramaturgia tupiniquim a centrar sua trama na chamada nova classe média brasileira. Barulhentos, sem modos, mas trabalhadores alegres e solidários: assim são as personagens de "Avenida Brasil", espelho dos milhões de brasileiros que saíram da pobreza e que claramente aprovaram sua caracterização nesta obra de ficção que leva diariamente 38 milhões de pessoas para a frente da tv. (PRESSE, 2012). Neste artigo, a classe média é representada como novo reflexo do país, Foi uma grande ideia centrar a novela na classe média emergente. É o reflexo do novo Brasil, das famílias que ascenderam, conseguiram dinheiro, mas que não necessariamente têm boa educação, explicou à AFP o sociólogo Geraldo Tadeu, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio (Iuperj). (PRESSE, 2012). Carneiro (2012) resume o enredo contando que a novela mostra um estilo de vida num bairro de subúrbio fictício, o Divino e seus moradores são personagens que representam um marco de ascensão da classe média. Para muitos especialistas, o sucesso da novela se deve ao fato de retratar a classe média brasileira e refletir mudanças na sociedade, não mais retratando os protagonistas em bairros ricos que geralmente estão no centro do enredo. A novela reflete uma classe C que quer se ver. É diferente do novo rico do passado, que queria parecer quem não era e tinha vergonha de falar de onde vinha, diz Renato Meirelles, sócio diretor do instituto de pesquisa Data Popular, especializado na nova classe média.agora não. O Tufão (personagem de Murilo Benício) tem orgulho de falar de sua história e de sua origem. Ele ficou rico, mas não saiu de seu bairro. A trama centrada no subúrbio destoa de uma tradição na teledramaturgia de protagonistas ricos e donos de um padrão de vida "inalcançável. (CARNEIRO, 2012). Ainda, Carneiro (2012) aponta que Meirelles conta que os hábitos da classe média foram pesquisados para compor os personagens, do jeito de falar e se vestir aos valores e aspirações. Assim que, podemos dizer que a novela é uma estratégia para entender e se aproximar mais da classe média, um segmento que abrange mais da metade da sociedade, já que, essa camada é a maior audiência desse horário nessa rede de TV, também é a maioria do mercado consumidor que é para quem os anunciantes querem vender seus produtos. De acordo com o Data Popular, a nova classe média tem hoje metade dos cartões de crédito brasileiros e movimentou, no ano passado, R$ 1 trilhão. (CARNEIRO, 2012). E a gastronomia acabou sendo considerada a protagonista da novela, devido aos desdobramentos na mídia, na internet sobre as receitas apresentadas na mansão do Tufão na novela. 8

9 Avenida Brasil, literalmente na Boca do povo Inúmeros são os blogs, páginas, programas que apresentam até hoje a gastronomia apresentada pela personagem Nina na novela Avenida Brasil. As cenas das refeições, que não são poucas, na maioria das vezes, aparecem com a cozinheira dialogando com a família, apresentando os pratos, e diferentemente do que se via anteriormente, estas cenas estão envoltas a conversas em volume alto, com interrupções contínuas entre os personagens e discussões acaloradas, mas sempre admirados com a nova culinária da CHEF em questão. Na verdade, a personagem Nina foi uma espécie de formadora dos bons modos para a família Tufão na novela e conseqüentemente para quem assistia. Ela ensinou como se comportar e ter boas maneiras, refinou o paladar de cada um, comentou trechos de livros, histórias de seus pratos, e conquistou a todos com suas receitas. Em quase todos os capítulos, aparece uma cena na mesa da família na mansão. Um exemplo da inclusão de receitas refinadas são os ovos Benedict, os preferidos do café da manhã de Carminha e de toda a família. Nina introduz esse prato com toda pompa necessária para uma família que agora tem poder aquisitivo, contando como surgiu como é feito e até mencionando que famílias com classe se alimentam desse prato pela manha; em vários capítulos eles aparecem, os ovos Benedict, a ideia que se faz é que, os ovos Benedict não pode deixar de existir num café da manha chique. Muitas das receitas são pratos com nomes requintados, como a entrada