VIII CONCURSO DE MONOGRAFIA

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1 VIII CONCURSO DE MONOGRAFIA UTILIZAÇÃO DO MERCADO DE CAPITAIS PARA REMUNERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE POUPANÇA, FRENTE AO CENÁRIO DE REDUÇÃO DE TAXAS DE JUROS OLDTROY

2 SUMÁRIO Justificativa...3 Influências das Políticas Econômicas nos Mercados...4 Formas e Produtos do Mercado de Capitais...5 Parâmetros da Renda Variável...7 Liquidez...7 Risco...7 Dividendos...8 Remuneração...8 Indicadores Econômicos Financeiros...9 Analise de Fluxo de Caixa...9 Múltiplos...10 Opções...10 Pop...11 Modelo de Carteira de Ações e Representações Gráficas...12 Análises...14 Conclusão...16 Seção de Tabelas e Gráficos Gráfico de Referências para Benchmark Tabela de cotações Tabela dos Grupos de Ativos em Analise parte Tabela dos Grupos de Ativos em Analise parte Tabela dos Grupos de Ativos em Analise de 720 Dias parte Tabela dos Grupos de Ativos em Analise de 720 Dias parte Gráficos de Dispersão...23 Bibliografia...24

3 Justificativa Identificar no mercado de capitais como remunerar e consolidar poupança, frente ao cenário de redução de taxas de juros é o principal objetivo deste trabalho. Enumerar os principais conceitos do mercado financeiro e também as principais ferramentas para análise de ativos financeiros. Os ativos que serão analisados serão Petrobrás ordinária e Petrobrás preferencial, Vale do Rio Doce ordinária e Vale do Rio Doce preferencial, Gerdau preferencial, Lojas Americanas ordinária e Lojas Americanas preferencial. A base de analise será de a considerando compras teóricas, semestrais de uma carteira sugerida e fundamentada por estudos estatísticos. A importância deste trabalho reside em verificar que as carteiras de ativos de renda variável de longo prazo absorvem os efeitos das grandes quedas de rentabilidade em anos de instabilidade; e mesmo assim confere uma rentabilidade média muito superior à renda fixa. Dessa forma é possível enquadrar este trabalho com um foco estratégico para formação de carteira de ações. Palavras-Chave: ações; carteira de ações; estudos estatísticos, poupança.

4 Influências das Políticas Econômicas nos Mercados A evolução da confiabilidade na economia Brasileira construiu o cenário de redução de taxa de juros. E sinaliza que a trajetória é decrescente e também um objetivo de governo que age por seus órgãos. Como Conselho Monetário Nacional, Banco Central, Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento visando promover um ambiente de desenvolvimento. É fundamental à compreensão da relação de causa e efeito que se dá pela condução da política monetária, no cenário de taxa de juro, liquidez de ativos e liquidez de mercado. Porque, dela será formado o horizonte de juros do mercado e ditará a tendência de rentabilidade. Logo, a política monetária influi na expansão e a retração do mercado; e reflete na economia seja na produção, comércio, mercado financeiro, aumento da massa salarial, poupança. Mas o desenvolvimento produtivo capta um risco que é a transferência das famílias superavitárias às famílias deficitárias. Seja o risco de Default, seja a eficácia do sistema produtivo em absorver o crescimento, contra pressões inflacionárias. De modo que essas influências nos ambientes econômicos determinam a sustentabilidade da formação de poupança. Determina o horizonte de taxa de juros e preço de ativos. E certamente fundamenta a classificação do mercado: especulativo ou para investimento. Ainda a estabilidade monetária garante em fundamentos econômicos a comparabilidade do valor da moeda, e dá referência real aos preços dos ativos. Em face às menores oscilações do custo de capital se pode então objetivar a agregar rentabilidade aos formadores de poupança. A inflação é um ponto relevante para se definir as aplicações dos recursos e os prazos. Segundo (Relatório do Banco Central do Brasil de 1.996) nos primeiros anos do plano real,

