JCL. Job Control Language. Carlos J E de Campos. G u i a d e R e f e r ê n c i a. S e g u n d a e d i ç ã o S ã o P a u l o

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1 Carlos J E de Campos JCL Job Control Language Comandos, Sintaxe, Regras e Procedimentos Exemplos de programas e Pensamentos D e s e n v o l v i m e n t o C O B O L M a i n f r a m e G u i a d e R e f e r ê n c i a S e g u n d a e d i ç ã o S ã o P a u l o

2 Carlos J E de campos, 2014 Capa: Ramon Alvarenga Revisão: Fernanda Rizzo Diagramação: Carlos J E de Campos É proibida a reprodução total ou parcial desta obra, de qualquer forma ou por qualquer meio sem a autorização prévia e por escrito do autor. A violação dos Direitos Autorais (Lei n.º 9610/98) é crime estabelecido pelo artigo 184 do Código Penal Todos os direitos desta obra pertencem a Carlos J E de Campos

3 J C L Agradecimentos Agradeço a Deus por ter-me colocado na trilha do conhecimento. Agradeço à minha filhota, Vanessa Soares de Campos, por ser a minha fonte de esperança e por mostrar compreensão e paciência em muitos momentos da nossa vida. Agradeço ao amigo Roberto Azem, que sempre esteve por perto, nos momentos de estudo e naqueles em que precisava de ouvidos e conselhos. Agradeço aos meus pais Alice de Assunção Esteves Costa e José Manuel Lopes Moreira de Campos, por terem-me dado a vida, educação, formação moral e muito apoio. Agradeço ao companheiro Benedito Aparecido Alves, pelo apoio que tem me dado nesta segunda fase dos meus livros, acompanhando-me no dia a dia do trabalho, ouvindo-me e apoiando-me com o seu conhecimento e sabedoria. Benê, como é conhecido, tem sido um grande conselheiro. Reflexão Para adquirir conhecimento é preciso estudar, para adquirir sabedoria é preciso observar. Autor: William Arthur Ward C a r l o s C a m p o s P á g i n a 3

4 N ã o e s t a m o s a q u i p a r a p a g a r n e m s o b r e v i v e r, m a s s i m, p a r a v e n c e r, a d q u i r i n d o s a b e r. & U s e m o s o c o n h e c i m e n t o c o m é t i c a e m o r a l.

5 J C L Introdução JCL - Job Control Language é uma linguagem interpretada usada em Mainframes da IBM para instruir o sistema operacional a inicializar um subsistema ou executar um programa de lote. A sigla JCL também pode ser usada genericamente para se referir a qualquer linguagem que realize as mesmas funções, tais como a WFL, da empresa Burroughs, ou a OCL, da ICL. JCL é uma linguagem de controle de serviços e tem como objetivo descrever os serviços, gerenciar a sequência de execução dos programas e dos arquivos e dimensionar o volume de recursos, do sistema operacional, necessários para a realização do serviço. O JCL existe para executar programa no chamado processamento batch. O processamento batch é administrado pelos operadores, que se encarregam de manter, supervisionar e garantir a execução dos programas e a integridade dos dados. Essas execuções, normalmente, acontecem durante a noite, para que o sistema possa fornecer, no dia seguinte, os dados corretos aos usuários. O JCL existe para executar e administrar uma quantidade enorme de programas e arquivos de dados. Esta obra Esta obra tem como objetivo alcançar as pessoas que desejam criar programas COBOL Batch para serem executados em ambiente Mainframe, principalmente da IBM, z/os e OS/390. Oferece uma base teórica e prática, suficientemente boa, para que o leitor domine a criação, manutenção e utilização em programas COBOL. A abordagem segue uma sequência, de forma que o leitor possa compreender como montar STEPs e PROCs que vão executarprogramas e efetuar tratamento de arquivos sequenciais e VSAM. Os comandos são apresentados com a sua sintaxe básica e explicados a partir de pequenos programas apresentados especificamente e criados para esse fim, que podem ser usados para praticar e realizar testes. Reflexão E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. João 8:32 C a r l o s C a m p o s P á g i n a 5