Vichyssoise, uma sopa tradicional francesa, que Nina apresenta para a família, contando que a receita foi inventada em New York por um chefe francês. Tem também uma cena em que o prato Fricasse de vitela, que é aplaudido pela família em sua apresentação, composto de carne com cogumelos, como algo surpreendente, chique e muito saboroso. Existem também na novela, cenas que receitas mais conhecidas pela população são apresentadas, porém com um toque de sofisticação dada pela CHEF, como as batatinhas no alecrim. (GSHOW, 2012). A CHEF de cozinha usa seus dotes culinários para se aproximar de todos e então ser aceita na família e cumprir sua vingança, deixando cada um da família encantados com seus pratos, dicas e modo ser, mesmo que depois ela se apegue a alguns personagens, a tática da comida dá certo e Carminha sua gran rival, vai ficando com ciúmes de tanta atenção recebida pela cozinheira. A protagonista apresenta seus dotes como pessoa estudada e requintada, e o ex jogador acaba se apaixonando por ela, em uma das 9

10 cenas do encantamento dele por ela, Tufão se aproxima, quando ela preparava um delicioso bolinho, as Madeleines. Sendo assim, a personagem usa de seus dotes culinários para executar sua vingança e acaba fazendo o papel de interlocutora para a família do subúrbio, porém rica, do que é bom, saboroso e chique. Ao contrário do que se pensa, acontece uma inversão dos papeis simbólicos nesta novela, entre as duas mulheres. Apesar de ser uma trabalhadora doméstica, é uma moça refinada, se comporta de modo elegante, é culta e como já dissemos, prepara pratos requintados. Com frequência os patrões se referem a estes pratos como comida de grã-fino, gororoba chique, e outro termos pejorativos, mostrando assim que, mesmo que tenham muito dinheiro, e se considerem ricos, seus comportamentos não correspondem ao esperado pela sociedade de pessoas que pertencem a uma classe social alta.(cruz, 2013). Já Nina pelo contrário, dá dicas de leitura para o patrão, indica lojas em que possam comprar roupas e as comparações com a esposa acabam que se tornando inevitáveis. Carminha é apresentada como cafona, não sabe se portar, nem se vestir. (GSHOW, 2012). Diferente, portanto da maioria das novelas apresentadas pela mesma emissora, aqui são os patrões os novos ricos que representam a classe média. O que então ocorre é uma inversão dos valores simbólicos esperados, percebidos já nos primeiros episódios. E é a partir dessa trama, conflito, de patroa e empregada que se apresenta a novela, e a gastronomia apresentada pela CHEF acaba tornando-se uma protagonista, no que se refere a repercussão na mídia e na internet, sendo assim, fomos buscar o que as consumidoras estavam fazendo com as receitas apresentadas principalmente na internet. Na verdade o que queremos apontar é como nos apresentou Certeau (1998) sobre a antidisciplina dos consumidores, já que as praticas e maneiras de fazer o cotidiano, não são tão passivas quanto se parece, as pessoas são criativas e não alienadas, nosso objetivo é entender o consumidor como criador. A culinária e suas reinvenções no modo de fazer A presença das telenovelas nos lares brasileiros, se tornou um produto mediático que tem uma participação ativa na construção da nossa realidade social. Sendo assim, neste caso, se pode perceber uma preocupação em deixar claro uma distinção hierárquica entre classes sociais, criando uma imagem de um país em que as diferenças sociais convivem harmonicamente. O reconhecimento da teledramaturgia como repertório compartilhado permite aos telespectadores se apropriarem das histórias e personagens como vitrines que exibem padrões diferentes de comportamento. (HAMBURGER, 2005, p. 144). 10