5 a estabilidade que havia ditava que as aplicações financeiras predominante eram FIF-60 dias e fundo de ações carteiras livre. O primeiro com um crescimento de 72% com incremento de R$ 33,5 bilhões e patrimônio líquido de R$ 80 bilhões de 1995 para Já os fundos de ações carteira livre cresceram 296% com o patrimônio liquido atingindo R$ 4,1 bilhões. De certo por essas informações se vê a re-locação dos recursos frente à queda de inflação, e para aquele momento a perspectiva de queda de juros. Agora é importante estabelecer a conectividade entre os fatos que se fazem indispensáveis às análises deste trabalho. E contemplarão os anos a partir de a 2.007; porque, serão explorados modelos que objetivam a formação de poupança e maximização de rentabilidade e controle de risco, lançando mão dos instrumentos de mercado, principalmente dos ativos negociados na Bovespa: no mercado à vista, opções, POP. Formas e Produtos do Mercado de Capitais As formas de investimento disponíveis, aos investidores, no mercado financeiro, pertencem basicamente a dois grupos: renda fixa e renda variável. A renda fixa tem como objetivo maior oferecer rentabilidade sobre ativos de baixo risco de crédito e uma variância baixa em relação à média da rentabilidade passada. Já a renda variável consiste em compor uma carteira diversificada em ações e outros títulos mobiliários onde se busca uma rentabilidade superior ao benchmark 1, arbitrado pelo investidor, e é aceito maiores variações na rentabilidade o que implica em maior risco e prêmio. Para o investidor que busca migrar da renda fixa para a construção de poupança em renda variável é necessário delimitar alguns pontos iniciais, anteriormente ao investimento. O traço que identifique o perfil do investidor, os objetivos que o motivam à consolidação desse investimento, a

6 expectativa de rentabilidade, o montante disponível, o prazo em que está disposto a privar se do uso daquele recurso, a coleta de informações sobre as opções de investimento e sua tolerância ao risco. Perfilar pelos produtos do mercado de renda variável é a melhor opção para entendê-los. As principais e mais acessíveis formas de investimento aos pequenos investidores serão carteira de ações, fundos de investimentos. Os fundos de investimento têm maior amplitude e diversificação de produtos, mas deve se levar em conta a taxa de administração cobrada pelo gestor e o índice de Sharpe apontado no portfólio. O índice de Sharpe é um índice que calcula o risco da aplicação financeira em relação ao Benchmark. O cálculo do índice é baseado em uma divisão que tem como numerador a média aritmética dos resultados do fundo, sejam positivos ou negativos, durante certo período, e enquadrados de forma cadenciada: diário, mensal, semestral, anual. Já no denominador estará o desvio padrão dos retornos obtidos em relação ao Benchmark na mesma cadência. É essencial à qualidade do índice, que se usado como Benchmark pertença; e represente variação da mesma classe do fundo. Os fundos de investimentos abertos têm como característica liquidez imediata, a quantidade de cotistas e o patrimônio são ilimitados. O Clube de investimento é formado por um grupo de pessoas cujo interesse é investir em ações, no mínimo 51% da carteira deve ser composta de ações, e o restante pode ser formado por renda fixa e derivativos Já As carteiras de ações são arbitradas pelo próprio investidor, que compra e vende através de corretora de valores. E sua formação deve ser consagrada através de estudo das 1 Benchmark é um parâmetro relativo, usado como medida, para verificar se o resultado obtido em um investimento foi maior, menor ou igual ao parâmetro escolhido.

7 companhias e do entendimento dos efeitos de correlação, para a gestão e diversificação dos ativos. O primeiro critério para a formação de uma carteira e a escolha dos ativos se deve levar em conta: parâmetros de rentabilidade, liquidez, risco, dividendos, remuneração do ativo, possibilidade de alavancagem através da negociação com opções ou POP. Parâmetros da Renda Variável O índice de rentabilidade para a renda variável será o Ibovespa e não serão considerados os papéis que o constituíam de forma pontual nem discriminada nos períodos. Os setores que serão pontuados são exploração e refino de petróleo, minerais metálicos, siderurgia, comércio; com os seguintes ativos: Petrobrás ordinária e preferencial (PETR3,PETR4), Vale do Rio Doce ordinária e preferencial (VALE3,VALE5), Gerdau preferencial(ggbr4), Lojas Americanas ordinária e preferencial (LAME3,LAME4). Liquidez Segundo (Bruni 2005) Liquidez é a relação de carregamento de uma operação e desmanche dessa operação sem sofrer prejuízo, quando trazido ao conceito de marcação a mercado; que é conhecer o preço do ativo naquele instante e conseguir negociar-lo por aquele preço. Risco O risco e a incerteza exigem distinção uma da outra para a tomada de decisão. Segundo (Zvi Bodie & Merton 2002) a incerteza existe sempre que não se sabe ao certo o que vai ocorrer no futuro. O risco é a incerteza que importa, porque afeta o bem estar das pessoas. Logo a adequação de uma decisão de administração do risco deve ser julgada à luz da informação disponível na ocasião em que a decisão foi tomada.