6 Público-Alvo As informações contidas neste livro podem ser aprendidas e aplicadas por qualquer pessoa que deseje conhecer e programar em COBOL com o Banco de Dados DB2 em ambiente Mainframe. Os conceitos e os comandos são apresentados numa ordem, como forma de melhorar a compreensão e são acompanhados por figuras para ilustrar e aumentar a clareza das informações. Com a finalidade de reforçar e consolidar o aprendizado, cada comando é apresentado com a sua sintaxe básica e com um exemplo da sua aplicação e uso na programação COBOL. Pré-Requisitos Para desenvolver sistemas comerciais em COBOL que utilizem o banco de dados DB2, é necessário conhecer a sua linguagem, a sua sintaxe e as suas regras, mas, para elaborar programas nesta linguagem ou em outra, é preciso ter conhecimento sobre lógica de programação. É somente com a lógica de programação que se conseguem elaborar programas que atendam a algum propósito de negócio, com eficiência, e para executar programas Batch no ambiente Mainframe é necessário conhecer JCL. Para que o leitor possa tirar maior proveito dos conhecimentos apresentados neste livro, é aconselhável que conheça: Lógica de programação estruturada Linguagem COBOL DB2 para COBOL CICS para COBOL É aconselhada a leitura do livro de LÓGICA do mesmo autor que explica, passo a passo, a construção de algoritmos e de lógicas de programação, seguido do livro de COBOl, do DB2 para COBOL, do livro de CICS. E, depois, o livro de JCL. Esta obra está aderente ao programa de formação de Especialista em Desenvolvimento de Programação COBOL Mainframe, CMCPDS - Certified Mainframe COBOL Program Development Specialist, fornecido pelo instituto ICPDUG - INTERNATIONAL COBOL PROGRAM DEVELOPER USERS GROUP. Para mais informações, visite o site ou entre em contato através do do autor: Reflexão Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro. Autor: Henry Thoreau

7 J C L Resenha Benedito Aparecido Alves Quando fui convidado para participar deste projeto, não fiquei surpreso nem tive dúvidas do que iria encontrar quando pude ler todos os outros livros do autor. Na nossa área, os livros são muito raros e com pouco conteúdo. Normalmente, sem exemplos que reforcem o entendimento. Os que existem são os manuais técnicos e na língua inglesa. Li este livro e comparei com outros da área, observando a maneira como o conteúdo do JCL está organizado. Gostei muito da forma simples e objetiva de como os comandos são apresentados. Todos estão na forma básica e possuem exemplos que o leitor pode ler, interpretar e até executar. O livro de JCL atingiu o objetivo: apresentar a linguagem de forma prática, de modo a ser facilmente utilizado pelo programador, e ainda virar um guia de referência, assim como foram elaboradas as outras obras do autor. O autor, assim como fez no livro de LÓGICA, COBOL, DB2 e CICS, tem a preocupação de fornecer um material didático e, ao mesmo tempo, um treinamento com uma metodologia que leva a uma boa formação básica para ser um bom programador, utilizando lógica e bons princípios da linguagem JCL para ambiente de desenvolvimento Mainframe. Benedito Aparecido Alves tem mais de 25 anos de experiência, no ambiente de produção Mainframe, atuando no setor financeiro, tais com: Bradesco, Unibanco, Caixa Federal, Boston e IBM. Atualmente, trabalha na Sonda IT como Suporte a Produção (Mainframe). C a r l o s C a m p o s P á g i n a 7

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9 J C L A formação de um desenvolvedor especialista em COBOL Mainframe envolve diversas áreas do conhecimento, necessárias para a atuação que o profissional precisa ter no desempenho da sua atuação. São seis módulos específicos de conhecimento que se completam: Lógica, COBOL, DB2, CICS, JCL e TSO. Formação de especialista COBOL A formação completa segue uma sequência, de acordo com um planejamento, para a integração de todos os módulos e, com isso, potencializar a sinergia vinda de cada área de conhecimento. Por exemplo, primeiro se desenvolve o racíocino e se aprende a construir algoritmos e lógicas de programação; depois, se aprende a estrutura de linguagem de programação com os seus comandos e constrói-se programa com base nas lógicas de programação aprendidas. A seguir, aprende-se o banco de dados onde estarão armazenados os dados e, finalmente, aprende-se a estrutura do ambiente online do Mainframe, a forma de programação pseudoconversacional e, o JCL, linguagem de administra a execução de programas batch. No módulo de LÓGICA, são abordados como se constrói algoritmos e lógicas de programação. No módulo de COBOL, são vistos toda a teoria e estrutura da linguagem de programação e todos os comandos principais e básicos para desenvolver a grande maioria dos programas. No módulo de DB2, são abordados a teoria e estrutura básica de um banco de dados e, todos os comandos principais e básicos para desenvolver programas que utilizam o banco de dados DB2 em programas COBOL. No módulo de CICS, são vistos toda a teoria e estrutura do ambiente, a forma de programação pseudoconversacional e, todos os comandos principais e básicos para desenvolver a grande maioria dos programas online. No módulo de JCL, são vistos toda a teoria e estrutura da linguagem de programação e todos os comandos principais e básicos para desenvolver a grande maioria das soluções necessárias para a execução dos programas batch. C a r l o s C a m p o s P á g i n a 9