11 O poder aquisitivo é o que definirá o consumo alimentar e, portanto é um meio para defender um novo posicionamento de classe social. Para tanto, e exatamente num momento onde esta nova classe busca se adequar, pertencer, estar e fazer parte desta camada, é através do conflito entre a doméstica e a patroa, a cozinheira delineada como a boazinha instrui aos telespectadores como se devem portar, e principalmente, o que devem comer para pertencer nesse grupo. O que podemos concluir com esta análise é que existia naquele momento em que a novela Avenida Brasil foi ao ar nas casas dos brasileiros, uma necessidade de um grupo social emergente em saber, ou melhor responder a algumas perguntas que emergiam juntamente com a ascensão social existente na sociedade: Como se comportar? Como se apresentar? Como sentar a mesa? O que colocar na mesa? O que comer? O que ler? Como falar? Estas perguntas foram sendo respondidas aos poucos na novela em torno a um ambiente familiar, no qual a maioria das mulheres se sentiam identificadas, pertencentes a um território conhecido a muito tempo, como estar intimamente ligado ao universo feminino, a cozinha e a mesa de refeições. Sendo assim, fica claro de um lado o aproveitamento da rede televisiva para aproveitar a carência daquele momento de um grupo importante no consumo do país, mas também se pode notar esse mesmo grupo querendo ser representado e homenageado na televisão brasileira. Apontado nos estudos de Certeau (1998) e seguindo sua sugestão no focar o entendimento em o que é do indivíduo e o que é imposto, mas principalmente localizar os (...) consumidores um lugar onde possam marcar o que fazem com os produtos (...) pois não se faz notar com produtos próprios, mas nas maneiras de empregar os produtos impostos por uma ordem econômica dominante. (CERTEAU, 1998, p. 39). Perceber as respostas das receitas culinárias, apresentadas nessas mídias, as mulheres em seus comentários modificavam as receitas, ou seja, seus métodos, através dos conceitos estratégia e tática, desenvolvidos por Certeau (1998) é desconstruído o argumento sobre a passividade dos consumidores no contexto capitalista contemporâneo, que reconhece que o consumidor não tem controle sobre a produção de bens materiais e simbólicos, porém aponta, no entanto, que são usuários astutos, que protagonizam cotidianamente operações imprevistas nos manuais de instrução. Ou seja, essas reinvenções, nessas construções existe o despertar de um sentimento de criatividade e reapropriação do que ora já existiu, porém com astúcias de despertar o prazer e exaltar a autoria própria desembocando em uma invenção de memória, em que é percebido como subversão daquilo que já existiu, ou seja, foi tomado para si, reapropriando e, portanto inventando.(certeau, 1998, pg. 48). 11

12 O que se observou foi que em vários blogs, redes sociais e mesmo em programas de gastronomia na televisão, as mulheres interagiam com as receitas apresentadas pela novela, como por exemplo, outra maneira de servir que não foi a apresentada na novela, ou a mudança de ingredientes e as vezes a quantidade, enfim, não se seguia o método como foi apresentado, também se percebia discursos com sentimento de possessão, já que a receita geralmente já existia, e às vezes chega a ser até milenar, porém, no momento da preparação é reintroduzida pelo cozinheiro, através de inspirações, experiências, manipulações, interesses e prazeres, numa arte de manipular e comprazer-se a sua autoria no desfecho final. Ou seja, o prato é reinventado através de estratégias criativas, apropriando-se de algo que já existia, recriando e apoderando-se para si mesmo. (Certeau, 1998). Os modos de fazer aqui são vistos e entendidos como poéticas, como arte de elaborar composições, ou seja, reapropriações de modos de fazer. Foram muitos os casos, porém apresentaremos alguns exemplos aqui, no site da CHEF Fernanda Kzar, ela apresenta a sopa da novela: Vichyssoise: A sopa fria da Nina de Avenida Brasil. Além de não se saber se essa é a receita originária da própria Nina, já que ela não apresenta a receita na novela, também se percebe nos comentários a autonomia das seguidoras de servir morna ou trocar alguns ingredientes de preferência pela cozinheira. (KZAR, 2012). Outro caso que se apresenta com frequência, são as receitas adaptadas para os vegetarianos, ou que estão de regime, como por exemplo, no site mais light do que nunca, por Sammy Leilane que apresenta algumas receitas como o Quiche de cebola da Nina da Avenida Brasil, porém sem ingredientes de origem animal. Aqui é apresentado uma receita como já dito sem origem animal, com ingredientes