8 O risco remete a exposição de maior ou menor ganho; ou perda não sendo dissociável a relevância e a qualidade da decisão quanto à capacidade de entender a conjuntura do mercado. Em verdade as obviedades não refletem a redução do risco, mas teoricamente a redução das incertezas. Desse modo, na formação de uma carteira de ações deve considerar o risco como a condição de desempenhar rentabilidade e a incerteza como fatores diversos que influenciam a consolidação da rentabilidade. Dividendos Em carteiras que visam o longo prazo o dividendo é parte fundamental na rentabilidade de uma carteira de ações; ora o dividendo pode ser considerado como uma amortização do capital investido traçando o horizonte de payback. Segundo (Alexandre Povoa 2004) Uma das formas de remunerar o acionista (a outra é representada pelo ganho de capital) é a distribuição de dividendos. A empresa reserva parte do lucro liquido para remunerar diretamente os acionistas. Assim o dividendo, também chamado de Dividend Yield que é a razão de (preço da ação/valor do dividendo por ação) sintetiza a idéia do payback. Remuneração Há três formas de remunerar uma carteira de ações e todas essas devem ser feitas simultaneamente: a remuneração por dividendo; a remuneração gerada pelo ganho de capital que é avaliada pelos fundamentos das companhias; e remunerar a carteira com a negociação de opções. Por razão didática esses três pontos são separados, mas na prática se exige que as ações sejam analisadas pelo conjunto de fatores que formam a remuneração.

9 A remuneração pelo ganho de capital é a essência do mercado de ações, mas hoje em dia com a velocidade que as informações são disseminadas, se transformando em risco de rentabilidade positiva ou desvalorização do ativo mais rapidamente. De certo, a análise fundamentalista por indicadores econômicos financeiros e pelo fluxo de caixa descontado dá algumas direções dos preços; por ela são encontrados dados que justifiquem optar por um determinado papel em relação a outro. Indicadores Econômicos Financeiros Segundo (Alexandre Povoa 2004) é a fotografia da condição econômico financeira da empresa e contemplam índices de liquidez, índices de giro, índice de endividamento, índice de alavancagem, índice de margem financeira, indicadores de retorno. Analise de Fluxo de Caixa Análise de fluxo de caixa descontado aceita a idéia de se obter uma taxa de rentabilidade mínima por um valor adicional futuro; ou ainda estabelecer partindo de um cenário futuro um quadro no presente que precifique quanto vale determinado ativo no tempo atual. Ainda pela visão de (Alexandre Póvoa 2004) o método em si é aparentemente simples projetar a futura geração de caixa de uma empresa, trazendo esses valores a tempo presente, utilizando uma taxa de desconto. Através da fórmula NPV DE UMA AÇÃO = FC1/(1+r)+FC2/(1+r) 2 +FC3/(1+r) 3 +FC4(1+g)/(r-g)*(1+r) 4. Onde: FC1 = Fluxo de Caixa ano 1, FC2 = Fluxo de Caixa ano 2, FC3 = Fluxo de Caixa ano 3, FC4 = Fluxo de Caixa ano 4. (1+r) Taxa de desconto ano 1, (1+r) 2 Taxa de desconto ano 2, (1+r) 3 Taxa de desconto ano 3, (1+r) 4 Taxa de desconto ano 4.

10 Além disso de acordo com (Zvi Bodie e Robert Merton 2002) trazem também uma opinião que destaca a arbitragem intuitiva para a formação da taxa de desconto. A regra não é só amplamente usada e universalmente aplicada, como também é muito intuitiva. De uma certa maneira, a regra VPL parece praticamente óbvia: aceite qualquer projeto que tenha fluxo de caixa futuro que excedam o investimento inicial. Assim se confirma a visão deles de riscos e incertezas: o risco está em se confirmar um melhor desempenho financeiro que embase um ganho de capital; porém incerto no que tange o prazo para essa realização e também incerto de quanto será esse ganho de capital. Múltiplos Uso dos múltiplos comparativos como; relação preço por lucro (P/L); preço por valor patrimonial (P/VPA). Em verdade, a eficácia do uso dos múltiplos está em encontrar oportunidades pela comparação desses índices entre empresas do mesmo setor, porque devem manter coesão em termos de desempenho. Opções Operações com opções para remuneração de uma carteira de ações Na visão de (Elton, Gruber, Brown, Goetzmann 2004), a remuneração por opções busca agregar maior rentabilidade à carteira de ações se valendo de um ativo adjacente para lançamento de opções e também a formação de posição futura considerando uma tendência altista ou baixista no preço do ativo. As opções de compra ou venda são conceituadas como um direito de comprar ou vender um ativo adjacente por um preço de exercício prédeterminado, as opções tem um prêmio somado a uma taxa, que forma o seu preço; e garante esse valor de exercício em uma data determinada.

