ANALISE DE EMPRESAS. Aluno: Thiago Medeiros Vidal Orientador: Marcelo Medeiros

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANALISE DE EMPRESAS. Aluno: Thiago Medeiros Vidal Orientador: Marcelo Medeiros"

Transcrição

1 ANALISE DE EMPRESAS Aluno: Thiago Medeiros Vidal Orientador: Marcelo Medeiros Introdução Foi feito um estudo dos diferentes métodos de avaliação de empresas usados pelos analistas dos mercado financeiro. O Conceito de valor é, por definição, subjetivo, podendo diferir radicalmente em cada processo de valoração, de acordo com o tipo de ativo analisado e as preferencias de risco do comprador. Enquanto isso, o preço consiste em referencia objetiva, representando simplesmente o ponto de encontro entre oferta e demanda por um bem ou serviço em um determinado momento do tempo. A permanente busca de conciliação entre o chamado valor justo e o preço observado em mercado é o motivo de grandes discussão entre os analistas. Entender melhor os métodos usados para precificar ativos no Brasil é fundamental para a boa alocação de investimentos e da poupança, contribuindo assim para maximizar a taxa de crescimento da economia. Não somente em renda variável, mas também para qualquer mercado, duas escolas historicamente lutam pela vanguarda da precificação de ativos: a escola gráfica e a escola fundamentalista (dentro da escola fundamentalista vamos analisar o método de fluxo de caixa descontado. Enquanto a escola fundamentalista se baseia em cálculos e estudos aprofundados, a escola gráfica assume que qualquer nova informação existente é absorvida de forma igual por todos os agentes do mercado, alterando assim o preço do ativo. Podemos observar através de exemplos reais a diferença dos dois métodos. Todo ativo, seja financeiro quanto real, possui valor. A chave para o investimento de sucesso é não apenas em avaliar o ativo mas também a fonte do ativo. Todo ativo pode ser avaliado mas a complexidade por traz destes varia de acordo com a sofisticação financeira: derivativos x imóvel (ativo complexo x tradicional). De modo geral as formas de avaliação de ativo tem mais similaridades do que diferenças. A expressão: um investidor não paga mais do que o ativo vale parece lógica mas pode ser enganosa quando existem outros compradores dispostos a pagar por um preço superior ao avaliado. Ativos financeiros são adquiridos pelo fluxo de caixa esperados que eles possam gerar. Consequentemente, percepções realísticas do valor implicam que o preço pago pelo ativo reflete fluxos de caixa esperados. Embora pareça simples, o modo que se estima o valor de um ativo e o tempo em que o preço deste vai demorar para se ajustar ao valor, variam de estudo para estudo. Precificação de ativos não pode apenas se justificar com o argumento que se houver outros investidores dispostos a pagar por um preço maior no futuro, o preço atual é justificável. Neste estudo o objetivo é prover ferramentas que esclareçam um modo simples e competente de avaliação de ativos. 1)Análise Qualitativa da Empresa O principal desafio do investidor é entender a parte qualitativa da empresa. Antes de analista transformar a empresa em números, ele tem que acreditar na qualidade da empresa. Os pontos a seguir são alguns dos principais pontos vistos por profissionais qualificados:

2 ü Situação Macroeconômica do país: Se estamos vivendo uma recessão, é normal que as expectativas de retorno sejam menores. O analista tem que prever com as ferramentas que possui e isso pode viesar a analise dele. ü Descrição da companhia: Entender o que a empresa vende e como ela vende é o passo mais básico quando se analisa uma empresa. Algumas perguntas que o analista deve fazer quando está olhando para uma empresa: O que ela vende? Qual o mercado consumidor? Qual a vantagem comparativa em relação aos seus competidores? Onde ela está instalada? Como que ela faz os produtos? Quais são seus fornecedores? ü Analise da indústria que a empresa esta inserida: Se essa empresa pertence a um setor extremamente competitivo, ou que precisa de grandes investimentos, quais são as leis para o negócio funcionar. Essa analise é uma das principais para avaliar a empresa. ü Os controladores da empresa: Este é um ponto fundamental na análise. Não há sentido em investir em uma empresa se o investidor não acredita nos executivos. Se o investidor não acredita que eles tem capacidade para liderar o futuro da empresa, o melhor é procurar outra oportunidade de investimento. O raciocínio também é valido para uma companhia com bons profissionais. Se o investidor acredita na competência dos executivos, a discussão é preço a pagar pelo investimento. ü Histórico da empresa: O histórico da empresa é fundamental para se prever o futuro, isto é, como que a empresa se comportou em outros cenários de estresse, se as aquisições feitas pela empresa foram boas, se ela teve ganhos de eficiência, entre outros pontos. Sempre uma em uma análise financeira, o histórico é fundamental para tentar prever rentabilidade futura, embora isso não seja uma garantia ü Guidance e expectativas formadas pela empresa: No Brasil, todo fim de trimestre a empresa é obrigada a anunciar todo o seu resultado financeiro. Nessa divulgação de resultado, os executivos podem comunicar ao mercado as suas intenções e planos para o futuro para que direcionem as expectativas do analista e atraiam novos investimentos. Isso pode ser através de um anuncio de plano de expansão de uma fábrica ou anuncio de compra de novas maquinas, contratação de novos funcionários ou até um anuncio de novo sistema de automatização da fabrica. Essa clareza na hora de anunciar os seus planos é muito valorizada no mercado e se chama governança coorporativa. Nesse sentido é fundamental ler todos os fatos relevantes que a empresa anuncia, e os resultados trimestrais, além de sempre manter um bom relacionamento com o centro de relação com o investidor da empresa. Duas das formas mais usadas para sintetizar a análise qualitativa da empresa são a matriz Swot e as cinco forças de Porter. A matriz swot tenta fazer uma relação entre analise externa/interna com fatores negativos/positivos, resultando em oportunidades, ameaças, forças e fraquezas. Abaixo há um exemplo de matriz swot feito para uma empresa de implementos rodoviários e autopeças: Exemplo (Randon)