mais light, porém alguns comentários dão sugestões de outros ingredientes que ficam melhor ou mais apropriados a receita, ou mais baratos. (LEILANE, 2012). Nossas análises, portanto vem de encontro aos estudos atuais sobre consumo, entendendo que teorias do consumo que supõem um consumidor marionete, presa das artimanhas do publicitário, ou consumidores que competem invejosamente sem motivo sensato, ou ainda consumidores lemingues que correm para o desastre, são frívolas, e até mesmo perigosas. (DOUGLAS, 2013, p. 10). Esqueçamos a ideia da irracionalidade do consumidor. Esqueçamos que as mercadorias são boas para comer, vestir e abrigar; esqueçamos sua utilidade e tentemos em seu lugar a ideia de que as mercadorias são boas para pensar: tratemo-las como um meio não verbal para a faculdade humana de criar. (DOUGLAS, 2013 apud BRANDÃO, 2007, p.96). Ao contrário de repetir desde os estudos de Frankfurt, percebendo o sujeito consumidor como um ser irracional, preferimos entende-lo como sujeito pensante, criativo e subversivo. Subversivo, no sentido de fazer o que quiser daquilo que lhe é apresentado. 12

13 O consumo é visto como prática social, e isso não significa que não se negue a existência do prazer da compra, mas que esse prazer é imposto por uma padronização social, cultural ditada por valores, aqui entendidos como representações simbólicas e nada tem haver com a alienação daquele que consome. (DOUGLAS 2013; CERTEAU, 1998; MILLER, 2002; APPADURAI, 2008; BARBOSA, 2006; CAMPBELL, 2006; BRANDÃO, 2007; CANCLINI, 2010). O que se pode dizer desse consumo aqui percebido, é que são maneiras de consumir e copiar aquilo que se quer ser e estar, independente de ser mal visto como cópia ou falta de imaginação, essas consumidoras não estão nem um pouco preocupadas com nosso julgamento sobre o que elas decidiram comprar naquele momento que estavam acompanhando Avenida Brasil, se identificando e se sentindo representadas pelo poder de consumo da família Tufão. E que talvez, esse discurso moralista que nos vem acompanhando sobre o que as pessoas consomem como alienante, exista porque a ação desses consumidores que não são a elite brasileira seja muito mais profundo e perturbador do que se possa imaginar. E se comportar sem se preocupar com o discurso vigente de alienação, nos parece subversivo e, portanto interessante na construção de novas identidades, grupos e sujeitos pensantes. Referências Bibliográficas APPADURAI, A. A vida social das coisas: as mercadorias sob uma perspectiva cultural. Niterói: Universidade federal Fluminense, ASSUNÇÃO, V. K. Comida de mãe: notas sobre alimentação, família e gênero. Caderno espaço feminino, v. 19, n.01, jan./jul BARBOSA, L., CAMPBELL, C. (Orgs.) Cultura, Consumo e Sociedade. Rio de Janeiro: FVG, BARBOSA, L. Feijão com arroz e arroz com feijão: o Brasil no prato dos brasileiros. Porto Alegre: Horizontes Antropológicos, ano 13, n. 28, p , jul./dez., BOURDIEU, P. O poder simbólico. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, BOURDIEU, P. A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp, BRAGA, V. Cultura Alimentar: Contribuições da Antropologia da alimentação. Saúde em revista. Piracicaba, v. 6, n.13, p , BRANDÃO, L. Circuitos subalternos de consumo: sobre cópias baratas, falsificações e quinquilharias. Comunicação, Mídia e Consumo. São Paulo, v.4, n. 10, p , jul BRITES, J. Serviço doméstico: um outro olhar sobre a subordinação/ Cinderela domesticada gênero e reprodução da desigualdade na sociedade brasileira. Tempo e Presença Digital, v. 9, p.1-20, CANCLINI, N. G. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: UFRJ, CARNEIRO, J. D. Avenida Brasil reflete uma classe C que quer se ver. Disponível em: Acesso em: 25/06/2014. CERTEAU, M. A invenção do cotidiano: Artes de fazer. Petrópolis: Vozes, CERTEAU, M de.; GIARD, L. & MAYOL, P. A Invenção do cotidiano. Morar, Cozinhar. (Vol.2), Petrópolis: Vozes, COSTA, K.M. Gastronomia é protagonista nas novelas do horário nobre. Disponível em: Acesso em: 24/06/2014. CRUZ, B. A. Oi, oi, oi... O fenômeno Avenida Brasil : Uma novela para a classe C. ENAGRAD,

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