11 A grande dificuldade de se operar opções é a volatilidade do preço das opções pela variação do preço do ativo adjacente; associado ainda a um prazo final para vencimento da série. As opções em relação ao preço do ativo adjacente são enquadradas em três momentos: a opções dentro do dinheiro são àquelas que têm preço de exercício menor que o preço do ativo adjacente; as opções no dinheiro são as que estão com o preço de exercício na mesma faixa de preço do ativo adjacente; e as fora do dinheiro são as opções que tem um preço de exercício maior que o preço do ativo adjacente. A precificação de opções é dada basicamente por modelos matemáticos binomial, o mais conhecido é o modelo de precificação de BLACK SCHOLES. Embora a Bolsa de Valores de São Paulo lançou um produto chamado POP, Proteção do Investimento com Participação e a sua estruturação é definida da seguinte forma. Produto de renda variável, que proporciona uma proteção contra eventuais perdas (desvalorização) do investimento em ações em troca de uma participação nos potenciais ganhos desse investimento. Pop Em essência o POP é uma combinação de três instrumentos: uma determinada ação no mercado à vista e suas correspondentes opções de compra e de venda no mercado de opções. Ao aderir às operações com POP, o investidor define o nível de proteção desejado ao escolher em que série de POP 2 vai investir. Assim: a) se o preço cai: investidor recebe o valor do capital protegido; 2 Fonte Site Bovespa

12 b) se o preço sobe: investidor abre mão de uma parcela da valorização. Embora o POP seja composto por três instrumentos, basta uma única ordem ou instrução para comprá-lo ou vendê-lo no mercado. Dessa forma para o investidor iniciante há uma operação que possibilite aumentar a rentabilidade da sua carteira com risco reduzido e de maneira altamente eficaz. Modelo de Carteira de Ações e Representações Gráficas O modelo para formação de carteira de investimento será baseado em estudos estatísticos que considera a rentabilidade semestral incorrida desde agosto de a agosto de 2.007, pela cotação de fechamento do primeiro dia de pregão dos meses de fechamento dos semestres. E será escolhido um par de ativos de menor risco, por isso não será traçada a reta de regressão. Pois o objetivo é fundamentar que é possível constituir uma poupança em renda variável e obter rentabilidade superior a aplicação em renda fixa com baixo risco e também rentabilidade no mínimo equivalente em relação a outros arranjos de ativos de renda variável sob exposição ao mesmo risco. LAME4. Os ativos utilizados foram: PETR4, PETR3, VALE3, VALE5, GGBR4, LAME3, A tabela 2 página 17 foi constituída de forma que nas linhas foram enumeradas as datas de referência, o último preço negociado naquela data, e a variação de rentabilidade em relação à cotação anterior em seis meses. O arranjo de ativos foi constituído em vinte quatro possibilidades de investimento. Cada arranjo tem dois ativos à proporção de cinqüenta por cento do disponível a ser investido.

13 A tabela 3 página 18, contém os arranjos e a rentabilidade média consolidada a cada semestre. A tabela 4 página 19 estão os estudos estatísticos que determinam a escolha dos pares de ativos. Na primeira coluna está a rentabilidade média, R i, R rentabilidade do ativo i, M retornos equiprováveis do ativo i; variância; desvio padrão; correlação. Rentabilidade média = R i M Rij = M j=1 M 2 ( Rij Ri ) Variância = σ i = M j = ( R i R) Desvio Padrão = σ = Correlação= c = M ( ( σ σ )( R R) σ σ ) 2 ( R R) 2 Segundo (ELTON, GRUBER, BROWN E GOETZMANN, 2.004) uma média de retorno central é chamada de retorno esperado ou remuneração média, e uma média de risco ou dispersão em torno da média central, chamada de desvio-padrão. De fato o retorno esperado é a média aritmética dos retornos passados; sem expurgar os dados negativos. Daí é incluído o risco de perda objetivamente, com um valor numérico absoluto. O foco de subsidiar a consolidação de poupança com ativos de renda variável, que caracteristicamente é um investimento de longo prazo; verifica que a curva de rentabilidade deve absorver indiscriminadamente ganhos e perdas. Já (ZVI BODIE ET AL 2002), considera que a variância é a força que o ativo sofre para sair do centro do retorno esperado e variar na banda do desvio padrão. Se o coeficiente de correlação for igual a zero o ativo é livre de risco em relação ao seu par, se for positiva a correlação não incorre em eficiência

