e Comércio de Alimentos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "e Comércio de Alimentos"

Transcrição

1 MINUTA PARA DISCUSSÃO M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos Versão resumida do relatório de alocação do preço pago na aquisição de 100% da Pelágio Oliveira S.A. e da J.Brandão Comércio e Indústria Ltda. pela M.Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos, e da avaliação econômico-financeira das Empresas, para fins de rentabilidade d futura Julho 2012 / KPMG Corporate Finance Ltda.

2 ABCD KPMG Corporate Finance Ltda. Av. Almirante Barroso, 52 4º Andar - Centro Rio de Janeiro, RJ - Brasil Tel Central 55 (21) Fax 55 (21) Internet À Diretoria da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos 26 de julho de 2012 Atenção: Sr. Carlos Santos Prezados Senhores, De acordo com os termos da proposta assinada entre a KPMG Corporate Finance Ltda. ( KPMG ) e a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos ( M. Dias ou CLIENTE ), em 08 de março de 2012, e do aditivo firmado em 25 de julho de 2012, relacionados à execução de procedimentos específicos de alocação do preço pago ( PPA Purchase Price Allocation) na aquisição de 100% da Pelágio Participações S.A. ( Pelágio ) e J.Brandão Comércio e Indústria Ltda. ( J.Brandão ), quando denominadas em conjunto ( Empresas ) pela M. Dias, para fins de atendimento ao pronunciamento técnico CPC 15. Nosso trabalho se resumiu na elaboração da uma versão resumida do relatório, apresentando a avaliação econômico-financeira das Empresas, para fins de rentabilidade futura, efetuada com base na revisão das premissas utilizadas pela M.Dias no período de aquisição ( Versão Resumida do Relatório ). As informações apresentadas nesta Versão Resumida do Relatório foram disponibilizadas por V.Sas. até a data de sua emissão. Vale ressaltar que não temos nenhuma obrigação de atualizar a Versão Resumida do Relatório ou rever as informações nela contidas a fim de refletir eventos e transações ocorridos posteriormente a sua data de emissão. Consideramos que, mediante a entrega da versão final da Versão Resumida do Relatório, os serviços objeto deste contrato estão totalmente concluídos. Para eventuais esclarecimentos contate Paulo Guilherme Coimbra ou Amarilio Damasceno no telefone Agradecemos a oportunidade de trabalhar com a M. Dias Branco. Paulo Guilherme Coimbra Sócio Amarílio Damasceno Gerente KPMG Corporate Finance Ltda., uma sociedade simples brasileira, de responsabilidade limitada, e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Corporate Finance Ltda., a Brazilian limited liability company and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity. 2

3 Conteúdo Notas relevantes 1. Breve descrição da transação 2. Sumário executivo 3. Panorama do setor de alimentos no Brasil 4. Breve descrição do grupo M. Dias e das Empresas 5. Avaliação pelo critério do fluxo de caixa descontado Anexo I Glossário Anexo II - Metodologias de avaliação Anexo III - Cálculo da taxa de desconto 3

4 Notas Relevantes A presente Versão Resumida do Relatório foi elaborada pela KPMG, mediante solicitação da M. Dias, nosso CLIENTE, em consonância com os termos e condições da proposta para prestação de serviços profissionais, datada de 08 de março de 2012 e do aditivo firmado em [] de julho de 2012, referente à execução de procedimentos específicos de PPA da aquisição i de 100%do capital das Empresas pela M. Dias, e a avaliação econômico-financeira das Empresas, na data-base de 23 de dezembro de 2011, para fins de rentabilidade futura, efetuada com base na revisão das premissas utilizadas pela M.Dias no período de aquisição. O CLIENTE, por meio de profissionais designados, forneceu informações referentes a dados, projeções, premissas e estimativas relacionadas à Empresa (conforme descrito na Proposta e no Aditivo), utilizados nesta Versão Resumida do Relatório. Confirmamos que o CLIENTE não direcionou, limitou, dificultou ou praticou quaisquer atos que tenham ou possam ter comprometido o acesso, a utilização ou o conhecimento de informações, bens, documentos ou metodologias de trabalho relevantes para a qualidade das respectivas conclusões Entendemos que no decurso do nosso trabalho, todas as informações importantes e necessárias foram fornecidas à KPMG pela Administração do CLIENTE. Nosso trabalho foi limitado às questões enunciadas no Escopo e, consequentemente, não inclui qualquer tipo de revisão do mérito comercial, de viabilidade técnica ou de cumprimento da legislação aplicável, da empresa a ser avaliada. Na prestação de seus serviços, a KPMG se baseou em informações fornecidas pela Administração do CLIENTE e em discussões com os seus profissionais ou outros representantes desta, e a KPMG não se responsabilizou por verificar de modo independente qualquer informação disponível publicamente ou a ela ofertada na preparação p da presente Versão Resumida do Relatório. A KPMG não expressa parecer sobre a fidedignidade da apresentação das informações mencionadas, e determina que quaisquer erros, alterações ou modificações nessas informações poderiam afetar significativamente as verificações da KPMG. Conforme termos do aditivo da nossa Proposta, o processamento de dados e informações não implica na aceitação ou atestação t destes como verídicos pela KPMG. Durante o curso de nossos trabalhos, desempenhamos procedimentos de análise sempre que necessário. Entretanto, ressaltamos que nosso trabalho de avaliação não constituiu uma auditoria das demonstrações financeiras ou de quaisquer outras informações a nós apresentadas pelo CLIENTE, não devendo ser considerado como tal. Nossos trabalhos levaram em consideração a relevância de cada item, portanto, ativos, direitos e obrigações de valor secundário não foram objeto de análise detalhada. A KPMG não procedeu nenhuma verificação independente relacionada às informações apresentadas pelo CLIENTE, não podendo confirmar sua precisão, exatidão e suficiência e, portanto, o CLIENTE assume total responsabilidade pelas informações prestadas à KPMG. 4