3 Enquanto isso, as cinco forcas de Porter tenta dar notas aos cinco seguintes critérios: rivalidade entre os concorrentes, poder de barganha dos consumidores, poder de barganha dos fornecedores, ameaça de produtos substitutos e ameaça de novos entrantes. Em cada ponto avaliado, o analista atribui uma nota de zero a cinco pontos, sendo cinco o pior para a empresa. Abaixo está o exemplo da análise de Porter da mesma empresa citada na matriz swot: Exemplo (Randon) - Rivalidade Interna da Indústria: O Setor de implementos é bastante competitivo, visto que a maior parte da produção é voltada para itens mais simples, de fácil produção. Isso faz com que haja muitas pequenas e médias oficinas que competem por preço. Contudo, a Randon concentra suas atividades para produtos diferenciados, com elevado uso de tecnologia e, consequentemente, valor agregado maior (exemplo: frigoríficos). O constante investimento em tecnologia permite à empresa lidar melhor com a competição desse setor (pontuação implementos: 2). Em relação ao mercado de autopeças, são poucas as empresas que atuam no setor. Todas produzem em grande escala e possuem carteiras de clientes bastante consolidadas, com produtos adaptados às demandas dos clientes. A rivalidade é menor. (pontuação autopeças: 4). Pontuação média (admitindo pesos iguais para os dois setores: 3) - Poder de Barganha dos consumidores: Em relação ao mercado de implementos, no caso de produtos mais simples, os consumidores têm um poder de barganha alto, pois podem encontrar reboques mais baratos produzidos por oficinas menores. Contudo, a qualidade dos produtos Randon, a força da marca, o fato de haver poucos substitutos para itens com maior

4 valor agregado e a grande diversificação de clientes da empresa (nenhum sozinho representa mais de 10% da receita) reduz o poder de barganha dos consumidores. (pontuação 4). No setor de autopeças a clientela é mais reduzida e formada principalmente por montadoras de veículos. A quantidade demandada por esses produtos é muito alta e as peças são mais padronizadas do que no setor de implementos. Por isso, acabam dependendo de produtores maiores. A Randon é uma das poucas com capacidade para suprir a demanda. Outro fator importante é o fato de as empresas do grupo que produzem autopeças (principalmente a Suspensys) terem como cliente principal a própria Randon, que usa as peças na montagem dos implementos rodoviários. (pontuação 5). Pontuação média (admitindo pesos iguais para os dois setores: 4,5) - Poder de Barganha dos fornecedores: para a maioria dos fornecedores, a Randon é um cliente muito importante, que demanda grande parte de sua produção. No setor de implementos, em torno de 25% da demanda da empresa é fornecida por três de suas controladas (Suspensys, Jost e Master). Isso faz com que não exista grande esforço de negociação em relação a parte considerável de sua demanda. Além disso, a Randon mantém diversificada a gama de fornecedores para produtos parecidos. Por exemplo, sua demanda por pneus é distribuída principalmente entre Pirelli, Michelin e Bridgestone, o que aumenta seu poder de barganha. (pntuação: 4) - Ameaça de produtos e serviços substitutos: a diversificação dos produtos da Randon faz com que não haja uma quantidade de produtos substitutos relevantes a que a oferta da Randon não esteja exposta. (pontuação 4) - Ameaça de novos Entrantes: o fato de haver um mercado bastante consolidado e dividido entre alguns grandes players torna a entrada de novas empresas complicada, principalmente nos setores que demandam maior nível tecnológico. Novos players chineses começaram a ganhar mais força recentemente, o que representa uma contrapartida. No setor de implementos mais simples, onde os produtos são pouco diferenciados, as barreiras à entrada de novos pequenos produtores é muito pequena. (pontuação: 3,5) Como avaliar o Risco de uma empresa? Existem várias formas de mensurar o risco de uma empresa. Se quisermos analisar de uma forma mais qualitativa, muitos analistas usam a matriz de risco da empresa. Essa matriz

5 consiste em relacionar a probabilidade do evento acontecer com o grau impacto que esse evento poderia causar dentro da empresa. Essa matriz abrange todos os tipos de risco: macroeconômico, má gerencia dos executivos, leis que emperrem o crescimento, entre outros. Abaixo segue um exemplo de matriz de risco: 2)Análise Quantitativa da empresa Após uma longa analise qualitativa da empresa, o analista passa a olhar a parte quantitativa para confirmar o pensamento construído na etapa anterior e ver a viabilidade econômica do investimento. Para se avaliar uma empresa, os analistas tem que olham com cuidado todas linhas do balanço patrimonial, do demonstrativo de resultado e do demonstrativo de fluxo de caixa. O primeiro passo para uma analise quantitativa é estudar o histórico contábil da empresa. Essa etapa é muito importante pois os executivos tentam criar valor na empresa através de uma manipulação dos dados. Portanto, o analista tem que limpar a falsa contabilidade feita pela empresa para que o histórico dela não leve a conclusões erradas. Alguns exemplos de empresas que sofreram escândalos por inflar os seus ativos e esconder os seus passivos: Enron, Parmalat, Vivendi e,no Brasil, o Banco Pan-americano. Muitas vezes os analistas costumam culpar a contabilidade pelas mazelas na analise de empresas. A razão destas acusações é que as empresas podem divulgar o resultado que quiserem a partir da utilização de brechas de normas contábeis. Para que o analista não seja vitima deste truque que muitas empresas fazem, ele tem que conhecer muito bem as regras de contabilidade. Em 2010 o Brasil mudou o padrão de contábil das empresas para o IFRS, um padrão internacional que facilita a analise de empresas de um modo global A analise contábil da empresa é um dos aspectos mais complexos e subjetivos do trabalho do analista. Dentro

6 das leis estabelecidas, existem várias brechas possíveis para o contador trabalhar que possam enviesar o trabalho do analista. Nesse sentido, muitas empresas possuem notas explicativas para esclarecer o critério usado para montar o balanço e o demonstrativo da empresa. Abaixo está um exemplo de um balanço patrimonial de uma empresa:

7 Fluxo de Caixa Descontado para a Firma O valor da empresa pelo método famoso do free cash flow to Firm parece simples na teoria: a projeção de geração de caixa de uma empresa, trazendo esses valores para o tempo presente, através de uma taxa de desconto (o custo de capital WACC). Apos este valor, nós dividimos pelo número de ações e encontramos o valor da ação. O modo que nós achamos o caixa da empresa e a taxa em que trazemos o mesmo ao valor presente é a dificuldade do processo. O processo começa com o demonstrativo de resultado pois para chegarmos no caixa da empresa, devemos projetar o lucro líquido. Abaixo se encontra um exemplo de um demonstrativo de resultado de uma empresa: Exemplo (Randon) Para se avaliar uma empresa, os analistas projetam o caixa esperado pois é a medida de retorno que a empresa proporciona. A diferença entre caixa e lucro liquido é que nem tudo apurado no lucro é caixa da empresa (pode-se observar facilmente nas empresas que vendem muitos produtos e serviços a prazo. A partir da projeção do lucro liquido, nós encontramos o caixa gerado pela firma, através desta fórmula: Caixa = LAIR * (1-alíquota de imposto) Investimento + Depreciação Variação de capital de giro. OBS: LAIR é o lucro antes de imposto e juros. Geralmente os analistas projetam entre 5 a 10 anos para frente e após esse período deve considera uma taxa de crescimento de geração de caixa constante. Esse período é chamado de perpetuidade da empresa e é nesse período que é gerado o maior valor. Após encontrados os caixas futuros gerados, o passo seguinte e um dos principais é a obtenção da taxa que traz a valor presente. No caso do fluxo de caixa descontado para a Firma, essa taxa é o WACC ou o custo de capital.

8 O custo de capital é um termo usado no campo do investimento financeiro para se referir ao custo dos fundos de uma empresa (tanto de dívida e patrimônio). Além disso é o mínimo de retorno que os investidores esperam para fornecer capital para a empresa. Para um investimento valer a pena, o retorno esperado sobre o capital deve ser maior do que o custo de capital. O custo de capital é a taxa de retorno que o capital poderia ser esperado para ganhar em um investimento alternativo de risco equivalente. A ideia principal do WACC é que o custo de capital vem de duas fontes, tanto da dívida quanto do patrimônio liquido. Desse modo existe uma proporção ótima dívida/patrimônio liquido para que a empresa maximize o seu desempenho. O custo da dívida é relativamente simples de calcular, uma vez que é composta pela taxa de juros pagos. Na prática, a taxa de juros paga pela empresa pode ser modelado como a taxa livre de risco, mais um componente de risco (prêmio de risco), que se incorpora uma taxa provável de default. Uma vez que na maioria dos casos despesa da dívida é uma despesa dedutível, o custo da dívida é calculado como um custo fiscal depois de torná-lo comparável com o custo do capital. Assim, para as empresas rentáveis, a dívida é descontada pela taxa de imposto. A fórmula pode ser escrita como (taxa de Rf + risco de crédito) (1-T), onde T é a taxa de imposto sobre as sociedades e Rf é a taxa livre de risco. Enquanto isso, o custo do capital do acionista é o retorno que o dono da empresa possui em segurar esse investimento. Uma vez que o custo da dívida e custo de capital próprio foram determinadas, a sua mistura, o custo médio ponderado do capital (WACC), pode ser calculada. Este WACC pode então ser usado como uma taxa de desconto para os fluxos de caixa projetados de um projeto. Exemplo (Randon)

9 3)Indicadores Após estudar a parte qualitativa e fazer o valuation da empresa, o uso de indicadores ajudam na análise geral da empresa. Dificilmente, a observação isolada de um indicador de solvência, por exemplo, irá nos dizer a saúde financeira da empresa. Nesse sentido, é importante analisar a atividade, endividamento, as margens, a alavancagem, entre outros pontos. Sempre que for analisar os indicadores da empresa, o analista tem que comparar com os indicadores dos concorrentes para ver performance da companhia. Exemplos de indicadores Explicação de alguns dos principais indicadores vistos: Returno on Equity (ROE): este indicador é o lucro liquido da empresa sobre o patrimônio liquido. Retorno on Asset (ROA): é o lucro liquido da empresa sobre os seus ativos. Margem de Lucro: é o lucro liquido sobre a receita. Giro do Ativo: é o tamanho das receitas sobre o valor dos ativos. Alavancagem financeira: valor dos ativos sobre o patrimônio líquido da empresa.

10 Margem EBITDA: é o lucro antes de pagamento de juros, impostos, depreciação e amortização sobre a receita da companhia. Preço/Lucro: é o preço da empresa como um todo dividido pelo lucro líquido. Em quantos anos o lucro da empresa vai se igualar ao quanto ela vale no mercado. EV/EBITDA: é o valor da empresa para os acionistas sobre o poder de geração de caixa da empresa. 4)Mitos sobre avaliação de empresas Assim como várias outras áreas de estudo, o valuation desenvolveu uma série de mitos ao longo do tempo em que após o estudo feito, chegamos a conclusões diferentes: 1. Quanto mais detalhada a avaliação de empresa for, mais correta é a sua avaliação: Um Valuation é um processo com várias etapas e muitas delas dependem da subjetividade do analista. Pelo fato do valuation carregar muitas premissas, isso pode levar a erros finais. Portanto, o mais recomendável é que apenas detalhar as linhas de previsão apenas quando tiver convicção nas premissas feitas. Um valuation simples pode resultar em um valor mais próximo do justo que um valuation complexo. 2. Um valuation bem feito sempre vai acarretar no preço de mercado: Um valuation de uma empresa possui muitas premissas e elas variam entre os analistas. Desse modo, uma mesma análise pode ser considerada conservadora ou otimista, dependendo da pessoa. Dificilmente o valor justo encontrado será o preço visto no mercado. Conclusões O estudo teórico permitiu uma maior compreensão do modo em que as empresas brasileiras listadas em bolsa são analisadas. Foi possível realizar aplicações do método para vários vistos por analistas. O método mais usado por analistas de empresa vêm da escola fundamentalista, o chamado fluxo de caixa descontado. Este é considerado o método mais completo porém devido ao grande número de premissas adotadas, o processo de análise se torna muito subjetivo e o valor justo encontrado pelos analistas podem variar enormemente de acordo com as percepções de risco e o perfil da analise. Referências 1 - POVOA, Alexandre de. Valuation, Como precificar ações. ELSEVIER p , p , p PEEK, Erik de. Business analysis and valuation, IFRS edition, CENGAGE LEARNING, P COPELAND, Tom de Valuation Measuring and managing the value of companies, Second edition, Mc Kinsey & Company.