14 máxima de diversificação; então sua relação é diretamente proporcional. Assim o coeficiente de correlação é uma régua que define o nível de risco entre os arranjos de ativos. Análises 1. Análise do gráfico de Benchmark e sua tabela 1 página 16, onde estão os dados do Ibovespa, Selic Efetiva, CDB, poupança. Representa que nos últimos dez anos a rentabilidade média do Ibovespa foi de 30,06%. Segundo (Boletim do Banco Central 1998) As bolsas de valores apresentaram em 1.998, alta volatilidade ao longo do ano, principalmente pelo aprofundamento dos problemas na Indonésia, a partir de maio, e na Rússia, a partir de agosto. Agora o (Boletim do Banco Central 2000) as bolsas registraram perdas nos principais mercados do mundo; não repetiram o desempenho positivo de 1.999, com 151,96% de rentabilidade. De acordo com o (Boletim do Banco Central 2001) as expectativas negativas dos indicadores da economia americana foram adversos em meados de fevereiro; e não definiram tendência aos mercados; ainda considerando (Boletim do Banco Central 2.002) foi um ano marcado por escândalos contábeis que trouxeram instabilidade ao mercado financeiro. Mesmo assim o Ibovespa obteve em média ganhos muito superiores aos da renda fixa. A renda fixa, por sua vez, teve pelo CDB rentabilidade média de 20,70% ao ano. E a caderneta de poupança acumulou rentabilidade média de 11,13% ao ano. Entretanto pelos efeitos econômicos de redução de taxa de juros Selic, a rentabilidade dos ativos de renda fixa tem caído de forma substancial. Até porque, se estabelecida à média de rentabilidade do CDB e do DI, em setecentos e vinte dias; eles não ultrapassam 16,59%, 14,39% respectivamente, fonte contendo as taxas anuais: Segundo (Boletim do Banco Central 2005 e 2006).

15 2. Já a analise da tabela 4 página 19, identificamos o desempenho dos arranjos. A tabela 4 mostra que a faixa de rentabilidade média foi de 21,36% a 38,02% ao ano. E se destaca o grupo VALE5, GGBR4, não entre as maiores rentabilidades, mas um dos grupo de menor risco pela variância. De forma que é a melhor amostrar da analise. Como o objetivo do trabalho foi identificar que investir em renda variável, a longo prazo, tem rentabilidade superior que a renda fixa. E também que é possível obter alta rentabilidade com redução de exposição ao risco. Por outro lado também foi identificado, já na tabela 6 página 21 que alguns grupos de ativos a correlação foi negativa o que indica para a formação de carteira que os efeitos sobre os preços são inversos. E mesmo assim a rentabilidade foi superior a da renda fixa. A escolha do arranjo foi considerar a menor variância de forma consecutiva pela analise de curto prazo e longo prazo: o grupo VALE5, GGBR4. Não foi desenvolvida a reta da regressão linear porque o objetivo aqui foi fundamentar a segurança que há em investir em renda variável, e sua capacidade de remunerar o capital. 10 ANOS 720 DIAS FAIXA DE 20% - 25% VARIÂNCIA PETR4 VALE5 0,05 PETR4 VALE3 0,07 PETR3 VALE5 0,07 FAIXA DE 26,82% - 42,57% VARIÂNCIA PETR3 GGBR4 0,0042 PETR4 GGBR4 0,0042 FAIXA DE 25% - 30% VALE5 GGBR4 0,07 VALE5 GGBR4 0,0044

16 Conclusão Este trabalho explorou expositivamente as ferramentas: Indicadores Econômicos Financeiros, Análise de fluxo de Caixa e Múltiplos. E foi desenvolvida uma analise estatística mais completa com o grupo de papéis: PETR4, PETR3, VALE3, VALE5, GGBR4, LAME3, LAME4; e que foram arranjados de modo a indicar uma carteira que minimiza o risco em relação a uma faixa de rentabilidade média. Foi estabelecida uma tabela de Benchmark cujos dados formaram a referência de rentabilidade média para fundamentar uma decisão, e estabelece uma taxa mínima de 25% ao ano. Também foram constituídas tabelas para identificar os dados estatísticos das ações selecionadas nos seus arranjos. E foi possível identificar que os arranjos estabelecidos de ações se distribuíram em três faixas de rentabilidade média ao ano. A razão de 20% a 25%; 25% a 30% e rentabilidade superior a 30%. E a rentabilidade média ao mês a razão de 2% a 3%; 3% a 4%; rentabilidade superior a 4%; a análise aplicada em 720 dias. E também, foi identificado que o risco de uma aplicação de renda fixa, CDB e Poupança representa uma variância de 0,0019 e 0,0009 respectivamente para uma analise de E de 2005 a 2006, contando 720 dias, uma variância para o CDB e o DI de 0,0008 à ambos. Já os arranjos de ações que tem a menor variância em dez anos são PETR4- VALE5(0,05); PETR4-VALE3 (0,07); PETR3-VALE5(0,07); VALE5-GGBR4(0,07). E variância em 720dias, a menor e equivalente ao quadro de variância de dez anos, foi a VALE5-GGBR4 (0,0044). Dessa forma o par que representa menor risco entre a mesma faixa de rentabilidade no longo e no curto prazo é o par Vale do Rio Doce Preferencial e Gerdau Preferencial. 16

