Marcos Roberto Ramos (UNIVALI) Flávio Anthero Nunes Vianna Santos. Eugenio Andrés Díaz Merino (UFSC) Cibele Eschner Lin

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1 ISSN GESTÃO DO DESIGN: ANÁLISE SOBRE A APLICAÇÃO DOS CONCEITOS E RELAÇÃO COM A GESTÃO DE PROJETOS EM ESCRITÓRIOS DE DESIGN GRÁFICO NA MICRORREGIÃO DE ITAJAÍ SC. Marcos Roberto Ramos (UNIVALI) Flávio Anthero Nunes Vianna Santos (UNIVALI) Eugenio Andrés Díaz Merino (UFSC) Cibele Eschner Lin (UNIVALI) Resumo: Com a globalização presente na atualidade, cada vez mais as empresas buscam por diferenciação no mercado, recorrendo à diversas estratégias, dentre elas a inserção do Design. Assim, esta pesquisa busca analisar como é realizada a Gestão do Design em Escritórios de Design Gráfico, responsáveis principalmente pela inovação nas áreas de Identidade visual e corporativa, editorial, superfície e estamparia, sinalização, tipografia, material promocional e de divulgação, entre outras. Essa abordagem fundamenta-se em conceitos de Gestão de Projetos e na forma como estes são introduzidos para organização das atividades destes escritórios, bem como para a obtenção de resultados positivos junto aos clientes. A obtenção de dados é realizada através de uma pesquisa em uma amostragem de escritórios da microrregião de Itajaí Estado de Santa Catarina e proporciona a análise da relação entre Gestão do Design e Gestão de Projetos nas atividades destes escritórios. Palavras-chaves: Design; Escritórios de Design Gráfico; Gestão do Design; Gestão de Projetos

2 1 INTRODUÇÃO Atualmente, a dinâmica da economia mundial decorrente da globalização e de aceleradas inovações tecnológicas, tem impulsionado a adoção de estratégias por parte das empresas visando ao aumento da competitividade e inovação. Assim, para manter-se competitiva no mercado, qualquer empresa precisa estar em constante atualização e mantendo uma velocidade acelerada de criação associada a uma gestão sustentável e socialmente responsável. De acordo com Kim e Mauborgne (2005), através da incorporação de estratégias de inovação uma empresa pode, não só buscar espaço no mercado competitivo, como também buscar inovações que lhe permitam abrir um mercado livre de concorrência. Com base neste conceito e na preocupação relacionada às crescentes exigências dos consumidores, as empresas têm se voltado principalmente, à busca pela inovação nos produtos e/ou serviços prestados, onde, de acordo com Bes e Kotler (2011), há um grande consenso entre os empresários e pesquisadores de que é necessário inovar, mas falta difusão sobre como concretizá-la. Neste contexto então, a função do design como fator de diferenciação e de competitividade vem se evidenciando significativamente; a procura por empresas prestadoras de serviços e especializadas em promover a inovação, tem sido cada vez mais significativa. Assim, temos os escritórios de Design, requisitados para elaboração de projetos com diferentes finalidades: criação e/ou aperfeiçoamento de produtos, conceituação e elaboração de identidades visuais, marcas, embalagens, entre outras, visando sempre proporcionar a seus clientes, um critério de destaque frente a este concorrido mercado. Esta importância da aplicação de Design em projetos de empresas de diversos segmentos é enfatizada com o Programa Brasileiro do Design - PBD, criado em 1995 pelo Decreto de 09 de novembro, qual se destina a promover o desenvolvimento do design no Brasil, dado o fato deste país ter forte identidade criativa, apto a desenvolver a marca Brasil no competitivo mercado internacional. O PBD resultou da aglutinação e articulação de subprogramas de abrangência geral e específica, promovendo uma orientação estratégica única e caráter descentralizado, buscando motivar os empresários e engajá-los no alvo principal, que é inserir o binômio design e inovação no sistema produtivo (PBD, 2012). O Design então é forte elemento de competitividade empresarial, em especial para os segmentos pressionados pela concorrência internacional. É um diferencial estratégico visto que possibilita a otimização no uso de matéria-prima, melhoria nas fases de projeto, produção e até 2