5 Notas Relevantes (cont.) Para a elaboração da Versão Resumida do Relatório ora apresentado a KPMG teve como pressuposto a confiança, com expressa anuência do CLIENTE, na exatidão, conteúdo, veracidade, completude, suficiência e integralidade da totalidade dos dados que foram fornecidos ou discutidos, de modo que não assumimos nem procedemos à inspeção física de quaisquer ativos e propriedades, deixando, outrossim, de preparar ou obter avaliação independente de ativos e passivos da empresa avaliada, ou de sua solvência, considerando como consistentes as informações utilizadas nesta Versão Resumida do Relatório de avaliação, responsabilizando-se o CLIENTE a, inclusive por seus prepostos, sócios e colaboradores, por tudo quanto transmitido ou discutidocomakpmg. A KPMG ressalta que seus serviços não incluem aconselhamentos de qualquer natureza, como legal ou contábil. O conteúdo do presente material não é e nem deve ser considerado como promessa ou garantia com relação ao passado ou ao futuro, nem como recomendação para a tomada de qualquer ação ou decisão. Exceto se expressamente apresentado de outra forma, indicado por escrito em notas ou referências específicas, todos os dados, informações anteriores, informações de mercado, estimativas, projeções e premissas, incluídos, considerados, utilizados ou apresentados nesta Versão Resumida do Relatório são aqueles apresentados pelo CLIENTE para a KPMG. Qualquer mudança nas informações fornecidas pelo CLIENTE pode afetar os resultados desta Versão Resumida do Relatório. A KPMG não assume nenhuma obrigação para com a atualização, revisão ou emenda da Versão Resumida do Relatório, como resultado da divulgação de qualquer informação subsequente a data de emissão da Versão Resumida do Relatório. Não há garantias de que as premissas, estimativas, projeções, resultados parciais ou totais ou conclusões utilizados ou apresentados nesta Versão Resumida do Relatório serão efetivamente alcançados ou verificados, no todo ou em parte. Os resultados futuros da empresa avaliada podem diferir daqueles nas projeções, e essas diferenças podem ser significativas, ifi podendo d resultar devários ái fatores, incluindo, i porém não se limitando a, mudanças nas condições de mercado. A KPMG não assume nenhuma responsabilidade relacionada a essas diferenças. Nem a KPMG nem os seus Representantes declaram, garantem ou manifestam sua opinião, de modo explícito ou implícito, quanto à precisão, integralidade ou viabilidade de qualquer projeção ou das premissas em que estas se basearam. Esta Versão Resumida do Relatório foi gerada consoante as condições econômicas, de mercado, entre outras, disponíveis na data de sua elaboração, de modo que as conclusões apresentadas estão sujeitas a variações em virtude de uma gama de fatores sobre os quais a KPMG não tem qualquer q controle. EmconformidadecomoobjetivoeoescopodaProposta e do Aditivo, a KPMG não garante ou emite uma opinião sobre a probabilidade de realização das premissas utilizadas nas projeções financeiras das empresas avaliadas, assim como não emitirá opinião quanto à probabilidade de que qualquer valor projetado efetivamente se realize, visto que muitas vezes os eventos previstos poderão não se aperfeiçoar em razão de diversos fatores exógenos conjunturais e operacionais, i acarretando, portanto, variações relevantes. Ademais, ainda que as premissas adotadas pelo CLIENTE e as projeções financeiras venham a se aperfeiçoar em conformidade com as suas expectativas, a KPMG não pode garantir que as dívidas correspondentes serão pagas nos termos inicialmente previstos. 5

6 Notas Relevantes (cont.) Os profissionais da KPMG confirmam que não tem interesse, direto ou indireto, no CLIENTE ou na operação, bem como qualquer outra circunstância relevante que possa caracterizar conflito de interesses. O conteúdo da Versão Resumida do Relatório contempla as informações que foram efetivamente disponibilizadas à KPMG e reflete as condições predominantes e o ponto de vista independente da KPMG, no momento da realização dos trabalhos e de acordo com as circunstâncias da realização dos trabalhos, que não contemplou o atendimento a interesses pessoais ou específicos. Nestes termos, o resultado de análises que venham a ser realizadas por terceiros poderão ser divergentes do resultado de nossas análises, somente caracterizando deficiência dos trabalhos realizados se a divergência se der nos cálculos de fluxos realizados pela KPMG. A presente Versão Resumida do Relatório não pode ser circulada, copiado, publicada ou de qualquer forma utilizada, nem poderá ser arquivada, incluída ou referida no todo ou em parte em qualquer documento sem prévio consentimento da KPMG, sendo apenas autorizado, até o momento, seu acesso a todos os seus acionistas e Conselho de Administração. A KPMG não se responsabiliza pela utilização por outrem ou para outros propósitos. Caso o CLIENTE divulgue o resultado dos trabalhos, a KPMG ficará isenta de quaisquer responsabilidades oriundas direta ou indiretamente da referida divulgação, exceto em casos de deficiência dos trabalhos da KPMG definidos acima. 6

7 1. Breve descrição da transação

8 1. Breve descrição da transação A transação Em 23 de dezembro de 2011, a M. Dias adquiriu a totalidade das ações da J. Brandão Comércio e Indústria Ltda. e da Pelágio Participações S.A., empresa que detém a totalidade das ações da Pelágio Oliveira S.A. Os desembolsos de caixa foram acordados de acordo com o resumo a seguir: Resumo dos pagamentos Data do pagamento Valor Pago (R$ mil) Fator de correção À vista n.a 30/03/ CDI 29/06/ CDI 28/09/ CDI 28/12/ CDI 31/12/2017 Até * CDI Total Pago Segregação R$ m il Pelágio J. Brandão Total * O saldo de R$ a ser pago ao final de 6 (seis) anos será descontado do valor das contingências decorrentes de atos ou fatos ocorridos até a celebração do Contrato e que venham a ser exigidas da sociedade adquirida. 8

9 1. Breve descrição da transação (cont.) Estrutura Societária das Empresas Nos esquemas abaixo, podemos visualizar a estrutura societária das Empresas antes e após a transação Antes da Transação Pós Transação J.Brandão Comércio e Indústria Ltda. 50% José Antônio 26,3% Pereira Brandão 50% Rui Pereira Brandão Paulo Pereira Brandão 26,3% 19,5% Pelágio Participações S.A. 100% Transação 0,0001% Ivens de Sá Dias Branco 99,82% Dibra Fundo de Investimentos em Participações 63,07% MDi Dias SA S.A. Indústria e Comércio de Alimentos 0,18% 11,93% 25,00% Outros Novo Mercado Bovespa Outros 27,9% Pelágio Oliveira S.A. J.Brandão Comércio e Indústria Ltda. 99,9999% 100% Pelágio Participações S.A. 100% Pelágio Oliveira S.A. 9

10 2. Sumário executivo

11 2. Sumário executivo Introdução Base de informações A M. Dias, fundada há mais de 60 anos, atua na fabricação, comercialização e distribuição de produtos alimentícios, tais como (i) biscoitos e massas; (ii) farinha e farelo de trigo; (iii) margarinas e gorduras vegetais. A Pelágio e a J.Brandão atuam nas regiões norte e nordeste do Brasil, comercializando biscoitos, massas, bolos e snacks, através das marcas Estrela, Pelágio e Salsito. Em 23 de dezembro de 2011, as Empresas foram adquiridas pela M.Dias pelo valor máximo de R$ 240 milhões. Objetivo A Versão Resumida do Relatório foi preparada com o objetivo exclusivo de ser apreciada em assembléia geral de acionistas que irá deliberar sobre a compra das Empresas. Informações escritas ou verbais obtidas com a Administração do CLIENTE; Balanço patrimonial e demonstrativo de resultado das Empresas em 23/12/2011; Comitê de Pronunciamentos Contábeis; Banco Central do Brasil; Ashwarth Damodaran, Especialista em Valuation, Stern School of Business, New York University. (http://pages.stern.nyu.edu/~adamodar/) Bloomberg. 11