17 Seção de Tabelas e Gráficos 1. Gráfico de Referências para Benchmark PERIODO D E A ANO IBOVESPA SELIC EFETIVA CDB POUPANÇA ,82% 24,30% 24,19% 16,56% ,44% 26,64% 27,40% 14,44% ,96% 41,54% 25,28% 12,25% ,86% 20,96% 17,05% 8,39% ,87% 17,37% 17,72% 8,59% ,89% 23,03% 19,07% 9,14% ,92% 21,31% 22,33% 11,10% ,82% 16,19% 15,49% 8,10% ,75% 19,12% 18,53% 9,18% ,42% 11,31% 14,64% 8,33% MEDIA 30,06% 22,18% 20,17% 10,61% s 0,5706 0,0809 0,0436 0,0294 s 2 0,3256 0,0065 0,0019 0,0009 PERIODO 720 DIAS CDB DI X 360 DIAS ,53% 16,38% ,64% 12,40% MEDIA 8,51% 7,42% s 0,0831 0,0704 s 2 0,0069 0,0049 FONTE: BROADCAST FONTE: BOLETIM BANCO CENTRAL 17

18 2. Tabela de cotações LAME4 LAME3 GGBR4 VALE5 VALE3 PETR3 PETR4 Data Últ. Últ. Últ. Últ. Últ. Últ. Últ. 2/7/ ,71 14,8 47,16 39,6 46,4 60,03 60,03 2/1/ ,23 11,8 34,94 29,71 35,26 50,8 50,8 3/7/2006 7,7 9,38 32,5 21,17 24,8 47,38 47,38 2/1/2006 8,3 10,77 30,04 23,61 27,45 48,39 48,39 1/7/2005 4,53 5,79 15,12 15,84 18,7 28,97 28,97 3/1/2005 3,62 5, ,26 18,59 24,05 24,05 1/7/2004 2,67 3,34 16,42 10,14 12,54 18,66 18,66 2/1/2004 2,34 2,24 11,33 10,34 11,77 18,06 18,06 1/7/2003 1,24 1,59 6,08 6,8 7,54 12,37 12,37 2/1/2003 0,78 0,83 4,25 6,51 6,96 10,23 10,23 1/7/2002 0,41 0,56 3,72 5,22 5,8 8,7 8,7 2/1/2002 0,36 0,43 2,69 3,68 3,65 9,22 9,22 2/7/2001 0,14 0,21 1,87 3,32 3,36 10,87 10,87 2/1/2001 0,33 0,31 2,29 3,32 3,25 9,57 9,57 3/7/2000 0,34 0,3 2,41 2,88 2,63 8,11 8,11 3/1/2000 0,68 0,44 2,57 2,93 2,84 5,83 5,83 1/7/1999 0,17 0,15 1,49 1,96 1,49 3,11 3,11 4/1/1999 0,23 0,23 0,75 1,66 1,13 1,25 1,25 1/7/1998 0,19 0,28 1 1,2 1,08 2,86 2,86 2/1/1998 0,15 0,15 0,67 1,04 0,95 3,07 3,07 /7/1997 0,53 0,57 1,16 1,36 1,24 4,42 4,42 2/1/1997 0,6 0,51 0,49 1,1 1,25 2,6 2,6 Fonte: Broadcast 18