3 mesmo no consumo, quando associada sua prática ao desenvolvimento de produtos, assegurando melhores níveis de satisfação do cliente. Sendo assim, principalmente na atuação de escritórios de Design Gráfico, é fundamental o conhecimento pleno de técnicas e processos desenvolvidos para se atingir esses níveis de satisfação. Neste sentido, a investigação desta pesquisa se dará partir deste problema, que discute como o Design é gerenciado e desenvolvido dentro desses escritórios responsáveis por gerir produtos cada vez mais inovadores que atendam as necessidades dos clientes. 2 OBJETIVO Este estudo tem como objetivo principal evidenciar a forma como é elaborado o Processo de Design nos escritórios de Design Gráfico e especificamente, analisar como essa organização ou não do processo influencia nos resultados, de forma que todo o processo executado seja fluente e que todos os envolvidos, tanto interna quanto externamente, sejam beneficiados. 3 GESTÃO DO DESIGN O Design é uma atividade que vem se desenvolvendo e com o passar dos anos, ganha cada vez mais destaque no mercado. Fundamentando na visão de Damazio (2006) a atividade de design é passível de muitas interpretações diferentes entre si, mas todas concordam que o Design pressupõe uma atividade ligada a soluções de necessidades. e para Kotler (2003), o Design fornece um conjunto de ferramentas e conceitos para o desenvolvimento de produtos e serviços de sucesso. Segundo o SEBRAE/SP (2011) a atividade se divide tradicionalmente em áreas, de acordo com sua atuação: 3

4 Área Design Gráfico Design Industrial ou de Produto Design de Interiores Design de Embalagem Design da Informação Web Designer Design de Moda Atividades Identidade visual e corporativa, editorial, superfície e estamparia, sinalização, tipografia, material promocional e de divulgação. Mobiliário, objetos de uso pessoal, utensílios domésticos e de decoração, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, iluminação, acessórios de construção civil, transportes, máquinas e ferramentas, produtos médico-hospitalares, etc. Espaços, postos e estações de trabalho, chão de fábrica, pontos de venda, vitrines, feiras e eventos, recepção e áreas de circulação. Rótulos, cartonados e flexíveis - mais relacionados ao Design gráfico; embalagens de consumo e de transporte (frascos, vidros, containers, caixas e pallets) - mais ligadas ao Design de produto. Apresentação, estatísticas, algarismo, códigos ou dados geográficos. Desenvolvimento para Websites, internet. Joias, roupas, bolsas, calçados e acessórios. Tabela 01: Áreas de atuação do Design Fonte: Adaptado de Martins e Merino (2011) e SEBRAE/SP (2011). Com o passar dos anos, além de o reconhecimento mais detalhado sobre o Design, as práticas estão ficando mais detalhada, assim a introdução da Gestão do Design vem ganhando força em diversas organizações mais abertas à inovação e reconhecedoras de que o Design não pode ser trabalhado de maneira isolada. De acordo com Magalhães (2006), a gestão de design pode ser incorporada à empresa como uma de suas áreas ou ainda pode ser contratada como serviço terceirizado, e ele quando bem gerenciado se constitui numa fonte de vantagens competitivas, uma eficaz metodologia para a inovação de produtos e processos e um fator de rentabilidade econômica em qualquer setor. (DDI, 2005). Esta Gestão do Design pode ser definida em uma organização como a proposição de valores bem definidos que é a estratégia da corporação, seguida por claras definições de visão, missão, objetivos, estratégias e planos de ação que unam a corporação e o negócio. (WALTON, 1998, p.4). Segundo Martins & Merino (2011) Gestão do Design é um conjunto de técnicas de gestão dirigido a maximizar, ao menor custo possível, a competitividade que a empresa obtém pela incorporação e utilização do Design como instrumento de sua estratégia empresarial. 4