10 Metodologia dos cursos O assunto novo é apresentado ao aluno, através da apresentação de SLIDES animados e coloridos e tiradas as dúvidas sobre o tópico. Para praticar o conhecimento novo, o aluno é solicitado a realizar o exercício, no caso: criar algoritmo ou programa. Após o tempo para criar a primeira solução, é apresentado; via SLIDES animados e coloridos, a solução do exercício, tirando todas as dúvidas possíveis. Para consolidar e poder tirar novas dúvidas do tópico do conhecimento, são solicitados, em média de dois a quatro exercícios na aula. A solução dos exercícios propostos é apresentada, via SLIDES animados e coloridos. E para tentar consagrar o conhecimento, é solicitado, em média de três a seis exercícios extras para o aluno fazer fora as horas das aulas. E, para tentar tirar possíveis dúvidas remanescentes, são reservados os primeiros minutos de cada aula, para tirar dúvidas. Objetivo do método Este método tem como objetivo alcançar os mais diversos indivíduos (visual, auditivo ou cinestésico) para que tomem consciência dos conceitos. Todo o método está baseado na indução do raciocínio, para que se crie a lógica necessária. Com isto, a energia necessária gasta com o esforço para criar a lógica é gasta durante o treinamento. Depois de formado, o individuo passa a raciocinar automaticamente com muito menor esforço. Por exemplo, quando houver uma solicitação que seja necessária à criação de duas quebras, uma dentro da outra, o raciocínio vem automaticamente e, à medida que vai elaborando a lógica, o seu formato já vem no padrão aprendido. Benefícios do método Rever conceitos Consolidar Exercícios Apresentar Conceito Apresentar Solução Os benefícios do método aplicado podem se resumir no seguinte: Aumento do desempenho no raciocínio lógico Acomodação crescente do conhecimento Consolidação das estruturas lógicas Facilidade de criar a solução lógica Tirar dúvidas Praticar exercícios

11 J C L Certificação para desenvolvedor Mainframe O instituto ICPDUG (INTERNATIONAL COBOL PROGRAM DEVELOPER USERS GROUP), para valorizar a área de desenvolvimento de sistema, fornece o exame de certificação para desenvolvedor COBOL Mainframe, com o objetivo de identificar o especialista em desenvolvimento de sistemas COBOL Mainframe. Objetivo da certificação A certificação vem agregar valor para a empresa, na medida em que vai avaliar o conhecimento para a necessidade específica que o profissional precisa ter, possibilitando a criação de um quadro de profissionais altamente qualificados e nivelados com o objetivo de planejar, definir e criar sistemas e programas com eficiência e qualidade. E para o profissional, vem para valorizar a sua capacitação, a sua formação, diferenciando-o dos demais profissionais, fornecendo-lhe as credencias de um profissional especialista, aderente com as necessidades de conhecimento específico. Como é a certificação O certificado de Especialista em COBOL Mainframe, CMCPDS - Certified Mainframe COBOL Program Development Specialist (Especialista em Desenvolvimento de Programação COBOL Mainframe). O especialista máster recebe o título, após ter obtido todas as certificações para as seguintes especialidades: LÕGICA - Programação estruturada COBOL - Linguagem de programação DB2 - Sistema Gerenciador de Banco de Dados Relacional CICS - Sistema Gerenciador de ambiente ONLINE JCL - Linguagem de controle Batch Para mais informações, acesse o site ou utilize o Reflexão Em algum lugar, algo incrível está esperando para ser descoberto. Autor: Carl Seagan C a r l o s C a m p o s P á g i n a 11

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13 J C L Sumário Agradecimentos... 3 Introdução... 5 Resenha... 7 Formação de especialista COBOL... 9 Metodologia dos cursos Objetivo do método Benefícios do método Certificação para desenvolvedor Mainframe Objetivo da certificação Como é a certificação Sumário Notação utilizada Como codificar subparâmetros códigoretorno chaveregistro classe ddname dsname formdado jobname nomearquivo nomeform nomeprog nomeproc nromaxcomponente operadorlogico posini C a r l o s C a m p o s P á g i n a 13