2010 Incapital Finance - 3

2010 Incapital Finance - 3 METODOLOGIAS PARA AVALIAÇÃO DE EMPRESAS BELO HORIZONTE - MG Apresentação: Palestra Fusões e Aquisições Cenários e Perspectivas Valuation Metodologias e Aplicações Desenvolvimento: Índice: 1. Introdução

Leia mais

Relatório Analítico 27 de março de 2012

Relatório Analítico 27 de março de 2012 VENDA Código de Negociação Bovespa TGM A3 Segmento de Atuação Principal Logística Categoria segundo a Liquidez 2 Linha Valor de M ercado por Ação (R$) 29,51 Valor Econômico por Ação (R$) 32,85 Potencial

Leia mais

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES! A análise do desempenho histórico! Análise setorial! Análise de múltiplos! Elaboração de projeções de resultados! Determinação

Leia mais

2 Referencial Teórico

2 Referencial Teórico 2 Referencial Teórico Baseado na revisão da literatura, o propósito deste capítulo é apresentar a estrutura conceitual do tema de Avaliação de Investimentos, sendo dividido em diversas seções. Cada seção

Leia mais

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ):

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Contabilidade Gerencial e Controladoria Prof. Oscar Scherer Dia 23/03/2012. AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Parte importante da administração financeira, devendo

Leia mais

COMO DETERMINAR O PREÇO DE LANÇAMENTO DE UMA AÇÃO NA ADMISSÃO DE NOVOS SÓCIOS

COMO DETERMINAR O PREÇO DE LANÇAMENTO DE UMA AÇÃO NA ADMISSÃO DE NOVOS SÓCIOS COMO DETERMINAR O PREÇO DE LANÇAMENTO DE UMA AÇÃO NA ADMISSÃO DE NOVOS SÓCIOS! Qual o preço de lançamento de cada nova ação?! Qual a participação do novo investidor no capital social?! Por que o mercado

Leia mais

GRADE DE DISCIPLINAS MBA em Gestão de Crédito

GRADE DE DISCIPLINAS MBA em Gestão de Crédito GRADE DE DISCIPLINAS MBA em Gestão de Crédito Disciplinas (*) Modalidade H/A (**) Núcleo Contabilidade Contabilidade Financeira Presencial 24 Contabilidade dos Investimentos em Participações Societárias

Leia mais

Capítulo 1. Avaliando Empresas Uma Introdução

Capítulo 1. Avaliando Empresas Uma Introdução Capítulo 1 Avaliando Empresas Uma Introdução A expressão avaliação de empresas é a tradução para a língua portuguesa do termo valuation, sendo sinônimo de valoração de empresas. A recente onda de fusões

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Bertolo CAPÍTULO 3 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONCEITOS PARA REVISÃO Devido aos investidores basearem as suas decisões de compra e venda em suas expectativas sobre a performance futura da empresa,

Leia mais

Investment Research Contest. Como preparar um relatório

Investment Research Contest. Como preparar um relatório Investment Research Contest Como preparar um relatório Agenda Buscando Informações Estruturando o Raciocínio A Importância do Valuation Tese de Investimento Comparáveis e Múltiplos As Etapas do Relatório

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS 1 2 sem/11 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alcides T. Lanzana 2 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Introdução Valuation Métodos de atribuição de valor à empresa 3 USOS DO VALUATION Compra e Venda Fusões e Incorporações

Leia mais

SEM0531 Problemas de Engenharia Mecatrônica III

SEM0531 Problemas de Engenharia Mecatrônica III SEM0531 Problemas de Engenharia Mecatrônica III Prof. Marcelo A. Trindade Departamento de Engenharia Mecânica Escola de Engenharia de São Carlos - USP Sala 2º andar Prédio Engenharia Mecatrônica (ramal

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

Demonstrativo de Preço

Demonstrativo de Preço 11:24 1/13 Demonstrativo de Preço 1. Sumário das Análises Apresentadas Nas análises apresentadas nesse documento demonstramos: (i) Como foi atingido o valor implícito da Telemig Celular (Operadora) (ii)

Leia mais

Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS. Prof. Walter Dominas

Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS. Prof. Walter Dominas Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Walter Dominas Conteúdo programático Unidade I Avaliação de Empresas Metodologias Simples Unidade II Avaliação de Empresas - Metodologias Complexas

Leia mais

Empresa de Locação. Apresentação de avaliação financeira. São Paulo, Novembro de 2011 Confidencial

Empresa de Locação. Apresentação de avaliação financeira. São Paulo, Novembro de 2011 Confidencial Empresa de Locação Apresentação de avaliação financeira São Paulo, Novembro de 2011 Confidencial A IGC Partners Sobre a empresa Líder em operações de Estrutura local e internacional Fusões e Aquisições

Leia mais

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM Objetivos Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho A EMPRESA NO MODELO DO BALANÇO PATRIMONIAL: análise das demonstrações financeiras Compreender a importância da padronização

Leia mais

Quanto vale FINANÇAS. Miguel A. Eiranova é diretor da área de corporate finance da Price Waterhouse, firma que integra a PricewaterhouseCoopers.