5 Na definição do Sebrae/SP (2011) esse termo teve origem em meados da década de 1960 se referindo a forma como projetos de Design deveriam ser gerenciados, acompanhados de fluxogramas, diagramas e métodos sistemáticos, na relação entre um escritório de Design e seus clientes. A partir de então, são introduzidos cada vez mais, critérios da área de Design como, por exemplo: atenção aos detalhes, priorização pela qualidade e foco no usuário, ao campo da Gestão (Administração). Com essa mudança no pensamento corporativo, o Design deixou de ser um setor isolado e passou a atuar de forma multidisciplinar na empresa, enfatizado em conectar a organização (e suas estratégias) à geração de valor e inovação, fatores estes, que devem ser evidenciados ainda mais por se tratar de escritórios de Design. Segundo Phillips (2008), através da gestão de design, o designer participa na construção da visão, estratégia e vantagens competitivas da corporação. Percebendo o valor gerado pela aplicação e ação de conceitos de Design nas organizações, os gestores implantam um processo que engloba este conceito desde o pensamento inicial da empresa. Seragini (2006) reforça que "o Pensamento de Design é o novo modelo de gestão capaz de enfrentar os desafios e a complexidade do mundo atual, não apenas no âmbito dos negócios como também nos temas públicos, como a saúde, a habitação a educação e o lazer". De acordo com Fascioni (2006) e Merino & Martins (2011) e Mozota (2011), a Gestão do Design está dividia em três níveis que se relacionam diretamente. A divisão por níveis de atividades busca facilitar o mecanismo no processo de implantação do Design nas empresas: Níveis de Decisões Gestão Estratégica do Design Gestão Tática ou Comercial do Design Gestão Operacional do Design Níveis de Criação de valor Atuação do Design sobre o ambiente empresarial ou função transformadora de Design. Atuação sobre a empresa ou função coordenadora de Design. Atuação sobre a oferta da organização ou função diferenciadora do Design. Tabela 02: Gestão do Design sobre os três níveis de especialidade Fonte: Adaptado de Fascioni (2006) e Martins & Merino (2011) e Mozota (2011) De modo geral e com base no que afirma Mozota (2011, p ) O design é um processo que nunca termina, e sua gestão é essencial para o sucesso da política de inovação de uma empresa, assim, as empresas que hoje são líderes em seus mercados já identificam que a organização do processo de Design é fundamental para mantê-las competitivas e conforme Best 5

6 (2006, p.28) o gestor de Design é responsável tanto pela coerência e consistência da mensagem de Design na organização quanto por assegurar que ela esteja alinhada à sua estratégia de negócios, neste sentido o sucesso da empresa passa a estar intimamente relacionado à forma como organiza e aplica o seu processo de Design. Com a preocupação voltada à associação de conceitos de Design também na parte de Gestão da empresa, os escritórios geralmente utilizam uma estrutura de trabalho, que serve como um guia para a execução de projetos organizando-os em etapas. Etapa Ação 01 Briefing do Cliente 02 Criação 03 Apresentação de propostas 04 Aprovação 05 Revisão Final 06 Finalização Eletrônica 07 Pré-produção 08 Produção 09 Produto / Serviço Final Tabela 03: Exemplo de estrutura de trabalho utilizada em escritórios de Design Fonte: Adaptado do Escritório MetaDesign, Assim, levando em consideração que criação e desenvolvimento de novos produtos são de competência do designer/escritórios de Design, evidencia-se que estes necessitam de uma atuação mais abrangente e organizada interna e externamente, para tornar o processo ainda mais eficiente. Segundo Brunner e Emery (2010), uma vez que a empresa esteja focada no Design, é preciso que ela mantenha o compromisso de seu padrão de qualidade, pois o cliente torna-se mais exigente, sendo assim, para que estes resultados obtidos pelos escritórios de Design sejam satisfatórios, é fundamental ainda que o processo seja organizado com a aplicação de uma gestão mais específica e relacionada ao processo administrativo da empresa, que envolva a organização dos projetos, processos, etapas, tempo, ferramentas e/ou investimento necessário para a elaboração dos mesmos. 6