14 posiçãoinicial quantidade qtdecopias qtdebufers qtdedispositivo qtderegistro stepname stepanterior tamanho tamcampo tamanhomedio tamanhomaximo usuário Mainframe O que é Mainframe História do Mainframe Primeiros Mainframes Capacidade dos Mainframes Mainframe suporta vários sistemas operacionais Disponibilidade do Mainframe Imponência do Mainframe Mainframe e supercomputador Visão geral de um Mainframe Terminal Teclado Softwares utilizados no Mainframe Sistema operacional do Mainframe O que é sistema operacional História do sistema operacional JCL Job Control Language... 41

15 J C L Introdução ao JCL O que é JCL Estrutura da linguagem JOB MANAGEMANT TASK MANAGEMENT DATA MANAGEMENT O que é um JOB O que é um STEP Estrutura de um JOB Regras de codificação Estrutura da linha de codificação Regras para uso de comentários Regras de continuação de comando Como é executado um JOB JES Job Entry Subsystem Entrada de JOB Execução de JOB Saída de JOB Identificando a situação de execução de um JOB Situação final de execução do STEP Fim normal da execução do STEP Fim anormal da execução do STEP ABEND programado ABEND não programado Instruções do JCL Principais instruções abordadas Parâmetros Parâmetro opcional Parâmetro obrigatório Parâmetro posicional C a r l o s C a m p o s P á g i n a 15

16 Parâmetro chave Instrução JOB Codificação dos parâmetros Sintaxe da instrução JOB parâmetros-posicionais parâmetros-chave Instrução EXEC Sintaxe da instrução EXEC Parâmetros da instrução EXEC PGM PROC Parâmetro TIME Parâmetro REGION Parâmetro PARM Parâmetro COND Instrução DD Sintaxe da instrução DD parâmetros-posicionais Parâmetros-chave Concatenar (juntar) arquivos IEFBR Criar arquivo sequencial Exemplo para criar arquivo sequencial Criar arquivo particionado (PDS) Exemplo para criar particionado tamanho variado Exemplo para criar particionado tamanho fixo IEBGENER Controlar o IEBGENER Como controlar a execução do IEBGENER Sintaxe do IEBGENER

17 J C L dados-de-entrada parâmetros-de-controle Comandos utilizados no IEBGENER Exemplo de IEBGENER Imprimir a partir do STEP Exemplo de IEBGENER Copiar a partir do STEP Exemplo de IEBGENER Copiar a partir de arquivo Copiar arquivo para particionado (PDS) Exemplo para copiar arquivo para PDS IDCAMS Codificação dos comandos Regras dos comandos Parâmetros posicionais e de palavra-chave Como continuar comandos e parâmetros Como terminar o comando Como utilizar comentário Usando o serviço de método de acesso Invocando o serviço de método de acesso Acesso por meio de um JOB Serviços fornecidos pelo IDCAMS Utilização do IDCAMS Sintaxe do IDCAMS Comandos-do-IDCAMS Considerações do IDCAMS Comandos utilizados no IDCAMS Comando DEFINE GDG O que é arquivo GDG Sintaxe do comando DEFINE GDG Comando PRINT Sintaxe do comando PRINT Parâmetro indicador do arquivo de entrada C a r l o s C a m p o s P á g i n a 17

18 Parâmetro indicador da forma de impressão do caracteres Parâmetro indicador para inicio da impressão Parâmetro indicador da forma de impressão do caracteres Exemplo para listar arquivo GDG com INFILE Exemplo para incluir no arquivo GDG Exemplo para listar arquivo sequencial Exemplo para listar arquivo GDG Exemplo para listar arquivo GDG com COUNT Comando DEFINE CLUSTER O que é CLUSTER VSAM Sintaxe genérica do comando DEFINE CLUSTER Comando REPRO Sintaxe genérica do comando REPRO Sintaxe do comando REPRO condicional Sintaxe do comando REPRO condicional a partir de Sintaxe do comando REPRO condicional REPLACE Comando LISTCAT Sintaxe do comando LISTCAT Comando DELETE Sintaxe do comando DELETE Exemplo para criar arquivo VSAM KSDS Exemplo para excluir arquivo Comando VERIFY Sintaxe do comando VERIFY Exemplo com VERIFY para arquivo com dados DFSORT Cartão de controle do DFSORT Sintaxe geral do DFSORT SORTWKnn SORTINnn