19 3. Tabela dos Grupos de Ativos em Analise parte 1 50% PETR4 50% VALE5 23,32 24,10-6,72 61,97 11,74 37,61 0,28 48,43 13,83 21,76 15,17-0,15 3,18 50% PETR4 50% LAME3 19,39 16,83-8,01 80,45 9,84 49,04 25,80 42,84 57,39 33,51 9,36 46,81-12,95 50% PETR4 50%VALE3 22,47 25,02-6,38 60,84 10,14 36,49 4,52 50,45 15,77 19,41 23,69-1,26 4,87 50% PETR4 50% GGBR4 24,16 7,68 2,54 86,78 4,31 14,13 23,71 65,58 33,13 16,53 13,39 16,35-5,99 50% PETR4 50% LAME4 24,99 33,34-5,17 79,06 22,41 30,16 8,30 66,76 41,09 54,53 1,19 73,00-25,61 50% PETR3 50%VALE3 24,88 24,70-5,87 56,91 10,52 38,57 4,93 51,05 14,63 18,79 26,63-3,27 8,48 50% PETR3 50% VALE5 25,73 23,78-6,21 58,04 12,13 39,69 0,69 49,03 12,69 21,15 18,10-2,17 6,79 50% PETR3 50% GGBR4 26,57 7,36 3,05 82,86 4,70 16,21 24,12 66,17 31,99 15,92 16,33 14,34-2,38 50%PETR3 50% LAME3 21,80 16,51-7,50 76,52 10,23 51,12 26,21 43,44 56,24 32,90 12,30 44,79-9,34 50% PETR3 50% LAME4 27,40 33,02-4,66 75,13 22,80 32,23 8,71 67,35 39,95 53,92 4,12 70,98-22,00 50% VALE3 50% GGBR4 33,28 24,84-0,73 72,73-5,23 25,89 25,73 71,22 25,70 17,12 48,60 26,24-7,48 50%VALE3 50%LAME3 28,51 33,99-11,28 66,40 0,30 60,80 27,82 48,49 49,95 34,11 44,57 56,70-14,44 50% VALE3 50% LAME4 34,11 50,50-8,44 65,01 12,86 41,91 10,32 72,41 33,65 55,12 36,40 82,89-27,10 50% VALE5 50% GGBR4 34,13 23,92-1,07 73,87-3,63 27,01 21,50 69,20 23,76 19,48 40,07 27,35-9,17 50% VALE5 50% LAME3 29,36 33,07-11,62 67,53 1,90 61,92 23,59 46,47 48,01 36,46 36,04 57,80-16,13 50% VALE5 50% LAME4 34,96 49,59-8,78 66,14 14,47 43,04 6,08 70,38 31,71 57,48 27,87 83,99-28,79 50% GGBR4 50% LAME3 30,20 16,65-2,36 92,34-5,53 38,44 47,02 63,61 67,31 31,23 34,26 74,31-25,30 50% GGBR4 50% LAME4 35,80 33,17 0,48 90,95 7,04 19,56 29,51 87,53 51,02 52,25 26,09 100,50-37,96 19

20 4. Tabela dos Grupos de Ativos em Analise parte 2 R s s 2 CORREL 50% PETR4 50% VALE5 15,86 7,58 54,05 56,76-4,20 21,36 0,22 0,05 0,25 50% PETR4 50% LAME3 9,88-7,48 125,97 30,34-32,29 27,60 0,37 0,14 0,24 50% PETR4 50%VALE3 20,01 4,73 74,60 63,66-21,05 22,67 0,26 0,07 0,47 50% PETR4 50% GGBR4 5,73 5,32 65,54 97,06-35,87 24,45 0,34 0,11 0,73 50% PETR4 50% LAME4 6,75-16,57 179,30 34,68-12,84 33,08 0,48 0,23 0,22 50% PETR3 50%VALE3 20,79 15,86 89,03 90,33-25,83 25,62 0,30 0,09 0,44 50% PETR3 50% VALE5 16,64 18,70 68,47 83,44-8,98 24,32 0,26 0,07 0,17 50% PETR3 50% GGBR4 6,51 16,44 79,97 123,73-40,65 27,40 0,38 0,15 0,68 50%PETR3 50% LAME3 10,67 3,64 140,40 57,01-37,08 30,55 0,39 0,15 0,15 50% PETR3 50% LAME4 7,53-5,45 193,73 61,36-17,62 36,03 0,50 0,25 0,16 50% VALE3 50% GGBR4 9,30-6,81 81,54 65,26-10,19 27,61 0,30 0,09 0,57 50%VALE3 50%LAME3 13,45-19,61 141,97-1,46-6,61 30,76 0,39 0,15 0,16 50% VALE3 50% LAME4 10,32-28,70 195,30 2,89 12,84 36,24 0,51 0,26 0,62 50% VALE5 50% GGBR4 5,15-3,97 60,99 58,37 6,67 26,31 0,26 0,07 0,38 50% VALE5 50% LAME3 9,31-16,76 121,41-8,36 10,24 29,46 0,35 0,13 0,44 50% VALE5 50% LAME4 6,17-25,85 174,74-4,01 29,69 34,94 0,47 0,23 0,49 50% GGBR4 50% LAME3-0,82-19,02 132,91 31,94-21,43 32,54 0,43 0,18 0,47 50% GGBR4 50% LAME4-3,96-28,11 186,24 36,29-1,97 38,02 0,53 0,28 0,44 20

21 5. Tabela dos Grupos de Ativos em Analise de 720 Dias parte 1 50% PETR4 50% VALE5 16,20% 1,32% 5,67% 5,55% 3,05% 4,47% 5,35% -2,20% 2,93% 7,81% 9,37% 10,93% -2,19% -6,13% 1,11% 50% PETR4 50% LAME3 7,15% -5,09% 9,97% 5,85% 6,99% -0,04% 6,34% -3,12% 1,71% 7,12% 7,72% 9,40% -8,03% -4,64% 4,93% 50% PETR4 50%VALE3 15,79% 2,31% 4,88% 5,72% 2,61% 4,86% 6,42% -3,26% 3,29% 7,67% 9,69% 11,41% -1,87% -6,63% 0,35% 50% PETR4 50% GGBR4-0,86% -3,94% 3,27% 7,07% -4,42% 5,01% 3,38% -2,74% 8,54% 14,28% 8,98% -1,41% 5,82% 6,16% 7,09% 50% PETR4 50% LAME4 8,79% -2,07% 5,29% 9,35% 6,98% -1,02% 8,65% -5,80% -1,05% 11,84% 8,47% 7,90% -6,37% 8,86% 1,92% 50% PETR3 50%VALE3 20,68% 2,71% 5,74% 6,29% 2,34% 5,33% 6,68% -2,99% 3,91% 6,75% 10,10% 10,71% -1,35% -6,95% 50% PETR3 50% VALE5 21,09% 1,72% 6,54% 6,12% 2,78% 4,94% 5,62% -1,93% 3,56% 6,89% 9,77% 10,23% -1,67% -6,45% 0,72% 50% PETR3 50% GGBR4 4,03% -3,54% 4,14% 7,64% -4,69% 5,49% 3,64% -2,47% 9,16% 13,36% 9,39% -2,11% 6,34% 5,83% 6,70% 50%PETR3 50% LAME3 12,04% -4,69% 10,83% 6,42% 6,72% 0,44% 6,61% -2,86% 2,34% 6,20% 8,12% 8,70% -7,51% -4,97% 4,55% 50% PETR3 50% LAME4 13,68% -1,67% 6,16% 9,91% 6,71% -0,55% 8,92% -5,54% -0,42% 10,92% 8,87% 7,20% -5,85% 8,54% 1,54% 50% VALE3 50% GGBR4 11,10% -1,75% 6,07% 0,38% -3,44% 11,15% 2,19% 2,51% 16,87% 13,27% 9,57% 4,06% 9,56% 3,75% 3,46% 50%VALE3 50%LAME3-19,12% -2,90% 12,77% 0,84% 7,97% 6,10% 5,16% 2,12% 10,04% 6,10% 8,30% 14,87% -4,29% -7,05% 1,31% - 50% VALE3 50% LAME4 20,75% 0,13% 8,09% 2,66% 7,96% 5,11% 7,47% -0,56% 7,28% 10,83% 9,05% 13,37% -2,64% 6,46% 1,70% 50% VALE5 50% GGBR4 11,51% -2,74% 6,87% 0,21% -3,01% 10,76% 1,13% 3,57% 16,51% 13,41% 9,24% 3,59% 9,24% 4,25% 4,22% - 50% VALE5 50% LAME3 19,52% -3,89% 13,56% 1,01% 8,41% 5,72% 4,09% 3,18% 9,68% 6,25% 7,98% 14,39% -4,61% -6,55% 2,07% 50% VALE5 50% LAME4 21,16% -0,86% 8,89% 2,49% 8,40% 4,73% 6,40% 0,50% 6,92% 10,98% 8,73% 12,90% -2,95% 6,96% 50% GGBR4 50% LAME3 2,46% -9,15% 11,16% 0,51% 0,94% 6,26% 2,12% 2,64% 15,29% 12,72% 7,59% 2,05% 3,40% 5,74% 8,05% 50% GGBR4 50% LAME4 4,10% -6,12% 6,49% 4,01% 0,92% 5,27% 4,43% -0,04% 12,53% 17,44% 8,34% 0,55% 5,06% 19,24% 5,04% 21-0,04% - 0,95%

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