12 2. Sumário executivo (cont.) Escopo O escopo do nosso trabalho de avaliação econômico-financeira das Empresas incluiu: Revisão das premissas utilizadas pela M.Dias na avaliação econômico-financeira das Empresas, para fins de rentabilidade futura; Entrevistas com a Administração do CLIENTE para ampliar e verificar nosso entendimento da operação e das perspectivas futuras das Empresas; Discussão com a Administração do CLIENTE sobre as premissas utilizadas no modelo de projeção de resultados das Empresas; Análise de dados mercadológicos em poder da Administração do CLIENTE e comparação destes com dados publicados/disponíveis em entidades independentes, quando existentes; Coleta externa de informações, visando melhorar a compreensão do ambiente operacional no qual as Empresas estão inseridas e identificar quais os principais fatores determinantes de sua performance; Elaboração de dois modelos de avaliação econômico-financeira; Cálculo de taxa de desconto; e Discussões com a Administração do CLIENTE sobre a consistência dos critérios utilizados em nossas avaliações. Limitações de escopo Sem prejuízo dos demais dispositivos previstos na presente Proposta, a KPMG esclarece ao CLIENTE: Os nossos serviços não constituíram uma auditoria independente das demonstrações financeiras e os resultados deles decorrentes não deverão ser assim interpretados ou utilizados para os fins a que se prestaria um processo ou resultado de uma auditoria de demonstração financeira. Os nossos serviços poderão ser informados e subsidiados por normas legais e regulamentares. Neste sentido, a KPMG assevera que a legislação brasileira é complexa e muitas vezes o mesmo dispositivo comporta mais de uma interpretação. A KPMG busca manter-se atualizada em relação às diversas correntes interpretativas, de forma que possibilite a ampla avaliação das alternativas e dos riscos envolvidos. Ainda assim, é certo que poderá haver interpretações da lei de modo diferente da KPMG. Nessas condições, nem a KPMG, nem outra sociedade prestadora de serviços similares, pode dar ao CLIENTE segurança de que o CLIENTE não será questionado por terceiros ou mesmo por autoridades. A KPMG não tem qualquer obrigação de atualizar o resultado dos serviços, tampouco de revisar as suas informações em conseqüência de eventos que ocorram após a conclusão dos serviços. Caso alguma atualização seja necessária, uma nova proposta de trabalho deverá ser acordada. O CLIENTE foi o único responsável pelo desempenho de seus empregados e agentes e pela exatidão e integridade de todos os dados e informações fornecidos à KPMG para o propósito de prestação dos serviços objetivados na Proposta e no Aditivo. A KPMG não será responsabilizada, em qualquer hipótese, ou suportará danos ou prejuízos resultantes ou decorrentes da apresentação intempestiva de dados, d por parte do CLIENTE que possa prejudicar o resultado dos serviços, nem pela qualidade ou suficiência dos documentos e dos dados disponibilizados para a KPMG. 12

13 2. Sumário executivo (cont.) Critérios de avaliação Para a avaliação econômico-financeira das Empresas, utilizamos o critério do fluxo de caixa descontado, dado que as Empresas estão em marcha e com perspectiva p de resultados positivos. A descrição deste critério encontra-se no Anexo II Metodologia de avaliação desta Versão Resumida do Relatório. Moeda e data-base da projeção As projeções financeiras foram efetuadas em termos nominais, utilizando-se como moeda base o Real (R$), na dt data-base de 23 de dezembro de Horizonte de projeção O horizonte de projeção foi do período de 24 de dezembro de 2011 a 31 de dezembro de 2021, mais perpetuidade. Desconto dos fluxos de caixa no tempo As entradas e saídas de caixa de uma empresa se dão ao longo do tempo no decorrer do seu ciclo de negócios. Consequentemente, o cálculo do valor presente do fluxo de caixa gerado ao longo deumdado período deveria descontar individualmente os diversos desembolsos e ingressos, considerando as respectivas datas de ocorrência. Assim, o caixa gerado no início do ano deveria ser descontado por menos tempo que o caixa gerado no fim do ano. Desta forma, para refletir adequadamente esta dinâmica, adotou-se a premissa de um fluxo totalt ocorrendo nomeio de cada período projetivo para descontar os fluxos de caixa. Taxa de desconto A taxa de desconto utilizada foi calculada com base no WACC e foi estimada em 14,57% a.a., até 2016 e 13,83% a.a. a partir 2016 em termos reais e em moeda (R$). O detalhamento deste cálculo está apresentado no Anexo III. 13

14 2. Sumário executivo (cont.) Conclusões da Versão Resumida do Relatório Enfatizamos que a avaliação se baseia substancialmente nas informações fornecidas pela Administração da M. Dias, ajustadas segundo nossa análise quanto à razoabilidade destas. Contudo, nem a KPMG, tampouco a Administração da M. Dias, podem garantir que os resultados futuros serão realizados efetivamente, conforme os resultados projetados, visto que muitas vezes os eventos previstos poderão não ocorrer em razão de diversos fatores externos circunstanciais e operacionais, acarretando, portanto, variações relevantes. Resumo da Avaliação Destacamos que o entendimento completo da conclusão desta Versão Resumida do Relatório é possível somente mediante a leitura integral do mesmo, incluindo os anexos. Desta forma, não se devem tirar conclusões de sua leitura parcial. Pelágio J. Brandão Empresas Em nossos trabalhos referentes à avaliação econômico-financeira das Empresas, consideramos a aplicação da metodologia do fluxo de caixa descontado. Com base na aplicação dessa metodologia e nas premissas fornecidas pela Administração da M. Dias, calculamos o valor econômico das Empresas, em 23 de dezembro de 2011, em R$ 253 milhões (Pelágio: R$ 216 milhões e J. Brandão R$ 37 milhões). 14