7 4 GESTÃO DE PROJETOS A Gestão de Projetos tem sido identificada cada vez mais nas organizações, como uma ferramenta primordial para estruturar, organizar e aprimorar as práticas realizadas, bem como para alinhar projetos a seus objetivos estratégicos. Como fonte principal, alguns autores que abordam o assunto, fundamentam-se no guia de Gestão de Projetos (Project Management Body of Knowledge PMBOK) elaborado pelo Project Management Institute (PMI) órgão internacional que trata do gerenciamento de projetos, criado na Filadélfia, Estados Unidos em 1969 e que define projeto como sendo um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo (PMBOK, 2013, p.5). Este instituto considera que os projetos podem causar impactos sociais, econômico e ambientais com duração bem maior que o projeto em si. Nesta visão, gerenciar projetos é aplicar conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto, a fim de gerar resultados positivos e alcançar objetivos, ou seja, trazendo para o ambiente dos escritórios de Design Gráfico, a satisfação do cliente. Assim, para analisar como essa Gestão de Projetos associada a Gestão do Design pode gerar resultados positivos ou não, o PMBOK identifica e descreve os princípios e práticas mais aplicadas e aceitas na maioria dos projetos fundamentando-as em 5 grupos de processos e 9 áreas de conhecimento primordiais na gestão de Projeto. Processo de Iniciação: Definição do projeto, identificação das necessidades; Processo de Planejamento: Definição e detalhamento do objetivo do Projeto; Desenvolvimento de planos auxiliares como plano de qualidade, comunicação, riscos, suprimentos e recursos humanos; Processo de Execução: Integração de pessoas e outros recursos para executar o projeto; Processo de Controle: Avaliação e Controle do andamento do projeto; Processo de Encerramento: Formaliza a aceitação do projeto, serviço ou resultado. Quanto às áreas de conhecimento temos: Gerenciamento do Escopo do Projeto: Permite que o projeto inclua todas as atividades necessárias para a obtenção dos resultados esperados; 7

8 Gerenciamento do Tempo do Projeto: Assegura que o projeto seja concluído no prazo previsto; Gerenciamento do Custo do Projeto: Possibilita que o projeto seja concluído dentro do orçamento aprovado; Gerenciamento da Qualidade do Projeto: Controla o projeto para manter níveis de qualidade fundamentais para satisfazer as necessidades para as quais ele foi criado; Gerenciamento dos Recursos Humanos do Projeto: Organiza que todos os recursos humanos envolvidos no projeto, estão alocados de forma correta e eficaz. Gerenciamento de Comunicação do Projeto: Gerencia a questão de coleta, divulgação, armazenamento e distribuição das informações do projeto para todos os envolvidos. Gerenciamento dos Riscos do Projeto: Analisa os riscos relacionados ao desenvolvimento do projeto; Gerenciamento de Aquisições do Projeto: Processos necessários para a aquisição de produtos e serviços a fim de cumprir o escopo do projeto; Gerenciamento da Integração do Projeto: Analisa que vários aspectos do projeto estejam coordenados. Com base nestes conceitos, então, realizando-se a pesquisa buscar-se-á evidenciar nos escritórios de Design Gráfico, de que forma estes são desenvolvidos na rotina de trabalho, e de que forma na presença ou ausência destes, o resultado do projeto é influenciado. 5 METODOLOGIA Este estudo trata-se primeiramente de uma pesquisa exploratória e descritiva. Para Gil (2010) a finalidade da pesquisa exploratória é oferecer um panorama global sobre determinado tema pouco explorado, assim, esta foi elaborada através de procedimentos técnicos como pesquisa bibliográfica e de campo (entrevistas e questionário). Segundo Marconi e Lakatos (2010), a pesquisa 8