Quanto vale FINANÇAS. Miguel A. Eiranova é diretor da área de corporate finance da Price Waterhouse, firma que integra a PricewaterhouseCoopers. Quanto vale O preço de uma empresa, referência fundamental nas negociações de qualquer tentativa de fusão ou aquisição, nunca é aleatório. Ao contrário, sua determinação exige a combinação da análise estratégica

Leia mais

daniel.falcao@agexconsult.com.br Discutir a aplicação das ferramentas contábeisfinanceiras no dia-a-dia das empresas do mercado imobiliário.

daniel.falcao@agexconsult.com.br Discutir a aplicação das ferramentas contábeisfinanceiras no dia-a-dia das empresas do mercado imobiliário. Viabilidade do Negócio Imobiliário Uma Gestão Consciente Prof. Daniel F. Falcão daniel.falcao@agexconsult.com.br Objetivo Central Discutir a aplicação das ferramentas contábeisfinanceiras no dia-a-dia

Leia mais

Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos

Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos Avaliação da Viabilidade Econômico- Financeira em Projetos Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos Elias Pereira Apresentação Professor Alunos Horário 19:00h às 23:00 h com 15 min. Faltas Avaliação

Leia mais

EARNINGS RELEASE 2T12 e 1S12

EARNINGS RELEASE 2T12 e 1S12 São Paulo, 15 de agosto de 2012 - A Inbrands S.A. ( Inbrands ou Companhia ), uma empresa de consolidação e gestão de marcas de lifestyle e moda premium do Brasil, anuncia hoje os resultados do segundo

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T14

Divulgação de Resultados 1T14 Divulgação de Resultados 1T14 A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private-equity ( Fundos

Leia mais

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 Índice Análise Vertical e Análise Horizontal...3 1. Introdução...3 2. Objetivos e técnicas de análise...4 3. Análise vertical...7 3.1 Cálculos da análise vertical do balanço

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues Quando se trabalha com projetos, é necessária a utilização de técnicas e ferramentas que nos auxiliem a estudálos, entendê-los e controlá-los.

Leia mais

Parte 1 Risco e Retorno

Parte 1 Risco e Retorno TÓPICOSESPECIAIS EM FINANÇAS: AVALIAÇÃO DE PROJETOS E OPÇÕES REAIS. AGENDA 1. RISCO E RETORNO 2. CUSTO DE CAPITAL PROF. LUIZ E. BRANDÃO 3. CUSTO MÉDIO PONDERADO DE CAPITAL (WACC) RAFAEL IGREJAS Parte 1

Leia mais

FCLCapital. Junho 2015. www.fclcapital.com

FCLCapital. Junho 2015. www.fclcapital.com Junho 2015 www.fclcapital.com FCL Equities FIA Filosofia de Investimentos - Pág. 4 Estratégia Long-Biased - Pág. 5 Processo de Investimentos - Pág. 6 Gestão de Riscos - Pág. 10 1 Plano de Crescimento Plano

Leia mais

NUTRIPLANT ON (NUTR3M)

NUTRIPLANT ON (NUTR3M) NUTRIPLANT ON (NUTR3M) Cotação: R$ 1,79 (18/06/2014) Preço-Alvo (12m): R$ 2,10 Potencial de Valorização: 18% 4º. Relatório de Análise de Resultados (1T14) Recomendação: COMPRA P/L 14: 8,0 Min-Máx 52s:

Leia mais

Apresentação de Resultados 3T05

Apresentação de Resultados 3T05 Apresentação de Resultados 3T05 Destaques Crescimento do Lucro Líquido foi de 316% no Terceiro Trimestre Crescimento da Receita no 3T05 A receita bruta foi maior em 71% (3T05x3T04) e 63% (9M05x9M04) Base

Leia mais

Avaliação Econômica Valuation

Avaliação Econômica Valuation Avaliação Econômica Valuation Wikipedia The process of determining the current worth of an asset or company. There are many techniques that can be used to determine value, some are subjective and others

Leia mais

CRITÉRIOS / Indicadores

CRITÉRIOS / Indicadores CRITÉRIOS / Indicadores A lista de conceitos desta MELHORES E MAIORES Os valores usados nesta edição são expressos em reais de dezembro de 2014. A conversão para dólares foi feita, excepcionalmente, com

Leia mais

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS Prof. Paulo Cesar C. Rodrigues E mail: prdr30@terra.com.br INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS O que é administração financeira? Qual sua importância para as corporações? Como são tomadas as decisões financeiras?

Leia mais

Leilão do IRB: Considerações Econômicas

Leilão do IRB: Considerações Econômicas Leilão do IRB: Considerações Econômicas Francisco Galiza - Mestre em Economia (FGV) Março/2000 SUMÁRIO: I) Introdução II) Parâmetros Usados III) Estimativas IV) Conclusões 1 I) Introdução O objetivo deste

Leia mais

Revisão Copel (CPLE6) Preço Teórico R$ 35,00 (COMPRA) 28.01.2009

Revisão Copel (CPLE6) Preço Teórico R$ 35,00 (COMPRA) 28.01.2009 Revisão Copel (CPLE6) Preço Teórico R$ 35,00 (COMPRA) 28.01.2009 Empresa Código Recomendação Fechamento* Preço-Teórico* Upside Risco Lote Copel PNB CPLE6 Compra 21,85 35,00 60,2% Elevado 1 EV/EBITDA (atual)

Leia mais

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Correção da Prova Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Questão 7 Uma sociedade empresária mantém no seu estoque de mercadorias para revenda três tipos de mercadorias: I, II e III. O valor total

Leia mais

Abril Educação S.A. Informações Proforma em 30 de junho de 2011

Abril Educação S.A. Informações Proforma em 30 de junho de 2011 Abril Educação S.A. Informações Proforma em 30 de junho de 2011 RESULTADOS PRO FORMA NÃO AUDITADOS CONSOLIDADOS DA ABRIL EDUCAÇÃO As informações financeiras consolidadas pro forma não auditadas para 30