15 3. Panorama do setor de alimentos no Brasil

16 3. Panorama do setor de alimentos no Brasil A Indústria de Massas De acordo com informações divulgadas pela ABIMA, os maiores produtores de massas alimentícias do mundo são: Itália (3,2 milhões de toneladas) seguida pelos EUA (2,5 milhões de toneladas) e pelo Brasil (1,3 milhão de toneladas). Maiores Produtores Mundiais de Massas Alimentícias Mihões de To oneladas 3,5 3,0 2,5 20 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 3,2 2,5 1,3 0,9 0,6 0,4 0,3 0,3 0,3 0,3 Apesar do Brasil ser o 3º maior produtor de massas alimentícias do mundo, o país é apenas o 17º no ranking mundial de consumo, ficando atrás de países da América do Sul, como Venezuela (2º), Chile (8º), Peru (9º) e Argentina (14º). Consumo Mundial de Massas Alimentícias Kg/hab/ano 30,0 25,0 26,0 20,0 15,0 1º 12,0 11,7 10,4 9,7 9,0 9,0 10,0 6,4 2º 5,0 3º 4º 5º 6º 7º 17º 0,0 Fonte: ABIMA Fonte: ABIMA Nos últimos 4 anos (2008 a 2011) o Brasil apresentou déficit na balança comercial de massas alimentícias em 3 anos, somente em 2008 o país conseguiu um superávit de cerca de 7 milhões de dólares. Comércio Exterior Brasileiro ilhões US$ M 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0-32,1 25,5 18,6 22,8 24,9 11,9 13, Exportação Importação 33,9 Fonte: SECEX Em 2011, o Brasil exportou 8,0 mil toneladas de massas, o que permitiu um faturamento na ordem de 12,9 milhões de dólares. Os 5 principais destinos das exportação brasileiras em 2010 responderam por 82,9% do total exportado pelo país, foram eles: Venezuela (34,3%), Angola (24,7%), Paraguai (10,2%), Chile (7,9%) ebolívia (5,8%). O Brasil importou um total de 23,0 mil toneladas de massas alimentícias em 2011, sendo 93,9% ou 21,7 mil toneladas dos 05 principais fornecedores: Itália, Chile, Uruguai, México e China. Fonte: SECEX 16

17 3. Panorama do setor de alimentos no Brasil (cont.) A Indústria de Massas (cont.) De acordo com informações da ABIMA, o faturamento do setor de massas no Brasil apresentou um CAGR de 4,9% entre 2006 e Faturamento da Industria de Massas Alimentícias no Brasil R$ bilhões 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 40 4,0 3,0 2,0 1,0-4,9 5,2 5,7 5,9 5, Fonte: ABIMA No Brasil, a indústria i de massas alimentícias i é segregada principalmente em três tipos de massas: massas secas (82% do mercado), massas instantâneas (15%) e massas frescas (4%). O consumo per capta dos tipos de massas no Brasil se manteve praticamente estável nos últimos anos. Somente as massas secas apresentaram queda de 7% no período de 2006 a Consumo per capita de Massas Alimentícias (kg/hab/ano) Tipos de Massas População Brasil (milhões hab) 186,0 188,0 190,0 191,0 193,0 Massas Secas 5,6 5,7 5,4 5,3 5,2 Massas Instantâneas 0,8 0,8 0,9 0,9 0,9 Massas Frescas 02 0,2 02 0,2 02 0,2 02 0,2 02 0,2 Total de Massas Alimentícias 6,6 6,7 6,5 6,4 6,4 Fonte: ABIMA A Indústria de Biscoitos O Brasil ocupa a posição de 2º maior produtor mundial de biscoitos, com o registro de milhões de toneladas produzidas em 2011, o que representou 1,8% de queda sobre 2010 em que foram produzidas milhões de toneladas. A contribuição da indústria de biscoito na balança comercial brasileira é positiva. Nos últimos 4 anos, a indústria apresentou superávits de mais de US$ 70 milhões em 3 anos, com destaque para 2008, quando as exportações foram US$ 85 milhões superiores às importações. Comercio Exterior Brasileiro US$ Milhões 140,0 120,0 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0-114,1 100,4 29,0 26,7 106,6 36,0 117, Exportação Importação 50,9 Fonte: SECEX Em 2011, o Brasil exportou um total de 50,3 milhões de toneladas de biscoito, o que originou um faturamento de US$ 117,8 milhões. Os 5 principais países de destino das exportações respondem por 73,2% do total do volume comercializado em A Angola foi o principal destino das exportações, representando 21,2% 2% do total do volume, seguidos pelo Paraguai (18,4%), EUA (13,5%), Uruguai (11,3%) e a Argentina (8,7%). Fonte: SECEX 17

18 3. Panorama do setor de alimentos no Brasil (cont.) A Indústria de Biscoitos (cont.) A origem das importações brasileiras é mais segmentada. Os 5 principais países de origem representam 67,9% do volume total importado. A principal p origem das importações brasileiras de biscoitos é a Argentina (39,6%), seguida da Alemanha (11,5%), Itália (7,7%), Peru (4,7%) e Uruguai (4,4%). O faturamento da indústria de biscoito no Brasil vem apresentando crescimento acima da inflação nos últimos 5 anos. De acordo com dados da ANIB (Associação Nacional das Indústrias de Biscoito), a expectativa é que a indústria i aumente suas vendas em 3% em 2012, emvolume, e que eleve entre 6% e 7% o faturamento. Considerando esse crescimento projetado, a indústria brasileira de biscoito apresentou um CAGR de 6,8% no período de 2007 a Faturamento da Industria de Biscoito no Brasil hões R$ Bil 10,0 9,0 8,0 7,0 6,0 50 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0-6,5 6,8 7,2 5,7 6,0 5, E* Fonte: ANIB * Estimativa 18

19 4. Breve descrição do Grupo M. Dias e das Empresas

20 4. Breve descrição do Grupo M. Dias e das Empresas Grupo M. Dias Branco O grupo M. Dias Branco, fundado há mais de 60 anos, atua na fabricação, comercialização e distribuição de produtos alimentícios derivados do trigo, especificamente (i) biscoitos e massas, (ii) farinha e farelo de ti trigo, bem como de (iii) margarinas e gorduras vegetais. O grupo é líder nacional nos mercados de biscoitos e de massas no Brasil, em termos de volume de vendas (em toneladas) e em faturamento (em R$), segundo dados da AC Nielsen. A M. Dias também possui uma participação relevante no mercado brasileiro de farinha e farelo de trigo, uma das suas principais p matérias-primas, no qual acredita estar entre os três maiores participantes, em termos de volume de consumo, medido em toneladas. Outros 39% Market Share Biscoitos - Volume Vendido M Dias Branco 26% Outros 36% Market Share Massas - Volume Vendido M Dias Branco 25% O grupo conta com diversas linhas de produtos sob as marcas Richester, Fortaleza e Vitarella - líderes de mercado nas regiões Nordeste e Norte - e sob as marcas Adria, Isabela, Basilar e Zabet - líderes nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. O grupo atingiu a receita líquida de R$ 2,9 bilhões em 2011, o que representa um crescimento de 19,1%, em relação a Com a aquisição das Empresas, o grupo M Dias passa a comercializar snacks e bolos, incorporando produtos de maior valor agregado ao seu portfólio. Bagley 6% Bauducco 6% Kraft 7% Marilan 7% Nestlê 9% Vilma 5% Piraquê 5% Santa Amália 8% J Macedo 9% Selmi 12% Fonte: AC Nielsen O grupo possui 12 unidades fabris localizadas em sete Estados do País, que estão preparadas para a fabricação de vasta gama de produtos, o que lhe dá relevante flexibilidade na definição do produto a ser fabricado dependendo do mercado consumidor onde a unidade estiver instalada, dos custos de logística e incentivos fiscais aplicáveis a cada unidade fabril. Fonte: Web Site M.Dias e AC Nielsen 20