9 bibliográfica proporciona a análise de um assunto através de um novo olhar e não a simples reprodução de algo falado ou registrado sobre este tema. Quanto à natureza, está classificada sendo do tipo básica, de acordo com Gil (2010) pois, prevê a análise e conceituação dos procedimentos reunindo estudos com propósito de preencher uma lacuna no conhecimento e não aborda neste primeiro momento, a aplicação destes conceitos reformulados para possíveis experimentos e testes. Quanto à forma de abordagem será predominantemente qualitativa com alguns dados analisados quantitativamente, que visam ao fim da pesquisa, identificar e analisar a forma como são gerenciados os projetos em escritórios de Design. Segundo Vieira (2008), a pesquisa quantitativa busca classificar, ordenar ou medir as variáveis, enquanto a pesquisa qualitativa procura levantar as opiniões, o significado das coisas nas palavras dos participantes da pesquisa. Em função do tempo de aplicação desta pesquisa, considera-se como transversal simples, onde foi retirada uma amostra de entrevistados da população para obtenção das informações uma única vez (MALHOTRA, 2006). Estas entrevistas e a aplicação dos questionários foram realizadas em escritórios de Design Gráfico da microrregião de Itajaí-SC. O levantamento realizado apontou um total de 10 escritórios com atividade reconhecida que possibilitariam a obtenção de dados. Após análise do perfil destes escritórios, atendimentos que realizam, ramo de atuação e quantidade de funcionários, foi realizado contato telefônico onde foram verificadas mais algumas informações principais a respeito da empresa e após, agendamento e visita na sede evidenciando a rotina de trabalho e a forma como gerenciam os trabalhos, aplicando-se também o questionário para coleta de dados. Dos 10 escritórios contatados, em 05 obteve-se retorno do questionário, qual foi encaminhado via após a entrevista inicial realizada no escritório para registro das informações. Este procedimento permite que a empresa preencha o questionário com maior tranquilidade, incluindo mais detalhes e informações que ainda julgar necessário. Para esta coleta de dados primários, utilizou-se de um questionário elaborado com um total de 10 questões baseadas nos principais conceitos do guia PMBOK, visando identificar nos escritórios os procedimentos relacionados à aspectos da gestão de projetos contando com perguntas abertas, permitindo ao informante responder livremente, usando linguagem própria e emitir opiniões (MARCONI e LAKATOS, 2010). Após um pré-teste do questionário e algumas alterações realizadas, o questionário ficou com a estrutura relacionando os conceitos abordados e em qual questão foi aplicado, conforme pode ser evidenciado a seguir: 9

10 Conceitos abordados Escopo / Tempo Escopo / Tempo / Riscos Escopo / Tempo / Qualidade / Custo Tempo / Qualidade Escopo / Comunicação Recursos Humanos Aquisições Integração Questão 1) É feita uma previsão do tempo necessário para a conclusão de um trabalho e esta costuma ser cumprida? 2) O tempo disponível para elaboração do projeto influência diretamente na qualidade do mesmo? Já ocorreu de recusarem algum projeto por indisponibilidade de tempo? 3) Costuma-se definir o resultado a ser alcançado ao término do projeto já no início das atividades? 4) Na elaboração dos projetos já se pensa uma aplicação dos resultados de forma contínua? 5) Todos os projetos são totalmente repensados, sem a utilização de qualquer Padrão (Templates)? 6) Há alguma metodologia que organize as etapas dentro do Processo de Design executado no escritório? 7) No processo de seleção para contratação de funcionários, dentro os principais itens considerados, há por exemplo, exigência de curso de nível superior? 8) Há políticas visando a valorização dos funcionários? 9) Existe algum planejamento de compra ou atualização dos recursos físicos necessários para o desenvolvimento dos projetos? 10) O Planejamento de um projeto é realizado com participação de toda a equipe? Tabela 04: Questionário aplicado nos escritórios de Design Fonte: Desenvolvido pelos autores Após obtenção dos resultados na aplicação destes questionários, algumas análises podem ser realizadas, conforme consta no capítulo seguinte. 10

11 6 ANÁLISE DOS RESULTADOS Inicialmente, para analisar os resultados da melhor forma, buscou-se identificar os perfis destes escritórios onde se realizou a entrevista e efetivamente aplicaram-se os questionários, organizando-os em ordem numérica para preservar a identidade dos mesmos, como pode ser conferido a seguir: Escritório Perfil Com menos de 4 anos de atuação no mercado possui equipe de apenas 3 sócios. Trabalha com projetos gráficos e web e concentra principalmente suas atividades na elaboração de identidades visuais. Formado por 2 sócios, atua exclusivamente na área gráfica e integra profissionais específicos à equipe de acordo com a necessidade do projeto. Composto atualmente por 1 proprietário e 1 Designer Gráfica, que atua no mercado desenvolvendo projetos de identidade corporativa, editoriais e promocionais para empresas dos mais diversos setores e está no mercado há mais de 5 anos. Líder de mercado no segmento, possui uma estrutura completa em equipamentos e equipe multidisciplinar (Designer, Administrador, Publicitário). Desde 1999, atua na área de Design Gráfico, com criação de logotipo, layout de materiais promocionais (folders, placas, fachadas), papelaria (papel carta, cartões de visita, pastas, etc.), websites, com ênfase na identidade visual. É formada por uma equipe enxuta. Tabela 05: Perfil das agências Fonte: Desenvolvido pelos autores Considerando então o perfil de cada escritório, na aplicação da entrevista buscou-se evidenciar questões envolvendo a gestão de projetos para organização no desenvolvimento das atividades de cada escritório. Por se tratar de um questionário com questões abertas, para auxiliar em uma visualização inicial, estas respostas foram tabuladas de acordo com o teor, identificando-se como negativa as respostas contrárias à questão, e positiva as respostas que atendiam ao 11

12 solicitado na questão. Estes resultados servirão de base para uma posterior análise qualitativa das mesmas. Resultados dos questionários e entrevistas Questões Escritório 1 Escritório 2 Escritório 3 Escritório 4 Escritório 5 1 Negativa Positiva Positiva Positiva Negativa 2 Positiva Positiva Positiva Negativa Positiva 3 Positiva Negativa Positiva Negativa Positiva 4 Negativa Positiva Positiva Positiva Positiva 5 Positiva Positiva Positiva Positiva Positiva 6 Positiva Positiva Negativa Positiva Positiva 7 Negativa Positiva Negativa Negativa Positiva 8 Positiva Positiva Negativa Positiva Negativa 9 Negativa Negativa Negativa Positiva Negativa 10 Positiva Positiva Positiva Positiva Positiva Tabela 06: Resultados dos questionários e entrevistas. Fonte: Desenvolvido pelos autores De modo geral, o fundamento mais importante no ramo do Design e também primordial na Gestão de Projetos é atendido em todos os escritórios, ou seja, todos eles atuam com a elaboração de resultados únicos e exclusivos evidenciados no resultado unânime da questão 5. Como visto anteriormente, de acordo com PMBOK (2013), projeto é um empreendimento único que deve ser claramente definido seu início e fim e que conduzido por pessoas possa atingir seus objetivos, respeitando o prazo, custo e qualidade e no contexto da inovação, analisa-se que todos os escritórios atuam com o desenvolvimento de trabalhos visando à diferenciação que segundo Oda (2011), em relação aos concorrentes se dá pela utilização de estratégias que sejam difíceis de serem imitadas. Ainda nesta análise de acordo com o PMBOK (2013), temos na relação prazo, custo e qualidade que a maioria dos escritórios cumpre os prazos acordados junto aos clientes (questão 1), e que o tempo influencia diretamente na qualidade do trabalho entregue (questão 2), ou seja, quanto maior for o tempo disponível para elaboração do projeto, melhor será o resultado obtido, porém o custo também será reajustado em função da maior quantidade de horas trabalhadas, enfim, quanto mais prazo, mais qualidade e maior custo. 12

13 Outra associação importante de ser realizada nos resultados obtidos é que, mesmo que os escritórios não se identifiquem fundamentalmente como adeptos da Gestão de Projetos, os trabalhos elaborados possuem uma organização, caracterizada em alguns por uma metodologia de Projeto e em outros por um roteiro de etapas para a conclusão do projeto. Neste contexto esta gestão vem contribuir com o design permitindo-lhe aplicar ferramentas de decisões, diagnósticos, articulação e coordenação para a eficácia dos projetos, inclusive de diversos projetos inter-relacionados (MARTINS e MERINO, 2011). Em relação principalmente a questão 4, a maioria dos escritórios entrevistados identifica qualquer projeto como algo contínuo, parte de um processo mais complexo que inicia, por exemplo, com a criação de uma peça gráfica específica, e depois se desdobra para a criação de um logotipo da empresa ou até mesmo, toda a identidade visual. Nesta visão, a forma como é conduzida o projeto seria muito interessante, pois se tem o planejamento, execução, conclusão bem definidos e ainda a proposta de novos projetos que podem agregar mais valor para o cliente. Porém um ponto preocupante na análise seria a questão relacionada à qualidade de vida do profissional destes escritórios bem como a profissionalização destes serviços, uma vez que se identifica na maioria dos escritórios, que não é necessário possuírem um curso de nível superior, ou seja, formação específica na área para atuar com Design. Uma dificuldade do mercado até, como evidenciado por Fascioni (2008), em todo o estado de Santa Catarina existem 28 cursos de Design, e destes 14 possuem disciplinas de Gestão de Design. Com certeza o conhecimento obtido ao longo dos anos auxilia muito na qualidade com que são confeccionados os materiais por um profissional, porém, a integração de profissionais não graduados com especialistas na área é um caso para uma análise mais específica e que pode gerar alguns conflitos analisando-se o ambiente organizacional. Na abordagem geral dos escritórios, outro critério de instabilidade na prestação de serviços e que influi diretamente no prazo, é a falta de planejamento de aquisições, atualização de equipamentos, que poderia evitar muitas surpresas no meio de um projeto, que acabam prolongando o prazo para entrega. Por fim, em uma análise individualizada dos escritórios, percebe-se que o tempo de mercado, influencia diretamente nos aspectos de organização do trabalho, planejamento e desenvolvimento dos projetos. Ao longo da atuação, estes identificam que a organização dos processos e visualização de resultados é fundamental para uma melhor gerência do processo e consequentemente, maior diferencial frente ao mercado, sendo percebida pelos clientes. A gestão de design embasa-se em 13

14 projetos e em qualidade, visando contribuir para a mudança do comportamento e da visão corporativa (MOZOTA, 2011, p. 91). 7 CONCLUSÕES Nesta fase conclusiva, apresenta-se uma síntese dos resultados da pesquisa como um resultado satisfatório principalmente em função de todas as dificuldades encontradas com confidencialidade de informações e dados, indisponibilidade de horários, entre outros. Quanto à relação de Gestão do Design e Gestão de Projetos, identificou-se como uma prática fundamental para a organização dos escritórios, uma vez que estrutura toda a questão de prazo, qualidade, custo, entre outros, que influenciam diretamente no resultado do projeto, precisam ser detalhados e necessitam de atenção especial. Através das análises foi possível perceber que os escritórios que não possuem uma organização de seu trabalho, possuem certas dificuldades que influenciam diretamente nos resultados obtidos, na elaboração de orçamentos e comprometem de certa forma, os serviços prestados pelos mesmos. Pretende-se ainda, ampliar esta análise desdobrando o tema de forma mais abrangente e aprofundada em dados mais específicos e detalhados. A prática de Design vem sendo cada vez mais reconhecida no cenário nacional e acredita-se que com pesquisas aplicadas principalmente na área da gestão, o ramo só tende a crescer e se tornar um setor ainda mais representativo, valorizado e importante na economia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BES, Fernando Trías de; KOTLER, Philip. A Bíblia da Inovação Princípios fundamentais para levar a cultura da inovação contínua às organizações. São Paulo, Leya, BEST, K. Design Management Managing Design Strategy, Process and Implementation. Switzerland: AVA, BRUNNER, R.; EMERY, S. Gestão Estratégica do Design: Como um ótimo design fará as pessoas amarem sua empresa. São Paulo: M. Books,

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