Leia mais

Apresentação de Resultados 2T11

Apresentação de Resultados 2T11 Apresentação de Resultados 2T11 Aviso Legal Aviso Legal Encontra-se em curso a distribuição pública inicial primária e secundária de certificados de depósitos de ações ( Units ) de emissão da Abril Educação

Leia mais

Roteiro para elaboração de laudo de avaliação de empresa

Roteiro para elaboração de laudo de avaliação de empresa Roteiro de Laudo de Avaliação A elaboração de um Laudo de Avaliação de qualquer companhia é realizada em no mínimo 5 etapas, descritas sumariamente a seguir: 1ª. Etapa - Conhecimento inicial do negócio

Leia mais

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA: CONTROLADORIA E AUDITORIA Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA: CONTROLADORIA E AUDITORIA Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu MBA EM GESTÃO FINANCEIRA: CONTROLADORIA E AUDITORIA Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu Coordenação Acadêmica: Prof. José Carlos Abreu, Dr. 1 OBJETIVO: Objetivos Gerais: Atualizar e aprofundar

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Financeira e Controladoria

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Financeira e Controladoria Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Financeira e Controladoria Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Financeira e Controladoria tem por objetivo o fornecimento

Leia mais

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1 Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv Parte I - Introdução, 1 1 Conceitos Introdutórios, 3 1.1 Conceitos, 3 1.2 Objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis, 5 1.3 Usuários da Análise das Demonstrações

Leia mais

- Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial Ltda - Consultores Ltda

- Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial Ltda - Consultores Ltda 19/02/2010 CETIP S.A BALCÃO ORGANIZADO DE ATIVOS E DERIVATIVOS A Companhia A CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos ( Companhia ou CETIP ) opera o maior Mercado Organizado para Ativos de

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Análise das Demonstrações Contábeis Prof. José MANOEL da Costa As demonstrações contábeis para usuário externo, publicadas aos usuários em geral, como já visto, são publicadas conforme princípios e normas

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 06-11-2013 aula revisão 1

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 06-11-2013 aula revisão 1 GESTÃO FINANCEIRA Prof. Local Flavio Nicastro flavio.nicastro@attatecnologia.com.br 06-11-2013 aula revisão 1 Representação de Ativos 1) Um projeto produz um fluxo de caixa líquido depois de descontados

Leia mais

Importância dos Fluxos de Caixa na Avaliação Econômica

Importância dos Fluxos de Caixa na Avaliação Econômica Importância dos Fluxos de Caixa na Avaliação Econômica O fluxo de caixa resume as entradas e as saídas efetivas de dinheiro ao longo do horizonte de planejamento do projeto, permitindo conhecer sua rentabilidade

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL 1. Introdução Uma empresa é administrada para satisfazer os interesses e objetivos de seus proprietários. Em particular, a organização de atividades econômicas em

Leia mais

BASES CONCEITUAIS DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

BASES CONCEITUAIS DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS BASES CONCEITUAIS DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Pro. Alexandre Assaf Neto Este trabalho tem por objetivo básico apresentar as bases conceituais do processo de avaliação econômica de empresas. Avaliação

Leia mais

Teleconferência de Resultados 2T15. 31 de julho de 2015. Magazine Luiza

Teleconferência de Resultados 2T15. 31 de julho de 2015. Magazine Luiza Teleconferência de Resultados 2T15 31 de julho de 2015 Magazine Luiza Destaques do 2T15 Vendas E-commerce Ganho consistente de participação de mercado Redução na receita líquida de 10,1% para R$2,1 bilhões

Leia mais

BNY Mellon ARX Extra FIM. Julho, 2013

BNY Mellon ARX Extra FIM. Julho, 2013 BNY Mellon ARX Extra FIM Julho, 2013 Índice I. Filosofia de Investimento II. Modelo de Tomada de Decisão III. Processo de Investimento IV. Características do Fundo 2 I. Filosofia de Investimento Filosofia

Leia mais

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto)

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) Bibliografia Básica: FANOR MBA Internacional - Finanças DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) CONTATOS: www.netofeitosa.com.br contato@netofeitosa.com.br (85)

Leia mais

Teoria da Contabilidade. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1

Teoria da Contabilidade. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1 Teoria da Contabilidade Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1 Origem Evolução do sistema capitalista; Necessidade de ampliação das instalações; Investimento tecnológico; Redução de custos; Empréstimos

Leia mais

Vantagens e Cuidados na utilização do Valor Econômico Agregado - EVA

Vantagens e Cuidados na utilização do Valor Econômico Agregado - EVA Vantagens e Cuidados na utilização do Valor Econômico Agregado - EVA REVISANDO O CÁLCULO DO EVA QUAIS AS VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DA MÉTRICA EVA? COMO FAZER OS AJUSTES NA AVALIAÇÃO DOS S / INVESTIMENTOS?

Leia mais

Teoria da Decisão MÉTODOS QUANTITATIVOS DE GESTÃO

Teoria da Decisão MÉTODOS QUANTITATIVOS DE GESTÃO Teoria da Decisão MÉTODOS QUANTITATIVOS DE GESTÃO INTRODUÇÃO Todo problema de decisão envolve julgamento sobre um conjunto conhecido de alternativas; Informações Disponíveis (Dados) Conhecidos com certeza;

Leia mais

Apresentação dos Resultados 2T06

Apresentação dos Resultados 2T06 Apresentação dos Resultados 2T06 Aviso Legal Esta apresentação contém considerações futuras referentes às perspectivas do negócio, estimativas de resultados operacionais e financeiros, e às perspectivas

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FINANÇAS

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FINANÇAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FINANÇAS Disciplina: Economia 30 h/a Mercado e seu equilíbrio: teoria do consumidor e a curva de demanda; Teoria da produção, custos, e a curva de

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA A atividade empresarial requer a utilização de recursos financeiros, os quais são obtidos na forma de crédito e de