21 4. Breve descrição do Grupo M. Dias e das Empresas (cont.) Pelágio e J Brandão (Empresas) A Pelágio e a J.Brandão comercializam biscoitos, massas, bolos e snacks nas regiões norte e nordeste do país. As Empresas iniciaram suas atividades em 1946 como uma pequena padaria na cidade de Fortaleza-CE, e após anos de desenvolvimento e crescimento na atividade se transformou em uma indústria de alimentos com atuação regional, com duas unidades industriais localizadas no município de Maracanaú CE. No ano de 2011, as Empresas auferiram receita líquida de R$ 219 milhões, o que representa um crescimento de 15% em relação à Em 2011, foi inaugurada a nova instalação predial com uma moderna linha de biscoitos laminados salgados. Fonte: WebSite e Administração da M Dias 21

22 5. Avaliação pelo critério do fluxo de caixa descontado

23 5. Avaliação pelo critério do fluxo de caixa descontado Item Descrição Metodologia Fluxo de caixa descontado. Moeda Reais (R$) em termos nominais. Data Base 23 de dezembro de Período projetivo 10 anos, 8 dias e perpetuidade (IPCA + 1%). Premissas macroeconômicas Inflação e PIB Foram consideradas as projeções divulgadas pelo Bacen para o período entre 2012 e 2015, a partir de 2016 as projeções foram mantidas constantes, t conforme apresentado no quadro a seguir: Premissas Macroeconômicas IPCA 5,2% 5,2% 5,0% 4,8% 4,7% 4,7% 4,7% 4,7% 4,7% 4,7% PIB 3,3% 4,2% 4,4% 4,3% 4,3% 4,3% 4,3% 4,3% 4,3% 4,3% Fonte: Bacen Receita bruta Descrição Pelágio Compreende as vendas de massas e biscoitos. J.Brandão Compreende as vendas de bolos e snacks. Volume de vendas Os volumes de vendas foram projetados a partir do orçamento de 2012 das Empresas, ajustados anualmente com taxas em linha com a expectativa de crescimento real do PIB divulgados pelo Bacen acrescidas de 1,0%, limitados pelas capacidades de produção de cada linha de produto. Natabela abaixo, pode ser visualizada a capacidade d de produção anual por linha de negócio: ói Capacidade de produção anual (toneladas) Pelágio J. Brandão Massas Biscoitos Bolos Snacks Fonte: Administração das empresas Preço de Vendas Os preços de venda foram projetados a partir do orçamento de 2012 das Empresas, ajustados anualmente com taxas em linha com a expectativa do IPCA divulgado pelo Bacen. 23

24 5. Avaliação pelo critério do fluxo de caixa descontado (cont.) Item Descrição Deduções ICMS projetado com as alíquotas médias inclusas no orçamento de 2012 das Empresas. Essas alíquotas médias levam em consideração as diferentes taxas de acordo com o tipo de produto e as diferentes destinações de suas vendas. PIS/Cofins projetados com a alíquota média de 8,73%, inclusa no orçamento de 2012 das Empresas. Essa taxa considera a alíquota média das vendas para Zona Franca de Manaus, que são isentas da tributação de PIS e Cofins e a alíquota de 9,25%, aplicável para as demais destinações. Devoluções e descontos financeiros projetados de acordo com os percentuais médios sobre a receita bruta inclusos no orçamento de 2012 das Empresas. Na tabela abaixo, podemos visualizar as alíquotas médias consideradas nas projeções. Alíquotas médias Pelágio J. Brandão Deduções M assas Biscoitos Bolos Snacks ICM S 2,64% 4,05% 1,65% 11,58% PIS/Cofins 8,73% * 8,73% 8,73% 8,73% Devoluções 2,50% 2,50% 2,50% 1,00% Descontos financeirosi 078% 0,78% 078% 0,78% 078% 0,78% 000% 0,00% * No ano de 2012 a alíquota média de PIS e Cofins foi estimada em 4,76%, pois de acordo com a Administração, entre os meses de janeiro e junho/12, as massas alimentícias classificadas na posição 1902 da TIPI (massas secas, instantâneas e frescas) não sofrerão tributação de PIS e Cofins em função da medida provisória no 552/2011. Custo dos Produtos Vendidos Os custos foram segregados em fixos e variáveis. Os variáveis foram projetados mantendo-se as mesmas proporções sobre a receita líquida consideradas pela Administração das Empresas no orçamento de 2012(cerca de 82%na Pelágio e cerca de 84% na J. Brandão). Os fixos foram projetados com base nos dados do orçamento de 2012 e com reajustes anuais pelo IPCA até A partir de 2017, foi considerado que as Empresas não se beneficiarão mais da diluição dos custos fixos, por esse motivo, os custos foram projetadas mantendo-se as mesmas proporções sobre a receita líquida. 24

Instituto Ling. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012

Instituto Ling. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 em 31 de dezembro de 2013 e 2012. em 31 de dezembro de 2013 e 2012 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 3 Balanços patrimoniais 5 Demonstrações de superávit

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 e 2010

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 e 2010 Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 e 2010 KPMG Assurance Services Ltda. Agosto de 2012 KPDS 41367 Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 e 2010 Conteúdo Relatório dos auditores

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 KPDS 82388 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações

Leia mais

Instituto Ling. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2010 e 2009

Instituto Ling. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2010 e 2009 Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2010 e 2009 Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2010 e 2009 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 3-4

Leia mais

Graal Investimentos S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 (em fase pré-operacional)

Graal Investimentos S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 (em fase pré-operacional) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 (em fase pré-operacional) Demonstrações financeiras Período de 10 de agosto de 2011 (data de constituição da Companhia) a 31 de dezembro de 2011 (em

Leia mais

Associação Guemach Lar da Esperança. Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2010 e 2009

Associação Guemach Lar da Esperança. Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2010 e 2009 Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2010 e 2009 Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2010 e 2009 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis 3-4 Balanços

Leia mais

Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2013 e 2012

Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2013 e 2012 KPDS 94331 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis 3 Balanços patrimoniais 5 Demonstrações de resultados 6 Demonstrações das mutações do patrimônio social 7 Demonstrações

Leia mais

Fundo de Parcerias Público-Privadas FPPP do Município de Rio das Ostras (RJ) Demonstrações contábeis em 31 dezembro de 2010

Fundo de Parcerias Público-Privadas FPPP do Município de Rio das Ostras (RJ) Demonstrações contábeis em 31 dezembro de 2010 Fundo de Parcerias Público-Privadas FPPP do Município de Rio das Ostras (RJ) Demonstrações contábeis em 31 dezembro de 2010 Fundo de Parcerias Público-Privadas FPPP do Município de Rio das Ostras (RJ)

Leia mais

ABCD. Banco Nossa Caixa S.A. Laudo de avaliação do patrimônio líquido contábil

ABCD. Banco Nossa Caixa S.A. Laudo de avaliação do patrimônio líquido contábil ABCD Banco Nossa Caixa S.A. Laudo de avaliação do patrimônio líquido contábil ABCD KPMG Auditores Independentes R. Dr. Renato Paes de Barros, 33 04530-904 - São Paulo, SP - Brasil Caixa Postal 2467 01060-970