19 J C L comandos-do-sort Comandos do DFSORT Sequência de execução dos comandos do DFSORT Classificar registros do arquivo Uso do comando SORT FIELDS Sintaxe do comando SORT FIELDS Exemplo de ordenação SORT FIELDS Sequência de execução de SORT FIELDS Selecionar registro do arquivo Tipos de selecionamento de registro de entrada Regras de preenchimento e truncamento na comparação Regras de comparação para INCLUDE e OMIT Selecionar registros que serão gravados Uso do comando INCLUDE COND Ignorar registros para não serem gravados Uso do comando OMIT COND Somar valores em registros Uso do comando SUM FIELDS Eliminar chaves duplicadas Uso do comando SUM FIELDS=NONE Sintaxe do comando SUM FIELDS=NONE Exemplo de eliminação de duplicados Reformatar registros de entrada Uso do comando INREC FIELDS Reformatar registros de saída Uso do comando OUTREC FIELDS Como inserir dados no registro de saída Juntar arquivos Uso do comando MERGE FIELDS Exemplo de MERGE com arquivos ordenados C a r l o s C a m p o s P á g i n a 19

20 Copiar partes de arquivo Uso do comando OUTFIL Copiar arquivos Uso do comando COPY Exemplo para copiar arquivos com OPTION COPY Exemplo para copiar arquivos com SORT FIELDS Exemplo para copiar arquivos com MERGE FIELDS IEBCOMPR Controlar o IEBCOMPR Cartão de controle do IEBCOMPR Sintaxe geral do IEBCOMPR Boas práticas Orientações para DFSORT Blocagem eficiente Melhor disposição dos campos Melhor definição dos campos Especificar tamanho do arquivo Executar o DFSORT via JCL Ser generoso com o tamanho da memória virtual Alocação ideal da área de trabalho Bibliografia Outras obras do autor

21 J C L Notação utilizada [ ] Opcional { } Optar por um, sendo que as opções estão separadas pelo símbolo que significa ou < > Operador lógico "OU". Significa que pode ser substituído por um dos parâmetros. Operador lógico "OU". Significa que pode ser substituído por um dos parâmetros.... Existem procedimentos não mencionados A linha acima representa a régua do exemplo em questão para ajudar a mostrar a posição dos caracteres, muito importante para a linguagem COBOL. Reflexão Só é lutador quem sabe lutar consigo mesmo. Autor: Carlos Drummond de Andrade C a r l o s C a m p o s P á g i n a 21

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23 J C L Como codificar subparâmetros Muitos comandos e parâmetros necessitam de valores para o seu funcionamento, chamados de subparâmetros. Por exemplo, o parâmetro DATASET possui a seguinte sintaxe: READ ARQCLI INTO nomeáreadedados, onde nomeáreadedados representa o nome da área que vai receber os dados do registro lido. Muitos comandos e parâmetros necessitam de valores para o seu funcionamento, chamados de subparâmetros. Por exemplo, o parâmetro COUNT, para contar registros, possui a seguinte sintaxe: COUNT(qtd-reg), onde qtde-reg representa a quantidade de registros que devem ser contados. Os seguintes formatos de dados podem ser usados: decimal (n), hexadecimal (X n'), ou binário (B n'). Estas convenções de codificação se aplicam às necessidades dos parâmetros e opções quando: Necessitar de um caracter especial, incluir os dados entre aspas únicas. Por exemplo, OWNER( *CJEC* ). Necessitar de um caracter especial e do caractere aspa única. Neste caso codificar a aspa únuca precedida de outra aspa única. Por exemplo, VOLUMES('um ' '& '). Isto significa (um &). Necessitar informar dados na forma hexadecimal. Lembre-se de que dois caracteres hexadecimais representam um caracter alfanumérico ou especial. Por exemplo, FROMKEY(X 'C1C2C3 ') é o mesmo que FROMKEY(ABC). códigoretorno Número inteiro indicador da situação de término do STEP, conhecido com RETURN CODE. Valor entre 0 e chaveregistro Especifica a chave primária do registro. C a r l o s C a m p o s P á g i n a 23

24 classe Nome da classe de saída para o conjunto de dados (arquivo). A classe pode ser identificada pelos caracteres de A a Z ou de 0 a 9, que você pode opcionalmente colocar entre aspas. Os atributos de cada classe de saída são definidos durante a inicialização do JES. O asterisco * indica que se use a classe definida na MSGCLASS. ddname Nome do arquivo lógico utilizado dentro do programa de aplicação. No caso de programa COBOL, é utilizado na SELECT. Deve seguir as seguintes regras de stepname. dsname Nome do arquivo físico utilizado pelo sistema operacional. Ver nomearquivo. formdado Sequência de dois caracteres para indicar o tipo de formato do campo a ser utilizado na ordenação. jobname Nome da instrução (comando ou cartão) JOB e, deve seguir as seguintes regras: Pode ter de um a oito caracteres. Deve ter um nome exclusivo na instalação. Deve começar por um caractere alfanumérico ou pelos caracteres: e #. Deve começar na coluna 3. O primeiro caractere deve ser alfabético ou nacional ($, Deve ser seguido por pelo menos um espaço em branco. Reflexão Devemos educar nosso coração a ser piedoso, gentil, terno, cheio de perdão e compaixão. Autor desconhecido