Leia mais

DEFINIÇÃO DE PREÇO DE EMISSÃO DE AÇÕES

DEFINIÇÃO DE PREÇO DE EMISSÃO DE AÇÕES DO GRUPO DE ESTUDOS DE DIREITO EMPRESARIAL FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS DIREITO SOCIETÁRIO APLICADO DEFINIÇÃO DE PREÇO DE EMISSÃO DE AÇÕES Julio A. N. Queiroz Patrocinadores:

Leia mais

Apresentação d t ã de Resultados 3T07

Apresentação d t ã de Resultados 3T07 A t ã d Apresentação de Resultados 3T07 Agenda Eventos Recentes Destaques Estratégicos Destaques Financeiros Resultados Financeiros Guidance 2007 Guidance 2008 2 RESULTADOS 3T07 Os resultados referentes

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T15

Divulgação de Resultados 1T15 São Paulo - SP, 06 de Maio de 2015. A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private equity

Leia mais

Modigliani e Miller (MM) Estrutura de Capital. MM - Proposição I. Efeito das imperfeições do mercado. Custo de Capital. Premissas do Modelo de MM

Modigliani e Miller (MM) Estrutura de Capital. MM - Proposição I. Efeito das imperfeições do mercado. Custo de Capital. Premissas do Modelo de MM Modigliani e Miller (MM) Estrutura de Capital Premissas do Modelo de MM Não existem impostos. O endividamento da empresa não afeta o seu custo de capital A divisão do lucro entre Dividendos e Lucros Retidos

Leia mais

Relatório de Gestão O FIP-IE XP OMEGA I. Agosto 2015. Destaques Positivos. Fundamentos da Cota

Relatório de Gestão O FIP-IE XP OMEGA I. Agosto 2015. Destaques Positivos. Fundamentos da Cota FIP-IE XP OMEGA I Relatório de Gestão O FIP-IE XP OMEGA I O FIP-IE XP OMEGA I é detentor de 34,6% da Asteri Energia S.A., uma holding que detém 100% do parque eólico Gargaú e 51% da Pequena Central Hidrelétrica

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Determinando o Retorno Futuro dos Investimentos de Capital

Determinando o Retorno Futuro dos Investimentos de Capital C A P Í T U L O 18 Determinando o Retorno Futuro dos Investimentos de Capital Capítulo 6 analisa a entidade de negócios como uma empresa de investimentos e usuária de capital. Do ponto de vista de investimento

Leia mais

EARNINGS RELEASE 1T12

EARNINGS RELEASE 1T12 São Paulo, 16 de maio de 2012 - A Inbrands S.A. ( Inbrands ou Companhia ), uma empresa de consolidação e gestão de marcas de lifestyle e moda premium do Brasil, anuncia hoje os resultados do 1º trimestre

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini agosto 2015

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini agosto 2015 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini agosto 2015 GESTÃO DO ESTOQUE DE UNIDADES PRONTAS Eco, MBA R.E., Mestre em Eng. Civil, Alfredo Eduardo Abibi Filho Dir. Inc. Jal Empreendimentos

Leia mais

Conhecimento é seu melhor ativo!

Conhecimento é seu melhor ativo! Conhecimento é seu melhor ativo! ANÁLISE FUNDAMENTALISTA Entenda o método de precificação de ativos! ÍNDICE Tipos de Investimentos Por que investir em bolsa? Grafista x Fundamentalista Análise Fundamentalista

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

ENTENDIMENTO DOS ASPECTOS ESTRATÉGICOS DE VALORAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE EMPRESAS. Domingos A. Laudisio São Paulo, 13 de dezembro de 2006

ENTENDIMENTO DOS ASPECTOS ESTRATÉGICOS DE VALORAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE EMPRESAS. Domingos A. Laudisio São Paulo, 13 de dezembro de 2006 ENTENDIMENTO DOS ASPECTOS ESTRATÉGICOS DE VALORAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE EMPRESAS Domingos A. Laudisio São Paulo, 13 de dezembro de 2006 No balanço real de uma empresa ativos e capacitações são financiados

Leia mais

Localiza Rent a Car S.A. Divulgação do LAJIDA/LAJIR

Localiza Rent a Car S.A. Divulgação do LAJIDA/LAJIR Localiza Rent a Car S.A. Divulgação do LAJIDA/LAJIR 27 de fevereiro de 2013 1 Divulgação de EBITDA adotada pela Localiza Nova regulamentação ICVM 527/2012 2 Relatórios onde a Localiza Divulga o EBITDA:

Leia mais

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 3: Qual o Valor das Empresas que Abriram o Capital entre 2004 e 03/2006

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 3: Qual o Valor das Empresas que Abriram o Capital entre 2004 e 03/2006 SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL Parte 3: Qual o Valor das Empresas que Abriram o o A Quantidade do Capital Vendido o O Valor das Empresas no dia do IPO o O Valor das

Leia mais

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi Gestão Financeira Prof. Eduardo Pozzi Finanças Corporativas Questões centrais na gestão financeira de uma empresa: Quais investimentos de longo prazo precisam ser feitos? Que tipo de instalações, maquinário

Leia mais

Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes.

Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes. Data Base 31.12.2010 Dados do declarante Participação no capital social do declarante Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes. Poder de voto de

Leia mais

DECISÕES DE FINANCIAMENTO A LONGO PRAZO UM ENFOQUE NO CUSTO DE CAPITAL. Palavras-chave: longo prazo, financiamentos, investimentos, custo, capital.