Leia mais

Demonstrações financeiras intermediárias em 30 de junho de 2015

Demonstrações financeiras intermediárias em 30 de junho de 2015 Demonstrações financeiras intermediárias em KPDS 134230 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras intermediárias 3 Balanços patrimoniais 5 Demonstrações dos resultados

Leia mais

Relatório de revisão sobre os quadros isolados das Informações contábeis intermediárias em 30 de junho de 2014

Relatório de revisão sobre os quadros isolados das Informações contábeis intermediárias em 30 de junho de 2014 Companhia Transirapé de Transmissão Relatório de revisão sobre os quadros isolados das Informações contábeis intermediárias em 30 de junho de 2014 KPDS 93316 Companhia Transirapé de Transmissão Relatório

Leia mais

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Brito Amoedo Imobiliária S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Abril Educação S.A. Informações Proforma em 30 de junho de 2011

Abril Educação S.A. Informações Proforma em 30 de junho de 2011 Abril Educação S.A. Informações Proforma em 30 de junho de 2011 RESULTADOS PRO FORMA NÃO AUDITADOS CONSOLIDADOS DA ABRIL EDUCAÇÃO As informações financeiras consolidadas pro forma não auditadas para 30

Leia mais

CRITÉRIOS / Indicadores

CRITÉRIOS / Indicadores CRITÉRIOS / Indicadores A lista de conceitos desta MELHORES E MAIORES Os valores usados nesta edição são expressos em reais de dezembro de 2014. A conversão para dólares foi feita, excepcionalmente, com

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 Índice 1. Lucro presumido...3 2. Lucro real...4 2 Dentre os regimes tributários, os mais adotados são os seguintes: 1. LUCRO PRESUMIDO Regime de tributação colocado

Leia mais

MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de

MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de dezembro de 2012 MBK Securitizadora S.A. Demonstrações Financeiras

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T14

Divulgação de Resultados 1T14 Divulgação de Resultados 1T14 A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private-equity ( Fundos

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

MOORE STEPHENS AUDITORES E CONSULTORES

MOORE STEPHENS AUDITORES E CONSULTORES DURATEX COMERCIAL EXPORTADORA S.A. AVALIAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONTÁBIL APURADO POR MEIO DOS LIVROS CONTÁBEIS EM 31 DE AGOSTO DE 2015 Escritório Central: Rua Laplace, 96-10 andar - Brooklin - CEP 04622-000

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma

Leia mais

Relatório dos auditores independentes sobre a aplicação de procedimentos previamente acordados em 30 de junho de 2014

Relatório dos auditores independentes sobre a aplicação de procedimentos previamente acordados em 30 de junho de 2014 Vale S.A. - Estrada de Ferro Carajás Relatório dos auditores independentes sobre a aplicação de procedimentos previamente acordados em 30 de junho de 2014 KPMG Auditores Independentes Setembro de 2014

Leia mais

Relatório Analítico 27 de março de 2012

Relatório Analítico 27 de março de 2012 VENDA Código de Negociação Bovespa TGM A3 Segmento de Atuação Principal Logística Categoria segundo a Liquidez 2 Linha Valor de M ercado por Ação (R$) 29,51 Valor Econômico por Ação (R$) 32,85 Potencial

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de julho de 2014 KPDS 96085

Demonstrações financeiras em 31 de julho de 2014 KPDS 96085 Brasil Plural BBDC Feeder Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento CNPJ nº 18.602.310/0001-41 (Administrado pela BEM Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.) Demonstrações

Leia mais

ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento

ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento TAX ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento Ativo diferido de imposto de renda da pessoa jurídica e de contribuição social sobre o lucro líquido aspectos fiscais e contábeis Outubro de 2014 1. Noções

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de agosto de 2014 e de 2013 KPDS 97640

Demonstrações financeiras em 31 de agosto de 2014 e de 2013 KPDS 97640 Gávea Apoena Plus Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento CNPJ nº 08.893.093/0001-32 (Administrado pela BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.) Demonstrações financeiras

Leia mais

OI S.A. (Atual denominação de Brasil Telecom S.A.) 8ª Emissão Pública de Debêntures

OI S.A. (Atual denominação de Brasil Telecom S.A.) 8ª Emissão Pública de Debêntures OI S.A. (Atual denominação de Brasil Telecom S.A.) 8ª Emissão Pública de Debêntures Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2013 Oi S.A. (atual denominação de BRASIL TELECOM S.A.) 8ª Emissão

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

Tributos sobre o Lucro Seção 29

Tributos sobre o Lucro Seção 29 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

TELEFÔNICA DATA BRASIL HOLDING S.A. Resultado Consolidado para o Terceiro Trimestre de 2005 Publicação, 08 de novembro de 2005 (07 páginas)

TELEFÔNICA DATA BRASIL HOLDING S.A. Resultado Consolidado para o Terceiro Trimestre de 2005 Publicação, 08 de novembro de 2005 (07 páginas) TELEFÔNICA DATA BRASIL HOLDING S.A. Resultado Consolidado para o Terceiro Trimestre de 2005 Publicação, 08 de novembro de 2005 (07 páginas) Para maiores informações, contatar: Daniel de Andrade Gomes TELEFÔNICA

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e 2013 KPDS 120934 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 3 Balanços patrimoniais 5 Demonstrações do resultado 6 Demonstrações dos resultados abrangentes 7 Demonstrações

Leia mais

Relatório dos auditores independentes sobre a aplicação de procedimentos previamente acordados em 30 de junho de 2014

Relatório dos auditores independentes sobre a aplicação de procedimentos previamente acordados em 30 de junho de 2014 Vale S.A. Estrada de Ferro Vitória-Minas Relatório dos auditores independentes sobre a aplicação de procedimentos previamente acordados em 30 de junho de 2014 KPMG Auditores Independentes Setembro de 2014

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008 Alterações da Lei 6404/76 Lei 11638 de 28 de dezembro de 2007 Lei 11638/07 que altera a Lei 6404/76 Art. 1o Os arts. 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais

Período de 01 de janeiro a 06 de outubro de 2011 (data de extinção do Fundo) com Relatório dos Auditores Independentes

Período de 01 de janeiro a 06 de outubro de 2011 (data de extinção do Fundo) com Relatório dos Auditores Independentes Demonstração da Evolução do Patrimônio Líquido CSHG Realty BC Fundo de Investimento em Participações (Administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S/A) Período de 01 de janeiro a

Leia mais

- Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial Ltda - Consultores Ltda

- Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial Ltda - Consultores Ltda 08/03/2010 M.DIAS BRANCO S.A IND. COM. ALIMENTOS A Companhia COMPRA Código em Bolsa MDIA3 Setor Alimentos Cotação em 08/03/10 R$ 45,20 Preço Alvo R$ 56,83 Potencial de Valorização 25,72% Valor de Mercado