25 nomearquivo J C L Nome do arquivo a ser utilizado. O nome do arquivo pode ser simples ou composto. Se for simples, segue as regras de nomedopgm. Se for composto, pode ter no máximo 44 caracteres de tamanho, se for GDG, poderá ter no máximo 35 caracteres. No caso de nome composto, o nome pode ser uma junção de vários nomes simples separados por um ponto. O nome composto deve possuir a seguinte formatação: Por exemplo: AD.CJEC.CURSO.JCL.ARQJCL78 nomeform Nome do formulário pré-formatado. O formulário é identificado por um código de 4 caracteres e necessita de um tratamento específico para que seja montado pelo programa e impresso em papel. Por exemplo: //SAIDAPGM DD SYSOUT=A,,ZT42 Neste exemplo, a saída é um formulário de nome ZT42. No caso, a SYSOUT possui o nome (DDNAME) de SAÍDAPGM. nomeprog Nome do utilitário ou programa de aplicação. Pode ter de um a oito caracteres. Deve ter um nome exclusivo na instalação. O primeiro caractere deve ser alfabético ou ($, nomeproc Nome de um procedimento (processo catalogado). Pode ter de um a oito caracteres. Deve ter um nome exclusivo na instalação. O primeiro caractere deve ser alfabético ou ($, nromaxcomponente Número inteiro de 1 a 255. C a r l o s C a m p o s P á g i n a 25

26 operadorlogico O operador lógico é identificado por dois caracteres. Pode ser: NE Não igual. EQ Igual. LT Menor. GT Maior. LE Menor ou igual. GE Maior ou igual. posini Número inteiro para indicar a posição inicial do valor a ser utilizado na ordenação. A 1ª posição é o byte 1. posiçãoinicial Número inteiro para indicar a posição inicial da chave principal. A primeira posição é identificada pelo número zero. quantidade Número inteiro. qtdecopias Número de cópias a serem impressas do formulário. É um número inteiro. Por exemplo: //SYSPRINT DD SYSOUT=A,COPIES=3 Neste exemplo, o parâmetro COPIES está com o número 3. Isso significa que os dados que estão na SYSPRINT serão impressos três vezes. qtdebufers Número inteiro para determinar a quantidade de regiões de memória. qtdedispositivo Quantidade de dispositivos que podem ser utilizados. É um número decimal de 1 até 59. qtderegistro Especifica o número de registros lógicos que será copiado. É um número inteiro.

27 stepname Nome do STEP. Deve seguir as seguintes regras: J C L Pode ter de um a oito caracteres. Deve ter um nome exclusivo na instalação. Deve começar por um caractere alfanumérico ou pelos caracteres: e #. Deve começar na coluna 3. O primeiro caractere deve ser alfabético ou nacional ($, Deve ser seguido por pelo menos um espaço em branco. stepanterior Nome do STEP anterior, já executado. Deve seguir as regras de stepname. tamanho Número inteiro para determinar o tamanho. tamcampo Número inteiro para indicar o tamanho do campo (sequência de caracteres) a ser utilizado na ordenação. tamanhomedio Número inteiro indicativo do tamanho médio do registro. tamanhomaximo Número inteiro indicativo do tamanho máximo do registro. usuário Nome do usuário que tem permissão para ver o formulário (relatório). C a r l o s C a m p o s P á g i n a 27

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29 J C L Mainframe 1 Este capítulo tem como finalidade apresentar a história e os fundamentos dos computadores Mainframe, em especial, da IBM, por ter sido o que mais se popularizou. Reflexão A ciência sem a religião é coxa; a religião sem a ciência é cega. Albert Einstein C a r l o s C a m p o s P á g i n a 29