DECISÕES DE FINANCIAMENTO A LONGO PRAZO UM ENFOQUE NO CUSTO DE CAPITAL. Palavras-chave: longo prazo, financiamentos, investimentos, custo, capital. DECISÕES DE FINANCIAMENTO A LONGO PRAZO UM ENFOQUE NO CUSTO DE CAPITAL Giselle Damasceno da Silva Graduanda em Ciências Contábeis pela UFPA RESUMO Este trabalho considera os custos de dívidas a longo prazo,

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS: O CASO NATURA

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS: O CASO NATURA AVALIAÇÃO DE EMPRESAS: O CASO NATURA Aluno: Bruno C. Mariano Resende Orientador: Marcelo Cunha Medeiros Introdução A negociação de ativos financeiros e reais envolvem alguma estimativa do retorno financeiro

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

ALEXANDRE ASSAF NETO www.institutoassaf.com.br assaf@terra.com.br CONCENTRAÇÃO DE CAPITAL E DIVIDENDOS NO BRASIL

ALEXANDRE ASSAF NETO www.institutoassaf.com.br assaf@terra.com.br CONCENTRAÇÃO DE CAPITAL E DIVIDENDOS NO BRASIL ALEXANDRE ASSAF NETO www.institutoassaf.com.br assaf@terra.com.br CONCENTRAÇÃO DE CAPITAL E DIVIDENDOS NO BRASIL PRINCIPAIS TEMAS DESAFIOS E FATORES DE SUCESSO NA GLOBALIZAÇÃO. OBJETIVO DA EMPRESA. DIVIDENDOS:

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria 1 OBJETIVO: Proporcionar aos participantes uma visão prática do ponto de vista de mercado e correta

Leia mais

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Mário Leitão Estrutura das Demonstrações Financeiras A análise das demonstrações financeiras exige conhecimento do que representa cada conta que nela figura. Há

Leia mais

A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alexandre Assaf Neto O artigo está direcionado essencialmente aos aspectos técnicos e metodológicos do

Leia mais

Administração Financeira II

Administração Financeira II Administração Financeira II Introdução as Finanças Corporativas Professor: Roberto César INTRODUÇÃO AS FINANÇAS CORPORATIVAS Administrar é um processo de tomada de decisões. A continuidade das organizações

Leia mais

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto o O que é Abertura de Capital o Vantagens da abertura o Pré-requisitos

Leia mais

Raízen Combustíveis S.A.

Raízen Combustíveis S.A. Balanço patrimonial consolidado e condensado (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ativo 30.06.2014 31.03.2014 Passivo 30.06.2014 31.03.2014 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6 Bacharelado em CIÊNCIAS CONTÁBEIS Parte 6 1 NBC TG 16 - ESTOQUES 6.1 Objetivo da NBC TG 16 (Estoques) O objetivo da NBC TG 16 é estabelecer o tratamento contábil para os estoques, tendo como questão fundamental

Leia mais

Comparações entre Práticas Contábeis

Comparações entre Práticas Contábeis IAS 12, SIC-21, SIC-25 SFAS 109, I27, muitas questões EITF NPC 25 do Ibracon, Deliberação CVM 273/98 e Instrução CVM 371/02 Pontos-chave para comparar diferenças D i f e r e n ç a s S i g n i f i c a t

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO 1. DESTAQUES O ano de 2016 começou com o cenário macroeconômico muito parecido de 2015, uma vez que o mercado continua com tendências negativas em relação a PIB, inflação e taxa de juros. Novamente a Ouro

Leia mais

Como funciona a análise fundamentalista de ações

Como funciona a análise fundamentalista de ações Como funciona a análise fundamentalista de ações Entenda como os investidores analisam balanços e fazem contas para avaliar se determinada empresa está ou não barata Julia Wiltgen, de EXAME.com GETTY IMAGES

Leia mais

DECIFRANDO O CASH FLOW

DECIFRANDO O CASH FLOW Por: Theodoro Versolato Junior DECIFRANDO O CASH FLOW Para entender melhor o Cash Flow precisamos entender a sua origem: Demonstração do Resultado e Balanço Patrimonial. O Cash Flow é a Demonstração da

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira. Conteúdo Programático. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira. Conteúdo Programático. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO / 100h ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO / 100h CAPITAL DE GIRO liquidez e capital circulante líquido rentabilidade do ativo estratégias de gerência fontes de financiamento estudo de caso orçamento de caixa

Leia mais

Estudo Grendene - jmeloblog - h3p://jmeloblog.wordpress.com - Jean Melo RELATÓRIO DE AÇÕES

Estudo Grendene - jmeloblog - h3p://jmeloblog.wordpress.com - Jean Melo RELATÓRIO DE AÇÕES RELATÓRIO DE AÇÕES EMPRESA: GRENDENE CÓDIGO: GRND3 Quantidade de ações: 300.720.000 SETOR: CALÇADOS PREÇO ATUAL: R$ 8,88 MÁXIMA 52 SEM: R$9,84 MÍNIMA 52 SEM: R$6,93 RECOMENDAÇÃO: WATCH LIST Atividade Principal

Leia mais

RESULTADOS 2T15 Teleconferência 10 de agosto de 2015

RESULTADOS 2T15 Teleconferência 10 de agosto de 2015 RESULTADOS 2T15 Teleconferência 10 de agosto de 2015 AVISO Nesta apresentação nós fazemos declarações prospectivas que estão sujeitas a riscos e incertezas. Tais declarações têm como base crenças e suposições

Leia mais

COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO (Moving Budget)

COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO (Moving Budget) COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO! O que é Orçamento Contínuo?! Qual a periodicidade normal para um Orçamento Contínuo?! Como podemos estruturá-lo?! O que é mais importante para um Orçamento Contínuo?!

Leia mais

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira darianer@fia.com.br www.fia.com.br/proced Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira 1 Objetivo Planejamento

Leia mais

Como Projetar Cenários Setoriais para Business Valuation

Como Projetar Cenários Setoriais para Business Valuation Como Projetar Cenários Setoriais para Business Valuation! Quais as relações entre ambiente e estratégia! O que é fator crítico de sucesso?! Quais as etapas para elaboração de cenários?! O Modelo Estrutura-Conduta-

Leia mais

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos Pessoal, Hoje, disponibilizo a resolução da prova de Contabilidade Geral, de Análise das Demonstrações Contábeis e de Contabilidade de Custos do Concurso para o TCU realizado no último final de semana.

Leia mais

Quanto vale o meu negócio?

Quanto vale o meu negócio? Quanto vale o meu negócio? Apoio: Publicação: Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP) Edição: Março 2015 Coordenação: Ângela Ximenes Superintendente Executiva Gabriela Sant Anna

Leia mais