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 10. Pagamento Baseado em Ações

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 10. Pagamento Baseado em Ações COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 10 Pagamento Baseado em Ações Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 2 Descrição Item Objetivo 1 Escopo 2 6 Reconhecimento

Leia mais

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 9: Concessionárias de Transmissão. S u b m ó d u l o 9. 8

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 9: Concessionárias de Transmissão. S u b m ó d u l o 9. 8 A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A Módulo 9: Concessionárias de Transmissão S u b m ó d u l o 9. 8 M e t o d o l o g i a d e c á l c u l o de p r e ç o t e t o d a R e c e

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

Laudo de Avaliação da Ferronorte. Data Base: Novembro de 2004

Laudo de Avaliação da Ferronorte. Data Base: Novembro de 2004 Laudo de Avaliação da Ferronorte Data Base: Novembro de 2004 Contexto Os administradores da Brasil Ferrovias nos solicitam a avaliação do preço das ações da Ferronorte a serem emitidas no aumento de capital

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Demonstrações financeiras Índice Relatório

Leia mais

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES 1. INTRODUÇÃO Referente à elaboração e divulgação de informações pelas instituições administradoras dos Fundos de Investimento Imobiliário, para o mercado de valores mobiliários e encaminhamento à Comissão

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

Demonstrações financeiras em 30 de junho de 2015 e de 2014

Demonstrações financeiras em 30 de junho de 2015 e de 2014 Ibiuna Equities Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento em Ações CNPJ nº 13.401.715/0001-06 (Administrado pela BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.) Demonstrações

Leia mais

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66 Apresentação Parte I - CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE, 1 1 Introdução ao Estudo da Ciência Contábil, 3 1 Conceito, 3 2 Objeto, 3 3 Finalidade, 4 4 Técnicas contábeis, 4 5 Campo de aplicação, 5

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 ASSOCIAÇÃO DIREITOS HUMANOS EM REDE QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em reais) Nota Nota ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 3.363.799

Leia mais

O Lucro Líquido do 1T12 foi de R$2,5 MM, superior em R$10,7 MM ao prejuízo do 1T11, de R$8,2 MM negativos.

O Lucro Líquido do 1T12 foi de R$2,5 MM, superior em R$10,7 MM ao prejuízo do 1T11, de R$8,2 MM negativos. São Paulo, 13 de maio de 2013 - A Unidas S.A. ( Companhia ou Unidas ) anuncia os seus resultados do primeiro trimestre de 2012 (). As informações financeiras são apresentadas em milhões de Reais, exceto

Leia mais

Telemar Norte Leste S.A.

Telemar Norte Leste S.A. Telemar Norte Leste S.A. Laudo de relação entre o preço da ação ordinária da Brasil Telecom Participações S.A. (BRTP3), acordado no Contrato de Compra e Venda do controle acionário indireto pela Telemar

Leia mais

DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 3T06

DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 3T06 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 3T06 Eusébio CE, 09 de novembro de 2006 A M. Dias Branco S.A. (Bovespa: MDIA3), empresa líder nos mercados de biscoitos e de massas no Brasil, anuncia hoje seus resultados do terceiro

Leia mais

Batávia S.A. Indústria de Alimentos

Batávia S.A. Indústria de Alimentos Batávia S.A. Indústria de Alimentos Laudo de avaliação (inclui balanço patrimonial) KPMG Auditores Independentes R. Dr. Renato Paes de Barros, 33 04530-904 - São Paulo, SP - Brasil Caixa Postal 2467 01060-970

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos MP627 Alterações Fiscais sobre o Ajuste a Valor Presente

Parecer Consultoria Tributária Segmentos MP627 Alterações Fiscais sobre o Ajuste a Valor Presente 11/03/2014 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Cliente... 4 3. Análise da Legislação... 5 a. Ajuste a Valor Presente no Contas a Receber... 5 b. Ajuste

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

Avaliação econômico-financeira

Avaliação econômico-financeira Avaliação econômico-financeira 26 de julho de 2013 CONFIDENCIAL Nota Importante 1. O Banco Bradesco BBI S.A. ( Bradesco BBI ou Avaliador ) foi contratado pela Companhia de Saneamento do Paraná - SANEPAR

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 001 O que se entende por receitas e despesas não operacionais? Receitas e despesas não operacionais são aquelas decorrentes

Leia mais

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Em 31 de dezembro de 2012 Índice Página Relatório dos auditores

Leia mais

EARNINGS RELEASE 2008 e 4T08 Cemig D

EARNINGS RELEASE 2008 e 4T08 Cemig D EARNINGS RELEASE 2008 e 4T08 Cemig D (Em milhões de reais, exceto se indicado de outra forma) --------- Lucro do Período A Cemig Distribuição apresentou, no exercício de 2008, um lucro líquido de R$709

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012

Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 KPDS 77802 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 3 Balanços patrimoniais 5 Demonstrações de resultados 6 Demonstrações de resultados abrangentes 7 Demonstrações

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.638, DE 28 DEZEMBRO DE 2007. Mensagem de veto Altera e revoga dispositivos da Lei n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e

Leia mais

Divulgação de resultados 3T13

Divulgação de resultados 3T13 Brasil Brokers divulga seus resultados do 3º Trimestre do ano de 2013 Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2013. A Brasil Brokers Participações S.A. (BM&FBovespa: BBRK3) uma empresa com foco e atuação no

Leia mais

Divulgação de Resultados Segundo Trimestre de 2015

Divulgação de Resultados Segundo Trimestre de 2015 Divulgação de Resultados Segundo Trimestre de 2015 Apresentação da Teleconferência 06 de agosto de 2015 Para informações adicionais, favor ler cuidadosamente o aviso ao final desta apresentação. Divulgação

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01896-1 MEHIR HOLDINGS S.A. 04.310.392/0001-46 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01896-1 MEHIR HOLDINGS S.A. 04.310.392/0001-46 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/9/25 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO

Leia mais

BUSINESS TO WORLD COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO

BUSINESS TO WORLD COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO BUSINESS TO WORLD COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO Teleconferência e Webcast de Resultados Sexta-feira, 5 de novembro de 2010 Horário: 12:00 p.m. (Brasil) 10:00 a.m. (US EDT) Telefone: +55 (11) 4688.6361 Código:

Leia mais

Eólica Faísa V Geração e Comercialização de Energia Elétrica S.A.