30 O que é Mainframe Um Mainframe é um computador de grande porte, dedicado normalmente ao processamento de um volume grande de informações. Os Mainframes são capazes de oferecer serviços de processamento a milhares de usuários por meio de milhares de terminais conectados diretamente ou por uma rede. O termo Mainframe se refere ao gabinete principal que alojava a unidade central de fogo nos primeiros computadores. É uma linha de computadores de grande porte destinado ao processamento contínuo e ininterrupto de grande volume de informações com alto grau de confiabilidade e segurança. Um Mainframe moderno pode processar uma quantidade superior a 4 bilhões de transações por segundo, suportar milhares de terminais remotos e suas controladoras, controlar o acesso de centenas de discos, fitas, volume de milhões de impressão etc. Mainframe não é sistema operacional, é um computador que usa o sistema operacional OS/390 ou z/os desenvolvido pela IBM com o fim específico de processar grandes volumes de dados de forma contínua e ininterrupta. Anteriormente, eram computadores que ocupavam um grande espaço e necessitavam de um ambiente especial para seu funcionamento. Atualmente, possuem o mesmo tamanho dos demais servidores de grande porte com menor consumo de energia elétrica. Os Mainframes são capazes de realizar operações em grande velocidade e sobre um volume muito grande de dados. O Mainframe possui grande número de processadores que auxiliam os processadores centrais. Eles são utilizados em funções de criptografia, gerenciamento de entrada/saída, monitoração do ambiente, manipulação de memória etc. Suportam totalmente o software antigo (no caso da IBM, inclusive aplicações escritas na década de 1960) convivendo com novas versões. Reflexão Não vos enganeis: as más conversas corrompem os bons costumes. I Coríntios 15:33

31 História do Mainframe J C L Os Mainframes nasceram em 1946 e foram sendo aperfeiçoados. Em 7 de abril de 1964, a IBM apresentou o System/360, Mainframe que, na época, foi o maior projeto de uma empresa. Desde então, outras empresas como a HP e a Burroughs (atual Unisys) lançaram seus modelos. Posteriormente, a IBM lançou a série /370 e a Burroughs, as máquinas de terceira geração: B-3500 e B-6500, sucedidas pela série 700: B-3700 e B Figura 1 IBM 704 No fim da década de 1970, ao mesmo tempo em que os sistemas destinados a grandes corporações cresciam, começaram a ser reduzidos os tamanhos de uma série de máquinas: a IBM lançou o /3 e a Burroughs, a série B-1700 e, posteriormente, a B-700, máquinas de quarta geração, cujo software básico era escrito em MIL (Micro Implemented Language) e SDL (Software Development Language). Como foram as primeiras máquinas Burroughs microprogramáveis, isso lhes proporcionou flexibilidade ímpar. Estas máquinas marcaram o início do uso de circuitos integrados com tecnologia TTL e integração em média escala (MSI). Atualmente, a IBM produz quatro versões de Mainframes, denominados System Z series, que, modernizados, suportam diversos sistemas operacionais: z/os, z/os.e, z/vm, z/vse, VSE/ESA, TPF, z/tpf e Linux on System z. Hoje, segundo especialistas, há uma forte tendência de crescimento para este setor, inclusive com as novas versões do Cobol (principal linguagem dos Mainframes) que usam ambiente gráfico. A primeira empresa a usar o S/360 no Brasil foi a Bayer, empresa de produtos químicos, em Outras empresas e órgãos do governo adotaram o Mainframe depois, como o governo do Estado de São Paulo, a Usiminas e Paulo Afonso. Desde então, outras empresas, como a HP e a Unisys, lançaram seus modelos de Mainframe. Além disso, bastante coisa mudou no mundo da tecnologia. Na verdade, boa parte do mercado de informática que existe hoje surgiu depois do primeiro Mainframe. Foi apenas depois disso, por exemplo, que surgiu o circuito integrado, mais conhecido hoje em dia como chip semicondutor. Sem esses chips, dificilmente teriam surgidos os microprocessadores, que começaram a se tornar populares na década de 80. Reflexão Há um poder maravilhoso no silêncio. Autor Desconhecido C a r l o s C a m p o s P á g i n a 31

32 Primeiros Mainframes Vejamos como eram os primeiros computadores Mainframes da IBM. IBM 360 LANÇADO EM 1964 O primeiro mainframe IBM 370 DÉCADA DE 70, a segunda geração IBM 3090 ANOS 80 Refrigerado a água IBM MULTIPRISE 1990 Modelo compacto usado muito em backup de sites LINHA 9000 ANOS 90, o modelo mais utilizado LINHA Z/SERIES ANO 2000 a nova geração

33 Capacidade dos Mainframes Inovação com Processadores Especializados J C L Os Mainframes possuem grande capacidade de armazenamento e velocidade (Fonte IBM). Mainframe Atual - IBM System z9-ec Clientes maiores Até 54 Processadores (para aplicação) Até 512 Gb de memória Velocidade de Barramento até Gb por segundo. Mainframe suporta vários sistemas operacionais Os Mainframes podem suportar vários sistemas operacionais (Fonte IBM). A PU quando é um Processador Central (CP) processa qualquer tipo de carga de aplicativo, mas pode ser configurada para processar cargas específicas como: Integrated Facility for Linux (IFL) 2001 System z9 Application Assist Processor (zaap) 2004 Processa JAVA IBM System z9 Integrated Information Processor (ziip) 2006 Processa parte das cargas do DB2 Internal Coupling Facility (ICF) 1997 Processa Cluster Processa Linux e Virtualização Reflexão Só é livre o homem que sabe dar ordens a si mesmo. Autor: Pitágoras C a r l o s C a m p o s P á g i n a 33

34 Disponibilidade do Mainframe O Mainframe tem alta disponibilidade, atinge 99,99 % (Fonte IBM). IBM System z Disponibilidade % Imponência do Mainframe 5 minutos de paradas programadas por ano!! Componentes projetados para funcionar 100 anos sem apresentar falhas. A IBM tem o projeto BIG Green, que consolida em 30 Mainframes uma enorme capacidade de armazenamento e de processamento, com alta economia de energia (Fonte IBM). Projeto IBM Big Green Consolidação de Servidores na IBM servidores Intel e Unix nos CPDs do mundo todo - 80% de Economia de Energia milhões de dolares economizados em 5 anos com energia, software e suporte - Usando Linux TUDO ISSO EM 30 MAINFRAMES

35 Mainframe e supercomputador J C L A distinção entre supercomputadores e Mainframes não está clara, mas podemos dizer que os supercomputadores são utilizados na solução de problemas em que o tempo de cálculo é um limite, enquanto os Mainframes são utilizados em tarefas que exigem alta disponibilidade e envolvem alto volume de processamento de dados. Os supercomputadores são otimizados para realizar tarefas complexas, utilizando principalmente a memória, enquanto os Mainframes são otimizados para realizar tarefas que acessam grandes quantidades de informação oriunda de bases de dados, arquivos. Os supercomputadores são construídos para atender a uma finalidade específica. Os Mainframes são construídos para realizar uma grande variedade de tarefas de execução diária. Normalmente, os supercomputadores são utilizados em aplicações científicas e militares, enquanto os Mainframes são voltados a aplicações civis, sejam governamentais ou empresariais. A análise de modelos de clima, análise estrutural de proteínas e processamento de filmes digitais são tarefas bastante apropriadas para os supercomputadores. O processamento de cartões de crédito, gerenciamento de contas bancárias e processamento de seguro são tarefas normalmente realizadas por Mainframes. Uma exceção: certas aplicações militares exigem um nível de segurança muito alto, que é uma forte característica dos Mainframes. Visão geral de um Mainframe Console(s) operador C P U C O NT R O LA D O RA S Terminal... Terminal D i s c o s I m p r e s s o r a s F i t a s C a r t u c h o s C a r l o s C a m p o s P á g i n a 35

36 Terminal 3270 Os terminais que se comunicam com o Mainframe são dedicados e não possuem inteligência, como um computador, conhecido como PC (Personal Computer). Eles são conhecidos como terminais tipo 3270, terminal a caractere. Nos terminais 3270 os pontos endereçáveis constituem um vetor de (basicamente) 24 x 80 = Estes pontos podem receber um conjunto limitado de conteúdos (basicamente 190 caracteres oriundos das 256 configurações EBCDIC). Nos computadores, PC, os monitores cada vez mais possuem pontos endereçáveis, os pixels (picture elements). Por exemplo, a configuração 640 x 480 possui pontos, que podem ser configurados à vontade. É a maravilha do terminal gráfico permitindo imagens cada vez mais perfeitas. Parecidas com a natureza. Por meio dos computadores PC, pode-se conectar-se ao Mainframe. Para isso ser possível, é necessário utilizar um software de simula um terminal 3270 para a comunicação. Teclado 3270 Os terminais (teclado) do Mainframe também são um pouco diferentes, assim como existem diversos teclados para os computadores pessoais. Depende do fabricante e do idioma do país. A utilização dos recursos do teclado 3270 no PC depende do emulador e do teclado utilizado. No PC existem o processador, a memória e o software, que possibilitam o tratamento de uma parte dos dados para que a comunicação com um host seja feita localmente; no terminal, existe apenas um buffer (memória) capaz de conter informações que estão limitadas ao tamanho da tela.

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