Eólica Faísa V Geração e Comercialização de Energia Elétrica S.A. Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2012 2011 Passivo e patrimônio líquido 2012 2011 (Não auditado) (Não auditado) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 4) 415 7 Fornecedores

Leia mais

Empresa de Locação. Apresentação de avaliação financeira. São Paulo, Novembro de 2011 Confidencial

Empresa de Locação. Apresentação de avaliação financeira. São Paulo, Novembro de 2011 Confidencial Empresa de Locação Apresentação de avaliação financeira São Paulo, Novembro de 2011 Confidencial A IGC Partners Sobre a empresa Líder em operações de Estrutura local e internacional Fusões e Aquisições

Leia mais

ALOG SOLUÇÕES DE TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA S.A., sucessora por incorporação de ALOG DATA CENTERS DO BRASIL S.A. 1ª Emissão Pública de Debêntures

ALOG SOLUÇÕES DE TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA S.A., sucessora por incorporação de ALOG DATA CENTERS DO BRASIL S.A. 1ª Emissão Pública de Debêntures ALOG SOLUÇÕES DE TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA S.A., sucessora por incorporação de ALOG DATA CENTERS DO BRASIL S.A. 1ª Emissão Pública de Debêntures Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2012 ALOG

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2005 e 2004

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2005 e 2004 ABCD Instituto Consulado da Mulher Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2005 e 2004 ABCD Instituto Consulado da Mulher Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2005 e 2004 Conteúdo Parecer

Leia mais

Rodobens Locação de Imóveis Ltda.

Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Approach Auditores Independentes Relatório dos

Leia mais

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO. Senhores Acionistas,

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO. Senhores Acionistas, RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em atenção às disposições legais e estatutárias, submetemos a apreciação de V.Sas. o relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis, relativas ao

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Tópicos do Estudo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). Uma primeira tentativa de estruturar

Leia mais

31 de dezembro de 2014 e 2013 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras

31 de dezembro de 2014 e 2013 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras Geração Futuro Fundo de Investimento em Ações Meninas Iradas (CNPJ: 08.608.189/0001-01) (Administrado pela Geração Futuro Corretora de Valores S.A. CNPJ: 27.652.684/0001-62) 31

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Contabilidade Financeira e Gerencial Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Demonstração de Resultados A DRE é a apresentação, em forma resumida, das operações realizadas pela empresa,

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Mário Leitão Estrutura das Demonstrações Financeiras A análise das demonstrações financeiras exige conhecimento do que representa cada conta que nela figura. Há

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

Relatório de asseguração limitada dos auditores independentes

Relatório de asseguração limitada dos auditores independentes KPMG Risk Advisory Services Ltda. R. Dr. Renato Paes de Barros, 33 04530-904 - São Paulo, SP - Brasil Caixa Postal 2467 01060-970 - São Paulo, SP - Brasil Central Tel 55 (11) 2183-3000 Fax Nacional 55

Leia mais

Relatório da Administração Dommo 2014

Relatório da Administração Dommo 2014 Relatório da Administração Dommo 2014 A Administração da Dommo Empreendimentos Imobiliários S.A. apresenta o Relatório da Administração e as correspondentes Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

CA 02-303/2010 São Paulo - SP, 19 de março de 2010.

CA 02-303/2010 São Paulo - SP, 19 de março de 2010. CA 02-303/2010 São Paulo - SP, 19 de março de 2010. À Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Membros do Ministério Público de São Paulo PROMOCRED. Diretoria-Executiva São Paulo SP Assunto: Auditoria

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e Fundo de Investimento Imobiliário Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2009 2008 Passivo e patrimônio

Leia mais

Raízen Combustíveis S.A.

Raízen Combustíveis S.A. Balanço patrimonial consolidado e condensado (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ativo 30.06.2014 31.03.2014 Passivo 30.06.2014 31.03.2014 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais

CONVERSAO DE DEMONSTRACOES CONTABEIS EM MOEDA. ESTRAGEIRA: FASB nº 8 e FASB nº 52

CONVERSAO DE DEMONSTRACOES CONTABEIS EM MOEDA. ESTRAGEIRA: FASB nº 8 e FASB nº 52 CONVERSAO DE DEMONSTRACOES CONTABEIS EM MOEDA Evolução das Normas de Contabilidade aplicadas no EUA Critérios Contábeis brasileiros e americanos (USGAAP) Objetivos da conversão de demonstrações contábeis

Leia mais

Resultados 1T07 10 de maio de 2007

Resultados 1T07 10 de maio de 2007 PUBLICIDADE CAIXA CRESCEU 102% BASE DE ASSINANTES BANDA LARGA CRESCEU 32% São Paulo, O UOL (BOVESPA: UOLL4) anuncia hoje os resultados do 1T07. As demonstrações financeiras da Companhia são elaboradas

Leia mais

ANEXO III. Nota Técnica nº 250/2007-SRE/ANEEL Brasília, 21 de agosto de 2007 METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO III. Nota Técnica nº 250/2007-SRE/ANEEL Brasília, 21 de agosto de 2007 METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO III Nota Técnica nº 250/2007-SRE/ANEEL Brasília, 2 de agosto de 2007 METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO III Nota Técnica n o 250/2007 SRE/ANEEL Em 2 de agosto de 2007. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de maio de 2013 e 2012

Demonstrações financeiras em 31 de maio de 2013 e 2012 Bradesco Private Fundo de Investimento em CNPJ nº 06.190.203/0001-74 (Administrado pela BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.) KPDS 65521 Conteúdo Bradesco Private Fundo de Investimento

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO

ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO Demonstrações Contábeis Em 31

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012, de 2011 e de 2010

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012, de 2011 e de 2010 ABCD Gonçalves & Tortola S.A. Demonstrações financeiras em Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 3 Balanços patrimoniais 5 Demonstrações de resultados 7 Demonstrações

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

Demonstrações Financeiras Centro de Apoio Sócio Ambiental. 31 de dezembro de 2012 e 2011 com Relatório dos Auditores Independentes

Demonstrações Financeiras Centro de Apoio Sócio Ambiental. 31 de dezembro de 2012 e 2011 com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações Financeiras Centro de Apoio Sócio Ambiental com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 Índice Relatório dos auditores independentes sobre as

Leia mais

Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2014 e 2013

Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2014 e 2013 CNPJ:13.958.716/0001-48 (Administrado pela BNY Mellon Serviços Financeiros Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.) KPDS 111192 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações

Leia mais

Demonstrações financeiras intermediárias em 30 de junho de 2015

Demonstrações financeiras intermediárias em 30 de junho de 2015 Demonstrações financeiras intermediárias em 30 de junho de 2015 KPDS 126209 Demonstrações financeiras intermediárias em 30 de junho de 2015 Conteúdo Relatório da Administração 3 Relatório dos auditores

Leia mais

Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2014

Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2014 Banco Mercedes-Benz do Brasil S.A Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2014 KPDS 114064 Banco Mercedes-Benz do Brasil S.A Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro

Leia mais

COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁS. 2ª Emissão Pública de Debêntures

COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁS. 2ª Emissão Pública de Debêntures COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁS 2ª Emissão Pública de Debêntures Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2013 Companhia de Gás de São Paulo - Comgás 2ª Emissão Pública de Debêntures Relatório

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/2012 - VIX LOGÍSTICA S/A Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/2012 - VIX LOGÍSTICA S/A Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 5 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Niterói Administradora de Imóveis S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais